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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Benção

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptyDom 09 Set 2018, 19:32

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Benção

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ronan Stronghold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptyQua 17 Out 2018, 19:03


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Felizmente, ou não, a noite havia acabado. Sem sustos, foi bom treinar a minha ambisdestria, a parte ruim é o sono que agora me afeta e... o relógio! Que merda, não acredito que a porra do relógio é uma herança de família! Quem da a porra de uma herança de família para um cara que acabou de conhecer? Maldição. Eu preciso dar um jeito nisso, também preciso dormir, também preciso encontrar a Maya na hora correta, eu to fudido.

— O relógio ta me ajudando muito chefe, apesar de ser um gênio, as vezes eu fico meio perdido com as coisas, tá ligado? E um relógio me ajuda a não perder a hora! — diria com um sorriso desconcertado.

Se Faramir me pedisse para ver o relógio, diria:
— Pô chefe, deixei ele na gaveta do meu quarto, como eu te disse, eu sou meio perdido e não quero me dar ao desprazer de perder algo tão precioso pra tu, tá ligado? —

Em relação ao bilhete:
— É meu sim chefe, pelo menos eu acho... valeu. — e então pegaria o bilhete e guardaria no bolso da frente da blusa social.

Em relação as espadas:
— Então chefe, peguei essas duas, se liga só — as tiraria da bainha para mostrar-las a Faramir, eu havia escolhido duas katanas curtas — Curtiu? — aguardaria a resposta para então finalmente me despedir — Jaé então chefe, mais tarde eu to de volta, abraços! — com um sorriso no rosto, porém com a mente preocupada.

Ao sair da loja, pegaria o bilhete e cheiraria este, procurando um cheiro próprio dele, tentaria relacionar então esse cheiro ao do vulto que passava do lado de fora durante a noite, caso o cheiro não fosse dele, apenas tentaria memorizá-lo, sendo o cheiro do vulto ou não, fecharia os olhos e inspiraria fundo, para ver se o cheiro correspondente do bilhete estava ali por perto, se estivesse olharia para a fonte deste e apenas isto.

Então, me lembrando dos lugares que passei antes de ir para a loja, refaria o caminho tentando prestar atenção se eu havia deixado o relógio cair em algum lugar, o caminho terminaria na biblioteca, que eu lembro bem ter sido o último lugar que havia utilizado ele, chegando lá, procuraria na mesa que me sentei com Galadriel e, se lá não estivesse, falaria com o bibliotecário — Olá mais uma vez meu querido, o senhor lembra de mim? — se ele lembrasse ou não, continuaria — Ah, então, eu fiquei estudando aqui ontem né e acabei perdendo o meu relógio de bolso, sabe? Daqueles bem clássicos mesmo, por acaso o senhor não viu? — Caso o bibliotecário não tivesse visto, ou não estivesse com ele, seguiria meu caminho para a casa de Dolores, afim de descansar.

No caminho, se eu não tivesse achado o relógio, começaria a refletir sobre o que poderia ter acontecido com ele — Pô cara a última vez que eu vi essa parada foi... na mesa... até... a GALADRIEL APARECER! Será que ela me roubou? Que merda, espero que não... — assim, continuaria de qualquer forma até a casa de Dolores, chegando lá caso Dolores estivesse, a cumprimentaria — Olha a mais Braba aí! Ta precisando de alguma coisa? Não esqueci que to te devendo — caso Dolores precisasse de algo simples, de rápida solução — Beleza, eu faço pra você rapidinho — e iria fazer tal coisa, caso fosse algo mais demorado — Beleza, eu vou fazer pra você, só preciso tirar uma soneca porque eu trabalhar de vigia pra conseguir essa belezinhas aqui, tá ligada? E to morrendo de sono — se ela não preciasse, só seguiria com as minhas tarefas. Então, procuraria algum tipo de despertador na casa, perguntando pra alguém que não fosse o Robert — Coé, tem algum relógio despertador aqui? — se houvesse, colocaria perto da cama que eu iria dormir e acertaria o despertador para as 14:00, caso não houvesse, pediria pra alguém me acordar — Pô, então tem como você me acordar as 14:00, por favorzão?! — em resposta positiva, agradeceria — Valeu, to te devendo uma — já com uma resposta negativa, iria me deitar assim mesmo, me cobriria com o máximo de cobertores possível, para assim acordar por conta do calor em um momento futuro e não perder o horário, mesmo que eu não descansasse muito, seria melhor do que perder o horário.

Ao acordar, tomaria um banho e então verificaria se Grace estava na casa, afim de perguntar sobre Galadriel, se a encontrasse — Coé Grace, sabe aquela garota que tava no bar contigo no outro dia? Pô, eu tava estudando na biblioteca e ela tava lá também, me contou umas paradas sobre tatuagem que eu achei irado e queria saber um pouco mais, tu sabe aonde eu posso encontrar ela? — Se a Grace me desse uma reposta positiva, agradeceria — Jaé Grace, valeu mermo! — senão — Pô Jaé, quem sabe outra hora então — e sairia, com um sorriso no rosto.

No final de tudo, iria para a região onde haviam lugares para tomar alguma coisa com a Maya, que fosse de meu conhecimento, já que eu cresci em Las Camp. Se eu não encontrasse Maya, tentaria achá-la pelo cheiro, entretanto, se eu sentisse que o cheiro dela ainda estava indo para longe da zona dos comércios gastronômicos, não iria atrás, afim de não invadir a privacidade da garota, esperaria ela por perto da Loja de Armas, já que havia sido lá que havíamos combinado de nos encontrar, esperava que Maya pensasse parecido comigo. Ao encontrar com a Maya, me dirigiria com ela para um local que nós julgássemos propício para tomar o chá.

Se em algum dos meus momentos de procura pelo relógio eu o encontrasse, seguraria ele na minha mão, afim de nao perde-lo novamente, ao dormir, guardaria ele dentro da minha cueca, por segurança.
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Nana.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptyDom 21 Out 2018, 21:40




Comprar esse arma, para mim, vai muito além da sua óbvia finalidade: matar algumas pessoas que merecem. Para mim é matar as saudades, tenho certeza que assim que segurar uma em minhas mãos, vou me transportar em memórias para todas as vezes minha mãe e eu atirávamos por horas conversando sobre tudo e nada ao mesmo tempo. Como quando a gente sente um cheiro de algum momento de nossas vidas e parece que estamos vivendo aquilo novamente, sabe.
Iria agora mesmo correndo só para sentir o gosto dessa sensação, mas não há necessidade de me apressar. Afinal, eu estou morrendo de sono, não conseguiria correr até a porta da loja se precisasse. Fiquei muito agradecida por Bella e a oportunidade que me deu, espero poder voltar lá no futuro, caso precisar. Espero que não.  

Assim que saísse, depois de tomar o café que havia ganhado, iria com determinação em direção a minha cama. O dia seria longo, livro pra entregar, arma pra comprar, chá pra tomar e ainda a possibilidade de Gale aparecer e seu favor cobrar.

Se tivesse algum relógio, botaria para despertar 13h da tarde. Ao levantar me arrumaria com um banho, e iria até a biblioteca. Lá, procuraria um lugar livre e começaria a ler o inicio. folheando suas páginas com calma, para ter certeza de que estaria tudo certo com o livro antes de entrega-lo, não perderia muito tempo com isso.

Bom diaaa! Voltei aqui para entregar esse livro — daria o livro a quem me atendesse. Se fossem as mesmas pessoas da outra vez — Muito obrigada pela ajuda noutro dia. Eu acabei conseguindo aprender o que queria e foi graças a dica de vocês então, obrigada! — sorriria e me retiraria do local.

Depois iria até a loja de armas e me dirigiria a quem estivesse lá — Olá. — sendo o mesmo homem que me atendera anteriormente — voltei, dessa vez voltei com dinheiro. — sorriria para o homem batendo de leve a mão nos bolsos — Das armas que você me mostrou ontem, de 30.000, eu queria aquela pistola tradicional mesmo — caso fosse outro atendente, apenas pediria a mesma arma. Pagaria o valor combinado pela arma — E qual o valor da munição pra ela? — ouviria com atenção, se o valor fosse em torno de 10.000 — Ah, então eu quero também — se fosse maior que isso — Ah sim hmm... não tem como fazer um combo não? Uma promoçãozinha não sei... — conseguindo ou não a munição, estenderia minha mão para a pessoa que me atendera a fim de cumprimenta-la — Obrigada pelo negócio! Meu nome é Maya, prazer. Só mais uma coisinha, você tem horas?

Ao finalizar a compra, ainda dentro da loja, seguraria a minha pistola e ao observaria detalhadamente. Procuraria em minhas memórias o rosto de minha mãe, e a sensação que havia dito anteriormente. Será que eu devia dar um nome pra você ou seria muita loucura? Com a felicidade estampada no rosto, acenaria tchau para a pessoa da loja. Já deve estar me achando louca.

Sendo próximo do horário marcado com Ronan, sairia da loja e o procuraria olhando aos arredores. Ah se a gente tivesse marcado isso direito... Se ainda estivesse muito cedo, iria de volta a lanchonete que trabalhei para fazer hora até próxima das 15h e então iria para perto da loja de armas procura-lo novamente.
Caso encontrasse Ronan — Oi! Bora tomar um chá? — diria "chá" com um pouco de deboche, rindo em seguida. O acompanharia até o nosso destino, deixando-o nos guiar porque não saberia um bom lugar para se tomar chá. Já no lugar, procuraria uma mesa vaga para sentarmos — Então... já ta saindo da cidade pra ir pra Grand Line?

Se por algum motivo Ronan não aparecesse, eu ficaria na lanchonete esperando até uma hora após o horário marcado. Que merda... Se ele não aparecesse em momento algum, voltaria para meus aposentos guardar a arma que havia comprado, e iria para o bar que comprei os cigarros anteriormente, tomar um quentão para afogar as mágoas do bolo que levei.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptySeg 22 Out 2018, 10:27




Narração

Ronan  

Ronan consegiu contornar com sucesso a situação do relógio diante a Faramir, que apenas elogiou a escolha das espadas e o deixou ir embora. Com o bilhete desconhecido em mãos, sentia apenas o cheiro de papel e tinta, nada que pudesse relacionar ao vulto da noite anterior. Refazendo seu caminho, a sorte não parecia estar muito ao seu favor. Nem sinal do objeto no chão ou na biblioteca. Seguindo até a casa de Dolores, os pensamentos sobre um possível roubo o atingiram: seria Galadriel a responsável pelo desaparecimento?

- Bom dia, Ronan. - Cumprimentou de volta Dolores, enquanto fazia um café - Parece cansado. Não preciso de nada ainda, querido, obrigada.

Seguindo pela casa, viu Bernard deitado confortavelmente no sofá, parecendo meio chapado. Quando Ronan perguntou sobre o relógio despertador, ele só apontou para uma estante na sala, repleto de objetos variados e úteis. Um deles, era o despertador, que o químico logo colocou para despertar as 14:00 e se permitiu dormir um pouco. Quando acordou, tomou um banho e foi encontrar Grace quarto dela, ouvindo música.

- Galadriel e suas tatuagens? - disse ela, parecendo intrigada. - Se eu fosse você, não faria nada ainda. Ela está começando a aprender na prática agora, um amigo nosso quase perdeu o braço por uma infecção. Sabe, eu a amo, mas ela devia treinar com uns pedaços de carne antes, sei lá. - ela espreguiçaria, se levantando da cama. - Ela mora em uma espécie de república, mais afastada da cidade. Chama Condado, eu acho. Não é difícil de achar.

A jovem então seguiu para a cozinha, parecendo sentir fome de repente. Assim, Ronan seguiu até a loja de armas, em busca de encontrar com Maya para seu momento de tomar chá.

Maya


Sentindo-se nostálgica pelo desejo de ter novamente uma arma, Maya seguiu com determinação até sua cama, com um dia de possibilidades à sua frente. Como não tinha nenhum relógio, apenas continuou dormindo, dormindo, dormindo, dormindo... Acabou acordando apenas às 15:53. Tomou um banho, foi até a biblioteca e entregou o livro, agradecendo os funcionários do outro dia.

- Estamos aqui para o que precisar, filha. - disse o velho, com um sorriso.

Quando se dirigiu até a loja de armas, viu Ronan a esperando na porta, mas a jovem ainda nem tinha comprado a arma e estava a mais de uma hora atrasada para o encontro combinado.

Ronan & Maya


Ronan ficou mais de uma hora na frente da loja de armas esperando por Maya. Faramir pareceu não notar sua presença alguns clientes entrarem e saíram nesse meio tempo.  Quando finalmente se encontraram já era 16:20, mas ainda parecia um bom clima para um chá: dia fresco, agradável e cheiroso. Se olhassem bem para a rua, além da lanchonete que Maya trabalhou na noite anterior, tinha um café na esquina e uma loja com o letreiro de “chás”, mas não era perceptível se o lugar era para vender os chás ou para consumo imediato. De toda forma, precisavam decidir o que fariam a seguir.

- Olha só quem está aqui – disse Faramir, que foi ao encontro dos dois ao perceber mais movimentação na frente da loja.  – Estão precisando de algo?

Histórico de Ronan:
 
Histórico de Maya:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptyQua 24 Out 2018, 23:08


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Deu tudo certo. Minha cabeça avoada é um grande problema pra mim, mas a minha genialidade supre isso. Apesar de não ter perdido a hora, ainda não havia encontrado o relógio, de qualquer forma, um problema a menos ainda é um problema a menos. As informações que Grace havia me dado me instigaram mais ainda em relação a Galadriel, ela é novata no assunto e falava daquela forma com tanta propriedade? É uma merda desconfiar de alguém que foi tão cordialmente apresentado a mim mas, será que ela emendou a conversar pra me destrair? Pelos cinco mares... Foi meio chato esperar Maya por tanto tempo, se eu soubesse que ela iria demorar tanto, teria acendido umzinho pro tempo passar mais rápido. A boa coisa é que eu consegui articular meus pensamentos em relação a Galadriel e agora era hora do meu encontro.
— Coé Chefe, beleza? Eu tava esperando a Bronquinha por aqui, acho que ela tinha se perdido... — diria com um sorriso sacana — Bem, eu esqueci de combinar um local contigo ontem, né não? — diria me dirigindo a Maya — Ainda bem que nos encontramos da mesma forma, conseguiu o dinheiro pra comprar a sua arma? — esperaria sua resposta que seria provavelmente positiva. Acompanharia Maya ao interior da loja para que ela efetuasse a compra, fazendo comentários como:
Então quer dizer que você é boa com armas né? Uma Bronquinha dessas armada, se preparem fascis... digo, bandidos! A Maya chegou! — daria uma risada profunda ao fim de minhas palavras.

Quando Maya finalizasse a compra, me despediria de Faramir e acompanharia Maya para fora da loja — Valeu Chefe, 18h to aê! —
Começaria então minha conversa com Maya — Então Bronquinha, acho que não vai dar tempo da gente tomar um chá, eu nem sei que horas são mas pelo cair do Sol já tá perto das 18h, que é a hora que eu pego na Loja — começaria gesticulando com os braços — Vamos dar uma caminhada? — Caso Maya aceitasse meu convite, continuaria falando enquanto caminhávamos — Então, você fuma né? — Se Maya me perguntasse como eu sabia, responderia baseado no meu olfato aguçado — Bem, digamos que meu nariz é muito melhor do que o normal, tá ligada? Eu consigo sentir cheiros minuciosos que uma pessoa comum não perceberia — caso Maya se mostrasse preocupada em cheirar a cigarro — Não é isso Bronquinha, seu cheiro é.. ham... — coçaria a garganta provavelmente um pouco nervoso pela palavras(nossa, Ronan ta nervoso?[CALA A BOCA AI CUZÃO!]) — ...incrível... — e daria uma pausa com um sorriso simpático no rosto, para então retomar — ...mas dá sempre pra sentir ao fundo o cheiro de algum hábito que a pessoa tem, enfim, vou acender o meu aqui, tá ligada? Se quiser acender o seu, fique a vontade — então pegaria do meu bolso meu enrolado de maconha e acenderia.
Durante a caminhada desenvolveria meu assunto — Bem Maya, naquele dia no bar você não me falou muito sobre você, agora eu sei que você gosta de atirar! Me conta mais sobre o que você espera encontrar pelos mares, o que você gosta de fazer por aqui... — tentaria sempre me mostrar interessado na garota que agora me dava "bola", sempre completaria com coisas como "Uhum, entendi, saquei, etc..." balançando a cabeça positivamente.

Ao fim das falas da Maya, começaria então a minha proposta.
— Então Maya, quero compartilhar contigo o que tenho pensado. Bem, não sei se tu conheçe a história recente de Las Camp mas, resumindo, sabe as Calamidades? Você já deve ter visto a cara deles em algum pôster de procurados por ai, enfim, o primeiro ataque deles que se tem notícia foi aqui e, basicamente, eles mataram marido da antiga prefeita de Las Camp, foderam a cidade e o psicológico dela, tá ligada? Depois disso ela abandonou o posto de prefeita e entrou em reclusão. Desde então o Yasuhiro se divide em três funções aqui na ilha, Diretor da universidade, Capitão do QG da Marinha e Prefeito da cidade. Isso na minha opinião é o cerne dos problemas daqui, tá ligada? Porque quem tenta fazer muitas coisas, não faz nada direito. — diria entre um trago e outro, gesticulando com a mão livre, no final depois de uma tragada profunda olharia nos olhos de Maya — Eu quero ajudar, preciso causar algum impacto por aqui... — poria seriedade em minhas palavras, falando de uma forma que não era meu habitual — Eu comecei a estudar psiquiatria pra ajudar ela, mas eu preciso de um jeito de entrar em contato. Poucas pessoas tem acesso a ex-prefeita Madoka, Yasuhiro é a única pessoa de fato que eu penso que poderia me ajudar mas, porque ele perderia o tempo comigo, não é mesmo? Pra eu ter chance de falar com o Capitão, afim de pedir uma oportunidade de contato com Madoka, eu precisaria chamar a atenção dele de alguma forma. Pensei e pensei... Cheguei em uma conclusão que pode beneficiar tanto a mim, quanto a você. A principal preocupação dele agora, é a proteção de Las Camp e se nós capturássemos um pirata com recompensa e levássemos ele até Yasuhiro? Certamente ele me daria a chance de uma palavra, já você Maya, você pode ficar com o dinheiro. Imagino que seria algo que te permitisse comprar uma embarcação e assim iniciar a sua aventura. Sei que pode ser perigoso, um pirata com recompensa não é brincadeira mas as melhores flores são sempre aquelas nas copas mais altas. O que me diz? — terminaria dando mais um trago, jogando a fumaça aos céus.

Se Maya quisesse saber como faríamos — Bem, o que não faltam por aí são cartazes de procurados, se você juntasse alguns eu poderia memorizar eles facilmente, então, nós iríamos juntos atrás de algum deles nos lugares mais perigosos da cidade, tentando arrumar algum tipo de informação e, afinal, piratas são sempre mais barulhentos do que deviam. —

Ao fim da conversa, procuraria saber que horas eram para me dirigir a Loja, dizendo a Maya — Bem, preciso ir pra loja, se quiser juntar esses cartazes por agora, lá estarei te esperando, só bater na porta, imagino que conseguirei reconhecer seu cheiro. Valeu Bronquinha — tentaria me despedir dando um beijo na bochecha de Maya e logo depois dizendo próximo de seu ouvido — Que bom que você topou — com uma risada gostosa saindo de minha boca em seguida. Se ela se esquivasse, riria sem graça e iria para o meu destino.

Chegando na loja. — Coé Chefe, to aqui de novo! — e procederia conforme o dia anterior.

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Nana.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptySex 26 Out 2018, 12:25




Eu realmente estava com mais sono que imaginava. Dormi por quase 300 horas, quero ver regular esse sono agora. Apesar de ter continuado meus planos como se nada tivesse acontecido, ficara um tanto ansiosa por me atrasar pro encontro do chá. Por sorte, Ronan estava me esperando lá, mesmo eu estando uma hora atrasada, espero que ele seja do tipo perdoa fácil.

Ao ver Ronan em frente a loja, apertaria o passo chegando a dar uma pequena corridinha, como se isso fosse diminuir alguns segundos nas minhas horas de atraso — Ah, nossa mil perdões — diria com a respiração um pouco alterada pelo mínimo esforço anterior — perdi total noção do tempo. Desculpa mesmo. — voltaria minha atenção para o dono da loja que previamente havia falado conosco — Olá, então... —  sorriria para o mesmo, e então aproveitaria para responder os dois homens ao mesmo tempo — consegui sim o dinheiro Ronan, e... sim, estou precisando de algo. Queria comprar aquela pistola tradicional que você tinha me mostrado ontem!

Acompanharia o dono para dentro da loja, e pegaria em mãos a quantidade de grana que ele havia cobrado anteriormente pela arma. Enquanto ele estivesse pegando ou preparando a arma para me entregar, ouviria as palavras de Ronan e me seguraria para não cair em gargalhadas, ironicamente, pois não havia achado graça da piada mas sim do jeito do garoto. Meu deus... Apenas o olharia rindo.

Quando me entregasse a arma, retornaria minha atenção para o vendedor — Ah ótimo! Deixa eu te perguntar, qual o valor da munição pra ela? — ouviria com atenção, se o valor fosse em torno de 10.000 — Ah, então eu quero também — se fosse maior que isso — Ah sim hmm... não tem como fazer um combo não? Uma promoçãozinha não sei... para eu poder levar os dois? — conseguindo ou não a munição, estenderia minha mão para a pessoa que me atendera a fim de cumprimenta-la — Obrigada pelo negócio! Meu nome é Maya, prazer.

Após realizar a compra, iria para fora da loja com Ronan. Aceitaria o seu convite apenas acenando a cabeça positivamente, já que estaria muito tarde para tomar um chá porque ele logo teria que trabalhar. Não me importaria mesmo não tomar o chá.

Fumo sim, por que? — olharia para ele enquanto ouvia sobre seu olfato aguçado, e automaticamente pegaria uma mecha do meu cabelo para ver se sentiria cheiro de cigarro. Incrível? hmmm. Definitivamente ficaria sem graça com o elogio, abriria um sorriso com vergonha e desviaria meu olhar para frente, a fim de evitar que Ronan percebesse. Eu não to acostumada com esse tipo de conversa não... jesus.

Aproveitaria para prestar um pouco de atenção na rua enquanto ele acendia sua maconha, fecharia rapidamente os olhos para procurar sentir o vento caso houvesse algum, poria minhas mãos nos bolsos enquanto continuava a caminhar. Nesse momento, a vergonha ja teria passado e voltaria a olhar Ronan normalmente — É, eu gosto de atirar — soltaria uma leve risada lembrando da fala anterior de Ronan, sobre atirar em "fasci... bandidos" —  Cara, eu quero encontrar novidade. Quero ver coisas que vão estar na minha cara — botaria as mãos no rosto para enfatizar minha fala — e mesmo assim não vou acreditar que estão ali, sabe... — continuaria a gesticular — e eu tenho uma amiga de infância, que foi pro mar muito cedo — fitaria o horizonte ao falar de Vic, tentando puxar em minha mente o rosto de minha amiga que não via há muito tempo — e talvez eu tenha uma mínima esperança de reencontrar ela em algum momento, sei lá... — olharia para Ronan, com um sorriso no rosto, dando uma deixa para ele falar também.

Ao ouvir seu discurso, balancearia minha cabeça positivamente demonstrando atenção em suas falas. Eu não sabia muito bem, neste nível de detalhes, a história da prefeita e de Las Camp. Ao ouvir o nome do diretor da unversidade, buscaria em minhas memórias algum momento durante minha chegada te-lo ouvido. Estaria com as feições sérias, pois, sentiria a preocupação que Ronan parecia passar em sua fala. Pensaria que é muito fácil se perder no luto, ainda mais se sentindo só, como provavelmente eu acharia que a ex-prefeita se sentisse, então quando Ronan disse que queria ajudar, eu ficaria muito interessada. Durante a conversa, responderia com "entendi" ou "hmm" em pequenas pausas que Ronan pudesse fazer.

A ideia de Ronan era boa, conseguir a atenção do capitão, eu acredito que ele conseguiria. Achar um pirata com recompensa para caçar também não me parecia difícil. Obviamente o dinheiro me faria um ótimo uso, como ele disse, comprar uma embarcação é exatamente o que eu preciso para o próximo passo. Talvez o fato de capturar um pirata, sendo que no futuro eu quero me tornar uma, me faria hesitar um pouco. Estaria eu ferindo algum "bro code" de piratas? Talvez, mas essa seria uma preocupação para a Maya pirata, por enquanto sou apenas Maya.

Eu topo. Como faremos? — falaria com tom de animação, e ouviria com atenção sua resposta — Ótimo então, vou buscar isso agora e mais tarde passo lá! — a despedida de Ronan fora um pouco inesperada, não me incomodaria com o beijo mas ficaria sem reação ao ouvir ele falar em meu ouvido, me assustaria um pouco então me afastaria inconscientemente alguns centímetros, e sorriria sem graça — Valeu...eu acho.

Ao me separar de Ronan, procuraria rapidamente nas paredes a minha volta algum cartaz de recompensa ou algo parecido. O que eu encontrasse, pegaria e enrolaria em minhas mãos como um canudo. Em seguida procuraria um bar, para tomar um líquido para me hidratar.

Opa, Boa noite! Me vê a cerveja mais gelada que você tem ai por favor! — sorriria para o atendente. Olharia também as paredes procurando pelos mesmos cartazes, caso tivesse pegaria da mesma forma descrita anteriormente. Aproveitaria também para olhar as conversas das pessoas no bar, buscando alguma informação.

Ao sair do bar, continuaria andando pelas ruas na mesma procura. Quando tivesse em minhas mãos papéis suficiente para não conseguir enrolar em forma de canudo, voltaria a loja de armas, bateria na porta. Espero estar cheirando bem... pensaria ao lembrar que Ronan me reconheceria pelo cheiro. — Isso foi o que eu achei, e agora? — botaria os papéis em cima do balcão após entrar na loja.

Se percebesse que a noite já havia se extendido bastante antes de coletar papéis suficientes, procuraria saber as horas perguntando para qualquer pessoa ao meu alcance — Oi, poderia me informar as horas por favor? — sendo perto da 00h, voltaria para a loja de armas da mesma forma citada anteriormente.

Se no final das contas, após procurar saber das horas, não tivesse conseguido nenhum papel, nenhuma informação, nada, voltaria a loja. —  Não achei nada, não é possível, não tem pirata ruim aqui... e agora? — falaria para Ronan, apoiando-me no balcão com os cotovelos segurando o rosto.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptySeg 05 Nov 2018, 16:05

Ronan e Maya

Apesar do atraso os jovens acabavam por se encontrar em uma situação mais adequada do que aparentaria ser, apesar da intromissão por parte de Faramir, ainda assim o sentimento de prazer, por parte de Ronan, em rever sua companheira permanecia inalterado. O tempo de espera era um meio contratempo, entretendo ele claramente desgostava permanecer esperando tamanho tempo sem fazer nada, bom, talvez sustentando seu vício fosse a forma mais rápida de fazer o tempo saltar, mas por hora havia deixado isso de lado. De qualquer forma cá estava Maya, e sendo assim não demoravam para trocarem formalidades assim como discutir alguns assuntos em particulares que haviam ficado pendentes, em específico e principal estava a aquisição de uma nova arma. Maya já buscava por isso a algum tempo e finalmente possuía o dinheiro necessário para tornar seus sonhos concretos, e dar início aos primeiros passos da preparação de sua jornada.

- Ahh, como é belo, o amor jovem. - Comentava o chefe, gargalhando de leve pela situação em que havia deixado o garoto, no entanto ele não se abalava com tais comentários, prosseguindo até o centro do balcão juntamente a sua companheira. - Certo, certo, cá está. - Comentava o homem colocando uma de suas armas, tal como requisitado acima, mostrando que todos os gatilhos e seus mecanismos estavam em pleno funcionamento, em seguida colocava também um dos cartuchos acima da mesa. - No total, são 50 mil berries... - Dizia, observando a garota retirar seu dinheiro, e uma quantia de 5 mil berries ainda estar faltando para completar o valor total. - 45 mil... Tenho certeza que Ronan ficará feliz em trabalhar algumas horinhas a mais para pagar o que falta. HAHAHA! - Comentou, feliz de que não ficaria acordado até tarde da noite, ao menos não sozinho, não desta vez.

Com seus planos para a loja já concluídos, partiam de imediato para a rua em busca do tal "encontro" que haviam marcado, no entanto tudo que pode fazer seria prosseguir juntamente a garota rua a frente, em uma caminhada de fim de tarde. O chá havia sido cancelado de última hora, no entanto Ronan ainda fora capaz de transmitir seus pensamentos, assim como conversar um pouco mais, primeiro desejava conhecer a pessoa por trás de Maya, assim como suas intenções. Afinal de contas, a proposta que viria a seguir não seria para qualquer um, o jovem possuía um foco, um objetivo em mente, e iria requerer coragem para alguém se juntar em tal empreitada, em uma aventura de verdade onde pessoas podem se ferir assim como água escorrer pelas nascentes no topo da montanha. Por sorte a garota também compartilhava do mesmo sentimento, concordando, mesmo sem conhecer toda a complexa história, afinal também concluiria seus objetivos com essa jogada ousada.

As palavras motivacionais estavam chegando ao fim, e o contrato sendo firmado entre ambas as partes quando alguém subitamente esbarrava em Ronan, ombro no ombro, o sujeito apenas virava-se com um sorriso sádico no rosto. Caso observasse com maior atenção poderia ver algumas características mais marcantes como seu cabelo castanho longo e cacheado, cicatriz no olho direito atravessando a sobrancelha até a extremidade abaixo do olho, e por fim o mais marcante das características era seu olho cego, muito provavelmente devido ao golpe que originou a cicatriz. O jovem no entanto, apesar de não parecer nem um pouco arrependido apenas abaixava seu chapéu em um símbolo de cortesia, no entanto não parava sua movimentação, prosseguia seu caminho a passos ligeiros. Qualquer um poderia sentir uma aura estranha emanando daquele ser, mas não poderiam dizer ao certo o que era.

Ronan

Ronan passou alguns minutos a mais naquele local, apenas para se despedir cordialmente de Maya, mas isso bastava para que quase se atrasasse para seu emprego, chegando a cerca de 5 minutos antes do horário. Mas não 5 minutos antes que o mal se instalasse, ao chegar na loja podia ver o mesmo sujeito que havia esbarrado alguns minutos atrás, juntamente a Maya, no entanto agora ele não parecia tão inofensivo quanto antes. O indivíduo portava uma arma em mãos, enquanto com a outra permanecia segurando o pescoço de seu chefe, podia ouvir brevemente o pedido de dinheiro, em resumo era claramente um assalto. - Não, Ronan, fique longe. - Comentou Faramir ao ver seu companheiro se aproximando, afinal não queria vê-lo machucado por algum motivo que seja. Aquele homem não parecia estar para brincadeiras, apenas erguendo sua pistola a altura dos miolos de Faramir.

- Qual é a sua garoto? Não tem apreço pela sua vida ou pela do velhote? De o fora daqui antes que eu mude de ideia, esse não é meu palco principal, ainda tenho muito para fazer e não será um mero zé ninguém que irá me impedir. - Comentava, com um sorriso no rosto, mesmo perante tamanha pressão. - O nome da deusa da morte será espalhado eternamente pelas ruas de Las Camp, o emissário veio até nós com sua crença e ela não pode ser esquecida, você sabe disso. - Dizia, mostrando-se um simpatizante da causa pelo qual o próprio Ronan lutava, seria ele um membro das Calamidades? Apesar de sua aparência singular, o fato de estar escondido atrás de uma arma não soava tanto quanto os tais, mesmo assim não se podia dizer ao certo, afinal quais as possibilidades de algo como isto acontecer? Estaria ele ouvindo sua conversa com Maya? Por que atacaria logo a loja onde trabalhava? Essas eram perguntas pertinentes, mas que só teria as respostas se realmente desejasse. Por outro lado, o confronto já estava instalado, faltava agora definir o vencedor, certo?

Maya

A garota por outro lado, passava a seguir seu próprio caminho em busca de um cartaz de procurado ou algo que pudesse lhe chamar a atenção, afinal não desejava voltar de mãos abanando até Ronan, buscava por algo concreto que poderia dar sequencia a sua jornada. Bom, digamos que não demorava muito para que isso acontecesse, o bar mais próximos estava a apenas alguns passos de sua localização atual, e bem a frente dele estava pendurado um cartaz. No entanto, quando se aproximou a surpresa era grande, quem estava destacado nele seria nada mais anda menos que o próprio homem que havia esbarrado em Ronan a pouco tempo atrás, as características bem destacadas, não havia erro, era ele! Abaixo seu nome estava estampado a sua recompensa, os quais poderia olhar por conta própria, não poderia dizer ser algo surpreendente, mas claramente perigoso de se enfrentar tendo em mente as situações atuais.

Caberia agora a garota decidir seus próximos passos, ir até Ronan e avisá-lo? Perseguir o homem sozinha? Abortar missão? Bom, haviam várias opções caberia a ela entender qual seria a mais vantajosa no momento, seria ela capaz de compreender os fatos antes que fosse tarde demais? Saberemos no próximo episódio.


Cartaz:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptyQui 08 Nov 2018, 22:12


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A excitação mal podia ser contida em meu peito. Maya havia topado a minha ideia e eu estava feliz em poder contribuir de alguma forma para o sonho dela, aqueles olhos azuis são como um mar que a cada vez que vejo tenho mais vontade de navegar. Queria ter aproveitado mais um pouco de tempo com a menina, mas o dever para com Faramir me chamava. As tragadas em meu cigarro de maconha eram acompanhadas de meus largos passos em direção a loja de armas, em minha cabeça, a constelação de possíveis futuros davam beleza ao meu curto trajeto. A fumaça da minha erva esmorecia minha mente agitada, que agora encontrava euforia com a minha primeira companheira.

Aquele estranho homem que havia esbarrado em mim possuía uma presença que muito me incomodou. Eu sabia que Las Camp não era a mesma há tempos. As vezes a teia do destino se entrelaça de forma proposital e aquela parecia ser uma dessas vezes.

— Não conheço direito o capitão mas se eu... — articulava em minha mente ao me deparar com a cena daquele homem, que vira pouco antes, apontando a arma para a cabeça de Faramir. Com o cigarro ainda em minha boca, ouviria sua palavras dando uma profunda tragada enquanto assimilava o que acontecia e conjecturava um plano em minha cabeça.

— Coé Fara... — diria expusando o ar de meus pulmões, com o objetivo de deixar ao ar o cheiro característico da erva — ...ta aqui o dinheiro daquela parada que tu me pediu pra entregar. — ao término das palavras, tiraria do bolso o resto do dinheiro que ainda me restara. Vinte mil berries. Forçaria meus trejeitos tentando dar a sensação ao ladrão de que eu não estava pleno em minhas ações, devido ao efeito da erva. Sacudiria a bolsinha com dinheiro, com o objetivo de trazer a atenção a ela. Meu objetivo principal era que o ladrão tirasse o foco completo do meu amigo, queria que ele apontasse a arma para mim e centrasse suas próxima ações em mim — Onde eu boto? —

Minhas próximas ações seriam determinadas pelo o que o ladrão havia feito em seguida.

Se o ladrão assassinasse Faramir, imediatamente eu iria para cima dele sacando uma de minhas espadas com a minha mão direita, aproveitaria o disparo fatal no meu amigo para me atencipar ao ladrão e aplicar um corte digonal ascendente no torso dele, que partiria diretamente do saque da espada. Se ele depois de atirar, reagindo a minha movimentação apontasse a arma para mim, eu abaixaria pendendo a um lado e continuaria meu movimento, este lado seria definido pelo olho cego dele que seria o lado de minha escolha, para então aplicar o corte supracitado.

Se o ladrão mandasse eu entregar o dinheiro a ele, andaria até o mesmo seguindo as suas ordens. O ladrão poderia fazer alguma coisas a partir daí, ele poderia apontar a arma para mim e mandaria eu entregar o dinheiro pra ele em sua mão livre, caso isso acontecesse, um milésimo antes de passar o dinheiro a ele, eu soltaria a bolsa para ela cair no chão. Assim, tentaria tirar rapidamente a atenção dele, para desviar o cano da arma utilizando a minha mão livre. Faria isso empurrando seu pulso para cima, assim esperaria dar espaço o suficiente para Faramir sair da situação crítica em que se encontrara e então eu pudesse entrar em combate mano a mano com o ladrão.

Caso o ladrão mandasse eu deixar o saco de dinheiro em algum lugar e depois partir, deixaria o saco em algum lugar que julgasse propício. Depois, saíria da loja conforme ele havia me mandando, mas ficaria do lado de fora esperando ele sair, caso Maya chegasse comigo já do lado de fora, falaria bem baixo a ela palavras chaves para ela entender a situação — Ladrão... loja... com o chefe... — e completaria — Vigia a parte de trás da loja!, espera ele sair! — esperaria que Maya entendesse a situação e vigiasse para mim a parte de trás da loja. Caso isso acontecesse, ficaria atento ao cheiro do ladrão, para saber em qual direção ele havia ido.

Em qualquer situação, eu tentaria sempre preservar o bem estar do Faramir e da Maya caso eu pudesse. Eu ainda não sabia das habilidades de combate dos dois, então tomaria a frente de situações mais arriscadas em prol de suas seguranças. Se eu fosse alvo de tiros em algum momento, tentaria desviar a princípio e então sacaria uma espada com a minha mão boa, tentando apenas bloquear com as lâminas as próximas agressões.
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptySex 09 Nov 2018, 14:56




Essa conversa com Ronan realmente me fizera pensar. Seria ótimo conseguir uma embarcação tão cedo, seria ótimo ter dinheiro para isso já que agora estou mais pobre que nunca, apesar de ter valido a pena. Ouvir falar sobre as calamidades causara arrepios, realmente não sabia das coisas que aconteceram aqui.

Ah... Deve ser o universo, só pode — falaria a mim mesma, pegaria da parede aquele cartaz, e olharia bem para aquele rosto exótico, completamente chocada — Jeremy Scar...

Pensar que Ronan havia acabado por esbarrar no bandido que nós poderíamos entregar a cabeça, me levaria a crer em algum tipo de intervenção divina,  mas pelo preço pedido por ele...
talvez não fosse um dos bons deuses.

Com o papel em mãos, iria, de frente do bar, usar de minha ótima visão para ver se o homem ainda estava por aquela área. Se o visse, o seguiria em uma distância segura o suficiente para não ser flagrada, até ele entrar em algum lugar. Após isso ou se não o visse, iria para a loja de armas.

Chegando lá, se as portas estivessem abertas entraria com o cartaz aberto em mãos mostrando para Ronan o rosto da nossa recompensa — Olha só! Achei esse, parece aquele cara que esbarrou em ti mais cedo né...
Se as portas estivessem fechadas, bateria, e ao ser atendida repetiria a atitude descrita anteriormente.

E agora?


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptyTer 13 Nov 2018, 14:04

Todos

Ronan se aproximava do rapaz, utilizando-se do cigarro que havia acendido a pouco, sua intenção era mostrar que a substancia do capeta estava afetando seus neurônios e consequentemente sua capacidade de reconhecer o perigo. Por um momento funcionava, visto que o pirata passava a apontar a arma em sua direção, vendo-o sacar a bolsa de dinheiro, abriu um sorriso e se aproximou empurrando Faramir para trás. - Passa isso para cá... Talvez eu ainda lhe deixe viver, apesar de sua atitude desrespeitosa. - Dizia, estendendo sua mão ao aguardo da entrega da bolsa, a arma permanecia apontada para a cabeça do rapaz, pronto para atirar em qualquer deslize, mas ainda assim confiante de que sairia com um lucro a mais em sua empreitada. Ronan se aproximou aos poucos, chegando bem próximo do assaltante, pronto para por em prática seu planejamento, atrás podia até mesmo observar Faramir assentindo com a cabeça, preparado para agir.

Maya, por outro lado, acabava de chegar ao estabelecimento, observando o desenrolar de toda a cena sem saber ao certo o que fazer, a ideia inicial seria se comunicar com seu companheiro, no entanto ele estava meio... Ocupado nesse momento. Ronan, não poderia ir até a porta nem se quisesse, bom, não se ao menos receber um buraco a mais em seu corpo. Portanto Maya apenas passava a assistir Ronan colocar em prática suas atitudes, poderia ajudar se achasse necessário, afinal de contas esse sonho não era apenas dele, mas sim dos dois. Bom, seguindo em frente, o rapaz largava o saco, de certa forma causando uma expressão de espanto no bandido, que não conseguia reagir e puxar o gatilho a tempo, Ronan afastava a arma para cima, fazendo com que o disparo realizado fosse diretamente ao teto, danificando a estrutura de madeira, que caia sobre seus pés. Faramir aproveitava-se desse momento para se agarrar em Scar, fazendo-o se debater para todos os lados.

- Velho maldito, garoto maldito!- Afirmou o pirata, levando a mão as costas ao encontro de Faramir, procurando por alguma brecha para se livrar do dono da loja, e voltar ao controle que havia estabelecido. - Rápido, FAÇA ALGUMA COISA ANTES QUE DÊ MERDA. - Proferia o chefe, em um tom um tanto quanto inadequado, porém era uma situação que necessitava de tal estimulo a mais, afinal queria agilidade, queria que isso acabasse logo, e o mais importante, queria sua loja intacta. Ronan, porém não sabia como prosseguir, seu plano havia ocorrido como o planejado, no entanto, não havia pensado em como realmente faria para o caso de reações mais agressivas do que o normal, e portanto apenas observava Faramir gritar. Em seguida, era agarrado e jogado ao chão, desmaiado, mais nenhuma palavra era dita, e agora estavam apenas Scar e Ronan, frente a frente, o pirata, no entanto, guardava sua arma em um gesto de confiança.

- Não preciso disso para tirar a sua vida, ela será um presente, para minha iniciação e para a deusa que ora por todos nós. - Sorriu, erguendo as mãos ao alto, se colocava em uma pose de combate um tanto estranha, ao aguardo da aproximação de seu oponente. Já Maya, podia ver tudo isso acontecer em primeira mão, e sequer ser notada, afinal de contas não havia se exposto ainda, talvez fosse até melhor, quem sabe pudesse garantir um golpe surpresa? Bom, isso caberia a jovem decidir, o destino dessa loja e de suas próprias vidas estava nas mãos de cada um deles, aspirantes a justiceiros, que poderiam tanto fazer o bem quanto o mal, a prol de sua própria causa, fariam realmente jus a esse título? Ou talvez alguma hesitação pudesse demonstrar o contrário? Essas respostas caberiam única e exclusivamente aos jovens Ronan e Maya e suas atitudes.

Por fim, como se já não fosse o suficiente, uma civil assustada passava correndo e gritando ao ver a loja ser assaltada, Scar olhava brevemente, passando a ficar mais alerta com relação a possíveis esforços que poderiam ser mandados, tais como a marinha local. No entanto, ainda assim não podia observar a figura da garota que se espreitava entre a porta do local, apenas entreolhando e analisando as possibilidades.


Histórico de Ronan:
 
Histórico de Maya:
 

Off:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptySeg 10 Dez 2018, 15:37



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A situação desenrolava-se aquém das minhas expectativas. De fato, aquilo era apenas o prelúdio do meu primeiro combate e com certeza com a experiência, também viria a adquirir maior habilidade. Desculpas não serviriam para sempre, principalmente nesse mundo onde eu dava meus primeiros passos, um erro, uma hesitação poderia custar a minha vida ou pior: a vida de alguém que eu amasse. Minha cabeça distraída pulava agilmente entre pensamentos, mas uma coisa ancorou-a nos fatos, o homem a minha frente era um entusiasta, talvez um acólito das calamidades!  Ele representava tudo o que havia feito Las Camp encontrar seus piores dias, ele carregava aquele símbolo, um símbolo que agora seria partido pelas minhas espadas.

O homem tentou passar um ar de confiança ao guardar sua arma e assumir que apenas com as mãos poderia me derrotar, seria mesmo pior para ele fazer isso? Imagino que nesse mundo exista infinitas formas de combate, aquela pose exótica poderia ser muito bem uma delas, eu não seria ludibriado por aquele ser.

Ele parecia estar pronto para um contragolpe e por isso tomaria minhas ações precavido contra isso. Pelo fato da minha mão esquerda ainda não ser boa o suficiente para o combate, a usaria para ludibriar meu oponente, sacaria a espada da minha bainha esquerda com a minha mão esquerda e com ela em punho avançaria em direção ao meu oponente, tentaria aplicar um golpe horizontal, da esquerda pra direita com a espada, esse movimento seria apenas para gerar a reação do meu oponente, literalmente um chamariz. Apesar do espaço reduzido, talvez meu oponente tentasse desviar indo para trás, se isso acontecesse, sacaria então a minha espada direita com a mão direita para aplicar-lhe uma estocada frontal no torso. Caso ele desviasse para o lado direito, sacaria também a minha espada disposta na bainha direita, com a minha mão direita, com a empunhadura "Ice Pick" em sequência aplicaria um corte diagonal ascendente da esquerda para direita em direção ao torso do inimigo.
Empunhadura Ice Pick:
 

Caso meu oponente contra golpeasse visando meu rosto, soltaria imediatamente a espada da mão esquerda para utilizar esse membro como defesa, meu objetivo era efetuar bloqueios mais ágeis com a mão livre, me preocuparia em bloquear golpes laterais ou ascendentes que pudessem visar meu queixo, não sei se aquele homem utiliza das mãos ou dos pés para lutar, por isso, ficaria atento a todos os membros que pudessem me ferir. Caso ele tentasse uma joelhada em meu tronco, tentaria bloquear também levantando o joelho no lado correspondente, para que ele fosse de encontro com os golpes de meu adversário. Minha esquiva está longe de ser uma das melhores, mas meus bloqueios são dignos de nota, por isso, eles seriam a minha principal arma.

Caso ele resolvesse sacar novamente a arma, aproveitaria o momento para brandir a minha espada com a mão direita, em direção ao punho dele que viria segurar a arma, meu objetivo com isso era inutilizar aquele membro de meu oponente.
N° de posts::
 

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Última edição por ripperox em Qua 19 Dez 2018, 13:54, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 EmptySab 15 Dez 2018, 14:10




A cena que encontrei não era mesmo o que eu esperava. O rosto estranho que estampava o papel em minhas mãos estava bem a minha frente, prestes a realizar uma tragédia. Tudo poderia acabar ali mesmo. O pouco que conhecera sobre Ronan me causaria uma pequena ansiedade. Para mim, a impulsividade poderia tomar conta a qualquer momento. Ah, não se precipite.

Tentaria me manter a mais silenciosa possível, ao observar a situação. Ainda não fui percebida... se ao menos ele largasse a arma... O disparo aconteceu muito rápido, e nos segundos de um piscar de olhos o dono da loja estava no chão, e o bandido guardava sua arma proferindo palavras que me causariam grande estranheza. Iniciação de que?

Milhares de possibilidades vinham a minha cabeça enquanto buscava o timing para me apresentar a situação. Seria possível chamar apenas a atenção de Ronan? Assim, talvez, ele pudesse me usar como distração... Seria muito arriscado, poderia acabar chamando atenção de Scar e íamos acabar os dois reféns desse imbecil.

Buscaria ficar escondida enquanto pegaria em minhas coisas a arma e balas que havia acabado de comprar. Agora seria a hora. Carregaria a arma da forma mais delicada evitando qualquer barulho que pudesse comprometer minha posição. A distância entre nós e meu campo de visão pareciam estar perfeitos para dar um tiro limpo, certeiro. Segurando a arma com as duas mãos, prenderia minha respiração para garantir a mira certa no alvo, a cabeça de Scar. Então, apertaria o gatilho.

Se após carregar a arma algum barulho, ou algo, me expusesse, atiraria no bandido mirando em seu peito, buscando aumentar a área para evitar erros.

Caso fosse exposta antes que pudesse usar a arma, ou caso errasse o tiro, tentaria fazer disso um elemento surpresa que pudesse distrair Scar e gritaria o mais alto — AGORA, RONAN! — para que ele não se afetasse também com a minha aparição. E enquanto ele tivesse alguma reação, procuraria no display da loja, algum objeto cortante pequeno suficiente para que pudesse atirar no bandido, e atiraria.

Se antes que eu pudesse fazer qualquer coisa Ronan e Scar entrassem em algum tipo de luta, pegaria e carregaria a arma rapidamente — EI! OU! — gritaria chamando a atenção para dar um pause na briga e de forma mais ligeira possível buscaria mirar no criminoso e atirar.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 5 Empty

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