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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Ponto de equilíbrio!

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MensagemAssunto: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyTer 10 Jul 2018, 23:47

Relembrando a primeira mensagem :

I - Ponto de equilíbrio!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Linda Von Paumgartten. A qual não possui narrador definido.


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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyTer 11 Dez 2018, 01:22

Linda vestiu o uniforme de agente que ela tanto esperava, aquilo fez bem para a garota e para sua auto estima, enquanto se arrumava na frente do espelho um sorriso discreto estava ali chamando a atenção. “É eu fiquei Linda com essa roupa.” O sorriso discreto agora já não era mais discreto, mas não era hora de mais comemoração, era hora de respirar fundo e partir para a próxima etapa, ou melhor, para a próxima missão. “Pensando bem a comandante não me disse um local específico para encontrar ela.” A garota pensava coçando a cabeça. - Puts eu não sei nem o nome dela!!! - Falava em voz alta na frente do espelho enquanto colocava a mão na testa. face palm 2

Após caminhar sem um rumo específico pelo QG da marinha enquanto procurava pela comandante que ela também não sabia o nome, algo chama a atenção de Linda que fica meio confusa, um grupo de marinheiros aparece e passa por ela carregando pessoas em macas. “Será que esses eram possíveis novos recrutas? Ainda bem que o meu teste foi bem tranquilo, apesar de cansativo.” Aquilo chamou atenção da garota que por alguns segundos seguiu andando sem olhar para frente, o que se mostrou ser algo erra a se fazer, principalmente em um corredor onde pessoas apressadas estão passando. “Ai carai que porra foi essa.” O impacto de acertar uma parede ou aquela pessoa provavelmente era o mesmo e a garoto por um momento fico meio confusa e desnorteada. Ao ser indagada, Linda se sentiu um pouco acuada, o homem tinha uma voz que impunha respeito e parecia que mesmo em uma conversa informal ele estava dando uma ordem.

- Sim… Sim senhor... terminei meu teste de recruta a alguns minutos atrás… Agora estava a procura da comandante para receber minha missão. - Linda olhava em volta a procura da comandante, tentando sair daquela situação estranha onde o superior aparecia pedindo sua ajuda logo após pessoas passarem carregadas por uma maca. Com o tempo linda entender do que se tratava felizmente para ela não seria algo tão complicado, a garota precisava lutar contra recrutas que provavelmente lutariam ao seu lado logo logo, na cabeça dela não era uma forma muito legal de se começar mas ordens eram ordens.

Era hora de escolher sua arma, naquela parede cheia delas, e Linda procurava botas de metal, caso não encontre seria algo de um couro bem grosso e resistente. A garota vestia as botas e batia com a ponta do pé no chão como se estivesse ajeitando as botas, da umas pequenas batidas com a sola no chão para deixar a bota perfeitamente encaixada nos seus pés, e então se colocava na frente do garoto, a uma distância segura fazendo uma reverência enquanto Gabriel Reyes não dava a ordem de início.

A garota sabia que precisava se cuidar com o bastão do garoto, não iria subestimá-lo somente por ser uma criança e sabia que precisava manter uma distância bem curta devido ao bastão que era melhor em médio alcance, o que não o tornava inútil a uma distância muito curta. Primeiramente após o sinal para iniciar o combate, a garota daria uma investida para encurtar o máximo possível a distância entre eles e se manter o mais próxima do garoto, tentando limitar os seus golpes como bastão. Conseguindo se aproximar sem problemas ela tentaria um golpe duplo, onde daria um pisão no pé direito do garoto ao mesmo tempo em que dava uma cotovelada no queixo.

Durante a investida o garoto provavelmente tentaria algo contra ela então ela estaria pronta para se esquivar de seja se abaixando do golpe ou dando um pequeno salto para trás, como ela não queria manter uma média distância do garoto, caso fosse necessário se esquivar saltando para trás, Linda utilizando de sua noção exata do tempo e de sua velocidade, novamente iria encurtar a distância entre os dois, mas neste caso ela como ela não tinha um caminho maior para encurtar, Linda somente voltaria dando um chute no peito do garoto, e se aproximará dele novamente caso o garoto se afaste após o chute.

As esquivas da garota sempre estariam focadas em se manter próxima ao garoto para dificultar golpes mais potentes e efetivos do bastão, manter curta distância era sua estratégia, mas ela sabia que com uma média distância suas pernas também seria mais efetivas, então caso veja uma oportunidade de um golpe a média distância, a garota daria um chute rodado focando seu calcanhar na cabeça do garoto. No caso de não consiga um golpe a média distância, ela se manteria a curta distância se esquivando, seja se abaixando, com um pequeno salto para trás ou se deslocando para a lateral do garoto, e sempre contra-atacando com chutes nas pernas do garoto, tendo como prioridade principal os joelhos do garoto, caso não consiga focar os joelhos o foco seria a lateral da panturrilha ou as coxas. Além dos chutes ela tentaria socos focados na região do abdômen e do rosto do garoto, no caso de estar na frente dele, já no caso de estar atrás ou ao lado do garoto, o foco dos golpes seriam nas costelas do garoto e na nuca dele.
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyQua 12 Dez 2018, 01:14



NARRAÇÃO




Cena: Czar

O cenário era adaptado para um combate um contra um, o ruivo não viu problemas para encontrar um par de manoplas confortáveis porém simples, não possuindo um peso que atrapalhasse sua movimentação enquanto seu oponente decidiu por continuar a usar de seus punhos enfaixados. O loiro assumia uma postura mais séria e mais focada diferente de antes onde ele parecia mais relaxada e completamente desligado do mundo ao seu redor. - Vamos começar com isso então. - Pronunciou o agente semi cerrando o seu olhar, aquilo era tudo que o ruivo esperava, um ponto de largada, com um sorriso no rosto Czar avançava com tudo dando a impressão errada dos motivos de suas ações, alguns diriam que ele era um idiota em avançar de maneira inconsequente expondo sua guarda daquela maneira, mas a verdade é aquilo era o que lhe restava, sem muita energia para poder estender muito uma luta ele teria que acabar com aquilo rápido usando de toda a sua potência, um plano ousado mas ainda assim um plano.

Seguindo por essa rota de combate Czar só viu o seu oponente avançar contra ele com a mesma velocidade como se tivesse pensado o mesmo que o ruivo mas antes que se encontrassem no meio daquela sala o loiro se jogou para frente apoiando as duas mãos no chão e levantando ambas as pernas como em um salto mortal para frente. - BEGONE THOT!!! - Completando o giro de seu corpo um pé acertava a testa de Czar enquanto o outro acertou os olhos o sujando um pouco com terra, o golpe do loiro não tinha sido exatamente forte por talvez ele não ser muito ambientado em chutes mas aquilo era o suficiente para atordoar um pouco o ruivo devido a pancada em uma região sensível. A movimentação tinha sido rápida em um segundo Czar se viu avançando, no outro viu o oponente dando uma pirueta e agora via flash estranhos em seu campo de visão sendo que ele também sentia um pouco de terra em seus olhos. - Vir igual maluco para cima de seu oponente sem saber como ele luta é a mesma coisa que correr para cima e uma armadilha. - Falou o loiro em algum canto da sala mas Czar ainda estava um pouco confuso para definir.

O agente voltou a ficar calado mas antes mesmo que o ruivo pudesse se tranquilizar ou se estabilizar novamente ele sentiu um golpe, um soco contra seu abdômen, um segundo golpe era executado também no abdômen só que dessa vez com um pouco mais de força o fazendo cair sentado no chão em vista que ele já estava um pouco desequilibrado, sentado os seus sentidos começavam a voltar, os flashes em sua visão sumia, o ambiente ficou mais nítido e a sua frente ele pode ver seu oponente andando de um lado para o outro, calmo, apenas observando e analisando Czar com um olhar afiado. - Pronto para tentar outra vez? Com um pouco mais de precaução talvez? - Falou ele arqueando uma de suas sobrancelhas.

OFF:
 


Cena: Natasha

Chegando na sala Naty se via em uma ambiente espaçoso e apesar de fechado ali ainda passava uma sensação de liberdade onde ela poderia treinar ou dar tudo de si, o teto era alto e toda o assoalho de madeira estava perfeitamente alinhado ao nível do solo não possuindo uma fenda espaçosa o bastante para fazer com que alguém tropeçasse ali, o espadachim já ia se colocando de um lado da sala esperando que a candidata se aprontasse escolhendo as armas que utilizaria, ele não parecia se incomodar com a quantidade de armas que Natasha escolhesse usar já que o objetivo ali era avaliar a habilidade de combate de cada um, se ela dissesse que ia se armar com tudo que tinha ali o rapaz muito provavelmente ia continuar não ligando para a escolha dela. A ninja conseguiu se armar com uma ninjaken e uma neko-te fazendo o rapaz levantar uma de suas sobrancelhas talvez surpreso por identificar o estilo de combate de sua oponente. - Acho que estamos prontos então, vamos começar. - Suas palavras eram desprovidas de emoção deixando o silêncio dominar a sala de uma maneira mortal após tal frase ser dita.

O rapaz já sacou sua katana e disparou em uma corrida contra a kunoichi, Naty contou os segundos em sua cabeça aproveitando de sua noção de tempo e com a aceleração ela conseguiu executar sua movimentação em uma velocidade considerável mas seu oponente também parecia ser alguém experiente em combate, no último momento a katana do espadachim se chocou contra a ninjaken em um movimento de baixo para cima fazendo o tinir das lâminas ecoar pela sala, a gatuna continuou sua movimentação subindo a lâmina de sua arma mas o garoto também fazia o seu movimento empurrando a arma dele para o lado evitando o ataque, a ninjaken raspou na katana do inimigo de Naty mas por fim o golpe era repelido abrindo um pouco da guarda da candidata a agente, o rapaz já executava um golpe na diagonal descendo a lâmina de sua katana após repelir o ataque de Natasha mas a gatuna usando de seus reflexos afiados no treinamento de sua organização conseguiu escapar do contra-ataque de seu oponente impulsionando-se para trás.

A mulher tinha feito uma boa leitura de combate mas sem dar fôlego e tempo para seu inimigo pensar ela voltou a acelerar em um dash contra o espadachim, desta vez ela investindo fazendo uso de suas neko-te e o rapaz mantendo uma postura firme como um samurai defendeu o golpe de Natasha posicionando sua katana em frente ao seu corpo, ele ficou em uma posição difícil para quem estava enfrentando uma oponente com arma nas duas mãos mas isto não parecia incomodá-lo, ainda sério e tranquilo ele manteve sua atenção e foco na luta podendo perceber um segundo ataque, ele deu um passo para frente empurrando a mão armada com a neko-te de Natasha e por um momento ficando um palmo de distância da gatuna mas isso não durou muito, antes que ela pudesse concluir o segundo ataque o rapaz girava como em um passo de dança passando pelo lado oposto ao ataque de sua inimiga e parando atrás dela, tudo aquilo tinha sido rápido como em uma fração de segundos e antes que ela sequer pudesse considerar em se virar, a gatuna pode sentir o ferro frio passar cortando parte de sua panturrilha.

A dor do golpe a obrigava em cair em cima de um de seus joelhos, seu oponente atrás dela dava um passo para trás talvez deixando que ela se recuperasse daquele golpe. - Isso foi… Interessante, não esperava que tivesse reflexos e sentidos tão afiados, quem te treinou? - Perguntou o rapaz genuinamente curioso em como a ninja tinha desenvolvido as suas habilidades. - Não sei bem o que fazia antes daqui mas me parece que você não possui muita experiência em combate, talvez se estivesse enfrentando um agente comum você teria ganho na sua primeira investida. - As palavras pareciam gentis mas seu tom era apático o que tornava dificil de saber se ele estava ou não sendo gentil com Natasha.


Cena: Linda

A agente facilmente encontrou armas que atendiam os seus requisitos, um par de botas feitas de um couro negro e de cano curto, apesar de ser completamente de couro ela sentia que a ponta da bota e a região do peito do pé possuia uma camada leve de ferro por debaixo do couro o que provavelmente seria muito útil para causar dano. - Você vai usar uma bota, que estranha! Um monte de arma daora e você pega um sapato, que doidera!, acho que subestimei a vaidade das mulheres. - Era difícil saber se a criança falava aquilo de propósito na tentativa de provocar Linda ou se ela era simplesmente irritante de natureza mas o fato era que ele dizia aquilo com um sorriso bobo no rosto exibindo todos os dentes de sua boca.

O agt. Reyes notava que ambos estavam prontos e assim que um se colocou na frente do outro ele pegou um relógio no bolso de sua calça. - Certo, podem começar. - Mesmo o superior ditando aquelas palavras de uma maneira calma com quase nenhuma vontade a ordem tinha sido dada e Linda a executava, a lutadora disparou avançando contra a inocente criança que ainda parecia rir de seu próprios comentário e por isso se surpreendia com o ataque da ruiva, conseguindo desviar do pisão por puro instinto, o rapaz arrastou o pé que seria o alvo de Linda para trás em um passo rápido fazendo a agente pisar com força no assoalho. - Espera eu ainda… - Antes que ele pudesse completar sua fala Linda acertou uma cotovelada no queixo de seu oponente, não parecia ter sido um golpe que geraria muito dano mas serviu para afastar um pouco o rapaz e talvez incomodá-lo um pouco.

A criança dava um segundo passo para trás devido ao impacto do ataque mas ela rapidamente se recuperou praguejando um pouco em um tom mais baixo evitando que Linda pudesse escutar, se apressando o rapaz se recuperou girando o seu corpo e executando um pequeno salto, o salto fazia com que seu giro mudasse a movimentação da arma que de começo era algo horizontal da esquerda para a direita, mas com o salto ele girava o seu eixo de gravidade fazendo com que o golpe se tornasse de cima para baixo fazendo uso de alguns dotes acrobáticos. A ruiva entendia que o ideal era não gerar distância de um inimigo que tinha o alcance de médio de ataque enquanto ela tinha um alcance curto, no entanto, ela também entendia que apanhar por uma criança com um pedaço de madeira também não seria nada legal, quase de uma maneira obrigatória a mulher saltou para trás deixando que a ponta da arma de seu inimigo batesse contra o chão criando ali uma janela de tempo para ela agir, fazendo uso de sua aceleração mais sua noção de tempo Linda avançou antes do pivete ter chances de puxar sua arma e acerta-lo com um chute entre os peitos imediatamente o jogando com as costas contra a parede. - O- Okay… Já aqueci, vou lutar sério agora. - Falou ele depois de recuperar o fôlego de maneira rápida e voltar a manejar sua arma.

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyDom 16 Dez 2018, 05:08

A batalha continua.


Não era fácil prosseguir o combate o homem em questão era realmente proficiente, e sabia o que estava fazendo, porém não era apenas isso, ele reconhecia um combatente quando encontrava um e claro eu não podia deixar ele sem uma resposta apropriada para o que ele me questionava. Ivan Stardust Buletrov, é o nome do homem que me treinou. Um mestre honrado.- diria com a mesma frieza de sempre, o olhar parado e morto. Apesar disso tudo, eu sentia algo estranho por dentro, era como se eu soubesse no fundo que ele estava no fim, arruinado após aquilo, aquele momento era a primeira vez que eu sentia essa sensação, que eu compreendia do que se tratava.

De todo modo, fosse como fosse, eu tinha um legado a carregar, não era isso que iria me parar ali, eu precisava seguir aquele combate, logo levantaria mesmo que sentindo a dor na perna, aquilo machucava e sabia que reduziria consideravelmente meus movimentos, por isso agora evitaria usar ela para me mover em longas matrizes. A dor nunca foi um problema para mim, eu costumo a ignorar, porém mesmo essa capacidade não é absoluta e as respostas cerebrais sempre travam um pouco os movimentos. Eu primeiro de tudo testaria meu apoio assim que estivesse de pé, vendo o quanto aquilo me afetava.

Logo após notar o quanto aquilo era ignorável partiria para uma das minhas prováveis estratégias, caso aquilo fosse incomodo demais para firmar minha perna de modo a poder me manter em movimento, começaria então a simplesmente me lançar para o chão, começaria rapidamente girando sobre meu ombro e atacando a perna de meu inimigo. Seria um ataque feito com a ninjaken pela frente, tentando cortar a canela do indivíduo com um golpe horizontal. Nesse mesmo giro partiria para as costas dele o mais rápido que conseguisse tentando atingir a panturrilha dele com a neko-te. Nesse momento visaria rasgar o local com as garras da Neko.

Assim que essa sequência terminasse me posicionaria no giro, parando de joelho esquerdo ao chão, com a perna de apoio para o próximo giro sendo a direita, colocada a frente de mim. Esta estaria com o pé firmado no chão e seria apenas com ela que me lançaria para frente para fazer um segundo giro. Meu segundo ataque visaria subir com a ninjaken indo agora na vertical, em um corte que subiria pela coxa do rapaz indo até o umbigo com a ninjaken. Enquanto a mão da neko-se eu rapidamente moveria visando um direto com as unhas para serem cravadas na barriga dele, bem na zona do umbigo.

As defesas para esse mesmo caso se dão por outro meio. Como eu não tenho muito firmamento, para ataques que venham eu simplesmente girar para o lado oposto, mas sempre que possível aproveitando de brechas para me colocar a atacar entre elas. Se fosse um ataque vindo direto para mim, tentaria esquivar por baixo do mesmo, subindo com as garras diretamente no braço, tentando arranhar tal lugar a ponto de danificar ele. Enquanto com a ninjaken, ao mesmo tempo que a Neko atacava o braço, daria um corte horizontal a altura do umbigo. Se fosse um ataque vindo de cima pra baixo na horizontal, eu tentaria girar para a lateral e em seguida para a frente, onde tentaria desferir uma estocada na altura do umbigo, levantando meu dorso com a ninjaken para trás e rapidamente visando cravar ela na barriga do oponente.

Porém existe a possibilidade de minha perna não estar em um ponto crítico e se esse fosse o caso, tomaria uma atitude um pouco diferente. A partir do ponto que visse que ela ainda podia se firmar no chão, eu rapidamente partiria colocando a perna oposta como a alavanca de tudo, usando agora não mais de corrida mas focando em me impulsionar pra frente com Dashs que usariam a perna boa de base para ataques. O primeiro avanço viria com um ataque diagonal, da esquerda para a direita, que visaria cortar ele com a ninjaken, tal ataque era direcionado a uma tentativa real de golpear, porém seria seguida de ouro golpe, que viria em direção ao rosto. Durante o movimento da ninjaken atacaria com as garras no rosto do inimigo, um ataque planejado na bochecha do mesmo, o golpe seria muito mais para um dano raso que para realmente matar. Porém é algo que tende a desestabilizar um inimigo, afinal todos prezam seus rostos.

Continuaria em uma sequência usando a mesma perna para me lançar para trás rapidamente, se notasse uma movimentação dele para as minhas costas nesse ou qualquer momento, rapidamente me abaixei girando meu dorso 180º e atacando com um golpe de ninjaken visando as costelas dele, segurando o cabo de forma que ela ficasse com a lâmina para a parte de trás da mão e pudesse ser cravada nas costelas do mesmo. No entanto se ele ainda estivesse na minha frente avançaria ali com uma estocada visando atingir o peito dele. E seguido disso rapidamente desceria com um ataque que partiria do ponto da estocada para a diagonal descendo até o umbigo. Rapidamente giraria meu corpo em 360º atacando após isso com as garras na barriga dele, me abaixando logo em seguida, e girando no chão, onde tentaria ferir a panturrilha dele com a ninjaken, em um giro horizontal.

Caso sele me atacasse nesse caso, eu tentaria usar a perna de apoio boa para dar leves impulsos, dando dashs para o lado contrário ao ataque, ou se não fosse possível para trás. Caso o ataque fosse muito ruim de esquivar apenas com tais recursos, me lançaria para o chão o mais rápido possível girando sobre o ombro para poder esquivar do ataque. Se ele viesse pelas costas e não fosse possível reagir rápido o suficiente para a ação de danificar ele (Descrita acima) rapidamente tentaria me impulsionar para frente e girar sobre meu ombro assim que o impulso acabasse indo para o chão e me reposicionando ficando frente pra ele.

Historico:
 



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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptySex 21 Dez 2018, 05:04

Linda vestia as botas que haviam ali no local, apesar de serem botas de couro era perceptível um metal na sola o que tornava tudo mais interessante, afinal era confortável e útil então tava tudo certo. O comandante dava a ordem para o combate iniciar e a garota confiante seguiu sua estratégia que aparentou dar certo até o momento, mesmo o garoto falando que havia acabado o aquecimento, Linda continuava confiante que podia derrotar o garoto. Mesmo depois do chute da garota ter jogado o garoto na parede, ele conseguiu se recuperar, foi ai que linda percebeu que talvez o garoto seja um pouco mais resistente do que ela imaginava, mas nada que golpes na cabeça não resolvam.

Sem dar mais tempo para o garoto se recuperar Linda partia para outra investida rápida para cima do garoto, como sempre ela se aproveitaria da sua velocidade e noção exata do tempo durante todo o combate, essa investida novamente para encurtar a distância e tentar se manter na vantagem. Ao se aproximar do seu alvo Linda tentaria um chute nas pernas do garoto usando o bico das botas, focando o joelho do garoto tentando causar uma dor mesmo que seja momentânea e abrir um espaço para um soco no rosto. Caso não consiga uma brecha para dar o soco no rosto, Linda iria tentar dar uma joelhada na barriga do garoto utilizando a outra perna. Se o garoto de alguma forma tentar impedir a investida da garota, ela tentaria se esquivar se abaixando ou com um sobrepasso para o lado do garoto e contra-atacar com um chute na parte de trás do joelho seguido de uma joelhada no rosto.

A jovem sabia que seu adversário não iria apanhar quieto então estaria preparada para se esquivar sempre que necessário, seja com pequenos saltos para a lateral do garoto ou se abaixando, e em casos extremos se afastaria do golpe com um salto para trás, a ideia era sempre manter essa curta distância entre eles para dificultar o combate para o garoto. Sempre que conseguisse uma oportunidade Linda tentaria atacar o garoto, seja esse ataque um contra-ataque ou uma abertura para encaixar um chute ou um soco na cabeça do garoto, se não for possível encaixar um golpe na cabeça ela tentaria focar as costelas do jovem, seja golpeando pela frente ou por trás o importante era tentar atacar sempre que possível o mesmo ponto para ir causando mais danos no local. Caso ela veja uma oportunidade e consiga derrubar o garoto com um chute ou uma rasteira, ela tentaria finalizar a luta com um chute na cabeça do garoto mesmo quando ele esteja caido, caso em algum momento o comandante diga para parar a luta linda iria parar imediatamente seus ataques e continuaria somente se esquivando para caso o garoto não pare os ataques.
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyDom 23 Dez 2018, 11:12



NARRAÇÃO




Cena: Natasha

Apesar do ferimento em sua panturrilha Naty pode sentir que a ferida não seria crítica ao ponto de atrapalhar a sua movimentação, porém o corte não era exatamente superficial mas a adrenalina do combate tornava aquela dor tolerável e seu oponente não parecia inclinado a machucá-la, ou não gravemente, ele parecia ter executado toda a sua movimentação com uma precisão cirúrgica sem citar a flexibilidade e mobilidade instintiva do rapaz. - Entendo… - Era tudo que ele dizia sobre a resposta de Natasha, ele não fazia mais nenhuma outra pergunta e nenhum outro comentário, pelo menos não verbal, ele voltou a sua postura própria de combate e acenou com a cabeça para Naty talvez indicado que deveriam voltar a lutar, um gesto talvez desnecessário já que a kunoichi parecia pronto para o combate.

Naty já seguiu em uma investida contra o pequeno instrutor que manteve sua base firme no solo apenas esperando pela candidata, com o rapaz no seu alcance Natasha já seguiu com seu primeiro golpe para ser facilmente bloqueado com o rapaz contra atacando com sua katana mirando na ninjaken de Naty iniciando uma disputa de forças, aparente o rapaz parecia ser capaz de ganhar em uma disputa daquelas mas a kunoichi não pretendia medir forças contra o instrutor, rapidamente ela mirou as garras de sua neko-te contra o agente que não tinha esquecido da existência da arma secundária de Naty, a mão de Naty seguiu direto contra o rosto do agente que inclinou sua cabeça para o lado bem a tempo deixando as garras relarem em alguns fios de cabelo os fazendo dançar no ar antes de cair no chão, o rapaz durante essa movimentação instintiva de esquiva posicionou sua segunda mão atrás da lâmina, com isso ele conseguia empurrar a ninja para trás vencendo aquela breve disputa de forças.

Ele parou sua movimentação subitamente e guardou sua katana de volta na bainha. - Já chega, já vi o suficiente, deixe-me tratar o seu ferimento antes de relatar a minha avaliação para o Agt. Reyes. - Ele dizia aquilo enquanto caminhava em direção ao balcão em que estavam as armas, no mesmo tinha algumas gavetas e ao abrir Natasha pode ver o rapaz tirar de lá um kit de primeiros socorros, ele caminhou lentamente na direção da candidata e se abaixou dobrando um de seus joelhos. - Se incomoda se eu… - Ele fazia uma pausa apontando para a panturrilha de Naty esperando pela resposta dela como quem queria dizer que só a tocaria se fosse autorizado, se ela o permitisse então ele levantaria delicadamente a bainha da calça até que pudesse ver a ferida, ele limparia a região com um algodão após o banhá-lo em um líquido merthiolate o contato do medicamento com a ferida causava uma ardência mas aquele processo não durou muito, em seguida ele colocou um curativo adesivo de tamanho mediano e voltou a baixar a bainha da calça de Naty.

- Isso é tudo, por favor coloque as armas onde pegou e aguarde aqui por um momento. - Toda a maneira dele se expressar era apática e neutra, apesar dele olhar diretamente para Naty era como se o rapaz não exatamente olhasse nos olhos delas ou se a olhasse e sequer a enxergasse propriamente, agindo de uma maneira fria como uma máquina, algo que talvez não a incomodasse propriamente mas de certa forma visse uma semelhança apesar dele mesmo aparentar ser um pouco mais jovem que ela. O instrutor a deixou sozinha na sala com a porta aberta mas nada de incomum era visto ou escutado do lado de fora.


Cena: Linda

O combate de Linda tinha um desenvolvimento rápido assim como o seu começo, a ruiva não via motivos para responder o pivete que tanto a subestimava, o candidato por sua vez parecia ser daquele tipo de pessoa que adora o som da própria voz e por isso ele não calava a boca. - Pronta ou não, ai vou eu! - Apesar de declarar o ataque o rapaz ainda tentou fazer questão de um breve show off balanço o seu bastão e o girando no ar pegando a arma antes dela cair no chão. Pelo menos era isso que ele tentou pois a agente já começou investindo contra a criança antes mesmo dela terminar a sua breve provocação, isso fez ele se abobalhar um pouco, o garoto tentou se recuperar de uma maneira apressada quando era alvejado pelo chute e consecutivamente um soco no rosto que o fez cambalear alguns passos. - Isso não é justo eu estava… - Antes que ele pudesse concluir a frase a voz de Gabriel o silenciou. - Já chega, eu já vi demais…- O agente dava alguns passos se colocando entre Linda e o candidato.

- Você está dispensada...- Falou ele de maneira direta olhando para Linda antes de se virar para o garoto e continuar com a sua fala. - Você não tem o que é preciso para ser um agente, é imatura, irresponsável, incompetente e outras coisas que sequer valem o meu tempo… Dispensado.- O agt. Reyes dizia aquilo com tanta calma que seria quase impossível identificar aquilo como um insulto, o próprio candidato ouvia aquilo um pouco boquiaberto encarando o agente sem entender que estava sendo desclassificado ali até ouvir a parte final quando o agente o “dispensou” - Pera… ahn? - Reyes já caminhava para fora de sua sala escrevendo o seu relatório na prancheta que carregava. Se Linda desejasse ela poderia seguir com o agente para fora da sala. - Fique com a bota você vai precisar dela, por enquanto vá tirar um tempo livre para comer ou fazer alguma coisa de seu interesse, irei pedir que te chamem em breve para me fornecer assistência em uma missão.- Terminando de pronunciar tais palavras, Reyes seguiu seu caminho deixando Linda para trás a dispensando.

A ruiva do lado de fora daquela sala se via agora no campo onde ela fez seu exame físico, se ela quisesse seguir até o refeitório tudo que precisaria fazer seria seguir um por um corredor a esquerda daquele campo como uma placa presa no teto sinalizava, algumas pessoas uniformizadas seguiam por aquela direção enquanto mais atrás ela podia ouvir alguém gritando. - Ser agente nem deve ser tão legal assim mesmo! Bando de pão com ovo, burgueses safadas, o bagulho é ser marinheiro! - Se olhasse para trás ela poderia ver que era a criança que berrava no seu caminho para fora do QG.

OFF: Primeiramente quero me desculpar pela demora e o post simples, as festividades que estão por vir estão ocupando meu tempo e eu não queria deixar vcs sem conteúdo então acabou ficando bem simples o meu post.
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyQua 26 Dez 2018, 05:48

Fim do Arco: Esperando os Resultados


Após tudo aquilo o homem era capaz de bloquear o golpe, e mesmo depois de uma tentativa de atacar ele com a neko-te, ele simplesmente se afastava o rosto da localização e parecia finalizar o combate dando a ordem para que eu parasse. Nesse momento, me levantaria ali fazendo uma reverência após terminado todo o momento. Ele então me pedia para que deixasse ele ver minha perna. Não hesitaria em colocar ela em direção a ele. -Certo...- Deixaria que ele fizesse todo o trabalho, me mantendo calma, apesar de sentir um certo desconforto com a situação que tinha se mostrado.

Não exatamente por nada que ele fez, mas o momento em que a luta tinha sido parada, eu não gostava de admitir, mas, eu queria ver até onde mais iria. No entanto analisando o contexto talvez fosse mais que o suficiente pra saber. Ele terminava de tratar o ferimento que ali estava e então falava de relatar o acontecido, mostrando sua avaliação, coisa que deveria me colocar dentro ou fora da organização, ele tinha um olhar nesse momento apático, como o que eu esbanjava no meu dia a dia, na verdade muitos aqui também trazem isso.

Aquele olhar e atitude me faziam acreditar que eles tinham pensamentos parecidos, no caso, teriam talvez passado por coisas como eu. Matado muita gente, visto pessoas queridas morrerem, é aquele olhar que mostra que se vive apenas por uma causa. Por fim, guardaria todas as armas como me foi ordenado, batendo continência perante a ordem antes de começar a executar. Guardaria elas onde tinha pego, ao menos se minha memória me permitisse tal ato.

A pressão psicológica sobre mim começaria a crescer quando o agente deixasse a sala, eu me sentaria lá fora dela, de preferência ao lado da porta enquanto pensava sobre isso. Eu não gostaria de admitir obviamente, mas imaginar as possibilidades me incomodava, e mesmo que minha expressão não denunciasse muito do que pensava, imaginava se talvez eu não estivesse pronta pra ser “livre” como meu antigo mestre pediu.

Há que vida… “Liberdade” mas que droga de palavra… Quem inventou essa merda? Tenho certeza que não sabia o quanto isso é difícil de pensar. Eu sempre me perguntei uma coisa, por que tantas pessoas lutam para ser livres? E na verdade nenhuma delas consegue no fim, e vive tentando… Viu onde me meteu Ivan? Viu só? Uma missão impossível… Esse negócio de liberdade é furada, é lenda, é mito, isso não existe de fato, e agora estou eu aqui, confinada e presa em um objetivo de ser livre…

No fim não tinha o que fazer, eu não nasci pra isso, vou até tentar por ser uma ordem. Mas cara, como se faz uma coisa da qual não se tem ideia de como é… Eu deveria com toda certeza perguntar isso pra alguém.

Esperaria naquele mesmo ponto e agora começaria a brincar com meu caderno de anotações, eu então começaria a rabiscar, primeiro de tudo alguns desenhos e explicações sobre as pessoas que conheci até o momento. Era bom ter noções básicas de cada um dos meus possíveis mestres, colegas de trabalho e aqueles que me deixariam sempre em situação plausível, sejam nas missões ou dentro do quartel.

Citação :
Nome: Gabriel Reyes

Suposta Altura: Suponho que ele tenha entre 1,85 a 2,00 metros de altura, porém pode ser impressão por eu possuir uma altura bem reduzida, ver alguém mais alto que que realmente é, se faz aceitável.

Suposto Peso: Pela musculatura e tamanho, eu suporia que entre 75 a 85 kilos, pois ele parece ter músculos bem desenvolvidos, mas proporcionais ao corpo, desse modo acredito que ele seja alguém que cuida bastante do corpo.

Características Marcantes: A característica mais marcante dele pra mim foi o cabelo, a coloração e o corte meio militar chama atenção, claro que algumas outras pequenas coisas vem a tona como a postura e expressão no rosto dele, o olhar pra ser mais exata.

O que sei sobre ele: Sei bem pouco sobre o homem em questão, ele é um agente do governo que aparenta já ser de uma patente razoavelmente alta. Ele é bem rígido e não parece ser tolerante perante falhas, talvez apenas para manter sua postura. Além disso ele foi muito bom quanto as coisas que pediu para que fizéssemos, principalmente no teste físico, pareceu ser uma coisa realmente eliminatória, onde apenas quem estivesse plenamente preparado passaria.

Ao terminar de escrever a ficha de Reyes perceberia o tanto de informações que precisava ir colhendo aos poucos de todo mundo aliás apenas dois me deram informações suficientes para criar uma ficha para detalhar, Melinda e ele, e bem, precisava fazer uma do meu avaliador depois, no entanto ficará para uma futura conversa.

Citação :
Nome: Melinda D’ Lanore

Suposta Altura: Suponho que ela era pouco mais alta que eu, talvez 1,68 para 1,70 algo não gritante, mas olhei pouco pra altura dela… Tinham diversos outros atributos mais interessantes para se prestar atenção quando se tratava da moça.

Suposto Peso: Bem, acho que se fosse pela estrutura corporal, chutava entre 58 a 64 KG, porém se eu levar em conta os airbags frontais de grande porte talvez, eu acrescente uns 4 kg vindos dali… Mas não vem ao caso.

Características Marcantes: Seus cabelos loiros eram bonitos, e os olhos azuis claros, há sim eles eram algo inesquecível, me lembrava uma garota que matei anos atrás, ela tinha um brilho no olhar bem similar, e aquele azul bonito e profundo… Mas claro talvez o mais chamativo fossem as curvas e medidas da moça. Não eram exagerados mas chamavam muita atenção com certeza.

O que sei sobre ela: Pouquíssimo, apenas que quer ser agente assim como eu, e que ela odeia lavar banheiros, não sei exatamente porque… Era uma atividade tão comum e simples né? Mas se ela odeia quem sou eu para discordar. Além disso notei que ela é boa lutando de mãos vazias, algo bem complementar ao meu estilo, já que até o momento sou boa com armas mas sem elas fico um pouco despreparada.

Após terminar a ficha dela apenas observaria ela, vendo se o uso das cores teria ficado como esperei. Agora ficaria ali esperando a volta do agente em questão enquanto pensaria sobre a vida. Se em algum momento ele voltasse ou Reyes, rapidamente voltaria a me levantar e bateria continência, ficando com ouvidos atentos, e seguiria qualquer ordem ou chamado que eles pudessem dar sem perguntar nada.


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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptyQui 27 Dez 2018, 20:33

Aquele garoto falava demais e Linda ficou um tanto decepcionada com o resultado da luta, ela esperava que ele fosse oferecer um pouco mais de de dificuldade, mas parecia que o garoto estava mais querendo dar um show do que lutar devidamente. “Será que ele não vai calar a boca? Que pirralho chato…”. No fim Gabriel Reyes interveio na luta e terminou o combate, naquele momento Linda já estava quase partindo para algo talvez mais agressivo, o garoto era chato demais e a garota não estava com paciência para aquilo, esse tipo de reação não era o certo para alguém que gostaria de servir ao governo, se o garoto não conseguia levar as coisas a sério ali, imagina se ele estivesse em uma missão. Gabriel Reyes dispensava Linda, e com um suspiro de quem estava dizendo “finalmente isso acabou isso” a garota fazia uma reverência e se afastava do comandante, enquanto ajeitava as botas para as devolver para o local de onde pegou ela ficava prestando atenção no que o homem falava para o garoto. “Gostei desse cara, talvez seja uma boa ideia me aproximar dele para aprender mais futuramente.”

Quando a garota já havia tirado uma das botas o comandante avisa para ela ficar com elas pois iria precisar de auxílio em uma missão, a garota então fazia uma reverência com a cabeça enquanto falava. - Sim senhor! - Enquanto Gabriel saia Linda recolocava a bota que havia tirado e assim como da outra vez, ela se levanta após arrumar a bota e bate com a ponta dela no chão como um cacoete para ajustar a bota nos seus pés. “Ok, agora o que fazer no tempo livre além de comer? Talvez aprender algo....” A garota estava pensativa com a mão no queixo até que era interrompida pelo garoto berrando que o governo é um bando de burguês safado e que a marinha era melhor. “Não aprende a fica de boca calada esse pirralho eim… Pelo menos ele vai pra marinha e não vai incomodá indo pros revolucionários...”

A garota ignorava o garoto e seguia em direção do refeitório, queria comer algo, procurava algo mais leve só para não ir de estômago vazio para a missão, não queria comer demais e depois ter problemas durante a missão que estava por vir, então comeria um sanduíche e tomaria um copo de suco, faria tudo com calma afinal agora ela não estava com pressa, depois e comer, caso não haja nenhuma placa de proibido fumar ela acenderia um cigarro enquanto andava pelos corredores a procura de um professor de lógica ou da biblioteca do QG. Caso não encontre ninguém nem a biblioteca, perguntaria para algum marinheiro que esteja de guarda. - Você sabe onde encontro alguém pra me ensinar Lógica ou onde fica a biblioteca do QG? - Esperaria a resposta e então agradeceria com um - Muito obrigado! - Seguindo então para o local indicado.

Encontrando a biblioteca Linda se dirigiria para o Bibliotecário ou recepcionista e perguntaria onde encontrar um livro que a ensine lógica. - Preciso de um livro que me ensine sobre Lógica, onde posso encontrá-lo? - Caso o guarda indicasse alguém ou Linda encontrasse alguém para ser seu professor a garota pediria para que essa pessoa lhe ensine Lógica. - Olá meu nome é Linda, me disseram que você pode me ensinar sobre Lógica, eu gostaria de aprender tudo que você conseguir me ensinar sobre isso. - Quando ela fosse chamada para a missão ela seguiria ao local indicado ou a pessoa que estivesse a guiando para se encontrar com o comandante e receber as ordens da missão.
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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptySex 28 Dez 2018, 13:59

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Wolf vs Sheep.


Que golpe estúpido, porém agora podia categorizar esse homem, definitivamente um carneiro. Me levantaria sorrindo, limparia o local aonde levei o golpe e começaria a correr, iria em direção a parede do quarto aonde ficam as armas e arrastando a mão rente à mesma, por detrás das armas, assim puxando com toda a minha forma  jogaria as armas pelo qual meu braço passasse em direção ao carneiro, para desorienta-lo ou acerta-lo mas o principal era comprometer sua visão e criar um distração, quando as armas chocassem contra o carneiro, com o corpo rente ao chão avançaria em direção ao mesmo e subindo o meu corpo fingindo que daria um gancho no rosto do instrutor, seguraria sua gola e usaria o movimento para erguer o seu corpo por cima do meu e jogá-lo no chão da melhor maneira que conseguisse.


Caso conseguisse pularia em cima dele tentando sentar em cima de seu centro gravitacional me seu tronco e socaria quantas vezes conseguisse. Todavia caso o golpe falhasse giraria meu corpo rapidamente e daria um cotovelada com meu braço contrário aproveitando tal golpe para jogar meu peso em cima do dele, pulando e empurrando com os braços em cima de seu peito e derruba-lo para trás no chão. Em todo momento estaria prestando atenção em alguma retaliação por parte do oponente tentaria broquear o golpe e agarrar tal parte do corpo, assim permitindo que eu faça a queda do oponente com mais facilidade.



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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptySex 28 Dez 2018, 22:05



NARRAÇÃO




Cena: Natasha

Natasha permitiu que o rapaz cuidasse do ferimento dela, o tratamento foi simples e nada demorado o que logo permitiu que ela ficasse ali no corredor esperando o veredito de sua prova, Naty ficou sentada no corredor desenhando e anotando coisas em seu bloco de notas mas isso não tomou tempo o bastante para ela se entreter até o retorno do agente. Com o tempo passando ela ficou ali vendo o povo passar e conversar de um lado para o outro, uma hora ela via marinheiros passando e conversando enquanto em outros momentos ela via agentes caminhando em silêncio, mas na maior parte do tempo era o silêncio e o vazio que assolava aquele corredor deixando espaço para os demônios e as inseguranças da ninja.

Por um momento era como se Naty tivesse todo o tempo do mundo para refletir sobre o significado de liberdade e sobre o que fazer com esse tal recurso, mesmo com uma noção afiada de tempo era difícil para ela perceber o tempo que já estava ali parada no corredor, o tédio poderia fazer parecer que estava ali a horas mas talvez não tivesse mais que algumas dezenas de minutos ali, mais uma vez ela pode ouvir passos naquele corredor e caso ela se virasse para conferir poderia ver Reyes caminhando em sua direção. Imediatamente a mulher se pôs de pé e bateu continência na frente do agente que só a olhava como mais uma qualquer ali. - Natasha Romanov Natreyeva, depois de analisarmos os seus resultados e mais todo o seu histórico de vida, decidimos que você está apta para servir a equipe de agentes do governo mundial. - Natasha podia ver que Gabriel carregava um embrulho de papel e quando ele o abriu na frente da gatuna ela finalmente pode ver o uniforme básico de um agente mais uma insígnia por cima das roupas. - Acredito que já saiba onde fica o banheiro...- Dizia ele referindo-se à uma das provas. - Se troque lá e depois pode almoçar no refeitório, entrarei em contato em breve.- Terminava ele depois de entregar o uniforme para Naty, caso a gatuna tivesse alguma pergunta para o agente está séria a hora para manifestá-la pois apenas pelo semblante de Gabriel era possível dizer que ele tinha mais o que fazer, talvez mais pessoas para avaliar e testes para terminar.

Natasha já sabia a direção do banheiro mas em caso de dúvidas ela podia sempre procurar por informações nas placas que sinalizavam os cômodos mais próximos, não seria nenhum desafio chegar até o local e lá ela podia olhar melhor as [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] tirando-as do pacote em que estavam. Chegar no refeitório também não era nenhum bicho de sete cabeças, pelo QG tinha as placas presas no teto ou desenhos de setas nas paredes que indicavam a direção para os lugares mais importantes, sendo um deles o refeitório é claro, lá Natasha se veria em um grande salão com diversas mesas retangulares com lugares para oito pessoas a sua volta, no canto da sala tinha um balcão onde os agentes e os marinheiros poderiam se servir (self service) o lugar tinha bastante pessoas mas ainda assim não era um número grande o bastante para lotar o refeitório, muitos lugares e mesas ainda estavam vazios.

Tinha uma pequena fila na frente do balcão onde as pessoas se serviam mas antes dela era possível ver um quadro negro escrito a giz o cardápio do dia.
Citação :
Carnes:
Peito de frango bombado
Coxa de galinha safada
Picadinho de carne comprada no matadouro do Sr. Juca

Saladas:
Umas folhas e uns tomates
~~~

Bebidas:
Àgua
Sucos de fruta (só que de pozinho)
Existiam algumas informações apagadas no quadro e caligrafias diferentes se misturava de uma maneira que ficava clara que alguém tinha adicionado umas informações no cardápio como uma espécie de brincadeira ou talvez por protesto.


Cena: Linda

A mais recente agente terminava de ajudar Gabriel na tarefa de recrutamento e escutando o conselho de seu superior ela seguiu para o refeitório, já fazia um tempo que a mulher não comia nada então era possível para ela escutar o leve roncar de seu estômago.
Citação :
...lá Natasha se veria em um grande salão com diversas mesas retangulares com lugares para oito pessoas a sua volta, no canto da sala tinha um balcão onde os agentes e os marinheiros poderiam se servir (self service) o lugar tinha bastante pessoas mas ainda assim não era um número grande o bastante para lotar o refeitório, muitos lugares e mesas ainda estavam vazios.

Tinha uma pequena fila na frente do balcão onde as pessoas se serviam mas antes dela era possível ver um quadro negro escrito a giz o cardápio do dia.
Citação :
Carnes:
Peito de frango bombado
Coxa de galinha safada
Picadinho de carne comprada no matadouro do Sr. Juca

Saladas:
Umas folhas e uns tomates
~~~

Bebidas:
Àgua
Sucos de fruta (só que de pozinho)
Existiam algumas informações apagadas no quadro e caligrafias diferentes se misturava de uma maneira que ficava clara que alguém tinha adicionado umas informações no cardápio como uma espécie de brincadeira ou talvez por protesto.
Diferente do que ela podia imaginar o café da manhã já tinha passado não era mais possível conseguir sanduíches e coisas do gênero mas o café era de lei, era possível encontrar algumas garrafas térmicas em uma mesa no canto do salão junto com pequenos copos de isopor e recipientes para açúcar e adoçante, a ruiva estava livre para se servir e repousar por um tempo.

Após a refeição Linda pode seguir uma pouco mais satisfeita e renovada depois do breve repouso no refeitório, andar pelo QG não era muito complicado pois onde faltava sinalização sempre tinha um marinheiro ponto para ajudar. A biblioteca era uma sala grande com inúmeras prateleiras cheias de livros, em algumas prateleiras era possível ver jornais de diversas datas enquanto em outras era possível ter acesso a arquivos de casos mais antigos e solucionados pela marinha, era possível ver alguns marinheiros agindo como bibliotecários ali organizando alguns livros e tirando o pó das prateleiras. -Olá, lógica é? Bem existem muitos livros que ajudam nesse tema…- O rapaz começou a caminhar pela biblioteca entrando em um dos corredores sem dizer mais uma palavra sequer, era difícil de saber se ele queria ser seguido ou não mas o homem simplesmente foi andando, caso o seguisse ela o veria pegar um livro chamado “Conceitos básicos de raciocínio lógico” -Acho que esse já está de bom tamanho, precisa de auxílio?- Perguntaria ele de uma maneira quase que automática, se Linda ficasse por onde estava em vez de segui-lo, ela não demoraria muito para ver o mesmo homem caminhando em sua direção com o livro na mão e em seguida proferir as palavras já citadas.

No centro da biblioteca tinha mesas onde ambos pararam e estudaram sobre o tema, o bibliotecário parecia como um professor naquele momento instruindo a agente sinalizando tópicos de maior importância e com o passar do tempo Linda foi aprendendo mais e mais, a mulher ficou ali por quase três horas estudando sobre o tema com aquele livro e com o auxílio do rapaz. -Isso é tudo, precisa de mais alguma coisa? - Falou o garoto dando fim aos estudos sobre lógica.


Cena: Czar

O ruivo se levantou sorrindo enquanto o instrutor ficava ali esperando, ambos estavam em condições de combate com uma distância de alguns poucos metros de um para o outro, o loiro percebendo que Czar se preparava para voltar ao combate assumiu sua postura própria de luta mas para a sua surpresa o candidato não avançou em direção dele e sim em direção à mesa onde as armas estavam posicionadas, o rapaz tomou a escolha certa em tentar jogar apenas as armas em vez de mirar a mesa inteira já que o móvel seria pesado demais para ser arremessado mas em contrapartida à pontaria de Czar deixava a desejar principalmente da maneira desleixada  do arremesso. Para chegar até a mesa o ruivo teve que recuar alguns metros criando um espaço maior entre ele e seu oponente, passando o seu braço por cima da mesa empurrando tudo em direção ao instrutor tudo que ele foi capaz de fazer foi jogar as coisas que alcançou no chão alguns passos à frente da própria mesa. -....- O loiro olhou aquilo com curiosidade já que o movimento não tinha sido significativo o bastante para distraí-lo e criar uma janela para que Czar agisse, o campo é visão do loiro não tinha sido afetado, para ele o ruivo devia estar dando piti começando uma bagunça por causa da frustação. -É você que vai arrumar isso depois. - Falou ele quase como um esporro.

Talvez por imaginar que conseguiria criar uma oportunidade com a sua primeira movimentação, Czar agora se viu desprevenido e talvez um pouco surpreso, o agente avançou em direção do ruivo disparando da maneira que ele tinha feito no início do combate, antes que ele mesmo pudesse considerar suas oportunidades de esquiva ou de defesa um soco acertou direto no estômago do rapaz, o loiro se levantou rápido e já foi levando as duas mãos para a nuca de Czar e o puxou para baixo enquanto já seguia levantando o joelho esquerdo acertando um golpe rápido no nariz do ruivo, o golpe o fez cambalear alguns passos para trás mas quando pareceu que ele poderia se recuperar um segundo soco de direita o acertou na bochecha o fazendo dar mais alguns passos bambos para trás.

Com isso o ruivo se afastava da mesa por alguns passos ficando quase de quatro a cinco metros dela, o loiro estava a quase uns dois a três metros de Czar apenas o observando, tinha algumas armas espalhadas pelo o chão mas uma em particular poderia chamar a atenção do ruivo, por debaixo das pernas do loiro tinha um bastão comprido mas parecia que tinha algo embaixo do bastão que fazia uma das hastes ficar mais elevada que a outra quase similar em uma gangorra, a ponta elevada estava a alguns passos de Czar enquanto a ponta encostada no solo estava bem embaixo do instrutor, entre as pernas do homem, talvez fosse algo que ruivo poderia ou não explorar.

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptySab 29 Dez 2018, 12:15

O Elefante, o Banheiro e o assassinato, andam todos de mãos dadas.



As coisas estavam começando a caminhar, não demorava muito para que o homem responsável por todos os testes viesse até mim, ele me entregava algo que eu não esperava tão cedo, ele me dava um uniforme? Da ultima vez eu tinha tido de conquistar meu uniforme, pra me vestir como uma membra efetiva da organização foram 2 anos de reconhecimento, e ainda precisei realizar diversos testes, só assim eu mereci meu uniforme como aspirante.

Era completamente inusitado, no entanto estenderia as mãos recebendo ele naquele momento, as palavras dele confirmavam que a partir daqui eu era um membro da organização agora. Sorria levemente recebendo, apenas por uma questão de educação, eu tomava ali um olhar como sempre meio morto, e minha movimentação era sempre o mais objetiva possível quando se tratava de expressividade, movia os braços apenas de modo a segurar o pano, sem qualquer alvoroço, nem rápido demais como se fosse ansiosa, nem lento demais como se não me importasse.

As coisas precisavam ter um tom profissional quando se tratava disso, após ter o uniforme em mãos, bateria continência como ele tinha me instruído a fazer antes, segurando a roupa apoiada por o antebraço esquerdo e segurado pela mão, enquanto levaria a mão a testa fazendo o sinal que demonstrava respeito dentro da organização. Não demorava que ele me passasse uma nova ordem no entanto, ele me mandava seguir para a zona de alimentação.

Apenas confirmaria com a cabeça ter entendido do que se tratava e diria. - Sim senhor!!- Em um tom de voz tranquilo, mas que mostrasse também certa força nas palavras, para que trouxesse a ideia de respeito a ordem que me fora declamada. Seguiria primeiro até o banheiro como deveria, lá trocaria as roupas antigas vestindo o uniforme do governo, era aparentemente um terno simples com coloração uniforme em preto, na verdade, apenas a camisa social por baixo se fazia em uma coloração branca, porém era um branco completo, sem qualquer detalhe, isso tudo me chamava uma clara atenção.

Primeiro por que… Apesar de bonitos, não pareceriam minha escolha principal para lutar, não parecem incomodar muito, mas é estranho se imaginar com ele, além disso a insígnia, ela deveria representar algo como minha patente aqui, eu supunha que era isso ao menos. Fosse como fosse, vestiria o uniforme por inteiro, ajustaria a gravata e me olharia no espelho se tivesse algo por ali, apenas para ver como fiquei. Se não tivesse nenhum, apenas me moveria direto para o refeitório para poder me alimentar.

Meu método de procura seria simples, olhar em todos os lugares que passava, caminhando calmamente pelo QG, vendo se alguma placa poderia me ajudar, ou se alguma pessoa que eu visse estivesse comento, ou um lugar com muitas mesas, se achasse ele dessa forma, apenas adentraria no lugar, sem fazer qualquer tipo de alarde, eu observaria tudo que estava lá, passaria os olhos de relance por o lugar para absorver informação.

Havia uma fila no refeitório e o cardápio se mostrava estranho, ele tinha algumas coisas escritas, mas parecia ter sido alterado por alguém ou algo, será que alguém profanaria o sagrado local de alimentação? Isso é um desrespeito às pessoas que trabalham aqui, e uma falta maior ainda, com seus superiores, que dão duro para colocar as coisas nos eixos… Não é possível que… Nossa… Que deus perdoe essas pessoas ruins… Não era possível que em um lugar como a marinha, estivesse vendo crianças mal criadas com mais de 30 anos…

Seja como fosse, apenas pegaria minha bandeja e a fila, esperaria chegar minha vez e quando esta fosse, pegaria um pouco de tudo ali, de preferência mais carne, eu gosto de carne e proteínas são importantes, se possível pegaria, os três tipos, picadinho, coxa, e peito, depois claro em segundo lugar viria a salada e um suco aleatório. Pegando tudo caminharia para a mesa mais isolada possível, procuraria aquela que as pessoas parecem evitar, as vezes tem grafias nelas, lembro como era o nome da minha primeira mesa especial.

Sim apelidaram ela de mesa dos fracassados, sim eu demorei a conquistar meus amigos na organização, eles todos morreram depois claro, na verdade eu matei eles, mas assim, não foi por ressentimento a mesa… Eu gostava deles, e da mesa também… Ordens são ordens né? Mas naquela hora não vamos pensar em coisas tristes, sentaria na minha agora nomeada “Mesa do Fracasso 2.0” e iria começar a comer, não escreveria nada na mesa, mas decoraria a posição dela e começaria a pensar um pouco.

Minha mente se colocaria agora a imaginar que tipo de missão seria a minha primeira, talvez eu fosse caçar algum criminoso… Talvez um tigre… Não não.. Um elefante, ou vou limpar um banheiro muito grande, tipo, do tamanho de um coliseu. Onde os elefantes adestrados, usavam para fazer suas necessidades… Seja onde for, todos parecem desafiadores e interessantes, da sua própria maneira, e quando penso nisso imagino que tipos de ordens vou receber aqui.

As missões nunca são as únicas ordens, sempre tem “pedidos especiais” seja onde se estiver, tipo, Cuide do gato enquanto viajo, ou cuide do cachorro do SR. Apolo, enquanto ele precisa matar o  rival dele, essas coisas. Nesse momento esqueceria mais isso, já chegava de pensar nessas coisas, apenas comeria tudo e esperaria que finalmente tivesse completo, e então eu pegaria a fila de novo, era hora de repetir a comida, mesmo que ela tivesse gosto horrível não reclamaria, mesmo que viesse vontade de vomitar, comeria e agradeceria pela comida, depois iria para a fila como se nada tivesse acontecido.

Sim, era algo que eu tinha aprendido, não importa como a comida esteja, fortalecer o corpo é necessário, e o gosto bom, é apenas um extra, ele vem se tiver de vir,  mas o verdadeiro motivo de se colocar algo na boca é suprir as necessidades. Repetiria o prato da mesma forma que da primeira vez, depois encerraria por ali, ficando algum tempo sentada descansando na cadeira enquanto alisava a barriga cheia.

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MensagemAssunto: Re: I - Ponto de equilíbrio!   I - Ponto de equilíbrio! - Página 4 EmptySex 04 Jan 2019, 21:05

Finalmente tendo sua folga Linda caminha tranquila para a cantina, apesar de cansada depois de todo o combate e teste físico que enfrentou, o banho e o fato de saber que estava de folga por algum tempo era o suficiente, pelo menos folga de exercícios físicos pois a garota não pretendia ficar parada por aquele tempo. A comida do refeitório estava boa afinal tinha carne que a garota tanto gostava de comer, depois de comer o suficiente mas não comer demais. “Fazia tempo que não comia bem assim…” para a garota que sempre viveu de ilha em ilha aquilo era uma fartura, ainda mais tendo carne para comer.

Depois de comer era hora de relaxar por uns minutos, Linda pegava um pouco de café forte, e acendia um cigarro, ficava do lado de fora do QG enquanto fumava tomava o café e olhava o movimento depois de uns 5 minutos o cigarro acabava e o café também, e ai que Linda ia para a biblioteca atrás de conhecimento. “Ok… por onde eu começo?” era a pergunta que ficava na mente da garota durante o caminho, para ela aquilo era um passo importante, afinal conhecimento era útil para muitas coisas, desde combate até sair de situações difíceis, tudo isso com o conhecimento certo ficava mais fácil de lidar, com isso a garota optou por lógica, como o primeiro passo. Tudo isso para ela era novo, ter acesso aquele tipo de coisa de forma fácil era novo para a garota, por isso ela estava pensando em qual seria a melhor forma de começar, e o pouco entendimento que tinha sobre Lógica a fez acreditar que Lógica seria uma forma útil de começar, pois poderia a ajudar a entender outras coisas melhor no futuro, além de ser algo que iria agregar ao seu conhecimento de estratégia.

A biblioteca era quase um paraíso para a garota “Quanto livro, imagina o que deve ter de informação útil nisso aqui, tomara que o comandante não me chame tão cedo, preciso aproveitar o máximo isso aqui…”. O rapaz que cuidava do local ia a procura do livro de Lógica que fosse ajudar a garota, Linda durante o caminho ficava admirando as prateleiras cheias de livros e jornais, “Acho que não vou ter tempo de ler tudo isso…” - hehehe - Linda soltava uma risada baixinha enquanto seguia o garoto. Depois de encontrar o livro nos sentamos em uma mesa no centro da biblioteca onde ele ajudou Linda com o aprendizado sobre Lógica, quase três horas se passaram e o aprendizado havia sido concluído. “Realmente isso vai ser útil para mim no futuro, talvez até mesmo na missão o comandante disse que iria me chamar.”

Após o treino ele pergunta para a garota se ela precisa de mais alguma coisa, e fazendo uma cara de pensativa e responde. - Humm… como ainda tenho um tempinho… acho que psicologia seria algo útil a ser unido aos conhecimentos que eu já possuo… é isso, preciso aprender sobre psicologia agora, pode me ajudar também? - A conclusão da garota foi que conhecer o comportamento humano também seria algo muito útil a ser agregado ao seu conhecimento de estratégia, assim ela poderia bolar estratégias mais específicas e focadas no comportamento do seu adversário. No caso de ser chamada para missão ela iria parar tudo que estava fazendo e iria seguir quem a chamou, ou iria para o local indicado. - Mandou me chamar senhor? - Linda falaria ao encontrar Gabriel Reyes para receber a missão.
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