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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Imperial Advent

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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptySex 17 Ago 2018, 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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gmasterX
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyTer 15 Jan 2019, 10:39

Beasts




Eu estava tão preocupado com o que podia dar de ruim enquanto subestimava as minhas habilidades, que acabei me esquecendo de que todo meu treinamento no passado tinha sido feito por algum motivo. Assim como dentro do QG, eu não tive nenhum problema fazendo o que eu queria, o que me deu uma sensação estranha de poder. Antes eu já estava bem animado, então talvez tenha sido isso que me ajudou... Ou eles só eram bem fracos mesmo... No fim isso não importa se eu puder simplesmente forçar a minha saída de forma bruta.

Com a lua coberta pelas nuvens do céu nublado, eu não conseguia parar de reparar em como conseqüentemente, todo o resto se tornava mais bonito. Talvez eu esteja à beira de um colapso mental, prestes a enlouquecer totalmente, mas aquilo meio que me acalmava. Até que, de repente, um disparo contra meu calcanhar. A calma subitamente se transformou em raiva e eu queria voar no pescoço daquele cretino, mas tentar alcançar ele no alto só me deixaria exposto... Ah! Mas que droga! Eu devia ter pensado nessa possibilidade antes... O que fazer... O que fazer... O que fazer... Eu deveria ter pensado em algo para caso isso ocorresse, mas agora é tarde. Meu calcanhar lateja. Não foi um tiro fatal, mas me incomodava a ponto de atrapalhar o meu pensamento. Logo agora que jurava estar pronto para a próxima leva de inimigos.

Os inimigos vinham e vinham e eu já não me sentia tão pronto quanto antes, e para desandar ainda mais o plano, Mayu surge com apenas más noticias, junto de duas criaturas rosa gêmeas que não me pareciam amigáveis.

– Não se preocupe, focarei nisso assim que estivermos seguros. Agora precisamos acabar com esse povo. – Eu sussurrei. A pequena rosada demonstrava uma certa maldade em suas palavras, mas a sua postura era  bem agressiva. O que me lembra de como Del Rosa havia me explicado que no mundo só havia as mulheres loucas e as vadias loucas ... E pela descrição que ele me deu... Ela se encaixaria no grupo das “vadias loucas”. O que me deixou bem receoso de lutar contra ela.

- Posso pegar seu macho por alguns minutos, linda? Juro que não entrego ele inteiro. – Ele disse, se dirigindo a Mayu.

– Tem certeza que vai me querer por inteiro? Posso ser muita areia para você. – Eu diria, retrucando a sua investida. Eu estava pronto para lutar, mesmo sabendo a eletricidade que foi citada seria um grande problema. Até que, em meio a minha concentração, eu ouço um grito. Aquilo ressoava em meus ouvidos e fez com que os músculos de meu rosto se contraíssem quase que automaticamente. Um sorriso ficara estampado em minha cara. Um sorriso bobo e mais descontraído do que nunca. Eu estava extremamente feliz por uma das minhas idéias terem sido usadas numa missão. Eu sabia que a Mayu entenderia na hora ou até mesmo bem antes de mim e por isso eu a encararia com aquele sorriso e um olhar de “me siga”.

Eu guardaria a Gládio que estava comigo e em seguida, sacaria a espada longa. Deixando bem claro a minha intenção de ataque, eu me posicionaria como se estivesse preste a atacar e saltaria em sua direção. Daria um único impulso para evitar cair que nem os outros piratas. Não sabia muito bem o que o Lars tinha feito com o convés, mas eu poderia usar aquilo para me mover pra longe dela. Meu plano magistral consiste em fingir um ataque contra a minha atual oponente e deslizar para perto do Lars usando o convés escorregadio. Por isso, eu começaria prestando atenção em seus movimentos. Assim que estivesse a uma distancia considerável, eu seguraria a espada longa com apenas a minha mão esquerda e sacaria um punhado de shurikens da bolsa e as arremessaria. Claro, me manteria atento a contra ataques e bloqueios de sua parte. Se ela tivesse sucesso em me acertar diretamente, eu fecharia minha guarda e cerraria os meus dentes para agüentar o choque que estava por vir e tentaria de novo. Se ela não esquivasse e também não atacasse durante aquele meio tempo, eu a atingiria com uma cabeçada bem em seu nariz. Se tivesse sucesso em tirar ela do meu caminho, eu me jogaria no chão e deslizaria como havia planejado.

Se conseguisse chegar perto de Lars, eu me manteria atento a movimentação da dupla dinâmica. Parecia que ele tinha um plano, pois ele não era alguém de ordenar um reagrupamento sem um bom motivo. Então eu ouviria e faria como me fora dito, mantendo minha guarda a todo o momento. Sacaria a espada longa em minhas costas e buscaria interceptar os avanços das gêmeas seguindo o mesmo estratagema de antes. Claro que daria prioridade à segurança de meus companheiros e prestaria atenção no terreno escorregadio, por isso eu apenas defenderia os seus ataques e contra atacaria se tivesse a oportunidade. Com toda certeza eu receberia uma grande quantidade de dano e eu estava de acordo com isso, tinha meus companheiros e aliados para tomar conta de mim caso eu tivesse que me deitar no campo de batalha. Então não tenho nada a perder e por isso eu posso dar 100% de mim nessa luta.

Aquilo seria trabalhoso, já que havia inimigos perigosos no convés e um atirador posicionado para me punir a qualquer vacilo. Por isso eu tentaria manter-lo dentro do meu campo de visão para que, assim que ele se expusesse para travar a mira no seu alvo, eu tentasse alvejar-lo com duas shurikens. A minha mira não é a melhor de todo o east blue, por isso eu temo que apenas uma shuriken possa simplesmente ser esquivada ou até mesmo errar o alvo. Com isso, havia apenas três possibilidades, sendo que a primeira nos deixa num cenário sem o atirador, enquanto a segunda e a terceira me forçam a derrubar aquele cara na marra. De qualquer forma, se ele ainda estivesse lá no alto, eu gritaria o comando de defesa “Ko!” para que talvez o marinheiro Kyo pudesse me cobrir. Então, eu não perderia tempo e tentaria relaxar pra executar a primeira etapa da minha técnica nova Shangri-la e assim, se tivesse sucesso, poder usar toda a minha força para o meu próximo ato.

O que eu faria em seguida era algo bem simples, eu avançaria até o mastro onde estava pendurado o caralho. Seria uma tarefa difícil, já que o mastro tinha que ser firme e grosso o suficiente para segurar uma pessoa no alto, por isso, eu não acho que um único golpe o derrubaria, e também não tenho tempo a perder tentando cortar o mastro inteiro fora. Por isso, eu tentaria chegar ao mastro e atingir-lo com a minha técnica Shangri-la na horizontal, e prosseguiria usando a minha técnica Seijaku no lado oposto, se fosse necessário, para causar ainda mais dano na estrutura. Ela não usa tanta força quanto à outra, mas eu tenho certeza de que não me permitiriam usar-la novamente, já que provavelmente teria chamado a atenção do atirador e talvez até mesmo das gêmeas cor de rosa. Então eu atacaria mais algumas vezes, com toda a minha força restante e o mais rápido que eu pudesse, para que o mastro ficasse o mais fragilizado o possível. Em seguida, para finalizar, eu usaria o que eu tinha aprendido sobre a luta nas ruas e aplicaria toda a técnica por trás de um agarrão e um bom arremesso para tentar trazer o mastro pra baixo, abraçando o mastro e aplicando força para trás num puxão que usa os músculos dos glúteos, pernas e costas.

Se não tivesse sucesso ou tomasse bastante dano, eu buscaria um canto onde pudesse respirar um pouco e repensar a minha estratégia. Já que eu sei que estou mais forte, mas não tenho certeza se conseguirei cumprir uma missão tão ridiculamente absurda. Sei que não era pra ser algo humanamente possível nesse curto período de tempo, mas é a única coisa que eu consegui pensar.

NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

Técnicas possivelmente utilizadas:
 


Última edição por gmasterX em Qua 16 Jan 2019, 11:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyTer 15 Jan 2019, 15:13


O Despertar(4)

-Eu... odeio... tritões...- dizia de forma fria enquanto focava sua atenção em seus inimigos, ele em conjunto a tritões já havia tido uma história no passado e o resultado acabou fazendo com que ele acabasse não se dando muito bem com os tritões, se bem que, acabaria por não se dar bem com os tritões independente do que fosse.

De volta ao momento atual, aparentemente Lars também conhecido como cozinheiro tinha um plano, e para isso parecia estar passando de aliado em aliado os dando alguma coisa e mandando passar em seus narizes, mais precisamente em seu interior, por ser o líder daquela missão, não havia o porquê de recuar daquela decisão estratégica e assim que viesse a seu encontro para aplicar tal estratégia, assim a seguiria passando aquilo no interior de seu nariz.

Voltando então para o atual momento onde ele estaria de frente para seus inimigos independente do que tivesse acontecido após o início da estratégia de Lars, apenas teria como referência onde o atirador estaria para que ao percebesse durante a batalha que ele o fosse atacar pudesse revidar de forma mais precisa e certeira afim de não se deixar ser acertado de forma tão simples assim.

-Tritões, tritões, tritões... vocês nunca aprendem, se acham tanto por poder respirar debaixo da agua e ainda vem a superfície causar confusão... Hoo, vou ensinar uma lição primeiro nesse monte de humanos fora da lei- dizia de forma fria com um toque de inveja aquele momento agora mirando nos espadachins que ali estavam.

Pressionando seus músculos de todo os seu corpo por alguns segundos se preparava para uma insana investida contra seus inimigos, e então no momento crucial fazendo a expectativa dos mesmo abaixarem, aquilo que parecia uma corrida se tornou uma caminhada e então para enganar todo ou qualquer um que estivesse mirando nele, em um clique instantâneo sua caminhada se tornou uma corrida média, um dash para ser mais exato.

De seus olhos vinham a visualização dos inimigos ao seu redor e ele sabia exatamente o que teria de ser feito, sua estratégia então era a seguinte, primeiramente encontraria o primeiro alvo, onde inicialmente começaria aplicando um forte soco em seu estomago, em seguida utilizando de uma de suas mãos em rápida velocidade torceria a mão que segurava sua arma para o desarmar, em seguida conseguindo ou não desarmar, utilizando de sua força para erguer seu corpo ou alguma parte de seu corpo como sua cabeça, pés, pernas ou até mesmo braços, o arremessaria na direção do inimigo espadachim que mais perto dele estivesse como forma de até mesmo o acertar com o que tivesse sido lançado encima dele se aproximando em seguida e repetindo aquilo tudo novamente, mas com golpes variados desde os conhecidos do Boxe até Taekwondo, chegando por fim ao último aplicaria uma joelhada em seu estomago seguido de um forte soco em seu maxilar finalizando com ambos os seus punhos na horizontal de baixo para cima visando sua barriga com o intuito de o mandar para fora do navio, caso não fosse efetivo quase que instantaneamente trocaria de movimentação para uma rasteira seguida de um cair de punhos de cima para baixo com um forte soco diretamente em sua testa aplicando um segundo soco um pouco mais abaixo para ter certeza de terminar o trabalho.

Funcionando ou não, continuaria marcando forte os espadachins dali com fortes golpes e lançando uns nos outros enquanto movimentaria seu corpo indo de um em um de forma rápida e fria.

Enquanto buscava enfrentar todos aqueles espadachins, sempre se manteria atento a qualquer tipo de ataque que pudesse vir a seu encontro, então tendo isto em mente caso algum ataque corpo a corpo viesse, utilizaria de movimentações defensivas para os lados, trás e para baixo afim de desviar de seus ataques, também não se esqueceria do atirador, e para que pudesse desviar de seus ataques de longa distância, ficaria sempre em movimentação e atento a suas movimentações, e então dada a hora em que o visse mirando e preparando para atirar, começaria a movimentar seu corpo de forma rápida e desordenada afim de fazer com que o atirador não o acertasse.

Caso obtivesse êxito derrotar todos aqueles inimigos ao qual havia dito anteriormente ir de encontro, viraria para os tritões logo em seguida dizendo com frieza em seus olhos em um tom de também equivalência, -Então é isso... me certificarei de tornar sua respectiva noite em um grande pesadelo, mas antes darei a você a dádiva da escolha, preferem levar uma bela surra  e serem presos ou serem presos e levar uma surra depois?- diria friamente enquanto seus punhos mostravam exatamente qual seria sua intenção naquele momento independentemente de qual fosse a resposta.  

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyQui 17 Jan 2019, 16:36

Imperial Advent



Os marinheiros, ouvindo o comando de recuar, receberam de Lars uma espécie de geleia para colocar no nariz, com um odor bem agradável de menta refrescante e forte. As tritãs pareciam bem curiosas com o plano deles, pelo qual mandaram os piratas pararem de atacar, incluindo o atirador. Parecia que elas tinham uma posição bem alta naquele navio, visto que todos olharam com medo e nem pensaram em duvidar da ordem delas.

- HEY! JÁ OUVIRAM FALAR DE "DURIÃO"? É UMA FRUTA BEM CONHECIDA PELO SEU CHEIRO - disse Lars deixando todo mundo curioso - UMA PENA PARA VOCÊS, MAS NÃO TEMOS QUE JOGAR LIMPO SÓ PORQUE SOMOS MARINHEIROS! - então ele amassou a fruta, todos os piratas começaram a tossir e a ter refluxo de vômito, excepto as tritãs.

- Ahhh…. - disseram as tritãs em sincronia após respirar fundo - Esse cheiro me lembra da fazenda onde a gente cresceu. - disse a Jennifer - Nossa, acho que estou apaixonada por você, loirinho!
-Tritões, tritões, tritões... vocês nunca aprendem, se acham tanto por poder respirar debaixo da agua e ainda vem a superfície causar confusão... Hoo, vou ensinar uma lição primeiro nesse monte de humanos fora da lei - disse Kyo friamente, nesse momento ele começou a atacar os espadachins piratas que estavam atordoados pelo cheiro. - Então é isso... me certificarei de tornar sua respectiva noite em um grande pesadelo, mas antes darei a você a dádiva da escolha, preferem levar uma bela surra  e serem presos ou serem presos e levar uma surra depois?

Lars aproveitou para atacar a tritã que andava atrás dele, infelizmente os golpes apenas pegavam ela de raspão ou quase não acertavam. A cada ataque de Lars, ela ficava com um sorriso maior e insano, claramente se tratava de uma masoquista - Quanto amor que você sente por mim… - ela sacou um par de tonfas de metal negro - Posso demonstrar um pouco do meu? - então ela tentou socar ele na barriga, mas Lars estava muito ágil para ser acertado por ela.

- Hahahaha… - Marleen começou a rir baixo - HAHAHAHAHAHAHAHA! - ela colocou a mão no rosto enquanto começou a rir alto - Vocês humanos… Sempre tão arrogantes. De tantos humanos aqui, porque apenas apontar o dedo para nós duas? É porque somos mulheres ou porque somos tritãs? Se sente tão ameaçado? - ela tirou do bolso umas luvas que continham garras nas pontas dos dedos. - Irei cortar vocês em pedacinhos e dar de comer ao meu pequeno e adorado Kraken. - então ela assobiou bem alto e gritou - KRAKEN! VAMOS EMBORA! - então o navio começou a andar mais rápido, fazendo com que todos perdessem um pouco do equilíbrio, por consequência Magnus e Lars escorregaram na manteiga e bateram com o queixo no chão, Mayu imediatamente ajudou Magnus a ficar de pé. Jennifer sentou em cima de Lars e ficou rindo, passando a ponta da tonfa no rosto dele, nesse momento ele se sentiu um pouco fraco - Tá gostando da sensação? É estranha, né? - ela deu um sorriso maligno (malégno) - Espere até ela entrar em você… - Então ela saiu de cima e deu espaço para ele se levantar.

Magnus se concentrou e usou as suas técnicas para usar no mastro principal, com o intuito de derrubar ou danificar o cesto no topo, graças à sua força e técnica foi capaz de rachar o mastro na horizontal que, com a força do movimento do barco, começou a cair para o lado direito do navio. O atirador saltou a tempo para o navio antes de cair no mar, mas bateu com a cabeça e ficou inconsciente.

-Você marinheiros são os piores… - disse Marleen com um tom de nojo no rosto - Tratam-nos como lixo e como inferiores, todos os dias somos agredidos e vendidos como objetos. - Ela agarrou na camisa e arrancou ela fora, mostrando os seus seios; entre eles tinha uma marca peculiar - Tá vendo essa marca? É a marca dos escravos. Vocês que dizem trazer a justiça para o povo, porque não ajudam aqueles que são tratados como coisas? Onde está a justiça em tirar a liberdade de outro ser vivo? - Jennifer aproximou-se da irmã e beijou ela nos lábios, acalmando-a e tomando a palavra - Conseguimos fugir da escravidão e fomos caçadas como animais. Todas as mortes que causamos foi por auto defesa. Infelizmente muitos humanos não percebem isso e preferem tentar nos matar. Eu pessoalmente não odeio vocês, apenas aqueles que me olham como uma “coisa”. - ela respirou fundo - Como vocês querem fazer? Podemos todos lutar agora ou podemos resolver isso mais tarde. - ela deu um tapa na bunda da irmã - Só queria avisar que essa garotona aqui vale por 3.








Considerações:
 

____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyDom 20 Jan 2019, 12:55

Cheiro De Morte - Parte II

Aquele combate precisava acabar o mais rápido possível, senão nós acabaríamos nos metendo em um enorme problema. Cada vez mais o navio pirata se afastava da costa de Wonderful Land, e se demorássemos muito para derrotar todos ali, existia a chance de acabar sendo inviável retornar para onde viemos. Primeiro que nós não sabíamos quem estava puxando o navio, segundo que não sabíamos sequer aonde ia. No pior dos casos o navio estava seguindo até a base dos piratas, e considerando que os piratas bundões falaram que os cabeças do bando não estavam ali, nos íamos estar fodidos se tivéssemos que peitar esses malucos protegendo o artefato do governo e ainda tendo que pegar um navio pra rumar a qualquer lugar sem saber aonde iriamos. Qualquer demora naquele combate iria fazer a situação escalonar cada vez mais para a pior, e eu duvidava
Que Carlos conseguisse nos alcançar naquela velocidade ou sequer nos localizar pra intervir naquele problema catastrófico.

Feliz ou infelizmente, eu tinha uma última cartada: o durião. Desestabiliza-low com o odor era o único meio que eu via para encerrar o combate ali, e era nossa derradeira chance de virar a situação a nosso favor. Ou melhor, seria, se não tivesse dado errado. Reformulando melhor, eu não diria que deu errado, mas definitivamente não deu certo; por mais que a maioria dos inimigos tenha ficado fora de combate pela náusea e ânsia de vomito, nossas principais e mais perigosas adversárias, as tritãs, sequer se incomodaram com o cheiro. Elas, na verdade, parecia gostar daquele odor o respira-lo com vontade enquanto aparentemente relembravam memórias do passado. O meu objetivo era enfraquecer principalmente as duas, mas que os bostões caiam com facilidade, mas a desagraça do cheiro derrubou todo mundo MENOS seus alvos prioritários, o que apenas me emputecia. Por mais que a batalha agora fossem de quarto contra dois, a nossa desvantagem era clara, por estarmos em território inimigo e pelo navio continuar em movimento. Elas tinham menos pessoal que nós, sim, mas ambas rinham o tempo do seu lado, e o tempo é o pior inimigo possível.

Por mais que eu estivesse meio desesperado, meu aliados, especialmente Manchinha, parecia bem confiante, ao ameaçar e ofender as duas de várias maneiras possíveis com seu nariz empinado. Normalmente eu daria moral pra ele e acharia que o cara também tinha uma carta na manga, mas depois de presenciar a atuação do mesmo na outra missão, eu já sabia que tinha mais chances dele apenas não saber o quão fundo no poço estávamos... infelizmente não deu outra, e todo o discursinho sobre o próprio poder e arrogância das adversárias serviu apenas para emputecer as mesmas, e até mesmo a mim, além acelerar nossa viajem ao desconhecido. - "Bom trabalho, Manchinha!" - Eu pensava, sarcasticamente, enquanto em segurava para não ir até ele dar-lhe uma bela de uma porrada. Não bastava já estarmos na merda, e o cara ainda queria que nós nos lambuzássemos - Argh! - Soltava um breve gemido de dor ao cair de queixo no chão pelo solavanco do navio pelo tal kraken que estava o empurrando, antes de servir de cadeira pra um peixe. Nesse momento, mais do que Manchinha, aquelas duas estavam em emputecendo; driblando todos os meus planos, me fazendo de zé ruela, nem demonstrar dor pelos meus ataques aquela vadia fazia, e a combinação de todos esses favores já estava mais do que me deixando com vontade de enfiar minha espada nela, quase me impedindo de estranhar o efeito que aquela tonfa fazia quando em contato com a minha pele.

Eu estava já vermelho de raiva, mas fui apodando de um outro tipo de vermelhidão quando a outra tritã começou a falar em resposta aos insultos de Manchinha, retirando sua camisa e expondo seu peitoral. Eu nunca me dei muito bem com nudez alheia, o que até mesmo havia sido motivo de chacota por parte de Rin na primeira vez que nos vimos, no vestiário coletivo do QG de Wars Island. Por causa disso, foi meio inevitável por o antebraço na frente do rosto e virar parcialmente minha cabeça, enquanto a vermelhidão do meu rosto se dirigia quase totalmente as minhas bochechas. Pelo lado bom, a tritã que havia feiro isso havia sido a das garras, não a da tonfa que estava lutando comigo, então eu ainda poderia lutar sem precisar lidar muito com constrangimento por algum tempo. O problema real seria se eu derrotasse a masoquista e os outros não derrotassem a das garras, porque eu teria que acabar lutando com a mesma independente se estivesse vestida ou não, o que concertes seria um incômodo. O jeito era torcer para eles fazerem seu trabalho e dar cabo nela enquanto eu lutava contra minha adversária, para evitar constrangimentos de minha parte.

- Eu não costumo me justificar, mas... - Falava em alto tom às tritãs, principalmente a das garras, mas fixando meu olhar na das tonfas para evitar vermelhidão excessiva - Vocês não estão se achando demais não?! - Falava, com uma veia saltando na testa, enquanto fincava minha espada na madeira do navio para cruzar os braços - Ou vocês realmente acham que são casos especiais?! Que são as únicas que tiveram a liberdade tirada só por terem sido escravas?! - Minha fúria se tornava um olhar mortal, uma intensão assassina - Eu não luto por justiça, eu luto por que fui obrigado a estar aqui do lado da marinha, obrigado a lutar contra pessoas que eu não queria lutar, obrigado a obedecer pessoas imbecis que eu não queria obedecer, obrigado a seguir o rumo que outras pessoas impuseram a mim - Um suspiro quente saia pelas minhas narinas, enquanto descruzava os braços bra começar a retirar minha capa, mas me interrompia após retirar o braço direito para olhá-las nos olhos - Eu não sei que tipo de inferno passaram como escravas, mas sendo bem sincero, eu não me importo! Por mais que eu também odeie a marinha, eu simplesmente não consigo engolir como vocês usam as próprias desgraças como justificativa pra causar mais desgraças na vida dos outros! Vocês roubaram um artefato do governo, então ao menos admitam que estão fazendo merda de propósito!!! - Gritava, então, segurando novamente o cabo de minha espada e começando a o girar. Visualizando chiclete em minha mente e mechando a mandíbula como se estivesse o mascando pra poder ter uma visualização mais clara, eu tentaria transformar a madeira ao redor da minha espada na goma, enquanto girava a arma durante sua remoção para puxar o chiclete junto da mesma.

Meu objetivo era remover o chiclete com o giro, o puxando para fazer um grosso chicote de chiclete ao redor da minha espada, grudado na mesma. Caso uma das tritã de antes viesse para cima de mim com o chicote já removido, ou caso elas houvessem esperado eu terminar para agir, eu faria um arco com minha espada a minha frente para projetar o chicote de chiclete em direção a tritã vestida, a mesma de antes, com um ataque médio-baixo; meu objetivo era impedir as esquivas por baixo ou pelos lados, liberando apenas a área por cima do chicote, que era justamente para onde queria que ela fosse. Caso ela pulasse por cima do chicote de chiclete, eu iria, com um movimento circular com a base da espada, aproveitar a energia cinética acumulada no giro inicial para fazer o chicote curvar para cima e inverter a trajetória, se projetando justamente para a área acima do golpe inicial, o local onde ela provavelmente havia se esquivado. Caso ela bloqueasse ou tentasse acertar o chiclete com as tongas, entretanto, ela iria apenas se grudar no chiclete, que era exatamente o que eu estava tentando fazer de qualquer modo. Uma vez que conseguisse grudar o chiclete nela, fazendo um movimento ondular para ponta se enroscar nela a partir do ponto de grude, eu avançaria em sua direção, mas, um metro e meio antes, saltaria o mais alto que pudesse. Meu salto teria como objetivo puxar o chiclete para cima para a desequilibrar ainda mais se houvesse uma breve perda de contato com o solo, pois com isso ela possivelmente faria o chiclete grudado nela se grudar também ao chão, parcialmente a prendendo. Caso ela não caísse, assim eu aterrissasse novamente começaria a rapidamente a rodear para a enrolar no chiclete, criando amarras grudenta são redor de seu corpo, onde ao final puxaria com força para novamente tentar a derrubar e grudar ao solo. Conseguindo a derrubar em qualquer momento e parcialmente a grudando no solo, eu começaria a rodear o ponto onde ela estava riscando o chão com a espada para, ao final de uma volta completa, transformar a área cortada em chiclete, que a arrearia com o peso da tritã e criaria um casulo de chiclete suspenso, a prendendo. Como a aderência do chiclete é basicamente criado por bolhas de ar, quanto mais ela se debatesse, mais presa ficaria. Se minha espada acabasse ficando grudada também, eu a largaria junto e sacaria outra.

Entretanto, existia a possibilidade dela tentar ir pra cima de mim antes de eu terminar de formar o chiclete, ou caso não conseguisse retirar o chiclete criado do chão. Nesse caso, eu, com a espada grudenta de chiclete e parcialmente grudada ao chiclete da madeira, esperaria ela se aproximar. Quando ela estivesse a cerca de dois metros de mim, eu jogaria minha capa que havia anteriormente quase completamente removido, mas que ainda estava apoiada no meu braço, para momentaneamente obstruir sua visão é impedi-la de me visualizar. Nesse momento eu saltaria, puxando a espada grudada com chiclete o mais alto possível, para criar uma parente cônica de chiclete onde eu estava, que eu queria que ela trombasse. Eu aterrisseis logo atras de onde ela estava inicialmente, abaixando a "parede" para fazer força contra a mesma, e começaria a velozmente lhe rodear para fazer o chiclete ir grudando ao seu redor como amarras grudentas. Caso ela não conseguisse evitar a capa ou a parede, eu tentaria a rodear de qualquer modo, pois nesse passo ou ela ainda estaria com a visão obstruída, ou teria parado antes da parede e seria pega ao menos parcialmente por cima, ou havia se movido para o lado e estava cercada pelo chiclete puxado. De qualquer modo, não deveria ser muito difícil rapidamente a rodear e fazer o chiclete grudar ao seu redor como amarras pegajosas. Independente do caso, conseguindo a "amarrar" com o chiclete, puxaria-a para tentar lhe desequilibrar enquanto eu mais uma vez a rodearia cortando chão para transformar a área em uma "cama elástica" de chiclete, visando fazê-la afundar com seu peso e criar um casulo de chiclete como anteriormente descrito, mesmo que tivesse que abandonar minha espada.

Caso ela conseguisse ter tempo de me atacar após chegar até mim, porem, eu tentaria bloquear com a parte chata da espada grudenta de chiclete, visando tentar fazer sua tonfa grudar né minha espada. Nesse instante eu seguraria o chiclete com minha luva e projetaria o mesmo para traz da mesma antes de o puxar, para prendê-lo ao seu redor. Obviamente faria isso com a luva pois a mesma com certeza se grudaria, então eu teria que soltar a mesma da minha mão e a deixar para traz. Tendo sucesso em a envolver, eu tentaria chutar a lateral de seu joelho para atacar seu pondo de equilíbrio para tentar a derrubar antes de me afastar, soltando qualquer roupa que ela possivelmente houvesse tentado grudar com o chiclete para me impedir de me afastar. Uma vez afastado, eu sacaria minha outra espada e rodearia a mesma, especialmente se tivesse sucesso em a derrubar, para, como antes, fazer o mesmo processo de transformar o chão em chiclete e criar o casulo ao seu redor, pendurado no andar de baixo. Caso a outra tritã viesse para cima de mim antes de criar o casulo, eu tentaria fazer o mesmo processo anteriormente descrito para a prender também no chiclete, e fazer um casulo para as duas. Caso isso não fosse possível, entretanto, por falta de chiclete na minha espada já gasto na primeira tritã, eu daria um salto acrobático para traz afim de manter a primeira tritã entre eu e sua irmã, caso houvesse conseguido a prender e derrubar (porque senão eu provavelmente ainda teria chiclete); eu então usuária minha espada limpa para rodear velozmente a tritã presa na direção contrária que sua Irma viesse, ou em qualquer direção caso ela tentasse também pular, para cortar uma área mais ampla afim de pegar a tritã press e a me perseguindo dentro de sua área, e prender as duas no chiclete.

Caso eu fosse efetivamente acertado por alguma das duas, afinal, eu tentaria me gastar o mais rápido possível com a espada baixa riscando o chão do convés, quando então, devidamente afastado, tentaria me concentrar no chiclete para transformar a área a minha frente no mesmo, impedindo seu avanço frontal e liberando meu avanço ao redor da(s) mesma(s). Caso ambas fossem derrotadas, por mim ou por ajuda dos meus aliados, eu avançaria para dentro das estalagens do navio com os outros, em busca de Rin e Blossom. Encontrando as mesmas, eu faria novamente a geleia de menta e as daria para passarem no nariz e evitar aquele fedor infernal - Ainda tem inimigos? O artefato está com vocês? Nós precisamos ser rápidos, tem um tão de Kraken puxando o navio para longe de Wonderful Land, e nesse ritmo não vamos conseguir voltar para a ilha tão facilmente! - Diria, com o desespero já retornando ao meu tom de voz após a adrenalina do combate se esvair.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyTer 22 Jan 2019, 15:21


O Despertar(5)

-Luvas, Tonfas... realmente intrigante, mas que seja, já ouvi o que vocês tinham a dizer, com certa insatisfação é claro, mas isso não vem ao caso, o caso agora é que vocês estão em nosso caminho, não que eu tenha alguma coisa contra, mas, essa é a realidade, vocês poderiam resolver esta situação de forma simples, mas escolheram outro caminho, o resto... não importa- Disse enquanto andava de onde havia derrotado os outros que ali estavam em movimentação circular ao redor dos tritões, mas sem se aproximar.

Ao contrário dos demais ali, para ele não havia nada mais nada menos que um sentimento vazio, frio e sem qualquer perspectiva de mudança naquele momento, suas palavras saiam com certa calma e sem qualquer motivação para se exaltarem, apenas a realidade dos fatos independentemente do que pudessem chegar a pensar ou até deixar de pensar naquele momentos iniciais que pressentiam o começo de uma nova batalha.

Ele por sua vez, analisava inicialmente como estava o seu redor visando em seguida os dois tritões que ali estavam, agora passando a eles lembrava de fragmentos de sua luta anterior contra tritões, lembrava também que de seus corpos emanavam eletricidade, e que isto poderia acabar sendo perigoso, lembrava de muitos outros detalhes possíveis também como um grande conjunto de tritões utilizando de sua eletricidade ao mesmo tempo e fazendo um grande poder surgir, de qualquer forma quanto mais lembrava, mais ele não queria lembrar, e mais estratégico ele ficava.

Voltando ao ponto de partida, haviam duas rotas possíveis para iniciar seus ataques ali marcados como primeiro e segundo tritão demarcados a partir do ângulo em que estavam e se estavam um ao lado do outro, por mais que desejasse lutar um a um ali, tinha em sua mente um local limitado e perfeito para que pudesse em forma de afunilamento em decorrência de tal coisa, ir para cima de ambas, mesmo que acabasse acertando apenas uma ou nenhuma.

Tendo tal ponto de referência e análise  em sua mente, se pondo entre ambos independentemente de estarem um ao lado do outro ou perto um do outro, começaria seu ataque contra as mesmas, inicialmente começaria utilizando seus pés com uma rasteira no intuito de pegar ambas ou apenas uma para que se desequilibrassem, caso pegasse uma delas, completaria com um dash frontal seguido de um potente soco direto em seu estomago apenas escondendo o que na verdade seria um soco de baixo para cima em seu queixo, caso em seu ao ataque a mesma desse a impressão de se mover com seu corpo, utilizaria um de seus pés para envolver seu corpo e a puxar novamente para perto de si, então caso ali visasse sua perna, pularia com sua outra perna abaixando a pena em perigo para assim acertar seu rosto com um potente chute, funcionando ou não, utilizaria sua agilidade para levantar seu corpo enquanto recobraria seus movimentos utilizando inicialmente com um rolamento lateral seguido de um impulso para cima voltando a ficar em pé e então utilizando de sua velocidade para desviar de seus ataques, caso conseguisse acertar ambas com sua rasteira, ficaria subentendido que ambas possivelmente estariam próximas uma a outra, tendo isto em mente, aplicaria uma rajada de socos em suas pernas com intenção de diminuir o quanto fosse possível de suas velocidades, funcionando ou não em seguida tomaria distancia enquanto aplicaria a seu corpo manobras evasivas simples e apenas com o intuito de desviar de possíveis ataques que pudessem vir delas.

Caso ambas escapassem de minhas tentativas de as fazerem perder o equilíbrio de seus corpos, escolheria oposta ao qual Lars estivesse a atacar para então impulsionando seu corpo para frente com sua agilidade encurtasse sua distância do tritão, então assim que perto o suficiente começaria a utilizar sua velocidade para o rodear de forma circular até certo ponto onde avistasse uma possível brecha e então indo de baixo para cima aplicaria um potente soco em seu estomago, que caso pegasse combinaria com um soco na horizontal em seu rosto finalizando com um chute em linha reta falso na intenção de ela abaixar sua guarda ao ver sua guarda baixa para então aplicar o verdadeiro golpe girando seu corpo no eixo como um pião enquanto abaixa seu corpo para em seguida impulsionar seu corpo para frente e mandar uma cotovelada diretamente na boca de seu estomago no intuito não só de causar impacto como também de a jogar para trás.

Por fim dando certo ou não utilizaria da força de seus pés para se afastar na maior velocidade possível, estava ciente de suas habilidades elétricas, por isto mesmo nas partes de luta, defensiva e qualquer outro momento, caso elas viessem o agarrar ou o puxar para perto, utilizaria de seus pés como forma não de defesa, mas contra ataques os impulsionando em linha reta em seus corpo com fortes pesadas para as afastarem, também utilizaria de suas mãos abertas para empurrar seus corpos para trás caso fosse necessário até mesmo utilizando de sua velocidade para escapar, caso tudo isto não fosse suficiente e conseguissem fazer, utilizaria suas mãos para a enforcar ou as enforcar até que saísse completamente da situação e tomasse distância utilizando de sua velocidade impulsionada em seu corpo.

Caso alguma delas ou ambas caíssem em alguma armadilha de Lars, aproveitaria a oportunidade para se aproximar e então após isto aproveitando tal oportunidade desferir uma rajada de socos em seu ou seus corpos e então enfim tomar distância.

Caso em algum momento da luta, uma delas o visasse para tentar livrar a outra de suas mãos, ficaria atento a isto e utilizaria de sua velocidade e esquiva para os lados, cima e baixo utilizando até rolamentos no chão caso fosse necessário para evitar que fosse acertado.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyTer 22 Jan 2019, 20:43

Bravado



E lá vamos nós! Afundar-nos ainda mais nessa enrascada! Não só levei um tiro no calcanhar, como cai de queixo e estou a caminho do mar aberto. Eu estava em perigo, A Mayu estava em perigo, o Lars, a Rin, a Blossom, até mesmo o Kyo, sofriam com a possibilidade de falharmos nessa missão. Enquanto isso, tudo que eu podia fazer em meio ao caos dessa missão, era sentar e tentar não me desesperar. Eu consegui derrubar o atirador de lá de cima, mas aquele era o menor dos nossos problemas. Dificilmente eu conseguirei enfrentar a dupla rosa choque na minha frente e vencer-las com a mesma facilidade que tive quando derrubei o atirador. Era arriscado e muita coisa estava em jogo. Eu podia pular na água e abandonar todos, mas isso é completamente o oposto do que um herói faria.

Enquanto eu via a situação indo de mal a pior, elas tiveram a compaixão de compartilhar a sua historia conosco. Assim como, muitos de nós, elas tinham um passado trágico que foi traçado por nada mais nada menos que o governo mundial. Del Rosa me falou de como os nossos patrões estão cagando pra quem é “inferior” e não agrega nenhum valor pra corporação. Só que quem segue o caminho de barro está fadado a se sujar e eu estava disposto a remodelar toda essa instituição com as minhas próprias mãos se fosse necessário, pois não creio que os bastiões da justiça tenham um pensamento tão limitado e destrutivo como apoiar a escravidão.

Eu já estava de saco cheio, pois eu tive que machucar muita gente e ainda não estava muito de acordo com a idéia depois do ocorrido no QG. O que me fazia perder a vontade de lutar era o fato de que todos nós estávamos batalhando ferozmente, pois havíamos sido mandados. Tenho certeza que em qualquer outra situação, nós seriamos bons amigos desfrutando do melhor que o Hell’s Beer tem. Por mim aquilo estava se estendendo demais e eu não conseguia fazer nada além de me preocupar com a Mayu presa naquele barco junto de oponentes tão fortes. Sei que ela consegue se virar bem melhor do que eu quando se trata de missões, mas mesmo assim, depois do que ocorreu entre nós, eu só consigo pensar nela. Além de que, eu nunca fui muito de me preocupar comigo mesmo, eu não sei se é essa mentalidade de me tornar um bom herói ou se eu naturalmente inibo esse tipo de preocupação, mas eu só consigo pensar nos outros quando se trata de situações assim.

– Escuta... Sei que vocês estão determinadas a acabar com a nossa raça e sei que vocês sentem um ódio pelo governo que eu mesmo não compreendo muito bem, mas tenho certeza de que isso que vocês estão fazendo não é o certo. Eu particularmente não entrei aqui para machucar nenhum de vocês, mas isso se tornou inevitável a partir do momento que eu fui ameaçado com armas de fogo. Sei que vocês não querem me ouvir nesse momento por eu estar trabalhando para os homens que atacaram e caçaram vocês como animais. – Daria uma pausa para respirar e me acalmar, as encararia com um olhar preocupado e prosseguiria dizendo: – Eu não quero encrenca, por isso eu acho que seria melhor para todos nós se você nos deixasse partir neste exato momento. Eu não quero machucar vocês, mas eu também não vou ficar parado sem me defender. – E aguardaria sua resposta. É algo bem improvável, já que o Kyo disse tudo que elas não queriam ouvir e o Lars acabou ajudando um pouco.

Eu não tinha tempo nem espaço para me dar ao luxo de ser piedoso e amável o tempo todo.  É uma pena eu ter que agir assim, mas assim como naquele maldito dia no barco... Eu terei que fazer coisas das qual eu irei me arrepender amargamente no futuro. Só espero que esse sacrifício valha à pena.

–Não se preocupe comigo, Mayu. Por agora, vá e tente ajudar a Blossom e a Rin lá dentro. – Diria com os olhos grudados nas minhas oponentes.

Começaria seguindo a estratégia de quando havia invadido o barco: Jogando shurikens excessivamente em uma das gêmeas, me certificando de me posicionar de forma que nenhuns de meus companheiros fossem atrapalhados pelos meus projeteis. De preferência, eu tentaria me mover com cuidado para atacar da diagonal, me limitando a atacar apenas quando não fosse atrapalhar. No caso eu tentaria dar mais suporte ao marinheiro Kyo. Já que o Lars manifestou esses poderes místicos, eu acho que não será muito problema para ele enfrentar uma delas sozinho por uns instantes. A minha idéia ali era divergir o foco de pelo menos uma delas. Se uma delas avançasse para cima de mim, eu me afastaria, saltando e/ou deslizando para longe até que isso não seja mais possível. Se fosse encurralado, eu sacaria a espada curta, deixaria minha mão esquerda livre e avançaria para cima dela. Eu me inclinaria e colocaria meu braço direito para trás como se estivesse preparando um ataque com minha espada, para no caso de conseguir enganar-la, executar uma finta e tentar agarrar seu pescoço. Após agarrar o seu pescoço, eu tentaria erguer-la o máximo o possível em um curto período de tempo para que ela não conseguisse me eletrocutar. Em seguida eu aproveitaria o período que ela estivesse distraída por conta do estrangulamento e tentaria a atingir com o cabo da espada curta bem em sua testa. Se tivesse sucesso, eu a chutaria para longe, guardaria a gládio e enfiaria a minha mão dentro da bolsa de shurikens, continuando com a minha estratégia de alvejar elas com shurikens.

Se uma delas estivesse a atacar diretamente um de meus companheiros, eu saltaria para cima da gêmea em questão e tentaria lhe atingir com um chute. Se uma delas se demonstrasse cansada ou incapaz de lutar, eu me aproximaria com cuidado e tentaria derrubar-la com uma rasteira, para logo em seguida, me sentar sobre seu tórax pressionar a minha gládio contra seu pescoço, para que ela não tentasse se levantar.

–Se tentar alguma gracinha, a minha mão vai escorregar. – Diria com um olhar sério.

Eu sei que não seria uma boa idéia tomar uma instancia mais ativa nessa batalha, já que meu estilo usa mais a mobilidade do que qualquer outra coisa, e por causa do convés escorregando, não seria muito fácil para enfrentar oponentes tão habilidosas.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptySex 25 Jan 2019, 17:11

Cubo Nito escreveu:
Imperial Advent



Os marinheiros tinham as suas opini#oes formadas sobre as tritãs, Jenifer parecia rir daquela situação e acabava por concordar com Magnus, porém acrescentando - Eu até deixaria vocês partirem, mas a pessoa que eu amo mandou eu tomar conta do grupinho que viria aqui. - A sua irmã imediatamente soltou um grito para calar a irmã - CALA A BOCA! Vai contar tudo para eles?Mayu escutou as indicações de Magnus e, mesmo um pouco contrariada, aceitou o seu conselho e foi ajudar as companheiras que estavam no interior.

Enquanto isso Lars criava um chiclete no chão e enrolava na sua espada, fazendo um chicote improvisado, Jennifer sorriu e começou a correr na direção de Lars, o garoto tentou usar o seu chicote com golpes médios-baixos, mas a tritã acabou por saltar por cima do ataque, prevendo essa possibilidade, o marine fez um movimento que fez o chiclete voltar para cima, pegando nas costas e cabelo da tritã, o marine conseguiu se esquivar dela por pouco, mas rapidamente ela atirou-se para a cintura do marinheiro, derrubando-o e ficando com o rosto entre as coxas da tritã. - Nossa que malandro você… Tão perto das minhas partes delicadas - ela parecia realmente estar se divertindo e não querendo lutar de verdade, mas isso não significava que ela pegaria leve - Vou tentar não destruir sua linda cara. - Ela puxou o braço direito para trás e se preparava para dar um soco com a tonfa  no rosto de Lars. - Bons sonhos, lorinho. - então ela socou o rosto de Lars, acertando a bochecha esquerda que, com a força do golpe e da natureza da arma, fez um pequeno corte que aos poucos começou a inchar.

Simultaneamente Kyo e Magnus se preparavam para lutar contra Marleen, Kyo tomou a iniciativa e decidiu tentar realizar uma rasteira na mesma, mas a tritã conseguiu esquivar-se por pouco saltando por cima dele, infelizmente para ela, Magnus havia lançado algumas shurikens, acertando uma no seu ombro esquerdo. Ela correu na direção de Magnus, na realidade parecia mais um vulto, visto que foi tão rápida que Magnus quase nem teve tempo de sacar a sua espada curta a tempo de defender do soco da tritã; o golpe foi tão poderoso que fez Magnus deslizar um pouco para trás e bater com as costas na amurada. Kyo pegou ela desprevenida por trás e acabou chutando a sua cabeça, ela ficou um pouco atordoada mas rapidamente voltou a si e, com um olhar cheio de ódio, socou Kyo em cheio no seu estômago, fazendo-o voar até Jennifer.

A tritã levou com o corpo de Kyo com tanta força que bateu com a cabeça no chão; Jennifer estava no chão, embaixo de Kyo e ambos ao lado de Lars. Devido aos picos na luva de Marleen, a barriga de Kyo estava com 4 furos do tamanho de um dedo mindinho, sangrando com pouca gravidade. Jennifer tantava sair de baixo de Kyo, mas havia batido com a cabeça com tanta força que quase já não tinha força para mover o corpo.

Marleen voltou a ter atenção em Magnus e correu na sua direção, tentou dar um soco na altura da cabeça do marinheiro, mas este foi capaz de se esquivar a tempo. Ela então começou a atacar ele repetidamente até o deixar encurralado num canto, Magnus então conseguiu ludibriar a tritã, agarrando o seu pescoço com toda a força possível. Claro que ela começou a se debater e a tentar tirar o braço do marinheiro, deu até alguns chutes fortes na coxa do marinheiro, mas ele acabou por bater com o cabo da sua arma na testa dela, abrindo uma ferida na mesma e desmaiando-a.

Como ambas estavam claramente fora de combate, Lars foi atrás de suas companheiras no interior do navio. Mayu, Rin e a pequena mink estavam ofegantes e cheias de sangue; os piratas estavam num estado lastimável, porém vivos. - Ainda tem inimigos? O artefato está com vocês? Nós precisamos ser rápidos, tem um tão de Kraken puxando o navio para longe de Wonderful Land, e nesse ritmo não vamos conseguir voltar para a ilha tão facilmente! - a pequena mink apontou para o artefato que estava no chão, um pouco atrás delas. - E agora? O que fazemos? - As três tinham a guarda embaixo, todas viradas para Lars e nesse momento um dos piratas de maior porte se levantava aos poucos, com uma espada enorme e prestes a atacar a pequena mink.

Enquanto isso, a pequena Xiomara apareceu do nada e abraçou Magnus - HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY! O NAVIO TA INDO PARA O LADO ERRADO! - ela ria, mas ao mesmo tempo estava preocupada - Até parece que você está tentando fugir de mim.









Considerações:
 

Explicação: Ceji, vc n tem edc chicoteador. Tem adaptador, mas isso não é o suficiente para usar com maestria uma arma, o G usou mas acertou por pouco as shurikens. Teve coisas que eu não compreendi no post de vcs os 3, mas talvez tenha sido falta de atenção minha.

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyDom 27 Jan 2019, 19:23

Rumo Ao Desconhecido - Parte Única


Aquela corrida contra o tempo já estava se extendendo demais, e nesse ponto eu já tinha quase certeza de que não conseguiríamos voltar para Wonderful Land. Por mais que fossem fortes, aquelas tritãs claramente não estava lutando seriamente conosco, havia algo de errado, era quase como se o objetivo delas não fosse necessariamente nos derrotar. Quer dizer, não que elas quisessem nos ver vencer ou algo do tipo, mas vendo quão bem entrosadas e fortes elas eram, ficava claro que as duas poderiam terminar rápido o combate se trabalhassem em equipe, ou tivessem usado suas armas desde o início. Eles sequer tentaram impedir meu plano do fedor anteriormente, afinal. Além disso, nos estávamos cercados pelo território delas, no meio do mar, porque elas não tentaram usar essa vantagem? Não, não era apenas vencer que elas queriam, as duas provavelmente sabiam que tinham a vantagem no tempo, elas ficariam brincando conosco para nos ver cada vez mais desesperados e inconsequentes, nos subjugando de pouquinho em pouquinho até chegarmos no destino ao qual nos levavam. Por mais que eu quisesse arrancar sangue delas, eu simplesmente não podia cair no joguinho das duas, eu precisaria prendê-las do modo mais eficiente possível, e esse modo era chiclete. 


Mesmo que eu estivesse determinar a dar um desfecho rápido aquela luta, cada segundo que passava ia desviando meus pensamentos. Eu me perguntava se conseguiria retornar Wonderful ouse acabaria tendo que deixar a ilha pra traz. Por mais que eu tivesse tido várias experiências ruins com a mesma, pela primeira vez eu me via receoso a deixar uma ilha. Eu havia feito laços lá, me envolvido nos problemas de Max e sua família problemática, havia feito amizade com ela e a visto acabar em um estado deplorável... Era doloroso perceber que provavelmente não conseguiria ver a recuperação da garota, e tendo noção de que seu pai poderia acabar me culpando por aquilo, mas felizmente Max era uma garota forte. No tempo que trabalhei com elapsed ver sua resiliência, mesmo quedado pensou em desistir ela se manteve erguida. Por mais que eu pudesse não voltar, não ajudar, não presenciar sua melhora, eu sabia que ela melhoraria de um jeito ou de outro. Ela PRECISAVA melhorar. E ao menos nisso eu tinha convicção.


A batalha, por outro lado, não exalava muita confiança não. Meu chicote de chiclete acabou se provando não tão útil quanto eu achava, talvez por não terem sido muitas vezes que eu havia manejado um chicote anteriormente, ou talvez por eu ter superestimado as capacidades grudentas do chiclete, eu acabei me pondo mais em desvantagem do que em vantagem ao sem querer dar brecha para minha adversária chegar até a mim. Confesso que fiquei um tanto nervoso pela posição que a tal Jenifer me pôs, mas no geral eu estava mais era desconfortável por ser "abusado" por uma piranha anã... Literalmente? Eu sinceramente não tinha planos para se chegassem tão colados em mim, até porque esse tipo de situação nunca me aconteceu, muito menos com uma substância grudenta e pegajosa no meio que eu quase esqueci que era chiclete; mas afinal de contas, nesse tipo de situação quem mais nos chamaríamos e confiaríamos para nos salvar? Isso mesmo, o Super-Mancha! Com seu cabelo ciano combinando com o uniforme, e sua mancha de poder no rosto, ele vem voando direto contra o inimigo! Quer dizer, menos como voo heroico e mais como bosta catapultada em forma de artilharia semi-consciente, mas dava pro gasto.


Depois de ambas as piranhas derrotadas, restava apenas nos reunirmos com as outras do lado de dentro, assegurando o artefato. Felizmente minha convivência com Rin já havia feito eu me acostumar com aquela cena com tanto sangue que parecia difícil acreditar que não era calda de morango ou ketchup, então fui direto ao ponto. Nossa situação era complicada e não fazia sentido esconder isso de todos; se quiséssemos sair dali nos precisaríamos trabalhar em grupo, todos nós teríamos que pensar em um meio de parar o tal Kraken, e que de preferência não envolvesse a água, por motivos de minha Akuma no mi - Só acho que a essa altura todo mundo já notou isso - Respondia ao comentário de Xiomara. Depois do momento invisível da garotinha, eu não me surpreendia mais tanto dela ter surgido do nada no navio, mas sinceramente, não podia ter sido o Carlos, não? A garota mal ajudaria, talvez chegasse até mesmo a atrapalhar, e eu tinha certeza que um vice-almirante conseguiria fazer algo quanto aquilo, nem que fosse pra espantar o tal Kraken. A realidade, infelizmente, era que estávamos por nossa conta, e ninguém desceria dos céus para nós ajudar ou proteger. Nos precisaríamos cooperar e nos proteger entre si, como por exemplo do espadachim que havia se levantado e pretendia atacar a raposinha. Com a mão ainda segurando a espada grudenta de chiclete, eu esperaria ele se aproximar dela um ou dois passos, quando então, aproveitando minha alta velocidade e conhecimento de técnicas de arrancada de corrida, eu daria um avanço em altíssima velocidade em sua direção com a espada erguida, visando acertar de supresa uma estocada com força em seu tórax, um golpe fundo para causar o maior estrago possível. Caso ele não caísse só com isso, eu largaria a espada e daria um soco em seu nariz e um gancho em seu queixo, visando lhe derrubar e possivelmente desmaiar/matar. O derrubando, eu viraria minha cabeça meio caminho até Blossom - De nada - E voltaria a cabeça - Quanto a você - Diria pro cara caido/morto - Gostei da espada, vai ser espólio - E pegaria a mesma, pondo na bainha no lugar da grudenta que usei para lhe atacar.


Depois de resolvido tudo no interior, caso todos já estivessem com a geleia de menta para suportar o cheiro do convés, chamaria o pessoal - Vamos pensar em como sair dessa situação lá em cima, vai que o ambiente da alguma ideia? - E seguiria. Eu daria uma volta no convés olhando as coisas lá, buscando, por exemplo, barris de pólvora, quando me lembraria então do mastro derrubado por Gê. Caso ele ainda estivesse no navio, chamaria todos - Eu tive uma ideia, vou tentar espantar o Kraken usando minha akuma no mi pra cortar o mastro caído em blocos de sal ou alguma outra coisa do gênero, vou precisar que seguram ele com firmeza - E pediria também para me ajustem a o empurrar caso tivesse tombado para o lado errado. Eu começaria então a cortar pedaços com a espada nova e a transformar esses pedaços em gigantescos blocos de sal, que então jogaria na água na esperança de que o aumento drástico da salinidade fizesse ele fugir. Caso o mastro não estivesse mais lá, procuraria outros objetos que poderia usar pro mesmo propósito, cortando e transformando em blocos de sal pra jogar no Kraken. Caso o sal não estivesse adiantando, eu tentaria qualquer outra coisa que conseguisse vir a mente, como blocos de açúcar é pimenta em pó. 


OFF:
 

Pro Avaliador:
 


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyTer 29 Jan 2019, 17:47


Escolhas

-Merda...- dizia enquanto se levantava mantendo uma de suas mãos tapando os buracos feitos em seu corpo pelo tritão, enquanto isto olhava tudo a sua volta enquanto por algum motivo todos pareciam ter sido derrotados, coisa que parecia impossível naquele momento fazendo com que ele levasse uma de suas mãos a sua cabeça a coçando de leve ainda sem entender o que diabos tinha acontecido e de certa forma confuso com tal visualização de todo aquele lugar.

“Acho que tô esquecendo de alguma coisa...” pensava enquanto ainda olhava ao seu redor até que por fim percebia o que perto dele estava, a mulher ao qual ele havia sido jogado encima, -Hã?- disse ele não parecendo lá muito satisfeito com aquela situação, aparentemente havia acontecido alguma coisa que por algum motivo nem mesmo ele sabia ao certo no qual havia acertado.

“E agora, o que é que eu faço com você? Nós não viemos aqui por causa de que vocês haviam fugido ou nada do tipo, vocês só tinham alguma coisa que definitivamente não era de vocês e pediram para buscar, mas... por algum motivo sinto que tenho que fazer alguma coisa em relação a isso” Refletia consigo mesmo enquanto olhava para Jennifer até o ponto em que ele enfim decidiu fazer alguma coisa após com uma de suas mãos a ajeitar de forma a deixa-la sentada e se afastar um pouco. -Venha para o meu lado junto a outra, de nada vale correr da marinha quando o governo mundial está por toda parte, lhe ofereço mais do que liberdade, ao meu lado lhe ofereço proteção, tudo o que você precisa fazer é com que a criatura largue o navio e suma, depois disto tomaremos este navio e o tornaremos nosso, uma de vocês se tornará a guardiã do navio enquanto a outra lutará ao meu lado, pense bem, tudo depende de uma escolha, a sua- dizia em voz baixa perto da mesma, mas não o suficiente para ter de se aproximar muito.

Independentemente do que resultasse isto, começando a andar rumo a seus aliados se aproximaria de Magnus, ao qual havia acabado ficando mais próximo por provavelmente ser menos irritante que Lars, tendo isto em mente e já em uma distância suficiente para um diálogo com sonoridade mediana para baixo diria a ele -Tenho um plano que já está em andamento, se tudo der certo além de completarmos a missão ganharemos um navio e dois novos tripulantes, tudo dependerá do destino e de sabe lá mais o que, é o máximo que eu posso fazer por agora-.

Voltando a tritã, após o término do seu diálogo para com ela, se afastaria um pouco mais na espera de uma resposta, caso ela respondesse estar de acordo diria, -Muito bem, então faça a sua parte- indo em seguida para outro local, mais precisamente para próximo a Magnus, caso discordasse diria, -Eu ainda não desisti de vocês duas, por mais que vocês pareçam ter desistido, pense melhor, verá que é a coisa certa- diria incrementando suas falas anteriores, caso desse sinais de estar indecisa se aceitaria ou não diria, -Pense bem no que eu disse antes, não é hora de fazer inimigos, aliados são o mais importante em uma jornada, independente da forma e tipo que eles sejam- diria intensificando o lado positivo de sua fala anterior.

Retomando mais uma vez a parte ao qual havia se aproximado de Magnus para com ele falar, não havia mais o que ele pudesse fazer ali além de esperar o resultado da conversa anterior com a tritã, além disto continuaria a visualizar ao redor daquele navio afim de tentar achar com sua visão algum tipo de bote que por ali tivesse para o caso de uma estratégia de retirada caso as coisas começassem a complicar.  

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyQua 30 Jan 2019, 13:59

Strenght



Cara! Que soco foi esse?! Eu temo que se ela tivesse me acertado em cheio ali, seria meu fim. Eu acho que nunca cheguei tão perto de ir dessa para melhor como hoje, e mesmo que seja um alivio eu não ter um rombo em meu corpo, ainda estávamos partindo para o que me parecia ser o covil dos malvadões.  Quanto mais aquele barco se afastava da costa, mais raiva eu sentia das duas irmãs. Eu sei que sentir raiva das duas só contradizia meu discurso sentimentalista que tinha feito, mas elas também não estavam colaborando. E também não é muito justo eu me dar tanto, tentando ser legal enquanto elas simplesmente cagam em cima dos meus esforços.

Quando eu achava que o barco não poderia afundar mais, de repente surge a Xiomara. Justo quando eu jurava que ela tinha ficado para trás e não tinha mais com que me preocupar.
–Ah-... Garota, você não tinha ficado pra trás?! Quer saber... Eu nem me surpreendo mais... Mas que bom que você ta aqui... – Eu me agacharia e afagaria sua cabeça. – Essa coisa que ta puxando o navio quer nos levar para dar um passeio na base do inimigo. Pode buscar algo pra mim? Qualquer coisa que você achar que possa distrair ou até mesmo matar um povo colossal mitológico. Ah, só que tente ser rápida, eu acho que ele não vai demorar muito. – Eu me levantaria e olharia nos seus olhos. – Ah, se a gente conseguir sair dessa, eu vou te levar até o Hell’s Beer e eu te pago um lanche. Pode ser? – Se ela dissesse que não, eu apenas responderia com um “tudo bem então”, se ela aceitasse, eu sorriria e afagaria sua cabeça novamente.

No fim, ainda não faço ideia do que diabos fazer, mas parecia que o Lars tinha um plano, mas tinha uma coisa me incomodando. Uma delas tinha tirado a camisa não tinha feito questão de por de volta até agora e já que estava desacordada, eu não acho que ela poderia fazer aquilo no momento. Então, a primeira coisa que eu faria seria tirar o meu boné, para não ser derrubado no processo, e a minha camisa. Em seguida, eu vestiria a garota com ela, deixando-a deitada em uma posição confortável. Logo após, eu seguiria as ordens de Lars para auxiliar o máximo, até porque eu não faço ideia de como tirar a gente da droga desse buraco... Ah... E pensar que eu estava um pouco aliviado por ter um vice-almirante auxiliando... Esse cara só ta aqui pra dificultar a nossa vida, isso sim.

Em seguida, eu buscaria as cordas que a Mayu tinha mencionado e amarraria os piratas derrotados dentro do navio, por garantia. No fim, se nada desse certo, eu apenas sentaria e descansaria, aceitando o meu possível destino: Morte quase certa.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 10 EmptyQua 20 Fev 2019, 09:20

A luta parecia ter terminado, Lars conseguiu proteger as suas companheiras e ainda ganhou uma espada como recompensa, mas temia o facto deles estarem sozinhos no mar em rumo ao desconhecido. Magnus questionava Xiomara sobre a sua aparição no local, mas ela simplesmente respondeu que tinha entrado no navio com eles ao mesmo tempo, apenas que ninguém havia percebido a sua presença. O marine tentava pedir ajuda para a garota com o kraken, mas ela não conseguia encontrar nada para o ajudar a distrair, parecia que estavam abandonados no mar. Enquanto isso, Kyo tentava negociar com as tritãs, mas elas se recusavam, principalmente a tritã mais agressiva, que cuspiu na cara de Kyo, acertando em cheio no seu olho - Espero que infeccione. - disse ela cheia de ódio.
Para sorte de todos, o mar parecia calmo naquela noite e uma luz de esperança se observava no horizonte, ou melhor dizendo, duas luzes. Pareciam ser dois navios da marinha se aproximando deles, teriam sido eles mandados por Charles ou seriam apenas navios de ronda? De qualquer modo a missão dos três estava agora concluída e podiam descançar ao saber que teriam ajuda dos navios que claramente rumavam na direção deles.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Avaliação

Gran Magnus


Perdas:
● Agnis (espada forjada) Ok.

Ganhos:
● Pericia Sedução Ok.
● Espada longa celta Ok.
● Gladius Ok.
● Uma bolsa cheia de Shurikens Ok.
● Duas Missões (Impedir a fuga de Arko, recuperar a posse de um artefato do governo) Ok.

Relação de personagens:
● O player fará Ok.

Exp: 14
EdC: 14  

Localização: Alto Mar (Sendo levado para longe de Wonderful Land) Ok.


Lars Sparkbolt


Perdas:
● Katana lvl1 Ok.
● Broadsword lvl2 Ok.
● B$500.000,00 (compra de informação) Ok.
● B$100,000,00 (bebida) Ok.
● B$50.000,00 (Livro de história) Ok.
OBS.: Falchion lvl2 recebida e perdida na mesma aventura Ok.

Ganhos:
● Falchion lvl1 Ok.
● Claymore lvl2 Ok.
● Livro de história Ok.
● Akuma no Mi (Kuku Kuku No Mi) Ok.
● Pericia Nutrição Ok. Foi aprovado, mas foi por muito pouco. Você tem que deixar mais claro NO POST qual a perícia a ser aprendida.
● Duas Missões (Impedir a fuga de Arko, recuperar a posse de um artefato do governo) Ok.
● 14.000.000 berries - Depositados no banco. (recompensa por Angel Dust) Ok.

Relação de personagens:
● O player fará Ok.

Exp: 13
EdC: 13
Exp Akuma:  4

Localização: Alto Mar (Sendo levado para longe de Wonderful Land) Ok.


Kyo Full Buster


Perdas:
● Patente Capitão Ok. Ok.
● Capa (presente de amigo secreto) Ok.

Ganhos:
● Uniforme de Sargento Ok.
● Uma Missão  Alterado. - Explicação no feedback
● Patente Sargento Ok.

Relação de personagens:
● O player fará Ok.

Exp: 11
EdC: 11

Localização: Alto Mar (Sendo levado para longe de Wonderful Land) Ok.


Créditos: Cubo – 4 créditos.

Feedback - Magnus:
 

Feedback - Ceji:
 

Feedback - Kyo:
 

Feedback - Narrador (Cubolindo):
 

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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