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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

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MensagemAssunto: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySex 20 Jul 2018, 18:58

Relembrando a primeira mensagem :

♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hornee. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySab 15 Set 2018, 16:00


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 25


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É sério mesmo que chamaram um ukelelista que nem cantar música boa sabe pra assassinar um sargento - *Quer dizer... ermmm... investigar! Ele vai investigar!* - ? Se nem eu mesmo sei como posso ser eficaz nessa empreitada, no que este cara pode ajudar? Tenho minhas dúvidas de que até para assumir uma culpa numa eventualidade, como o próprio cara de cabelos castanhos disse, ele pode acabar nos dando dor de cabeça...


Eu balançaria minha cabeça negativamente com veemência quando Liese desse uma bronca naquele recruta que seria meu outro aliado na missão. De fato eu concordava com ela, mas eu ainda estava incrédulo que trazer alguém de fora da Badmoney's pudesse ser de alguma serventia... afinal, a reputação e o orgulho do meu patrono é o que mais estava em jogo aqui.


Provavelmente surpresa com a constatação de que eu era mudo, a garota Liese me responde o paradeiro do meu auxiliar, que ali dentro do quartel era na verdade quase como um superior. Ela talvez tivesse pena pela minha limitação física mas isso é porque ela não fazia ideia do que eu era capaz... cerro meus punhos com força imaginando o pescoço de Pou Pay entre meus dedos - *Agora que sei o motivo do extermínio, é que tenho mais raiva desse sargento mal agradecido...* -. Iria mostrar a retribuição exemplar que se recebe ao trair a confiança de Mr.Badmoney.


Já me animava para tomar um novo café da manhã quando a agente dissesse que o Aproximador estava por lá, até revelar que na verdade ele nos aguardaria do lado de fora, murchando completamente minha face animada por quem gostaria de comida apesar do conformismo - *Bom... melhor assim... vai que ele pede que eu pague o café de novo!*


Balançaria a cabeça com um sorriso simpático no rosto repleto de compreensão quando Liese mencionasse que o quarto seria interditado pela reforma. Eu era mudo e portanto poderia parecer introvertido mas não era essa a realidade... quem me tratasse com respeito iria receber o meu respeito e consideração pagos na mesma moeda. Compreendia que aquela instalação estava em maus bocados - *Afinal, isso não é uma das filiais da Badmoney's...* - e reformá-la para melhor me atender me deixaria feliz. Não estava com pressa para isso.


Meus olhos brilhariam como estrelas em um céu escurecido ao ver que o Aproximador havia guardado um pãozinho com queijo para mim - *E além do mais de graça!*. Sorriria com os lábios colados balançando depressa minha cabeça para cima e para baixo em tom de agradecimento. Eu só não entendia o porque da piada... sou um bode... o que mais tomei na vida foi leite de cabra. O olharia com cara de paisagem não porque estava nervoso com a piada, mas porque pra mim ela simplesmente não fazia sentido.


Já Han, por outro lado, se demonstrou ofendido com a brincadeira do Agente B e retrucou pedindo respeito para mim - *Talvez esse cara não seja tão ruim assim... gostei dele!*. Mal sabia eu que na verdade o desgraçado só estava resmungando porque era ele que queria ter feito a piada. E eu continuo sem entender qual era ela!


Eu daria um tchauzinho para a agente simpática enquanto ela se despedia e virava as costas para ir embora. Já o Agente B parecia que comeu "bobitos" no café da manhã... eu realmente não entendia porque ele estava tão animado contrastando com os dias anteriores. A única possibilidade que vinha à minha mente era seu nervosismo por estar no deadline tanto com Badmoney quanto com o Agente A. Já eu estava tranquilo pois tinha ainda alguns dias de prazo e tinha acabado de entrar no Governo Mundial... mas é claro que se eu pudesse resolver tudo hoje e melhorar o prestígio com meus patrões, eu o faria. A única corda que poderia estar no meu pescoço é se Pou Pay descobrisse meu plano - *Ai eu realmente estaria em maus lençóis...*.


Um sorriso para mim bastava. Minha mensagem estava repassada e, como não houve nenhum tipo de dúvida ou questionamento era como eu planejava prosseguir a partir dali. Porém, todo plano possui seus improvisos no meio do caminho, e o nosso era dar de cara com Pou Pay já na feira logo antes do porto. Eu lembrava muito bem que ele tinha ao seu dispor homens se passando por civis que funcionavam como olhos em tudo quanto é canto. Nós tínhamos que passar despercebidos e qualquer sinal indicando que o estávamos perseguindo poderia ser o último...


Portanto, eu procuraria analisar friamente o ambiente mas sem dar bandeira que eu estava procurando algo específico. Na verdade, eu tentava analisar os transeuntes para identificar qualquer coisa que os ligassem como homens de Pou Pay para que assim eu pudesse evitá-los. Ao mesmo tempo, eu olharia de relance para o sargento tentando notar alguma atitude suspeita que pudesse entregar algo sobre sua clientela, sua base ou sobre a venda que ele realizaria hoje no porto.


Se por algum motivo nosso alvo reconhecesse o Agente B como companheiro de profissão e caminhasse até nós, eu me apresentaria mantendo uma expressão séria e afirmando com a cabeça caso meu aliado me apresentasse como novo recruta do Governo e completando que eu fosse mudo - *Pelo menos é o que eu esperava que ele fizesse*.


Conseguindo notar que Pou Pay não tinha ninguém à espreita do local, eu tentaria o seguir me ocultando no meio da multidão para tentar supor a direção para qual ele iria e tentar descobrir sua base. Por mais que ele fosse um sargento graduado, lutar contra três ao mesmo tempo era demasia caso ele nos atacasse e não tivesse ninguém observando sua movimentação. Mas eu lembrava que ele não gostava de deixar nós soltos e indubitavelmente teria algum guarda costas de backup.


Se o alvo continuasse pela feira, eu escreveria um papelzinho para o Aproximador e para Han, informando que eu tomaria a dianteira e iria diretamente para o porto para estudar o local que seria feito a troca de arma, buscando pontos estratégicos para esconder ou algo pesado no topo de algum contâiner ou edifício que pudesse ser empurrado em cima do sargento matando-o de vez. Se nada do tipo tivesse à disposição, eu tentaria me esgueirar para encontrar algo que pudesse ser utilizado para melar a negociação como um alto falante ou uma cabine de comando.


Papelzinho para Aliados:
 



A única certeza que eu tinha no momento é que enfrentar Pou Pay diretamente era quase como praticar suicídio. Portanto, eu precisava encontrar alternativas que me permitissem matar alguém mais poderoso e influente do que eu sem levantar suspeitas, seja parecendo um acidente ou seja fazendo com que ele fosse morto pelos próprios clientes.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySeg 17 Set 2018, 09:49


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino


Embora os três homens tivessem suas características e maneiras de pensar diferente, suas personalidades se encaixavam de certo modo a um todo. O Agente B riu com a piada de Han a respeito de seu companheiro Mink. - Ele não fala ‘’bodês’’, apenas não fala mesmo, ele é mudo Han. - Disse o homem dando uma singela risada enquanto caminhavam. Han estava a disposição de seus companheiros e ao notar a movimentação e a vida na feira o fez se sentir mais à vontade. O dia quente ficava aos poucos mais abafado naquele mundaréu de pessoas.

Han não estava entendendo muito o plano de ação de seus companheiros e aparentava não reconhecer Pou Pay, pobre homem, mal desconfiava das mentiras e entranhas ruins que a Badmoney poderia oferecer. Sem delongar, Hornee escreveu um pequeno bilhete e entregou ao Agente B e a Han. O bilhete era simples, o chifrudo iria na frente até o porto e assim o fez, esgueirando-se com cuidado entre as barracas da feira e por sorte, não foi notado pelo seu alvo que, a essa altura, estava ainda ocupado com as coisas da feira.

Pou Pay era um homem de certo bom gosto para fumo, e estava a frente de uma barraca que vendia tabaco de vários tipos para diversos gostos. O Agente B estava ao lado de Han, observando tudo e logo disse para o homem: - Então, talvez devêssemos seguir o Pou Pay, mas sem levantar suspeitas, o que acha? - Ele perguntou dando um sorriso de canto para o músico.

Enquanto isso, Hornee chegava ao porto de maneira ágil, viu por ali alguns homens descarregando um navio, muitas caixas grandes e algumas pessoas mal encaradas que com certeza não eram marinheiros. Teve a ideia de esmagar Pou Pay com uma daquelas caixas e fazer tudo ser um possível acidente. Observando bem, pode ver um guindaste grande que trazia as caixas maiores do barco até o porto. Talvez se pudesse controlá-lo, poderia conseguir um belo estrago.




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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySeg 17 Set 2018, 13:56

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Post 11
Las Camp
Porto
Clima sol forte
Tempo Manhã


O trio começava os preparativos para a missão. Han ainda não sabia o que deveriam fazer, então optou por seguir o fluxo e tentar decifrar no decorrer. Descobrir que o caprino era mudo não foi surpreendente, o que realmente lhe chocou foi o método usado para troca de informações: papel. Para um comediante, tal veículo de comunicação seria um prato cheio de piadas.

Um bode mudo que se comunica através de escrita. Essa situação toda já parece um código militar: “o bode mudo entregou o papel. Afirmativo!”.

A informação transmitida era bem simples e direta: o agente usaria de furtividade para vigiar o perímetro e conseguir informações. Sim, porque um bode bípede com roupa social é super discreto. Ninguém vai reparar, mesmo. Com toda a certeza.

O agente responsável orientou Dom sobre sua função e embora fosse um bom plano, não tinha o “toque artístico” que o músico gostaria. Mas agora terá.

Não se preocupe, chefe… a melhor maneira de esconder algo é manter à plena vista. Tipo essa meleca aí na porta do seu nariz. Faz a gente esquecer a sujeira no seu dente e o seu problema sério com acne.  

E com a flauta nas mãos, próxima da boca o suficiente para ser assoprada, porém, não beijada, o músico iniciou uma melodia animada enquanto dançava ao som de sua própria música. Saltando de um lado para o outro e aproximando-se de quem estivesse em seu caminho, ele tentaria atrair e conquistar os transeuntes enquanto lentamente se aproximava do alvo. Enquanto estivesse agindo como um músico, dificilmente causaria alguma sensação estranha ao alvo da missão.

Para Han, tocar e dançar era algo bastante comum, embora não tivesse técnica alguma para dançar. Ele simples deixava seu corpo ser guiado pela música e usava de sua atuação para trazer novos espectadores e capturar sua total atenção. O modo esquisito de pular de um lado para o outro poderia causar risos, entretanto, era proposital, afinal quanto mais circense fosse, mais chances de obter êxito em sua tarefa.

Vamos lá, gente...    

Usaria a voz nos intervalos da canção para poder entreter e motivar aqueles que o vissem. Sem o músico saber de nada, o bode começou o planejamento do assassinato e se tudo desse certo, Dom estaria entregando o alvo de bandeja.

A próxima música, eu posso garantir a vocês que é de matar!    

Na hipótese do alvo não se interessar pelo espetáculo, Han continuaria seu show, intercalando entre se manter longe e se aproximar, como se estivesse realmente fazendo isso para todo o ambiente. Dessa forma, estaria de olho na missão e executando sua arte, duas coisas que lhe agradavam mais do que mulheres depiladas.

Caso alguém tente matar outra pessoa na sua frente, tentaria impedir imediatamente, usando sua agilidade para tirar tal vítima de sua situação de risco. Por ser Agente, tal atitude era esperada. Se alguém tentar lhe matar com uma bigorna/caixa vindo de um guindaste na cabeça, chamaria os advogados da Warner para processar por plágio.

Que que há, velhinho!? De repente bateu uma vontade de comer bolo… de… cenoura…  Enfim, ninguém vai morrer hoje… Exceto a democracia brasileira com políticos agredindo e mandando prender jornalistas… e inimigos de um certo partido vermelho porque tem a coincidência de aparecer assassinos desempregados com notebook, 4 celulares e hospedagem paga, além de advogados que andam com jatinho. E ainda querem falar que tem crise… só se for de rinite. Eu tenho crise de rinite, é complicado… mas não mata… diferente de sua piada machista… pera, me enrolei…  



Ponto-Situação do Personagem:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySeg 17 Set 2018, 21:15

~ POST NEGADO ~



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Devido a sua narração estar repleta de God Mod e em todos os seus posts da aventura não ter um único post que possa se considerar válido, a STAFF determinou que você deve retornar para a mini aventura para aprender um pouco mais sobre a forma como funciona o sistema de postagens do fórum. Após terminar a sua Mini-Aventura você está livre para recomeçar e criar uma nova aventura.

Você pode aprender um pouco mais sobre a criação de uma Mini-Aventura em[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e não se esqueça também de ler o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].




Aos demais podem continuar normalmente a aventura...

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySeg 17 Set 2018, 23:53


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LAS CAMP / POST 26


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Eu procuraria segurar a minha respiração enquanto me esgueirava cautelosamente por entre os transeuntes tentando não levantar suspeitas. Qualquer um deles poderia ser um auxiliar de Pou Pay então qualquer deslize poderia comprometer seriamente minha missão. Devido à distração de meu alvo negociando fumo e pela movimentação que havia no local eu julgo que consegui passar bem pelo local mesmo pertencendo à uma raça incomum para a região.


Mais feliz do que passar furtivamente pelo meu alvo sem ser muito habilidoso em tal arte, era ter entregue um papelzinho ao Aproximador dizendo como eu gostaria de proceder com o plano e inclusive mencionando que tomaria à dianteira. Isso demonstrava que mesmo tendo mais tempo de Governo Mundial e de Las Camp que eu, sentia que o poder estava nas palmas de minhas mãos e tal poder não foi apenas confiado por Mr. Badmoney, como pelo Agente A também de certo modo...  


De acordo com o Agente A, era no porto de Las Camp que o tráfico de armas para o Exército Revolucionário teria início. O bom estrategista sempre deve estar um lance à frente de seu oponente. Portanto, caso eu tivesse sorte de encontrar algum ponto estratégico para observar a venda de armas ocorrer, eu poderia obter informações privilegiadas sem precisar me envolver diretamente ou correr risco de um confronto direto. Além disso, poderia aproveitar a oportunidade para armar um plano e já eliminar Pou Pay de uma vez por todas ali mesmo.


Eu não estava me importando nem um pouco para a missão que o agente havia me passado. Meu chefe era Mr.Badmoney e portanto a missão prioritária era a sua - *Apesar delas terem coincidentemente se encaixado...*. Se eu conseguisse assassinar o sargento ali - *Mesmo à contra-gosto do Governo* - era só alegar um "imprevisto" e pronto. Afinal, quem precisa de um homem que trai as duas organizações a qual faz parte ao mesmo tempo?


Após chegar no porto eu pararia para analisar friamente as pessoas que lá estavam. Tanto marinheiros, como civis, comerciantes ou transeuntes. Aquela história de Pou Pay sempre possuir homens disfarçados de civis havia me pego em cheio... naquele instante eu não conseguia confiar nem mesmo na minha própria sombra!


Tentaria extrair alguma informação apenas observando as pessoas mal encaradas que poderiam ser criminosas e aliadas de Pou Pay. Uma arma escondida, alguma tatuagem estranha, alguma atitude suspeita ou um cuidado para transportar cargas além do normal que pareciam secretas. Após esta análise inicial, eu evitaria dar bandeira e ser identificado por qualquer uma dessas pessoas que fosse, ou que me encarassem como uma possível ameaça. Eu caminharia observando pelo porto como se fosse um turista ou cidadão de Las Camp o mais mundano possível, com as mãos nos bolsos e sem encarar por muito tempo diretamente nenhum lacaio que fosse.


*Ahhhhhh essas caixas! São perfeitas!* - minha euforia poderia ser percebida por detrás de meus óculos escuros que, além de me ajudarem com o reflexo cegante da luz solar, auxiliava a manter uma expressão neutra que não entregava minhas emoções com facilidades - *Uma vez li em um livro que os olhos são as portas para a alma...* - e eu acreditava que de fato eram... já que perceber as intenções de alguém com os olhos cobertos é bem mais difícil...


Matar Pou Pay esmagado por um caixote seria um acidente perfeito - *Do qual as pessoas poderiam desconfiar até, mas ainda sim seria um acidente... e... e... aquele guindaste parece ter vindo dos céus!* - meus olhos brilhavam de modo cintilante ao reparar que eu tinha até o maquinário necessário para elevar os caixotes pesados para concluir com meu mirabolante plano.


Todavia, havia três poréns dos quais eu me dava conta. O primeiro é que eu nunca tinha operado um guindaste anteriormente... eu precisava de um tempo praticando para me aperfeiçoar e garantir que tudo daria certo. O segundo é que eu não poderia ser visto operando um guindaste nem tão pouco o furtando... discrição era fundamental para o êxito. E por fim, guindastes são grandes e barulhentos... é muito provável que eu não conseguisse derrubar um caixote na cabeça do sargento sem que ele tivesse tempo para perceber e se esquivar.


Primeiramente, eu observaria ao redor do guindaste para analisar o quão vigiado ele estaria. Se a barra estivesse limpa, eu tentaria subir em algum ponto elevado como um caixote ou a própria cabine do guindaste para analisar os mecanismos com minha genialidade privilegiada e tentar compreender como se opera tal veículo; tanto melhor se tivesse alguém o operando no momento para que eu aprendesse enquanto bisbilhotava e aprendia o que cada alavanca e botão representavam. Se muitos olhares estivessem nas proximidades, eu procuraria me esgueirar atrás de um caixote ou parede de forma que eu obtivesse ainda sim uma visão privilegiada da cabine de operação, mesmo que não fosse tão perfeita como se a visse de cima.


Completando o primeiro passo, eu partiria para o próximo que consistia de ninguém me ver. Eu aguardaria em algum local quando o expediente tivesse se encerrado ou se só sobrasse apenas um operário presente no porto (do qual eu sorrateiramente iria arremessar uma shuriken em sua nuca, por trás, de modo rápido e indolor para incapacitá-lo, e procuraria esconder seu corpo dentro de algum dos caixotes) para que pudesse operar a máquina tranquilamente sem interferência externa, elevaria um dos caixotes bem em uma região central, da qual pudesse provavelmente ser o ponto de encontro para a troca de armas. Se o Aproximador ou eu próprio percebesse que o ponto de troca seria em outro local, eu iria o mais devagar possível controlar o guindaste para que fizesse o mínimo de barulho possível e o posicionaria próximo da cabeça do marinheiro traíra.


Por fim, tendo dominado o guindaste e preparado minha armadilha, eu ficaria oculto, agachado dentro da cabine de comando para que ninguém percebesse que poderia ter um operador lá dentro. Analisando friamente a posição do caixote, eu calcularia rapidamente sua provável região de queda por meio de sua sombra e posicionamento para então soltar de vez as garras ou ganchos que prendiam o caixote para esmagar Pou Pay com veemência.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptyQua 19 Set 2018, 11:19


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino


O brilho no olhar do mink era um reflexo de seu sucesso, porém, nada impedia que tamanha confiança pudesse ser subitamente virada do avesso. Longe do mink, o músico que teoricamente deveria ser o ajudante do corno se perdeu em meio a multidão em sua cantoria, deixando o Agente B sozinho, seguindo ao longe o Sargento alvo.

Hornee não sabia, mas estava sozinho ali e, pensava alto em como agradar o Sr. Badmoney o faria sentir-se orgulhoso consigo mesmo. Seus olhos se voltaram ao guindaste e, sabia que não poderia pilotar um daqueles sem o menor treino, assim, escondido atrás de uma pesada caixa, observava os homens e mulheres que passavam por ali até que fosse possível se ver outro mink, um macaco que estava sem camisa e carregava algumas caixas. O jeito despojado dos revolucionários não combinava nada com o jeito certinho e elegante do bode que observava o guindaste a cinco metros de si, com uma cabine vazia por hora, mas com muitas pessoas ao seu redor, que fumavam tranquilamente.

Estavam fazendo uma pausa. Dois minutos se passaram, e as pessoas logo saíram dali e foram em direção a um galpão ao lado. Pou Pay estava chegando no porto, com seus passos calmos, nem desconfiava que estava sendo seguido pelo Agente B. Hornee não teria a visão do seu alvo, mas teve a oportunidade de se aproximar mais do guindaste e de entrar em sua cabine.

Spoiler:
 

O mecanismo parecia complexo até demais para os padrões daquele porto. Perto da porta havia um escrito entalhado no metal: Made in Fasctory District. Aquele equipamento havia sido trazido da GL para os Blues, assim como o provável carregamento de armas. Hornee tentava se achar nos botões, e em sua procura, encontrou um pequeno manual de uso da máquina, mas ele levaria um certo tempo ainda para ler as instruções e utilizar o equipamento.

Ao sul, Pou Pay adentrava no galpão aonde os revolucionários que passavam um tempo a toa haviam ido. O Agente B estava escondido atrás de umas caixas logo atrás dele e por sinal, não havia visto a onde seu companheiro estava. - Caramba, cadê aquele bode… - Ele disse a si mesmo. O guindaste era de manobragem difícil e se Hornee insiste nele, só conseguiria pegar Pou Pay de jeito após a reunião dele com os revolucionários.






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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptyQui 20 Set 2018, 21:29


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LAS CAMP / POST 27


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Estava ali por um bom motivo. Eliminar traidores era, na minha humilde concepção, a melhor forma de demonstrar poderio diante de um orgulho ferido. Mr. Badmoney teve seu orgulho ferido de uma forma cruel e ingrata - *Talvez até mesmo burra...* - e era meu dever, como um de seus melhores homens, dar a cabeça de Pou Pay como presente. Porém, eu tinha plena concepção de que não seria fácil... essa era a missão mais difícil que eu me lembre de ter tido em toda minha vida.


Mas apesar de tudo a sorte sorria para mim cada vez mais e mais... primeiro foi ter o mesmo alvo indicado por ambos patrões, e agora eu tinha diante de mim o maquinário ideal para seguir com meu plano infalível - *Pelo menos é o que eu gostaria de acreditar*.


Felizmente o porto era o lugar ideal para traficar armas e ao mesmo tempo interceptar tal ação. Eu consegui me esconder atrás de um caixote e lá naquele vasto local provavelmente deveria existir dezenas de outros lugares para me esconder e armar minha arapuca pra pegar o sargento desprevenido. *Hummm... curioso...* - Eu imaginava que minks eram incomuns aqui nos Blues, e de fato talvez sejam mesmo... mas só de encontrar um ser que partilhasse minha raça, um bode talvez não se destacasse tanto assim ao ser avistado na multidão - *Continuo ainda querendo acreditar nos raciocínios que me vem à mente!*


Não tardou muito para que os trabalhadores - *Ainda não consegui concluir se eram civis ou homens do traíra* - fossem dar uma volta e largassem o guindaste ali, pleno para que eu o controlasse.


*UAU! QUE SORTE! - O maquinário era realmente complexo, mas um manual era tudo e mais um pouco do que eu precisava. Não acreditava ser inteligente estudá-lo ali dentro da cabine com a cabeça de fora, então eu iria procurar deitar no banco de forma que não pudesse ser visto ou encontrado por olhares curiosos. Se minha envergadura não permitisse que eu pudesse me ocultar dentro da cabine do guindaste, eu voltaria com cautela para meu esconderijo de origem atrás do grande caixote.


Vendo Pou Pay adentrar o galpão onde os "teoricamente funcionários" do porto estavam, eu aproveitaria para folhear o manual do guindaste e aprender como mexia naquele troço enquanto a reunião ocorria. Minha missão era clara: matar o sujeito. A missão de espionar o sargento era do Agente B e de Han, então não tinha motivos para eu deixar passar a chance de assassiná-lo ali mesmo em branco.


Porém eu me manteria atento à minha volta tentando procurar algum cara que pudesse ficar de vigília enquanto Pou Pay fazia sua reuniãozinha lá dentro do galpão. Tentaria evitar olhares de algum possível vigia enquanto circundava o galpão procurando alguma saída alternativa pela qual Pou Pay e os revolucionários poderiam escapar... não adiantava de nada eu preparar uma armadilha para ele na porta de saída se não fosse por lá que ele fosse sair!


Identificando com sucesso rotas de fuga para o sargento, eu tentaria bloqueá-las obstruindo a abertura das portas com algum pedaço de cano ou madeira que pudesse estar nas proximidades colocando-o na maçaneta. Se alguma saída do galpão fosse alguma estilo portão (como galpões costumam ter) além daquela de entrada eu começaria a deduzir que meu plano tinha chances de falha maiores do que o que eu gostaria que tivesse. Neste caso, eu procuraria pelo Aproximador e o músico doido para pedir para eles que impedissem a saída do grupo pelo lado oposto do galpão, obviamente do modo que eu conseguia: com um papelzinho e um sorriso cínico no rosto.


Papelzinho:
 



Tendo bloqueado as possíveis saídas com exceção daquela pela qual Pou Pay havia entrado, e tendo estudado o manual do guindaste por tempo suficiente para conseguir operá-lo, eu prepararia minha armadilha elevando um pesado caixote com o guindaste e o deixando logo acima da entrada do galpão do porto. Dessa forma, eu conseguiria fazer com que Pou Pay em algum momento passasse exatamente pelo ponto onde eu tinha deixado o caixote para soltar em cima dele e completando minha missão.


Conseguindo matar meu alvo com sucesso, eu aproveitaria o provável momento de surpresa que os presentes estariam desfrutando para que utilizasse todos os ensinamentos de Holff em corrida e saísse de lá o mais rápido possível olhando para os lados evitando que percebessem que eu fui o causador da matança e evitando ser identificado com a cabeça abaixada. Eu tentaria correr em uma direção oposta para que nem pudesse ser visto e tão pouco perseguido pelos sobreviventes.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptySab 22 Set 2018, 23:20


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino


A cabine era estreita para o Mink de quase dois metros de altura. Assim, ao avistar o manual, teve a ideia de lê-lo fora da cabine, assim, voltou para trás dos caixotes que estava antes ao seu lado. Tudo parecia tranquilo e assim que viu Pou Pay, pensou em bloquear as saídas de seu alvo dali, mas ele não havia reparado que o local não possuía janelas, apenas umas grande entrada principal e outra pelos fundos, uma porta corta fogo.

Spoiler:
 

Assim Hornee não teria tempo hábil para procurar algo para impedir a passagem pela segunda porta, pois o galpão era comprido e tempo é algo que ele não tinha mais quase. Assim, terminou de ler o manual, que mesmo com sua Genialidade aflorada, era complexo e exigia treino. O Agente B estava do outro lado do galpão, observando a entrada atentamente, e ouvia a voz de Pou Pay e das outras pessoas ali dentro.

- Vocês são revolucionários mesmo? Parecem um bando de zé ruelas haha - dizia uma voz masculina, Pou Pay. - É somos sim, passamos dias no mar para trazer essa carga em segurança, você deveria agradecer por isso, porque geralmente comemos carne de marinheiro no café da manhã - Uma voz masculina mais grave retrucava.

- Que seja! Vamos ao que interessa. - Pou Pay respondia, ainda atrás dos caixotes que havia dentro do armazém. Não demorou muito para o Agente B escutar sobre o carregamento, armas brancas e de fogo haviam sido roubadas e estavam a caminho das mãos dos revolucionários. Ele permanecia perto da porta, enquanto do lado de fora, o Caprino se ajeitava na cabine de comando do guindaste novamente, agora confiante de que sua leitura do manual renderia bons resultados. Os botões da máquina já não eram o monstro de 7 cabeças de antes, conseguia fazer o básico e, aos poucos movimentava a pesada máquina.

Com um pouco de transtorno, conseguiu agarrar a corda de uma caixa e leva-la a uma altura boa para despencar em cima de Pou Pay. Aguardou uns minutos antes de ver o sargento saindo do local pelo mesmo lugar da onde havia entrado. Os passos do homem eram calmos, mal sabia o que o aguardava. O Agente B viu a movimentação do guindaste e, ao olhar na cabine viu o amigo.

Não delongou a ir até o local, encontrando Hornee pronto para soltar a amarra do equipamento. Um estalo e logo a grande caixa se desprendia do equipamento, chocando-se com o chão e levando Pou Pay e dois revolucionários para baixo. Hornee em sua euforia, logo saiu do equipamento, passando pelo Agente B, que assustado com o barulho correu junto ao amigo.

Os dois se afastaram do porto, dando o melhor de si para correrem o mais rápido que podiam. Com um sorriso no rosto e arfando pela corrida, o Agente B se aproximou do colega e deu a ele três tapinhas no ombro. - É acho que agora está tudo bem. - Ele dizia com certa euforia na voz. Agora estavam livres para irem a onde quisessem sem se preocupar com a missão.

No porto, os revolucionários tiravam os destroço daquela caixa de armas que havia sido desprendida em cima de seus companheiros. Madeira, metal e pólvora se juntavam a sangue, e entre o alvoroço do porto, uma voz gritava: - HEY CHAMEM UM MÉDICO, TEM UM HOMEM VIVO AQUI! - Um milagre talvez, mas escapar daquela forma trazia consequências, mesmo vivo e respirando, o homem estirado no chão quente do porto estava quase irreconhecível.




Off:
 

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptyDom 23 Set 2018, 21:04


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HORNEE DIAMOND



LAS CAMP / POST 28


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Eu já tinha levado em conta que provavelmente a cabine do guindaste deveria ser bem apertada, já que não sou grande. Ao contrário do que eu havia planejado, o galpão não possuía mais de dois portões lembrando muito um daqueles porta-aviões. Isso em certo ponto era uma vantagem, pois o tempo urgia e eu não precisaria me preocupar muito em trancar saídas, mas por outro lado se Pou Pay escapasse pela porta dos fundos, todo meu plano iria por água abaixo e eu não teria tempo sozinho de conseguir trancar aquela outra saída.


O ideal seria ter investigado o porto e o local do tráfico de armas com antecedência. Mas por falta de tempo e informação isso não tinha sido possível. Corria contra o tempo para aprender a mexer num maquinário que talvez fosse a única vez na vida que eu precisaria operar, mas eu enxergo todo conhecimento como válido, principalmente quando dependo dele para cumprir algum objetivo em vista.


Eu não fazia ideia de onde meus aliados tinham ido parar, mas eu estava pronto para tentar me virar sozinho e assassinar o sargento utilizando apenas meu cérebro e minha sorte. Voltando agora para a cabine do guindaste, eu já entendia o básico do que precisava para operar aquele trambolho e finalizar a missão enquanto tentava atrair boas energias do universo - *Tomara que aquele palhaço saia por onde entrou!* - se é que o que eu estava realizando era uma boa ação... bom, pelo menos para mim era.


Procuraria vagarosamente mexer nos comandos e erguer uma caixa na posição correta para depois derrubá-la sobre a cabeça do sargento traíra. Tentaria ao máximo fazer movimentos simples para que o barulho de maquinário pesado não fosse percebido do lado de dentro do galpão e pudesse melar o meu plano - *Até porque, eu não pensei em outro...*.


Meu primeiro pensamento após derrubar o caixote em cima dos traficantes era picar a mula dali. Não tardaria para eles realizarem que aquilo não foi um acidente per se e começar a caçar o responsável - *Que era eu*. Correndo o máximo que pude e, finalmente, encontrei com o Agente B para corrermos juntos até uma distância que eu julgava ser segura longe de olhos curiosos. Ele parecia assustado e não era para menos, já que meu plano foi bolado de improviso e eu não consegui me comunicar com ele desde então - *E não era em um momento de fuga que eu iria escrever algo em meus papeizinhos...*.


Ao terminar nossa corrida, eu arfaria em exaustão apesar do treinamento de Holff por conta da emoção estar à flor da pele. Inclinado para frente e com as mãos nos joelhos eu fitaria o Aproximador e menearia a cabeça negativamente, discordando de sua afirmação - *Não... ainda não está tudo bem.*.


Uma das exigências de Mr. Badmoney era que eu trouxesse a cabeça de Pou Pay como prova de assassinato. Mesmo tendo matado ele, eu sai do porto de mãos abanando... mesmo que eu não literalmente o houvesse decapitado, eu precisava me certificar de que ele realmente estava morto para me apresentar para meu patrão com a cabeça erguida devido uma missão concluída em sua plenitude.


Rabiscaria um papelzinho para comunicar meu aliado da situação e que eu teria que voltar lá cautelosamente para me certificar. Mesmo que eu não retirasse a prova mortis lá naquele instante, eu teria que rastear o corpo para obter minha prova:


Papelzinho:
 



Meu papelzinho para o Aproximador pode ter contido uma combinação de palavras um tanto quanto grossas ou arrogantes. Não era de fato minha intenção, mas esse era um dos problemas de não poder se comunicar sem entonação de voz... um texto pode ser interpretado por diversas pessoas de diversas maneiras...


Todavia, eu sinalizaria para meu parceiro com o indicador em um "vai e vem" pedindo para que ele me acompanhasse. Eu andaria vagarosamente de volta para o porto olhando atentamente para galpões, caixotes, máquinas e navios para tentar evitar que alguém pudesse estar me observando ou procurando no caminho de volta. Minha atenção seria tanta que uma simples movimentação de sombras ou um barulho de passos ou de objeto caindo seria o suficiente para me fazer recuar e tentar me esconder atrás da primeira parede ou objeto grande o suficiente para ocultar meu corpo.


Eu evitaria ao máximo caminhar em um campo aberto sem ter como suporte algum local que pudesse me esconder com facilidade ou que me tornasse um alvo fácil. Tentaria retornar próximo ao local de onde forjei o acidente de um ponto de vista privilegiado, de preferência um elevado em cima de um caixote ou galpão que eu poderia tentar escalar de forma o mais cautelosa possível para evitar ruídos, e averiguar se o corpo de Pou Pay ainda estava lá ou se alguém estava no processo de transportá-lo.


Procuraria analisar também caso encontrasse mais pessoas ao redor, quantos revolucionários e quantos marinheiros ainda estavam presentes no porto para o contrabando. Eu sabia que nesse momento arrancar a cabeça de Pou Pay era o mais arriscado de tudo pois agora eles poderiam estar caçando um culpado e acidentalmente acabei levando dois revolucionários juntos, o que imediatamente me tornava inimigo dos dois lados da moeda. Sem analisar cautelosamente o ambiente e sua movimentação, eu não conseguiria bolar um plano para recuperar a cabeça sem me expor - *DROGA, DROGA, DROGA!*.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptyTer 25 Set 2018, 08:32


NARRAÇÃO
O Silêncio Caprino
Hornee sabia que o que havia feito ainda não era o que Mr. Badmoney queria. O cornudo arfava depois da corrida, e ao se encontrar com o Agente B, escreveu um papelzinho para o companheiro, que assim como ele, lutava contra o fôlego depois de correr o mais rápido que podia. O humano pegou o papel e ao lê-lo, concordou com o cornudo. - É, precisamos dessa prova. Estarei bem atrás de você meu chapa. - Ele dissera para Hornee e, antes mesmo que começassem a caminhar, ele o interrompeu novamente. - Ah ah, sobre o Músico… acho que por hora não podemos contar com ele, não o vejo desde que estávamos na feira, ele simplesmente pegou a flauta dele e foi embora… Então agora é somente nós dois. - Ele disse com um ar confiante para o amigo antes de se voltarem ao caminho que haviam percorrido anteriormente.

Os dois voltaram ao porto, observando os caixotes ali, as pessoas e toda a movimentação. Hornee estava agitado, eufórico, pois qualquer pequeno movimento em falso poderia expor sua localização. Alguns ratos corriam no local, se escondendo enquanto os dois passavam entre vielas e galpões. O clima no porto estava diferente, não era todo dia que alguém se acidentava e morria ali. O Caprino junto a seu companheiro conseguiram subir em uma escada atrás de um dos galpões que dava vista para o que estava acontecendo ali. Alguns marinheiros estavam no local, recolhendo os corpos dos revolucionários mortos e entre eles, o corpo de Pou Pay, também morto.

O único sobrevivente era um revolucionário. Hornee agora sabia que seu alvo, de fato estava morto. Mas isso não era o suficiente, Mr. Badmoney gostava de ‘’colecionar’’ os traidores de sua nobre causa. O corpo de Pou Pay estava bem disforme, mas o rosto ainda era reconhecível. Os marinheiros haviam colocado um tecido branco sobre seu corpo e o depositado em uma carroça, que provavelmente levaria o corpo até o ‘’IML’’ para averiguação da causa da morte para enfim, enterrar e fazer todos os outros procedimentos. Eram 3 marinheiros ali recolhendo os corpos e um outro inspecionando tudo, o porto estava cheio de curiosos que queriam ver o que havia acontecido.



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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino   ♤ Episódio 1: ◇ O Silêncio Caprino - Página 7 EmptyTer 25 Set 2018, 23:37


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LAS CAMP / POST 29


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Talvez por um simples lapso de memória - *Cuja acabei refrescando rapidamente* - o Aproximador concorda prontamente comigo após eu recordá-lo que para a conclusão da missão não bastaria apenas matar o sargento traidor, como teríamos também que levar a cabeça dele como prova para nosso patrono.


As palavras do meu aliado me davam certeza de duas coisas das quais eu já havia criado hipóteses anteriormente.


A primeira se tratava de saber que eu podia confiar nele e que, assim como eu, a missão da Badmoney's sempre seria a prioridade independentemente de qual fosse a ordem do Governo Mundial - *Tsc... Governo Mundial... se eles pensam que somos os fantoches da peça de teatro deles, nós somos o diretor da peça!* - e a investigação solicitada pelo Agente A pelo visto não seria mais necessária...


Já a segunda consistia em saber que, dentre nós dois, eu era o mais competente para liderar a dupla. O ajudante que o Agente B tinha escolhido além de não pertencer ao nosso grupo ainda era um pateta - *Humpf... francamente!* - e levei menos de quatro dias para fazer o que ele não conseguiu em algumas semanas. Sem menosprezá-lo! É claro... possui sua competência mas se ele é meu braço direito, eu sou o seu cérebro.


Não me julgava arrogante assim como não me julgava introvertido. Eu era apenas sincero... e mudo. Mas era bom saber que tinha alguém com quem confiar ao meu lado para as missões - *Para variar um pouco...*.


Apesar de eu me considerar um tanto quanto desajeitado e desqualificado para passar despercebido, consigo novamente sucesso - *Hoje é meu dia de sorte!* - sem ser notado pelos presentes no porto. E qual não era minha sorte em saber que matei um sargento usando puramente meu cérebro? - *Tomara que eu receba uma promoção por isso... pareceu fácil mas não foi!*


Apenas um revolucionário havia sobrevivido à minha armadilha e eu ajeitava meus óculos escuros com meus dedos em formato de pinça segurando a armação enquanto concluía que nem tudo é perfeito já que uma testemunha tinha sobrado. Mas nem tudo é perfeito e eram as palavras de um revolucionário contra as de um agente. Eu abriria um largo sorriso e puxaria meu paletó para baixo arrumando-o contente com meu desempenho e satisfeito com minha decisão de usar o Governo Mundial como peça em meu jogo.


Eu não tenho habilidade com palavras - *Por motivos óbvios* - então eu escreveria um papelzinho para o Aproximador e imediatamente o entregaria para leitura do mesmo. Dessa vez ele teria que se fazer passar por um agente bonzinho e prestativo para desviar o caminho de Pou Pay do "IML". Meu papel seria de apenas acompanhá-lo como papagaio de pirata - *Ou de agente, no caso* - e acenar em concordância para o trio de marinheiros que recolhiam os corpos.

Papelzinho:
 




Acompanharia o Aproximador na enganação dos marines. Ele já era uma figura conhecida na cidade e mal sabiam eles que meu amigo era tão corrupto quanto o homem que haviam acabado de jogar um pano branco sobre - *Quando o assunto é Badmoney's, missão dada é missão cumprida*.

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