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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptySab 28 Jul - 0:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Pedrão
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Civil


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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptySex 7 Set - 0:36




RISE OF THE DRAGON


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Tudo aconteceu muito rápido.

Em um momento estávamos conversando, em outro a espadachim atacava-me pelas costas de maneira decisiva e cruel. Em contrapartida, Umika enrolava o chicote ao redor do meu pescoço, quase que me encurralando por completo. Felizmente, graças a Li Wan, eu tinha escapado não somente da primeira emboscada, mas também do controle da minha própria companheira. Quanta ironia.


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“O que diabos está acontecendo?” – Não falei absolutamente, apenas levei a destra ao pescoço enquanto respirava fundo tentando me acalmar, e entender a situação. Ainda que eu não conhecesse a espadachim há muito tempo, a minha intuição dizia que ela não era minha inimiga. Se ela realmente quisesse me matar, ela poderia muito bem ter agido enquanto eu estava dormindo pela manhã.

Além do mais, ao olhar para sua cara, ou mais precisamente nos seus olhos, eu podia ver, e também sentir que algo estava diferente. Por um momento eu lembrei-me do meu aniki, e como ele agiu estranho agora pouco. Suas ações eram tão incompreensíveis quanto às das garotas a minha frente.


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“É quase como se eles fossem outra pessoa...” – Meus olhos brilharam como se eu tivesse feito uma grande descoberta. Embora fosse apenas uma conjectura, ela era nesse momento, a mais plausível e também a única que poderia de alguma forma explicar o que estava acontecendo. Eu fechei os olhos brevemente e esforçando-me ao máximo, tentei diminuir as chamas da fúria que começavam a se alastrar no meu âmago.

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– Eu não sei quem é você, nem qual o seu objetivo, mas pode ter de uma coisa. Eu farei você se arrepender de ter controlado os meus amigos. – Falaria com um tom sombrio, e frio, emanando uma aura violenta e ameaçadora com intenção de matar. Meus olhos – afiados como uma lâmina – encaravam as garotas dando uma “sensação” de que eu estava enxergando o controlador através da sua carne e alma, ainda que essa ideia não passasse de uma mera hipótese. Ainda assim eu confiava no meu instinto.

– Umika-chan, espadachim, eu não sei se vocês podem me ouvir, mas vocês não podem se render! – Se minhas palavras iriam alcançá-las ou não, eu não fazia a menor ideia. Nesse momento eu tinha que levar em consideração muitas possibilidades de como reagir diante uma situação tão inesperada. Quantas pessoas poderiam ser controladas simultaneamente, qual era o requisito para ser controlado, ou até mesmo onde estava a pessoa responsável. Havia também a possibilidade do aniki ter sido feito de refém.

“Infelizmente nesse momento eu tenho que levar em consideração que todos ao meu redor são meus inimigos. Garotas, se possível eu não quero feri-las de maneira alguma.” – Ficar parado simplesmente não era uma opção. Eu precisava achar o controlador, e também o aniki. Levando em consideração que o salão está vazio, e os funcionários sumiram, eu podia presumir que o responsável pela emboscada seria alguém com autoridade o suficiente para comandá-los.

“Seria Nimura?” – Não, eu não podia me focar nisso agora, eu preciso achar o aniki! Rapidamente me inclinei flexionando os joelhos, e sem falar absolutamente nada correria na direção onde o meu aniki tinha ido. O controlador muito provavelmente deve está na pousada dando ordens!

Enquanto agia, ficaria atento ao meu redor e as minhas costas. Se eu fosse atacado pelas garotas, me esquivaria dos seus golpes movendo-me de um lado para o outro, ou até mesmo pulando caso os ataques fossem muito baixos. No caso de golpes na altura da cabeça, simplesmente a moveria saindo-me do trajeto, ou até mesmo curvando-me um pouco. No caso de estocadas no corpo ou na parte inferior do meu corpo, simplesmente faria uma rápida manobra para um dos lados, mas sem perder velocidade.

Caso Umika tentasse usar o chicote para prender uma das minhas pernas, pularia. Se fosse alvejado nos braços ou no pescoço, me abaixaria ou iria para o lado desviando-me completamente. Na possibilidade de ser pego, simplesmente usaria a minha força para lançá-la em direção em uma das garotas que estivesse na iminência de me atacar no intuito de atrasá-las.

Se inimigos aparecessem a minha frente, rapidamente encurtaria a nossa distância com um dash para frente, deixando-os no meu alcance. Socaria com a direita e a esquerda sem me preocupar muito com os pontos a serem acertados à medida que efetuava manobras defensivas já descritas acima. Na iminência de ser atacado por trás, simplesmente me esquivaria para um dos lados, deixando que o ataque acertasse um dos inimigos.


“Aniki, onde você está?!” – Continuaria correndo em direção escadaria. Eu iria revirar a pousada inteira, e caso ele estivesse aqui, eu certamente iria achá-lo. Caso eu ouvisse a sua voz, ou um barulho suspeito, iria nessa direção.


Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.
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Hoyu
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Hoyu

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptyDom 9 Set - 20:21




Cavaleiros divididos pt.2!


  • Jacob


Jacob estava em maus lençóis. Não só a porta estava trancada como não parecia haver nenhuma outra forma de sair daquele aposento. Determinado, foi até a porta e virou-se de costas, de modo que as suas mãos, algemadas nas costas, pudessem socar a mesma. Socou, socou e gritou, mas ninguém veio ao seu auxilio. Aquele quarto era bem escondido no primeiro andar, e a não ser que o houvessem seguido era pouco provável que alguém aparecesse. Percebendo que tudo aquilo era infrutífero, o cozinheiro começou a vasculhar o quarto atrás de qualquer outra opção de fuga e logo se decepcionou ao perceber que aquele aposento não possuía janelas, e era iluminado apenas por um abajur. Todas as paredes eram de concreto maciço, assim como o chão, e estava prestes a perder as esperanças quando viu algo.

Embaixo da cama estava sua salvação: havia um alçapão colocado estrategicamente de modo que fosse difícil percebê-lo normalmente, a não ser que a pessoa já soubesse onde estava ou estivesse olhando atentamente. Arrastar a cama de modo a conseguir acessar o alçapão seria difícil, visto que suas mãos estavam algemadas nas costas, mas com um pouco de esforço talvez fosse possível.

  • Buzz


A situação ficava cada vez mais complicada para o jovem, pois aquelas aranhas tinham a capacidade de ferir seu corpo intangível. Pensando rápido, Staz começou a girar seu tronco que, feito de melaço, começou a enrolar como se fosse uma enorme massa ou uma borracha flexível. Correndo de forma ineficiente devido ao formado que seu tronco havia adotado, o garoto conseguiu ficar ao lado de Molly e, antes que ela pudesse atacar, ficou de cabeça para baixo, abriu as pernas e deixou a tensão que prendiam seu tronco enrolado se soltar. Suas pernas começaram a girar como uma hélice e desferir vários chutes em sequência contra o rosto da aranha que, quando tudo acabou, estava muito desorientada. Antes que ela pudesse reagir, o Ladrão de Mel colocou as mãos em seu rosto e começou a liberar o melaço, prendendo a cabeça da mesma.

Vendo que Staz estava do outro lado, Sally começou a ir na direção onde seu adversário estava, mas Molly começou a se debater freneticamente tentando se libertar da prisão doce que envolvia seu rosto, atingindo Sally no processo. Alguns instantes se passaram com Lolly se debatendo até que seu corpo caiu no chão. Se não estava morta, no mínimo estava desmaiada e fora de combate. Em uma última tentativa, o jovem de cabelos alvos tentou convencer Sally a deixar sua pata e ir embora, mas como era de se esperar, uma aranha não entendia nada do que ele estava falando. Sally avançou contra ele com as patas da frente erguidas e tentou um ataque de cima para baixo com ambas, mas o jovem comseguiu ir para o lado e evitar o ataque para, logo em seguida, segurar seu rosto e fazer o mesmo que fez com sua irmã. Sally se debateu enquanto o melaço cobria seu rosto, e suas patas acabaram causando vários cortes superficiais no corpo e principalmente braços de Staz, mas o importante é que ela também havia sido abatida.

Agora o Ladrão de Mel se encontrava com duas aranhas mortas e uma vingança em mente. A floresta escura deixava aquela cena bastante mórbida, e era hora de entrar mais fundo ainda na escuridão.

  • Ryu


As duas garotas pareciam totalmente diferentes de como estavam antes, era como se tivessem sofrido algum tipo de lavagem cerebral, pois começaram a atacar Ryu e Li Wan repentinamente. - Como assim não sabe quem sou eu? Não me apresentei? Meu nome é Violet. - Disse, ainda sem expressão, como se estivesse indiferente a tudo. - Nico Itori me prometeu uma boa recompensa pela cabeça de vocês. - E espada empunhada da garota demonstrava que ela falava serio quando dizia a levar a cabeça deles. Só a cabeça. - Desculpe Ryu, desculpe Li Wan. O mais importante para mim é proteger o Buzz, e Nico Itori garantiu que não faria nada a ele se eu ajudasse a acabar com vocês. - Nico Itori, Nico Itori, Nico Itori. As duas diziam esse nome, mas quem diabos ele era?

Violet mais uma vez avançou contra Ryu, mas o mesmo conseguiu evadir do gope que visava seu pescoço no último instante. - Seja lá o que estiver acontecendo, eu sugiro que você não se segure, porque elas não o vão. - Sem querer perder tempo, Ryu virou-se de costas e começou a correr para fora do salão de jantar, chegando em uma recepção também vazia. Onde diabos estava Nimura, que sempre se encontrava atrás do balcão? Olhando mais de perto era possível ver uma plaquinha escrito “sai para almoçar”, o que era muita coincidência. Ou será que o atacante esperou exatamente esse momento para agir?

A pior parte é que ele não tinha ideia de onde Jacob havia ido, e não podia vasculhar o lugar atrás dele com Umika e Violet em seu encalço. Algo se enrolou em seu tornozelo, e ao virar-se para trás pode ver que Li Wan não conseguiu segurá-las por muito tempo, já que havia recuado com um corte no braço e a navegadora havia o envolvido com seu chicote. Em vez de se soltar Ryu girou a perna, usando de sua força para jogar Umika contra Violet e fazendo as duas se chocarem contra a parede. Quando estava prestes a seguir ouviu a voz de Violet mais uma vez. - Pare ai mesmo. - O chicote de Umika estava no chão e Violet prendiam ambos os braços de Umika ao segurá-los pelos pulsos com a mão esquerda. Umika parecia imobilizada e sem poder reagir, enquanto Violet colocava sua espada contra o pescoço da garota.

- Mais um passo e meu mato ela. Se quiser que ela continue viva, pegue o chicote e se enforque. - Disse, chutando o chicote de Umika para ele. A navegadora estava com uma expressão teatral e exagerada de medo do rosto. - Isso não fazia parte do trato. - Protestava ela, mas de forma submissa.



Legenda:
 

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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptyTer 11 Set - 0:11

Encurralado!

A saída é por baixo!







Estava em maus lençois, minha tentativa de sair dali estava sendo inútil, gritar, socar, quebrar, tudo isso parecia ser algo que não estava surtindo efeito algum. Angustia, um sentimento frágil e cruel começou a surgir no amago do meu coração, como estariam os meus companheiros, quais seriam as armadilhas feitas pela aquela aranha ardilosa, sedutora e cheirosa? Bem, não era hora de questionar isso com exatidão, eu tinha que sair dali, sair rápido e encontrar uma forma de ajudar meus companheiros.


Em meu desespero tive de recorrer aos meus olhos, ouvidos e sensações, observar a tudo, sentir a tudo, era como se eu estivesse em um estado de completo temor, desespero, mas isso me trouxe a o eixo que precisava, eu precisava usar a cabeça e não os músculos e essa foi exatamente a minha decisão.

Quando meus olhos viram o alçapão na parte inferior da cama pude constatar que talvez ali fosse a única saída não calculada que eles não imaginaram. Fragilizado com aquelas algemas, sem opções para seguir, talvez ali também fosse a minha única opção de saída. Me locomoveriam lentamente na direção da cama, buscaria o local entre a parede e a cama que fosse melhor para que que eu pudesse apoiar minhas costas na cama e minhas pernas na parede, caso não conseguisse colocaria meu corpo agachado de costas para a cama, seguraria na base da mesma e tentaria levantar a mesma e arrasta-la com todas as minhas forças, independentemente do caso gritaria enquanto locomovesse a cama:



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— NICO!!!!! EU ESTOU INDO TE PEGAR " BORRA BOTAS!!!".  


Minhas forças estariam evidentes em meus musculos saltados, minhas veias a mostra e meu olhar insano de ráiva. Aquele desgraçado feriu a mim, minha família, meus amigos, meus amores, ele iria experimentar de algo que ele nunca experimentou antes, ele iria sentir a verdadeira sensação do medo da morte sem escapatória, isso eu podia o prometer.

Caso conseguisse afastar a cama/comodo, tentaria levantar o alçapão com o mesmo nível de força que tentei antes, ainda de costas, mas dessa vez não deixaria mais claro do que antes a força que utilizaria e meu ódio, adentraria o local se conseguisse abrir e tentaria seguir pelo caminho que ele me desse a oportunidade de seguir, mas mesmo assim falaria para mim:




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— Eu estou indo te pegar...desgraçado.


bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptyTer 11 Set - 11:25

War Spoil


Staz


Perder mais tempo com aquelas aranhas era inadmissível, ainda mais sabendo que o pessoal poderia estar em perigo e que, se eu não derrotasse quem quer que estivesse arquitetando tudo isso, as coisas poderiam ficar ainda piores. Com uma estratégia totalmente improvisada, girei meu tronco algumas vezes e avancei desengonçadamente em direção à Molly, que acabou não tendo tempo de me impedir. Antes que minha amiguinha de oito pernas conseguisse atacar, assumi minha posição de cabeça para baixo com as pernas apontadas para direções opostas e relaxei o tronco, fazendo com que minha região inferior girasse horizontalmente para fazer meu corpo voltar à sua forma original. Apesar de imaginar que aquilo causaria um estrago muito maior, deixá-la atordoada foi o bastante para definir o vencedor. Aproveitando que ela estava praticamente incapacitada, cobri sua cabeça com o melaço para retirar sua visão. Porém, acabou que o plano funcionou muito melhor do que o esperado. Eu parecia não apenas ter cegado-a, como também a estava asfixiando acidentalmente. - Hah, quem diria? Em minha defesa, como eu ia saber que você respirava pela cabeça também? -

Provavelmente para ajudar sua irmã, Sally tentou avançar sobre mim. Contudo, esta foi impedida por Molly, que se debatia para tentar se livrar da minha habilidade. Aos poucos os movimentos dela foram cessando, até que ela deixou de se mexer e caiu derrotada ao chão. Um pouco orgulhoso pela vitória, resolvi procurar compaixão em meu coração e dei uma chance para que a aranha escapasse com vida. O que eu pedia era bem razoável, na realidade: O objeto que ela usava como pata artificial. A cada segundo que se passava, aquilo ganhava mais e mais a minha curiosidade e agora não havia a menor chance de que eu a deixasse ir com aquilo. Como era de se esperar, Sally não entendeu bulhufas do que eu disse e tentou buscar vingança contra sua finada irmã. Adiantando, não deu muito certo. Com uma esquiva lateral e a mesma estratégia usada na outra, consegui fazer com que ela ficasse fora de combate e encerrei aquela batalha. Assim como Molly, ela não quis cair sem lutar e começou a atacar aleatoriamente, causando diversos cortes simples sobre meu corpo. A ardência causada era chata, entretanto aquilo não era nada demais para mim naquela altura do campeonato. Apenas para garantir que elas não estavam apenas se fingindo de mortas, cutucaria o corpo de ambas com a ponta do pé e me afastaria, esperando alguma reação. Constatando que elas tinham ido mesmo dessa pra melhor, iria até Sally e tocaria sua prótese com o dedo indicador para saber se esta teria algum efeito ao toque. Caso tivesse, retiraria o dedo de perto daquilo e usaria apenas minha visão para olhar mais a fundo os detalhes da peça. Se não houvesse nenhum, tatearia e correria meus olhos por toda a extensão do objeto, tentando achar qualquer coisa que me fosse reconhecível.

Em qualquer um dos casos, assim que terminasse de observar a prótese, passaria a procurar um jeito de tirá-la dali. Tentaria rosqueá-la, puxá-la, achar algo que a estivesse prendendo no local e dar um jeito nisso. Se nada desse resultado, partiria para a ignorância. Esticaria a perna especial da aranha e cravaria a ponta do objeto na terra. Para garantir que ela não escorregaria, produziria melaço pela mão sobre a ponta da prótese e checaria se esta estava firme. Por fim, subiria no corpo de Sally e saltaria em direção à parte natural da perna que havia sido modificada. Minhas pernas estariam próximas ao peito, de modo que quando chegasse perto do objetivo, poderia impulsioná-las para aplicar um chute duplo sobre a região. Esperava que aquilo fosse o suficiente para separar as duas partes, o que permitiria que eu levasse o item que me pertencia por direito. No caso de não ser, concentraria-me em minha mão direita e começaria a moldá-la para que ela se assemelhasse o máximo possível à uma lâmina. A parte com que eu mais tomaria cuidado seria o fio da lâmina, que era o mais importante para a situação. Tendo feito isso, cristalizaria o melaço e ergueria minha mão sobre a perna de Sally. Daria tantos golpes quanto fosse preciso para cortar a perna fora, ficando assim com o prêmio.

Tendo finalizado, já estava quase correndo em direção as profundezas da floresta, quando Buzz resolveu dar o ar da graça. * Antes de seguir, descanse um pouco. Você provavelmente não vai conseguir se recuperar totalmente, mas vai ser melhor do que o estado em que está agora. * Mesmo não sentindo esse "cansaço do mundo todo", resolvia acatar o conselho. Sentaria-me no chão, esticaria as pernas, começaria a respirar mais profundamente e relaxaria a musculatura do corpo. Continuaria segurando o objeto, porém o apoiaria no chão para não cansar em nada meu braço. Queria aproveitar o momento para descansar a mente também, só que simplesmente não dava. Mesmo tendo tomado uma decisão, não conseguia deixar de me preocupar e acabava lotando minha mente com diversas possibilidades. Se ao menos houvesse um meio de saber como eles estavam, provavelmente conseguiria me concentrar melhor na missão que havia delegado a mim mesmo. Para meu infortúnio, a única opção para saber a situação no hotel seria eu ir até lá e verificar. Contudo, fazer isso era justamente o oposto do que havia planejado. Eu odiava aquela situação, e odiava ainda mais todos que estivessem por trás disso, mesmo que fossem só as aranhas e o velho maldito. Se existisse algum Deus no universo, gostaria que ele colocasse todos esses miseráveis em minha frente para que pudesse descarregar minha ira contra eles. Mas estava claro que aquilo não iria acontecer. E se eu queria vingança, teria de consegui-la por mérito próprio.

Assim que tivesse recuperado o fôlego e descansado um pouco o corpo, levantaria-me e entraria ainda mais fundo na floresta. Não faria isso correndo a mil por hora, nem lentamente como se estivesse tentando ser sorrateiro. Apenas caminharia normalmente, como se estivesse fazendo um passeio agradável na praia. Deixaria o objeto misterioso com sua ponta virada para frente, como se eu estivesse segurando uma faca. Mesmo que ela não fosse afiada, parecia ser dura o bastante para machucar alguém ou alguma coisa. Deixaria meus ouvidos e olhos atentos aos sons e movimentos ao meu redor, de modo que conseguisse evitar ataques surpresas. Estaria especialmente atento aos galhos das árvores, esperando achar o idoso covardemente posicionado em um deles e pronto para tentar me matar com uma de suas flechas. Só que desta vez, se minha hipótese estivesse correta, ele saberia como me ferir e poderia até conseguir me derrubar, se eu não tomasse cuidado. Se eu percebesse qualquer tentativa de ataque contra mim, usaria esquivas simples e recuos para tentar escapar da área de alcance do golpe. Caso estivesse sendo alvejado com projéteis, buscaria usar as árvores próximas como escudo ou faria movimentos laterais rápidos, dificultando que o atirador conseguisse mirar em mim. Se fosse o velho, mostraria um sorriso largo e sádico, enquanto gritaria para ele. - Nos encontramos novamente! Já estava pensando que não conseguiria retribuir o favor da última vez. Antes de começarmos a brincadeira, me tira uma dúvida. Foi você que mandou aquele par de aranhas pra cima de mim, né? - Tendo recebido uma resposta ou não, continuaria. - Agora tira outra: As pessoas que vieram comigo estão sob ataque também? - No fundo, eu já sabia a resposta para aquela pergunta. Entretanto, queria ouvir ele falar aquilo. Queria solidificar os motivos que tinha para matar sem misericórdia nenhum aquele homem.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Pedrão
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptyQui 13 Set - 2:49




RISE OF THE DRAGON


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Meus passos travaram no meio do caminho.

Por mais que eu quisesse, eu não podia ignorar o que estava a minha frente. O velhote sempre dizia que o homem deve permanecer calmo e racional mesmo nas mais difíceis das circunstâncias, mas nesse momento – ainda que por um momento – eu quase perdi as estribeiras. Suor escorria pelo canto do meu rosto evidenciando um semblante apreensivo e preocupado.  Fúria, raiva, e uma vontade de matar indescritível corroíam a minha alma.

Eu queria rasgar, morder e destroçar o desgraçado que estava ameaçando a minha amiga, mas infelizmente não havia nada que eu pudesse fazer senão “engolir” a minha fúria. No fundo do meu âmago, a única palavra que surgia nesse momento era “matar”, enquanto uma aura ameaçadora tomava conta da minha silhueta.

Meus dedos se moviam como “garras”, produzindo estalos.

Meus dentes apertavam a mandíbula com força escondendo um “rugido silencioso".


“Desgraçado, você acha que eu sou um idiota? Para salvar os meus amigos eu daria a minha vida com o maior prazer, no entanto... Mesmo que eu me sacrifique, nada irá mudar.”

Ainda assim, isso não mudava o fato de que eu deveria tomar uma decisão. A sensação que eu tinha nesse momento era de completa imponência e inutilidade.

“Não! Eu não posso entrar em desespero agora. Eu preciso me acalmar e encontrar uma solução.” – Embora esse fosse o meu pensamento, me acalmar não era algo fácil. Eu fechei os olhos, e controlando a minha respiração fui relaxando meus músculos, tentando aplacar a minha fúria. O que eu posso fazer para mudar a situação? Como eu posso salvá-las? Aos poucos eu fui lembrando tudo o que aconteceu durante o café da manhã.

O comportamento estranho do meu irmão, em seguida os das garotas. Parando para analisar, se a pessoa que estava controlando as garotas quisesse me matar, ela poderia muito bem ter me controlado e cometido suicídio. Entretanto, tudo o que ela fez foi tentar me assassinar usando uma “faca emprestada”. Eu podia não conhecer a espadachim a fundo, mas eu acreditava na nossa amizade ainda que formada recentemente.

Por mais que esse fosse um pensando inocente, ou até mesmo tolo, eu não mudaria o meu jeito nem deixaria que minhas convicções fossem abaladas. Eu preferia acreditar que Umika-chan estava sendo controlada, a acreditar que ela tinha me traído. É melhor ser um capitão tolo, do que ser uma pessoa incapaz de confiar nos seus próprios amigos.


– Vai em frente! – Falaria tentando convencer com um sorriso sarcástico e ao mesmo tempo apático no canto dos lábios. Por mais que eu não tivesse segurança do que estava fazendo, essa era a minha única aposta. Minha esperança era de que aniki aparecesse de repente como um super herói e salvasse o dia, mas isso não passava de um mero devaneio tolo.

Por um breve instante eu comecei a pensar que a mudança do “controlador” tinha sido drástica demais. Em um momento as garotas estavam me perseguindo, em outro Violet estava com a espada no pescoço de Umika. Podia ser uma mera impressão, mas isso aconteceu no momento em que eu estava indo em direção a escadaria.


“Umika-chan, Li Wa-chan... Eu preciso tirá-las daqui. Eu não sei ao certo qual o limite da habilidade do controlador, mas deve haver um alcance máximo. Aniki... Droga, eu voltarei para buscá-lo mesmo que eu tenho que destruir esse lugar inteiro.” – Eu tinha que mudar minha estratégia nesse momento. Se o controlador realmente estava em algum dos quartos, então a possibilidade de uma emboscada era alta demais. Nós poderíamos ser cercados a qualquer momento tornando fútil qualquer chance de escapar.

Eu correria em direção a saída da pousada enquanto efetuava manobras evasivas no caso de ataques. Me esquivaria de um lado para o outro utilizando a flexibilidade dos meus joelhos, e quando necessário me abaixaria ou tiraria a cabeça do lugar saindo necessariamente do trajeto. Se fosse necessário, também pularia caso os ataques fossem muito baixos ou fosse impraticável uma mera esquiva para o lado.

Se as garotas aparecessem no meu caminho tentando me impedir, me esquivaria conforme as descrições acima, e as segurando pela gola da camisa, uma por uma, tentaria arremessá-las o mais distante possível na direção da floresta.






Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptySex 14 Set - 22:37




Cavaleiros divididos pt.3!


  • Jacob


Aquele alçapão poderia ser a salvação de Jacob, sua saída dali. Mesmo meio enfraquecido, o Touro foi até a divisão da cama com a parede e começou a empurrar com as costas, usando de toda a sua força. A cama era pesada, mas ele conseguiu arrastar ela, revelando o alçapão escondido. Abrindo-o, pode ver uma escada de pedra que descia, seguindo em uma passagem mal iluminada. Como não havia nada que pudesse fazer ali em cima, o cozinheiro seguiu para baixo, percorrendo os degraus de pedra em direção ao escuro que ele não sabia onde iria levar. Caminhou por cerca de 1 minuto até que a espada em espiral terminou repentinamente.

Quando olhou onde aquela espada havia o levado, Jacob pode ver um grande porto subterrâneo, onde cerca de 3 submarinos estavam aportados. Guinchos serviam para a carga e descarga de caixotes e uma grande construção no centro parecia ser onde o lugar todo era comandado. O homem tinha caminho livre ir até a construção e talvez tivesse ido, se não tivesse percebido duas figuras conversando mais a frente e tivesse que se esconder para não ser percebido. Se tratava de um homem de cabelo preso discutindo algo com uma mulher de cabelos brancos.

...tori parece preocupado. - Jacob ouviu o homem dizendo, começando a ouvir a conversa pela metade. - Aquele grupo parece, no mínimo, confusão, e ele não quer chamar atenção. Parece que Anastasia já capturou um e outro foi eliminado pela Aranha-Mãe, mas os outros ainda estão a solta. - A mulher olhou para ele de relance, como se estivesse extremamente irritada. - ele sabe muito bem que os assassinatos devem ser feitos na sudina. Se Nimura não tivesse pensado rápido e esvaziado o saguão, nem quero imaginar o tipo de escândalo que poderia ter acontecido. - O olhar dela foi desviado para alguns caixotes que estavam sendo retirados de um submarino grande de transporte.

- O que faremos então? - Perguntou o homem. - Mande Gerald fazer o trabalho dele. Quanto mais rápido acabarmos com isso, menos atenção chamamos. Nico vai se ver comigo depois. - Em seguida, encerrando a conversa por ali, a mulher seguiu para a construção no centro do porto subterrâneo. O homem, entretanto, tomava outro caminho, e apesar de não entrar na passagem onde Jacob estava, ele parecia que iria passar bem ali na frente.

  • Buzz


As duas aranhas estavam mortas, e Staz ainda teve certeza de cutucar elas para confirmar. Em seguida, pegou a prótese de Sally, desencaixando-a da perna da aranha, e foi descansar após a batalha. Depois de um pouco de descanso, voltou a caminhar pela floresta escura, onde era difícil se localizar e se locomover. Após ver que ele havia matado Sally e Molly, as outras aranhas pareciam se afastar e fugir quando ele se aproximava, e após um tempo de caminhada encontrou... Uma cabana. Sim, uma cabana no meio da floresta, nitidamente feita manualmente por alguém que não tinha tanto conhecimento assim, mas possuía uma estrutura bem solida. Várias vinhas e trepadeiras subiam aleatoriamente pelas paredes de madeira, e ainda mais aranhas andavam para lá e para cá.

Uma luz parecia acesa lá dentro, como se fosse uma vela e, como se avisado por algo ou alguém, o velho abriu a porta e olhou para Buzz. - Você de novo? Será que não pode deixar as aranhas em paz? - Disse ele irritado. Entretanto, o Ladrão de Mel não deu ouvidos e fez sua própria pergunta. - Aranhas? Que aranhas? Está falando de Amália e Camilla? Elas patrulham os limites da Cidadela, não mandei ninguém atrás de você. - Como se a ficha caísse, o velho arregalou os olhos e puxou o arco. - O QUE VOCÊ FEZ COM ELAS? - Seu olhar trazia fúria. - VOCÊ INVADE A FLORESTA, MATA AS ARANHAS E AINDA TEM CORAGEM DE DAR AS CARAS? - Mesmo assim, Staz perguntou ainda sobre seus amigos, mas o velho já estava irritado demais para responder. Não que fosse algo difícil de deduzir depois do que havia sido dito.

  • Ryu


Ryu estava em um beco sem saída. Violet estava com a espada no pescoço de Umika para ameaçar o Punho Dourado, e esse tentava pensar em como sair daquela situação. Sem ter ideia do que fazer, acabou falando para Violet matar Umika de uma vez. - Espera, o que? - Disse Violet, confusa. - O que diabos você está dizendo? - Respondeu Li Wan, perplexa. Em seguida, ele simplesmente se virou e começou a correr em direção à porta da Estalagem. Li Wan se mantinha perplexa em ver o loiro simplesmente fugindo, e Violet, apesar de se manter sem expressão, parecia ter perdido a paciência. - Já que é assim... - Violet estava prestes a passar a lâmina da espada no pescoço da garota, mas Li Wan aproveitou que ela se distraiu com Ryu e golpeou o cabo da espada com seu bastão. Não foi o suficiente para parar i golpes, mas conseguiu desviar ele, fazendo a lamina passar pelo tronco da garota, cortando do ombro esquerdo dela até a lateral direita da barriga, em diagonal.

Umika caiu no chão, com um corte feio e sangrando bastante. Ela parecia ter desmaiado, e se o ferimento não fosse tratado, poderia virar algo pior. - Já vai tarde. - Em seguida, olhou para Li Wan. A mink parecia pronta para enfrentar a garota de cabelos violetas, mas de repente seu corpo travou e ficou sem expressão. Umika havia desmaiado, e quem tomava seu lugar era Li Wan. Ao sair pela porta da Estalagem, Ryu pode ver um dirigível negro sobrevoando o céu, mas não parecia algo importante. Li Wan e Violet seguiram ele deixando Umika para trás. Elas saíram da Estalagem atrás dele e percorreram vários metros em direção ao loiro, até o momento que pararam, seja lá por qual motivo. - Você é um covarde mesmo, ao contrário do cozinheiro, que continuou lutando até o fim. Se continuar assim, sem tomar uma ação, eu tomarei por você, assim como fiz com a sua amiguinha. - Dito isso, as duas se viraram e voltaram depressa para o interior da Estalagem, deixando Ryu para trás e fechando a porta.



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptySab 15 Set - 4:09

Um Cozinheiro Irritado!

Cão sem coleira!







Com esforço digno de um touro consegui empurrar a cama, não podia negar aquela maldita algema fazia minha força se reduzir de maneira tão imbecil que beirava ao ridículo a minha situação atual. Apos um pouco mais de força que o habitual eu conseguia ter espaço suficiente para se esforçar mais e abrir o alçapão, lá consegui encontrar escadas e escuridão e na falta de opções que me beneficiassem de fato tive de escolher descer.


Ao descer escuridão durante um minuto foi o que enfrentei e logo me deparei com algo que nem mesmo em meus pensamentos mais obscuros conseguiria imaginar, uma "Base" encontrava-se abaixo da pousada, um base de carregamento, algo estava acontecendo ali e eu estava pronto para descobrir mais tive de me esconder ao escutar algo se aproximar e uma conversa aconteceu.


Meus dentes trincaram ao ouvir cada palavra dita pelos dois ali, o homem de rabo de cavalo e a quela bela "Teteia" de cabelos brancos, irá, nunca senti tanta irá em minha vida, parecia que o Bisão dentro de mim estava prestes a explodir e se aqueles algemas não me detonasse tanto tenho total certeza que conheceriam o meu pior lado. Mas eu tinha que me manter focado, nosso inimigo usava o cérebro e estava na hora de ganhar usando o elemento que ele usou contra nós, o elemento mais complicado de se lidar,
O ELEMENTO SURPRESA!


Esconderia-me próximo um pouco entre as sombras, tentaria passar as algemas por baixo das pernas fazendo um movimento ao similar " pular corda" com meus braços, assim ao menos as mãos ficariam para parte da frente, o movimento obviamente seria feito de baixo para cima e não de cima para baixo, a menos que de cima para baixo fosse a forma mais eficaz e sem a possibilidade de torção ou quebra de músculos.


Após a manobra (caso conseguisse) me manteria calmo e observador ate o homem aproximar-se e desse um " vacilo minimo " para que então partisse para cima dele colocando as algemas ao redor do pescoço apertando assim o pomo de Adão o que o impediria de gritar e de respirar adequadamente, o puxaria para as sombras e encostaria o mesmo na parede, jogando todo meu peso para trás e pressionando minha pelves para frente para fazer assim com que o pescoço do mesmo se esticasse e ele tivesse ainda mais problemas em respirar e então falaria :



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— Boa Noite, " Docinho " .  


Caso o movimento de imobilização não fosse eficaz, tentaria " Clinchar " ( Praticar o ato do Clinch, "Abranço" no Box ) para rotacionar ele ate a parte escura e com isso choca-lo nas escadas/parede, o lado que estiver mais próximo, sempre com a cabeça colada no tórax para que ele não tivesse melhor capacidades de movimentação e acerto e sempre com o corpo mais rígido possível para resistir melhor aos golpes possível que ele pudesse dar.


Não obstante em ambos os casos as pernas seriam sempre cruzadas com a dele para proporcionar um maior desequilíbrio e dificuldade para que o mesmo não resistir com a suas pernas também, tudo isso enquanto pensária ( no caso do Clinch ser a opção mais assertiva ):




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— "Desgraçado, você não vai sair dessa ileso!"


bichaelson



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Última edição por Jacob Allan em Qua 19 Set - 16:53, editado 1 vez(es) (Razão : Código de cor errado)
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptyDom 16 Set - 23:39

Face to Face


Staz


Ah, felicidade. Como uma coisa tão simples e desconhecida conseguia me proporcionar tal sentimento? Aquela peça, envolta em mistérios e esperanças, tornava-se a coisa mais valiosa que possuía. Eram objetos assim que chamavam minha atenção. Eles não precisavam serem armas tecnológicas ou feitas de materiais valiosos. Suas surpresas, formas e utilidades peculiares eram o que dava o charme. Estava tão absorto com aquele item, que por uns poucos segundos esqueci do que acontecia ao meu redor. Mas logo que recobrei as lembranças, minha expressão se fechou. Mantinha a peça junto a mim e seguia pela floresta, disposto a, de uma vez por todas, dar um fim em tudo isso. Quando eu terminasse, não haveria mais essas palhaçadas de ataques surpresas, fossem de aranhas ou humanos. Fui percebendo, à cada passo que dava, que os pequenos residentes da ilha pareciam ter medo de mim. Era bem provável que isso fosse uma resposta à minha vitória sobre a dupla de pernudas afarinhadas, ou simplesmente elas estavam evitando serem pisadas. Qualquer que fosse o motivo, no fim, não importava. Contanto que elas não se metessem no meu caminho, não poderia ligar menos.

Minha caminhada me levava até uma cabana rústica enfeitada com plantas e aranhas que estavam por toda a parte externa da construção. Apesar da falta de estilo do local, ele tinha seu charme. Era algo mais básico, mais artesanal, mais "humano". Estando em uma situação diferente, conseguia me ver dentro daquele casebre, sentado em uma cadeira de balanço, lendo um bom livro, bebendo um suco e beliscando alguns biscoitos de gotas de chocolate, observando de canto de olho, vez ou outra, Umika sentada em uma poltrona estufada e que parecia ser grande demais para ela, com seus pés lentamente balançando no ar, um sorriso simples no rosto, lendo alguma literatura romântica. Porém, a situação continuava sendo a mesma de quando havia chegado até ali. Nada havia mudado, e piscava rapidamente os olhos para deixar os devaneios de lado. Voltava ao mundo real e tomava minha decisão sobre qual seria o primeiro movimento que faria. Decidia que o melhor era contornar toda a cabana para observar se haviam outras entradas e/ou janelas espalhadas pelas paredes. Depois que fizesse isso, observaria dentro da residência através das fenestras que conseguisse achar para verificar quem estava ali dentro e do que ele dispunha. Faria uma avaliação minuciosa antes de decidir se entraria ou se seguiria meu caminho como se não tivesse visto nada. Contudo, minha vida resolveu se descomplicar um pouco.

De dentro do casebre, quem diria, saía o arqueiro centenário ao qual havia jurado morte por tentar me matar duas vezes! - Mas isso só pode ser uma deliciosa surpresa. Rápido assim? - Contendo-me da melhor forma que conseguia, decidi fazer algumas perguntas para o velho antes de mandá-lo para o pós vida. Ele parecia se fazer de desentendido, e até chamava Molly e Sally por outros nomes, que eram um pouco melhores, então pode ser que eu passe a usá-los. Eu ouvia toda aquela baboseira com uma expressão cética no rosto e esperava que ele calasse a boca para que pudesse fazer a outra pergunta, quando ele finalmente se tocou do que eu havia feito com a duplinha do barulho. Era como se alguém tivesse apertado um botão ou girado uma chave, e em um piscar de olhos ele já estava praticamente enlouquecido pela fúria. Esse cara realmente tinha alguma tara muito forte por aranhas. Mesmo assim, resolvi perguntar sobre a situação dos meus amigos, porém, não obtive resposta alguma. - Acho que eu só vou gastar saliva falando com você, não é? Que seja... - Agora que já havíamos sedimentado o que iria ocorrer, deixaria o papo furado para depois e assumiria uma postura de combate, colocando o máximo que conseguisse do objeto misterioso dentro da minha mochila antes de assumir a postura. Sua arma já estava em mãos e ele tinha a vantagem da distância, coisa que eu precisava dar um jeito. Ficava a ideia para mais tarde de arrumar uma arma de longa distância ou um ataque que fizesse o truque. Seria bem útil para esse tipo de situação, mesmo eu preferindo sentir o impacto da minha bota na cabeça alheia. Flexionando as pernas, dispararia em direção ao velho em movimentos de zigue-zague, sendo que vez ou outra eu faria uma finta de corpo para não manter exatamente um padrão de movimento, evitando que ele conseguisse prever para onde eu me movimentaria. Até aquele momento, ele era o suspeito número um de ter mandado aquelas aranhas cheias de farinha para cima de mim, e se isso fosse verdade, significaria que ele sabia da minha fraqueza e poderia usar flechas cobertas com aquele pó para tentar me ferir. - VOCÊ É UM VELHO BEM PROBLEMÁTICO, SABIA? - Gritaria à medida que fosse avançando. Manteria meus olhos sempre em suas flechas para ter uma ideia da trajetória que elas tomariam. Notando que alguma delas iria me atingir, moveria meu corpo o suficiente para não ser acertado em cheio pelo projétil, porém tentaria deixá-lo passar suficientemente próximo ao meu corpo para causar um arranhão. É claro que, só faria tal coisa se o local que a flecha iria acertar não fosse sensível demais ou algum ponto crítico do corpo, como uma artéria ou algo assim. Do contrário, faria uma esquiva completa, sem dar chances de sofrer grandes ferimentos. Com minha velocidade, não demoraria muito para que eu o alcançasse. Todavia, aquele velho, apesar de maluco, era bem esperto. Quando notasse minha aproximação, era possível que ele buscasse uma fuga. Infelizmente para ele, eu já possuía um controle melhor dos meus poderes, o que permitia que eu aumentasse a extensão dos meus membros. Resumindo, caso ele tentasse fugir, continuaria dando tudo de mim na corrida e melhoraria ainda mais minhas chances de captura por esticar ambos os braços em sua direção, almejando capturá-lo. Conseguindo agarrá-lo, faria meus braços irem se recolhendo e trazendo o idoso junto.

Estando próximo dele, colocaria a destra sobre seu arco e o puxaria para meu lado direito, impedindo-o de mirar em mim. Ao mesmo tempo, avançaria com o pé direito e pisaria forte sobre um dos pés do arqueiro, criando uma certa quantidade de melaço após isso para que ele ficasse preso no local. Ainda forçando o arco a ficar apontado para outra direção e aproveitando-me que o idoso estava grudado, miraria cuidadosamente sua cara e usaria meu conhecimento simplista sobre usar os punhos para dar um soco de esquerda nele. Levando em conta que eu não sou acostumado a atacar deste jeito e que sou destro, mesmo me focando para ir com tudo e acertar em cheio, não causaria muitos danos. Mas aquilo ali era apenas por extravasamento momentâneo, ou simplesmente um aperitivo para o que viria. Caso errasse o soco, assumiria que aquilo era um sinal para deixar de pegar leve e daria um chute lateral com a perna esquerda na altura do quadril dele. A próxima coisa que eu queria fazer era criar uma estaca e afundá-la no peito dele, acabando isso com a menor quantidade de sujeira possível. Contudo, antes que pudesse sequer começar a criar a arma, o moleque resolveu se pronunciar. * Espera! * - O que é agora, hein? - * Com toda essa situação rolando, precisamos de informações. Ele talvez seja a única chance de conseguirmos respostas. * - Tá de brincadeira, né? Eu já falei, tipo, umas TREZENTAS vezes que eu ia fazer isso. E quando eu tenho a chance, tu aparece com esse papinho de corno? - * Presta atenção. Quando foi que eu disse que você não podia matá-lo depois que ele falasse? Só... Espera um pouco, beleza? *

Argh, como eu odiava aquilo. Essas ideias de última hora que estragam minha diversão certamente são um pé no saco. Por outro lado, conseguia ver a lógica e a necessidade por trás do pedido, então iria acatá-lo. Como ele mesmo disse, poderia matá-lo assim que obtivesse o que queria. Com um movimento rápido, agarraria sua cabeça com a mão esquerda, tendo certeza de colocar o dedo médio e o polegar na altura das suas têmporas. Em seguida, liberaria uma pequena quantidade de substância, apenas para tapar a visão do velho e a endureceria. Dessa vez, tomaria extremo cuidado para que o melaço apenas cobrisse os olhos, já que ele iria precisar de todo o resto. Assim que o privasse da visão, colaria a canhota sobre sua garganta e a apertaria de maneira firme, porém não forte o suficiente para impedir sua respiração completamente. Precisava dele acordado, afinal. - Só pra deixar claro, suas amiguinhas não me deram muita escolha, ok? Deixando isso no passado, vou precisar que você me responda direitinho algumas coisas. Se se recusar, vou te dar uma surra, te prender, sair por ai matando aranhas e fazendo você assistir suas mortes e ai, só ai, é que eu vou te matar de uma maneira dolorosa e lenta. Capiche? - Soltaria seu pescoço e logo agarraria seu ombro, dando uma breve apertada para ele se ligar da situação em que estava. Esperava Buzz terminar de dizer tudo que ele queria saber, e iniciava. - Primeira pergunta. Quem é você e porque tentou me matar da primeira vez que eu entrei na floresta? - Recusando-se a responder, puxaria-o para perto e daria uma joelhada em sua barriga, endireitando-o logo depois. - Vai cooperar agora? - Tendo uma resposta satisfatória, prosseguiria. - Segunda pergunta. Quem comanda Aracne e quais são seus subordinados? Descreva as aparências, suas armas e poderes, se souber. - Novamente, não havendo resposta daria uma joelhada. Tendo, apenas seguiria em frente. - Terceira pergunta. Meus companheiros estão sendo atacados na estalagem? - Se por ventura ele se recusasse veemente a não dizer nada, mesmo recebendo meus "incentivos amigáveis", nem pestanejaria em fazer com que minha mão se moldasse em uma ponta afiada e a cristalizaria. Feito isso, perfuraria o peito do velho algumas vezes apenas para ter a certeza de que o trabalho estava feito e o largaria ali.

Se tivesse sido obrigado a matar o arqueiro, sentaria-me e ponderaria junto do garoto. - E agora, Sherlock? Alguma outra ideia? Porque eu tenho uma. - * E qual seria? * - O que você acha? Não temos nem ideia do que pode estar rolando lá na estalagem. Vamos voltar e checar se está tudo em ordem. - * E o veneno da aranha-mãe? * - Isso fica para depois. Talvez, só talvez, possamos vir todos juntos na próxima. Deixaria eles todos mais afastados e juntos para cuidarem um do outro e eu destruiria aquela bundona peluda. - * Não é a melhor ideia do dia, mas fazer o que. Vou dar esse voto de confiança a você. * - Ora, me sinto honrado! - Falaria em um tom de deboche. Terminada a minha breve discussão interna, me levantaria e começaria a me aquecer um pouco. Quando sentisse meu corpo mais quente, dispararia na direção pela qual vim, buscando em minha mente as direções que tomei para chegar até ali e fazendo o caminho inverso. Tinha certeza de que minha memória era boa o suficiente para pelo menos me levar até a área mais clara da floresta. De lá, era bem mais fácil achar o hotel.

No caso de ter obtido as respostas e ele ou não saber da situação do hotel ou ter afirmado que o pessoal estava sob ataque, entraria em meu piloto automático de irmão mais velho e giraria o idoso usando a mão esquerda, de modo que ele ficasse de costas para mim. Feito isso, usaria ambas as mãos para pressionar seus braços contra seu corpo e produziria uma grande quantidade de melaço e a endureceria rapidamente para prendê-lo daquela forma. Quando prendesse a parte de cima, grudaria suas pernas uma na outra, de modo que no final eu tivesse uma espécie de bastão verde com uma cabeça velha saindo dela. Conselho: Nem pense em imaginar isso, vai por mim. Retiraria minha mochila das costas e a colocaria novamente, mas dessa vez, como se ela fosse uma barriga falsa. Colocaria o velho em minhas costas, posicionado na diagonal para que sua cabeça não ficasse atrás da minha e a situação ficasse menos gay. Por último, tocaria a venda que tinha feito e usaria meus poderes para retirá-la dali. - Você deve conhecer algum atalho para a estalagem. Me guie até lá, ou morra aqui e agora. Só preciso de você para chegar lá mais rápido que o normal, mas posso simplesmente seguir pelo caminho que vim. - Se ele se recusasse a me guiar, tiraria-o das costas e o jogaria no chão. Com uma série de pisões em sua cabeça, terminaria com sua vida patética e deixaria seu corpo por ali mesmo. Depois disso, tentaria seguir à toda velocidade pelo caminho pelo qual vi, me focando nas memórias que tinha do local para tal. Se ele aceitasse me guiar, começaria a correr em frente e seguiria suas instruções. Se em determinado momento eu percebesse que o ambiente não estava ficando mais claro, seguraria o cabelo do velho com a mão esquerda e com a outra daria um golpe em sua cara. - Até eu, que nem moro por aqui, sei que quando você se aproxima da estalagem, vai ficando mais claro. Deixe de palhaçadas e me guie pelo caminho certo. - Após isso, voltaria a correr e ouvir as direções. Todavia, se ainda não estivesse ficando mais claro, tiraria-o das costas, deixaria-o de costas para uma árvore e começaria a dar vários socos em sua cara, até que eu visse um pouco de sangue. - Suas brincadeiras acabam agora. - Tendo dito isso, colocaria as mãos sobre sua cabeça e faria a mesma coisa que havia feito para vencer ambas as aranhas.

Porém, se ele me guiasse certinho, ou eu conseguisse sair dali por mim mesmo, olharia o lado de fora do local, procurando inimigos, meus companheiros ou algo que fosse incomum. Tendo em minha frente algo incomum, me aproximaria com cautela e cutucaria usando o objeto misterioso que tinha comigo. Se achasse alguém que não conhecia, e o idoso ainda fosse meu pokémon, perguntaria baixinho. - É do bem ou do mal? - Se ele respondesse que era um inimigo, ou caso eu tivesse me livrado do velho antes, correria na direção da pessoa e daria uma voadora com os dois pés na altura do seu peito. Havendo mais de um, assim que colocasse os pés no chão, daria uma rasteira com um giro completo e começaria a jogar melaço sobre todo mundo. Se o velhinho dissesse que era gente boa, daria de ombros e não faria nada. Se algum dos meus companheiros estivesse do lado de fora da estalagem, correria em sua direção e perguntaria. - Estão todos bem? Alguém tentou atacar vocês? - Se ouvisse que todos estavam bem e que ninguém tentou atacá-los ou pelo menos foram atacados, porém venceram, suspiraria aliviado e me acalmaria mais. Já se ouvisse o contrário, meu sangue começaria a ferver. E nessa situação, adicionaria a pergunta. - Quem está machucado, onde está, quem fez isso e o que ele consegue fazer? - Escutando que o machucado era um dos caras, manteria um nível estressado básico e esperaria saber quem foi que fez aquilo e como o fez. Caso fosse Li Wan e/ou a bruta da espada que estivesse(m) machucada(s), tensionaria meu corpo e começaria a pensar nas informações que tinha antes de adentrar com tudo. Observaria a frente do hotel para ver as possíveis entradas que teria e aproveitaria esse tempo para finalmente fazer as lâminas improvisadas que tanto pensei em criar e nunca tive a chance. Não me atentaria muito para detalhes, desde que elas fossem resistentes o suficiente e afiadas.

Agora se, por ódio de Deus aos humanos, ouvisse que era Umika que estava machucada, olharia para a frente do hotel e buscaria uma janela alta o suficiente para estar em algum local do terceiro ou quarto andar. Assim que a visse, daria um soco em sua direção, esticando meu braço para lançá-lo até ela. Se conseguisse quebrar a vidraça, seguraria em algo dentro do quarto e me alcaria até lá em cima. Não tendo conseguido quebrar, grudaria minha mão na janela e me puxaria. Assim que chegasse lá, daria um chute para quebrar o vidro e entraria. Uma vez dentro, correria os olhos pelo local e procuraria objetos afiados e pontudos, como facas, garfos ou o que cara*hos tivesse ali. Juntaria tudo rapidamente e tacaria em meus bolsos. Se estivesse em um quarto, tentaria sair sem quebrar a porta, mas o faria se fosse necessário. Uma vez fora, criaria um par de facas simples com minhas habilidades e começaria a seguir na direção em que foi me dito que ela estava. Se no caminho achasse a pessoa responsável por machucar a garota ou que tivesse uma aparência que correspondesse à alguma possível descrição dada a mim, avançaria com tudo para cima dela e esticaria meus braços em sua direção, tentando aplicar uma dupla estocada em seu peito. Caso errasse, quando puxasse os braços de volta, moveria-os de modo a tentar acertar meu alvo. Funcionando ou não, continuaria me aproximando mais e mais, até o ponto em que conseguisse acertá-lo com minhas pernas. Conseguindo chegar até isso, começaria por aplicar um bom chute ascendente visando o queixo, e logo depois uma rápida tomada de posição para uma sequência aleatória de estocadas pelo corpo do adversário. Se tivesse conseguido achar objetos pontudos, colocaria o cabo de ambas as facas na boca e retiraria este objetos dos bolsos, cravando eles no oponente sem local definido e deixando-o lá. No entanto, caso achasse Umika durante minha andança, iria até ela na maior pressa e começaria a verificar seu corpo por ferimentos. Olharia em volta para ver se havia mais alguém por ali, e se fosse um inimigo, atacaria do mesmo jeito descrito anteriormente. Já se fosse outro dos meus companheiros, deixaria para lá e continuaria. Se por acaso Umika se tornasse novamente um alvo, começaria a aplicar uma série de chutes laterais e frontais por todo o corpo do indivíduo, finalizando com um golpe de calcanhar giratório bem na cabeça do sujeito. Sem mais empecilhos, buscaria pelo local por álcool, água limpa e faixas, se a jovem tivesse um corte em seu corpo. Já se fossem marcas de impacto, procuraria por gelo, talas de madeira e um pano resistente. O que achasse disso, levaria até a jovem e começaria o tratamento.

Se fossem cortes, retiraria as vestes de garota que impedissem o acesso ao machucado e depois passaria a limpar o local com o álcool ou a água, dependendo de qual eu tivesse achado, optando pelo álcool, se possuísse os dois. Faria a mesma coisa com algumas faixas, usando elas primeiramente para cobrir a ferida, enquanto as outras faixas iriam por cima destas, para mantê-las no local. Se fossem marcas de impacto, tocaria as áreas suavemente para descobrir se ela possuía algum osso quebrado. Se existisse esse risco, usaria as talas de madeira para deixar o osso, ou ossos, quebrados em ordem, e enfaixaria usando o pano resistente. Se fossem só hematomas, inchaço ou vermelhidões, usaria o gelo para dar um jeito. Se houvesse necessidade, por falta de material, de substituir algumas coisas, usaria tecido de roupa como faixas, bebidas alcoólicas para substituir o álcool puro e pedaços de móveis de madeira por ali para servirem de talas. Assim que completasse o curativo paliativo, pegaria a chave de nosso quarto para só então colocar a garota em meus braços. Levaria-a até nossos aposentos e abriria o local com cuidado para não deixá-la cair. Uma vez que adentrasse, a colocaria na cama com o ferimento virado para cima e daria um beijo em sua testa, posteriormente sentando-me próximo à ela. - Isso é tudo a caralha da sua culpa. Não há Deus ou demônio no universo que vai poder tirar esse peso do seu corpo. Observe bem o resultado das suas escolhas e sofra as consequências. Não existe nada que vá lhe fornecer perdão, mas eu vou lhe dar a oportunidade de ser menos c*zão. Agora é com você. -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptySab 22 Set - 21:47




Cavaleiros divididos pt.4!

  • Jacob


Jacob presenciava uma cena no mínimo comprometedora, onde duas pessoas que nunca havia visto na vida falavam de forma arrogante em relação a eles. Raiva transbordava de todo o corpo de Jacob, mas pouco ele podia fazer com aquelas algemas malditas. Não só elas restringiam seus movimentos, como também diminuíam sua força física e o impediam de acessar sua akuma no mi. A conversa dos dois parecia ter acabado e o homem começou a andar pelo corredor de pedra que rodeava a enorme caverna que comportava o porto subterrâneo e que aparentemente levava à, além da passagem que Jacob estava escondido, outras duas, que provavelmente davam em algum ponto da Estalagem. - Gerald. - Disse o homem, falando em um mini den den mushi. - Novas ordens de Sapphira. É para você acabam com o bando pirata daquele tal Punho Dourado.

Ele parecia estar prestes a desligar o den den mushi após ter ouvido alguma resposta quando passou logo em frente à passagem onde Jacob se encontrava. Era agora ou nunca. Ele não havia conseguido passar as algemas para a frente de seu corpo devido aos músculos rígidos, então teve que dar um poderoso encontrão contra o homem, derrubando-o e fazendo o den den mushi em sua mão voar para longe. - ARG! - Gemeu ele ao se chocar contra o chão. O pesado corpo do Touro estava em cima dele, impedindo que se levantasse. - QUE MERDA É ESSA? - Gritou, até perceber de quem se tratava. - Como diabos você fugiu? - Quando viu que o homem estava algemado com as algemas especiais se acalmou um pouco e conseguiu girar o corpo, jogando o corpo do cozinheiro para o lado e se libertando para se levantar em seguida.

Jacob estava prestes a se levantar quando um poderoso golpe o jogou novamente ao chão, batendo com o rosto no chão de pedra. Um homem com barba ruiva estava de pé acima do mesmo, e sua mão direita estava envolta em algo negro. - Bem que eu estranhei toda aquela gritaria no den den mushi. - O homem de cabelo preso parecia surpreso com a aparição do segundo homem. - Gerald, o que está fazendo aqui? - Perguntou. - Eu ouvi uns gritos estranhos na chamada e vim direto aqui ver o que havia acontecido, e pelo visto o ratinho não se contenta com a gaiola. - Levantando rápido, o primeiro homem fez menção de subir pela passagem que Jacob veio. -Vou checar o que aconteceu com Anastasia. - Gerald deu um chute em Jacob, de modo a garantir que ficaria no chão e estalou os dedos da mão. - Ela foi muito descuidada em deixar esse aqui vivo como refém. Vou acabar com isso agora mesmo.

  • Buzz


Staz estava frente a frente com o velho, que parecia tão irritado com o Ladrão de Mel quanto Staz estava dele. A luta era algo inevitável. Sacando suas flechas, o velho começou a disparar para aproveitar a vantagem da distância, mas ele parecia tão enfurecido que não se mostrou muito difícil para o jovem se esquivar das mesmas. Aquilo parecia que seria uma luta fácil, pois o jovem estendeu seus braços com o melaço e segurou com firmeza ambos os ombros do velho. Entretanto, antes que ele pudesse ser puxado, o mesmo se agarrou as laterais da porta com toda sua força para que o jovem não pudesse o puxar dali, o que não fez muita diferença, já que Staz simplesmente andou até ele, usou o melaço para prender ambos os seus pés no chão e segurou a mão do velho que portava o arco para apontar em outra direção

- DESGRAÇADO FILHO DA P... - Mas não teve tempo de completar a frase, pois um relativamente fraco soco de esquerda se chocou contra seu rosto. O golpe causou pouquíssimo dano, mais foi o suficiente para fazer o velho parar de falar. Repentinamente o jovem começou a falar sozinho, para o espanto do velho, mas logo esse cobriu os olhos dele com a substância esverdeada, como uma venda. Aparentemente ele queria começar um interrogatório, mas logo que estava fazendo a primeira pergunta o velho se abaixou rapidamente, de modo que o jovem de cabelos alvos não teve tempo de reação antes que, com sua mão esquerda livre, o velho pegasse um saco de farinha que aparentemente estava atrás da porta e jogá-lo contra Staz, fazendo farinha voar para todos os lados, sem que nenhum dos dois pudesse ver nada. Uma lamina se fincou no pulso de Staz que segurava o ombro do velho, obrigando-o a soltá-lo, e o velho rapidamente descalçou as botas, que estavam presas pelo melaço e as deixou para trás.

Um potente assobio pode ser ouvido, e quando a farinha ficou mais rala, permitindo que o Ladrão de Mel visse o que estava acontecendo, o velho estava do outro lado da cabana batendo seu rosto com tudo contra a quina de uma janela. - Você diz que vai matar as deusas, mas hoje você é quem morrerá. Será o sacrifício para a Matriarca! - O melaço que cobria seus olhos rachou, quebrou e caiu, deixando o rosto dele todo ferido pelas batidas repetidas, com os olhos inchados e sangue escorrendo de vários pontos. O velho pulou pela janela, descalço, e antes que Staz pudesse seguir ele, algo se chocou com tudo contra a cabana de madeira, destruindo-a completamente e jogando Staz com força contra uma árvore. A Aranha-Mãe havia reaparecido, atendendo ao chamado do velho e agora, com o corpo coberto de farinha, o jovem não podia garantir a sua própria segurança.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptySeg 24 Set - 2:07

Inimigos Perigosos!

Jacob luta por sua vida!







Trombar com aquele homem foi a melhor e a pior decisão que eu pude tomar, suas palavras para o Den Den Mushi indicavam para mim algo claro, estávamos na pior e as coisas só piorariam ainda mais. Quando nossos corpos chocaram-se eu pude perceber que a decisão tomada por mim poderia ter sido melhor, poderia ter sido mais acertiva, mas foi essa a escolha que tive de tomar.


Meu inimigo veio ao chão, mas meu corpo também veio, o solo de pedra foi amaciado pelo corpo do homem e sinceramente meu "chapa"? Eu agradeci por isso, pois já teria problemas demais. Logo ele conseguiu me virar da posição que ele encontrava-se, não foi difícil, as algemas me debilitavam em muito, as opções estavam acabando, eu tinha que me recompor, ao menos foi isso que eu imaginei, o golpe veio tão rápido quanto um raio, me atingiu de forma deliberada, me atingiu de forma que minhas defesas pareciam ruir, o solo foi o com quem me abracei e nesse momento percebi que todo o plano tinha ido por água abaixo.

Meu inimigo estava a um passo a frente, ele tinha escutado, estava preparado e por mais que seu aliado estivesse ainda desnorteado ele tinha conseguido me colocar em uma posição desfavorável. Meus músculos doeram, doeram na medida correta e logo quando o outro correu para longe em busca de Anastásia aquela maldita aranha bela e formosa eu tomei o chute que me colocaria ao meu lugar, ao chão. As coisas estavam extremamente complicadas, talvez ali fosse o meu fim se eu não resolvesse logo a situação, as coisas estavam fora do controle, eu tinha que agir e foi então ai que eu fiz algo
impensável para meu inimigo no primeiro momento.


No momento do chute viraria o corpo para ficar de costas, observaria meu inimigo com um olhar em frenesi enquanto manteria a minha postura de " guerreiro " indomável, não estava com o interesse de desistir, não, eu nunca desistiria, mesmo que golpes viessem em minha direção, utilizaria minha musculatura não só para absorver mas também bloquear os golpes que viriam, tentando deixar mais rígida a região do golpe e no segundo seguinte ao impacto relaxando o músculo, para que assim as ondas de impactos não se aprofundassem, amenos que o golpe fosse uma tentativa de matar direta, nesse caso tentaria absorver o impacto com um bloqueio utilizando a rigidez da região a ser acertada, para que assim nenhum dano trespassa-se a musculatura diretamente.


Enquanto isso acontecia sendo antes ou depois dos golpes que fossem desferidos contra mim tentaria me pronunciar falando em tom severo e determinado, porem dolorido pelos golpes já tomados:



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— Você...pode tentar...arg...mas não vai...conseguir ARG!  


A dor era incomoda mais o que eu estava a tentar fazer era mais ainda e talvez por isso precisasse de um estimulo, com a força de meus dedos tentaria torcer/romper o meu dedo polegar de uma de minhas mãos, fazendo assim com isso que o deslocamento do osso para parte inferior facilita-se a minha tentativa da retirada da algema de um dos meus punhos, caso só o forçar não fosse o suficiente tentaria também usar o peso das minhas costas para dar força e pressão necessária para a ação e então partindo do principio que a ação fosse efetiva tomaria uma outra opção.


Observaria o inimigo, tentaria observar com precisão a ação ofensiva que ele tomaria para então fazer contra medidas que seriam postas da seguinte forma:


Citação :
- Em  caso de um chute novamente, seja ele frontal, lateral ou superior para região inferior.

R - Defenderia-me com minhas mãos, usaria as mesmas para bloquear o golpe, mesmo com um dos dedos feridos de forma grotesca, tentaria com isso bloquear o golpe por completo anulando a sua efetividade, ao segurar com as mãos o golpe puxaria a perna do mesmo para que o mesmo fosse ao chão.

- Em caso de um golpe com os membros superiores vindo de cima par abaixo, pelas laterais, diagonais e transversais.

R -  tentaria bloquear com as mãos também, mas dessa vez com mão sem algemas na parte de baixo e a mão com a algema na parte de cima, o intuito é fazer com que o mesmo entra-se em contato com a algema dura e inquebrável sugadora de energias, assim caso o mesmo tentasse me golpar com as mãos poderia com as algemas criar uma " pequena defesa " no local do impacto, seguraria ainda na mão do mesmo e a puxaria para a lateral com o intuito de derruba-lo colocando o joelho na parte da frente do pé, assim poderia desequilibra-lo melhor.

- Em caso de golpes com a cabeça vinda na direção de minha cabeça ou coisa similar.

R - Chocaria minha cabeça com a dele, pondo em prova a resistência e claro também as capacidades de dano do mesmo, assim ambos na pior das hipóteses também ficaria atordoados.

- Em caso de ataques direcionados a minhas regiões sensíveis e/ou genitália.

R - Cruzaria as pernas assim criando a zona de bloqueio para o ataque com rígidos músculos da coxa, além disso em caso de pontos sensíveis como olhos, pomo de adão e etc seriam utilizadas contra medidas semelhantes a membros superiores, com a única diferença de que faria puxando para baixo para que o corpo do mesmo cai-se de frente ao meu.


Independente das ações dele falaria em forma de uma deles ter tornado-se uma opção acessível:




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— Você precisa de mais que isso "Borra Botas"!



Utilizando minhas forças restante tentaria ficar de pé em posição de combate, nesse momento colocaria-se em uma postura firme, com as mãos próximas ao rosto em uma posição defensiva padrão de boxe, nesse momento observaria meu inimigo e conforme a suas ações tomaria as decisões que precisava tomar para que aquele combate fosse possível uma vitória.


Citação :
- Em caso do inimigo levantar-se e tentar um golpe com seus mãos, seja pela esquerda ou pela direita.

R - Utilizaria-se dos bloqueios padrões do boxe, o foco séria defender com as partes duras do braço para que a assim golpes laterias não fossem efetivos e golpes frontais se deparassem com a defesa de carapaça básica do boxe padrão.

- Em caso de ataque com as pernas, utilizando-se de rasteiras ou golpes nas regiões baixas.

R - Utilizaria-me da técnica de postura de centro de gravidade baixa, que coincide com a postura de firmeza no chão, pés espalmados e firmes em posição que dificulte rasteiras ou golpes desestruturantes, além de claro dar melhor acesso a defesa na região pélvica com o cruzar de pernas ou o gingar de cintura para direção oposta do golpe desferido.

- Em caso do mesmo utilizar-se de técnicas especiais não antes vistas ou não capazes de assimilar pelo seu visual.

R - No primeiro momento levaria a mão em posição de defesa total para próximo a face, os cotovelos juntos as laterais protegendo assim com o feixo dos braços as costelas e zonas mais fáceis de se atingir, o centro de gravidade baixa e uma postura rígida e conforme a ação do inimigo defenderia de fronte ou utilizaria uma das táticas anteriores.


[/color]
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— Me faça um favor..."Borra Botas", apenas não implore para morrer, minha vez.

Com um movimento rápido iria na direção de meu inimigo, tentaria a aproximação do mesmo em zig e zag, sempre observando para que não me depara-se com alguma armadilha ou empecilho, também focado nos movimentos que o mesmo busca-se fazer para me contra-atacar, sempre pronto para poder fazer um bloqueio com a minha postura, mãos e regiões duras caso os golpes fossem laterais, frontas ou diagonais, os cotovelos, caso fossem de baixo para cima bloqueariam colocando-se na frente, em caso de frontais as mãos defenderiam, mas em caso de superiores tentária utilizar da rigidez da cabeça e a posição firme para continuar de pé e bloquear a golpe com a musculatura.

Caso a aproximação fosse efetiva faria uma gama de possibilidade de golpes


Citação :


- Atacando com os membros superiores

R - Um jab seria dado com a mão sem soqueira, mas no mesmo momento um "smash" seria dado com a mão com soqueira, fazendo assim uma espécie de cruz para que o inimigo tivesse que preocupar-se com dois golpes simultaneísmos e tivesse maior dificuldade em desvia-los ou defende-los, nesse mesmo momento colocaria uma de suas pernas no trajeto do inimigo fazendo assim o mesmo desequilibrar caso a esquiva fosse para trás.

- Atacando com direcionamentos diferentes e golpes falsos.

R- Utilizando-se das técnicas de socos anteriormente citadas, interromperia o jab na eminencia da execução, com isso apenas o "Smash" seria executado, porem nesse momento o um cruzado seria dado para com isso esse golpe desestabilizar o inimigo, o braço escolhido seria aquele que o inimigo tivesse menos visão, ainda adotando a medida da perna.
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 3 EmptyTer 25 Set - 18:45

Boss Fight Part 1(?)


Staz


Conveniente como as coisas acontecem nessa ilha, não? Tudo parece caminhar de acordo com um roteiro calculado e controlado, que sempre apresenta as saídas mais inusitadas para qualquer situação adversa ao andar da história. O velho, este talvez fosse para ser um personagem importante da trama. Contudo, por ser fraco demais e perder a paciência comigo, seria derrotado e interrogado facilmente por mim. Foi ai que apareceu, ó Deus ex machina, o meio de reverter a situação por completo. Detrás da porta do idoso, quem diria, repousava um saco de farinha estrategicamente colocado. Quanta ironia achar logo ali uma das poucas fraquezas do meu corpo. E em um piscar de olhos, meu corpo voltava a ser tangível, o velho escapava do melaço e com um assobio, uma aranha gigante aparecia na minha frente. - Oh, olá pra você de novo. Sentiu minha falta? Porque eu sentia a sua. - Soltaria um beijo em sua direção. Aquela coisa peluda não sabia quanto tempo tinha me poupado vindo até mim. Daria um fucking trabalho achar ela nessa floresta, ainda mais eu não sendo esse gênio das direções. Provavelmente passaria uma semana para cruzar o caminho dessa belezinha. Antes de dar no pé, o velho falava sobre as aranhas referindo-se à elas como Deusas. Estava mais do que explicado o tesão que ele tinha para com as escrotinhas. Olharia a matriarca de cabo a rabo e falaria. - Então você é uma Deusa, hein? Esperava algo mais brilhoso, com umas curvas legais, cabelos longos, olhos sedutores e um belo par de... Enfim. Algo mais "divino", se é que me entende. Ah, ferre-se. Como se você conseguisse decifrar o que eu tô falando. - Já me preparava mentalmente para uma perseguição enquanto em fuga, quando a mãezona resolveu que aquilo seria um combate direto. Tão fácil como acenar, ela destruiu a cabana do velho e me jogou contra uma árvore. A dor nas minhas costas me fazia relembrar da minha atual situação e que eu teria de evitar tomar um ataque direto daquela coisa.

Estava bem claro que, se resolvesse mesmo entrar em combate com o bicho, aquilo demoraria uma década para acabar. Contudo, um dos meus objetivos era extrair o veneno para entregar ao médico maluco e para adicionar a minha coleção de coisas úteis. Mesmo que meu corpo estivesse começando a reclamar de ter que entrar em mais um combate pé no saco com uma aranha, resolvia seguir uma linha de raciocínio de que aquele era o último desafio. Assim que terminasse, poderia dar uma surra completa no velho, fazer ele sofrer as piores dores da vida dele, matá-lo e profanar o corpo. Depois dessa palhaçada com a farinha, não me importava mais com a possível utilidade que ele teria. - Não preciso mais dele. E daí se eu não sei quem são os inimigos? Na dúvida, eu posso simplesmente matar toda a população da ilha e assim garantir que vou ter eliminado as ameaças. É um ótimo plano. - * Geralmente eu discordaria disso, mas eu tô estressado demais para te convencer do contrário. Deixo isso para depois. * - Grato! A situação me impede de ficar batendo papo e te explicando todas as incríveis vantagens desse plano. -

Olharia de maneira concentrada para aquele ser anormal. A primeira vista, qualquer um pensaria o óbvio: Grande, não possui dedos, o modo como se move lembra uma pessoa engatinhando, por isso deve ter mobilidade e velocidade horríveis. Porém, da última vez em que lutamos ela quase matou meus companheiros, e eu só escapei porque estava intangível. Agora que estava sozinho e parecendo alguma comida fresca, subestimá-la seria idiotice. Não quer dizer também que eu ia ficar arregando ou atacando de longe, até porque eu tecnicamente nem tinha como fazer isso direito. O jeito era encurtar a distância para que eu conseguisse dar uns bons chutes nela, mesmo que fosse bem arriscado. Ficaria de pé e bateria com as mãos sobre meu corpo, buscando pelo menos tirar o excesso daquele pó maldito. - Acho que só um banho para resolver isso. Vai ter que ser no sangue dessa ai mesmo. Assim eu já fico pimposo pra voltar pro hotel com estilo. Vou lá, verifico geral e, se tiver se boas, volto pra matar o idoso. Parece bom. - Começaria a correr na direção do animal, ficando de olho naquelas patas enormes dela e na cabeça também, para o caso dela tentar alguma gracinha com aquele veneno. Mesmo que eu tivesse minhas dúvidas sobre se as partes internas do meu corpo tinham voltado ao normal por conta da farinha, era melhor prevenir do que remediar.

Se ela tentasse impedir minha aproximação com um ataque vertical, em estocada ou diagonal, saltaria para o lado e usaria um rolamento para ganhar um pouco mais de distância segura. Assim que apoiasse meus pés no chão, impulsionaria meu corpo na direção da matriarca e continuaria seguindo em frente. Já se ela tentasse um ataque horizontal, teria de apostar em um mortal de lado. Sendo que, para isso funcionar, iria ter que saltar bem mais alto que o normal, de modo que o ataque passasse por debaixo de mim. Novamente, assim que tivesse os pés no chão, arrancaria em disparada na direção da aranha-mãe. Conseguindo me aproximar, apoiaria-me na perna direita e giraria o corpo em sentido anti-horário, trazendo comigo a perna esquerda para acertar um golpe de calcanhar na cabeça do bicho. Ao fim do movimento, me apoiaria na canhota e rotacionaria o quadril ainda no sentido anti-horário, usando esse movimento para dar mais força e precisão ao chute lateral que aplicaria na cara da aranha usando a perna direita. Em sequência, já viraria meu corpo para ficar frente a frente com minha inimiga e chutaria sua cabeça para cima. Se isso funcionasse, usaria o momento para ir até uma de suas patas e jogar melaço sobre ela, grudando-a ao solo. Sem esperar nada, sairia de perto do membro preso e correria por debaixo da matriarca até chegar na região oposta a que estava, fazendo o mesmo com a pata mais próxima que estivesse ali. Aproveitaria a proximidade para testar se eu ainda conseguia grudá-la ao chão, como fiz da primeira vez em que nos encontramos. Com a minha sorte, provavelmente não daria certo. Assim que terminasse com a segunda pata, dispararia na direção de uma terceira aleatoriamente e daria uma voadora com ambos os pés no membro, me jogando para longe do corpo da aranha logo em seguida. Ficaria apenas afastado o suficiente para conseguir reagir a tempo, caso notasse um movimento de ataque da mesma. Se isso ocorresse, usaria um sistema de esquivas igual ao que formulei para o avanço, porém sem a parte da aproximação. Iria estudar mais um pouco o padrão da criatura, ao mesmo tempo em que pensaria em um plano para conseguir o veneno da mesma sem correr risco de morte.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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