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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptyDom 9 Set 2018 - 19:31

Relembrando a primeira mensagem :

No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Gallore Strange e Kisame. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
Pirata
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySeg 15 Out 2018 - 19:51

No momento em que os olhos de Gallore se encontravam com os de Marianna, o jovem podia sentir quase que todo o medo que a menina sentia. Mesmo com suas palavras de tranquilidade, ela não parecia passar de um animal indefeso, o qual não tem nem capacidade de chorar, só de sentir a sua fragilidade.

Enquanto o ruivo a levava ao quarto doo lado contrário do corredor, para protegê-la dos tiros de canhão, sentia o quanto ela estava tremendo, e ele sabia que tinha alguma ligação com a perda de sangue, mas tinha certeza que era muito mais pelo terror da situação. Ela olhava para o espaço sem o braço, mas já não era possível transmitir mais temor. Era puro, ardido, e real medo.

Mas ela segurou a arma que ele colocara em suas mãos, e balançou a cabeça com um movimento curto como quem entendeu, mesmo no estado em que estava. Ela se juntou as costas na parede e se encolheu enquanto o boxeador saia para seu salto da morte.

Strange voou por um instante. Ele sabia que poucos humanos normais conseguiriam aquele salto. A dúvida era: Gallore era um destaque entre os comuns, ou já estava se tornando sobre-humano?

Deixando questionamentos filosóficos de lado, apesar da estrategia de usar a adaga de Lan para se prender, isso não impedia com que ele chapasse seu corpo contra a madeira do casco. Não fez muito barulho, mas ele tinha de admitir que doeu um pouquinho. Nada que o atrapalhasse.

Uma escotilha logo ao lado foi sua porta de entrada para uma cabine. De porta fechada, uma cama, uma escrivaninha e cadeira, era um quarto totalmente normal, mas majoritariamente pintado de preto. E o único homem ali, que colocava sua máscara, como se estivesse se preparando para batalha, sequer tinha tempo de reação: um uppercut bem em seu queixo, antes que pudesse até entender o que estava acontecendo, o desmaiava.

Strange encontrou em cima da escrivaninha um pequeno mapa que mostrava todas as ilhas da Grand Line, mas que não poderia ser usado de referência para navegar, o garoto deduzia com suas quase nulas habilidades de navegação. Na verdade, tratava-se de um mapa do Expresso Oceânico, com rabiscos adicionando as ilhas que faltavam, e várias delas marcados pela mesma coisa: um X vermelho.
"Mapa":
 

Ele se transvestiu de um dos adversários, pegando as roupas todas pretas, o chapéu, e até a máscara. Pegou também um revólver negro carregado que o homem portava. Mesmo que ele não fosse um mestre em disfarces, poderia dizer que estava convincente. E ele se sentia convincente.

A porta se abriu rápido, e uma pequena figura, de talvez uns 15 centímetros de altura, com roupas pretas como dos homens, mas mais tecnológicas, como se fossem uma armadura, e com uma espécie de pequeno rifle, também no estilo tecnológico, já vinha falando. Contudo, apesar da tecnologia, possuía a mesma máscara que os outros homens.
Imagine com a Máscara:
 

- Atenção homem... - Ele dizia isso, mas fazia uma pausa, como se estranhasse algo. Por sorte, o inimigo de quem Strange roubara as roupas e máscara havia desmaiado do outro lado da cama, e o anão não notava. Não passavam de suspeitas. - Bem... Hora de ativar o HCD-3000. Venha, não posso usá-lo sem meu co-operador.

E se Strange o seguisse, por dentro da embarcação negra quase que vazia, iria para uma sala onde um canhão totalmente tecnológico estaria apontado para um janela, contra o barco do grupo. Era enorme. E Gallore sequer sabia como operá-lo. Apesar de suspeitar, o anão prefiria não arriscar, aparentemente. - Olha que beleza... O Hiper Canhão de Desintegração 3000!! - Ele parecia emocionado com aquilo, apesar de não ser possível ver seu rosto.

Já Coldraz, no convés da Walrus, parecia estar começando a associar que a Grand Line era MESMO um lugar de coisas loucas. E, diante de tanta loucura, ele não podia ficar parado, não é mesmo?

O bojutsu parecia saber o que estava fazendo, e atirou com o canhão contra os inimigos. Nunca saberemos se por um momento de iluminação divina, sorte de principiante ou pura cagada, Coldraz conseguia, apesar de não atingir nenhum dos inimigos em si, acertar a bola de canhão no parapeito do navio inimigo, que explodia, fazendo também com que uma das "pontes" baixadas sobre o navio dos caçadores caísse.

Com ela, por consequência, caia um último dos atiradores no mar, que não havia tido tempo de pisar na escuna do Príncipe dos Mares, e gritava até chegar na água, contrastando seu grito com a exclamação do próprio Kisame para o único homem que havia ficado no barco inimigo, aquele dos insetos.

Por algum motivo, os últimos inimigos dos caçadores costumavam não ser homens (peixes, demônios, sei lá) de muitas palavras, e o homem não respondia, ficando de braços cruzados. O tritão avançava contra os homens no convés, e com sua técnica atravessava o peito de um espadachim, que só tinha tempo de causar um leve corte de poucos centímetros no abdome de Kisame, que apesar de ser pequeno, começava um leve sangramento.

Mas o Príncipe dos Mares, mesmo com seu adversário tendo sido quase totalmente abatido, mantendo-se só com leves gemidos de dor, deu-lhe a mordida que arrancaria sua máscara e parte do rosto, possivelmente matando-o. O tritão mantinha o inimigo atravessado por sua espada, sentindo o pulsar do coração em sua lâmina até que este parasse, e usaria de escudo humano para evitar tiros.

Avançando contra o próximo, um atirador, Kisame jogava o corpo sobre ele, o que dava a oportunidade perfeita, em um movimento quase que conjunto, para o ataque de Coldraz em meia lua, que acertava também adversário com rifle.

O Stirne queria pegar a arma do inimigo, mas mesmo totalmente tonteado, e até tendo caído, o homem de preto insistia em segurá-lo, e até tentava atirar. Mas era em vão, e sua resistência só lhe custava de que, quando o menino caçador conseguia pegar a arma de fogo, lhe dava um tiro na cabeça, acabando com sua vida. Bem, um de seus tiros conseguia passar de raspão pelo ombro de Coldraz, mas quase não causava dano.

Kisame também derrubava outro inimigo, cravando sua arma nele, e levando-o ao chão. Recebia, em meio a isso, um tiro de raspão no lado do abdome, que só não o atingia realmente por conta de sua movimentação.

Não muito treinado no manejo de armas, o menino de madeixas negras tentava usar o rifle contra o inimigo ao lado, mas acabava por acertá-lo apenas de raspão também. Era o último atirador. E ele não deixaria barato o movimento do caçador.

Com seu rifle em mãos, o homem apontou a arma na direção da cabeça de Coldraz, e o garoto não tinha alguém próximo o suficiente de si para usar de escudo. Era ali que sua aventura acabava.

Ou não, pois com um timing perfeito, Aduum surgia dando um salto e uma cabeçada no queixo do atirador. O disparo ia para cima, e não acertava o bojutsu, que tentava atirar de novo. Aduum contornava o atirador, que tentava acertá-lo, mas o tamanho reduzido do anão o ajudava. Um golpe atrás da perna, um tiro de Coldraz que conseguia acertar o braço do homem de preto, e uma finalização de Aduum com um salto, e uma cotovelada na nuca do mascarado.

- Caralho, é o capitão Full Buster! - Um dos espadachins se dispersava, apontando para Coldraz, aparentemente um pouco impressionado. A distração foi sua ruína, pois Kisame o golpeou na perna, e ele até tentou atacar o tritão logo depois disso, mas teve seu ataque bloqueado pelo Príncipe.

Mas Kisame tinha mais que um bloqueio. Ele empurrava a arma inimiga para o lado, e dava uma forte mordida no ombro do inimigo, que gritava desesperado de dor perdendo um pedaço de si, e caindo ao chão. Restavam três espadachins, que se dividiam um indo na direção do Stine, e os outros dois na do tritão.

Mas homem peixe era esperto, e saltava no mar, despistando os inimigos, e surgindo nas costas do espadachim que ia contra Coldraz. Seria a surpresa perfeita. Se não fosse uma estranha sensação que Kisame sentiu nas costas.

Ele só viu poucos insetos em torno de si, e entendeu. O inimigo que ficou no outro barco apontava o braço para ele, tendo lançado uma espécie de "esfera" que continha diversos insetos e que, quando se chocavam com as costas de Kisame, doíam um pouco pelo impacto sim, mas alguns iam com seus ferrões, liberando-o nas costas já todas marcadas do Príncipe dos Mares, causando enorme dor, que o fazia também não conseguir segurar o grito. Grito este que até Gallore ouviu.
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Coldraz
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySab 20 Out 2018 - 20:07



       

           

           

               

Coldraz A. Stine


               

Faça elevar o ódio no seu coração


               

               

                   
A pequena troca de tiros de canhão havia sido o suficiente para deixar claro que, em uma batalha naval, nós seríamos aniquilados, felizmente, como os bons piratas que eram, aqueles homens eram estúpidos o suficiente para tentarem invadir o navio. Talvez pensassem que seria ainda mais fácil acabar conosco em uma batalha armada no convés, tendo em mente que éramos apenas dois... Três, se alguém conseguisse enxergar o anão que estava próximo de mim.

Quando as tábuas foram colocadas ligando os navios, não foi preciso pensar muito, movendo o canhão, mirava nos piratas que se aproximavam e disparava. Como era de se esperar, o tiro não foi exatamente onde eu imaginava, tendo em vista que pretendia matar a maioria e deixar o restante desmembrado, mas o resultado foi satisfatório; uma das três pranchas usadas para embarcar era atingida e com ela um dos atiradores caia no mar — Um! — Contava mentalmente.

Sem perder tempo, eu avançava, era então que notava, o tritão já havia entrado na batalha, tão bárbaro quanto eu imaginava, ele cortava os adversários com a espada, enquanto arrancava seus rostos com a boca — É por isso que não dá pra confiar em tritões! — Mas ele era útil no campo de batalha.

Foi a primeira vez que eu vi usarem um cadáver como arma; jogando o corpo de um dos piratas em outro, o tritão criou a brecha perfeita para que eu pegasse o segundo atirador em um golpe direto, acertando seu queixo com meu jutte, talvez tenha sido isso que me ajudou, tendo em vista que o pirata não conseguia resistir por muito tempo antes que eu tomasse seu rifle e o executasse com um tiro na cabeça, provavelmente meu golpe havia deixado ele desnorteado... Ou era apenas REALMENTE fraco.

A contagem agora estava em dois atiradores, então faltava me livrar de apenas um e o resto dos invasores seria fácil — Se bem que, é capaz daquele tritão já ter desmembrado o último atirador sem eu ter notado... — Dava uma rápida olhada para o tritão, suspirava e então concluía — ... É bem provável. — Mas eu estava errado, enquanto observava o homem-peixe, acabava notando o último atirador, bem próximo de mim e imediatamente disparava um tiro nele, que pegava de raspão, sem surtir grandes efeitos.

Encarando o cano da arma do pirata, eu simplesmente congelava, não havia tempo de reação para mim, não contra uma arma de fogo. Meu corpo estava paralisado, mas minha mente estava a todo o vapor, procurando, sem sucesso, uma forma de escapar daquela situação. Não dava para bloquear um tiro usando um jutte, não havia ninguém por perto para ser usado como escudo, tentar atacar só deixaria ainda mais fácil me acertar e, a esse ponto, minhas pernas não reagiam para que eu pudesse simplesmente sair do caminho.

— Morrer! Eu vou... Morrer! —

Tristeza ? Não, o que fazia meu coração pulsar freneticamente e meu sangue esquentar era algo diferente: ódio! Nos últimos dias eu encarei a morte tantas vezes, que uma pessoa me colocando numa situação como esta, simplesmente estava atiçando meu ódio; por ele que tentava me matar, pelo mundo que insistia em me quebrar, pelo "deus" que gostava de brincar comigo e, principalmente, por mim mesmo, incapaz de proteger qualquer coisa, até a mim mesmo.

Por isso, naquele instante antes da minha morte, o que eu senti foi apenas o desejo de esmagar essa minha fraqueza junto ao crânio do meu oponente, por isso, mesmo sabendo que não havia como ser mais rápido que o meu carrasco, eu empunhava meu rifle novamente, e foi nesse intervalo de tempo, entre minha evidente morte e última tentativa de evitá-la, que o destino sorriu para mim, talvez houvesse gostado da minha determinação, ou quem sabe apenas desejasse me ver, mais uma vez, encarando a morte...

... O fato é, meu funeral teria de esperar, já que o anão de antes surgia com uma cabeçada direta no queixo do pirata, fazendo o tiro errar e me dando o tempo que precisava para disparar contra meu inimigo, acertando seu braço. Levando em conta que eu pretendia acertar sua cabeça e meu último tiro havia sido de raspão, acho que este era um resultado satisfatório, embora fosse estranho imaginar que haviam sido os ataques daquele anão, efetuados antes, durante e após o meu tiro, que derrotaram o pirata — É, o mar é mesmo um lugar cheio de coisas bizarras. —

— Caralho, é o capitão Full Buster! —

Enquanto eu divagava, esse pirata chamava minha atenção por duas razões, primeiro: por mais uma vez mencionar o nome deste capitão que, cá entre nós, já estava começando a me irritar, afinal, sempre que alguém me confundia com ele, alguma merda acontecia, desde um velhote quebrando meu braço em um pântano, até um psicopata atirando em mim num bar lotado ao meio-dia. Segundo: pelo fato do tritão ter começado a mastigar seu pescoço não muito tempo após ele ter se pronunciado — Bom, acho que é nisso que dá não prestar atenção no meio de uma batalha. —

Voltando a contar os oponentes, notava que restavam apenas três piratas, todos eles espadachins; um deles avançando na minha direção e o restante na do tritão, uma formação bem previsível pra falar a verdade, recorrendo a vantagem numérica para sobrepujar o tritão, ao mesmo tempo em que menosprezavam um adolescente no meio do campo de batalha — Se é assim que vocês querem... — daria uma pausa e, sacando meu jutte com a mão direita e segurando o rifle na esquerda, concluiria — ... Podem vir! —

Desta vez, queria inovar, ao invés de um bloqueio seguido por um ataque, queria saber o que aconteceria se eu usasse um contra-ataque para defletir o movimento do meu adversário, por isso eu daria um passo para esquerda e, girando em cima do meu pé esquerdo, giraria meu corpo à 360º movendo meu jutte para acertar a cabeça do meu oponente ou o que estivesse no caminho do meu golpe, transformando o jutte em cajado para aumentar a distância a ser percorrida pelo ataque, caso necessário, mas transformando de volta em jutte logo em seguida.

Se obtivesse êxito neste meu contra-golpe, usaria o rifle para disparar contra a cabeça do meu oponente, pisando em cima dele para estabilizar a mira, no caso deste estar próximo e, obviamente, caído no chão. No caso dele ainda estar vivo depois disso, eu daria outro tiro, novamente mirando em sua cabeça, caso contrário, eu miraria a arma para o inimigo mais próximo de mim e dispararia contra seu tronco, ou na sua cabeça, caso estivesse vindo na minha direção.

Ainda tendo opções de ação, eu tentaria derrubar qualquer oponente que estivesse a menos de 2m de mim, me abaixando e usando uma rasteira com o meu cajado; ou um golpe no ouvido usando meu jutte, caso a ação anterior fosse inviável por algum motivo. Apenas uma forma de desnortear oponentes que se aproximassem demais e tentar atirar neles usando o rifle.

Minhas defesas são algo mais complicado de se explicar, meus ataques não seriam interrompidos para me defender, se alguém me atacasse durante estes, eu tentaria transformar meus ataques em contra-ataques, assim como o primeiro, mudando o alvo para o que o meu adversário usasse para me atacar, ou executando os ataques ao mesmo tempo em que meu oponente atacava.

Se nada disso funcionasse ou um contra-ataque fosse inviável por alguma razão, eu apontaria meu ombro esquerdo para o meu oponente enquanto segurava o jutte com a mão direita, próximo ao rosto, com o pulso tocando minha testa e a ponta do jutte para fora, me abaixando caso necessário e usando minha arma bojutsu para "deslizar" a arma do meu oponente sobre ela enquanto dava um passo para a esquerda, deixando meu oponente passar direto por mim e aberto para um de meus ataques.
                   

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySeg 22 Out 2018 - 13:45






Gallore Strange


"Cavalo de Tróia"





Era com um certo pesar no coração que eu deixava Mariana ali sozinha, a garota claramente estava em choque, assustada, e pior, atônita por seu braço. Antes eram só suspeitas mas depois disso eu tenho certeza, foi uma perda recente, talvez a primeira vez que ela se deu conta de que não tem mais um membro, imagino a agonia. Se fosse eu nem consigo imaginar minha reação, podia ser desde uma piada até surtar de vez, acho que dependeria do momento. - Céus… Que merda tem na cabeça daquele garoto Cold pra trazer ela a um lugar tão insano assim quanto a Grand Line.

No entanto eu tenho minha própria função a cumprir, o poder de fogo deles é muito maior, e a menos que sejam idiotas o suficiente para comprarem uma briga de deck com Kisame; nós não temos chances senão destruí-los internamente.

Eu sabia que era um pulo difícil, sabia que se eu errasse poderia custar até mesmo minha vida; e tinha a leve impressão que acabaria me espatifando na madeira, mas são riscos do ofício, foram planos malucos assim que já nos tiraram de outras enrascadas, e se eu não confiar em meus extintos então não posso me considerar um lutador de verdade. Meu único pensamento em meio ao ar enquanto virava o rosto para o lado? Foi bem simples na verdade:

- No rosto não no rosto não no rosto não.

- Ouch! - Era quase como apanhar no corpo inteiro de uma vez só, por sorte, ou quem sabe por uma conveniência do destino, bem ao meu lado eu encontrava uma entrada. - Perfeito! - Teria sido complicado me locomover daquela maneira. - Eu acho que o que dizem por aí é realmente verdade. - Inimigos desprevenidos são realmente mais fáceis de dar conta, a deusa da sorte parecia continuar a sorrir pra mim me presenteando com uma cabine apossada por apenas um oponente, era perfeito para botar meu plano em ação. Meu mestre provavelmente choraria no banho se soubesse que eu ando fazendo ataques surpresa assim, mas isso não é uma luta no tatame, eu já aprendi essa lição. - Guerra é guerra, não existem golpes baixos, apenas a lei da sobrevivência e do mais forte.

Era vasculhando a cabine que as coisas ficavam mais interessantes, o mapa encontrado era meio estranho, com as ilhas conectadas de alguma forma. - Isso é a Grand Line? - Murmuraria. - Essas marcações… São lugares que eles já passaram? Talvez futuros alvos, não, se fossem alvos então os já atacados estariam sinalizados, a primeira hipótese é a mais provável. - Pensaria por um instante antes de continuar. - Mas tantos lugares assim? Demoraria demais, praticamente todas as ilhas estão marcadas.

- Oh droga. - Chegaria finalmente a uma conclusão.

- Esses caras parecem ter recursos, deve haver mais deles. Um ataque em larga escala? Isso é ruim, em tantos lugares assim, querem destruir a Grand Line? - Olharia então o mapa um pouco mais atentamente até perceber um ponto crucial.

- Espera um momento aí… -

- Mas que porra é essa marreco ?! não tem nenhuma Berlinque aqui.

- Urgh, aquele lugar parece mesmo ser o fim do mundo, acho que nem esses caras são doidos de ir pra lá enfrentar aquela coisa. - Ficaria alternando entre pensamentos e falas que as vezes costumo deixar escapar.

- Talvez eles só ataquem lugares com civilização. Bom acho que vai ser mais fácil perguntar diretamente, melhor me infiltrar antes que alguém entre e tudo dê errado, depois eu dou uma olhada nesse mapa com mais atenção. - Guardava então o item entre meus pertences e começava a trocar de roupa, era dito e feito, no momento em que terminava de me arrumar a porta se abria, e enquanto eu ouvia aquele anão meus pensamentos iam a mil na posição de sentido.

- Merda! Ele me descobriu? O que eu faço? Nocauteio ele? HC o que? - E então vinha um questionamento que acima de nervoso, era predominante pela curiosidade. - Como diabos um anão desse tamanho conseguiu abrir a porta?

- S… Sim senhor! As suas ordens! - Daria corda para a história do homenzinho, parecia não ter me percebido ainda, por sorte o corpo não havia ficado muito à vista. Dito isto seguiria o anão até onde quisesse me levar, aproveitaria para no caminho observar de longe qualquer outra cabine que estivesse com a porta aberta ou que tenha uma janela. A sorte era que a máscara cobria o rosto ou então meu queixo caído poderia ser visto de qualquer lugar do mundo, esses caras não são brincadeira, olha só essa tecnologia, enquanto nós estamos nos tempos atuais esses caras já estão em 3018.

- Oooow, é realmente incrível não? - Meu elogio era sincero e impulsivo, se essa coisa fizer metade do que o nome diz, então estamos em grandes problemas, ou estaríamos, sorte que eu entrei a tempo. - Sabe, eu acho que nunca lhe contei isso antes. - Começaria a puxar papo com “meu superior” . - Mas eu sempre tive receio de que saísse de controle e fossemos nós os desintegrados. - Começaria a olhar discretamente para a arma a procura de alguma peça vital, que gere energia ou cabos expostos que me ajude a danificar a arma. - Quer dizer, afinal pode acontecer se não operarmos direito né? O núcleo acabar saindo de controle. - Entreolharia o anão periodicamente, precisaria saber se ele ainda acreditaria em mim, em minha análise também procuraria por algum mecanismo simples para mudar a direção do alvo.

Qualquer palavra ou termo que ele me corrigisse eu apenas concordaria tentando disfarçar. - Claro, foi nesse sentido que quis dizer… eu acho. - E no fim de tudo, após formular um plano ou caso ele me apresse, eu continuaria “jogando verde”. - Vamos logo ativar essa belezinha então?

A partir daí minhas ações poderiam tomar duas vertentes, a primeira seria caso eu perceba que será fácil redirecionar a mira do canhão, nesse caso eu me posicionaria onde achasse ser a posição de copiloto e começaria a seguir as instruções ordenadas, eu posso não ser um gênio mas também não sou idiota, se começasse a errar tentaria desenrolar na lábia. - P...Perdão senhor, é que eu sempre fico tão empolgado que é como se fosse a primeira vez fazendo isso. - Se tem uma coisa que eu sei é que pessoas em cargos superiores meio que se sentem responsáveis e acabam, mesmo que inconscientemente, auxiliando seus subordinados, esperaria que ele esboçasse algumas dicas que eu pudesse seguir e por fim ajudar em ativar essa poderosa arma.

Se vier a conseguir preparar o tiro eu rapidamente me posicionaria atrás de meu superior provavelmente distraído com a máquina. Minhas mãos antes opostas desceriam de palma aberta e em posição horizontal como uma guilhotina diagonal mirando os dois lados do pescoço do inimigo, para ser mais preciso, nas carótidas. - Eu não tenho certeza quanto à anões, mas a carótida é um ponto extremamente vital no corpo humano, quando acertada com força o corpo reage pensando que está com pressão alta e acaba baixando a circulação no sangue, esse efeito baixa a pressão quase que instantaneamente podendo levar ao desmaio, se o mesmo acontecer em um corpo tão pequeno assim, tenho certeza que vai pelo menos me dar uma janela de tempo. - Meus próximo movimento então seria rapidamente ir até o mecanismo de mira ou lateral do canhão e tentar direcioná-lo ou para os lados - mirando a própria embarcação inimiga - ou para baixo - imaginando que causaria um buraco no casco -.

Em qualquer momento em que o anão percebesse quem eu realmente era ou caso ele não caía em meu golpe surpresa eu tentaria acabar as coisas o mais rápido possível, sei por conta de Aduum que esse pequeno bastardo deve ser rápido e difícil de ser acertado, mas farei o possível para o nocauteá-lo, o perseguindo com socos e chutes amplo da horizontal e diagonal de cima para baixo eu tentaria sempre manter pressão para que ele não conseguisse atirar, a ideia inicial com esses golpes seria - caso não consiga acertar - fazer com que o anão se esquivasse pulando, uma vez no ar não teria para onde correr, eu o agarraria com a mão esquerda e então enterraria minha mão no chão chocando o anão na madeira para desmaiá-lo, se ele não apagasse repetiria o processo até que o fizesse, e caso falhe em pegá-lo continuaria repetindo a estratégia apenas alternando a mão dominante.

A segunda possibilidade no entanto seria caso eu não veja uma forma fácil de movimentar o canhão, nesse caso eu apenas tentaria nocautear o anão como já citado. Uma vez que ele viesse a cair eu teria mais tempo para redirecionar a máquina para baixo ou para os lados - nem que seja tentando usar de força bruta - e então acionaria todos o botões e alavancas tentando dar um pane na máquina, nem que ela se exploda eventualmente ou acabe atirando sem querer.

Após isso, caso o anão esteja mesmo desmaiado eu o pegaria aplicando ⅓ de sedativo para que ele se mantenha desacordado e em seguida usaria de minha agulha e linha para tentar costurar - de uma forma bruta e improvisada - suas mangas e calças para criar uma “roupa de força”, não só isso como também o enrolaria em minha corda, tamparia sua boca com a própria capa - retirando sua máscara obviamente - e por fim o guardando em minha mochila.

- Vamos ter uma conversinha mais tarde.

Uma vez que fizesse tudo isso - explodindo o canhão no barco ou não - meus serviços ali estariam feitos, eu só precisaria escapar causando a maior quantidade de dano possível. Iria a passos largos e apressados, ainda mais se tiver mesmo explodido o casco, no entanto não deixaria de entrar nas cabines desconhecidas. - Digamos que minha curiosidade é gordinha. - Sempre que entrasse nas salas reviraria os móveis e compartimentos procurando e apanhando qualquer item útil que encontrasse.

Se encontrasse inimigos durante o percurso usaria do elemento surpresa para já avançar nele com uma sequência de três socos. O primeiro um direto de direita para alertar e baixar a guarda do inimigo, ele defendendo ou não meu punho esquerdo já viria com um upper no plexo solar inimigo que espero que se agache com o golpe que seria seguido de um gancho no queixo para o nocaute. Se houvesse outro do lado eu já me movimentaria em uma explosão de velocidade me virando para ele com um pulo e chute lateral na região do rosto, e assim que aterrissasse no chão, investiria novamente contra sua cara com uma cotovelada esquerda.

Caso os encontre nos corredores do navio eu avançaria em sua direção pulando na parede para usar de apoio em um impulso que resultaria com uma joelhada bem na cabeça do oponente, e se houvessem mais prosseguiria como descrito no parágrafo acima.

Obviamente que minha pequena explorada não seria sem motivo algum, havia duas coisas que ainda visava naquele barco, a primeira era a cozinha. - Se eu conseguir causar algum tipo de fogo que se alastre pela madeira esses caras não vão ter o que fazer. - Claro, não só por isso, mas sendo sincero, eu não como a mais de um dia e a sensação é como se já fizessem quatro desde a última refeição.

Sanduíches, salgadinhos, biscoitos e até mesmo frutas visualmente duvidosas, no momento em que encontrasse qualquer coisa em qualquer sala do navio minha barriga roncaria extremamente alto e eu colocaria o alimento goela abaixo sem nem pensar duas vezes.

- Finalmente! - Diria se conseguisse chegar na cozinha, minhas ações ali seriam rápidas e eficientes, primeiro eu iria até o fogão e acenderia uma boca, em seguida eu liberaria a o gás de todas as outras e do forno - caso haja um - já correndo para fora do cômodo. A ideia é que no momento em que o gás das outras bocas se expanda até o fogo, cause uma certa explosão que comece um incêndio no navio.

Meu próximo alvo seria o local de controle da âncora, se não houvesse nenhuma cabine que correspondesse a isso então provavelmente ela deve ficar no lado de fora e operada manualmente como no Walrus. Independente de qualquer uma das duas possibilidades eu correria até a âncora - desviando de oponentes se for no convés - e a soltaria no meio do mar.

- Se o Kisame não tiver subido as velas o Walrus vai continuar em frente enquanto esses caras vão parar aqui com o barco caindo aos pedaços. - Seria meu pensamento, caso houvesse um bote reserva acoplado ao barco eu o soltaria e embarcaria para me distanciar, caso contrário eu apenas iria - ou me manteria - no convés encarando quem parecesse ser seu líder de frente. - Já que não tem como sair daqui vou pelo menos ganhar tempo pros outros.

Se fosse atacado em qualquer momento por hora apenas correria pelo convés usando mastros e inimigos de escudo entre os golpes até que analisasse bem quem eu enfrentava.

- Esqueça eles! - Gritaria para o chefão me referindo ao Walrus. - Seu inimigo está bem aqui. - Assim que ele olhasse para mim eu retiraria a máscara lentamente e a jogando no chão revelando minha identidade. - Vai se arrepender de ter atacado esses caçadores!


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptyQua 24 Out 2018 - 11:34



     

         

         

             

Kisame


             

Nas Profundezas Não Irá me Ouvir


             

             
O inquieto Walrus que navegara sobre a calmaria do mar novamente era banhado pelo sangue dos nossos inimigos, opositores à causa, minhas causas pessoais. À primeira vista, a grande linha era dominada por demônios das mais diversas extravagâncias, não permitindo um dia de sono sequer, me questionaria ao pensar se só teria descanso quando a batalha me desacordasse de novo. A luta intensa e minha ferocidade, que num primeiro momento só serviria para amedrontar, transformava-se em uma insaciável fome com o deslizar do sangue em minha boca. Nesse instante percebi que não seria tão gostoso ou suculento quanto alguma refeição de Nie, mas daria para encher a barriga.

- Já estou me acostumando com essa carnificina!

Oponentes caindo um atrás do outro, me deixando cada vez mais próximo do meu verdadeiro alvo, como anteriormente, não demonstrava sequer uma expressão, mesmo com seus capachos sob meus pés. O cara dos insetos estava realmente me irritando, talvez fosse sua postura semelhante à do maldito Hilgrin, ou só eu sendo eu mesmo.

O balançar da minha espada espalhou muito sangue até o instante em que foi criado um breve momento de paz. Os misteriosos invasores se movimentavam como peças de xadrez em um tabuleiro vermelho, reconhecendo então o jovem do pântano durante essa transição. Condecoravam-no então como Capitão, o que despertou meus interessem quanto a sua pessoa e companheira. Se fossemos compara-lo com Santino Baron D'Avilla, não diria ser tão amedrontador, porém uma força de grande utilidade, visto que alcançar tal patente não seria para qualquer um.

- Que descanse em paz.

Encurralado e obrigado a realizar uma manobra através das águas que nos cercavam, me via em uma situação vantajosa, levando em consideração a aliança temporária com o jovem capitão. Entretanto antes que pudesse dar um fim imediato no combate, eu era amaldiçoado. Um aglomerado de insetos que me rodeava, acertando-me não mais forte do que um soco de Gallore, que foi seguido por uma súbita dor aguda. Tamanha que me fazia gritar e abraçar todos meus instintos animalescos, que faria com que me jogasse na água novamente. Continuaria a gritar na queda e após o choque com a imensidão azul, de tal forma que quando estivesse submerso, apenas nadaria mais e mais. Com a boca entreaberta e a água passando pelas minhas presas, meus inimigos saberiam que mesmo la embaixo ainda gritaria através das bolhas que subissem até a superfície. Meu corpo desceria à uma boa velocidade, rodopiando e agonizando até que a dor parasse, utilizaria meus braços para tentar perceber algum objeto cravado em mim e então tentaria tira-lo se o mergulho movimentado não fosse o bastante.

- Esses miseráveis mascarados, vão pagar por me fazerem perder tempo. Espero que essas malditas cabeças estejam valendo alguma coisa e que aquele capitão me de a porra dessas recompensas logo.

Apenas pararia de movimentar-me quando a dor fosse amenizada, nesse momento começaria a observar as embarcações do meu ângulo e a nadar na mesma direção que as duas estivessem navegando. Voltaria a acompanha-las até recompor-me totalmente e então começaria a emergir tão rápido quanto tinha mergulhado. Cuidaria para estar com todos meus apetrechos, já que caminharia novamente para a batalha sobre os convés, mas desta vez eu que estaria invadindo, fazendo algo que era contra meus princípios, abandonar Walrus e deixa-la nas mãos daquele anão amaldiçoado - ainda bem que não dará continuidade à navegação -. Da mesma forma que os tubarões brancos "voam" para abocanhar lobos marinhos na superfície, eu saltaria para fora do mar, impulsionado pelo nado rápido e potente que minha raça proporcionava, ejetando-me da água na direção do "convés negro" onde aterrissaria.

- Você é retardado por acaso!? Sabe com quem está mexendo?...CADE VOCÊ STRANGE!

Durante o percurso no ar, não perderia a oportunidade de voltar questionar e ameaçar o indivíduo dos insetos, e posteriormente gritando tão alto quanto antes em busca do meu aliado, já imaginando que o mesmo não teria aguentado a pressão de lidar com esses diabos. Eu já estava gostando da coisa, talvez tornasse a minha especialidade, devido a frequência.

- Kisame, o caçador de demônios não me parece um nome tão ruim.

Expressaria-me sozinho e sem intenções secundárias. A espada dançaria em minhas mãos cortando o vento e em seguida empunhada por ambas às minhas mãos, fitaria o inimigo, chamando-o automaticamente para um duelo. Sabia ta sua vantagem sobre mim, mas também da sua desvantagem contra os meus atributos mais valiosos.

- Não me importo de não ver o seu rosto desgraçado! Mas vou levar você para dar um mergulho profundo onde talvez eu permita que sua cabeça volte à superfície.

Imediatamente partiria em sua direção utilizando minha técnica mortal, avançaria em grande velocidade com o intuito de repelir a investida dos insetos contra meu corpo, sabendo de seu potencial para causar danos. Objetivaria perfura-lo com a lâmina de imediato e sair de perto do seu corpo assim logo após o golpe. No caso dos insetos servirem como uma barreira e ao entrar em contato com minha lâmina, eu percebesse que não seria possível prosseguir com o avanço, com um rápido e forte movimento circular com os braços, livraria-me dos insetos ao redor e afastaria minhas brânquias dali rapidamente. Sairia em uma corrida pela vida explorando o convés de maneira que pudesse evitar quaisquer insetos ordenados à me atacar. Sabia que ficar parado no barco seria tão perigoso quanto estar na mira de três (3) rifles.

Minha movimentação, além de afastar-me do perigo, teria o objetivo de contornar a embarcação para chegar novamente no meu alvo, mesmo que não o distraísse, procuraria apenas uma outra rota para acerta-lo. Neste caso durante meu percurso buscaria pegar qualquer objeto de pequeno ou médio porte que não interrompesse minha corrida e ainda assim me possibilitasse carrega-lo, te tal maneira que ao me aproximar do indivíduo encapuzado, lançasse na sua direção com muita força. Jogada que poderia servir como uma distração para um ataque secundário. Após o arremesso permaneceria em velocidade máxima até reduzir a distância entre nós, logo após saltaria na sua direção com a espada sendo segurada pela mão direita e membros superiores abertos, distanciando o máximo um do outro. Quando a gravidade me fizesse descer e aproximar do fim da ação, tentaria cravar a espada em sua clavícula como se a Lenda do Rei Arthur dependesse de uma outra pedra para ser criada, esta havia sido encontrada. Com todo minha fúria, descontaria e acrescentaria em uma força descomunal e bruta, que se fosse bem sucedida, não terminaria por um ferimento qualquer, procuraria enfiar meu braço dentre a ferida e abrir o corpo de ponta a ponta, para ver o que realmente tinha dentro desta besta.

Novamente, se interrompido por qualquer técnica, meus cortes seriam direcionados para os insetos no campo de batalha, tentaria cortá-los até abrir brechas por onde eu pudesse escapar. Manteria a postura mesmo que picado algumas vezes, ficaria o maior tempo possível de pé e o menos entre aquelas criaturinhas imprevisíveis. Utilizaria a lâmina da espada de lado, para abranger uma maior área de impacto, como um verdadeiro mata-moscas e não me limitaria apenas a um local, já que não estava nos meus planos ser pego pelas costas duas vezes. Quando  conseguisse voltar a me locomover livremente, adentraria no estabelecimento que era o barco negro, onde procuraria por algum “abrigo”. Seria como uma rota de fuga qualquer, porém de porta em porta e cabine em cabine, visaria me afastar dos insetos e reconhecer o navio inimigo, eu tinha um plano, mas não os recursos para realiza-lo. Minha busca se resumiria há coisas inflamáveis e uma fonte de fogo para atiçar. Como qualquer homem descivilizado saberia, o fogo é uma arma poderoso para os insetos, eles com certeza respeitariam o calor vermelho. Num “flash” de tempo, minha procura se tornaria excitante com os pensamentos de envolver minha lâmina com fogo e partir o nosso inimigo no meio, com pensamentos incendiários que só Gallore teria em uma hora dessas. Com certeza eu estava afim de bagunçar com aquilo. Desta forma, se encontrasse qualquer espécie de óleo ou bebida típica de piratas, não hesitaria em espalha-la pelo cômodo e banhar minha espada com tal – lembrando sempre de agitar-me em conjunto com a espada para afastar os insetos que estivessem próximo de mim durante um momento de pausa na fuga -. Assim repetira quantas vezes encontrasse exemplos de combustível, bloqueando e evitando os inimigos que aparecessem no caminho para atrapalhar. Impediria suas investidas colocando a lâmina da espada contra seu afronte e empurraria o mesmo para afastar-me do perigo.

Todavia um incêndio generalizado não aconteceria sem que “acendesse” toda aquela merda, o que me levou a ir atrás de uma cozinha ou ambiente semelhante onde certamente acharia algo para iniciar o caos. Achando isqueiro ou equipamento que produzisse mesmo que uma pequena quantidade de fogo, seria utilizada para tornar minha espada ainda mais mortal, com uma aura de chamas, que cuidaria para não atingir o cabo da arma, onde permaneceria em constante contato. Retornaria para os locais com o combustível espalhado e então passaria suavemente e arma, enquanto corria de volta para o convés, fazendo o mesmo trajeto utilizado para chegar até meu objetivo. No meu regresso, ficaria próximo as chamas, caso já estivessem no exterior, de modo que sentisse seu calor insuportável, mas não o suficiente para me queimar – mesmo que de leve -, mais precisamente minha retaguarda para o fogo e espada e olhos nos insetos malditos.

Entretanto se não houvesse entrada aparente, combustível ou fogo para iniciar um incêndio, novamente minha única opção seria mergulhar no oceano. Onde saltaria e fugiria das investidas realizadas contra mim, lugar onde me sentiria seguro por não ter como abrigar ferrões, asas ou enxames.

– Duvido vocês me alcançarem aqui!

Sem nada na cabeça para confrontar frente a frente o inimigo, acompanharia a embarcação em sua parte submersa, onde procuraria por estruturas importantes para sua navegação e tentaria destruí-las. Não era nenhum carpinteiro mas o que me chamasse a atenção já era um alvo atrativo. Não perdoaria escotilhas e qualquer vão que pudesse ter seu tamanho multiplicado também sentiria a fúria da lâmina de vingança. Golpearia tudo que conseguisse, muitas vezes nadaria adiante do casco e utilizaria as velocidades opostas para ampliar a força do meu ataque com a lâmina, mesmo que me machucasse as vezes eu deveria afunda-los custe o que custar.

– Vão se arrepender de ter ameaçado esses caçadores! Assinaram sua própria morte e vou cobrar vocês aqui em baixo.



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Técnica Utilizada:
 




             

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySex 26 Out 2018 - 16:34


Apenas imaginem essa cena: o jovem Coldraz Anne Stine, com o ar de ódio, com objetos em ambas as mãos. Na destra, a Skol Magni empunhada ainda sem muita experiência nas habilidades com aquela mão; Na outra, o rifle. Mas é necessário considerar duas coisas quando se imagina esse elemento da cena: 1) O rifle é uma arma para ser segurada com as duas mãos, por conta de seu corpo longo, e quando é segurado com apenas uma fica extremamente difícil de manejá-lo, e até de mantê-lo junto a si, de certa forma. Ainda mais se você é bastante inexperiente como Coldraz era ainda com armas de fogo; 2) O braço esquerdo do sósia de Kyo ainda estava QUEBRADO e engessado, o que tornava aquela ação mais difícil ainda.

Quando o Stine girou em seu próprio eixo, acertando a cabeça do espadachim e fazendo-o cair no chão, outra coisa também caía, e esta coisa era o rifle. Era simplesmente impossível segurá-lo daquela forma e naquelas condições. Tudo conspirava para que desse errado.

Notando que não havia dado certo o que desejava, Coldraz ficava aparentemente sem reação do que poderia fazer em seguida, e em meio a isso, em uma questão de milésimos de segundo, sua perna era acertada por um corte, na lateral da panturrilha da perna direita, que conseguia alcançar uma mínima profundidade e sangrava, além do desconforto para movê-la.

O espadachim tentaria outro golpe enquanto se levantava, frente-a-frente com o caçador de recompensas. Ele notava, contudo, que a máscara do indivíduo havia caído com golpe na cabeça, e voado para fora do navio, de forma que a aparência de uma garota de, no máximo, 2 anos a mais do que Coldraz se revelava. Seus cabelos total e estranhamente brancos como a neve, e seu semblante angelical, contrastavam com o olhar de fúria que ela tinha enquanto subia com sua espada, tendo o ataque bloqueado pelo menino.

Um outro espadachim caía pelos ataques de Aduum, que saltava para a outra embarcação pelas pranchas bem posicionadas ali. O outro espadachim, vendo aquilo, avançava também na direção de Cold.

Enquanto isso, o grito de Kisame se estendeu por mais alguns segundos, ainda ouvido por todos que estivessem em ambos os navios, enquanto ele, instintivamente, voltava ao mar. O grito permanecia dentro das águas, e mesmo que não ouvissem, havia uma sensação estranha.

Um, dois, três, quatro... Sete, oito... Catorze, quinze, dezesseis... Vinte e dois, vinte e três segundos se passaram sem sinais do tritão. Ele buscava aliviar as dores, mas parecia que quanto mais afundava, mais o ardor se irradiava por todo seu tronco. Mas as águas aliviaram as ferroadas, ainda assim.

E ele surgiu no convés da embarcação inimiga, olhando para o único indivíduo ali, que já levantava ambas as mãos fazendo com que duas nuvens massivas de insetos fossem lançadas na direção do Príncipe dos Mares. Mas desta vez ele não estava tão despreparado quanto antes e, quando ambas esferas vieram pelo ar, ele as cortou ao meio, em sequência, dispersando os insetos e evitando os ataques.

O homem então voou, com insetos que se posicionavam embaixo de seus braços e pernas, totalmente rodeado pelos bichos. Seus movimentos seguiam no tentar lançar pequenas nuvens em Kisame, que seguia correndo e cortando-as, evitando os ataques. Uma pequena caixa voou em sua direção por lançamento do espadachim, mas ele conseguia se esquivar com facilidade pela mobilidade que tinha no voo a alguns metros de altura do convés.

Mas o Príncipe dos Mares então saltou, e tentou cravar sua espada no inimigo, contudo fora recebido por um soco descendente do mascarado, que embuia seu punho com uma grande quantidade de insetos, tornando-o quase que três vezes maior, e aumentando a área de impacto sobre Kisame, que fora jogado no convés.

O peixe até tentou entrar na parte interna do navio, tendo visto adentrar tal local de forma furtiva, sem que o vissem. Mas, quando o espadachim se aproximara da porta, uma parede de insetos enorme se formou, impedindo sua passagem. Ao olhar para o outro lado, a cerca de dois metros, outra, com 3 metros de altura, como a anterior.

O inimigo sobrevoou Kisame, e outras duas paredes fecharam o quadrado em volta do príncipe de 2x3 m. O antagonista o observava, e Kisame sentia o ódio mesmo sem ver-lhe os olhos. Ao olhar para as paredes, notava que os insetos apontavam seus ferrões todos para ele, e o espaço ali dentro começava a ficar cada vez menor, com as paredes se fechando lentamente. Pela primeira vez, o inimigo se pronunciou, com uma voz arrastada, como um sussurro. - Morra... - Seria o fim do Príncipe dos Mares?

Adentro da embarcação, ao mesmo tempo, Gallore tinha sua identidade ocultada pela máscara, e se passava pelo indivíduo que abatera ainda no quarto. O anão parecia desconfiado com aquilo, mas com os dizeres de Strange ele seguiu o diálogo por mais alguns instantes. - Eu duvido que tenhamos problemas com isso. Não é atoa que estudamos para operar esta maravilha. - Ele dava alguns tapinhas na maquina, enquanto que Gallore visualizava mais ou menos a forma que poderia movimentá-la. - Você está estranho, Stephen. Está doente? Nervoso? - A impressão é que ele sabia.

Mas o boxeador desenrolou, dizendo estar empolgado. O anão parou por alguns segundos, e então respondeu. - É, você não é o Stephen, seu bastardo! - E então, ele levantou seu rifle tecnológico para atirar no caçador.

Strange, contudo, era rápido, e conseguia iniciar a sequência de ataques que impedia o pequeno homem de também o fazê-lo. Na realidade que nem um nem o outro se acertavam, pois entre saltos e golpes, além de tentativas de tiro, o máximo que se tinha era um salto do antagonista que permitia o boxeador segurá-lo.

- Maldito! - Mas, no instante seguinte, o corpo do anão ficou extremamente quente, como se fosse uma função de sua armadura tecnológica. Queimando sua mão, a resposta imediata do ruivo foi lançar o homem pro chão, de forma que ele caía sobre uma pequena caixa de papelão ali ao lado, que tombando revelava uma fruta de aspecto peculiar, que Strange nunca havia visto, enrolada em panos, rolando até os pés do boxeador.

- Cheguei! - A figura do anão cientista camarada surgia pela porta, olhando para Gallore e, pela expressão, muito provavelmente o reconhecendo, e soltando um leve risinho em meio à ação.

- Aduum...?! - O outro anão respondia, se levantando em um salto, distanciando-se de Strange e aproximando-se da arma tecnológica.

- V-Vindalf...? - Estava PASMO. Totalmente pasmo, totalmente sem reação por alguns instantes. -
EU ACHEI QUE ESTIVESSE MORTO, IRMÃO! - Ele soltava um sorriso enorme, começando a ir na direção do conhecido.

- Eu também, Aduum, eu também... - Ele puxava o rifle tecnológico, e apontava para os dois, primeiro para Gallore, e depois para o irmão, a sua frente. - Mas vocês em alguns instantes estarão.

Acontece que, em meio aquele diálogo inicial, algo inusitado ocorria. Strange, vendo aquela pequena frutinha a seus pés, e não tendo nenhum dos outros a notado, lembrava-se do tempo que estava sem comer. Quase que instintivamente ele a pegou, e mordeu. E caramba, o gosto era HORRÍVEL. Muito parecido com fezes, por sinal. Mas havia algo de diferente no boxeador depois de engolir, mesmo que com dificuldade, aquele alimento. Ele só não sabia o que...
Hoya Hoya no mi:
 

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySeg 29 Out 2018 - 16:09



Kisame

Encurralado





– Esses insetos não qualquer bosta, se eu for atingido por eles posso acabar entrando em apuros.

Murmuraria após meus ferimentos estarem menos dolorosos. Dificilmente suportaria muitos -outras - ataques como esse, o que me preocupara, o mascarado deveria ser aniquilado imediatamente. Reagia conforme meus instintos, mas de nada adiantava, supreendentemente eu era atingido por uma sequência de ataques do outro mundo, seus poderes iam além do que eu imaginava e todas minhas investidas iam por água abaixo - literalmente -. Durante os afrontes, buscaria maneiras mirabolantes para inverter a situação e como minha tentativa de adentrar na embarcação negra havia sido frustrada pelo demônio, não me permitiria desistir, pois minha intuição dizia que ali haveria algo  que poderia ser usado contra ele, e assim prosseguiria.

Entretanto encontrava-me sob circunstâncias radicais, muralhas de insetos me rodeavam, prontos para finalizar com a minha vida, o que adiou um pouco meus planos de infiltração para uma fuga imediata.

– Vai precisar de muito mais que isso para afugentar o Príncipe dos Mares!

Indagaria enquanto realizasse meu movimento de defesa. Daria uma breve corrida para minha direita, aproveitando-me da vantagem de possuir uma aceleração incomum e logo em seguida concentraria força dos meus membros inferiores para impulsionar o meu corpo ainda mais longe. Como um mergulho no mar, “voaria” pelo convés tentando sair da área de alcance do ataque inimigo. Durante o movimento esticaria o meu corpo ao máximo após o salta, retraindo minhas pernas poucos instantes depois, com o intuito de tira-las dos insetos em um eventual atraso na locomoção. Não importaria se aterrissaria de pé, ou caindo, apenas iria me recompor e retornaria a correr.

Procuraria ir na direção da porta bloqueada no caso da imensa parede de insetos se dispersasse com o impacto do fechamento, não me importaria de me atirar entre alguns deles se isso fosse o caso, mas não iria me arriscar contra uma grande quantidade deles. Do contrário, me afastaria ainda mais e iria em busca de uma nova entrada para o interior do barco. Rodearia até visualizar alguma brecha em que pudesse passar e entrar por tal, buscando refúgio. Não hesitaria em saltar, rolar, rastejar para ter sucesso em minha procura, se fosse necessário utilizaria tanto minha força bruta quanto arma para possibilitar minha entrada, seja dando pontapés ou desmontando parte de sua estrutura.

Durante esse trajeto, continuaria a cortar os golpes de pequeno e médio porte dirigidos à mim, criando uma espécie da “vácuo” em meus cortes precisos para dissipa-los e permitir um distanciamento imediato. Porém no caso de haver uma técnica que abrangesse grande parte da embarcação, imediatamente iria me refugiar no mar até que a poeira baixasse. Desta forma retornaria para o convés da maneira que estaria se tornando habitual.

Entretanto, se conseguisse adentrar o local, começaria a procura de algo que pudesse utilizar naquele maldito inseto, o que vinha de imediato em minha cabeça seria o fogo, já que meu inimigo agora estaria voando, leva-lo para água se tornaria  uma opção, cada vez mais, fora de cogitação. Acreditaria fielmente que os seus bichinhos em sua individualidade não aguentariam chegar perto de alguma fonte de calor bem concentrada.

– Apareçam seus malditos, onde vocês estão, surjam e me mostrem suas armas!

Um novo capitão no pedaço, a procura de algo que pudesse utilizar em sua vantagem e isso deveria ser muito rápido pois Walrus estaria sozinha por muito tempo, apenas com aquele maldito marinheiro. Todavia continuar abrindo portas e explorando o navio na sua totalidade, de maneira rápida para eventualmente fugir de qualquer ataque direcionado para mim, antes ou enquanto estivesse ali. No caso de qualquer indivíduo que aparecesse pelo local, logo seria recebi com socos nos estômago e lâmina na garganta, alternando os ataques entre si e oponentes diferentes. Cortes simplistas e efetivos para um ambiente mais reservado e pequeno, sendo eles horizontais ou em ângulos verticais para abranger uma maior parte do corpo de quem ousasse se opor.

– DESGRAÇADOOO!!

Em algum momento de ataque, defesa ou indignação, expressaria minha raiva. Continuaria minha procura por fontes de calor ou então combustíveis que pudessem ser acesos com uma simples fagulha. Investigaria a possibilidade de ter um depósito em que vasculharia atrás de um, posteriormente a cozinha dos mascarados se tivesse acesso. Tendo em mãos qualquer isqueiro e material inflamável, sem receios tacaria fogo nos primeiros objetos que visse, independente se as chamas se alastrassem pela própria madeira da estrutura ao meu redor, apenas seria o marco para minhas próximas ações. Retornaria para o convés pelo próprio caminho em que havia entrado, cuidando para não ferir-me em meu próprio plano ou inimigos que encontrasse pelo caminho, recebendo-lhes e defendendo-me da mesma maneira que a ida.

– Saiam da minha frente! Vou acabar com o seu chefe e explodir vocês junto com ele...

No caso de chegar ao convés, voltaria me expor completamente, acreditando que logo meu único aliado, o fogo, chegasse logo após, porém não iria me distrair, agora dobraria minha atenção em função do possível incêndio que pudesse ocorrer. Na hipótese de estar cercado de chamas, voltaria a banhar e no oceano, mergulhando pouco mais de dois metros de profundidade para ainda ter visão do que estaria ocorrendo em superfície. Desta vez não atacaria, apenas ficaria analisando as possibilidades que minhas ações me proporcionariam.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptyTer 30 Out 2018 - 11:35



Gallore Strange

Um Novo Usuário de Stand Aparece




- Como assim eu não sou o Stephen? Cara, se quiser pode até me chamar de Stephen Strange, mas não me vem com essa de que meu disfarce não tá funcionando. - Era esse meu pensamento quando o anão revelava “sua descoberta”, fiquei de certa forma impressionado como ele descobriu tão rápido, será que esse tal Steve ou sei lá o que nunca chamaria o anão de senhor? Ok… Ok, parando pra pensar e olhando para trás, talvez eu não seja um bom perito em disfarce pra me passar por outras pessoas. - E convenhamos que eu não sou um bom mentiroso. - No entanto isso aí foi ruim até pra minha autoestima, nenhuma parte do plano deu certo? Fala sério, não consegui passar do corredor.

- É isso mesmo! - Teria confirmado a fala do anão enquanto tentava golpeá-lo. - Eu sou um dos caçadores que vocês “bastardos” vão se arrepender de atacar. - Eu acho que já disse como acho os anões escorregadios, bom, estou dizendo de novo, é quase impossível acertar esses pequeninos, e eu queria aproveitar a chance para acrescentar uma coisa aqui, todos eles são tecnologicamente desenvolvidos ou é impressão minha? No momento em que eu finalmente conseguia apanhar o maldito, conforme meu plano, ele dava um jeito de se soltar.

- Aaaaaaahrrr!!! - Gritava pela queimadura enquanto arremessava o anão pra longe. - Malditos trajes “queima roupa”. - Soltaria o trocadilho ruim enquanto abanaria a mão antes de soprar duas vezes. - Sorte que foi na minha mão enfaixada. - E então veria aquele objeto estranho em meus pés. - Hmmm? O que é isso? - No momento em que meu pequeno amigo chegasse eu estaria me agachando para pegar o item.

- Hey, Aduum! - Anunciaria me esquecendo de que estava com uma máscara, de qualquer forma ele parecia me identificar, meu disfarce não deu certo mesmo, imagino o que foi que me entregou. - Mas o que é isso aqui? Parece de comer. - Indagaria mentalmente dividindo minha atenção tanto para a fruta quanto para a cena que se passava.

O que acontece é que que os dois pareciam se conhecer. - Irmão? Isso explica as vestes. - Repetiria a palavra e comentaria bem baixinho, e então me envergonharia por ter planejado sequestrar a família de Aduum. - Que loucura, eu nunca pensei que veria esses reencontros assim. - Pensaria alto comentando para mim mesmo, enquanto meio que por impulso ou fome, distraído com todo o drama, eu tirava a máscara e dava uma abocanhada descontraída no fruto o engolindo quase de uma vez, afinal, meu estômago tava me castigando já tinha um tempo.

No momento em que o tal Vindalf cortava todo o clima dizendo que mataria a gente, minha reação seria simples e sincera, me curvaria bruscamente começando o tossir e fazer uma careta enjoada, no final colocaria a mão na boca segurando e engolindo o vômito. - Mas que porra é essa? - Pensaria. - Tem gosto de merda! - Sim, minha reação exagerada não seria para com a ameaça de morte, e sim com o gosto horrível daquela fruta, até porque, sem brincadeira, um anão me ameaçando? chame de preconceito mas eu não consigo levar a sério.

- Ufa, pelo menos serviu de alguma coisa. - Faria então um rosto aliviado dando dois tapinhas na barriga e esfregando ela de cima para baixo satisfeito. - O gosto ruim acabou me deixando sem fome, pelo menos agora eu posso lutar melhor. - "Enquanto eu repetisse o movimento de esfregar a barriga devido a minha comemoração de ter comido, no caso de algo inusitado acontecer repentinamente como uma aura negra se formando em minha frente ou algo do tipo, talvez uma forma até então anamórfica e não definida de alguns metros de altura, a surpresa seria imediata."

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- Mas o qu…?!

Se acontecer de ver tal movimentação eu me assustaria, daria um salto grande para trás e como consequência pararia meu movimento na barriga. - Um stand ataque inimigo? -


- Desistiram? - Pensaria caso algo aparecesse e não fizesse nada contra mim ou Aduum.

Com o irmão de meu companheiro anão ainda consciente eu agiria rapidamente enquanto gritava para meu aliado.

- Aduum cuidado! Eles já estão atacando, não temos tempo pra sentimentalismo agora! - Avançaria em direção à seu irmão ainda um pouco cauteloso se algo tiver aparecido. Me utilizaria da mesma estratégia, sempre botando pressão para que ele não tivesse tempo hábil de mirar, aplicaria consecutivos chutes amplos e rasteiros para fazer com que ele pulasse de novo, se o fizesse eu então não mais o seguraria, e sim aplicaria um soco forte o suficiente para tentar empurrá-lo de encontro à parede.

Se notasse Aduum meio perdido em meio a toda aquela confusão eu lhe chamaria a atenção. - Oe! Agora não é hora de hesitar! Nossas vidas estão em risco aqui. - Gritaria enquanto daria continuidade a minha investida. - Eu sei que deve ser estranho reencontrar um irmão depois de tanto tempo assim, mas agora estamos em guerra, e ele é o inimigo.

- Foi mal amigo, mas eu não posso arriscar tudo de novo por causa de um vacilo assim, não dessa vez. - Me justificaria em pensamentos.

- Não se preocupe eu não vou matá-lo, vocês podem conversar com calma depois que essa invasão acabar.

Se minha estratégia anterior não funcionar muito bem, eu partiria para um plano diferente, sacaria o souvenir revólver roubado de Stephen com a mão direita, onde engatilharia e atiraria mirando um pouco a direita do pequeno oponente, não tenho intenção de acertá-lo, tanto que não possuo maestria alguma com o equipamento, mas o fato de ter uma arma apontada e disparada para si pode assustá-lo. Espero que ele esquive para a esquerda e se assim o fizer eu já o aguardaria com um soco de cima para baixo no intuito de deitá-lo no chão.

Não tenho muita esperança que Aduum venha me ajudar nisso, é mais provável que ele fique sem ação, ignoraria tentativas dele de me parar, só sendo interrompido no caso de ele me atacar diretamente, aí, bom… Teremos um problema.

No momento em que Vindalf cair, isto é, se ele cair. Eu rapidamente retiraria minha capa preta e a enrolaria no anão, uma vez que evitasse de ser queimado novamente, o amarraria com minha corda o deixando ali no chão por enquanto. Se algo bizarro e inexplicável realmente acontecer, minha guarda continuaria alta, e ainda em posição de combate eu procuraria ficar próximo de Aduum observando os arredores.


- Cuidado, ainda tem aquele inimigo que apareceu do nada. - Diria para o anão . - Você viu de onde ele veio? - Me manteria atento esperando pelo ataque de mim mesmo da figura misteriosa. Se ela não aparecer ou demorar demais eu relaxaria um pouco. - Droga, ele fugiu? - Então olharia para Aduum. - Pelo menos agora podemos agir livremente.

Independente de ocorrer algo ou não, ao final de tudo, se ganhássemos aquela luta, conversaria com Aduum em busca de mais informações. - Me desculpe por apagar seu irmão, não estamos com muito tempo para arriscar. Como está a situação lá fora? - Perguntaria antes de decidir minha próxima ação.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptyTer 30 Out 2018 - 16:46



Coldraz A. Stine

Drama com reféns... Ou é só pancadaria ?






Disferindo um golpe giratório que levava o espadachim ao chão, meu corpo se mostrava incapaz de acompanhar meus movimentos; com aquele movimente brusco, eu sentia uma pequena centena de agulhas perfurando meu antebraço esquerdo, sem dúvida, na pior hora possível.

Como resultado, meu rifle também caia — Droga! — Esse pequeno incidente era perfeito para ilustrar algo que eu havia dito não muito tempo atrás, quando o homem-peixe devorou um espadachim com pouca habilidade de concentração: "é nisso que dá se distrair no campo de batalha"

Dito e feito, o espadachim que eu havia derrubado usava essa oportunidade para acertar minha panturrilha da perna direita. Enquanto bloqueava seu segundo ataque, eu conseguia reparar que o mesmo não estava mais de máscara, provavelmente graças ao meu golpe anterior; não vou esconder minha surpresa ao ver um anjo de cabelos embranquecidos vindo furioso na minha direção e me fazendo exclamar, quase que como um reflexo — ... Puta que pariu! —

....

Nossa! Só... Nossa! Não poderia nem começar a listar todos os rostos de ex-namoradas e paixonites secretas que eu vi na minha frente naquele exato instante e, falando sério, fiquei até um pouco deprimido por ter de matá-la agora — Bem que ela podia ter continuado de máscara! — Aquela foi uma surpresa tão boa que, segura essa, eu nem estava mais tão irritado assim. Tô falando sério.

Enfim, eu adoraria compará-la com algum demônio do prazer masculino, ou contar sobre minhas fantasias de teor adulto mas, vida que segue, aquele ainda era um campo de batalha e ela ainda precisava morrer, assim como o outro espadachim que seguia furioso na minha direção. O terceiro parecia ter sido nocauteado perto dali, mas eu não faço ideia de como aconteceu, não estava prestando atenção.

Para começar, eu me afastaria da garota, me aproximando do rifle que eu havia deixado cair e imediatamente tentaria pegá-lo e atirar no peito do espadachim ainda mascarado por que, sinceramente, ainda estava com um pé atrás quanto a matar a garota. Porém, se a ela estivesse vindo na minha direção, eu tentaria dar um tiro na perna dela enquanto me afastaria para uma direção onde não ficasse no caminho de nenhum dos meus inimigos.

Se eu falhasse em pegar o rifle ou algum deles pegasse antes de mim, minha primeira reação dependeria da situação. No caso do atirador estar próximo de mim, eu tentaria efetuar a minha técnica Golpe na Cabeça ou apenas disferir um golpe vertical no queixo do oponente, feito de baixo para cima com meu jutte e transformando em um cajado caso fosse necessário percorrer uma distância maior para acerta-lo.

Porém, se o atirador estivesse longe, eu tentaria pegar o outro espadachim como refém, correndo na sua direção e acertando sua barriga com meu jutte, em seguida me posicionando de forma que este ficasse como um escudo, entre mim e o atirador, enquanto o agarraria pelo pescoço e diria ao atirador — É melhor você largar essa arma, eu já venci. Nesse instante meus subordinados estão prestes a prender o seu capitão... — cerraria meus olhos para dar um ar de seriedade e concluiria usando toda minha lábia — ... Acha mesmo que pode mexer com um capitão da marinha e sair dessa ileso ? Eu sou o fudendo Kyo Full Buster! Enies Lobby é brincadeira de criança perto do que eu vou fazer com você se não se render agora! —


  • Se o drama com reféns se fizesse necessário e o atirador fizesse o óbvio e, bem, atirasse! Eu então tentaria avançar em sua direção; se ainda estivesse com o refém, não o soltaria, continuaria usando como escudo enquanto avançava e então empurraria ele para cima do atirador.

  • Porém, se meu papo furado funcionasse e ele soltasse a arma, eu então diria — Chuta elas para longe e deita no chão! — Em seguida eu mandaria que o refém também se desfizesse das suas armas do mesmo modo e deitasse no chão enquanto eu recolheria as armas.


Agora, vamos ao que interessa, menos papo e mais ação. Acho que já ficou claro que minha estratégia era pegar o rifle e atirar em qualquer um que se aproximasse, e que se isso não funcionasse eu tentaria pegar um refém, mas as coisas podem desandar facilmente em uma situação como esta, por isso quero deixar claro que os movimentos a seguir foram pensados para servirem em 3 situações:


  1. Ninguém é capaz de pegar o rifle ou ele não funciona por algum motivo.

  2. Outra pessoa pegou o rifle antes de mim e, nesse caso, eu não tentaria pegá-lo durante a luta, por isso usaria minha skoll magni para lutar ao invés de depender de uma arma de fogo.

  3. Um dos meus adversários consegue me alcançar antes que eu tenha a chance de tentar pegar o rifle, nesse caso lutar com minha skoll magni é mais inteligente do que tentar pegar o rifle no meio do combate.


Se eu fosse atacado, tentaria efetuar imediatamente um contra-ataque no meu oponente, avançando o mais rápido possível, me abaixando no último instante e disferindo um golpe com meu cajado, visando acertar o queixo do meu oponente. Em seguida  eu, ainda curvado, me levantaria dando um passo longo para o lado e girando meu corpo, tentaria efetuar um golpe diagonal para cima com meu cajado, na cabeça do segundo espadachim, caso estivesse próximo de mim; ou então diagonal para baixo, mirando no meu primeiro alvo, caso o outro espadachim não estivesse próximo.


  • No caso de um contra-ataque não ser necessário por eu não estar sob ataque, mas uma oportunidade para atacar surgisse em uma ocasião onde eu não estivesse com o rifle, o trecho anterior também se aplicaria, nesse caso, funcionando do mesmo modo, porém comigo fazendo o primeiro movimento.


No caso de eu estar com o rifle, meus movimentos mudariam um pouco. Com exceção da garota, que eu tentaria acertar a perna afim de cessar seus movimentos sem a necessidade de matá-la, qualquer outra inimigo que viesse na minha direção, eu tentaria efetuar no máximo 2 disparos antes de avançar na sua direção com o movimento de cajado descrito no trecho anterior. Porém, jogando o rifle para longe dos piratas antes de atacar.

Golpe diagonal - Representação:
 

Por fim, no que diz respeito as minhas defesas, manteria uma base forte, voltando meu ombro esquerdo para o meu oponente e segurando meu jutte com a mão direita, próximo ao meu rosto, usando a ponta voltada para fora de forma a interceptar o ataque do meu oponente enquanto me movia para o lado deixando o que quer que ele usasse para me atacar, deslizar pelo jutte e passar direto por mim. Golpeando sua cabeça com o jutte em um movimento horizontal caso a oportunidade surgisse.



Golpe na cabeça:
 

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptyDom 4 Nov 2018 - 2:01

Com a recuada alguns passos para trás, Coldraz conseguia derrubar os dois adversários com somente três tiros. Dois deles foram direto no espadachim que corria em sua direção, sem problemas, e um outro na perna da menina a derrubou com facilidade. Afinal, não eram adversários tão difíceis de ser derrotados.

A menina de cabelos brancos caia gemendo de dor no chão, com um semblante até um pouco arrependido, talvez. Mas o Stine não pode se atentar a isso, pois conseguiu ver com o canto dos olhos a aproximação de um projétil de insetos vindo até si pelo lado.

Interceptou-o, fazendo um movimento com sua Skol Magni que dispersou os insetos. No instante seguinte, o menino caçador notou a presença ali no convés da Walrus aquele outro que não havia saído ainda do navio. Nem sinal de Kisame, nem de Gallore, Aduum, nem ninguém. Agora eram só ele, a alguns metros um do outro.

- Já que seus amiguinhos fugiram, acho que somos só você e eu. - A voz arrastada e rouca da figura podia até assustar alguém menos valente. - Prepara-se parar morrer. - Ele abria os dois braços para o lado e diversos insetos iam se aproximando e se agrupando em torno de seus braços, ao quanto que os membros iam tomando proporções muito maiores.

O escape de Kisame não havia sido tão difícil. Ele se lançara para cima como um peixe saltando para fora do mar, e atravessara uma das paredes, caindo com o corpo voltado para baixo no chão do convés negro, tendo um pouco de dores momentâneas.

Entre desvios e cortes, ele alcançava o interior da embarcação, e parecia ser ignorado a partir dali pelo adversário, e se você leu os parágrafos anteriores entenderá porquê. Em instantes, o tritão encontrou uma garrafa de bebidas e um isqueiro junto a um maço de cigarros mentolados na cozinha negra, começando um pequeno foco de incêndio ali.

Enquanto isso, as mãos de Gallore, ao passarem por seu abdome, sentiam que um estranho objetos agora estava ali. Enrolado em torno de sua barriga, na altura do umbigo, algo como uma grande pulseira que aparentava, inclusive, ser feita de ouro. Perfeitamente na medida, no abdome do rapaz, aquele objeto contrastava com o estilo do ruivo colecionador.

Se fosse somente a pulseira, tudo bem, mas então uma ENORME dor de estomago passou por Strange. Alias, ele não sabia se era realmente uma dor de estômago somente, pois aquilo se espalhava por todo seu tronco, chegando até seu peito, e talvez pegando até uma parte da cintura.

Eram como contrações, e ele sentia a cada uma delas um desespero e desconforto enorme, chegando a gritar, de forma que roubava a cena. A dificuldade para permanecer em pé era grande devido as dores próximas as de parto.

- SEU MALDITO, EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ COMEU ESSA FRUTA DESGRAÇADA! - Praguejava Vindalf, demonstrando extrema ira, enquanto Aduum parecia assimilar as coisas, sem conseguir falar.

O anão tecnológico levantou seu rifle pronto para atirar contra Gallore, e disparou. O tiro fez um barulho tão alto, e produziu uma imagem tão bela. Era como se uma linha vermelha deixasse a arma e, na visão do ruivo em câmera lenta, o projétil rasgava o ar e vinha em sua direção, perfeitamente contra sua face.

Mas ele sentiu paz.

E essa paz fez sentido, como se alguém o confortasse, e em uma última contração, ele via aquela estranha energia sair de seu umbigo, onde havia um pequeno buraco no ornamento em seu abdome. Uma fumaça azulada subiu, e se condensou numa figura parecida com humana, talvez tritônica, ou até meio mágica, que do jeito que surgiu, milagrosamente, bloqueou o tiro por pouco, empurrando-o para o lado com um soco que feriria a mão de qualquer um. A bala explodiu com o contato da parede ao lado, fazendo um pequeno buraco de 20x20cm atrás de Strange.

O boxeador falava com Aduum para ter cuidado, que os inimigos estavam atacando, e que não era tempo para sentimentalismo, mas o pequeno companheiro parecia pasmo com aquilo que havia em sua frente.

A figura cresceu mais ainda, e ultrapassou as dimensões do teto e da parede da sala, quebrando-a em pedaços de madeira que iam para os lados. Kisame viu a parede que ele colocava fogo se romper no surgir da estranha criatura azul, quebrando algumas coisas da cozinha.

O azulado cresceu até cerca de 5 metros, e todos os olhavam com certo temor ou dúvida. Coldraz via, do outro barco, a figura surgindo, e sabia que seu adversário não havia visto por estar de costas, ou pelo menos presumiria aquilo com facilidade. Mesmo com o barulho, era como se ele ignorasse por um instante, estando focado no rapaz. É, talvez até o próprio Coldraz não notasse se não houvesse visto.

- GALLORE, CREIO QUE... QUE VOCÊ SE TORNOU... - Aduum, perplexo, olhava para o menino e para a figura que saia de seu umbigo quase como fumaça. - UM HOMEM... UM HOMEM-LÂMPADA? ALGUMA COISA NESSE SENTIDO... - Ele elevava a mão ao queixo, como se pensasse. - ACHA QUE CONSEGUE CONTROLAR ESSE SER?

- JÁ CHEGA, A SITUAÇÃO JÁ FUGIU MUITO DO CONTROLE! - Quando olharam, viram a figura de Vindalf já não mais só com o rifle, mas agora assentado sobre a grande engenhoca de desintegração, assumindo seu controle e apontando-a na direção de Strange, a pouco menos de 3 metros dela. Aduum estava a cerca de 5 metros, e Kisame a 10, mas todos deveriam agir rápido pois, de alguma forma, sabiam que aquela arma poderia acabar com suas vidas em instantes. - MORRA!

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySeg 5 Nov 2018 - 21:32



Coldraz A. Stine

Hora de enfrentar o boss






Eu acho que já estava pegando o jeito com aquele rifle. Dois disparos e o espadachim mascarado ia ao chão, porém, não era capaz de machucar, deliberadamente, o rosto de uma bela jovem, então fiz o que qualquer homem de bem faria, dei um tiro na sua perna e a deixei gemendo de dor no convés do navio — Acho que eu fiz o que era certo. —

Parando para pensar, eles não foram um desafio muito grande. Vai ver eu finalmente estava pegando o jeito da coisa, brigar com piratas quero dizer. Antigamente eu era apenas espancado e salvo por alguém, acordando algumas horas depois em uma cama de hospital improvisada; dava uma olhada rápida para a garota e dizia — Ora, ora, parece que os tempos mudaram — e nesse mesmo instante, eu notava, não soube dizer o que era até usar minha arma para interceptar — Insetos ? —

— Já que seus amiguinhos fugiram, acho que somos só você e eu —

Disse o último dos piratas e naquele instante eu notei; esse aí é o chefão. Parando para pensar no que ele dizia, olhava ao meu redor e notava que, realmente, nenhum membro daquela trupe sem noção estava ali, do tritão ao anão, cada um havia abandonado o navio e me deixado aqui para lutar com esses esquisitões, não pude conter minha indignação — Filhos da p%Ta! —

Porém, acho que expressei minha indignação cedo demais, o momento em que o pirata declarava sua intenção de me matar e os insetos cobriam seus punhos de forma a aumentá-los, parecia mais oportuno para soltar aquelas palavras. Superando minha raiva, tentava imaginar a recompensa pela cabeça daqueles piratas para aliviar a tensão e pôr um sorriso no meu rosto. A batalha estava para começar, minha concentração inabalável e um clima de tensão que se estendia pelo convés, talvez quebrado apenas pelos gemidos da pirata de antes.

Mas se nada quebrou a tensão até aquele instante, a aparição daquela sombra gigantesca saindo do casco do navio pirata teria prazer em estragar o clima. Eu paralisei por um segundo ao encarar aquela coisa atrás do capitão que, pela sua calma, ou não havia notado ou era o "mestre" daquela criatura.

Apenas uma coisa se passava pela minha cabeça naquele instante — Na boa, é melhor essa merda estar do nosso lado, senão eu vou virar pirata! — Até descobrir a afiliação daquele monstro, eu precisava dar um jeito no chefão e me apressar para tirar aquele navio dali o mais rápido possível.

Para começar, eu daria um tiro na cabeça do pirata com o rifle enquanto me afastaria dele e me aproximaria do canhão e, se conseguisse chegar até este, soltaria o rifle e tentaria apontar o canhão para o pirata, em seguida disparando. Independente de se eu conseguisse ou não disparar com o canhão, meu próximo movimento seria avançar a toda velocidade contra o meu oponente. Se eu conseguisse fazer ele se defender antes de avançar, ele provavelmente usaria os insetos e sua visão ficaria obstruída, esta seria a melhor oportunidade.

Quando estivesse próximo, a menos de 2m do meu oponente, eu mudaria minha rota, avançando pela direita do meu oponente e me curvando uma pouco para disferir um golpe horizontal na sua cintura usando o modo cajado da minha arma. Em seguida eu, ainda agachado, daria um pulo na direção do meu oponente e tentaria um ataque vertical na cabeça do meu oponente, feito de baixo pra cima com meu cajado. Terminaria então avançando contra ele, apontando meu cotovelo direito para ele enquanto empunharia a skoll magni em forma de jutte com a ponta virada para o meu oponente, usando a mão esquerda para segurar o cabo junto da minha mão direita na altura da minha cabeça, e avançaria na sua cabeça, tentando resistir a qualquer defesa que ele criasse.

Representação, aproximada, do último golpe:
 

Tentaria me manter em movimento, atacando de ângulos diferentes para diminuir o tempo de reação do meu oponente. Para me defender, eu usaria o modo cajado da minha arma e com as duas mãos, eu giraria ele o mais rápido que pudesse na minha frente, tentando criar uma espécie de parede para dispersar o golpe; porém, usaria isso no caso de eu estar a mais de 3m do meu oponente, ou seja, para ataques que ele disfira de longo alcance.

Representação da defesa:
 

No caso de estar próximo demais durante o ataque do meu oponente, eu tentaria ignorar a defesa e seguir atacando, a menos que eu já houvesse terminado a sequência ou por algum outro motivo eu fosse incapaz de atacar, nesse caso eu juntaria os meus antebraços próximos ao peito, com as mãos na frente do rosto e abaixaria a cabeça enquanto levava uma perna atrás e deixava a outra na frente firmando a base (se eu estivesse no ar, ignoraria a parte das pernas) e esperaria pelo ataque.

Representação da defesa:
 



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 3 EmptySex 9 Nov 2018 - 15:26



Kisame

Surge um Novo Demônio





O interior da embarcação estava abrigando uma enorme confusão e eu naquele meio, agia com pressa, não querendo ser surpreendido por outro dos ataques feitos pelos insetos insuportáveis que rodeavam o barco. Eu até que contribuía um pouco para o distúrbio, querendo ou não, os objetos que havia achado, serviriam para complicar ainda mais a situação. Logo começaria a colocar fogo em toda a embarcação, utilizando o combustível inflamável e a fonte de chamas ao meu alcance.

- Agora aquele desgraçado vai me pagar. Vou incendiar essa merda toda e voltar logo para Walrus, aquele maldito capitão...Se ele souber navegar pode acabar complicando minha situação, tenho que acabar logo com isso!

Quando menos esperava, minha tentativa novamente era falha. Desta vez era atrapalhado por algo que nem poderia classificar, outro ser de outro mundo. Os demônios não iriam parar de surgir, questionaria, talvez eu estivesse devendo algo para o outro mundo, mas uma coisa era certa, a vontade de acabar com todos esses seres que ainda navegassem pelos mares. Quando o monstro apareceu, não me atacou, apenas destruiu tudo ao seu redor e acabou com as chances de incendiar o barco, parecia meio estabanado. Seu tamanho não o ajudava, porém a destruição revelou o paradeiro de Strange, e as coisas só poderiam ficar piores, como de costume.

- Você está ai seu maldito, o que andou fazendo nesse tempo todo...

E em um instante era interrompido, com a cena. O ser gigante, saia da barriga de Gallore, que aparentemente não entendia muito também. Contudo a surpresa, resultado dos acontecimentos, eram interrompidas quando um dos encapuzados declarava por um fim naquilo, ameaçando-nos com uma poderosa arma, algo que nunca tinha visto antes, não podendo julgar seu poder destrutivo. Temendo o que pudesse acontecer se acionada, imediatamente empunharia minha espada, voltando a lâmina para o pequeno inimigo e avançaria velozmente em sua direção. E no caso de chegar bem perto dele, apunhalaria o mesmo, cravando a ponta da arma em seu corpo.

- Deu de merdas por hoje!

Se por acaso, conseguisse finaliza-lo, ótimo, em seguida partiria para o controle da arma. Tentaria desvia-la no caso do seu processo para disparar já estivesse ocorrendo, mas se não, apenas deixaria de lado e afastaria o inimigo dela – arremeçando-o para bem longe -. Ainda na primeira ocasião, se não pudesse evitar disparos com uma ação simples, tentaria direcionar a arma para cima, movimentando-a no sentido onde havia encontrado o cara dos insetos pela ultima vez – um problema que não poderíamos esquecer -. Toda minha força seria empregada, se necessário, minha capacidade de analisar também, se fosse preciso mais do que vontade para manusear o equipamento.

- Gallore seu verme, me ajuda com essa merda antes que a gente morra...E que porra é essa saindo da sua barriga?

O momento não era apropriado, mas de um jeito ou de outro, meu subconsciente queria uma resposta pra tudo que estava acontecendo, era bomba atrás de bomba.  Todavia se tudo estivesse perdido e fosse inevitável interromper a loucura alheia, partiria novamente para a parte externa do navio, onde procuraria por aberturas e atalhos que me levassem até lá, para que posteriormente pudesse saltar na água e mergulhar o máximo que pudesse até o seu disparo, ao julgar pelo seu tamanho, saberia quando aconteceria.

- O miserável é um gênio! Essa Grande Linha, cada hora que passo aqui é um motivo a mais para minha vontade de destruí-la crescer.

Após a turbulência passar, retornaria para o barco, ou em sua grande parte para ter uma melhor visualização dos resultados, ficaria atento aos possíveis inimigos, entraria em conflito contra aqueles que se aproximassem ou que estivessem pela localidade, com exceção do cara dos insetos. Se o mesmo fosse o único restante ou marcando sua presença, começaria a procurar por Gallore e seus mascotes, sabendo que sua ajuda era essencial para derrotarmos o mascarado.

- Eu seu médico estúpido, usa isso pra acabar com aquele cara!

No caso de encontra-lo, já começaria a me aproximar com velocidade e gritando durante todo o percurso, talvez uma luta de demônio contra demônio fosse um tanto mais parelha. Seguiria para bem próximo do mesmo e aguardaria suas ações e respostas.

- Talvez possamos acabar com ele juntos, use seu gigante para me dar alcance até aquele imbecil para que eu possa devora-lo!

Neste instante fitaria o meu alvo principal, com a postura de um combatente, segurando minha arma firmemente e ampliando a vontade de matar.

Histórico:
 





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