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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptySab 28 Jul 2018 - 0:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptySex 19 Out 2018 - 22:43




Cavaleiros divididos pt.8!


  • Jacob


O ápice da batalha havia chegado, e ambos os combatentes estavam muito próximos de seus limites. Não só dedos quebrados, mas hematomas feios manchavam o corpo de Jacob, enquanto que o corpo de seu adversário possui um punhado de furos. Mas os dois ainda estavam de pé. Por ter perdido bastante sangue, Gerald preferiu esperar que o Touro viesse até ele, e o mesmo assim o fez. Seus movimentos eram aleatórios, indo de um lado para o outro de modo a confundir seu adversário, que apenas se manteve acompanhando a movimentação do mesmo com os olhos. Repentinamente Jacob se aproximou o suficiente, dando espaço para que o ruivo, com o punho coberto pela malha negra, desse um forte soco na boca de seu estomago que quase o fez vomitar tudo que havia comido; em contrapartida, o punho de Jacob também seguiu em direção ao seu alvo.

Um golpe com tudo acertou o rosto de Gerald, quebrando seu nariz e fazendo-o recuar involuntariamente. Mas aquilo não havia acabado, e um segundo soco, dessa vez com a mão direita que possuía todos os dedos quebrados, acertou com tudo o pescoço do homem. Uma dor extremamente forte percorreu o braço de Jacob, como ele nunca sentira antes, mas aquele soco era uma última aposta para uma luta que havia demandado muito dos dois lados, e que nenhum deles aguentaria por mais tempo. Mesmo com a dor imensa que sentia, o golpe foi forte e fez Gerald cuspir sangue e cair no chão. Ele mal teve tempo de consciência e, quando suas costas se chocaram contra o chão frio, ele já havia desmaiado. Vendo que Gerald, um homem forte como ele, havia sido derrotado, todos os homens que observavam a luta correram, com medo de enfrentar o monstro insanamente poderoso que Jacob era em seus olhos.

Abaixando-se, o cozinheiro procurou nos bolsos do ruivo e encontrou o den den mushi que ele havia usado antes. O homem não sabia como usar aquela coisa, então só ligou para o número padrão para repassar sua mensagem. Por alguns instantes após a mensagem tudo se manteve em silencio, mas logo uma voz feminina se fez ouvir. A voz da mulher de cabelos brancos presos. - Devo supor que Gerald está morto. Uma pena, ele trabalhava muito bem. Não sei quem você pensa que é, mas vai entender que me desafiar foi o seu maior erro. - Em seguida o pequeno den den mushi desligou, e um silencio assustador pairou naquela imensa caverna subterrânea.

  • Buzz


Ver Ryu sendo perseguido e cair repentinamente foi uma surpresa, mas nada poderia se comparar à visão de Umika caída e com um feio ferimento no tronco. Seu mundo desmoronou, e ele correu em direção a ela. O saguão estava vazio, sem nenhuma alma viva presente, e nem mesmo quem atacou Ryu pareceu se importar com ele, pois conseguiu fazer um curativo improvisado com sua vestimenta e o melaço de sua akuma no mi. Sem pestanejar foi até as escadas e levou Umika para o andar de cima, onde entrou no quarto dos dois e começou uma busca por materiais para fazer um curativo decente. A maior parte do que procurava ele encontrou no banheiro, e era o suficiente para o que queria fazer.

Buzz assumiu novamente o corpo, e após limpar o ferimento, cobriu-o com gazes e as prendeu. Agora sim Umika havia recebido um tratamento decente, e apesar de ela estar semi-nu, apenas de sutiã, pelo mesmo ter tido que tirar sua camisa, não era nisso que ele pensava. O jovem só conseguia pensar na garota acordado mais uma vez, e ficou ali esperando, o que não aconteceu. Umika estava respirando, o que era um claro sinal de que estava viva, mas seu corpo estava pálido. Ela havia perdido bastante sangue, e precisaria de uma transfusão, mas se isso ocorresse, provavelmente ela conseguiria se recuperar bem. Não só havia o problema da transfusão, como ainda precisava ver o que havia acontecido não só com Ryu, mas com as outras garotas, que pareciam muito estranhas e com Jacob, que havia sumido. Como esperava, enquanto ele esteve fora aquele lugar havia sido mergulhando em caos, e ele não esteve ali para ajudar.


Legenda:
 
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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptyDom 21 Out 2018 - 20:20

Seeking for Blood


Buzz


Ver a garota pela qual tinha criado imenso afeto estar naquela situação era agonizante. Staz partilhava desta mesma sensação, mas acreditava que para mim aquilo era mais intenso. Como já havia sido dito por ele mesmo, Umika representava uma irmã mais nova que nunca tivemos. Em minha visão, ela era algo mais. Quando olhava em seus olhos, meu coração acelerava e eu me sentia mais fraco. Vê-la feliz, me fazia feliz. Queria tocá-la, abraçá-la... Beijá-la... Certamente, não a via apenas como uma irmã. Todavia, mesmo tendo sentimentos diferentes por ela, o punk com quem dividia meu corpo agiu da mesma forma como eu teria. Não importava se nos atacariam quando entrássemos, pois só o que importava era o bem estar da garota. No fim, tudo deu estranhamente certo. Quando adentrei o hotel, não avistei nenhum inimigo em meu campo de visão. Por mais suspeito que isso fosse, a princípio nem liguei. Simplesmente segui em frente, fiz um curativo improvisado na jovem e levei-a ao nosso quarto, sem nenhuma perda de tempo. Em seguida, retirei sua blusa para ter uma clara visão do corte e usei o que tinha a minha disposição para tratar o ferimento da melhor forma que podia. Em outro cenário, vê-la com sua roupa íntima exposta explodiria minha cabeça no mesmo instante. Naquela circunstância, contudo, a urgência me mantinha sob controle e me fazia focar inteiramente em curá-la ao invés de ter pensamentos libidinosos para com seu corpo. Ao fim, fiquei ao seu lado, esperando que ela acordasse para que meu coração parasse de doer tanto.

Mas ela não acordava. Ao olhar para sua pele, notava que esta estava mais branca que o normal. Aquilo era um claro sinal de que não havia sangue o suficiente circulando pelo local, o que condizia com o fato dela ter sofrido um corte extenso em suas costas. Mas onde eu arrumaria os instrumentos necessários para uma transfusão? E qual era o tipo sanguíneo de Umika? E onde eu acharia um doador caso eu não fosse compatível? Em minha mente, as memórias que obtive naquela ilha começavam a passar de maneira acelerada, e confiava que nelas conseguiria achar uma resposta. Em alguns instantes, cheguei até os acontecimentos do dia anterior. Foi o dia em que adentramos a floresta e lá perdemos para a aranha-mãe, que aproveitou para envenenar o cozinheiro. Estando com as mãos atadas, tivemos que recorrer a um médico superconfiante e estranho, porém habilidoso: Dr. Felicis. Ele já vinha estudando a matriarca a algum tempo, e até tinha desenvolvido um antídoto para seu veneno. Conseguimos fazer com que ele nos ajudasse, só que eu ainda tinha que "pagar" o tratamento levando para ele mais amostras da toxina. E talvez, minha dívida fosse ficar ainda maior. Levando em conta a natureza de sua pesquisa, não seria improvável que ele tivesse os equipamentos necessários para analisar uma amostra de sangue e para fazer uma transfusão. Por conta disto, acreditava que ele seria minha única opção naquele momento. A única problemática em pedir ajuda a ele, seria se o mesmo se recusasse a cooperar. Se chegasse a isso, contudo, não hesitaria em matá-lo e furtar todos os seus pertences. Por ela, mataria tantos quanto fossem necessários.

Decidido a ir atrás de Felicis buscando ajuda, resolvia primeiro banhar-me para tirar aquele pó branco de cima do meu corpo. Já havia passado por mal bocados por conta disso, e ali possuía uma boa chance de dar cabo do problema. Não sabia o que o futuro me reservava, e talvez não fosse ter outra chance destas tão cedo. Me levantaria da cama e retiraria minha mochila das costas, colocando-a no chão e verificando sua integridade. Terminado isso, esvaziaria meus bolsos e retiraria os itens que estivesse usando, colocando tudo em frente a minha mochila, junto ao par de botas que também deixaria ali. Deixaria os itens mais pesados sobre todo o resto, com o objetivo de evitar que algumas coisas acabassem se espalhando. Em seguida, adentraria o banheiro do quarto e deixaria a porta entreaberta, permitindo uma maior facilidade em ouvir algo que se passasse no cômodo onde localizava-se a cama onde Umika estava. Já que a jovem estava desacordada, não via empecilhos em tal ação. Prosseguindo, retiraria uma peça de roupa e ligaria o chuveiro, usando a água que provinha deste para limpar a peça que estivesse segurando. Ensaboaria-a e esfregaria com vontade, de modo a retirar toda a sujeira que haveria ali. Após isso, a enxaguaria e a penduraria em algum local ali mesmo, e repetiria o processo com toda a minha vestimenta. Quando houvesse terminado, entraria debaixo do chuveiro e lavaria cada canto do meu corpo com cuidado para não deixar nenhum local passar. Ao correr as mãos pelo meu peito, sentiria a dor aguda dos ferimentos causados pela aranha-mãe e lembraria do porquê de ter tanto cuidado ao me limpar. Tomaria mais cautela com esta região, mas continuaria a limpar tudo. Para limpar as costas, procuraria alguma daquelas escovas que serviam especificamente para isso e a usaria. Todavia, se não achasse nenhuma deixaria a água bater em meu dorso e lavar as impurezas do local por si só. Deixaria para lavar minha cabeça por último, exagerando ao limpar o cabelo e o rosto. Depois de tudo que havia passado e tudo que ainda passaria, precisava de algo para relaxar um pouco.

* Toda essa situação com Umika, e ainda tenho que tomar de conta do resto do grupo. * Pensava. * Ryu foi nocauteado por alguém e está na frente do hotel. Não faço a menor ideia de onde Jacob está e, o que eu considero pior, tenho que saber o que houve com a Li Wan e a tal de Violet. Quando eu cheguei aqui, elas estavam perseguindo o loiro como se ele tivesse feito algo de errado, mas simplesmente desistiram e voltaram para dentro. E agora que penso nisso, porque elas não ajudaram Umika? O que aconteceu nesse tempo em que fiquei afastado? * Desligaria a água e procuraria uma toalha para me secar. Se não achasse nenhuma, passaria a palma das mãos sobre a pele para tirar o excesso de água e o que sobrasse deixaria a cargo da gravidade. Qualquer que fosse o método usado, quando acabasse espremeria, sacudiria e vestiria todo o meu traje. Talvez fosse um pouco desconfortável usar aqueles tecidos molhados, porém eu não possuía comigo uma muda de roupas para substituir essas enquanto secavam. Deixaria o banheiro e usaria a toalha ou algum tecido que não fosse necessário para enxugar meus pés, antes de calçar novamente as minhas botas. Colocaria meu colar-relógio de volta em meu pescoço e o anel com uma abelha como adorno em meu dedo anelar da mão direita.

Assim que houvesse terminado de me arrumar, me aproximaria da garota e passaria minha mão por seus longos cabelos pretos. - Eu vou ter que sair, mas não devo demorar. Vou pegar as coisas para finalizar seu tratamento. - diria baixinho, para não incomodar seu sono. Antes de sair, sentia que devia fazer algo mais. Uma onda de coragem invadia meu corpo e me sentia preparado para fazê-lo, entretanto ela logo passava e eu enrubescia com a ideia que tinha se formado em minha cabeça. * Eu lutei contra uma aranha gigante sem me acovardar, mas não consigo fazer algo tão simples? * Ia em direção à porta e verificava se esta estava segura, usando mais melaço cristalizado para fortificá-la, se se fizesse necessário. Iria até a janela do quarto e a abriria para usá-la como saída, mas antes correria até a jovem e plantaria um beijo em sua bochecha. Não duraria mais que um segundo, e certamente seria mais que o suficiente para fazer meu rosto se tornar vermelho como um tomate. Me moveria de maneira meio desengonçada até a janela e me despediria por hora. - A-a-a-até mais! - Passaria meu corpo pela fenestra e a deixaria um pouco aberta, de modo a ventilar o quarto sem acarretar em uma queda brusca de temperatura. Se necessário, grudaria o mecanismo para que este se mantivesse na posição certa. Esclarecendo a situação para um melhor entendimento, estaria usando o melaço para me grudar à parede do lado de fora do hotel, impedindo que eu caísse lá de cima.

Me aproveitando da minha vantagem de conseguir me grudar na superfície, me moveria com certa cautela até a janela de um outro quarto que estivesse no mesmo andar que o meu e tentaria abrir a mesma pelo lado de fora. Não sendo possível, prenderia minhas mãos uma de cada lado da janela e pularia para trás, ganhando distância. Feito isso, usaria meus braços para me puxar e tentaria quebrar a janela com um chute utilizando ambos os pés. Ou, se desse sorte de achar a fenestra aberta, entraria de volta no hotel através dela. Qualquer que fosse o método, quando estivesse uma vez mais no interior da construção, correria na direção da porta do recinto e a abriria sem muita cerimônia usando um chute frontal, ou uma série de chutes se fosse preciso. Chegando no corredor, seguiria até o quarto 26 onde estava hospedado o Dr. Felicis e bateria em sua porta com um ritmo de urgência. A todo momento, olharia para os lados e para trás tentando notar alguma coisa estranha ou alguém que estivesse por ali. Se não obtivesse resposta, gritaria. - Eu sei que você está ai! Sou eu, o garoto de cabelo branco que te trouxe um mink envenenado ontem. - Após tudo isso, se ainda não ouvisse nenhuma movimentação se aproximando da porta ou algum pedido de aguardo vindo do Doutor, tomaria um pouco de distância e botaria a porta abaixo do meu jeito especial. Se tivesse de destruir a porta e não visse ninguém no local, procuraria todo o maquinário, vidrarias e objetos de que necessitaria, pegaria tudo e guardaria em alguma bolsa, mochila ou mala que tivesse por ali. Seguramente, tudo aquilo havia sido transportado de algum jeito até ali e eu poderia usar isso para carregar tudo até meus aposentos. Assim que estivesse tudo pronto, colocaria tudo dentro do meu corpo e seguiria até o quarto cuja janela havia usado como entrada. Faria o processo inverso e voltaria para junto da jovem, preparado para dar início ao seu tratamento. Tendo o senhor de idade aberto a porta ou eu a tendo colocando abaixo e o visto dentro do cômodo, falaria. - Precisamos conversar. -

Entraria no recinto e fecharia a porta, se eu não a tivesse arrancado fora. Prosseguiria falando o motivo de ter vindo. - Preciso que você venha comigo e traga instrumentos para uma transfusão de sangue, um aparelho que consiga analisar o tipo sanguíneo de uma pessoa e uns antibióticos pra garantir. Se não puder ou não quiser vir, pelo menos forneça os objetos. É para uma pessoa muito importante para mim, então você tem que entender que eu não posso voltar de mãos vazias. Ainda vou te trazer o veneno da aranha-mãe, e se quiser pode pedir a amostra de mais algum animal que esteja estudando para que eu traga em agradecimento por me fornecer esses equipamentos. - Dependendo da resposta que obtivesse agiria de formas diferentes. Felicis se disponibilizando a ajudar, ajudaria-o a recolher tudo o que ele fosse precisar e o guiaria até o meu quarto, onde passaria um pouco do melaço pela fresta da porta de forma que me conectasse com os cristais que bloqueavam o caminho. Uma vez restabelecida a ligação, conseguiria desfazer a barreira e abrir a porta normalmente para que adentrássemos o recinto. Uma vez lá, auxiliaria o homem no que ele me pedisse e analisaria amostras do meu sangue e da garota, para avaliar a possibilidade de me tornar o doador. No caso de Felicis não se dispor a me acompanhar mas me fornecer o equipamento, pegaria todo o necessário e seguiria o caminho inverso até meu dormitório. Estando em minha câmara, colocaria tudo em seu devido lugar e iniciaria por esterilizar tudo que fosse ter contato direto com sangue e o corpo, tanto meu quanto dela. Retiraria uma amostra de sangue pequena da jovem utilizando a seringa e colocaria na vidraria utilizada na máquina que eu fosse utilizar para analisar a composição e o que mais fosse necessário. Colocaria o frasco, ligaria o dispositivo e esperaria o resultado sair para que eu pudesse ver a situação. Não só veria seu tipo sanguíneo, como notaria se havia algo mais de errado nos dados adquiridos. Seguindo, pegaria outra seringa e outro frasco e faria o mesmo comigo para descobrir se era ou não compatível. Se minha intangibilidade impossibilitasse a retirada do sangue, lembraria de que ainda não havia limpado as botas, e que provavelmente ainda haveria farinha sobre elas. Passando um pouco do pó no local onde a agulha seria introduzida, faria a retirada do sangue e o submeteria aos testes.

Podendo doar meu sangue para a garota, faria todos os preparativos e iniciaria a transfusão assim que tivesse certeza de que havia limpado e organizado tudo da maneira correta. Checaria duas vezes se as agulhas estavam bem presas aos tubos, e se estes estavam bem presos à bolsa coletora de sangue. Tendo certeza, colocaria as agulhas em nossas veias e me posicionaria ao seu lado, observando seu rosto e segurando uma de suas mãos. - Vai dar tudo certo. - Quando a pele dela voltasse ao tom natural, passaria a mão sobre sua cabeça e tentaria acordá-la com cuidado. Se ela respondesse bem ao tratamento. Aguardaria mais um pouco e então selaria o tubo ligado a minha veia, sem deixar que o ar entrasse. Ao fazer isso, retiraria a agulha do braço e estancaria com algum algodão, gaze ou pano que tivesse por perto. Se o doutor estivesse comigo, agradeceria-o e afirmaria que traria o que me foi pedido. De toda forma, deitaria ao lado da garota e seguraria timidamente sua mão, tentando manter a calma para não acabar perdendo a compostura. - Me desculpe ter te deixado para trás. S-se eu... Se eu tivesse te levado... Vou manter você ao meu lado daqui pra frente, e-e-e-então é melhor ir se acostumando! - Diria, tremendo um pouco no final da sentença.

Se meu sangue não fosse compatível com o da garota, sairia do quarto pela porta, apenas a trancando com uma chave para tornar tudo mais prático, e começaria a correr por todo o prédio. Seguiria na direção da entrada da estalagem, para pegar a primeira cobaia. Avistando Ryu, pegaria ele e levaria para o quarto, realizando os testes para ver se ele era ou não compatível. Sendo, realizaria todo o processo de transfusão o usando como doador. Não sendo, começaria a correr aleatoriamente pelo prédio até achar algum humano vivo. Avistando tal ser, falaria. - Qual o seu tipo sanguíneo? - Tendo uma resposta positivo para o mesmo tipo que Umika, pediria para que a pessoa me acompanhasse e guiaria até o quarto. Explicaria que precisaria de uma doação para a garota e ofereceria pagar um milhão de berries por isso. Ouvindo uma aceitação, faria todo o processo e ao fim dele daria o dinheiro para a pessoa. Já se ouvisse uma recusa, prenderia a pessoa em melaço, deixando apenas um de seus braços livre para conseguir realizar a operação. Se a pessoa que achasse se recusasse a dizer o tipo sanguíneo ou simplesmente tentasse fugir, esticaria meus braços e a puxaria para perto de mim, onde a prenderia em algo parecido com um casulo feito com meu poder. Levaria o sujeito até o quarto e realizaria os testes para ver se ele combinava ou não. A pessoa não servindo, levaria-a para fora do quarto e liberaria minha habilidade. - Continue o que estava fazendo antes que eu aparecesse. - Porém, se tivesse uma combinação iniciaria o processo de transfusão até notar a melhora descrita anteriormente. Quando finalizasse, soltaria a pessoa e daria um milhão de berries para ela. - Desculpe o incômodo. -

Mas ainda havia o pior cenário possível: Felicis não queria me ajudar, ou fornecer o material que eu necessitaria. Com uma expressão fria, pronunciaria com rispidez. - É sua palavra final? - Caso ele desistisse de manter a pose de durão e resolvesse me ajudar, seguiria como nas situações já citadas. Já se ele ainda mantivesse sua resposta, criaria dois cabos com meu poder e os esticaria para que grudassem no velho. Puxaria e arremessaria o médico para fora do quarto, onde não correria o risco de acabar quebrando nada que me fosse necessário. Se não funcionasse da primeira, continuaria tentando até conseguir. Não podia arriscar perder nada que estivesse ali dentro. Uma vez fora, avançaria como uma besta para cima do bom doutor e aplicaria chutes em seu peito e rosto, sem pegar leve em nenhum golpe. Se ele começasse a esquivar, perseguiria-o e começaria a tentar atingi-lo não só com chutes, mas também com socos. Mesmo estes sendo mais fracos, ainda serviam para tirar a atenção do oponente por tempo suficiente para que eu encaixasse um chute. Se nada adiantasse, dispararia um jato de melaço sobre ele para prendê-lo e seguiria. Tendo o derrotado ou apenas o imobilizado, agiria exatamente como na situação onde não houvesse ninguém no quarto.

Histórico:
 

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptySeg 22 Out 2018 - 1:51

Desafiando o inimigo!

Touro vs Aranha!







A dor que senti quando meu punho chocou-se com aquele homem só poderia ser descrita como a segunda maior dor que tive em toda a minha vida, sendo a primeira apenas a partida da minha terra natal. Meus ossos antes quebrados estavam agora em frangalhos, podia sentir a dor em cada um dos dedos, no braço, no punho, no corpo inteiro e por isso meus joelhos quase cederam. Meus dentes trincaram e eu pude cuspir sangue devido a gengiva que mordi, mas muito do que eu cuspi era dos socos que levei e parecia que tinha mais a sair.

Logo me vi caminhando com dificuldade, os homens daquele "Borra Botas" corriam da minha presença como se tivessem avistado um demônio e eu busquei em suas vestes e seu corpo desacordado como me comunicar com os seus chefes, o fiz, não foi um trabalho difícil, uma ameaça e logo em seguida ouve o desafio de sobreviver ao inimigo eminente, desafio e promessea feita por uma bela dama, uma dama que tinha visto, mas que agora pude admirar sua voz com clareza, era uma guerra de gangues e ela estava lidando com um homem disposto a proteger a sua ao limite, mas naquele estado deplorável não seria um trabalho fácil.



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Guardei o pequeno telefone em meu bolso, estiquei os dedos no ar, alguns deles ainda funcionavam, o polegar muito provavelmente ainda doia e por isso não o estiquei, tentava manter a minha sensação de lucidez, mas os dedos da outra mão tornaram-se uma constante no incomodo que estava sentindo, passava a ser mais do que o suportável, mas eu tina que suportar, tinha que me superar. Aquele submundo me ensinou a ser mais forte e eu seria a cada luta, não só fisicamente, mas seria também mentalmente e espiritualmente, pois aquele mundo era cruel e eu agora era parte dele.


Um passo duro após o outro seriam a minha forma de tentar me erguer, minha direção era clara, era objetiva, existia um inimigo que caçava meus inimigos como um animal selvagem em busca de alimento, ele estava la dentro e eu estava disposto a mostrar o por que Jacob Allan , O Toura tinha o nome que ostentava e por isso meus passos seriam direcionados a maldita escada que me levou aquele inferno.


Meus passos regados de irá eram vagarosos, não queria causar mais dores ao meu corpo, mas eram firmes, sem brechas, ou falta de fluidez, os que observassem veriam um homem touro mal encarado caminhar pouco a pouco em direção ao inferno que era aquela estalagem, pelas escadas e corredores escuros, o olhar obstinado estampava a minhas feições bovinas enquanto caminhava recitava para mim:


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-- " A primeira regra do cozinheiro é sempre alimente os que tem fome..."

(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)


As escadas seriam subidas um passo de cada vez, atento ao que pudesse ocorrer de pior comigo ou com meus membros já feridos, atento ao descontrole controlado daquela maldita aranha que me aprisionou em sua teia pois na menor eminencia de controle mental apertaria um dos dedos quebrados para a dor imensa tentar me tirar daquele maldito transe, meus passos eram objetivos e direcionados, queria chegar aquele quarto novamente, era a hora de mostrar que eu estava no meu limite para aquele maldita aranha, ela tinha me provocado, eu jurei nunca feri uma mulher mas ela, ela provaria o meu pior

Ao chegar lá encima farei  que fosse possível para arrebentar aquela porta, concentraria meu soco com todas as minhas forças, observaria aquela maldita porta de madeira e com toda a força concentrada em um golpe poderoso tentaria arrebentar as mesmas, caso isso não fosse o suficiente, chifradas com uma investida cruel seria dada para que arrebentasse aquele local por completo pois era livre que eu faria a minha caminhada com o melhor motivador de todos: IRÁ.



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-- "...a segunda e lei é que nada deve ser desperdiçado...."  



Supondo que aquela maldita porra viesse ao chão, meus passos continuariam para seguir até o salão onde eu estava, com meus aliados, era a hora de ver o que tinha se passado e enquanto fazia isso mantinha-me atento para qualquer reação adversa, caso ataques viessem em minha direção, buscaria fechar os braços na região facial e tentaria manter o corpo rígido para melhor absorver os danos enquanto me locomoveria tentando me desvencilhar de tantos ataques e então tentaria observar o que estava se passando enquanto citaria sua ultima leia, uma forma de manter-se acordado com as dores que sentia:


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-- "...e por fim um cozinheiro deve ser grato a seu alimento, sua cozinha e seu profissionalismo."



Essas palavras finais sendo citas o mostraria a mim onde eu devia estar, como um mantra, como um ensinamento de onde eu deveria me sentir e por fim com pulmões tão carregados de ar quanto meu corpo que carregado de determinação tentava me manter firme gritaria a plenos pulmões de forma ameaçadora e anunciando o ódio que aquele ser enfrentaria:



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—  ANASTÁCIA!!!!! NÃO ADIANTA SE ESCONDER "BROTO", HOJE VOCÊ É O JANTAR!!!!  


A frase dita mostrava que eu tinha escolhido o novo prato para preparar e aquela maldita aranha era o jantar que eu teria nem que isso quebra-se meus códigos mais profundos de conduta, ela era agora o próximo passo a ser assado.



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptyQui 25 Out 2018 - 21:04




Cavaleiros divididos pt.9!


  • Jacob


A batalha estava vencida e o recado havia sido dado. Gerald jazia desmaiado no chão e bem ferido, e todos que estavam olhando a luta havia fugido. Não havia mais nenhum motivo para continuar ali, então mesmo com o corpo bastante ferido, o Touro começou a subir novamente as escadas que o levaram ali. Após um momento na escuridão do corredor fechado, o mesmo emergiu novamente no quarto trancado. Agora sem as algemas para sugar seu poder e impedi-lo de se transformar, bastou uma cabeçada potente para levar a porta ao chão. O ódio movia seu corpo, e com passos pesados, foi se dirigindo para o saguão da Estalagem.

Seu caminho até lá foi livre, sem nenhuma alma viva a vista. Quando seus pés pisaram no chão de madeira em frente à entrada, seus pulmões se expandiram com o ar que acumulou e um grande grito ecoou pelo lugar, chamando pela dançarina que não dava as caras. Quando seu folego acabou e o grito cessou, um silencio ensurdecedor pairou no local, como se o mundo esperasse para que o que iria acontecer. O silencio foi quebrado apenas quando barulhos de passos surgiram, e duas garotas apareceram em frente à Jacob. Li Wan e Violet. Ambas com suas armas empunhadas. - Não podemos deixar que você chegue até Anastasia. - Disse Violet, apontando sua espada para o cozinheiro. - Seria melhor se você tivesse ficado fora disso. - Elas pareciam prontas para atacar, mas seus rostos estavam sem expressão e com olhar vazio.

  • Buzz


Buzz se encontrava em uma situação desesperadora. O curativo havia sido feito, mas Umika precisava de sangue para repor o perdido. Após tomar um banho rápido e voltar com as roupas molhadas, mas sem farinha, o Ladrão de Mel saiu pela janela e entrou pela janela aberta do quarto ao lado, o qual seria o de Jacob e Li Wan. Mesmo a porta não estando trancada, a mesma foi derrubada com um forte chute, e logo em seguida o jovem seguiu para o quarto de Dr. Felicis. Sua batida era rápida demonstrando urgência, e logo o médico atendeu a porta. - para de bater e entra logo! - Felicis puxou ele para dentro, olhou para os dois lados do corredor e fechou novamente a porta. - Não sei que tipo de confusão vocês resolveram causar, mas só porque tratei aquele seu amigo mink, estão achando que estou com vocês. - Olhando ao redor, Buzz pode ver que quase todos os equipamentos deles estavam destruídos, com exceção de alguns que estavam dentro de uma maleta aberta. Buzz fez o pedido de a proposta, mas Felicis logo fez cara feia. - A única coisa que quero é que vocês saiam logo dessa ilha. Desde que chegaram só causam confusão. - Logo em seguida fechou a maleta e foi seguir o jovem.

Chegando à porta do quarto, o melaço cristalizado foi retraído e os dois entraram. - Essa é a garota? Vamos resolver isso logo. - Pegando um pequeno dispositivo para analisar amostras de sangue, o médico pegou uma amostra de Umika e outra de Buzz. - Hmm. Ela é A- e você é A+. Por pouco, mas você não pode doar para ela. Lembro que aquele seu amigo mink é AB-, então ele também não pode doar. - Com cuidado, Felicis, colocou a mão sobre a testa da garota para checar sua temperatura.. - Eu sou O-, ou seja, doador universal, mas isso não ajuda muito nesse caso. Ela perdeu muito sangue, então nesse caso temos que fazer a transfusão especificamente com o mesmo tipo sanguíneo dela. A únia coisa que posso fazer por enquanto é passar um pouco do meu sangue para diminuir e desacelerar a anemia e os outros sintomas, mas precisamos encontrar alguém A-.

Sem perder mais tempo, Buzz saiu novamente e foi buscar Ryu, que estava caído na frente da entrada. Quando voltou para o quarto, estava arrastando corpo ainda inconsciente do Punho Dourado. - Também não. Ele é B+. Não era para ser tão difícil encontrar alguém A-. - De repente, uma luz se ascendeu para Felicis, e ele se lembrou de algo que não se recordara antes. - Espera, eu conheço alguém que é A-. A dançarina da Estalagem, Anastasia. - Como que coincidência do destino, um grito de Jacob ecoou, chamando por Anastasia vindo do andar de baixo. Quanto mais o tempo passava, mais tudo ia se ecomplicando e ficando confuso.


Ferimentos:
 


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptySex 26 Out 2018 - 14:25

Groove!

Nenhum aliado será ferido!







Meu brado me levou a contemplar o silêncio mórbido que aquela estalagem possuía, não tinha como não ser tomado pela irá que me consumia e também não era possível ignorar todas as dores que meu corpo começavam a esboçar, meus dedos, minhas costelas, tudo estava em frangalhos, precisava me recuperar, mas acima de tudo precisava acabar com aquela guerra, custasse o que custar.

Meus olhos varriam o salão em busca de uma vivalma, mas nada tinha ali, aqueles desgraçados buscavam matar meus amigos e parece que a primeiro momento eles estavam conseguindo ao menos nos meter em apuros dos brabos, mas precisava ficar atento, Anastácia era ma manipuladora sagaz, era arriscado demais ficar vulnerável em seus domínios e por isso minha atenção estava redobrada.

Foi quando escutei passos, passos rápidos e pouco espaçados. Alguém aproximava-se e e talvez mais inimigos estivessem prontos a ficar em meu encalço, minhas mãos se posicionaram, meu olhar manteve-se sério, estava preparado para quase tudo, mas o golpe baixo veio quando eu me deparei com Li e Violet frente a frente armadas e de olhar vazio me advertindo sobre o que estava se passando.



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Elas estavam sob o controle daquela maldita? Bem, tudo indicava que sim, ao menos eu conhecia na pele aule padrão, olhos vazios, corpos sendo movimentados, expressões nulas, era exatamente assim que eu me senti e não tinha como perdoar alguém por nos deixar preso em nossa própria mente.


Porem o que mais me deixava chocado naquele momento era perceber que minha inimiga estava utilizando-se dos meus amigos, minha família para me afetar, aquilo era baixo, baixo em níveis nunca antes vistos e era a hora de mostrar qual seriam as consequências disso.


Lentamente retirei (da maneira que dava) a parte superior de minhas vestimentas  formais, as encarei seriamente, meu olhar era um misto de pena e ódio, naquele momento Anastácia estava me obrigando a agir longe de tudo que eu acho correto, um código de conduta que me foi passado por meu "Pai" um código de profissionalismo que me era ensinado sempre e esse algo tão preciso estava sendo ameaçado por uma enganadora (Bela, sensual e com um belo par de seios, mas ainda sim uma enganadora) que apenas visava safar o seu belo traseiro redondo

Minha postura mantinha-se firme, meu olhar mantinha-se atento e foi com essa expressão sombria e desgostosa que proferi palavras as minhas companheiras manipuladas enquanto mantinha-me atento para um possível reverbe de Anastácia, pronto para pressionar um dos dedos quebrados para no caso de um possível contro-le tentar quebra-lo por dor:


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-- Me desculpem "brotos", desculpem por não consegui "cobrir as costas" de vocês desses "lambedores de bolas" do jeito "groove"...



Mais coisas surgiam em minha mente, se elas estavam aqui Ryu poderia estar em um perigo ainda maior, ele não as deixaria sozinhas a merce desses crápulas, mas ele poderia também ser vitima de uma emboscada como eu mesmo fui, porem não era a hora de pensar nele diretamente, existia um problema e eu tinha que resolver ou as coisa poderiam piorar.

Meus calcanhares (Cascos) colocariam-se firmes ao solo, meu olhar penetrante e raivoso se faria a mostra, meus braços se abririam como as penas de um pavão, como se exibisse meus músculos grandes e tonificados aquelas belas moças e um leve bufar de ar sairia pelas minhas narinas bovinas que indicariam com a minha posição que um ataque estaria por vir, tudo isso enquanto falaria em tom visivelmente irritado:



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-- Anastácia "Broto Morto", quero que escute bem, quando eu lhe encontrar e "feche no cuspe" que vou lhe encontrar, você irá se arrepender do " groove " que está nos causando....  



Com um disparo tentaria me aproximar das garotas em alta velocidade com a minha aceleração acima da media, com meu olhar determinado tentaria me manter focado nos movimentos das mesmas para não deixar que meu avanço deixa-se muitas coisas expostas como meu baço e meus joelhos, sempre tentando bloquear com as partes duras do corpo no caso de golpes nessas regiões, para que assim próximo o suficiente tentar agarrar as duas com meus braços sem usar a pressão dos dedos com isso e as levantar como dois sacos de arroz, sempre mantendo o corpo rígidos para ataques diretos da mesmas e também sempre mantendo-se atento para usar a contra medida da dor caso Anastácia se manifesta-se, sem parrar a corrida me direcionaria para os andares superiores, pois existia uma chance da saída por cima ser mais segura, afinal "O alcance" das habilidades de Anastácia para mim eram um mistério e afastar-se dela talvez fosse a melhor saída, tudo isso era feito enquanto gritava :


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-- GROOVE!!




Existindo a possibilidade de esquiva das jovens tentaria não confronta-las, mas apenas redirecionar a investida para a direção das mesmas, nenhuma "defesa" seria feita diretamente, apenas se em pontos vulneráveis demais, como citado acima, os demais locais apenas enrijeceria e tentaria tancar, pois assim estaria próximo o suficiente para suportar os golpes devido a alto resistência e também deixa-las sem saída contra o agarro.

Supondo que efetivo os movimentos tentaria seguir para um dos quartos, do de Buzz ou o Meu o que fosse mais vantajoso, pois se existissem danos no meu quarto o mesmo era um alvo fácil o de Buzz poderia ter algo que pudesse inclusive me ajudar com meus dedos parcialmente "amputados" e sendo assim buscaria abrigo no local e arrebentaria a porta com meus chifres se preciso.

Havendo a possibilidade de encontro com Buzz e sua situação atual, mesmo com as moças firmemente agarradas falaria para ele em um tom sério mais evidentemente cheio de dores, afinal o esforço físico feito não era nada agradável para um homem que acabara de destruir parte de seu corpo para poder sobreviver a uma luta:



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—  Vamos "B-Boy" me ajude aqui, elas estão loucas!  


As coisas seriam ditas enquanto esperaria a ajuda de B, também buscaria cooperar com o que ele estivesse mandando conforme as minhas limitações físicas claro, além disso caso o mesmo resolvesse desmaiar as jovens, aceitaria tal termo, pois não era uma forma de machuca-las e elas ficariam seguras, após todo o furdúncio falaria para o mesmo em um tom severo:


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—  Eu não sei como foi do seu lado "B-Boy" mas do meu foi uma "brasa", Anastácia consegue controlar mentes...Me controlou e me tirou de "escanteio", no final das contas tive de lutar com um desgraçado "Mão de Pedra", perdi uma mão nessa "brincadeira" e acho que declarei guerra a chefe deles...fora isso, por deus, alguém trate desse "Bagulho".

Mostraria os dedos, mostraria meu estado, escutaria o que Buzz teria a dizer, seguiria a suas instruções, naquele momento era preciso escutar o médico e estrategista do bando, mas acima de tudo era preciso reunir informações, mesmo que tudo estivesse acontecendo rápido ainda estava alheio as coisas e talvez eu demorasse um pouco mais para compreender ate onde ia o problema.



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptySab 27 Out 2018 - 17:33

Finding the Dancer

Buzz


Tendo que conseguir o equipamento necessário para a transfusão de sangue que Umika necessitaria, fui até o quarto do Dr. Felicis e requisitei sua ajuda. Mesmo aparentando estar em maus lençóis por nos ajudar, o homem pegou tudo que necessitaria e me seguiu até o local onde havia deixado a jovem. Quando vi e ouvi o que havia se passado com ele, por um momento cogitei que teria de usar a força para pegar o que iria precisar. Me senti levemente aliviado ao notar que não teria de recorrer a isto. Ao chegarmos no quarto, Felicis preparou tudo e começou a analisar tanto o sangue da garota quanto o meu. Assisti cada parte do processo com uma mistura de alerta, felicidade e temor. Estava alerta para checar se o que ele estava fazendo estava correto. Não duvidava de suas habilidades médicas, e sim dos seus motivos. Se causamos tanto incômodo, por que nos ajudar? Com toda certeza, era uma boa pergunta para mais tarde. A felicidade vinha do pensamento de que todo aquele processo ajudaria na recuperação da garota, e tudo que eu mais queria naquele momento era vê-la acordar. A sensação merecida de culpa me corroía por dentro, machucando fundo minha alma e causando uma dor mais intensa de que a que sentia nas laterais do meu tronco. Seria apenas quando ela acordasse, que poderia encontrar a paz de espírito necessária para congelar o progresso daquela ferida. Mas para curá-la, iria precisar do perdão da jovem. E estava mais do que pronto para pedi-lo assim que ela abrisse os olhos.

Infelizmente, o temor que sentia quanto ao que estava ocorrendo acabava se concretizando. O resultado dos testes mostrava que, apesar de ter o mesmo tipo sanguíneo que Umika, nossos Rh eram incompatíveis. E o que era ainda pior, mesmo que usássemos um doador universal, como era o caso de Felicis, não adiantaria de muita coisa. Ela precisaria que eu conseguisse alguém que tivesse especificamente o mesmo tipo e Rh que ela: A-. O médico se comprometia a fazer uma pequena transfusão com seu próprio sangue, com o objetivo de retardar possíveis efeitos que a quantidade diminuta deste líquido pudesse causar e me ganhar um pouco de tempo. Sabendo que o cozinheiro também não serviria, segui até o local onde sabia que acharia alguém para usar. Foi um pouco trabalhoso carregar o corpo do loiro ali para cima na minha condição atual, mas com passos firmes e força de vontade, atingi meu objetivo. No fim, ele também não me seria útil. - Droga, droga, droga, droga, droga... - Dizia como um mantra entre os dentes, enquanto roía as unhas da mão direita. * Será possível que eu vou ter que capturar todo mundo desse hotel para achar alguém compatível? * A ideia começava a ficar cada vez mais tentadora, porém o doutor se lembrou de algo. - Anastasia? A cantora! - Uma chama de esperança se ascendia em meu peito e fazia meu rosto se iluminar. * Pelo que vi dela, não acho que ela recusaria se eu explicasse a situação e pedisse de maneira correta. Mesmo que ela me cobre dinheiro, não creio que ela exigiria uma fortuna e eu tenho uma boa quantia comigo. Vai dar certo. TEM que dar. *

Um grito vindo de algum local abaixo de onde estávamos chamou minha atenção. O cozinheiro gritava pelo nome da dançarina, mas por quê? Não havia como ele saber da situação de Umika, então qual seria o motivo de tudo aquilo? Limparia as botas e qualquer outro local que conseguisse constatar que ainda possuía resquícios de farinha e sairia do quarto a passos largos e rápidos, porém bem abaixo da minha velocidade total. A urgência da tarefa que me era atribuída exigia rapidez, contudo minha condição física e a incógnita que meus possíveis inimigos representavam me faziam adotar aquele ritmo. Quando chegasse até Jacob, averiguaria o que estava ocorrendo e daria uma rápida olhada em volta, procurando por Anastasia ou verificando se havia mais alguém ali em quem eu precisaria ficar de olho. A única coisa que sabia da situação ali era que o cozinheiro tinha o mesmo objetivo que eu. Dito isso, havia uma série de variáveis que poderiam estar agindo naquele local, tornando tudo em algo bom ou ruim. Eu poderia simplesmente achá-lo sem nenhum arranhão, apenas procurando pela mulher. Pelo tempo que passei com ele, não era difícil imaginar algo do tipo. Nessa situação, apenas me aproximaria dele e diria. - Eu não sei porque você está procurando pela cantora, mas temos que achá-la a todo custo. Umika foi ferida e precisa de uma transfusão de sangue, e só Anastasia pode ajudá-la. - Assim que explicasse de maneira simples o que teríamos de fazer, começaria a procurar por ela de cima a baixo da estalagem, gritando seu nome a plenos pulmões.

Se achasse Jacob ferido, passaria um de seus braços por cima dos meus ombros e o arrastaria comigo de volta para o quarto, onde o colocaria sentado escorado em alguma cômoda, guarda-roupa ou até em alguma parede do local e juntaria materiais iguais aos que usei para fazer o curativo da navegadora. - Preciso que me diga exatamente onde está sentindo dor e a intensidade da mesma. Se lembrar de tudo que aconteceu com você e puder me dar um breve resumo dos danos sofridos, seria ainda melhor. - Esperaria que ele me respondesse, enquanto iria limpando, estancando e enfaixando os ferimentos que estivessem expostos.

Havia ainda a possibilidade dele estar sendo atacado por algum inimigo. Se fosse uma luta um contra um e ele estivesse fisicamente bem, deixaria que ele próprio cuidasse disso da maneira que preferisse. Se esta maneira fosse requisitar assistência, não veria problema em auxiliá-lo. Mas se ele fosse tão cabeça dura quanto achava que ele era, provavelmente preferiria lutar sozinho e eu respeitaria sua decisão. Agora, se ele estivesse em desvantagem numérica ou já apresentasse danos em seu corpo, lançaria melaço de ambas as mãos para grudar ao chão quem quer que o estivesse enfrentando. Provavelmente, nem prestaria muita atenção em quem seriam seus adversários. Tudo que importava era tirar o cozinheiro do aperto e voltar para a missão mais importante. Sem mais delongas, iniciaria minha busca pela dançarina e deixaria que Jacob decidisse o que faria a seguir. Antes de me afastar dele, porém, deixaria-o a par da situação para não haver problemas futuros. - Caso ache Anastasia, leve-a em segurança até o meu quarto e peça para Felicis explicar a situação para ela. - No caso de Jacob me contar tudo que sabia sobre o que estava acontecendo, cerraria os punhos até os nós dos dedos se tornarem brancos e deixaria que minha expressão demonstrasse exatamente o que sentia: Cólera. Eu ainda não estava totalmente acostumado ao jeito que ele falava, mas conseguia extrair a ideia geral. Se ela havia controlado o cozinheiro e o feito sair de cena, poderia considerar que ela não estava do nosso lado. E se não estava conosco, estava contra nós. Com a mandíbula tensionada, deixaria o som de minha fala sair por entre os dentes e comunicaria. - Vá até meu quarto e aguarde minha chegada, ou peça a Felicis para dar uma olhada nos seus dedos assim que ele terminar o tratamento em Umika. Preciso pegar uma bolsa de sangue. - Assim que terminasse, começaria a minha caça à cantora.

Sairia verificando cada cômodo daquela estalagem, passando um pente fino em tudo para achar aquela mulher. Quando a encontrasse, poderia reagir de duas formas. A primeira ocorreria apenas se o cozinheiro não tivesse me dito nada. Neste caso, seguiria até a mulher e pediria. - Eu preciso que você me acompanhe. Uma pessoa importante para mim está ferida, e ela necessita de uma transfusão de sangue. Se não quiser fazer isso de graça, não tem problema. Eu posso te pagar bem por isso e não deve demorar tanto assim. Por favor! - Poria ainda mais vontade na última parte e curvaria-me levemente em sua direção, em sinal de respeito e requisição. Caso ela negasse todas as minhas propostas, começaria a ficar inquieto e a suar frio, demonstrando o nervosismo diante de sua resposta. Logo, toda a pressão pela qual estava passando desde que as coisas começaram a dar errado e se complicar acabaria completamente com a minha paciência. Esticaria ambos os braços para agarrá-la e a cobriria com o fluido grudento, antes de puxá-la para junto de mim e começar a correr na direção do quarto. A partir daquele momento, não me importava mais se eu tinha ou não o consentimento dela. Apenas faria o que quisesse e lidaria com as consequências mais tarde.

Entretanto, se Jacob houvesse me explicado as coisas, tentaria me aproximar a uma distância de mais ou menos quatro metros, de forma que não ficaria tão vulnerável a ataques da cantora e ainda assim conseguir atacar eficientemente usando minha fruta. Não sabia ao certo como o "controle mental" funcionava mas, se eu conseguisse nocauteá-la antes que ela tivesse a chance de tentar isso em mim, não faria diferença. Lançaria meu braço na direção de sua cabeça e o esticaria até que ele se aproximasse o bastante. Ocorrendo isso, desmancharia-o em melaço e faria ele cobrir a cabeça da mulher para privá-la do oxigênio. Correria o máximo que pudesse até chegar a ela e colocaria dois dedos sobre a artéria carótida, com o objetivo de medir seus batimentos. Quando sentisse que estes estavam ficando mais fracos, faria todo o melaço sobre sua cabeça escorrer para cobrir seus braços e cristalizaria para prendê-la. Estando tudo pronto, colocaria-a sobre meu ombro e a carregaria como se fosse um saco de batatas até meus aposentos. Em qualquer caso, assim que adentrasse o quarto junto da mulher, a colocaria próxima a cama ou sobre a mesma e diria para que Felicis começasse o processo.

Percebendo qualquer moção estranha ou de ataque vinda da mulher, apenas buscaria notar se ela estava usando farinha ou algum aparelho estranho no movimento. Se a resposta fosse não, continuaria com a estratégia de asfixiá-la até que ela desmaiasse de maneira bem mais calma. Todavia, mesmo com tal vantagem em mãos, não deixaria de prestar atenção aos meus arredores e na minha adversária. Ela ainda poderia ter alguma carta na manga, apenas esperando para que eu baixasse a guarda. Já se percebesse a utilização de farinha ou algum objeto estranho, não arriscaria perder um membro e mudaria ligeiramente o meu método. Ao invés de esticar o braço para pegá-la, criaria algo semelhante a uma lagarta saindo do meu peito e usaria isto na execução do plano. Assim, caso ele fosse cortado, não causaria nenhum dano em mim. Continuando, mesmo não sendo um membro de verdade ainda sim buscaria controlar sua forma e movimentação para desviar dos ataques que a dançarina poderia tentar fazer. Conseguindo cobrir sua cabeça com a substância, buscaria me aproximar por trás dela para não correr tanto risco assim. De uma vez, agarraria seus dois braços e os forçaria para junto de seu corpo, usando um pouco do melaço para grudar os membros no lugar em que estavam. Assim que o fizesse, usaria os dedos indicador e médio para medir sua frequência cardíaca, e me basearia nisso para saber a hora de retirar minha habilidade de seu rosto. Tendo conseguido capturá-la, colocaria-a sobre meu ombro e a carregaria como se fosse um saco de batatas até meus aposentos. Em qualquer caso, assim que adentrasse o quarto junto da mulher, a colocaria próxima a cama ou sobre a mesma e diria para que Felicis começasse o processo.

Daria um certo espaço para o médico trabalhar, mas ficaria próximo para auxiliá-lo em qualquer coisa que fosse necessário. A teoria do processo me era conhecida e não chegava a ser muito complicada. Dito isto, se notasse a necessidade de intervir para melhorar ou agilizar o processo, faria tudo com cautela e atenção. Inclusive, se fosse necessário que eu liberasse minha habilidade para movê-la um pouco ou algo assim, o faria sem problemas. Contudo, apenas nas partes que realmente precisasse. Quando estivesse tudo pronto, deixaria que o tempo se encarregasse do resto e me sentaria junto de Umika. Colocaria uma de minhas mãos sobre a dela e passaria carinhosamente a outra pelos seus cabelos até que houvesse algum tipo de resposta ao tratamento.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptyDom 28 Out 2018 - 22:42

 



Em busca de Anastasia!

  • Todos


Uma nova esperança surgia para Buzz ao ouvir sobre Anastasia. A dançarina poderia salvar Umika, mas um grito rompendo o silencio fez mais dúvidas surgirem. Porque Jacob chamava por Anastasia? No andar de baixo, o cozinheiro ficava frente a frente com suas duas companheiras. Mais do que mulheres, o que seria suficiente para que Touro não as atacasse, aquelas eram alias e companheiras. Lutar com elas estava fora de cogitação, então o homem fez a unia coisa que conseguiu pensar naquele momento. Após girar a parte superior do seu terno, o homem começou a correr em direção a elas, mas em vez de atacar ambas, que era o que parecia que iria fazer, ele se abaixou e levantou as duas, posicionando-as sobre seu ombro e começou a correr. Confusas por não terem sofrido um golpe, as garotas demoraram apenas um instante para começar a atacar, Sendo erguidas, Li Wan e Violet tinham como atacar livremente as costas do bovino, que começou a sofrer cortes e golpes de bastão. Por sorte, a resistência do homem segurava a maior parte do dano, e sua resistência à dor cuidava do resto.

Com isso, começou a subir as escadas em direção ao seu quarto ou o de Buzz, mas encontrou o proprio no meio do caminho, no corredor. Buz encontrou um Jacob com vários hematomas no corpo e 6 dos 40 dedos, a maioria da mão direita, quebrados e inchados, enquanto Jacob encontrou um Buzz aparentemente com dificuldade para respirar, todo molhado e com um hematoma feio no peito. Ver ele carregando as duas garotas era estranho, mas o jovem não pensou duas vezes em ajudá-lo depois que ele pediu ajuda. Com uma rajada, melaço prendeu as mãos das duas no chão. Quando a situação toda foi explicada pelo homem-bisão, tudo fez sentido para Buzz, e o motivo do cozinheiro ter gritado o nome de Anastasia ficava claro. Encontrar a dançarina não era mais só necessário para salvar Umika, mas para manter todos à salvo. Por recomendação do medico, Jacob foi para o quarto do mesmo, onde encontro Dr. Felicis. - Ah, você de novo. - Dizia ele, meio desapontado, enquanto terminavam uma transfusão de sangue em Umika, até ver o estado das mãos do cozinheiro. - O que diabos você fez? - Indo para frente do Touro, começou a enfaixar e imobilizar seus dedos. Deitado na cama ao lado de Umika, ele poderia ver também Ryu, que estava desacordado.

Deixando Li Wan e Violet presas no corredor, Buzz começou a correr pelos corredores atrás de qualquer sinal de Anastasia, mas aquilo não estava dando certo. Tudo parecia muito vazio, e a Estalagem era grande demais para se ter uma procura precisa assim em tão pouco tempo. Durante algum tempo, o jovem de cabelos brancos procurou por vários quartos e andares, sem sucesso, encontrando tudo vazio, até que algo o surpreendeu. Quando menos esperava, um golpe o acertou na nuca, jogando-o para frente com muita dor. Ao olhar para trás, uma figura que pensava que nunca veria novamente estava o encarando: Orfeu, O Punho Titânico. Entretanto, havia algo de errado com ele. Seu corpo se movia, mas ele parecia mais morto do que vivo. Quando recebeu o golpe, pode notar que seu corpo estava gelado, e seus movimentos eram um tanto travados. E, é claro, os punhos dele estavam cobertos de farinha. - Não pense que você é o único com um bingo book, garoto. Logias são complicadas, mas uma vez que você descobre a sua fraqueza elas não são grande coisa. Esperava que o velho fosse acabar com você, mas pelo visto ele é inútil e terei que fazer isso eu mesmo. - Seu avanço estava sendo bloqueado pelo grande homem, e encontraria Anastasia já estava se mostrando bem mais complicado do que imaginava.
 

Legenda:
 

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Última edição por GM.Hoyu em Seg 5 Nov 2018 - 22:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptyTer 30 Out 2018 - 2:07

Irmãos, Desejos e Lutas!

Herdando força!







Cada golpe dado em mim por aqueles "Brotos" enlouquecidos me doíam muito mais na alma do que em meu corpo, os golpes eram fortes, mas a angustia de saber que elas estavam sendo controladas por aquela crápula "desgraçadamente bela" me deixava bem mais ferido, mas eu tinha que tira-las de lá, eu tinha que afasta-la do centro do salão e para cima foi minha única opção.

Cada degrau era um martírio mas foi ao chegar no corredor que me deparei com uma centelha de esperança, "B-Boy" estava lá, seu estado não era um dos melhores mas com toda certeza me aliviava, ele estava vivo, ele era um aliado que como eu estava lutando por todos, mas assim como eu estava em cheque. Foi ao vê-lo me ajudar que pude explicar a ele o que se passava, foi quando ele me deu uma breve luz do que se passava que pude sentir a irá e o pesar das ações de nossos inimigos, era a hora de se reagrupar, a hora de mudar o quadro desse placar, ou estaríamos em apuros.

Buzz tinha partido, sua irá era quase palpável , mas não podia culpa-lo, se meus dedos não estivessem em uma situação que beirava a amputação eu o seguiria, mas existia mais em jogo ali. Segui para o quarto, me deparei com a cena da transfusão, aquele homem tinha salvado minha vida uma vez, ele também parece ter salvo a vida de Umika, não tínhamos como agradecer ou recompensa-lo e por isso deixava as meninas bem aparadas e de cabeça baixa falava :



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-- "Limpe nossa barra" Dr, eu preciso de ajuda, elas também...


Esperava que ele nos desse auxílio, esperava que pudesse ter mais a nós contar, nossos inimigos eram ardilosos e eramos promissores, mas não eramos experientes quanto a esses tipos de pessoas e se ao menos um desses fosse feito muito já teria ajudado.


Naquele quarto contemplaria os danos, os dedos a serem enfaixados, os o torso a ser levemente imobilizado, sentiria os reverbes da luta contra meu inimigo mais poderoso até então, "Mão de Pedra" não podia ser esquecido. De um lado Umika, ferida, com sua vida sendo penetrada pouco a pouco para ser servida aos vermes, do outro lado Ryu, meu irmão, só agora pude contemplar ele ali, era de me chocar perceber que ele tinha sido nocauteado, eu tinha falhado mais uma vez em protege-lo, naquela cama Ryu mostrava para mim a minha impotência, mostrava a minha incapacidade notoria, mas mostrava que eu tinha que ficar cada vez mais forte.


Lentamente me aproximaria da maca, tocaria a testa de meu irmão e pensaria:
"Não vai ser em vão irmão..." observaria meu irmão e se Unir estivesse com ele retiraria as manoplas e as vestiria enquanto me ergueria e observaria as jovens de forma seria e pouco amistosa mas falaria com as mesmas:




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-- Vamos lá "Brotos", digam se estão me escutando e se estão prontas para falar o que sentiram a ser controladas por essa desgraçada...


Esperaria uma resposta, gostaria de ver as reações, se Anastácia estivesse no comando uma desvantagem mostraria-se presente, ela tinha um alcance alto, mas se não as controlar-se talvez tenhamos descobrindo o limite das ações e com isso levantaria-me e caminharia até a porta do quarto, onde de costas respiraria fundo e contemplaria a situação, uma batalha ocorreria e nela , nós ou nossos inimigos sairiam vitoriosos e por isso adverteria o DR:



-- Dr, me escute bem, proteja as garotas de si mesmo, as "apague" se quiser, não as fira, ou infelizmente terei de caça-lo, volto logo, prometo que será recompensado de acordo, essa é a palavra de Jacob Allan, O Touro não abra essa porta sem que seja um de nós... 



Após as palavras correria, disparados fechando a porta, buscaria quarto a quarto o inimigo, buscaria miticulosamente em busca detalhes e provas que pudessem me indicar localizações, alem disso manteria-me em alerta de encontrar aliados em apuros para os auxiliar.

Caso encontrasse pistas analisaria cuidadosamente as possibilidades daquilo que encontrei para que assim pudesse ter maior certezas do que fazer, todas as ações seriam cuidadosas inimigos podiam estar a espreita, inimigos como os dois subordinados de Saphira Nimura e o outro, ou os de Niko como Anastácia e por isso em caso de golpes direcionados tentaria bloquealos se os percebesse a tempo , projetando os braços no local de golpe.

Caso inimigos fossem encontrados aterrorizando aliados colocaria-me na frente dos mesmos falando enquanto tentaria defender o golpe do inimigo de maneira frontal cruzando os braços e projetando uma defesa dura para então falar:



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[/color] -- Não perca tempo aqui, vá atrás daquela "Rodada" desgraçada e linda!!




Tentaria me direcionar ao inimigo de maneira nada convencional, com meu centro de gravidade baixo deixaria minha estatura reduzida em comprimento mas ampla em largura devido a inclinação do corpo, o ZigZag tentaria ser executado de forma desregular e nada fácil de se ler para uma contra medida. Executaria após a aproximação, se efetiva claro, um movimento de alavancar do corpo  seria feito de forma a ficar frente a frente com o inimigo e um poderoso golpe seria desferido com a mão semi-serrada, um golpe duro visando o esterno do inimigo esbravrjando:



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—  Cooking Fight: Skillet Punch!  


As contra medidas seriam tomadas, todo o movimento seria feito visando defender-se dos golpes de meu adversário utilizando o corpo resistente e partes saudáveis dele para poder defender-se dos golpes diretos dos membros superiores do adversário, os braços e até mesmo cabeça e cotovelo seriam utilizados como aparadores dos golpes para dar a possibilidade do golpe ser executado, além disso era plausível a tentativa de colocar um dos cascos (movimento oposto ao do corpo do oponente) atrás das pernas do mesmo para que caso ouvesse um recuou o mesmo tivesse um desequilíbrio momentâneo e com isso complementaria com :


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—  Não sei qual seu "Groove", mas hoje você vai provar do meu....

Minha postura ficaria reta e pronto para tomar as mesmas medidas de defesa caso um golpe não fosse o suficiente para com isso atrasar o inimigo, assim como antes independente das ações do inimigo manteria-me atento para o controle mental de Anastácia e tentaria mesmo com Ymir causar a derradeira dor com um estalar dos dedos quebrados, assim tentaria manter-se são, mesmo que meu estado por si só já fosse um martírio, pois mesmo forte ainda perecia do meu maior mal, eu ainda era só um homem.



bichaelson




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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptyTer 30 Out 2018 - 22:08

Disrespect for the Dead Man


Buzz


Seguindo para local de onde a voz de Jacob estava vindo, acabei me deparando com uma cena pela qual não esperava. Parando para pensar no assunto, as pistas estavam todas na minha frente e eu apenas escolhi não olhá-las. Ali estava o cozinheiro, com alguns dedos quebrados e hematomas espalhados pelo corpo, carregando as duas garotas que estavam perseguindo o loiro mais cedo: Li Wan e Violet. Ambas as garotas estavam armadas e atacavam o corpo do homem-bisão, que provavelmente só estava de pé por conta de sua resistência absurda. Na ocasião anterior, escolhi mentir para mim mesmo e ignorar a gravidade da situação para ajudar Umika. Apesar de não me arrepender disto, sentia uma pontada de culpa no que estava ocorrendo naquele momento. Se eu tivesse levado aquilo mais a sério e ido atrás das garotas para saber o que estava acontecendo com elas, as chances delas estarem presas até o pescoço com melaço e do cozinheiro estar em melhores condições eram bem altas. Quando notou minha presença, Jacob pediu meu auxílio para contê-las e facilmente cumpri a tarefa usando minhas habilidades. Após isso, o cozinheiro me explicou tudo que sabia sobre o que estava ocorrendo e eu o aconselhei a ir até o meu quarto, onde Felicis poderia tratar de seus ferimentos. Eu mesmo poderia fazer, porém tinha de continuar à procura da dançarina para salvar Umika, e talvez o resto de nós também.

Corri pelos corredores, subi e desci escadas, abri e fechei portas, mas nada encontrei. Como aquele lugar poderia se tornar tão vazio de uma hora para outra? Onde estavam as pessoas que ali estavam hospedadas? E mais importante, onde diabos estava aquela mulher? Minha respiração começava a ficar ofegante tanto por conta do esforço feito quanto pelo nervosismo que começava a crescer dentro de mim. Desespero, talvez fosse mais preciso. Criava a esperança que eu só ainda não tinha olhado no local certo, e esperava que Anastasia não fosse tão esperta quanto aparentava. Enquanto buscava a resposta para os meus problemas, um antigo resolveu voltar de sua sepultura. Sentia uma pancada na parte de trás do pescoço e era mandado para frente com força. O golpe me desorientava por alguns segundos, fazendo minha visão ficar dobrada e dificultando meu equilíbrio. Logo que a sensação deixava meu corpo, podia ver claramente a imagem do meu agressor. Via aquela figura enorme com descrença e repúdio, imaginando se não estava vendo coisas por conta da pancada ou se esta não teria me feito desmaiar e agora estava tendo um pesadelo. - Você já foi morto uma vez. Se fores mesmo Orfeu, voltes para o buraco de onde saíste e fique lá por toda a eternidade. Se o que buscas é vingança, saibas que só o que encontrará aqui será a dor e a desonra de perecer a minha frente mais uma vez. -

Com uma olhada mais atenta e um pensamento mais amplo, notei que havia algo de errado com ele. Seus movimentos estavam artificiais demais, quase como os de uma máquina. Aquilo não era o resultado de algum tipo de ressurreição, e sim uma tentativa doentia de fazer um teatro de marionetes. Ver alguém tão poderoso ter seu cadáver transformado em um boneco e ser manipulado por alguém que nem sequer tem a coragem de dar as caras, me fazia sentir pena. Claro, ele não valia a poeira que eu tinha debaixo da bota, mas para acabar desse jeito... Seguindo, Orfeu aparentava não tão somente se mexer, como também falar. Apesar de que, tudo que saia de sua boca parecia ser as palavras de outra pessoa. Aquela parecia ser a tal habilidade da qual Jacob falou, todavia algumas coisas me deixavam "com a pulga atrás da orelha". Primeiro de tudo, uma habilidade que controla tanto seres vivos como não vivos à distância e aparentemente sem precisar ter uma visão do que estava acontecendo poderia mesmo existir? E porque não usou essa habilidade em mim como fez anteriormente com o cozinheiro? E por fim, porque o controlador se referiu a si mesmo de forma masculina? Está tentando esconder a identidade por pensar que eu ainda não sei sobre ela, ou "apenas" temos dois inimigos com habilidades similares?

Enfrentar o punho titânico novamente, ainda por cima na situação em que me encontrava, era a última coisa que gostaria de fazer; principalmente se ele ainda mantiver aquela força absurda dele. Apesar dele aparentar estar bem mais lento do que era quando estava vivo, e que eu estava mais rápido do que na ocasião em que lutamos, tinha que levar em consideração à urgência da busca por Anastasia e o fato de que ainda não havia me recuperado dos ferimentos causados pela aranha gigante. * Porque sempre alguma coisa tem que acontecer para me fazer perder tempo? Eu só quero salvar uma garota. É pedir demais? * Enquanto pensava sobre isso, iria curvar levemente meu corpo para frente e tensionar um pouco os músculos das pernas, ao mesmo tempo que levaria meus braços para trás e me prepararia para criar uma boa porção de melaço. Meu plano era usar a substância grudenta para retardar o avanço de Orfeu, ao mesmo tempo em que tentaria abrir uma boa distância entre nós usando minha velocidade. Se ele não estivesse com aqueles punhos cheios de farinha... Droga. Já era a terceira vez em menos de um dia que isso acontecia. Será que toda vez que eu for enfrentar alguém, ele vai estar cheio desse pó? Vou ter que começar a carregar uma arma d'água comigo. * Hmm, até que pode ser uma boa ideia. Claro que eu teria de pedir algumas modificações para conseguir usá-la em combate, ou até para enfraquecer usuários de akuma no mi. Penso nisso mais tarde.*

Movendo as mãos para frente do corpo, dispararia uma grande quantidade da substância doce sobre Orfeu e ainda mais um pouco no chão, criando uma espécie de tapete que dificultaria ainda mais a sua movimentação. Tendo feito isso, voltaria-me para a direção à qual estava seguindo e começaria a correr em uma velocidade que aguentasse manter por um certo tempo sem me cansar muito. * Mesmo que eu o enfrentasse, não conseguiria fazê-lo parar apenas com meus chutes. Como ele já está morto e não sente dor, creio que o único jeito de impedi-lo seria arrancar seus membros, mas isso não causaria dano nenhum ao controlador e ele poderia simplesmente controlar outra pessoa para me atacar. Nesse tipo de situação, a saída é derrotar o usuário dessa fruta para assegurar que ele não vai manipular mais ninguém. * O jeito seria continuar a procura, mesmo que parecesse ser tudo em vão. Não podia desistir até achar e derrotar a dançarina, e levá-la para Felicis finalizar o tratamento de Umika. Fazendo isso, ainda conseguiria retirar as garotas de seu controle e poderia conseguir de algum modo extrair informações sobre o resto dos inimigos. Pelo que dava para perceber da fala de Orfeu, o velho estava no meio dessa artimanha toda e era suposto que ele deveria me matar. Sério isso? Provavelmente a participação do velho era apenas para chamar a aranha-mãe, porque se fosse para ELE me vencer em um combate um contra um, ficaria muito ofendido. Saber que o velho estava envolvido, no final, não mudava absolutamente nada. Meus planos para ele sempre foram e sempre serão os mesmos: Matá-lo de maneira lenta e dolorosa. Por duas vezes ele conseguiu escapar das minhas mãos, contudo, toda a sorte dele acabou na última vez.

Como nada na vida é perfeito, estava preparado para reagir a uma possível reação da marionete. Se ele conseguisse se libertar, coisa que não seria impossível dado sua força física, e ele viesse atrás de mim, me ateria a tentar despistá-lo na velocidade. Percebendo que isso não seria capaz, começaria a me mover perto das paredes e portas do local, parando de costas para elas vez ou outra em função de induzi-lo a me atacar. Se ele mordesse a isca, esperaria o ataque para desviar para o lado com uma cambalhota ou apenas um salto lateral. Sua lentidão facilitaria minhas esquivas, mas sabia que com o tempo ele acabaria mudando seus ataques para tentar me pegar desprevenido. Por conta disso, começaria a exagerar ainda mais nos movimentos e a fazer fintas antes das esquivas, dando a entender que iria para um lado quando na verdade iria para o outro. Se notasse que as coisas estavam piorando para o meu lado, cuspiria melaço sobre a cara do punho titânico e daria o maior pulo para o lado que conseguisse e começaria a correr de perto dele afim de ganhar espaço.

Se conseguisse atrasar Orfeu, continuaria à busca por Anastasia. Precisava usar tudo que tinha a minha disposição, mesmo que de nada ajudasse. Manteria meus olhos atentos a movimentos estranhos, pessoas suspeitas e logicamente à figura da cantora. Prestaria atenção aos sons e cheiros que sentisse, tentando ouvir sua voz ou sentir seu perfume para achar seu rastro. Invadiria os quartos e cômodos sem a menor cerimônia e faria uma breve vistoria em tudo antes de deixar o local e seguir para o próximo. Verificaria cada pista e rastro que achasse, e quebraria o que quer que estivesse em meu caminho. * Se eu tiver que botar esse prédio abaixo para achá-la, que seja. E se Nimura ou um dos tais irmãos dele não gostarem, que me tragam a mulher. * Falando no recepcionista, se o encontrasse, perguntaria. - Onde está a Anastasia? Eu preciso tratar alguns assuntos com ela. - Caso finalmente a encontrasse, olharia para suas mãos e pés e observaria se estavam ou não cobertos com farinha. Levando em consideração tudo que tinha acontecido a pouco tempo atrás, tinha quase certeza de que estariam. Chegava agora o momento que não me agradaria MUITO, porém teria de ser feito para ajudar a todos. Em prol de desativar sua habilidade, teria de fazê-la desmaiar ou usar kairouseki para selar seus poderes. Como não tinha nenhum pedaço de pedra do mar, teria de recorrer ao jeito bárbaro e chutá-la até conseguir resultados.

Não sabia que estilo de combate ela utilizava, mas tomando como base o tipo de poder que possuía e a aparência delicada do seu corpo, apostaria que ela não lutava pessoalmente com muita frequência. Se eu estivesse correto, aquilo poderia acabar sendo mais fácil do que imaginei. Mesmo assim, seria prudente não baixar muito a guarda. Seguiria na direção da dançarina com o corpo curvado para frente e os antebraços paralelos ao solo, enquanto me atentaria aos membros ou a arma que estivessem cobertos de farinha. Caso ela tentasse algum ataque vertical, frontal ou em diagonal, me jogaria para o lado com uma cambalhota e aplicaria uma rasteira na mulher se estivesse próximo o suficiente. Neste cenário, se ela desequilibrasse-se eu a puxaria para baixo e subiria em seu corpo. Prenderia seus braços usando minhas canelas e colocaria a mão esquerda sobre seu rosto, enquanto mediria seus batimentos cardíacos com a outra. Assim que já tivesse me acostumado com os batimentos normais dela, cobriria seu rosto com melaço e deixaria até sentir seus batimentos se tornarem mais lentos. Feito isso, retiraria minha habilidade de sua cabeça e prenderia seus pulsos juntos um do outro, como algemas. Aproveitaria e faria o mesmo com os tornozelos, antes de carregá-la de volta ao quarto.

Se ela houvesse desviado da rasteira ou não estivesse próxima o bastante, buscaria cobrir a distância entre nós com um salto para frente e aplicaria um chute lateral em seu tronco. Sem dar tempo para ela se recuperar, seguraria seu ombro direito com a mão esquerda e puxaria seu corpo contra o meu, ao mesmo tempo que aplicaria um soco abaixo do esterno. Após isso, colocaria a mão direita em seu outro ombro e a giraria cento e oitenta graus, passando o braço dominante ao redor do seu pescoço e pressionando sua garganta com ele. Não colocaria uma pressão muito grande no local, para evitar quebrar alguma coisa. Apenas pressionaria o suficiente para restringir sua respiração para que desmaiasse. Ocorrendo isso, a prenderia da maneira citada acima e seguiria para meus aposentos.

Caso o ataque fosse de maneira horizontal e acima da altura da minha barriga, me agacharia com a mão esquerda no chão e a perna de mesmo lado mais a frente que a direita. Impulsionando meu corpo para cima, aplicaria um gancho de direita em seu queixo e depois seguraria ambos os seus ombros e puxaria para mim, finalizando com uma cabeçada em sua testa. Se mesmo após isso ela ainda não tivesse desmaiado, faria a mesma técnica de girar seu corpo e asfixiá-la com meu braço prensando seu pescoço. Já se fosse um ataque horizontal abaixo da altura da minha barriga, pularia para frente, rotacionando meu corpo como em uma cambalhota e esticando a perna direita para acertar a cabeça da mulher com um golpe de calcanhar de cima para baixo. Não sendo o bastante, poria minha perna atrás de uma das suas, pegaria-a pelos braços e giraria-a para trombar em meu membro e perder o equilíbrio. Ao chão, utilizaria o método de asfixia usando melaço já citado.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptySeg 5 Nov 2018 - 22:48




Hora do chá!


  • Buzz


Os dois haviam se separado, e enquanto Jacob ia até o quarto ser tratado por Felicis, Buzz seguia em sua busca pela cantora da Estalagem. Por algum motivo estranho o lugar estava vazio, e todos os residentes haviam sumido sem deixar nenhum sinal ou rastro, mas a surpresa maior veio quando um morto veio dar as caras novamente. Orfeu estava obviamente estranho, mas estava ali, de pé, pronto para atacar o Ladrão de Mel. As palavras do jovem de cabelos brancos pouco fizeram diferença para ele, pois no instante seguinte ele começou a correr na direção do mesmo para ataca-lo. Visando atrapalhar o avanço do mesmo Buzz jogou uma grande quantidade de melaço contra ele, mas a substancia foi facilmente espalhada por um simples movimento de braço do homem. O chão, em seguida, foi coberto do doce, que de início atrapalhou seu movimento, mas logo o Punho Titânico voltou a correr em sua velocidade habitual. Aquele não era um oponente fácil de se lidar, e aquilo era mais do que claro.

Buzz começou então a correr para tentar se afastar do ex-pirata, mas mesmo que os movimentos do mesmo fossem menos naturais, sua capacidade física deixava-o par a par com o jovem, que teve que dar tudo de si para evitar os poderosos golpes que vinham em sua direção. Vendo que o usuário de logia estava conseguindo evitar seus socos, Orfeu parou, firmou os pés no chão e deu um avanço tão rápido que Buzz mal conseguiu ver, recebendo ambos os punhos dele em sua barria como se o mesmo fosse um foguete. Sentindo uma dor extrema, próximo de onde havia tomado o golpe da aranha-mãe, seu corpo foi lançado vários metros para trás e se chocou na virada do corredor, fazendo um buraco na parede que o levou para dentro de um quarto vazio. Escapar daquele homem não parecia que daria certo, muito menos enfrentá-lo. Buzz precisava encontrar outro jeito de contornar a situação.

  • Jacob


No quarto, Jacob via tanto Umika quando Ryu deitados e desacordados, momento em que aproveitou para pegar a arma de seu irmão. Logo que chegou, Felicis se apressou em tratar e enfaixar suas mãos. - Vê se não faz muito esforço com suas mãos. Elas não estão em um estado nada bom, e podem acabar piorando. - quando o tratamento estava completo, Jacob foi até as duas garotas, que agora pareciam ter recobrado a consciência e se mostravam confusas sobre o local em que estavam. - O-o que aconteceu? - Perguntou Li Wan. - Isso foi muito estranho. - completou Violet, perplexa. - Era como se... Não tivéssemos o controle dos nossos corpos. - estava claro que elas não tinham nenhuma informação que o próprio Jacob já não soubesse, por isso, após pedir que o médico tomasse conta delas, ele partiu. Assim como Buzz, ele começou a olhar quarto por quarto em busca dela, mas nada encontrava. Em certo momento conseguiu ver golpes de punhos poderosos, mas nada de quem os havia feito. E foi quando foi pegar em uma maçaneta para abrir outra porta que seu corpo travou.

Nenhum musculo seu se movia, e ele sabia o que aquilo significava. Ele esperava conseguir apertar seus dedos feridos para sair do transe, mas com seu corpo dominado de subido, nem teve a oportunidade de tentar. Sua mão recuou da maçaneta e seus olhos se fecharam, submergindo em completa escuridão. Suas pernas começaram a andar contra sua vontade e, mesmo de olhos fechados, parecia saber muito bem aonde ir. Andou por o que pareceram 3 ou 4 corredores, desceu 2 ou 3 lances de escadas e entrou por uma porta que não sabia onde era. Sem sua visão, o máximo que podia fazer era tentar gravar como havia andado, mas as direções não faziam sentido em sua cabeça, de modo que não tinha a menor ideia de por onde havia seguido. Quando entrou no quarto misterioso, andou alguns passos e se sentiu em uma cadeira confortável, quando então abriu os olhos. Anastasia estava a sua frente, do outro lado de uma mesa, com um conjunto de chá montado.



- Vocês não cansam de causar confusão, não é? Você deveria ter ficado quietinho onde te deixei. Por culpa de vocês, tive que usar um importante boneco. - A mulher encheu uma xicara com chá e colocou em frente ao Touro. Seu corpo ainda estava paralisado e sobre o controle da mesma, e foi forçado a pegar a alça da xicara e beber dois goles da doce bebida que ela oferecia. - Não se preocupe, não está envenenado. - Ela encheu a própria xicara e bebeu. - Não me arriscaria de matar você. Não consigo controlar seu amiguinho, e se ele conseguir lidar com meu boneco de agora, vai ser você que vai ir cuidar dele. Bonecos bons são raros de encontrar hoje em dia. - Sua ultima frase teve um tom um tanto erótico, e o sorriso que deu só atestava essa impressão. O olhar da mulher parecia ir constantemente para algo posicionado atrás de Jacob, como se estivesse constantemente checando algo, além de parecer estar com a mão esquerda debaixo da mesa. Em seguida, Anastasia pegou dois pratinhos com um belo pedaço de bolo e colocou em frente aos dois.

De subido a cabeça de Jacob voltou ao seu controle, enquanto o resto do seu corpo do pescoço para baixo ainda continuava sob o controle da mulher, que movia seus dedos da mão direita para fazer o homem pegar uma colherada do bolo. - Por que não prova o bolo que eu fiz? Vamos ficar aqui um tempinho enquanto o garotinho de cabelos brancos luta contra meu boneco. O que acha de bater um papo? - A expressão dela era cínica, e parecia mais estar brincado com uma presa enroscada em sua teia.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 5 EmptyTer 6 Nov 2018 - 1:52

A aranha ataca!

Embate com palavras na hora do chá!





As garotas estavam sofrendo de algo muito semelhante ao que eu sofri, as suas poucas reações foram reações de confusão, não posso culpa-las não foi tão diferente para mim, mas não era hora de se lamentar, não tínhamos esse tempo. Os curativos em meus dedos tinham que ser o suficiente para tudo o que planejava fazer, as luvas de meu irmão tinham que ser a força que me restava e os avisos daquele médico tinham que ser seguidos, mas acima de tudo, minha vontade tinha que ser sobreposta aos meus raciocínios ou poderíamos estar no fim de todo esse joguete.

Não demorou para que eu me visse sobre o controle daquela desgraçada, mover meus dedos para causar dor não foi uma ação efetiva, eu estava novamente sob seu controle, estava novamente agindo como um marionete. Meus olhos se fecharam, contar os passos não estavam ajudando muito, ouvir os ruídos muito menos, naquele momento eu era novamente a sua presa, eu iria encontrar com aquela meretriz linda, não tinha sombra de dúvidas.

Quando meus olhos se abriram, quando pude ver aquelas curvas belas e aquelas dissimuladas feições pude concluir que tinha chegado no meu destino, as palavras luxuriosas e nada sutis de Anastácia surgiam sendo proferidas de sua boca, mas foi ao tomar o goleiro do chá que minha mente a observou, suas mãos, seus movimentos, seu olhar, ela comcentrava-se, quando o sabor doce do chá sumiu lentamente dos meus lábios e a provocadora mulher soltou meus lábios para falar pronunciei-me:



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-- Doce, o chá é doce, está cozinhando ele errado "Broto"...


Infelizmente era um cozinheiro, não podia negar minha profissão, um chá gostoso como aquele se mal infusionado era doce, doce demais para o consumo de todos os seus nutrientes, logo minha cabeça se ergueu, pude a olhar nos olhos e compreender a desgraça que aquela mulher representava para todos nós. Vi minhas mãos prepararem para pegar com os talheres o pedaço de bolo e então a observei com tranquilidade e seriedade mais uma vez e então, estalaria o pescoço falando:




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-- ...Dois minutos de cozimento, três de evaporação sem calor constante e claro ervas soltas no bule, esse é o segredo "Broto", tudo que é preparado tem uma ordem.


Minha postura não era de um simples prisioneiro, eles não sabem como agir, ficam vulneráveis, as vezes abertos a sugestões, mas naquele momento Anastácia só contemplaria a seriedade e um papo sobre cozinha, talvez ela não compreendesse, mas naquele momento estava sendo dita a fórmula de sua derrota:


-- Enquanto "No xilindró" do seu quarto "Broto" aprendi novas receitas, ficar algemado lhe dá tempo para pensar, "queimar a cuca" não é sempre ruim, por exemplo, quando se faz um bolo como esse se tem camadas...


Meu olhar continuava sério, eu estava pronto para mostrar para ela algo metafórico que inteligentemente ela compreenderia, não, não era como se eu fosse um estrategista, mas se eu só podia ajudar a distraindo, bem, assim o faria.

Olharia para o bolo e suas camadas, tocaria minha atenção naquilo um instante enquanto meus sentidos atentos tentava com a minha periférica visão compreender as coisas ao meu redor, compreendo o que me cercava e circundava aquela criatura, tudo isso enquanto falava:


[/color] -- ...cada camada se tem um recheio e um belo preparo, as vezes uma base sólida de um bolo tem que ser feita por baixo, a crocancia  da massa de baixo está como se unta a forma, "Amanteigar" sabe? Bem, assim tudo fica mais crocante, e para melhorar povilhamos um bom açúcar de confiança...



Meu sorriso se formaria, meus olhos demonstriam desejo claro pelas palavras que vinham a seguir dessa grande receita, mas acima de tudo era um bom momento para mostrar a atual situação:


— ...As vezes a base quebra, o açúcar não aguenta a temperatura e aí o bolo desanda, o recheio mesmo saboroso e atraente perde força. "Broto" sabe o que é pior quando um bolo desanda no meio e no recheio? Ele desmorona no próprio peso, o que nos leva a você "Broto"...


Um olhar sedento de raiva se mostraria presente, existem seres que eu desprezo, mas aqueles que usam os outros para alcançar vantagens injustiças, esses merecem minha irá e Anastácia tinha conseguido isso, Umika estava ferida, Meu irmão estava ferido, ela tinha usado nossos aliados contra nós, ela merecia o olhar que estava recebendo e foi com isso que completei a frase :


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—  ... Você é como o recheio desse bolo, para se manter firme precisa de todos os componentes, me mantendo aqui, controlando outro, se concentrando em tudo, o quanto é preciso manter " a cabeça gelada" para controlar com suas mãos e pensamentos as nossas próximas ações e com isso "Manter um bolo sem boa base de pé".

Tentava forçar um pouco mais as mãos, tentava superar a resistência daquela mulher com esforço físico, mente e corpo, vontade e determinação, tudo tentava funcionar em uníssono, pois era a hora de testar os limites daquela mulher .



bichaelson




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