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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Benção

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyDom 09 Set 2018, 19:32

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Benção

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ronan Stronghold. A qual não possui narrador definido.


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Nana.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptySab 15 Dez 2018, 14:10




A cena que encontrei não era mesmo o que eu esperava. O rosto estranho que estampava o papel em minhas mãos estava bem a minha frente, prestes a realizar uma tragédia. Tudo poderia acabar ali mesmo. O pouco que conhecera sobre Ronan me causaria uma pequena ansiedade. Para mim, a impulsividade poderia tomar conta a qualquer momento. Ah, não se precipite.

Tentaria me manter a mais silenciosa possível, ao observar a situação. Ainda não fui percebida... se ao menos ele largasse a arma... O disparo aconteceu muito rápido, e nos segundos de um piscar de olhos o dono da loja estava no chão, e o bandido guardava sua arma proferindo palavras que me causariam grande estranheza. Iniciação de que?

Milhares de possibilidades vinham a minha cabeça enquanto buscava o timing para me apresentar a situação. Seria possível chamar apenas a atenção de Ronan? Assim, talvez, ele pudesse me usar como distração... Seria muito arriscado, poderia acabar chamando atenção de Scar e íamos acabar os dois reféns desse imbecil.

Buscaria ficar escondida enquanto pegaria em minhas coisas a arma e balas que havia acabado de comprar. Agora seria a hora. Carregaria a arma da forma mais delicada evitando qualquer barulho que pudesse comprometer minha posição. A distância entre nós e meu campo de visão pareciam estar perfeitos para dar um tiro limpo, certeiro. Segurando a arma com as duas mãos, prenderia minha respiração para garantir a mira certa no alvo, a cabeça de Scar. Então, apertaria o gatilho.

Se após carregar a arma algum barulho, ou algo, me expusesse, atiraria no bandido mirando em seu peito, buscando aumentar a área para evitar erros.

Caso fosse exposta antes que pudesse usar a arma, ou caso errasse o tiro, tentaria fazer disso um elemento surpresa que pudesse distrair Scar e gritaria o mais alto — AGORA, RONAN! — para que ele não se afetasse também com a minha aparição. E enquanto ele tivesse alguma reação, procuraria no display da loja, algum objeto cortante pequeno suficiente para que pudesse atirar no bandido, e atiraria.

Se antes que eu pudesse fazer qualquer coisa Ronan e Scar entrassem em algum tipo de luta, pegaria e carregaria a arma rapidamente — EI! OU! — gritaria chamando a atenção para dar um pause na briga e de forma mais ligeira possível buscaria mirar no criminoso e atirar.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyQua 19 Dez 2018, 23:17

Todos

Os oponentes se entreolhavam, demonstrando sua clara divergência a respeito de objetivos, um possuía a ideia exatamente oposta do outro, assim como seus dilemas e até mesmo pensamentos, todos eles entravam em conflito nesse momento, e um simples olhar bastava para colocar tudo isso a tona. Scar piscava algumas vezes antes de começar a se mover, observava Ronan se aproximar, e seus braços começavam a se mover quase que como instintivamente, movendo-se para fora do golpe que supostamente iria realizar, bom, isso se não fosse por sua finta. Exatamente o momento que Maya estava esperando, uma abertura, estando um tanto afastado de seu companheiro para disparar, buscava acertá-lo em um tiro fatal, um tiro que seguiria direto a sua cabeça, no entanto, Scar não era um qualquer e podia sentir a aproximação do projétil, movendo-se alguns centímetros, o suficiente para que a bala passasse rente ao seu pescoço e ombro, levando um pouco de carne junto a sua trajetória.

- Desgraça...da, o que diabos você pensa que está fazendo? - Virava-se brevemente para observar a localização da garota, assim como sua verdadeira identidade, pois ainda lhe permanecia desconhecida. Por outro lado, acabava abrindo a oportunidade para Ronan finalizar sua finta e acabar acertando um de seus braços em um corte que certamente lhe traria recordação, além de uma bela cicatriz, mas por hora apenas o sangue que escorria bastava. Ainda mais enraivecido com a situação erguia todo seu corpo, lançando-se para trás até ultrapassar o corpo de Ronan e assim garantir uma certa segurança contra tiros, afinal, a garota nada poderia fazer caso realmente quisesse ter a certeza de que não aceitaria seu parceiro. Bom, sendo assim Scar ganhava um certo tempo para agir apenas contra uma pessoa, abaixando-se perante o segundo ataque do rapaz, que acabava por ser repetitivo, garantindo uma reação imediata por parte do oponente, que apenas agarrava o antebraço do garoto, levando a lâmina ao alto com um forte impulso.

Um chute vinha logo a seguir de encontro ao peitoral do rapaz, afastando-o alguns metros e gerando uma bela dor de barriga, e claro, seria pior se não fosse pela aparição de sua companheira, chamando mais uma vez a atenção do meliante. Por mais que atirar o objeto cortante não fosse lá o ataque mais efetivo no momento, ao menos o fazia recuar alguns centímetros apenas por precaução, levando a mão ao seu ferimento, e mesmo assim não podia deixar de sorrir, aproximando-se mais uma vez do dono de loja, afinal de contas querendo ou não ainda estaria sobre seu controle. - Tem certeza da escolha? O lado que tomaram apenas os levará ainda mais rápido até a deusa da morte, O emissário guarda o caminho até lá, ele será perigoso e traumático... Pereçam sob minhas mãos e sofram o menor dos males. - Dizia dando de ombros a espera de uma reação.

Scar levava a mão até sua arma e ameaçava saca-la, dando a ideia de que estaria pronto para atirar a qualquer momento, mas seria ele mais rápido que a reação de Maya? Poderiam testar a sorte ou tentar novamente chegar a uma situação mais favorável, pois querendo ou não a coordenação entre ambos havia sido cortada subitamente. Bom, se queriam realmente tomar controle sobre a situação, nossos lutadores precisariam se adequar um ao passo do outro e quem sabe chegassem em um consenso sobre as estratégias utilizadas, afinal de contas agora possuíam a comunicação um tanto quanto mais aberta, e além disso seu oponente ainda sofria com alguns ferimentos, podendo complicar e muito sua movimentação, a depender de como explorariam.


Histórico de Ronan:
 

Histórico de Maya:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyQui 20 Dez 2018, 15:19


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Foi impressionante. Eu ainda não sabia ao certo quem estava atrás de mim e havia efetuado o tiro, era a Maya? Talvez eu pudesse sentir o seu cheiro que já me era conhecido e confirmar que sim, era a minha companheira. O que importava naquele momento era o fato de que o autor do disparo havia almejado o meu oponente e não a mim, mas... ele desviara o tiro... O homem a minha frente não era mesmo alguém comum, o cheiro de sangue já era presente no ar, mas eu não sentia que a glória desse fato me pertencesse, como reação, meu oponente se pôs entre mim e a fonte do disparo, com certeza para se defender, inteligente. Mas eu... eu sou o Ronan!

Minha barriga ainda estava dolorida quando retomei o combate, naquele momento eu tinha certeza de que fisicamente eu era inferior na luta, mas com certeza meu cérebro é imbatível. Meu objetivo agora era criar uma janela para que a pessoa que estava me ajudando conseguisse acertar um tiro em meu oponente, eu já tinha certeza que para o bandido era melhor lutar desarmado, a arma era só um meio de intimidação mais concreto para executar um assalto mas de qualquer forma ela ainda era um meio rápido de executar alguém e isso eu queria evitar.

Tentando reagir o mais rápido possível quando ele levasse a mão a pistola, afinal uma de suas mãos estava no ferimento, atacaria com a ponta de minha espada da minha mão boa(direita) ao mesmo tempo que soltaria a espada que estava na mão ruim afim de dar mais agilidade aos meus movimentos, esticando meu corpo como uma lança e com rapidez(estilo brook), estocando a mão e a arma que ele acautelava em sua cintura, não queria deixar que ele a sacasse novamente. Com o meu corpo mais perto do chão devido ao meu movimento de "lança", esperaria criar novamente uma abertura para o atirador efetuar novos disparos. De qualquer forma, em sequência e aproveitando que agora meu corpo se encontrava perto do solo, apoiaria a minha mão esquerda no chão para me ajudar com um impulso para aplicar um novo corte, esse corte visaria uma de suas coxas, mesmo que eu não o acertasse, ele se preocupar em desviar de um ataque em suas pernas poderia criar ainda mais oportunidade para receber disparos. Completando no final, tentaria agarrar seu tornozelo e puxar em minha direção, com o objetivo de desequilibrar meu oponente que até aquele momento, mostrava-se extremamente dependente de suas habilidades de evasão.

Se meu oponente contra golpeasse com um chute em minha direção enquanto eu fazia o movimento de "lança", eu mudaria a trajetória da ponta da minha espada para a perna do meu adversário, se ele respondesse com um golpe vertical de cima pra baixo afim de me "afundar", eu tentaria bloquear o golpe com a minha espada respondendo com uma rasteira no intuito de desequilibrá-lo. Se no momento que eu apoiasse a mão no chão para efetuar o segundo golpe ele visasse um golpe no meu braço de apoio, eu tiraria meu braço do chão para que o mesmo não fosse quebrado, talvez desse golpe não desse para se livrar completamente, portanto, eu tentaria literalmente abraçar sua perna com toda a minha força, para assim, talvez, limitar completamente o movimento de meu inimigo e, se no meu movimento final de golpe ele tentasse me chutar ou socar, eu literalmente daria uma testada em seu golpe, eu apostaria na minha resistência e esperava que esse meu golpe louco criasse a oportunidade ideal para que meu oponente fosse alvejado.

A minha motivação nesse combate era uma das maiores que poderia existir, por isso, eu não me importaria em momento algum, sacrificar parte da minha integridade física para um resultado positivo no combate.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyQui 20 Dez 2018, 16:50




Ele desviou? Des-vi-ou? Que audácia desse filho da puta... Frustrante. Estava incrédula. Fiz toda cena me concentrando para acertar a cabeça desse maldito, como mamãe me ensinou, respirei, parei, mirei, e o diabo vai lá e desvia. Certamente ele não era qualquer lixo. Teria que ser do jeito feio então. Essa briga já parecia longa demais, quanto mais tempo ficamos nisso parecem menores as chances de sairmos todos vivos daqui, enquanto esse louco proclama o que me parece ser um fanatismo religioso, sem noção.

Agora exposta precisaria esperar uma brecha ou poderia acabar atirando em Ronan ou no dono da loja, e tenho certeza nenhum dos dois seria capaz de desviar. Me moveria em direção aos homens, mas bem devagar para não chamar toda atenção, já que agora ela teria que ser dividida entre o espadachim e eu. Ao perceber a intenção de Scar com sua arma, tentaria me posicionar de forma a tirar meu amigo da linha de fogo e atiraria no bandido repetidamente, mirando na parte superior do seu corpo.

Se Ronan o atacasse, ficaria atenta esperando momentos em que os dois estivessem distantes o suficientes para acertar apenas o escroto desviador de balas, caso essa oportunidade chegasse, atiraria novamente gastando todo meu cartucho no infeliz, e rapidamente recarregaria, para continuar atirando caso não o acertasse.

Caso ele fosse capaz de desviar de todas as balas, de novo, continuaria usando as aberturas na luta para seguir com os tiros. Se não acerta pelo menos atrapalha né. E me movimentaria em direção ao dono da loja, sempre ligada procurando não ser atingida por nada e desviar caso necessário. Para tentar acordá-lo, agacharia ao seu lado, daria uns tapinhas em seu rosto e o sacudiria. Acordado ele poderia ajudar... ou correr dali. E se nesse meio tempo Scar tentasse me acertar, me afastaria rolando meu corpo para o lado oposto a ele, e atiraria o quanto pudesse.

Durante o combate, se em algum momento o bandido mudasse o foco para mim e tentasse me acertar com socos e chutes, tentaria desviar de seus ataques afastando meu corpo e buscaria atirar nele nas aberturas em meio aos golpes.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptySex 04 Jan 2019, 14:46

Todos

Scar estava obcecado em sua crença, isso era visível para todos que sequer compartilhassem o mesmo cômodo que ele por alguns minutos, suas palavras e suas ações todas eram guiadas por um fanatismo que surgia de uma origem desconhecida, bom, talvez não tanto. Mas o que importa é que isso havia ido longe demais, Ronan não poderia deixar que seu chefe e muito menos sua companheira perecessem pelas mãos de um homem lunático, almejando poder fama e reconhecimento por sua própria causa, não, o garoto possuía um objetivo maior em mente, um objetivo que havia sido compartilhado com Maya, e agora ambos embarcavam nessa jornada por sua conta e risco. Estariam eles escolhendo o caminho certo? Se perguntavam mesmo que inconscientemente. Por outro lado, suas ações demonstravam uma atitude mais imediata, estando preocupados com o presente, deixando o futuro para ser pensado, para ser seguido mais adiante sem muitos planejamentos, por hora.

Bom, deixando os pensamentos um pouco de lado, o garoto começava a se mover, de um lado para um outro em seu próprio modo de lutar, com o foco principal em possibilitar os tiros de Maya, ultrapassarem a barreira de seu corpo e acertar o inimigo de forma imprevisível. Alguns disparos portanto eram efetuados, Scar buscava desviá-los, no entanto sem ter realmente uma certeza sobre as movimentações de Ronan, acabava por falhar em prever os dois movimentos, não conseguindo se concentrar muito bem em nenhum deles. A primeira bala passava de raspão em sua costela, causando uma enorme dor, a mão era levada ao ferimento e agora sequer havia punhos para lutar, seu destino estava sendo escrito pouco a pouco, foi quando, POW, o segundo tiro acertava seu ombro esquerdo, POW, o terceiro o ombro esquerdo, a parte superior estava completamente imóvel.

Ronan então partiu para cima realizado uma série de cortes, o oponente tentara desviar por alguns metros, podendo evitar a lâmina por uma, até duas vezes, mas apenas o suficiente para atrasar em alguns segundos sua derrota, um corte bem efetuada rasgava-lhe as pernas fazendo-o ceder ao chão, cuspindo sangue, e cobrindo boa parte do piso da loja com o restante do líquido que escorria de seu corpo exausto. - Me desculpe Emissário... - Dizia, cuspindo sangue, olhava para os céus quase como estivesse ignorando a presença de tudo e todos que ali estavam, encarando apenas uma misteriosa presença, que em sua mente era mais real do que qualquer pessoa. - Estarei indo na frente, me encontrar com a Deusa, que ela honre seu legado... Fiz tudo ao meu alcance para elevar o seu nome. - Dizia, cruzando seus braços em um último suspiro, a perda de sangue, então, era muito grande e seu corpo perecia, seus olhos se fechavam, a luta havia acabado.

Olhando para os lados Ronan podia encontrar Maya, também o observando, o ambiente estava completamente destruído, armas jogadas para todos os lados e uma verdadeira cena de batalha, todos que observassem diriam o mesmo. Por sinal, algumas pessoas passavam pelo local, algumas aterrorizadas, outras apenas observavam passando longe, algumas mais ao longe choravam ao ver a cena de terror se repetir. Cabiam a eles agora estabelecer de uma vez por todas, seriam eles os heróis ou os vilões? Ao que tudo indica a primeira opção seria a mais correta, no entanto, para observadores não tão atentos aos detalhes, tudo que podiam ver era uma pessoa jogada ao chão ensanguentada, com resquícios de batalha, e principalmente uma cena de morte. - Mas... O que acabou de acontecer? - Dizia o dono da loja, desolado, levando a mão a face, como se lamentasse pelo acontecido, ainda um pouco traumatizado.

Bom, o que viria a seguir caberia a dupla e seus possíveis objetivos, mas certamente precisariam tomar cuidado em sua jornada, afinal de contas não queriam ser confundidos com o mesmo tipo de pessoa a qual haviam enfrentado a pouco. Mas para que isso não aconteça, bom, isso seria uma decisão popular, sendo necessário acalmar a todos que ali estavam.

Histórico de Ronan:
 

Histórico de Maya:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyQui 10 Jan 2019, 21:57

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A luta havia acabado. Há tempos, quando as calamidades trouxeram o terror, o desespero e a falta de esperança para a minha Terra natal motivados por algo torpe, foi criada uma cicatriz. Essa cicatriz gerou frutos e um desses frutos, agora, jazia em minha frente. Desde o episódio original, Las Camp caminhava no sentido oposto a aquele que levaria de volta a paz e a prosperidade, mas a morte do acólito era um passo para que isso fosse mudado. Mesmo que fosse algo pequeno dentro de todo o contexto que havia sido criado, aquela era uma oportunidade para mostrar a população que algo diferente estava acontecendo, algo em que ela poderia acreditar. Um sentimento começava verdadeiramente a crescer dentro de mim, esse momento clareava a minha mente, consolidando a minha vontade de navegar pelos mares, ir atrás de meus anseios sem ter que passar por cima de quem não merecesse, sem passar por cima de pessoas mais fracas que eu, apenas porque eu poderia. Entretanto, naquele momento, eu precisava mostrá-los o que havia acontecido para que não ficassem dúvidas sobre o que havia motivado tudo.

Com isso em mente, pegaria as minhas espadas e faria com elas um movimento rápido no ar afim de retirar o excesso de sangue presente nas lâminas, depois, guardaria-as nas bainhas e viraria em direção a Maya, dando um sorriso de canto de boca que demonstrasse a minha satisfação por termos lutado juntos com sucesso — Bronquinha... tu manda bem mesmo com essa parada aí... — em seguida, caminharia em direção a saída, ajeitando meu chapéu de modo que escondesse meus olhos das pessoas ao redor em um primeiro momento. Meu caminhar seria calmo, eu não queria causar uma impressão agressiva desnecessária para aqueles os quais eu viria a me dirigir. Se Maya ou Faramir tentassem falar comigo naquele momento, eu ignoraria, eu precisava aproveitar o momentum gerado pelo fim da batalha, as pessoas me olhavam, julgavam e esperavam uma resposta sobre o que havia acabado de acontecer e eu a daria.

Chegando na rua, procuraria me posicionar em um local onde todos que presenciaram a cena pudessem me ouvir, olharia para o chão puxando ar afim de me preparar, tentaria me concentrar em também não utilizar minhas gírias costumeiras e então, diria:

— Las Camp! — começaria a fitar meus olhos nos olhos daqueles que escolheram me escutar — Vocês se lembram do episódio que foi chamado de "O Ataque da Deusa da Morte"! — pararia um momento, endurecendo ainda mais meu olhar — Depois desse episódio que tirou de nós pessoas queridas e destruiu todo o orgulho dessa cidade, nós nunca voltamos a ser quem éramos! — durante as palavras, guardaria meus braços dentro de minha capa, me preparando — MAS HOJE ISSO MUDA! — subiria minha voz e levantaria os meus dois braços em sincronia, surgindo com eles da capa, eles estariam esticados e com a palma da mão para cima — HOJE UM DE SEUS SEGUIDORES NÃO CONSEGUIU TRAZER DE VOLTA O TERROR! — completaria o movimento apontando para dentro da loja, em direção ao homem morto e recobraria o tom de voz e o modo de falar — Eu nasci aqui também, ta ligado? — com o outro braço agora abaixado, a mão que estava apontando para a loja agora abriria a palma e a voltaria para o céu — E qualquer um que vacilar nessa porra, eu vou atrás... — terminaria a minha fala fechando meu punho e dando um soco em direção ao céu, meu objetivo era terminar de um jeito forte, afim de impactar que estivesse ouvindo e assistindo.
Posição ao levantar os braços:
 

Se depois disso, alguém viesse conversar comigo para saber mais sobre o que ocorreu na loja, diria:
— Ah porra, o maluco foi tentar assaltar a loja do Faramir, só que deu meio errado tá ligado? E durante o assalto ele ficava falando daqueles merdas das calamidades...


Se a marinha viesse até mim, querendo saber do ocorrido, explicaria:
— Então, a parada é a seguinte: Esse cara tentou roubar a loja do Faramir, tá ligado? Durante a confusão, ele ficavam falando algumas paradas sobre aquele grupo que atacou Las Camp, ta ligado? As Calamidades... enfim, foda-se. O que importa é que eles não conseguiu e esses merdas das Calamidades se fuderam... Ah, se esse maluco tiver recompensa eu vou querer, tá ligado?

Se a marinha não chegasse, eu falaria com a Maya para ela ir encontrar algum marinheiro, eu não queria seguir essa carreira de caçador de recompensa, mas um dinheirinho nunca vem em tempo ruim pra um pirata, hehehe:
— Coé Bronquinha, procura um marinheiro pra gente, vai ver esse maluco tem alguma recompensa e eu cumpro a minha promessa contigo... —

Se o Faramir ainda estivesse fora de si no pós confusão, diria a ele:
— Coé Chefe, fica tranquilo que ja ta tudo resolvido pô, tamo junto — durante as palavras, eu repousaria minha mão sobre um de seus ombros, afim de dar conforto a ele.

Após minha ações e reações, eu tentaria me encontrar na loja, ajudando a colocar tudo no lugar que havia sido bagunçado durante a confusão. Ajudaria também a limpar a loja e a avaliar os estragos feitos e, se algum momento a marinha aceitasse dar a recompensa e alguém precisasse ir com eles, eu pediria para Maya ir, enquanto eu ajudava na loja.

— Bronquinha, tem como você resolver isso pra gente? — pediria a Maya.

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Última edição por ripperox em Ter 22 Jan 2019, 14:01, editado 1 vez(es)
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Nana.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyQua 16 Jan 2019, 20:19




Ouvir aquelas palavras enquanto o sangue escorria e a vida desaparecia daquele corpo era no mínimo angustiante. Não fui criada em nenhuma crença ou religião, e pra falar a verdade nem me lembro se meus pais tinham algum costume religioso ou não. Bom, talvez o álcool fizesse esse papel para meu pai. Enfim, a situação agora se acalmara pelo menos. Apesar do estado despedaçado que a loja se encontrava e o desespero que estampava o rosto do dono, no final deu tudo certo.

Me aproximaria do homem desolado — Calma, agora esta tudo bem — diria repousando minhas mãos em seu braço, buscando consola-lo — Você está bem? — procuraria por alto algum tipo de ferimento — Vamos, temos que arrumar isso aqui.

O corpo no chão chamara novamente minha atenção, e definitivamente perderia alguns segundos encarando ele. Eu ja tinha ouvido falar de pessoas especiais que conseguiam fazer coisas exepcionais por aí, mas nunca achei que pudesse ver isso por aqui. Com certeza desviar de balas é uma delas, e talvez eu esteja pensando demais sobre isso mas... como não pensar? Ficaria horas refletindo sobre isso e olhando para ele se a voz de Ronan não entrasse na minha cabeça bagunçando minha linha de raciocínio.

Não tinha percebido a quantidade de pessoas do lado de fora da loja, e a dimensão do estrago que foi feito. Ver Ronan discursar só me fazia pensar no quão grata estava por não precisar falar. E ele até que falava bem.

Enquanto meu companheiro fazia seu discurso, me colocaria ao seu lado para poder prestar maior atenção nos rostos das pessoas que estavam por ali para ouvi-lo. Caso percebesse alguma conversa paralela no meio do "público" de Ronan, tentaria ler os lábios das pessoas envolvidas para saber se falavam sobre a situação que acabara de acontecer, e o que estavam pensando de nós e da fala do meu amigo.

Após a fala de Ronan e seu pedido para procurar um marinheiro, voltaria a loja a procura do cartaz de Scar. Acredito que talvez seja melhor levar um papel até um oficial da marinha do que um corpo de sei lá quantos mil kilos. Entretanto não perderia muito tempo nessa busca porque o corpo e sua decomposição não iriam esperar, e o cheiro... bem.

Com ou sem cartaz em mãos, sairia pela rua procurando um marinheiro com quem pudesse falar, quando o encontrasse — Oi, licença, bom é... aconteceu um assalto numa loja de armas próxima daqui — apontaria para a direção que levasse até a loja — e foi um tal de Jeremy Scar, não sei se você já ouviu falar — mostraria o cartaz se o tivesse em mãos — e eu sei que tem uma recompensa por ele — esperaria uns segundos para poder ler a reação dele e continuaria — Meu amigo e eu conseguimos parar o assalto e ajudamos o dono da loja, só que o bandido morreu. Eu posso te levar até lá, porque acho que vocês da marinha precisam ver isso né? — falaria dando uns passos para trás, estimulando que me acompanhasse — e ele também falou umas doideras religiosas, alguma coisa com uma deusa... não sei se vocês sabem algo sobre isso.

Se de alguma forma o marinheiro não acreditasse em mim — Não, mas você pode ir lá ver tem uma porção de testemunhas, inclusive o dono da loja que foi abordado pelo cara antes da gente chegar...

E eu queria saber também como faço com esse lance da recompensa, se só com você mesmo que eu pecisaria falar ou se é com outra pessoa...

Caso o marinheiro aceitasse minha proposta de ir a loja, o levaria até ela, o apresentaria Ronan e o Faramir, e mostraria o corpo  — Bom, esse é o dono da loja e esse é meu amigo, e esse ai é o cara de tentou assaltar aqui... né gente? — olharia para os dois acenando com a cabeça para que pudessem falar sobre o que aconteceu, principalmente o dono.

Se na questão da recompensa ele me dissesse que eu precisaria falar com outra pessoa, na loja falaria para Ronan o era preciso fazer. Se soubesse as direções, eu mesma iria até o lugar necessário para receber o dinheiro, ou falar com outra pessoa, afinal é de meu maior interesse né, chegando lá explicaria o acontecido da mesma forma que falei com o marinheiro.

Se o marinheiro não se dispusesse a ir a loja ajudar, se não acreditasse em mim e se não me falasse sobre a recompensa, me afastaria do mesmo com um sorriso no rosto — Obrigada por nada — procuraria por outra pessoa da marinha que estivesse por perto e repetiria as ações anteriores.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptySab 02 Fev 2019, 11:41


~ Capítulo I: Benção ~
Espólios de Guerra!
Recompensas e problemas!



Aquele corpo caído no chão era o atestado de que pessoas poderiam ser extraordinárias. Desviar de balas, atacar como aquele homem atacava, agir como ele agia, tudo isso era um indicativo do quão absurdo era os seres que existiam nesse mundo. Não era uma surpresa para aquele cidade seres excepcionais, mas alguém cultuar as feridas do passado era algo realmente complicado de se lidar, As Calamidades foram de fato o terror de Las Camp, foram o expurgo da paz e prosperidade, mortes e desespero geram feridas que não se cicatrizam e quando a fazem cicatrizam também quanto o homem que estava ao chão, de forma torpe.

Enquanto os dois "heróis" se recuperavam o velho dono do estabelecimento tratou de questionar o que foi feito ali, tratou de buscar respostas para voltar a sua sanidade normal, mais era óbvio o que aconteceu. Os dois combatentes ali a frente enfrentaram um inimigo e salvaram o que restou de sua loja, os dois ali decidiram proteger um homem que não tinha como se proteger, não precisava ser um gênio para compreender isso, mas precisava estar são para poder isso assimilar sem se questionar.


E o seu questionamento foi respondido com o silêncio, Maya com suas próprias pernas tratou de buscar aqueles que poderiam auxiliar no recolhimento do corpo. Cidadãos passavam aqui e ali, mas nenhum ousava responder ao chamado, mas óbvio aconteceu, confusão atrai destruição e destruição atraem aqueles que corrigem a ordem, alguns passos podiam ser ouvidos e antes mesmo que alguém pudesse assumir o pedido de Maya foram os marinheiros a chegarem e ver aquela cena. Armados e prontos para o combate naquele momento os sete homens e o oficial de baixa patente que os liderava observava a cena ligeiramente estarrecidos. Era Scar, acabado no chão como um bife pré-pronto e os dois feridos porem inteiros que o enfrentaram.


Foi então que foram explanados por Maya do ocorrido de forma breve, mas foi o discurso de Ronan que os citou do que estava se passando, empolgado, direto, héroico, o discurso tinha tudo para dar certo se não fosse uma única coisa, a cativação de seu publico. Ronan esquecera do mais importante ali, conseguir uma plateia, o caos gerado não tinha uma plateia cativa, tinha pessoas amedrontadas e isso fez com que seu discurso se limitasse o dono da loja e os marinheiros, além do corpo de jazia ali e sua aliada e foi ao seu termino que escutou o marinheiro oficial falar:


— Muito tocante o que está dizendo cidadão, mas nesse momento eu faço as perguntas e falo aqui, o que diabos aconteceu?! Quem são vocês afinal? —

O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de bigodes e moreno observava com um misto de espanto e imposição foi então que foi de fato respondido, Ronan explicou quem era o homem, o que ele fazia e o perigo que ele representava e acima de tudo o quanto ele valia. O homem observou, sua feição antes " espantada " agora era coberta pela de uma homem compreendendo melhor a situação e então pronunciou-se:


— Obrigado por nos ajudarem a prender essa "coisa". Iremos levar o seu corpo para ser sepultado, ou preso, vamos ver o estado desse desgraçado. Quanto a recompensa, levem isso ao posto da marinha, eu vou me preocupar aqui em cuidar do corpo. —


Um papel era estendido para os jovens aventureiros que teriam de decidir o que fariam, nesse mesmo papel estava a carta de altorização de recompensa de Scar, uma forma imediatista de resolver problemas burocráticos e cabia a eles agora decidir o rumo a se tomar, pois apenas a ele cabia o rumo de suas histórias.



Citação :
Olá meus amigos, acredito ser um post curto mais o intuito é começarmos o nosso novo embalo de narrativa. Será um prazer narrar para vocês, estou organizando uma extensão do plot para que possamos já fazer a introdução de aprendizado de pericias e de NPCs acompanhante se desejarem, então vamos lá.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptyQua 06 Fev 2019, 18:12


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Frustração. Eu podia jurar que aquele era o momento certo, que haviam pessoas ali perto para ouvirem a minha palavra mas.. não. Os marinheiros foram rápidos demais, essa coisa de ser distraído sempre me atrapalha. Enfim, eu sabia de qualquer forma que eu não precisava de algum tipo de apoio do público para seguir o meu caminho, talvez e, apenas talvez, a presença antecipada dos intitulados "homens da lei" seja uma obra do destino. Passei as informações para eles, não sei se compreenderam a magnitude do significado daquele homem e daquela batalha, nem todas as cabeças são como a minha e, o importante, era que eu ia cumprir a minha promessa com Maya. Deixar aquela garota satisfeita me deixava satisfeito.

Mais tranquilo com o bom andamento de nossos planos, conversaria com a Maya sobre o que fazer a seguir.

— Então Bronquinha, você quer ir comigo até a Marinha pegar a nossa recompensa? — diria isso ajeitando meu chapéu e as mangas de minha blusa social, se ela respondesse negativamente, diria — Saquei.. Bem, então eu vou levar o papel comigo, porque eu preciso dele pra falar com quem preciso, amanhã as dez horas da manhã a gente se encontra na mesma loja que tomamos nosso chá, beleza? — diria, com um sorriso simpático no rosto.

Se a resposta fosse positiva me dirigiria ao QG, puxando da minha memória aonde ele era localizado. Munido com o papel que comprovava as minhas ações, mais que o dinheiro, eu precisava focar no meu objetivo de utilizar daquela situação para falar com o Capitão. Ao chegar, procuraria o local certo para entregar o papel, perguntando a um oficial se fosse necessário.

— Coé, aonde eu tenho que ir pra pegar a recompensa de um procurado?  — caso não obtivesse a resposta, agradeceria e procuraria outro — Valeu meu parceiro! —

Ao chegar ao meu objetivo, entregaria o papel e diria:

— Então pô, temos que receber essa parada aqui.. — levaria agora o assunto para o caminho que mais me interessava — ..o dono dessa recompensa não vai mais foder Las Camp, tá ligado? Tem outra parada, eu tenho um assunto de extrema importância para falar com o Capitão, um assunto que envolve o passado e o futuro de Las Camp e dono da recompensa, tá ligado? — falaria olhando nos olhos do marinheiro que estivesse me atendido, com o objetivo de passar extrema seriedade, se eles me encaminhassem ao Capitão, seguiria para a próxima etapa do meu objetivo mas, se as minhas palavras iniciais não fossem o suficiente, acrescentaria mais informações para convencê-los — É um assunto que envolve as Calamidades e a antiga prefeita, a Sra. Madoka.. — contaria que essas palavras fossem mais que o suficiente.

Caso eu não conseguisse falar com o Capitão, seguiria com Maya para pensar melhor nas coisas.

Se eu obtivesse sucesso em meu objetivo, tendo sido encaminhado para falar com o capitão. Se por ventura, eu julgasse que o Capitão ainda não sabia do que havia acontecido, eu explicaria:
— Então meu querido.. essa recompensa que eu to recebendo é porque eu parei um assalto, tá ligado? Mas a parada é o seguinte.. o assaltante não era um qualquer, era um cara que era fã das Calamidades.. — daria uma pausa, esperando que o Capitão absorvesse essa informação e a sua impor tânica, então continuaria — Você sabe o que isso quer dizer, né não? Que alguma coisa precisa ser feita em Las Camp, a gente não pode mais sofrer por isso, tá ligado? — diria gesticulando com os braços, apontando em direções para dar enfase no que eu estava falando — Eu sei que a Sra. Madoka ficou fudida da cabeça depois do que rolou, tá ligado? Então eu comecei a estudar psiquiatria.. Eu quero ajudar ela.. — meus olhos focariam no Capitão, tentando mostrar toda a minha convicção, toda a minha vontade de ajudar — Eu sei que você consegue me por em contato com ela, tá ligado? Esse bandido, esse merda que glorificava aqueles filhos da puta que foderam Las Camp não vai mais fazer nada de ruim pra gente, tá ligado? Espero que o que eu fiz com ele seja o suficiente pra te provar que mereço a sua confiança.. me ajude a ajudar a Madoka, me ponha em contato com ela! — terminaria, com a esperança que a ajuda acontecesse.

Caso ele não providenciasse a ajuda iria acompanhar a Maya aonde ela fosse, se ele resolvesse me ajudar, estaria pronto para seguir conforme fosse indicado e combinaria de encontrar a Maya depois.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptySex 08 Fev 2019, 13:38




É incrível perceber como o humano pode ser tão frio. Por que a tragédia tanto fascina? As pessoas que passavam, e as que antes já estavam observando, se perderam no sangue, na bagunça e no corpo ao chão? Nenhuma atenção foi dada ao motivador discurso de Ronan. Por esse lado a curiosidade humana me entristece. Eram apenas abutres. Mas tudo bem, mesmo que não entendessem a situação de fato, naquele momento estavam livres de mais um mal, e talvez só isso importava.

E também o fato de que os marinheiros que chegaram, cheios de suas imponências e armas, ouviram e entenderam todo o ocorrido. Isso também importava.

Ao observar a situação atual, me sentiria um tanto apreensiva quanto ao que sobrou da loja e se o dono conseguiria se organizar, ou se os marinheiros iriam o ajudar. Que fique tudo bem, desejei comigo mesma.

Com apenas um aceno com a cabeça e um breve sorriso, aceitaria o convite de Ronan, aproveitaria o momento para acender um cigarro e o acompanharia até o posto da marinha em busca da nossa recompensa. Ao chegar, o deixaria em cargo das conversas e observaria a estrutura do lugar, as pessoas e a dinâmica. Certamente os homens uniformizados me trariam uma leve lembrança de meu pai, e um pingo de ranço surgiria em meus pensamentos. Buscaria me afastar de tais devaneios, e prestaria atenção na conversa que estivesse rolando no momento, esperando receber logo a recompensa pedida.

Caso o oficial considerasse o pedido de Ronan, seguiria o mesmo até o Capitão, afinal acabou virando também meu interesse o seu objetivo final. Não custa muito ajudar né? Durante sua conversa com o superior, procuraria assentir com a cabeça de forma positiva para certificar a importância de suas intenções.

Se o marinheiro não nos encaminhasse para o Capitão, ou se esse encontro não fosse imediato, tendo a recompensa em mãos, me voltaria ao meu companheiro — Bom, já que não vai rolar falar com o Capitão agora, vamos comigo para o porto procurar algum barco? Ou algo que dê pra comprar com esse dinheiro...

Seguiria para o porto, e ao chegar lá, pararia um segundo para avaliar a movimentação. Então, me dirigiria a qualquer pessoa que estivesse vendendo algo por ali — Olá, tudo bem? Espero que sim. Então, você sabe onde eu e meu amigo — mencionaria Ronan apenas se ele estivesse comigo — podemos comprar um barco? Sabe se tem alguém com quem eu possa falar? — se o próprio individuo que abordei fosse a pessoa de meu interesse, continuaria — Então, o que você tem pra me oferecer? E os seus preços, claro — daria uma risadinha sem graça.

Se inicialmente o individuo me apontasse outra pessoa, o agradeceria com um simples "obrigado" e me dirigiria até a tal pessoa — Oi! Você que vende barcos aqui?  O que você tem para oferecer e qual são seus preços? — olharia em volta analisando os barcos que provavelmente já estariam ali — Aliás, meu nome é Maya — terminaria com um sorriso simpático.

Caso no princípio não recebêssemos a recompensa do marinheiro que conseguimos falar no posto — Tá, então a gente faz o que com isso? — perguntaria com um tom mais sério apontando para a autorização nas mãos de Ronan.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 6 EmptySeg 11 Fev 2019, 02:37


~ Capítulo I: Benção ~
Um pedido ousado!
Uma resposta desafiadora!



Os arruaceiros com pinta de heróis encontravam-se em uma delicada situação momentânea, os marinheiros que chegaram demoraram alguns belos segundos para perceber de fato o que tinha acontecido, o povo era lentamente dispersado e logo começava a a parte complexa. Perguntas foram feitas, mas rapidamente foram respondidas, ações como a daquele arruaceiro semi-morto ao chão estavam tornando-se recorrentes, era bom que homens e mulheres destemidos fizessem algo, mas não, não acima da lei. Uma carta foi dada aos jovens arruaceiros e logo eles partiram.

Com seu jeito irreverente o Químico convidou a atiradora com certa objetividade, precisavam do dinheiro e ir para o QG de longe seria a melhor opção, seus passos não foram interrompidos por nada, mas o deu a possibilidade de ver em panorama geral tudo que se passava, as pessoas cochichavam aqui e ali sobre o ocorrido, não era de se esperar que fosse muito relevante, não por hora, mas era de se aliviar em perceber que naquele momento as pessoas estavam começando a “ exteriorizar “ o seus medos, suas feridas abertas. Doze minutos, foi o tempo que levaram para chegar ao QG, as ruas e vielas não mudaram nos últimos instantes e o Químico tinha uma memória boa o suficiente para de fato os levar sem dificuldades e foi lá que logo chegaram a recepção.


O pedido singular do homem versado na ciência fez com que o marinheiro recruta que atendia na recepção se intriga-se, não era a primeira vez que um caçador ia ali, não seria a última, mas era a primeira vez que alguém chegava com uma carta de recepção e pedia a presença do capitão para fins de recebimento e consequentemente interesses “de Las Camp”  e por mais que intrigado estivesse o homem estava bem treinado o suficiente apenas para responder em tom misto de seriedade e formalidade ( e um leve nervosismo ):


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— Senhor, compreendo a sua necessidade, mas neste momento sua recompensa será separada e entregue em algumas horas, desculpe-me Las Camp não tem tanto recurso inicial rápido, mas garantimos o recebimento ainda hoje. Quanto a falar com o nosso atual Capitão em vigor o Capitão Dorian, infelizmente não poderíamos chamar por hora e por isso ficamos onde estamos, mesmo com seus motivos aparentemente contundentes. —


O homem tinha usado de grandes argumentos, alguns deles sérios, mas o Marinheiro também parecia ter seus motivos para não chamar o capitão, compreendia o que o jovem falava, mas por mais que fosse uma realidade ou não ele fazia o que todo recruta tinha de fazer, ele seguia ordens. Maya questionava o que devia fazer com aquela carta e o mesmo a pegando novamente apenas anotou alguns dados informados nela e com isso complementou para os dois ali presentes:


— Como pontuei para o senhores, afirmo, ao fim da tarde teremos todos os lucros da recompensa, se possível voltem nesse horário, tudo bem? —

E com isso os jovens agora tinham alguma garantia de seus honorários, mas ainda demoraram um pouco para desfrutar do mesmo, Maya com sua destreza levava os dois ao porto, pessoas aqui e ali comprando coisas aqui e acula, não demorou muito para que achassem o que desejava, a venda de barcos sempre foi algo válido para um porto e ao chegarem lá puderam ver miniaturas e esquemas de barcos por todos os lados, aquele homem ali gostava do que fazia e talvez por isso usasse um velho casco de barco como loja.

Após conseguirem chegar ao balcão Maya tratou de despejar os questionamentos para o homem ao outro lado, um homem corpulento e com pouca barba  que sorridente, com um sorriso amarelo, mostrava-se amistoso ao que os jovens estavam procurando. Agil como podia pegou um pequeno [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com informações sobre barcos, tudo isso enquanto em um tom amistoso falava para os jovens a sua frente :


— Hora garotos “ Pupinks” é o melhor carpinteiro da região, não existe um belo barco que não possa fazer com o dinheiro certo e o material correto, mas tudo tem um preço, vamos, olhem o nosso catálogo.—


O homem esperava sorridente os jovens analisarem enquanto observava o que eles traziam consigo, sim, era uma mania comum de um vendedor analisar seus clientes, principalmente em uma ilha onde piratas poderiam interferir em seus negócios de forma nada amistosa, porém, por mais que os analisa-se aquele homem parecia extremamente dócil a medida do possível.



Citação :
Desculpem-me a demora, passei esses dias indo e voltando de hospital, mas estou melhor, vamos voltar ao ritmo normal, sempre post após 48h após o primeiro post de players, obrigado pela compreensão senhores. E vamos que vamos.

Obs: O turno ficou curtinho e corrido, mas caprichamos melhor no próximo, apenas tentei não atrasar mais vocês.

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