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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Prólogo: A faísca da revolução

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GM.Ryoma
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptySeg Fev 11, 2019 1:58 am


O tratamento de todos aqueles na base era feito de forma rápida e precisa, melhorando o estado deles. A movimentação era grande, precisando da agilidade da médica que por ali estava. Azura era aquela que tinha seu tratamento finalizado e começava a agir, iniciando a conversa com Grambos, que a levou até o assunto principal daquilo. Sair da ilha era um dos objetivos dela e mesmo que a situação dos revolucionários não fosse tão interessante, o velho entendia muito bem os motivos para a amazona chegar naquela resolução e por isso não se incomodava com tal pedido. – Eu sei, não precisa se preocupar. A saída da ilha já era um plano meu, deixar novatos promissores presos à essa célula não é muito bom. – Não era normal ver Grambos tão sério, mesmo quando se tratava de missões ele ainda conseguia mostrar o outro lado dele, mas naquele momento a morte de um companheiro deixaria qualquer um neste estado. Diferente de outras pessoas que estavam em uma situação pior, aquele velho parecia até bem comparado ao restante dos que já sabiam da noticia e aqueles que tinham visto tudo acontecer.

Fora da sala, Garfield conversava com Lenora, recebendo algumas reações da médica mesmo que ela não estivesse muito bem. A médica tratava dela por hora, mas a conversa rolava sem problemas. – Se realmente houvesse algo assim ele não estaria morto. – O pouco tempo de contato com o líder da missão havia deixado ela bem abalada sobre tal fatalidade, mesmo já tendo visto muitas mortes na enfermaria onde nem mesmo tentando o máximo ela conseguia salvar alguém, Lenora tinha pouco contato no campo de batalha e aquilo a incomodava um pouco. – Deus? – Perguntava sem entender muito bem do que o homem estava falando, olhando de forma confusa para o rosto dele enquanto deixava de lado as coisas que segurava. – Sol? Hum, nunca pensei nisso. Irei pensar sobre isso, talvez você esteja certo, mas preciso pensar melhor e ver se consigo aceitar a situação. – Um sorriso forçado aparecia, Garfield deixava a conversa por ali e seguia até Azura.

Não tenho nada que consiga fazer por vocês. Assim que Duncan retornar, quero que partam. Nunca deixarei novatos que podem crescer tanto presos à esta ilha. – Grambos estava muito pensativo, sentindo o peso de mandar tantos novatos em missão tão importante. – Quero que partam assim que todos estiverem tratados, quanto menos ficarem aqui, melhor a recuperação mental. Loguetown é a ilha para onde vão ir, a última antes da GL. Por lá vão poder aprender muitas coisas e iniciarem um caminho melhor, esta ilha se tornaria apenas uma prisão para todos vocês. – Dito isto, Grambos fazia um sinal para eles descansarem e ficava quieto observando alguns papeis na mesa sem fazer nada. O silêncio no local permaneceu, todos precisavam apenas esperar, pois Duncan não havia retornado ainda e os ferimentos impediam muita agitação por ali.

Ainda em Hirotown estava o revolucionário enfrentando a última pessoa que estava no caminho. Nenhum dos dois estava realmente se importante com qualquer coisa fora a luta, o foco era tamanho que mesmo barulhos externos não incomodavam eles, restando apenas a visão para observar o local do combate em busca de armas usáveis. Uma lança perto de Duncan serviria como arma no combate, pegando-a sem problemas por conta da movimentação de seu oponente não estar nos melhores dias. O prefeito apenas caminhava na direção do oponente, observando o revolucionário. O desenrolar da luta foi breve. Duncan aguardou uma aproximação e recebeu exatamente isto, vendo que seu oponente não estava querendo parar a caminhada. A lança conectava-se ao corpo do mesmo, recebendo alguns ataques, mas mesmo assim ele conseguia avançar pelos ataques até os punhos estarem próximos o bastante para desferir um golpe que fora facilmente deixado de lado com o salto do lanceiro.

Duncan continuou acertando golpes enquanto o oponente não parecia tão bem, recebendo tudo durante a aproximação que não fazia o menor sentido. O lanceiro até recebia um soco ou outro, mas nenhum deles tinha força o bastante para derruba-lo, estava fraco e isto tinha se originado da perca de sangue que ia escorrendo por todo o corpo até pingar no chão e formar pequenas poças. Enquanto recuava, Duncan ainda recebia golpes, sendo afetado por alguns e em algum momento o prefeito fez algo que aumentou imediatamente sua velocidade e força, avançando em uma explosão de velocidade com o primeiro soco conectando-se fortemente ao rosto do lanceiro. A força foi grande, raspando até mesmo no queixo e virando a cabeça do revolucionário de uma forma que ele logo foi ao chão. Seu oponente até tentou aproximar-se, mas percebeu logo que não possuía muito tempo. O sangue não parou de escorrer nenhuma vez e eventualmente o prefeito caiu ao lado do outro já no chão, deixando até mesmo sangue sair pela boca. A luta chegou ao seu fim, pois o prefeito já estava debilitado e não foi preciso muito para acabar com isto. Já Duncan não tinha qualquer forma para levantar-se sozinho, precisava de ajuda e ninguém estava por perto. Talvez um descanso poderia resolver este problema, ou apenas aguardar por algum revolucionário ir checar a situação.
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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptySeg Fev 11, 2019 5:38 am


O tratamento que estava recebendo em meu pé perfurado, estava quase terminando, ficava surpresa com tamanha habilidade da medica que substituía Lenora nesse turno. Aparentemente as médicas da ilha são todas da melhor qualidade quando o quesito e habilidade, o que me deixava bastante feliz, já que tanto meus ferimentos quanto de qualquer um na ilha poderia ser tratado por boas mãos. “Parece que com isso não vai demorar muito para voltar para o campo de combate! Mas mesmo assim...” Analisava o pé que agora devidamente enfaixado, problemas maiores em mente e tinham que ser confrontados.

Logo mostrava meu interesse em sair da ilha, por diversos motivos pessoais, mas não imaginava que Grambos já pretendia nos mandar para fora da ilha, muito menos que o mesmo tinha visto algo de especial na gente para que ficássemos parados naquela ilha. “Pelo visto o mesmo viu a mesma coisa que a Senhora Kate, mas oque poderia ser?” Pensava voltando a olhar para minha feria, a pesar de ter concluído minhas primeiras missões oficiais não tinha saído tudo como planejado, muitas perdas para um dia só.

“As vidas perdidas hoje não serão em vão!” Pensava agora mais confortada que Grambos não me via como um peso, ou mesmo uma falha que Kate tinha enviado para ele, e sim como uma revolucionaria promissora, um pequeno sorriso de canto de rosto surgia em meu rosto, junto com um brilho em meus olhos nítidos orgulhosa da mulher que estava me tornando, apesar da falta de controle em alguns momentos.

Logo percebia que Garfild se aproximava de mim, Grambos reafirmava o que tinha falado agora a pouco, agora estava mais confiante de mim mesmo, a ferida em meu pé poderia ser um obstáculo no momento, mas logo voltaria com tudo, me tornando a nêmeses das pessoas que tiverem a má sorte de me encontrar. Assim ordenava que esperássemos que Duncan retornasse para a base, com a missão concluída para que pudéssemos nos preparar e viajar até o nosso próximo destino Loguetown.

“A cidade aonde dera o fim no homem que fora protagonista de tantas histórias que minha mãe contava enquanto viva!” Apesar de ser apenas uma forasteira naquela parte do mundo, a ilha que iriamos ser mandados era bem famosa, qualquer pessoa com o conhecimento simples do mundo sabia que cidade era aquela. Oque me fazia pensar, para que fossemos mandados para lá alguma coisa lá estava podre, oque não me surpreenderia se tratando de uma cidade grande na ilha.

- Seja oque tiver lá, darei conta! Falava para mim mesmo no fim das palavras de Grambos, graças as palavras do mesmo, aquela insegurança que estava sentindo momentos atrás estava se esvaziando do meu peito, sendo preenchida por uma determinação ardente, a mesma determinação que tomou conta do meu corpo quando fora salva do inferno que era a mansão daqueles crápulas.

- Agradeço o voto que você dera para mim Grambos, o seu e o da senhora Kate, mostrarei para ambos que serei grande e impedirei que aquilo que aconteceu comigo um dia volte a se repetir a outras pessoas! Minha voz firme direcionada a Grambos, tentava transparecer a gratidão que tinha pelas palavras dele.

Assim me recostava no local aonde tinha ficado para que a medica tratasse de minhas feridas, única coisa que me restava no momento era descansar e esperar que Duncan conseguisse concluir a missão, para que a justiça fosse levada contra aquele prefeito cuzão. Batendo as mãos em meus pertences pegava a garrafa que tinha comprado no bar mais sedo, olharia a minha volta para ver se a medica não estivesse olhando em minha direção, e rapidamente tomava alguns goles. “Tenho de passar o tempo de alguma forma!” Pensava guardando a garrafa novamente o mais rápido possível, pois sabia que bebidas naquele momento não eram propensas poderia cortar o efeito de algum medicamento no processo de cura dos meus ferimentos isso graças ao conhecimento básico que tinha sobre medicina, mas o que poderia fazer entediada como estava não recusaria um goró.

Aprendizado de pericia toxicologia

Bom enquanto Duncan não aparecia tinha que achar uma maneira de ocupar a minha mente, ficar ali parada só esperando meu pé melhorar e a volta daquele idiota safado iriam me deixar maluca. Oque me fazia pensar que deveria estudar um pouco, tinha que elevar meus conhecimentos já que iria para uma nova cidade. Aproveitaria que estava na enfermaria e logo me viraria para a medica. – Han, ou doutora, eu tava querendo ler algumas coisas enquanto espero o outro lá voltar! Dava uma pequena pausa esperando que tivesse chamado a atenção da mesma. – Você por acaso tem algo sobre venenos e coisas do tipo? Esperaria que a mesma me trouxesse oque tinha pedido, caso ela não me desse iria ate a estante me apoiando em cada móvel em direção de onde estaria os livros e assim começaria a leitura do mesmo.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptySeg Fev 11, 2019 5:14 pm


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Minha abordagem não parecia ter sido tão eficaz quanto eu pensava, já que em suma a resposta foi um "me dê um tempo para pensar". Porém estava tudo bem, porque ao menos dessa vez não fora uma negação. A cada abordagem que faço, minha vontade de reunir todos aqueles que louvam o Sol aumenta, eu sabia que um estabelecimento com certeza um dia iria ser construído, e neles só habitariam os que reconhecessem a superioridade Dele. Seria perfeito, consigo até imaginar o cenário: pessoas humildes, honestas, fiéis, longe dos males e corrupções da sociedade, banhados na justiça e secos à coroa de louros dourados, brilhantes como a luz que Dele irradia. Eu ainda iria contratar um carpinteiro e convertê-lo ao... ao... ao que, exatamente? Como devo chamá-la? Será Solismo, Solarismo, Iluminatismo? Iluminadorismo... tudo bem, eu ainda tenho muito tempo para pensar, não se preocupe. Eras se passarão e o nome de Garfield Henryford será marcado na terra.
— Certo. Verá, um dia, que tudo o que aconteceu, acontece e acontecerá, são planos dele... e uma vez que perceber, ele te receberá de braços abertos e te dará tudo o que você precisa. A vida é bela, longa e gloriosa, Lenora... — Daria um tapa leve em suas costas e logo em seguida voltaria a tomar minhas ações anteriores. Me sentaria em alguma cadeira e olharia para os lados, pacientemente. "É promissor ficar sentado, esperando Duncan voltar? Eu tenho certeza de que ele vai voltar, já que ele é o eclipse. Então... pra que esperar, afinal? Preciso de algo para fazer." — Morderia os lábios e bateria as pontas dos dedos nos joelhos, demonstrando ansiedade. "Eu suporto. As vezes, a vida de um guerreiro precisa de uma pausa. A justiça virá cedo ou tarde, tenho certeza." — Pisaria repetidas vezes no chão e apertaria o pano das minhas vestes. "Sim, tenho certeza." — A ansiedade pela ideia de uma nova ordem mundial baseada nos mandamentos solares me cozinhava por dentro e por fora, me fazendo soar de calor e respirar ofegantemente. Arfaria algumas vezes na tentativa de controlar o calor corporal e acalmar os hormônios. Viraria para Azura e comentaria: — Tá ficando quente aqui, ou sou só eu? — Passaria a língua entre os lábios e não evitaria de deixar um pouco de saliva escorrer pelo canto da boca. — Sooool... — Diria baixinho, entre as respirações.

[Aprendizado de perícia: Mecânica]
Em seguida, me levantaria e perambularia pelo recinto, procurando por alguém que me chamasse atenção. Me chamaria atenção aqueles que estivessem com ferramentas em mão ou planos de construção, porque satisfaria minhas fantasias criacionistas.
Ao encontrar essa pessoa, isto é, caso encontrasse, caminharia em direção a ela e chegaria bem perto, aos arfares, perguntando: — O que você está fazendo? Como eu, GARFIELD HENRYFORD, campeão do Sol, arauto da luz, exterminador de trevas, aliado do dia e protetor das noites, posso te ajudar? Posso assistir você o fazendo? — Diria essas frases de forma ininterrupta, na esperança de que ele as ouvisse antes de fazer seu julgamento acerca de querer ou não. Um mecânico me atrairia muito, nesse caso. Porém, caso eu não encontrasse um, apenas voltaria aos meus aposentos e observaria as ações de Azura.
No caso de eu encontrar um escudo durante a minha perambulada, perguntaria para a pessoa mais próxima se aquele escudo tem dono. Se não tivesse, era meu, naquele momento. Se tivesse, perguntaria ao dono se posso ficar com o escudo, já que sou bom escudeiro desde a infância. Independente da resposta, procuraria materiais de confecção de armas, como ferro, cobre, bronze, estanho, na intenção de coletá-los para que futuramente eu pudesse construir um escudo bem grande, parrudo e com o brasão do Sol à mostra.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

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Meu amor:
 


Última edição por Sagashi em Ter Fev 12, 2019 5:28 pm, editado 1 vez(es)
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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptySeg Fev 11, 2019 9:35 pm


Golpe após golpe eu sentia minha nova lança penetrando a pele e a carne do inimigo, que continuava atacando em uma fúria tão implacável quanto a minha. Algo vibrava dentro de mim com a emoção e a fúria da luta, a cada estocada recebida pelo inimigo e a cada golpe que ele me acertava o sorriso sádico em minha face crescia mais, sendo trocado vez ou outra por uma expressão de pura fúria. Era como se aquele ser que havia tomado conta de meu corpo, feito apenas de fúria, se regozijasse com todo aquele sangue e violência… Seria eu mesmo vibrando com tudo aquilo? Ou era de fato outra pessoa feita da mais pura fúria que agora controlava aquele corpo?

Ao contrário do que poderia esperar, a força do agente parecia aumentar a cada golpe e a cada gota de seu sangue derramada no chão. Talvez esse fosse de fato o modo como luta um homem que não tem mais nada a perder, como luta alguém que já está morto e que sabe disso. Por fim, em uma explosão de adrenalina, o homem me acertava um golpe muito forte no queixo, forte o bastante para chacoalhar minha cabeça e me derrubar no chão. Com a expressão agora de pura fúria, sentia meu corpo tentar se erguer enquanto observava a aproximação do homem. Era difícil, havia sido realmente um soco muito bom, mas a fúria implacável que tomava conta de meu corpo parecia incapaz de desistir ou pensar racionalmente enquanto aquele homem estivesse vivo. Por fim, antes que conseguisse me levantar, o adversário caía sem vida no chão.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaahh!! - Gritava em fúria após a queda do adversário que acabava derrotado ao meu lado. Ainda tinha a lança em mãos, e conseguia sentir claramente a intenção irracional de usá-la para estocar diversas vezes o cadáver e saciar toda aquela fúria e sede por sangue. Por sorte ou acaso, aquele soco havia sido o suficiente para que eu não conseguisse me levantar por hora, nem mesmo em meio a toda aquela fúria. Entre um cadáver e outro, teria algum tempo para me acalmar e por fim retomar o controle do meu corpo. Apertando o cabo da lança com toda a força provinda da fúria acumulada, me pegava agora olhando para o teto enquanto sentia tudo aquilo se esvair aos poucos.

Dentro de algum tempo havia finalmente recobrado o controle de meu corpo graças a calmaria, mas ainda não era capaz de fazer muitos movimentos. Movia o pescoço para o lado, apenas o suficiente para encarar o prefeito. Estava mesmo morto, não é? No fim, talvez não fosse um homem tão diferente de mim. Não sabia ao certo a história daquela ilha, talvez nunca procurasse saber, mas podia perceber claramente que aquele era um homem que lutava por seus próprios ideais, ideais estes que nos levaram a um inevitável conflito e, como ele disse, o justo havia vencido, e poderia seguir com seu próprio ideal adiante.

-Você não está vivo, está? - Esperava por uma resposta, sem ter muita certeza do que havia acontecido após toda aquela luta - Foi um belo soco, tenho que admitir! - Completaria. Vinham a minha mente as imagens borradas de nossa luta, o modo como ele continuava vindo para cima sem esboçar nenhuma intenção de se defender, teria sido tomado pela mesma fúria que eu? Havia perdido companheiros também, não é? - Lutou muito bem para alguém com o pé na cova - Apesar de ser um elogio sincero, tentava demonstrar ironia ao final da fala, ainda que acabasse tossindo no fim da frase por começar a dar uma risada.

No fim, falaria tudo aquilo ainda que estivesse falando com um simples cadáver, era mais como uma terapia pessoal. Ficar deitado ali me dava tempo para refletir sobre o inimigo ao meu lado, e sobre tudo o que havia acontecido naquele dia. Lembrava de Azura, e como eu realmente havia guardado rancor pela garota ter liberado mais cedo o mesmo tipo de fúria que eu liberei na última luta. Não entenda errado, eu ainda não aprovava alguém ser tão orgulhoso a ponto de liberar algo assim contra um aliado, mas entendia naquele momento que ela também era mais parecida comigo do que eu imaginava.

- Eu sou... - Pensava em me apresentar para o homem ao meu lado, ainda sem me importar caso estivesse falando sozinho - Sou “O Eclipse” - Diria ao lembrar do modo como Garfield havia me chamado mais cedo - Não pode me falar seu nome, não é? Senhor… O que mesmo? - Perguntava mais uma vez esperando que este pudesse me dizer ao menos o seu codinome - Bom, Mr... - Completaria com o codinome caso este tivesse me respondido algo - É hora de irmos! - Respirava fundo e faria alguma força para ficar de pé usando o cabo da lança como apoio.

-Você sabe que se tentar se levantar vai acabar morrendo de hemorragia, não é? Fique quieto aí e viva para lutar outro dia tentando sair da prisão ou sei lá. - Diria caso o homem estivesse vivo. Caminharia então até a porta da mansão, usando a lança como bengala caso necessário fosse e de lá buscaria por alguma pessoa, qualquer pessoa e diria - Ei, você! Mande chamar o Grambos e alguns soldados! Temos prisioneiros aqui! - Dito isso, voltaria para dentro da mansão a fim de vigiar o sobrevivente e, quem sabe, encontrar mais algum - Me desculpe por isso cara! - Diria ao passar pelo corpo do agente que havia enganado. Sentaria então a beira do piano, deixaria a lança escorada no instrumento musical e pegaria a garrafa de whisky, usando alguma parte mais limpa de minha roupa para limpar o sangue dali - Sabe… Sempre quis aprender a tocar um desses... - Diria primeiramente olhando para o piano - Não se importa se eu beber um pouco, não é? - Diria ironicamente antes de dar um gole no líquido.

Percebia naquele momento que todos os homens que haviam perdido suas vidas naquele dia, revolucionários ou agentes do governo, lutavam por uma causa, e assim como eu, estavam dispostos a morrer por ela. Não haviam sido vidas jogadas fora e, assim como eles não teriam arrependimentos, eu não deveria ter também. Uma bela reflexão de fato, que fosse ou não um simples efeito do álcool em meu organismo, aquilo me ajudava a ficar melhor comigo mesmo. Sorria enquanto continuava a beber e esperar a chegada dos reforços.

Quando finalmente estivesse livre para sair dali, daria uma última olhada para o prefeito, e talvez um último gole na bebida antes de levar comigo o que restasse dela - Aquele homem ainda está vivo - Diria apontando para o adversário derrotado. Iria até Grambos, sem deixar pra trás a minha nova lança que limparia o sangue da lâmina nas vestes de algum inimigo antes de deixar a casa. Ao chegar ao líder revolucionário, seria o momento de reportar sobre tudo o que havia ocorrido naquele dia - Conforme o planejamento, tirei dois de nossos prisioneiros de suas celas e, junto de Lenora, atuamos para enganá-los e convencê-los que éramos agentes do Governo Mundial. - Após cada parte do relatório, faria uma pausa de alguns poucos segundos para que a informação fosse absorvida corretamente - Do lado de fora da prisão simulamos uma luta de nós quatro contra Marus, Azura, Lenora e Garfield. Infelizmente no calor da batalha Azura e eu exageramos, e acabei lhe causando um ferimento bem grave para me defender e, admito, vencer aquela luta. - Minha voz mostrava certa vergonha ao fim daquele relato, mas nem por um momento eu desviava os olhos do líder - Extrapolando o planejado, um dos agentes tirou um explosivo sabe-se lá de onde e, para criar uma distração para nossa fuga, explodiu-se junto com Marus que, creio eu, veio a falecer. - Mais uma pausa, desta vez demonstrando certo luto na fala - Com Lenora muito abalada para continuar, o agente restante me guiou para a mansão do prefeito de Hirotown, onde uma grande luta já havia acontecido contra nossos agentes encarregados de investigar aquele prefeito. O ultimo sobrevivente, e aparentemente o líder, havia matado o homem enviado por Marus e baleou o agente enganado por nós assim que chegamos, alegando ser uma traição. Entramos em combate imediatamente e eu venci, mas apesar disso demorei algum tempo até conseguir me levantar novamente. Assim que consegui, chamei por reforços e agora aqui estou, aguardando novas ordens. - Diria a ele, ansioso pelo que aconteceria a seguir.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptyTer Fev 12, 2019 2:09 pm


As conversas na base logo se encerravam e por conta disto os revolucionários procuravam outras coisas para se ocupar. Azura apreciava brevemente sua bebida e logo procurava algo melhor a ser feito, questionando a médica presente sobre um livro. – Sim, é o ultimo livro que está na segunda gaveta ali. – Ela apontava para um armário que tinha três gavetas, a do meio era a escolhida e lá realmente estava o livro pedido pela amazona. Ela precisaria de um bom tempo para ler e era exatamente isto que a mesma tinha, pois Duncan não voltaria tão cedo. A leitura duraria por um bom tempo, indo até o fim do livro sem importar-se com qualquer outra coisa durante tal ato. Por outro lado, Garfield estava procurando alguma coisa para ele mesmo fazer, pois ficar parado não era muito o estilo do grande homem, precisando caminhar pela base. Andar por lá o levou até a sala de equipamentos, onde um sujeito careca cuidava de certas armas, consertando armas sem ligar para a presença de qualquer um na sala. Não existiu resposta à pergunta de Garfield, por isso ele permaneceu lá enquanto o homem fazia seu trabalho, conseguindo entender como os equipamentos mecânicos poderiam ser consertados.

Durante o aprendizado dos outros, Duncan finalmente voltava a si, percebendo como as coisas estavam finalizadas e seu oponente já não parecia muito acordado. Existiam sons em reação às palavras do lanceiro, mas talvez não fosse nada além e barulhos que não significavam nada. Por algum tempo Duncan permaneceu no mesmo local, deitado sem preocupar-se tanto com o tempo, refletindo coisas que pareciam incomoda-lo. Até conseguir levantar-se, usando da lança como apoio para chamar ajuda. As pessoas do lado de fora obviamente pareciam felizes que o lanceiro estava bem, indo imediatamente chamar ajuda, além de um deles entrar junto dele, procurando ver os prisioneiros por conta da situação atual do lanceiro. Bebida e muito silêncio ficaram nos próximos minutos, sem nada importante a ser feito, apenas aguardando a chegada da ajuda. Isto não demorou muito, a porta abriu-se e algumas pessoas entraram na sala, indo checar imediatamente os ferimentos dos prisioneiros, tratando de cuidar brevemente daquilo. Já o revolucionário era quem ia sendo acompanhado até a saída, sendo seguido de perto por conta da dificuldade em caminhar.

A base estava tranquila, muito silêncio e poucas pessoas se movimentando além da médica e suas ajudantes. O tempo que levou até Duncan chegar na base foi o suficiente para os outros terminarem os aprendizados, além disso, Garfield havia conseguido encontrar um escudo não muito interessante, mas que poderia servir para o proposito básico de um. Assim que o lanceiro entrou na base, foi visto por todos e recebido pela médica, que foi atrás de verificar o estado dele. Como nada parecia tão ferido, ela deixou o mesmo seguir até a sala de Grambos, encontrando o líder observando a porta fixamente. – Você demorou. – Disse com um singelo sorriso, feliz por Duncan estar bem. A explicação do homem foi longa, contando cada detalhe na sua visão. O líder ficou quieto enquanto escutava tudo, prestando atenção e fazendo algumas anotações. – Certo. Você foi bem, todos foram. – Foi no meio desta conversa que M-4 finalmente apareceu. Ela estava visivelmente cansada, sendo acompanhada por outros revolucionários que estavam carregando algo coberto por panos. – Terminei a tarefa. – Mesmo tendo sucesso, não parecia estar feliz com isso, sentando-se em um canto do local com os olhos fechados.

Eu já havia explicado aos outros, mas como vocês dois chegaram só agora... Estou enviando todos pra outra ilha, não vejo necessidade de manter vocês aqui. A missão foi complicada, houve perdas e as coisas poderiam piorar se permanecerem. Não existe discussão sobre isto, vocês partem hoje. – Com esta conclusão, Grambos iniciou uma ligação, falando sobre a partida do grupo, já deixando um barco preparado para eles no porto. – Vocês possuem 2 horas, este é o tempo para prepararem a embarcação. Façam tudo que precisar, levem os equipamentos e partam. Não vou desperdiçar o potencial de vocês nessa ilha... Espero futuramente ver o nome de todos nas noticias, a revolução não pode parar. – Dito isto, Grambos caminhou até os revolucionários que estavam carregando os corpos, indo tratar daqueles assuntos o quanto antes. A luta precisava relatada aos superiores, as ameaças tinham de ser detidas e qualquer reforço indo até a ilha seria interessante no momento.

Quando tudo estivesse pronto e os novatos pudessem partir, M-4 iria junto deles até o porto, os guiando até a embarcação. Lá encontrariam uma escuna simples, revolucionários que pilotariam e fariam as coisas relacionadas à alimentação deles fora o transporte. Ela não parecia exatamente feliz com todas as noticias, principalmente partir da ilha, mas seguia as ordens de Grambos por saber que o líder entendia melhor as coisas do que crianças. A viagem só teria inicio quando todos estivessem prontos, partindo assim que não houvesse problemas para isto.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptyQua Fev 13, 2019 12:01 am


Minhas falas com o prefeito caído saíam mais como um monólogo que qualquer outra coisa. Ainda assim, sentia claramente o quanto me fazia bem dizer e refletir sobre tudo aquilo. Ainda que não fosse essa a intenção, e que as respostas não fossem mais do que alguns grunhidos, aquele homem que antes fora um inimigo estava me ajudando muito a encontrar-me comigo mesmo agora. A ajuda era chamada e os reforços logo chegavam para me ajudar a vigiar os prisioneiros e mortos até que mais agentes chegassem para de fato cuidar do local - Foi um bom papo, nos vemos por aí… Ou não, né? - Dizia ironicamente ao adversário caído antes de sair dali. No fim, enquanto alguns cuidavam das feridas dos sobreviventes eu era levado para do local, sendo acompanhado por alguns homens devido aos ferimentos sofridos.

Andando por aí com escolta? Me sinto até um nobre novamente” Ironizava em minha própria cabeça aquela situação. Ao chegar na base, vendo todos que estavam ali presentes, buscava rapidamente com os olhos aqueles que estavam em missão comigo. Não tendo encontrado a maioria deles, apenas imaginava que haviam se ocupado com outras coisas enquanto eu não chegava. A médica que me examinava, em silêncio, fazia com que eu me perguntasse como estava Lenora, teria tempo para checar isso quando terminasse de prestar minhas satisfações à Grambos, algo que faria logo em seguido por ter sido liberado pela médica.

- Ah, aquele prefeito gostava muito de falar. Burocratas, sabe como é né? - Respondia de forma descontraída a primeira frase de Grambos após minha entrada em sua sala. Tomando em seguida um tom sério, eu fazia toda a minha explicação e meu relatório para o homem, assim como demandavam os procedimentos. M-4 acabava por aparecer no meio da conversa, mas esperava até eu terminar meu relatório antes de falar alguma coisa. Ao fim, recebia um elogio do líder que encerrava aquele assunto - Um bom começo, eu acho. Obrigado pelo elogio, senhor. - Respondia sorrindo.

Parando agora para reparar nos que haviam entrado na sala, via uma M-4 visivelmente cansada junto de alguns soldados que carregavam algo coberto por um pano. Tinha medo de que meu palpite sobre o que é aquilo estivesse certo, mas pela expressão da loira, estava. Sabendo disso eu me calava por uma rara ocasião, enquanto lhe observava. Com pouquíssimo tempo de silêncio Grambos punha-se a falar com nós dois, explicando os planos que tinha para nós a seguir, que não envolviam nossa continuidade naquela ilha. Talvez pudesse ter a ver com o fato de eu ter espancado um prefeito, talvez com as consequências da missão, ou talvez porque fossemos realmente promissores, pouco me importava, aquelas eram ordens que me eram bem vindas. Minha intenção, afinal de contas, sempre fora levar a mudança para todo  mundo.

- Sim senhor! - Respondia com seriedade. Dito isso, via Grambos começar uma ligação sobre nossa partida enquanto neste meio tempo eu continuava a observar a garota quieta e cansada no canto da sala. Ao fim da ligação o líder mais uma vez nos explicava algumas coisas - Não se preocupe senhor, um dia você poderá se gabar na mesa de bar por ter nos recrutado, e quero estar lá para ouvir e beber com você, já que não tivemos tempo desta vez! - Dizia sorridente e, ao fim, estendendo a mão para Grambos. Não em um gesto de um subordinado para seu líder, mas como um amigo - Espero que se prepare para este dia, nunca perdi uma competição de bebida! - Completava com as mãos ainda apertadas.

Ao fim de tudo o líder se retirava junto aos soldados que carregavam os corpos, me deixando sozinho com M-4 naquela sala. Me sentaria ao lado da garota, colocando o braço sobre seus ombros e envolvendo-lhe em um abraço forte e amigável. Havia visto de relance sua reação ante a morte de Marus, talvez precisasse mais do que ninguém de um abraço naquele momento, por mais que sempre tente parecer forte. Eu poderia tentar confortá-la com palavras dizendo que ele não morreu em vão, mas as pessoas não são peças de xadrez, são? Para serem sacrificadas a fim de proteger um rei ou alcançar o xeque-mate. Por isso continuaria a abraçar a garota em silêncio, por quanto tempo ela desejasse e o mais calorosamente que fosse necessário, tentaria apenas ser compreensivo naquele momento. Ao fim, simplesmente diria calorosamente - Lembre-se, você não está sozinha.

Após o momento com M-4, sairia da sala de Grambos em busca da sala de armas, perguntaria a localização exata a algum agente no caminho para não perder muito tempo. É fato que eu já tinha a lança que usei para lutar contra o prefeito, mas outra nunca era demais, e infelizmente eu havia perdido no pé de Azura a que comprei, não esperava pedir-lhe de volta tão cedo. Ao entrar no arsenal, procuraria e retiraria uma nova alabarda, cruzando-lhe com a outra em forma de X para ficarem presas às minhas costas. O passo seguinte seria procurar por Lenora, talvez estivesse na enfermaria, gostaria de falar um pouco com a médica antes de partir para que pudesse ver como ela está depois de tudo aquilo. Aproveitaria a ida a enfermaria para pedir a médica de plantão para que tratasse dos meus pequenos ferimentos, enquanto o tratamento acontecia eu tentaria ficar em algum lugar perto de Lenora para que pudesse adiantar a conversa, ou a procuraria em outro lugar após o tratamento caso está não estivesse na enfermaria.

- Tenho que agradecê-la, foi uma ótima parceira - Diria ao encontrá-la - Soube que vou partir da ilha, mas não sei se você virá junto, por isso achei melhor te encontrar antes que fosse tarde demais e me despedir, se necessário. - Diria enquanto, se esta estivesse sentada ou deitada, me sentaria próximo dela - Vai gostar de saber que nada foi em vão. Todo o seu esforço realmente confessou e fez com que acreditassem em mim. Mas para ficar registrado, aparentemente os codinomes dos agentes são em português mesmo. - Finalizava em tom brincalhão lembrando-me da confusão entre os dois agentes na mansão antes que eu fosse totalmente tomado pela fúria - Mas me diga, como se sente depois de tudo? - Perguntaria por fim caso notasse alguma preocupação na médica. Estava disposto a ouvir um desabafo por mais algum tempo. Por fim, terminada a conversa, me levantaria e procuraria por uma nova muda de roupas, sabendo que infelizmente aquele terno estava rasgado demais para continuar caindo tão bem em mim. Me dirigiria enfim ao bar mais próximo, onde gastaria os últimos 10 mil berries em meu bolso para comprar uma nova garrafa de vinho.

Quando o grupo por fim se juntava eu finalmente tinha a oportunidade de me reencontrar com Azura e Garfield, que partiriam comigo naquela jornada - Como vai grandão? Gostou da sua primeira missão? - Diria ao ver Garfield, e então por fim me voltaria sem graça para Azura, tentando esquecer tudo o que havia acontecido, e diria - Azura, oi! Desculpa por todo esse lance do pé! - Por fim, feito tudo isso, me voltaria para M-4 que parecia ainda insatisfeita com a mudança de ilha, e diria para a garota enquanto mostrava minha nova garrafa de vinho - Ei, acho que ainda te devo uma bebida, não é? Acredite em mim, tem um mundo enorme e incrível precisando de você por aí. - Sorria para ela, antes de por fim aproximar-me mais e cochichar em seu ouvido - E cá entre nós, você é uma ótima companhia. Já te disseram isso? - Ria ao fim de tudo, afastando-me um pouco da garota e dizendo então algo direcionado a todos os quatro companheiros que partiriam da ilha comigo - Bom, eu tenho uma bela garrafa de vinho aqui, comprada com minhas últimas economias. Proponho um brinde à nossa nova jornada, somos companheiros agora, e este mar nos aguarda! - Estava de fato feliz naquele momento por ter encontrado bons companheiros e também pelo sentimento de aventura que surgia em meu coração. Ansioso, entrava no navio para minha primeira viagem como um revolucionário.
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Última edição por Wesker em Qui Fev 14, 2019 1:10 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptyQua Fev 13, 2019 5:13 pm



Me encontrava deitada e recostada na enfermaria, algo bastante tedioso, mas que era necessário tanto pela minha recuperação, quanto por ter de esperar o Duncan. Não conseguia ficar parada tinha que ocupar minha mente de alguma forma, sabia que o máximo que conseguiria de bebida li era o que estava em meus pertencesse, e que se desse mole nem mesmo aquela garrafa estaria mais comigo.

Assim pedia para a medica de plantão me indicar um livro sobre toxicologia, a mesma me indicava aonde poderia encontrar, ela poderia muito bem pegar para mim, mas tudo bem, com um pouco de dificuldade me retirava da cama indo até o armário indicado, um pouco de dificuldade me arrastando pelos cantos da sala para poder me apoiar, chegava ate o local aonde encontrava o devido livro, assim voltava para onde estavam minhas coisas e começava a leitura até o atrasado chegar.

“Agora entendo porque minha mãe usava venenos em suas armas!” Pensava lendo o livro mais a fundo, o poder dos venenos era tremendamente chamativo, algo que ao arranhar um inimigo com determinados tipos de venenos isso poderia decidir uma luta. – Pode ser uma forma de fazer o legado de minha mãe seguir! Finalizava a leitura fechando o livro, não sabia exatamente quanto tempo tinha ficado ali entretida com o livro, mas esperava que Duncan já tivesse voltado, ou então eu iria atrás dele e afundar o crânio dele com a minha perna boa.

Então sentava na maca, colocando o livro em cima da mesma, olhava ao redor para ver quem estaria na enfermaria, logo via que Dunca tinha chegado, a medica rapidamente ia ate ele, analisava o mesmo, e logo deixava que o garoto fosse provavelmente até o líder. “Ela não deve ter visto o furo no peito!” Pensava tentando me por de pé, já que Duncan tinha retornado tinha que tomar alguns preparativos para a viagem.

“Preciso de botas novas, já que o idiota me fez o favor de perfurar!” Com isso em mente seguia mancando me apoiando pelas paredes até aquele mesmo armazém aonde tinha encontrado as botas e aquele conjunto de roupas horrorosos. – Espero que tenham queimado como tenha pedido! Falava para mim mesma andando pelos corredores, assim que chegasse no local olharia os equipamentos que estariam ali, mas ainda convicta que poderia me dar melhor usando meu corpo como arma, mesmo com os imprevistos de mais cedo.

- Senhor gostaria de mais um par de botas de combate, e se possível algo mais duradouro sabe, o ultimo par não sobreviveu a ultima missão! Falaria dando algumas risadas para o atendente do Armazém, conseguindo o novo par de botas apenas o guardaria junto aos meus pertences, meus pés ainda não estavam bons para calçados fechados.

Estava pronta para seguir viagem rumo a próxima ilha, assim voltava a andar em direção a entrada do esconderijo seguindo as ordens do líder, atentaria ir o mais rápido possível me apoiando pelas paredes do lugar. Assim que visse o Duncan apenas fecharia a minha cara para o mesmo e ignoraria qualquer coisa que o mesmo pudesse falar, tentando falar por cima. – Você é um homem morto! Assim procuraria por Garfild, era uma situação um pouco menos agravante, mas como o mesmo já tinha me ajudado antes acho que não custaria nada me dar um pequeno apoio para ir ao barco.

- Maluco do sol, tem como me ajudar a ir até o barco? Ainda não estou boa o suficiente, quanto mesmos esforços, mais rápido vou deixar de precisar da ajuda de vocês! Esperava que o mesmo deixasse eu apoiar no mesmo para que pudesse seguir até o barco, era um pouco humilhante a situação oque me confortava era que estávamos tarde da noite, provavelmente nenhum civil veria aquela situação desagradável.

Mas caso Garfild não aceitasse meu pedido, pediria a algum outro revolucionário próximo para que me ajudasse a ir até o barco, assim seguiria apoiando em quem tivesse aceitado me ajudar. Logo chegando no barco tentaria me encostar em algum lugar, agradeceria quem tivesse me ajudado e pediria para que me deixasse sozinha. – Já estou confortável pode ir! Assim ficaria olhando para o horizonte esperando que o barco partisse e fossemos para a próxima ilha.
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Última edição por Kenshin Himura em Qua Fev 13, 2019 8:40 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptyQua Fev 13, 2019 7:36 pm


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Por não aguentar mais esperar por Duncan, me levantei e perambulei da maneira que me foi mais conveniente. Depois de um tempo, encontrei um homem careca que aparentemente estava cuidando de armas quebradas ou algo do tipo. Patético: ninguém é melhor no quesito de forja do que os Henryford, sobretudo de um específico, Garfield. Nem precisava olhar o que ele estava fazendo, já sabia a priori que em algum ponto ou outro ele estava errado, porque seres imperfeitos cometem erros, portanto não podem criar coisas perfeitas, diferente de Garfield Henryford, campeão do Sol, que têm a bênção da perfeição, podendo criar graus diferentes de perfeição e montar uma escala mais perfeita do que se diz perfeito. Mas, olhando de canto de olho, me deparava com alguns mecanismos que não me eram familiares. Claro, com certeza eu já havia o visto em algumas de minhas reencarnações passadas, onde eu fazia milagres e dizimava hereges, porém todas as memórias dessas vidas foram queimadas pelo Sol, afinal, ele está sempre atrás de mim, me protegendo, então todo o rastro de memórias que vou deixando ao longo do tempo é queimado gradativamente, até meu último suspiro, no qual finalmente me uno a Ele e crio um novo eu com o calor que Ele me propicia.
"Que tal se eu desse uma chance desse pobre mudo que não conheceu a cortina de glória do Sol me refrescar a memória de outras vidas e me dar algumas habilidades novas nesse corpo?" — Pensaria, me apoiando no objeto mais sólido próximo a mim e reclinando meu corpo para frente, colocando pressão no meu cotovelo e apoiando meu braço no meu queixo, observando, por fim, todas as ações do homem relacionadas a aquela espécie de "conserto de mecanicaria". Após observar o item que ele estivesse utilizando, esperaria pelo próximo item, e pelo próximo, e pelo próximo... até que a luz do aprendizado encarnasse no meu ser e eu pudesse me dispersar do local satisfeito com a quantidade de conhecimento readquirido.
Durante minha caminhada, encontrei um escudo que poderia não ser tããão impactante nas minhas incríveis performances naturais de batalha, mas que ainda sim poderia ser útil para impôr certo respeito nos oponentes. Alisaria suas bordas por um período de tempo, passaria a mão na parte frontal e encaixaria a parte traseira no meu braço esquerdo, retomando as boas lembranças da infância ao inalar o mesmo ar que banha o objeto. Após alguns momentos de contemplação ao novo escudo, notaria que Duncan haveria voltado para a base revolucionária. "Humpf, eu sabia. Não só sabia porque Duncan era estiloso e capacitado, mas sabia porque sou Garfield Henryford, detentor de todo conhecimento da Terra, do tempo e do que mais o Sol, nosso pai e criador, pode me fornecer." — Empinaria o queixo, consertaria minha postura e caminharia em direção à Duncan com postura de nobre bem-sucedido.
Acenaria para ele e daria uma breve corrida para perto. — Como vai grandão? Gostou da sua primeira missão? — Duncan diria. Travaria momentaneamente nessa hora. "Eu... sou... grandão...?" — Meus olhos brilhariam e levaria minhas mãos para os cantos da boca, que estaria aberta por conta da incredulidade sentida ao ouvir a frase. O eclipse reconheceu o campeão do Sol, Garfield Henryford, e sua soberania sobre todos os relés mortais! Estava provado que ele é realmente o eclipse, por ter entrado em harmonia com o Sol, o tornando um imortal, um semi-deus! Estava perante a um semelhante, um irmão de poderes naturais dominantes! Com o olhar determinado e o punho fechado a frente do corpo, diria: — Foi perfeita, ó irmão privilegiado, aliado do Sol! Não poderia esperar melhores resultados de ninguém além de Garfield Henryford, o campeão do Sol, e Duncan ... só Duncan, eu acho ... o eclipse! Somos profetas de vidas passadas, oras! — Riria alto e passaria o braço por cima de seus ombros, dando tapas leves no seu peito com a mão do outro braço. Deixaria-o livre para tomar suas próprias decisões em seguida.
Ao me preparar mentalmente para embarcar no navio indicado por Grambos, seria surpreendido por Azura. Meus pensamentos quanto a ser um herói e mudar o mundo da minha maneira seriam brevemente interrompidos pela curiosidade de saber o que uma bela lutadora ruiva iria querer de um semi-deus. — Maluco do sol, tem como me ajudar a ir até o barco? Ainda não estou boa o suficiente, quanto mesmos esforços, mais rápido vou deixar de precisar da ajuda de vocês. — Olharia para Azura fixamente e travaria da mesma forma que travei com Duncan. Meu rosto coraria e afagaria meus cabelos por instantes. "Sou eu, o maluco do Sol? Aaaaah, é claro que sou eu! Até ela me reconhece como braço direito do Sol. Eu sou o maluco, do Sol! O maluco pelo Sol, que pertence ao Sol! Eu sou... eu sou... GGGGGARFIELD HENRYFORD, O CAMPEÃO DO SOL, ARAUTO DA LUZ, TERROR DAS TREVAS! — Deixaria meus pensamentos vazarem involuntariamente. Logo após, retomaria o fôlego perdido para o grito e continuaria com o raciocínio. — Sim, eu posso te ajudar, eu tenho esse potencial, obrigado por reconhecer meu lugar quanto ao Senhor nosso pai! Uuuupah, venha cá! — A apoiaria em cima do meu corpo rígido e muito bem definido, diga-se de passagem. Se ela permitisse, ainda, a carregaria como uma boneca inflável, usando da minha magnífica força para ergue-la e carrega-la, de maneira que não use seu corpo e assim seja curada mais rápido, como ela mesma disse. Ela é médica. Tenho potencial pra ser médico. Eu a entendo e concordo. Enfim, pegando-a no colo, isto é, me certificando de que meus pertences estivessem guardados nos meus bolsos, meu Tesouro Henryford estivesse na cintura, meu escudo estivesse no meu braço, a carregaria em direção ao navio e embarcaria, comigo, ela e o eclipse lá por dentro. Meu plano de mudança de mundo estava cada vez mais próximo de ser realizado.
Seria surpreendido pela segunda vez em um curto intervalo, dessa vez, com Duncan e sua garrafa de vinho. — Bom, eu tenho uma bela garrafa de vinho aqui, comprada com minhas últimas economias. Proponho um brinde à nossa nova jornada, somos companheiros agora, e este mar nos aguarda! — Ao ouvir isso, me aproximaria novamente dele e seguraria a garrafa de vinho em um local que ele não estivesse segurando, na intenção de mostrar que eu concordava com a ideia. Esperava que todos segurassem a garrafa junto conosco, para que possamos entrar em um acordo de abrir e beber o vinho. — Suas economias serão restituídas. — Arrastaria meu olhar da garrafa para seus olhos. — Seremos ricos e bem sucedidos em alto-mar, desbravaremos terras perigosas e conquistaremos tesouros que jamais poderiam ser conquistados por pessoas normais. — Ergueria o braço que não estivesse sendo usado para segurar a garrafa aos céus. — Ó, Senhor, purifique nossa bebida e faça da nossa jornada digna de eventos maravilhosos. Saudemos todos a garrafa de vinho! Hoje cambalearemos no navio! — Não me importava se eu era fraco ou não para bebidas alcoólicas. Beber nunca faz mal. Aquilo que não mata, fortalece.
No caso de alguém me interromper no caminho, prestaria atenção no que esse indivíduo teria a dizer, sorriria, faria um sinal positivo com a mão e continuaria a caminhada até o embarque, sem me importar muito com últimos avisos.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptySab Fev 16, 2019 3:36 pm


As armas no arsenal estavam para serem pegas, sem problemas Duncan conseguiu uma alabarda nova no lugar e saiu de lá com as duas lanças de antes. Ferimentos eram tratados antes da partida, existiam alguns que realmente precisavam ter o devido cuidado e foi simples trata estes. – Grambos acha que eu devo ir... Deve ser por conta da minha situação quando voltei aqui, não era muito boa. – Lenora tinha sido realmente afetada pela morte do companheiro revolucionário, ficando bem abalada até ter uma pequena conversa com Garfield. – Foi complicado. Já vi muitas mortes, mas nenhuma foi em batalha. Todas foram aqui, nessa enfermaria onde acabei perdendo meus pacientes no meio do tratamento. – As perdas de um médico eram realmente complicadas, pois na maioria das vezes eles tinham coisas que poderiam fazer para salvar alguém, mas a falta de habilidade levava a morte de pessoas que dependiam deles.

O restante do grupo tinha coisas para fazer. Azura estava pegando botas novas, conseguindo-as mesmo que o sujeito as entregando não estivesse tão feliz com isso. Já Garfield estava em seu aprendizado, observando o homem fazendo seu serviço e eventualmente conseguia escutar algumas indicações do mesmo, finalmente recebendo a aula que esperava. Era algo longo e que possivelmente tinha ensinado tudo ao grande homem. Conversas rolavam e todos concluíam os objetivos finais na base, sobrando tempo para irem atrás de outras coisas do lado de fora. Duncan ia comprar vinho antes de finalmente partirem ao barco, pagando e levando sua garrafa sem problema, seguindo até a embarcação que os esperava no porto da ilha. A amazona precisava de um apoio, usando do grande arauto da luz para caminhar junto dos companheiros, pois sozinha não tinha condições de ir a uma velocidade interessante. – Não, as pessoas normalmente não gostam das minhas atitudes. – A garota sorria com os elogios mesmo que de forma mínima, observando a garrafa de vinho enquanto continuava. – Não me considero muito boa também, acho que entendo quem fala isso. É só uma fase, vou ficar bem. – Com isto dito, ela seguia a caminhada sem ligar muito para a bebida por hora.

Ninguém estava realmente animado para festejar. Não havia sido um dia muito bom para eles, o barco era onde descansariam de todo o estresse e ferimentos conseguidos na missão. As garotas não se animavam muito e apenas sorriam, bebiam um pouco do vinho para não ignorar completamente o que Duncan havia feito comprando aquilo. – Certo, só um pouco. – Lenora sorria um pouco e bebia o vinho, indo sentar-se em algum canto enquanto a embarcação já começava a movimentar-se. O tempo ali um tanto curto, mesmo que uma viagem ainda demorasse um dia, as coisas haviam se movido bem rápido e logo os revolucionários conseguiam ver a sombra da ilha ao longe. – Algum plano? Eu realmente não sei qual será nosso futuro nessa ilha, ainda não consigo aceitar que saímos de lá. – Perder o lar era realmente ruim. – Só vai mudar as pessoas, continuaremos na mesma. – M-4 já estava se preparando para desembarcar e todos os outros revolucionários também, aproveitando que em poucos minutos estariam no porto da ilha.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptySab Fev 16, 2019 7:02 pm


- Sabe, Lenora, já presenciei algumas mortes também. Algumas delas, como a Marus, em campo de batalha, mas nunca a de alguém que seguia um plano feito por mim. Acho que o melhor que podemos fazer para honrar a memória daqueles que se foram é continuarmos evoluindo para nos tornamos pessoas e lutadores mais fortes, só assim poderemos proteger todos os outros que ainda estão por aí, e dar continuidade aos sonhos daqueles que caíram em batalha de criar um mundo melhor. - Não era o meu melhor discurso motivacional, admitia isso, mas era sincero, e o melhor que eu conseguia bolar no momento. Assim como M-4, a médica encontrava-se um tanto melancólica, e tal melancolia era justificável em ambos os casos, ninguém reage à morte de forma igual aos outros.

Dando prosseguimento ao caminho, encontrava-me com todo o resto do grupo, e percebia que Azura não parecia muito receptiva comigo… Assim como era de se esperar “O maldito orgulho desta garota, dá pra acreditar?” Dizia para mim mesmo insatisfeito, pouco antes de decidir relevar tudo aquilo. Dava prosseguimento indo conversar novamente com M-4, sentia-me satisfeito por ao menos arrancar um pequeno sorriso da garota, que ainda melancólica, mostrava em suas respostas uma certa auto-depreciação. Sem saber muito bem o que fazer, deixava com que a garota se afastasse por hora, talvez fosse bom dar-lhe um espaço e, aos poucos, ir trabalhando sua auto-estima.

Ao propor um brinde conseguia sentir apenas em Garfield a animação que eu almejava. De fato era um grupo de pessoas muito diferentes uma das outras, unidos por uma única causa, minha função ali era conhecer melhor sobre cada um para que pudéssemos nos tornar um grupo mais unido, afinal, ficaríamos juntos por sabe-se lá quanto tempo. Naquele momento, ficava contente pelo apoio de Garfield que não parava de se provar um cara muito engraçado. Quanto ao resto, apenas podia me contentar com o fato das garotas melancólicas terem feito o esforço de beberem um pouco. O fato é que a bebida por muitas vezes havia me ajudado a me alegrar, eu esperava naquele momento que de alguma forma, fizesse o mesmo por elas.

- Ei, Garfield, não deu muito certo toda aquela história de cambalearmos no navio, não é? Uma pena! - Diria ao me aproximar do grandão em algum momento durante a viagem - Mas você é realmente um cara legal, sabe? E eu gostei de ser o Eclipse. O Sol… Pode me contar qual sua relação com ele? - Talvez me arrependesse disso mais tarde, o pernas longas tinha sempre uma grande empolgação ao falar do Sol e na minha cabeça aquilo poderia durar horas. Mas era de fato um cara divertido, seria bom ter um amigo assim para passar o tempo em viagens como aquela e… sendo sincero, com a criação que tive, pouco espaço existiu para pensar na existência de um deus, talvez conversar com um homem como aquele pudesse ser uma experiência realmente interessante.

Por fim Loguetown finalmente surgia ao longe, dando espaço para que Lenora expusesse suas inseguranças e fosse respondida por M-4 que voltava a sua postura natural de tentar se manter forte - O plano é irmos atrás do comandante nessa ilha, chutar a bunda de alguns agentes - Olhava sorridente para Azura tentando ao menos estabelecer alguma relação positiva com a garota - E continuaremos juntos, conforme ordenados por Grambos. Nos protegeremos e traremos a mudança! - Dava alguns passos a frente, empolgado ao olhar a ilha que se aproximava. Desceria assim que possível, para dar início a uma nova etapa da revolução!
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 8 EmptyDom Fev 17, 2019 12:08 am



Assim me encontrava escorada nos braços de Garfild, única maneira valida para que eu pudesse seguir caminho sem atrasar as pessoas, a final não tínhamos muito tempo para chegar no navio, o prazo estipulado pelo Grambos já estava próximo ao fim. “Bom fiz o possível por essa ilha, espero que quando chegar aos ouvidos da Kate ela fique orgulhosa!” Com isso em mente logo adentrava no barco mês afastando de Garfild, escutava Duncan querendo comemorar, mas não estava no clima para isso, muitas perdas para poder ser comemorado, mesmo estando aliviada de sair da ilha.

Me recostava em um dos cantos do barco afim de apenas descansar e seguir viagem, não estava muito afim de festejar com o povo, talvez se minha perna estivesse melhor poderia festejar e aproveitar as companhias. Via que Lenora viera com a gente, mesmo tentada em poder consolar a mesma que aparentemente ainda está conturbada com tudo que acontecera, eu poderia apenas atrapalhar a mesma com meus problemas. Logo o barco começava a se movimentar, retirava minha garrafa dos pertences olhava para mesma, e lembrava que somente ela conseguira fazer esquecer os problemas. Dava longos goles e assim encostava a cabeça na parede que estivesse encostada, e sentada ficaria olhando o céu enquanto seguia com a viagem.

“Amanha vai ser um novo dia!” Após um tempo em viagem de longe conseguia ver uma silhueta se formando no horizonte, provavelmente era da gigantesca ilha a qual estávamos sendo mandados, a mesma empolgação que sentia ao chegar em conomi enchia meu peito novamente, firmava meu pé no chão enquanto escutava as outras meninas no barco questionando o futuro incerto. – Não se preocupe, tive apenas um pequena contra tempo! Olhava de relance para Duncan voltando rapidamente a me focar na Lenora. – Mas assim que meu ferimento se curar pode ter certeza que tentarei ao máximo proteger todos vocês, irmãos da revolução! Mesmo que um de vocês em especifico merece meu salto enfiado no meio do cu! Fecharia os olhos tomando bastante folego e assim voltar a falar um pouco mais alto. – Não sei oque nos espera na próxima ilha mas pode ter certeza que daremos conta e mostraremos que Grambos não esta errando em nos mandar para foda da ilha! Espero que a marinha e o governo estejam preparados para nós, pois vamos arregaçar com essa ilha! Finalizava sorrindo para todos, pois sabia que em meio aquela tensão pós perda precisávamos de um sorriso para nos guiar de volta para o nosso objetivo mudar o mundo.
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