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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyQui Jul 26, 2018 12:16 am

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyTer Abr 23, 2019 4:37 pm


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


Os ferimentos do jovem espadachim Ah Gou foram tratados assim que ele adentrou a cabana de Shayna e lá ficou conversando com ela. O rapaz tinha interesse em saber algumas informações dos nativos, como idade e também a razão por trás deles temerem os pássaros que lá vivem.

Shayna que ainda vinha arrumando os machucados do garoto, de certo colocando as bandagens improvisadas com folhas, olhou para ele e começou a responder suas perguntas. -Eu ter dezesseis anos e minha irmã ter oito anos, obrigada por salva-la!- Disse ela como se já estivesse esquecido de agradecer ou simplesmente achasse que ainda não agradeceu o suficiente. Depois a garota ficou de pé encarando a entrada de sua cabana.

-Pássaros gigantes não gostar da gente, eles atacar por nós viver embaixo da arvore e tentar escalar ela! Eles viver no topo da arvore.- Disse Shayna ao concluir suas falas em relação dos animais voadores que convivem com os nativos em Torino Kingdom. Quase que de forma coincidente, um estrondoso som de grunhido pairou sobre suas cabeças, e os gritos dos nativos do lado de fora foi escutado, pareciam em panico com alguma coisa.

Shayna abriu a cortina da entrada de sua cabana para saber o que vinha ocorrendo e de dentro da cabana o espadachim Ah Gou podia ver uma enorme sombra de pássaro passar sobre as cabanas logo a frente da que estava. Caso saísse para fora veria sem duvidas a enorme criatura responsável por aquela sombra, um pássaro de penas coloridas que estava furiosa por algum motivo desconhecido.

Os nativos pegavam suas lanças e tentavam se defender como podiam. -Reia! O grande pássaro líder... Mas ela não atacar sem grande motivo a gente. Então por que?!- Disse Shayna transtornada e assustada com sua irmã pequena abraçada em sua perna. Aquele oponente parecia ser demais para Ah Gou, mas somente ele poderia decidir o que fazer em tal situação...

~ NARRAÇÃO ~ Ling Tian

Acordado as margens sul da ilha de Torino Kingdom está Ling Tian, um homem que buscava saber de seu paradeiro atual, mas tudo que poderia ver atrás dele é o vasto mar que vez ou outra batia suas ondas contra alguns rochedos que por ali também estão. Sua busca por algum objeto precioso acabou não levando a nada e com isso decidiu ficar de pé para dar inicio a sua aventura naquela estranha e nova ilha.

Começou assim uma caminhada rumando para as arvores logo em sua frente, uma vez que não havia nada mais em seu caminho do que arvores e plantas em geral, e por um bom tempo seria assim. Isso sem duvidas dar margem para ele concluir que se encontra em uma ilha florestal com seu clima tropical predominante, tendo tanto sol quanto umidade em alguns pontos.

Seguiu sentindo fome e sede; até que avistou dois homens barrigudos com roupas de cozinheiros carregando arrastado um pássaro. Piava em desespero aquele animal, que mal tinha penas no corpo e aparentava ser um filhote, apesar de ter metade da estatura de um homem adulto quando comparada com os cozinheiros que o arrastavam em uma rede.

-Comida para nós, irmão!- Disse um dos cozinheiros. -Sim, comida para nos deixar gordinhos e o capitão Durval também, irmão!- Disse em resposta para o primeiro o outro cozinheiro. Estavam babando pela boca e pouco importavam com a presença de Ling ali. Em suas cinturas haviam facões, um para cada. Parece que o desejo de obter comida de Tian havia sido realizado, mas será que os cozinheiros dividiriam o pobre pássaro com ele? Isto é, se fosse sua intenção também comer aquele filhotinho...      

NPCs da Trama:
 



Historico do Ah Gou e Ling:
 
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyQui Abr 25, 2019 6:46 am






~ RECORDAÇÕES ~

Finalmente me sentia cada vez melhor quanto a meus ferimentos, que era tratado por Shayna e Ugabuga, nativas irmãs em que a mais velha, Shayna, se habilitava a cuidar de mim. Enquanto a mesma preparava os curativos, eu fazia algumas perguntas para conseguir informações, onde suas respostas eram ditas enquanto ela me colocava bandagens feitas por ela também, era de se imaginar que suas respectivas idades fossem 8 e 16, mas nada custava perguntar, e a moça concluía sua frase me agradecendo novamente como se tivesse tão grata que repetiria tantas vezes fossem necessárias.

Shayna respondia agora minha ultima pergunta dizendo que os pássaros vivem no topo da floresta e basicamente só atacam quando os nativos “invadem” seu território, o que é compreensível vindo do pensamento de um animal, e mesmo sem ter visto tal animal ainda, agora seria a chance, um barulho muito alto de um animal selvagem era chegado na tribo fazendo todos do lado de fora da cabana começarem a gritar desesperados como se nunca tivesse acontecido antes “Eles sempre se assustam quando enfrentam esses pássaros?” Então Shayna abriu a tenda para ver o que estava ocorrendo quando era notado uma enorme sombra passando pelo lado de fora sobre as outras cabanas.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com aquela situação ocorrendo, aproveitaria que estava recuperado, acomodaria minhas espadas em minhas mãos segurando-as firmemente e iria até a entrada da tenda bem rápido para ver o pássaro, o que me deixaria surpreso, meus olhos mirando o bicho de forma surpreendente e a boca um pouco aberta (expressão de Ah Gou surpreso com algo) - Penas coloridas… Ave Colorida …- (Sussurrava rápido) nunca havia visto algo assim antes, então Shayna avisava que o pássaro se chamava Reia, o pássaro líder, e o pássaro não ataca diretamente sem um bom motivo.

Com aquilo, eu me tranquilizaria, respiraria e assim falaria - Reia ser o líder? Não atacar sem um bom motivo? Eu sei que vocês não atacar hoje, sua tribo estava comigo! Só pode ter sido piratas mal! Vocês ! Ugabuga e Shayna, vocês ir a lugar seguro! Eu distrair Reia! - Mesmo que elas negassem minha ajuda seguiria com meu breve plano improvisado, correria para fora quando Reia não tivesse perto para me acertar descaradamente olhando para o céu tentando avistar a ave, caso a visse, sacudaria minhas espadas enquanto olharia e gritaria para a árvore - AQUIIIIII FUI EUUU!!!!! - Mesmo não sendo verdade até porque não sei o motivo da ave estar furiosa, tentaria chamar sua atenção para a tribo ficar a salvo, se ela me avistasse e viesse na minha direção eu correria pelas tendas em zig zag, passaria pela esquerda de uma cabana, a próxima pela direita, a fim de me prevenir de qualquer investida da ave, caso ela tivesse muito próxima a me acertar, me jogaria em corrida para meu lado esquerdo ou direito em 90 graus, meu caminho seria para dentro da mata onde a ave não teria tanto tanta movimentação, e lá, poderia me esquivar pelas árvores, correria o máximo que posso até que ela me perdesse de vista.

"Isso me cheira ao bando do Durval... Se forem eles..." Ficaria um pouco irritado só de pensar nisso.


Histórico:
 

Objetivos:
 



OFF:
 




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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyQui Abr 25, 2019 10:25 pm


O Karma



O karma pode sim ser uma singularidade do universo, algo que o rege como uma orquestra, ao menos, Ling Tian acredita nessa singularidade, algo que nos liga uns aos outros, e nos faz pagar pelo que semeamos no passado, claramente os dois irmãos na frente não tinham muita noção desse conceito.

O olhar enfraquecido de Ling Tian cruzaria o ar como uma espada depois de ver o que eles levavam consigo, aparentemente sua comida, apenas a casual visão daquilo fez com que o rapaz repensasse completamente a fome que sentia, um ato como aquele era o mesmo que ver um lobo devorando uma criança, e de forma alguma seria algo que Ling poderia fazer.

-Esses tipos de ações... Atraem o mal karma.-

Ele se forçaria a permanecer calmo naquela situação, apesar de achar tais ações repugnantes ele precisava se controlar naquele momento. Ling Tian era o tipo de pessoa que se tivesse de escolher entre caçar um Leão jovem e o seu pai ele caçaria o pai.

Ling Tian se manteria calmo, apesar do seu estado atual e não apareceria der repente entre os irmãos, ele esperaria que eles começassem a caminhar e então continuaria seguindo o caminho para o centro da floresta, aqueles irmãos provavelmente teriam o que mereciam futuramente. Portanto, Ling apenas utilizaria suas técnicas furtivas para caminhar de forma semelhante a um fantasma, ele não tinha a necessidade de aparecer naquele momento, portanto ele não o faria, continuaria seguindo caminho e procurando por alimento e bebida, ele não se rebaixaria a tal ponto para conseguir comer.

Quando finalmente encontrasse alguma pessoa eu retrataria meu caso a ela.

-Uma tempestade, meu sabre, comida e bebida. Perdi tudo.. Preciso de ajuda..-

Objetivos escreveu:

[] - Me alimentar. Dat Beard
[] - Conseguir um Sabre Dao.
[] - Derrotar uns caras. (De preferência maus, aqueles que já fizeram muita merda na vida.)
[] - Derrotar um boss. (De preferência mal, daqueles que já fez muita merda na vida. Eu não ligo para o grupo dele, pirata,agente,marinheiro, tanto faz.)
[] - Adquirir recompensa e fama. Dat Beard
[] - Encontrar o Ah Gou e semear o bom karma.

Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptySab Abr 27, 2019 12:10 pm


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU


A mudança repentina de cenario havia surpreendido o jovem Ah Gou que tinha acabado de se recuperar dos últimos machucados sofridos. Deparou-se de imediato com um enorme pássaro sobrevoando o vilarejo dos habitantes local de Torino Kingdom, e de imediato suas expressões demostraram que aquilo ao menos para ele eram de algo inusitado.

Não deixando ser abalado por tal ocorrência, Ah Gou se prontificou em tomar conta de Shayna e sua irmã ao pedir para que elas fossem ficar escondidas e assim elas fizeram. -Você tomar cuidado!- Disse aquela nativa de nome Shayna enquanto corria com sua irmãzinha no colo.

O rapaz de madeixas prateadas por outro lado decidiu em não tomar tanta cautela ao chamar a atenção de Reia o grande pássaro líder. Reia fez a volta no ar e com um rasante foi na direção de Ah Gou, este que decidiu correr em direção da floresta com aquela enorme criatura em seu encalço.

Esquivava como podia das tentativas de Reia o atingir com suas longas garras e também bicadas. Seguiu com o rastro de destruição que o pássaro vinha fazendo até momentaneamente despistar a enorme criatura e passar correndo por um homem que falava sobre ter perdido tudo e precisar de ajuda. Seria esse homem amigo ou inimigo?


~ NARRAÇÃO ~ Ling Tian


Ao decidir ignorar os cozinheiros, Ling seguiu seu trajeto até encontrar um rapaz de madeixas prateadas no meio da floresta, mais precisamente em um local que ventava bastante devido ao bater de asas que vinha logo no encalço do novo individuo que encontrou. Um pássaro gigante estava nas proximidades, de forma precisa ele se encontrava a uns dez metros da distancia atual; olhava para os lados e gracejava como louco procurando algo na mata. O destino havia feito eles terem esse encontro, mas o que poderia acontecer daqui para frente só dependia das decisões de Tian e aquele novo rapaz que portava espadas na cintura além do kimono branco que vinha vestindo.      

NPCs da Trama:
 



Historico do Ah Gou e Ling:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptySab Abr 27, 2019 3:24 pm


Semendo o Karma



Foi tudo rápido de mais, por mais que estivesse caminhando de forma calma e serena o homem de cabelos prateados passou muito rápido por Ling Tian, seu reflexo fez com que ele falasse automaticamente, apenas para perceber que o rapaz parecia sequer ter percebido que ele existia, um coisa se passou pela sua cabeça logo em seguida.

"Ele não me notou?"

Antes que pudesse cogitar a possibilidade de se virar o espadachim notou a criatura de estrutura absurda, seus olhos fracos perfuraram o ar como espadas para fitar diretamente os olhos do pássaro.

"Então é isso? O Karma?"

A cabeça de Ling girou o mais rápido possível procurando por uma solução para a situação, e no meio tempo em que seus olhos observavam a postura aparentemente enfurecida da ave, apesar de não entender nada demais uma luz surgiu na escuridão do seu pensamento.

Por algum motivo as lembranças da sua caminhada nada sadia até aquele lugar surgiram e ele lembrou da dupla de cozinheiros horripilantes que levavam um filhote de ave consigo, aparentemente muito grande para ser o filhote de uma ave comum, sua mente pensou rápido. Ele olharia para o rapaz em corrida e reuniria parte das suas forças na voz, soltando um grito na sua direção.

-Leve-o a dupla de cozinheiros!-

Apesar de não conhecer aquele rapaz, Ling havia visto os cozinheiros e considerada oque eles estavam fazendo algo deplorável, portanto, ele imaginava que talvez fosse de alguma ajuda, não só para o jovem, mas para auxiliar o karma daqueles dois irmãos a ser colhido antes do esperado.

Depois de ajudar o rapaz, Ling continuaria caminhando, desta vez, por curiosidade ele iria na direção de onde o rapaz estava correndo, imaginou que se ele estivesse vindo de lá talvez existisse alguma coisa, ele caminharia calmamente e se por acaso encontrasse alguém repetiria o mesmo que antes.

-Uma tempestade, meu sabre, comida e bebida. Perdi tudo.. Preciso de ajuda..-

Se por acaso a ave se voltasse na direção de Ling ele puxaria o ar e arregalaria os olhos um pouco surpreso, em seguida ignoraria parte do cansaço e começaria a correr como se não houvesse amanhã, correria na direção onde o outro jovem estava indo.

Objetivos escreveu:

[] - Me alimentar. Dat Beard
[] - Conseguir um Sabre Dao.
[] - Derrotar uns caras. (De preferência maus, aqueles que já fizeram muita merda na vida.)
[] - Derrotar um boss. (De preferência mal, daqueles que já fez muita merda na vida. Eu não ligo para o grupo dele, pirata,agente,marinheiro, tanto faz.)
[] - Adquirir recompensa e fama. Dat Beard
[] - Encontrar o Ah Gou e semear o bom karma.

Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptySeg Abr 29, 2019 2:43 am






~ RECORDAÇÕES ~

Com o ataque inexplicável da Reia sobre a tribo dos nativos, eu saia da cabana onde teria sido tratado por Shayna e, ao que peço para a mesma e sua irmã Ugabuga se esconderem e ficarem protegidas, eu corria chamando a atenção do líder das aves gigantes, então continuei a correr com toda minha velocidade para floresta a dentro enquanto fugia da Reia.

Com minha corrida passava por um homem alto de pele clara e cabelo longo, o mesmo me desferia algumas palavras que se resumiam em ele ter perdido algo e pedindo ajuda “Não sei se ele percebeu, mas também preciso de ajuda! E aquele cara não me parece ser um nativo, nem me recordo dele na tripulação dos Durval, acho que não é inimigo!”.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Enquanto que estaria correndo mata adentro me esquivando em zig zag pelas árvores, procuraria tentar entender o que teria ocasionado a ira da ave, desde pistas quanto provas concretas que deixariam algo explícito a raiva de Reia.

Se escutasse ou não o cara que não é nativo nem um Durval, mas avistasse o filhote de pássaro com os cozinheiros Durval, pararia frente a eles e diria - Soltem o pássaro! A mãe é gigante e está destruindo tudo para achar seu filhote! - Ainda com as espadas em mãos, se a ave vier para cima, tentaria esquivar com saltos de distância suficiente pelas árvores.
Se os cozinheiros me atacassem de alguma forma, esquivaria apenas movendo meu troco rotacionalmente e pegaria em torno de 1 metro e meio de cada um deles. - Não precisamos fazer isso rapazes. -

Se apenas ignorassem meu aviso, deixaria eles passarem por mim levando o pássaro filhote, ao que passassem e não me teriam na visão por estar de costas, tentaria me aproximar deles furtivamente sem fazer barulho e tentaria soltar o pássaro deles cortando a rede com um corte duplo em X de mãos cruzadas para abertas - SEU FILHOTE AQUI REIAAAAA !!!!!!!! -


Histórico:
 

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OFF:
 




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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyTer Abr 30, 2019 11:42 am


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian


O encontro entre os dois espadachins havia então ocorrido, com ambos os dois homens não falando muito naquela ocasião tão problemática, nem seus nomes foram ditos... Tudo que Ah Gou escutou do outro espadachim foi algo sobre dois cozinheiros. Cada qual tinha seus próprios problemas e talvez um dialogo maior entre ambos somente seria feito em outra ocasião.

Quase que ignorado por completo, Ling optou por seguir o rapaz de madeixas prateadas que seguiu correndo até onde os dois cozinheiros vinham caminhando, viu de inicio suas cabeças quase que juntas enquanto arrastavam o filhote de pássaro gigante dentro da rede, esta que traria lembranças para Ah Gou uma vez que é a mesma que foi jogada nele em outro momento, ou talvez fosse somente parecida com aquela...

Os dois cozinheiros arrastaram os calcanhares no chão levantando poeira e giraram seus corpos ao ficar face a face com Ah Gou e Tian, depois abriram suas bocas para falar. -Soltar?! Nos vamos soltar é nossos facões na sua cara, certo irmão?- Disse um deles apontando sua arma que servia tanto para cortar carne na cozinha quanto no campo de batalha.

-Certo, irmão! Vamos acabar com esse paspalho e depois usar sua carne no jantar!- Disse o outro cozinheiro ao concordar com o primeiro e sugerir canibalizar o espadachim. Com seus facões em mãos, deixaram o filhote de lado e foram cambaleando na direção de Ah Gou, este que moveu seu tronco para o lado afim de evitar uma investida vagarosa de um dos cozinheiros.

Lentos, pareciam não serem bons combatentes, mas ainda assim pareciam perigosos, e tem mais! Eles andam muito juntos com cada qual segurando um facão na mão oposta do outro. O combate tinha assim seu inicio, com o rapaz de cabelos prateados combatendo os cozinheiros, restando para o espadachim Ling Tian decidir qual partido irá tomar naquela confusão. Lembrando que os cozinheiros tinham o foco total em Ah Gou, pareciam apenas o enxergar como unica ameaça até então.

NPCs da Trama:
 



Historico do Ah Gou e Ling:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyQua Maio 08, 2019 5:49 pm






~ RECORDAÇÕES ~

Depois de distrair a líder das aves Reia fazendo-a parar de atacar a tribo e logo me seguir (onde fui para floresta adentro) ainda procurava saber o motivo da ave estar atacando pessoalmente a tribo, algo que nunca tinha feito antes (relatado pela Shayna). Até que correndo passei por um homem que sem tempo para conversar muito me falou de forma estranha para percorrer mais adiante, o que fiz.

Assim encontrei com os dois cozinheiros de Bando dos Durval, quais estavam carregando uma ave parecida com Reia, mas bem menor, parecia ser filhote comparado a ela. Então tentei fazê-los parar e entregar a ave, e logo, recusaram, assim me ameaçando e atirando um facão o qual desviei com uma curta esquiva com meu tronco.


~ SEM RECORDAÇÕES ~

Com minhas espadas em mãos, cada uma em cada mão e voltadas para cima, observaria os irmãos que agora vinham cambaleando em minha direção, cada um segurando um facão segurando com a mão do lado oposto do outro irmão em que ambos estariam lado a lado, ao mesmo tempo, flexionaria minhas pernas e olhando fixamente a eles iria a toda velocidade na direção deles. - Se é assim que vocês querem... -

Quando tivesse a uma distância mais perto possível e fora de distância para curtos atques de cortes de facas ou corpóreo dos irmãos, seguiria para minha diagonal direita-frente ainda a toda velocidade em que quando passasse pelo irmão mais próximo a minha direção seguida eu perfuraria seu braço (o mais perto possível da junta localizada perto do cotovelo) com minha espada do meu braço esquerdo e com o direito daria um corte na perna do mesmo irmão girando meu tronco um pouco mais de 180 graus e assim rolaria na direção que inicialmente tinha tomado (para trás dos irmãos) puxando a minha espada encravada para mim denovo “Se eu derrotar um deles, o outro talvez seja mais fácil…”

Em todo o meu movimento: Se algum deles atirasse facas/facões, eu desviaria girando meu tronco rotacionalmente o suficiente para o facão passar por mim afim de não perder minha velocidade. Se algum deles fosse me atacar com faca corpo a corpo, apenas desviaria com curtos desvios com o auxílio do bloqueio de minhas espadas.

Se algum deles viesse com a barriga para cima, com ou sem auxílio de ataque corpo a corpo com facão, eu perfuraria a barriga usando a espada usada pelo meu braço oposto ao lado do irmão que me atacar, enquanto a minha outra espada visaria bloquear qualquer outro tipo de ataque, e logo, pegaria distância.

"Vou proteger Shayna, sua irmã e sua tribo, não importa o que !" Seria nítido minha expressão facial de sério e destemido, o que na verdade, estaria realmente acontecendo quanto a meus sentimentos, eu tinha algo valioso a proteger.


Histórico:
 

Objetivos:
 



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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptySeg Maio 13, 2019 1:30 pm


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian


Dava inicio assim ao combate entre os cozinheiros e aqueles dois homens, porém, de imediato os cozinheiros apenas tinham como alvo o espadachim que portava duas espadas, esse sendo Ah Gou. O outro homem ficou parado um pouco atrás do jovem de madeixas prateadas, parecia paralisado sem fazer nenhuma ação...

Sendo um combate desleal entre dois contra um não haveria honra entre eles, principalmente quando são piratas. E assim o combate deu continuidade, com Ah Gou desenvincilhando dos primeiros golpes de facão e indo ficar próximo de um dos cozinheiros, depois realizando um corte próximo do cotovelo de um deles. -UAAHHHH Fui atingido irmão, ferido e atingido!- Disse em desespero o cozinheiro. O sangue escorreu do braço do gorducho cozinheiro seguido de um urro de dor ensurdecedor, como se fosse de um animal a beira da morte.

Ah Gou prosseguiu em suas investidas, agora visando a perna do oponente, cortou o membro do inimigo e rolou para trás dos gordos que lerdos acompanhavam apenas com os olhos as investidas do rapaz. -Vai pagar, vai pagar seu desgraçado!- Disse o cozinheiro. As ações prosseguiram com os cozinheiros tentando acertar o jovem de madeixas prateadas; desferiram um golpe na vertical com o facão contra ele, mas que foi bloqueado.

Esse ultimo ataque veio do cozinheiro que não havia sofrido ataques, enquanto o outro tentava parar os ferimentos sofridos com o rasgar de sua roupa e enfaixar do local machucado. Próximo dali o pequeno filhote de Reia bicava sua rede abrindo um pequeno buraco. Uma pena ele ser tão grande para passar naquela brecha...

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Ah Gou
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyQua Maio 15, 2019 3:19 am






~ RECORDAÇÕES ~

Com um ataque descontrolado de Reia, a ave líder, sobre a vila dos nativos e sem explicação, havia tomado partido e chamado a atenção da grande criatura a fim de afastá-la da vila e fazer parar os ataques.

Havia chamado sua atenção fazendo-a me seguir até a floresta, onde ela teria pouca chance de me atacar por seu grande tamanho em um lugar com várias árvores, e no caminho que estava correndo, um homem mencionou algumas palavras que acabei vinculando ao que vi mais a frente, uma ave da espécie da Reia capturado pelos cozinheiros dos Durval, o que faria sentido o ataque descontrolado da ave líder.

Com uma tentativa de me comunicar a eles e fazê-los deixar a ave ir, os mesmos decidiram me confrontar, o que não deu certo, com alguns movimentos meus de espadachim e um pouco de estratégia, deixei um dos irmãos temporariamente fora de combate e desesperado para estancar o sangue.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Um tentando estancar o sangue e o outro me atacando “Esses caras, quando os vi na praia  não me pareciam ser desse tipo de piratas que não ligavam para desgraças com inocentes… Preciso vencê-los rápido, não sei onde está Reia agora, se está para me atacar ou atacando a tribo, preciso deixar Shayna protegida e salva!” Meus olhos se moldariam como alguém disposto a lutar mesmo que precise matar simultaneamente que meus músculos se fortaleceriam para segurar mais firme as espadas e minhas pernas para se mover a toda o mais rápido possível.

Com olhos se abrindo excessivamente como um animal furioso, minhas pernas tomariam impulso disparando-me contra o irmão que não havia atacado ainda, meus braços em minha frente e paralelos verticalmente, minha espada mais perto do facão desse irmão iria contra tal arma dele como bloqueio e prevenção, ao mesmo tempo, a minha outra espada seguiria perfurando o pescoço do mesmo em diagonal um pouco para cima, caso conseguido, puxaria para mim tomando distância o mais rápido da ave filhote e o suficiente para entre uns 3 metros de distância, onde encararia o irmão restante. (Se eu não conseguir perfurar, com a força de meu braço, usaria meu peito para empurrar também, mesmo que o pescoço seja mais frágil, sempre pode dar ruim.)

Caso o outro irmão me ataque em qualquer momento de meu movimento, visaria me esquivar a curta distância  girando um pouco meu tronco apenas para não parar meus movimentos.
Se surgir algum ataque duplo, apenas me defenderia com as espadas de tudo enquanto pegaria distância aos poucos mesmo que meus ataques sejam cancelados.

- Desgraçados, eu não ligaria que pegassem um animal desses, mas se vocês não se importam com inocentes, para mim, vocês são lixo da sociedade! - Diria com fúria encarando-os.



Histórico:
 

Objetivos:
 



OFF:
 




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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 9 EmptyQua Maio 15, 2019 1:11 pm


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU & Ling Tian


Prosseguindo com o combate entre Ah Gou e os irmãos cozinheiro... Depois de ter ferido um dos inimigos que recuou e ficou cuidando dos próprios ferimentos, o rapaz espadachim voltou seus olhos para o segundo cozinheiro. Segurou firme suas espadas e correu na direção do derradeiro inimigo, em fúria ele foi visando de inicio parar o avanço inimigo ao utilizar de sua espada contra o facão do cozinheiro.

A colusão entre as duas armas deixou faíscas escaparem, bem como o sonoro som de metal soar no local em que se encontravam. Aproveitou assim aquele bloqueio preventivo para erguer sua segunda espada e desferir um corte contra o pescoço do cozinheiro. O pirata inimigo moveu seu pescoço ao ver a lamina vindo em sua direção e mesmo que pouco, evitou sofrer um fatal corte. -Esse maldito também me feriu, irmão!- Disse agora assustado o cozinheiro.

O sangue escorria de seu ferimento, não havia pego em uma artéria ou coisa do tipo, mas ainda assim estava bem feio o golpe. Em seguida um encontrão de corpo foi utilizado contra o cozinheiro, este que caiu e depois rolou no chão duas vezes. O segundo irmão ao finalizar o enfaixe em seu braço decidiu ajudar o outro cozinheiro e arremessou seu facão na direção de Ah Gou, este que esquivou no ultimo instante, mas aproveitando a situação o cozinheiro caído pegou terra do solo e jogou no jovem de madeixas prateadas após suas falas; nos olhos mais especificamente. -Vamos avisar ao capitão desse traidor, irmão!- Disse um dos cozinheiros em fuga.

Sua visão agora não era das melhores, mas o que poderia ser a deixa para os cozinheiros atacar, foi na verdade uma distração para eles correrem cambaleando mata adentro. Os dois irmãos se apoiavam um no outro enquanto saiam de cena... Quase que no mesmo momento o filhote de Reia "gritou" em sonoros piados ao colocar sua cabeça para fora da rede, mas ter ficado preso e sufocado ao tentar sair pelo pequeno buraco. Reia então surgiu entre as arvore, sua sombra cobria por um todo o jovem Ah Gou enquanto o encarava do alto.  

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O poeta errante
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