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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Noelle
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptySex 10 Ago 2018, 20:12


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Exausto e com o corpo todo dolorido, Sarata parecia não querer mais continuar lutando naquele dia. Ainda assim ele pediu para que seu adversário, um pirata arrogante e cruel tivesse um enterro merecido, e os marinheiros fizeram uma cara de desgosto sem acreditar naquele inusitado pedido.

O espadachim também revelou seu nome, assim como foi solicitado, bem como pediu para ser levado até um médico onde poderia ser tratado, e neste último pedido a mulher de Kimono decidiu intervir. —Deixe comigo, levarei você até os Dojos, onde temos o melhor tratamento médico de toda ilha— Ela então passa o braço de Mantori em seus ombros e segura na cintura do espadachim. —Me chamo “Korra”, sou uma das líderes de Dojo da ilha, feliz em conhecê-lo, Sarata Mantori.— Disse ela, e começou a retirada do espadachim daquele local.

Ao sair do local de seu último encontro com o pirata, Mantori viu o corpo do morto sendo levado por dois marinheiros, sendo que os outros dois seguiram adiante em direção do mar, onde suspeitavam que Weny poderia estar. —Nossa missão não acabou ainda, marujos! Temos que encontrar o tal “Capitão Fujam”— Esbravejou um dos marinheiros. O paradeiro dos dois caçadores e suas situações eram incertas, mas talvez isso não importa mais para o espadachim, que precisa urgentemente descansar.

Em seu trajeto de retorno para a cidade, Sarata já podia ver o sol se pondo no horizonte, sua caçada acabou demorando ao ponto do dia ter finalizado. Com ajuda de Korra, ele continuo sendo levado para os Dojos, passando por uma estreita rua, onde viu várias pessoas passando; dentre tantas pessoas uma estava bem destacada por suas vestimentas, um rapaz magro e alto, com feições afiadas e cabelo prateado no final da rua, algo bem incomum e chamativo.

Sem cerimônias, Korra o levou para as instalações do seu Dojo, onde deixou o espadachim em uma cama. —Pode descansar aqui, vou chamar um aprendiz que pratica medicina para te tratar.— Falou ela e saiu do local. Ao olhar pela janela da esquerda, Mantori poderia ver o refeitório e na janela da direita outro Dojo


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU



Sendo novo naquela ilha, o jovem Ah gou buscou sair da praia onde acabou sendo deixado. Do lado direito tudo o que viu foi uma densa floresta, enquanto que do outro lado areia e pedras de um vasto deserto.

Ah Gou buscava obter armas para si, e por tanto seguiu rumo às construções de casas presentes na ilha de Karate Island.

Ao chegar na primeira rua da cidade, logo de cara viu vários estabelecimentos dos mais variados tipos, restaurantes, loja de acessórios, armas e também uma placa que dizia “Okama sex shop”. —Quem estiver interessado em "brinquedos" para diversão, pode chegar mais na loja uhuhu— Dizia um estranho homem de maquiagem no rosto.

No final da rua, duas pessoas de aparência peculiar passaram, uma mulher de Kimono que tinha um homem ferido apoiado em seus ombros, estavam com pressa e logo rumaram para uma enorme mansão nas proximidades. Já estava ficando de noite, por volta das 17:41, era o que o rapaz de madeixas prateadas podia constar...
                                                  



OFF:
 

Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 
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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptySab 11 Ago 2018, 12:39


X - QUIETUDE

A dor latente em minha carne traziam-me uma sensação de asfixia e enjoo, obrigando-me a contorcer a musculatura do meu abdômen. — Korra, o prazer é meu. Falava com a voz arrastada. Agarrava firme o ombro da mulher e manteria firme em minha postura, para não tornar a locomoção mais difícil.

Admirava o pôr do sol em minha penosa caminhada. Em alguns momentos eu olhava para a mulher ao meu lado, tentando identificar o seu rosto, os seus traços. Olhava com certo respeito. Queria poder conhecê-la. Olhava para as pessoas que cruzavam por mim. Algumas intrigadas com a minha situação, outras apenas olhavam com compaixão. Eu retribuía os olhares com um sorriso sonolento, mas meus olhos arregalam ao ver aquele rapaz da minha estatura com um cabelo bem peculiar. O encarava por alguns instantes, dobrando o meu pescoço para não perdê-lo de vista, até que ele sumisse em meio às pessoas. Voltava os meus olhos para a mansão que se destacava em meio aos vários Dojos presentes. Esse certamente era o Dojo da Korra!

Deixava as minhas sandálias na entrada e caminharia com o auxílio da mulher até á cama que ela me ofertara. Ouvia suas palavras com pouca atenção, apenas suficiente para saber que um médico estava a caminho. Eu estava exausto. Queria apenas dormir o máximo possível, quem sabe 1 ou 2 dias inteiros. "Obrigado!" Agradecia em pensamentos os bons tratos da mulher. Fechava os meus olhos e deixava a mente repousar, onde aos poucos iria controlando a respiração cortada e forçada, fazendo diminuir os batimentos cardíacos e relaxando a alma.

~ Lapso ~

A floresta escura de abetos e pinheiros erguia-se carrancuda de ambos os lados do rio perverso. As árvores moviam-se no ritmo do vento recente e pareciam inclinar-se umas para as outras, negras e agourentas, na luz evanescente. Um vasto silêncio reinava sobre a terra. A própria terra era uma desolação, sem vida, sem movimento, tão solitária que seu espírito não era nem mesmo o da tristeza. Havia um laivo de riso nela, mas de um riso mais terrível que qualquer tristeza. Um riso tão sombrio quanto o sorriso da Esfinge, um riso tão frio quanto o gelo. Eu me via no centro dessa desolação. Com meus braços abertos, esperando o afago da esperança. Isso era a imperiosa e incomunicável sabedoria da eternidade rindo da futilidade da vida e do esforço de viver.

~ Fim do Lapso ~

Despertava. Com os olhos sobre uma janela na minha esquerda, olharia com pouco interesse e me acomodaria de uma forma onde minhas costas da parte esquerda não entrassem em contato com o pano da cama. Moveria-me até encontrar uma posição confortável e então dormiria. Dormiria o suficiente. Não acompanharia o tratamento recebido, nem o que fariam comigo dali em diante. Mas creio que Korra é uma boa pessoa, com uma alma honrosa, incapaz de ferir alguém no meu estado.

Acordava horas, dia ou dias depois. Sentava e olharia para o meu corpo, verificando as partes que haviam sido afetadas em combate. Passaria a mão outra vez no local onde havia recebido o disparo. Acariciava, tentando identificar alguma atadura ou algo do tipo. Ficaria feliz por ver o meu corpo de certa forma recuperado e bem tratado. Caso estivesse sem roupas, buscaria o meu kimono azul em alguma parte da habitação. O vestiria com calma, enquanto admirava a instalação em que me encontrava, buscando portas, janelas, ferramentas e principalmente a minha espada. Amarrava o cordão que serve para suportar a bainha da katana em minha cintura e caminharia em direção a minha espada, caso estivesse lá. Se não estivesse, sairia, a passos lentos do quarto, ou sala, e caminharia observando todos os detalhes daquela mansão.

Buscaria por Korra. Mas ao tempo também queria conhecer o local e saber do que ele se tratava. Se consigo encontrar pessoas, as abordaria com um gesto de gratidão e perguntaria:  — Olá, você poderia me levar até o local onde Korra se encontra? Se a resposta fosse positiva eu apenas seguiria a pessoa, ainda admirando as instalações. Se chego a encontrar Korra, inclinaria o meu corpo em agradecimento pelos cuidados. Retornaria a postura ereta e falaria: — Obrigado por cuidar do meu corpo, Korra. Queria poder agradecer de alguma forma. Falava enquanto sorria com certa timidez. — Por sinal, você está com a minha espada? Não consegui encontrá-la. Aguardava a resposta observando a reação da mulher. Tudo bem que ela cuidou de mim, mas eu não a conhecia e não sabia dos seus interesses. Aquilo poderia ser muito bem uma armadilha, ou não. Manteria o meu corpo preparado e estaria disposto a reagir a qualquer tipo de anormalidade utilizando a minha força restabelecida, caso necessário. Se não, apenas agiria com tranquilidade ao perceber que ela era uma boa pessoa e seguiria os seus conselhos.

Ouviria as suas palavras e as suas propostas. Queria saber detalhes sobre o Weny, meus companheiros Cain e Abele, e sobre o enterro e a recompensa do corpo de Panther. Haviam muitos assuntos a tratar, mas eu estava disposto a esperar o tempo suficiente.  

Histórico:
 

Objetivos:
 

Off:
 


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Última edição por Sasaki Kojiro em Sab 11 Ago 2018, 14:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptySab 11 Ago 2018, 13:55





RECORDAÇÕES


Em caminho para dentro da ilha onde procurava cidade, passava pelos ambientes naturais da ilha o que me surpreendia “Clima e geografia estranha desse lugar, nunca tinha visto tal loucura…”, -  Uma grande floresta e um grande deserto, isso aqui é muito estranho, só falta achar neve também em algum canto da ilha, se bem que é pedir demais… Olha eu e minha solidão, já estou falando sozinho. - , continuava a trilhar meu caminho para a cidade.

Finalmente chegava na primeira rua seguida por construções (casas) “ Ao menos as casas são normais… “ Devagar passava por ali observando as construções existentes e pessoas até que passo pelas lojas e restaurantes, inclusive uma loja sex shop “Já tem uma geografia estranha e agora isso…” Um okama maquiado na frente fazendo propaganda era o mais esquisito que havia visto, afinal, só ouvi falar em okamas e sex shop.

Caminhava procurando onde compraria minha espada, até que chegava, parava em frente a loja de armas onde poderia comprar minha primeira espada, com as mãos na cintura e olhando calmamente e friamente para a loja com um ar de orgulho “Meu pai deve estar feliz com esse momento , a primeira espada da jornada de seu filho.” Mas uma coisa me chamava atenção, uma mulher de kimono carregando um homem todo ferido e com pressa para a direção de uma mansão “Não tinha reparado naquela mansão antes, que grande… Será que lá tem algo interessante que me chame a atenção ?” Então eu tinha um plano formado, compraria minha espada e logo iria até a mansão.

FIM DE RECORDAÇÕES


Dentraria a loja de armas onde chegaria para o/a atendente ajeitando meu cabelo jogando-o para trás como costume, observaria as espadas presentes só de pesquisa minha, mas logo falaria - Quero a de 30.000 por favor ! - diria com uma forte expressão , assim que a comprasse, a guardaria por dentro da minha túnica preta , entre ela e meu hakama , então sairia dali seguindo para a mansão a procura das duas pessoas que estavam com pressa, poderia ser que eu achasse alguém que me desse uma luta ou um desafio , talvez até outros que possam estar na mansão, afinal, a mulher tinha quimono, não me surpreenderia, seguiria até a mansão calmamente observando tudo a minha volta e tomando cuidado com todos, afinal já estava ficando tarde, quase 18 horas, isso era um fato, sempre soube o horário, não de forma precisa, mas sempre aproximado, a noite naquele lugar poderia ser perigosa como todas as noites, talvez eu aproveitaria o anoitecer para vasculhar a cidade.

Se chegasse na mansão, tentaria entrar escondido, não deixaria que os outros me vissem, me esgueiraria , e caso alguém tivesse perto, me esconderia num canto ou em algo (assassins creed), se tivesse gente conversando dentro da mansão , apenas tentaria escutar a conversa escondido para saber sobre o sujeito ferido e a mulher de quimono. Se chegasse e me vissem , ou tivesse gente na porta apenas diria que estou junto com o rapaz ferido de antes e se me deixariam entrar para conversar, diria que era estrangeiro.



Histórico:
 


Objetivos:
 


OFF:
 


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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyDom 12 Ago 2018, 10:36


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Exausto com tudo que ocorreu naquele dia o que o espadachim queria agora era apenas descansar, e acabou conseguindo conforto ao ser levado até a mansão onde ficam os dojos da ilha. Lá, ele ficou deitado em uma cama, onde acabou adormecendo e tendo seus lapsos de memória. Quando acordou no dia seguinte, ainda bem cedo, viu que seus ferimentos haviam sido tratados. Mesmo assim um desconforto nos machucados podia ser sentido, sinalizando que voltar a entrar em combate tão cedo poderia ser arriscado.

De pé, Mantori buscou encontrar seus acessórios, pegou sua roupa e não achou sua Katana, então decidiu sair do local em busca de Korra. Em seu trajeto do lado de fora, acabou encontrando um jovem de kimono que andava por ali. —Korra? Ela está dando aula, nós começamos cedo hoje.— E o garoto fez um sinal com a mão para que Mantori pudesse o seguir. Bem próximo de onde havia dormido estava a área de prática dos lutadores de karatê, era praticamente no mesmo prédio.

Muitos alunos estavam em cima de um tatame enorme onde Korra no final dava algumas instruções de movimentos de luta, ela fazia alguns movimentos e o número excessivo de alunos observava minuciosamente. —Basta mover o quadril dessa forma e depois pegar seu oponente assim.— Falou a mulher e os alunos até entorta a cabeça para olhar seus movimentos. Korra ao olhar para a porta viu Sarata e foi andando até onde ele estava para ouvir suas palavras de agradecimento. —Não foi nada, um guerreiro que deve ter lutado bravamente sempre merece cuidados.— E com um sorriso ela continuo escutando Mantori.

A mulher de nome Korra sinalizou para um de seus alunos, e este aluno foi imediatamente pegar entre os equipamentos da academia uma katana, a katana de Mantori. —Aqui está sua arma, espero que tome cuidado ou seus ferimentos vão voltar a abrir— Disse Korra ao entregar aquela katana para o dono. —Caso queira ficar para praticar karate conosco fique a vontade, se bem que, acho que não é o seu estilo de luta.— Disse ela já retornando para frente da sala e retomando suas aulas de luta. Caso olhasse para o pátio entre os Dojos, o espadachim poderia ver um rapaz com faixas nas pernas brincando com uma bola e um cachorro, o animal obedecia todas suas ordens, ficava em pé, sentado, deitado e pegava a bola quando jogada a trazendo de volta… Longe dali, um homem que Mantori já havia visto estava amarrado em uma árvore.


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU O LADRÃO DE GALINHA



Na noite passada, Ah Gou ao ter chegado na ilha decidiu ir para sua região povoada e tentar comprar uma arma. Acabou por encontrar vários estabelecimentos do tipo em uma rua qualquer, escolheu uma das muitas lojas de arma e adentrou a mesma. —Pois não? Uma arma de trinta mil? claro!— Disse um senhor de meia idade que vagarosamente foi até a prateleira e pegou uma espada simples para Ah Gou. —Aqui está! Tenha um bom dia, meu jovem.— Disse o vendedor ao entregar a espada para o rapaz de madeixas prateadas e pegar o seu pagamento.

Logo que comprou sua arma, o novo espadachim na ilha procurou encontrar as duas pessoas de antes, o motivo ainda parecia incerto de querer tal coisa. E mesmo que aparente ser arriscado para alguém como ele, como estava confiante em suas habilidades decidiu por invadir a mansão dos Dojos. Eximiu em suas acrobacias ao escalar o muro e ainda mais hábil em manter-se furtivo, Ah Gou passou sem ser percebido entre os guardas. Parou então atrás de um muro para escutar duas pessoas, um casal que estava se beijando. Foi quando uma voz falou atrás dele. —Esperto, mas não pode esconder seu cheiro do olfato desse cozinheiro!— E tão rápido quanto um relâmpago a voz masculina realizou um chute preciso no estômago de Ah Gou o nocauteando.

No dia seguinte quando acordou, estava amarrado e pendurado em uma árvore, com sua espada desaparecida. Tudo que podia ver, era um garoto brincando com um cachorro no pátio a alguns metros de onde estava e um pouco mais a frente talvez estivesse a vista um espadachim cheio de curativos, o mesmo da noite passada talvez? Sua noção do tempo o dizia que era por volta das 6:30 da manhã.
                                                  



OFF:
 

Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyDom 12 Ago 2018, 15:26


XI - DOMA

Admirava a prática realizada por aquelas pessoas. Na realidade todo tipo de arte marcial me despertava interesse. Não apenas pelo ato em si, mas por suas crenças, por seus ritos e seus termos culturais. Andaria brevemente a passos lentos observando os movimentos dos praticantes. Em seguida olhava para a expressão da Korra ao passar os seus ensinamentos aos alunos. Aquela prática era muito peculiar e poderia vir a servir ao meu estilo. Quem sabe um dia eu possa tentar me dedicar a estudar os seus detalhes.

Tentaria imitar os movimentos da mulher, movendo meu quadril e simulando agarrar um adversário imaginário. O movimento sairia completamente mal executado e me renderia boas dores, manifestadas das recentes feridas que ainda estavam por cicatrizar. — Argh… Terei que passar algum tempo sem fazer esforços. Falava em tom apenas audível para mim. Ao perceber que a mulher vinha em minha direção, retomava minha posição ereta e sacudia das minha vestes uma poeira imaginária utilizando ambas as mãos. Retribuía as palavras e o sorriso encantador da mestra sorrindo também.

Alcançava a minha espada trazida por um rapaz e entregue por Korra. Com a mão direita eu a guardava em minha cintura. "Que saudades eu tive de você." Pensava olhando para a espada, tocando-a. Ouvia o convite da mestre com certa dúvida. Eu queria treinar, pelo menos para preencher a minha prática diária mas em minha atual situação creio que não seria a melhor das ideias. Inclinaria-me em direção a Korra, enquanto ela retomava a sua posição, na frente dos vários alunos. Eu tentaria unir-me a turma, aproximando-me dos alunos buscando um local vago e tentaria executar os movimentos que a mulher realizasse. Faria tudo nos conformes, com o máximo de maestria possível, até que as dores retornassem a minha carne. Se eu estivesse bem, continuaria. Caso contrário, sairia da prática um pouco envergonhado para poder respirar um pouco. Andaria pelo local, admirando as instalações tentando esquecer a sensação de dor, até que os meus olhos fossem em direção ao sujeito que estava preso em uma árvore.

Aquele rapaz não me era estranho. Eu o havia visto em alguma parte, mas não sabia em qual. Passaria algum tempo admirando-o de longe, caminhando vagarosamente com os meus braços cruzados na parte de trás do corpo. Queria saber o motivo dele ter entrado nessa situação humilhante. Algo ruim ele deve ter feito, com certeza! Continuava a andar até cruzar um grande pátio, onde estava um rapaz brincando com um cachorro bastante inteligente. Me aproximaria com paciência e educação, para não desviar o foco da criatura.

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Ao chegar suficientemente perto, abordaria o rapaz com uma voz passiva. — Olá, vejo que o seu cão é bastante inteligente! Sorria sem mostrar os dentes enquanto olhava o cachorro fazer o seu teatro. — Como você fez para que ele te obedecesse? Tentaria ser o mais amigável possível. Não queria atrapalhar aquele divertimento, e caso eu estivesse incomodando, realizaria uma breve despedida e sairia do local. Caso a situação fosse correspondente, eu seguiria com o diálogo. — Admiro muito os animais. Sempre quis ter o dom de poder comunicar-me com eles. Mas infelizmente não consigo levar jeito. HAHA. Desta vez eu olharia para o rapaz. — Você por acaso teria tempo para poder me ensinar a domar? A pergunta sairia pouco audível, pois eu estava de certa forma constrangido pelo pedido. Ouviria atentamente as palavras do rapaz e estaria disposto a dedicar o tempo necessário para poder aprender nem que seja o mínimo sobre aquela perícia de Doma. Para isso eu manteria-me ali, observando os seus gestos, armazenando as informações mais importantes e os detalhes para domar uma criatura, seja ela qualquer for. Se para isso eu tivesse que dispor de dinheiro, ofereceria o que tivesse carregando comigo no caso os 9.500 Berries restantes. Caso não fosse necessário, eu agradeceria pelo auxílio e pela tutoria e estaria oferecendo os meus serviços e a minha palavra para ajudar aquele rapaz em alguma trama futura. A final, nunca é ruim ter um companheiro.

Testaria na prática os ensinamentos oferecidos com o cachorro que estava lá. Para isso eu executaria todos os movimentos passados pelo domador. Atentand-me as suas palavras e aos movimentos do cachorro. Tudo com bastante calma e atenção.  

Histórico:
 

Objetivos:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyDom 12 Ago 2018, 23:41




~ RECORDAÇÕES ~


Meados de 6 horas da tarde, havia comprado com um senhor em uma loja de armas uma espada em que seria a primeira de muitas, afinal, aquela não era nada comparado as espadas pelo mundo, essa seria apenas a mais básica de todas.

Logo fui seguindo em direção a mansão a fim de descobrir o que o casal que havia visto mais cedo eram, um rapaz que estava machucado sendo carregado e a outra com um quimono que o estava carregando, uma chance de ser uma lutadora de arte marcial de algum estilo, talvez ela pudesse me satisfazer a sede por um desafio.

Segui até a mansão escalando o muro com minha acrobacia, conseguia passar pelos guardas sem que me vissem, afinal, fiz aquilo minha vida toda quando morava nas ruas e roubava, algo que não era minha intenção naquele momento, mas prefiri saciar minha curiosidade, o que seria aquela mansão ? Não sabia, mas queria descobrir. Então quando acho um casal no qual acho ser o que havia visto mais cedo, bom, só ouvia e estavam se pegando tensamente, só escuto um cara atrás de mim falando que sentiu meu cheiro porque era cozinheiro da mansão “Mas que porr…” , e sem ter chance de responder eu era nocauteado pelo cozinheiro.

Então acordava de manhã cedo, por volta de 6 ou 6:30, e estava amarrado na árvore , olhava puto em volta e para meu corpo, percebia que estava sem minha espada, roubado ? Era o mais óbvio para mim, de certa forma, foi um pré conceito, me prender na árvore sem antes me escutar, era o que eu pensava, mas a única coisa que teria em vista era um garoto a minha frente brincando com um cachorro, e dava para ver dentro da mansão o rapaz que estava ferido ontem “Pelo menos ele está bem…” e o rapaz também me via, uma troca de olhares ? Talvez.

~ SEM RECORDAÇÕES ~


Olhava o local em volta e diria alto e bastante alterado - ME SOLTEM DAQUI ! NÃO SOU BANDIDO PARA SER TRATADO ASSIM PELA SOCIEDADE, JÁ BASTA ALGUÉM ME NOCAUTEAR E ME ROUBAR ! - então olho para o garoto calmamente e falo - Oh pivete, sabe que lugar é esse aqui ? Sabe se o cozinheiro daqui é um ladrão ? Por que eu tinha uma espada que havia comprado ontem e parece que ele me roubou quando me nocauteou sem querer conversar, ele é maluco garoto, cuidado ! Mas aí garoto … me solta por favor, sou apenas um aventureiro que está perdido, mas tentando ir para a Grand Line…- Esperaria que o garoto me ajudasse, enquanto isso tentava me balançar de leve a jeitosamente tentando me soltar da amarra tentando afrouxa-la que me prendia na árvore, enquanto tentaria essa tentativa, ficaria atento a minha volta para que ninguém percebesse, se alguém tivesse vindo antes de me desamarrar pararia para não arrumar mais problemas.

Caso conseguisse desamarrar-me da árvore, pegaria umas plantas da árvore ou do chão caso tivesse abaixo da árvore e esfregaria no meu corpo todo antes que o cozinheiro me visse, e tentaria entrar calmamente na mansão na direção do cara (Sasaki Kojiro) que estava lá dentro e me avistado, o mesmo que estava todo ferido um dia anterior. Seguiria até o mesmo e falaria baixo ao seu lado para que ninguém escutasse - Amigo, me ajuda, estou com um problema e acho que você não está ciente de nada, o cozinheiro desse lugar é maluco mermão… -
Caso não conseguisse me desamarrar, ficaria gritando por ajuda , para me soltarem.
Caso não me soltassem e não viessem me dar nem assistência apenas tentaria me mover para tentar ficar atrás da árvore mesmo amarrado, talvez assim, achariam que eu tivesse escapado e viriam.


Histórico:
 

Objetivos:
 


OFF:
 




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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyTer 14 Ago 2018, 14:53


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Depois de ter acordado e procurado por Korra para recuperar seus pertences, Mantori acabou chegando na área onde os alunos da lutadora estavam praticando. E assim que possivel sua arma foi devolvida, fazendo com que o mesmo voltasse a sua confiança de sempre, tanto é que decidiu tentar praticar um pouco a arte marcial do Karate, sem muito sucesso é claro.

O espadachim ao ver que não tinha prática naquele estilo de combate decidiu sair e caminhar do lado de fora, onde acabou avistando o rapaz de madeixas prateadas amarrado em uma árvore. Sarata andou até o mesmo e de braços para trás ficou observando aquele rapaz, que começou a gritar repentinamente depois de olhar para um lado e para o outro. —ME SOLTEM DAQUI, NÃO SOU BANDIDO PARA SER TRATADO ASSIM PELA SOCIEDADE, JÁ BASTA ALGUÉM ME NOCAUTEAR E ROUBAR!— Gritou ele.

Porém, Sarata parecia mais interessado no outro rapaz, este que praticava doma com um cachorro. —Oh? Olá moço, eu sou o Davy. Venho sempre que possível praticar com meu cachorro “Tobb” antes dos treinos.— Disse ele ao voltar sua atenção para o espadachim, depois prosseguiu respondendo aos questionamentos de Mantori. —Eu utilizo de gestos com as mãos, sons com a boca e até mesmo de palavras específicas de comando, tente você também, pode usar o Tobb— Falou Davy todo animado por estar ensinando um espadachim. O rapaz na árvore tentava pedir ajuda ao garoto com o cachorro, mas este apenas o ignorava sem nem olhar...

Enquanto de um lado temos o quase que curado Mantori, que está aprendendo doma com um jovem domador e seu cachorro, do outro temos o rapaz de madeixas prateadas tentando se balançar com a corda para sair de sua situação nada tranquila. —Pode perguntar qualquer coisa sobre doma que responderei, ah, e também irei te dar demonstrações de como fazer— Disse Davy ao assobiar para o cão e lhe dar algumas ordens. Talvez depois do seu aprendizado o espadachim pudesse ir conversa com aquele indivíduo na árvore, e assim quem sabe resolver seus problemas… Ou piorar eles.

~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

Ah Gou até tentou pedir ajuda, mas ninguém veio ao seu auxílio, o máximo que ele viu foi o espadachim com curativos de antes o observar de perto, mas este logo pareceu ter perdido interesse nele e foi conversar com o garoto que possui um cachorro. Infelizmente Ah Gou sequer sabia do que se tratava aquela conversa que ocorria um pouco longe dele…

Já em suas tentativas de sair da corda ao ficar mexendo de um lado para o outro demonstram ser bem falhas. A corda foi bem amarrada e sequer havia afrouxado depois de todo seu esforço, porém, nem tudo parecia perdido para o rapaz. Em cima da árvore onde se encontra, um ninho de pássaro que está em um dos galhos tinha algo que poderia ser de seu interesse.

Algo refletia no olho de Ah Gou, um objeto que aparentava ser de ferro, pequeno como uma plaqueta de metal. Provavelmente foi trazido por um pássaro qualquer para enfeitar seu ninho, e a razão para somente agora ele estar refletindo a luz é não somente por causa do sol, mas também devido ao mexer de Ah Gou para tentar sair da corda, o que fez o ninho sair do lugar. Ainda restava obviamente outras alternativas, como por exemplo o espadachim com curativos, que na sua cintura possui uma Katana...
                                                  



Davy:
 

Korra(?):
 

Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyQua 15 Ago 2018, 13:07


XII - APRENDIZADO

Observava com afeto os movimentos realizados pelo jovem. Sua aparência inofensiva e o seu entusiasmo trariam vagas recordações sobre a minha infância. — É um prazer, Davy. Me chamo Sarata! Inclinaria a cabeça levemente. Após ouvir atentamente os detalhes sobre como funciona a doma de um animal, parti para a prática deliberada usando o próprio cachorro do jovem, que se chamava Tobb. Tomaria a frente do animal e imitaria os gestos que o jovem havia utilizado anteriormente para que o animal podera reaccionar. Seguiria firme e atento até que o cachorro realizasse algum movimento. Caso eu não tivesse sucesso, agiria com as palavras, fazendo todo tipo de ruído similar aos do jovem. No clímax, faria os dois ao mesmo tempo. Seguiria intenso, sem perder o foco, até alcançar algum objetivo. E pediria mais auxílios, mais informações caso necessário, para o jovem Davy.

— Sabe, vivi boa parte da minha vida na floresta. Treinando e caçando. Mas até hoje nunca consegui encarar um animal selvagem, muito menos tentar “dialogar” com ele. Eu apenas o perseguia, ou fugia dele. Queria sair daquela tensão o mais rápido possível! Falava quase involuntariamente, sem tirar os olhos do cachorro.

Quando eu notasse que o cachorro estava cansado daquela atividade pararia e o daria um descanso necessário. Não queria enfurecer o animal, muito menos cansá-lo. Caminharia em direção ao Davy e estenderia minha mão em sua direção, para poder apertá-la. — Muito obrigado por seus ensinamentos, Davy. Não sei como lhe recompensar por tal atividade. Vi que você olhou para a minha espada. Você já manejou uma? Caso você tenha interesse poderei te ensinar alguns movimentos básicos! Posso não estar na melhor das condições mas te ensinaria com prazer. Aguardava a resposta do jovem sobre a minha oferta enquanto olhava mais uma vez para o sujeito de madeixas prateadas amarrado naquela árvore. Aquela cena estava me deixando nervoso. Vê-lo debater-se de um lado para o outro era deplorável. Caso Davy aceitasse ou não minha oferta, pediria para que ele esperasse 1 minuto enquanto eu caminhava na direção do “prisioneiro”.

Chegaria suficientemente perto para poder ouvir sua voz. Olharia em seus olhos por alguns instantes e falaria: — O que te trouxe até essa situação? Ouvi você gritar sobre “não ser um bandido”. Por acaso você tentou assaltar este local? Não conseguiu pensar em uma melhor idéia do que essa não? Falava com certo relaxamento. Aquela situação traria um leve sorriso à minha face. Aguardava a sua resposta e ouvia sem colocar muita atenção. — Invadir um Dojo de lutadores não é a melhor das idéias nem para um lunático, enfim, não estou aqui para lhe julgar. Mas queria saber, porque você entrou aqui? Tenho a impressão de já haver visto você em alguma parte, mas não recordo. Deixava espaço para que o rapaz pudesse lembrar do fato. Não sei porque mas havia algo interessante em seus olhos cerrados, insinuando uma risada sem fim. Ele me transmitia certa vulnerabilidade ao tempo em que eu sentia colocar minha vida em risco estando tão próximo assim. Colocava minha mão sobre a bainha, levemente, apenas para certificar-me de que tudo estava sobre o meu alcance. Seu rosto tinha uma elasticidade estranha, afiada, carregando um sorriso largo e exagerado.

Após terminar a análise, falaria sem muita pretensão: — Se você quiser eu posso chamar a Korra. Ela é a líder do Dojo e creio que podemos conversar sobre a tua situação, caso queira. Faria a proposta aguardando as palavras do rapaz. Caso ele recusasse, voltaria a persuadi-lo para fazer uma boa escolha e não colocar a vida dele em risco. — Não queira ser idiota ao tentar pôr a sua vida em risco, ainda mais estando dentro do território deles. Podemos resolver tudo isso no diálogo! Olhava ao redor, movendo minha cabeça da direita para a esquerda, em movimentos leves, tentando encontrar a Korra. Se o rapaz aceitasse a proposta eu caminharia em direção a líder do Dojo para conversar sobre a situação do rapaz, mas antes de sair perguntaria: — Por sinal, me chamo Sarata! E você, como se chama?


Histórico:
 

Objetivos:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyQua 15 Ago 2018, 16:48




~ RECORDAÇÕES ~

Estava amarrado tentando de diversas formas que me surgiam de ideia sair do amarro que me prendia na árvore. Após ter tentando chamar ajuda, ninguém parecia ligar para isso. Até que o homem com ferimentos vinha até perto de mim e dessa vez carregando uma espada “ Será que é a minha espada ?! Se for, é o mesmo que roubou meu dinheiro...” pensei por não ter ideia de quem me roubou, mas ainda sim, o mais provável se fosse o cozinheiro maluco, mas não podia constar nada, no entanto, o rapaz não deu muita importância para mim e foi conversar com o garoto e brincar com o cachorro, o que me deixava com um pouco puto.

Enquanto tentava me soltar da corda de algumas formas e o homem ferido só dava importância para o garoto e seu cachorro, uma luz começava a bater em meus olhos de forma fina, quando fui ver de onde era essa luz, era o reflexo do Sol que batia em algo metálico em cima da árvore, o que poderia servir de ajuda “Se aquela coisa antes não refletia a luz do Sol, então o movimento que estive fazendo para tentar me soltar que fez o ninho se mexer com aquilo, então …” dava um leve sorriso olhando para cima.

~ SEM RECORDAÇÕES ~

Então o homem ferido se aproximava para perto de mim, olhando em meus olhos perguntou como estava naquela situação, se tentei assaltar o lugar e se eu não tive ideia melhor “Esse cara… ele não deve lembrar de mim… mas também, não falei com ele ontem, então ele não sabe de mim.” então logo o responderia calmamente com um leve sorriso - Então, sou um viajante estrangeiro, cheguei ontem aqui na ilha, mas eu vi você sendo carregado ferido ontem por uma mulher, apenas fiquei preocupado com você e os segui para investigar o que aconteceu, não sabia se você estava fugindo de alguém, ou sequestrado, então passei pelos guardas de forma que eles não me viram, mas quando cheguei no muro dessa mansão, ouvi um casal se beijando na propriedade, não sabia se eram vocês ou não, mas iria escutar a conversa para saber o que está acontecendo, mas o cozinheiro do lugar surgiu atrás de mim falando que sentiu meu cheiro e me nocauteou com um chute na cara, e rapaz, aquilo não foi justo, pegar de costas, não vi nem como ele era, mas o pior não foi isso, foi acordar aqui amarrado sem ninguém perguntar nem nada, me roubarem minha espada que comprei ontem e meus 20 mil berries, meu único dinheiro para sobreviver. - finalizei a primeira e a segunda pergunta dele com tal resposta.

Daria um suspiro depois de dizer tudo para alguém, até que me surgiu a dúvida “Será que ele é um espadachim ? Se for, seria legal chama-lo para trilhar comigo em minha aventura sem fim até o One Piece, se ele aceitasse, meu pai ficaria feliz de saber que arranjei um nakama, afinal, ele gostava dos nakamas dele e me ensinou a preservar seus nakamas e amigos... “ então logo falaria - Você deve seguir o caminho de um espadachim assim como eu, quero dizer, presumo por você ter uma espada, afinal, ela é sua né? Se for, cuidado, tem ladrão por ai. - Depois de explicar para ele, o mesmo se movimentava para pegar a espada, talvez pensasse em fazer algo ofensivo, com uma risada apenas diria - Não posso fazer muita coisa daqui, não sou uma má pessoa, mas se for usar essa espada contra mim, use-a para cortar somente minha corda. - Diria dando uma leve risada ironizando-o.

Logo o homem que falava comigo me dava a sugestão de chamar uma tal de Korra, a líder do Dojo, logo, uma de minhas sobrancelhas se levantou me mostrando surpreso com algo - Então aqui é um Dojo ? Por isso vi a moça que te carregava ontem de quimono, por acaso ela era a Korra ? Afinal, o casal que vi atrás do muro eram vocês dois ? E para sua pergunta, acho que nem foi necessário faze-la, já que estou desde que acordei tentando chamar ajuda, mas eu quero tentar me soltar daqui, afinal ninguem gosta de estar preso, enquanto você a chama poderia se afastar 1 metro pelo menos ? - Empurraria ele de leve e forma inofensiva com uma das pernas, logo começaria a me debater olhando para cima tentando fazer que o que quer que fosse metálico que havia visto na árvore caísse perto de mim, de forma que não me atingisse, mas alcançasse com um dos pés , enquanto tentasse isso, ouvia o homem e diria ainda concentrado no que estaria tentando fazer - Sarata ? Prazer Sarata, me chamo Ah Gou. -

Assim que a plaqueta metálica caisse no chão, tentaria pega-la com um pé usando os dedos do mesmo, e assim que pegasse, dobraria a perna de forma que levasse a plaqueta metálica a uma de minhas mãos ou as duas e tentaria cortar cerrando a corda nem que demorasse um pouco, afinal, não sabia se era afiada ou não.


Histórico:
 

Objetivos:
 


OFF:
 




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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptyQui 16 Ago 2018, 16:42


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Seguindo seu desejo de aprender a domar um animal, Mantori buscou conselhos e práticas com o rapaz que havia abordado no pátio entre os dojos. Para sua sorte o garoto o deu várias dicas de ensinamentos e ainda por cima deixou com que ele utilizasse seu animal de estimação, um cachorro, para conseguir aprender como domar um animal adequadamente, mas Sarata não parecia disposto a desistir tão facilmente daquilo.

De início, foi complicado para o espadachim conseguir fazer com que aquele cachorro o obedecesse, mas com o passar do tempo o cachorro logo estava mais atento aos comandos de seu novo mentor, bem como fazendo alguns movimentos sugestivos. E assim que viu o seu sucesso em domar aquele animal, decidiu perguntar se o jovem Davy não estaria disposto a aprender como utilizar uma espada, mas o jovem sabia que aquilo não era para ele.

—Sinto muito, prefiro utilizar os pés para lutar, assim como me foi ensinado no Dojo do mestre Raiki. Apesar de achar incrível os espadachins e suas espadas!— E dito isso, saiu do pátio indo na direção de um dos dojos, acompanhado de Tobb seu cachorro. —Qualquer coisa depois nos vemos do lado de fora da mansão que te pago uma bebida!— Disse Davy acenando a mão com alguns trocados “uns trinta mil” talvez, e adentrou o Dojo. Mantori por outro lado, foi até o suposto prisioneiro da árvore, este que continuava bastante inquieto...

Mas antes que o garoto pudesse responder suas perguntas, um pedaço de metal caiu da arvore e acertou a cabeça dele, fazendo assim com que desmaiasse e lá ficasse com uma cara de bobo com a linguá para fora. No final das contas, sobrou para Sarata decidir o que realmente fazer com um pobre infeliz como aquele...


~ NARRAÇÃO ~  AH GOU O LADRÃO DE GALINHA

Antes mesmo de poder pedir ajuda para o outro espadachim, Ah Gou acabou sentindo uma forte dor na cabeça, pois a plaqueta de metal acabou por despencar do ninho e acertar sua cabeça em cheio... Talvez com tal desmaio ele possa pensar melhor em suas ações quando acordar. Mas sobre o quê estaria sonhando o ladrão de dojos?
                                                  



OFF:
 

Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 3 EmptySab 18 Ago 2018, 15:30


XIII - ORGULHO

Estava contente comigo mesmo por haver obtido sucesso na doma daquele animal. Um ato tão simples, mas tão complexo e valoroso. — Mestre Raiki? Perguntava com voz suave vendo o jovem partir com uma quantia significativa de dinheiro, acompanhado do seu cachorro.

Terminava olhando para o prisioneiro. Por algum motivo o rapaz estava “apagado”. Não sabia ao certo o que tinha acontecido, mas tentaria ligar o fato com o objeto de metal caído ao solo próximo ao sujeito. Chegaria mais perto e com meus dois braços faria movimentos de chacoalho, movendo os seus ombros para frente e para trás, claro, respeitando o limite do seu corpo que estava preso. Faria esses movimentos por alguns minutos, até obter alguma resposta de ânimo do sujeito. Ele não estava morto pois eu podia perceber a sua pulsação.

— Acorda! Falava ao tempo que fizia os movimentos. Caso eu não tivesse resposta, me afastaria e buscaria por Korra. O assunto com aquele rapaz podia ser deixado para uma próxima hora. Eu ainda necessitava informações sobre a minha recompensa com relação a caça do Panther e sobre os meus companheiros Cain e Abele. Caminharia levando os meus olhos em todas as direções, tratando de encontrar a mulher. Ao encontrá-la, chegaria próximo e falaria com veemência: — Olá Korra. Espero não estar atrapalhando. Gostaria de ter um minuto de conversa! Esperaria tempo suficiente. Ao ter a sua atenção, continuaria. — Então, como você deve saber, consegui capturar o Panther Jack com o auxílio de algumas pessoas. Gostaria de saber como está a relação da minha recompensa sobre a cabeça do pirata e se você teria alguma informação sobre os meus “companheiros”.

Olhava com prudência a sua reação. Não sabia ao certo quais eram os interesses daquela mulher para com o meu paradeiro, mas eu não poderia relaxar, mesmo tendo recebido bons tratamentos até o momento. Se ela respondesse todas as minhas perguntas, realizaria um último questionamento antes de me retirar do local. — E onde devo ir para poder coletar a minha recompensa? Ao obter a resposta, faria uma inclinação de tronco ao demonstrar gratidão pelos cuidados e falaria saindo do local: — Muito obrigado por tudo Korra! Estou em dívida com você. Qualquer necessidade que você tiver poderá contar comigo. Estarei pela cidade, pelas redondezas, não será difícil me localizar. Fornecia um pequeno sorriso e me retirava do local, buscando a saída do Dojo e caminhando em direção a coordenada certa para retirar a minha recompensa. Sairia do local renovado, disposto a encarar novos desafios. Minha primeira meta seria encontar o endereço fornecido por Korra e lá eu iria me aprofundar sobre o sistema de Caça Recompensas. Eu apenas estava envolvido mas não sabia como funcionava o processo, e isso de certa forma me deixava confuso e inseguro.


Histórico:
 

Objetivos:
 

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