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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptySex 17 Ago 2018, 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyQua 26 Dez 2018, 22:52

Imperial Advent



Lars parecia ter gostado do tempo que passou com Rin naquela tarde, o melhor das risadas que ambos trocaram era que Rin parecia não se culpar mais pelo que havia acontecido com Max, pelo menos já não o demonstrava. - Hey, Rin, já ouviu falar de umas tais Akuma no Mi? São umas frutas raras que supostamente são encontradas na Grand Line e que dão poderes especiais aos usuários, em troca da habilidade de nadar ou algo assim - a garota puxou pela memória e respondeu num tom pensativo - Eu acho que já ouvi falar… Porquê a pergunta? - o garoto logo respondeu - ...Eu consegui uma. Já comi, inclusive - Rin se demonstrou muito curiosa, quase obrigando Lars a demonstrar os seus poderes apenas com o poder dos seus olhos. Lars levou Rin para um lugar mais vazio e fez um pequeno churro que a garota pegou e provou enquanto ele explicava os seus poderes - Daora mas… - ela fez força para não rir, mas falhou miseravelmente - Não tem gosto de churro. Não tem gosto de nada na real. Tem a consistência de um churro, tem a textura de um churro… Mas não tem o sabor de um churro. Para mim hoje é não.

O ambiente estava fresco, uma brisa tomava conta da ilha e empurrava as nuvens lentamente, mostrando uma pequena parte da lua e das estrelas, iluminando um pouco melhor a ilha. Enquanto Magnus se apresentava de forma amigável para a agente, Kyo demonstrava uma certa indiferença (talvez pelo cansaço) e Lars ria dela, questionando os requisitos do Governo Mundial, o vice almirante estava prestes a comentar algo sobre o assunto mas a pequena raposa agiu primeiro - Não sei, onii-chan… - disse ela jogando para cima e para baixo o Flavor Dial de Lars - O governo valoriza mais o cérebro que os músculos. - a garotinha riu e atirou o objeto novamente para Lars.

Magnus e Kyo faziam questões estratégicas para o vice almirante, mas Lars interrompeu ambos - Que mané mapa da região o que, vocês dois estão tarando muito isso de mapa Vocês parece que acham que daria certo simplesmente nos infiltrarmos lá e tirarmos o objeto por alguma rota de fuga, mas eu já adianto: não vai dar certo. Os caras roubaram a porra de um artefato do governo, achar que eles são idiotas e que não terão uma segurança pesada em volta do item é idiotice. Nos precisamos considerar o pior cenário possível, sempre, e esse a meu ver é eles estarem alertas, com membros fortes guardando o item e com seus próprios planos de defesa. Duvido que eles teriam ficado tanto tempo com o objeto se não fossem ao menos sagazes nesse nível. O que nos precisamos… É de uma distração. Precisamos nos dividir em dois grupos, um focado em criar uma comoção e atrair o máximo possível de criminosos para um combate prolongado com o objetivo de os segurar e força-los a trazer cada vez mais tripulantes para a luta- enquanto outro grupo se aproveita da cena para se infiltrar por outro ponto com as defesas reduzidas e tirar o objeto de lá. O ponto chave é fazer eles acharem que só tem um ataque, e temerem apenas a investida chamariz. Eu me proponho a liderar o grupo de distração, enquanto a fedelha lidera o de infiltração, já que provavelmente conhece o artefato que estamos atrás. O que acham? Alguém tem algo a acrescentar ou discordar? - o vice almirante não resistiu em começar a rir, não era um riso de deboche do plano de Lars, mas parecia que alguma coisa que ele havia falado fazia o vice almirante rir. - Bem, você é o lider da missão. Não irei dar nenhum tipo de informações ou me intrometer na missão. Façam o melhor para não morrer.

A raposinha ficou pensativa por alguns momentos e respondeu para Lars - Eu preciso de pessoas que não chamem muita a atenção. Acho que as Onee-chan seriam a melhor escolha, já que os meninos são todos barulhentos e têm cheiros fortes. - a raposa cheirou o ar na direção de Lars, Magnus e Kyo e tapou o nariz de imediato - Para não falar que vocês também parecem ter corpos mais resistentes. - A garotinha pegou num pau e começou a desenhar no chão uma espécie de caixa - O artefato que procuramos é mais ou menos assim e é do tamanho de… Disso aqui. - ela apontou para os seios de Mayu - Bem, como o tio Charles disse, você é o líder. Quando tiver os grupos definidos eu levarei vocês até a localização do navio.








Considerações:
 
off: preguiça da porra. essa epoca natalina me deixa bem mais lerdo que o normal.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyQui 27 Dez 2018, 18:44

Missão Especial - Parte III

Por mais que eu não me importasse com patentes, em uma coisa eu tinha que concordar: Ser o líder de uma missão realmente era bom. Normalmente as pessoas mal se importavam com o que eu falava, mas ver todos parando para escutar meu plano certamente inflava muito o ego. Plano esse que, inclusive, até eu mesmo fiquei surpreso por ter pensado. Eu não era nem nunca fui uma pessoa muito intelectual, sempre agi mais no instinto do que analisando a situação, mas feliz ou infelizmente tive más experiências o suficiente em outras missões da marinha para saber o que NÃO fazer de vez em quando. Tudo bem, tudo bem, havia um motivo bem mais simples que contribuiu para a formação desse plano; mesmo depois de lutar com Arko e Angel eu sentia ainda que havia usado pouco dos meus novos poderes, eu queria testa-los em combate, e uma simples infiltração não colaborava muito para isso. De qualquer modo, uma distração realmente era um método bem eficaz para reduzir as defesas dos nossos alvos, e não era como se eu fosse muito bom me esgueirando por aí, a divisão de grupos achava sendo muito benéfica para ambos os lados não se prejudicarem entre sim, mas sim agissem em benefício mútuo. No mais a mais, era um plano que eu realmente me orgulhava de ter pensado, ainda mais por ter sido de última hora.

Infelizmente, porém, nem tudo é feito de acertos, e minha primeira impressão sobre a fedelh- digo, Blossom, minha primeira impressão sobre Blossom realmente não foi um desses acertos. Ela, parecia fraca e pequena, mas por mais que isso parecessem desvantagens para alguém normal, ela parecia haver conseguido usar isso como uma vantagem, de um modo um tanto diferente - ... - Eu apenas encarava a concha que ela me devolvia por um instante - ...HAHAHAHAHA! É, eu estava errado sobre você, fedelha. Acho que vou gostar de trabalhar contigo - Dizia, abrindo um sorriso. O jeito que ela havia pegado meu item sem que eu sequer houvesse percebido sua aproximação... Aquilo ou era um poder de akuma no mi ou uma habilidade fenomenal, e em ambos os casos ela havia acabado de provar que seria importantíssima para o plano. Se o grupo de infiltração acabasse precisando roubar o item por baixo dos narizes de possíveis "guardas", seria extremamente útil alguém com aquele nível de furtividade. Eu só esperava, porém, que ela não fosse atraída por brinquedos, porque aquele carinho na cabeça de antes foi realmente estranho. Deixando desconfianças de capacidades de lado, eu ainda não me sentia muito confortável quanto as garotas irem junto da fedelha, em especial Rin. Ela podia ser uma pessoa pragmática e dedicada, mas eu não sabia se conseguiria se manter escondida caso ficasse alterada. Pelo lado bom, ao menos era bom ter uma lutadora forte e de confiança no grupo de infiltração, já que Blossom já havia se revelado como não-lutadora, para o caso de algum combate emergencial ocorrer. Além do mais, desconfiar do seu controle seria insensível, visto os acontecimentos recentes com Max, e eu confiava em Rin para seguir no outro extremo do plano.

Outra coisa que me incomodava, também, era o jeito que Carlos havia rido quando falei me plano. Não era uma risada de deboche ou descrença, era mais como se ele soubesse de algo que influenciaria na nossa decisão, mas propositalmente não queria contar. Automaticamente me lembrei de Nolan, o tenente babaca de Wars, e não me surpreendia minha consideração por Carlos cair naquele momento. Nolan havia mandado eu e Rin em uma missão de vigia propositalmente sem quase nenhuma informação, e por pouco minha companheira não morreu por isso. Por mais que Carlos houvesse conhecido meu avô e me dado aquela Akuma no mi, não adiantaria de nada se ele fosse como Nolan, então eu realmente esperava que a risada fosse por outro motivo. Aquilo, entretanto, havia me deixado meio paranóico sobre a missão, talvez os piratas fossem mais fortes do que eu esperava, ou talvez eles fossem burros e a distração não fosse tão necessária, poderia até mesmo ser que algum deles tivesse algum poder que impedissem uma infiltração por parte das garotas sem serem notadas... Embora esse último fosse menos provável, senão não mandaria Blossom conosco. De qualquer modo, aquilo era um indicativo que havia algo que o plano não cobria ou conflitava, então teríamos que ficar ainda mais alertas durante o ataque para que não fosse tudo por água abaixo.

Havia ainda muito o que fazer, especialmente quanto à informações, e assim eu me manteria apenas encarando Carlos e visivelmente aguardando algo. Caso ele me questionasse sobre o que estava fazendo ou algo do género, questionaria de volta - Ué, os dois te fizeram várias perguntas e pediram um mapa. Vai fazer nos mesmo termos que arranjar? - Mas se ele decidisse se afastar sem questionar, o chamaria sua atenção e faria a pergunta. Existia a possibilidade também dele achar que não precisava responder ou arranjar aquelas coisas - Ah, não, não. Eu só disse que eles estava tarando muito um mapa, e que uma simples invasão não seria efetivo. Em nenhum momento eu falei que um mapa era desnecessário, muito menos informações sobre o bando. Eu posso ser o líder da missão, mas não sou o único que penso aqui, muito menos o único que falo - esclareceria caso ele ficasse confuso e achasse que eu havia dito que o mapa era desnecessário. Informações sobre quem iriamos enfrentar era muito bem vinda, e nos ajudaria na divisão de organização de tarefas. Caso ele se fizesse de burro e falasse que a marinha tinha poucas informações sobre eles, eu o cortaríamos final -Tá de sacanagem, né? Não é possível que o governo e a marinha não juntassem informações sobre o bando depois deles roubarem algo do governo. Se vocês sabem que o bando que roubou o caralho do artefato tá aqui, então ou eles se expuseram no ataque e revelaram seus truques, ou eram minimamente conhecidos antes, e em ambos os casos vocês têm sim informações sobre eles. Vamos lá, desembucha - Já começando a ficar puro. Seria problemático se ele não quisesse cooperar com as informações, mas se continuasse insistindo, não tinha muito o que um tenente como eu poderia fazer a um vice-almirante, por mais que minha vontade fosse de socar a cara dele nesse caso. Não tendo recebido o mapa por Carlos, pediria para eles irem discutindo o plano de ação enquanto eu iria pelo QG procurando alguém que tivesse um mapa da ilha, ou algum lugar que tivesse o mesmo à disposição, e o traria ao grupo, ou o grupo a ele, caso fosse fixo. Pediria, então, para a fedelha indicasse no mapa aonde estava o navio, já que ela deveria saber.

Resolvendo, ou não, a questão das informações, seria a vez de nos organizarmos quanto as equipes - Então vão Rin, Mayu e Blossom invadir o navio em busca do item enquanto nos três atacamos e criamos uma distração, certo? - Faria uma confirmação final, apenas para me certificar - Então precisamos dividir por onde cada grupo vai atacar. De preferência precisam ser áreas bem separados, para eles não acabarem avistando o grupo de invasão - Diria, caso tivéssemos o mapa - Vocês tem alguma sugestão ou algo a acrescentar? - Perguntaria, para ouvi-los primeiro. Nor inala das contas havia sido Gê e Manchinha que haviam pedido o mapa anteriormente, então provavelmente já deveria ter algo em mente quanto a esse aspecto, então talvez estivessem um passo à minha frente. Após ouvir o que eles tinha a dizer, faria outro questionamento - E por onde o grupo de infiltração vai entrar? Precisamos que elas consigam invadir o navio sem chamar atenção nem causar confusão, então o ideal seria se pudessem entrar em uma área mais escondida ou a qual pudessem facilmente acessar o interior da embarcação. Eu não conheço muito bem navios, então se algum de vocês souber um local que cumpra esses requisitos ou algo do género, seria bom se pronunciar E mais uma vez aguardaria respostas. Ao final precisaríamos decidir também o ponto de ataque do grupo de distração - E o grupo de distração, vamos atacar pela polpa mesmo? É o local mais aberto do navio e permitiria bastante gente vir lutar, fora que se começássemos a bater nos mastros, eles acabariam ficando mais desesperados e chamando mais gente, ao menos eu acho que sim. O problema seria chegar lá rápido, com minha Akuma no mi eu consigo dar um jeito de ir, mas vocês dois talvez tivessem mais problemas, caso não desse tempo de eu jogar as cordas ou se eles as cortassem - Diria, ao final me dirigindo a Gê e Manchinha. Caso eles quisessem definir um ponto de reunião após a missão, deixaria sem me intrometer, ainda mais por achar desnecessário.

Após tudo combinado, faltaria apenas um pequeno aspecto, sincronizar os dois ataques para que os invasores não fossem vistos antes dos atacantes aparecerem e nem perderem tempo precioso enquanto só atacantes já estão agindo. Quanto a isso perguntaria - Ok, já que vamos invadir de pontos diferentes, seria bom um sinal para indicar o início da operação de um grupo ao outro, não? Ficarmos dessincronizados seria um problema, mas eu não consigo pensar em nada que poderíamos fazer que não seria visto pelos piratas também. Quer dizer, seria desnecessário caso tivéssemos Den Den Mushis conosco, mas acho que seria complicado arranjar de última hora. Sugestões? - E encerraria a reunidos estratégica uma vez que o assunto fosse decidido. Caso fossemos já começar a missão, iria para o ponto definido de espera do grupo de ataque, me mantendo escondido mas de preferência visualizando o navio para tentar identificar alguns aspectos como membros à vista, tamanho da embarcação, entradas visíveis para o interior, e compartilhar essas informações com os outros. Caso Carlos não houvesse compartilhado o que sabia conosco e se mantido na dele, esse tipo de avaliação e informações, mesmo que poucas e precárias, seriam úteis para não sermos pegos de surpresa uma vez que a operação começasse. Claro, poderia ocorrer de nada realmente útil ficasse visível, mas no mínimo eu tentaria identificar sua bandeira para ver se reconhecia, ou, caso fosse estranha a mim, tentar idênticas possíveis aspectos no design da bandeira que pudessem remeter ao capitão ou a algum poder dele, para que possivelmente pudéssemos o identificar durante o ataque. Me manteria sempre preparado para o início do ataque, com o sangue pulsando em busca do campo de batalha.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptySab 29 Dez 2018, 13:02


O Despertar(2)

Ainda meio cansado pelo impacto causado pela troca de personalidade, e por esta troca ter demorado tanto a acontecer, acabava ficando indiferente independentemente do que fosse escolhido como estratégia naquele momento, naquele momento tudo que importava era conseguir se recompor, então após explicar possíveis estratégias para os outros que ali também estavam, e consequentemente gastar um pouco de suas palavras mesmo que inutilmente, sendo por saber instintivamente que acabaria não sendo utilizada ou até mesmo utilizada de outra forma, então sendo assim, acabava por não se importar, e ao contrário disso, também escutar o que os outros tinham a dizer.

O tempo ia passando e enquanto ia se recompondo começava a ficar sem lugar com todas aquelas falas ao seu redor, quanto mais falavam, mais irritado parecia estar, talvez por se ter um método de se resolver não muito complicado, ou até mesmo este não ser o caso e se ter várias formas de resolver gerando muitas estratégias desnecessárias, o que era muito plausível, tendo tal coisa em mente, acabava se abstendo no final das contas de possíveis ideias suas para tornar o tempo de pensamento no menor possível voltando a estaca zero onde apenas pensava na estratégia dos outros.

Dado certo momento, pareciam estar chegando a algum lugar, o que de certo modo era algo bom, “Parece que finalmente estamos chegando a algum lugar” , pensava enquanto continuava a ouvir suas palavras agora com certa firmeza e possivelmente um plano começando a ser traçado do que fazer, sendo assim, começaria a pensar no que poderia fazer, pois além deles, precisaria também fazer algo, até o momento em que ouviu algo sobre chamar a atenção, o que em sua mente fez muito sentido, já que não tem nada melhor do que uma briga para chamar atenção, mas depois de raciocinar um pouco estrategicamente, talvez fosse melhor começar apenar pelo sumiço de alguns vigias.

-Chamar a atenção deles parece viável, além de ser algo bem simples e com alta possibilidade de dar certo, mesmo que eu não ache que vai dar certo, obviamente, tentar não faz mal, qualquer coisa é só sair improvisando pelo caminho- dizia ainda parecendo indiferente pela escolha da estratégia, mas convicto de que era pelo menos uma estratégia deste tipo poderia acabar sendo benéfica de alguma forma para cumprirmos nosso objetivo.

O clima naquela noite estava nublado, e independentemente da escolha no final, ia junto a eles rumo ao local, aquele clima batia em seu corpo o fazendo em certo momentos quase se arrepiar, mas nada que pudesse fazer qualquer que fossem suas características mais marcantes desmoronassem, até em certo momento seu aspecto frio parecia se misturar com o ambiente, mas por fim de volta ao que interessa, já no local da missão, se manteria coberto pela escuridão a uma distância segura do local apenas mantendo um ponto de visualização, ali observaria onde poderia se ter guardas vigiando entradas, guardas andando enquanto monitoravam o perímetro dentre muitos outros possíveis pontos chave, sua noção estratégica o impedia de fazer qualquer tipo de movimentação precipitada naquele momento, mas pensava seriamente em enforcar o primeiro pirata que estivesse em guarda que visse pela frente, só em pensamento obviamente, já que não era exatamente o momento adequado para tal ocasião ainda.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptySab 29 Dez 2018, 23:22

Boys 2 men(1)




Mal havia terminado as apresentações e o clima já estava meio tenso. Lars tinha essa mania de dizer o que a maioria estava pensando, mas que achava melhor guardar pra si e... Isso meio que me incomodava porque acabava com o animo das pessoas para se juntar ao nosso grupo. Só que eu tenho que concordar que às vezes o que ele faz é necessário, pois eu costumo viajar muito com as minhas idéias mirabolantes e surreais.

- Que mané mapa da região o que, vocês dois estão tarando muito isso de mapa Vocês parece que acham que daria certo simplesmente nos infiltrarmos lá e tirarmos o objeto por alguma rota de fuga, mas eu já adianto: não vai dar certo. Os caras roubaram a porra de um artefato do governo, achar que eles são idiotas e que não terão uma segurança pesada em volta do item é idiotice. Nos precisamos considerar o pior cenário possível, sempre, e esse a meu ver é eles estarem alertas, com membros fortes guardando o item e com seus próprios planos de defesa. Duvido que eles teriam ficado tanto tempo com o objeto se não fossem ao menos sagazes nesse nível. O que nos precisamos… É de uma distração. Precisamos nos dividir em dois grupos, um focado em criar uma comoção e atrair o máximo possível de criminosos para um combate prolongado com o objetivo de os segurar e força-los a trazer cada vez mais tripulantes para a luta- enquanto outro grupo se aproveita da cena para se infiltrar por outro ponto com as defesas reduzidas e tirar o objeto de lá. O ponto chave é fazer eles acharem que só tem um ataque, e temerem apenas a investida chamariz. Eu me proponho a liderar o grupo de distração, enquanto a fedelha lidera o de infiltração, já que provavelmente conhece o artefato que estamos atrás. O que acham? Alguém tem algo a acrescentar ou discordar?  – Ele refutou de forma bem direta e esclarecida.

– Errr... Não é bem isso Lars... Eu acho que você me entendeu errado aqui... Eu tenho noção de que eles com certeza estarão vigiando o objeto, e tenho tanta noção disso que também temo que eles estejam vigiando o barco. Eu acho que será um problema se chamarmos atenção deles antes mesmo de nos aproximarmos do barco ou se eles nos encurralarem. Eles podem ter se estabelecido muito bem, afinal, estamos indo para o território inimigo, mas de qualquer forma, o plano de distrair e invadir me parece bom. – Respondi prontamente. Enquanto discutíamos o plano e pensávamos numa forma pratica de entrar lá e pegar o objeto, o grandioso vice-almirante começou a rir como se nós tivéssemos acabado de montar a tenda do circo.

- Bem, você é o lider da missão. Não irei dar nenhum tipo de informações ou me intrometer na missão. Façam o melhor para não morrer. – Ele afirmou.

– Esse cara... Ele realmente quer que nós entremos as cegas naquele navio para completar uma missão dessa complexidade? Eu tenho certeza que tem algo de errado com ele... – Suspirei, conforme a minha vontade de participar dessa missão se esvaia aos poucos.

- Eu preciso de pessoas que não chamem muita a atenção. Acho que as Onee-chan seriam a melhor escolha, já que os meninos são todos barulhentos e têm cheiros fortes. – Afirmou a garota meio raposa. Suas palavras reflexivamente me levaram a cheirar as minhas roupas e... Para ser sincero... Não tava tão ruim quanto eu pensava... O que me levava a pensar que ela só falou aquilo pra nos chatear e o que me levou a conclusão de que ela só queria descontar a raiva em nós. Mesmo que fosse algo “lógico”, a sua atitude ainda me confundia, até porque eu tentei ser o mais gentil o possível.  Então eu me pergunto se o problema não é comigo e sim com ela... Mas... Agora que eu parei pra analisar a fala dela... Ela estava sugerindo que eu me separasse da Mayu e isso me dava um pouco de receio, já que as últimas vezes que eu fiz isso, a missão acabou desandando.

– Mayu, está tudo bem? Quero dizer, você vai ficar bem sem mim? – Ela também estava meio distraída ultimamente por conta... Daquilo... Então talvez ela não estivesse muito confiante. Se esse fosse o caso, eu complementaria dizendo: – Não tem com que se preocupar, eu vou estar muito bem acompanhado e você também estará.  Só tente dar o melhor de si, mas não exagere. – Porém, se ela parecesse confiante, eu diria: – Certo! Boa sorte! Eu desejo o melhor pra vocês três.

- Então vão Rin, Mayu e Blossom invadir o navio em busca do item enquanto nos três atacamos e criamos uma distração, certo? – Questionou Lars.

– Não vejo porque não...

- Então precisamos dividir por onde cada grupo vai atacar. De preferência precisam ser áreas bem separados, para eles não acabarem avistando o grupo de invasão. Vocês tem alguma sugestão ou algo a acrescentar? – Ele prosseguiu questionando

–Hmm... Nenhuma idéia aqui...

- E por onde o grupo de infiltração vai entrar? Precisamos que elas consigam invadir o navio sem chamar atenção nem causar confusão, então o ideal seria se pudessem entrar em uma área mais escondida ou a qual pudessem facilmente acessar o interior da embarcação. Eu não conheço muito bem navios, então se algum de vocês souber um local que cumpra esses requisitos ou algo do género, seria bom se pronunciar.

– Desculpe... O meu negócio é com metais... E não gigantescas embarcações de madeira...

- E o grupo de distração, vamos atacar pela polpa mesmo? É o local mais aberto do navio e permitiria bastante gente vir lutar, fora que se começássemos a bater nos mastros, eles acabariam ficando mais desesperados e chamando mais gente, ao menos eu acho que sim. O problema seria chegar lá rápido, com minha Akuma no mi eu consigo dar um jeito de ir, mas vocês dois talvez tivessem mais problemas, caso não desse tempo de eu jogar as cordas ou se eles as cortassem.

–Hm... Eu estava pensando em atrair a atenção deles para perto da sala de navegação. Assim eles pensariam que nós estamos apenas tentando tomar conta do navio ou algo assim. Além disso, não precisamos iniciar o ataque assim que entrarmos no navio... –Eu encararia o solo, segurando o meu queixo enquanto ponho em prática me raciocínio. – Podemos fingir que queremos negociar com eles. Já que eu e você somos relativamente novos na ilha e até mesmo na grand line, nós podemos apenas nos passar por marinheiros corruptos oferecendo recursos como suprimentos, armas e proteção. Eles devem estar tentando se ocultar por aqui até a poeira abaixar e por isso eles teriam dificuldade em conseguir esse tipo de coisa sem chamar a atenção do QG local. Porém, tenho noção de que eles vão estar de orelha em pé a todo o momento, e por isso nós só precisamos ganhar a confiança deles pra pular dentro do barco. Iniciamos a briga, e arrastamos todos eles para um canto isolado do navio. A polpa nos dá um bom espaço pra um conflito, mas nós estaremos atraindo mais olhos para fora e isso significa que mais pessoas podem esbarrar com o grupo da infiltração. O que nos dá duas opções. – Daria uma pausa. – Podemos entrar lá para diminuir os números e assim o time de infiltração poder entrar com mais facilidade ou podemos arrastar todos para dentro do navio. O problema é que dependendo de quando parecesse o melhor momento para isso, a primeira opção nos debilitaria extremamente, já que nós estaríamos muito cansados para ajudar o grupo de infiltração caso algo desse errado, e a segunda opção nos deixaria com menos oportunidades para fugas e ainda poderia nos atrapalhar, já que não sabemos exatamente onde está o tal item e isso poderia os deixar mais próximos do dito. Por isso, destruir parte do navio para criar um espaço mais apropriado para uma luta acabaria arriscando a nossa missão. – Eu daria outra longa pausa, dessa vez olhando para o céu – E-Eu... Não tenho muita certeza... Mas é isso que eu acho...

- Ok, já que vamos invadir de pontos diferentes, seria bom um sinal para indicar o início da operação de um grupo ao outro, não? Ficarmos dessincronizados seria um problema, mas eu não consigo pensar em nada que poderíamos fazer que não seria visto pelos piratas também. Quer dizer, seria desnecessário caso tivéssemos Den Den Mushis conosco, mas acho que seria complicado arranjar de última hora. Sugestões?

–OH! OH! Aqui! – Eu diria, puxando meu caderno de anotações e o abrindo no meio do grupo, mostrando a única página com conteúdo.


Citação :
Anotações do caderno pessoal de Magnus.

*Caricaturas rabiscadas e mal feita de mim e da Mayu*
Comandos por voz(Ordens)

- “Ko!” para defesa, “Ryo!” Para o recuo e “Ha!” para o ataque.
*Caricatura rabiscada e mal feita do Lars puto com uma gaivota*

Comandos visuais(Formações)

                                Ataque
- Esticar os dedos da mão direita, projetar a palma para frente e dobrar lentamente cada dedo, formando um punho.

                                Defesa
- Com a mão direita próxima ao peito, formar um circulo para dentro com os dedos indicador e o polegar.

                                Captura
-Esticar o dedo médio e o indicador e dobrar o polegar, formando uma espécie de arminha com a mão.
*Caricatura mal feita com o nariz extremamente alongado da criminosa que se infiltrou no barco a caminho daqui*
                                Ordens

Descrição das formações.
Ataque:Ambos encarando os oponentes e os atacando sem preocupações.

Defesa: Ambos devem se defender e defender ao próximo, buscando um posicionamento favoravel e cobrir brechas na defesa do companheiro.

Captura:- você deve apontar quem deve ser capturado e logo após, eu tentarei cercar-lo enquanto você o distrai e se aproxima.


–É um esquema que está extremamente mal trabalhado, mas eu acho que nós podemos passar ordens disfarçadas de grito de guerra enquanto nós distraímos os piratas. No caso, gritando “Ha!” para avançar e “Ryo!” para aguardar ou voltar.

Expondo tudo que eu tinha em mente, acho que a missão poderia correr bem melhor. Só que agora que eu parei pra pensar. Esse vai ser a primeira vez em muito tempo em que eu vou combater um oponente sem me segurar ou me preocupar com alguém... Eu tenho pena deles, pois eles vão enfrentar a melhor equipe de todos os tempos!

–Certo! Vamos mostrar para eles os músculos que carregam a marinha nas costas! – Eu exclamaria, empolgado. – O dream team da marinha! Toca aqui! – Eu puxaria as mãos de kyo e Lars para um toca aqui coletivo e daria um grande sorriso de orelha a orelha. – Quando eu começar a lutar... Ninguém vai me parar...


NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyQua 02 Jan 2019, 01:33

Imperial Advent


O clima antes da missão estava tenso, talvez por ser uma missão muito em cima da hora e pouco preparada ou pelo facto dos membros não confiarem no vice-almirante, talvez fosse uma mistura dos dois. Depois de Magnus se justificar para Lars, o líder da missão olhou para o vice-almirante e ficou esperando pelas informações, o grande homem parecia um pouco perdido - Achei que você não queria as informações. - disse Charles inclinando a cabeça, todavia Lars rapidamente se explicou, fazendo o vice-almirante soltar uma grande gargalhada - AHUAHUAHUHAUAHUAHUAHUHUA! Você tem razão. A maioria dos outros marines gostam de ser os donos da razão quando são os líderes, então não queria criar nenhuma confusão interna.

O vice-almirante pegou num caderno que tinha consigo e começou a folheá-lo, quando encontrou a página que procurava ele rasgou ela e entregou para Lars, era um mapa da ilha numa folha de tamanho A5 com coloração acastanhada, mostrando que já era um pouco antiga. - O navio está aqui. - disse apontando no mapa - Os piratas que ali estão têm todos recompensas baixas, mas infelizmente são bastantes piratas. Então não os subestimem. - Após isso os marinheiros começaram a discutir a sua estratégia para a missão, Blossom afirmava que ela conseguiria encontrar uma entrada facilmente para elas no navio. A agente ficou fascinada olhando os desenhos do caderninho de Magnus - NOSSA ONI-CHAN! VOCÊ DESENHA MUITO BEM! - os olhos da raposa pareciam brilhar de tão impressionada que estava.

-Chamar a atenção deles parece viável, além de ser algo bem simples e com alta possibilidade de dar certo, mesmo que eu não ache que vai dar certo, obviamente, tentar não faz mal, qualquer coisa é só sair improvisando pelo caminho - disse Kyo concordando com o plano. Mayu e Rin pareciam um pouco relutantes sobre ficarem no grupo furtivo, ambas tinham grande prazer em bater em piratas - Onee-chans, talvez tenha piratas lá dentro também, então preciso da ajuda de vocês! - disse a raposinha convicta, acabando por convencer as duas marinheiras.

O grupo se dirigiu até ao ponto onde Charles havia preparado um pequeno bote para que usassem para invadir o navio, ao chegar lá ele virasse para os marinheiros e sorri - Ah! Quase me esquecia. Existe uma dupla de tritões que recém se juntaram a esse grupo, talvez sejam os mais perigosos. Pelo que me falaram eles são bem ágeis e lutam só com o corpo. - ele voltou a fazer um rosto pensativo e sorridente - Acho que me falaram sobre qualquer coisa a ver com eletricidade, então tenham cuidado. - o navio estava a uma distância considerável, era difícil para eles verem quem estava de vigia a olho nu, mas felizmente a raposa estava preparada e tirou um binóculos do bolso. Após olhar ela passou para os marinheiros que poderiam ver que no exterior existiam 6 piratas (3 com machados e bem musculados; 3 espadachim de porte médio) e uma pessoa no cesto do mastro central que parecia estar dormindo.

-Hmm… Não vai dar para todo mundo ir para o navio. - disse Mayu olhando para o bote, rapidamente Rin olhou para ele e viu que não havia espaço para 7 pessoas nele. O vice-almirante olhou imediatamente para Lars - Eu não posso interferir na missão. Então eu ficarei daqui com os binóculos vendo e analisando o melhor que conseguir. Depois Blossom me fala como vocês se saíram. Se eu vir que vocês estão em apuros irei buscar ajuda imediatamente. - Mayu aproximou-se de Magnus e colocou um boné da marinha um pouco acabado e queimado numa das pontas - Eu tenho a sua gravata… - sussurrou a garota - Quero que você tenha o meu primeiro boné da marinha.

Foi então que um enorme clarão tomou conta dos céus, fazendo a noite virar dia por alguns segundos, quando a noite "voltou" a garotinha fantasma apareceu atrás de Kyo e Lars, cutucando os dois. - Não se esqueçam de mim! - gritou a garotinha rindo. - Eu também quero ir!








Considerações:
 
off: Ahhhhwww...

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptySeg 07 Jan 2019, 15:23

Missão Especial - Parte IV

Eu não sabia se eram sequelas da missão de Angel ou não, mas aquela missão especial do vice-almirante a algum tempo me deixava desconfortável. Talvez fosse receio pela dificuldade, já que foi passada pelo vice almirante em pessoa, embora eu já estivesse mais do que acostumado de participar em missões complicadas; talvez fosse o objetivo meio vago dado, embora houvesse uma agente que soubesse exatamente o objetivo auxiliando; ou talvez fosse uma simples má impressão sobre o desenrolar daquilo tudo, como se houvesse algo fora do lugar, embora eu não soubesse dizer se realmente havia ou o que era. De todos os modos, havia uma coisa que eu tinha certeza naquela situação toda que não me era agradável, e era minha liderança. Tudo bem, tudo bem, eu se que já disse que não gosto de seguir ordens e ter gente mandando em mim, nesse ponto era até bom, mas exatamente por conhecer o sistema da marinha que eu não gostava de líderes, muito menos sendo eu. Pra mim é muito mais proveitoso um time trabalhando junto e colaborando, todos ouvindo todos e agindo em conjunto, mas o próprio Carlos deixou bem claro que não era assim que via a situação, como todos os marinheiros de alta patente, ao negar as informações de Gê e ficar destacando o fato do líder ser eu - feliz ou infelizmente, patente não indica inteligência - 'Como de um certo colega meu', queria completar, ao olhar de canto de olho pro próprio, mas não sabia a patente exata de Manchinha, então talvez acabasse sendo um contra argumento, o que me fez ficar calado quanto a isso.

O importante naquele momento foi em como minha sugestão de ação foi bem recebida. Eu não tinha costumes de fazer planos graças a minha personalidade um tanto impulsiva, então já esperava que quisessem fazer alguns ajustes aqui e ali; a situação, entretanto, havia me deixado cauteloso o suficiente para não atacar o navio o meu modo convencional, e o plano resultante disso foi de ótimo agrado. Quer dizer, não de agrado de todo mundo, como Manchinha deixou bem claro ao dizer claramente que o plano iria falhar, mas que ia ir nessa só porque o resto do pessoal concordou - Ah, então a madame não está satisfeita? Porque a vossa senhoria então não tenta sugerir algo? Eu acabei de falar pro Carlos que suas sugestões são importantes, ou nem isso você se deu ao trabalho de ouvir? - Replicaria, com os pronomes formais carregados de um claro deboche. Eu nem de longe era contra críticas, as construtivas, mas aquele comentário dele passou longe disso; ele simplesmente tirou do cu que ia dar errado e nem se deu ao trabalho de explicar porque ou tentar contribuir em algo, foi simplesmente um comentário para abaixar todos que concordaram com o plano ou o formularam apenas para se sentir mais esperto. Para o cara que não tinha ajudado em nada na missão anterior mesmo sendo designado, era no mínimo hipocrita da parte dele tentar se engrandecer novamente sem contribuir. Como ele disse em voz alta que não iria contribuir, não havia muito o que se fazer com um caso perdido daqueles - Como esperado do cara que não ajudou em nada na última missão além de servir de saco de pancadas do Arko. Da próximas vez que for dar sua opinião desse jeito, explique ela. Ou melhor, seja produtivo, embora para você isso deva ser meio difícil - Novamente o provocando. O ápice daquilo tudo, entretanto, foi quando Manchinha disse não fazer ideia de quem era Arko - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH - eu começaria a rir após uma pausa inicial para raciocinar o que havia acabado de ouvir - Eu não estou ACREDITANDO que você acabou de dizer que não conhece Arko. Eu desisto, serio. Não adianta nem discutir com um debil mental que sequer conhece o criminoso que ficamos o dia inteiro tentando impedir de fugir, e que inclusive partilhou cela contigo pra que arrancasse informações dele. Coisa que, pelo visto, você também não fez - E, então, como havia dito, desistiria de falar com ele, me virando para os outros e passando a o ignorar.

Sem mais muito o que falar com Manchinha, sobrava agora dar os toques finais o plano - Err... Gê? Como eu posso dizer isso... Você sabe que o item provavelmente vai estar no interior do navio, né? Entrar lá que vai fazer termos chances de cruzar com o time de infiltração. Nos precisamos atrair e manter eles na polpa para que não olhem do lado de dentro, entendeu? - Diria, meio receoso por achar que Gê não entendeu bem a situação, e temer que a burrice de Manchinha fosse realmente contagiosa - Mas isso da atuação até que pode ser bom, seria um bom meio de causar uma confusão inicial, dando certo ou não, para uma atuação por fora e infiltração do outro grupo. Mas tenha em mente que, caso realmente faça isso, vai ter que ir sozinho. Eu não sou a melhor pessoa do mundo para contar uma mentira dessas, se é que me entende - Diria, coçando o pescoço, porque, bom, eu não era bom contando mentiras no geral. Se eu fosse, iria apenas atrapalhar e botar tudo água abaixo, e isso eu não queria - Por mim tudo bem - Comentaria rapidamente quantos aos comandos de ação, sem conseguir prestar muita atenção graças ao desenho meu na folha. Era incrível como Gê ainda se lembrava daquela maldita gaivota que acertou minha cara na passagem pelo Calm Belt, e isso me deixava um pouco constrangido, mas fiz o massivo possível para não deixar transparecer.

Apôs todos os passos resolvidos, era hora de por o plano em prática. Confesso que fiquei um pouco surpreso pelo navio estar afastado da costa, eu esperava que estivessem atracados na ilha, e a situação parecia ainda pior pelo "boato" de dois tritões, mas no final eu só precisaria impedir eles de mudarem a luta para a água, ainda mais por ser um usuário de Akuma no mi.  Os sete inimigos visíveis graças aos binóculos não pareciam exatamente perigosos mas nenhum deles era tritão, então era bem provável que houvessem mais inimigos no interior, e talvez até os mais perigosos. Desde o início eu já contava que Carlos no viria conosco, então nem fiquei muito afetado quando ele disse, eu já estava dividindo os inimigos mentalmente sem o contar, afinal; o que me surpreendeu mesmo foi a volta da garota invisível - É o que?! - Exclamaria, ao ver a mudança repentina no céu e a aparição dela. O mistério por volta da garotinha só ficava cada vez mais confuso para mim, já que originalmente eu achava que ela era uma alucinação acusada pela doença, mas lá estava a própria, e eu sequer sabia se todos os outros conseguiam a ver. Se fosse como antes, ao menos Gê também o faria, então empurraria a bola pra ele - Ô, Gê, você que antes estava fazendo papel de babá dela. Resolve aí isso porque eu não sei nem mais como reagir a isso tudo - Diria, já deixando claro que havia desistido de entender os fenômenos bizarros em volta dela.

Caso iniciássemos a missão ali, iria me manter no bote/barco o mais quieto possível para não chamar a atenção. Caso fosse necessário e possível, eu me voluntária para ajudar nos remos, pois mais tarde precisaria deles. Eu não sabia muito bem como o grupo de infiltração entraria no navio, então seguiria as instruções de Blossom para que as garotas pudessem agir na hora que quisessem, assim como também faria como Gê pedisse para ele entrar antes para que tentasse aquela atuação que sugeriu, caso ele realmente o quisesse fazer. Uma vez que todos eles houvessem iniciado suas partes, eu, ainda no bote/barco, pegaria um remo, ou minha espada mesmo caso não houvesse remo, e começaria a usar como se fosse uma colher de mistura na água. Com a imagem de gelatina na mente, eu tentaria usar meu poder de akuma no mi para, ao simular a mistura de pó de gelatina com a água, transformar a maior região possível do mar em volta do barco em gelatina, tanto em perímetro quanto em profundidade; me manteria nessa tarefa até transformar uma quantidade significativa, mesmo que houvesse certa demora. Caso fosse necessário para transformar uma área maior, eu verificaria com a pá se a gelatina transformada estava firme e flutuando bem, já que gelatina sem açúcar flutua mais, especialmente na densa água salgada do mar; se estivesse tudo de acordo, eu levantaria do barco e iria para cima da gelatina, andar cuidadosamente pela sua superfície aproveitando meu equilíbrio excepcional e dando a volta no barco transformando a região a volta aos poucos. Caso saísse do barco assim, me manteria atento para caso me notassem ou eu escorregasse, quando então rapidamente sacaria minha espada, mesmo que precisasse largar o remo, e a fincaria no casco, como apoio de segurança para evitar cair na água. Nessa situação, eu usuária minhas habilidades acrobáticas para impulsionar o corpo para cima e, como dois braços dobrados e apoiados na espada após o balanço, me impulsionar para cima em direção à proa, ao qual me seguraria e ergueria em mais um movimento giratório de acrobacia paradeiro do navio. Faria a exata mesma coisa, fincar uma das espada leves e usar como apoio para me impulsionar ao navio, após terminar de transformar o mar ao redor em gelatina, para conseguir subir no navio. Só entraria após terminar com o mar, claro, se percebesse que a atuação de Gê havia dado errado ou desandado, caso contrário eu aguardaria caso isso ocorresse.

Uma vez que embarcasse no navio era hora da luta, e sabendo disso eu não poderia simplesmente chegar lá indefeso. Uma vez que estivesse em meio ao salto para dentro do navio, sacaria rapidamente minha outra espada leve e, ao rapidamente passar a lateral da lâmina na sola dos sapatos, simulando a passagem de manteiga no pão com uma faca, transformaria uma fina camada da sola dos meus sapatos em manteiga, para que eu aterrissasse "patinando" rapidamente pelo convés, mais uma vez aproveitando minhas habilidades acrobáticas e equilíbrio. E me mover de forma rápida afim de sair se uma posição desvantajosa e redear os inimigos. Manteria a espada em mãos e o movimentos constante para me tornar um alvo difícil para meus inimigos, sempre preparado para aparar os ataques que chegassem até mim usando a espada erguida, enquanto me afastaria da sua forte ou viraria os tornozelos para fazer um "drift" e rapidamente me mover para traz do atacante, para então desferir um corte em suas costas. Esperava também que o rastro de manteiga que iria deixar no chão acabasse conseguindo desequilibrar algum dos piratas, quando então patinaria até sua posição e, agarrando suas roupas, tentaria a queda para alavancar seu corpo e o arremessar para fora do navio, ou ao menos fazê-lo deslizar para frente a,is um bocado caso ergue-lo não fosse possível. Aproveitaria brechas dos inimigos em combate ou não para aproveitar também para desferir cortes nos mesmos ao me aproximar em alta velocidade dos mesmos, mas sempre tentando me manter circulando os inimigos para evitar ataques surpresas pelas minhas costas. Caso isso ocorresse, entretanto, tentaria girar rapidamente com a lâmina erguida para o acertar e/ou interceptar o ataque, ou, caso só percebesse tarde demais, tentaria abaixar maus centro de gravidade ao rebaixar a cintura com o intuito de não ser derrubado pelo ataque e, caso fosse possível, agarrar o punho ou arma que me atingiu para aproveitar minha velocidade e o arremessar pelo convés. Se tentassem me derrubar com os pés, daria breves saltos para passar por cima das pernas dos mesmos. Caso fosse efetivamente derrubado, ergueria o braço esquerdo dobrado na altura do rosto, para, com as costas curvadas, fazer um rolamento no chão e usar a velocidade da queda como impulso ao final do rolamento para me projetar novamente ao ar, quando então mais uma vez aterrissaria com os pés no chão patinando na manteiga e rodeando os inimigos. Se eu sentisse que a manteiga estava acabando, eu daria um breve salto para repetir a passagem da espada na sola dos sapatos com o objetivo se mais uma vez transformar uma fina camada da sola em manteiga, e em todo momento tentaria usar o tato da sola do pé para tentar "medir" o quanto de sola restava pelo quanto do chão sentia pelo pé, já que uma sola mais fina seria mais maleável e se deformaria mais com o chão.  
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Última edição por Ceji em Ter 08 Jan 2019, 20:24, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyTer 08 Jan 2019, 09:01

Boy 2 men[2]



Quanto mais o vice almirante falava, mais eu tinha vontade de mandá-lo calar a boca. A sua atitude me incomodava e isso se dá principalmente por ele ter nos colocado nessa enrascada. Essa missão tinha muitos riscos, uma extrema importância e era algo de gosto bem duvidoso para ele simplesmente mandar dois marinheiros de patente consideravelmente baixa. Além disso, ele omitiu muita coisa importante e fica rindo da nossa cara como se o trabalho dele fosse dificultar a nossa vida. Eu to começando a achar que quando a gente chegar lá, não vai ter objeto nenhum... Quero dizer, só falta acontecer isso, né? Ele olhar para nós com a cara mais limpa de todas e dizer que confundiu o navio e de que esse só fazia parte da mesma frota. Agora que eu parei pra pensar, é possível que ele nem seja um marinheiro. Antes eu não me dava o luxo de duvidar e apenas fazia o que me ordenavam, mas depois do ocorrido no caminho até aqui, eu não vou ser tolo a ponto de deixar algo tão óbvio passar despercebido. Só que eu ainda não to muito confiante nas minhas habilidades pra enfrentar alguém que tem culhões pra se passar por um vice almirante, esses poderes mágicos que as muitas pessoas da Grand Line demonstraram ter são perigosos e ele pode ter qualquer uma dessas habilidades estranhas.

Para me surpreender, logo após ele cedeu aos apelos e entregou um mapa. O que, ao meu ver, não foi muito útil já que por pura coincidência, o bendito barco não estava atracado na costa. Eu acho que esse foi só mais um joguete desse vice almirante... Enganar a gente par a que insistíssemos no mapa pra descobrir que não ia ser preciso. Já que é isso que ele quer, eu vou só ignorar esse palhaço e apenas me focar para entrar lá e acabar com essa bagunça.

Após guardar o meu caderno de anotações, tudo que eu podia pensar era em como a minha abordagem me parecia a mais efetiva naquele cenário. Eu não me vejo entrando escondido naquele barco, já que mesmo tendo tanta confiança na minha velocidade, eu não sou muito atlético. Além de que... Eu teria uma janela de oportunidade bem pequena para entrar sem ser atrapalhado. O que mais me incomodou, entretanto, era o fato de que havia apenas um bote para que chegássemos até o barco. O que significava que, ou nós teríamos que ir nadando ou teríamos que ir junto do grupo de infiltração, possivelmente arruinando o fato surpresa e acabando com a nossa vantagem. Tirando isso, as estatísticas estavam ao nosso favor. Não encontrei nenhum atirador e mesmo que tenham esses... “tritões” dentro do barco, eu acho que não causaram grandes problemas. Só que ainda sim... Se o grupo de infiltração viesse conosco, seria bem problemático.

Essa incógnita não parava de ecoar na minha cabeça e enquanto eu me concentrava na tarefa de achar uma solução, Mayu se aproximou de mim com um boné da marinha. O boné em especifico parecia mais do que acabado, como se tivesse passado por maus bocados, e como Del Rosa me disse uma vez, se você volta todo surrado de uma missão, significa que você deu tudo de si, o que pra mim era só uma desculpa para fingir estar apanhando e ser pago não fazendo nada, mas eu não consigo julgar ele. Mayu colocou o boné na minha cabeça e sussurrou: – Eu tenho a sua gravata… Quero que você tenha o meu primeiro boné da marinha. – Eu não sabia como retribuir o seu gentil ato. Eu me sentia em debito eterno toda vez que a Mayu não desistia de mim.

– Pode ter certeza que estará bem muito bem guardado comigo... – Eu sussurrei de volta e sorri para mostrar minha gratidão.

Após uns longos minutos pensando, eu já tinha uma ideia fermentando, mas de repente, para atrapalhar o meu raciocínio, surge alguém que eu não esperava.

- Não se esqueçam de mim! Eu também quero ir!

– Xiomara?! Onde vocês estava!? – Eu tentaria sussurrar em meio a minha euforia, daria uma pausa para me acalmar e seguiria sussurrando. – Não, melhor, o que você estava fazendo?! Eu fiquei o resto do dia preocupado com você e tudo que você tem a me dizer é que “Quer ajudar”!?! Sabe, eu gostaria muito que você ajudasse, mas seria irresponsável de minha parte trazer você comigo. Aconteceu no QG, mas no meio do tumulto e do calor da batalha, eu não tive outra escolha... – Daria uma pausa e olharia para o alto, pensando. Não importava que medida eu pensasse em tomar, porque qualquer outro cenário era melhor que deixar ela sozinha para poder sumir de novo. Depois tentar me convencer de que o que eu estava fazendo era certo e suspirar, eu concluiria: – Certo... Você vai com a Mayu e a Rin, já que é bem mais seguro. Não saia de jeito nenhum do lado dela, entendeu? Se você quiser que eu te ajude, não suma dessa forma novamente, okay? – Eu a encararia, olhando no fundo de seus olhos e logo em seguida eu me voltaria para o grupo da infiltração. – Eu vou precisar que vocês pulem na água antes que eles possam nos ver claramente, não podemos arriscar jogar fora o fator surpresa. Podem fazer isso? – Eu me voltaria para o Kyo e Lars e seguiria dizendo. – Quanto a vocês, eu vou seguir o plano de convencer eles a me deixar a subir. Kyo, você virá comigo e eu direi para eles que o Lars só vai tomar conta do bote. Quando eu conseguir subir, eu vou pedir para que eles convoquem o capitão do barco para ganhar tempo e assim atrair o máximo deles pra fora. É bem obvio que eles não vão confiar em mim à primeira vista e isso vai nos dar bastante tempo. Então assim que eu não conseguir mais prender a atenção deles, eu começarei a atacar e tentarei diminuir seus números com as shurikens que eu trouxe. Kyo, você pode me dar cobertura? – Eu lhe daria um tempo pra responder e prosseguiria – Se não puder, não há problema, mas tente derrubar o máximo deles o possível. Bom... Acho que é isso... Vamos nessa... – Eu concluiria e aguardaria o grupo entrar no bote. – Ah! Se por acaso eu não conseguir convencer eles a nos deixar subir a bordo, só me jogue dentro do barco, Kyo.

Ao entrar no bote, eu me inclinaria para o lado de Lars e diria: – Assim que o grupo de infiltração pular na água reme para longe delas para que possamos iniciar o plano. – Em seguida, eu me sentaria e tentaria relaxar até que nós estivéssemos bem afastados do outro grupo, então eu me levantaria, balançaria meus braços no ar e gritaria: – Ei! Aqui! Nós viemos em paz! Não ataque! – E prestaria atenção em sua reação. Se eles começassem a atacar com projeteis pequenos como balas e armas arremessáveis, eu puxaria a espada longa das minhas costas e tentaria defletir os projeteis lançados contra nós, girando a espada na minha frente. Porém, se por acaso eles atirassem com algo que eu não pudesse bloquear, eu me jogaria na água.

  Ao chegar perto do navio, eu gritaria: – Eu vim negociar! Apenas nós viemos até aqui, o resto do QG está ocupado! Eu vim fazer uma oferta. – Se eles continuassem nos ameaçando ou estivessem receosos em nos deixar entrar, eu explicaria: – Escuta... Antes, eu tinha sido enviado até aqui em uma missão, então eu sei da situação de vocês, por isso eu vim aqui oferecer ajudar, mas tudo tem seu preço e por isso eu vim até aqui para formar uma troca justa que vá beneficiar nós dois. – Caso eles quisessem que eu aprofundasse a explicação, eu responderia: – Eu só falo com o seu capitão. Não me leve a mal, mas conversar com um subordinado não vai me levar a nada. – Se eles, ainda assim, não aceitassem ao meu pedido, eu diria: – Tudo bem, então a gente só vai voltar para o QG e dizer que eu não consegui completar a missão. Aposto que eles vão mandar um pessoal novo... Com certeza pode vir mais gente... Hmmmm... Será que eles vão enviar uma frota inteira se eu simplesmente não voltar pro QG? Ah, tanto faz. Eu só espero que vocês tenham uma boa noite, já que o resto dela vai ser bem turbulento. – Eu me viraria para o Kyo, como planejado, e me prepararia para aterrissar dentro do barco. Se ele só me jogasse perto, eu me agarraria à borda e saltaria para dentro. Se continuassem adversos a minha presença, eu diria: – Calma, eu só vim negociar, lembra? – Me sentando no chão. Eu os encararia em silencio e se visse que eles ainda não tinham se mexido para fazer como eu havia pedido, eu exclamaria: – O que foi? Querem saber que bebida eu vou querer? Eu pedi pra trazer o seu capitão. Eu quero conversar com ele. – E aguardaria. Se eles me ameaçassem depois daquilo tudo, eu suspiraria e diria: – Eu achei que tinha deixado claro que isso não é uma boa idéia. Só tem um jeito de nós sairmos daqui sem ninguém se machucar e nem iniciar uma guerra aqui mesmo e ela começa com vocês convocando seu capitão até o lado de fora. Ah, e não se preocupem com o loirinho.

Assim que conseguisse chamar a atenção do manda chuva, eu diria: – Bom, fiquei sabendo da sua situação e decidir oferecer ajuda. A minha missão na verdade era só tomar conta do seu barco e levar voes todos mancinhos até o QG, mas visto que o meu salário não é lá grande coisa e que se vocês saíssem de onde vocês estão neste exato momento, vocês estariam caminhando às cegas na direção de milhares de ratoeiras gigantes, eu resolvi formar um trato. Um trato que vai garantir uma longa estadia do seu grupo nessa ilha sem nenhum incomodo ou contra tempo. O que acha? – Eu lhe daria um tempo para processar a informação. – Eu estou falando de recursos, proteção e armas feitas por mim. Não sou um dos melhores ferreiros que vocês já encontraram, mas o meu trabalho é bem melhor do que as armas que você pode encontrar nas lojas. – Caso ele quisesse ver uma amostra do meu trabalho, eu diria: – Não tenho nada de minha autoria aqui, me desculpe... Elas estavam sujas e um pouco desgastadas, por isso seria suspeito sair com armas desse jeito se eu posso pegar novas no QG. – Eu ouviria o que ele tivesse a dizer e responderia as pergunta de acordo.

– A minha janela de preços é bem pequena pra não ser muito abusivo, então eu peço entre dois a sete milhões dependendo do serviço. – Eu encararia com um sorriso de canto de boca e complementaria: – Isso seria o que um almirante ganha ao desintegrar navios piratas como o seu. Tudo o que eu estou pedindo é um valor que eu provavelmente ganharia se eu juntasse todas as recompensas nesse barco e os capturasse como todo bom marinheiro faria. Além do mais, estou pondo em risco a minha carreira ao fazer isso. Isso também inclui o valor por fora caso alguém venha xeretando e tente nos dedurar. – Ficaria em silencio para ouvir qualquer consideração e assim que tivesse a oportunidade, prosseguiria dizendo: – Escuta, se aceitar, eu passo a desviar caixas de recursos para o seu navio, com comida, medicamento e outras coisinhas, além disso, se requisitado, eu forjarei armas e entregarei junto desse carregamento. Se necessário, eu também posso “patrulhar” regiões, para que a marinha fique bem longe e vocês possam acessar pontos específicos, e não precisa se preocupar com pagamento agora, o exato valor será negociado e pagamento será efetuado assim que o serviço for feito. O que acha? Sócios? – Eu aguardaria uma conclusão por sua parte, negativa ou positiva, eu apenas diria: – Ah... Bem... Tudo bem então, te vejo depois... – Me voltando para onde estaria o bote. Só que eu não voltaria pro bote, ao invés disso, eu ficaria ali, em pé por alguns segundos, ou se me permitissem, segundos. Após isso, eu me voltaria novamente para eles e diria: – Sabe... Eu pensei bem e... Acho que se eu só capturasse vocês, a gente sairia ganhando, mas antes... Eu sugiro que vocês todos se rendam. – Se eles se negassem como de costume, eu iniciaria o combate.


Eu analisaria novamente todos na proa, me certificando de que nenhum deles tinha alguma coisa que pudesse atirar contra mim e que fosse me pegar desprevenido. Se esse fosse o caso, eu gritaria: – Kyo! Cuide dos atiradores! Por favor! – Em todo caso, eu seguraria a bolsa com as shurikens com a minha mão esquerda com firmeza e com a direita eu alcançaria e agarraria o máximo de shurikens o possível e as arremessaria contra quem estivesse mais perto, repetindo o processo o mais rápido que eu pudesse. Já que a minha mira não é uma das melhores, eu aproveitaria a curta distancia para dificultar uma possível esquiva ou bloqueio por parte de meu oponente. Se eles tentassem avançar contra mim, eu me afastaria, driblando-os e continuaria arremessando os projeteis contra quem estivesse mais próximo, diminuindo a quantidade para que eu pudesse arremessar com mais força.

  Se as shurikens não se mostrassem efetivas e um deles tivesse sucesso em se aproximar de mim, eu usaria meu conhecimento básico de como se usar uma arma e o conhecimento da estrutura delas para saber o seu alcance, assim, antes que ele se aproximasse o suficiente para conseguir me atingir, eu daria dois passos para cima dele e puxaria, com as duas mãos, a espada longa das minhas costas junto de sua bainha e lhe atingiria com um golpe na vertical, o mais rápido o possível e com toda a minha força. Sem perder tempo, eu o atingiria com uma joelhada na barriga e uma cabeçada bem em seu nariz. Em seguida, eu retomaria a minha estratégia de lançar shurikens contra os meus oponentes, tomando cuidado para não atingir um aliado.

Caso eu conseguisse diminuir os números, eu largaria a bolsa e sacaria a minha arma secreta, a espada curta: Gladius. Sacrificar minha defesa em troca de rapidez pode ser o que eu esteja precisando. Desde que entrei na marinha eu só estive andando com armas pesadas que limitam a minha movimentação, mas agora era a hora de eu me soltar e falando em soltar... Deixaria no canto tanto a espada longa quanto a bolsa de shurikens e quaisquer outros itens que carregava comigo. Estava prestes a tentar quebrar os limites que tinham sido impostos sob meu corpo. Estava feliz em tentar lutar até a ultima gota de energia que tivesse fosse derramada ali, pois estava mais feliz e confiante que nunca. Depois de anos sofrendo com perdas e buscando algo que me fazia tão mal, eu acordei e encontrei algo além desse sentimento de justiça. Algo muito além da minha própria compreensão e que eu nem sequer podia descrever. Mas eu sabia de uma coisa: que esse algo surgiu depois que eu conheci a Mayu, e por isso, agora que eu finalmente notei esse sentimento de origem tão humilde e de motivo tão nobre, eu não posso perder...

Com a Gladius em mãos, eu respiraria bem fundo, pois o que eu estava prestes a fazer estava fora de meus costumes. Eu poderia me lamentar depois, mas agora eu tenho que fazer o que eu vim fazer. Eu observaria com atenção e com o mesmo olhar analítico de antes e avançaria contra um oponente que ainda estivesse de pé e pararia antes de entrar no alcance de sua arma. Então, assim que o seu próximo ataque estivesse bem claro, eu o apararia e reagiria golpeando o meu oponente com toda a força em sua face. Eu prosseguiria agarrando seu ombro e repetindo o golpe diversas vezes, pisando em seu pé esquerdo com força e agarrando o topo de sua cabeça/cabelo para finalizar puxando-o para baixo, levando a sua face contra meu joelho.

Eu olharia em volta em busca de outro oponente, e assim que o encontrasse, eu avançaria contra ele a todo vapor, com a Gladius na minha mão direita. Em seguida, eu realizaria uma finta, bem na sua frente, para seguir com o meu avanço e terminar jogando todo o meu peso em uma estocada, fechando meus olhos e empurrando com ambas as mãos. Se o acertasse, eu giraria a espada para abrir o ferimento e... Afastaria-me pra tentar me acalmar depois disso...

Se em algum momento um dos meus oponentes demonstrasse ter uma daquelas habilidades misteriosas, eu saltaria pra longe e o observaria atenciosamente para que ele não me pegue desprevenido. Se Lars se juntasse a nós mais cedo, eu encerraria a negociação e iniciaria o combate mais cedo.  Se eles são tão bons quanto o vice almirante descreveu, eu tenho certeza que não conseguiríamos nos livrar deles tão fácil. Então eu voltaria pro canto onde havia deixado as minhas outras armas e tentaria descansar enquanto me re-equipo com elas.

Algo me diz que essa vai ser uma longa missão... Mas como eu disse antes... Ninguém vai me parar... E eu não vou perder...



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Última edição por gmasterX em Qui 10 Jan 2019, 21:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyTer 08 Jan 2019, 16:47


O Despertar(3)

-Primeiramente...- dizia em frase de entonação fria e com qualquer expectativa de ser algo positivo em relação a Lars, mas com certa satisfação a seu direito de resposta quase que afiada e sem qualquer empatia ou dó em seu coração além da completa frieza e qualquer outro sentimento que pudesse vir a se manifestar voluntariamente ou não em seu ser, continuava, -Pouco me importa o que você acha ou deixa de achar dos meus pensamentos, faço o que faço por que assim eu sou, e assim eu sou porque faço o que faço, nada mudará esse fato diga-se de passagem- finalizava então sua linha de diálogo.

-Segundo, sua falta de análise das pessoas é um grande problema, ou você acha que eu não percebi?- neste momento seus olhos frios se fixavam diretamente a ele, uma frieza absoluta de fachada que encobria muita raiva, que por si só estava bem oculta em seu coração, parecendo como se uma névoa fria e solitária encobrisse de forma mística uma tempestade furiosa e completamente sem controle.

-E por fim- dava então uma pausa dramática desta vez, sem uma linha de continuação, mas em seguida dizendo, -Terceiro...- agora dando enfim a linha de continuação de sua última derradeira e completamente fria fala estava por vir, mas antes um silêncio tomaria conta e por fim logo após diria, -Quem diabos é esse tal de Arko? Se vai colocar nome de pessoas que eu não conheço no meio, ao menos especifique primeiro quem são elas e o que aconteceu, do contrário não fará sentido algum- dizia finalizando toda ou qualquer fala ao qual pudesse dizer, poderia parecer estranho, de fato, algo assim acontecer, mas caberia a Lars descobrir o que isso queria dizer tanto quanto as outras duas coisas ao qual suas palavras diziam.

Por algum motivo, o lado oposto ao qual ficava sua marca, mais precisamente na parte de trás de seu pescoço, soava frio por algum motivo ao qual desconhecia, pegando um papel no seu bolso rapidamente o levava ao local desejado sendo este a parte de trás de seu pescoço, no entanto estranhamente o papel acabou se queimando após tocar em sua pele, parecia até mágica, o que o deixava confuso por alguns instantes sem saber o que tinha acontecido, voltando a si logo após.

-Raios, alguém ta me cutucando ai...- disse ele estressado, e então ao olhar para trás foi possível observar uma garotinha, dois segundos foi o tempo de reação naquele momento, onde ficou olhando para aquela criança, dando o benefício da dúvida e tentando entender o que diabos acabara de acontecer. -Sou obrigado a falar que não esperava por essa, aparecer do nada assim, mais alguém tá conseguindo ver isso? Que seja- finalizava.

Voltando um pouco ao assunto, era falado algo sobre tritões estarem ali também, sendo assim, parecia dar certa raiva no momento, mas ao se recuperar diria, -Tritões, tomem cuidado com eles, quando ele diz eletricidade, está falando na forma literal da palavra, sim, eles soltam eletricidade em seus corpos, já tive certo desentendimento com um certa vez e acabei entendendo isso da pior forma possível- finalizava então sua fala explicativa restando agora somente ações corporais.

“Hora de fazer uma baguncinha” Pensava por alguns momentos enquanto decidia o que fazer.

Então como combinado iria junto de G para o outro lado para negociar, chegando lá continuaria ouvindo tudo que tinham a dizer ambos os lados e então, caso chegássemos a uma solução onde nos deixassem entrar, assim o seria e seguiria G para dentro do navio, ainda sem jeito por não estar acostumado em tal momento ficaria um pouco travado, mas como nada precisaria falar, G poderia resolver isso em seu lugar naquele momento.

Não me esquecendo do combinado, caso não conseguíssemos entrar naquele local de forma pacífica e esta fosse a única forma naquele momento, seguiria a sugestão de G, onde assim que ele se virasse no ponto perfeito para ser agarrado para ser lançado para dentro do navio, assim o faria no timing perfeito e com a força suficiente para isto.

Voltando a sua situação, depois de fazer o que fez, era obvio que não veriam isto com bons olhos, de qualquer forma já estava impaciente, até que por fim resolveu abrir caminho até G, então em alta velocidade e em linha reta começaria a ir em direção ao navio acertando quem quer que fosse que estivesse em sua frente, desviando de qualquer que fosse que lançassem em sua direção tanto com rolamentos em solo, rasteiras e qualquer outra forma de esquiva que estivesse em seu arsenal, também aplicaria golpes em seus inimigos que aparecessem em sua frente enquanto isso. Procuraria algum tipo de escada ou algo assim para poder subir, agarrando assim suas mãos e se impulsionando para cima agarrando novamente em algum local seguro até chegar na borda posicionado encima para que pudesse subir, caso visse ser possível, optaria desde o início por impulsionar seu corpo de forma extrema para pular diretamente até a borda desde lá de baixo utilizando de toda a sua força para um grande salto misturado com sua habilidade em acrobacias.

Por fim do lado de cima entrando pacificamente ou forçadamente, ficaria próximo a G apenas prestando atenção a tudo a nossa volta, assim sendo caso dali tudo ocorresse normalmente, apenas seguiria a maré não fazendo nenhum movimento brusco e apenas observando, caso começássemos algum tipo de batalha ali, começaria indo para cima dos atiradores utilizando da estratégia a queima roupa com os mesmos, utilizando então de golpes com seus punhos inicialmente no primeiro mas não tentando o jogar para fora do barco, pois em momento oportuno caso houvesse mais de um ali colocaria o corpo daquele atirador em sua frente afim de o utilizar como escudo humano para forçar atirarem contra ele ou fazer com que parassem de atirar, onde caso acontecesse de não ser acertado fosse levando aquele escudo até chegar ao próximo atirado e então jogasse aquele escudo humano em sua direção tirando assim sua atenção para assim chegasse no próximo já utilizando de golpes pesados de boxe em todo o seu corpo repetindo assim a façanha até chegar no ultimo atirador e o impedir de mirar e acertar aliados.

Caso isto em seus pensamentos não fosse o suficiente para parar aqueles atiradores, optaria por ir de um em um utilizando de sua velocidade para desviar de seus tiros em zig e zag até chegar a curta distância entre eles e então utilizar de golpes de boxe para desferir golpes e em seguida utilizando sua força primeiro trataria de inutilizar suas armas os desarmando para em seguida os lançar fora do navio ou antes disto tratar de os golpear a ponto de desmaiarem para assim os lançar para fora do navio, também ficaria atento para os que pudessem ter armas de curta distância ou até mesmo utilizassem de seus punhos ou pernas/pés para lutar, contra esse tipo utilizaria velocidade para desviar para todos as direções possíveis atacando quando visse uma brecha.

Caso conseguisse cuidar de todos os atiradores, iriam em direção a G, onde daria suporte para o mesmo atacando todo e qualquer inimigo que se aproximasse inicialmente pelo chão prejudicando seu equilíbrio e logo após aplicando fortes golpes em seus corpos, e utilizando de grande velocidade para desviar de seus golpes até utilizando de movimentações acrobáticas. Devido a seu estilo de luta, onde seria de curta distância, caso visse abertura em todo ou qualquer inimigo ali, aplicaria golpes de pressão em alta velocidade nas mãos dos inimigos afim de os desarmar.

Caso não conseguisse dar conta de todos os atiradores, continuaria focado neles e indo de um em um em alta velocidade e aplicando golpes nos mesmos em alta velocidade e desarmando eles a força até que conseguisse resolver isto, mesmo que fosse demorar, assim sendo ficaria por conta de chamar suas atenções para que não mirassem em G os deixando assim ocupados.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyQui 10 Jan 2019, 22:12

Imperial Advent



Os marinheiros trocavam ideias, primeiras impressões eram passadas publicamente e satisfações pareciam ser tiradas. Kyo e Lars pareciam ter começado com o pé errado, mas aquela próxima missão certamente iria unir eles. Magnus conversava com a garotinha mas parecia que ela não compreendia o que ele estava falando, ficando com uma cara boba com o dedo indicador no canto da boca.

Kyo falava sobre os tritões, parecia que o marinheiro já tinha conhecimentos sobre algumas raças de tritões; A eletricidade citada por Charles era realmente eletricidade. Após isso todos embarcaram, excepto Xiomara e Charles; os marinheiros lentamente começaram a se aproximar do navio lentamente, felizmente para eles algum pirata havia esquecido da escada de corda no navio.

– Eu vim negociar! Apenas nós viemos até aqui, o resto do QG está ocupado! Eu vim fazer uma oferta. - os piratas imediatamente foram correndo na direção do navio onde os marinheiros estavam, apontaram umas lanternas mas apenas conseguiram er Kyo, Magnus e Lars - O QUE VOCÊS QUEREM? - gritou um dos piratas. - Escuta... Antes, eu tinha sido enviado até aqui em uma missão, então eu sei da situação de vocês, por isso eu vim aqui oferecer ajudar, mas tudo tem seu preço e por isso eu vim até aqui para formar uma troca justa que vá beneficiar nós dois. Eu só falo com o seu capitão. Não me leve a mal, mas conversar com um subordinado não vai me levar a nada. - o pirata ficou um pouco pensativo, parecia que não era a primeira vez que ele comprava de marinheiros corruptos - Ok. Podem subir. Mas o capitão não está aqui de momento, e o vice-capitão está… Indisposto…

Os marinheiros subiram e foram mais ou menos até ao meio do navi - Bom, fiquei sabendo da sua situação e decidir oferecer ajuda. A minha missão na verdade era só tomar conta do seu barco e levar voes todos mancinhos até o QG, mas visto que o meu salário não é lá grande coisa e que se vocês saíssem de onde vocês estão neste exato momento, vocês estariam caminhando às cegas na direção de milhares de ratoeiras gigantes, eu resolvi formar um trato. Um trato que vai garantir uma longa estadia do seu grupo nessa ilha sem nenhum incomodo ou contra tempo. O que acha? - o pirata claramente não parecia ser muito esperto, ele era bem o esteriotipo de grandão e burro. - Eeer… Eu acho que o capitão iria gostar… - ele e os restantes piratas concordavam quase que em sincronia - Eu estou falando de recursos, proteção e armas feitas por mim. Não sou um dos melhores ferreiros que vocês já encontraram, mas o meu trabalho é bem melhor do que as armas que você pode encontrar nas lojas.

Os “negócios” continuaram até Magnus começar a falar dos preços absurdos, os marinheiros já tinham ganhado bons minutos para o grupo de infiltração e a verdadeira luta já podia começar. Não demorou para um dos piratas começar a falar “é impossível confiar em marines”, sacando a sua arma e incentivando os restantes a fazer o mesmo. Uma luta ali começou e não era muito agradável para os piratas; Eles eram todos bem fracos e não eram páreo para os marines, que mesmo em desvantagem numérica conseguiam dar conta deles sem problemas, deixando-os nocauteados no chão.

Graças ao plano de Lars de passar manteiga nas solas dos sapatos, o convés estava escorregadio, infelizmente não só para os piratas mas também para os seus aliados, ainda que não tivessem sido alvos de nenhum dano do mesmo. Eventualmente o atirador que se encontrava no cesto do mastro principal acabou por acordar com o som de um alarme de um den den mushi, o navio parecia tremer com o som de todos os piratas no navio correndo no interior; Kyo não conseguiu ir em direção ao topo do cestro do mastro principal, deixando o atirador livre para disparar contra Lars e Magnus, acertando ambos no calcanhar esquerdo e, depois, Kyo no rosto pegando de raspão debaixo da bochecha direita.

Aquele parecia ser o único atirador em todo o navio, visto que todos os piratas que apareciam eram na realidade espadachins default, que também iam sendo tombados. Quando parecia que não viriam mais piratas viram 2 tritãs enguia idênticas bem baixinhas, com cerca de 1,45m de altura - Você fica com o da direita. Eu fico com o da esquerda - disse uma delas - Mas eu gosto mais do loirinho, Marnleen. - respondeu a outra tritã amuada. Marnleen (a primeira tritã) suspirou sorrindo e respondeu - Ok. Pode ficar com o loiro, Jennifer. - Elas começaram a caminhar na direção de Magnus e Lars, nesse momento Kyo que estava socando facilmente vários espadachins percebeu que o navio estava em movimento, se distanciando da ilha. Não parecia estar sendo empurrado pelo vento mas sim puxado por alguma coisa.

-Magnus! - gritou Mayu saindo do interior do navio e dando uma tripla bicudo em 4 piratas, usando as suas cabeças para chegar até ao seu companheiro. - Elas acharam o artefato, mas alguém achou o bote e destruiu ele. Elas agora estão lutando contra piratas no interior e me mandaram avisar vocês. Precisamos mudar de planos. - ela analisou o seu redor - A raposa achou algumas cordas no interior do navio que podemos usar para amarrar esses lixos por enquanto, após derrotarmos todos. - Marleen correu até ficar frente a frente com Magnus e Mayu - Posso pegar seu macho por alguns minutos, linda? Juro que não entrego ele inteiro. - enquanto isso a outra tritã corria atrás de Lars, rindo histericamente mas sem vontade de o atacar, parecia um gato correndo atrás de um brinquedo.








Considerações:
 
off: primeiramente gostaria de pedir desculpas por não ter respondido mais cedo e por "ignorar" boa parte do post de luta de vcs; como já avisei estou muito doente e sem cabeça para post; Vamos acabar essa adv com 25 posts mesmo. Kyo, como eu falei no post anterior, o atirador está no cesto no topo do mastro principal, até vc arrumar um jeito de tapar a visão dele ou subir até lá ele vai continuar dando tiro em vcs (embora não acerte muitos pq eu n to afim). Quem fala Kyo fala Ceji ou G, so falei kyo pq ele foi quem colocou caso para isso.
Essas tritãs são fortes, não vao derrotar elas no 1v1, muito menos com tanto pirata por ai. Boa sorte, ehnozes.[/quote]

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyDom 13 Jan 2019, 17:05

Cheiro De Morte - Parte I

Finalmente era hora de entrar em ação, e eu não via hora de terminar aquela missão de uma vez. Fazia muito tempo que eu não ficava tão desanimado para uma missão, tanto pela companhia, quanto pela localização e horário, tudo naquela missão parecia um saco. Desde o início eu já esperava que não fosse conseguir aproveitar, pelo peso de ter sido dada por um vice-almirante, além de ter uma ideia dos problemas de ações noturnas, mas o que mais fodia mesmo eram os inimigos. Eu havia concordado em ir para aquela missão pra tentar descontar um pouco, pra esquecer os eventos da missão anterior, mas fui surpreendido por uns oito ou nove bundões na patrulha? Pelo amor da divindade superior, como um bando com um monte de zé manés como aquele havia conseguido roubar um artefato da marinha?! Quer dizer, se o vice-almirante como se fosse um teste, isso significava que deveria ter caroço naquela fruta, mas eu ficaria extremamente outro se AQUILO fosse nosso desafio, porque só confirmaria o quão merda nós parecíamos na visão dele. Mesmo com todo o estresse, entretanto, havia um lado bom: ao menos aquela não era uma missão de ronda, e sim de ataque. Eu já havia tido minha cota completa de missões de ronda desandando, e não estaria nem um pouco afim de outra do gênero, nem que fosse dada pelo próprio almirante de frota.

Por mais que eu quisesse já chegar na porradaria, Gê tinha outros planos, planos esses que por incrível que parecesse estavam dando muito certo. Aquela era a segunda vez que o cara me surpreendia com suas aproximações, e eu tinha que dar muita moral pra ele, porque eu mesmo não conseguiria fazer aquilo tudo. Infelizmente, por termos sido vistos, eu sequer tive a oportunidade de tentar prender o barco com gelatina, mas depois de pensar um pouco transformar aquilo tudo era uma tarefa muito grande para alguém que mal havia recebido sei poder como eu, então talvez desse jeito tivesse sido até melhor, para evitar perda de tempo. Por melhor que fosse a interpretação do cara, entretanto, era inevitável que uma hora ou outra a conversa desandasse, ainda mais porque nos não havíamos vindo ali realmente para fazer tratos com eles; quando esse momento finalmente veio, nos já estávamos preparados. A batalha que se seguiu foi bem simples, em que, tirando por um tiro no meu tornozelo, se caracterizou basicamente como um massacre das forças piratas.

- Sigh - Eu suspirava de decepção ao confirmar a fraqueza daqueles inimigos. Eu nunca havia enfrentado adversários tão fracos, nem mesmo nos blues, e estava prestes a simplesmente parar de me esforçar tanto com a patinação só pra derrotar aqueles bostas, quando os verdadeiros inimigos apareceram. As duas tritãs, pelo que me foi descrito por Carlos e Manchinha, causavam um certo desconforto; a verdade é que eu nunca havia visto tritões até esse dia, apenas ouvido falar, e eu ouvia que eles eram grandes, não... Aquilo. As duas eram tão baixinhas que me fizeram realmente cogitar que o que tinha lido sobre havia sido escrito por anões, mas logo eu tive que cair na real: eu não poderia as subestimar daquele jeito, querendo ou não o vice-almirante havia indicado que elas eram perigosas, e naquele ponto tentar ir embora sem as enfrentar não era nem mais uma opção. Outro problema era que, agora sem bote, teríamos que usar o navio para retornarmos, então não seria bom causarmos muita destruição ali. Felizmente, eu tinha uma estratégia para acabar aquele combate rápido - RYO! - Eu gritaria ao sacar com brutalidade minha espada, para disfarçar o comando como grito de batalha, assim como Gê instruiu. Com aquele comando seguindo a tabela que Gê apresentou a todos, eu instruía todos a recuar junto de mim, com o objetivo de que nos reagrupássemos.

Pelo comando, eu recuaria em busca de algum caixote, barril, pedaço de madeira ou algo do género que existisse na parte posterior do navio aonde eu me encontrava; mantinha a ponta da espada sempre arrastando na madeira do convés após a sacar, com o intuito de transformar uma camada superficial em geleia de menta e ir a raspando com a espada. Uma vez que encontrasse o objeto que buscava naquela área do navio, pararia o recuo e aguardaria de guarda atenta para bloquear possíveis inimigos bostões espertinhos que viessem para cima. Com todos recuados, eu diria em tom baixo para que só eles ouvissem - Não questionem, eu tenho um plano. Peguem um pouco disso é passem no interior do nariz, e me defendam por alguns segundos enquanto eu faço algo aqui - E ofereceria a ponta da espada com a geleia de menta. Em seguida, confiando na defesa deles, me viraria para o item e iniciaria o uso da minha Akuma no mi. Caso não achasse nenhum item daquele tipo, eu cortaria um pedaço da parte interna da figura de proa ou um pedaço de uma beirola do navio, não importava, mas cortaria no maximo possível de pedaços do tamanho de pequenas formas esfericas de 10cm de raio. Meu objetivo ali era criar o maior número possível de duriãos, uma fruta espinhosa conhecida por ser a fruta mais fedida do mundo. Elas objetivamente estariam fechadas quando fossem transformadas, então seu cheiro não seria tão forte, ainda mais com o bloqueador de aromas improvisado feito com a geleia de menta, mas em pouco tempo essa não seria mais a situação. Caso fosse atingido pelo atirador durante o processo de transformação, eu tentaria fechar os olhos e fazer a mesma contagem de antes para tentar me acalmar e voltar ao processo - "Um, dois. Um, dois" - para terminar o mais rápido que pudesse. Caso fosse acertado por um espadachim bundao ou uma tritã, eu rapidamente mudaria meu foco é me viraria tentando desferir uma estocada no abdômen, e voltaria a contar e me concentrar na transformação caso o mesmo caísse ou se afastasse.

Uma vez encerrado o processo de transformar o máximo possível de duriãos possível, eu me levantaria e me poria de modo que as frutas ficassem levemente a minha frente, antes de gritar para chamar a atenção de todos, especialmente das tritãs - HEY! JÁ OUVIRAM FALAR DE "DURIÃO"? - E prosseguiria se visse que havia captado suas atenções - É UMA FRUTA BEM CONHECIDA PELO SEU CHEIRO - Um sorriso sádico se abriria em meu rosto - UMA PENA PARA VOCÊS, MAS NÃO TEMOS QUE JOGAR LIMPO SÓ PORQUE SOMOS MARINHEIROS! - E então pisaria em um dos duriãos, espalhando seu fedor pútrido pelo navio. Aquela fruta dos infernos possuía um odor quase insuportável de cadáver, matéria orgânica em estado avançado de decomposição, fezes, chulé, tudo misturado para gerar um fedor característico e extremamente poderoso. O fedor de um duriãos aberto é tão intenso que dizem que consegue atravessar paredes, e uma vez que eu começasse a pisar e quebrar outros, o cheiro cada vez mais intenso e insuportável possivelmente chegaria aos seus narizes mesmo que os tampassem. Nós provavelmente não estaríamos imunes ao cheiro, possivelmente uma pequena parcela dele ainda poderia ser sentida pelo nosso olfato, mas o fato de termos passado a menta diretamente nas narinas certamente faria o odor pútrido chegar deforma extremamente reduzida ao meu grupo. Quer dizer, a menos que alguém decidisse dar umas fungadas com força.

O meu objetivo com os duriãos era simples, fazer os inimigos se desnortearem com o cheiro. Eu não me surpreenderia se houvessem vômitos, nauseas, e até mesmo fugas por parte dos mais fracos mentalmente, mas desde que eu conseguisse reduzir o poder de combate dos meus inimigos com aquilo, mesmo que fosse por inutilizar o braço que usassem para tampar o nariz, já seria o bastante - HÁ! - Eu gritaria erguendo novamente minha espada, novamente usando os comandos sugeridos por Gê, dessa vez o de ataque, e partiria para cima das tritãs. Mesmo que elas estivessem debilitadas pelos efeitos do cheiro, o suposto choque que elas poderiam me dar ainda seria um problema. Pra evitar complicações, eu teria que manter minha espada pelo mínimo de tempo possível em seus corpos, além de ter certeza de impedir que me agarrassem. Eu iria em direção a mais próxima de mim, com a espada virada para baixo, visando acertar um rápido corte em arco, de baixo para cima, em seu corpo, na área mais vulnerável que conseguisse identificar; manteria um dos pés para traz e as duas mãos na espada para, caso fosse necessário, recuar puxando a arma para longe dela e evitar um choque. Me manteria tentando acerta-lá com golpes rápidos em arco sempre que identificasse aberturas, sempre preparado para um rápido recuo e sem muita exigência nas áreas alvo, excerto quando houvesse a oportunidade acertar seu braço livre, caso estivesse tampando o nariz, ou suas pernas, para limitar suas opções de movimentação. Caso ela tentasse realmente me atacar, não apenas desferir um choque, e fosse inevitável ser atingido caso tentasse recuar, ergueria rapidamente minha espada com o intuito de aparar o ataque. Caso aparasse com sucesso e percebesse que ela iria tentar transmitir uma onda elétrica pela espada, eu a largaria e sacaria outra espada, onde então aguardaria pronto para recuar ou lhe atacar, no caso de perceber que o choque havia acabado. Caso fosse atingido por um ataque convencional, tentaria pressiona-lo com a mão esquerda caso fosse uma ferida aberta e não por impacto, antes de prosseguir os ataques usando a mão direita livre fingindo usar o mesmo padrão de antes, mas preparado para desferir um chute na lateral do seu joelho, fosse para a derrubar ou distrair sua atenção, quando então desferiria um corte horizontal mirando seu ombro. Caso fosse atingido por uma descarga elétrica, eu tentaria me afastar dela com todas as minhas foças disponíveis para sair da fonte de eletricidade, quando então faria o máximo de esforço para rolar para longe da tritã, tentando ganhar tempo para me recuperar e conseguir me por de pé novamente; quando o fizesse eu rapidamente alongaria minhas pernas para garantir que não travariam, e correria em sua direção com a espada erguida acima de minha cabeça para, no último instante, saltar acima dela e, no lugar de um ataque com a espada, desferir um chute em sua boca com o pé pouco após a propulsão. Acertando ou não o chute, poria peso na parte posterior do corpo para girar verticalmente e fazer uma cambalhota com a espada erguida para cortar suas costas com a mesma antes de aterrissar novamente.

Ao mesmo tempo que lutaria com a primeira tritã, tentaria me manter atento também para o caso de outro inimigo, ou até a outra tritã, tentasse me atacar no meio do meu embate com minha oponente, quando então eu ergueria minha espada para deixá-la entre eu e o atacante, ao mesmo tempo que recuaria com um passo longo, na esperança do atacante ser burro e atacar sem querer minha oponente, quando então eu avançaria novamente com ou corte horizontal em arco visando atingir ambos. Caso o ataque ainda assim viesse em mim e eu bloqueasse, tentaria rapidamente empurrar o atacante com a lâmina para tomar uma distância mínima, quando então desferiria um corte de cima para baixo aproveitando a posição da espada usada na defesa. Caso conseguíssemos derrotar todos ali, eu mais uma vez rasparia o chão para criar a geleia de menta, onde então pegaria a mesma com a mão esquerda e, junto do resto do pessoal, partiríamos para dentro do navio, buscando Rin e Blossom. Encontrando as mesmas, caso ainda estivessem em batalha, tentaria aparecer de repente em alta velocidade e chegar com um salto desferindo uma estocada no inimigo mais próximo, com o intuito de derruba-lo enquanto entrava no meio da batalha. Caso conseguisse o fazer ou elas já houvessem terminado seu embate, esticaria minha mão direita com a geleia para elas - Passem isso no interior do nariz, o fedor vai diminuir - Diria, tentando convencê-las a passar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 9 EmptyTer 15 Jan 2019, 10:39

Beasts




Eu estava tão preocupado com o que podia dar de ruim enquanto subestimava as minhas habilidades, que acabei me esquecendo de que todo meu treinamento no passado tinha sido feito por algum motivo. Assim como dentro do QG, eu não tive nenhum problema fazendo o que eu queria, o que me deu uma sensação estranha de poder. Antes eu já estava bem animado, então talvez tenha sido isso que me ajudou... Ou eles só eram bem fracos mesmo... No fim isso não importa se eu puder simplesmente forçar a minha saída de forma bruta.

Com a lua coberta pelas nuvens do céu nublado, eu não conseguia parar de reparar em como conseqüentemente, todo o resto se tornava mais bonito. Talvez eu esteja à beira de um colapso mental, prestes a enlouquecer totalmente, mas aquilo meio que me acalmava. Até que, de repente, um disparo contra meu calcanhar. A calma subitamente se transformou em raiva e eu queria voar no pescoço daquele cretino, mas tentar alcançar ele no alto só me deixaria exposto... Ah! Mas que droga! Eu devia ter pensado nessa possibilidade antes... O que fazer... O que fazer... O que fazer... Eu deveria ter pensado em algo para caso isso ocorresse, mas agora é tarde. Meu calcanhar lateja. Não foi um tiro fatal, mas me incomodava a ponto de atrapalhar o meu pensamento. Logo agora que jurava estar pronto para a próxima leva de inimigos.

Os inimigos vinham e vinham e eu já não me sentia tão pronto quanto antes, e para desandar ainda mais o plano, Mayu surge com apenas más noticias, junto de duas criaturas rosa gêmeas que não me pareciam amigáveis.

– Não se preocupe, focarei nisso assim que estivermos seguros. Agora precisamos acabar com esse povo. – Eu sussurrei. A pequena rosada demonstrava uma certa maldade em suas palavras, mas a sua postura era  bem agressiva. O que me lembra de como Del Rosa havia me explicado que no mundo só havia as mulheres loucas e as vadias loucas ... E pela descrição que ele me deu... Ela se encaixaria no grupo das “vadias loucas”. O que me deixou bem receoso de lutar contra ela.

- Posso pegar seu macho por alguns minutos, linda? Juro que não entrego ele inteiro. – Ele disse, se dirigindo a Mayu.

– Tem certeza que vai me querer por inteiro? Posso ser muita areia para você. – Eu diria, retrucando a sua investida. Eu estava pronto para lutar, mesmo sabendo a eletricidade que foi citada seria um grande problema. Até que, em meio a minha concentração, eu ouço um grito. Aquilo ressoava em meus ouvidos e fez com que os músculos de meu rosto se contraíssem quase que automaticamente. Um sorriso ficara estampado em minha cara. Um sorriso bobo e mais descontraído do que nunca. Eu estava extremamente feliz por uma das minhas idéias terem sido usadas numa missão. Eu sabia que a Mayu entenderia na hora ou até mesmo bem antes de mim e por isso eu a encararia com aquele sorriso e um olhar de “me siga”.

Eu guardaria a Gládio que estava comigo e em seguida, sacaria a espada longa. Deixando bem claro a minha intenção de ataque, eu me posicionaria como se estivesse preste a atacar e saltaria em sua direção. Daria um único impulso para evitar cair que nem os outros piratas. Não sabia muito bem o que o Lars tinha feito com o convés, mas eu poderia usar aquilo para me mover pra longe dela. Meu plano magistral consiste em fingir um ataque contra a minha atual oponente e deslizar para perto do Lars usando o convés escorregadio. Por isso, eu começaria prestando atenção em seus movimentos. Assim que estivesse a uma distancia considerável, eu seguraria a espada longa com apenas a minha mão esquerda e sacaria um punhado de shurikens da bolsa e as arremessaria. Claro, me manteria atento a contra ataques e bloqueios de sua parte. Se ela tivesse sucesso em me acertar diretamente, eu fecharia minha guarda e cerraria os meus dentes para agüentar o choque que estava por vir e tentaria de novo. Se ela não esquivasse e também não atacasse durante aquele meio tempo, eu a atingiria com uma cabeçada bem em seu nariz. Se tivesse sucesso em tirar ela do meu caminho, eu me jogaria no chão e deslizaria como havia planejado.

Se conseguisse chegar perto de Lars, eu me manteria atento a movimentação da dupla dinâmica. Parecia que ele tinha um plano, pois ele não era alguém de ordenar um reagrupamento sem um bom motivo. Então eu ouviria e faria como me fora dito, mantendo minha guarda a todo o momento. Sacaria a espada longa em minhas costas e buscaria interceptar os avanços das gêmeas seguindo o mesmo estratagema de antes. Claro que daria prioridade à segurança de meus companheiros e prestaria atenção no terreno escorregadio, por isso eu apenas defenderia os seus ataques e contra atacaria se tivesse a oportunidade. Com toda certeza eu receberia uma grande quantidade de dano e eu estava de acordo com isso, tinha meus companheiros e aliados para tomar conta de mim caso eu tivesse que me deitar no campo de batalha. Então não tenho nada a perder e por isso eu posso dar 100% de mim nessa luta.

Aquilo seria trabalhoso, já que havia inimigos perigosos no convés e um atirador posicionado para me punir a qualquer vacilo. Por isso eu tentaria manter-lo dentro do meu campo de visão para que, assim que ele se expusesse para travar a mira no seu alvo, eu tentasse alvejar-lo com duas shurikens. A minha mira não é a melhor de todo o east blue, por isso eu temo que apenas uma shuriken possa simplesmente ser esquivada ou até mesmo errar o alvo. Com isso, havia apenas três possibilidades, sendo que a primeira nos deixa num cenário sem o atirador, enquanto a segunda e a terceira me forçam a derrubar aquele cara na marra. De qualquer forma, se ele ainda estivesse lá no alto, eu gritaria o comando de defesa “Ko!” para que talvez o marinheiro Kyo pudesse me cobrir. Então, eu não perderia tempo e tentaria relaxar pra executar a primeira etapa da minha técnica nova Shangri-la e assim, se tivesse sucesso, poder usar toda a minha força para o meu próximo ato.

O que eu faria em seguida era algo bem simples, eu avançaria até o mastro onde estava pendurado o caralho. Seria uma tarefa difícil, já que o mastro tinha que ser firme e grosso o suficiente para segurar uma pessoa no alto, por isso, eu não acho que um único golpe o derrubaria, e também não tenho tempo a perder tentando cortar o mastro inteiro fora. Por isso, eu tentaria chegar ao mastro e atingir-lo com a minha técnica Shangri-la na horizontal, e prosseguiria usando a minha técnica Seijaku no lado oposto, se fosse necessário, para causar ainda mais dano na estrutura. Ela não usa tanta força quanto à outra, mas eu tenho certeza de que não me permitiriam usar-la novamente, já que provavelmente teria chamado a atenção do atirador e talvez até mesmo das gêmeas cor de rosa. Então eu atacaria mais algumas vezes, com toda a minha força restante e o mais rápido que eu pudesse, para que o mastro ficasse o mais fragilizado o possível. Em seguida, para finalizar, eu usaria o que eu tinha aprendido sobre a luta nas ruas e aplicaria toda a técnica por trás de um agarrão e um bom arremesso para tentar trazer o mastro pra baixo, abraçando o mastro e aplicando força para trás num puxão que usa os músculos dos glúteos, pernas e costas.

Se não tivesse sucesso ou tomasse bastante dano, eu buscaria um canto onde pudesse respirar um pouco e repensar a minha estratégia. Já que eu sei que estou mais forte, mas não tenho certeza se conseguirei cumprir uma missão tão ridiculamente absurda. Sei que não era pra ser algo humanamente possível nesse curto período de tempo, mas é a única coisa que eu consegui pensar.

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Técnicas possivelmente utilizadas:
 

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Última edição por gmasterX em Qua 16 Jan 2019, 11:51, editado 1 vez(es)
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