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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As mil espadas - As mil ondas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyDom 19 Ago 2018, 18:35

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptySab 25 Ago 2018, 20:50




Desespero

A palavra que descrevia a situação com clareza, qualquer um estaria em completo desespero, e isso fazia o contraste ao garoto andante se tornar maior ainda, seu rosto mantinha uma expressão apática, não por causa de sua ferida em forma de X em seu peito (que podia o estar fazendo ficar sem sangue), mas isso era algo da concepção própria do garoto, a situação era essa, se desesperar não iria trazer-lhe nada de bom, e muito menos mudar o que havia acontecido, então o que o garoto devia fazer era ficar calmo, o que não era tão difícil para ele.

Os passos embriagados arrastavam-se ao solo, talvez sem energia para correr o pobre marinheiro era obrigado a “rastejar” sobre duas pernas, isso também poderia ser sequela das dores de sua ferida, que ainda sangrava. Memórias vinham e traziam a dor da ferida novamente, a lembrança do aço cortando sua pele era o que mais fazia seu peito arder, Al Sa Bain, o nome que estava cravado em sua ferida, o capitão pirata derrotado por Julian, que ainda não julgava aquele desfecho uma vitória.

O Siad, liderando outros de sua tribo, coordenou um ataque ao navio onde estavam não só D’Capri, mas também outros 6 marinheiros, dentre eles seu capitão, Arashi, homem que, infelizmente, teve o mesmo destino que o pirata, afundar. A árdua batalha contra o pirata lhe renderam não só essas feridas, mas também seu naufrágio e perda de suas outras armas, lhe restando apenas sua fiel espada, “Ninau”, katana recém nomeada pelo samurai.

Para o garoto, tudo aquilo que estava a acontecer com ele era uma prova de seu azar, não havia outra resposta plausível, estando em uma ilha desconhecida o garoto apenas queria encontrar uma civilização, ele nem mesmo sabe o que aconteceu aos seus amigos, teriam eles completado a missão a qual o médico participou? Estariam eles seguros? Onde ele estava? Para tantas perguntas, nenhuma resposta, e iria continuar assim.

Talvez a dor ajudasse o marinheiro a não cair e desmaiar ali mesmo, seu corpo todo doía, desde que os Siads atacaram o navio ele não teve um minuto de descanso, e era essa a pior das sensações para um preguiçoso de carteirinha. Com Ninau na bainha infinita ele agora andava a procura de algo para se guiar, uma placa, estrada, pessoas, qualquer coisa que pudesse o levar para onde ele pudesse conseguir assistência.

Se pelo meio do caminho Julian encontrasse alguma fonte de água, lago, cachoeira, igarapé, ou algo do tipo, pararia na mesma, para lavar suas feridas e se refrescar um pouco, pelo menos teria alguns minutos de descanso antes de seguir caminho atrás das respostas que ele tanto queria.

Andando em meio aquele local incomum os pensamentos que vinham na cabeça do marinheiro eram diversos, mas o principal seriam suas lembranças de quando estava em Karate Island, na missão pessoal de derrotar o seu primeiro inimigo, Draco, um capitão pirata, que junto de sua tripulação sequestrava pessoas por toda ilha, a luta foi acirrada e difícil, mesmo assim com muito esforço Julian venceu, graças a ajuda de Ninau, que agora, com a morte de Al Sa Bain, completava a segunda morte de um capitão pirata.

Para o samurai a melhor sensação de todas foi quando ele foi reconhecido nas ruas, sendo agradecido pela população pela libertação dos reféns, não foi algo que o deixou orgulhoso, mas feliz, ele havia ajudado pessoas e isso valeu mais que tudo. Com essas lembranças um ralo sorriso se formaria no canto da boca do espadachim.

Todas as situações haviam trazido ao garoto um crescimento absurdo, tanto mental quanto físico, e isso fazia com que o marinheiro encarasse tudo como aprendizado, desde Draco, até Al Sa Bain, toda sua trajetória o fez evoluir muito mais que ele esperava, e isso foi bom. Infelizmente não havia mais tempo para o marinheiro divagar em pensamentos, ele queria saber onde estava, alcançando essa resposta ele poderia tentar se guiar, para então, conseguir suas outras respostas.

As imagens de seus amigos faziam o médico acreditar mais em si, e então ter mais forças para continuar, mesmo assim ele não conseguiria correr e nem fazer nada muito extremo, seu corpo ainda estava limitado e ferido, a opção que lhe restava era continuar sua lenta caminhada em busca de ajuda.

Elizabeth, aquela mulher loira que o havia o ajudado, linda e doce, como um crisântemo, além de ter lhe oferecido tanta ajuda, ainda lhe presenteou com sua doce culinária, os melhores biscoitos já experimentados pelo médico, e a única coisa que ela queria era sua querida filha, e também salvar seu marido Perseu.

Valter, um homem que lhe ensinou que força nem sempre é a solução, forte, alto e encrenqueiro, mas com um bom coração, que no final apenas queria seu filho de volta.

Ambos foram ajudados pelo samurai em sua ação impensável de vitória, que com isso trouxe não só os filhos de ambos para casa, mas também o antídoto para o veneno que ameaçava a vida de Perseu, todos conhecidos em Karate Island, o garoto ainda queria voltar lá e ver como tudo ficou após a sua passagem, algum dia…

Se o garoto conseguisse encontrar qualquer coisa que pudesse lhe levar a algum lugar civilizado, ele seguiria esse sinal, o samurai apenas queria alguma ajuda médica, ele estava fraco demais e morreria se não a achasse logo, e ele sabia disso, mesmo querendo deitar no chão e ali ficar, isso não poderia ser feito, não por agora.

Caso o garoto acabasse encontrando alguém que viesse até ele o mesmo perguntaria:
- Um médico… Onde há um médico? - Sua voz fraca já era um sinal de sua falta de força.

Se alguém indicasse ao marinheiro um lugar onde ele pudesse conseguir ajuda, o mesmo iria até o local, mesmo ferido ele estaria pronto para lutar se necessário, não há tanta gente boa no mundo, por isso o mesmo estaria com sua guarda alta, pronto para se defender, caso fosse preciso. Em caso de ele apenas ter se guiado por placas, o garoto tentaria chegar a um hospital, o mais rápido possível.

Chegando no local onde poderia ter alguma assistência, o espadachim continuaria com seus passos lentos e a procura de alguma ajuda.



OFF:
 

Histórico:
 

Ferimentos:
 

Objetivos:
 

Elizabeth:
 

Valter:
 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyTer 04 Set 2018, 01:47

Julian, desgastado, caminhava pela estranha ilha após um naufrágio doloroso para o orgulho do espadachim. O médico divagava em seus mais profundos devaneios enquanto caminhava por uma região um tanto quanto densa, até encontrar um lago. Após lavar-se, o que reduzir a quantidade momentânea de sangue em seu corpo, o rapaz seguiu procurando alguma salvação, porém, lentamente a energia e disposição do rapaz se esvairia. Passaram-se segundos, minutos, horas, e nenhuma saída era mostrada para o marinheiro, podendo desestabilizar qualquer confiança ou esperança. Ao longe, em um súbito momento, algumas sombras surgiam. A dúvida de se era um humano ou uma criatura podia ter surgido na mente do rapaz, mas nada que fosse tão perigoso quanto um humano, certo? Lentamente, o rapaz se aproximava dessa sombra. Em determinado momento, avistando a figura humana, aparentemente, o rapaz gaguejou ao falar tal. – Um médico… Onde há um médico? – questionou o espadachim caindo ensolado. Quanto mais o tempo passou, mas escuro ficou. Se aproximando, o marinheiro só viu um par de pernas chegando até ti. E fim.

Ao acordar, Julian se encontrava em uma região desconhecida. Barulhos de animais podiam ser ouvidos ao fundo, bem ao fundo, quase que imperceptíveis. Ao redor, lentamente quando abrisse os olhos após oras de devaneios, o marinheiro observaria que, em um aparente casebre, estava ele com alguns caixotes. No local, em cima de um dos caixotes naquele ambiente insalubre havia uma espécie de baú, fechado sem cadeado algum. Na parede um mapa da ilha com algumas marcações estranhas e diversos sacos amarrados, espalhados pelo local. A iluminação não era muita, porém, dava para o rapaz ver tudo em tordo de si num raio de dois metros. Barulhos externos não eram ouvidos. Havia ali também uma porta, a qual estava fechada de alguma maneira, e uma janela fechada por fora com pedaços de madeira.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyTer 04 Set 2018, 18:49



Para mais uma surpresa do espadachim o mesmo acabava por desabar mais uma vez, a segunda “seguida”, talvez ele devesse anotar isso e usar como uma conquista pessoal, só talvez mesmo, o médico não faria isso nem que precisasse, a preguiça o impediria.

De qualquer forma agora não era tempo de divagar em pensamentos e sim descobrir o que aconteceu e está acontecendo, no momento, tudo que o garoto tinha era: Ele estava em uma ilha desconhecida, num local mais desconhecido ainda, e que foi levado até ali por pessoas desconhecidas.

Tudo conspirava para um surto de pânico, isso se o sofredor de todas essas ações não fosse Julian, o garoto com sua expressão apática com dificuldade tentaria levantar do local onde estaria adormecendo, sendo que a primeira coisa que o mesmo faria ao se levantar seria verificar seu corpo, vendo se estaria tudo ali, desde seus órgãos até suas armas.

Em meio aos caixotes o espadachim buscaria tentar ficar de pé e andar pelo insalubre local, ainda com seus passos rastejantes, e agora, cuidadosos, o mesmo tentaria se locomover pelo cômodo onde estaria. Se não achasse suas armas perto de si, ele tentaria as encontrar enquanto andaria pelo casebre, a insalubridade seria algo chamativo ao médico, que se espantaria em ter sido levado até ali, mesmo assim ele não teria nenhuma informação consigo, ou seja, ele não poderia tirar nenhuma conclusão precipitada.

Caso Julian notasse a falta de algum de seus órgãos suas ações continuariam as mesmas, tirando o fato da dor, que provavelmente seria algo mais constante do que apenas a ferida em seu peito em formato de X.

Se depois de tentar explorar boa parte do lugar onde estava não achasse suas armas ele iria até o baú (o qual estava praticamente aberto já que estava sem cadeado), e chegando perto deste o abriria, o garoto apesar de ter “descansado” ainda estaria com sono, um bocejo enquanto realizava suas ações poderia ocorrer, visualizando o conteúdo dentro do baú (caso houvesse algum) o pegaria e tentaria usar da melhor forma possível, visando, pelo menos, usufruir de sua função primária.

Assim que o “tesouro” fosse coletado pelo marinheiro, o mesmo, se não conseguisse ou não pudesse usá-lo naquela situação, o guardaria, indo de encontro a janela e tentando cortar a madeira a qual impedia que a mesma fosse usada como alternativa para uma saída, se o marinheiro não estivesse com sua espada, ele então tentaria golpear a madeira com punhos e pernas, para de alguma forma tentar buscar uma alternativa para sair.

Uma vez do lado de fora o garoto tentaria se localizar, encarando o local à sua volta, numa medida de tentar reconhecer, pelo menos, em qual ilha ele estaria no momento.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyDom 09 Set 2018, 21:31

Roubo?!

Erguendo-se e conferindo que tudo estava ali consigo eram os ferimentos, o espadachim médico se colocou em pé e buscou suas armas, mas falhou nisso. Após analisar o local (como citado anteriormente) Julian se deparou com o baú e, ainda vindo de um profundo e cansativo sono, bocejando, abriu o mesmo. Ao notar que não havia nada, era tarde, o local tinha seu silêncio abalado por um forte e seco barulho. A porta era arrombada e por ela passavam cerca de seis homens, todos portando armas. Eram bastões, eram soqueiras, botas, armas de contato físico, todas apontadas como podiam para o médico. Por fim, surgia um último homem, de mãos para trás, entrelaçadas, adentrava e ficava na frente de todos ali, entre o marinheiro e os lutadores. – Vejo que encontrou o tesouro que haviam roubado do velho! – afirmou o homem, com uma voz rouca que exalava o odor de nicotina de quem havia acabado de saciar seu desejo mais profundo de seu vício – Melhor você devolvê-lo, já que está desarmado e ferido! Assim posso esquecer que você o roubou e não te entrego a Marinha! – bradou. Julian tinha próximo de si a parede em suas costas, as janelas laterais não aparentavam estar trancadas, porém, não aparentavam também estar abertas. Eram incógnitas. Contornar os homens? Suicídio. O que o marinheiro faria?

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyDom 09 Set 2018, 22:07



Ao ver a cena em que se encontrava, o jovem, encararia os homens ali presentes, visualizando suas armas e vestes ele poderia dizer que não era um grupo especializado, ou seja não deveriam ser caçadores de recompensa, talvez mercenários ou apenas civis que queriam ajudar alguém, infelizmente para ambos os lados a situação era ruim, mas pior ainda para o marinheiro, o qual já estava ferido, cansado, com dores e sem arma alguma.

Aquele homem acusava Julian de ter cometido algum furto, o qual o espadachim nem mesmo havia ouvido falar, mas com tamanho azar que o jovem tinha algo ruim iria acontecer cedo ou tarde, e nesse caso foi bem cedo, talvez mais tarde esteja tudo bem, ou não…

Com as dores em seu peito o garoto se curvaria levemente, sentindo as pontadas, a dor que foi causada por conta da foice pirata, aquele capitão Siad, Al Sa Bain, aquela fora uma luta memorável, mas as consequências da mesma agora assombravam o pobre garoto, será que ele podia conversar com aqueles homens?

Encostado na parede, o garoto e após analisar a situação sabia que tinha a opção de ficar, ou a de fugir, e a escolha dele já havia sido feita assim que os homens haviam entrado.
- Desculpe senhor, não sei do que está falando. - Diria o garoto com dor na voz, até mesmo falar lhe trazia dores. - Sei que o senhor provavelmente não vai querer me escutar, mas se me der um voto de confiança poderia pelo menos escutar o que eu tenho a dizer?

Julian não iria fugir, isso não daria certo, seus ferimentos não permitiriam isso, portando o garoto só se ajoelharia no chão e deixaria o baú a sua frente.

Caso o homem desse um momento para que o médico se explicasse ele o faria.
- Meu nome é Julian, sou um marinheiro e acabei ficando náufrago devido a um incidente com o navio que eu estava escoltando, acabei desmaiando na estrada devido aos meus ferimentos… - O garoto daria uma pausa por causa da dor. - E acordei aqui, o baú já estava vazio quando o abri, se houver algo comigo que pertença a vocês eu não posso ficar com tal item, então podem tomar de mim, mas até onde eu me lembre, não peguei nada.

Se o homem não desse a Julian um momento para o mesmo se explicar ele apenas abaixaria a cabeça e aguardaria seu julgamento, caso ele perguntasse ao marinheiro seu nome ele diria:
- Julian D’Capri senhor. - Diria o garoto calmamente.

Apesar de toda aquela situação o jovem não se desesperaria, ele sabia que se ele fizesse isso não iria o ajudar em nada, então ele faria o de sempre e manteria a calma, ele sabia que estava a mercê dos homens a sua frente, não havia nada que o garoto pudesse fazer, ele já estava sendo julgado.

Se o homem exigisse que o garoto explicasse como foi parar naquele casebre o mesmo diria:
- Eu não sei, desmaiei na estrada, então alguém deve ter me trazido.

Se mesmo com as palavras de Julian ele não conseguisse convencer os homens de sua inocência ele então só esperaria o pior. Caso dessem a opção para o espadachim ajudá-los, indo atrás de quem provavelmente fez isso ele aceitaria, já que provavelmente ele não teria muitas opções na mesa.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyQua 12 Set 2018, 11:46

Tentando se explicar, Julian se deparou com a ignorância do homem que ali estava para escutá-lo. Os capangas até estavam ponderantes ao ouvir as primeiras palavras do marinheiro, porém, o líder, sentindo isso, esse sentimento brando, logo tomou as rédeas da situação e interrompeu o médico em meio a sua fala. – Acha que cairemos nesse seu papo? Está tudo aí, o baú, vocês, um desconhecido, você não tem cara de náufrago! Muito bem, homens, prendam-no! – alertou o homem. Apontando para Julian, o inimigo indicou a sua prisão, mas nada estava perdido ainda para o homem. Juliam tinha uma gama de opções ali. Enfrentar todos os inimigos armados, que eram do total antes explicado. Como também correr pelo local e procurar alguma saída, como também se entregar. As hipóteses eram várias, até mais do que o narrador podia citar.

No lado externo, o lamaçal leve que havia perto dali certamente seria um empecilho, prendendo o pé de qualquer andante por ali, até mesmo fazendo escorregar. O casebre estava próximo a floresta, que estaria ao lado paralelo o barraco. Contrariamente havia a cidade, que estava no coração da ilha. Seguindo a frente, o tempo mudaria e os ventos secos dariam o ar da graça para o espadachim. Voltando atrás, os ventos secos, porém frios, davam o ar da graça para Julian. Os homens não cessariam e o perseguiriam. Se entregando, o rapaz seria levado em direção a cidade, preso com algemas nos braços e pernas. Levado por onde todos vissem-no.

Seguindo para a floresta, a corrida seria complicada. As raízes sobrepondo o solo, além de galhos e vegetação local seriam um grande empecilho para o espadachim. Em certo momento, se conseguisse ir mais a fundo, Julian poderia ouvir um urro, seguido de um barulho quebrando algo. Um homem treinava ali, sozinho, concentrado. Se a escolha fosse ir para a região quente, o rapaz logo sentiria o peso da mudança de tempo. O calo o faria suar e o sal do suor amargaria suas feridas como sal em carne. Leves miragens devido ao cansaço e perda se sangue eram vistas, e devido a isso, a visão de alguém treinando ao além poderia ser verdade ou uma ilusão. Era uma figura desconhecida golpeando um cacto até grande. Escolhendo o frio, os músculos começariam a enrijecer e travar devido a mudança de clima. A secura do ar deixaria sua boca seca, sem saliva, e o frio era sentido, aumentando as dores dos ferimentos do espadachim. Ali, também havia uma pessoa treinando, na verdade duas, porém, ao longe, eram desconhecidas pelo rapaz. Já a cidade… Era como qualquer uma. Casas, ruas, pequenas bancas de venda de mantimentos, taverna, loja de armas, de roupas, nada longe demais do que o rapaz havia visto até agora em outras ilhas, exceto uma grande construção que tinha a placa de Dojo.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptyQua 12 Set 2018, 13:12



Com muito pesar em seu corpo o marinheiro não lutaria, não responderia, não faria nada além de se levantar e aceitar a ordem de prisão, para ele não valeria a pena fugir dali, ele sabia que no seu estado seria pego alguma hora, ou então poderia se perder em meio a floresta, ou morrer, devido a anemia, já que ele ainda estaria perdendo sangue, graças a ferida em seu peito.

Na cabeça do jovem ele ainda corria risco de ficar com fama de criminoso, então ele somente pioraria a situação correndo, provavelmente a descrição dele seria falada para pessoas, que iriam começar a caçá-lo, e isso era totalmente o contrário do que Julian queria, ele queria salvar pessoas, ajudá-las a ter uma vida melhor e mais mansa, infelizmente, a sorte estava contra o marinheiro, como sempre.

A preguiça também era outro fator que ajudava na escolha do garoto, mas ele somente estaria seguindo o ditado:
“Quem inocente é, a nada deve temer”
Como Julian não fez nada, ele não teme nada.

As dores do garoto aumentavam a cada segundo e poderiam acabar fazendo com que ele ameaçasse cair de joelhos no chão, mas o marinheiro tentaria ao máximo ficar de pé, estendendo as mãos ele aceitaria as algemas em seus pulsos e tornozelos, sem pestanejar, reagir ou ameaçar, ele se manteria sereno e sem qualquer tipo de expressão, como era típico do espadachim, talvez a expressão apática do jovem fosse o sinal mais marcante no mesmo. (Quer dizer, agora pode acabar sendo a cicatriz em X em seu peito)

O garoto se manteria andando até onde os homens estariam planejando o levar, sempre com o rosto apático, escondendo a dor por trás de uma expressão fria, Julian não sentiria raiva nenhuma perante aqueles homens, eram apenas pessoas pensando que estavam fazendo o certo, o pensamento constante que o jovem teria em sua cabeça, seria a pergunta se seus amigos estariam bem.

O jovem em meio ao caminho manteria uma boa atenção aos arredores, sempre tentando descobrir onde ele estava, já que ele ainda nem sabia em que ilha estava, se fosse permitido ao mesmo falar, ele perguntaria:
- Desculpe incomodar, mas onde estamos? Digo, em que ilha?

Mesmo que os homens não acreditassem na pergunta do garoto o mesmo manteria um olhar sério, tentando demonstrar que ele não estaria fazendo essa pergunta de brincadeira. Quando o mesmo chegasse ao destino final ele apenas aceitaria tudo que lhe ordenassem, sem mostrar muita resistência, para um bom preguiçoso, obedecer é melhor que repetir mais de uma vez.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptySeg 17 Set 2018, 00:48


O marinheiro não titubeou, aceitando o que o desconhecido havia sentenciado, seguiu algemado, calado e soberbo. A certeza do marinheiro de não ter feito nada do que foi acusado incomodava aquele que o prendia, tanto que, sem conseguir ficar perto de Julian, tomou a frente do pelotão, se assim podia caracterizar o grupo. O espadachim, sofrendo dores e uma leve tontura, que o fazia soar e arder os ferimentos com seu suor, tinha a resposta que queria após questionar um dos homens, que via com bons olhos a atitude do alvo da desconfiança superior. – Você está em Karate Island! – afirmou o homem, logo sendo interrompido pelo seu superior, que cessou qualquer informação a mais. – Calado! – bradou o homem – Se você lhe der mais uma informação, a mínima se quer, você irá para o mesmo lugar que ele! Entendido?! – questionou o homem, obtendo o consentimento do homem.

O caminho foi calmo. A população, curiosa, tentava saber o que acontecia ali e quem era o homem carregado pelos lutadores. Julian, cabisbaixo e calmo, seguia pelas ruas até chegar a um local grande, cercado por uma muralha. No lado de fora, haviam dois homens, que ao ver o pelotão, trocaram olhares com o homem que havia prendido Di Capri e em seguida deram passagem só grupo, abrindo os pesados objetos. Ao adentrar, o marinheiro podia ver um largo espaço, bem cuidado, harmonioso, onde haviam três locais distintos que o rapaz podia ver. Crianças treinando, arduamente a arte da batalha, mas não era tempo para admiração, o rapaz era encaminhado até o interior do maior dos locais dali.

Ao entrarem por portões mais requintados, porém, guardados também por dois homens, que também faziam jogos de olhares com os recém-chegados paravam. A arquitetura do local era um tanto quanto requintada, porém, não era um luxo normal, era algo oriental, uma beleza que trazia calma para quem estava ali. Mais a frente, o rapaz podia ver um velho, sentado em uma espécia de poltrona de madeira com estofado vistoso, tomando chá, esse que era servido por uma mulher que segurava o recipiente com o líquido e outra que preparava a xícara para o entregar. Com ele, estavam três pessoas. Um homem careca, baixinho, com estranhos pontos na testa, eram seis, paralelos verticalmente, em duas fileiras. Os outros dois, pelo menos um, era conhecido pelo rapaz. Elizabeth falava com o velho até a chegada de Julian.

Ao ver o rapaz, a garota se animou, porém, se contendo, ela olhava para o velho e afirmava algo que não podia ser ouvido por Di Capri. – Muito bem! Sung! – bradava o velho. Sung. Esse era o nome do responsável por trazer Julian até aqui. Totalmente diferente de antes, o homem se mostrava totalmente submisso ao velho. Era um respeito sem tamanho, tanto que a imagem de carrasco se quebrava ali, vendo o homem quase que correr até o velho e ajoelhar-se ao seu lado. – Sim mestre! – respondeu ele respeitosamente. O velho, olhando para Julian, passou sua mão esquerda em sua barba, coçou-a e proferiu seu decreto. – Essa garota diz ser marinheira e estava a procura de seu parceiro, também marinheiro. A descrição bate perfeitamente com esse rapaz que você carrega.  O que significa isso? – questionou o velho. Quando Sung começou a responder, foi rispidamente interrompido pelo velho. – Não estou falando com você, garoto, e sim com o rapaz ali. Vocês, tragam-no aqui! – bradou. Sung, perplexo com a decisão tentou argumentar. – Mas mestre, ele roubou seu tesouro e… – antes que concluísse, o velho lhe deu um peteleco na testa, interrompendo-o. – Garoto, não se meta no assunto dos mais velhos. Rapaz, você realmente roubou meu precioso tesouro? – questionou o velho, olhando para Julian

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas EmptySeg 17 Set 2018, 15:18



O garoto seguia em passos calmos e arrastados, a dor aguda que residia em seu peito o fazia ficar extremamente desgastado, tal fato era agravado a cada minuto que ele passava sem tratamento, e a dor seria visível em seu rosto, mesmo que ele não quisesse demonstrar estar a sentindo seu corpo ainda estava, o suor excessivo e que molhava suas roupas era um dos efeitos da dor, mesmo assim o médico tentava se manter erguido e com o passo constante.

Quando o jovem foi respondido pelo homem no meio do caminho, o médico abriria um leve sorriso e procuraria olhar a vegetação, enquanto murmuraria para si:
- Então eu cheguei… - Com a morte do sorriso de Julian morreria também seu pensamento, agora ele estaria indo ser julgado, apesar de querer agradecer ao homem que o respondeu ele não o faria, pois temia que o mesmo sofresse as consequências por tal, então o samurai optou pelo silêncio, pelo menos até a situação mudar.

Ao chegar onde seria julgado o soldado D’Capri, com olhos curiosos, buscando algo para se distrair além da dor, encontrou aquele um espaçoso e protegido local, a visão do marinheiro foi interrompida rapidamente, já que ele deveria continuar andando, mesmo assim seu olhar de admiração para com a arquitetura oriental ainda era grande, a harmonia o agradava, e fazia isso a tal ponto que chegava a trazer um ar de nostalgia para o garoto, e isso fazia o mesmo se lembrar do tempo em que treinava com seu mestre Arej.

Sem tempo para observação o garoto continuou sendo levado pelo local até atravessar outra porta, essa, assim como a outra, também estava sendo vigiada por dois homens, os quais deviam ser guardas ou alunos mais avançados, algo que não fazia tanta diferença para o garoto, que mesmo assim ele gostava de observar, pelo menos para tentar tirar sua atenção da dor, mas o que o marinheiro queria mesmo era um local para dormir, a dor podia ser grande, mas não se comparava a vontade do garoto de querer descansar, é mesmo um grande preguiçoso.

Entrando no segundo recinto, o qual foi calmamente designado ao mesmo, sem nenhum tipo de pressão ou interferência externa, Julian se depara com uma cena lhe esvaziar os pulmões, Asuna estava ao lado de um senhor de idade, o qual deveria ser o mestre do dojo, e tal frase sofreria sua afirmação, já que o “líder” do grupo que o prenderá se dirigia ao mesmo com muito respeito.

Uma alegria tomou o peito do soldado, sua amiga estava viva, ou seja, provavelmente as pessoas as quais eles protegiam estariam bem, pelo menos era isso que o garoto achava, mas porque ela estava em Karate Island? O navio em que eles estavam ficou bem avariado após o ataque pirata, será que o reforço da marinha, o qual foi chamado pelo falecido capitão, chegou e os trouxe para a ilha? Infelizmente o garoto não tinha como pensar naquilo, ele se tornou náufrago antes mesmo de o reforço chegar, então qualquer coisa pode ter acontecido, e levando em consideração que ele ficou à deriva no mar, ele pode ter ficado na água por um bom tempo.

Na mesma rapidez em que o espadachim entrou na sala ele também foi levado ao centro dela, absorto em sua própria cabeça o garoto nem mesmo notou que o mestre do dojo havia dirigido a palavra a ele, apesar de a ter escutado, assim que o garoto foi levado próximo ao mestre o mesmo se curvaria, ele queria apoiar-se em apenas um de seus joelhos, mas devido ao cansaço e a ferida o garoto provavelmente cairia com os dois joelhos ao chão.

Rapaz, você realmente roubou meu precioso tesouro?
Foi a pergunta feita pelo senhor que estava a sua frente, para Julian, aquele velho representava sabedoria, respeito e ordem, aquele homem com suas curiosas pintas estava lhe dirigindo uma pergunta, e o marinheiro a responderia.

- Perdão senhor, mas não sei de nada sobre tal tesouro, fui levado para aquela casa por alguém. - Responderia o garoto de forma serena.

Caso o homem quisesse alguma explicação sobre como Julian havia ido parar lá, ele daria.
- Eu não sei, desmaiei na estrada, quando acordei já estava lá.

Se o velho perguntasse sobre o desconhecido, Julian diria:
- Não me lembro de nenhuma característica, nem mesmo sei quem me colocou lá, perdão por não ser útil ao senhor.

Caso o mestre perguntasse sobre Asuna:
- Sim senhor, a conheço, é minha amiga.

O garoto esperaria a decisão final do mestre com o coração em sua mão, ele queria poder ir logo a um hospital e também encontrar as pessoas que queria em Karate Island, ele também queria encontrar sua espada e a sua bainha infinita, um item único no mundo, o qual foi entregue a ele por seu mestre, o samurai não poderia deixar aquilo ir embora assim, talvez o garoto também devesse se apresentar a marinha, há muitas problemáticas para resolver.

Se o senhor que estivesse à sua frente quisesse ajuda para encontrar o seu tesouro o garoto diria.
- Eu posso ajudá-los, mas eu… Antes eu preciso descansar… - O cansaço do garoto seria bem visível e apesar de ele querer descansar mais que tudo, o trabalho dele é salvar pessoas, assim como fez com aquele pequeno garoto, George, o qual ele salvou de ser capturado durante o ataque pirata, e se aquele tesouro é importante para aquele senhor então é dever da marinha o recuperar, ainda mais se aquele senhor pedir.



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