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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O poeta errante

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MensagemAssunto: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyQui 26 Jul 2018, 00:16

Relembrando a primeira mensagem :

O poeta errante

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sarata Mantori. A qual não possui narrador definido.


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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyQui 02 Ago 2018, 18:48


V - FRENESI

A determinação se transmite até a espada. Entramos em combate. Me estabilizaria adequando os joelhos e os pés no solo após receber o empurrão, minha intenção era amortecer a queda e não perder a base. Tudo remete ao estado de frenesi. "Só tenho que concentrar na minha arte, é tudo que preciso fazer. Não há espaço para dúvidas." Pensaria avaliando a situação. Não poderia subestimar a força do homem que se encontrava na minha frente. Ele era realmente forte. Mas quão hábil ele poderia ser? — Responda-me. Falava aderindo uma base ofensiva.  — Quanto aquele fujão te ofereceu para ser o guarda costas dele? Minha intenção era ganhar um pouco de tempo para poder inspecionar a situação, movendo os meus olhos da direita para esquerda, sem perder o foco central, meu adversário. Me preocupavam aquelas armas de fogo e para isso tentaria sempre manter o meu adversário diante da linha de disparo, utilizando-o como um escudo a distância, para isso movimentaria-me conforme o movimento dos atiradores.

Apertei firmemente o cabo da minha katana com as duas mãos e realizei uma respiração profunda. Olharia para Panther Jack como um caçador olha para o seu troféu. Queria corta-lo. Esse sentimento seria transmitido para a minha katana agindo como uma espécie de catalisador incentivando-mo a iniciar uma caminhada apressada que logo iria se tornar uma corrida. Com minha lâmina apontada para o adversário, colocaria-a na diagonal para colidir com um possível golpe do Panther e seguraria o máximo que minha força permitisse, logo escorregaria a espada e agachando-me, cortaria um dos dois tornozelos do Panther. Para um ser daquela proporção o ideal seria derruba-lo, como uma grande árvore em sua velhez. E para isso devemos começar pela base.

Não iria parar. Ainda levemente agachado, correria o mais rápido possível em direção a um dos homens que estivesse armado com uma arma de fogo. Caso ele estivesse apontando sua arma para mim, tentaria esquivar-me saltando e rolando pela chão e se consigo chegar próximo suficiente sem receber um dano crítico, levaria minha mão esquerda até a areia e a jogaria em direção aos olhos do atirador, sem perder tempo manuseando a katana com a mão direita realizaria um corte frio, preciso, com o menor movimento possível. Um corte descendente que teria destino as duas ou a mão que o rapaz utilizara para segurar a arma. — Esse seu brinquedo pode custar-lhe a vida. Falaria apreciando o movimento rotatório da queda da arma e a reação do homem ao ver o seu ex-membro despregado do seu corpo.

Ergueria-me. Faria dois cortes no vento com minha katana para poder retirar um possível sangue que nela estivesse alojado e a repousaria diante do meu corpo, em direção ao outro atirador. Esse movimento foi proposital, porque em caso de um disparo, tentaria usar a katana para interferir o trajeto dos projéteis tempo suficiente para eu poder me distanciar e ganhar alguma cobertura. Movimento arriscado, mas necessário. Em segurança, com o ligeiro movimento dos olhos, alertaria os meus outros sentidos sobre a posição e a proximidade tanto de Panther quanto de Weny. Não queria deixar aquele verme escapar mas a situação não estava tão favorável. Olharia para a dupla e gritaria para o que estivesse mais próximo da praia: — Você, corra e não deixe que Weny escape. Nós tomamos conta do restante. Vá! Terminaria a frase retornando os olhos em direção ao movimento do Panther.

Moveria minha cabeça da direita para esquerda. Relaxava os meus ombros e novamente apertaria o cabo da minha katana, apontando-a em direção do Panther. — Podemos continuar? Falaria dessa vez parado, firme em meu local. Ganhando a boa posição da cobertura contra os disparos e tudo o que menos queria era ser atingido durante o combate. O espararia. Esperaria até o momento em que ele estivesse dentro da minha zona de corte para então realizar um movimento diferente. Soltando a mão esquerda, realizaria um corte de cima para baixo, utilizando apenas a mão direita, buscando cortar o pulso do meu adversário. Sairia pela sua lateral, tentando ganhar as suas costas. Caso consiga, realizaria um segundo corte, dessa vez horizontal, visando rasgar o seu outro tornozelo.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptySex 03 Ago 2018, 14:07

~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


O primeiro trocar de golpes não havia sido favorável para Mantori, mas o mesmo conseguiu recuperar sua postura logo depois do empurrão que sofreu e agora mantinha seus olhos focados no adversário a sua frente. O espadachim buscava ganhar tempo ao tentar distrair o pirata com algumas palavras sobre o quanto ele teria ganho e, como um bom pirata falastrão, Panther Jack fez questão de o responder. -Não vou dizer valores, não quero concorrência!- Deu uma leve risada e prosseguiu. -Mas garanto que foi o suficiente para lidar com caras como você!- Finalizou suas palavras e prosseguiu de machados erguidos sua caminhada até Sarata.

Naquele momento o Espadachim que buscava sua primeira recompensa já sabia que lidar com os atiradores e trocar golpes com Panther ao mesmo tempo poderia acabar mal, então buscou sair da linha de mira do atirador que vinha apontando uma arma para ele e deixar com que Panther Jack e seu corpo truculento ficasse entre os dois. -Vamos parar com os arrodeio e venha logo para cima!- Resmungou o pirata que acompanhou a movimentação de Mantori sem perceber o que ele planejava. Com um balançar de seu braço o pirata girou o seu machado da mão destra na direção do espadachim que com sua espada erguia o bloqueou.

Depois Sarata aproveitou aquela brecha para golpear o grandalhão na altura do tornozelo, lento e bobalhão Panther Jack não teve tempo o suficiente para defender e, a espada de Mantori cortou sua pele, fazendo com que sangue espirrasse na areia do deserto. Mantendo sua postura arrogante o pirata apenas soltou um grunhido e cerrou os dentes ao ficar de joelhos. Atrás dele o capanga buscava descobrir o que havia ocorrido movendo sua cabeça para lá e para cá e, para sua infelicidade ele descobriu da pior forma, quando Sarata surgiu o aplicando um corte no braço que empunhava à arma de fogo. Apesar do forte golpe, não foi o suficiente para decepar o braço do capanga, este que largou sua arma e fugiu com a outra mão no ferimento.

Ainda mantendo sua retaguarda alta, Mantori ao limpar sua arma logo debochou de outro atirador e, este o retribuiu com o disparar de sua arma, que foi interceptada pela espada de Sarata, o problema foi o segundo disparo do terceiro atirador, este que não mirou exatamente na direção do Espadachim mas sim no de Panther Jack que utilizou seus machados para desviar as balas rumo ao corpo de Mantori. Um movimento inesperado, que apesar de ter reduzido a velocidade dos disparos, não deixou de ser o suficiente para atingir Sarata no canto esquerdo de suas costas. -Esqueci de mencionar, mas esse terceiro atirador é um colega meu que possui uma certa sincronia com meus machados!- Esbravejou Jack ao levantar vagarosamente.

Mesmo naquela situação o espadachim ainda estava preocupado com o paradeiro do outro procurado e, tudo que eles podiam ver de Weny era suas costas sumindo ao ter descido uma colina. Cain Que já estava com sua espada fincada no peito do seu adversário à removeu e começou uma corrida em direção de Weny. -Tem certeza? Vou deixar esses aqui na mão de vocês!- Proferiu em sua corrida e, acenou para sua irmã que também havia finalizado o seu oponente com um simples cortar de orelha, o capanga apenas correu como o outro. Abele então foi na direção de um dos atiradores em velocidade...  

O alvo da nova investida de Sarata novamente foi o procurado Jack e, buscando finalizar seu oponente de tamanho avantajado, o espadachim procurou fazer um movimento feroz para cortar o pulso dele, porém, descobriria que ainda não tinha tanta força para tal e sua Katana ficou presa no osso do braço daquele homem. -Eu vou levar você para o inferno!- E jack agarrou a Katana com a mão ferida e sem o machado que estava aos pés. Depois ergueu a segunda mão ao alto com o segundo machado que agora descia no maior estilo "guilhotina" na direção da cabeça de Mantori...  
                                       




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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptySex 03 Ago 2018, 16:38


VI - DOR

Escolher uma katana como o seu mundo, todo o seu universo. Isso por si não é maldade. Coisas belas são todas assim. Contudo, não importa o quão longe você vá, uma katana é uma katana. Uma ferramenta de corte feita apenas para matar. Preservar a vida que você deu à lâmina, isso sim é belo.

"Porque este ser desonrado está tocando em minha espada? Quem ela pensa ser para realizar tal ato?" Um lapso de pensamento surgiria em minha mente fervorosa. Seria este o meu fim? Acabou aqui? A dor proveniente em minhas costas mais precisamente na região esquerda, trariam ao meu rosto um semblante antissocial. Eu estava vivendo um momento crítico e muito decisivo. Qualquer movimento irregular, impreciso, poderiam custar a minha vida e a dos meus 'companheiros'. "Eu não quero morrer." Pensaria. — Eu não posso morrer. Falaria.

Largaria a minha katana espontaneamente, empurraria Panther utilizando toda a minha força e sairia para o seu lado esquerdo agachando-me, buscando estar fora da zona de corte realizada pelo seu golpe. Ao sair, o golpearia com um chute em seu tornozelo enfraquecido. Se a minha investida funcionasse, eu correria em direção a um dos seus machados que estava jogado na areia e o alcancaria com as duas mãos, inclinando-me. O ergueria com pressa agarrando em seu cabo, admirando-o. Utilizaria toda a minha força para poder movimentar aquele machado com o máximo de maestria. Assumia uma postura ofensiva novamente, dessa vez com mais sangue nos olhos. — Vou pegar emprestado por um tempo. Minha voz sairia cortada pelo movimento involuntário da minha boca, uma espécie de tremor, causada pela dor do disparo recebido.

Por um breve momento repassaria a situação: Cain está perseguindo a Weny pela orla. Panther encontra-se com um corte em seu tornozelo e outro corte profundo, alcançando sua estrutura óssea, no pulso. Dois dos capangas foram feridos e escaparam mas não podem ter ido muito longe. Já um dos capangas aparentemente morreu graças a um golpe de espada, perfurando o peito. Portanto restam apenas 4 capangas e o Panther. Eu não poderia deixar Abele sozinha contra os quatro restantes, isso ia contra minha índole e talvez contra a capacidade dela. Precisava raciocinar. "Certo, farei isso."

Apoiaria o machado em meu ombro direito, segurando-o com as duas mãos, e correria o suficientemente rápido para as minhas atuais condições. Eu estava debilitado, mas o meu adversário certamente também estava, e ele seria o meu alvo. Levaria o machado até o solo, deixando a sua parte ponteaguda entrar em contato com a areia e continuaria me aproximando a passos rápido do Panther. Ao chegar suficientemente perto, entre dois e 1 metro, levaria o machado de baixo para cima, em um corte diagonal. O golpe não tinha direção certa, a meta era atingir qualquer parte do corpo do meu adversário com toda a minha força. — ARRAAHHHHH. Um grito de dor e ódio sairiam da minha boca. Um grito renovador, estimulante. Eu sentia medo. Pela primeira vez tive medo da morte mas por alguma razão me sinto intocável.

Se consigo derrota-lo, pararia por alguns instantes perto do seu corpo, buscando retomar o meu fôlego e certificando-me de que ele não estava morto. Pois necessitavamos daqueles dois vivos. Se confirmo que Panther segue com vida, aproximaria-me da minha katana, buscando-a com os olhos pelas proximidades. Eu a pegaria e a limparia, suavemente, utilizando as minhas vestes. Retornaria próximo ao corpo e aproximando a ponta da katana para a coração do meu adversário, que provavelmente estaria no solo, gritaria em direção aos capangas: — TENHO O LÍDER DE VOCÊS. SE PRETENDEM CONTINUAR, VENHAM, CORTAREI 1 POR 1. Afastando-me do corpo de Panther, assumiria uma posição defensiva e aguardaria a movimentação dos capangas. Para os disparos de arma, os desviaria utilizando minha lâmina enquanto corria na direção do atirador, ao chegar no raio de alcance, executaria um corte horizontal visando a jugular do meu adversário. Faria isso com todos os restantes. Sem premeditar.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptySab 04 Ago 2018, 14:54

~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Para não colocar tudo a perder, Mantori acabou optando por deixar momentaneamente sua arma de lado ao larga-la, para então escapar do golpe de Panther. Com um rápido empurrão no corpo do grandalhão, mesmo que ele mal tivesse se movido foi o suficiente para escapar por um fio de ser cortado. O som do machado cortando o vento foi escutado e Panther buscou com os olhos o paradeiro do espadachim, que decidiu chutar a perna já ferida do pirata em sua escapada. -Não banque o escorregadio, patife!- Gritou em tom alto e sua perna já não podia mais ser usada para ficar em pé, fazendo com que o grandalhão mantivesse de joelhos na areia quente.

Em detrimento de ter perdido sua katana que ainda está na mão do pirata, Mantori buscou uma segunda opção, está que foi o machado caído na areia de Jack e, apesar de não ser tão pesado quanto poderia imaginar que fosse, ele podia nitidamente sentir um grande desconforto e dificuldade ao manejar aquela arma. Pós então em avanço até onde o pirata estava e, desferiu um golpe com o machado. Foi uma cena tão feia de ataque que o machado deslizou ao desferir o golpe e caiu com o cabo no pé de Sarata, fazendo assim um "calo" surgir. A sua sorte é que ele não foi o único desastrado, já que Panther tentou empunhar a Katana e acabou cortando ainda mais a palma da mão. -Urgh! Que droga de arma é essa!- Esbravejou largando longe a espada no chão.

Apesar dos acontecimentos desastrosos, a situação atual é que Mantori ainda está em vantagem perante seu oponente e, mesmo com um novo machucado ainda não era o suficiente para parar o espadachim. Sarata então recuperou sua katana bem a tempo de utiliza-la para desviar os novos projeteis que vinham em sua direção, o impedido de chegar até Panther. -Acabe com o desgraçado! Acerta ele logo!- Impotente Jack gritou para seu aliado que vinha correndo na direção do espadachim. Este que também fez o mesmo ao ir até o atirador e executar um corte na horizontal, dando assim um fim no capanga que caiu de bruços no chão. Mantori até cogitou repetir o feito contra os outros, mas à um grande empecilho...

Depois de ter derrubado um dos capangas, Abele acabou ficando distraída e foi atingida no rosto em meio aos problemas de Sarata, acabando por ser desarmada, sendo agora feita como refém. O ultimo dos capangas apontava sua arma na cabeça da caçadora, sendo a diferença de poucos centímetros. -Larga a arma no chão e levante as mãos para o alto, colega!- Gritou o capanga que estava mais preocupado com sua própria vida do que com a de Jack ou qualquer outro. -Se não faço dessa mulher uma peneira hehehe.- Finalizou dando um forte puxão no cabelo de Abele. Aproveitando aquele momento o pirata com recompensa começou a sair daquele local arrastando seu corpo truculento pela areia sem um rumo certo. -É minha chance...- Proferiu.       
                                       



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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptySab 04 Ago 2018, 18:24


VII - CONTROLE E IRA

Rangeria os meus dentes ao tempo em que minha mandíbula contraia, enaltecendo a musculatura da minha face. Ver Abele naquela situação faria o meu sangue esquentar, causando uma vasodilatação em meu corpo, resultado da rápida pulsação. Analisaria a distância entre mim e Abele. Esqueceria do restante e focava minha atenção apenas no capanga que a tinha como refém. "Bastardo. Miserável." Xingava-o em pensamentos, para tentar aliviar a minha ira. Realizava uma inspiração profunda, trazendo ao meu pulmão o máximo de ar possível através das minhas narinas. O prenderia por alguns segundos e expiraria com maior intensidade, dessa vez pela boca. — Você se considera muito corajoso, não? Perguntaria em tom audível para o capanga que estivesse com Abele.

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Olhava para o espaço onde havia deixado o corpo do Panther, buscando identificar o seu rastro para não perdê-lo de vista. Infelizmente eu teria que seguir os comandos daquele bastardo. Eu poderia tentar iniciar uma investida contra ele sem problemas mas a situação não estava favorável para este tipo de descuido. Eu prezava muito mais pela vida de Abele do que aquelas recompensas. Enquanto ela estivesse viva, tudo estaria bem. — Ok, ok. Você venceu. Largaria minha katana no solo. Neste impasse minha mão direita iria em direção ao buraco da bala em minhas costas. Acariciava o ferimento tentando saber a sua gravidade. Em seguida olharia para o meu pé, inchado. Aquele simples calo me faria sentir vergonha pela patética cena memorável ao tentar usar aquele machado. — Agora solte-a. Deixaremos que vocês saiam dessa, sem remorso. Mas a deixe aí, ilesa. Terminava a frase colocando os olhos fixos e gélidos sobre o capanga, minha encarada habitual, mas desta vez carregando um sentimento de revolta.

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"Puto Cain, onde está você nessas horas?" Pensaria entregando-me ao acaso. Minha atuação duraria até o momento ideal. A minha intenção era fazer aquele capanga largar Abele sem feri-la. Deixaria tudo ocorrer como o planejado por ele. Não agiria até que ele oferecesse alguma brecha. Até lá eu tentaria repor as energias e recuperar a minha fadiga respirando profundamente, imóvel em meu local. No momento em que uma oportunidade surgisse, inclinava o meu corpo e agarraria qualquer coisa próxima aos meus pés, seja pedras, areia, o que seja. Ao ter em minhas mãos, miraria nos olhos do capanga que havia feito de Abele refém e lançaria o objeto no alvo trazendo o meu braço para trás e impulsando com toda a força para a frente. Atingindo-o ou não, correria para cima dele buscando derrubá-lo no chão utilizando a minha força e a minha arrancada. Já sobre o meu adversário, passaria o meu corpo sobre o dele, como uma montaria, e erguendo os meus braços, golpeava o seu rosto sem misericórdia. Golpeava até que o sangue não permitisse identificar aquele rosto. Terminaria olhando para Abele. — Não seja tão imprudente na próxima vez. Agora vá e pegue a sua arma, ainda temos que pegar a nossa recompensa. Sairia de cima do corpo e colocando minha força sobre os joelhos correria até o local onde havia deixado a minha katana.

Pegava ela ainda correndo e re-assumiria uma posição ofensiva. — Hoje eu vou cortar até que meu pulso clame. Falava correndo em direção aos capangas restantes. Novamente utilizaria minha lâmina para desviar os projéteis, mas não só isso, também movimentava-me pulando da esquerda para a direita, sempre correndo para frente, buscando chegar até o primeiro. Meu primeiro golpe seria vertical. Queria arrancar a orelha do capanga que estivesse à minha frente. Para isso subiria minha espada até o limite do meu braço e a desceria, rasgando o vento e tudo que estivesse na frente daquela lâmina. Enxugaria um possível sangue que estivesse em minha face aproximando-a do meu ombro e ainda correndo seguiria em direção ao outro capanga. Dessa vez eu me agachava o máximo possível, em um movimento quase acrobático, flexível, tentaria escapar de uma possível investida erguendo minha katana com a mão direita para interferir no raio do golpe e se estou perto suficiente cravaria o dedo indicador e médio da mão esquerda nos olhos do capanga. Se consigo cega-lo, enfiaria a minha lâmina em sua perna esquerda colocando o meu corpo sobre a coronha. A retiraria com força e voltava a enxugar, dessa vez cortando o vento. Olhava em volta tentando encontrar algum capanga restante. Caso tivéssemos acabado com todos, parava em alguma parte sombreada para buscar refúgio contra o calor infernal. — Depois daqui tomaremos um banho juntos, Abele. Terminava sorrindo, mostrando todos os dentes para aquela bela mulher.

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyTer 07 Ago 2018, 15:24


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Com Abele sendo posta como refém, o espadachim não teve outra alternativa se não acabar sedendo aos poucos as exigências do capanga. -Isso, coloca sua espada no chão camarada!- Proferiu o capanga e depois sorriu vendo que seu plano parecia estar dando certo. Mantori após baixar sua arma foi para perto do seu oponente e assim que o mesmo relaxou completamente devido a confiança excessiva que estava tendo, algumas brechas começaram a surgir para agir. -He, ao acabar com vocês, vou finalmente ter grande recompensa por minha cabeç...- E antes de terminar sua frase, Sarata o jogou areia nos olhos, que também pegou em Abele por estar próxima.

Ao tomar sua próxima ação de combate o espadachim acabou não tendo exito, pois quando foi pular no pirata o mesmo apesar da falta de visão, empurrou Abele para frente com força e ela esbarrou em Mantori no caminho devido não ter plena visão. O capanga começou a recuar para trás e, Sarata buscou empunhar novamente sua Katana, para então partir para cima dos inimigos restantes. -Onde está minha espada...- Balbuciou Abele enquanto engatinhava no chão procurando sua arma. Já Mantori com sua Katana em mãos partiu em direção de finalizar de uma vez por todas o que havia sobrado de capangas, com movimentos para evitar os projeteis efetuados e mais alguns cortes poderosos contra seus agressores ele acabou deixando no chão o que havia sobrado de inimigos.

Agora que não havia mais contra quem lutar naquele local, Mantori buscou descansar na sombra ao lado de uma pedra próxima; enquanto que Abele com a espada recuperada em uma mão e a outra mão coçando o olho tentava visualizar Sarata de onde estava. -Você disse que vai tomar o quê? Não ouvi direito... Ah, cadê Panther Jack? Só vejo o seu rastro de sangue.- Questionou ela e começou a seguir o rastro até uma pedra que tinha quase a mesma altura dela e, subiu na pedra de onde avistou o paradeiro de Jack.-Ele não vai durar muito se continuar arrastando o corpo no deserto, mas a direção que está indo é oposta da qual meu irmão foi, o que faremos? A recompensa perde um pouco do valor se ele morrer...- Gritou ela do alto da pedra para que Mantori escutasse.

Não era somente com os piratas fujões que Sarata precisava tomar cuidado, já que depois de Abele ter avistado o pirata ela olhou nas outras direções e, justamente da cidade avistou uma tropa de marinheiros em marcha rápida vindo na direção de onde Mantori está. O numero era incerto, apenas os uniformes branco e azul podiam ser vistos em meio a poeira que levantavam. -Os marinheiros estão vindo para cá! Esses malditos caso cheguem nos piratas primeiro vão nos deixar sem recompensa! Não temos muito tempo!- Alertou ela para Sarata e começou sua decida daquela pedra...                
                                       



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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyTer 07 Ago 2018, 17:33


VIII - NERVOS

Estava um pouco constrangido por haver atingido os olhos de Abele. — Perdão por ter jogado areia em seus olhos Abele. Dirigia-me com cortesia em sua direção. Agora fora de perigo, limparia a lâmina da minha katana em minhas vestes e a guardaria em minha bainha. Caminhava limpando o meu rosto com as duas mãos, retirando os resquícios de sangue, suor e sujeira. Cerrava minhas sobrancelhas, reação ocasionada pela dor presente em minha região esquerda. "Irei tratar esse ferimento quando tudo isso terminar." Pensava acariciando mais uma vez o local atingido, para poder tentar retirar com os meus dedos o projétil que estivesse alojado, caso fora superficial.

Olhava para os marinheiros que se aproximavam com certa frieza. Aquele grupo, ou tropa, poderia colocar os nossos esforços por água á baixo e ainda receberiam o mérito por terem encontrado aqueles dois foragidos. Com os olhos fechados eu meditava por alguns alguns segundos. Devemos ser mais rápidos e agir com precisão. — Não percamos mais tempo Abele, vá encontrar com o seu irmão que eu irei atrás do Panther. Corra! Falava ao momento em que recuperava o fôlego para poder iniciar uma caminhada apressada, que logo virava uma corrida e depois uma explosão. Colocaria todos os meus sentidos em alerta para poder seguir os rastros deixados por Panther. Olhava por trás de todas as rochas, árvores, dunas, tentando encontrá-lo com meus olhos. Ouviria os ruídos próximos, o barulho do vento, o som da respiração, das passadas e até de uma possível queixa de dor, pois o meu adversário estava em uma situação apertada devido aos seus ferimentos.

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Correria até encontrá-lo. Não pararia por nada a não ser para identificar a posição dos marinheiros que estavam se acercando. Se consigo localizar o paradeiro do Panther a minha primeira reação seria sacar a katana e a fincava em uma de suas duas pernas utilizando toda a minha força restante. Pisava no cabo da katana para poder enfiar toda a lâmina em sua perna, buscando atravessar toda a carne. Deixava a katana repousar em sua pele e agora com as duas mãos nuas assumia uma posição de combate para poder golpeá-lo.

Os golpes seriam rápidos e precisos, minha intenção não era de trocar socos nem testar a sua força, queria apenas nocauteá-lo. O primeiro golpe seria um cruzado de direita, visando o seu queixo. Em sequência, passava o peso do meu corpo para o lado esquerdo onde soltaria outro cruzado, desta vez com o punho esquerdo. Desviaria de todos os golpes do meu adversário impulsando o meu corpo para trás e para os lados. Moveria a cabeça da esquerda para a direita e buscaria retomar minha posição, próximo ao raio de alcance do meu braço.

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Ao chegar próximo suficiente segurava os dois braços do Panther com as minhas mãos e trazendo minha cabeça para trás, no limite permitido, a traria para frente com toda força possível executando uma cabeçada no meio da face do Panther. Esse era um golpe para encerrar aquela trama que seria utilizado em um último momento, buscando levá-lo a nocaute.

Se consigo neutraliza-lo, retirava minha espada da sua perna e a guardava em minha bainha. Colocaria o Panther deitado de costas para o chão e com a suas mãos unidas no meio do peito, uma sobre a outra. Pisava em suas mãos, causando uma pressão que me manteria confortável e seguro em caso daquele ser retornar a órbita. — OEEEEE, VENHAM! TENHO UM PROCURADO COMIGO. Gritava com toda a expansão das minhas cordas vocais para que os Marinheiros, que provavelmente estavam por perto, ouvissem e viessem ao meu encontro.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyQui 09 Ago 2018, 00:12


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


A nada boa novidade que chegou aos ouvidos de Sarata o fez voltar a ficar em alerta, pois de modo algum poderia permitir que suas caças fossem entregues aos marinheiros. —Não precisa pedir desculpas, estar viva não tem preço, obrigada— Respondeu Abele ao pedido de desculpas do espadachim pela areia jogada nela. O espadachim ainda sentindo os incômodos do tiro em suas costas tentou retirar o projétil de bala, mas foi tão superficial aquele machucado, que em meio aos movimentos de luta que ele havia feito antes o projétil caiu e não estava no ferimento.
 
—Certo, vou em busca de encontrar meu irmão e o Weny Durval! Espero que tome cuidado, não somente com o pirata, mas também com os marinheiros, não vou com a cara deles. Nós encontraremos logo— Disse ela e saiu correndo depois de ter ouvido a sugestão do plano de Mantori. O mesmo foi feito por Sarata que apressou o passo aos poucos; ele procurava alguma pista que lhe pudesse levar até Panther Jack, o que não demorou muito para  acontecer. Várias vezes o espadachim escutou alguém tossindo por trás de alguns pedregulhos; e chegando próximo já foi suficiente para ver o sangue ressecado espalhado no chão árido do deserto.

Sem perder tempo, Sarata ao ver que aquele é Panther, pegou sua Katana e pressionando com um dos braços a fincou profundamente na perna do pirata. —Desgraçado… Me deixa morrer em paz ou vou voltar para te atormentar!— Praguejou Jack. A dor percorreu seu corpo ao ponto de fazê-lo estremecer todo e sangue aos montes escorria de seus machucados. Não satisfeito, Mantori opta por realizar golpes físicos direto no rosto do pirata, violentamente um soco atrás do outro golpeando a face de Panther que não estava mais se movendo, a face do pirata ficou toda desfigurada de machucados, e não somente o rosto do pirata ganhou machucados, pois as mãos de Sarata também ficaram feridas.

Talvez ainda não tivesse reparo, mas quando Sarata foi realizar sua cabeçada em Jack, a cabeça do pirata apenas balançou para lá e pra cá sem sustentação, isto devido ao fato que ele já estava morto. Com suas mãos feridas e agora sua testa também, o espadachim aguardou os marinheiros chegarem. —O que aconteceu aqui!? você que derrotou ele?— Perguntou uma mulher de tom de pele morena e kimono branco que tomou a frente dos marinheiros, ao todo estavam em cinco pessoas. —Vim correndo na frente achando que iria enfrentar oponentes fortes, mas um caçador chegou primeiro, que decepção— Resmungou ela. —Qual seu nome caçador? Deixe esse corpo conosco e quando aparecer em um Quartel General vão te dar sua recompensa, para isso me diga o seu nome para eu reportar tudo.— Agora quem falou foi um dos marinheiros.                                                  



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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyQui 09 Ago 2018, 15:58


IX - ARREPENDIMENTO?

Haviam assuntos nos quais pessoas comuns não poderiam simplesmente ‘meter a fuça’. O sistema de recompensas apresentava ser algo muito além do imaginado, envolvendo pessoas do alto escalão e de grande poder financeiro. Mas quem sou eu para contestar? Meu único intuito é de conseguir dinheiro e em minhas atuais condições essa era a tarefa mais simples a ser executada, portanto deveria aturar este tipo de situação até que eu tenha força necessária para impor as minhas próprias regras. Até lá seguirei trabalhando. O que não é tão ruim. Essa é uma boa oportunidade de encontrar espadachins habilidosos, com um simples olhar de cartaz. Bem mais fácil do que sair buscando no aleatório. Sem contar que receberei por isso.

Este combate reavivou a importância de manter-me sempre preparado para os desafios. A descomunal força do Panther e o risco que corri testando-a me fizeram refletir sobre a minha própria força. Eu era fraco! Para aquela situação eu estava fraco. Consegui derrotá-los por acaso, por sorte. Qualquer movimento incorreto, qualquer respiração não concluída, qualquer piscada demorada, seria o final da história. Arriscar-se é necessário mas o que fiz beirava a insanidade e eu não poderia me dar o luxo de testar a sorte tantas vezes como me dera vontade.

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Olhava para as minhas mãos machucadas com certo ranceio. Eu havia ido longe de mais. Por não haver controlado a minha ira acabei tirando a vida de uma pessoa que eu não queria matar. "Perdão." Pensava ao momento em que juntaria as palmas da minha mão no centro do meu peito e inclinava o meu tronco em direção o corpo do falecido.

Eu estava exausto. O meu corpo doía em todas as regiões afetadas forçando-me a perder a noção do espaço. Ao perceber a aproximação dos Marinheiros eu manteria o olhar fixo sobre a mulher de kimono branco enquanto tentava permanecer de pé. Ouviria suas palavras com atenção mas não esboçaria nenhuma reação, apenas ouvia, deixando minha mente vagar enquanto meus olhos repousavam. Olharia outra vez para o corpo do Panther e retornava encarando a mulher. — Que ele possa ter um enterro digno. Falaria apontando o dedo indicador para o corpo do Panther. Aquilo não era um pedido, era uma ordem. Panther foi um bom adversário, independente da sua escolha eu não tinha o direito de tomar-lhe a vida. — Me chamo Sarata.. Me esforçava para conseguir gesticular, contrariando as dores em meu corpo. — Sarata Mantori. Faria uma pausa para respirar e retornava com o diálogo. — Agora se não for pedir muito gostaria de ter um acompanhamento médico e de descanso. Estou completamente exausto e não sei se conseguirei me manter de pé por muito tempo. Aguardaria a resposta com ansiedade para então poder caminhar com dificuldades, se possível com a ajuda de algum Marinheiro, até o centro médico ou algo similar.


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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptyQui 09 Ago 2018, 18:14



~ ANTES (Recordações) ~

Havia saído de minha cidade natal Conomi Island em um barco comercial pequeno de carona, não sabia para onde estaria indo, nem quando chegaria, mas sabia que meu caminho estava só começando a ser trilhado, afinal, a real intenção dessa aparente maluquice, é finalmente eu seguir minha vida com o sonho que herdei de meu pai, me aventurar , ser reconhecido por todos e ter muito dinheiro. Olhava o horizonte ao mar esperando um dia realizar tais sonhos.

~ AGORA (Recordações) ~

De repente me deparo flutuando sob o nada, somente eu e o escuro do vazio, começo a ficar agoniado - ALGUÉM ESTÁ AÍ ? ALGUÉM PODE ME ESCUTAR ? - falava alto, mas nenhuma resposta, então começo a me sentir solitário, abandonado pela sociedade, então uma entidade de luminosidade branca aparece longe, iluminando um pouco a escuridão a sua volta, então escuto um sussurro - Você não estará sozinho. - Então a voz que havia me sussurrado, sem me dar chance para perguntas falava em um tom mais firme e normal - Acorde Ah Gou, Acorde Ah Gou. -

Então começo a acordar com o balanceio do barco e o comerciante me chamando - Ei garoto, acorde, só posso te levar até aqui. - "Sonho estranho..." Então olho em direção a ilha e apenas sorri de leve olhando para o lugar que havia chegado e ansioso “É aqui que minha jornada começa... “ Então o comerciante me leva de barquinho até a ilha me deixando na costa, só teria que descer no raso do mar e ir andando pelas águas, me virava para o comerciante que já estava voltando, então ele acena e vai embora me deixando sozinho - Merda, esqueci de perguntar qual o nome dessa ilha, vou ter que me virar… - então fui andando até chegar na areia.

~ (Fim de Recordações) ~

Me depararia na ilha a qual havia sido deixado, então pensaria no que preciso e fazer no momento “De primeira mão, vou precisar de uma ou duas espadas, um mapa desse lugar, vasculhar esse lugar e algum barco mediano. Por enquanto é só …” Então arrumaria meu quimono passando a mão de leve e logo em meu cabelo prateado liso jogando-o para trás mostrando meus olhos azuis para o horizonte. Então começaria a andar adentrando a ilha a procura de alguma espada. Meu foco seria procurar a cidade primeiro ou algo similar, gostaria de ver as lojas que tiverem para ver algo que me interesse, saber como é o mapeamento, geografia básica, e aproveitaria para observar os aspectos das construções e as pessoas, afinal, poderia ser que eu nunca mais voltasse assim que continuasse minha viagem para outra ilha o que iria fazer depois de "passear" e conhecer essa ilha.



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- Fala -                                         "Pensamento"                                          Sonho/Pesadelo

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MensagemAssunto: Re: O poeta errante   O poeta errante - Página 2 EmptySex 10 Ago 2018, 20:12


~ NARRAÇÃO ~ SARATA MANTORI


Exausto e com o corpo todo dolorido, Sarata parecia não querer mais continuar lutando naquele dia. Ainda assim ele pediu para que seu adversário, um pirata arrogante e cruel tivesse um enterro merecido, e os marinheiros fizeram uma cara de desgosto sem acreditar naquele inusitado pedido.

O espadachim também revelou seu nome, assim como foi solicitado, bem como pediu para ser levado até um médico onde poderia ser tratado, e neste último pedido a mulher de Kimono decidiu intervir. —Deixe comigo, levarei você até os Dojos, onde temos o melhor tratamento médico de toda ilha— Ela então passa o braço de Mantori em seus ombros e segura na cintura do espadachim. —Me chamo “Korra”, sou uma das líderes de Dojo da ilha, feliz em conhecê-lo, Sarata Mantori.— Disse ela, e começou a retirada do espadachim daquele local.

Ao sair do local de seu último encontro com o pirata, Mantori viu o corpo do morto sendo levado por dois marinheiros, sendo que os outros dois seguiram adiante em direção do mar, onde suspeitavam que Weny poderia estar. —Nossa missão não acabou ainda, marujos! Temos que encontrar o tal “Capitão Fujam”— Esbravejou um dos marinheiros. O paradeiro dos dois caçadores e suas situações eram incertas, mas talvez isso não importa mais para o espadachim, que precisa urgentemente descansar.

Em seu trajeto de retorno para a cidade, Sarata já podia ver o sol se pondo no horizonte, sua caçada acabou demorando ao ponto do dia ter finalizado. Com ajuda de Korra, ele continuo sendo levado para os Dojos, passando por uma estreita rua, onde viu várias pessoas passando; dentre tantas pessoas uma estava bem destacada por suas vestimentas, um rapaz magro e alto, com feições afiadas e cabelo prateado no final da rua, algo bem incomum e chamativo.

Sem cerimônias, Korra o levou para as instalações do seu Dojo, onde deixou o espadachim em uma cama. —Pode descansar aqui, vou chamar um aprendiz que pratica medicina para te tratar.— Falou ela e saiu do local. Ao olhar pela janela da esquerda, Mantori poderia ver o refeitório e na janela da direita outro Dojo


~ NARRAÇÃO ~ AH GOU



Sendo novo naquela ilha, o jovem Ah gou buscou sair da praia onde acabou sendo deixado. Do lado direito tudo o que viu foi uma densa floresta, enquanto que do outro lado areia e pedras de um vasto deserto.

Ah Gou buscava obter armas para si, e por tanto seguiu rumo às construções de casas presentes na ilha de Karate Island.

Ao chegar na primeira rua da cidade, logo de cara viu vários estabelecimentos dos mais variados tipos, restaurantes, loja de acessórios, armas e também uma placa que dizia “Okama sex shop”. —Quem estiver interessado em "brinquedos" para diversão, pode chegar mais na loja uhuhu— Dizia um estranho homem de maquiagem no rosto.

No final da rua, duas pessoas de aparência peculiar passaram, uma mulher de Kimono que tinha um homem ferido apoiado em seus ombros, estavam com pressa e logo rumaram para uma enorme mansão nas proximidades. Já estava ficando de noite, por volta das 17:41, era o que o rapaz de madeixas prateadas podia constar...
                                                  



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Historico do Sarata Mantori:
 

Historico do Ah Gou:
 

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