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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptySex 20 Jul 2018, 18:58

Relembrando a primeira mensagem :

♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hornee. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptyTer 25 Set 2018, 23:37


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 29


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Talvez por um simples lapso de memória - *Cuja acabei refrescando rapidamente* - o Aproximador concorda prontamente comigo após eu recordá-lo que para a conclusão da missão não bastaria apenas matar o sargento traidor, como teríamos também que levar a cabeça dele como prova para nosso patrono.


As palavras do meu aliado me davam certeza de duas coisas das quais eu já havia criado hipóteses anteriormente.


A primeira se tratava de saber que eu podia confiar nele e que, assim como eu, a missão da Badmoney's sempre seria a prioridade independentemente de qual fosse a ordem do Governo Mundial - *Tsc... Governo Mundial... se eles pensam que somos os fantoches da peça de teatro deles, nós somos o diretor da peça!* - e a investigação solicitada pelo Agente A pelo visto não seria mais necessária...


Já a segunda consistia em saber que, dentre nós dois, eu era o mais competente para liderar a dupla. O ajudante que o Agente B tinha escolhido além de não pertencer ao nosso grupo ainda era um pateta - *Humpf... francamente!* - e levei menos de quatro dias para fazer o que ele não conseguiu em algumas semanas. Sem menosprezá-lo! É claro... possui sua competência mas se ele é meu braço direito, eu sou o seu cérebro.


Não me julgava arrogante assim como não me julgava introvertido. Eu era apenas sincero... e mudo. Mas era bom saber que tinha alguém com quem confiar ao meu lado para as missões - *Para variar um pouco...*.


Apesar de eu me considerar um tanto quanto desajeitado e desqualificado para passar despercebido, consigo novamente sucesso - *Hoje é meu dia de sorte!* - sem ser notado pelos presentes no porto. E qual não era minha sorte em saber que matei um sargento usando puramente meu cérebro? - *Tomara que eu receba uma promoção por isso... pareceu fácil mas não foi!*


Apenas um revolucionário havia sobrevivido à minha armadilha e eu ajeitava meus óculos escuros com meus dedos em formato de pinça segurando a armação enquanto concluía que nem tudo é perfeito já que uma testemunha tinha sobrado. Mas nem tudo é perfeito e eram as palavras de um revolucionário contra as de um agente. Eu abriria um largo sorriso e puxaria meu paletó para baixo arrumando-o contente com meu desempenho e satisfeito com minha decisão de usar o Governo Mundial como peça em meu jogo.


Eu não tenho habilidade com palavras - *Por motivos óbvios* - então eu escreveria um papelzinho para o Aproximador e imediatamente o entregaria para leitura do mesmo. Dessa vez ele teria que se fazer passar por um agente bonzinho e prestativo para desviar o caminho de Pou Pay do "IML". Meu papel seria de apenas acompanhá-lo como papagaio de pirata - *Ou de agente, no caso* - e acenar em concordância para o trio de marinheiros que recolhiam os corpos.

Papelzinho:
 




Acompanharia o Aproximador na enganação dos marines. Ele já era uma figura conhecida na cidade e mal sabiam eles que meu amigo era tão corrupto quanto o homem que haviam acabado de jogar um pano branco sobre - *Quando o assunto é Badmoney's, missão dada é missão cumprida*.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptyQua 26 Set 2018, 16:01


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino
Hornee sentia-se aliviado ao ver que seu alvo principal havia morrido. Felizmente usar a cabeça estava sendo a sua maior arma para lidar com todas as situações recorrentes e, em um lapso de seus pensamentos, agradeceu a si mesmo por estar conseguindo com ~exito completar a sua missão. Ser discreto era uma tentativa muito válida para o caprino, embora sua aparência fosse bem chamativa, por hora estava tendo a sorte das pessoas ao redor estarem muito preocupadas e focadas em um só lugar. Assim, Hornee teve a brilhante ideia de usar a si mesmo e o seu recém cargo como agente para tirar proveito daquela situação antes que as coisas começassem a ficar mais arriscadas.

Com sua habilidade de escrita, escreveu um novo bilhetinho para o Agente B, que estava ao lado dele, observando todo o local ao seu redor, especialmente os corpos naquele local. - É, que fim trágico… - Ele disse enquanto se voltava ao companheiro que lhe entregava um bilhetinho. O Agente leu o pequeno papel e concordou com a cabeça, descendo da escada em que estava junto do bodão. Os dois se aproximaram dos três marinheiros que ali estavam, a presença de agentes do governo no local não agradava muito os marinheiros. Afinal, aqueles homens de preto sempre apareciam para atrapalhar o trabalho ou darem pitaco nos marinheiros, e como muitos os viam de forma pejorativa, era meio arriscado.

- Boa tarde meus bons senhores… Embora para mim ainda seja de manhã porque ainda não almocei… Recebemos um chamado e viemos verificar, qual a situação? - O agente B perguntou com um sorriso enquanto Hornee se posicionou atrás dele, o humano não demorou a mostrar a medalha símbolo do Governo para o marinheiro e, o mink o fez também..

O marinheiro ali olhou para os dois e arrumou os cabelos, coçando a cabeça levemente. - Err… Bem, estamos limpando aqui a bagunça… Infelizmente perdemos o nosso Tenente, precisamos levá-lo ao IML para fazer a papelada, informar a família dele… Coitada da filhinha dele e da esposa. E vocês porque está aqui especificamente? - O marinheiro perguntou para Hornee, mas como ele era mudo, quem respondeu foi o Agente B.

- Viemos levar o corpo dele para o IML do Governo Mundial… Aparentemente o Tenente tinha um caso de envolvimento com revolucionários que a propósito, um deles está vivo e vocês deveriam levá-lo ao hospital para mantê-lo vivo, precisamos interrogá-lo mais tarde. - O Agente B tinha uma boa postura e seu jeito de falar era um tanto cativante, maldita língua de cobra, que quando menos se esperasse daria um bote na canela de seus inimigos. O guarda marinheiro assentiu com cabeça e logo O Agente B se posicionou em frente a carroça dos dois corpos. - Pois bem, levem o sobrevivente e limpem essa bagunça, irei levar esses dois aqui par ao IML. Tenham uma boa tarde amigos. - O Agente B dizia enquanto subia na carroça.

O espaço estava livre e com um suspiro, o Agente B dava a guia do cavalo para as mãos do mink enquanto encostava as costas na madeira. - Ai ai, deixo a pilotagem com você já que tive o trabalho todo de enrolar esses caras… - Ele esticava as pernas enquanto aguardava o mink tomar rumo com a carroça e os dois corpos mortos ali atrás dela.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptyQui 27 Set 2018, 01:01


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 30


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Eu tinha para mim que futuramente eu iria precisar investir mais em minha furtividade. Um mink já não costuma passar facilmente despercebido, quanto mais um com quase dois metros de altura... um ninja que depende da sorte para não ser notado não é um ninja per se. Mas apesar da sorte ser tão aliada minha naquele dia quanto o Aproximador, eu estava satisfeito com meu desempenho pessoal.


Minha expressão continuaria séria e focada após o comentário do Aproximador sobre Pou Pay - *Nós colhemos o que plantamos... Pou Pay plantou as armas de Mr.Badmoney para seu lucro pessoal e colheu um ticket apenas de ida para o inferno.* - pois eu não tinha o mínimo remorso pelo sargento. Era um traidor, recebi uma missão, a cumpri... nada diferente do previsto.


Apesar de fazer escolhas ruins por si próprio e ter um remorso indevido por pessoas que não o merecem - *Na minha humilde concepção ideal* - o meu aliado agente continuava se mostrando uma arma humana interessante de se ter ao lado. Sem pestanejar nem ao menos um pouco, ele acatou minha ideia e já partiu para pô-la em prática.


A princípio o trio de marinheiros não parecia se sentir muito confortável com nossa presença no local. Mas eu julgava meu plano muito bom - *Tão bom quanto o último, diga-se de passagem...* - e mostrando identidades verídicas não tinha como contestar muito uma decisão que, teoricamente, tivesse vindo de cima - *Pobres marinheiros fantoches... são sempre os últimos a saber! Apenas peões no xadrez do Governo Mundial...*. Cruzaria meus braços deixando os polegares para o lado de fora e trocaria olhares com os marinheiros que estavam limpando a sujeira enquanto daria suporte de presença firme para o Agente B confirmando suas constatações com a cabeça.


*Wow, wow, wow! Tenente? Mas até alguns dias atrás ele era um sargento... tinha sido promovido?*. Eu tentaria meu máximo para respirar profundamente e segurar a minha euforia dentro de meu âmago deixando transparecer apenas a calmaria de um temperamento tranquilo. Se assassinei um tenente, um cargo tão qualificado assim, meus méritos se faziam ainda mais superiores do que eu imaginava! Descruzaria meus braços e colocaria as mãos nos bolsos do paletó para tentar conter meu ânimo enquanto me ocultaria atrás do Aproximador deixando-o em evidência para a visão dos mariners.


Foi de fato mais fácil do que eu pensava - *Pelo menos por enquanto a sorte continuava repousando sobre meu ombro* - e os marinheiros aceitaram entregar seu superior tranquilamente por ter sido corrompido. Isso poderia até soar estranho ou suspeito, mas eu continuaria a crer pela quantidade de infiltrados de Mr. Badmoney na Marinha que traição no meio desses homens de farda era algo rotineiro.


Quando bem instruído, meu parceiro fazia um trabalho exemplar - *Que orgulho desse rapaz! Tomara que continuemos juntos em missões por mais um tempo...* - mas, logicamente, isso se aplicava apenas a mim porque nem quando o Agente A ou mesmo Mr. Badmoney atribuíram-lhe tarefas ele desempenhou-as a contento. Já eu... consegui tirar o máximo de seu potencial... - *Será que esse é o seu máximo mesmo?*


Folgado. Era essa a palavra que eu tinha dele... depois de montar planos tão perfeitos para o nosso sucesso ele ainda queria que eu guiasse a carroça? - *Mas eu nem sei pilotar isso!*


Iria guiando a carroça com cautela suficiente para ter tempo suficiente de me acostumar com o controle sem causar nenhum desastre enquanto aprendia a guiar o veículo na prática. Apesar de eu não ter um manual para estudo como tive com o guindaste, na minha concepção os cavalos deveriam fazer a parte mais complexa do trabalho por eles mesmos. Eu conduziria a carroça até dominar seu controle em direção à algum lugar completamente ermo onde faríamos o trabalho sujo de decapitar o sujeito.


Antes de estacionar a carroça e carregar o corpo até o local ermo escolhido, eu verificaria por corredores, janelas, em cima de edifícios ou locais elevados e abaixo para me certificar que nenhum curioso pudesse servir de testemunha pra bizarrice que estávamos prestes à cumprir. Meu sangue era como de barata - *Apesar de na teoria eu ser um bode* - e eu estava fazendo um treinamento zen para manter a calma desde que coloquei os pés em Las Camp.


Após garantir que ninguém estava bisbilhotando ou tinha nos seguido (eu faria sinalização com os dedos apontando para os locais do qual o Aproximador poderia averiguar pessoalmente se estavam com a barra limpa), retiraria o corpo de Pou Pay com cautela da carroça e arrancaria sua cabeça utilizando um corte seco da minha ninjaken personalizada pela Badmoney's.


Então, eu escreveria um papelzinho com novas instruções para o Aproximador e o entregaria pouco depois de esconder a cabeça do dito cujo dentro da carroça:


Papelzinho:
 



Agora o motorista da vez indicado era ele. Eu poderia continuar conduzindo caso tivesse aprendido bem pelo menos até a Badmoney's antes de nos separarmos. Chegando na filial do meu patrono, eu manteria a cabeça bem escondida em minhas vestes e procuraria por John ou Holff na recepção, apontando para a porta dos fundos da qual eu tinha sido levado outrora para mostrar a cabeça de Pou Pay e dar minha missão em Las Camp como finalizada.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptySeg 01 Out 2018, 22:23


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino
Hornee estava espantado pela palavra Tenente vir a tona da boca daquele marinheiro, mal sabia ele que um homem da marinha podia ser promovido após sua morte caso estivesse em serviço. Embora aquela informação fosse não oficial vindo de alguém abaixo, foi o suficiente para deixar o cornudo mais contente e animado com o êxito de completar a parte mais complicada de sua missão.

O maior desafio havia sido aquele guindaste e, agora enfrentava um novo. O Agente B parecia relaxado e bem confortável naquela carroça, deixando a direção para o cornudo, que, mesmo sendo uma pessoa engenhosa e genial, levava certo tempo para aprender algumas coisas. A cautela na direção fazia a carroça andar lenta...Mas lenta… Até uma hora que o Agente B achou estranho e, dando um simples toque em Hornee, ajudou o homem a conduzir aquilo de maneira mais eficiente. - Só fazer som de beijinho pro cavalo que ele vai mais rápido. - O homem disse antes de colocar o chapéu de agente sobre o rosto, evitando a luz solar contra seus olhos. Demoraram cerca de meia hora para chegarem no local combinado anteriormente.

Precisavam deixar o corpo de Pou Pay ali, mas a cautela do bode fazia-o olhar para todos os lados, procurando pessoas curiosas e olhares que julgavam ações. Havia algumas donas de casa, pendurando suas roupas no varal, elas ficaram surpresas ao ver Hornee, talvez não por ser um Agente e sim por ser um mink, algo não tão comum de se ver todos os dias. - Relaxa, elas gostaram dessa sua barbicha ai! - Disse o Agente B, rindo disfarçadamente enquanto mandava beijos as mulheres, que riam da atitude dele. Por Sorte de Hornee, a carroça era fechada, afinal, recolher corpos e deixá-los expostos não era uma coisa muito sensata. Assim, estacionaram a carroça e entraram abaixo de sua tenda branca.

O Cornudo sabia o que deveria fazer, precisava da cabeça do meliante para provar que sua missão havia sido cumprida e, levar o corpo todo era fora de necessidade. Usando sua ninjaken, Hornee cortou a cabeça do homem morto, o que lhe custou manchas de sangue em seu uniforme de agente do governo, após tal carnificina que não era nada agradável aos olhos, Hornee escreveu mais um bilhete para seu companheiro, dessa vez eram instruções. O Agente B leu o bilhete e sorriu de canto. - Bem, é fácil dizer o que houve com a cabeça, afinal posso dizer que ela foi esmagada completamente, mas tem um pórem.... - Ele disse antes de vasculhar a carroça. - Aqui, pegue, não vai querer sair com um negócio nesse por aí cheio de sangue né? - O Agente disse, entregando para Hornee um saco mortuário que havia ali dentro, pelo menos poderia esconder a cabeça do defunto e levantar menos suspeitas. - Eu te deixo lá na Bad Money, tente se limpar ai enquanto isso, ta sujinho aqui ó. - O Agente B disse, apontando para a bochecha do bode, que tinha sangue respingado. O Agente olhou para o corte feito por Hornee, a cabeça havia sido cortada então não aparentava ter sido esmagada. - Ah Hornee, dá uns pisões nesse pescoço ai… Tem que parecer esmagado. - Ele disse antes de voltar para os cavalos.

O cavalo seguia mais rápido com a carroça dessa vez, visando que o companheiro do mink era um pouco melhor na arte de direção. Deixou Horne na Bad Money e logo depois segui viagem. Em três horas estaria de volta, enquanto isso, Hornee precisava entregar seu troféu e concluir sua missão. A sede da Bad Money contava com dois recepcionistas (que eu não sei qual é o PP), mas só um deles estava por ali, Holf olhou para o Cornudo e, ao ver o saco em sua mão, apontou novamente para os fundos a onde poderiam conversar a vontade em um local reservado.

- Vejo que concluiu seu trabalho… Nada mais do que o esperado de você, senhor Bad Money teria orgulho de chamá-lo de padrinho. - Disse Holf enquanto oferecia uma cadeira para Hornee e um bom whiskey a ele antes de pegar o saco com a cabeça e verificar a identidade. Era Pou Pay e Holf sorriu ao ver aquele rosto morto. - Bem Hornee, como você tem sido de grande ajuda para nós… Pena que… Isso não vai durar muito. - O homem disse enquanto sacava uma espada na direção de Hornee, cortando-lhe um pouco de seus pelos da barbicha. - Pena que agora quem será promovido sou eu! - O homem estava prestes a atacar novamente.

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Enquanto isso, no quartel dos Agentes do Governo, o Agente B chegava com a carroça no IML, suas costas doiam, mas ele ainda tinha pique para terminar o dia de pé. - Hey me ajude aqui! - Ele disse a alguns marinheiros, que carregaram os corpos para dentro. - O que está acontecendo? - Perguntou uma mulher baixinha, médica do IML. - Esses dois foram mortos em um acidente no porto, no primeiro saco tem o corpo do Tenente Pou Pay, e nesse segundo um possível revolucionário suspeito de um ataque suicida. - Ele disse olhando nos olhos da mulher. - Um sobrevivente já havia sido encaminhado para cá, ele já chegou? - O Agente perguntava para a mulher.

- Bem chegou um homem a pouco na área de enfermagem, ele está com muitas escoriações. - Ela disse, enquanto abria os sacos mortuários, ao notar a falta da cabeça de Pou Pay, ela questionou: - O que houve com a cabeça? - A voz dela era meio irritada. - Então… A cabeça virou um picadinho de miolos, só conseguimos identificar o corpo por causa da Dogtag dele, infelizmente ele teve muita má sorte, terá de ser enterrado com caixão fechado. - Ele disse com um certo pesar na voz para ela que, parecia um tanto desconfiada.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptyTer 02 Out 2018, 00:47


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 31


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Deveria ter algum motivo especial para Pou Pay ter sido promovido durante a execução do plano sem que ficássemos sabendo - *Tsc. Esses caras realmente não sabem como escolher seus líderes...* - mas, de qualquer forma, mais prestígio viria para mim então eu recebia tal notícia de braços abertos.


O Agente B parecia ser um cara bem humorado e um tanto quanto piadista. Aquilo não me incomodava nem um pouco de fato e as vezes até arrancava alguns sorrisos de minha parte. Eu já não conseguia sentir remorso e nem asco das pessoas que eu assassinava, então trazer um bom humor para minha alma trazia à tona um pouco do mink ser vivo que ainda residia em meu âmago opositor do monstro inabalável que matava e mutilava sem pensar duas vezes.


E, falando em ter sangue de barata, eu teria que arrancar a cabeça do meu alvo para levá-la à prêmio. Talvez isso fosse nojento ou deixasse alguém abalado. Eu já me sentia em casa e acostumado à fazer tal tipo de serviço sujo, além de que pessoas com a índole de Pou Pay me davam até que um certo prazer em vê-las findadas em prol da companhia.


O corte foi simples, rápido e eficaz. A cabeça do marinheiro já estava em minhas mãos e algumas gotas de sangue ainda espirravam provavelmente pela minha brutalidade na execução da tarefa - *Caramba... eu odeio mesmo esse cara!* - já que ele tinha sido morto um tempo considerável para suas veias ainda pulsarem. Eu cerrava meus olhos e puxava calmamente o ar pelas minhas narinas para sentir a brisa que era jogada para dentro da carroça conforme ela andava pelas ruas e tentava me tranquilizar e manter meu temperamento calmo e sereno. De algum modo aquela missão tinha dominado minhas emoções e minha raiva para com o alvo era tudo o que eu não gostava que intrometesse em meu trabalho.


Eu tentaria limpar o sangue espirrado em minhas vestes e bochecha com o próprio toldo que cobria o atual tenente por honraria e "mérito" para que não manchasse meu tão belo terno e evitasse atrair ainda mais atenção indesejada por conter manchas vermelhas na roupa de um mink de pêlo branquinho. Colocaria a cabeça do patife dentro do saco entregue pelo meu parceiro e respiraria fundo olhando para o corte no pescoço do ex-sargento corrompido.


Com firmeza e determinação, eu daria chutes conforme sugerido pelo Agente B para ajudar a simulação de um esmagamento de sua cabeça. Minha frieza se manteria intacta e fluída de forma até certamente assustadora para quem visse a cena de fora. Eu tratava aquele homem como se fosse um pedaço de lixo que precisava ser jogado fora e não estava cabendo dentro do saco - *E era mais ou menos por aí que minha mente tratava a cena*.


O que me importava realmente era entregar a cabeça como fui solicitado e ganhar o prestígio de meu patrão por um serviço bem executado. Chegando na Badmoney's apenas Holff estava presente e isso não era de tanta estranheza, já que John o deixou na recepção anteriormente quando precisou falar comigo nos fundos da loja.


Porém, o que me deixava mais triste é que não era apenas a Marinha e o Governo Mundial que escolhia mal seus subalternos, mas meu próprio patrono Mr. Badmoney também tinha suas raposas furtivas e traidoras infiltradas em seu meio. Ao invés de todos darem as mãos e caminharem pelo bem comum da empresa, alguns patetas como Holff usavam de oportunismo para trair aquela pessoa que poderia estar ajudando ele um dia qualquer por vir - *Mas optou por ter essa pessoa matando ele hoje!*.


A surpresa em meu rosto era inevitável quando meu inimigo empunha sua espada e ainda faz um pequeno corte em minha barbicha. Eu daria um passo para trás em susto e procuraria já colocar as mãos na jaqueta do paletó para apalpar shurikens. Holff parecia convencido que iria me derrotar e eu de fato teria que ter cuidado com sua velocidade, já que quem me ensinou a correr e manter a respiração correta para resistir à uma grande velocidade por um longo período de tempo foi o próprio zé mané que agora me apontava sua arma.


Eu tentaria aproveitar que estávamos próximos um do outro em distância de combate corpo-a-corpo e arremessaria rapidamente uma shuriken puxando-a do bolso direito do paletó diagonalmente com destino ao seu pulso que empunhava a espada para, ao mesmo tempo que tentava ferí-lo, tentava desarmá-lo. Conseguindo com sucesso acertar seu pulso, eu me impulsionaria inclinado com o tronco para baixo e exibindo meus chifres afiados para executar minha técnica Tramplee Horns. Se no meio da execução da minha técnica eu percebesse que Holff tentaria me atacar por baixo com sua espada ou um chute eu saltaria aplicando uma voadora de improviso assim como John havia me ensinado durante nosso treino de Luta de Rua. Essa voadora teria como destino o rosto do meu inimigo para que com o impulso, surpresa e peso de meu corpo eu tentaria derrubá-lo ao chão caindo em cima do mesmo.


Se por ventura uma de minhas duas estratégias (chifres ou peso do corpo) dessem certo, eu sacaria minha ninjaken que continha sangue de Pou Pay para tentar fazer com que ela também experimentasse do sangue de Holff. Perfuraria o pescoço de meu inimigo imobilizado e surpreso pelo meu golpe caso ele estivesse no chão abaixo de mim, ou realizaria um corte horizontal para decapitá-lo caso ele tivesse acima de mim erguido pela minha chifrada.


Se os golpes do meu ex-professor fossem frontais ou viessem de cima para baixo eu saltaria para o lado contrário de seu ataque na esperança de estar próximo de sua mão inábil mas já me atentaria para girar para fora de seu alcance caso ele tentasse me acertar com outro golpe pelo lado que escapei pois ele poderia ser ambidestro ou tentar arriscar um golpe com seu lado fraco do corpo. Tendo sucesso no giro escapatório eu aproveitaria tal movimento rápido de esquiva em giro para rapidamente sacar minha ninjaken e tentaria cortá-lo diagonalmente durante meu giro para maximizar o efeito.


Caso eu conseguisse acertar um golpe em Holff com minha ninjaken e ele ainda estivesse vivo, eu saltaria pelo menos três vezes em zigue-zague para trás tentando evitar que ele me atacasse enquanto eu recuava me esquivando para dificultar suas possibilidades de acerto. Durante esse recuo, eu observaria atentamente a sala em que estávamos para identificar estruturas, luminosidade, objetos e qualquer coisa que poderia ser útil durante meu combate e pudesse usar ao meu favor. Durante essa análise do ambiente, eu procuraria também observar se paredes ou móveis ou qualquer estrutura como pilares estariam atrás de mim durante meu recuo e eu tentaria evitá-las para não ter meu movimento interrompido para ficar encurralado e ficar à mercê de ataques do traidor.


Mesmo que Holff me atingisse enquanto eu estivesse recuando, eu não pararia meu recuo e tentaria resistir o máximo a dor que ele havia me causado para não interromper meu plano. A exceção à esse caso seria se enquanto eu recuasse ele viesse para cima de mim tentando diminuir o recuo que eu tentava ampliar. Para essa situação, eu esperaria tocar com meus pés no chão após um de meus saltos de recuo e imediatamente aplicaria uma rasteira surpresa em seus pés concentrando toda minha força no peito de meu pé para derrubá-lo com a arte e esperteza das ruas que John tinha me ensinado.


Estando Holff em pé ou caído, mas comigo à uma distância de recuo suficiente (pelo menos 1 metro) eu arremessaria uma sequência de shurikens sem piedade na direção dele alternando minhas mãos direita e esquerda, abusando de minha mira hábil, tendo como principais alvos seus pontos vitais como cabeça, coração e pescoço. Não pouparia munição nessa tentativa - *MORRE TRAIDOR DESGRAÇADO!*. Porém se a distância entre nós fosse inferior à 1 metro, eu recuaria com passos largos para trás e movimentos pendulares de meu tronco para sincronizar o meu recuo (e assim tentaria evitar que ele se aproximasse de mim) enquanto eu arremessaria uma quantidade absurda de shurikens contra ele.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptyQua 03 Out 2018, 21:01


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino
O desejo por poder era muitas das vezes maior que a ganância por dinheiro no coração dos homens. De ganância o Cornudo entendia bem, mas ao contrário do homem que lhe atacava, este preferia a honra acima de seus status, afinal, subir de cargo e ganhar mérito com seu chefe era algo natural se visasse friamente suas intenções. Já não bastasse a missão anterior que era no mínimo perturbadora e nojenta, pois não é todo dia que se faz carne moída de um pescoço e se corta uma cabeça de um marinheiro, mas o que mais deixava Hornee desgostoso era o fato de um aliado se voltar contra ele e não uma pessoa comum, aquele homem o havia treinado e, de certo modo, era alguém de confiança de Mr. Badmoney. O que levaria o homem a tal ato era apenas seu desejo por poder? Hornee não questionou e ao se afastar do corte em sua jugular, levou as mãos para dentro de seu paletó, visando as shurikens que ali estavam.

Não demorou para atacar com as shurikens, visando a mão de Holf, que instintivamente posicionou sua espada contra os projéteis de Hornee. Vendo que sua estratégia não era tão boa, pois as mãos de seu ex professor eram muito mais rápidas, Hornee tentou usar seus poderosos chifres, afinal eles não eram apenas enfeites de Natal e sim armas poderosas caso usadas corretamente. Assim atirou uma shuriken no espadachim e logo em seguida correu para cima dele, usando seus poderosos chifres. Holf era bom, mas não era páreo para Hornee, felizmente o Bode tinha um porte físico muito maior e mais forte e assim, o Caprino derrubou o humano com uma cabeçada, furando o peitoral do homem com seu chifre. Hornee derrubou Holf em cima de uma prateleira de livros, fazendo-os cair no chão. Aquele escritório estava começando a ficar bagunçado.

- Argh… Você é… Realmente como dizem. - Murmurou Holf enquanto sentia os chifres de Hornee perfurarem a sua carne. O humano sentia muita dor, mas em uma tentativa de se soltar, perfurou o ombro direito de Hornee enquanto cuspia um pouco de sangue. - Hnng… Você...Jamais..   Cof Cof entenderia… - O sangue que escorria da ferida de Holf passava perto do rosto de Hornee, a ferida em seu braço não era grave, mas ardia também. Aos poucos a respiração de Holf se tornava mais lenta e ao soltar o homem da parede, Horne iria finalizar o homem com suas shurikens quando de repente a porta do local se abriu.

Não demorou muito para o outro atendente, John adentrar o recinto com sua pistola em mãos. Ele estava assustado e ao ver o corpo de seu colega quase morto e os chifres de Hornee ensanguentados, não hesitou em gritar: - HEY! Ponha as mãos para cima, não quero atirar em você. - O homem dizia com uma voz forte e firme e atrás dele outros seguranças entravam no local. - Não complique as coisas amigo, sei que não fala, tire suas armas e poderá escrever o que aconteceu. - John disse com cautela enquanto os outros guardas apontavam as armas para Hornee.

A situação parecia estranha e o ar naquele local estava tenso. John começou a fazer os primeiros socorros em Holf enquanto os guardas esperavam que Hornee se desarmasse e contasse através de seus bilhetes o que havia acontecido.

Enquanto isso, o Aproximador, também conhecido como Agente B saia da sala de hospital a onde o revolucionário sobrevivente estava. Ele esticava o pescoço e mexia os braços para um breve alongamento.  - Fico pensando, como será que Hornee interroga alguém… Talvez escrevendo um bilhetinho como: ‘’Me diga o que você sabe! ‘’ e desenhando uma carinha má ‘’>:(‘’.... talvez. -  O homem seguia para fora do hospital, pegando algumas maçãs no refeitório. ‘’- Cabras comem maçãs né… Na real não sei nem a diferença de cabra e ovelha… Talvez a lã? Hmm?- ’’ ele perguntou a si mesmo antes de começar a caminhar de volta para a filial da Badmoney.  



John:
 

Holf:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptyQui 04 Out 2018, 01:04


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LAS CAMP / POST 32


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De certa forma eu entendia a posição de Holff. Se arrancar a cabeça de um sargento e entregar de presente para nosso chefe já era um grande feito para mim, que vim da matriz, imagina o quanto não seria para ele que era um morador dos Blues e não era visado pela chefia da Badmoney's. Só não entendia que essa motivação superava seu orgulho, sua honra e trair a confiança de alguém - *No meu humilde ponto de vista, benevolente* - como Mr. Badmoney era imperdoável. Meu objetivo agora passava a ser juntar sua cabeça com a de Pou Pay e entregar para meu patrão, mas dessa vez não como trabalho e sim como presente pois o assassinato de traidores é o melhor jeito de demonstrar fidelidade.


Holff deveria ser um cara rápido por estar acostumado com corridas a ponto de me ensinar alguns truques, e isso se provava verdade pela velocidade com a qual ele sacou sua espada e quase me degolou em um perigoso momento de desatenção da minha parte - *UFA! Por pouco!*. O suor representando tensão escorreria suavemente pela minha face demonstrando o quão próximo do abismo minha vida chegou em um espaço tão curto de tempo.


Se não era possível desarmar o meu oponente de sotaque arrastado por meus arremessos não serem tão velozes quanto seu bloqueio, eu usaria minha shuriken como distração para atacá-lo frontalmente com meus chifres, uma técnica muito interessante criada por mim que costumava surpreender meus oponentes que achavam que eu era limitado em armas de médio alcance no momento que meus chifres perfuravam sua carne.


E, falando em perfurar a carne, minha chifrada foi violenta assim como eu planejava e machucava Holff assim como eu gostaria - *Apesar de minha intenção real ser mesmo matá-lo*.


Ele murmurava palavras interessantes que eu não compreendia e olhava para ele com o canto dos meus globos oculares por cima dos óculos com uma expressão clara de interesse, como se estivéssemos tomando um chá da tarde ao invés de eu estar machucando-o - *Como assim?* - e apesar de eu sentir um pouco de ardência em meu ombro, não parecia ser nada preocupante o suficiente para interromper meu ataque. Gotículas de sangue vertiam e pingavam perto do meu rosto enquanto eu as veria caindo enquanto encarava meu oponente que já parecia estar nas últimas; pelo jeito que cuspia sangue provavelmente eu acertei algum órgão vital e essa luta se encerraria muito em breve.


Infelizmente a luta se encerrou breve não pelo falecimento de Holff e sim porque a porta se abria. John e mais capangas que eu não conseguia identificar se realmente eram da Badmoney's carregavam armas de fogo. Eu não queria acreditar que John também havia se corrompido, deixando minhas mágoas por Holff superarem minha razão. Portanto, eu levantaria minhas mãos como ordenado, mas mantendo um sorriso discretamente sádico em meus lábios pois ele não tinha mencionado meus chifres que eram o que de fato estavam dando conta do recado.


Torceria para que os meus colegas de trabalho não conseguissem salvar a vida de Holff à tempo. Eu puxaria meus chifres com rapidez para maximizar uma possível hemorragia e fazê-lo cair no chão de surpresa. Tomaria extrema cautela enquanto me distanciava de Holff para não sofrer algum ataque de sua espada, chute ou soco enquanto eu me afastava de seu corpo. Se por ventura ele tentasse me atacar neste instante, eu me esquivaria lateralmente de seu golpe mas não revidaria por temer ser alvejado por diversas armas que estavam apontadas contra minhas costas.


Manteria um olhar de desprezo e não tiraria os olhos do traidor enquanto ajeitaria meu paletó e pegaria meu bloquinho para escrever o que era óbvio, mas que ninguém queria acreditar, entregando-o para John em seguida. Se algum outro funcionário fosse tentar pegar o papel eu menearia negativamente e apontaria com meu dedo indicador da mão da qual eu segurava o papelzinho com meus quatro dedos restantes. O apontado seria John, do qual apesar de não botar muita fé no homem, era quem tinha me entregue a missão e eu já tinha acabado de sofrer por confiar em outra pessoa para entregar a cabeça de Pou Pay.


Papelzinho:
 



Cruzaria os braços enquanto John estivesse lendo meu papelzinho para observar suas reações. Caso eu notasse que Holff estava tentando fugir, eu prontamente colocaria minha mão direita dentro do bolso do paletó e arremessaria uma shuriken aproximadamente 10 centímetros a frente da direção em que ele estivesse correndo. Eu arremessaria errado de propósito não para matá-lo, mas para detê-lo e que enfrentasse as consequências por seus atos enquanto eu grunhiria guturalmente - Kunhnnn, Kunhnnnn! - e balançaria meu dedo indicador para os lados sinalizando um popular "Não", agindo como se eu dissesse que não iria permitir que ele escapasse.


A situação era delicada e tinha a possibilidade de não acreditarem em minhas palavras - *Que estavam escritas*. Por este motivo, eu me atentaria para os guardas, John e até mesmo para o próprio Holff que estava à beira da morte por eventuais levantamentos de empunhadura, sinalizando que poderiam disparar contra mim. Se este fosse o caso, em minha legítima defesa, eu saltaria para o lado oposto ao qual meu rival estivesse apontando contra mim e, como contra-ataque, prontamente arremessaria uma shuriken com minha boa mira visando sua testa para findá-lo de vez - *Eu não queria fazer isso mas... você não me deixou escolha*.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptySab 06 Out 2018, 16:00


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino
A situação toda era realmente muito tensa, mas Hornee era frio e calculava muito bem seus movimentos. As palavras de Holf para o cornudo o deixaram confuso, embora qual fosse a desculpa, Hornee não era do tipo que ouvia a defesa de seus alvos, só existia uma única punição para traidores e era a morte.

Levantando os chifres, fez com que o furo no peito de Holf rasgasse, piorando mais ainda o cenário de vida do homem que arfava em seus últimos segundos de vida. Horne olhava com desprezo para o homem que morria aos poucos. Para ele, um traidor não merecia mais que a morte, e ao se afastar de maneira cautelosa, John correu na direção de Holf, mas ao ver que o estrago era grande demais em seu colega, apenas esperou ao lado dele pelo que o pior acontecesse. Holf Aos poucos parou de arfar e seu corpo ficou imóvel. John fechou os olhos do amigo, e logo se levantou, olhando para Hornee e o papel escrito em suas mãos.

John leu aquele papel e com um suspiro olhou para Hornee. - Sinto muito por isso, está ferido não é? Não se preocupe, nosso circuito interno notou tal coisa, só perguntei para confirmar que estava falando a verdade, existem olhos em todas as partes nesse prédio. - John falava enquanto se aproximava de Hornee, o homem careca tirou de seu paletó um lenço e entregou ao caprino. - Para os seus chifres. - Ele indicou para Hornee usar o lenço sobre os chifres e limpar o sangue, enquanto isso, os outros homens na sala retiravam o corpo de Half e começavam a limpeza do local.

- Então, peço desculpas por Holf ter feito tamanha burrice, ele estava… - O careca passou a mão no próprio queixo, como se procura-se a palavra certa a se dizer. - Um tanto fora de si, algumas coisas na vida pessoal dele afetaram drasticamente seu desempenho por aqui… Já íamos tomar medidas quanto a isso, eu mesmo tenho uma dispensa de alguns dias para ele aqui em minha mesa. - John se aproximava da mesa na sala, apontando para um envelope. - Ele ia tirar uns dias de folga para cuidar da esposa com câncer… Mr. Badmoney é um homem justo, ele reprime seus inimigos e parabeniza seus aliados…. Pena que Holf não conseguiu enxergar a grandeza de nosso chefe… Enfim. - John se voltou ao Caprino enquanto se sentava em uma pesada cadeira de madeira atrás da escrivaninha. - Irei registrar sua missão com a cabeça de Pou Pay, Mr. Badmoney ficara muito satisfeito em ver que um dos nossos lidou com dois traidores num só dia. - Ele sorria de maneira contente enquanto os outros homens pegavam a sacola da cabeça e conferiam se era realmente Pou Pay.

- Aproveite que seu amigo ainda não voltou, pode ficar a vontade em nossas instalações. Temos quartos individuais para nossos homens em serviço, darei a você a suite S, a segunda melhor de nossas acomodações, ficando abaixo apenas da de nosso chefe, é claro. Se quiser posso pedir para uma de nossas meninas para te ajudar com todo esse seu pêlo. - John dizia de maneira firme, talvez ele estivesse se referindo a alguma serviçal da filial, encarregadas de cuidar de toda a limpeza e bem estar dos homens de lá. John pegou a chave S e entregou nas mãos do Caprino. - É no penúltimo andar. - Ele disse antes de se voltar a seus documentos na escrivaninha.

Enquanto isso~

O Agente B caminhava tranquilamente pela cidade. Apó sair do IML, foi até a sede do Governo para fazer seu relatório sobre o caso, citando Hornee como colaborador da entrega do corpo, registrando a missão de si mesmo e do amigo. Ele passeava tranquilamente, afinal, combinaram de se ver em três horas, ainda tinham bastante tempo antes de partirem daquela ilha.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptySeg 08 Out 2018, 20:28


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LAS CAMP / POST 33


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Cruelmente, opto por retirar meus chifres da carne de meu adversário do modo que pudesse causar mais dor e estrago possível para sua pessoa. Holff tinha me enganado direitinho e eu, que estava tão feliz por ter acabado de assassinar um traidor, tinha logo outro entregue assim de bandeja... não era uma oportunidade da qual eu iria gostar de perder.


A situação do homem de óculos era crítica e John nada mais pôde fazer do que assistir enquanto a vida de seu ex-colega esvaia lentamente de seu corpo e, logo após ler minha mensagem, prontamente indicou estar do meu lado por ter acompanhado a movimentação de Holff pelas câmeras de segurança da Badmoney's - *Sinceramente, não esperava menos desse maravilhoso grupo ao qual faço parte...*.


Eu limparia meus chifres com o pano cedido por John enquanto balançaria a cabeça afirmativamente em concordância ao ouvir que Mr. Badmoney era justo e generoso. Se eu sentia que ele tomava tais atitudes comigo, por que não tomaria com os demais funcionários? Sua generosidade era realmente sem precedentes para quem lhe era fiel.


Não que fizesse grande diferença, mas eu respirava com certo alívio ao ver os "limpadores" retirando os restos mortais de Holff e a cabeça de Pou Pay para lá. O discurso de que a família do meu ex-professor de corrida era necessitada e estava afundada em dívidas passou anos-luz de distância para atingir algum resquício de compaixão que poderia haver no meu coração frio e determinado que já se conformava com o melhor destino que sua alma deveria rumar.


Pegaria a chave das mãos de meu outro professor - *Pelo menos alguém precisa manter a fidelidade ao nosso grupo* - e sorriria simpaticamente com meus dentes à mostra para demonstrar contentamento com o luxo proporcionado e, no meu ponto de vista deveras merecido, pelos serviços prestados.


Eu subiria as escadas (acompanhado ou não) até o penúltimo andar como instruído por John e aproveitaria as maravilhas daquele quarto que dispunha de um luxo muito maior do qual eu tinha presenciado no quartel de Las Camp. Aproveitaria para procurar atrás de móveis, plantas, quadros, abajures e qualquer objeto por algum den den mushi ou dispositivo de espionagem como microfones ou câmeras que pudessem acompanhar meus movimentos - *Qualquer cuidado é pouco depois de ser atacado sem mais nem menos aqui dentro...*.


Confiava em meu patrão e na sua ampla capacidade de julgamento, mas eu não confiava em quaisquer funcionários da Badmoney's que encontrasse. O ser humano é extremamente corrompível e, infelizmente, sua gana por querer se dar bem de forma rápida e malandra as vezes acaba sobrepujando sua própria razão e o levando à fazer loucuras - *Assim como Holff...*.


Caso eu não encontrasse nada de anormal eu respiraria profundamente. Retiraria minha roupa e tomaria um banho quente e gostoso para me limpar (se o quarto ofertado fosse uma suíte) antes de tirar mais um belo cochilo e estar disposto para seguir minhas próximas ordens da empresa.


Porém se por ventura eu tivesse no meio do caminho a visita do "Aproximador" em meus aposentos ou se conseguisse ouvir sua voz e reconhecê-la do lado de fora do quarto, eu sairia discretamente e o fitaria seriamente andando em passos silenciosos para me encontrar com ele, esperando um reporte do que tinha acontecido após transportar o corpo do sargento para os legistas.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptySex 12 Out 2018, 22:02


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino
Um alívio ou ao menos uma compensação ao fiel bode. Nada menos do que o esperado era aquela quarto e as atitudes de John. Embora tudo o que havia acontecido tivesse tido um motivo emocional, o caprino não demonstrava o menor valor ou empatia pela situação, cães não latem para seus donos e devem respeitar outros da matilha, visando o bem maior de seu líder. Sem delongar demais na presença de John já que o mesmo sabia de todo o ocorrido, O caprino se dirigiu as escadas, subindo até o penúltimo andar a onde poderia usufruir de um bom descanso.

Spoiler:
 


O quarto era razoavelmente grande, com um espaço para dois cômodos, uma para a cama e o outro como uma sala de estar. O tema marinho vinha em sua decoração de azul e o branco transmitia uma certa paz. Cheirava bem, essência de lavanda pelo cômodo todo da qual Hornee fez questão de checar. Felizmente ou não, havia apenas um Den Den Mushi sobre a escrivaninha do local, dormindo tranquilamente, talvez ele fosse usado pelos hóspedes para pedir serviços de quarto. O mink não demorou para suspirar, estaria tranquilo naquele local e assim, decidiu tomar um banho e limpar todo aquele rastro de sangue que havia deixado em seu pêlo branquinho.

Spoiler:
 

O banheiro era bom assim como o quarto e aquela enorme banheira era muito convidativa. Retirando suas roupas e entrando na água quente, o Caprino relaxava até ouvir uma voz do lado de fora. - Com licença senhor Hornee? Meu nome é Joana, trouxe roupas novas para o senhor, deixarei em cima da cama. - A voz dizia do lado de fora do banheiro e soava de maneira gentil.

Joana:
 

A empregada era responsável pelo cuidado daqueles quartos e dos hóspedes, especialmente quando Mr. Badmoney ia até o local para suas visitas rotineiras ou seus encarregados. Ela estava limpando o rastro de sangue deixado pelo mink quando o viu saindo do banheiro. - Ah, se eu puder fazer algo pelo senhor, para comer ou até uma massagem é só pedir. - Ela disse de maneira gentil para ele enquanto se curvava de maneira respeitosa antes de voltar a limpar o local. Já havia se passado uma hora e meia desde que o Aproximador havia levado o corpo para o IML e ainda nem sinal de vida do homem. Ao lado de Hornee sobre a linda cama havia a escrivaninha com o Den Den Mushi sorrindo como de costume e uma lista de serviços de quarto, poderia usar seu tempo para descansar, comer ou mesmo pedir por algum serviço especial do catálogo, que por incrível que parecesse, tinha alguns serviços não muito ortodoxos ( ͡° ͜ʖ ͡°), o que faria qualquer rapaz ficar impressionado com a qualidade que Mr Badmoney oferecia em suas instalações. Enquanto Hornee aproveitava seu luxo e descanso, O Aproximador caminhava até a sede da empresa.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 8 EmptySex 12 Out 2018, 23:39


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LAS CAMP / POST 34


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*Justiça seja feita, ao mesmo tempo que critico as instalações do andar inferior, devo elogiar estas daqui*. Eu estava surpreso com as acomodações e não era para menos... por mais que eu fosse considerado um dos homens mais importantes de Mr. Badmoney e até mesmo o seu "xodó", eu não imaginava que algum dia eu teria um tratamento V.I.P. desses em alguma instalação da Badmoney's.


John tinha me recomendado este quarto e eu concluía que ele estava satisfeitíssimo com o meu desempenho. Afinal, assassinar sorrateiramente um sargento da Marinha, levar de brinde dois membros do Exército Revolucionário que compravam armas com a concorrência e ainda por cima dar conta de um traidor dentro de nossa própria empresa era algo que impulsionava meu orgulho pessoal à um ponto estratosférico. Até eu mesmo estava satisfeito com minhas conquistas.


Refletindo o que passei por Las Camp, as pessoas que conheci, as pessoas que enganei e as pessoas que matei, deduzo que foi uma experiência deveras divertida. Sorriria e deixaria as gotas do chuveiro chocarem-se com minha cabeça dura enquanto eu deixaria todo o sangue em meu corpo escorrer pelo ralo do box.


Uma menina educada, porém um tanto quanto intrometida - *Como assim entram sem aviso?* - deixa roupas novas para mim - *Ahhhh grife Badmoney's... não espero por menos*.


Terminaria tranquilamente meu banho enquanto tentava imaginar o luxo que deveria ter na suíte principal do Mr. Badmoney se a que eu estava já era boa demais. Quem sabe algum dia eu não consiga um cargo importante o suficiente para conhecê-la também? Vou trabalhar duro para que o dia que meu patrão precisar passar o bastão, eu seja a escolha óbvia.


Sairia do banho enrolado em uma toalha pois eu precisava manter minha elegância e eu jamais colocaria roupas sujas após uma boa ducha. Como imaginado, a humana era educada e me oferece algumas opções de serventia - *Já sei até o que pedir...*.


Sentaria na cama e, encarando a garota, apontaria para meu ombro que tinha sido perfurado por Holff durante nossa luta. Nesse momento é possível que o ferimento já até tivesse estancado, mas não custava nada um tratamento adequado e conveniente. Após a moça tivesse cuidado de meus ferimentos, caso ela tivesse entendido, eu viraria de costas e apontaria com o polegar em meus ombros, colocando a palma das mãos em cima deles em formato de conchinha e apertando levemente induzindo um pedido de massagem - *Adorei a sugestão... fazer o que se eu amo ser tratado com regalias? Estou me sentindo um REI!*


Era uma pena que nem todo mundo entendesse código morse. Pelo fato de eu ser mudo, o uso de um Den Den Mushi para mim se tornava muito limitado se meu interlocutor não conseguisse interpretar mensagens codificadas e essa chance era remota - *Ou será que eles anteveram isso?*.


Após os serviços da donzela Joana terem sido concluídos, eu escreveria em um bilhetinho um pedido singelo juntamente com um agradecimento. A base para manter o respeito é ser respeitado e eu acreditava muito nisso. Desse modo, cada vez mais conquistaria sua confiança:

Papelzinho:
 



Por via das dúvidas, eu acordaria o Den Den Mushi e solicitaria um pedido simples - *Mas delicioso* - que seria um café. Meu pedido seria feito usando código morse para garantir que, caso eu precisasse utilizar o telefone para alguma emergência, o meu ouvinte conseguiria se comunicar comigo à contento. Porém se a filial de Las Camp não tivesse antevisto essa minha necessidade, eu não ficaria emburrado ou irritado... afinal, eu estava feliz demais naquele lugar para reclamar muito de detalhes.

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