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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptySex 17 Ago 2018, 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyQua 12 Dez 2018, 22:56

Ira - Parte Única

Naquela noite molhada, dentro daquele círculo de fogo verde, eu me perguntava o que havia feito de tão errado para a missão chegar aquele ponto. No início nós tínhamos preparo, nos rinhamos um plano, nós tínhamos números... E tudo isso foi ralo abaixo graças ao trabalho em equipe de dois. Talvez se houvéssemos trabalhado melhor em conjunto aquilo tudo não tivesse acontecido, mas não era como se a culpa fosse só nossa. A missão que nos foi passada fora de impedir a fuga de Arko, mas a partir do momento que houve um ataque ao QG, era para as forças do mesmo serem mobilizadas, e eu não via Beto e nem o vice-almirante em nenhum lugar. Era quase como se eles estivessem pouco se fodendo para o que acontecia e estivessem deixando tudo para nos cuidarmos. Eu não era fachineiro de ninguém, e estava cagando pra se algum outro criminoso fugisse, afinal, se não era problemas deles também não era meu. Se eles viessem reclamar, iriam falar com as paredes, porque não era meu trabalho lidar com um ataque com apenas meia dúzia de gatos pingados enquanto os um capitão e um vice-almirante vagabundeiam por aí.

Bom, olhando o lado positivo daquela situação toda, ao menos consegui entender melhor aquele poder estranho que havia recebido. Minha tática de distração havia dado certo, e o chão realmente havia virado chiclete para prender Angel, me dando a chance de ferir seu outro braço e a desmaiar. Legando em conta tudo o que eu havia feito, conseguia tirar três conclusões. Primeiro, meu poder permitia transformar coisas em comida. Não criar, transformar. Segundo, eu precisava de alguns segundos para fazer a transformação, segundos esses em que eu precisava visualizar bem a comida. Terceiro, eu transformava com minha espada; não sabia se conseguiria o fazer com as mãos ou outros itens, mas a transformação sempre acontecia ao redor do mesmo ou, talvez, em uma área delimitada. Por mais que em primeira instância transformar coisas em comida parecesse um poder bem merda, varias ideias cobriam minha mente enquanto pensava em diversos usos diferentes para aquela Akuma no mi. Eu nunca havia ficado tão satisfeito de ter aprendido a cozinhar quando naquele momento, porque senão aquele poder seria quase inútil. Digo, olhando de forma geral, o poder não era tão bom quanto o de Angel, que conseguia controlar chamas degenerativas, mas ao menos não era algo tipo a "fruta da harmonia", então até que não havia sido tão ruim.

Depois de Angel, claro, era vez de Arko, e nada melhor pra parar um fujão do que o cercar para fazer ele se sentir impotente. Como eu esperava, a radical foi rápida - Arf, arf, arf - Respirava forte depois de gritar com Arko. Eu não sabia até que ponto aquilo era por causa da suposta doença ou se era só cansaço comum, mas ao menos eu não estava tão fraco quanto antes. Eu estava feliz por aquela missão ter finalmente se encerrado, mas infelizmente o alívio durava pouco - NÃO!! SEU FILHO DA PUTA!!! - Gritava cheio de fúria ao ver Arko partindo o pescoço de Angel com o pé. Eu nunca antes havia passado tão rápido de alívio a raiva quanto naquele momento; depois de todo o esforço que eu tive para não matar a moça, aquele filho da puta simplesmente... Minha vontade era de arrancar os dentes do desgraçado da porrada, e até tinha avançado contra ele, mas os marinheiros que o haviam algemado foram mais rápido, desmaiando-o. Bater nele desacordado não adiantaria, e tudo o que restou para mim foi cair de joelhos totalmente perplexo. Eu havia prometido a Max que capturaria Angel com vida, mas justamente o cara que ela era apaixonada e havia vindo salvar, foi quem lhe tirou a vida. Com um misto de raiva, pena, tristeza e impotência, eu finalmente entendia porque o irmão de Angel havia dito que Arko não valia nada, e entendi da pior maneira possível.

Por algum tempo eu havia ficado ali, prostrado no chão molhado, de cabeça baixa e socando o chão. Se dependesse de mim eu teria ficado ali, mas feliz ou infelizmente os outros marinheiros tinham seu trabalho a fazer, e eu fui levado para tratar meus ferimentos. Eu não sabia, na realidade, que ferimentos eles pretendiam tratar, no pior dos casos eu deveria ter ralado o queixo, mas minha motivação para não colaborar já tinha se esvaído, e tudo o que era possível ver enquanto eu me levantava para os seguir era um olhar morto e distante, como que tentando buscar algum sentido naquilo tudo. Por mais entristecido que eu estivesse, entretanto, esse sentimento rapidamente foi dando novamente lugar a raiva conforme eu via aquela figura noiva se aproximando. Vice-almirante Charles. Se ele estivesse aqui, defendido o QG como um bom vice-almirante, a morte de Angel poderia ter sido evitada, aquela situação toda poderia ter sido evitada. Eu sabia que o que estava fazendo era transferir a culpa, mas naquele momento isso não importava, eu só buscava um catalisador para minha raiva depois da contenção de Arko, e aquele cara encaixava direitinho - Ei, que porra é essa? - Dizia, após ouvir seu discurso sobre atacar um navio pirata, mesmo que tivesse que segui-lo - O que diabos seria tão importante a ponto de você não poder vir proteger um QG de um ataque? Se você estivesse aqui.... Se você estivesse aqui... - A Angel não teria morrido. Ao menos era isso que eu queria dizer, mas algo dentro de mim me impedia. Talvez eu soubesse lá no fundo que não era verdade, que eu estava apenas tentando arranjar desculpas para não ter conseguido manter ela viva como prometi - AaaaaAARRGGHH - Dava um grito pra dentro, seco e oco, dividido entre me conter e extravasar. Por mais que eu estivesse fluindo de raiva, meu olhar vago e trêmulo deixavam bem claro que a raiva não era dirigida a ele, era uma raiva pela minha própria impotência, era uma raiva de culpa. Ser muito sincero sempre foi um problema meu, e naquele momento eu entendia que isso não se estendia somente a palavras, mas também aos meus verdadeiros sentimentos, que ficavam nítidos por cima das palavras e desculpas que proferia.

Sem dizer mais nenhuma palavra, eu corria. Não me importava para onde, desde que fosse para longe dali, escondendo uma lágrima solitária que vazava dos meus olhos. Aquela lágrima não era de luto por Angel, claro que não; eu sequer conhecia ela o suficiente para ficar triste por sua morte. Aquela lágrima, aquela raiva, era por eu ter falado, falado e falado sobre ajudar Max, e não ter conseguido cumprir a única coisa que havia prometido a ela. Por algum tempo eu fugia pelos corredores confusos do quartel general, até perceber que correr por aí não adiantaria de nada. Em um impulso de ficar sozinho, me dirigiria a qualquer lugar em que pudesse me trancar, fosse um armário de vassouras, fosse um box do vestiário, fosse algum quarto, e lá me sentaria. Eu estava acostumado a sentir raiva, mas aquilo... Era diferente, até eu mesmo sabia que precisava me acalmar, senão não conseguiria sequer falar com Max. Me ajeitando na maneira mais confortável que conseguia, eu começaria a reduzir a velocidade da minha respiração aos poucos - "Um, dois. Um, dois." - Eu começava a contar as respirações e inspirações para tentar me concentrar e não deixar aquela cena retornar a minha cabeça. Aos poucos desligaria os sentidos em contato com o exterior, apenas concentrado em minha respiração - "Um, dois. Um, dois." - Eu me manteria lá, concentrado, até ter certeza que havia me acalmado. Poderiam se passar segundos, minutos, talvez até mais de uma hora, mas assim que percebesse que aquele turbilhão de sentimentos havia se acalmado, voltaria à realidade tão lentamente quanto sai, e então iria em busca de um banho e de trocar o uniforme sujo.

Embora ainda estivesse com culpa por não ter conseguido evitar a morte de Angel, eu precisava, agora mais calmo, dizer isso para Max. Eu sairia de onde quer que tivesse me trancado e partiria pelo QG e arredores em sua busca. Uma vez que a achasse, me aproximaria da mesma de cabeça meio baixa - Max, eu preciso falar com você - E é tão respiraria fundo, tomando coragem - Eu sei que prometi capturar Angel, mas... Não consegui. Arko a matou quando ela foi imobilizada... Me desculpe - Eu sabia que a relação de Max com ela não era lá muito boa, mas eu pretendia capturar ela pra fazê-la admitir sua falta de relação com o resto da família, e agora isso não era mais possível. Caso ela ficasse triste com a notícia, mais uma vez eu me desculparia, mas caso ela levasse numa boa ou me agradecesse por ter ficado do lado dela, levaria a cabeça e diria, após um suspiro - Ao menos para algo eu fui útil... - E prosseguiria, após uma pausa - Se... Precisar de algo, sabe quem chamar - Enquanto um sorriso melancólico levemente se formaria no canto direito da minha boca, e então me afastaria após me despedir. Caso, em sua busca, descobrisse que algo havia lhe acontecido, correria em sua direção - Max!! O que houve?!? - Questionaria a ela ou outros ao redor caso caso ela estivesse incomunicável. Caso ela estivesse acordada e apenas ferida ou algo do género, perguntaria como ela se sentia após lhe dizer sobre Angel. Caso ela estivesse desacordada mais passasse bem, relutantemente iria embora para falar com mamais mais tarde, quando despertasse.

Terminando com Max, era a vez de falar com seu pai, irmão de Angel. Lembrando dele ter me dito que marinheiros atrapalhavam o fluxo da loja, e como eu não estava indo lá a trabalho, trocaria a camisa padrão pelo meu colete do vestuário casual; manteria a calça e sapato por questão de facilidade, e então seguiria à loja. Eu esperaria ele atender todos os clientes para, assim que estivesse livre, eu o abordar - Com licença, lembra de mim? Eu sou o marinheiro que veio aqui mais cedo - Diria, esperando ele se recordar. Caso ele não me reconhecesse, eu daria mais algumas informações sobre nosso encontro, senão seguiria direto ao ponto - Eu... Tenho uma notícia pra te dar - Diria, com a melancolia voltando e me virando para ficar de costas para o balcão, de cabeça meio baixa. Era mais difícil falar isso para ele do que para Max, pois ele era o irmão de Angel, certamente havia passado por muitas coisas com ela, por mais que Angel houvesse se afastado com o tempo e lhe dado aquela cicatriz. Rapidamente reuni coragem, e falei antes que desistisse - Angel foi morta por Wormsor Arko. - Proferiria com os olhos forçadamente fechados, quase esperando algo. A voz saia limpa e formal da minha boca, quase que tentando dar um ar de impessoalidade para o ocorrido que eu desejava que houvesse, mas sabia que no fundo não ajudava muito. Caso ele pedisse mais informações ou algo do gênero, como questionar o ocorrido, diria - Foi após a contenção dos dois... Arko foi até ela, que estava caída, e pisou em seu pescoço... Provavelmente queria impedir que informações que ela possuía sobre ele fossem reveladas... Eu... Me desculpe, eu havia dito que a capturaria com vida, mas não fui rápido o bastante para o impedir. Eu entenderia se me odiasse, ou quisesse me bater... - Minha voz aos poucos iria entristecendo, até retomar um pouco da postura no final. Em qualquer momento, caso ele quisesse ou fizesse menção de me bater, diria - Vá em frente. Se realmente quiser me bater, isso não sai daqui. Eu posso não entender a sua dor, mas entendo como quer descontar em algo - Meio que como um ato de empatia, mas secretamente eu queria que ele me batesse. Talvez isso me fizesse sentir menos culpa por não ter conseguido cumprir a promessa, por isso me manteria sempre de prontidão para o golpe. Caso ele quisesse saber todos os detalhes, assim eu o contaria.

Após encerrar com os dois e de mente mais leve, era hora de me preparar para a missão de Carlos. Eu sei que havia o confrontado, mas havia sido em um momento de crise emocional... Eu esperava que isso não me comprometesse. Talvez eu tivesse que pedir desculpas, mas isso ficava para depois. Eu me arrumaria com o uniforme condizente e procuraria Rin - Me desculpe pelo sumiço, eu estava resolvendo alguns problemas... Pra acalmar a cabeça. Aliás, está tudo bem com você? Parecia deprimida da última vez última vez que te vi. Quer dizer, não que eu esteja em condição de falará algo, mas... Enfim - Diria, e ouviria o que ela tivesse para dizer. Após isso, lembrando de como Gê havia tentado me abordar antes do meu surto, o procuraria - Hey, desculpa por antes. Eu... Não estava muito bem. O que queria comigo aquela hora? - E, após ouvir o que ele tinha a dizer, responderia - Olha, eu não tive tanto contato com ele pra já tirar uma conclusão. Ele parece lutar decentemente, mas não conseguimos trabalhar em equipe muito bem. Mas bom, isso foi falha minha também. Aliás, mudando de assunto, sabia que eu ganhei um poder de uma akuma no mi? São umas tais frutas raras da Grand Line que dão poderes a quem as come em troca da habilidade de nadar ou algo assim. Um vice-almirante que conhecia meu avô ou algo do género me deu uma... Mas não vou dizer o poder fácil assim. Da próxima vez que lutarmos juntos eu te mostro - E então seguiria para terminar de me aprontar, me equipando com minhas armas e em busca de um suposto ponto de encontro, ou ao menos de me reunir com todos que iriam comigo
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Última edição por Ceji em Qui 13 Dez 2018, 23:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyQui 13 Dez 2018, 04:07


A escuridão em vossos corações(2)

Aos poucos enquanto tudo aquilo acabava, sua visão ia lentamente clareando ao seu redor, conseguia sentir por alguns momentos um som de leve que o incomodava e então por alguns segundos perdia o equilíbrio dando alguns passos desengonçados, não o suficiente para chegar a cair, mas logo em seguida recobrando o equilíbrio. Ainda com uma respiração ofegante agora parado no lugar, olhava para cima, mais precisamente para o céu enquanto o avistava, a calmaria após a tempestade, era o que aquilo parecia significar, porém, nada disso tinha relação a ele, ao contrário para falar a verdade, sua cabeça ainda sofria de turbulentas sensações.

-Então é isso? Não vai mais voltar é? Tenho que fazer tudo nessa merda mesmo, vou pegar aquilo que tiraram de nós- dizia com uma voz um tanto quanto selvagem e cheia de obscuridade enquanto seus olhos pareciam queimar em um azul nunca visto antes e cheio de ódio, neste momento utilizando um de seus pés viraria seu corpo e então em seguida voltaria para junto das outras pessoas aliadas a ele que ali estavam, incluindo aquele ao qual estava lutando junto a ele.

E então, passo a passo, começava a andar em suas direções, enquanto isto dava leves tapas em suas roupas mesmo que de nada adiantasse, afinal, estavam lutando na chuva, a cada passo, seus olhos azuis passavam sobre o ar fazendo pequenos traços quase imperceptíveis, mas brilhavam com uma considerável intensidade e então voltavam a se apagar parcialmente por alguns momentos até voltar ao normal.

Sua feição naquele já havia mudado, e mudou ainda mais um pouco ao ver Arko novamente, -Arko... você não para de me decepcionar, deveria ser eu a enterrar meu pé em seu pescoço por sua audácia de nos fazer presenciar tamanha idiotice, ou até mesmo te fazendo agonizar pela eternidade...- neste momento uma rizada em seu canto da boca apareceria por alguns instantes, continuando, -Mas infelizmente, tenho outros assuntos para resolver-.

Dizia enquanto se aproximava de Lars, e então estando lado a lado pararia por alguns momentos, momentos estes que seriam o suficiente para dizer, -Cozinheiro de cabelo loiro, trocarei algumas palavras com você depois, e com aquele seu amigo também, assim que eu acabar de fazer algumas coisas- dizia enquanto se espreguiçava e adentrava para o Quartel General da marinha, lá dentro, primeiramente iria ao banheiro ou algum lugar em que pudesse se lavar, jogar uma agua em seus cabelos, trocar suas roupas, e outras várias necessidades básicas, finalizando colocando seus equipamentos em seus devidos lugares, passaria então pela ala médica, onde pediria a algum médico para checar como estava o seu estado corporal além de fazer isso ele mesmo, então indo em seguida após acabar de se arrumar completamente para se encontrar com o restante daqueles ao qual ele havia posto seus olhos.

Ao ver todos reunidos, diria, -Encontrei vocês, vou direto ao ponto, precisarei recuperar algo que tiraram de nós, e quando digo nós falo de mim, e quando o fizer, reunirei uma equipe, vocês provavelmente nunca ouviram falar de mim, então sem mais delongas... Kyo Fullbuster, conhecido também como Ira Celeste, antes de nós irmos, tenho um assunto para resolver, que é exatamente o que eu disse antes, volto em alguns minutos- dali caminhava em direção a sala do comandante daquele Quartel General, chegando lá sem fazer cerimonias, abriria a porta, e então ao ver o mesmo diria, -A minha parte já está feita, quero aquilo que tiraram de mim-, era o que ele diria caso encontrasse o líder daquele Quartel General em sua sala, caso não encontrasse sairia perguntando até que o pudesse encontrar, e então diria as mesmas palavras, começando assim a resolver aquele problema, além de tal dialogo continuaria, -Espero resolver logo isso pois irei recrutar algumas pessoas, e isso é crucial para que eu consiga o fazer- continuaria lá até que chegasse a um consenso e tudo que tivesse acontecido com ele fosse revertido e resolvido, e então ao fim disto sairia do local voltando assim para o local onde os demais estavam reunidos.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptySex 14 Dez 2018, 16:31

Imperial Advent



Os marinheiros se sentiam mal com o final da luta; seja pela atitude de Arko ou a indiferença do vice almirante. Já Magnus, no interior da prisão, se sentia aliviado e feliz por ter derrotado a garotinha com a ajuda de Mayu.
--Cozinheiro de cabelo loiro, trocarei algumas palavras com você depois, e com aquele seu amigo também, assim que eu acabar de fazer algumas coisas- disse Kyo para Lars, infelizmente ele parecia perdido nos seus pensamentos e não respondeu. O marinheiro de cabelos azuis decidiu se lavar para resolver os seus assuntos pendentes.
Magnus corrigia a fala de sua companheira e parecia que um certo clima pairava no ar.- – Mayu... Enquanto eu estava lutando, eu me lembrei de uma coisa e gostaria muito de lhe perguntar algo… - a garota estava ajudando alguns marinheiros caídos a se levantar para receber ajuda médica. Ela olhou para ele, porém continuou a ajudar - Por que?... Err, n-não que eu esteja insatisfeito e n-nem que eu não goste de você, é claro, e-eu não gostodevocê s-sóporquevocêébonita e-euachovocêmuitointeligenteforte e-e g-gentil e-e e-euachoquevocê... s-sabelidarmuitobemcom a-aspessoas a-a suapresençaéagradávelo s-seucabeloécheiroso e-e serbonitanãoéumproblema j-jáquevocêémuitomaisqueum r-rostinhobonito e-e...Eu só... Queria saber... Desculpe se eu disse algo de errado… - O rosto da garota começou a ficar corado, sua boca estava semi-aberta, claramente ela estava sem palavras, mas com um sorriso no canto do rosto.

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Como ela estava sem palavras para responder Magnus, o marinheiro se retirou, dando a desculpa de que iria ajudar os outros. Magnus viu que não pareciam precisar da sua ajuda, visto que ele não tinha conhecimentos médicos para socorrer, então foi até Lars que se encontrava no exterior da prisão - – Finalmente terminamos! E ai? Estão se sentindo bem? Alguém precisa de uma carona até a enfermaria? - mas Lars ignorava completamente a presença de Rin e de Magnus, saindo disparado em direção ao QG, sem um rumo definido. Rin olhou para Magnus e, com um tom bem trêmulo ela disse - Eu acho que vou atrás dele… - e começou a correr, porém, a meio do caminho parou e olhou para trás, na direção de Magnus mas sem conseguir olhar nos seus olhos - Por favor ajude a outra marinheira… - então saiu correndo novamente.
Quase que imediatamente, um grupo de marinheiros começou a gritar por socorro, havia uma marinheira muito magoada. Era Max. Ela mal conseguia respirar e os seus olhos começavam a deixar de reagir à luz. Magnus imediatamente foi prestar socorro à marinheira para a carregar até a ala hospitalar do QG. O estado da garota era realmente crítico, o seu corpo havia sido levado ao limite e parecia que não aguentaria muito mais. Sem ter mais o que fazer ali para ajudar, Magnus foi até ao banheiro para se lavar.
Enquanto isso, Lars havia entrado num armário de limpeza e se fechado lá por uns instantes, refletindo e sofrendo com os acontecimentos recentes, com a finalidade de se recompor. Ao fim de alguns minutos, escutou alguém bater na porta. Era um bater gentil - L-Lars? - era a voz de Rin - Lars, está tudo bem? - perguntou a garota. - Me desculpe pelo sumiço, eu estava resolvendo alguns problemas... Pra acalmar a cabeça. Aliás, está tudo bem com você? Parecia deprimida da última vez última vez que te vi. Quer dizer, não que eu esteja em condição de falará algo, mas... Enfim- disse Lars. Rin, esfregando as mãos uma na outra de uma forma nervosa disse - Lars eu preciso da sua ajuda… Eu fiz algo muito errado… - estava claro que ela estava em choque - A garota do cabelo estranho está muito mal e a culpa é minha. - A imagem de Max veio de imediato à cabeça de Lars. O marinheiro saiu de rompante do armário e Rin, assustada, disse que o mais provável é que ela já estivesse na enfermaria.
Lars foi imediatamente para a enfermaria, onde Max estava ligada a algumas máquinas, especialmente a uma que fazia ela respirar. Lars percebeu que Rin não conseguia olhar por muito tempo para a marinheira, era claro que alguma coisa havia acontecido. Um enfermeiro que estava tomando conta de Max aproximou-se de Lars - Ela está estabilizada. Agora só nos resta esperar e rezar. O seu corpo foi levado ao extremo durante a luta e os golpes que sofreu no peito não estão ajudando. Porém o enfermeiro não falou para Lars nem para Rin, mas sim para alguém atrás deles. Se tratava do pai de Max.
-A minha filha é uma mulher forte. - disse o homem baixo - Eu sei que vai sobreviver. - O homem passou por Lars, como se nem o reconhecesse, ele aproximou-se da sua filha e sentou-se perto dela. -  Com licença, lembra… - o homem interrompeu respondendo - Sim. Lembro muito bem. Não precisa contar o que aconteceu com a minha irmã, já estou a par de tudo que aconteceu. - a sua voz tinha um tom de raiva, mas não era muito claro para quem ela era dirigida - Por favor… Preciso de um momento com a minha filha. - O homem tirou um livro e começou a ler. - Há muito tempo atrás, existiu uma princesa que perdeu tudo… - o enfermeiro fez questão de tirar educadamente Lars e Rin da ala hospitalar.
No lado de fora, uma mulher muito bonita nos seus 40 anos, vestida com um vestido roxo e um cachecol de peles entrou correndo na enfermaria, ela era a mulher que estava na foto de família que Lars havia visto mais cedo naquele dia. Ela tinha um ar muito preocupado, mas não dirigiu uma palavra a nenhum dos marinheiros, na realidade ela parecia não ter muito apreço por eles. Rin olhou para o chão e uma lágrima caiu o seu rosto; a garota se encostou na parede e foi caindo até ao chão, sentando-se nele com os joelhos no peito - Eu estava socando um pirata quando alguém veio me atacar pelas costas… Eu não sabia que era ela, apenas reagi e soquei o seu peito com toda a força. - ela enfiou a sua cabeça entre as pernas, segurando o choro - Ela estava sendo controlada por aquela garotinha… Eu não quero ser expulsa da marinha...
Magnus estava no refeitório quase degustando um curry de frango com uma aparência deliciosa quando Mayu, com o cabelo molhado, se sentou ao lado dele - Hey… - disse ela um pouco corada - Eu estive pensando no que você falou… - A garota desviou o olhar - Eu acho que você é um homem legalesimpaticoelegalecorajosoeforte… - ela estava tão, ou até mais, nervosa que Magnus quando ele havia ido falar com ela anteriormente - O que eu quero dizer é… - Ela olhou nos seus olhos. - É que… - ela não conseguia falar, então decidiu tomar uma atitude, beijando o rosto de Magnus bem perto dos lábios.

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Antes que pudessem fazer alguma coisa para além, Lars e Rin entraram no refeitório, indo na direção deles - Hey, desculpa por antes. Eu... Não estava muito bem. O que queria comigo aquela hora? - perguntou Lars. Antes que Magnus pudesse dar uma resposta direita Kyo, após tomar o seu banho e receber tratamentos médicos básicos, aproximou-se deles e se apresentou oficiamente - Encontrei vocês, vou direto ao ponto, precisarei recuperar algo que tiraram de nós, e quando digo nós falo de mim, e quando o fizer, reunirei uma equipe, vocês provavelmente nunca ouviram falar de mim, então sem mais delongas... Kyo Fullbuster, conhecido também como Ira Celeste, antes de nós irmos, tenho um assunto para resolver, que é exatamente o que eu disse antes, volto em alguns minutos - e então ele se retirou.
Kyo entrou no escritório do capitão Beethoven, mas quem estava sentado na secretária era o vice almirante, sorridente como sempre - A minha parte já está feita, quero aquilo que tiraram de mim. Espero resolver logo isso pois irei recrutar algumas pessoas, e isso é crucial para que eu consiga o fazer - o vice almirante tirou um arquivo de uma gaveta e começou a ler - Kyo “A Ira Celeste” Fullbuster… É uma pena a marinha ter rebaixado a sua patente, mas não pense nisto como um roubo ou uma humilhação. Pense nisto como uma forma de mostrar para as pessoas acima de você que você merece o seu título. - o vice almirante pegou numa folha e começou a ler ela. Era um relatório que falava do baixo desempenho de Kyo na luta contra o membro do grupo do supernova. - Eu não posso dar a sua patente novamente, infelizmente o que o capitão Beethoven prometeu não pode ser cumprido… - Ele se levantou e começou a rasgar o papel em pequenos pedacinhos - Mas posso fazer com que isto nunca tenha acontecido. Sua imagem já não está mais “suja” nos registros da marinha, mas terá de subir novamente até a sua antiga patente.






Considerações:
 
off: só no fim do post que eu me liguei na piadinha do Lars sair do armário :wing2:
Btw, durante o caminho da enfermaria até ao refeitório, vou deixar vc falar com a Rin da forma que quiser.

____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyTer 18 Dez 2018, 15:43

Missão Especial - Parte I

Aquela, sem duvida, havia sido a missão que mais havia me afetado desde que eu havia entrado na marinha. Por todo o meu percurso neste instituição horrorosa, todas os trabalhos não passavam de, bom, trabalhos; havia sempre uma distinção bem forte entre minhas tarefas pessoais e profissionais, e mesmo na minha primeiríssima missão, onde fui mandado com Rin para uma missão suicida e está quase foi morta, eu havia sentido mais raiva do que qualquer outra coisa. Essa missão, porem, havia sido diferente. Eu envolvi meus próprios objetivos na missão, eu fiz uma promessa com Max, eu criei um vínculo com a mesma e a pus na missão, e no final isso serviu apenas como um tiro no pé. Agora, graças a essas decisões incrivelmente idiotas eu estava ali, sem saber se chorava, se me auto-esfaqueava, se esfaqueva Arko... Mas, mesmo com esse turbilhão de sentimentos, eu sabia o que realmente teria que fazer: Me acalmar e informar Max e seu pai sobre o ocorrido. Dessa vez, com o profissionalismo que deveria ter tido desde o início.

Mesmo já estando mais calmo, não houve tempo de descanso, e logo uma voz familiar me chamou do lado de fora do armário onde havia me trancado. Rin parecia tensa como quando a vi antes de surtar, e a revelação do motivo logo fez meus músculos se tensionaram novamente. Algo havia acontecido entre Rin e Max, algo que, pelo tom da minha companheira, não parecia nada bom. Era possível notar a ansiedade e apreensão no meu olhar, assim como para onde iria, naquele instante que mais pareceu uma eternidade. Segui para a enfermaria com uma corrida de passos curtos e tensos, uma parte de mim tinha medo de chegar lá e descobrir o que havia acontecido com Max, de ver que as consequências daquela missão havia sido piores do que eu imaginava. Mesmo assim, eu sabia que não podia fugir, não dessa vez. Eu já não havia conseguido manter a promessa que fiz a ela, o mínimo que podia fazer era tentar ajudá-la de alguma forma, de qualquer forma, e para isso eu não podia me amedrontar pelo que ainda sequer havia visto.

Ao ver Max, porem, percebi que aquilo era exatamente o que eu temia. A garota estava ligada à várias máquinas, inclusive em um respiradouro, e era claro até para um idiota como eu que a situação era grave. Por mais que Rin houvesse me dito que era culpa dela, eu não conseguia imaginar como ela poderia ter feito aquilo, uma vez que os ferimentos pareciam mais o resultado de inúmeras batalhas. Por alguns longos segundos me encontrei encarando o corpo de Max agarrando-se a vida, sem conseguir processar aquela informação, muito menos reagir. Em pouco tempo o pai da garota chegou, já a par da morte de sua irmã, para ficar ao lado da filha. Por mais que eu quisesse permanecer ali, que eu também temesse pela vida da jovem, eu sabia que o homem sofria muito mais, ele precisava daquela espaço, e eu tive que me contentar por ser apenas um companheiro de trabalho que a conheceu a algumas horas... Eu não queria sair, claro, mas sabia que aquela era uma situação delicada, e por mais abusado e inconsequente que eu fosse, eu entendia que pai e filha precisavam um do outro, assim como a mãe que chegava um pouco depois.

Mais uma vez eu me sentia inútil, mais uma vez eu não havia conseguido proteger alguém que eu havia decidido proteger, mas dessa vez havia sido alguém realmente importante, o que deixava tudo pior. Olhando para minhas mãos de cabeça baixa no corredor, me pus a pensar no poder que havia recebido daquela fruta estranha; do que adiantava ter recebido um poder sobrenatural se ele não me ajudava a proteger meus companheiros? Por mais que fosse um poder útil com uma pitada de criatividade, transformar coisas em comida não era um poder que me ajudava no que realmente era importante. Ele não servia para salvar ou ajudar as pessoas, não servia para capturar criminosos perigosos, não ajudava sequer para melhorar meu poder de luta, então para que ele servia? Por mais que este poder houvesse me ajudado a derrotar Angel, o mérito havia sido mais meu do que daquela coisa, o resultado teria sido o mesmo de uma forma ou de outra. Eu tinha raiva de mim mesmo, e o arrependimento me dominava por ter decidido comer aquela maldita fruta, enquanto minha mente, a mil, pensava em várias coisas que eu poderia ter feito para evitar aquele desfecho. Um poder ofensivo teria me permitido terminar a luta antes e ir ao resgate de Max, um poder de cura teria me permitido acabar com seus ferimentos, mas comida? Infelismente agora já era tarde demais, e tudo o que eu poderia fazer era esperar e rezar por sua recuperação.

Balançando a cabeça para espantar os pensamentos depressivos e "e se?"'s, novamente me dei conta que havia alguém no recinto certamente pior do que eu: Rin. Ficar me lamentando naquele momento não ajudaria de nada, e mesmo que eu não tivesse como consolar Max, Rin também precisava de ajuda, e eu não queria deixar ela daquele jeito justamente porque sabia como era sentir culpa. O problema era... O que havia acontecido entre as duas? Eu sabia que Rin ficava muito violenta e agressiva em combate, mas eu também sabia que mesmo naquele estado ela nunca atacaria propositalmente um companheiro, o sendo de justiça dela a impedia, mesmo quando alterada. Nas vezes que eu a havia visto daquele jeito ela sempre ia pra cima de criminosos, e quando não haviam esse tipo de inimigos, sempre dava preferência a descontar em objetos. Eu nunca havia a visto batendo em aliados, muito menos marinheiros, e a reação dela deixava claro que não havia sido algo proposital - Eu estava socando um pirata quando alguém veio me atacar pelas costas… Eu não sabia que era ela, apenas reagi e soquei o seu peito com toda a força. Ela estava sendo controlada por aquela garotinha… Eu não quero ser expulsa da marinha... Dizia ela, aos prantos. É claro, a garotinha que estava controlando os marinheiros, considerando o quão cansada Max ficou depois de abrir aquelas grades, não me surpreendia que ela não havia conseguido lutar contra o controle. Não era culpa de Rin, e eu não conseguia ficar ali vendo ela se torturando por causa de uma coincidência infeliz. Rapidamente cortaria um pequeno bloquinho do canto do chão visualizando um pedaço de chocolate, e, com este na mão, abraçaria Rin - Por favor, para de ficar se culpando. Aquilo estava fora do seu controle, então, por favor... - E então me sentaria do lado dela - Toma, come um pouco e respira - Diria, oferecendo o chocolate - Rin, eu te conheço a um bom tempo, e sei que você nunca machucaria de propósito um companheiro. Muitos outros soldados acabaram na mesma situação por causa da tática barata dos invasores, os verdadeiros culpados. Além do mais, se fosse eu no seu lugar, provavelmente Max estaria bem pior... - Diria, tocando de leve no cabo da espada Então levante a cabeça e pare de se culpar, por favor. Você tem a força e senso de justiça que eu não tenho, por isso eu te admiro tanto, e também é por isso que eu posso dizer isso com certeza: -Ergueria a cabeça e olharia em seus olhos, com a mão direita pousada em seu ombro - Rin, a culpa não foi sua - Diria com firmeza, mas não de forma dura.se ela ainda estivesse preocupada com a possibilidade de ser expulsa mesmo outros soldados tendo estado em situações parecidas, tentaria responder com uma piadinha, para tentar aliviar o clima - Eu já dei uma voadora em um superior e destrui propriedade da marinha, eu já teria sido expulso a muito tempo se fosse assim - Enquanto um sorriso tímido se formava no canto do meu labio, esperando que ela fosse se sentir melhor.

Após consolar Rin e a chamar para comer algo, me dirigiria ao refeitório, onde mais uma vez via curry. Pegaria um prato e sentaria na mesma mesa que Gê, para discutir o quem ele queria falar comigo anteriormente - Caralho, eles só sabem fazer Curry nessa ilha? Assim eu vou enjo_ - Me interrompia então, sentindo o gosto do curry - Oporra, não é que isso tá bom? - E então engoliria o mesmo - Caralho, eu acho que nunca comi um curry tão bom, parece até que restaurou minhas energias. Tô precisando ver com o cozinheiro essa receita - Após me acalmar pelo impacto do prato e me concentrar novamente no motivo de ter sentado ali, questionei Gê para discutirmos. Quer dizer, eu ia fazer isso, mas Manchinha chegou já entrando na roda como se fosse alguém especial. Eu não nego que fiquei confuso com o que ele falou, isso na verdade estava bem claro na minha expressão, e foi só ele sair para que pudesse comentar isso com Gê - ...Esse cara é autista ou algo do género? Eu não vou nem rir, porque pode ser doença - E daria uma pausa, para o caso de ele querer comentar também, e depois mudaria de assunto -Emfim, eu decidi que vou na missão que o Carlos, digo, o vice-almirante indicou. Depois disso tudo, eu estou precisando distrair a cabeça com algo. Rin, recomendo o mesmo. Gê e Mayu, vem também? - Perguntaria, uma vez que seria importante saber quem viria comigo na missão. Depois de verificar quem iria comigo, reveria com eles os detalhes dados sobre a missão - Bom, Carlos disse que a missão será invadir um navio pirata que roubou um artefato do governo é recuperar o mesmo. A missão parece que ocorrerá pela noite. Mais informações provavelmente saberemos na hora.

Após resolver com eles sobre a missão, minha curiosidade já estava saltando pela boca. Eu realmente precisava ver com o cozinheiro sobre a receita do curry, e por mais que quisesse ajudar Rin a de algum modo se distrair do problema com Max, ela teria que esperar um pouco, afinal, o cozinheiro poderia não estar mais ali se eu voltasse depois. Eu procuraria a entrada da cozinha e andentraria na mesma, mesmo que precisasse abrir caminho com minha patente de Tenente. Lá eu questionaria em busca do cozinheiro chefe ou o que tivesse melhorado a receita em comparação com a com o curry anterior que eu havia comido ali. Chegando no tal cozinheiro, questionaria - Foi você que alterou a receita do curry? - E, em caso positivo, continuaria, com um sorriso de animação - Cara, caralho, acho que esse deve ser um dos melhores currys que já comi. Como Marine desse QG eu preciso te parabenizar muito, mas como cozinheiro eu me sinto obrigado a perguntar o que fez na receita. Se importaria de compartilhar comigo? Ou ao menos me dar uma ideia geral? Eu não pretendo ficar nesse QG pra sempre, e seria ótimo conseguir fazer pratos revigorantes como esse, hahahaha - Caso ele se recusasse a compartilhar eu suplicaria - Ah, qualé! Pra terem feito essa quantidade, significa que mostrou pros outros cozinheiros como faz, não? Porque comigo não pode mostrar? Por favor, eu compartilho algumas receitas minhas se quiser... - E se ele aceitasse, com ou sem súplica, daria um tapinha em suas costas - Valeu, fera, sabia que você era gente fina - Com um sorriso. Com ele tendo optado por me ensinar, eu observaria com atenção e, se possível, procuraria alguma folha ou bloquinho para anotar. Tentaria absorver o maximo possível de informação e, caso ele achasse necessário que tentasse na prática, seguiria as instruções dele para a produção do prato que fosse. Depois da minha aula com o cozinheiro, sairia da cozinha, após agradecer o mesmo, a procuraria algum lugar onde pudesse ver as horas. Caso estivesse próximo do horário da missão, eu iria rapidamente tomar uma ducha, ajeitar o uniforme, pegar minhas armas e seguir em busca do resto do pessoal para me reunir com eles para receber mais informações sobre a missão. Caso ainda faltasse algum tempo, chamaria Rin pra um passeio pela cidade para distrair, possivelmente dando uma olhada em alguns estabelecimentos e/ou comprando petiscos, até que, quando faltasse pouco tempo, voltaria ao QG para tomar a ducha e arrumar o uniforme e armamento para ir em busca dos outros. Uma vez reunidos, esperaria Carlos ou um intermediário passar as informações da missão, para sabermos quem era o bando pirata, onde estava o navio, informações sobre os criminosos e possivelmente informações sobre o item roubado, para sabermos o identificar para trazer de volta em segurança. Não negava que estava animado, afinal era a primeira vez que eu atacava um navio pirata, mas ainda pensava um pouco na situação de Max, então não era a animação que eu teria normalmente.  
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Última edição por Ceji em Seg 21 Jan 2019, 21:11, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyTer 18 Dez 2018, 22:19


A escuridão em vossos corações(3)

-Vice Almirante, certo? Aceitarei o que o senhor acabou de fazer, mas não por ser algo que eu aprove ou até mesmo desaprove, é mais pra ver no que isso vai dar- Abria em seguida uma risada de canto a canto de sua boca, em sua mente aquilo parecia ser o início de um desafio, reconquistar algo que ele já tinha, por mais que se sentisse no dever de pegar aquilo de volta, mesmo que desse algum tipo de trabalho, o ar de desafio tomava conta de si. Erguia um de seus braços levando até seu cabelo e então dava algumas mexidas e logo após parava.

-Então que assim seja, pelo visto não tem muito o que se possa fazer quanto a isto, a não ser seguir em frente, e bater em alguns piratas e foras da lei- Dizia enquanto estralava levemente seu corpo e abria a porta, mas antes de sair diria, -Já ia quase me esquecendo, depois destes acontecimentos estranhos, sugiro seja feita uma vistoria em toda a ilha, vai que tem mais alguma coisa estranha- após isto fecharia a porta voltando então a caminhar pelos corredores daquele Quartel General.

Sua visão ainda que por alguns momentos ficava turva, sua cabeça doía com certa intensidade, sua respiração acelerava e desacelerava com certa frequência, seus nervos pareciam muitas vezes estar pressionados como se estivesse fazendo força em seu corpo, talvez fosse algum tipo de reação de alguma coisa, ou até mesmo um possível despertar primário de sua primeira personalidade, ao parar bruscamente seu corpo e de alguma forma controlar sua respiração acabou por normalizar a situação em que se encontrava em seguida voltando a andar.

Mantendo as mãos em seus bolsos se aproximava de Lars e Magnus enquanto dizia, -Pelo visto... isso não vai ser tão simples de resolver- finalizando procuraria se sentar em alguma cadeira próxima a eles enquanto sua atenção se mantinha sobre eles, provavelmente por sua curiosidade ainda o estar corroendo bastante, então já em algum lugar apenas esperando ordens para ser dado início a missão diria, -Agora que as coisas se acalmaram um pouco e o conflito foi resolvido, quem são vocês?- perguntou friamente e de forma brusca, mas como não se importava com a resposta que iria receber vinda daqueles que ali estavam, independente do que escutasse ali se acomodaria até que fossem chamados para a nova missão.

Enquanto permanecia em espera, seus olhos pareciam pesados, como se estivessem acumulando grande ódio se sabe lá porque, e enquanto isto sua feição se mantinha fria em um misto de frieza e ódio volátil, literalmente. Em certos momentos chegava a sentir sono, mas rapidamente voltava ao normal, seus braços se mantinham cruzados enquanto esperava.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyQua 19 Dez 2018, 18:12

Feeling nice




O QG finalmente estava em paz de novo. Bom, pelo menos eu achava... Com a poeira da agitação da batalha finalmente se dissipando, eu finalmente pude ver os feridos que estavam esperando por socorro onde eu estava relaxando. Pergunto-me se o eu de um tempo atrás estaria no chão junto dos outros soldados.

Os médicos estavam bem ocupados e pouca gente havia morrido, mas tinha uma sensação estranha no ar. Por um motivo ou outro, todos estavam agindo de forma incomum e de alguma forma eu parecia se o culpado... Bem... Não tem como ser pura coincidência todo mundo se negar a falar comigo enquanto fazem essas expressões esquisitas. Hm... Será que eles viram e-eu... Ah não! Pense Magnus! Não faz sentido eles ficarem chateado por causa dela... Ou tem? Tá... Vamos pensar nisso depois.

Tudo acaba bem quando termina bem... Né? Era o que eu queria dizer, mas as coisas não correm da forma que eu quero. Maximilliam se machucou demais por estar sendo controlada. Ela fez a sua parte e nos ajudou bastante ao arrancar aquelas barras da pare..de.. Espera um pouco, parando pra pensar, ela podia ter me matada facilmente... H-Hahah... Esse lugar vai me deixar maluco logo logo... Enfim, eu acabei ajudando a levar-la a ala médica para ter seu tratamento. Sinto que ela exagerou demais e por isso ela acabou se tornando uma vitima de sue próprio erro, mas eu não posso culpar-la, já que eu entendo o seu sentimento de querer ajudar de qualquer forma. Eu só espero que ela fique bem, se não eu vou me sentir mais culpado por ter lutado contra ela naquela hora.

Deixando o stress de lado, tava na hora de encher o bucho, e nada melhor pra encher o bucho do que curry! Pensando bem... Depois das historias do DelRosa sobre como o cozinheiro do QG dele andava com uma panela na mão, catando coisas do chão e de como ele nunca ia ao banheiro, eu espero que ao menos esteja gostoso... Bom, eu esperava. Mayu finalmente resolveu falar comigo, e talvez ela estivesse envergonhada por ter que lutar comigo naquela hora ou seja lá o que deu nela, mas ela realmente estava estranha demais pro meu gosto... Eu ainda estou bem confuso sobre o que ela disse e... Tinha suspeitas... E minha expectativa era que ela fosse me contar algo com a minha pergunta mais cedo... Só que eu acabei perdendo o controle da situação...

- Hey… – A sua expressão estava que nem daquela vez. Será que...

–Hm?– Murmurei quase que involuntariamente.

- Eu estive pensando no que você falou… – Ela estava pensando cada vez mais no que fala. Essa hesitação está me matando... Será que ela finalmente se cansou de mim!?!?! E-Ela vai me deixar?!?! Faz sentido! Quero dizer, eu estive a incomodando sobre esse assunto, e agora ela provavelmente deve estar de saco cheio! Não! Deve bem pior... Ela deve ter encontrado outro parceiro! Mas espera um pouco... Porque eu estou me preocupando? Ela mesma me disse que isso tudo era só uma brincadeira pra ela! Eu não acredito que me deixei levar! Eu já sabia o que estava esperando!

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- Eu acho que você... -

– Hm!?!

-... é um... –

– HMMMMM?!?!?!?!?!

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- ...homem legalesimpaticoelegalecorajosoeforte… -

–Ah... Bem... Eu to meio sem jei-

– O que eu quero dizer é... –Ela prosseguiu, e com seu olhar ela conseguiu abaixar minha guarda.  Um truque perspicaz da parte dela. Mesmo eu tendo noção do que ela estava fazendo, eu não conseguia resistir.

- É que…

E nesse ponto eu já estava achando que ela queria me dar um ataque do coração ou me surtar com toda essa demora pra falar, mas quanto mais eu encarava o seu rosto corado, mais eu me convencia de que ela não estava mentindo, e no fundo eu sentia que isso era terrível, até que ela se moveu. Ela se aproximou e roubou um beijo.

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Confesso que o sue beijo acabou me desnorteando. Por algum motivo ela não mirou minha bochecha e nem e-err...Os lábios.... Assim como o seu ultimo beijo, o que pra mim era estranho e fofo ao mesmo tempo.

Quando eu achava que tinha perdido, ela deu sua cartada final e me reconquistou com aquele sorriso tímido. Toda a razão que eu tinha se esvaia. Eu não entendia mais o que eu estava sentindo. Era um sentimento de vergonha, só que eu queria mais e mais, e enquanto eu sentia vontade de me encolher e me esconder em vergonha, eu me sentia leve e solto.

De repente, Lars e Rin se aproximaram e aos meus olhos eles tinham uma aura angelical, como dois messias que vieram me salvar.

- Hey, desculpa por antes. Eu... Não estava muito bem. O que queria comigo aquela hora?– Ele proferiu

–... – Não conseguia falar, parecia que a Mayu havia me enfeitiçado. Tentei juntar forças para fazer-lo, mas antes que conseguisse, o outro marinheiro

- Encontrei vocês, vou direto ao ponto, precisarei recuperar algo que tiraram de nós, e quando digo nós falo de mim, e quando o fizer, reunirei uma equipe, vocês provavelmente nunca ouviram falar de mim, então sem mais delongas... Kyo Fullbuster, conhecido também como Ira Celeste, antes de nós irmos, tenho um assunto para resolver, que é exatamente o que eu disse antes, volto em alguns minutos.

–...

- ...Esse cara é autista ou algo do género? Eu não vou nem rir, porque pode ser doença – Lars comentou

–A-Ah... – Dei uma pausa e limpei minha garganta. – Bem, não conhecendo ele afundo.. É bem provável que sim, mas talvez não devêssemos julgar ele dessa forma... – Daria um sorriso cínico. Mesmo achando isso, Lars tinha um ponto. Ele usou o plural quando se referiu a ele mesmo e ainda apontou esse fato.

-Emfim, eu decidi que vou na missão que o Carlos, digo, o vice-almirante indicou. Depois disso tudo, eu estou precisando distrair a cabeça com algo. Rin, recomendo o mesmo. Gê e Mayu, vem também?– Ele perguntou. Eu então encarei minha companheira e respondi. – Por mim tudo bem, mas... O que você acha Mayu?– Dando uma pausa logo após para que ela pudesse responder. Se ela não desejasse se juntar a missão, eu diria: – Bem, eu até gostaria, mas eu prometi que não deixaria mais ela sozinha. – Se ela aceitasse ou estivesse indecisa, eu olharia pro relógio e diria: – Claro que sim! Qual é a boa?

- Bom, Carlos disse que a missão será invadir um navio pirata que roubou um artefato do governo é recuperar o mesmo. A missão parece que ocorrerá pela noite. Mais informações provavelmente saberemos na hora.

–Certo, só preciso fazer umas coisinhas e daí eu me encontro com vocês. – Responderia, aproveitando a deixa pra me levantar.

–Agora, se me permitem... – Eu diria, me retirando.

Primeiro, eu passaria no meu quarto e deixaria tanto Aldebaran quanto Ichinose junto de minha mochila.  Com menos peso no meu corpo, eu partiria pra obter equipamento para a missão. Se fosse como em Shells, eu me aproximaria do responsável e com um sorriso, eu diria: – Olá, eu preciso de uma espada curta romana, uma espada longa e qualquer arma de arremesso que você tiver ai junto de uma bolsa, por favor. – E me despediria, agradecendo. Se não houvesse um responsável pelo armazém, eu apenas procuraria pelos itens. Se eu tivesse todos os itens em mãos, eu apenas partiria, mas se não pudesse pegar um ou dois itens, eu voltaria pro quarto e agarraria Ichinose. Se não obtivesse todos os itens, eu voltaria pro quarto, só que dessa vez, eu pegaria tanto Ichinose quanto Aldebaran.

Eu ainda precisava fazer algo, e por isso eu partiria direto pro Hell’s beer e procuraria pelas gêmeas. Ao encontrar-las, eu bateria continência e diria: – Marinheiro Magnus Se apresentando, senhoritas. – Eu relaxaria um pouco. – Como havia prometido, o assassino do senhor Jacquin foi encontrado e neutralizado. Tenho certeza que isso não chega nem perto do que vocês queriam, mas eu prometi que não deixaria o culpado sair impune. – Eu daria uma pausa. – Além disso, eu queria oferecer algo a vocês. – Eu puxaria minha Agnis junto de sua bainha e a entregaria a uma das gêmeas. –Princesa do fogo, Agnis. Minha primeira criação depois de me juntar a marinha e a que eu mais usei. Ela carrega todo o suor e sangue que derramei até hoje. Eu sinto que vocês a merecem mais do que eu. – Eu daria um grande sorriso e finalizaria dizendo: – Obrigado por confiarem em mim... Vejo vocês mais tarde – Saindo do bar.

Em ritmo acelerado, eu retornaria pro QG e procuraria por Mayu e a aguardaria, se ela não estivesse pronta, para no fim, acompanhar-la até encontramos com o Lars e o Kyo.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyQui 20 Dez 2018, 20:36

Imperial Advent



-Vice Almirante, certo? Aceitarei o que o senhor acabou de fazer, mas não por ser algo que eu aprove ou até mesmo desaprove, é mais pra ver no que isso vai dar - disse Kyo para Charles, mas o homem simplesmente abria mais o seu sorriso- Então que assim seja, pelo visto não tem muito o que se possa fazer quanto a isto, a não ser seguir em frente, e bater em alguns piratas e foras da lei.Já ia quase me esquecendo, depois destes acontecimentos estranhos, sugiro seja feita uma vistoria em toda a ilha, vai que tem mais alguma coisa estranha - antes que Kyo pudesse sair o vice-almirante sentou-se na secretária e respondeu - Levarei isso em conta, jovem marinheiro… Espero contar com um bom desempenho na missão que passei.

Lars não conseguia deixar de se sentir culpado com tudo que havia acontecido com Max e pelo seu estado atual, mas ele percebeu que Rin se sentia muito pior e que precisava do seu apoio. As suas palavras fizeram com que a garota se sentisse menos culpada, embora ainda tivesse claros sinais de remorso. - Eu já dei uma voadora em um superior e destrui propriedade da marinha, eu já teria sido expulso a muito tempo se fosse assim  - disse Lars sorrindo timidamente. Rin, ainda com a cabeça entre as pernas parou de chorar e começou a rir um pouco - Você realmente aprontou quando entrou na marinha. - Ela limpou as lágrimas do rosto e se levantou.

No refeitório Magnus passava por um turbilhão de sentimentos, na sua cabeça o pior o esperava mas parecia que Mayu aceitava os seus sentimento. -  ...Esse cara é autista ou algo do género? Eu não vou nem rir, porque pode ser doença - comentou Lars após Kyo sair, Magnus logo respondeu - A-Ah… - talvez ainda atrapalhado por ter sido interrompido numa situação “ruim” - Bem, não conhecendo ele afundo.. É bem provável que sim, mas talvez não devêssemos julgar ele dessa forma…

Lars explicou a missão que havia recebido do vice-almirante para Mayu e Magnus - Por mim tudo bem, mas... O que você acha Mayu? - perguntou Magnus para a sua companheira no fim. Mayu parecia um pouco nervosa, era claro que não era com a missão mas Lars não conseguia dizer ao certo o que era, Rin tinha um sorriso bobo no rosto ao ver a reação de Mayu, mas a garota de cabelos azuis acabou por falar sorrindo - Parece que o dever chama.

–Certo, só preciso fazer umas coisinhas e daí eu me encontro com vocês. - disse Magnus se levantando.  - Agora, se me permitem… - e então ele se retirou. Como ainda havia tempo até a missão, os marinheiros decidiram aliviar um pouco a cabeça antes de voltarem à ação.

Magnus se dirigiu ao armazém para pegar uma nova arma, no processo encontrou o capitão Beethoven com roupas sociais e um ar bem cansado - Gostaria de dar os parabéns pelo bom trabalho na prisão. Peço desculpa por não ter ajudado muito, mas a minha presença foi exigida em outro lugar. - o homem tossiu para limpar a garganta - Bem… Estou tirando o resto do dia para descansar, aquela maldita doença me pegou desprevenido, mas ainda bem que o encontrei. Não sei se o avisaram, mas eu pedi que o promovessem para tenente graças ao seu desempenho na prisão, parece que muitos marinheiros o viram e gostaram do seu desempenho. - o homem tinha um sorriso no rosto, era como se estivesse orgulhoso de Magnus. - Mas bem, preciso ir andando ou ela me mata. - Após isso Magnus foi até ao bar onde Jacquin era chef para dar um presente para as suas filhas que a receberam com carinho.

Enquanto isso Lars foi parabenizar o cozinheiro do refeitório e pediu que ele lhe compartilhasse os seus segredos. O cozinheiro era um homem muito grande e gordo, com uma barba de respeito e de uma linda cor avelã, com um sorriso o cozinheiro ensinou tudo que sabia sobre nutrição para Lars, um ensinamento que durou algumas horas. Após isso, o loiro foi com a sua companheira dar um pequeno passeio pela ilha, comendo churros pagos por Rin, o tempo estava agradável embora um pouco nublado. Quando o sol parecia começar a descer voltaram todos para o QG e se prepararam para começar a missão. Encontrando-se na entrada do QG, o grupo que havia recebido a missão esperava pacientemente por Charles, que acabou por chegar mais tarde junto de uma mink raposa vestindo um terno, ela tinha um rosto bem contente e tinha a estatura de uma criança.

-Estou feliz por ver todos vocês estão dispostos a participar dessa missão! - disse o vice-almirante - Essa aqui é a agente… - antes que ele pudesse acabar de falar ela o interrompeu rindo - O MEU NOME É BLOSSOM, É UM PRA-ZER CONHECER VOCÊS! - o vice-almirante fez cafunés na cabeça da agente para que ela se acalmasse - Ela vai guiar vocês até ao navio pirata e ajudar a identificar o objeto. Ela não é muito boa em lutas, então esta missão vai servir para ajudar ela a melhorar as suas capacidades de combate. Alguma questão?







Considerações:
 
off: nesse periodo que o kyo esteve “afk” vou deixar vc ir comer e pegar armas se assim quiser para não perder mais um post com isso visto que não deu para colocar a sua interação com eles. Essa post saiu bem frustado pq deu tela azul e perdi a vontade de postar de novo por ter perdido o post.
Não se se ficou claro, mas quem tá é Kyo, Lars, Rin, Magnus, Mayu, Charles e Blossom. Qualquer coisa já sabem.

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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Última edição por Cubo Nito em Dom 27 Jan 2019, 12:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptySab 22 Dez 2018, 19:02

Let the party begin!




Eu não sei se houve algum momento em minha vida onde eu estive mais feliz do que neste exato momento, mas toda a felicidade que eu sentia nesse momento seria algo inesquecível, pois eu não só me livrei de toda aquela culpa amarga pesada da morte do Jacquin, que constantemente me lembrava de como eu falhei com a Eva daquela vez, como também subi de patente. Eu to tão feliz que parece que eu vou explodir e agora eu não consigo tirar esse sorriso idiota da minha cara. Agora eu estava mais animado do que nunca para essa missão e me sentia invencível, o que me deixava com um pouco de receio, pois tinha medo de exagerar e ir um pouco além da conta.

  Mesmo que eu estivesse mais relaxado por conta do que aconteceu, eu tenho que me lembrar que isso se trata de uma missão. Pelo que eu entendi a nossa missão se trata de entrar no barco e pegar algo e sair, e isso quer dizer que o sucesso vai depender do quão bem nós vamos nos virar no combate. Com isso em mente, eu decidi tentar algo novo: Uma espada curta. Eu sempre lutei com Katanas gigantescas e espadas com longo alcance, pois eu tinha medo de me machucar e de não conseguir me defender com apenas uma mão, mas em contra partida, eu vou poder abusar da minha velocidade com algo tão fácil de manusear. Além disso, eu peguei algo para poder arremessar, assim eu vou poder afastar e controlar todos que tentarem uma emboscada contra o nosso grupo, mesmo que a minha mira não seja muito boa. Eu estou confiante! Estou confiante de que vou conseguir proteger meus companheiros e os habitantes da ilha!

-Estou feliz por ver todos vocês estão dispostos a participar dessa missão! – Disse o Vice-Almirante

– Então essa é a aparência de alguém que ocupa um dos cargos que eu busco? – Não pude evitar pensar aquilo. Ele tinha um ar meio imponente e assertivo que me fazia ficar aliviado por ele ser nosso aliado.

- Essa aqui é a agente… – Ele começou a apresentar a garota ao seu lado até que bruscamente foi interrompido

- O MEU NOME É BLOSSOM, É UM PRA-ZER CONHECER VOCÊS!

– Orelhas de raposa... Hm... – Ela me lembrava de como eu também era assim quando estava prestes a entrar na marinha e de como as coisas mudaram de lá para cá.

–Blossom... – Proferi, me aproximando e me inclinando para que ela não tivesse que olhar para cima.
– Prazer em conhece-la, eu sou tenente Magnus. – Lhe dando, em seguida, um dos meus sorrisos mais amigáveis.

– Ela vai guiar vocês até ao navio pirata e ajudar a identificar o objeto. Ela não é muito boa em lutas, então esta missão vai servir para ajudar ela a melhorar as suas capacidades de combate. Alguma questão?

– Já que você perguntou... – Eu dei uma pausa, e me reergui, olhando para o vice-almirante com um semblante mais sério. – Para começar, o senhor sabe com quantos piratas nós estamos lidando? E os seus equipamentos? Além disso, gostaria de saber se o senhor pesquisou por possíveis rotas para emboscadas, locais onde eles poderiam posicionar vigias ou se eles têm alguma facção trabalhando com eles aqui na ilha ou possíveis reforços. Por fim, eles têm algum conhecimento sobre nós? E o seu líder, quem é? O senhor preparou alguma contra medida para caso eles simplesmente desatraquem e tentem fugir? – Eu questionaria e prosseguiria dizendo – Desculpe bombardeá-lo com perguntas, mas eles estar tramando algo... – Eu daria a chance dele responder as perguntas e diria: – Certo. Poderia nos dar um mapa da região em volta do barco? E se não for possível, o da ilha inteira também serve.

Depois disso, eu me aproximaria da Rin e diria: – Ei, Rin, eu me esqueci de lhe dizer isso antes, mas obrigado por me ajudar com a missão mais cedo. Você fez uma grande diferença naquela situação e eu sou bem grato por você estar lá comigo. – E lhe daria um sorriso amigável. Em seguida, eu me aproximaria da Mayu e sussurraria em seu ouvido: – Preciso que você use de seu conhecimento para analisar o cenário. Eu não sei muito bem com o que estamos lidando e não quero arriscar. Assim que você descobrir alguma coisa, me conte imediatamente, por favor. – Depois eu voltaria para o meu canto para aguardar a nossa partida. No meio do caminho eu informaria a agente Blossom que devêssemos nos aproximar com cautela e que só devíamos nos aproximar do barco quando tivéssemos assegurado a área.

Com isso em mente, eu preciso da informação que a Mayu tem para traçar o nosso plano de ação. Um erro podia fazer dessa missão uma tragédia.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptySab 22 Dez 2018, 20:45


O Despertar

Ao que parecia todos já estavam reunidos e prontos para traçar possíveis estratégias, dentre uns e outros lá estava ele, Ira Celeste, não parecia estar dando muita atenção para o que estava acontecendo, mas eu seu consciente ele sabia que aquilo era importante, por isto quase que inconscientemente seus olhos se reviravam em direção ao local de onde a informação saia, e com grande esforço voltava para onde estava seu estado de não ligar para o que estava acontecendo, isto acontecera por incontáveis vezes até que sua cabeça começou a doer, logo uma de suas mãos foi ao encontro da mesma, suor frio, calor, faziam seu corpo transpirar de forma.

Naquele momento, seus olhos se fechavam por praticamente segundos e logo após voltavam a se abrir, poderia ser notado naquele momento que seus olhos haviam mudado para uma coloração castanha, *som de cansaço*, “Hã, que? O que aconteceu? Porque eu pareço estar tão cansado?” pensava ainda meio desnorteado enquanto olhava ao seu redor, tudo parecia uma grande bagunça, aos seus olhos ele parecia ter sido jogado em uma missão sem saber o porquê.  

-Maldição... como isso pôde acontecer desta maneira? Sinto como se tivesse perdido muita coisa importante, mas isso não importa, agora eu estou aqui- disse em voz baixa enquanto ainda visualizava sua mão tremer como se tivesse acabado de voltar de uma longa viagem sem data para terminar.

- O MEU NOME É BLOSSOM, É UM PRA-ZER CONHECER VOCÊS! - disse a mink, olhando mais precisamente percebia se tratar realmente de um mink raposa, como sinal retorno após suas palavras, levantava uma de suas mãos como forma de dizer oi, mas não dizia nada inicialmente, sua face naquele momento já havia mudado, algo sério, mais frio, suas emoções ficavam bem guardadas naquilo.

Ao ouvir um daqueles que também estava junto aos demais falando sobre a missão então após ouvir tudo o que ele tinha a dizer, começava após levantar a mão em sua direção para chamar sua atenção, -Senhor superior, precisarei do mapa do local, possíveis rotas de fuga, lugares onde se esconder, posicionamento, para tudo isso precisarei do mapa, além de que não sabemos do que eles são capazes, então isso pode acabar sendo algo bem simples como pegar o que é pra pegar e sair, ou ir abrindo caminho até chegar onde precisamos chegar, mas como não estou encarregado de liderar esta missão, apenas darei algum suporte físico e estratégico para quem a for desenvolver-.

Suas palavras se tornavam mais confiantes, diferente de antes, não havia mais falta de controle, tudo parecia se encaixar como um quebra cabeça que acabara de ser completo, então assim sendo caso fosse entregue algum mapa para ele, começaria sua análise do local onde marcaria cada ponto importante e possíveis pontos onde poderiam de haver guardas no local, também marcaria pontos cegos chave para a missão, era literalmente algo importante, logo após completo, passaria de um em um explicando detalhadamente sobre possíveis rotas, locais onde se pudesse ficar fora de suas visões e demais coisas que ele pudesse acabar descobrindo sobre o mapa e que parecessem importantes para ele, após isto entregaria o mapa para o superior vice almirante apenas então ouvindo o que os demais tinham a dizer.  

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyTer 25 Dez 2018, 22:37

Missão Especial - Parte II

Muita coisa havia acontecido, isso era inegável. Para eu e Rin, que havíamos vindo desde Wars Island fazendo missões juntos ver uma terceira pessoa sendo envolvida daquele jeito como Max foi era no mínimo tenso. Aquela primeira missão da Grand Line havia sido mais problemática que todas as nossas anteriores JUNTAS; tá bom, talvez não se contar a dos tenentes impostores que fizemos na travessia do Calm Belt, mas o ponto é justamente sobre o peso da missão. Os acontecimentos haviam nos atingido, atingido no ponto fraco, e exatamente por isso precisávamos descansar e distrair a cabeça. Ficar chorando e se culpando não adiantaria de nada naquele momento, especialmente porque Max não havia morrido e estava com quem realmente lhe era importante, seus pais. Foi com esse intuito de distrair a cabeça que chamei Rin para passear pela ilha antes da missão noturna: não havíamos visto muito da ilha pela manhã, e mais uma exploração pela reagirão definitivamente ocuparia nossos pensamentos, visto o quão animados estávamos para explorar a Grand Line quando viemos para cá.

Isso não significava, entretanto, que eu estava cem por cento focado no passeio; divagar sempre foi um mal hábito meu, e visto o tanto de coisas que estavam na minha cabeça, era inevitável me perder em pensamentos vez ou outra e ser chamado revolta a terra pela minha companheira. A primeira dessas coisas, incrivelmente, era Manchinha. Era difícil ter certeza sobre o que achava dele, mesmo para mim que normalmente rotulava as pessoas pela primeira impressão, mas se havia uma coisa que tinha convicção sobre ele, era sobre sua estranheza. O cara parecia ficar se aproximando de mim e de Gê como se fossemos amigos mesmo que mal houvéssemos feito uma missão juntos, missão ao qual ele ficou separado e depois apareceu só para se fantasiar de saco de porrada pro Arko, diga-se passagem. Não bastasse isso, ele se referiu a si mesmo na primeira pessoa do plural e havia vindo nos informar que iria resolver coisas com o Carlos, como se nos tivéssemos algo a ver com o vice-almirante. Depois de alguns encontros, logo percebi que só havia um sentimento que sentia perto dele, e era confusão total. A absoluta única coisa que eu havia entendo até aquele momento era que o cara queria fazer um grupo, mas, assim como eu havia sido ao Gê antes de virmos para a Grand Line, isso pra mim era furada. Eu fazia as missões com Rin por causa da amizade mesmo, por termos entrado na marinha juntos e passado por muitas coisas juntos, e poderia até dizer que havia criado uma amizade com Gê também, embora mais recente, que justificava nos quatro mantermos contato e trabalharmos juntos, mas um grupo só pra ser grupo? Não, obrigado. Eu não curtia ficar dividindo espaço e decisões com estranhos se a opção de evitar era possível. Além do mais, precisava de mais que um visual maneiro e saber bater para fazer parte da minha panelinha, e o Manchinha ainda não havia cumprido os pré-requisitos.

Percebendo que eu estava divagando muito nos meus pensamentos sobre Manchinha, logo balancei a cabeça para voltar à realidade. Não queria parecer desinteressado, ainda mais pelo fato de Rin ter feito o favor de comprar os churros - Aí, aí, tá quente ainda! - Dizia após a primeira mordida, em seguida soprando o recheio para esfriar. Por mais que ficasse aliviado por ela estar aproveitando o passeio a ponto de comprar algo para comermos, eu me sentia em dívida com ela comprando o doce, já que parecia que só Rin comprava presentes para mim ultimamente. Bom, de qualquer modo, eu só precisaria depois fazer um doce ainda melhor para ela, talvez um churro também, só por questão de orgulho mesmo. Toda aquela cena do doce acabou me fazendo lembrar de outro assunto, e dessa vez era algo que queria falar com Rin - Hey, Rin, já ouviu falar de umas tais Akuma no Mi? São umas frutas raras que supostamente são encontradas na Grand Line e que dão poderes especiais aos usuários, em troca da habilidade de nadar ou algo assim - Dizia, esperando sua reação, para saber se ela conhecia ou não - ...Eu consegui uma. Já comi, inclusive - Caso ela ficasse interessada e quisesse saber o que fazia, diria - Ok, me segue - E a levaria para uma area com menos gente. Caso ela agisse meio indiferente, diria - Vanos lá, eu quero te mostrar. Mais ser legal, eu juro - E então a levaria para algum lugar com menos gente. Chegando em um local apropriado, procuraria alguma quina de algum muro baixo ou algo do género, sacaria cuidadosa e gentilmente minha espada, e pressionaria a mesma contra a quina. Faria isso simulando o corte da massa do churro, visualizando mentalmente o doce e o gosto ainda na minha boca - Tcharã! - Diria após criar o churro, o estendendo. Caso ela se surpreendesse ou quisesse saber mais sobre, eu diria - Eu ganhei o poder de transformar objetos em comida. No início achei meio ruinzinho, mas ah, como pode ser bom nas mãos de um cozinheiro como eu. Eu vou te mostrar quando formos para a missão - Porem, caso ela não se impressionasse, o que era mais provável, eu responderia - Hey! É melhor do que parece, tá?! Eu admito que no início também achei meio ruim, mas transformar coisas em comida pode ser um poder muito útil nas mãos do cozinheiro certo. Eu vou te mostrar isso quando formos para a missão durante a noite - E então, independente da reação dela e de minha resposta, voltaria a caminhar. Caso ela questionasse porque eu não tinha feiro isso em vez de deixar ela comprar o churro, responderia - Eu transformo as coisas, não faço do nada. Eu precisaria cortar alguma coisa pra fazer o churro. Eu acho que não daria certo sair transformando pedaços da cidade em churros, né? Fora que eu não tenho muita certeza sobre a qualidade da comida ainda... - E, após um breve instante, refletindo sobre o que eu mesmo falei, Dária uma mordida no churro criado para ver se estava saboroso ou ao menos comestível.

Conforme o céu ia escurecendo, logo percebi que a hora de nos reunirmos para a missão se aproximava. Eu sinceramente não sabia mais se queria tanto ir naquela missão, por mais que na hora houvesse parecido uma boa ideia, mas agora eu já havia chamados os outros, e seria extremamente babaca de minha parte chamar o pessoal para a missão e faltar. Mesmo depois de descansar quase a tarde toda, ainda haviam muitas coisas ocupando minha mente, inclusive a vontade de ir ver como Max estava, mas enquanto chamava Rin para retornar ao QG, outra coisa saltou aos meus pensamentos. Em um rápido instante me lembrei do sorriso bobo que Rin havia feito no refeitório e que não havia tido tempo de lhe questionar sobre, mas... Havia se passado muito tempo, seria muito estranho questionar o comportamento da minha companheira só agora, ainda mais por termos passado a tarde juntos. Por mais que eu estivesse sentindo um impulso de lhe perguntar agora que havia lembrado da cena, e que provavelmente meu rosto estivesse expressando certa inquietude, decidi tentar esquecer do tópico por enquanto, e novamente me vi concentrado na minha respiração e contando, assim como havia feito para voltar a razão após a missão anterior - "Um, dois. Um, dois" - Eu só espera que não acabasse fechando os olhos ou trombando com algo/alguém por distração, porque seria uma situação bem constrangedora e difícil de explicar, ao qual eu responderia com - Eu estava, err... Apreciando o vento, isso - Diria a minha companheira caso questionado, virando o rosto, e pedindo desculpas para a pessoa que tivesse trombado, caso isso houvesse acontecido.

Uma vez que houvessemos retornado, entretanto, era hora de concentrar meus pensamentos na missão que faria. Não era uma missão qualquer, e sim a dada por um vice-almirante; não me entenda errado, eu não me importava com a patente dele ou de quem havia vindo a missão, mas eu tinha quase certeza que um fracasso em uma missão especialmente designada por alguém de alta patente teria uma repercussão maior. Isso significava mais chances dos meus pais ou do desgraçado do Morgan, meu primo convencido, ficarem sabendo, e não seria nem um pouco divertido se um parente aparecesse vindo tirar satisfação sobre isso. Resumindo a ópera: eu iria tomar no cu se uma falha ali se espalhasse, e não estava com vontade de ser fodido sem lubrificante. Graças a esses fatores, meu objetivo seria tentar me controlar o máximo possível para fazer a missão de forma séria e profissional, mas, como sempre ocorrem imprevistos, o destino deu um jeito de quebrar meu plano antes mesmo de começar - HahahahahaHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!! - Eu começaria a rir após as apresentações iniciais - Você está me dizendo que essa coisinha é uma agente? Por favor, assim você me mata de rir! - Eu tentaria entrar respirar fundo para controlar os risos - O governo deve estar com falta de pessoal, porque puta merda... Até criança eles estão pondo? Eu achava que os requisitos para trabalhar como agente eram mais pesados que os pra ser marinheiro, e olha que muita gente falha na admissão! - Continuava, ainda rindo entre as sentenças - Desculpa, desculpa, isso foi demais. Deixa eu me sentar um pouco pra processar - Terminaria, após alguns segundos, finalmente já terminando de me controlar.

Eu ouviria tudo o que meu companheiros, Manchinha, Carlos e a fedelha discutissem ou falassem, sem me pronunciar muito inicialmente mesmo que se dirigissem a mim, para primeiro saber o que eles planejavam para a missão. Gê e Manchinha pareciam querer algum tipo de infiltração, mas eles sinceramente estava subestimando muito os piratas. Se eles tiveram culhões para roubar um artefato ou sei lá o que do governo, idiotas eles não eram, não daria certo tentarmos entrar e sair sem conflito - Que mané mapa da região o que, vocês dois estão tarando muito isso de mapa - começaria, falando sobre Gê e Manchinha, com o objetivo de chamar a atenção de todos - Vocês parece que acham que daria certo simplesmente nos infiltrarmos lá e tirarmos o objeto por alguma rota de fuga, mas eu já adianto: não vai dar certo. Os caras roubaram a porra de um artefato do governo, achar que eles são idiotas e que não terão uma segurança pesada em volta do item é idiotice. Nos precisamos considerar o pior cenário possível, sempre, e esse a meu ver é eles estarem alertas, com membros fortes guardando o item e com seus próprios planos de defesa. Duvido que eles teriam ficado tanto tempo com o objeto se não fossem ao menos sagazes nesse nível. O que nos precisamos... - Faria uma breve pausa para me levantar e voltar a me aproximar do grupão - ...É de uma distração. Precisamos nos dividir em dois grupos, um focado em criar uma comoção e atrair o máximo possível de criminosos para um combate prolongado com o objetivo de os segurar e força-los a trazer cada vez mais tripulantes para a luta, enquanto outro grupo se aproveita da cena para se infiltrar por outro ponto com as defesas reduzidas e tirar o objeto de lá. O ponto chave é fazer eles acharem que só tem um ataque, e temerem apenas a investida chamariz. Eu me proponho a liderar o grupo de distração, enquanto a fedelha lidera o de infiltração, já que provavelmente conhece o artefato que estamos atrás. O que acham? Alguém tem algo a acrescentar ou discordar? - Diria, com convicção de que aquele era o melhor plano que conseguiríamos de última hora.  
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 8 EmptyQua 26 Dez 2018, 22:52

Imperial Advent



Lars parecia ter gostado do tempo que passou com Rin naquela tarde, o melhor das risadas que ambos trocaram era que Rin parecia não se culpar mais pelo que havia acontecido com Max, pelo menos já não o demonstrava. - Hey, Rin, já ouviu falar de umas tais Akuma no Mi? São umas frutas raras que supostamente são encontradas na Grand Line e que dão poderes especiais aos usuários, em troca da habilidade de nadar ou algo assim - a garota puxou pela memória e respondeu num tom pensativo - Eu acho que já ouvi falar… Porquê a pergunta? - o garoto logo respondeu - ...Eu consegui uma. Já comi, inclusive - Rin se demonstrou muito curiosa, quase obrigando Lars a demonstrar os seus poderes apenas com o poder dos seus olhos. Lars levou Rin para um lugar mais vazio e fez um pequeno churro que a garota pegou e provou enquanto ele explicava os seus poderes - Daora mas… - ela fez força para não rir, mas falhou miseravelmente - Não tem gosto de churro. Não tem gosto de nada na real. Tem a consistência de um churro, tem a textura de um churro… Mas não tem o sabor de um churro. Para mim hoje é não.

O ambiente estava fresco, uma brisa tomava conta da ilha e empurrava as nuvens lentamente, mostrando uma pequena parte da lua e das estrelas, iluminando um pouco melhor a ilha. Enquanto Magnus se apresentava de forma amigável para a agente, Kyo demonstrava uma certa indiferença (talvez pelo cansaço) e Lars ria dela, questionando os requisitos do Governo Mundial, o vice almirante estava prestes a comentar algo sobre o assunto mas a pequena raposa agiu primeiro - Não sei, onii-chan… - disse ela jogando para cima e para baixo o Flavor Dial de Lars - O governo valoriza mais o cérebro que os músculos. - a garotinha riu e atirou o objeto novamente para Lars.

Magnus e Kyo faziam questões estratégicas para o vice almirante, mas Lars interrompeu ambos - Que mané mapa da região o que, vocês dois estão tarando muito isso de mapa Vocês parece que acham que daria certo simplesmente nos infiltrarmos lá e tirarmos o objeto por alguma rota de fuga, mas eu já adianto: não vai dar certo. Os caras roubaram a porra de um artefato do governo, achar que eles são idiotas e que não terão uma segurança pesada em volta do item é idiotice. Nos precisamos considerar o pior cenário possível, sempre, e esse a meu ver é eles estarem alertas, com membros fortes guardando o item e com seus próprios planos de defesa. Duvido que eles teriam ficado tanto tempo com o objeto se não fossem ao menos sagazes nesse nível. O que nos precisamos… É de uma distração. Precisamos nos dividir em dois grupos, um focado em criar uma comoção e atrair o máximo possível de criminosos para um combate prolongado com o objetivo de os segurar e força-los a trazer cada vez mais tripulantes para a luta- enquanto outro grupo se aproveita da cena para se infiltrar por outro ponto com as defesas reduzidas e tirar o objeto de lá. O ponto chave é fazer eles acharem que só tem um ataque, e temerem apenas a investida chamariz. Eu me proponho a liderar o grupo de distração, enquanto a fedelha lidera o de infiltração, já que provavelmente conhece o artefato que estamos atrás. O que acham? Alguém tem algo a acrescentar ou discordar? - o vice almirante não resistiu em começar a rir, não era um riso de deboche do plano de Lars, mas parecia que alguma coisa que ele havia falado fazia o vice almirante rir. - Bem, você é o lider da missão. Não irei dar nenhum tipo de informações ou me intrometer na missão. Façam o melhor para não morrer.

A raposinha ficou pensativa por alguns momentos e respondeu para Lars - Eu preciso de pessoas que não chamem muita a atenção. Acho que as Onee-chan seriam a melhor escolha, já que os meninos são todos barulhentos e têm cheiros fortes. - a raposa cheirou o ar na direção de Lars, Magnus e Kyo e tapou o nariz de imediato - Para não falar que vocês também parecem ter corpos mais resistentes. - A garotinha pegou num pau e começou a desenhar no chão uma espécie de caixa - O artefato que procuramos é mais ou menos assim e é do tamanho de… Disso aqui. - ela apontou para os seios de Mayu - Bem, como o tio Charles disse, você é o líder. Quando tiver os grupos definidos eu levarei vocês até a localização do navio.








Considerações:
 
off: preguiça da porra. essa epoca natalina me deixa bem mais lerdo que o normal.

____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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