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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Benção

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyDom 09 Set 2018, 19:32

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Benção

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ronan Stronghold. A qual não possui narrador definido.


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Nana.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyTer 25 Set 2018, 23:53




Quão tarde deve ser... Poucos bares abertos, as ruas vazias, um estabelecimento inteiro para 5 pessoas e eu. Pelo menos ele é limpinho e as pessoas parecem normais. O clima quentinho, pessoas conversando, realmente não era tão ruim. Talvez não fosse o tipo de diversão que eu tinha imaginado, mas desde que tenha meu maço de cigarro, é o suficiente para ficar por aqui prestando atenção na conversa alheia, ou observando cada pessoa e criando em minha cabeça uma história para cada uma delas.

Boa noite. Em que posso ajudá-la... Estamos com uma promoção no quentão.

Sentaria em um banco próximo ao balcão, sorrindo sem jeito para o homem ao lado que mostrava sua própria caneca, voltaria minha atenção para o atendente do bar — Boa noite! Você, por um acaso, vende maço de cigarro aqui? — Diria enquanto passaria os olhos pelo bar procurando algum vestígio de que pudesse ter cigarros ali. Se ele afirmasse vender, eu pegaria dinheiro em meu bolso — Me vê um então, por favor. — Compraria, aceitando o valor dito pelo vendedor. Conseguindo comprar o maço, pegaria um dos cigarros a mão e novamente me voltaria ao atendente com um sorriso sem graça — Você não teria fogo aí, teria? — Se ele tivesse e me oferecesse de bom grado, eu acenderia meu cigarro, se não, perguntaria — Você vende fósforos então? Ou um isqueiro? Quanto seria? — caso vendesse, eu compraria.
Se o bar não vendesse cigarros, me sentiria um tanto frustrada e pensaria em aproveitar a promoção do quentão e depois iria em outro lugar compra-los.

É uma bela noite lá fora né? É gostosinho demais beber ou fumar alguma parada nesse tempo, faz bem pra cabeça, tá ligada? Escapar um pouco do cotidiano, esquecer a merda que ta essa cidade...

Olharia rapidamente para os lados, procurando entender quem estava falando e com quem. Será que é comigo?

Hum... — Responderia sem saber exatamente se era a mim que aquele homem estava se dirigindo. Realmente é uma bela noite, mas que? Continuaria virada para frente sem muito entender. Mesmo dessa forma, tentaria olhar pela minha visão periférica a sua aparência.

Uoou, que bronquinha! Ta ok então, vou te propor uma parada, eu pago a nossa primeira bebida e você me da outra chance de começar essa conversa, se eu vacilar de novo, eu paro de encher teu saco, que tal?

Bronquinha? Não conseguiria segurar o riso, e talvez um sorriso poderia escapar. Recuperaria minha serenidade no rosto e viraria para aquele individuo, que tinha em sua face um sorriso, um tanto engraçado para mim. Longe de mim recusar uma bebida graça, mas que por favor, não seja uma pessoa chata.

Tudo bem então — diria sorrindo também.

Bem, o meu nome é Ronan Stronghold e eu sou... Nossa. Eu não esperaria que ele fosse falar tanto. Foram exatamente trezentos “tá ligada” em menos de 1 minuto, eu acho. Em algum momento ouviria falar em Botânica, PORRA!, e Grand Line. O último assunto causaria palpitações em meu coração. Talvez ele seja interessante, afinal. A animação que tomara conta de suas feições no final de sua apresentação, me deixaria animada também, ansiosa, como se algo estivesse para acontecer. — Me fale um pouco sobre você!

Eu sou Maya.

Caso, anteriormente, eu tivesse conseguido comprar cigarros, mas não tivesse conseguido uma forma de acendê-los, perguntaria — Primeiramente, você tem fósforo ou isqueiro aí?
Então, daria um gole da bebida que ele teria comprado para nós dois, tomando um tempo para pensar no que falar.

Então, eu sou Maya. Também acho que falta um verde por aqui, um ar mais puro né... Eu estudo aqui. Legal que você é cientista! Eu sou navegadora, e se eu pudesse e tivesse um navio iria agora para os mares e com certeza para Grand Line, inclusive eu tenho uma amiga de infância que virou pirata e.... Enfim — Cortaria o assunto, com um sorriso sem graça, porque provavelmente acharia estar falando demais e procuraria um relógio pelas paredes do bar para poder ter noção das horas — Bom, já deve ser bem tarde né... Obrigada pela bebida.

Levantaria do meu lugar no bar, e me dirigiria até a saída para ir embora de volta para meu quarto. Se Ronan continuasse no bar, acenaria um breve tchau para ele ao passar porta. Se ele saísse também, me despediria novamente com um sorriso — Tchau, boa noite! — Caso o caminho dele fosse o mesmo que o meu, ficaria sem graça em ter dado tchau e seguido para o mesmo lugar, e continuaria caminhando.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyQua 26 Set 2018, 08:15




Narração

Ronan & Maya

A agradável estalagem havia recebido mais dois clientes naquela noite em Las Camp. Ronan, motivado pela beleza da jovem que viu entrar no estabelecimento, não resistiu a chance de tentar se aproximar da bela dama. Maya, por sua vez, só queria alguns cigarros para o seu vício.

- Cigarros e isqueiro, dá um total de  30.000. - disse o atendente, entregando os itens a jovem.

Enquanto isso, Ronan se preparava para tentar uma aproximação com a bela dama. Com um banco de espaço, falou sobre a noite e lhe ofereceu uma bebida, fazendo a jovem rir com a expressão "bronquinha". Maya aceitou a bebida e ouviu Ronan falar sobre ele, causando emoções positivas na jovem e contagiando-a com sua animação.

Por mais que Ronan tivesse oferecido a bebida a jovem, com sua personalidade distraida, não lembrou de pedir ao Garçom. Então, o atendente apenas continuou limpando alguns copos. Maya também falou um pouco de si, descobrindo naquele momento um desejo em comum entre os dois jovens destemidos: a Grand Line.

Com uma cortada de assunto repentina sobre alguma amiga de infância pirata, Maya agradeceu a bebida (que nunca chegou) e saiu e direção a rua, indo até seus aposentos. Um vento frio passava pela noite, deixando ela mais gelada e menos agradável.

Do lado de dentro, o casal havia pagado sua conta e saído de mãos dadas. A jovem de cabelos loiros ainda lia o livro e havia trocado a cerveja pelo famoso quentão da noite. O outro homem parecia cochilar na bancada.

Do lado de fora, a rua estava ainda mais vazia. Apenas aquela bar ainda estava aberto e não se ouvia nada além do vento balançando as árvores. Era possível ver, mesmo ali na saída do bar, tanto os aposentos de Maya como a casa de Dolores.

Histórico de Ronan:
 

Histórico de Maya:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyQua 26 Set 2018, 18:48


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Pois bem, eu admito. Sou terrível nesse negócio de flerte! Eu achei que estava indo bem ao chamar ela de bronquinha e ser correspondido com um sorriso mas, COMO EU OFEREÇO UMA BEBIDA E ESQUEÇO DE PEDIR UMA! Ela ainda agradeceu a bebida de forma irônica, pelos mares, ela é bronquinha mesmo.. Foco Ronan, foco, porra! E por que diabos eu não ofereci um fósforo para ela acender o seu cigarro? Bem, talvez ela não quisesse, afinal ela nem acendeu mesmo... Ah, mas o sorriso dela era tão lindo, putz.. parecia um anjo. Foco!

— Boa noite! — responderia com um sorriso sem graça e acenando de volta. Assistiria Maya ir em direção a porta do bar, enquanto ainda me maltratava mentalmente pela terrível aproximação que eu havia feito para com a garota, ao mesmo tempo inspiraria profundamente, utilizando de meu olfato aguçado e minha genialidade para guardar o cheiro dela em minha mente, certamente gostaria de ver-la mais uma outra vez.
Assim que Maya deixasse o recinto, iria logo depois, saindo pela mesma porta e tentaria notar se ela ainda estava a minha vista, mesmo que fosse apenas um longíquo semblante dela para, assim, ter uma ideia de onde a moça morava.
Feito isso, voltaria finalmente para meus aposentos na casa de Dolores e, então, deitaria em minha cama para dormir.

Com tudo tendo transcorrido bem, no dia seguinte, iria conversar com Dolores sobre a possibilidade de eu aprender diagnose de alguma forma.

— Pô Dolores, ontem eu vi uma conversa no bar sobre o diagnóstico de algumas doenças e fiquei muito interessado nessa parada, tem tudo a ver com farmacologia, né não? — diria gesticulando os braços — Tô ligado que eu to sendo abusado pra cacete e já to te devendo uma, mas será que você não tem uma ideia de onde eu possa aprender isso, ou aonde tenha material didático que me ajude nessa parada?

Se Dolores pudesse me ensinar:
— Porra, você é braba demais! Vou ficar pronto o mais rápido possível pra aprender contigo!

Se ela me indicasse alguma pessoa para aprender com:
— Ah beleza, e como eu faço para ele me ensinar, digo que te conheço, tenho que fazer alguma parada em especial? — e então responderia com as informações que ela me desse — Porra, entendi! Você é braba demais Dolores, valeu mermo!

Se ela me indicasse algum local que possuísse material didático para meu aprendizado, eu perguntaria o que eu preciso fazer para ter acesso a esse material e então iria até o local.
— Saquei, e tu sabe exatamente o que eu preciso pra conseguir essa parada? — e então responderia as informações —  Porra, entendi! Você é braba demais Dolores, valeu mermo!

Se de nenhuma forma a Dolores pudesse me ajudar, eu procuraria o Teddy, afim de conseguir ajuda dele para obter uma espada, caso eu não soubesse a sua localização perguntaria aos alunos da Dolores e para própria sobre ele — Coé, tu sabe onde ta no Teddy? — e agradeceria a informação — Valeu! — e então iria até ele.

Caso eu conseguisse chegar até o Teddy, conversaria com ele sobre as espadas.
Fala ai Teddy, beleza? Então cara, eu to ligado que você gosta de usar duas espadas, assim como eu, tá ligado? Como você pode ver, eu to sem nenhuma no momento e também to sem grana, sabe como é né? E pô, eu lembro de tu ter falado sobre conhecer o dono da loja de armas ou alguma parada assim, queria saber se você tem alguma ideia pra me dar sobre como eu posso conseguir uma arma, tá ligado? Se talvez você pudesse me apresentar a ele e explicar minha situação, eu seria útil para merecer essa espada... Seria de grande ajuda meu parceiro.

Se Teddy me desse alguma solução, eu seguiria conforme ele me dissesse e iria para o local indicado, caso não pudesse me ajudar, eu responderia:
— Pô, tranquilo.. valeu de qualquer forma meu querido, tamo junto!

Se nenhuma das opções pudessem ser feitas, eu seguiria por conta própria até uma biblioteca para obter livros sobre Diagnose, se eu não conhecesse uma, perguntaria na rua.
— Coé, tudo bem? Será que tu sabe onde eu encontro a biblioteca mais próxima? — e com a resposta, agradeceria — Pô, valeu mermo pela informação! — caso eu não obtivesse a resposta de imediato, continuaria perguntando até obter a informação.

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Nana.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptySab 29 Set 2018, 21:11




Na rua, o vento frio parecia cortar meu rosto. Em mim ficava a sensação de que tinha ido embora "cedo" demais, como se estivesse perdendo alguma coisa. Talvez tenha sido por causa daquele cara, "tá ligada?" Tsc... haha. A empolgação dele me lembrou Vic, e definitivamente aqueceu meu coração. Quem sabe, em outra noite, eu volto e quem sabe ele não está ali de novo né? Quem sabe... A cena não parava de se repetir em minha cabeça, mal me dei conta das pessoas que já estavam no bar, tirando aquele cara do quentão que parecia ter caído no sono ali mesmo quando saí.

A rua tão vazia me lembraria que teria pouco tempo pra dormir, porque apesar de todo cansaço eu estava ali para estudar, então apertaria os passos em direção aos meu aposentos e dormiria.

No dia seguinte, tentaria acordar o mais cedo possível, acenderia um cigarro e iria na direção da biblioteca mais próxima.

Na biblioteca, me aproximaria da bibliotecárix — Oi, me chamo Maya, tudo bem? Você saberia me dizer se por aqui tem algum lugar oferecendo algum curso sobre leitura labial? — Se a pessoa fizesse alguma cara esquisita ou parecesse não entender a pergunta, diria — Eu sei que talvez não seja comum, mas é uma curiosidade minha aprender e me parece bem útil pra vida, sabe... Enfim, você conhece algum? — Se a pessoa não soubesse, eu perguntaria — Ah sim entendi... Poxa, não conhece nenhuma pessoa que saiba? Que talvez eu possa pedir ajuda a ela... — Caso a bibliotecárix me falasse sobre um curso ou uma pessoa, eu agradeceria — Muito obrigada! Qualquer coisa que você precisar, meu nome é Maya, não esquece! — Caso elx não soubesse, agradeceria da mesma forma, e iria atrás de algum professor meu para perguntar sobre o curso ou alguma forma de aprender, repetindo o padrão de perguntas anterior.

Conseguindo o contato de alguma pessoa ou algum curso, certamente iria até a pessoa indicada (ou responsável pelo curso) e procuraria saber sobre preços ou alguma outra forma que eu pudesse fazer para aprender — Oi, meu nome é Maya. Eu fui numa biblioteca procurando algo sobre leitura labial e me indicaram você, eu queria saber como posso fazer para aprender, valores e como funciona... — Caso eu não tivesse dinheiro suficiente para bancar, perguntaria se havia outra forma — Poxa, não tem outro jeito que eu possa fazer pra aprender? Alguma ajuda, algum trabalho rápido que eu possa fazer em troca do conhecimento? — Tentaria falar mais séria possível para que a pessoa não entendesse errado e me mal interpretasse.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptySeg 01 Out 2018, 09:46




Narração

Ronan


Lembrando-se do cheiro, do sorriso e do jeito bronquinho da jovem Maya, Ronan foi dormir nos aposentos de Dolores e acordou com pássaros em sua janela. Seria um aviso de que um lindo dia o esperava? Bem, só tinha um jeito de saber. O jovem químico encontrou Dolores na cozinha, tomando um café preto e lendo um livro de capa vermelha, de veludo, com o misterioso título de "desvenda todas as conversas". Ronan a abordou sobre a conversa do bar, falando de diagnosticos, mostrando sua relação com farmácia e perguntando onde poderia aprender mais sobre isso, gesticulando os braços enquanto falava.

- Bom dia para você também, Ronan. - disse a mulher com um sorriso, sem tirar os olhos do livro. Pareceu ler mais algumas linhas (provavelmente para finalizar a página) e então o fechou, olhando para o jovem. - Diagnose? Só tem um cara realmente bom aqui em  Las Camp.  

Ronan então perguntou como faria para ele lhe ensinar, aguardando informações. Mas Dolores não parecia ter muito poder de barganha com o homem.

- Ah, falar que me conhece não adiantaria muito. Até saímos juntos algumas vezes, mas foi algo casual, não renderia nenhum favor para você. O Saruman é meio orgulhoso, sabe? Não é fácil conseguir algo dele. - Ela terminou de beber o café da xícara, voltando a enchê-la e sentando-se na mesa. - Mas ele e a Grace são amigos. Peça ajuda a ela, quem sabe consiga algo.

Ouvindo aquelas informações que de nada o ajudavam naquele momento - já que Grace dormia como uma pedra, depois de só ter voltado do bar com o nascer do sol - o jovem decidiu procurar Teddy. Não foi dificil: ele estava do lado de fora da casa, fazendo seus exercícios matinais.

- O Faramir é gente boa, mas não o suficiente para te dar uma espada - disse o homem, sem parar de fazer flexões, deixando sua voz meio sofrida. - Mas acho que ele está procurando um cara para ficar na loja na parte da noite, tipo um guarda. Com essa onda de roubos, a sua loja tem sofrido também. Se estiver disposto, te mostro onde fica. Tenho mesmo que ir até lá comprar uns afiadores.

Teddy então se levantou, limpando o suor com um pano  e vestindo novamente a camiseta. Pegou suas espadas e seguiu em direção a cidade, esperando que Ronan o seguisse. No caminho, passaram pela frente da biblioteca, onde Ronan sentiu um cheiro familiar e viu a mesma jovem de cabelos brancos da noite anterior saindo do local. A loja de armas do Faramir ficava duas ruas a frente.

Faramir é um homem alto e musculoso, mas ostenta sardas um pouco infantis. Tinha duas tatuagens visiveis (costas e braço), estava sem camisa, com um colar e um chapéu, botas pretas, shorts na altura do joelho pretos com um cinto laranja cravejado de ilhós. Era possível ver também um punhal em uma bainha verde pendurada em seu quadril esquerdo.

Faramir:
 

- Meu querido, como está? - disse Teddy, abraçando o homem ao entrarem na loja.

- Grande Teddy! Quanto tempo não vem me fazer uma visita.

- Pois é, pois é. E como vai a mulher?

- Com a mesma braveza de sempre, é claro -   disse ele, entre risadas. -Deixa eu adivinhar, precisando de afiadores novos? Já estava na hora

Teddy concordou, animado. Parecendo se lembrar só agora que estava acompanhado de Ronan, apresentou-o, meio atrapalhado.

- Ah, esse é o Ronan, veio olhar umas espadas. Ele está ficando com a gente lá na Dolores.

- Olá, Ronan. - respondeu o homem, de forma simpática- Fique à vontade.  

O lugar não era muito grande, mas tinha um enorme variedade. Era possível ver armas Ninja, opções para atiradores, machados, luvas de boxe, manoplas, chicotes, facas, lanças e, claro, o paraiso dos espadachins. Era possível ver: Katana, Cimitarra, Gladius, Rapieira, Florete, Sabre e Falchion, Boardsword, Jian, Longsword, Royal Sword, Dao, Dadao, Claymore, Shanshir e Cutlass. Cabia agora a Ronan decidir como convencer o tal Faramir a lhe dar uma oportunidade.

Legendas:
 

Histórico de Ronan:
 


Maya


Quando a jovem acordou, já acendendo um cigarro, foi determinada em direção a biblioteca. Afinal, apesar do cansaço, estava ali para estudar. O bibliotecário do dia era um senhor mais velho, parecendo estar com sono.

-  Curso de leitura labial? - perguntou ele, confuso. -  Não faço ideia do que está falando, minha filha. Veja com a Bia, ela está organizando uns livros na sessão três.

Quando Maya repetiu as mesmas perguntas a tal Bia, uma jovem moça de longos cabelos negros, ela fez a mesma expressão confusa. Provavelmente leitura labial não é uma habilidade muito comum.

- Não acho que exista algum curso formal sobre isso. - disse a jovem, com sinceridade. - - Mas deixe me ver se temos algum livro com esse tema, talvez te ajude.

Após procurar em um catálogo, por longos minutos, achou um título. Mostrou para Maya, animada:

- Olha só, esse parece servir: "Desvenda todas as conversas", com a sinopse: "Cansado de ficar sozinho em mesas de bar sem entender o que os outros conversam? Mate sua curiosidade. Aprenda aqui técnicas eficazes de linguagem corporal, leitura labial e expressões padrões!". Parece que está na estante 7, sessão 231.

Bia então seguiu até a estante explicada, mas o livro não estava lá. Procuraram em outros lugares, mas nada de encontrar. Foram até o velho de novo, pra ver se havia algum registro.

- Ele foi emprestado, a uma semana. Tenho o endereço da mulher que pegou. As vezes ela é uma especialista, né? Talvez possa te ajudar, mocinha. O nome dela é Dolores.

Com o nome e um endereço no papel em suas mãos, Maya seguiu em direção ao local. Quando saia da biblioteca, se prestasse atenção, veria Ronan (o jovem da noite anterior) passando do outro lado da rua, acompanhado de um cara musculoso e alto.

O endereço levava a uma casa simples e discreta, que quase se misturava a paisagem. Não havia campainha, apenas uma porta de madeira e uma janela, onde não era possível ver nada do que acontecia lá dentro. Também não era possível ouvir qualquer barulho, mostrando que estavam todos silenciosos lá dentro ou a casa era feita para conter todo e qualquer som. De toda forma, Maya não havia conseguido alguém para dar um curso ainda: o que chegou mais perto foi de uma mulher, essa tal de Dolores, que por acaso pegou um livro sobre o assunto na biblioteca. Era um tiro no escuro.

Pelo menos, Maya sabia atirar muito bem.

Histórico de Maya:
 


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Warn : Capítulo I: Benção - Página 3 10010
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptySeg 01 Out 2018, 23:05


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Ah, esse cheiro.. Como em uma passagem de um livro infantil, os pássaros me traziam um bom presságio, seria naquele dia que eu me tornaria o homem mais importante do mundo, mostrando toda a minha grandiosidade? Talvez. Mas enfim, Dolores parece uma enciclopédia de Las Camp, ela sempre me ajuda com as informações ou sabedorias que eu preciso, eu realmente devo algumas a ela. Mas pelos cinco mares, quem é que lê um livro de capa vermelha e AVELUDADO? Isso certamente é algo que até minha brilhante mente não conseguiria entender tão facilmente. Dolores conhecia Saruman, quem diria? Mas diabos, ter que convencer aquele cara seria uma merda, eu realmente não sou tão bom em lidar com pessoas mas, eu sou o Ronan, porra! Eu posso aprender! Psicologia, psiquiatria... Quem sabe? Minha conversa com Teddy foi rápida, um ânimo se instaurou em mim, a possibilidade de eu poder voltar a praticar as minhas espadas chegava a quase liberar a adrenalina em meu corpo, fazia dias que eu não escutava o braulho do tilintar de minhas espadas. Foi meio estranho quando o grandalhão que se encontrava todo suado pelos exercícios físicos, apenas secou o suor com um pano e vestiou novamente sua camisa, o cheiro daquela mistura de suor seco com corpo quente provavelmente não seria de agradável odor, mas quem sou eu para julgar a higiene pessoal de alguém. Durante o caminho, o cheiro oriundo do Teddy foi substituído por um deveras mais prazeroso, o de Maya. A vontade de falar com ela era gigante, mas a ânsia pelo meu grande objetivo e estava subindo mais um degrau em sua direção e nem aquele anjo na terra poderia tirar minha atenção disso, naquele momento. A primeira impressão que tive de Faramir fora boa, talvez pelo costume ao negócio, ele se mostrava simpático a uma primeira vista, a variedade de armas na loja era notável, eu estava no local correto. Com a informação que Teddy havia me passado um pouco antes, iniciei minha conversa com o vendedor.

— É um prazer, meu abençoado. — diria segurando a parte frontal de meu chapéu entre meu dedo indicador e o dedão, fazendo um leve movimento pendular horizontal com o meu chapéu, em sinal de cumprimento — Então meu querido, como o Teddy disse, eu to precisando de espadas, tá ligado? Na verdade, eu preciso de duas. — diria fazendo referência gestual as duas bainhas vazias presentes em minha cintura — Só que tem um problema aí... Eu to sem grana, é uma merda mas é isso, o Teddy comentou comigo que você ta precisando de alguém pra ficar aqui na parte da noite e eu acho que eu dou conta, tá ligado? Se você quiser testar as minhas habilidades, eu entendo... — diria fazendo a minhas gesticulação braçal clássica e completaria — E como pagamento, eu aceitaria as espadas, tá ligado? E é eu precisaria delas adiantadas para garantir o serviço — terminaria dando um sorriso "sapeca" no estilo "hehehe".

Se Faramir pedisse uma demonstração simples, pediria uma espada emprestada para demonstrar minha habilidades brandando minhas espada contra o vento, girando em volta do meu próprio eixo e fazendo movimentos de esgrima que demonstrassem minha habilidade com a lâmina.

Caso Faramir quisesse fazer um combate amistoso comigo, aceitaria, pedindo a espada de treino ou a real, me posicionando para um embate um contra um. — Tranquilo, só preciso de uma espada... —

Passadas eventuais provações, por ainda ser de manhã, perguntaria a Faramir a que horas eu deveria voltar a loja para começar a minha vigília — Beleza então chefe! Que horas eu devo chegar aqui? Eu tenho que pegar um livro na biblioteca, se tu quiser que eu fique aqui desde agora, só peço para me liberar que eu vou lá rapidinho, é vap-vupt! — diria sorrindo e gesticulando com os braços.

Na minha cabeça, lidar com Saruman agora não seria uma boa ideia, estou a mercê demais das pessoas, preciso me virar um pouco e tenho certeza que na biblioteca possui algum livro que possa ser do meu interesse. Psiquiatria, entender melhor as pessoas será muito útil para mim.
Sendo liberado de alguma forma da loja de armas, caminharia até a biblioteca, afim de obter um livro que me ensinasse psiquiatria, caso eu não soubesse a localização, perguntaria a pessoas na rua — Coé, tu sabe onde fica a biblioteca? — e agradeceria caso obtivesse a informação — Valeu meu queridx — se eu não obtivesse a informação de primeira, continuaria perguntando até obter-la.

Na biblioteca, me dirigiria ao bibliotecário que cuidava do empréstimo de livros, tentando localizar-lo pela bancada típica de bibliotecas onde residem os blibliotecários que efetuam essa função — E aí, beleza? Meu nome é Ronan e eu to precisando de um livro — sorriso simpático acompanharia minhas palavras — Eu gostaria de um livro que me ensinasse tudo, ou quase tudo sobre psiquiatria, tá ligadx? — gesticulando com os braços. Recebendo a informação, perguntaria como funciona o empréstimo de livros — E como funciona essa parada de pegar livro emprestado? — caso eu precisasse pagar perguntaria o preço — Quanto é? — e então, pegaria o valor no bolso, caso eu tivesse. Não tendo o valor, tentaria barganhar o empréstimo — Pô, infelizmente isso aqui é tudo o que eu tenho, tá ligadx? Eu realmente queria poder pagar essa parada, mas eu não tenho, se tu puder quebrar essa ai pra mim, serei eternamente grato... — diria com um sorriso simpático a pessoa. Caso eu não precisasse pagar e só fosse necessário seguir algum tipo de burocracia, seguiria conforme fosse pedido, com dados ou o que mais fosse necessário de minha pessoa.

Com o livro em mãos ou não, eu voltaria na hora previamente combinada a loja de armas, me apresentando ao Faramir — Coé chefe, to pronto! Só me passar o esquema e as espadas que comigo ta seguro! — daria um sorriso confiante e esperaria as instruções.

Após a instruções, Ronan se comportaria da seguinte forma durante a vigília:
Caso Faramir não tivesse especificado um local para eu ficar, me posicionaria no local central e mais amplo da loja e usaria de meu olfato aguçado para detectar qualquer tipo de pessoa indesejada que tentasse entrar na loja, atentando-me para os cheiros das pessoas conhecidas, afim de não cometer equívocos. Caso um assaltante invadisse a loja, eu confrontaria ele — Coé meu bom, escolheu a loja errada pra roubar, porra! É o Ronan que ta aqui nessa porra, vaza daqui ou tu vai rodar, tá ligado?! — falaria de forma ameaçadora para que o assaltante desistisse da empreitada, caso não funcionasse, Ronan entraria em luta corporal com o indivíduo.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptySeg 01 Out 2018, 23:39




Não imaginei que fosse tão esquisito assim, pra mim é tão natural querer saber esse tipo de coisa, achei muita graça na reação do senhor bibliotecário. Não faço ideia do que está falando sua louca! Não lembro muito da presença dos meus avós ao crescer, mas com certeza aquele senhor me fizera pensar neles.
Confesso que fiquei um tanto feliz por descobrir que não tem um curso formal sobre leitura labial, era tudo o que eu queria, dar um tempo de salas de aula e professores rabugentos.

Olha só, esse parece servir.

A moça que estava me ajudando veio animada com um livro na mão dizendo seu título e EXATAMENTE! Nunca vi um jeito mais sutil de falar sobre fofoca. “Cansado de ficar sozinho em mesas de bar sem entender o que os outros conversam?” SIM. Chega a ser engraçado, mas, essa habilidade com certeza tem outras utilidades. Imagina eu no meu barquinho, olhando de longe um inimigo, ou até a marinha, daí claramente consigo ler de longe (porque afinal minha visão também é ótima) tudo o que eles estão falando e posso antecipar alguma reação e bum, acabei com eles. E ainda tem o plus que é realmente saber sobre todas as conversas das mesas de um bar! Eu acho que o bibliotecário e a moça Bia, não devem ter pensado por esse lado, tenho certeza, até tive vontade de explicar, mas pensei que talvez me achariam mais esquisita ainda.

Ele foi emprestado, a uma semana. Tenho o endereço da mulher que pegou. As vezes ela é uma especialista, né? Talvez possa te ajudar, mocinha. O nome dela é Dolores.

Espero que seja. Ouvir o título do livro me deixara mais animada ainda, por ser tão engraçado, ficara ansiosa para ler. Segurei aquele endereço nas mãos como se fosse ouro, e me dirigi aquele local o mais rápido possível.  

Ah... quando eu conseguir aprender isso, só vai faltar mais uma matéria, que realmente me interessa, e finalmente eu vou poder me enfiar em algum barco e sentir o cheiro de água salgada todo dia...

Passaria o caminho inteiro pensando nas possibilidades do que fazer com o que aprenderia, olhando o número das casas, sem dar muita atenção para o acontecia na rua.

Ao chegar, o silêncio chamaria atenção e o fato de não ter campainha também. Permaneceria alguns segundos de frente a estrutura procurando rapidamente algum movimento. Nem um pio sequer nessa casa... Dolores... Será que é uma senhora silenciosa que mora com seus 80 gatos silenciosos? Bom... aqui vou eu.

Bateria na porta da residência procurando não ser fraca demais nem muito agressiva. Por achar a casa muito silenciosa, não esperaria muito para bater de novo caso não respondessem nas primeiras vezes. Se ninguém me atendesse, ficaria a esperar alguém aparecer em frente à entrada, apoiada em uma parede ou sentada no chão mesmo.

Caso abrissem a porta, ajeitaria meu cabelo para trás, tentando parecer agradável — Oi, aqui é a casa da Dolores? — Se fosse a própria a me responder — Ah sim, tudo bem? Prazer, me chamo Maya Snow. Eu acabo de vir da biblioteca, — apontaria rapidamente para direção por onde vim e continuaria gesticulando — onde me deram seu endereço, porque estava à procura do livro "Desvenda todas as conversas" que a pessoa que trabalha lá me disse que estaria com a senhora — ficaria atenta na sua expressão para ver se não estaria parecendo muito abusada ou sendo um incômodo — Eu tenho grande interesse em aprender a habilidade de leitura labial, e pensei que talvez a senhora pudesse saber algo sobre ou até ser uma especialista — lembraria das palavras da moça da biblioteca.

Se Dolores parecesse receber bem minha abordagem, continuaria — Então, dito isso tudo — diria rindo um pouco de mim mesma por achar que falei demais — gostaria de saber, caso a senhora tenha esse conhecimento, se poderia me ensinar de alguma forma, seja cobrando algum valor e eu me ajeito pra pagar, ou algo que eu possa fazer para compensar... ou só me ajudar... — terminaria com um sorriso no rosto.

Aceitando minha proposta de alguma forma, ficaria evidentemente muito animada — Meu deus, muito obrigada! Não sei onde eu me meteria para aprender isso se não fosse por você! Obrigada por não me achar muito esquisita também, e desculpa qualquer coisa! Como podemos fazer? — ouviria com atenção todas instruções de Dolores e diria ao fim — Obrigada mesmo.

Se marcássemos algum horário específico em outro momento, eu sairia satisfeita da casa de Dolores e iria em direção ao bar mais próximo tomar alguma coisa para comemorar minha pequena vitória. Caso os ensinamentos começassem naquele mesmo momento, seguiria Dolores por onde ela fosse, atenta a todas as palavras que me dissesse procurando absorver todo conteúdo possível.

Caso a mulher parecesse desconfortável, pouco interessada, recusasse minha proposta ou expressasse não ter conhecimento suficiente para ser capaz de me ensinar — Hm... Então quando a senhora irá devolver o livro? Para eu poder pegar em seguida — Após a sua resposta, agradeceria novamente, e voltaria para a biblioteca.

Se não fosse Dolores a atender a porta — Ah... Você sabe por onde ela anda ou que horas ela volta? Gostaria de falar com ela sobre um livro que ela pegou emprestado na biblioteca — Me indicando o paradeiro da mulher, agradeceria — Obrigada! Meu nome é Maya viu — e iria imediatamente ao seu encontro e repetiria o diálogo acima tentando fazer com que me ensinasse. Caso a pessoa não me desse uma direção, apenas a hora de sua volta, ou nem isso, aguardaria ali mesmo pela calçada o seu retorno, agradecendo da mesma forma.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyTer 02 Out 2018, 09:07




Narração

Ronan


- É cada uma que você apronta pra mim, em grandão? - Disse Faramir, olhando para Teddy de forma brincalhona. O outro homem apenas deu nos ombros, com a expressão de "não tenho nada haver com isso". O dono da loja se virou para o químico. - Posso levar sua proposta em consideração, caro Ronan. Confiando que sua palavra seja verdadeira e sabendo que, se me enganar, vai pagar caro... Podemos fazer uma semana de teste.

Ronan então perguntou, animado, que horas deveria retornar loja. Explicou que tinha que pegar um livro na biblioteca e disse que voltaria assim que necessário.

- Que horas? Bem... – ele observou Ronan com atenção, parecendo procurar algum detalhe. Sem encontrar, abriu uma gaveta embaixo de si e tirou um objeto pequeno, jogando-o para o jovem. - Fique com ele, emprestado. Te espero aqui exatamente às 18:00, que é quando eu fecho a loja, e te explico os meus planos para esse vigia noturno.

Objeto:
 

- Sobre as espadas, pode escolhe duas entre as que estão naquela estante. – disse ele, apontando para o lugar onde ficava as katanas – Fique à vontade para ir na tal biblioteca depois disso.

Espadas:
 

Seguindo pela rua, pediu informação a uma senhorinha que apontou a localização da biblioteca com dificuldade. Quando chegou até o lugar, pediu ao velho bibliotecário informações sobre onde acharia um livro de psiquiatria.

- Ficam na sessão de medicina, meu filho. - disse o senhor, apontando para o centro da biblioteca. – Estante cinco, terceira coluna. Vai achar muitos livros desse tipo.

Ao perguntar sobre como funciona o empréstimo, ele deu um sorrisinho.

- Não precisa pagar. É uma biblioteca pública, você leva, assina e trás de volta quando terminar. Mas não ouse ficar com os livros, é um crime. Melhor não desobedecer. Pode levar até três livros por vez.

Seguindo para a sessão indicada, Ronan perceberia muitos livros de psicologia e psiquiatria:

Livros:
 

Tendo que escolher três opções entre tantas possibilidades da psicologia e vendo, logo abaixo, outros de livros da área da saúde falando sobre doenças, remédios, anatomia humana, primeiros socorros e muitos outros exemplares, perceberia que a biblioteca de Las Camp era mais rica do parecia ser.

Histórico de Ronan:
 


Maya


Animada para ler o tal livro, que parecia bem interessante para seus objetivos, Maya seguiu até a casa da mulher. Batendo na porta pela primeira vez, demorou apenas alguns minutos para que uma jovem de cabelo rosa, com muita cara de sono (ou de ressaca) atendeu a porta enquanto comia um enorme pão com mortadela.

- Posso ajudar? -perguntou ela, com a boca cheia de pão.

Jovem:
 

Maya explicou que procurava Dolores, explicando que era a respeito de um livro que ela pegou na biblioteca. A jovem apenas bocejou e abriu totalmente a porta, com preguiça, falando, "entra, entra. Ela está no quarto dela".

Indicando o caminho para Maya, a jovem navegadora foi encontrar a tal Dolores sentada em uma mesa em seu quarto, fazendo anotações. Parecia estudar, bem concentrada, demorando para notar que alguém havia aberto a porta.

- Essa moça, a Mara, tá querendo saber alguma coisa de algum livro de alguma biblioteca - explicou a jovem de cabelos rosas, sem paciência, fechando a porta atrás de si e deixando Maya sozinha com Dolores.

- Livro? Qual livro? – perguntou a mulher, fechando seus estudos e dedicando sua atenção a garota de cabelos brancos. Ela apontou para a própria cama. -  Sente-se, me conte melhor.

Dolores:
 

A jovem então explicou que se chamava Maya Snow e que estava a procura do livro "Desvenda todas as conversas", pois estava muito interessada em aprender a habilidade de leitura labial. E que gostaria de saber de Dolores era uma especialista e poderia ensiná-la de alguma forma, mesmo que cobrasse algum valor ou exigisse algo em troca.

- Ah minha querida, sou uma leiga – disse ela, com um sorriso singelo. - Estou tentando aprender por pura pirraça, um amigo próximo é fantástico em leitura labial e não suporto mais ele se vangloriando de descobrir todas as conversas antes de mim. Mas é bem por curiosidade, sabe? Não é como se eu quisesse desenvolver essa habilidade...

Ela então se levantou, colocando um casaco e pegando sua bolsa. Também passou um batom e pegou um pequeno embrulho no guarda-roupa.

- Ele mora sozinho, a casa não fica longe daqui. Vou com você até lá, estou mesmo precisando entregar algo pra ele. – Ela ajeitou o cabelo, a roupa e pegou o livro, lhe entregando -  Tome, acabei de ler essa manhã. Só não esqueça de devolver, se não o velho arranca minha cabeça.

Com um sorriso, caminharam juntas até a casa do homem. Dolores tocou a campainha e foi recebida com um selinho demorado. O homem era muito bonito, com um olhar levemente arrogante e entediado, mesmo quando sorria. Seus cabelos eram pretos e longos e seus olhos eram cinzas e insondáveis.  Usava um sobretudo preto aberto, sem camisa por baixo, mostrando um peito repleto de tatuagens de prisão.

Gale:
 

- Gale, essa é a Maya. Essa jovenzinha está muito interessada em Leitura Labial.- Dolores sorriu, dando uma piscadinha para a jovem de cabelos brancos. Em seguida, entregou o pacotinho para o homem. - Aquele presente que me pediu. Já estou indo. Não assuste a garota, eim?

Com outro beijo de despedida, Dolores deixou Maya com o homem. Ele esfregou os olhos, como se estivesse acabado de acordar, e analisou a jovem com atenção.

- Por que quer aprender Leitura Labial?

Histórico de Maya:
 


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Última edição por annavitoria em Qua 03 Out 2018, 15:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyTer 02 Out 2018, 20:29


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Faramir era mais simpático do que eu podia esperar, o relógio de bolso que ele havia me emprestado era demais! Esse é o tipo de coisa que eu gosto muito, cai muito bem com no meu estilo, que cara foda. Eu peguei duas Katanas, coloquei em minhas bainhas e fui em direção a biblioteca onde também fui muito bem recebido, parece que aqueles passarinhos traziam mesmo um bom presságio. O cheiro da biblioteca era como carinho para mim, eu me sentia em casa, a avidez pelo conhecimento havia tomado conta, era hora de alimentar a minha mente.

— Ahn, vamos ver... O normal e o patológico... O eu e o inconsciente... Carta sobre o humanismo... Interessante. Show porra, já sei quais eu vou levar — Pensaria brevemente e pegaria o primeiro livro — Introdução à filosofia, é claro porra, tudo tem um começo — passaria os dedos pelos livros postos nas estantes até chegar ao próximo título desejado — Psicopatologia da Vida Coti... Freud? Acho que já ouvi esse nome em algum lugar... —  por fim, pegaria o último livro que desde o começo tinha certeza de que iria levar  — e é claro, este aqui, Gestalt-terapia! —

Com os livros embaixo do braço, checaria o horário no relógio fornecido por Faramir, tentando me programar mentalmente para não me atrasar.
— Beleza, eu tenho x horas pra estudar, é só eu ficar atento no horário e... Ah porra, eu com certeza vou vacilar e vou perder esse horário, eu sou distraído pra caralho, mas a minha genialidade me faz reconhecer esse meu defeito e (porra Ronan, para de ser achar[CARALHO IRMÃO, JA FALEI PRA TU NÃO SE METER AQUI]) eu não quero me atrasar no primeiro compromisso com alguém que ta sendo tão maneiro comigo... — pensaria cutucando meu queixo com o meu dedo indicador, mostrando estar pensativo Já sei porra! Vou falar com o bibliotecário! —

Então me dirigiria até o bibliotecário, com um enorme sorriso no rosto de felicidade pelos livros — Coé meu querido, sabe, eu não to querendo te incomodar mais que o necessário, mas se você puder me ajudar eu serei muito grato — diria ainda mantendo um sorriso — A parada é que eu sou muito distraído, tá ligado? Eu tenho um compromisso hoje as 18h e eu to com muito medo de perder a hora enquanto estudo um pouco o que tem nesses livros, indo direto ao assunto, se não for muito inoportuno para o Senhor, chefe, o senhor poderia me chamar quando fosse 17:30? — terminaria com um sorriso sem graça, com receio de estar sendo inconveniente. E, após a resposta, assinaria os papéis necessários para efetuar o empréstimo dos livros.

Sendo a resposta positiva, agradeceria de qualquer forma — Valeu chefe! Você é brabo! — se a resposta fosse negativa:
— Ah tranquilo Chefe, eu entendo, valeu! —

Então, com a reposta negativa, eu tentaria ficar atento ao relógio, colocando ele aberto logo em cima do livro que estivesse vendo, para que assim eu não esquecesse totalmente de sua existência.

Com a resposta positiva, eu me sentaria em uma mesa perto do bibliotecário, para facilitar quando ele me chamasse e, mesmo com a sua ajuda, eu não deixaria de olhar eventualmente no relógio afim de verificar as horas de qualquer forma e controlar o horário por mim mesmo, caso o bibliotecário esquecesse.

Em qualquer uma das hipóteses supracitadas, eu tentaria tirar o máximo de informação dos livros no tempo que eu possuía.

Chegando na loja após fazer minhas coisas na biblioteca, caso eu ainda não tivesse aprendido o suficiente sobre psicologia, ainda estaria com os livros que eu havia pego na biblioteca, pensando numa eventual oportunidade de estudar durante a minha estadia na loja do Faramir. — Eae chefe, quais são as ordens? — tentaria prestar o máximo de atenção no que Faramir me falasse, me atentando aos mecanismos que ele já utilizava normalmente para detectar invasores. — Show de bola, entendi! — então, me comportaria e posicionaria conforme ele havia me instruído.

Eu teria muito tempo ocioso durante a noite, estudar era uma boa opção mas se eu ficasse compenetrado demais no livros, certamente aumentaria a chance de ser pego desprevenido em uma situação adversa, então, o que eu poderia fazer? Mas é claro! Eu vou treinar a minha mão ruim, a esquerda!

Sendo assim, durante o período de vigília, eu utilizaria o espaço disponível dentro ou em algum ponto propício no entorno da loja para buscar a ambidestria, utilizaria a minha mão esquerda para treinar com a espada, fazendo golpes e manejos no ar de dificuldade baixa-média, caso houvesse algum tipo de boneco de treino, provavelmente usaria ele para a pratica também, com a adrenalina e a endorfina liberadas em meu corpo durante o treinamento, esperaria que meus sentidos ficassem mais alertas, sempre atento ao cheiro, pela minha característica, afim de perceber com antecedência a aproximação de um invasor.

Caso algum invasor adentrasse a loja, diria de forma ameaçadora:
— Coé meu bom, escolheu a loja errada pra roubar, porra! É o Ronan que ta aqui nessa porra, vaza daqui ou tu vai rodar, tá ligado? — afim de coagir o bandido a desistir da empreitada.

Caso isso não funcionasse e um combate fosse iniciado, eu trocaria a espada de mão e me preparia de forma defensiva para a luta.

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Última edição por ripperox em Qua 03 Out 2018, 15:32, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyTer 02 Out 2018, 21:18




Uma vez me disseram que era muito feio falar de boca cheia, eu ignorei pois estavam falando de mim, mas, ao ver a cena daquele pão com mortadela todo babado amassado me atendendo na porta, confesso que foi impossível não concordar. Pelo lado bom, sem precisar insistir muito e aparentemente de boa vontade, essa pessoa tinha me convidado para dentro da casa e me levado diretamente a Dolores, que era exatamente NADA parecida com a senhora dona de 80 gatos que eu havia imaginado antes. Parecia bem focada em seus estudos quando entramos em seu quarto, estava a ponto de me sentir mal por estar incomodando, quando já fui sendo anunciada com certa pressa.

Ah pronto. Me diverti nas palavras daquela mulher de cabelos rosa, que por sinal eram muito bonitos diferente do meu branco sem graça. Meu nome é Mara agora.

Após me apresentar e esclarecer minhas intenções a Dolores, a mesma me dissera que não sabia tanto sobre o assunto, estava a base da curiosidade, e algo sobre saber mais que um amigo próximo. Eu entenderia completamente. Então, estava pronta para pensar em outra possibilidade quando ela começara a se arrumar, hmmm amigo próximo, e dissera que me levaria a casa dele, botando um livro em minhas mãos. Era o livro que eu queria.

Lá estava eu novamente de frente a casa de alguém torcendo para que essa pessoa me ensinasse algo. Após ficar sem saber pra onde olhar durante o cumprimento demorado dos dois a minha frente, hmm, Gale, o amigo próximo, sorriria para o homem enquanto Dolores me apresentava e piscava para mim. Ficara um tanto curiosa para saber o que era aquele presentinho mas quem sou eu pra querer alguma coisa agora.

Não assuste a garota, eim? — Tentaria sussurrar um pequeno "obrigada" enquanto a mulher se despedia e fosse embora.

Talvez fosse um pouco tarde para esse pedido. Gale parecia muito intimidador, tendo intenção de ser ou não. Parecia, para mim, ser pouco vaidoso, apesar da boa aparência. Tentaria entender as tatuagens em seu peito, mas me cuidaria para não passar a impressão de que estava o encarando.

"Por que quer aprender Leitura Labial?" Sem nem dizer um oi, definitivamente intimidador.

Bom... — coçaria a garganta tentando parecer de boa para afastar de mim a sombra da intimidação. Já lidei com gente mais assustadora, e eu nem o conheço por que estou julgando? Vai que ele é um amorzinho... Nem eu acreditaria em meus próprios pensamentos.
Bom, a minha vontade é saber o que as pessoas estão falando de longe para eu poder antecipar alguma situação ou reação... — percebendo que minhas palavras pudessem soar confusas, completaria — É porque eu quero ser pirata. Quero ter um navio pirata, quero ir pra Grand Line e navegar os mares mais desafiadores. Eu sei que lá eu vou precisar me defender, então eu pensei que, como tenho uma visão aguçada, essa habilidade seria meu número exato para eu poder "prever" as ações dos meus "inimigos" lendo a conversa deles de longe do meu barco, sã e salva. — gesticularia as aspas.

Se minhas palavras fossem atentamente ouvidas e bem recebidas continuaria — E também porque é uma puta habilidade legal de se ter quando se está um lugar com muitas pessoas interessantes e as conversas mais interessantes ainda né. Enfim, você poderia me ajudar? Eu posso pagar, ou compensar com algum trabalho... o que precisar.

Caso Gale não me levasse a sério, fizesse pouco caso ou não me desse atenção ignorando minhas palavras, tentaria ser mais direta — Eu quero aprender, e se você puder me ensinar, eu estou disposta a pagar, seja com dinheiro ou algum serviço que eu possa fazer para retribuir.

Se o homem aceitasse me ajudar me dando valores, tendo dinheiro suficiente, eu pagaria. Caso não tivesse o suficiente, tentaria barganhar — Poxa, eu não tenho isso tudo agora. Não tem como eu fazer alguma tarefa pra você, ou ajudar de alguma forma que possa substituir esse valor?  

Conseguindo sua ajuda de graça, pagando ou realizando algum trabalho como moeda de troca — Cara, muito obrigada. Só mais uma pergunta, se não for abuso, por que você se interessou por Leitura Labial? — perguntaria na possibilidade de haver um outro lado, ou uma vantagem, dessa habilidade que eu não havia enxergado ainda — Ah sim, entendi. Interessante. Então como combinamos? — Ouviria atentamente as orientações do homem, inclusive se precisasse fazer algo para pagar pelo aprendizado, e anotaria mentalmente a hora se determinasse outro momento para começar os estudos. Se iniciássemos naquele instante, prestaria atenção em todas as palavras de Gale tentando ao máximo manter-me focada e não me distrair.

Caso Gale recusasse todas as minhas propostas e se recusasse a me ensinar — Tudo bem. Obrigada de qualquer forma, Gale. Mais uma pergunta, se não for abuso, por que você se interessou por Leitura Labial? — Depois de ouvir sua resposta, iria embora de volta para a biblioteca, pelo menos ainda teria o livro nas mãos.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 3 EmptyQua 03 Out 2018, 09:18




Narração

Ronan


Animado com os acontecimentos bons do seu dia, Ronan mal podia escolher entre tantas opções de livros. Acabou escolhendo Psicopatologia da Vida Cotidiana, Introdução à filosofia e Gestalt terapia. Já com livros no braço preparado para começar a estudar, perdeu-se em devaneios graças a sua personalidade distraída, temendo se envolver demais e perder o horário combinado com Faramir. Decidiu, então, contar novamente com o velho bibliotecário. Perguntou se poderia ser chamado às 17:30.

- Claro, meu filho. Não vou sair daqui. - respondeu o velho, com com um sorriso acolhedor.

Assim, Ronan sentou-se perto do homem, para ficar mais fácil de ouvir o seu chamado quando desse a hora. Assim, começou a tirar informações dos livros ao seu redor. Passou-se a primeira hora, a segunda, a terceira.... E, caso olhasse no relógio perceberia que já eram 13:00. Provavelmente continuaria estudando concentrado por horas a fio, mas uma mulher pareceu reconhecê-lo, parando na frente dele e o encarando por um tempo.  Quando ela viu que Ronan não a percebeu, chamou:

- Hey, você é aquele amigo da Grace, não é? - perguntou a mulher, sentando-se na sua frente. - Que estudioso. Está aprendendo o que?

A mulher em questão era uma recém conhecida de Ronan. Era meio difícil esquecer-se do corpo escultural e da beleza de Galadriel, que logo sentou-se na frente de Ronan, querendo puxar papo. Naquela tarde ela usava uma blusa vermelha reveladora que mostra muito de seus seios e uma saia solta que expôs suas pernas longas e delgadas com um símbolo verde adornado sobre elas. Ela também carrega um livro em mãos, "Tattoo Your Soul: A Dor E O Prazer De Ser Você Mesmo".

- Sabe, depois que saiu, Grace ficou explicando como você era bom em química e farmácia, que tirou de letra as explicações da Dolores. Aquela mulher é uma bruxa, você sabe, né? Deve ser difícil aprender com ela. - Galadriel nem parecia interessada em ouvir o Ronan teria para falar, queria mesmo era a chance de fofocar com alguém. Como estavam na biblioteca, ela falava baixinho, propiciando ainda mais a sensação de que estava fofocando segredos - Já falei milhões de vezes para Grace sair de lá, mas ela insiste em continuar. Eu não entendo. Você viu o cara que ela tá ajudando agora? Assustador! Ele é um ex-prisioneiro mega violento! Eu sei disso, porque tive a chance de ver e interpretar suas tatuagens de prisão. Aiai...

A mulher não parecia ter intenção de ir embora tão cedo, pois sentou-se confortavelmente e até abriu seu livro, esperando uma resposta de Ronan. O relógio aberto em sua mesa marcava 13:24. Seria possível continuar seus estudos com tal distração?

Histórico de Ronan:
 

Maya


Refletindo sobre os bons modos da jovem de cabelo rosa, Maya (ou seria Mara?) foi levada até Dolores, que para sua surpresa não era nada parecida com o que havia imaginado. Entendendo que a mulher era uma leiga e se divertindo com a situação de "amigo próximo", se viu novamente em frente à casa de um desconhecido para pedir auxílio. Curiosa com o presentinho entregado e um pouco intimidada pela aparência e personalidade do homem, Maya começou a explicar os motivos de desejar aprender leitura labial.

- Hum... - ele comentou, após ouvir tudo que a jovem havia explicado.- Tá bom, entra aí, vamos ver o que podemos fazer.

Abrindo a porta completamente, o homem deu espaço para a garota entrar, revelando uma sala limpa e bem arrumada. É natural querer morar em um local legal. Algo planejado, que combinado com sua personalidade, que transforme aquele espaço em uma espécie de refúgio para descansar. Mas Gale parecia ter levado seus desejos em relação ao imóvel mais a sério que o resto das pessoas. Sua casa era simplesmente fascinante. Se Maya parasse para observar, perceberia que cada detalhe, seja a entrada das tomadas ou o mais singelo item de decoração, parecia ter sido cuidadosamente pensado. Sentaram-se em um sofá espaçoso, vermelho e confortável. Maya explicou que estava disposta a pagar, seja em dinheiro ou serviços variados. Gale riu.

- Não preciso de dinheiro. A herança que recebi faz isso por mim. - ele então olhou Maya por alguns segundos com muita atenção, mantendo um sorriso levemente perverso nos lábios - O que eu aceitaria em troca você não poderia me oferecer.  Mas vou te ensinar, porque estou entediado, e você fica me devendo um favor. Pode ser?

Maya então agradeceu e perguntou de onde surgiu o interesse em Leitura Labial. O homem a encarou por um tempo, decidindo se contava ou não. Depois, deu nos ombros e explicou, com um tom desinteressado.

- Foi por sobrevivência. Fui preso por alguns anos e aprendi tudo sobre leitura labial observando os malditos guardas. Fiquei sabendo do que contavam uns para os outros e comecei a usar alguns segredos como moeda de troca. De forma muito calculada, é claro. Por exemplo: um imbecil de patente baixa falava mal do superior. Quando ele vinha me dar uma surra simplesmente por diversão e poder, eu usava esses segredos para fazer com que parassem. As vezes dava errado, por ser algo irrelevante, e eu me fodia ainda mais por ter ameaçado um guarda. Mas a maioria das vezes eu tinha um resultado positivo. Até que entendi algo bem cabeludo dito por um superior, capaz de provocar uma rebelião em toda a prisão, que consegui negociar minha soltura 3 anos antes do tempo previsto.

Maya escutou o relato do homem com atenção, tentando ver alguma outra possibilidade ou vantagem nessa habilidade. Em seguida, perguntou como iriam combinar essas aulas.

- Bem, estou com fome. - disse ele, se espreguiçando. - Vamos caminhar juntos pela cidade. Primeiro, em um café. Depois, na praça mais movimentada que acharmos. Assim eu vou te treinando.

O homem se levantou, indo até o quarto, vestindo uma camisa social branca que escondia suas tatuagens e deixava sua aparência mais arrumada. O cabelo continuava bagunçado e com volume, mas provavelmente era seu jeito de usá-lo. Abriu e porta e convidou a jovem a segui-lo.

off:
 

Histórico de Maya:
 


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Capítulo I: Benção
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