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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - It's Navy Time

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MensagemAssunto: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyQui 26 Jul 2018 - 0:16

Relembrando a primeira mensagem :

1° Act - It's Navy Time

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Roy Collins. A qual não possui narrador definido.


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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyTer 20 Ago 2019 - 14:52

Em missão: Dentro do prédio suspeito
No telhado do prédio em que estava tinha uma porta. Me certifiquei se tinha como entrar, mas ela se encontra trancada. Então não perdi tempo e rondei pelo local encontrando a escada de incêndio. Desci, ao chegar no terceiro andar me deparei com uma janela que não estava aberta mas seria possível abri-la. Fiz isso e de cara percebi que a sala tinha recebido uma pessoa recentemente. A bagunça no tapete deixava isso nítido. Além do cheiro incessante de pólvora estar mais forte naquele escritório. ~ Tem alguém bem perto daqui ... Preciso estar em alerta. Entrava cuidadosamente naquele ambiente. O cheiro de pólvora estava me incomodando, felizmente não estava causando mal estar para o meu estômago.

Minha preocupação está no máximo. A sala mesmo era pequena e simples, nada que chamasse tanta atenção visualmente. Uma mesa, algumas cômodas, uma cadeira de cada lado e uma porta. Quando cheguei mais próximo dela pude perceber que me aproximava do possível perigo. ~ O que estão fazendo por aqui????!! Me perguntava ficando enfurecido por notar que quanto mais me aproximava, mais forte estava o cheiro. Logo, sabe-se-lá o que estaria ou estariam tramando contra inocentes. Do lado de fora do escritório tinha um corredor com diversas portas, não dava pra saber quais delas estão abertas. A fim de tentar aliviar a fúria que crescia no meu peito, movi meu tronco para os lados e entrelacei meus punhos para aliviar a tensão.

Antes de sair do escritório procuraria alguma coisa nas cômodas, na mesa, atrás da porta, se tiver algo sobre as cadeiras que indiquem quem é responsável pelo escritório. Seja por algum papel, crachá, ficha ou o que for, para assim quem sabe já prever quem pode estar comigo nesse prédio. Embora que a janela não estava fechada e quem passou por aqui fez uma bagunça, e isso indique possa ter ocorrido uma invasão, ainda assim não custa nada vistoriar e descobrir quem sabe uma prévia de uma pista. Em seguida antes de sair do escritório, abriria levemente com as mãos a porta tomando cuidado para não fazer barulho, usando da furtividade. Não faria isso em sua totalidade para primeiramente verificar se há alguma câmera pelo corredor, utilizando de minha visão aguçada. Caso não conseguir ângulo pra checar todas as partes de cima que tenham visão do corredor, buscaria algum reflexo de espelho para enxergar o local que não for possível por onde estou.

Na possibilidade de haver alguma câmera, se ela for aquelas que se movem para os lados no momento que ela não tiver focada na minha direção, usaria de minha furtividade e sairia da sala em busca de algo que possa me encobrir e enxergar as demais salas. Não havendo nenhuma câmera de segurança, sairia da sala do mesmo modo, usando da furtividade e prestando atenção onde piso. Para não me estrapilhar num tapete como naquela sala, ou em qualquer outra coisa e que avise para quem estiver aqui que tem companhia. Entreolharia nas portas que estiverem com frestas para saber o que há dentro, me guiando pelo cheiro se acentuar. Isto é, quanto mais forte estiver, mais próximo estarei do local. Sendo preciso verificar nos outros andares, farei isso também.

O objetivo é identificar o local, reconhecer o culpado disso, o que esteja sendo feito pra causar esse odor, e também se consigo encontrar Anthony Flintwood. Algo me diz que ele está envolvido nisso. Quando visualizar estas coisas, veria se há alguma forma de desmantelar o que está causando o cheiro da pólvora seja por alguma ferramenta ou o meio que farei isso. Utilizando de minha visão aguçada e também tentando encontrar um local que consiga visualizar toda área envolvida com mais folga, ou seja, com menos risco de ser descoberto. Ser o fator de surpresa e pegar o responsável por isso desprevenido aumentará minhas chances de sucesso.

Realizando tais coisas, aproximaria como for pertinente com o local. Se tiver como cobrir minha presença estando atrás de alguma parede ou objeto grande. Buscaria estar próximo o suficiente da possível arma para desarma-la, destruí-la ou o que for necessário para anular qualquer ameaça. Ficaria sempre atento em manter a furtividade para não correr mais risco do que o comum, afinal posso imaginar como o responsável possa ser perigoso.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyQua 21 Ago 2019 - 16:36


Narração
Noite
Céu limpo
Localização: Loguetown

Roy Collins
Precisava ficar mais atento agora que estava dentro do prédio, o cheiro de pólvora estava acentuado e mesmo assim não ouvia nada que lhe indicasse a presença de outros humanos. Sua visão que havia captado a existência da invasão naquele cômodo acabava por não captar mais nada chamativo naquele local. Com isso restou a Collins a opção de procurar pelo escritório pistas de quem era o dono daquele local.

Uma imagem existia por ali, demonstrando ou a pessoa que trabalhava por ali, ou a esposa/parente/conhecida da pessoa que trabalhava por ali. Não havia encontrado, pelo lado de dentro, nenhum tipo de cartão ou qualquer outra coisa que indicasse quem realmente trabalhasse ali ou quem havia passado por ali pela janela. A única coisa que percebia pelos papéis nas cômodas é de ser uma empresa de seguro privado.

Olhando o lado de fora, percebia que não havia nenhum tipo de câmera por ali, quem quer que tivesse passado por ali pensou que estava seguro. Andando pelo corredor percebeu que a maioria das portas ali estava trancada. Nenhuma delas possuía nem mesmo algum tipo de sinal de que foram abertas recentemente. O cheiro continuava forte a medida que andava pelo corredor, mas acentuou quando acabou passando pela porta que levava para a escadaria.

Passando pela porta da escadaria ainda da forma mais silenciosa que conseguia, acabava por sentir o cheiro aos poucos se intensificando. A escada era feita de forma que havia um pequeno vão no centro e seja possível olhar até o chão de qualquer ponto dela. Assim, Roy percebia que não havia somente três andares ainda, como seria o esperado por ter invadido no terceiro andar.

Poderia experimentar tanto subir quanto descer, mas de alguma forma era claro que o cheiro estava em algum andar inferior. Quando chegou no segundo andar acabou por finalmente ouvir um barulho. O ruído não veio daquele andar que estava, ele vinha de algum piso inferior. Era difícil estimar certamente qual, se fora o primeiro andar ou o possível porão. O barulho era simples e claro, alguma peça de metal caindo no chão. Apesar de não ouvir ninguém falando nada, ouviu também um belo de som que claramente fora um tapa realizado em alguém.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptySex 23 Ago 2019 - 8:32

Em missão: Descendo a escadaria
Ao revirar o escritório procurando por alguma pista, encontro uma imagem de uma mulher de cabelos pretos, olhos azuis, usando óculos, trajada socialmente e segurando alguma coisa que não consegui identificar. Guardo sua feição porque pode ser que a encontro no prédio, sendo responsável pelo odor ou mesmo vítima do que esteja acontecendo. ~ Preciso tomar muito cuidado. Estou num território desconhecido. Pensava preocupado com o que estou a enfrentar. Aliviei a tensão movimentando meu corpo e me senti um pouco mais confortável, entretanto minha fúria por saber que alguém tramava algo muito perigoso continuava. Ela só está contida momentaneamente por não poder exprimi-la, se não chamarei atenção antes da hora. E pelos papéis que vi parecia que era de uma empresa de segurança privada. ~ Isso me lembra o Adam. Ele é segurança da região. Será que ele conhece esse prédio? Questionava-me por isso fazer ligação com ele.

Ao sair do escritório constatei que não há nenhuma câmera. Estranho, pois geralmente as empresas costumam realizar monitoramento para qualquer empecilho. Percorri o corredor, todas as portas estavam fechadas e nenhuma com sinal de que tinham sido abertas. O cheiro permutava por ali, conforme passei por uma porta que levava a escadaria no fim do corredor, o odor apenas se acentuava. ~ Lugarzinho grande!! Onde estou me metendo? Observava por onde andava raciocinando que por somente passar por aqui agora, não decorarei o caminho de volta caso precise. No meio da escada tinha um vão que me permitia ver que tinha mais andares na parte debaixo, conseguindo visualizar o chão. ~ Bom, pelo cheiro estou perto. E como estou descendo e isso está ficando mais forte, vou continuar nessa direção. Continuava o caminho até chegar no segundo andar quando de repente ouvi um barulho de metal caindo no chão.

Meu coração bateu mais rápido do que o normal. O susto me causou alguns suspiros profundos e olhares extremamente preocupado ao meu redor, imaginando se alguém tinha me encontrado. "Uff ..." Arfava me despreocupando por ninguém ter me achado agora. Até cogitei a ideia de estralar meus punhos novamente para aliviar a tensão que pairava mais forte, mas pode ser que ele (a) ou eles (as) escute, por isso apenas mexi meu pescoço para os lados e meu corpo também. Não causando nenhum som. Continuei andando até que outro barulho ribombava nesse prédio. Claramente fácil de conhecer. Um tapa! ~ Mas que merda está acontecendo?? Um cheiro fortíssimo de pólvora, alguém entrou pela janela antes de mim, um barulho de metal e agora um tapa. Seja quem estiver por trás disso, vai ter de pagar. E sinto que por ser próximo da região onde fui mandado, tem envolvimento com Anthony!! Pensava com raiva de quem encontrarei em breve.

Continuaria de forma furtiva descendo a escadaria, tomando cuidado ao pisar para não causar nenhum barulho e andando pelo canto da escadaria onde seja mais difícil alguém me achar. Usaria de minha aceleração para ser mais rápido na caminhada até o local. Guiando-me através do cheiro onde for intensificando. Também utilizaria de minha visão aguçada para todo o caminho que encontrar, tentando identificar alguma pista de onde está vindo esse cheiro ou mesmo encontrar alguém. Se por algum acaso se deparar com alguém inesperadamente, tentaria esconder-me num espaço que possibilite visualizar todo o local onde estou metido. Seja atrás de uma parede, algum objeto grande, algum vácuo de espaço ou o que for pertinente.

Procuraria identificar de onde está saindo o cheiro, qual ferramenta está sendo utilizada e também se há alguma coisa que consiga desativar a possível ameaça. Não esqueceria de quem estiver no local, como foi um tapa em alguém, presumo que possa ter duas pessoas no mínimo. Mas como não sei quem está por aqui, há a chance de ter mais de duas pessoas. Logo me atentaria a todos os envolvidos que encontrar na ocasião. Além de ter achado papéis sobre essa empresa ser de segurança privada, ficaria em prontidão esperando encontrar o segurança. Até porque antes de entrar, ele compreendeu o que estava pra acontecer. E antes de agir para qualquer coisa, escutaria o que estivessem sendo conversado ou discutido, como já teve violência considero difícil a chance de ser somente uma conversa. Mas o importante é estar dentro da situação em que for entrar, para entender e a partir dali agir com mais eficácia para realizar a missão.

Logo após moveria-me com muita cautela. Sempre atento onde pisar e andando pelas beiradas também, através da furtividade para não ser impedido de me aproximar da possível ameaça de pólvora. O intuito é chegar mais próximo possível em segurança para desarmar, isto é, sem ser visto, até porque fazendo isso já elimino uma dor de cabeça. Posteriormente pensarei em pegar os responsáveis. Tentaria ser rápido com a aceleração, pois como o cheiro é forte, pode ser que quanto mais rápido for, maior a chance de conseguir desarmar essa ameaça. Algo me diz que pelo mal cheiro, isso não deve estar no inicio. Seja o que for e quem enfrentarei, não deixarei que faça o que estão pretendendo. O meu dever é a missão e realizarei. Vou usar essa minha fúria com quem estou prestes a encontrar, porque uma coisa que odeio, de verdade, é de gente que trama o mal. Essas pessoas nunca podem sair impune. NUNCA! Mas também farei o possível e o impossível para o prol da segurança. Sou um marinheiro e tenho o dever com a justiça e segurança.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptySab 24 Ago 2019 - 14:31


Narração
Noite
Céu limpo
Localização: Loguetown

Roy Collins
O barulho tanto do pedaço de metal caindo quanto do tapa deixavam Roy ainda mais alerta naquele local. Estava chegando perto e não podia parar por mais que estivesse claro que encontraria pelo menos dois inimigos. Na realidade era o dobro deste número, ao terminar de descer as escadas se escondeu no canto, ao lado da porta e observou o que havia naquele porão.

Eram tantos elementos que era difícil determinar o que chamaria primeiro a atenção de Roy. Não via só os três minks ali, como via também Anthony, estavam mais a esquerda de Collins, olhavam para frente e um pouco para o lado que o marinheiro estava, então não podia andar para frente sem acabar sendo visto. Não via nenhum sinal de outra pessoa além dos quatro, um dos minks estava acariciando a própria bochecha. O motivo de olharem para frente e para o lado direito era claro. O chefe ali estava de frente para um detonador daqueles mais antigos em formato de caixa com uma alavanca reta feita de metal. O "fio" chamava a atenção por ser feito de pólvora, não sabia nem mesmo que alguém realmente fazia isso. Este fio levava para a região logo em frente da porta que estava se escondendo, mas muitos metros de distância a frente.

Na verdade, seria a primeira coisa que qualquer pessoa despreocupada que descesse ali veria por que estava literalmente de frente para a porta da escadaria. Havia claramente uma bomba, bom várias bombas, talvez não fossem tão potentes, ou o prejuízo ali seria grande. Mesmo havendo várias bombas, não parecia existir uma preocupação real com elas chegarem onde estava. Ou Anthony e os três patetas iriam cometer suicídio ali. Para chegar nos explosivos havia um túnel, claramente artificial, que levava para um único ponto que Collins poderia imaginar como sendo logo abaixo do prédio que Adam e ele precisam proteger. Talvez o cheiro estivesse passando de alguma forma daquele túnel para a rua e por isso Roy havia sentido aquele odor mesmo na rua. Era difícil até mesmo de imaginar quanta pólvora existia naquelas bombas, milagre era não sentirem na rua, tudo bem que o mendigo estava por perto naquele momento.

Não precisava ser nenhum gênio para imaginar que atrapalhar o fio de pólvora iria acabar com a possível detonação, que não parecia que demoraria a acontecer. Porém para atrapalhar aquele fio naquele momento teria que aparecer na visão de todos os quatro. - Agora espero que tenham feito tudo corretamente. - Falou Anthony num tom pouco amigável. - Mais uma tentativa falha e eu vou colocar vocês para explodirem junto das bombas. - Falou o homem meio nervoso preparando-se para empurrar aquela alavanca e detonar tudo. Seria possível impedir também pulando em Anthony, com certeza chegaria no homem antes dele abaixar a alavanca, estavam próximos a esse ponto, mas o que faria depois cercado?


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptySab 1 Ago 2020 - 14:22

Em missão: Impedindo os planos de Anthony
Ao chegar onde originou os sons me encontrei com Anthony e os três minks de antes. Claramente um deles parecia nervoso com a situação, mas não foi por conta de Anthony. Abaixo deles tinha um detonador e um fio de pólvora que percorre um caminho até um túnel que possivelmente eles podem ter cavado a mando do fantoche de Vanguard. ~ Esse cheiro está me deixando enjoado. Colocava meu antebraço esquerdo na frente do meu nariz para não inalar o forte odor. Anthony parecia irritado com a falha dos três patetas e ameaçava explodir o local junto com eles. ~ Então o som daquele tapa foi naquele ali. Observava o mink que acariciava a bochecha.

Claramente eu preciso interceptar essa explosão e captura-los. Mas não consigo fazer tudo ao mesmo tempo, principalmente quando estou sozinho contra eles De qualquer forma, qualquer ação que tomar eles vão me ver. Então pra evitar o principal, que é a explosão, utilizando da minha furtivade para surpreende-los, procuraria algo que possa empurrar com rapidez utilizando da aceleração e agilidade contra os quatro naquela sala. Se não houver nenhum objeto a frente que possa jogar contra os mesmos, tentaria num ataque surpresa empurrar o primeiro idiota na direção dos outros três. Dessa forma ganharia um tempo para entrar na sala e encontrar alguma coisa que pudesse ter por perto para cortar o fio, como um alicate. Até porque como eles montaram todo esse aparato de bombas, essa ferramenta pode ter sido utilizada. Mas não havendo nada, tentaria utilizando da força para quebrar o fio de pólvora.

Posteriormente me preocuparia com todos eles. Meu objetivo seria ficar numa região nessa sala aonde eu pudesse ter espaço para poder me esquivar usando da agilidade e aceleração. - Vocês não vão explodir nada e nem sair daqui impunes!! Principalmente você. Até porque tenho um assunto que preciso descobrir através de você. Apontaria meu dedo indicador direito para o jovem responsável. - O problema é que vocês acham que sempre vão sair impunes quando fazem essas coisas. Mas ... Entrelaçaria meus punhos e estralaria-os. - Esses punhos vão significar a justiça. Vocês vão conhece-la bem. E eu vou completar a missão, custe o que custar!! Dessa vez minha determinação se sobrepunha a qualquer pensamento. Era o ensinamento do meu pai. A missão em primeiro lugar.

~ Como estou sozinho, se eu conseguisse fazer com que meus ataques chegassem a prejudicar eles em equipe, eu poderia ganhar vantagem. Aguardaria a aproximação dos meus inimigos, na possibilidade deles juntos tentarem me agarrar, pularia para trás numa distância segura, abaixaria meu corpo e com rapidez giraria meu corpo tentando aplicar uma rasteira nos três. Se não tivesse êxito ou eles tentarem me atacar individualmente, caso for um soco contra mim relaxaria o tronco do meu corpo e esquivaria me movimentando contrário ao soco deles. Isso é, se vier um soco pela direita me movimentaria para esquerda e vice-versa. Em contra-ataque, após a esquiva aplicaria um soco de baixo para cima no queixo dos que atacarem com o intuito de desestabiliza-los.

Com a chance deles tentarem me atacar em diagonal, com um chute ou algo desse nível, abaixaria meu corpo abaixo da altura do ataque para desviar. E fixaria meus pés no chão no momento da esquiva para ganhar propulsão e desse jeito com aceleração e a agilidade tentaria aplicar socos na região do abdômen dos inimigos. Teria em mente através desses ataque que o que sofrer, possa cair em cima dos demais e atrapalhar os bandidos por estarem juntos. E por ser destro, meu ataque com o punho direito é mais efetivo e dolorido, o punho esquerdo não é meu forte. Entretanto como será duplo esse ataque, pode ser que até ajude um pouco no impacto.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyTer 4 Ago 2020 - 3:53


Narração
Noite
Céu limpo
Localização: Loguetown

Roy Collins
A mente do marinheiro não demorava muito para tomar uma decisão. Podia não ser a melhor decisão, mas a tomava rapidamente. Entre os itens que conseguia enxergar, basicamente se restringiam a barris vazios, provavelmente eles que foram utilizados para carregar a pólvora até ali. Como não havia forma de chegar até os barris sem chamar a atenção de seus inimigos. Roy decidiu fazer o movimento mais ousado e maluco.

E maluco era a palavra exata para descrever tudo, pois na cabeça do marinheiro ele precisava por algum motivo usar de um alicate ou força para acabar com um fio de pólvora, que provavelmente seria dispersa se ele simplesmente a chutasse ou a soprasse. Provavelmente a tensão havia consumido a sua mente e por isso Collins rapidamente se aproximava deles, pegando todos ali desprevenidos. A reação verbal de WTF!? era claramente presente na cabeça dos minks. Sendo um desses o ser empurrado pelo soldado.

Como Anthony estava mais distante não foi afetado pelo empurrão que serviu basicamente como distração para que os minks não interrompesse sua corrida. Roy facilmente dispersou um pedaço do fio de pólvora e então virou-se para todos eles e falou palavras bonitas. As suas costas estava o túnel que eles escavaram e colocaram as bombas. O fio de pólvora vinha de lá até ser interrompido por onde o marinheiro se encontrava. Tanto a sua direita quanto a sua esquerda haviam barris de tamanhos variados. Agora a sua direita havia Antony perto do dispositivo que iria explodir o local, a sua esquerda havia os três minks que já haviam se reposicionado.

Antony respirava fundo parecendo jogar aquela raiva anterior fora, pegava um cigarro e enquanto o acendia falava. - Parabéns, vocês chamaram a atenção da marinha para gente. - Comentava ele, o tom não era nem nervoso, parecia até que ele esperava algo desse tipo, ou que agora ele já havia tomado alguma decisão que não fosse muito boa para Roy. - Ataquem-no. - Falou ele e todos os três avançavam na direção dele, como reação natural o jovem pulava para trás, se aproximando ainda mais do túnel que escavaram e colocaram as bombas. Só que não havia tempo para pensar nisso, pois eles continuavam avançando. Collins se abaixava e tentava dar uma rasteira neles, infelizmente derrubava somente um dos três.

A situação poderia até continuar se desenrolando, mas seus inimigos pararam o avanço quando ouviram um barulho de algo quebrando. Antony havia jogado um dos barris de pólvora que provavelmente ainda continha um pouco dela e assim todos viram aos seus pés bem mais pólvora do que havia antes, espalhados de forma disforme, mas ainda o suficiente para que fosse um perigo em potencial. O homem pegava o cigarro dele e jogava no pó que se acendia e aos poucos começava a se espalhar queimando o pó que havia a sua volta. Se qualquer faísca mínima chegasse muito próxima da pólvora que havia aos pés de Roy, a situação simplesmente iria para os ares ao chegar nas bombas que havia as suas costas.

E com aquilo feito, Antony dava as costas para todos eles e começava a ir embora.



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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyTer 4 Ago 2020 - 23:12

Em missão: Apagando as chamas
Ao dispersar a pólvora, o alívio do perigo que aquela bomba poderia causar se achegava e de certo modo um peso dos meus ombros ia embora. Mas quando olhava para aqueles responsáveis minha fúria retornava, principalmente na forma calma do jovem que aparentemente não se importava com o que estava acontecendo. Até mesmo seus capangas ele dava a mínima!! - Cara, você é um lixo total!! Meus punhos se apertavam por conta da raiva que aquele cara me proporcionava. Ao ponto dos ossos do meu punho estralarem de tanta tensão daquela hora. "Clac, Clac".

De repente o desgraçado derruba um barril, dentre tantos que estavam espalhados pela sala e mais pólvora se espalhava. Gotas de suor escorriam da minha testa, e não foi de esforço físico. - COMO PÔDE!!! Esbravejava de fúria principalmente quando ele derrubou de propósito seu cigarro para dar o estopim do fogo. E o problema maior é que o túnel que estava atrás de mim e que possivelmente estão as bombas é próximo onde está a pólvora. Olhei para aquele inicio de fogo que ainda está tomando forma e talvez eu consiga tomar uma vantagem disso, impedindo de agravar, mesmo em minoria.

~ Essa é a chave pra tentar conter. Se vai dar certo, é uma chance, e boa porque tem bastante voluntários para isso. Bolava uma ideia rapidamente enquanto observava os 3 idiotas do Anthony. Minha vida estar em risco é algo que como marinheiro é comum, eu devo me acostumar com essas situações daqui para frente. Até mesmo para caso um dia se necessário, perder a vida, em prol da missão e da justiça. Mas esses caras não têm esse mesmo pensamento, é natural que eles fiquem preocupados com suas vidas depois do que Anthony instigou. ~ Aqui vou eu ... Preciso ser rápido para pega-los de surpresa. Avaliaria o momento oportuno que me movimentaria.

Seguindo com esses pensamentos, observaria com atenção os 3 patetas a minha frente enquanto eles estivessem preocupados com suas vidas vislumbrando o fogo aos poucos se propagar. Me impulsionaria para frente utilizando a furtividade para procurar chamar o mínimo de atenção que estou me preparando para ataca-los, aceleraria meus passos com agilidade, pularia no mink que acabei derrubando com o objetivo de neutraliza-lo por alguns segundos e ao se aproximar dos outros dois empurraria com toda força em direção ao fogo. Talvez seus corpos consigam encobrir o inicio do fogo e apagar. O que sobrou no chão, caso ainda estiver, chutaria a pólvora em seus olhos para tirar sua visão por alguns segundos e desse modo no momento que ele abrir a guarda, desferiria um soco direto de direita em seu rosto. E em seguida o puxaria pela perna e se tiver fogo restante pelo espaço, tentaria joga-lo nele. Caso não haver mais fogo restante, jogaria contra qualquer um dos outros dois. - É um bom começo para se redimirem do que ajudaram o Anthony!!! Descarregaria essas palavras com fúria.

Posteriormente para tentar minimizar qualquer ação do Anthony de tentar propagar fogo, dispersaria chutando de leve algumas vezes a pólvora espalhada pelo chão. E também procuraria por algo que pudesse tampar aquele túnel, um objeto grande ou qualquer coisa que seja suficiente de cobrir aquele espaço. Em seguida voltaria minha atenção por onde o responsável estava saindo do local e utilizaria da minha visão aguçada para quem sabe encontra-lo, mesmo que seja longe. Encontrando ou não sua localização seguiria no caminho que ele adentrou e estaria com os olhos atentos à frente, para não ser pego de surpresa. Visualizaria o chão caso tenha alguma armadilha e saltaria. Se houver coisas na parede ou a frente que impeça de seguir, utilizaria de minha agilidade andando em zigue-zague para tentar esquivar e a todo momento estaria me movendo com aceleração, pois o Anthony não vai me esperar. Caso o encontre no caminho sem pestanejar falaria. - Auto LÁ!!! Você não vai escapar!!
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptySex 7 Ago 2020 - 5:47


Narração
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Roy Collins
Roy não acreditava completamente na cena que se desenrolava ali. O homem agia de forma diferente da que havia imaginado e isso emputecia muito o soldado que gritava de raiva para Antony, que simplesmente continuou seu caminho subindo as escadas. Talvez o desejo de Collins fosse ir atrás dele, mas a situação a sua frente simplesmente o impossibilitava.

Novamente o plano que o marinheiro bolava era minimamente mirabolante, pois percebia o óbvio, aqueles homens não queriam morrer. Roy também não queria, mas ao invés de apagar o fogo, seu foco ainda era em simplesmente lutar e derrotar aqueles homens, aproveitando-se disso para que o fogo possivelmente apagasse. Seu primeiro movimento fora pular em cima do mink que estava no chão. Esse rolou como pôde para não ser acertado por um possível golpe. Mas a realidade é que Collins nem pensava em golpeá-lo, queria exatamente essa reação, que o homem saísse e assim gastasse o mínimo de tempo necessário em algo que não fosse se levantar. Além de com esse movimento o mink ajudar com a pólvora que acabava grudando em sua roupa.

O soldado continuava seu movimento pós pulo indo na direção dos outros dois minks, um desses até o encarava, mas o segundo parecia olhar para trás já pensando em simplesmente fugir. Roy empurrava o que o encarava na direção do fogo e este de forma natural começava a pisar nas chamas para que essas se apagassem. Collins fez um movimento parecido, chutando a pólvora toda no chão na direção dos olhos do mink que parecia querer fugir pela sua vida. Esse pobre coitado acabava levando um belo soco e depois um forte puxão na perna que o derrubava.

O fogo estava extinto, basicamente pela ação do mink que o marinheiro havia empurrado, ninguém ali queria morrer. E mais interessante, Roy parecia nem querer lutar com os pobres cachorros, pois parecia querer só ignorar aquilo, procurando algo com seus olhos para tampar o túnel. Mas foi quando o primeiro mink, o que ele havia pulado em cima e havia rolado, pulava por suas pernas e o soldado se via caindo de frente no chão. - Não pense que vamos deixar você fugir assim! - Falou o mink com certo desespero em seu grito.

Além da pólvora que subia em seu nariz e fazia Roy espirrar, percebia que não havia algo para se tampar aquele túnel. Provavelmente fora escavado com o passar do tempo e aqueles capangas já deveriam ter se livrado da terra a um tempo, claramente aquele ato todo estava sendo planejado a um bom tempo. Além do mink que o segurava nas pernas, o segundo mink, que havia sido empurrado estava em pé e se dirigia até ele. O terceiro ainda estava caído no chão.

Não ouvia passos de Antony na escadaria, mas não que isso fosse algo significativo, afinal, eles estavam fazendo um bom barulho ali embaixo. Além da pólvora toda no chão, havia os diversos barris de variados tamanhos abertos a sua volta e aquele pequeno detonador por perto. O ambiente estava pronto para a detonação e por pouco não havia ido pelos ares.



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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptySab 8 Ago 2020 - 1:31

Em missão: Acabando com os minks
A minha intenção de apagar aquele fogo foi realizada com sucesso. - Apaga esse fogo!! Falava com ferocidade enquanto o idiota era usado para apagar. - Você serve para alguma coisa de útil pelo menos. Voltava minha atenção para os outros minks, principalmente com o que estava próximo de mim. Para aproveitar disso, chutei a pólvora em seus olhos. Ao ver o desespero dele, ali vi a oportunidade de despejar a fúria que esses caras me causavam com o que eles fizeram.  - Vem cá!! E meti um soco com toda força nos meu punho direito. O osso da minha mão deu um leve estralo. - Serviu para aquecer meu punho! Soltava um leve sorriso maldoso do que tinha feito contra aquele lixo. Como consequência ele caía no chão, deixando-o todo destabilizado por alguns momentos.

Mas nem tudo são flores, as vezes deslizamos e isso dá um problema. Enquanto procurava algo que pudesse tampar o túnel com o objetivo de que caso o fogo se reacendesse, a pólvora não conseguisse passar para o túnel por estar tampado, aquele que ainda estava no chão aproveita a chance para me derrubar agarrando minhas pernas. - Filho da mãe!! Conforme caía batia um arrependimento de ter vacilado ao ponto de deixar esse cara me derrubar. O pior é que o desgraçado não soltou minhas pernas e o que tinha empurrado contra o fogo começava a vir em minha direção. Se eu não saísse desse cara que me segura, eles vão me complicar mais ainda. Já estou em menor número, se eu ficar preso a um deles vai ficar mais difícil do que é.

Para me soltar desse mink, socaria com a mão esquerda em direção ao seu rosto, este punho que de certo modo não tenho tanta facilidade por ser destro, sendo o objetivo provoca-lo a defender. Aproveitando dessa defesa ou não, imediatamente usaria meu punho direito para tentar força-lo a desagarrar meus pés. E por último aplicaria um chute duplo no seu rosto se possível, visto que ainda ele pode estar próximo, contudo, caso não tiver ângulo para ataca-lo no rosto, atacaria na região do seu corpo que estiver mais próximo com o intuito de deixa-lo desestabilizado ou sabe-se-lá fora de combate. - Me solta seu verme!!! Diria essas palavras levando a fúria contra aqueles caras para fora do meu corpo. Essa fúria me ajuda principalmente nas lutas, pois acaba me motivando a aplicar golpes com mais intensidade. É como um estímulo ainda maior, principalmente contra foras de lei.

Por conta do outro mink estar vindo em minha direção, rapidamente rolaria meu corpo para o lado contrário ao que ele estiver vindo e com a aceleração e agilidade me levantaria. Observaria se ele estaria empunhando alguma arma para assim ficar esperto com quais ataques poderiam vir contra mim. Caso um ataque vir em horizontal, me abaixaria ao ponto  ficar abaixo do nível do ataque e de encostar meu punho esquerdo no chão para assim pegar mais pólvora na mão. Em seguida  jogaria contra o rosto do meu inimigo e desse modo contra-atacaria com um soco de baixo para cima na região do seu queixo. E para finalizar, fixaria meus pés no chão com firmeza e dessa forma me empurraria com rapidez contra o mink para assim derruba-lo no chão, porém não ao ponto de cair junto com ele. Somente um empurrão.

Entretanto, se vier qualquer ataque pela vertical ou diagonal, relaxaria o tronco do corpo e soltaria de formai mais "leve" meu corpo para o lado contrário. Ou seja, se um ataque vier pela direita, soltaria meu corpo para esquerda e vice-versa.  E em contra-ataque abriria um espaço para aplicar um cruzado de direita contra esse mink para também derruba-lo. Caso ele não perder o equilíbrio para cair, fixaria meus pés no chão e utilizando da aceleração daria passos mais rápidos e se possível, aplicaria um "carrinho" para fazer com que o mink caia no chão também. - Vaza do caminho!!! Posteriormente com leves chutes tentaria dispersar a pólvora restante que está espalhada no chão para minimizar a chance de fogo se espalhar caso outra vez começar. E pegaria o detonador para deixar distante dos minks. Se tudo correr bem, percorreria o caminho de volta pelas escadas para tentar encontrar com Anthony.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyQua 12 Ago 2020 - 6:00


Narração
Noite
Céu limpo
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Roy Collins
A situação não era das melhores para Roy, apesar de ter derrubado um dos mink, acabava por ter sido derrubado. Sua posição era horrível e por isso virar seu corpo para socar o que agarrava as suas pernas não fora a tarefa mais fácil do mundo. Só conseguia realizar o ato porque o seu adversário estava realmente focado em imobilizar as pernas do marinheiro. O soco que dava para retirar o homem do agarrão completo era bem fraco sem o seu apoio corporal vindo das pernas.

Mesmo fraco, era o suficiente para que Collins sentisse as suas pernas um pouco mais livres no processo. Naquele momento específico o soldado pensara em chutar o adversário mesmo sendo provavelmente uma das pessoas mais inaptas do mundo para tal tarefa. Por isso, o chute de Roy, que inclusive errara o rosto do mink, era tão efetivo no adversário quanto provavelmente um cafuné. Pelo menos se via livre e sem tempo real para comemorar isso pois o outro mink já o acertava com um chute como se ele fosse uma bola de futebol.

Apesar da dor do golpe, o marinheiro não perdia a concentração e aproveitava até mesmo do impulso que recebia para rolar com maior facilidade para o lado. Cada volta que dava em torno do seu próprio eixo era um golpe para seu rosto, a pólvora ia subindo a sua volta e seu nariz e seus olhos, principalmente os olhos, se sentiam incomodados com a pólvora que ia subindo a sua volta.

Ao se levantar, com os olhos marejados percebeu que o mink não empunhava nenhuma arma. Na verdade nenhum deles parecia ter qualquer arma. Seria uma troca franca de porrada entre eles. O mink se aproximou e exatamente como ele desejava, um golpe horizontal, sendo mais pontual, um cruzado vinha em sua direção. Roy poderia não ser o mais forte, mas era ágil e rapidamente se agachou. Aproveitou-se da pólvora no chão e a pegou com sua mão. Sentindo novamente todo aquele cheiro e o próprio pó que estava no ar irritando seus olhos, movimentar mais e mais ali era horrível para o marinheiro. E ele pretendia piorar ainda mais. Jogando a pólvora no rosto de seu adversário realmente conseguiu o que desejava, mas também erguia uma pequena nuvem que aos poucos ia caindo novamente em direção ao solo. Só que o soldado já havia planejado o seu próximo movimento e aproveitou a situação para socar o mink em seu queixo.

O adversário parecia um pouco tonto, mas nada tão grave quanto queria. Por isso o marinheiro firmou os pés por um instante da melhor forma que podia com todo aquele pó no chão e empurrou o adversário. Não teve tempo de aproveitar o mink caindo, pois o que havia agarrado suas pernas já estava em pé e o atacava com um chute vertical ascendente. Com um mísero movimento Roy conseguia esquivar. Mas sentia naquele momento sendo o alvo de um truque que ele mesmo estava usando e abusando ali. Junto do pé pólvora era jogada no ar logo a sua frente e seus olhos ficavam ainda mais incomodados.

Aquele primeiro mink que havia derrubado e não fizera nada até então estava aos poucos se levantando, pois não seria um mísero soco de Roy que realmente o derrotaria. A real é que provavelmente venceria qualquer um deles com facilidade se fosse um contra um, mas com golpes tão espaçados não seriam realmente efetivos a não ser que a luta fosse bem longa. Onde provavelmente Antony com certeza fugiria, se é que já não havia fugido.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 EmptyQui 13 Ago 2020 - 23:12

Em missão: Pólvora, pólvora e mais pólvora
Minha tentativa de sair daquele agarrao nas minhas pernas do mink foi efetivo, mas não ao ponto de tentar tira-lo de combate como fiz com o que tinha derrubado antes. Meu soco foi fraco principalmente por conta do meu posicionamento. Meu ângulo não era favorável para ataca-lo como gostaria. E meu chute também não foi capaz de realmente machuca-lo, apenas sair dele ... O problema vinha mesmo logo após isso. Um belo de um chute!! - Arrghhhhh!!!! Grunhia de dor ao receber o chute. Em contra-partida reagi instantaneamente porque já tinha isso em mente antes de escapar do agarrão, mas o chute me deixou um pouco desconfortável por conta da dor. E pra piorar, a pólvora grudava no meu corpo conforme eu rolava para o lado ao ponto de dificultar até minha visão momentaneamente. ~ Droga. Preciso me recompor se não vou apanhar sem sequer ver da onde vem. Um pouco de pólvora entrou nos meus olhos deixando-os irritados, ao ponto deles marejarem lágrimas.

Aos poucos retomei a postura e minha visão foi ficando mais clara. ~ Ótimo, ele não tem arma. Isso pode me ajudar no combate. Isso fazia-me ficar mais confiante diante daquele desafio, mesmo estando em menor número. Com rapidez ele tentava me atacar com um soco e por conta da minha agilidade esquivava do mesmo e jogando pólvora tentava dificultar sua visão, o problema é que não foi só a dele. - Mais cuidado Collins!! Me repreendia por estar sendo idiota em não saber utilizar o terreno que estou. ~ Vou evitar usar pólvora nesse combate, isso só está me ferrando. Por sorte meu soco no queixou o acertou e como já sabia onde ele estava, meu empurrão funcionou para derruba-lo.

- Vocês não me dão sequer um tempo! Pronunciava aquelas palavras com fúria por realmente eles estarem me dando uma dor de cabeça. O problema é que com o chute ele acabou trazendo a pólvora junto ao golpe, e mais uma vez, dificultava a visão. - Só sabem me atacar com pólvora seus imbecis. Tomaria alguns passos para trás devagar para distanciar-me dos meus inimigos, bateria um punho no outro limpando a pólvora e quando sentisse os punhos lisos é porque estariam livres da pólvora. E por fim passaria minhas mãos no rosto para tirar qualquer pólvora restante do rosto.

Me concentraria nos inimigos a frente e me localizaria para ver se ainda permaneço perto do túnel, para evitar de cair nele. Caso estiver perto, daria alguns passos para o lado, para trás ou para frente dependendo onde estiver o túnel, afim de se distanciar dele e dessa forma ter mais espaço para se esquivar, já que tenho mais facilidade em esquiva do que a resistência a golpes. - Deixa eu pegar o que está mais perto primeiro. Falava comigo mesmo enquanto observaria qual dos minks está mais perto para assim ataca-lo. Em seguida, mais uma vez firmaria meu pés no chão aprontando para me impulsionar e aplicaria um dash para frente utilizando aceleração e minha agilidade. Nesse dash, faria um movimento em zigue-zague para tentar se esquivar de qualquer ataque que vier de frente para atrapalhar meu caminho e quando se aproximasse do primeiro inimigo, aplicaria um soco com toda força com meu punho direito para assim quem sabe desestabiliza-lo ou mesmo nocauteá-lo. Usar da velocidade e impulso com meus pés pode ser o trunfo para a esquiva e principalmente para o impacto do golpe.

Após esse movimento, acertando ou não, novamente me distanciaria dos inimigos procurando estar oposto ao lado deles e me limparia da mesma forma como fiz da primeira vez. Visto que o espaço está enfestado de pólvora, vir mais contra mim não é algo difícil de acontecer. Posteriormente aguardaria o próximo inimigo se aproximar, conforme ele fosse se aproximando e tentasse me atacar, usaria da acrobacia e aceleração saltando para os lados com movimentos rápidos. Procuraria o melhor momento para ataca-lo, como quando ele abrir uma brecha ficando de costa ou mesmo sua defesa estiver baixa para defender com as mãos. E com agilidade soltaria meu tronco para frente e com rapidez partiria para cima do mink tentando soca-lo diretamente no rosto com o punho direito novamente. Atacar com esse punho me possibilita atacar com mais impacto e aumentar minha chance de derrota-los.

Se essa tentativa por algum acaso falhar e ele conseguir se defender e até mesmo contra-atacar, soltaria meu tronco para trás e com agilidade me afastaria do inimigo. Na mesma hora, procuraria pegar mais pólvora com ambos os punhos, fecharia meus olhos e atiraria para onde ele está e reuniria meu fôlego para assoprar. Não sou ótimo em mira, mas pelo menos que isso dificulte sua visão já me ajudaria muito. E depois de atacar essa pólvora e me afastar, abriria meus olhos e procuraria uma brecha para ataca-lo. Assim me aproximaria com rapidez em sua direção e se necessário, me movimentaria ao lado contrário aos ataque que vier, isto é, se vier um soco ou chute pela direita, levaria meu corpo para esquerda e vice-versa. Já se for algo em horizontal, dessa vez saltaria e por fim tentaria aplicar outro soco de direita no meio da fuça desse mink.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 7 Empty

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