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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyDom 19 Ago 2018, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptySeg 17 Set 2018, 15:18



O garoto seguia em passos calmos e arrastados, a dor aguda que residia em seu peito o fazia ficar extremamente desgastado, tal fato era agravado a cada minuto que ele passava sem tratamento, e a dor seria visível em seu rosto, mesmo que ele não quisesse demonstrar estar a sentindo seu corpo ainda estava, o suor excessivo e que molhava suas roupas era um dos efeitos da dor, mesmo assim o médico tentava se manter erguido e com o passo constante.

Quando o jovem foi respondido pelo homem no meio do caminho, o médico abriria um leve sorriso e procuraria olhar a vegetação, enquanto murmuraria para si:
- Então eu cheguei… - Com a morte do sorriso de Julian morreria também seu pensamento, agora ele estaria indo ser julgado, apesar de querer agradecer ao homem que o respondeu ele não o faria, pois temia que o mesmo sofresse as consequências por tal, então o samurai optou pelo silêncio, pelo menos até a situação mudar.

Ao chegar onde seria julgado o soldado D’Capri, com olhos curiosos, buscando algo para se distrair além da dor, encontrou aquele um espaçoso e protegido local, a visão do marinheiro foi interrompida rapidamente, já que ele deveria continuar andando, mesmo assim seu olhar de admiração para com a arquitetura oriental ainda era grande, a harmonia o agradava, e fazia isso a tal ponto que chegava a trazer um ar de nostalgia para o garoto, e isso fazia o mesmo se lembrar do tempo em que treinava com seu mestre Arej.

Sem tempo para observação o garoto continuou sendo levado pelo local até atravessar outra porta, essa, assim como a outra, também estava sendo vigiada por dois homens, os quais deviam ser guardas ou alunos mais avançados, algo que não fazia tanta diferença para o garoto, que mesmo assim ele gostava de observar, pelo menos para tentar tirar sua atenção da dor, mas o que o marinheiro queria mesmo era um local para dormir, a dor podia ser grande, mas não se comparava a vontade do garoto de querer descansar, é mesmo um grande preguiçoso.

Entrando no segundo recinto, o qual foi calmamente designado ao mesmo, sem nenhum tipo de pressão ou interferência externa, Julian se depara com uma cena lhe esvaziar os pulmões, Asuna estava ao lado de um senhor de idade, o qual deveria ser o mestre do dojo, e tal frase sofreria sua afirmação, já que o “líder” do grupo que o prenderá se dirigia ao mesmo com muito respeito.

Uma alegria tomou o peito do soldado, sua amiga estava viva, ou seja, provavelmente as pessoas as quais eles protegiam estariam bem, pelo menos era isso que o garoto achava, mas porque ela estava em Karate Island? O navio em que eles estavam ficou bem avariado após o ataque pirata, será que o reforço da marinha, o qual foi chamado pelo falecido capitão, chegou e os trouxe para a ilha? Infelizmente o garoto não tinha como pensar naquilo, ele se tornou náufrago antes mesmo de o reforço chegar, então qualquer coisa pode ter acontecido, e levando em consideração que ele ficou à deriva no mar, ele pode ter ficado na água por um bom tempo.

Na mesma rapidez em que o espadachim entrou na sala ele também foi levado ao centro dela, absorto em sua própria cabeça o garoto nem mesmo notou que o mestre do dojo havia dirigido a palavra a ele, apesar de a ter escutado, assim que o garoto foi levado próximo ao mestre o mesmo se curvaria, ele queria apoiar-se em apenas um de seus joelhos, mas devido ao cansaço e a ferida o garoto provavelmente cairia com os dois joelhos ao chão.

Rapaz, você realmente roubou meu precioso tesouro?
Foi a pergunta feita pelo senhor que estava a sua frente, para Julian, aquele velho representava sabedoria, respeito e ordem, aquele homem com suas curiosas pintas estava lhe dirigindo uma pergunta, e o marinheiro a responderia.

- Perdão senhor, mas não sei de nada sobre tal tesouro, fui levado para aquela casa por alguém. - Responderia o garoto de forma serena.

Caso o homem quisesse alguma explicação sobre como Julian havia ido parar lá, ele daria.
- Eu não sei, desmaiei na estrada, quando acordei já estava lá.

Se o velho perguntasse sobre o desconhecido, Julian diria:
- Não me lembro de nenhuma característica, nem mesmo sei quem me colocou lá, perdão por não ser útil ao senhor.

Caso o mestre perguntasse sobre Asuna:
- Sim senhor, a conheço, é minha amiga.

O garoto esperaria a decisão final do mestre com o coração em sua mão, ele queria poder ir logo a um hospital e também encontrar as pessoas que queria em Karate Island, ele também queria encontrar sua espada e a sua bainha infinita, um item único no mundo, o qual foi entregue a ele por seu mestre, o samurai não poderia deixar aquilo ir embora assim, talvez o garoto também devesse se apresentar a marinha, há muitas problemáticas para resolver.

Se o senhor que estivesse à sua frente quisesse ajuda para encontrar o seu tesouro o garoto diria.
- Eu posso ajudá-los, mas eu… Antes eu preciso descansar… - O cansaço do garoto seria bem visível e apesar de ele querer descansar mais que tudo, o trabalho dele é salvar pessoas, assim como fez com aquele pequeno garoto, George, o qual ele salvou de ser capturado durante o ataque pirata, e se aquele tesouro é importante para aquele senhor então é dever da marinha o recuperar, ainda mais se aquele senhor pedir.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyQua 19 Set 2018, 16:19


A tranquilidade tomava conta de Julian quando ele viu sua parceira ali, falando com o velho. Sua confiança era tanta que, ao ser questionado pelo experiente homem, o marinheiro não titubeou e respondeu o que havia de fato acontecido e que até agora havia sido ignorado pelos homens que o prenderam e trouxeram-no até ali. De início, a primeira resposta do espadachim causava um olhar estranho pelo velho. Acreditar que havia sido levado ali por alguém era uma resposta um tanto quanto ampla para a importância real que a questão tinha.

– Alguém levou você, certo? Muito bem – acariciou sua longa barba – Mas você não sabe quem pode ter sido?

O médico continuou sua explicação, que era ouvida por todos ali. As reações eram as mais variáveis. Sua parceira acreditava em tudo que o rapaz falava, sério, o velho ainda se mostrava indiferente, controverso ao responsável pela prisão, que negava movendo sua cabeça de um lado a outro a cada palavra que Julian proferiu.

– Mestre! – interrompeu o Sung – Está claro que ele está mentindo! Essa história não tem pé nem cabeça! É uma mentira!

– Bem, você pode estar certo Sung, mas algo me diz que esse rapaz deve ter uma chance de provar contrário – ponderou – Garoto, o que me diz? Você tem até o final do dia de amanhã para conseguir provar de que isso realmente é verdade. Aceita a proposta?

Ao questionar, o velho, erguendo sua mão esquerda, indicou para que o baixinho que estava ali com Asuna fosse pegar uma bandeija e trouxesse uma seringa. A seringa era como qualquer outra, porém, dentro, havia um líquido de coloração roxa. A bandeja era segurada na frente de Julian pelo homem careca de baixa estatura.

– Para garantir que você não vai fugir, eu poderia pegar sua amiga como refém, mas não gosto desse tipo de coisa, então, o que tenho a propor é o seguinte: você injetará esse veneno de ação semi rápida. Você terá 48 horas para encontrar o culpado pelo sequestro, ao contrário, você irá sofrer a punição que normalmente sofreria: a morte. O que acha? Se aceitar, pode sair livremente e fazer o que bem entender até o prazo, se não, de todo jeito, você será punido.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyQua 19 Set 2018, 18:08



O jovem com sua audição acompanharia todas as frases proferidas pelo mestre e por todos no recinto, o garoto não demonstraria qualquer expressão facial, apático como sempre ele encararia seu destino com honra e de queixo erguido, fosse esse ruim ou bom.

Ouvir Sung resmungar sobre a falsidade que suas palavras tinham era uma coisa que Julian esperava, infelizmente, querendo ou não, ele era o errado da questão, por isso o mesmo não tinha, ou teria, qualquer resquício de mágoa de seus julgadores.

Ao ouvir a proposta do velho a sua frente o garoto de prontidão responderia, mas sua energia estava tão baixa que infelizmente ele acabaria por tombar levemente para o lado, mesmo assim antes de responder o garoto com um olhar apático encarou o mestre.

- Queria que houvesse uma outra forma, mas de todo jeito eu não posso discutir.

Sem pestanejar o jovem andaria até o mestre e pegaria seringa da mão do mesmo, o garoto gostaria de poder falar algo, mas ele sabia que de nada iria adiantar, tudo estava contra ele, desde seu estado físico, até os que se encontravam à sua volta, antes de tomar sua decisão o samurai por mera fração de segundos encararia o líquido presente na seringa.

- Agradecido estou pela chance. - Ao terminar sua frase, o médico, sem hesitar, usaria a seringa como uma adaga, a fincando em sua perna e injetando o conteúdo mortal em sua corrente sanguínea.

Ao primeiro momento o marinheiro manteria-se ajoelhado para tentar descobrir os efeitos daquele veneno, ou pelo menos tentar descobrir se aquilo traria algum ônus a si, claro, tirando a morte, se o médico não conseguisse descobrir nada sobre o veneno a única coisa que ele poderia fazer era levantar-se.

- Poderiam me dizer algo sobre o tesouro? Ou alguma informação que possa me ajudar? Já que eu não quero morrer com o nome sujo. - Julian esperaria para ver se alguém se manifestaria, caso ninguém o fizesse o samurai faria uma breve referência. - Obrigado, podem pelo menos tirar isso de mim? - Diria o garoto estendendo as mãos, deixando a mostra as algemas.

Com um pouco de preguiça por não poder ficar no chão, ou numa cama o marinheiro agora teria uma nova missão, salvar sua vida, salvando um tesouro, algo que não foi tão bem pensado, já que o espadachim pode simplesmente morrer sem conseguir completar sua missão, mas há muitas entrelinhas para serem pensadas, e isso não traz acréscimo algum, apenas deixa tudo mais chato.

Agora com sua vida em jogo o garoto teria que ir atrás de quem lhe incriminou, mesmo Julian não se importando com muita coisa, ele estaria se importando com esse problema, não porque sua vida está em risco, o samurai não liga para a morte, mas ele se importa com sua bainha e sua espada, ambos os itens estariam agora na posse do bandido.
Com uma serenidade sem igual o garoto viraria para o mestre, talvez uma última vez antes de partir, e diria:
- O senhor poderia me dizer onde há um médico? Preciso de pontos. - Caso o garoto visse que o mestre iria dizer alguma coisa sobre o veneno, ou algo parecido, ele completaria sua fala. - Não, não estou pensando em conseguir um antídoto, imagino que somente o senhor tem isso, apenas quero poder estar em um estado melhor para dar meu melhor.

Dito isso, se o mestre dissesse ao espadachim, ou não, onde haveria um médico não faria diferença, o marinheiro iria procurar um de qualquer jeito, ele iria querer pelo menos receber um tratamento, apesar de ele querer se matar só para poder dormir pra sempre, esse dia, infelizmente para o garoto, não seria hoje, já que há mais que sua vida e um tesouro em jogo, há sua bainha infinita e sua katana “Ninau”.

A primeira coisa que o jovem tentaria encontrar ao sair daquele local em que fora julgado, seria o hospital, em segundo lugar o samurai procuraria por uma forja, ou algum lugar onde pudesse conseguir armas, ele teria que ter algo com que pudesse batalhar afinal de contas.

Se o samurai achasse um hospital, entraria neste, e não teria muito o que relatar, ele apenas mostraria sua ferida ainda exposta e esperaria no lugar que mandassem.

Caso o garoto achasse uma loja de armas, ou algum lugar onde pudesse obter armas, o médico iria até a sessão de espadas e procuraria as katanas, armas as quais o garoto tinha especialização, achando essas o garoto as pegaria para si, dependendo do preço o garoto pegaria até duas, mas se juntas, ambas passassem de 100 mil berries o garoto somente pegaria uma, ele pagaria com o dinheiro que ele mesmo teria em sua conta no banco, claro, tendo isso em consideração ele teria passado em um banco para sacar 100 mil berries antes de ir até a loja de armas.

Se o garoto achasse ambos os lugares ele pediria para Asuna, sua amiga ir até o banco e sacar o dinheiro para ele pagar o hospital (caso fosse necessário).
- Asuna, poderia ir até o banco e sacar dinheiro para que eu possa pagar o hospital? Se você não puder sacar o dinheiro em minha conta, poderia sacar na sua? Eu lhe pago depois, prometo.

Assim que saísse do hospital, o samurai iria ao banco, sacar mais dinheiro para poder comprar armas (e se necessário, para pagar Asuna), e então seguiria para a loja onde poderia as obter.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyDom 23 Set 2018, 11:15


Julian então aceitava o que o velho havia proposto a ti. Pegando a seringa que o mesmo havia lhe mostrado, o médico não pensou duas vezes e a aplicou em sua coxa, firmando o acordo e demonstrando total segurança do que afirmava. De início, prontamente, o rapaz não havia sentido efeito algum além da dor da perfuração, então, focado no tesouro, o mesmo questionou informações para que o ajudassem na procura do mesmo.

– Você sabe muito bem, já que o roubou! – afirmou Sung.

– Sung! – alertou o velho – Não se meta do que não é do seu interesse! Você pode achar que tem algo, mas agora cale-se! – bradou fulminando o homem – Garoto, lhe explicar algo agora facilitaria muito seu trabalho, certo? Não se preocupe, o Ling irá te informar tudo, agora tenho que me retirar. Até breve, se sobreviver!

Ling era o careca que estava com Asuna(ra) e o velho antes. O baixinho prontamente se colocou a disposição de Julian. Sung, por sua vez, indignado, se aproximou de Julian e, pressionando as chaves contra seu peito, afirmou o quanto ia ficar de olho nos movimentos do acusado naquela ilha. “O menos deslize que cometer, você é preso novamente!” afirmou ele com bastante ênfase. Ling abria as algemas enquanto Sung e seus homens saiam do local.

– Eu sei onde fica um bom médico. Ele não é muito famoso na ilha, mas conseguirá tratar esses seus ferimentos. Me siga! – falou o baixinho, após libertar o espadachim.

– Por onde você andou? – questionou a garota, acompanhando todos.

O grupo caminhou alguns minutos. A cidade era bem zelada. Os ferimentos sujavam toda a roupa do médico e faziam-no tremer de frio devido a febre que esquentava a temperatura interna de seu corpo. O equilíbrio era quebrado devido aos devaneios de tontura que Julian sentia devido a perda de sangue. Após caminharem por um certo tempo, com a cidade observando o rapaz, aós ser carregado preso por Sung, o mesmo se deparou em frente a um casebre não muito bem cuidado.

– Lifang! – bradou Ling, adentrando no local.

Ao entrarem o grupo de deparou com um velho que, ao ver o pessoal, tremeu-se e guardou algo que estava olhando em um baú perto de seu armário, erguendo-se após isso.

– Que diabos é isson? – bradou o experiente homem – Vocês entram aqui sem falar nada, pensam que é o palácio daquele velhon?

– Acalme-se Lifang! Esse garoto está passando pelo mesmo teste que você passou! – acalmou Ling.

– Maldito velhon! Sempre com esses joguinhons! – resmungou – Um dia irei pegar aquele maldito tesouro que é meu por direiton!

– Já é tarde velho! Já pegaram ele e o velho pensa que é esse aqui o culpado.

– E foin? Interessanten! Contem-me mais como você acordou naquele casebre, garoton!

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyDom 23 Set 2018, 13:56



Ouvindo a briga entre o aprendiz Sung e o mestre fez Julian se lembrar de quando o mesmo vivia no dojo de seu mestre Arej, era algo tranquilo e relaxante, quase como a mesma atmosfera deste local, quem sabe dojos não tem uma atmosfera única para todos? Era isso que o preguiçoso marinheiro pensava, preso em devaneios nostálgicos em sua cabeça.

Antes do samurai ser libertado o mesmo ainda teve que escutar mais uma acusação de Sung, não que isso fosse alguma surpresa para o marinheiro, mas já passava a ser um incômodo, como um mosquito zunindo em seu ouvido durante uma tentativa de dormir.

De todo modo o médico fora apresentado a uma nova pessoa, Ling, o careca o qual estava com Asuna esse tempo todo, o mestre que antes fora seu julgador agora se retirava em silêncio do recinto, mas sem antes se despedir de Julian, pelo menos o garoto interpretou aquilo como uma despedida, visto que o mestre não parecia dar muito crédito a sobrevivência do espadachim.

Ling com uma fala serena disse que guiaria o espadachim até onde teria um médico, e antes que ele seguisse caminho Julian o agradeçeu, sem esperar uma resposta, ele falou:
- Obrigado senhor Ling. - Terminando a frase com uma curta reverência, já que os ferimentos do garoto não lhe permitiam fazer uma completa.

Seguindo Ling pelo caminho que ele ia mostrando Asuna dirigiu uma pergunta a seu amigo:
- Por onde você andou? - Questionou a garota, obtendo sua resposta em forma de olhar.

- Eu afundei no mar e você me pergunta por onde eu andei? - Falaria o espadachim incrédulo com a pergunta de sua companheira, dando a ela um olhar de desaprovação. - Suas feridas foram tratadas pelo menos?

Já desgastado por tudo que passou o jovem médico tentava ao máximo se manter de pé, mesmo que seus ferimentos fizessem o mesmo quase desmaiar, a principal frase que passava pela sua cabeça era “Que azar”, com tudo que aconteceu e por tudo o que ele fez sua recompensa é uma voz de prisão.

Lifang, esse era o nome do médico, pelo menos de acordo com Ling, já que ele chamava alguém por esse nome, ao entrarem no casebre o qual Ling havia lhes trazido lá estava Lifang, vendo algo dentro de um baú, ele já aparenteva ter certa idade e tinha um sotaque certamente incomum, e para Julian, um tanto quanto agradável de se ouvir.

Após uma curta conversa entre ambos os velhos o velho médico direcionou uma questão ao samurai:
“Contem-me mais como você acordou naquele casebre, garoton”

- Bom, acho que acordei como todo mundo, com os olhos. - Falaria o garoto com a expressão apática no rosto e após uma breve pausa, quase que instantânea, o garoto continuaria sua fala. - Eu não quis parecer rude, mas foi assim mesmo, apenas acordei lá, não sei como fui parar lá, eu poderia lhe perguntar como o senhor já sabe disso? Não lembro de ter lhe visto dentro daquele… “tribunal”, a notícia já se espalhou?

Após o velho lhe responder o garoto procuraria um apoio, provavelmente encostando suas costas contra a parede e esperando que Lifang pudesse o tratar logo.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyDom 30 Set 2018, 19:07

A reação de Julian havia intimidado a garota anteriormente que, sem palavras, permaneceu calada, assentindo a indignação do espadachim. Mas, a reação do velho médico aos questionamentos do marinheiro haviam sido mais bruscos. Tentando desconversar, o velho praguejou algumas palavras que não podiam ser entendidas por ninguém devido ao baixo tom de seus dizeres até conseguir falar alguma coisa que pudesse ser levada em questão.

– Não, garoton! Digon – praguejou – Que tribunal? Eu só estava falando den – pausou – Como as conversas justamente se espalham. Mas eu o admiro, enfrentar aquele velho gagán! Ele não tem juízo, enfim, vou cuidar desses ferimentos!

Algumas horas se passaram enquanto o tratamento era feito, nada de improtante foi conversado, apenas conversas que destacavam o quanto Lifang odiava o velho que havia colocado Julian em seu jogo pessoal.

– Acho que seus ferimentos já estão tudo bem – comentou – Não! Eu tenho certeza que está tudo ok, garoton! Mas o que planeja fazer agora? Vai atrás do culpado ou tentará algo… Para com o velho? – questionou interessado.

O garoto estava livre para completar sua missão no tempo determinado. A liberdade era tanta que ele podia fazer praticamente tudo que quisesse, é claro, respeitando sua condição de saúde atual. Ao seu lado, estavam Asuna e o careca recém-conhecido.

Explicação:
 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptySeg 01 Out 2018, 00:11



As informações dadas aos garoto estavam todas incompletas, na verdade, ele não tinha informação alguma, simplesmente foi jogado no cerco de questionamentos e ordenamentos dos mestres, tudo havia se passado em um ritmo tão acelerado que nem parecia que o garoto teve tempo para respirar, a situação, por mais sufocante que estava sendo, não terminaria ali, era tempo de fazer algo a respeito disso.

Julian estava verdadeiramente exausto, sem quase dormir, descansar ou relaxar, o ritmo que lhe foi imposto pelo destino não era de seu estilo de vida, por isso o garoto estaria a repetir, quase que o tempo todo, a frase:
"Que azar."

Respondendo a pergunta, antes feita pelo velho, o samurai completaria:
- Não, não estou tramando nada contra o velho, ele não me fez nada, tá fazendo a parte dele.

Um bocejo demorado seria a forma clara da representação de sua vontade de ficar sem fazer nada, mas sua espada e sua bainha infinita estavam perambulando por aí, de qualquer forma, antes que ele pudesse dar dois passos ele tinha que dar um.
- Lifang certo? - Perguntaria o garoto antes de começar a falar. - Você parece ter algo contra o velho, o que é?

O jovem prestaria atenção a todas as explicações de Lifang, se fosse aberto algum questionamento por parte do velho, como: “Está prestando atençon?” ou “Quer que eu dê continuaçon?” Julian responderia com um balançar de cabeça, indicando um sim. Se assim pudesse, o marinheiro perguntaria ao velho:
- Gostaria de saber se você já viu o tesouro, ou pelo menos saber o que é, tenho que achá-lo logo.

Mais uma vez o jovem esperaria a resposta de Lifang, usando de seu agradável e engraçado, tom de voz, com as respostas dadas, sobre alguns fatores o garoto ainda sim faria mais.
- Sabe se tem outras pessoas com ganância pelo item do mestre? - O que o garoto mais queria fazer naquele momento era relaxar e descansar um pouco mais, por isso queria puxar assunto, era apenas mais uma forma de ele poder ficar sentado e relaxando, antes de ele ter que ir atrás de completar sua missão.

Assim que terminasse de ouvir o que o velho tinha a dizer o mesmo se viraria para tal e perguntaria:
- O senhor se importaria de me ensinar isso? Sabe, isso que o senhor fez, me costurar e tudo mais, fazer cirurgias sabe? Asuna, você sabe isso também não? Tem como você ajudar também? - O garoto mesmo estando morrendo queria aprender o que pudesse, e ainda tinha “tempo” então seria bom aprender algo enquanto estava tudo tranquilo.

Se ainda surgisse a oportunidade o garoto perguntaria:
- O senhor por acaso sabe anatomia humana? Gostaria de aprender, vai ser bom para quando eu estiver morrendo por causa do veneno, vou pelo menos poder saber o que meu corpo ainda consegue fazer.

Caso o homem e Asuna aceitassem, ou não, ajudar o garoto a aprender a perícia de cirurgia, ou de anatomia humana, o mesmo agradeceria com um simples: “Obrigado

Com as respostas, ou não, Julian estaria satisfeito, havia sido tratado, mas agora era hora de trabalhar, com isso o jovem agora se dirigiria ao velho num tom um pouco mais ameno.
- Poderia me dizer onde há uma loja de armas? Preciso de espadas, dependendo do preço talvez só leve uma, já que aqui não há QG tenho que comprar uma. - Ao final da frase o garoto viraria para sua companheira. - Ou tem algum QG?

Se Asuna respondesse ao médico que não havia QG ou formas de obter katanas de graça pela marinha, o mesmo deveria seguir as orientações de Lifang e seguir para uma loja de armas próxima, mas não sem antes agradecer ao homem que lhe ajudou, com uma reverência e um: “Obrigado”.
O marinheiro antes de seguir até a loja de armas passaria no banco, onde deveria sacar seu dinheiro, pelo menos ele deveria fazer isso antes de ir até a loja de armas, caso contrário ele não conseguiria pagar pelas armas.
- Olá, sou Julian D’Capri e vim sacar 100 mil berries. - Anunciaria o marinheiro.

Tendo sacado seu dinheiro o garoto agora se colocaria a andar em direção a loja de armas, mas no meio do caminho o garoto viraria para sua amiga e então dirigiria a palavra a ela:
- Obrigado por vir me procurar… Eu nem falei direito com você, sinto muito Asuna… - O garoto se sentia um pouco culpado por tratar Asuna mal, mas ele esperava que a sua amiga entendesse que sua negligência para com ela foi por causa do momento em que se encontravam. - Como se deu a continuação daquele episódio? - Recomeçaria o garoto, querendo cortar o clima de silêncio, e ao episódio, ele estaria se referindo ao incidente com os piratas, já que o médico não sabe o que ocorreu após ele e o navio pirata afundarem.

O garoto queria poder conversar com sua amiga, sentia saudades de escutar a voz de Asuna, mesmo assim eles não podiam ficar parados, o espadachim, mesmo puxando assunto não pararia de caminhar, já que ele não tinha pressa alguma em chegar na loja de armas.

Depois da conversa entre ambos os garotos agora poderiam continuar até a loja de armas, Julian deveria se apresentar como vivo, em Baterilla, apenas após realmente estar vivo, ou seja, após completar sua missão desagradavelmente obrigatória, assim que entrasse na loja, iria logo para a sessão de espadas e iria verificando os preços, atrás da mais barata katana que pudesse encontrar, ele somente pegaria duas espadas, isso se elas juntas não custassem mais de 100 mil berries, caso custassem, então o espadachim somente levaria uma, se custassem menos, Julian iria até o vendedor, mostraria as espadas e diria:
- Vou levar. - Pronunciaria o jovem enquanto entregaria o dinheiro.

Se o marinheiro tivesse conseguido suas armas, agora ele poderia seguir para sua missão.
- Acho que a visita aos meus amigos pode esperar… Que azar… Até lá farei o que puder, ainda quero ver aquela gente com um sorriso no rosto, quero ser lembrado como uma pessoa boa, e não como um bandido qualquer, nesta ilha e em todas as outras. - Diria o garoto consigo, mas num tom que sua parceira ainda poderia ouvir se chegasse perto.

Antes de partir para a missão, Julian precisaria de roupas, ele poderia notar essa falta de roupas apenas após comprar suas armas, já que ele estava tão concentrado em as conseguir que poderia ignorar a falta de tecido em seu corpo, agora indo até uma loja de roupas o garoto pegaria uma roupa simples de samurai, já que seria a cara dele fazer algo do tipo, ele procuraria por uma roupa de coloração mais escuras como essa: (a da esquerda)
Spoiler:
 

Caso ele não achasse algum lugar que vendesse roupas samurais ele procuraria então roupas sociais, indo atrás de uma igual a essa: (a terceira, da esquerda pra direita, e a segunda da direita para esquerda, substituindo o blazer por um sobretudo negro)
Spoiler:
 

Enquanto ele não se apresentasse a marinha, poderia se vestir da forma que desejasse, já que não estaria “servindo” a marinha, não diretamente.

Uma vez tendo suas roupas, e um palito em sua boca (pare de ser malicioso), o garoto iria até o lugar onde tudo isso começou, ele iria até o velho casebre onde foi encontrado, mesmo que o médico não lembrasse o caminho de cabeça, ele apenas faria o trajeto inverso de onde veio, não seria uma tarefa tão complicada, e mesmo suspeitando de Lifang, ele não podia o julgar logo de cara, tinha que analisar tudo que pudesse, para ter certeza de quem era o criminoso.

Chegando ao local o garoto tentaria examinar o casebre por completo, se havia pegadas, alguma movimentação por perto, sinais que pudessem alertar que alguém esteve ali, pedaços de tecidos rasgados que poderiam ter ficado em algum lugar por perto, fosse na estrada, no casebre ou em torno deste, qualquer sinal que pudesse indicar ao marinheiro um possível culpado, o que o garoto estava querendo era obter um norte, ele queria saber para onde deveria seguir.

Caso encontrasse algum tecido, o analisaria com as mãos, tentando descobrir o que era, caso não descobrisse, ele o colocaria no bolso e continuaria suas procuras, se o tecido fosse a única coisa que ele achasse, o médico então seguiria até uma alfaiataria, talvez a mesma que tenha lhe fornecido suas roupas, e ao chegar nela perguntaria:
- Há alguém no recinto que pode me dizer que tecido é esse? - Perguntaria o garoto, apresentando o pedaço do tecido há vendedora ou atendente.

Se a resposta fosse positiva o garoto iria até a pessoa que pudesse lhe informar do tecido e após ouvir que tecido era aquele ele perguntaria:
- O senhor(a) poderia me dizer se ele é mais comum em alguma área de Karate Island? Ou se ele é produzido somente naquela área?

Se o garoto obtivesse uma resposta negativa, para as duas situações acima, ele agradeceria a atenção de todos e sairia do local, mas ainda sim, com o pedaço de paro guardado.

Caso ele achasse um pedaço de ferro, ferramenta, ou arma incomum, ele faria a mesma coisa, iria até um ferreiro(a) e faria as mesmas perguntas, ao mesmo(a).

O marinheiro só desistiria de revistar a casa, assim que tivesse a revirado por completo, tendo explorado cada canto dela, desde o chão até o teto.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyQua 03 Out 2018, 11:33

O velho Lifang. Homem já experiente, não nasceu na ilha, mas chegou há um certo tempo, tempo esse que era maior que a vida inteira de Julian. Ao ser questionado pelo médico, toda a imponência do senhor deu lugar a um vazio interior. Pensativo, o velho relembrou rapidamente toda a sua jornada aqui e isso reviveu o sentimento de desprezo que o mesmo tinha pelo responsável pela injeção do veneno nas veias de Di Capri. Cerrando seus punhos sem ao menos perceber e olhando nos olhos do marinheiro, o velho respondeu:

– Ele me tirou tudo que um dia já tiven! – afirmou seriamente – E disso eu nunca o perdoarein!

Levantando-se para ajeitar tudo que havia usado no tratamento do médico, o velho mergulhava mais ainda em seus devaneios passados. Toda a trajetória que o mesmo havia tido até agora era revivido pelo médico. As sombras de seu passado tampavam a luz do presente deprimente do mesmo. O tesouro? O velho sabia bem, muito bem, mas será que isso seria transmitido ao jovem marinheiro após seu questionamento. Não ligando e guardando suas coisas, de costas para o restante, o velho explicou.

– Se existem pessoas com ganâncian? – questionou retoricamente o velho, respondendo aos dois questionamentos que Julian havia realizado – Quem não quer um tesouro? Eu sei o que é, mas isso não vem ao caso, quando você encontrar o tesouro, você saberá do que estou falando, vai além de qualquer desejo mundano isso, aquele é o MEU tesouro, ele não tinha o direito de me roubar daquela maneira! Você está perguntando se eu sei o que é, sei sim garoton – falou ele fechando o compartimento onde guardou seus aparelhos – EU FUI QUEM ENCONTREI AS LUVAS DE OURON!

Exaltado, Lifang pegou um cigarrinho que havia em seus bolsos e, estalando os dedos próximo a sua ponta, o mesmo acendeu o objeto saciador de seu vício. Dando duas boas tragadas, sua mente voltava ao lugar, acalmando-se até em meio aos questionamentos do médico, que após ser tratado não se contentava em saciar seu desejo de aprendizado. O foco dessa vez era a realização de Cirurgias. Asuna permanecia calada esperando a resposta do velho, que tragava mais um pouco o resto de cigarro que tinha.

– Acho até bom você aprender isso, pelo menos não virá mais me importunan! – bradou.

Aprendizado de Perícia Cirurgia

Voltando a pegar seus aparelhos, o velho vou até o fundo do local e trouxe até fora um velho boneco empoeirado, boneco de aprendizado. Junto com as ferramentas e dizeres corretos, ordenação e dicas, as horas se passaram e ambos estavam ali, compartilhando experiências e o médico marinheiro aprendendo a arte de operar seus pacientes. A tarde dava o ar da graça e a noite já batia na porta.

Fim do aprendizado da Perícia Cirurgia

– Muito bem, acredito que agora você já saiba o que tem de ser feito. Certon? – questionou o velho.

Guardando suas coisas mais calmamente, o cigarro já havia acabado, o terceiro já estava sendo tragado pelo experiente médico que, mais uma vez ouvia os questionamentos de Julian, coisa que já estava sendo comum desde a chegada e durante a estadia do médico ali. Suspirando entediado após tantos questionamentos, o velho retirou o cigarro da boca, após acumular fumaça na mesma, e após uma longa baforada, respondeu o garoto.

– Se você quer encontrar o responsável por esse roubon – ponderou – É melhor você ir na loja do Jung Su. Quando chegar lá, saberá do que estou falandon.

– Não tem Quartel General na ilha – respondeu Asuna – Acho melhor ir nesse local que ele falou mesmo.

– Fale com o carequinha, ele sabe onde fica. Agora saiam do meu estabelecimento, quero beber até cair e esquecer tudo isso. Saiam! Cuidem! – bradou Lifang.

O caminho de Julian era a loja de armas. Após ser expulso do local onde Lifang morava, o rapaz optou por passar pelo Banco Mundial da ilha. Muito de andou e a noite cada vez mais deu o ar da graça. Passaram-se segundos, minutos, não chegou a hora, mas após andarmos muito, Asuna já não aguentava tantos olhares desconfiados.

– Quando vamos achar o Banco Mundial? – questionou ela ao baixinho Ling.

– Banco? Não estamos dando um passeio? – questionou o careca – Oh hohoho, me enganei, aqui não há Banco Mundial! Mas vamos em busca de seu armamento na loja, talvez você consiga algo lá! – afirmou.

O grupo andou, andou e andou, até chegar a uma casa bem-feita. Durante esse tempo, Julian conversava com Asuna. A garota havia optado por falar sobre o assunto posteriormente, ou em uma situação mais favorável. Após andarem, enfim haviam chegado no local. A madeira nova, não era um palacete, porém, era bem-feita. Cuidada. Diferente de onde Lifang morava. Ao adentrarem, o grupo ignorou a placa de fechado que estava caída. No interior, estava um homem, menor que Lifang, mais robusto, guardando um objeto em um saco de cor marrom. Ao notar presença, ao tocar o sino que sinalizava a abertura da porta, o homenzinho assustou-se.

– ESTAMOS FECHADOS! – bradou – VOLTEM AMANHÃ!

O interior do local era totalmente diferente de antes. Ali de fato parecia uma loja de armas. Tinham as mais variáveis. A iluminação era perfeita, não era luxuosa, mas era muito requintada a loja, limpa, zelada, um orgulho para qualquer vendedor. No fundo da mesma, devido a porta aberta, podia-se notar que era uma casa. Haviam duas garotinhas observando os intrusos ali, inocentemente.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyQua 03 Out 2018, 17:05



Ao ser expulso da morada de Lifang, Julian ponderaria sobre o que havia ocorrido a pouco, se suas perguntas poderiam ter, de certa forma, magoado o velho que o ajudará, talvez sem a chance de se ver novamente o garoto, se pudesse, iria até a porta do velho e realizar uma reverência, não a porta, mas a quem estava adiante a ela, e com uma fala serena e convicta o garoto pronunciaria:
- Obrigado por tudo senhor Lifang, até. - Diria o garoto num tom normal, não um que fosse alto nem baixo, mas como se conversasse com alguém a sua frente.

Agora restaria ao jovem acompanhar sua amiga e seu recém companheiro, o velho baixinho Ling, o qual era uma figura um tanto quanto excêntrica, não tanto quanto Lifang, mas era, após longos minutos de caminhada ambos os garotos agora descobriam a verdadeira intenção de Ling, dar um passeio, o que fazia Julian se perguntar:
- Pelo que eu aceitei ficar vivo mesmo? - Perguntava o jovem a si mesmo, em forma de pergunta retórica.

E mesmo que o médico soubesse o motivo que tivera para permanecer consciente no mundo, eles podiam ter gastado o tempo de outra forma, mas Ling talvez estivesse se sentindo solitário ou algo do tipo, algo que não faria sentido para Julian, que não via problemas em ficar sozinho de vez enquando, olhando pros céus e esperando o nada acontecer, belos dias de sua vida gastos só por preguiça, aquilo valia a pena, a pergunta que o garoto realmente queria respondida era:
- Por que você não disse isso antes? - Perguntaria o samurai, incrédulo de ter perdido tempo de sua vida andando por aí, se era para perder tempo com algo assim, que fosse parado, de preferência deitados na grama.

Logo em seguida, o garoto, ouvindo que seria levado até uma loja de armas, perguntaria:
- Ou! Eu não tenho dinheiro, como diabos vou pagar por armas?
- Mesmo parecendo uma frase brincalhona a face de Julian continuaria apática, não indicando qualquer tipo de graça.
Caso o velho perguntasse a Julian algo como: “Como assim você não tem dinheiro?”. O mesmo responderia:
- Era por isso que eu queria passar no banco. - Diria o garoto franzindo o cenho.

Com a resposta, ou não, para suas perguntas, o trio teria que seguir para a loja de armas, a qual o marinheiro nem mesmo tinha ideia de como iria pagar, já que ele estava sem qualquer dinheiro, o samurai não ia querer pedir dinheiro de sua amiga, ele já havia feito isso uma vez, e mesmo tendo a pagado foi descontável ter uma dívida. Assim que entraram na loja de armas, a qual estava localizada dentro de uma casa muito bem cuidada, todos já foram logo sendo expulsos do local pelo que parecia ser o proprietário do lugar.

Com um tom raivoso e de provável indignação o homem já expulsava as pessoas que entravam em seu recinto, provavelmente por causa da hora, ou por causa de algum outro fato desconhecido, pelo menos para o jovem médico, que olhava em volta com admiração. Como o jovem não tinha dinheiro, haviam apenas duas opções, sair andando pra fora, ou esperar que Ling pudesse arranjar uma arma para ele, já que o garoto não estava nem um pouco a fim de fazer mais um trato.

Caso Ling fosse comprar/arranjar uma arma para o garoto o mesmo continuaria ali na loja e diria:
- Desculpe senhor, mas amanhã eu vou estar morto uma hora dessas, ou compro uma arma agora ou morro numa vala, e morrer numa vala sendo taxado como um bandido é que eu não vou. - Diria o garoto num tom firme e seguro de si.

Caso o homem que estivesse na frente deles sacasse alguma arma para usar contra os garotos, o marinheiro caminharia calmamente até a arma e pararia na ponta dela, se ela fosse uma lâmina, Julian se ajoelharia, na mesma posição que um samurai, sobre os pés, e colocaria o gume da espada contra seu pescoço, se fosse uma arma de fogo, o espadachim moveria a mesma para sua testa e deixaria seu destino a mercê da vontade do homem. Não que Julian não se importasse com sua vida, mas sua visão de mundo era muito realista, diante da morte iminente ele não reclamaria de nada, se ele vai morrer, ele vai morrer, se o ser humano não aceita isso ele deve dominar tal fato, é a natureza de tudo morrer, não existe nada mais certo.

- Estou pedindo sua ajuda senhor, se preferir pode me matar, já vou morrer mesmo. - Completaria o garoto, ainda seguro.

Caso o garoto pudesse escolher sua arma, ele iria direto para as katanas, ou então diria:
- Gostaria de uma katana senhor.
Mesmo que recebesse a pior katana de todas o jovem agradeceria com uma reverência, uma katana já lhe era suficiente, e ele a tornaria a melhor katana de todas, mesmo que ela não fosse, assim como ele estava fazendo com a Ninau, espada essa a qual ele ainda quer recuperar, juntamente com sua bainha infinita.

Se Julian estivesse, ou não, com sua arma, ele agora teria que procurar roupas, as quais ele poderia notar que esta em falta, pelo seu corpo, já que desde o acidente com o navio pirata ele não havia sequer tido tempo para ir procurar roupas novas, seu uniforme de marinheiro devia já estar todo rasgado (Se é que havia restado algum sinal de sua camisa de mangas longas).
- Há algum lugar que eu possa conseguir alguma roupa? - Perguntaria o garoto, já esperando um não de Ling.

Caso o marinheiro não pudesse conseguir outras roupas então só havia lhe sobrado tempo para dormir, e seria o que ele faria a seguir, mas antes de conseguir ir a algum lugar ele perguntaria:
- Ling, há algum suspeito que poderia me informar? Sabe, sobre o caso. - Caso não houvesse cooperação de Ling, o jovem completaria. - Pode me dizer algum lugar onde podemos dormir? Pelo menos Asuna, uma dama não pode dormir na rua.

Assim que tivesse conseguido arrumar algum lugar para dormir, pelo menos para Asuna, o garoto iria até a mata, num local que pudesse ser usado de cama, Julian, tentaria achar folhas de árvores para formar seu cobertor e um tronco para ser seu travesseiro, assim ele dormiria caso não tivesse cama ou quarto. No dia seguinte o garoto iria direto para o casebre onde ele foi encontrado, isso se não lhe fosse prometido alguma a arma pelo homem da casa de armas (para venda ou então para que Julian pudesse pegar), uma vez na casa abandonada o jovem espadachim começaria uma busca intensa, procurando em cada canto da casa, qualquer que fosse a pista sobre o seu inimigo facínora, ele queria ter algo por onde começar, um pedaço de pano, uma ferramenta, uma arma, uma bala, qualquer coisa que pudesse lhe indicar um caminho.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyTer 09 Out 2018, 10:29


Julian se mostrou bastante insatisfeito com a atitude do baixinho que o levava. Na loja, Jung Su não era um homem muito amigável, porém, a maneira que as coisas haviam se sucedido não podiam o culpar de ser muito bruto. O careca Ling tentou interceder pelo grupo, mas Su, ignorando-o, prosseguiu com o seu esbravejo.

– Eu já falei que não estamos abertos, não entendeu? – esbraveou – Quer que eu desenhe?

– Não senhor Su, é que precisamos de um armamento, o velho mestre agiu novamente… – ponderou Ling.

– Desculpe senhor, mas amanhã eu estarei morto uma hora dessas, ou compro uma arma agora ou morro numa vala, e morrer numa vala sendo taxado como um bandido é que eu não vou! – afirmou o marinheiro.

– Então o maldito está fazendo os mesmos jogos? – questionou mais calmamente – Eu não tenho nada a ver com isso, entendeu?

Jung Su era um homem que mesmo velho, aparentava ser um tanto quanto bem cuidado. Seu bigode negro era um destaque naquela sua pele esbranquiçada. Seus cabelos negros, que formavam uma trança, juntamente com seus trajes azuis orientais, de mangas claras, era bem característico das artes marciais que praticou durante muito tempo. Um pouco menor que Julian, o homem desde a chegada se mostrou ser sério e direto em seus questionamentos.

– Não tem muito o que se fazer, ou vai me dizer que não roubou o tesouro do velho? – questionou olhando para Julian – Eu o conheço há muito tempo, sei o quanto ele gostava daquele tesouro, o quanto brigou com o Lifang, outro velho irritante, mas eu sempre desejei isso, que esse maldito tesouro sumisse logo para acabar com toda essa besteira! Se você tivesse me dito que havia roubado, de fato, eu te daria uma arma como agradecimento, mas não estou interessado em desculpas e…

Antes que terminasse a frase, Su era interrompido com a chegada de seus aparentes filhos. Era um menininho que trajava vestes amarelos com verde, parecido com o de seu pai. Ele tinha um chapeuzinho em sua cabeça e usava aparentemente um traje inspirado em algum animal, um macaco talvez, pois havia um cinto em forma de rabo. A outra era uma menininha ainda menor, que vinha se mãos dadas com seu aparente irmão. Ela trajava vestes de treinamento de luta. Ambos tinha uma cara bem inocente que facilmente conquistaria pessoas de fraco coração.

– O que vocês estão fazendo aqui? Vão já pra dentro! – brigou o homem.

– Estou pedindo sua ajuda senhor, se preferir pode me matar, já vou morrer mesmo! – suplicou Julian em meio aquela cena.

– Papa… – tentou falar a menininha.

– Senhor! Em nome dessas crianças, tenha piedade do meu companheiro! Ele precisa provar sua inocência! – pediu Asuna.

– JÁ CHEGA! – bradou Su – Eu não quero saber disso…

Sem perceber o seu grito havia assustado sua filha que começou a chorar. Era um choro deveras algo, que atrapalhava o pensamento de qualquer um dali. O homem nervoso, tentou acalmá-la, porém, falhou. Seu irmão, ao tentar segurá-la, acabou sofrendo um golpe de judô e acabou caído no piso da loja. Julian não sabia, mas aquela garotinha era Xing Su, a filha mais nova de Su. Ela era conhecida como a próxima mestra de artes marciais e a característica dela era que quando estava assustada, ela ganhava uma força surpreendente.

– Pare meu benzinho… – ponderou o homem, um pouco assustado – Pronto garoto! Se você me ajudar a conter minha filha, eu te dou uma arma, mas agora… – em meio ao que falava, Xing pegou pela perna de seu pai e o derrubou com tamanha facilidade – Me ajude, por favor!

NPCs:
 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 2 EmptyTer 09 Out 2018, 13:10



Visto a confusão começar o garoto teria ficado calado, Julian nunca foi dos mais animados, para qualquer que fosse a situação, com sua cara sempre apática parecendo apresentar falta de hemoglobinas em seu sangue, dava a impressão que o jovem sofria de anemia crônica constante, o que às vezes podiam-lhe render várias situações engraçadas, não por sua parte, mas por sua expressão continuar a mesma em quase todos os momentos, e aquela seria mais uma dessas situações.

O homem, Jung Su, parecia ser um pouco estressado demais, não que isso importasse ao garoto, mas sua fala importou, como o samurai poderia mentir sobre aquilo? A verdade é o que deve prevalecer, mesmo que machuque ela sempre deve ser contada, e não seria naquele momento em que o garoto começaria a contar lorotas, era uma questão de honra, mentir era um dos cânceres humanos.

Ao ver o senhor gritando seria realmente uma surpresa para o jovem, ele não esperava que o homem esbravejasse tão subitamente, mas aconteceu, e ele estava com razão, sendo importunado por jovens e problemas que não são seus. Agora a questão que estava na cabeça do jovem era, todos sabem da história do tesouro do velho, e também da história entre eles, menos Julian, o problema era, Julian não se importava tanto com isso, mas isso poderia ser importante para sua investigação, e o homem à sua frente era quem podia lhe explicar tal coisa.

Tendo tudo isso acontecido, mais uma anomalia paranormalmente Karateca aconteceu a sua frente, coisas que somente acontecem naquela ilha, pelo menos Julian nunca precensiou uma criança derrubar um homem adulto, versado em artes marciais, com tanta facilidade, era como se a garotinha tivesse pegado uma mamadeira e puxado, o choro estridente e desnorteante era acompanhado de uma força descomunalmente surpreendente, aquela garota não podia ser, de forma alguma, de outra ilha.




Agora o garoto tinha uma missão, acalmar aquela jovem, se o fizesse ganharia uma arma, visivelmente a tarefa era impossível, e no mundo das ideias também, mas o médico já havia se acostumado com seu azar e também com situações fora do normal, pra quem enfrentou zumbis, acalmar uma garotinha com uma força de 10 homens não deveria ser tão impossível de acontecer.

Com um breve suspiro o garoto sentaria no chão na posição de lótus, de pernas cruzadas e de costas para seus companheiros, encarando justamente aquela criança, com um espaço de 10 passos entre os dois, o samurai dava graças aos Deuses que tinha experiência com pequenas garotinha, no caso sua irmã Valen, a qual ele cuidou desde que ela nasceu, ele somente perdeu a fase de crescimento dela, já que teve que ir cursar medicina, mas o conhecimento ainda valeria algo pelo menos.

- Olá. - Diria o garoto com uma voz serena. - Muito prazer, meu nome é Julian, pode me dizer o seu? - Perguntaria o garoto ainda mantendo o olhar fixo na garota, pronto para qualquer movimento que ela poderia fazer.

O espadachim não mudaria de forma alguma sua voz, não tentaria a deixar mais fofa, mais doce, ou mais grave, ele falaria em seu tom comum, sem forçar nada do tipo.

Caso a pequena respondesse, de qualquer que fosse a forma, ou não, o jovem continuaria na mesma posição e falando:
- Você sabe o que é um marinheiro? - Ele perguntaria para ela, e mesmo que ela não respondesse, ele continuaria. - É uma pessoa que ajuda as outras quando estas precisam, nós também pegamos os caras maus. - O jovem daria uma pausa. - Quer que eu lhe conte mais sobre os marinheiros? Tenho algumas historinhas que posso contar.

Dessa vez o garoto teria que esperar a resposta dela para continuar, se a garotinha avançasse na direção de Julian, ou mostrasse sinais de que atacaria, o jovem só se prepararia para o impacto, não reagiria de qualquer outra forma, ele permaneceria na mesma posição, ou se fosse “retirado” desta, apenas voltaria a se manter nela, com um pequeno sorriso em seu rosto.

Se a garotinha aceitasse ouvir as histórias do jovem, o mesmo começaria:
- Bom, tem uma que conheço que é de uma marinheira muito forte, e o nome dela era Lian, Lian antes de ser marinheira praticava muitas artes marciais e tinha um bom mestre chamado Aré, esse mestre a ensinava o caminho da espada e ela era muito boa nisso. Um dia o seu mestre foi sequestrado por um grupo de piratas, e eles eram bem malvados, mas Lian não desistiu de ir atrás deles, pois ela era corajosa, ela derrotou a tripulação deles, um por um, pirata por pirata e no fim de tudo, ela descobriu que o chefe dos piratas mantinha muitas pessoas em sua prisão, e isso a deixou muito chateada, então Lian escalou a montanha em que o chefe pirata estava e lutou contra ele, o nome daquele pirata era Dragon, e ele era chamado assim porque era muito feio e tinha um bafo de dragão. - Ao terminar essa frase um pequeno sorriso sairia da boca de Julian. - Então ela lutou contra ele e apesar de ter se machucado e ter ficado com muito medo, ela não desistiu, pois haviam pessoas querendo que ela ganhasse, então quando ela ficou com muito medo, ela ficou forte, porque todos os seus amigos estavam torcendo por ela, e então, Lian com a força de todos eles ganhou aquela batalha, mostrando para todos sua espada, Nina, todos comemoraram e foram libertados por Lian, quando ela voltou para sua vila todos a agradeceram e o mestre dela a agradeceu por ter-lhe salvado, depois disso Lian descobriu que os marinheiros também faziam esse tipo de coisa, salvar pessoas e as ajudar, pois isso é a coisa certa a se fazer, sabendo disso a garota foi até uma ilha e se juntou a marinha, para então poder ajudar pessoas por todos os lugares.

Ao fim da parábola o garoto esperaria a reação da pequena, para ver se a mesma havia gostado de sua história inventada, caso ela quisesse outra, o garoto contaria, mas se não quisesse ele entenderia.
- Quer que eu continue as histórias de Lian?

Caso fosse para continuar as histórias de Lian, o médico continuaria:
Lian, parte 2:
 

Se a garotinha quisesse ouvir uma outra história, o médico contaria:
Parábola 2:
 

Caso não fosse para continuar a contar histórias, o médico perguntaria:
- Vi que você é muito forte, como você consegue ser assim? Acha que pode me ensinar?
Julian não estava “brincando”, caso a garotinha realmente quisesse “ensinar” o marinheiro, ele aceitaria e seguiria todas as ordens da pequena, obedecendo fielmente aos seus comandos, sem vergonha alguma, caso o samurai não soubesse como fazer o movimento ele perguntaria.
- É assim? - Diria ele tentando imitar a pequena.

O samurai estaria tentando acalmar a pequena, e uma vez que tivesse conseguido ele apenas estaria se divertindo, a única coisa que fez o jovem aceitar o trato com Jung não foi a espada que ele lhe daria, mas sim sua filha, Julian de certa forma se sentia culpado por ter feito a garota chorar, e ajudar a faze-la parar de ficar assustada seria uma ótima maneira do médico se redimir.



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