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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Justice Stair

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptySex 6 Jul - 19:27

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Justice Stair

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros(as) Naitlyn Daisy, Giorgiono Escanor e Jinne Belmont. A qual Alipheese será a narradora.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptySab 4 Ago - 23:46

Dança no navio #5






As pessoas sempre tendem a querer mais do que elas mesmas podem suportar, uma longa questão, que às vezes acho que também se aplica a mim, a cada momento que se passava essa ideia parecia mais vivida. Ouvindo a moça contar sobre sua terra, agricultura, cada detalhe era interessante, ela tinha um ar novo quando falava e bem, tudo ali acontecia normalmente bem como em outros momentos, a parte com o capitão bem ele tinha muitas coisas novas a me mostrar, e elas cara… como explicar aquilo, cada palavra dele tinha deixado meu coração com uma sensação diferente, era como se eu falasse com alguém de muitas camadas, um lado me mostra algo, e outro lado me mostra, completa diferença, era interessante comparar história e atitude, eu pensava se eu tivesse vivido isso tudo, se eu teria força igual e ele pra seguir em frente, eu não tinha uma resposta, o que eu sabia era que aquilo simplesmente era algo que eu precisava guardar comigo, cada dia que vivia eu trazia para mim um novo aprendizado.

Naquele momento o que eu fazia bem, era seguir, eu não estava triste, eu sabia como o mundo pode ser cruel, mas isso não me derrubava, eu estava como sempre com um sorriso no rosto depois de tudo aquilo afinal, por que luto não é? Eu acho assim como eu ele estava ali pra vencer, pra lutar contra um destino que foi colocado como uma pedra em seu caminho, eu não sentiria pena, pois seria desrespeitoso tal sentimento, da mesma forma que seria da parte dele se ele sentisse de mim, apenas gostava dele, e simpatizava com toda a sua história, me entristecia saber quanto as pessoas podem ir longe e machucar umas as outras. Meu caminho era seguido com entusiasmo, eu queria bastante ver o que o lugar tinha pra me oferecer e bem, nada melhor que ver a própria vista. E chegando na proa o homem que cuidava do timão de fato estava ali, ele me recebia de forma calorosa, um sorriso bonito que ele trazia em seu rosto, o que só me podia fazer sorrir de volta entretanto ele tinha uma proposta pra mim que era agradável, parecia disposto a responder qualquer coisa desde que eu respondesse às perguntas dele, ousado porém divertido.

Entretanto talvez não justo, afinal não sou lá alguém que tenha muito pra se saber sobre eu responderia as perguntas dele aos poucos, a primeira bem, era algo que eu deveria ter respondido quando cheguei mas poderia dizer que a pressa é inimiga da perfeição então, bem, eu nem mesmo pensei nisso. - Por mim tudo bem, Me chamo Jinne Belmont- e assim que eu respondia bem, ele prosseguia , ele me deixava ficar em seu ombro também, o que era algo de muita boa fé, eu queria muito ver o horizonte, e bem também queria ver melhor a coisa brilhante que ele carregava. Que era a medalha, era algo bonito e bem, eu eventualmente iria questionar uma. coisa sobre entretanto todas as informações que ele me passava eram impressionantes e… por que o barco está na vertical? pera… isso é normal mesmo? bem acho que essa era a melhor pergunta ali. - Moço o barco ta na vertical ou eu estou…- naquele momento quando o solavanco fosse dado automaticamente agarraria o pescoço dele, não é como se fosse minha primeira vez num barco mas não esperava por isso e…estava tudo escuro? bem será que é assim que sabemos que morremos? tudo apenas escurece. - Nós morremos mesmo? o céu é mesmo escuro assim?- não naquele dia nem por meu Deus, assim que as luzes iluminavam os cristais eu tinha a certeza de algo, o lugar ali era lindo, a caverna mais parecia um pedaço do paraíso.

Meus olhos se voltariam automaticamente para o teto e a boca se abriria para ele por alguns instantes perguntando. - Moço, esse é realmente o céu né? e você é o barqueiro me levando ao meu destino? já viu algo bonito assim?- e naquele momento eu lembrava do cristal do meu colar, ele era similar de alguma maneira aqueles que estavam no topo em coloração e me perguntava, será que eles foram feitos do mesmo material ou extraídos daqui? de toda forma aquilo era o tipo de coisa que me deixava em êxtase. - Sabe alguma coisa sobre esse lugar moço?- eu esperaria que ele me fizesse perguntas também e caso fizesse bem, eu tentaria sempre responder também, afinal foi o trato, mas claro precisava delas antes de mais nada. Eu naquele momento tinha sido fisgada pra aquele mundo que me diz que estamos caminhando na direção correta me faz esquecer que tenho problemas pra resolver. O mundo às vezes nos dá um presente e bem, devemos agarrar ele com tudo que temos, abraçar esse mundo e fazer com que ele seja algo importante, fazer com que nossos braços possam sustentar o que temos, e sabe… isso me responde o por que as pessoas sempre tentam levantar mais do que podem suportar, é por que não queremos abrir mão de nada que nos é importante.

E eu admito, eu não quero abrir mão de nada, realmente não desejo abrir mão das coisas que amo, e não farei, eu vou proteger cada uma delas, mesmo que meus ossos se quebrem eu vou estar ali. -Moço já sentiu como se você estivesse com uma âncora presa a você e você tivesse jogado ela fora? acredita que mudanças geram respostas? As vezes eu acho que eu gosto de pensar assim.- Aquele era um novo mundo que viria até mim naquela caverna ou fora dela, em algum momento eu sabia que eu encontraria o que procuro, encontraria as coisas que mais desejei, e sei por que elas estarão lá. Por que eu terei lutado por cada pequeno pedaço do que eu conquistei, e quando eu estiver lá, a sensação não poderá ser melhor. Por muitos minutos eu ficaria admirada olhando aquele teto, pensando em como ele ficou assim, por que ele tivesse ficado, mas em um devido momento algo da minha curiosidade novamente me puxaria de volta ao mundo real. - Desculpe eu estava um pouco abobada ainda com o teto, mas essa medalha, você a ganhou por algo especial?- Eu lembrava de ter visto uma assim no conjunto do meu pai, não lembrava qual o feito, já que ele tinha tantas, mas era algo relacionado a procurados, talvez fosse algo assim. Era interessante de se imaginar, mas bem não tinha certeza do que era, de toda forma ter uma era incrível.


Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 5
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptyDom 5 Ago - 23:40

The Justice Stair




Daisy

O rapaz realmente não havia sido capaz de conquistar-lhe nenhuma empatia, poderia dizer na verdade que os sentimentos que o rapaz havia lhe despertado, não poderiam serem melhores descritos, do que sentimentos negativos ao ponto que mesmo que ele tivesse sido feito de piada, não havia como seu destino ser diferente, já que ele mesmo se fez de piada para tentar através de uma má atuação aproximar-se, um erro que teve sua devida punição.

Saindo do foco do rapaz, Daisy era capaz de admirar a Red line, a construção do portão ao qual tornava a rota única da One way como um caminho possível exclusivamente feito para pessoas relacionadas ao governo, mostrando de certa forma um pouco de como aquilo funcionaria a garota, talvez se estivesse na sala do tenente ou mesmo no salão destinado a navegação pudesse ter visto algo como uma comunicação acontecer antes que os portões fossem abertos, no entanto não era o que aconteceu naquele momento. A experiência que tinha na one way era única e a fazia admirar-se com o quanto ela poderia aprender no mundo.

Instigada pelo evento e até mesmo pela beleza do que havia visto, procuraria alguém que fosse responsável pela navegação do navio e teria encontrado ao andar um pouquinho uma garota de cabelos brancos, olhos avermelhados de uma baixa estatura, que logo responderia a sua apresentação com um sorriso, apresentando a si mesma.

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-É um prazer conhecê-la, eu sou a oficial Mema, sou uma das responsáveis pela navegação.

Completaria a garota em um tom bem tranquilo, onde ouviria o que Daisy havia a falar sobre o que havia a instigado a aprender mais, assim como também havia contado sobre como em sua terra natal havia estudado sobre a navegação, sendo esse o tópico de principal interesse, havia vida e empolgação no que ela falava e talvez instigada pelo próprio entusiasmo da mulher,  Mema havia concordado com uma aceno positivo de sua cabeça ao balançá-la para cima e para baixo.

-Bem,  não deve haver muito que lhe atribuam enquanto dentro da navegação, essa é uma rota bem tranquila e não devemos ter algum incômodo real. Adoraria lhe ajudar nisso, vamos até a sala de navegação onde terei instrumentos melhores para lhe ensinar.

Prosseguindo até a sala de navegação,  Daisy poderia encontrar sobre uma mesa de madeira diversos mapas preenchidos das mais diversas formas, assim como haviam prateleiras cheias de livros, alguns instrumentos que por ela poderiam ser reconhecidos para o auxílio da navegação e outros objetos mais  comuns para a escrita ou anotações, não havia ninguém naquele momento além delas e durante o tempo em que Mema havia dedicado-se para ensinar Daisy, ninguém as interromperia durante o processo.

Passaram-se duas horas, até que Daisy pudesse compreender aquilo que lhe era ensinado, devido ao esforço mental, poderia sentir-se um pouco fatigada quando havia decidido retomar a ronda,onde poderia ver que a festa ainda continuava, mas haviam menos pessoas sobre a mesa e muitas pessoas que dirigiam-se em direção ao dormitório naquele momento.O que faria a garota dentro da tranquilidade e liberdade que estava ao alcance de suas mãos naquele momento? O dormitório poderia ser algo bem tentador, assim como também o seu senso de dever também poderia ser, a escolha, caberia a ela para guiar a rota de sua própria vida.


Gino

Quando havia levado a criança até os pais, talvez fosse de se esperar que poderiam tecer elogios a sua admirável figura, no entanto sabendo-se que palavras não poderiam ser o suficiente para alcançar sua própria magnitude, talvez por tédio ou simplesmente falta de tempo, segundo o próprio conceito, responderia de sua própria forma que não haveria como no mundo haver outra pessoa que se igualasse a ele, o que não era um pensamento errado, já que cada pessoa é única de sua forma.

Quando encarando o novo caminho, após o leve solavanco, admirava-se primeiramente com o caminho ao qual nunca havia tido uma experiência antes, o que não era de se surpreender, uma vez que agora  ele estava viajando para a Grand Line através de um barco da Marinha, o que iria lhe conferir uma nova experiência, ao dar aos seus olhos uma vista digna de sua admiração. Uma vez que estivesse satisfeito com o que havia visto, se deslocaria até a cozinha, algo que não lhe tomaria muito tempo, onde encontraria um homem de longos cabelos ruivos, com uma aparência levemente bagunçada, ainda que fossem bem lisos seus cabelos, uma estrutura muscular considerável, ao qual identificava-se como o responsável pela comida daquele local.

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Era notável que o homem em relação ao pedido e a própria apresentação do gigante manteve-se quieto por um momento, até que pudesse ir em direção ao próprio avental para que pudesse começar o seu trabalho, de costas para o gigante o homem apresentou-se, enquanto rapidamente ligaria o fogo, pegando algumas panelas e ingredientes para que pudesse começar o preparo do prato pedido pelo homem.

-Eu sou Orihana, sou o responsável pela cozinha e bom, espero que o prato esteja do seu agrado.


Diria o homem de uma forma altamente descontraída, sua voz por mais que pudesse ser grave, ainda poderia soar bem jovial para a sua idade e seria agradável aos ouvidos do gigante, mas não mais do que seriam os movimentos quase hipnóticos que viriam pelas mãos do hábil cozinheiro que parecia quase dançar em meio aos muitos processos simultâneos para que pudesse dar vida ao prato de gigantesca proporção ao qual ele faria,  o barulho que a própria carne que ele havia colocado fazia, assim como os mais diversos aromas que subiriam quando ele aplicava os mais variados temperos, usando de diversas panelas, poderiam inebriar os sentidos do mais exigente dos homens e o resultado em pouco tempo seria dado, quando em uma travessa grande, o homem pudesse lhe servir um de seus pratos.

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A junção de todos os elementos do prato, fariam com que mesmo que antes de que pudesse comer, pudesse aproveitar-se ao máximo daquela experiência, através do que seus olhos poderiam ver, e até mesmo através do aroma ou mesmo do som que poderia ser ouvido, no momento em que tocasse naquele prato, seu paladar poderia surpreender-se pois aquela era uma refeição digna de alguém como o próprio Giorgino, e Orihana, apenas ficaria bem atento a reação do gigante enquanto poderia saborear o que lhe era servido e frente a reação positiva, nada mais poderia fazer do que responder-lhe com um grande sorriso no rosto.

-Não por isso. De toda forma, caso você queira aprender, não vejo porque não ajudá-lo, não será uma tarefa fácil, mas você não parece alguém que desistiria fácil também, lave as suas mãos, pegue um avental para não manchar sua farda, eu vou guiá-lo.

Completaria o homem orgulhoso de seu próprio prato e de seu próprio conhecimento, onde ofereceria o caminho para que ele pudesse aprender, não só na teoria como na prática sobre culinária, algo que levaria  também duas horas, para que pudesse assimilar o que havia aprendido com Orihana, tempo este que talvez refletisse o próprio talento natural que o  marinheiro tinha dentro de si.

Uma vez que tivesse terminado o seu aprendizado, seguiria novamente procurando por onde poderia ser útil, era uma viagem que não haviam ameaças reais, mas uma oportunidade de novamente ser útil surgiria, quando ele pudesse ver que a mesma criança que havia brincado antes, havia perdido seu balão que começava a voar aos céus, onde humano nenhum poderia ter a altura para ajudar nessa pequena, porém de grande significado ação, no entanto caso o gigante quisesse,  com pouco esforço poderia ajudar, teria o homem se dignificado a ajudar nessa causa? Ou seguiria procurando pelo navio algo para fazer?

Jinne

Comparar sua própria história a do tenente e as atitudes que foram tomadas poderia levantar várias perguntas em sua pequena cabeça, em como ela mesma poderia encarar aquela situação se estivesse  em seu lugar e por mais que pudesse pensar, não encontraria uma resposta conclusiva mas, ainda assim guardaria aquilo como se tivesse como um aprendizado.

Seguiria em frente com aquilo, não estava triste, por mais que a emoção pudesse ter lhe tomado em algum momento devido a empatia, o sorriso em seu rosto seria presente, não queria passar a idéia de pena ou algo do tipo, afinal porque havia de ter? Apesar de ser uma história com um começo triste, o meio parecia feliz  e o final, talvez ainda estivesse bem longe para que pudessem se preocupar naquele momento. O sorriso que havia recebido, as atitudes, eram coisas que poderia levar em seu peito como algo muito bom.

Caminhou até o timoneiro, que lhe dava uma boa impressão, não só o rapaz era muito bonito, como também lhe era muito gentil, mostrou-se interessado também no que era justo, em fazer também algumas perguntas para a pequenina que era cheia delas. Quando ela havia lhe respondido com seu nome, o rapaz de sorriso fácil, não pôde deixar de continuar a sorrir, talvez pela reação positiva da garota em respondê-lo ou até mesmo devido a ter gostado do nome, uma dúvida que poderia se perdurar até que lhe fosse perguntado.

-Bom, é justo que eu me apresente também, sou o Sargento Kire.


Responderia o rapaz com uma voz bem gentil, enquanto a própria marinheira poderia naquele momento ter subido em seu ombro, para que pudesse melhor apreciar a vista. A medalha do rapaz chamava-lhe muito a atenção mas, havia algo ainda mais impressionante para que pudesse roubar a sua atenção e isso era o barco, que andava na vertical. Como seria aquilo possível? A pergunta de Jinne não poderia ser mais normal frente a aquela situação e logo o homem procuraria com os olhos para onde a pequena olhava para que pudesse ver aquilo, logo avistando mais um dos muitos aventureiros que tentava a sorte de subir pela Reverse Mountain.

-Não há nada de tão estranho, para onde estamos indo, você vai encontrar muitos eventos climáticos únicos que parecem sair de um conto de fantasia, esse é o lugar onde caçadores de recompensa, piratas ou pessoas não afiliadas ao governo, arriscam suas próprias vidas ao atravessar para a Grand Line dessa forma, não são todos aqueles que são capazes de atravessar dessa forma e em alguns casos, eu poderia dizer que é até bom para o mundo hahaha.


Completaria de forma energética, voltando atenção ao curso que tomariam para fazer os ajustes para que pudessem entrar na One way, onde um pequeno solavanco aconteceria. Devido a própria reação rápida, a ação do rapaz de tentar ajudá-la não se fez necessária, fazendo com que ela pudesse continuar firme na posição onde se encontrava. A escuridão, a fez indagar-se sobre a possibilidade de eles terem morrido, ainda mais quando os cristais azuis a faziam lembrar-se sobre o paraíso e Kire, não conseguiu conter  o riso pela inocência apresentada a ele.

-Bem, não é algo tão assustador assim, apenas passamos por um trecho que é menos iluminado haha, de toda forma esse não é o paraíso e não é errado dizer que eu serei o barqueiro a guiá-la, pelo menos até Emeigh hahaha, que não é lá um lugar tão bonito, como o caminho que faremos. Eu já fiz essa travessia mais vezes, também já vi muita coisa bonita, mas para ser honesto, mesmo as belezas naturais as vezes não podem se comparar a algumas coisas certo? Ah, certamente sem dúvidas aquele sorriso é a coisa mais linda que eu já vi, apesar de fazer muito tempo que não o vejo, eu não vejo a hora de poder concluir logo essa missão para voltar! E você, já viu algo tão bonito assim antes?

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Diria o rapaz de forma energética, pura onde era possível ver seu próprio tom de voz mudar, quando começou a lembrar-se de alguém que lhe parecia muito especial, era possível ver o rapaz agora ter um sorriso muito mais doce, seu olhar cerrar-se levemente, enquanto lágrimas caiam, era um sentimento tão palpável que poderia-se sentir tocar, para um rapaz tão novo, talvez não parecesse que algo assim fosse possível de acometê-lo e talvez isso pudesse chamar a atenção da Tontata naquele momento.

Fisgada pela beleza dos cristais, perguntaria sobre eles e o rapaz após respirar fundo por um momento e passar a mão do ombro oposto ao que ela estava acima no momento no rosto, para que pudesse limpar as lágrimas, um sentimento que talvez fosse ou não influenciado pelo rapaz de entender o motivo do porque as pessoas queriam erguer mais do que podiam levantar, para que pudessem não abrir a mão de algo importante pareceu lhe surgir, antes que finalmente a resposta do rapaz pudesse vir.

-Eu não sei muito sobre os cristais, além de que eles tem uma característica de reter a luz, e por fim iluminar o caminho, é de fato um presente divino talvez? Haha, mas é por esse motivo que durante a travessia geralmente há muita iluminação dentro do navio, é possível guiar o navio a partir desse caminho sem que se possa enxergar, afinal a própria rota marítima se encarregaria de tudo bonitinho, mas qual seria o charme de tudo isso?

Responderia o rapaz olhando para Jinne por um momento, antes que pudesse voltar a sua atenção ao que havia a sua frente novamente, seu tom ao afastar-se do assunto que tocava mais ao seu coração parecia voltar ao normal.

Perguntou ao rapaz se ele já sentiu se livrar de um peso e se mudanças poderiam trazer respostas, e  mesmo que talvez não entendesse muito o propósito o rapaz se prestaria a responder, a companhia lhe era agradável, e ele queria poder manter um pouco mais a conversa, enquanto pudesse aproveitar dela.

-Bom, acho que todos em algum momento já  sentiram carregar um peso, seja uma dificuldade ou até mesmo um fardo ao qual parece pesar para que possamos seguir em frente e não há sensação melhor do que poder superar um obstáculo como esse não?... Na verdade eu penso em algumas sensações melhores, mas não vem ao caso hahaha.  Mudanças podem tanto gerar respostas como abrir mais dúvidas, tudo depende do que muda, eu acho, mas é um jeito legal de pensar o seu. Você está com um grupo nessa missão? Ir para Emeigh só, deve ser algo assustador, eu não gostaria de imaginar.

Completaria o rapaz, com sua resposta seguida de uma pergunta, como sempre que lembrava-se o faria. Quando o assunto era a sua medalha, ele olharia para ela e com um sorriso responderia um pouco sobre ela.

-Eu consegui essa medalha ao capturar um pirata, dentro de uma das minhas primeiras missões como marinheiro, foi uma experiência assustadora, eu não sabia muito bem o que estava fazendo ainda, mas de algum modo tudo deu certo e a recompensa, que eu tive foi muito maior do que eu pensei que poderia ter e não falo bem do dinheiro hahaha, você gostaria de ouvir mais sobre? Não são muitas as pessoas que se interessem sobre essas coisas.


Diria o rapaz  levando o dedo indicador para coçar levemente a bochecha que ruborizou um pouco, quando pensava mais profundamente sobre a história, seu próprio tom de voz havia mudado, assim como a própria postura do rapaz, perante ao mundo como um todo, algo similar ao que ela havia visto anteriormente o rapaz fazer.

Todos

A todos que estivessem do lado de fora, seria possível ver ao horizonte uma luminosidade começar a surgir, junto a um barulho de um outro portão se abrindo, revelando que estariam próximos da saída daquele lindo túnel.



Informações.:
 
Histórico:
 
Of:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptySeg 6 Ago - 22:15


Era curioso em como enquanto fazia algo que gostava, como estudar e aprender sobre Geografia com a Mema, o tempo voava e eu mal conseguia perceber que duas horas tinham se passado. Durante aquele tempo estava tão focada e determinada a aprender todos os ensinamentos dela que esquecia completamente que havia um mundo lá fora, aquilo era realmente divertido, mas quando percebia que não tinha muito mais o que ela me ensinar até batia um sentimento de tristeza.

-Poxa... Era o que sussurrava a mim mesma.

Minha expressão poderia demonstrar completamente o meu descontentamento, mas de toda forma eu me conformava em ter de sair dali mesmo que a vontade ainda fosse continuar lendo mais e mais daqueles livros. Mema era uma pessoa legal e eu tinha criado uma admiração por ela, mas ela já havia sido bem simpática comigo, me deixando aprender algumas coisas e tudo que eu menos queria era incomodá-la por mais tempo, afinal, ela ainda estava ali a serviço e eu precisava respeitar aquilo.

-Muito obrigado, Mema. Consegui aprender bastante coisa hoje. Eu espero um dia ser uma Navegadora tão boa como você!

Terminava de agradecê-la estendendo minha mão em cumprimento e logo retornava ao convés, onde conseguia perceber que a festa ainda continuava apesar de estar bem mais vazia do que estivera a algumas horas já que boa parte das pessoas já tinham ido aproveitar o restante da noite para descansar, o que não parecia nem um pouco uma má ideia. Eu esperaria mais alguns minutos ali no convés apenas para me certificar que nada de anormal acontecia e então, se estivesse tudo bem, iria aproveitar para me dirigir ao dormitório e descansar um pouco também. Do contrário, se notasse qualquer anormalidade, iria imediatamente em busca de analisar o que estava acontecendo para que pudesse tomar providências.

Descansaria até que amanhecesse ou que precisasse acordar devido a necessidade de me apresentar para algum trabalho. Assim que levantasse, iria imediatamente me recompor e tentar não demonstrar uma cara de quem acabara de acordar ou que estivesse indisposta e logo em seguida iria novamente até o convés, onde procuraria um local apropriado para me postar e ficar observando as coisas, já que por enquanto meu trabalho seria apenas vigiar as coisas. Pela manhã tentaria cumprimentar com um Olá e desejar bom dia a todos com quem me encontrasse e demonstrar um sorriso em seguida, mantendo um pouco da minha postura educada. Ali faria a vigia por um tempo e se depois de algumas horas nada demais acontecesse e estivesse tudo tranquilo ainda, iria procurar pelo tenente pela embarcação.

-Olá senhor! Prestaria continência após tais palavras e continuaria. -Está tudo bem por aqui? Há algo mais em que eu possa ajudar além da vigia que me fora designada?

A verdade é que estava bem entediada e apesar de entender a necessidade do meu trabalho, sentia que fazer apenas aquilo o dia inteiro poderia ser bem chato e portanto esperava que pudesse ter algo mais em que pudesse ajudar, porém, já imaginava de certa forma que seria difícil ter muito mais em que contribuir estando numa embarcação e portanto se a resposta dele fosse negativa, apenas balançaria a cabeça positivamente e entenderia isso, voltando em seguida ao meu posto e continuando a minha vigia.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptyTer 7 Ago - 20:37

Dança no navio #6






Aquele momento se estendia perfeitamente para mim, bem, ele me falava sobre o lugar que iriamos não ser tão estranho, olha, isso era novidade de todas as coisas que ouvi sobre a Grand Line, Calm Belt, ou qualquer coisa como isso, era alguém dizer que “não era estranho” essa frase me surpreendia para ser verdadeira, pois tudo que tinha escutado daquele lugar eram histórias fantásticas, que contavam sobre, guerras, morte e destruição, até mesmo sobre minha família ter pessoas horríveis também, eram detalhes sempre muito além do que normalmente eu costumava me lembrar de ter visto nos blues e essa era realmente a primeira vez que alguém tinha dito algo assim.

Ele me questionava se eu já tinha visto algo tão bonito antes e a minha resposta é que bem eu não saberia com toda certeza dizer, e como de costume eu responderia ele com uma pergunta. - Bem, sim, eu… acho que devo ter visto algo, mas veja eu acho que tenho um pedaço dessa caverna comigo.- e nesse momento mostraria o colar azul que eu possuía, o colar tinha uma aparência similar a o que estava no topo daquela caverna, ou poderia ser apenas impressão minha. Me lembrava de um pouco da história daquele colar, onde o Vice-Almirante Easley procurou por ingredientes incríveis para poder fazer esse colar, talvez esses cristais fossem um deles, me fazia pensar sobre isso desde a primeira vez que tinha notado.

Nesse momento olhando para ele depois de mostrar o colar questionaria também o que ele achava. - Acha que é possível que tenha sido tirado daqui? ele foi feito por um Vice-almirante Artesão, chamado de Easley, dizem que ele viajou por anos juntando peças pra fazer esse colar, não importa onde se esteja ele tem o cheiro das marés, então se pode sentir como se sempre estivesse no mar.- Completaria mostrando o colar a ele e claro sempre prestando atenção no que quer que ele fosse me perguntando, as respostas que ele vinha me dando eram sempre interessantes, inclusive sobre ele tirar um peso das costas.

De fato era uma sensação incrível, mas o que me chamava atenção não era ele dizer isso do que ele estaria falando quando disse ter uma sensação muito mais incrível? será que era de algo legal que ele comeu, ou ainda melhor, algo legal que ele matou e comeu, como carne de algum peixe raro? Ele deve ter viajado por muitos mares, então não seria assustador imaginar que ele tivesse feito algo nesse ponto, mas o que dizer? bem não tinha muito na verdade, eu iria perguntar posteriormente mas guardarei isso na mente para quando a chance me vier, por enquanto deixaria a conversa fluir respondendo as perguntas dele. - Há eu na verdade estou agora na minha terceira missão, que seria essa aqui, eu estou junto com mais dois marinheiros, um bem grandão, acho que ele tem uns 5 metros, você com certeza viu ele, é bem incrível né? Giorgino Escanor, um sargento assim como eu, e uma moça muito bonita, se você viu ela vai se lembrar, cabelos brancos, com farda da marinha também, seios bem grandões. Ela se chama Naitlyn Daisy, estamos indo juntos, participamos de uma confusão em Micqueout.- Daria um leve sorriso quando dissesse, isso aquela missão foi uma das mais difíceis, na verdade as duas que fiz, foram contra inimigos formidavelmente acima do padrão, não achava isso ruim na verdade, mas aos poucos lembro que eles me deixaram cansada, e o último deles quase quebrou meu espírito, não era minha memória mais feliz, mas também não era a mais triste. - Minha primeira missão foi em Shells Town, eu sou de lá na verdade, nascida e criada, eu tinha que escoltar um construtor até Micquout em uma viagem de zeppelim, mas alguns tritões interferiram na nossa missão, eram 5 deles, eram fortes pra caramba, e meu grupo quase foi eliminado. Um combate intenso, uma das minhas melhores amigas tomou um tiro no pescoço, bem aqui.- diria mostrando a localização ali perto da nuca onde lembrava de ter visto a bala sendo localizada bem no ponto que vinha. É algo que poderia ter acontecido com qualquer um inclusive comigo naquela missão. - Eu acabei tendo de escoltar ele e levar ela pra ser tratada dentro do Zeppelim, mas só pode ter o tratamento finalizado na chegada, deixei ela em segurança, mas não consegui saber como ela ficou depois disso, e na verdade fizemos um trato, de nos vermos todos na GL, eu espero que eles realmente venham, todos eles um dia, Teiko, Elly, Marge e até mesmo quero ver o construtor de trens um dia.- eu havia me empolgado por contar minha historia pra ele, tinha sido inevitável, falar daquilo, me trazia muitas memórias boas e ruins e sempre que contava tinha essas sensação de mesmo com tudo isso, ter conquistado algo. - Desculpe acho que me empolguei hihihi.-

Depois disso vinha o que se colocava sobre a medalha, era por capturar um procurado, bem que imaginei algo assim, se parar pra pensar me lembro de ter visto uma série desse tipo, mas ainda assim era impressionante quando parava pra pensar que ele era alguém desse tipo. Procurados com recompensas elevadas podem ser difíceis, e bem, era meu próximo questionamento. - Bem eu na verdade gostaria bastante de saber mais sobre isso, tem uma coisa, quanto era a recompensa dele, e bem como era o nome? melhor ainda, o que foi que te recompensou tanto assim? melhor do que dinheiro? e melhor do que ganhar uma medalha?- sim eu estava começando a construir terreno porque queria saber do que ele estava falando antes, mas esperaria a hora certa, quando ele me contasse tudo que havia sobre a medalha por que de fato cada detalhe me interessava, mas no fim o que eu questionaria era bem simples, não havia porque arrodeios, tentaria olhar bem no rosto dele movendo um pouco meu dorso pra frente, e colocando meu rosto o mais próximo que desse pra ver, meus olhos esbanjariam a curiosidade que estava em mim naquele momento, quando falava. - Mas o que era a sensação tão boa que você falou antes, sabe algo incrível não é? Eu estava pensando nisso, o que poderia ser tão bom? Tive algumas ideias na cabeça mas não acho que seja nenhuma delas pela forma como você falou, mas queria ouvir se pudesse me contar.- eu queria mesmo saber sobre isso, poderiam ser diversas coisas e a dimensão delas é tão variada que é até difícil definir de tantas possibilidades.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptyQua 8 Ago - 16:05

Como já era esperado, minha genealidade latente facilitava em muito o aprendizado, qu se concluia em poucas horas. Tendo agradecido ao cosinheiro que me serviu como educador, sairia da cozinha e voltaria para o exterior do navio.
O brilho mais adiante evidenciava a aproximação do final daquele esplendoroso tunel, que nos levaria até a Grande Rota.

O que me arrebatou a atenção, no entanto, forçndo meus olhos a se afastarem da fonte de luminosidade, era a pequena Lady Camy Dany que, por um infortunio havia acabado e perder a posse de seu singelo “brinquedo”, um balão que flutuava livre pelo ar, subindo cada vez mais. Vendo que aquilo lhe trazia tristeza, imediatamente me moveria para a direção necessária, erguendo o braço direito até a altura que fosse precisa para agarrar o cordão da bexiga de gás helio. Tentaria pinçar os dedos para prender o fio e deter a subida do balão e, caso fosse bem sucedido, o que eu obviamente seria, traria o objeto para baixo mais uma vez, pondo-o ao alcance da criança humana. – É preciso que tenha mais cuidado, jovem dama. Eis aqui vosso balão. Solicite as suas figuras paternas que atem um nó ao redor do seu pulso para que o objeto não ascenda novamente e lhe escape a posse.

Resolvida aquela questão, voltaria a observar a tripulação e os passageiros do navio, tentando identificar qualquer crise em que minha intervenção se fizesse necessária. Prestaria atenção também aos arredores, atentando-me ao tunel que, por mais que devesse ser seguro e bem protegido pelas forças da marinha, ainda sim requeria meus cuidados. Não tendo qualquer ponto mais alarmante nesses quesitos, iria até o oficial de patente mais elevada ali presente, buscando por informações a respeito de missões vindouras. – Saudações. Solicito detalhes da incubemcia que me foi atribuida. O que, exatamente, espera que eu realize nessa tarefa? A algo que teremos que fazer ao atracar em nosso destino?

Com a chegada do fim do tunel, suponho que estejamos perto da metade da trajetoria, tendo já praticamente adentrado a Grand Line, saindo das aguas calmas dos Blues. Era o momento de me pôr a pensar a respeito das tarefas que me aguardavam, para decidir o melhor jeito de agir e conclui-la com minha surpreendente taxa de sucesso impecavel.



OFF: Desculpe o post pequeno, fiz correndo e com um teclado bem ruinzinho [teclas duras] da biblioteca da UFES, então pode ter algumas letras faltando. Mas acho que tive condições ao menos de manter a personalidade do personagem. No próximo eu tento fazer melhor.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptyQui 9 Ago - 22:58

The Justice Stair




Jinne

A apresentação sobre a Grand Line havia lhe mostrado que o mundo talvez fosse muito maior do que havia pensado e mesmo histórias que pareciam fantasiosas, talvez pudessem através dos relatos parecerem muito mais reais a ela naquele momento que poderia surpreender-se com o que Kire havia lhe dito, havia descoberto que haviam Belmonts que não seguiam a justiça, havia ouvido sobre guerras, morte e calamidades, a pouco teria visto até mesmo um barco  subir verticalmente, era de fato surpreendente.

Jinne compararia o seu próprio colar com as pedras que haviam na caverna e perguntava-se se o material era o mesmo dos lindos cristais que poderiam ver por toda extensão do túnel e era notável o olhar do timoneiro ao colar, intrigado, levando a  mão esquerda ao queixo, com uma expressão de pensativo, algo que era notável demais pelo modo como ele fazia com a boca um barulho  de “hmm…” e pelo modo que seu olhar estava direcionado para cima, algo que era bem engraçado de certa forma, pois caso a pequena já tivesse lido algum quadrinho, poderia muito ligar a imagem de que o marinheiro estava naquele momento olhando para o próprio “ balão de pensamento”,  enquanto tentava responder a pergunta que a ele era feita.


-Acho que é possível que um dos materiais seja o cristal desse túnel, considerando que se trata de um vice-almirante… Eu acho que seria possível recolher os materiais e voltar ao navio em segurança, mas sem dúvidas, na composição há mais minérios que eu não sou capaz de reconhecer, desculpa hahaha.


Diria o rapaz com um tom pensativo, ainda que pudesse manter o seu próprio modo único de falar, que talvez pudesse manter qualquer conversa animada.A marinheira parecia intrigada com o que mais poderia compor o colar que carregava consigo, talvez pudesse descobrir mais sobre de acordo com a sua própria progressão ao novo mundo que apresentava-se a ela como a Grand Line, não era descartável que pudesse vir de algum peixe misterioso, planta única ou mesmo de um geodo desconhecido e isso poderia talvez levá-la a imaginar ainda mais longe. Era notável que o rapaz tinha bastante interesse nas respostas e até mesmo nas perguntas que ela tinha a fazer, era uma pessoa muito agradável de se estar ao lado, pois era possível sentir-se importante pelo modo como o rapaz reagia e mostrava-se sempre interessado. Quando abordado sobre os companheiros, o loiro abriria um sorriso gentil e acolhedor enquanto responderia.


-  Acho que não há como não notá-lo certo? Ele parece um rapaz gentil, já que se dá bem com crianças, acho que talvez faça bastante sentido que juntem pessoas assim em um grupo… Quanto a terceira pessoa bem, pelo modo que você fala parece ser uma pessoa incrível mas, eu não a lembro de tê-la visto, ou talvez não tenha reparado muito, eu sou um pouco desligado quanto a outras moças a algum tempinho hahaha.

Era notável que em seu modo despojado de falar que ele realmente estava se divertindo em manter a conversa que eles estavam tendo, assim como também talvez naquele momento pudesse fazer com que as pequenas engrenagens na cabeça da marinheira pudessem processar mais ao juntar mais para frente as peças do que ele se referia, algo que talvez ainda fosse um  mistério que apresentaria-se com as mais diversas possibilidades. Talvez, pelo modo como se sentiu a vontade com o rapaz, tenha até mesmo sido estimulada a falar mais sobre si, sobre sua origem e era notável que a expressão do rapaz mudava conforme ela ia contando a própria história, de forma a mostrar que realmente estava prestando atenção a cada trecho do que a garota falava, caso olhasse em seus olhos, seria possível ver um certo brilho, havia algo na voz da garota ou em seu modo de falar que talvez o tivesse instigado, como se tivesse orgulho de estar falando com ela naquele momento. Assim que visse uma oportunidade de falar sem que pudesse interromper a garota, suspirou antes que pudesse comentar algo.


-Shells Town é pra mim uma cidade muito querida, na verdade o próprio East blue me trás um sentimento bom, sabe dizem muito sobre ser o mar mais fraco, por não surgirem muitos nomes de piratas grandes do local mas, sabe como eu penso? Eu penso que ali foi um modelo de paz que eu fico feliz de poder ter feito parte, ao ter me alistado dentro do próprio QG de Shells Town haha,o próprio Thor foi o responsável pelo seu processo também? Eu imagino que tenha sido uma situação complicada, me dá arrepios só de pensar. O mundo é um lugar grande, é bem possível que vocês consigam se encontrar se essa for a vontade de vocês haha.


Era notável que o rapaz que era bem expressivo passava com total sinceridade em sua voz, e até mesmo suas expressões faciais em que realmente mostrava-se assustado em alguns momentos, assim como também mostrava-se esperançoso, quando falava sobre a possibilidade do reencontro de Jinne com as pessoas que havia dito que  iria se encontrar. Quanto mais poderia passar tempo com ele menos seria possível pensar nele como um combatente, era um rapaz que talvez fosse sensível demais, gentil demais para que se imaginasse que o combate, ainda mais contra um procurado pudesse fazer parte de sua rotina no entanto finalmente a pergunta chegaria, de que ele contasse mais sobre a medalha sobre como a conseguiu e o que poderia ser melhor do que receber uma medalha. Era notável um suspiro pela parte do timoneiro, enquanto ele direcionava seu olhar  aos cristais por um momento, sua face delicadamente começava  a ser colorida por um tom de vermelho, enquanto ele pegaria um cartaz dobrado do bolso.

-Bom, você vai sem dúvidas achar uma história um pouco maluca, mas eu ganhei essa medalha, não só com uma pessoa mas duas, Christa Ellok, “o terror noturno” e Mike Bison “ O vulto”, ambos tinham 48 milhões como prêmio pelas suas cabeças… Ela é linda não? Ela sempre me diz que é uma foto terrível, mas foi graças a essa foto que eu a conheci, então sem um valor sentimental sabe?


Diria o rapaz suspirando, era notável que quando falava de Christa até mesmo sua postura mudava, como se falasse da própria encarnação de um anjo sobre a terra, mas havia algo de estranho nisso, teria ela entendido errado?  O rapaz falava de uma forma tão apaixonada, que sequer havia percebido que para quem não conhecia a história por completo, aquilo não faria sentido, então  rapidamente ele começou a explicar melhor, enquanto deixava Jinne segurar o cartaz ou ele mesmo seguraria.
Imagem dentro do cartaz C:
 

-C-Calma sei que parece bem errado, afinal eu sou um marinheiro e até então você deve estar pensando nela como uma pirata certo? Bom, vou contar direitinho essa história. Você já ouviu falar sobre Loguetown? Como você também vem do East blue imagino que você já tenha ouvido sobre ali ser a cidade do começo e do fim de muitos sonhos e ali seria o lugar onde surgiria o meu. Eu havia sido recém transferido e a cidade estava em um estado muito terrível devido a informação de que uma pirata com uma recompensa absurda para ainda estar nos Blues estava agora em Loguetown, a marinha estava completamente alerta, eu mesmo fui mandado o mais rápido que puderam para investigar uma das áreas, com instruções claras de que se eu encontrasse algo, eu deveria apenas recuar e informar a Cruzis, era um perigo muito maior do que eu seria capaz de enfrentar… Mas e esse Mike Bison? Calma que já vamos chegar lá… Bom, em meio a minha investigação, eu acabei me separando do meu parceiro, Green, você riria em como ironicamente a cor de seu cabelo era ruiva, talvez os pais fossem artistas e quisessem fazer uma brincadeira com a paleta de cores ou algo do tipo haha, ok vou me focar. Já era tarde da noite, quando eu encontrei uma embarcação suspeita e eu adentrei e foi quando eu a encontrei, ela estava sentada em uma cadeira de madeira, nossos olhos se cruzaram e bem… Ela teria uma versão um pouco diferente da minha de como foram nossos olhares naquele momento, mas ali eu senti que o Tchan aconteceu, sabe? Meu coração começou a bater mais rápido, minhas mãos estavam suando e eu tive a certeza de que era ela a pessoa que eu queria passar o resto da minha vida… Ela provavelmente te contaria que na verdade eu estava tremendo de medo, mas ela é bem brincalhona sobre como nos conhecemos hahaha, bom um dia talvez nossos caminhos se cruzem e eu possa apresentá-la a você A… que saudades… Ah, desculpa! Vou me concentrar… Bem, quando eu notei eu já estava  no chão, eu não consegui lhe erguer uma mão para lhe ferir e basicamente tudo o que eu consegui fazer era me defender bom haha, não é como se eu tivesse bem uma chance se ela quisesse de fato me machucar… Bem,  meus sentimentos estavam os mais confusos possíveis, enquanto eu estava buscando me manter atento para continuar vivo, pois na hora eu realmente pensei que ela queria me matar, eu tinha que conter meus próprios instintos, em ver ela tão perto de mim, enquanto “ lutamos” e … Bem eu tomei obviamente a opção mais lógica  que eu pude pensar no momento em que seu rosto estava próximo do meu, enquanto ela prendia meus braços e minha cabeça estava livre… Bom, alguém sensato teria dito “ você é um marinheiro, obviamente deu uma cabeçada no nariz dela e  venceu ela, certo?” Bem…. Não. Eu acabei seguindo o caminho que eu me tornei mais feliz em ter seguido, eu roubei-lhe um beijo. Certamente foi  a pior história de primeiro beijo que alguém teria haha, mas foi como aconteceu, ela ficou tão confusa quanto eu, e por um momento eu pensei que talvez eu ter lhe golpeado não teria feito com que ela chorasse como chorou, havia algo de errado, eu pensei que eu morreria depois, sabe? Pelo menos se ela fosse de fato uma pessoa ruim, ali teria sido o meu fim…


O rapaz daria uma pausa para respirar, era notável que uma lágrima de felicidade pudesse umidificar seu rosto e descer naquele momento, sua fala era extremamente emocionada e era algo tão bonito, que mesmo os cristais daquela caverna talvez não fossem tão bonitos quanto o puro sentimento demonstrado pelo timoneiro naquele momento, que tinha um sorriso que talvez no momento em que o túnel acabasse pudesse ter uma luz maior do que a do céu estrelado, com a gigante lua cheia que ficaria a sua vista naquele momento, iluminando ainda mais a todos que estivessem do lado de fora.


-Bom… Onde eu estava? Bem… Uma coisa que é muito importante que você saiba antes de prosseguirmos É… uma frase que ela mesma me ensinou “ Nem tudo é como enxergamos, se não tocarmos a água que está sobre o lago, não poderemos ver mais do que o nosso reflexo.”  Entende? Não poderemos saber a profundidade de algo, o que é algo a menos que  possamos dar a oportunidade, de nos arriscar para tal… Nem tudo é preto no branco e bem… Continuando a história você vai entender melhor… Bem… Aquela noite, passamos o resto dela conversando… Sim , isso mesmo, ficamos conversando. E eu descobri, que todos os crimes atribuídos a ela, na verdade pertenciam ao homem conhecido como Mike Bison “ o vulto”, e esse homem tinha sua irmã, como garantia que ela obedeceria... Homem que eu pensei que era uma história apenas,já que ele não tinha uma recompensa… Até aquela noite. Bom, eu não sou de fato um bom combatente, mas eu me adapto muito bem, eu não tenho um estilo de luta próprio, sabe? Alguns falam que esse é o meu estilo mas bem… Isso não é importante junto a ela, capturamos o homem que confessou todos os crimes, eu não recebi um único centavo pela sua captura, mesmo com as provas, todos os custos que houveram para ajudar as famílias e para limpar o nome dela… Vieram da recompensa mas...  Em troca, eu conheci a pessoa mais especial que a vida poderia ter me dado e bem… Se tudo der certo… Quando eu terminar essa viagem, eu devo pedir a sua mão. Mas... Quanto a sua pergunta, eu já vi muitas coisas bonitas e você vai me achar meio clichê. Os fogos do QG de terralegre são lindos, há uma cidade em meio ao céu que você juraria ter vindo de um conto de fadas, e Wonderful Land tem uma estrutura simplesmente demais. Mas sabe qual é a coisa que eu vi que pra mim é a mais linda? O sorriso de Christa.... Perdão hahaha, caso você queira posso contar sobre qualquer uma dessas aventuras, se você não se importar de passar mais tempo comigo. De toda forma, queira você ou não... Deve ser difícil conseguir roupas e acessórios para os eu tamanho sem que se tenha alguém que saiba fazer né? Quando chegarmos a Emeigh, eu vou te apresentar a uma pessoa que pode te ajudar bastante nisso, caso você queira.


Concluía o rapaz a sua história, ainda que longa e com a própria falta de atenção, era possível ver a história de um marinheiro que havia se apaixonado por uma pirata e não só isso, a tirou dessa vida, uma história que ainda que provavelmente tivesse muito mais detalhes, mas certamente deveria ser capaz de preencher o coração de qualquer um com o intenso sentimento que o rapaz sentia, talvez se Jinne lhe perguntasse mais, ele acabasse falando mais sobre o assunto, talvez lhe mostrasse o anel ou até mesmo falasse como iria fazer, o homem estava plenamente feliz com a companhia e com a oportunidade de falar sobre Christa, ele claramente estava um pouco envergonhado e coçava um pouco a cabeça como modo de demonstrar isso, lembrando de não usar do lado ao qual Jinne estava.
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Gino

Giorno apesar de sua aparência imponente que reflete o próprio poder e magnitude que apenas ele poderia passar, mostrava-se um homem gentil, diante dele havia uma situação em que ele poderia ter visto novamente a mesma menina que ele havia trazido a alegria mais cedo, perder o seu balão de hélio, que sem dúvidas sem a sua interferência estaria perdido, talvez para uma criança um simples objeto como aquele não tivesse tanta importância quanto para alguém que trazia um objeto como lembrança de onde havia vindo para uma nova localização, onde provavelmente teria o resto de sua vida a seguir, mas pensando na possível tristeza da pequena, o homem não só tentaria, teria a certeza de pegar o pequeno fio e o entregaria a Camy, que corria na direção do gigante, pegando de sua mão com a própria, com um sorriso no rosto, que formou-se  substituindo a expressão desesperada da garota que estava esbaforida tentando alcançar o próprio balão, obviamente não teria sucesso algum se não fosse suas ações.

-  Obrigada! Sem você eu teria perdido o meu balão e… Pensando bem é uma idéia muito boa, como ninguém pensou nisso antes?


Diria em seu inocente tom, enquanto correu logo depois de dar um tchauzinho com as mãos, indo em direção aos pais, o gigante poderia caso quisesse ver tudo aquilo se resolvendo da forma como ele havia sugerido, antes que eles se levantassem da mesa e fossem na direção dos dormitórios, era possível ver um aceno do casal em sua direção, caso tivesse permanecido ali. Com a sensação de dever cumprido, o homem procuraria por alguma crise ou lugar em que fosse necessária a sua presença e não se passou muito tempo, até que o mesmo homem que havia lhe ensinado sobre culinária, junto a alguns outros homens e mulheres com roupas estavam chegando na direção da mesa onde ainda acontecia com uma menor intensidade a confraternização. Aproximando-se do gigante o  homem de cabelos ruivos, com uma expressão descontraída, teria algo que apenas o gigante poderia se incubir de fazer.
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-Bom, todos precisamos de uma troca de turnos, você acha que daria conta de ajudar os demais? Como meu aprendiz, não teria ninguém melhor para confiar para que pudesse cuidar da parte da cozinha do que você, afinal, precisamos de algo para ficarmos em pé também, certo?

Diria o homem com um tom leve e brincalhão, em seus olhos haviam uma grande expectativa sobre o gigante, que poderia na cozinha não só poder exercer o que havia acabado de aprender, como teria a oportunidade de liderar os demais, caso pudesse mencionar com quem ele havia aprendido a arte da culinária, diante desse pedido e do tédio que a vigia parecia oferecer, qual seria sua decisão?

Daisy

Naitlyn estava tão focada no que Mema teria a lhe ensinar que talvez mal pudesse ver o tempo passando, poderia ali beber da fonte de conhecimento da garota que tão gentilmente havia a recepcionado e a aceitado para que pudesse ensiná-la até que não houvesse mais uma gota referente ao assunto que a ela interessava aprender e que a própria alva garota poderia tê-la ensinado, o seu próprio modo de encarar a situação era extremamente positivo, pois não parecia que poderia se saciar apenas com aquilo, uma característica que poderia ajudá-la a continuar em contínuo crescimento como marinheira e como pessoa.


Mema, ainda que pudesse notar a clara insatisfação da garota, tentou entender o motivo e não era capaz de sentir algo que não fosse também uma certa admiração por Daisy, tinha a reciprocidade desse sentimento de respeito pelo tempo em que ambas haviam passado juntas, um sentimento que era bom de se carregar no peito ao ponto de que teria dito a garota que seria tão boa quanto ela um dia, esta não poderia ter reagido de forma diferente que não fosse ruborizar levemente, abaixando os olhos  na direção ao chão, era notável um pequeno sorriso em seu rosto antes que ela ali pudesse responder.

-Tenho certeza de que você se tornará ainda mais incrível, caso continue com essa atitude.

Teria completado a garota em um tom doce, antes que Daisy pudesse deixar ali a sala. Com isso, a garota ficaria no convés, por um tempo, talvez procurando por anormalidades, devido a própria posição de onde encontrava-se a sala de navegação, seria possível para a marinheira que pudesse ver tanto a posição  naquele momento de Gino, que parecia conversar com um homem ruivo de grande porte físico, como caso pudesse se atentar mais, poderia com esforço ver Jinne ao ombro do timoneiro da embarcação, algo que ainda que não fosse uma função, talvez pudesse ver que todos pareciam encontrar algo para que o tempo passasse ali, mas como talvez tivesse pensado em algum momento não ser necessária, pela própria tranquilidade proposta pela viagem, havia pensado em ir descansar, sendo assim no momento em que começou a dirigir-se ao dormitório, poderia sentir em seu ombro uma mão, que lhe chamava em uma voz que seria fácil para que ela identificasse como de Mema.

-Desculpa, eu acabei esquecendo de comentar sobre mas, você poderia ajudar na troca de turnos? Você vê aquele rapaz? Ele é Kire, o rapaz que atualmente controla a embarcação, assim como os cozinheiros, as pessoas que estavam trabalhando na navegação não tiveram um tempo para parar e jantar, aproveitar um pouco, sabe? Você se importaria de assumir a pilotagem do navio por um momento? Bom, você provavelmente vai ter de avisá-lo, o cabeça oca pela pressa em chegar logo ao destino, provavelmente não iria jantar, caso alguém não fosse tomar o seu lugar por um tempinho ao menos.

Diria a garota abrindo um possível caminho, ao apontar para o loiro ao qual a moça poderia ter visto anteriormente, havia a oportunidade controlar toda a embarcação, dentro da Grand Line pela primeira vez, uma responsabilidade imensa, assim como também uma grande oportunidade que a ela seria confiada, como agiria ela diante dessa situação? Ainda havia de ir até o rapaz para que pudesse realizar tal função, era possível que ela pudesse ver o rapaz quando se aproximava como alguém com um sorriso no rosto, naquele momento com o rosto bem avermelhado e talvez, dependendo da velocidade com que ela demorasse para tomar sua decisão, talvez até pudesse ouvir o finalzinho de sua história.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptySab 11 Ago - 7:02


Mesmo sendo uma novata na Marinha e gostando muito do meu trabalho até então, parecia que neste dia eu tinha finalmente encontrado um serviço do qual desgostasse e que já considerava chato pra caramba. Chegava a ser deprimente o quão entediante era fazer uma escolta de um navio e por muitos momentos o fato de não ter nada para fazer era bastante incômodo, mas felizmente suportável.

A festa que ajudava a tornar o ambiente um pouco mais alegre já não era mais tão movimentada quanto anteriormente e tendo terminado o meu aprendizado com a Mema, dava uma rápida patrulhada para verificar como andavam as coisas e nada tinha mudado até então. Por uns minutos até ficava ali de vigia, mas, vendo que meus colegas pareciam ocupados com algumas outras coisas, estar ali sozinha apenas esperando o tempo passar acabava se tornando incômodo e por não ser a mais divertida das tarefas, pensava que não havia mal em ir tirar um cochilo, indo assim em direção aos dormitórios.

-Humpff...

No caminho, já imaginando em no dia seguinte ao acordar ir de encontro ao tenente para ver se conseguia alguma tarefa, tinha a surpresa de ser acionada pela Mema. Não havia muito tempo desde que nos despedimos na sala onde ela me ensinou algumas coisas e assim era uma surpresa para mim vê-la novamente após tão pouco tempo. Minha dúvida em relação ao motivo de ela estar ali no entanto não duravam muito tempo e logo ela se explicava, me atribuindo a responsabilidade de cuidar da pilotagem da embarcação durante a troca de turno dos funcionários do navio, algo que de imediato me animava e me fazia até esquecer que estava indo dormir.

-Claro que farei isso! Indagava com muita animação. -Será uma boa experiência para mim e fico feliz também em ajudar para que possam ir comer e descansar um pouco. Avisarei a ele sim...

Iria de encontro ao rapaz mencionado pela Mema, chamando sua atenção ao parar de frente para ele e estender minha mão em cumprimento antes que pudesse anunciar o motivo pela qual estava ali.

-Olá, me chamo Daisy! Sorriria em seguida para agradar um pouco mais o clima da conversa. -A Mema me disse que eu poderia ajudá-lo, já que você precisa ir comer e eu sou uma navegadora. Se quiser eu posso conduzir a embarcação enquanto você faz isso e descansa um pouco. Seria um prazer poder fazer isso... Completaria, esperando para ouvir com atenção a sua resposta, completando logo em seguida caso a resposta dele fosse positiva. -Há alguma instrução em específico que eu deva seguir? E uma dúvida... eu não reparei quando entrei, mas este navio além das velas é movido com algum motor a vapor ou por remos? Preciso também da Bússola que estão utilizando. Ou em caso de negatividade de sua resposta: -Tudo bem então, de qualquer forma, se precisar de mim estarei por ai!

Sendo a resposta dele positiva, ouviria com atenção as possíveis instruções e logo iria em direção ao local onde se situava o timão da embarcação, tentando de imediato observar como estava o curso do navio em relação ao canal em que nos encontrávamos. Pelo que tinha notado, tratava-se de um corredor em meio a Red Line, com uma corrente que nos levaria em direção ao Calm Belt e portanto, por se tratar de um único caminho possível, minhas ações durante aquele trajeto seria a de estabilizar o timão e tentar manter o navio seguindo em linha reta, evitando deixar que ela virasse e fosse de encontro aos paredões que nos cercavam. Por nunca ter passado por aquele local, não tinha a menor noção da distância que percorreríamos daquela forma, mas ainda assim tentaria me manter ali firme e determinada a cumprir com aquela parte do plano de simplesmente manter o timão estável até que finalmente deixássemos o corredor. Se o rapaz tivesse me dado alguma instrução em específico, faria o possível também para seguí-la.

Se durante o tempo que estivesse responsável pela pilotagem da embarcação tivéssemos deixado a One Way e finalmente chegado ao Calm Belt, era hora de começar uma outra etapa do processo de condução daquela embarcação. Como já havia estudado na escola de navegação e a pouco com a Mema sobre a parte Geográfica daquela região, o Calm Belt não possuía vento e portanto o nosso navio não se moveria a não ser que possuísse algum motos a vapor ou pessoas estivessem remando e portanto, se ele tivesse me informado que o barco possuía algum motor, iria até a sala onde estava o mesmo para acioná-lo ou então se fosse movido a remadas iria acionar o pessoal responsável para que começassem o seu trabalho. Em ambos os casos, se bem sucedidos, voltaria a sala que estava anteriormente para aos poucos ir guiando a embarcação e direcionando-a para que seguisse na direção que a bússola apontasse se tivesse conseguido-a. Moveria com cuidado o timão para que não fosse feita uma virada muito brusca e desestabilizasse o navio e após isso, devido a maré daquela região costumar ser bem tranquila, apenas permaneceria ali para ter certeza que continuaríamos seguindo na direção correta, já que devido a ausência de correntes ali, dificilmente a embarcação poderia sair do curso se nada de anormal acontecesse. Ficaria também bem atenta quanto ao Clima, já que identificando qualquer anormalidade precisaria pensar a respeito de providências que deveriam ser tomadas de forma a garantir a segurança da viagem.

OFF: Quando critico falando que esperar é chato, estou apenas falando aquilo da perspectiva da Daisy que estava entediada kkkk por favor n pense que eu, Toni, estou achando isso da aventura. Pelo contrário, estou curtindo muito :3

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptySeg 13 Ago - 15:25

As engrenagens do destino se moviam ao meu favor. Obviamente a frase “o mundo não gira ao seu redor” não se aplicava a mim. Não precisei aguardar nem mesmo um dia antes que viesse a mim a oportunidade de me aprimorar em minhas técnicas culinárias. Eu já possuía o titulo de homem mais forte do mundo, e agora teria o de melhor cozinheiro do mundo. – Mas é evidente que possuo plenas condições de exercer essa função. – Sem permitir que essa oportunidade me escapasse, iria caminhar até a cozinha, já buscando um avental grande o bastante, ou ao menos o maior deles, para me prevenir quanto a sujar meu alvo uniforme.

– Pois bem. Meu nome é Giorgino Escanor, pupilo prodígio do mestre Orihana-sensei, e serei o Chef dessa cozinha hoje. Que o Sous Chef de Cuisine se apresente imediatamente a mim. – Diria com confiança e autoridade a quem quer que estivesse ainda trabalhando naquela cozinha. Me parecia obvia a dedução de que eu ficaria em uma posição de comando em relação aos demais, afinal era o mais apto ao cargo. Aguardaria o Sous Chef se anunciar e então falaria com ele a respeito dos meus planos e intenções para aquela refeição. Porem, diria tudo em voz alta para que os assistentes em geral fossem capazes de me ouvir.

– Iremos preparar um menu completo de 7 pratos que os nossos convidados e tripulantes jamais serão capazes de esquecer. Irei orientá-los a medida que formos trabalhando no preparo de cada uma das refeições. A começar pelo primeiro prato, o Hors d'oeuvre, ou, traduzindo, aperitivo. – Ao pensar no que deveria preparar, me vinha a mente as memorias de minha amada mãe e das saudosas refeições que ela me preparava, entre todas havia uma em especial, que ela me servia como um lanche da tarde ou como algo para comer antes do jantar e aplacar a fome enquanto esperava a ceia noturna. – Coquetel de Camarões. Em uma viajem marítima, as pessoas esperam comer frutos do mar, nosso aperitivo deve atender a essa expectativa. Usem apenas camarões frescos, graúdos e uniformes. O coquetel deve ser preparado em taças de servir Martini, feitas de cristal, é evidente. Comecem a preparar os camarões, removendo a cabeça e pondo em agua fervente. Eu cuidarei do preparo do molho. – Dito isso, me moveria até uma das bancadas, pegando uma tigela grande e alguns condimentos. Maionese fresca e artesanal, molho picante, ketchup e um pouco de shoyu, misturando tudo aos poucos e sempre provando um pouco com o auxilio de uma pequena colher, conferindo até que a mistura atingisse o ponto de equilíbrio, proporção de ingredientes e sabor ideal. Seria simples, já que a perfeição é a única coisa que meu paladar é capaz de aceitar.
Quando os camarões estivessem prontos, escolheria alguns, os menos agradáveis visualmente, e os picaria em pedaços minúsculos com um cutelo, minha pericia em uso de machados viria a calhar nesse momento. Adicionaria esses camarões pulverizados a minha mistura de molho para que houvesse nele a presença do sabor marítimo que queria proporcionar aos convidados.

Orientaria os chefs assistentes a encherem as taças com o molho até a metade com o molho, decorando com algumas folhas de salsa e uma pequena quantidade de cebolinha bem picada por cima, antes de enfim colocar os camarões já cozidos e dourados na borda das taças, com apenas a ponta mergulhada no molho interno. – Podem servir. – Ordenaria aos garçons quando o processo estivesse completo. – Cada pessoa nesse navio deve receber ao menos uma taça.

Spoiler:
 

Não haveria, entretanto, tempo para que nós da cozinha relaxássemos. O tempo que levassem para degustar o aperitivo era o que teríamos disponível para dar inicio ao preparo da próxima refeição que, de acordo com a ordem de um Full Course Menu, seria um prato de sopa. – Não descansemos ainda. Nosso próximo adversário é a sopa. Precisamos fazer algo que ao mesmo tempo complemente e supere o que servimos agora. Precisa ser algo que se harmonize de um jeito que eleve o paladar deles ao próximo nível. O que significa que precisamos ainda nos manter no tema de frutos do mar. – Pegaria então as maiores panelas daquela cozinha e enxeria de agua até ¾ cada, pondo-as em fogo alto. – Para isso quero fazer uma sopa tão límpida e cristalina quanto a agua do mar que nos cerca. Mas que ao mesmo tempo seja tão nutritiva e vasta de sabores quanto o oceano pode nos proporcionar. Senhoras e senhores... Hoje nós prepararemos a lendária sopa cerimonial dos gigantes, que cada gigante come em no máximo 3 ocasiões em sua vida... A sopa que é servida em Elbaf a cada 100 anos em uma grande festividade comemorativa... Vamos fazer ela... a Century Soup, a Sopa do Século.

Dito isso, os orientaria a respeito de quais ingredientes eles deveriam selecionar para mim. Lagostins, camarões, enguias, peixes, polvo, lula, mexilhões, vieiras, enfim, qualquer fruto do mar ou ingrediente proveniente das aguas. Para tempero, ordenaria que trouxessem coentro, manjericão, salsa e cebolinha, todas inteiras e sem picar, além de um pouco da alga kombu, açafrão, alecrim, alho-poró e estragão. Orientá-los-ia a deixar tudo em seu estado bruto, pois tinha planos para essas ervas e temperos, mas em relação aos ingredientes de origem animal, seria diferente. – Limpe-os adequadamente e disponham em tigelas para mim, irei administrar pessoalmente quanto de cada ingrediente deve entrar na panela de sopa. A proporção precisa ser perfeita.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptySex 17 Ago - 3:37

Dança no navio #7






A conversa prosseguia de forma simples, e o rapaz se mostrava tão interessado quanto eu mesma em cada palavra que ele tinha pra ouvir, ele parecia ter notado facilmente o Giorgino, na verdade seria estranho se ele não o tivesse feito, mas não havia ainda visto Daisy, o que poderia ser mais uma questão de ela parecer mais reservada, eu não tinha plena certeza mas sabia que algo assim poderia estar acontecendo na verdade, ela chama bastante atenção por vários motivos ao meu ver mas não era o momento perfeito para eu me questionar sobre essas coisas, ele prosseguiu falando sobre o que já havia lhe perguntado e pouco a pouco ele contava mais da história dele e meio a isso me fazia umas perguntas. - Thor foi sim o responsável pelo meu alistamento, mas lembro que foi algo bem simples, fiz algumas tarefas relacionadas a correr e limpar, e por fim dei um soco no joelho dele, e tentei subir nele, ele me esmurrou contra o chão e me mandou descansar. Depois no dia seguinte me apresentou a o responsável pela missão seguinte- o mundo era estranho, o garoto ser de Shells também, era algo bem diferente, afinal estamos no North Blue, bem longe, ou melhor estávamos, agora acho que já deve ser Grand Line? bem não tenho certeza de como classificamos isso, mas de todo modo temos ali um motivo a mais para ter coisas em comum que poderíamos gostar de pôr em pauta. Entretanto aquela coincidência me mostrava algo interessante, o mundo é bem pequeno.

A história que se seguia depois disso era diferente ele contava sobre como tinha se apaixonado por uma pirata, ele não me explicava ali muito sobre a pergunta que eu havia feito em si, mas toda a história era interessante, pois trazia mais sobre o que ele queria fazer ou dizer, e um pouco da vida dele de uma maneira geral, eu ouviria tudo que ele tinha até ali pra falar, absorvendo cada detalhe, afinal era uma coisa completamente diferente, piratas e marinheiros se apaixonando, claro que no fim não era exatamente isso e ia pra um rumo diferente, ela não exatamente era uma pirata, de todo modo continuava interessante. -Sim, aparentemente você passou por algumas coisas bem interessantes, mas no fim, você ainda pretende se manter na marinha? Ela vai entrar também? e por que vocês acabaram distantes nesse tempo até agora? Digo, você está indo atrás dela lá não é?- Talvez algumas dessas coisas tivesse passado despercebida por mim, eu falaria bem empolgada com as perguntas pois era o tipo de coisa que queria saber algumas coisas sobre, afinal romances de maneira geral sempre são interessantes, eles são normalmente uma das pequenas coisas que mais adoro ler ou ouvir sobre.

Mas logo uma pergunta que vinha na minha mente me fazia corar, pois tinha algo que talvez não fosse o mais normal de se questionar naquela situação mas era exatamente o que eu pensava em perguntar… Algo que eu tinha curiosidade, e que aos poucos começava a vir na minha cabeça, era difícil mas mesmo assim respiraria fundo e começaria. -Moço, mas tem uma coisa, algo que eu queria saber… O que você sentiu quando beijou ela? Digo como é beijar alguém que se ama? Não que eu nunca tenha tido uma experiência assim… Mas sempre tive curiosidade de saber - Na verdade, é… Eu nunca tive uma experiência assim, mas a curiosidade era algo que me preenchia naquela hora, até pouco não tinha parado pra pensar sobre isso, na verdade nunca pensei em ter uma pessoa comigo, e por isso algo assim despertava essas ideias lá do fundo da cabeça, afinal todos temos esse tipo de vontade, seja ela mais ou menos reprimida, por diversas coisas, alguns podem ter isso mais forte, e talvez buscar ferrenhamente, outros acharem dispensável… Eu sou do tipo que não faço ideia de como seria, então não sei qual tipo sou… Entretanto, não diria isso pra ele, afinal eu já tenho 18 anos, não seria tão normal talvez? Eu tenho uma desculpa plausível, tenho 45 centímetros… Não da dessa forma.. ta eu to mentindo tenho 25, mas só por 20… juro que ninguém ia notar isso quando me perguntam. Ta notam sim. Era um motivo pra estar sozinha? Talvez fosse isso, e talvez, não fosse, eu podia ter diversos outros problemas.

Não era algo que eu perguntaria a ele, não pra ele, talvez para outra pessoa no futuro, mas será que eu era bonita? Era algo que eu nunca tinha parado pra pensar, bem eu gosto do que vejo no espelho quando me visto, mas, e as pessoas como me veem? Essa resposta é fácil, elas não me veem… Não sei se essa piada é pra rir ou pra chorar.. Mas fingindo que elas me enxergam, como seria. Sem questionar isso iria para um lado diferente que pode talvez me fazer um comparativo com as respostas dele. - Eu tenho outra coisa que gostaria bastante de saber, é… Que… o que você acha atrativo em uma garota? Digo, fisicamente e mentalmente. O que você acha de mais essencial em uma?- Diria ainda bastante corada e balançando meus pés um tanto quanto nervosamente ainda nos ombros dele, reação comum quando estava um pouquinho nervosa, ou melhor, muito nervosa. Só espero que a resposta dele não seja “altura” bem seria uma resposta que me murcharia as orelhas caso fosse isso, mas bem, nada que fosse inesperado, meu coração devia estar pronto pra qualquer coisa naquela hora, eu iria ouvir o que ele mais quisesse dizer, e pensaria mais uma vez que precisava de um bloquinho de notas, por enquanto guardaria mentalmente tudo para depois escrever rapidamente os tópicos do que era interessante.

Apesar de saber que varia para cada pessoa a ideia de entender ao menos um dos padrões me era importante, mas se até ali eu estava corada… bem eu virava uma pimenta quando algo a mais vinha em minha cabeça mas…. como perguntar isso de maneira natural, eu não sei se isso é coisa que se pergunte, nunca ninguém me falou sobre, mas os livros são bem interessantes e talvez fosse algo a se questionar. Não, não era… Eu sabia que não devia perguntar, mas lá vamos nós, a curiosidade matou a menina, vamos seguindo com isso de novo. - Desculpe ser um pouco invasiva moço mas… Você já foi além dos beijos? E como foi? É tão incrível quanto dizem?- na verdade ninguém nunca disse que era incrível, mas parecia nos livros, essa é de fato a primeira vez que penso em puxar esse assunto com alguém, e também acho que a primeira que penso seriamente sobre isso estando fora do que seria uma zona natural de imaginação, como um momento em que estivesse desenhando ou lendo, ou escrevendo, estava ansiosa pela resposta mas ao mesmo tempo a vontade não conseguia reprimir a clara vergonha que sentia, meus olhos evitariam o rosto dele, e igualmente a coloração rubra deixava clara em como estava. Não sou uma garota de sentir vergonha das coisas, mas esse tipo de assunto me levava até esse ponto. Na verdade um pouco de medo também estava ali, pois normalmente quando eu avanço demais em assuntos, sejam eles quais forem, é aí que as pessoas passam a se incomodar comigo, ser assim não é bem do meu controle a vontade de saber apenas é muito maior que eu, não sabia lidar bem com isso, mas estávamos ali para tal, tínhamos falado de tantas coisas que se tornava até estranho, pois eu sentia parecer conhecer esse homem a muito mais tempo do que eu de fato conhecia.

Por fim prestaria atenção a cada coisa que ele falava, e se houvessem detalhes… Bem eu captaria eles, tentaria pegar o que pudesse da ideia, da experiência em si, claro também ter um comparativo entre o real e o imaginário, haviam muitas coisas para se fazer em uma situação como essa, mas teria preparado já uma próxima pergunta para quebrar o clima estranho que talvez ficasse. -Nossa, esses já são mares da Grand Line não é? Já estamos oficialmente nela?- Questionaria naturalmente, ainda com o rosto um pouco envergonhado, mas sem ser algo assim tão aparente quanto antes agora seria um pouco mais discreto o rubor que provavelmente ainda tomaria um pouco de espaço nas bochechas.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptyDom 19 Ago - 1:34

The justice stair.




Gino


O gigante havia aceitado a oferta que havia lhe sido feita por Orihana onde ele voltou a se dirigir para o local da cozinha novamente, desta vez ele poderia estar do outro lado com alguém  que não fosse o próprio Chef daquele navio, também podendo ver melhor outros funcionários que assim como ele acabavam se juntando para que a primeira parte dos cozinheiros pudesse enfim descansar e aproveitar um pouco da confraternização que ali havia. Quando chegou a cozinha, poderia ver três pessoas trajando aventais de cozinha, sendo uma dupla de loiros, ambos sendo bem bonitos e chamativos de seus próprios modos, a diferença de altura deles era visível, assim como também havia uma garota de cabelos azuis longos e trançados, com uma roupa xadrez de coloração rosa e um avental que a  destacavam dentre os outros dois que a acompanhavam, que usavam uniformes completamente brancos, quando o gigante se apresentava como discípulo direto  de Orihana era possível ver de todos ali uma expressão real de surpresa e o rapaz loiro era o primeiro a verbalizar dentre os que estavam ali.

-V-Você é aprendiz direto do Orihana? Não é possível, eu sempre soube que ele procurava alguém para que pudesse passar seus conhecimentos e… Acho que falo por todos quando pensávamos que essa seria a própria Sous Chef Starjun… Se o que você disse é de fato verdade… Não acho que vá haver um problema para que nos guie.


Dizia o rapaz de forma plenamente surpresa, porém surpreendentemente respeitosa, a outra loira para disfarçar a própria surpresa, buscaria um avental para que Escanor pudesse vestir que fosse apropriado para o seu tamanho, pela ausência de apresentação da dupla até então, sobrava a terceira pessoa que voltava aos seus processos para o mise en place, enquanto começou a falar, quando fosse perguntado quem seria o Sous Chef e a moça, enquanto mantinha suas ageis mãos sobre os processos responderia o gigante.
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-Eu sou a Sous Chef Starjun, se você é um aprendiz do Orihana, provavelmente deve ter talento o suficiente para que faça uma refeição para que possa repor a energia de todos, guie-nos pela recette que eu cuidarei junto a  Sunny e Tina para que não faltem nutrientes a nenhuma das pessoas que cumpriu o primeiro turno da viagem, vamos lá.

Dizia a moça de forma animada de modo a levantar a moral de todos que encontravam-se confusos na cozinha com a interrupção advinda de um novo Chef a comandar a cozinha, o marinheiro ali iria agir como um verdadeiro Chef, apresentando a idéia de servir o próprio full course menu, dizendo que instruiria a cada um conforme os processos fossem necessários, sua primeira lembrança seria da própria mãe, uma memória afetiva para uma refeição não poderia haver resultado melhor do que o sucesso, o rapaz os guiava com maestria e era até mesmo engraçado como sua habilidade com machados se traduzia perfeitamente através do cutelo, todo o suporte necessário era dado e as instruções eram muito bem seguidas apesar do ritmo demorar um pouco para que começasse a correr, e todos fariam os processos de modo a separar as taças, que eram enchidas exatamente até a metade com o molho, decoradas com folhas de salsa com uma quantidade de cebolinha por cima picada dos camarões que formavam um prato maravilhoso para qualquer um que olhasse e inclusive  o Grupo de garçons que esperava para que pudessem servir os convidados, parecia até mesmo salivar com o prato que tinha tanto apresentação  como o aroma impecável. Conforme os pratos eram feitos, os garçons iriam pegando ordenadamente em um ritmo que parecia até mesmo que havia uma sinfonia os guiando, de forma a complementar perfeitamente a velocidade de cada um ali, sendo um trabalho árduo a todos para que pudessem garantir que todos pudessem receber uma taça e isso era possível pois os garçons colaboravam com a contagem de pessoas que ainda não haviam recebido e que ainda estavam acordados, fazendo com que nenhum prato fosse desperdiçado. Antes que pudessem respirar para o segundo round,o Chef apresentou que faria a lendária Century Soup, uma sopa ao qual quase todo cozinheiro ou entusiasta gourmet pode ter ouvido falar e tido a vontade de provar e era notável o brilho no olhar de cada um dos três Chefs que lhe davam o suporte para a realização, se havia algum clima estranho em algum momento naquela cozinha, ele iria se desfazer por completo no momento que essas duas palavras eram ditas por ele.

A correria logo voltaria a cozinha para a preparação do mise en place da  lendária sopa, era notável que a sua própria grandeza era capaz de influenciar os demais de forma que logo dobravam-se perante a ela e o rapaz poderia ver caso olhasse por uma das janelas da cozinha por algum momento duas coisas que poderiam ter lhe chamado a atenção, a primeira delas era que Daisy estaria assumindo a direção do barco e a outra seria a todos que ele pudesse ver com o prato guiado por ele a ser feito em mãos, todos tinham uma cara extremamente satisfeita, sendo um motivo de orgulho a qualquer um que tenha feito parte do processo, esporadicamente alguns dos garçons voltavam com uma enxurrada de elogios por parte das pessoas, algo que poderia ser muito gostoso de se ouvir.

Toni e Jinne

A iniciativa advinda da marinheira seria o suficiente para que Mema pudesse respirar fundo, respirando aliviada que havia encontrado alguém que poderia confiar para a tarefa de cuidar da direção do barco, era uma tarefa ao qual não poderia ser atribuída a outra pessoa que não pudesse fazer o mesmo, ainda que fossem tarefas simples, para elas era necessário um bom embasamento teórico, conforme a garota fosse se aproximando, poderia perceber que tratava-se de um rapaz extremamente agradável aos olhos, mas que parecia extremamente focado em outra coisa ou melhor, em outra pessoa.

O rapaz parecia se divertir, enquanto ouviu o processo de alistamento envolvendo Thor, algo que ele mesmo tinha lembranças que ainda eram bem vívidas em sua mente sobre como aquela não havia sido uma coisa fácil para ele, ainda que tenha se adaptado bem, a pergunta que era bem pertinente a ele então era feita e dessa forma ele parou para pensar um pouquinho, enquanto ruborizou.


-Bom, navegar é uma das minhas paixões sabe? Sempre foi algo que preencheu muito mais o meu coração do que combates ou aventuras em si, acredito que eu sou do tipo que normalmente aproveita muito mais a viagem do que o destino em si mas… Mesmo que eu hoje siga fazendo trabalhos mais seguros como esse, ainda há possibilidades que me desagradam, sabe? Eu não sou um entusiasta da idéia de um dia não poder voltar para casa hoje que encontrei a pessoa que eu quero passar o resto dos meus dias ao lado, então eu devo me manter como um marinheiro até que a empresa que estamos montando possa andar sem essa ajuda financeira… Como comentei eu devo pedir a sua mão, assim que eu puder retornar… Então acredito que a única viagem ao qual estarei feliz de fazer todos os dias, sera pela curvatura de seu sorriso hahaha.


Diria o rapaz que detinha um tom de voz invejável a qualquer músico, suas próprias expressões refletiam a sinceridade do que ele carregava no peito e Daisy, que estava ainda se aproximando, poderia ouvir, não era exatamente o rapaz mais discreto, ainda que talvez não pudesse entender muito sobre o que o rapaz falava ou com quem falava, já que talvez a gana por guiar o navio fosse tão grande que sequer fosse possível que notasse que a pequena Jinne estava em seu ombro direito. Quando abordado o rapaz acabaria levando a mão esquerda a própria cabeça, como se tivesse esquecido de algo importante e certamente, pelo que a pequena havia lhe falado, talvez fosse em situações normais fácilmente possível que o rapaz fizesse a interligação de que aquela era a Daisy de quem a  marinheira havia conversado, mas por estar tão empolgado em meio ao sentimento que tinha em falar de sua pessoa mais especial, acabaria deixando esse detalhe passar.

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-Me perdoe, acabei me empolgando novamente para tentar fazer com que o barco chegasse logo que até mesmo de comer eu acabei esquecendo haha. Desculpa interromper o nosso assunto por um momento mocinha, prometo que voltaremos logo, certo? Bom nós temos esse eternal pose que pertence ao tenente como base, tudo o que é  necessário fazer quando sairmos da One Way é seguir na direção apontada pelo instrumento, claro evitando possíveis rochas e navios no caminho, mas se Mema lhe mandou, não deve ser um problema. O barco é movido a motor, desconheço as especificações mas, esse é o motivo para nossa viagem poder ser tão rápida. Se me da licença, irei me juntar ao jantar, Deixarei em suas mãos a direção… Tudo bem por você vir para continuarmos a conversa?


O rapaz havia sido extremamente agradável na forma como havia recepcionado Daisy, por mais que talvez se ela não se atentasse ele pudesse lhe parecer maluco, já que em alguns momentos da conversa ele olhava na direção do próprio ombro direito, onde a  marinheira poderia ou não perceber a parceira em seu ombro, assim como também eram feitos trechos de conversação que não fariam sentido que fossem com ela, no entanto o rapaz entregou em sua mão, caso ela o pegasse o eternal e a direção do timão, para que ela pudesse seguir com a direção, caso Jinne decidisse prosseguir com o rapaz, ambos iriam estar a caminho da mesa, afastando-se levemente da visão da marinheira de cabelos brancos, que teria todas as ferramentas e instruções para que pudesse guiar.

Jinne
A conversa e o tempo em que estava tendo junto ao timoneiro era extremamente agradável aos dois lados, já que parecia que ambos os lados poderiam aproveitar plenamente a companhia do outro em sua totalidade, caso quisesse manter a conversa da forma como estava, a pequena teria de continuar ao seu lado, algo que não era muito difícil caso quisesse manter-se em seu ombro. O assunto parecia extremamente interessante para a curiosa Tontata que encontrava o alvo perfeito, já que o rapaz não parecia muito bem fosse pela própria solidão ou pelo seu próprio modo de agir evitar as perguntas e respondê-las.

Quando se sentou, era possível sentir um cheiro muito bom, que parecia ser advindo de um misterioso coquetel de camarão ao qual as pessoas estavam começando a receber, sendo possível inclusive ouvir uma voz destacar-se em meio aos elogios que eram tecidos, tratava-se de um homem de grande porte ruivo de cabelos lisos e longos com uma barba por fazer.

-Não poderia esperar menos do meu pupilo haha! Eu sabia que havia visto algum talento no gigante, quando o ensinei.

Era feito o comentário disperso que poderia ser ouvido por Jinne e ligado a figura de Giorgino, que havia feito questão que todos pudessem receber ao menos uma taça de seu prato e o mesmo aplicaria-se a Jinne, que poderia enquanto continuavam a conversa, divertir-se em uma taça que de tão caprichada superaria o seu tamanho, enquanto conversavam.

O loiro respirou e a respondeu enfim.


-Acho que talvez a sensação pudesse ser comparada ao que chamam de estar no céu, sabe?É algo que ao menos comigo, sempre que eu a beijei, tive a sensação como se minha cabeça ficasse completamente em branco, como se o tempo o espaço ou qualquer outra coisa que não fosse ela não importasse e… Acho que naquele momento de fato não importava, desde que estivessemos juntinhos hahaha.


Diria o rapaz antes que pudesse começar a servir-se um pouco do próprio coquetel que lhe era entregue, era possível notar a forma como ele sempre estava animado, quando o assunto era Christa, poderia se sentir uma sensação tão gostosa ao se estar próximo ao rapaz que parecia que a energia poderia se condensar e abraçar naquele momento a quem estivesse próximo.O rapaz continuaria a  responder a pequena, nunca falando com a boca cheia devido a sua própria educação, Jinne mostrava-se ansiosa mexendo seus pezinhos nervosamente e o rapaz notando, tentava descontrair um pouquinho, para que ela não ficasse tão encucada com isso.



-Olha, eu realmente fico feliz de você não ter mostrado nenhuma reação negativa e me perguntar de forma tão adorável sobre o que eu acho atraente haha, a maioria das pessoas acha estranho, que por sermos de raças diferentes eu possa me sentir tão perdidamente atraído pela minha Christa… Bom, primeiramente a altura, claro… Brincadeira hahaha, você estava meio tensa mas, quanto ao físico, eu pessoalmente não tenho muita preferência, as coisas que me chamam muita atenção são os olhos, boca e de certa forma… O cabelo… No caso de Christa, eu acharia difícil dizer o que foi, já que eu não consigo achar algo que me chame mais atenção hahaha… Mas quanto a traços de personalidade, acho que não só eu como as pessoas no geral gostam de uma pessoa que se mostre companheira, amigável e que mostre interesse em conhecer a pessoa com quem se tem algum interesse, seja só de amizade ou de algo a mais, assim como você, que até me surpreende me perguntar um pouco, já que uma mocinha gentil e bonita como você talvez tenha até de correr em relação a propostas o tempo todo hahaha. Mas, me focando,  eu acho que os traços que mais acabaram me atraindo, foram na aceitação e no carinho que ela consegue sempre me passar, sabe? Ela me faz me sentir completo e bem com a forma como eu sou e… Isso é o que mais me faz querer estar ao lado dela todos os dias.


Diria o rapaz em um tom completamente gentil, mesmo em sua brincadeira era notável que o ar que ele exalava era bom, e ele mais uma vez colocou-se a comer mais um pouco, a curiosidade de Jinne pareceu aflorar a cada pergunta, como se  ela fosse a própria chama e o rapaz ao sempre respondê-la fosse sua gasolina, pois as coisas estavam esquentando a um nível que talvez o próprio barco não aguentasse, quando perguntado se já foi além dos beijos, bem o rapaz poderia ter quase visto a luz por um segundo, quando quase engasgou, seus olhos se arregalaram um pouco e o rapaz tornou-se o mais puro tom de rubro, antes que pudesse alcançar algo que pudesse beber e respirar fundo mas, diferente do temor que a pequena tinha das pessoas acharem um assunto inconveniente ou que ela havia se empolgado demais, Kire lhe pareceu nunca ter falado de alguém sobre o assunto, mas parecia de algum modo que talvez guardar aquilo não lhe fosse positivo e após um tempinho olhando para baixo ele responderia, seria notável que suas mãos tremiam um pouco enquanto falava.

-Bom… Eu já fui além dos beijos uma vez, bem além na verdade e bem… Não posso dizer que a forma como eu me adapto tão rápido ao combate tenha sido igual quando isso aconteceu, eu entrei em pânico, eu a olhava e não sabia por onde começar ou o que fazer, o mesmo se valeu dela, já que bem… A única vez que tivemos foi a nossa primeira, se é tão bom quanto dizem? Bem… Mesmo que tudo tenha sido difícil para entendermos como o outro funcionava, quando a tive em meus braços, no momento em que nos tornamos um só… Acho que eu não poderia me sentir mais conectado a alguém e bem… Pouco a pouco fomos descobrindo mais sobre o corpo um do outro, sobre os sentimentos um do outro e ao fim, ainda que eu sentisse que talvez não conseguisse levantar no dia seguinte, tudo o que eu consegui pensar naquele momento, em que já estava a beira da exaustão física e mental foi  o que até hoje me move. O que era? Bem… Talvez você ache bobinho mas, o meu único pensamento foi “ Eu quero passar o resto dos meus dias ao lado dessa mulher”... E bem…

O rapaz parecia bem constrangido em contar, ainda que houvesse uma certa animação, ao mesmo tempo em que ele era capaz de estimular muito a imaginação, quando se tratavam dos assuntos que envolviam Christa, ele acabava deixando os detalhes para a imaginação de cada um e talvez fosse essa a sua forma de não expor a mulher ao qual dedicava-se ferrenhamente, permitindo assim que um silêncio existisse  por entre os dois por um tempo, onde era possível ver  o timoneiro deixar de tensionar os ombros e por fim responder a pequena, havia um sorriso em seu rosto, que ainda tinha um tom completamente avermelhado, pois mais que um pouco de tempo se tenha passado.

-Bom, podemos dizer que estamos sim, para ser honesto desde que saímos do túnel eu já considero pessoalmente como estar na Grand Line mas… No momento em que saímos da  One Way, já devemos estar até mesmo próximos de nosso destino mas… Bom, você me fez algumas perguntas então poderia fazer a você também? Bem… Essas perguntas, é a primeira vez que você conversa sobre o assunto? Não sei se perguntar mais afundo sobre o assunto a uma moça seria o correto, acredito que Christa talvez me castrasse se soubesse que eu tenho algum interesse sobre hahaha, mas não posso evitar a curiosidade sobre o interesse, uma pessoa como você parece ser capaz de cativar muito facilmente  às pessoas.


Havia em sua voz uma gentileza muito grande, era difícil pensar que não havia uma palavra ao qual ele não acreditasse de coração ali, o clima da noite parecia bem gostoso para que pudessem curtir, e algo como se tivesse lembrado ou prestado atenção muito tempo depois surgiu no rapaz…

-Espera, aquela moça que me substituiu é a sua parceira, certo? Eu… Que vergonha estava tão empolgado que sequer consegui reparar…


Acabaria concluindo o rapaz enquanto esticou os braços a frente, sendo possível ouvir alguns estalos, conforme ele o fazia. Talvez isso pudesse voltar a atenção de Jinne ou não as coisas como estavam acontecendo, enquanto a pequena era capaz de cativar o coração de todos os fazendo contar mais sobre si, conhecendo o melhor que havia das pessoas, por outro lado Daisy e Gino demonstravam de suas próprias formas maestria em suas atividades, tivesse ela provado ou não a taça que lhe foi oferecida ao qual poderia literalmente mergulhar se quisesse, teria ainda a oportunidade para isso naquele momento, onde inclusive poderia contar completamente com a ajuda do rapaz se quisesse para que pudesse se servir.



Toni

Havia sobre as costas da marinheira uma grande responsabilidade, a sua frente havia um vasto espaço marítimo onde poderia perder-se pela visão linda que a posição lhe conferia era uma tarefa que ao mesmo tempo poderia provocar euforia, também poderia tensiona-la, poderia sentir enquanto segurava o timão antes travado pelo rapaz loiro que guiava anteriormente que no momento em que ela soltasse a trava teria de fazer uma certa força nos braços para que pudesse manter o barco de forma estável na one Way, mostrando-se uma corrente forte em que cada movimento seu parecia fazer uma diferença sobre o equilibrio que o barco tinha ali, era uma sensação de poder que poderia tanto empolgar quanto deixar alguém terrificado em ter mas, tudo parecia ficar mais tranquilo quando a força que a própria corrente fazia junto ao motor pareceu tornar-se menos intensa conforme adentraram o caminho final pelo Calm belt até a ilha, como navegadora, poderia questionar se o motor estar ligado durante a travessia do one way era algo que alguém mentalmente são pediria, mas pelo que a própria Mema havia lhe falado e pelo próprio responsável antes dela haviam dito não seria difícil concluir que isso se tratava por ser uma viagem com um tempo que parecia extremamente reduzido, já que ainda estava escuro, desde que partiram.

A frente da embarcação, havia uma formação rochosa ao qual poderia ver dois barcos de forma nítida a sua frente desviarem, por mais que só pudesse identificar bem os barcos, por estarem igualmente bem iluminados, assim como o seu próprio estava, quais seriam as escolhas para que pudessem atravessar em segurança até a ilha de Emeigh? Pediria para alguém desacelerar para fazer a curva? A faria como um Drift com o barco ? De toda forma, fosse ela tomar uma atitude prévia ou tardia, poderia reparar uma coisa, que seria muito incrível naquela bússola apontada pelo rapaz como eternal pose, independente da rota em que ela tomasse a agulha sempre apontaria ajustando o seu curso para a direção da ilha, algo que poderia ser incrível a qualquer um que não tenha tido a oportunidade anteriormente de ver um.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 3 EmptyQui 23 Ago - 22:56


Mesmo após tantos anos estudando e me dedicando na escola de navegação para estar preparada para um momento como aquele, era impossível pra mim não sentir um frio na barriga quando de fato estava tão próxima de ter que conduzir uma embarcação pela primeira vez. Um misto de sentimentos se fazia em minha cabeça quando terminava de falar com a Mema e ia da felicidade em por em pratica tudo que aprendi a uma mistura de preocupação com o sentimento de responsabilidade por me preocupar e querer garantir que todos ali tivessem uma viagem segura.

O caminho de onde tinha falado com ela até onde estava o Kire parecia muito mais longo do que de fato era, tudo graças as paranoias que iam surgindo passo após passo enquanto andava em sua direção. Será que eu estava realmente preparada para aquilo? Será que não teria sido melhor eu dizer que estava de vigia e passar a oportunidade pra outro? Tudo era tão assustador, mesmo que na teoria não parecesse nada demais e eu já soubesse muito bem como fazer tudo aquilo e ainda assim minha mente insistia em me sabotar. E fora assim até o momento em que me aproximei de fato dele e meio sem graça ainda, explicava os motivos para estar ocupando seu tempo. ''Droga... ele vai pensar que eu sou uma idiota... atrapalhar a conversa dele para falar disso...''

E por uns instantes eu até que ficava apreensiva, esperando alguma repreensão ou coisa do tipo, mas, quando se virava e começava a falar, dava pra de fato notar que o rapaz era muito educado e se mostrava atencioso ao explicar tudo que eu lhe havia perguntado, aparentando não se importar com eu ter lhe interrompido e me fazendo naquele momento perceber também algo curioso, ou alguém, que estava mais precisamente em seu ombro.

-Obrigado, Kire! Agradecia por suas explicações. -E olá, Jinne! Já fazia um tempinho que não nos falávamos né? Dahahaha. Sorria sem graça, mas animada por ver uma amiga naquele momento. -Foi bom te ver... espero não ter lhes atrapalhado. De toda forma, me deem licença. Completava me curvando levemente para demonstrar respeito e iria me dirigir para onde agora estavam as minhas responsabilidades.

Já diante do timão, minha concentração agora era absoluta em relação a condução daquela embarcação. Além de boa navegadora, eu também tinha habilidades de pilotagem, então esperava que sob as minhas mãos, aquele navio chegasse ao seu destino de forma tranquila e segura e por isso queria garantir que quaisquer eventuais problemas fossem solucionados o mais rápido possível. Era a minha primeira vez apenas fazendo aquilo, mas estar ali era incrivelmente satisfatório e provavelmente não haveria lugar em que eu me sentiria mais confortável do que comandando aquele barco.

-Ótimo, problema a frente pessoal! Alertaria a possíveis pessoas presentes assim que avistasse a pedra mais a frente que também era desviada por outros dois navios. -Desliguem os motores, não podemos ir tão rápido! Indagaria caso houvessem pessoas responsáveis por tal, do contrário, iria eu mesma correndo para tentar realizar esta ação, garantindo-me antes de deixar o timão numa posição correta para a não perdemos a direção e só o faria se identificasse ter tempo hábil para desligar os motores e voltar ao timão com tempo suficiente para iniciar a manobra de desvio do obstáculo a frente.

A ideia inicial seria uma curva mais suave, não queria que ninguém ali naquela embarcação sentisse a pressão de uma virada brusca e fossem jogados ou desestabilizados por isso e portanto reduzir a velocidade ao desligar os motores parecia uma opção mais sensata para que após isso fosse levemente alterando a direção do timão de forma a sair da rota que se chocasse contra a pedra e em seguida, após ultrapassá-la, voltar a posição correta do mesmo para que outra vez estivéssemos seguindo na direção que aquele Pose apontava. Por outro lado, se a desligada dos motores não fosse possível, teria de agir rápido para começar a o mais cedo que pudesse ir guiando o timão para uma posição que desviasse da pedra. Uma curva mais acentuada provavelmente seria necessária, mas queria que não fosse tão imediata a ponto de pegar todos de surpresa e por isso iria já desde a maior distância possível começar a virar o barco para que saíssemos da direção que nos levasse ao choque e em caso de sucesso, desta vez com suavidade, ir aos poucos estabilizando a direção da embarcação até que estivéssemos outra vez destinados a direção apontada pelo log pose.

-Bom trabalho pessoal, podem religar os motores. Diria caso tivesse ocorrido a primeira situação ou no caso da segunda, iria eu mesma tentar religá-los para que recuperássemos nossa velocidade de antes e acelerar um pouco nossa viagem, retornando ao timão e em ambos os casos mantendo-me sempre atenta ao caminho outra vez para que garantisse a segurança de nossa viagem e que não nos chocaríamos com obstáculos ou nos desviássemos da direção correta que era a apontada pelo pose.

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