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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptyDom 09 Set 2018, 19:31

No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Gallore Strange e Kisame. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptySeg 10 Set 2018, 13:34



       

           

           

               

Kisame


               

Megalodon


               

               
Estávamos cada vez mais próximos da nossa primeira ilha na Grande Linha, mal podia esperar para ver quais seriam os novos desafios que iríamos enfrentar, meus bolsos pesados imploravam por mais moedas de ouro e minha boa forma exigia novamente um combate digno. Conforme nos aproximávamos, minha vontade de descer da Walrus ficava cada vez menos. Já era possível sentir o calor do ambiente, acompanhado de inúmeros mosquitos que faziam meus braços revezarem entre espanta-los e controlar o timão, suas águas não eram nem um pouco puras, temia que a navegação fosse dificultada por ela, mas enquanto a escuna se deslocava era possível notar uma entrada.

- Gallore, Aduum, comecem a preparar a embarcação, recolham as velas, iremos navegar conforme a ilha a partir de agora. Depois vão para perto da âncora.

O pouco de força que restava em Walrus, depois das ações dos meus companheiros, utilizaria para direciona-la até o pequeno rio que nos levaria diretamente para a ilha.

- SOLTEM A ÂNCORA!!!

Gritaria para os caçadores assim que o primeiro sinal de solo estável fosse detectado, por mim ou por eles. Temia que avançar a embarcação até um local desconhecido seria perigoso, sair dali já era uma tarefa difícil mesmo que ainda fosse o inicio do riacho. Ao soltarem o objeto pesado, começaria a levar Walrus calmamente para a sua costa improvisada, tirando-a de qualquer correnteza que não permitisse sua imobilidade, tomando todos os cuidados possível para não danificar o seu casto, de maneira que fosse possível o desembarque sem muito esforço. Desta forma, soltaria o timão e então daria uma bela alongada em meus braços e pernas, antes de decidir o próximo passo.

- Essa ilha não me agrada em nada Gallore, você viu essa água? Nunca vou arrastar um presa para baixo dela!

De forma grosseira, como sempre, indagaria e expressaria meus sentimentos.

- Eu vou fica perto da Walrus por enquanto, para ter certeza que não vamos ter de procura-la depois. Você e o anão podem procurar primeiro por algumas coisas que poderemos precisar para a viagem, não pretendo ficar muito tempo por aqui.

Pegaria uma quantidade do dinheiro que o médico tinha me dado anteriormente e entregaria ao mesmo – no total um (1) milhão, setecentos e cinquenta (750) mil berries -.

- Isso deve ser o suficiente Strange, aproveite e traga para mim, uma grande espada e eu devolverei a sua.

Assim encerraria meus planos por ora. Desceria da embarcação e ficaria próximo dela, em solo, andando de um lado para o outro, estudando a geografia do local, observando cada um dos meus objetos, analisando rotas para uma possível fuga e quando não conseguisse imaginar nada, traria Nie são e salvo em meus pensamentos. Mesmo que o ódio causado pela sua deixa também despertasse, manteria uma postura firme, sacaria a espada de Gallore e golpearia a raiz mais próxima. Sem delongas, voltaria a andar de um lado para o outro, pensando, analisando e refletindo, talvez cortando mais algumas coisas, para que esse ciclo fosse o meu passatempo até o retorno dos outros.

- Megalodonte? Mega? Megalodon? MEGALODON!

Quem passasse por perto com certeza poderia ouvir meus questionamentos.
                 



               

               Thanks Remenuf
           

           

       

   

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptyTer 11 Set 2018, 23:29






Gallore Strange


Bem-Vindo à Pior Ilha Do Mundo





Finalmente… - Terra firme. - Diria serenamente inclinando a cabeça para cima fechando os olhos enquanto respiraria bem fundo juntamente de meus braços abertos até muito provavelmente um mosquito entrar pelo meu nariz e eu começar a tossir ou espirrar, conforme nos aproximávamos da ilha eu podia sentir aquele mormaço me circundando juntamente de todos os insetos, e pra ser sincero, minhas expectativas quanto à Berlinque foram decaindo no decorrer da viagem. - Hmmpf, dúvido que algo de bom possa ter vindo daquele tritão filha da puta do Hilgrim. - Mas qualquer coisa é melhor do que ficar nesse barco. - Preciso dar uma volta, espairecer a mente. - Seriam meus pensamentos um tanto quanto difusos por dividir minha atenção entre refletir sobre o vazio existencial e caçar esses malditos mosquitos.

- Se bem que… Agora que eu parei pra pensar, se o Hilgrim tinha uma dessas coisinhas mágicas que aponta pra essa ilha, então talvez seja minha maior pista de descobrir alguma coisa sobre ele ou seu paradeiro. - Bateria então um punho no outro abrindo o maior sorriso que conseguisse demonstrando um rosto, para meus observadores, de certa forma sádico. - Agora sim! Mal posso esperar pra desembarcar nessa ilha. - E assim me manteria um período estático só imaginando as várias formas de fazer aquele peixe sofrer com meu troco, isso é claro até que escutasse - ou tornasse a ouvir - aquele zumbidozinho desgraçado que me faria voltar à matar mosquitos por aí até que estivéssemos perto o suficiente para que as ordens do capitã… Quer dizer, do navegador fossem passadas.

- Aye aye sir. - Diria meio irônico em resposta à Kisame enquanto ergueria as velas. - Quando esse cara vai aprender que eu não curto receber ordens?

- Custava ser mais gentil pelo menos? - Diria bem baixo sem perceber. - Obrigado Gallore pelas velas, Gallore eu to meio ferrado aqui será que tem como olhar esses ferimentos? Valeu Gallore por salvar minha cauda de peixe mais cedo, sou eternamente grato. - Continuaria reclamando internamente gritando apenas minha última sentença: - É tão difícil assim?! - No momento em que percebesse que estaria na verdade falando ao invés de pensar olharia para todas as direções meio desconfiado e tomando uma expressão completamente constrangido caso Kisame me escute e fique me olhando pelas coisas que viria a falar. - Que foi? - Diria meio estranho e com uma tonalidade neutra caso isso venha a acontecer. - Nunca viu alguém reclamando da vida? -

Draminhas a parte vamos nos focar no que é mais importante aqui, eu a ilha, isso, no momento em que fosse instruído soltaria a âncora sem pestanejar e sobrecarregando um pouco mais meu braço esquerdo para o esforço. Assim que atracássemos eu apoiaria um dos pés no parapeito do navio levando uma mão à testa enquanto a outra se apoiaria no joelho levantado e um leve assobio seria liberado enquanto observaria a vista.

- Vamos ver, o que fazer agora? - Pensaria em voz alta já quase me impulsionando para saltar do navio se Kisame não viesse falar comigo. - Ah, não seja assim. - Responderia ao tritão quanto a suas impressões sobre a ilha. - É quente igual o inferno? Sim. Provavelmente vamos morrer de alguma doença transmitida por esses mosquitos? - Diria essa parte enquanto tentaria esmagar mais um inseto que estivesse sobrevoando por perto. - Talvez. Mas pode ter certeza que tem algo escondido por aí, ou aqueles caras não teriam essa coisa. - Apontaria para o eternal pose em posse de Kisame. Imagino que dificilmente minhas palavras convenceriam o tritão, então depois de olhar para ele com uma cara séria por alguns instantes eu suspiraria em desânimo me aproximando do homem peixe e apoiando minha mão em seu ombro.

- Olha cara, como um bom amigo eu vou te contar um segredo. - Olharia bem em seus olhos durante minha fala. - Você não precisa arrastar pro mar e devorar todo mundo com que luta, não é pra isso que pediu minha espada? É só usar ela que é sucesso. - Então me afastaria dois passos para trás mostrando um sinal de positivo com o polegar. - E de preferência que não a use nesse corpinho aqui. - Diria apontando para mim mesmo mexendo as mão de cima para baixo frisando especialmente no lugar onde ele me deu uma estocada.

Dito isto escutaria o que mais o tritão tivesse para falar onde pegaria o dinheiro e apenas assentiria com a cabeça em concordância. - Qualquer coisa é só atirar com um canhão que eu volto. - Então me viraria ao anão estendendo meu braço para que ele subisse em meu ombro logo antes de me dirigir a borda da embarcação. - Vamos Aduum. Não se misture com essa gentalha.- Subiria então no parapeito da escuna, daria uma última olhada para trás e então responderia Kisame uma última vez. - Acho bom devolver mesmo. - E assim pularia para a terra firme.

A primeira coisa que faria seria checar se Aduum não teria caído na queda. - Putz, eu nem disse pra ele se segurar. - Agora a segunda coisa que faria seria averiguar o solo, pântanos não costumam ser muito confiáveis, mas acho que não tenho escolha. Adentraria a floresta avançando em um ritmo de caminhada comum mas com uma certa cautela, sempre afastando os insetos e cortando a vegetação no caminho com a adaga de Lan se necessário, e em meio à isso me ocuparia batendo um papo com Aduum.

- Eai, como se sente em finalmente pisar em uma ilha da Grand Line? Porque eu to meio que com fome. Aliás, uma coisa meio que fora do assunto, mas por que akumas no mi? Digo, por que você as estuda? To curioso já faz um tempão.

A conversa se manteria até que eu encontrasse algum resquício de civilização ou quem sabe alguém para perguntar. - Ei você, sabe me dizer pra que lado fica a cidade desse lugar? Ou melhor, sabe alguma coisa sobre o tritão Hilgrim? - Perguntaria se me encontrasse com alguém. E caso isso não venha a ocorrer, a cada momento em que permanecesse naquela floresta sem nenhum resquício de humanidade eu duvidaria ainda mais sobre meus motivos de estar ali. - Eu não me surpreenderia se nem mesmo o Sr. Lemos evitasse esse lugar. - Seria meu pensamento nessa ocasião, no entanto não me daria por vencido. - Deve ter alguma coisa nesse lugar. - Sendo assim só há duas opções, ou eu encontro algo de interessante, ou só eu volto após ter explorado tudo.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptySab 15 Set 2018, 18:07

E assim se iniciava a jornada dos caçadores pela pior ilha da Paradise: um local pantanoso, fedorento, perigoso, assustador, maldito, macabro, agressivo por si só, quente para caramba, cheio de insetos e criaturas potencialmente mortais, e, além de tudo, a ilha onde estava, eu diria, "exilado", o garoto Coldraz Anne Stine e sua parceira romântica já sem braço.

Assim, nossos heróis se dividiam pela ilha infernal: enquanto Kisame, o suposto líder e navegador da Walrus, permaneceria junto do barco, Gallore Strange e o camarada Aduum Burbrand seguiriam adentro da ilha, levando com eles 1.750.000 berries do tritão - agora eles tinham dinheiro de sobra.

E foi assim, com o sol escaldante no topo do céu, que já totalmente suados, Aduum e Gallore, com o primeiro sobre o ombro do outro, pingando pequenas gotinhas de suor nele, adentravam a densa floresta, que de tão densa pouco se via da luz do sol em seu interior. A embarcação havia sido estacionada por Kisame próxima ao estrito rio que guiava, em águas esverdeadas, para dentro da ilha.

A dupla de conhecedores de alguma ciência - o anão, das Akuma no Mi, e o ruivo, das artes médicas - não conseguia encontrar um caminho que não fosse o de pedras musguentas que acompanhava o leito do rio. Realmente, a floresta era densa, e apesar de ser possível seguir adentro dela cortando pedaços da vegetação e se esgueirando entre árvores, era mais propício caminhar por onde eles iam.

E assim seguiam, entre papos e conversas, com Nosnari respondendo ao boxeador sobre o que lhe era perguntando, enquanto o pisar e se firmar nas pedras tão escorregadias ficava a cargo do maior. - Admito que esperava mais da Grand Line, companheiro. Esse lugar é um pouco... Fedorento, eu diria. Mas creio que devam haver vários espécimes diferenciados por aqui... - Ele parava um pouco, dando uma olhadas em volta, como se buscasse entre a mata animais. Na verdade, talvez houvessem, porque a dupla sentia, desde que entravam floresta adentro, uma estranha sensação, como se fossem observados por todos os lados. - Mas sobre as Akuma... Bem, eu estudei Biologia na Universidade de Las Camp, e a princípio meu projeto era catalogar espécies consideradas "bestiais" nos blues. Mas, em uma expedição, eu encontrei a fruta que o ruivinho lá comeu, comecei a estudá-la, e acabei me apaixonando pelos estudos das Frutas do Demônio. - Ele parecia ficar um pouco triste quando se falava da fruta comida por Lan, mas tentava ao máximo disfarçar.

A conversa se seguiria enquanto eles andavam acompanhando o leito do rio, mas uma coisa nas águas lhes chamava atenção alguns metros adentro da ilha: tratava-se de uma garota jovem, mais nova até que Gallore, com vários ferimentos por seu corpo, e desacordada, talvez morta. Ela possuía somente um braço e, a julgar pela primeira impressão dos ferimentos, possivelmente havia acabado de perder o membro e sofrer todo aquele dano. Logo atrás, ainda, havia um outro garoto, de idade próxima a da garota, com um dos braços engessados e, eu diria, com uma aparência bastante cansada e danificada. Ele, contudo, estava acordado, e parecia lutar para alcançar a menina, a alguns metros a sua frente, ambos sendo levados pela correnteza. Gallore notava, contudo, que a menina seguia na direção de uma pedra no meio do rio, a uns 10 metros e, se quisesse agir, deveria ser rápido.

E, se você pensou que Kisame havia ficado em uma situação de boa enquanto, no primeiro post da aventura, Gallore já encontrou Coldraz e Marianna totalmente ferrados da aventura anterior, e já diante de uma cena de ação, se enganou! Na verdade, pouco depois da saída da dupla, Kisame ficava a golpear uma raiz de árvore próxima ao navio, descarregando sua raiva por ter deixado Nie para trás.

Tá, talvez você diga que isso não é uma situação comparável a de Strange, mas permita-me terminar: enquanto ele pensava, em voz alta, em um certo nome, "Megalodon", ouvia um certo barulho de impacto vindo do navio e, ao olhar para ele, via uma criatura, no mar, do seu exato tamanho, se chocando contra o casco da Walrus, e tomando distancia para, aparentemente, fazê-lo novamente. Sua batida fazia todo o navio se agitar, revelando grande força.

A criatura parecia um peixe, mas era extremamente esquisita e deformada, combinando com o ar que aquela ilha tinha. Kisame não fazia ideia de onde ela havia vindo, mas seria melhor detê-la antes que causasse danos ao casco da escuna - o que, levando em consideração a força do bicho, talvez não demorasse tanto assim.
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptySeg 17 Set 2018, 18:39






Gallore Strange


"Baywatch"





Eu não poderia concordar mais com Aduum, depois de um percurso tão grande até aqui e só o que vejo é mato, mato e mato. - Não me admira que ele ache o lugar fedido, tudo aqui é verde. -

- A ilha deve ter apodrecido. - Teria dito em resposta meio que brincando com o comentário do pequeno cientista. - Eu disse brincando mas não me surpreenderia, o calor tende a apodrecer as coisas mais rápido né? - Tiraria a faixa de minha testa enxugando o suor e a colocando no pulso enquanto continuaria a pensar. - E calor é o que não falta por aqui. - Teria então iniciado a abanar minha camisa para ver se refrescava um pouco, até abriria minha ela, mas eu não confio nesses mosquitos daqui, já viu aquela coisa? Pra mim pareciam mais mutantes.

- Se quiser a gente pode adentrar a floresta mais tarde e ver se tem algum animal interessante, quem sabe até capturar algum como objeto de estudo, hahaha, agora você até que me deixou curioso sobre o assunto, especialmente com essa presença estranha. - Disse apontando floresta adentro e continuando a conversa que se seguiu por mais algumas palavras, Aduum me contava um pouco mais da sua história e era legal conhecer mais um pouco do meu novo amigo, embora lhe trouxesse lembranças não tão boas assim. - Mas não se preocupe com isso, olha só pra essa ilha infernal? - Teria estendido os braços meio que apresentando o local. - Se a gente não encontrar o próprio diabo tenho certeza que pelo menos uma fruta a gente vê pendurada em um galho qualquer aí. - Entretanto à medida que o anão se explicava mais e mais questionamentos surgiam em minha mente. - É realmente surreal, o poder que aquela coisa dá. - Me lembraria da força instantânea ganha pela raposa. - Realmente um pacto com o diabo… Mas você teve posse desse negócio portanto tempo, nunca pensou em estudar a aplicação de seus poderes reais em alguém que a comeu? Ou comer você mesmo? - Disse soltando o questionamento no ar, não necessariamente esperando por uma resposta, mas quem sabe como a sugestão de um novo norte nos estudos do anão.

- Talvez ele nunca tenha cogitado essa possibilidade, ou quem sabe já viu tudo que tinha de ver somente da fruta em si. Enfim, só uma sugestão.

No fim nossa caminhada não nos levava a cidade alguma, e nem mesmo um Sr. Lemos surgiu para nós. - Isso é raro. - Mas ao menos avistamos uma pessoa, melhor ainda, duas! E excluindo o fato que ambos parecem a beira da morte isso já descarta a possibilidade de ser uma ilha deserta. Ao mesmo tempo em que sentia felicidade em ver outros humanos um toque de preocupação também me preenchia, a situação de ambos não era das melhores, especialmente da garota, não é necessário pensar duas vezes, são em situações assim que gosto de deixar meu corpo se mexer sozinho.

- Aduum! Espere aqui um instante eu já volto. - Com tal fala imagino que o anão pule de meu ombro onde juntamente à isso eu largaria minha mochila no chão e pularia no rio no mesmo instante. Meu alvo primordial? A garota que parece desacordada e em uma pior situação, nadaria em seu encontro indo em direção à rocha e a interceptaria segurando-a por trás envolvendo meu braço direito enquanto que minhas pernas e braço esquerdo lutariam contra a correnteza em direção à margem trazendo ela comigo. - Se não aguentar nadar para fora segure aí na rocha! - Gritaria ao outro rapaz também arrastado pelas águas, e se ele ficar lá esperando faria o mesmo processo com ele após deixar a garota na margem junto do anão e me lembrando de confiscar sua arma previamente se me for possível faze-lo sem iniciar um conflito.

- Não estou afim de nenhuma surpresa.

Assim que todos estivessem fora das águas eu não daria muita importância ao rapaz de início, se ele estava acordado é porque ao menos tem vida, sua amiga por outro lado eu não tinha essa certeza. Começaria colocando meu polegar em um lado de seu pescoço posicionando em paralelo com meus dedos indicador e médio para sentir seu pulso, minha outra mão se aproximaria se suas vias respiratórias para ver se sairia algum ar, não só isso mas também utilizaria sempre de minha noção temporal para cronometrar suas batidas por segundo e ver se o pulso estaria forte ou fraco. Em caso de não houver pulsamento algum , estar muito fraco, ou não houver respiração eu iniciaria uma massagem cardíaca em um ritmo de trinta contrações para cada duas respirações boca a boca no qual sopraria dióxido de carbono no intuito de reagir uma contração em seus pulmões expulsando qualquer água ali e estimulando o funcionamento do órgão.

Se mesmo assim tudo isso falhar e sua vida se esvair dentre minhas mãos, não há nada que eu poderia fazer, olharia para o rapaz um instante logo antes de abaixar minha cabeça e fechar os olhos da garota, caso estejam abertos. - Sinto muito, não pude fazer muita coisa. - Diria a ele me afastando um pouco em respeito e observando qual seria sua reação.

No entanto se ela apresentar vida minha ação será completamente diferente. - Se ainda há tempo então eu tenho que salvá-la. - Não me pergunte por que estou fazendo isso, se vejo uma pessoa precisando de ajuda não me conterei em auxiliar, as consequências virão depois. Analisaria primeiro seus ferimentos, se eram recentes, que tipo de ferida é e se no momento traria instabilidade para sua sobrevivência, sangramentos muito graves que não houvesse escolha senão pará-los ali na hora eu tentaria cauterizá-los com meu equipamento, caso contrário apenas usaria de algumas poucas bandagens para envolver e pressionar bem o local como primeira medida.

Uma vez que ela estivesse estável e através de minha análise eu perceber que seus ferimentos não são dos melhores, não poderia tratá-la ali na selva imunda, mas ao menos já teria ganho um tempo. Olharia rapidamente para o rapaz, se ele teria algum machucado que lhe trouxesse risco de morte utilizando-me dos mesmo procedimentos se necessário, uma vez que tivesse um pouco de tempo retiraria minha camisa molhada a colocando na mochila que novamente equiparia nas costas. A partir daí minha ação dependeria diretamente do rapaz, não em forma de opinião, mas se ele estaria acordado ou não, se seu estado não for de consciência então não me restaria escolha senão carregar os dois, ele iria em meu ombro direito (como um saco de batatas) enquanto ela eu carregaria com cuidado em meus dois braços. No entanto se ele estiver acordado então as coisas seriam mais fáceis.

- Consegue andar? - Perguntaria já me adiantando e cobrindo a moça com meu casaco. - Eu não posso ajudar vocês aqui no meio do mato, tem alguma cidade por perto? - Diria já erguendo a garota em meus braços colocando mais carga em meu membro esquerdo que estava 100% e o seguindo se tentasse apontar um caminho, no entanto se ele não conhecer qualquer resquício de civilização naquele lugar não me restaria opção senão levá-los até o Walrus. - Vai ser um saco explicar ao Kisame mas é nossa melhor opção.

- Me siga, por aqui. - Caminharia com o passo um pouco apertado mas com cuidado para não escorregar no musgo durante o percurso até minha embarcação. - Aduum, eu ainda não tenho muita certeza de todas as áreas que você domina, mas se encontrar alguma planta medicinal que conheça e que tenha efeitos antibióticos ou anestésicos colete um pouco, seria muito útil. - Pediria ao anão como um favor apesar de não entonar como tal devido a minha pressa e preocupação.

Em meio a tudo isso tentaria dividir uma parte de minha atenção ao garoto, eu não o conheço e muito menos o que ele pode fazer, se ele vier me atacar eu me adiantaria com uma explosão de velocidade em que adquiriria uma postura aberta e agachada golpeando com tudo um direto de esquerda bem no meio de seu plexo solar para tentar afastá-lo e atordoá-lo um pouco, não imagino que ele venha a investir enquanto eu tiver a garota nos braços, mas se ele vier a fazer tal coisa então ao invés de meus punhos eu usaria de minhas “longas” pernas para chutá-lo bem no meio do peito antes que me alcançasse com um golpe, não seguraria minha força e muito menos me importaria de desmaiá-lo no processo, qualquer coisa apenas o levaria carregado como antes previsto.

- Deixa essa merda pra depois! - Gritaria irritado com ele caso uma dessas duas possibilidades aconteçam ou se ele apresentar falas hostis. - Ela é sua amiga não é? Precisa de ajuda, então vem logo antes que seja tarde. - Seriam minhas fala antes de prosseguir com tudo conforme já citado.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptySeg 17 Set 2018, 20:46



       

           

           

               

Coldraz A. Stine


               

Pegue o pombo a Marianna


               

               

                   
~ Início do Sonho ~

Branco! Como se minhas memorias desaparecessem, apenas para voltarem de forma agressiva e desordenada, como um copo vazio que afundava no mar. Enquanto tomava consciência de quem era, lembrava também do que eu havia feito. Lembrava de ter saído de casa alguns dias atrás, lembrava de conhecer uma garota vestida de marinheira em um bar enquanto um psicopata metralhava o lugar, lembrava de tê-la trazido comigo até uma ilha deserta...

Lembrava dela queimando por minha causa.

Eu não tinha tempo para ficar me lembrando agora. Forçando mais a minha mente, a imagem mais recente era de nós dois afundando no pântano daquela ilha amaldiçoada, e se ainda não estávamos mortos, logo estaríamos. Encarava o tenente, a única coisa além de mim naquele lugar, e gritava.

— Como eu saio dessa merda ? —

Ele não respondia.

— EU NÃO TENHO TEMPO PARA ESSA MERDA! COMO EU SAIO DAQUI ? A MARIANNA ESTÁ MORRENDO! — Tentava avançar em seu colarinho e forçá-lo a me responder mas, é claro, ele era apenas uma ilusão e fazia questão de me lembrar disso ao aparecer atrás de mim, me menosprezando — Se tivesse tido toda essa determinação para salvá-la... —

Dessa vez eu diminuía a voz, não tem como retrucar a verdade, por isto dizia de forma mais calma, não apenas para o tenente, mas para mim mesmo — Eu sei que fiz merda, eu devia ter escutado ela, eu devia ter escutado ela várias vezes. A culpa é minha, mas eu não vou deixar ela morrer por minha causa, não desse jeito, agora me fala como eu saio daqui! —

Ele então caminhava em minha direção, uma calma irritante, levando em consideração que tinha vidas em risco naquele instante. Talvez o tempo funcionasse de uma forma diferente nos sonhos, mas essa não era a minha preocupação agora — Bem... Não vá fazer merda. —

~ Fim do Sonho ~

A imagem do punho do tenente vindo na minha direção era a última coisa que eu me lembrava antes de acordar tossindo água. Ainda estava dentro do pântano, mas pelo menos não estava no fundo dele, não que isso fosse motivo para comemorar, ver que a Marianna também não tinha afundado era. — Meus parâmetros para uma boa notícia caíram consideravelmente — era um pensamento aleatório e involuntário que vinha a minha mente diante daquela situação.

A correnteza parecia nos levar para fora da floresta, o que já era uma coisa boa. Mas também queria dizer que eu precisava alcançá-la antes que chegássemos até a praia. Se acabássemos indo parar em auto-mar... Apenas a imagem daquela serpente marinha que vi quando cruzei o calm belt vinha a minha mente, e o que se sucedia depois dela não era nada bonito.

Mas da forma que estávamos, não parecia que eu iria alcançá-la a tempo, não a menos que a correnteza diminuísse. Infelizmente tudo que eu podia fazer naquela situação era continuar nadando e assim eu o faria até pegá-la, continuaria nadando até alcançar a Marianna, e se conseguisse, tentaria nadar com ela até a margem, e antes de qualquer coisa, olharia ao meu redor para ver se haviam animais ou qualquer um que pudesse tentar nos matar, me colocando entre ela e qualquer um que estivesse no local, empunhando meu jutte com a mão direita, próximo ao corpo e com a ponta para fora, apontada para o meu adversário (se houvesse um). Se houvesse alguém naquele lugar, mas não nos atacasse, eu demonstraria curiosidade e o questionaria — Quem é você ? Mais um daqueles zumbis de lata ? — Esperando por uma resposta ou movimento deste, mas sempre atento para o surgimento de animais selvagens ou humanoides.

Não preciso dizer que continuaria nadando atrás da Marianna até alcançá-la, mas se alguém acabasse tirando ela da água, eu não esperaria para fazer o mesmo. Tentaria usar qualquer apoio que houvesse por perto, uma pedra por exemplo, ou então transformar meu jutte num bastão e usá-lo como apoio para chegar até a margem. Assim que eu chegasse até a margem, eu correria na direção da Marianna para então decidir qual seria minha reação:


  • Se ela ainda estivesse inconsciente, eu avançaria na sua direção tentando afastar qualquer animal ou estranho que estivesse perto demais dela (menos de 1m), enquanto dizia — NÃO TOQUE NELA! Quem é você ? — Tentaria empurrar com minha mão direita caso fosse um humanoide ou espantar balançando meu jutte caso fosse um animal (nesse caso eu não o interrogaria sobre sua identidade).

  • Se eu percebesse que quem estava lá, tentava salvá-la, no entanto, as coisas seriam diferentes. Mesmo que fosse um dos homens de lata da Mirella, isso apenas queria dizer que eles ainda pretendiam nos levar de volta vivos, então eu apenas teria de deixá-lo salvá-la e então matá-lo. Por isso não interromperia, mas minha reação dependeria do resultado de seu procedimento:


    1. No caso dele me informar que ela havia morrido, eu imediatamente abaixaria minha guarda e correria na direção da Marianna, colocaria meu ouvido sobre o seu peito tentando escutar seu coração, em seguida, se ela não estivesse respirando, eu tentaria fazer uma massagem cardíaca usando meu inexistente conhecimento médico: pressionando minhas mãos contra seu peito, contaria até 3 e então tentaria colocar minha boca na dela e soprar. Não tinha intenção de parar até obter algum resultado ou ser obrigado a isso.

    2. Porém, se ela acordasse ou ele me dissesse que ela iria sobreviver, eu suspiraria aliviado e o seguiria até onde quer que ele nos levasse, mas sempre mantendo minha guarda alta para qualquer ameaça que pudesse aparecer. No caso de ser questionado sobre civilização naquela ilha, eu apenas responderia — Não tem ninguém nesse lugar que nos queira vivos. Mas se precisar, eu sei onde podemos conseguir equipamento médico. Se é que não afundou na explosão — diria a respeito do navio da Mirella.

      Mas deixaria ele decidir, se estivesse confiante que poderia salvá-la em outro lugar, eu apenas o seguiria, porém se ele decidisse que nossas chances seriam melhores atrás desse lugar, eu apenas diria — Tá legal, mas não podemos levá-la. Eles iriam matá-la com certeza, melhor levarmos ela até onde você está — claro que não era por boa vontade ou confiança que eu dizia isso. Eu não confiava nele, precisava saber onde ele estava, em quantos estavam e como chegaram aqui. No pior dos casos, eu poderia atraí-los até uma armadilha e roubar o barco, navio, ave gigante, ou seja lá no que eles usaram para chegar até aquele lugar e navegar até a ilha mais próxima.




Se eu, a Marianna ou o ruivo carregando ela fôssemos alvos de algum tipo de ataque, de qualquer tipo; animais selvagens, piratas e aliados do rapaz, ciborgues da Mirella ou qualquer outra coisa que aquela ilha pudesse nos reservar, eu imediatamente me colocaria como escudo entre a Marianna e meu oponente, em seguida transformaria meu jutte em um cajado, eu disferiria um golpe vertical feito de cima para baixo, visando acertar o que meu oponente usasse para me atacar, apenas uma forma de defletir o golpe e seguir para o próximo, onde eu usaria uma estocada com a arma para acertar o tórax, cabeça ou parte mais exposta de seu corpo naquele instante. Por fim eu analisaria o ambiente para encontrar uma rota de fuga.
                   

               

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptyQui 20 Set 2018, 19:17



       

           

           

               

Kisame


               

Morsa Inquebrável


               

               
Walrus balançava bastante, movimento que me assustaria  e me faria largar tudo para lhe dar a devida atenção, atrapalhando completamente meus momentos de reflexão. Imediatamente, procuraria pelos motivos da perturbação. Não demorou muito para perceber a presença de uma enorme criatura de aparência grotesca, que pelo balançar, não demonstrava ser nem um pouco fraca. Temendo danos maiores na embarcação, velozmente subiria na mesma pelo mesmo lugar que havia descido.

- Peixe maldito, o que acha que está fazendo com o meu barco!

Aos berros começaria a questionar a criatura, não sabendo ao certo se teria uma resposta imediata, porém, julgava ser um peixe, poderíamos possuir um certo vínculo. Ao mesmo tempo que gritava, movimentaria-me até o convés, onde novamente procuraria chamar a atenção da criatura.

- Se voce não parar agora, eu vou servir sua carne na próxima refeição!!!

Continuaria exclamando, mas observando as reações do peixe, se minha comunicação não adiantasse de nada, seguiria pela Walrus até onde o carpinteiro havia instalado nossos canhões. Não pouparia esforço, utilizaria toda minha velocidade para chegar antes que o diabo começasse a se movimentar. A imperícia seria um grande inimigo neste momento, quem teria sido burro o suficiente para pedir este tipo de arma sem saber usar, perguntaria-me. Não entraria nos detalhes, porém sabia que Gallore e Aduum tinham carregado o equipamento, me tranqüilizaria.

- Mas que merda, como que eu vou disparar isso!

Exclamaria e fitaria o animal. O tempo era meu inimigo, então de maneira rápida começaria a procurar objetos que pudessem servir como o gatilho de uma arma e disparasse o canhão. Cuidaria para que estivesse devidamente apontado para o peixe, para que no caso de descobrir a funcionalidade da arma, não desperdiçasse munição. Tendo sucesso, seguiria para o outro canhão e da mesma maneira tentaria acertar a criatura. Na hipótese de eu identificar que para disparar o canhão era necessário acender algum tipo de pavio, ou ignição, bem, estaria ferrado. Olharia ao meu redor, e se não possuísse algo que acendesse uma chama, imediatamente sacaria minha espada e me dirigiria para o convés, tudo isso enquanto tentaria ficar atento às ações do meu inimigo.

No caso de não conseguir disparar contra ele, se o dano causado fosse insignificante ,ou se fosse inevitável o impacto, me colocaria sobre a extremidade do navio onde o animal iria se chocar e manteria o equilíbrio sobre sua borda.

- Me desculpe Walrus, não consegui evitar, seja forte e eu poderei acabar com ele.

Sem sucesso, apelaria para um contra-ataque. Aguardaria até os instantes finais antes do impacto, concentraria toda minha força nos membros inferiores e antes que entrasse no alcance do ataque, me impulsionaria para cima. As leis da física não me permitiriam ser levado com a embarcação no caso de não ser golpeado, desta forma estaria no ar, posicionando minha lâmina na direção do peixe. Aproveitaria a queda para amplificar o meu afronte e visaria acertar uma área sensível do animal, seus olhos. Durante minha queda, nos poucos instantes que tivesse, analisaria o corpo onde iria aterrissar. Procuraria evitar suas zonas mais "espinhosas" para que ao ataca-lo, eu conseguisse sair junto com minha arma ileso e de modo veloz.

- EU AVISEI MALDITO!

Se assim me encontrasse, em uma situação de risco, logo saltaria para o mar e começaria a nadar para envolver o barco. Procuraria pelo solo estável que estava anteriormente e ali me abrigaria e novamente voltaria a fitar o animal, certamente sua atenção era minha.

Todavia, se o seu ataque tivesse uma velocidade superior ao meu, apenas guardaria a espada em minhas costas e correria para me agarrar em um objeto estável e sólido da embarcação. Desta maneira aguardaria o impacto acontecer e tentaria me recompor para dar inicio à utilização dos canhões, se estes ainda estivessem em condições e a partir daí dar sequência ao meu revide.
                 
- ANIMAL, BASTARDO! Eu vou matar você se continuar à atacar! Eu já enfrentei criaturas bem maiores que você, vai se arrepender de ter mexido com a pessoa errada!

Aos gritos ficaria à realizar minhas ações e os intervalos entre elas, já haveria deixado de tentar me comunicar com a criatura, permiti que o ódio novamente me corrompesse, eu estava adorando. Não teria limites para a sujeira que sairia da minha boca. O peixe iria se arrepender, pagaria caro, muito caro por estar atrapalhando meus negócio.

A opção de ficar sem barco e permanecer no lixo que era essa ilha ainda não passaria pela minha cabeça, só pedia aos céus que Gallore retornasse com uma espada tão grande que eu conseguisse partir aquela besta em duas.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptyQui 20 Set 2018, 23:39

- Peixe maldito, o que acha que está fazendo com o meu barco! - Gritava Kisame, subindo para o barco com velocidade enquanto olhava o peixe-pedra tomando impulso para outra investida, mas parando ao ouvir a pergunta. Por conta da psiciglota, o tritão e a criatura se entenderiam, e logo ela respondia:

- Oh-oh olá, nobre senhore! - O mais interessante é que aquele ser possuía uma voz meio estranha, nasalizada, fina, e com um confuso sotaque que o Príncipe dos Mares nunca havia ouvido - tratava-se da particularidade linguística dos peixes-pedra. - Estoi caçando mi jantare, senhore! - E então dava outra cabeçada no casco, que fazia com que o barco balançasse com força, derrubando Kisame no chão de madeira.

- Se você não parar agora, eu vou servir sua carne na próxima refeição!!! - O tubarão parecia irritado com aqueles atentados contra sua embarcação.

- No, no, no, ficare tranquilo, senhore. Yo voi embora agora. - O peixe nadava se virando, mas então voltava-se novamente para o capitão tritão. - Espere, espere, você no é o Príncipe dos Mares? Por que um triton precisa de um navio?

Logo após a fala do peixe-pedra, Kisame ouvia alguns estrondos vindos da ilha, em sequência e, ao olhar para ela, via, meio que ao longe, no meio da floresta, mas muito maior do que ela, uma enorme criatura passando, a qual eu descreverei melhor mais abaixo.

Já a situação de Gallore e Coldraz envolvia mais ação. O menino arqueólogo nadava com o resto de suas poucas forças até a companheira desmembrada, enquanto Strange deixava Aduum de lado para saltar na corrente de águas para salvar a menina.

Ambos se encontraram no mesmo ponto, por pouco conseguindo interceptá-la antes que se chocasse com a rocha. Nadavam para a margem, e Coldraz chegava a levantar sua arma ao ver que o garoto ruivo tirava o revólver azul que Marianna carregava em seu coldre na cintura, mas ao perceber que ele tratava os ferimentos da menina se tranquilizava um pouco, mesmo sem saber se as duas novas figuras eram ou não servos metálicos de Mirella Blanchard.

O médico sentia que o pulso da menina estava extremamente fraco, e ela não respirava, iniciando os procedimentos de primeiro socorros até que ela começava a tossir a águas de seus pulmões, começando a recuperar a consciência aos poucos

De qualquer forma, Gallore tinha que cauterizar alguns dos ferimentos da garota, principalmente o ferimento que a fizera ter um braço decepado, o qual tinha sido cauterizado de uma forma meio mal feita, que o boxeador talvez não entendesse. Era como se a própria coisa que causara o ferimento, o cauterizara, em certa escala, como uma explosão, talvez.

O Stine, apesar de enfraquecido, com um pouco de esforço conseguiria caminhar um pouco, mas Marianna havia de ser carregada por Strange contudo, no mesmo instante em que eles estavam para seguir para a embarcação Walrus, uma coisa os surpreendia.

Um enorme ser quimérico, feito de cipós, como um humanoide de proporções inacreditáveis, atravessando pela floresta e seguindo para próximo deles como passos pesados que faziam até mesmo o chão tremer. O ser se aproximava, e logo os notaria se não se escondessem de alguma maneira.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptyQui 27 Set 2018, 17:10



       

           

           

               

Coldraz A. Stine


               

O Monstro do Pântano


               

               

                   
Conforme me aproximava da Marianna, algo chamava minha atenção, não havia notado até então, mas alguma coisa havia acabado de saltar na água. Não consegui notar o que era logo de cara, apenas tentava nadar mais depressa — Quase lá —

Quando finalmente a alcancei, descobri o que foi aquilo que havia entrado na água. Só conseguia ver de relance, um rapaz ruivo. Minha imaginação preenchia o resto das lacunas, por isso não demorava para que eu o associasse com o brutamontes que havia colocado a Marianna naquela situação, nesse instante minha mente nublava e meus olhos se enxiam de ódio.

Chegando a margem, eu já empunhava meu jutte na mão direita e firmava o olhar no homem que estava na minha frente. Começava a tomar uma postura ofensiva enquanto piscava o mínimo possível. Parando para pensar, acho que aquele foi o meu momento de maior vulnerabilidade até aquele instante. Não prestava atenção ao meu redor e meus sentidos pareciam distantes, sendo movido apenas pelo instinto.

O motivo de eu não tê-lo atacado era, na verdade, bem simples. Após sairmos da água eu conseguia ter uma visão melhor do rapaz que eu encarava. Apesar do cabelo, ele não era o mesmo que havia atacado a Marianna, isso me fazia exitar, mas apenas quando ele começou a tratar dos ferimentos dela que eu consegui me acalmar. *Suspiro*

— Tá legal, relaxa. É apenas um cara normal, andando sozinho em um pântano e salvando 2 jovens semi-mortos boiando em um rio. — Por um momento eu parava e lembrava do exato momento em que pisei naquela ilha, mais especificamente, quando vi aquele velhote sendo perseguido por um crocodilo gigante enquanto eu apenas observava — ... Nenhuma pessoa normal sairia em um pântano ajudando as pessoas. —

— Uh ? — A Marianna recuperando a consciência acabava com a minha concentração imediatamente — Mari... — Dava um ou dois passos na sua direção, mas parava e disfarçava o olhar. Era uma situação agoniante para mim, ao mesmo tempo em que queria ir até ela, a vergonha me paralisava, eu não sabia como poderia encará-la depois de tudo o que aconteceu.

O que se sucedeu foi apenas silêncio, eu queria me manter distante dela naquele momento, perto o suficiente apenas para protegê-la caso fosse necessário. Embora eu soubesse que cedo ou tarde eu teria de falar com ela. Foi naquele momento em que aquela coisa surgiu, enorme e feita de cipós, por um instante pensei que fosse minha imaginação — Legal, agora quem vai me dar lições de moral é uma planta — mas logo percebia, aquela coisa era de verdade.

Não tinha muito o que pensar naquela situação, eu tentaria colocar força nas minhas pernas e assim que percebesse que seria incapaz de carregar a Marianna, eu diria para o rapaz — Merda! Tá legal, acho que eu vou permitir que você carregue ela dessa vez — por mais autoritário que isso pudesse parecer, não era essa a minha intenção, eu diria com a voz um pouco alta, mas não violenta, na verdade eu só estava irritado por depender de um estranho.

Se ele se sentisse ofendido ou por qualquer outro motivo decidisse não mais carregar a Marianna, eu não ligaria, apenas tentaria pegá-la e colocá-la nas minhas costas. Eu mesmo a carregaria se fosse necessário.

Independente da forma que se sucedesse a situação, eu tentaria correr o mais depressa possível, se o rapaz ainda estivesse com a gente, eu diria — A gente precisa se apressar, rápido! — Minha rota seria simples, tentaria me manter próximo a margem do rio enquanto seguia o ruivo, ou então em linha reta, caso ele não estivesse mais entre nós.

Me manteria sempre atento para a aproximação do monstro do pântano, e se ele se aproximasse demais e fosse possível perceber que escapar seria impossível, eu tentaria agarrar a Marianna, e o ruivinho, caso ele estivesse carregando ela, e então nos jogar no rio do pântano enquanto gritava — UOOORAAAAAH!!! —. Meu plano era simples, torcer para que a correnteza continuasse ao nosso favor e nos levasse até a praia enquanto nadava. Acho que não preciso dizer que se isso fosse necessário, procuraria a localização da Marianna imediatamente e se o rapaz não pudesse carregá-la, eu mesmo o faria... Também daria uma "espiadinha" para ver se ele ainda estava vivo, mas só tentaria carregá-lo se este estivesse inconsciente.

No caso da criatura estar nos alcançando e não ser possível nos jogarmos no rio, eu tentaria me abaixar e pegar algum galho seco que houvesse no local, o máximo que eu conseguisse pegar, e então ascenderia alguns fósforos, ateando fogo neles e, na sequência, começaria a jogar na criatura e na copa das árvores enquanto dizia para o rapaz, caso ele estivesse comigo — Vamos para o meio das árvores — apesar disso, deixaria ele continuar nos guiando até onde quer que fosse, usando as árvores para bloquear a visão do monstro. Pegaria os galhos com a mão direita, se é que faz diferença.

Essas seriam as rotas de fuga. Eu não tentaria lutar com aquela coisa, era idiotice. Mas se ela tentasse atacar a Marianna de algum modo, eu tentaria bloquear transformando meu jutte em um cajado e segurando ele na horizontal bem a minha frente, com as duas mãos enquanto esperava para bloquear o golpe.
                   

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! EmptyQui 27 Set 2018, 21:24



     

         

         

             

Kisame


             

Ainda Maior


             

             
O enorme peixe que me atormentara parecia ter um pouco de juízo e inteligência, após minhas ameaças se contentou em deixar sua refeição para uma outra hora.

- Mas que porcaria, em cada lugar que ancoramos você, alguma merda estranha acontece. Fico me perguntando realmente, porque o príncipe dos mares precisaria de uma embarcação.

Indagaria à Walrus. Era algo a se pensar, não que realmente fosse necessário. Mas porque diabos estava preocupado em me justificar para um peixe estranho com sotaque, eu que deveria estar fazendo perguntas nesse instante.

- Por onde eu passar com este barco, todos saberão quem eu sou, cabeça de pedra. Um barco pode erguer uma bandeira, eu não teria paciência para sair carregando uma por ai.

Não demorou muito para que minha atenção fosse direcionada para outra coisa, que acabara interrompendo meu diálogo com o peixe. Um enorme ser que parecia ser um emaranhado de raízes de árvores surgia em meio ao local aonde justamente meus companheiros e viagem haviam ido.

- Mas que merda é essa, é ainda maior que você!

Minha surpresa era tamanha, meu instinto natural e desejo era de que minha mão se dirigisse à espada em minhas costas, porém tomava o rumo da minha cabeça, coçando-a enquanto a pergunta seria dirigida para os dois próximos de mim. Ela realmente poderia ser maior que ambos, tiraria o chapéu se possuísse algum.

- Cabeça de peixe, você sabe que merda é aquela?

Perguntaria caso o ser ainda estivesse nas redondezas, mas não diria muito alto, ainda não queria arrumar confusão.

- Gallore e Aduum estão naquela direção! Mas não posso abandonar o barco agora, espero que isso não os veja.

Diria para mim. Coisas ruins aconteceram no momento em que deixamos nosso barco sozinho e isso não poderia se repetir, ainda mais com um peixe suspeito como esse rodeando-a, não poderia arriscar mas esperava que o médico e seu companheiro não fossem burros o bastante para serem vistos por esse monte de troncos.

Imediatamente começaria os preparativos para sair da ilha, para que na chegada dos dois, tudo estivesse pronto para partirmos, já teríamos até destino, pois durante meu momento de reflexão ao chegar na ilha, lembrei daquela bússola estranha que Karthus havia nos dado e como um bom navegador não iria perder a oportunidade de desbravar um outro mar.

Primeiramente seguiria para as velas e "acionaria-as" para que o barco se movimentasse de leve, ainda não tiraria a ancora. Retornaria para o timão e então movimentaria o leme, apenas para virar o barco, deixando-o de frente para o próximo caminho. Realizaria o controle com calma, não dando oportunidades para danificar o casco da Walrus. Após isso, novamente posicionaria as velas centralizadas à viagem, mas apenas uma. Estabilizando a escuna, seguiria para perto da ancora e lá permaneceria até o retorno dois dois problemáticos.

- Desta vez não daremos sorte para o azar, malditos sejam!

Ficaria atento e observando tudo que pudesse acontecer na direção do monstro, principalmente se os dois voltariam com nossos equipamentos e tudo que estávamos precisando. Assim que os visse, começaria recolher a âncora com todas minhas forças.

- Vamos seus idiotas, acelerem, vamos embora daqui logo!

Conhecendo os dois, sabia que trariam problemas e temia que desta vez fosse aquele ser da floresta, desta forma, o grito seria desesperador, porém não interromperia minhas ações. Posteriormente me dirigiria para as velas, soltando todas para que a navegação pudesse ser realizada sem nenhuma pendencia. Seguiria para o timão e manteria o barco estável e próximo da terra firma, para que os mesmos pudessem embarcar sem maiores dificuldades. Se necessário, soltaria o timão, mas não antes de ter certeza que Walrus estivesse seguindo o curso em linha reta. Aproximaria-me daquele com dificuldades para subir e estenderia minha mão, assim que pegasse-a, puxaria com toda minha força e retornaria para a direção do barco.

- Vocês nunca aprendem né? Eai, conseguiram encontrar algo de útil para nós/

Questionaria ambos e então observaria ao seu redor. Lançaria apenas um olhar jugando-os, sozinhos ou não.

- Toda vez isso, primeiro aqueles dois pirralhos insuportáveis, depois uma fruto do demônio e uma raposa, tritões e por ai vai. ISSO SÓ PODE TER SIDO COISA DO GALLORE!


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