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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - It's Navy Time

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySab 27 Jul 2019, 09:43

Em missão: Posso confiar?
Para Adam os jovens não pareciam embriagados. Pensando por um lado, a desculpa que dei tinha sido bem feia. O problema é que não tive tempo de pensar, foi um improviso muito rápido. Sua voz soava baixo e ele ao menos demonstrava a compreensão da missão. Mas com o trio por perto optei por me abster e manter-me nas espreitas observando os movimentos. Não poderia comprometer a missão. Muito melhor me resguardar e manter o andamento da missão. O segurança foi ao encontro dos rapazes e pela sua caminhada notei a pistola que ele carregava nas costas. Nenhum daqueles homens conseguiria vê-la. ~ Temos um atirador por aqui então. Arriscava então que ele é rápido com os movimentos de luta. E bom de mira.

Ao chegar próximo dos rapazes pude ver que ele estava intrigado com a aparição desses jovens. Sua voz soava em alto e bom tom. Um deles achou uma merda o segurança encontra-los. Justo. Se eles estavam esperando o Anthony obviamente outras pessoas apenas atrapalhariam seus planos. Eles alegavam que estavam perdidos, mentirosos natos. Não que eu não tenha mentido, mas ao menos, era para o bem da missão. Um bem maior. A conduta de um marinheiro que serve a justiça custe o que custar. Eles estavam atrás da pousada de Anthony e o possível Adam respondia que não conhecia nenhum rapaz com esse nome como dono de alguma pousada. ~ Estranho ... Se a marinha está sabendo desses roubos e o causador disso, o guarda deveria saber de alguma coisa. Ainda mais que trabalha por aqui.

Seu tom de voz mostrava autoridade e o trio entendia a mensagem. Sem hesitarem correram, caindo e grunhindo ao longo da escuridão. O guarda parecia incomodado e voltava em minha direção. Por agora sabia que ele portava uma arma na parte de suas costas me preocupei menos com quem estava lidando, mesmo embora ainda não conhece-lo. O rapaz sentava encostando-se na parede e começava a querer entender o que estava rolando por aqui. - Antes de mais nada, não está sabendo de nada? Sendo o segurança daqui. Questionaria com curiosidade pra entender o papel dele por aqui. Prestaria atenção se ele fica incomodado ou um pouco nervoso nas suas respostas. Não que eu entenda sobre o comportamento humano em associar com mentiras. Mas qualquer coisa pode ser suspeito e eu não posso me atrever a dar um piso em falso.

Como ele sabia que eu sou marinheiro pela roupa que estou trajando, presumo que ele possa ter alguma identificação de segurança. Não posso ficar passando esses tipos de informação a qualquer pessoa sem mesmo ter a confirmação. A marinha me passou essa missão. É importante manter o sigilo e quando necessário contatar as pessoas certas. - Adam, me passa sua identificação de segurança. Caso ele recusasse por sentir intimidado ou não gostado por ter intima-lo assim, continuaria. - Como segurança você sabe que precisamos manter a ordem. E no dever de um marinheiro, em cumprimento da missão, não posso passar nenhuma informação a quem não conheço. Profissionalismo. Aguardaria suas respostas também. Tudo dependeria da forma que correspondesse nas conversas. Numa hora dessas e num lugar como esse, confiar em alguém desconhecido pode comprometer qualquer missão. Isso não é algo que pretendo fazer de maneira alguma.

Caso ele me passar sua identificação e averiguasse as informações nela, parecendo ser verdadeiras, pegaria a foto no bolso da minha calça e mostraria ao segurança. - Esse é o Anthony Flintwood. Ele trabalha com um cara chamado Vanguard. Pausaria deixando-o analisar e até mesmo aguardaria para caso ele se lembre de algo semelhante que possa ajudar. - Segundo fontes dessa missão, ele tem roubado algumas pequenas empresas por aqui. A ordem é não deixa-lo escapar. E vou obter mais informações pertinente a missão. Afinal caras como ele jamais podem ficar a solta!! Missão em primeiro lugar, correto senhor Adam?

Enquanto conversarmos estralaria meus punhos e mãos. Manteria-me atento as proximidades para não sermos pegos desprevenidos por quaisquer bandidos. A uma hora dessas o perigo é eminente. Continuaria usando minhas habilidades furtivas para não chamar atenção também e usaria de minha visão aguçada para procurar qualquer suspeito pela área. Como essa construção que fui orientado acabei não encontrando nada de suspeito, olharia com mais calma dessa vez procurando alguma abertura. Não encontrando nada, indagaria ao segurança. - Conhece alguma maneira de entrar nesse imóvel numero XXI? Meu superior passou esse endereço então é bom averiguá-lo. Falando em superior logo vou ter de achar algum modo de contatar o sargento William. Mas por enquanto posso adiar isso. Se o rapaz não soubesse de nada, entreolharia os imóveis próximos e procuraria por outra empresa e se está aberta. Já estou aqui há um bom tempo e por enquanto não tive nenhum resultado. A missão precisa ser feita e parado não vou conseguir nada. Foco na missão!!  

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptyDom 28 Jul 2019, 16:53


Narração
Noite
Céu limpo
Localização: Loguetown

Roy Collins
O marinheiro estranhava o fato de Adam não reconhecer o nome Anthony, como era possível um segurança daquela região não conhecer este nome? Apesar da informação ser estranha, Roy agora podia se acalmar um pouco mais ao saber como West lutava, pelo menos já sabia mais dele do que antes, só não sabia o suficiente para responder a pergunta do suposto vigia sem ter algumas informações.

- Eu fui contratado anteontem. - Falou, justificando sua falta de conhecimento inicialmente, porém provavelmente percebeu que isso não era uma justificativa real. - Não me importei com detalhes já que estavam pagando bem. - Falava ele em um tom ainda baixo. - Mas se na segunda noite um trio e um marinheiro já aparecem, me pergunto se não entrei em alguma furada. - A diferença de comportamento entre marinheiro e seguranças particulares era clara, mas mesmo assim Roy precisava ter alguma certeza e pediu pela identificação de Adam. Este se levantou e foi até o marinheiro, onde entregou o crachá e ainda perguntou. - E como eu tenho certeza que você é um marinheiro? - Indagou de forma sarcástica sem esperar uma confirmação real.

Por isso, Roy pôde passar para um próximo passo de confiança e acabou por explicar o que estava acontecendo. - Claro claro, missão em primeiro lugar. - Falava em um tom cético ao pegar a foto. Collins olhava a sua volta constantemente e percebia que o ambiente parecia bem vazio, percebia também que Adam estava sempre com aquela famosa "pulga atrás da orelha", o segurança nunca realmente relaxava, mesmo sentando-se novamente na parede, West estava sempre olhando a sua volta atento a movimentos estranhos e novos.  - Interessante é a marinha ter até mesmo uma foto do cara e não ter algo tipo o endereço dele. - Brincou o homem ao ouvir tudo e olhar a foto. - Então esse é o tal do Anthony. Quem diria que um carinha desses seria um ladrão nato. Se ele é esperto como soou. Ele não deveria é mudar de área? Ficar aqui só vai chamar atenção. - Adam entregou a foto para Collins. - Não conheço ninguém parecido com essa imagem. Mas se ele trabalha em grupo, porque só ele está sendo perseguido? - Perguntou ao lembrar principalmente que Roy se escondeu ao ouvir que estavam teoricamente em conluio com o suspeito. - E se os assaltos já ocorrem na região a um tempo, porque só hoje em específico que mandaram um marinheiro para cá? No mesmo dia que apareceu um trio que parecia querer assaltar o local? Sendo que esta cidade é infestada por marinheiros. - Perguntava Adam ainda mais curioso, algo ali parecia não bater para ele, talvez o segurança que deveria estar fazendo as perguntas e as averiguações para o marinheiro e não o contrário.

Vamos ver se suas respostas são boas aqui para que a história siga tranquila. Com toda aquela situação pacata em que se encontravam, percebia que não encontrava um método tradicional que invadiriam o ambiente que protegiam e indagava o segurança quanto a isso. - A não ser pela porta ou alguma janela, não sei de local algum que poderiam entrar. Só se existir uma passagem secreta. - Falava ele ainda em tom de brincadeira.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySeg 29 Jul 2019, 20:34

Em missão: Fazendo todo o possível
A conversa entre eu e o segurança fluía aos poucos. Conforme ele foi falando e explicando sua situação, me senti um pouco menos preocupado com quem estava conversando. Tanto que o cara comprovou ser segurança do local pelo crachá que me passou. ~ Pra ter um crachá é porque não é mentira seu serviço. Pensava enquanto olhava seu documento de segurança particular. Após essa confirmação informei sobre a missão, e com o tempo ele até mesmo me questionou como ele saberia que sou marinheiro. A principio não respondi porque percebi que ainda teria a oportunidade de continuar aquela conversa. Mas fosse melhor nesse momento ele continuar a dizer tudo que tinha.

Tinha sido contratado anteontem. Pagaram bem para ele, mas não tinha sido avisado até o momento sobre os roubos. ~ Tudo bem que ele é novo na área, mas fofocas andam e o serviço deve informar que tem perigo pelas redondezas devido aos acontecimentos com o Anthony. Confesso que ainda é estranho ele não saber. Raciocinava com pulga atrás da orelhas. ~ Melhor ficar de olhos bem abertos com esse Adam West. Todo cuidado é pouco. Até mesmo está meio impaciente ... Espero ser a preocupação do seu trabalho atual. Ao menos ele tinha uma coisa em comum comigo, missão em primeiro lugar. Nas proximidades nada de suspeito e muito menos algo que pudesse ter como pista para seguirmos ferreamente e termos uma pista do paradeiro do foragido.

As observações que ele fazia a respeito da missão são contundentes. A marinha sabe do Flintwood mas não seu paradeiro. ~ Eles me passaram pouquíssimas informações. Não tenho como rebater a uma crítica dessa. Até a marinha parece estar de mãos abanando. O foragido nem mesmo mudou de área em relação ao seu trabalho, já que ele está marcado na região. ~ Pode ser que ele viu que seu trabalho por aqui ainda não terminou. Procurando informação ou mais dinheiro ... Ou mesmo que ele não saiba que tem a marinha agora no seu encalço. Minhas imaginações traçando o que pode estar sendo esquematizado pelo Anthony está fervendo. Acompanhando o tremor de meus punhos pela fúria que se cria com o que esse cara anda aprontando. Que empecilho!!!!

E realmente, por que somente ele está sendo perseguido e não o trio junto a ele? Embora acredite que a marinha o caracterize como mentor nesses atos por Loguetown, poderia ter sido mencionado alguma coisa sobre esses três ladrãozinhos. Agora sobre a marinha já ter conhecimento que esses assaltos ocorrem há algum tempo, mas somente agora enviar marinheiro para averiguação é algo que não consigo concordar. Deixar o problema agravar para depois resolver. Tudo seria mais fácil se o mal tivesse sido cortado pela raiz. Marinheiros nessa ilha tem de sobra, poderiam muito bem ter amenizado esse problema de hoje.

Quanto ao imóvel não há nenhuma entrada que o segurança encontrou. Deixando-nos numa escuridão total para seguir alguma pista. A fúria dentro de mim só crescia ao ponto de querer descontar isso nos dois bandidos. Anthony que anda dando um puta trabalho aqui em Loguetown, conseguindo esconder sua faceta e localização de uma forma fora do comum. Até fazendo com que a marinha só me enviasse nesse momento. E Vanguard que por trás comandava todo sua rede de crime, tendo pessoas com ótimas habilidades para fortalecer seu império e causar mais problemas para a marinha. ~ Esses caras vão me pagar caro ainda!! Estão tratando a justiça como se fosse a casa da mãe Joana. Me cobrava naturalmente em fazê-los pagar caro. Suava frio por estar como um cego sem saber onde pisar. A raiva me consumia aos poucos ao ponto de me preparar para quando encontrar esse cara. Inclusive minhas mãos tremiam e suavam acompanhando o ritmo do meu coração, que intensificava de acordo com a fúria que crescia.

Na situação atual não temos nada de concreto para seguir. As ideias são bem limitadas e tem de ser pensada com cuidado para conseguir algum resultado. Não consigo bolar nenhuma estratégia por não ter esse conhecimento técnico, contudo percebo que o segurança é um homem com uma percepção boa. Faz boas análises e no seu cargo demonstra saber bem o que anda fazendo. Por não responder a ele nenhuma ordem e sim como um possível aliado para pegarmos o foragido, terei que momentaneamente trabalhar juntamente com ele. Duas cabeças pensantes é mais produtivo do que uma. E como não temos nenhuma pista pra seguir, acredito que por hora poderemos fazer apenas uma coisa.

- Adam, você tem um comunicador para entrar em contato com o QG da marinha nessa ilha? Perguntaria com certeza de que comunicador ele deve ter, afinal como segurança é uma das coisas primordiais que deve-se carregar. Parando para pensar o tenente não me deu nenhum para caso precisar, algo que pode ser um erro. Como agora. - Não temos nenhuma pista e é bom contatar meu superior sobre isso. Nem mesmo nenhuma entrada que nos permita adentrar esse imóvel. Presumo que ele possa nos ajudar e dar uma luz nesse momento. Contaria com a sua ajuda para tal coisa. Em prol da missão farei qualquer coisa mesmo que tome alguma bronca, pois não conheço o Sargento William que Trent deixou como encarregado dessa missão.

Tendo a chance do segurança não gostar ou questionar por isso, explicaria a minha ideia confiando meus instintos de marinheiro. Parecia estar aflorando de certo modo, porque sem nem mesmo perceber que agora estou num ambiente de marinha, meus pensamentos dominantes é somente isso. Missão, evolução, crescimento e justiça. - O meu chefe deve estar esperando pelo meu contato para informa-lo sobre o andamento da missão. Se por um determinado tempo não conseguir conversar com ele, ele vai concluir que tem problemas e enviará mais marinheiros. Deixando o problema maior sendo que ele precisa parar por aqui. COMIGO!! Enfatizaria esse ponto por não aceitar a falha de uma missão. Pausaria e olharia nas redondezas outra vez procurando qualquer movimentação estranha com a visão aguçada, mexendo meu pescoço para estrala-lo e aliviar a tensão do momento.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptyQua 31 Jul 2019, 05:22


Narração
Noite
Céu limpo
Localização: Loguetown

Roy Collins
A verdade era simples e triste, Roy não conseguia rebater aquelas perguntas, Adam o deixou de mãos atadas perguntando tudo aquilo. Quando ouvia as perguntas, percebia que a situação era realmente estranha de diversas maneiras. Collins pensava principalmente no fato da marinha demorar tanto para responder aquela situação adversa e no porquê de só uma pessoa ser um "alvo" para a prisão sendo que prender os capangas poderia até mesmo ajudar na prisão do superior.

Sem ter o que responder para convencer o segurança, pediu por um meio de comunicação para o homem. West não aparentou gostar muito da ideia, mas retirou um mini den den mushi do bolso e passou para o marinheiro. - Vai chamar por reforços para invadir o lugar? - Falou entregando o mini den den mushi e com um forte tom de ironia, deixando claro que ele não confiava realmente em Roy, o jovem marinheiro não havia feito nada para realmente receber alguma confiança ali.

Quando pegava o mini den den mushi, tanto Collins quanto Adam sentiam uma presença se aproximando ao sul. Era um homem bêbado, ele estava andando cambaleando, mas mais importante, andava a direção dos dois. Ele ainda estava longe, uns bons quinze metros de distância, quando simplesmente caiu no chão, sua garrafa quebrou e o líquido começou a ser espalhado pelo chão, ensopando ele mesmo com o álcool. Não parecia que havia alguém com ele ou que Adam iria socorrê-lo.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySab 03 Ago 2019, 08:20

Em missão: Procurando pistas
Sem ter um rumo a seguir, sugeri ao segurança sobre o comunicador. Aparentemente ele não gostou muito, sua resposta irônica mostrava que ele não confiava em mim. Nada fora do normal por também não ter feito nada para ganhar confiança. - Se o sargento achar melhor terei de fazer. Respondia a ironia com sinceridade. Fazer a missão ser um sucesso é o dever de um marinheiro. Sem titubear farei isso. De repente sentimos uma presença se aproximando, meus instintos defensivos naturais se alertaram pronto para me defender. Meus punhos fecharam e me posicionei de frente para o homem. Alguém que posso dizer ser natural pelo horário. ~ Um bêbado ... Pensava com mais calma ao ver que o homem caía no chão por estar incapacitado pela suposta bebida.

- Vou tentar contato com meu superior e depois vejo esse bêbado. Pegaria o den den mushi e ligaria para o QG da marinha. Caso cair com alguma pessoa que não seja o sargento William, diria. - Aqui é o soldado Collins, estou numa missão e meu encarregado é o sargento William. Poderia chama-lo pra conversar com ele? Aguardaria até o momento que o sargento aparecesse na ligação. Na chance dele mesmo receber o contato, continuaria a conversa. - Senhor, é um prazer conversar contigo. Só que agora estou num empecilho na missão ... Pausaria e observaria o homem bêbado, ficando preparado para não receber nenhuma surpresa por parte dele.

- Já cheguei no endereço que o tenente me passou sobre o paradeiro do Anthony. Só que até agora eu não encontrei nada de importante ... Pararia procurando encontrar as melhores palavras e ao mesmo tempo me acalmando por no momento não conseguir obter resultado melhor na missão. - Encontrei um segurança da região que se chama Adam West e um trio que mencionou sobre o garoto. Só que eles fugiram. Estou precisando de uma luz nessa missão porque realmente por enquanto não sei o que mais posso fazer. Aguardaria suas palavras e no momento de sua fala não o interromperia. Após ele terminar sem reclamar confirmaria com ele e ressaltaria. - Pode deixar que vou seguir suas ordens sargento. E caso eu não consiga retornar contato até o amanhecer, sugiro que mande reforços. Mesmo não gostando do fato de eu poder falhar nessa missão, ela está em primeiro lugar a qualquer custo. Portanto se for necessário, mandar outros marinheiros pra cá se precisar tem de ser feito. Tudo em prol da missão!!

Voltando para o local onde estou, encararia o segurança e proferiria. - Obrigado pelo den den mushi. Entregaria ao homem seu comunicador. - Parece que temos companhia. Vou ver o que está rolando ... Dessa vez melhor tomar uma atitude quanto a fazer algo. Da outra vez o Adam espantou o trio e já mostrou que a principio é mais confiável que eu, visto que nunca nos conhecemos. De antemão, me prepararia para qualquer empecilho e moveria meus punhos circularmente já aquecendo para caso houver uma luta e movimentaria meus braços em diagonal. ~ Espero não ter problema com esse homem.

Utilizaria de minha visão aguçada ao redor checando novamente se não há ninguém por perto, além do homem caído. Se houver, ficaria atento sempre mantendo uma distância e procuraria ver se está empunhando alguma arma. Mantendo-me pronto para esquivar com saltos para o lado contrário a dessa pessoa. Não havendo ninguém, averiguaria o homem bêbado se ele está vivo. Tocaria a veia de algum dos seus punhos para checar se o coração está batendo, uma técnica que qualquer pessoa pode usar para saber se está vivo ou não. Em seguida verificaria se ele possui alguma arma para estar pronto de qualquer ataque de forma instintiva por parte dele, afinal não posso confiar num bêbado. Mexendo nos bolsos de suas vestimentas, seja calça ou blusa/jaqueta. Até mesmo me certificaria dele não me atacar com a garrafa, afastando-a dele já que o homem caiu de cara no chão.

Posteriormente o chamaria mexendo com minhas mãos seu corpo. - Senhor, acorda. Vamos levantar porque está a noite e você caiu na rua. Ficaria mexendo com ele ao ponto de acorda-lo. No momento que ele recobrar a consciência, ajudaria-o a levantar e levaria para onde estava com o segurança. Encostando-o de costas contra a parede e desse modo começaria um diálogo. - Qual o nome do senhor? Aguardando por parte dele a conversa fluir por um pouco, torcendo para que seja coisas lógicas, pois aparentemente está embriagado. - E o que faz por aqui a uma hora dessa? Mesmo que esteja bebendo, em tantos lugares pela ilha não seria melhor você estar num local com mais pessoas? Deixaria Adam fazer a parte dele também caso queira falar com o homem.

Além disso, estaria atento nas redondezas novamente para não se deparar com nenhuma surpresa. Ficaria de olho se há alguma movimentação por perto e se alguém aparecer, sem delongas confirmaria com o segurança acenando com a cabeça a direção das pessoas próximas. Nós que trabalhamos com a segurança, seja particular ou em missão da marinha, é dever estarmos com nossa guarda sempre em alta afinal não sabemos quando podemos ser surpreendidos. Não tendo nenhuma pessoa mais pelas proximidades, deixaria o homem bêbado por ali e avisaria ao West. - Vou ter que mais uma vez olhar ao redor desse imóvel para checar se não tem nada que me dê uma pista. Esperando que ele não goste da resposta, continuaria. - Sei que você não confia em mim, por isso se quiser me acompanhar no trabalho de segurança tudo bem. Meu único objetivo é fazer minha missão de um soldado da marinha. Diria aquelas palavras pronto para rodear aquele endereço.

Após essa breve conversa, sairia dali usando da furtividade para tentar manter a máxima discrição e circularia no imóvel. Tomaria cuidado onde piso para não tocar em nenhuma armadilha que esteja na cara. Continuaria usando da minha visão aguçada olhando para todos os lados possíveis procurando por alguma coisa que me permita adentrar a casa. Ou mesmo se não encontro outra pessoa por perto xeretando esse lugar. Já encontrei com bastante gente por aqui que me deixou surpreso. Primeiro o segurança, depois o trio e agora o bêbado. Logo, não seria surpresa caso me encontre com alguém novamente. Visualizaria também as janelas e se tiver a chance o que tem dentro dessa casa/empresa (seja o que for). Com o intuito de novamente fazer com que essa missão ande e não fique parada. Afinal enquanto estou aqui, pode ser que Anthony Flintwood esteja tramando ou aprontando. E no dever da missão e de um marinheiro, não posso permitir isso.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySeg 05 Ago 2019, 05:21


Narração
Noite
Céu limpo
Localização: Loguetown

Roy Collins
Com o den den mushi em mãos, Roy decidia que iria ligar primeiro para depois conversar com o bêbado. Adam observava Collins a cada instante, apesar de ser bem óbvio que estava atento ao homem caído no chão.

Mapa:
 

Ao ligar para o quartel general demorou um pouco para ser atendido, uma clara falha no sistema para uma cidade que possuía tantos marinheiros. O homem no outro lado da linha respondeu de forma diferente do esperado no começo. - Boa noite também soldado Collins. - A voz irritadiça demonstrou que ele esperava um pouco mais de educação no começo daquela ligação. - Irei contactar o sargento. - Informou em sequência, deixando Roy no modo espera por um tempo.

Quando ouviu a voz do sargento pela primeira vez percebeu que ele não deveria ser muito mais velho que o próprio Roy. - E qual seria esse empecilho? - Ouviu a pergunta enquanto observava o homem bêbado deitado na rua. O líquido continuava se espalhando pelo chão, o cheiro do álcool começava a invadir as narinas de Collins. Se concentrando então na ligação novamente respondia e explicava a situação para o superior. A resposta que vinha podia ser desanimadora. - Apesar de ser uma boa novidade saber que ele está trabalhando com idiotas, é uma pena que o trio fugiu sem mais nem menos. Agora imagino que sua noite aí será longa e tediosa. - Falava o homem de forma bem despreocupada do outro lado da linha. - Sabemos que o Anthony vai atacar essa região pelo modo que ele opera, mas não é como se soubéssemos o dia exato que isso ocorrerá. Sua missão é uma mistura de vigia com obter informações eu diria. - O homem deu uma pausa do outro lado da linha, pensando em como explicar para o subordinado o que ele teria que fazer. - Agora que ele sabe que existe um segurança ele pode até mesmo pensar duas vezes antes de realizar algum novo golpe, o que dificultará quase que por completo a parte de você obter as informações. - Ele deu uma pausa para então falar algo que não esperava de um superior, uma sugestão e não uma ordem. - Sugiro que fique de guarda a noite toda, mas que preste atenção principalmente nos três elementos, a chance deles aparecerem nem que seja para notar o padrão do segurança é maior que a de Anthony aparecer. Se você não conseguir fazer um retrato falado deles, pergunte se o tal Adam West conseguiria. - Após ouvir isso, Roy já veria o segurança balançando a cabeça positivamente de forma bem devagar e confiante de que conseguiria realizar o retrato falado dos três homens. - Dependendo dos resultados dessa noite agiremos de forma diferente amanhã. - Finalizava o sargento. Collins aceitava a ordem e informava sobre reforços, mas pelo que o sargento havia dito para ele isso provavelmente não ocorreria.

Com aquilo "resolvido", Roy foi de encontro ao bêbado após ter devolvido o mini den den mushi para Adam. Não era difícil de perceber que não havia sinal dos três e de mais ninguém na rua. Cutucando o bêbado tentou acordá-lo, mas ele simplesmente continuava dormindo. Ali perto dele o cheiro do álcool ficava ainda mais forte, chegando quase a um nível enjoativo. O homem acabou acordando quando Collins dava o primeiro passo para sair de perto. - Raksiko Paso. - Foi o que o marinheiro entendeu após algumas tentativas que pararam pela metade do homem que só ficou de pé graças a ajuda do jovem. - Casa. - Respondia o bêbado a pergunta do marinheiro. - Preciso. Dinheiro. Chegar. Casa. - Ele até tentava formular uma frase, mas no estado que estava, Roy só entendia algumas palavras pontuais de tudo que o homem falava. - Agora você parece um marinheiro mesmo. - Falou zombando um pouco o segurança ao ver o bêbado sendo colocado encostado na parede.

Como o marinheiro não conseguiria simplesmente esperar, falava que iria circular a construção novamente e Adam deu de ombros, provavelmente a ligação fora o suficiente para ele aceitar que Roy era alguém minimamente confiável, ou achava melhor ficar de olho no bêbado.

Quando Collins começou a circular a construção, aos poucos foi se livrando do cheiro do álcool de seu nariz, era incrível o tanto que aquilo havia impregnado. Não conseguia ver nada que lhe chamasse a atenção, para aquela noite que parecia tão agitada isso era uma exceção até estranha. As janelas do prédio eram altas demais para serem utilizadas pelo marinheiro para ver qualquer coisa e a única porta que vira era a que Adam estava próximo. Realmente o local parecia seguro, até que algo chamou a atenção de Roy de uma maneira extremamente forte. O jovem era acostumado com sua boa visão então quando algo chega ao seu nariz sem ele ver este algo é no mínimo incrível ou assustador. E naquele momento, apesar de não ver a fonte do cheiro, Collins sentia o cheiro de pólvora. Talvez por ter sentido tanto o cheiro de álcool acabou sentindo com mais força o novo cheiro ao sair de perto do bêbado. Infelizmente não conseguia ver nenhum local que poderia ser a origem deste aroma, estava do lado da construção, indo para o norte para ainda virar a esquina, mas nem chegando lá conseguia visualizar algo diferente.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySex 09 Ago 2019, 01:30

Em missão: Cheiro de pólvora não é um bom sinal
Ao ligar para o quartel a resposta levou um tempo. Assim que entrei em contato com o prédio, uma pessoa passou para o sargento e com cordialidade ele explicou o que achava que deveria fazer. Segundo ele a noite será tediosa. Mas pelo menos o trio continuaria pelas redondezas para reparar no padrão de segurança das proximidades. E com certeza o jovem apareceria, mesmo que exista o segurança que o trio encontrou. Também me pediu para fazer o retrato falado dos três e prontamente o segurança concordou com a cabeça em retratar os indivíduos. E dependendo dos resultados da noite, eles agirão diferente amanhã.

Logo não tínhamos muito o que fazer além de esperar os arruaceiros chegarem novamente. Ou caso necessário, procurarmos por eles. Contudo se for parar para analisar bem, eles conheceram o Adam. Não a mim. Então posso ser o fator surpresa diante deles e de Anthony. Assim como o rapaz por não sabermos onde ele está exatamente agora. ~ Posso usar isso ao meu favor. Imaginava os resultados que poderiam ocorrer. Pega-los desprevenidos nos daria chance maiores de obtermos mais informação e até mesmo acharmos o jovem ladrão. Pela primeira vez nessa missão estava vendo uma luz no fim do túnel. A missão será realizada, independente do que enfrentaremos. E com esse fator podemos até mesmo sermos mais exatos nela.

Em seguida entreguei o comunicador e fui acordar o bêbado. Cheiro fortíssimo e enjoativo. Parei de respirar pelo nariz e passei a respirar pela boca. O senhor levou um tempo para acordar e como esperado não estava falando nada com nada. - Você precisa primeiro recobrar a consciência. Depois pensa nisso. Repreendia-o depois de falar com dificuldade que precisa de dinheiro para chegar em casa. Não da para discutir com pessoas assim, elas estão fora de si e não tem como nem sabermos se elas são perigosas. Logo o deixei encostado na parede e informei ao segurança sobre a vistoria que farei pelas proximidades novamente. Ele até mesmo falava que agora pareço um marinheiro. - Enquanto não realizar a missão, não sou um marinheiro. Serei só alguém que está na marinha. Respondia com sinceridade. Não adianta ter a farda de um marinheiro se ao menos a pessoa não consegue contribuir de algum modo com a sociedade. A instituição. A justiça!!

Andei pelo perímetro por algum tempo. Não encontrei nada que pudesse fazer com que entrasse no imóvel. Como saí de perto do homem voltei a respirar pelo nariz e notei que aos poucos o odor passava. Meu estômago agradece porque não me faz ficar enjoado. As janelas do prédio eram bem altas e desse modo não pude ver o que tinha lá dentro. ~ Será que é algo tão valioso para eles deixarem a janela nesse nível? Ninguém consegue ver lá dentro. Me questionava ao observar essa característica. Já a única porta que conseguia ver era onde o segurança estava. - Tem que ter alguma coisa que possa encontrar!! Fechava meus punhos nervoso com não ter nada para fazer.

Num determinado momento um cheiro alcançou meu olfato. De imediato não identifiquei. Porém ao longo do tempo distingui o que era aquilo. Era pólvora. Isso me deixava em um alerta extremo porque desconheço o local da origem do cheiro. Muito menos quem está usando-a. No mínimo perigoso para quem estiver por perto. Sem dúvidas imaginei que poderia ter algum envolvimento do trio pelo que o sargento me informou. ~ Esses caras já estão dando a cara novamente por aqui. E com pólvora. Eles não estão para brincadeira dessa vez. Tentava bolar alguma ideia do que poderia estar por vir. Provavelmente Adam não conseguiu sentir o odor pelo fato que o senhor bêbado está do lado dele, aquele cheiro bloqueia o cheiro da pólvora. Voltaria para perto dele mas não me achegaria a ele. Com uma mão colocaria na frente indicando para não fazer barulho e sinalizaria para se aproximar de mim.

Quando chegasse perto começaria. - Consegue sentir o cheiro? Indagaria esperando que ele não sentisse a principio, afinal foi assim até comigo. No momento que ele sentisse continuaria mantendo um tom de voz baixo, ao ponto somente dele escutar. - Precisamos achar quem está usando pólvora. Mas pelo que o sargento William comentou, eles só sabem que você está pelas redondezas. Não a marinha. E você viu o rosto deles, pode me detalhar? Eu os vi também, mas como você estava perto pode ser que notou alguma característica interessante. Deixaria ele raciocinar um pouco e até mesmo esperaria para comentar. - Eu acho que podemos encontra-los. Mas eles nem sequer sabem que estou por aqui. Então posso agir na furtividade. E isso, eu me garanto. Falaria com segurança por já saber ser furtivo.

- Eu vou subir em alguma parte para achar se está saindo alguma fumaça. Ou qualquer coisa que chame atenção e vou te indicar onde está. Mas vamos nos manter separado pra termos mais chances de caso precisarmos nos defender. O que acha? Na verdade o que bolei não foi uma estratégia, pois isso é algo lógico que qualquer um pode pensar já que só Adam é conhecido pelo trio. E presumindo que sejam eles que estão envolvidos nisso também. Portanto manter a discrição e ficar de vigia como o sargento me mandou é primordial.

Continuaria usando minha furtividade na movimentação do terreno e aceleraria meus passos também. Buscaria de algum modo subir num nível que consiga visualizar de onde está saindo esse cheiro. Se necessário, pularia usando de minha acrobacia e procuraria não fazer nenhum barulho. Ao mesmo tempo para me apoiar e não cair em nada, andaria semi-agachado segurando qualquer parte que me sustente e impeça de eu pender para qualquer lado e inesperadamente cair. Dado o momento que encontrasse a fonte desse cheiro, olharia de volta para Adam e apontaria com a mão direita a direção do lugar. E reforçaria com um gesto de calma para o segurança. ~ Muita calma Adam ... Pensava exatamente o que queria passar pra ele, porque não sabemos quem está envolvido nisso e o que estão trabalhando para sair esse cheiro.

O que me vem a cabeça é o mínimo uma bomba. Precisamente pelo cheiro forte. Agora a magnitude dela não consigo sequer pensar. Confesso que meus ânimos se agitaram e o senso de proteção está ligado. Aquela adrenalina perpassa pelo meu corpo como fogo que queima numa fogueira. Pólvora nunca é um bom sinal, na maioria das vezes são utilizados para violência. E se for por parte desses bandidos será uma tragédia sem igual. Por isso que eu, como um bom soldado e servidor da justiça preciso impedir que isso se propague. Quantas vidas eles podem tirar!! Jamais vou admitir que lixos como eles fiquem a solta nesse mundo. É cela ou caixão. Sem dó nenhuma!!

Usaria de minha visão aguçada para sempre me manter atento a qualquer movimento estranho a frente ou nas redondezas. Movimentaria meus braços já se aquecendo para possível combate que enfrentarei. Dado o momento que encontrasse a origem deste fortíssimo cheiro, manteria-me em algum local que pudesse tampar minha localização e ao mesmo tempo tenha uma boa visibilidade da localidade. Observaria quantas pessoas estão e tentaria localizar o Adam também. Posteriormente analisaria que tipo de coisa essas pessoas estão fazendo para sair esse cheiro de pólvora e se tem algum objeto ou meio que consiga desativar essa possível arma. Se possível usaria da aceleração e furtividade e aos poucos afunilaria o espaço de onde estou para o mais próximo da arma, sempre tendo cuidado para ninguém me ver. Passando de algum espaço que tampe a minha presença para outro semelhante, com o foco de ninguém me achar. Ser o fator surpresa para impedir será um grande trunfo. E chegando mais perto da arma, teremos mais chance de impedir qualquer artimanha.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySab 10 Ago 2019, 06:50


Narração
Noite
Céu limpo
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Roy Collins
O superior informava que seria uma noite tediosa, porém Roy ia numa via oposta, com uma nova visão onde alguns pontos ficavam mais claros em sua mente de como agir e de como era importante o fato dele ser um fator surpresa agora naquela missão. Com um novo passo a se tomar, o jovem cuidava então do bêbado, que não parecia ter grandes revelações que o envolviam e, por isso, Collins informava Adam sobre ir contornar o lugar. Nesta pequena volta que começara a dar sentira um cheiro incrivelmente alarmante, não sabia onde era a fonte daquele aroma. Precisava assim informar o segurança do local. Voltando para a região onde Adam pudesse vê-lo, o chamava de forma silenciosa e contava sobre o odor de pólvora que havia no ar. - Isso é realmente preocupante... - O segurança parecia dobrar a atenção a sua volta ao perceber que a noite não seria tão simples quanto imaginara, até o tom irônico parecia sumir naquele momento. - Olha... eles são mink's, então realmente não sei se precisamos nos preocupar tanto com detalhes. - Falava. - É bem fácil "prender" basicamente todos os minks da cidade e pegar os três que são minks cachorros, ou algo do tipo, bem parecidos entre eles. Não lembro de existirem muitos minks por aqui em Loguetown. - Explicava sendo bem lógico até, poderia ser algo utilizado no futuro se a noite fosse improdutiva. Só que o marinheiro não queria que a noite fosse infrutífera e por isso contava seu plano para West. - Acho um bom plano. Se não me engano o prédio ali possuí uma escadaria de incêndio. - Informava apontando para o prédio de tijolos e telhado azul que havia literalmente do outro lado da rua em comparação com o local que precisavam vigiar. Se aproximando do local percebia que havia uma escadaria no meio da cidade, e ela era bem extensa. Logo ao norte havia também um grande, se não o maior que vira no dia, bar. Era gigantesco e encarava totalmente a escadaria do prédio onde subiu para visualizar as coisas melhor, estando até mesmo na altura mediana da construção já que o local de bebidas existia no final da escadaria e o prédio na base.

Mapa atualizado:
 

Só de subir a escadaria já sentia o odor da pólvora ficando mais forte, parecia até mesmo que o telhado possuiria a resposta que procurava, mas era uma esperança em vão. Lá em cima não encontrava a fonte do cheiro, pelo menos agora conseguia ter uma visão mais extensa. Via dois locais mais claros, um a sudoeste e um a seu noroeste. Além da iluminação mais forte nada ali chamava a sua atenção naquele momento, sua visão era realmente tão inútil assim? A sudeste via só um emaranhado de telhados bem confusos. Se houvesse vielas pequenas entre aqueles prédios com certeza não conseguiria ver dali por ser simplesmente impossível, os prédios estavam tão grudados que seria estranho falar até que aquilo era permitido. Além de imaginar que dependendo de como elas fossem poderia até mesmo se perder se fosse por lá, pois sentia que esse emaranhado de telhados seguia até onde sua visão conseguia ver pela iluminação das luas. Todo o lado a oeste estava mais escuro naturalmente graças a falta de iluminação artificial bem feita e por isso era mais difícil de enxergar aquela região. Conseguia ver distâncias maiores para o lado contrário do que havia ido em relação ao prédio que precisava vigiar. Infelizmente, nada realmente chamava a atenção de Roy mesmo estando no telhado. Bom, nada era errado de se dizer. O bar chamava. Apesar de não ser barulhento, até porque provavelmente iria contra alguma política de horário realizar barulhos naquele horário, o que chamava a atenção era a luz dele estar ligada, claramente em funcionamento. E mesmo assim, ele estava em uma direção e o bêbado tinha vindo de outra. Uma que não via nenhum bar ou taverna a vista.

Não havia nenhum sinal de fumaça como desejava, mas o cheiro de pólvora ali onde estava era mais forte do que o normal. Ou a fonte estava dentro do prédio que estava no telhado ou estava no prédio ao lado, impossível ser outro pela intensidade que sentia do odor.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptySab 10 Ago 2019, 15:37

Em missão: Localizando a fonte do cheiro
Ao explicar o que estava sentindo e meu possível plano de imediato ao Adam, ele concordou sem pestanejar. Além que ele demonstrava preocupação ao comentar sobre essa possível arma e cheiro de pólvora fortíssimo. Só de imaginar o que pode estar acontecendo meu sinal de alerta fica em alta imediatamente. Não podemos deixar os responsáveis disso atuar livre desse jeito. É a segurança das pessoas que estão em risco. Logo o segurança comentava que o trio era de minks, da raça estilo cachorro. - Nunca gostei de minks. Para mim humanos sempre foram superiores e quase nunca dão problema. A outro exemplo são os tritãos ... Comentava com um menosprezo total por essas duas raças. Até mesmo somava a minha fúria natural. Eu consigo entender esse repúdio do governo e marinha com essas raças. Sempre ouvi histórias dessas raças darem trabalho para a justiça. Parecem que querem pegar o lugar dos humanos em destaque e fazer com que suas raças se sobressaiam. Mas nesse caso isso não é relevante, somente a missão.

Meu companheiro concordou com o plano e indicava que o prédio próximo tinha uma escada de incêndio. Ótima oportunidade para usa-la e tentar visualizar onde quero de um modo mais amplo. Tinha um prédio com telhado azul e tijolos que subi. Ao norte havia uma escadaria que era bem extensa e um bar muito grande. Talvez o maior que já presenciei. Ele estava bem iluminado internamente, mas não havia tanto barulho por lá. ~ Será que é por causa do horário? Não sei bem que horas são, mas já estou há um bom tempo nessa escuridão da noite e acredito que muitas pessoas podem estar dormindo. O odor da pólvora ficava mais forte ainda. - Parece que estou chegando perto!! Meu coração palpita numa velocidade mais alta. A medida que me aproximo dessa fonte sinto que mais perigo corro. Porém sendo em relação a missão, preciso urgentemente realiza-la. Sabe-se-lá o que eles estão tramando.

A sudoeste e noroeste estava bem iluminada. E a arquitetura dos prédios fazia com que todos estivessem colados um no outro. Tornando difícil de ver o que estava entre eles. - Essa missão não está sendo fácil. Raciocinava de como as coisas estavam se afunilando, mas nada de concreto no momento. Mesmo se eu perambulasse pelos telhados, a extensão de prédios se tornava muito ampla ao ponto de me fazer se perder. E como estou sentindo o dor fortemente, basicamente esse cheiro está pelo perímetro. Não posso me atrever a perder essa pista. Pelo nervosismo da missão minha testa soava e meus punhos tremiam. Cruzei-os e estralei os ossos para deixa-los aquecidos diante dessa tensão. O lado ao oeste estava bem escuro e por isso não valeria a pena verificar qualquer coisa por lá por enquanto.

Somente o bar chamava a atenção. Não pela movimentação, entretanto por conta da iluminação. Mesmo o bêbado não vindo daqui quando apareceu, ainda assim é o local no qual devo me preocupar por quase sempre confusões terem envolvimento com bares. O cheiro forte só poderia ver de um desses dois locais, de onde estou ou do bar. - Então vou averiguar. Você não me escapa Anthony!! Dizia com convicção, porque aos poucos estou certo de que me aproximo dele. Verificaria primeiramente se tem como eu ver as janelas do prédio que estou, no nível do telhado. Caso não tiver como, voltaria pela escada de incêndio ou mesmo tomaria outro caminho que encontrasse pelo telhado para cercar o prédio e tomar ciência se há alguma janela aberta, porta ou qualquer coisa que possa me dar visibilidade interna. Para tomar nota do que esteja rolando ou mesmo certificar de que o cheiro sai desse edifício, sendo até mesmo por fumaça. Sempre usando da minha furtividade para não chamar atenção de qualquer transeunte por aqui.

Não encontrando nada de anormal no edifício, perambularia em volta do bar. Usando a aceleração para ser rápido nas observações e movimentações, sendo furtivo e buscando locais que me deem visibilidade e ao mesmo tempo possam encobrir minha presença. Seja estando nas sombras ou em espaços que cubram meu corpo também. Pelo bar estar iluminado acredito que tenha alguém ou alguns por lá, portanto me atentaria também a todos que estiverem usando da visão aguçada. Seja na característica física ou mesmo se estão portando alguma arma. Além de procurar de onde está saindo esse cheiro de pólvora, seja por alguma arma que esteja sendo empunhada, construída ou mesmo se há algum sinal de fumaça. E se tem algum objeto ou arma que consiga desativar seja qual for essa artimanha que essa pessoa (as) está aprontando. A missão de fato é de encontrar Anthony e pegar as informações para assim encontrar Vanguard, porém não há como não se preocupar com o fato de ter o envolvimento de pólvora no meu serviço. Sem mencionar que tudo isso está próximo ao endereço que o tenente me passou no inicio da missão. Algo me diz que todas essas coisas tem conexões.

Também tentaria identificar Anthony no meio disso tudo. Esse cara não se mostrou até agora, logo ele sabe o que está fazendo e como para não ser pego facilmente. Entendendo tudo que está passando pelo bar, verificaria se há alguma opção de entrada sem ser pela porta da frente, como uma porta de fundo, uma escada de incêndio que possibilite uma entrada pelo telhado ou qualquer outro acesso. É muito óbvio que qualquer um adentre pela frente, então certificar que pode haver uma outra entrada facilitaria o fator surpresa. Na chance de não achar nenhuma entrada por onde estou observando o bar, andaria por alguma outra parte mantendo a furtividade e discrição e examinaria se há outra forma de entrar no estabelecimento. E torceria para que o segurança esteja bem e tendo as mesmas observações que as minhas, afinal, todos estamos perto.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptyDom 11 Ago 2019, 20:26


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Roy Collins
Com tudo que havia visto estava agora mais próximo de seu objetivo... bem, mais ou menos. Algumas poucas coisa surgiam em sua mente. Roy tinha que agir para descobrir a fonte do cheiro. E como agora o cheiro estava ainda mais próximo, a única coisa que vinha em sua mente era o prédio em que estava ou o bar como possíveis suspeitos.

Precisava então vasculhar o prédio antes para certificar-se de que estava por ali. No telhado até havia uma porta para adentrar no prédio, mas a porta estava trancada pelo lado de dentro. Um procedimento meio padrão dado que era tão fácil chegar no teto daquela construção. Por isso o marinheiro acabou descendo pela escada de incêndio para verificar se havia alguma janela aberta. E acabou que havia uma janela aberta. No terceiro andar, infelizmente a do quarto e quinto estavam todas trancadas e intactas. E, na realidade, aberta não é o melhor termo. No terceiro andar havia uma janela que não estava trancada. Ao abrir a janela para entrar no cômodo percebeu antes de entrar que estava olhando para um escritório, e mais importante, que alguém havia entrado ali recentemente. O tapete no chão estava claramente fora do lugar, como se alguém houvesse entrado, escorregado e caído de bunda no chão logo ao pular pela janela.

O cheiro de pólvora ali dentro era mais forte e logo ao entrar Roy já percebia que encontraria alguém dentro daquele prédio. Podia dar parabéns para quem quer que fosse, pois com certeza sabia se manter em silêncio. Não só não escutara nada do lado de fora, como não escutara subindo a escada e no telhado.

O escritório que estava era bem simples e compacto, uma pessoa com claustrofobia poderia se sentir um pouco mal ali dentro. Havia uma mesa, algumas cômodas de ambos os lados nas paredes, uma cadeira de cada lado da mesa e uma porta, além da janela. A porta estava aberta e passando por ela se veria num corredor. Este com várias portas, todas fechadas, mas difícil estimar quais estariam trancadas ou não. Difícil estimar até mesmo se estavam naquele andar, mas o cheiro de pólvora ficara mais forte ao chegar perto da porta. Claramente estava no caminho certo. A pergunta era o que ele faria naquele momento, investigaria cada cômodo? Ou passaria pelos andares primeiro para verificar se havia portas abertas? Havia várias formas de seguir daquele ponto e Roy precisava pensar e agir rápido ao mesmo tempo que não poderia chamar atenção de quem quer que havia entrado naquele local.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 6 EmptyTer 20 Ago 2019, 14:52

Em missão: Dentro do prédio suspeito
No telhado do prédio em que estava tinha uma porta. Me certifiquei se tinha como entrar, mas ela se encontra trancada. Então não perdi tempo e rondei pelo local encontrando a escada de incêndio. Desci, ao chegar no terceiro andar me deparei com uma janela que não estava aberta mas seria possível abri-la. Fiz isso e de cara percebi que a sala tinha recebido uma pessoa recentemente. A bagunça no tapete deixava isso nítido. Além do cheiro incessante de pólvora estar mais forte naquele escritório. ~ Tem alguém bem perto daqui ... Preciso estar em alerta. Entrava cuidadosamente naquele ambiente. O cheiro de pólvora estava me incomodando, felizmente não estava causando mal estar para o meu estômago.

Minha preocupação está no máximo. A sala mesmo era pequena e simples, nada que chamasse tanta atenção visualmente. Uma mesa, algumas cômodas, uma cadeira de cada lado e uma porta. Quando cheguei mais próximo dela pude perceber que me aproximava do possível perigo. ~ O que estão fazendo por aqui????!! Me perguntava ficando enfurecido por notar que quanto mais me aproximava, mais forte estava o cheiro. Logo, sabe-se-lá o que estaria ou estariam tramando contra inocentes. Do lado de fora do escritório tinha um corredor com diversas portas, não dava pra saber quais delas estão abertas. A fim de tentar aliviar a fúria que crescia no meu peito, movi meu tronco para os lados e entrelacei meus punhos para aliviar a tensão.

Antes de sair do escritório procuraria alguma coisa nas cômodas, na mesa, atrás da porta, se tiver algo sobre as cadeiras que indiquem quem é responsável pelo escritório. Seja por algum papel, crachá, ficha ou o que for, para assim quem sabe já prever quem pode estar comigo nesse prédio. Embora que a janela não estava fechada e quem passou por aqui fez uma bagunça, e isso indique possa ter ocorrido uma invasão, ainda assim não custa nada vistoriar e descobrir quem sabe uma prévia de uma pista. Em seguida antes de sair do escritório, abriria levemente com as mãos a porta tomando cuidado para não fazer barulho, usando da furtividade. Não faria isso em sua totalidade para primeiramente verificar se há alguma câmera pelo corredor, utilizando de minha visão aguçada. Caso não conseguir ângulo pra checar todas as partes de cima que tenham visão do corredor, buscaria algum reflexo de espelho para enxergar o local que não for possível por onde estou.

Na possibilidade de haver alguma câmera, se ela for aquelas que se movem para os lados no momento que ela não tiver focada na minha direção, usaria de minha furtividade e sairia da sala em busca de algo que possa me encobrir e enxergar as demais salas. Não havendo nenhuma câmera de segurança, sairia da sala do mesmo modo, usando da furtividade e prestando atenção onde piso. Para não me estrapilhar num tapete como naquela sala, ou em qualquer outra coisa e que avise para quem estiver aqui que tem companhia. Entreolharia nas portas que estiverem com frestas para saber o que há dentro, me guiando pelo cheiro se acentuar. Isto é, quanto mais forte estiver, mais próximo estarei do local. Sendo preciso verificar nos outros andares, farei isso também.

O objetivo é identificar o local, reconhecer o culpado disso, o que esteja sendo feito pra causar esse odor, e também se consigo encontrar Anthony Flintwood. Algo me diz que ele está envolvido nisso. Quando visualizar estas coisas, veria se há alguma forma de desmantelar o que está causando o cheiro da pólvora seja por alguma ferramenta ou o meio que farei isso. Utilizando de minha visão aguçada e também tentando encontrar um local que consiga visualizar toda área envolvida com mais folga, ou seja, com menos risco de ser descoberto. Ser o fator de surpresa e pegar o responsável por isso desprevenido aumentará minhas chances de sucesso.

Realizando tais coisas, aproximaria como for pertinente com o local. Se tiver como cobrir minha presença estando atrás de alguma parede ou objeto grande. Buscaria estar próximo o suficiente da possível arma para desarma-la, destruí-la ou o que for necessário para anular qualquer ameaça. Ficaria sempre atento em manter a furtividade para não correr mais risco do que o comum, afinal posso imaginar como o responsável possa ser perigoso.

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