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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySeg 02 Jul 2018, 15:28

Relembrando a primeira mensagem :

Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sakuma Teo. A qual não possui narrador definido.


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Teo
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySab 15 Dez 2018, 15:50



Fraqueza


“...Qual era mesmo a necessidade dessa luta...?” Era o meu pensamento ao cair no chão desamparadamente. Meus aliados não se davam conta da minha situação, por isso não recebia qualquer auxilio vindo da parte deles. Por outro lado o fato de ser eu a pessoa que caía com esses ferimentos, e não eles, me deixava curiosamente aliviado, mesmo na situação em que estava.

Talvez fosse pela dor, pela aversão a qualquer tipo de violência, ou pela quantidade assustadora de golpes que tinha recebido em um curto período de tempo, mas meu corpo queria um descanso, o que me faria ficar por um período no chão, de olhos fechados. “Eu sou fraco. Até mesmo para ajudar meus companheiros, eu sou fraco, mas eu não me tornei um agente do governo para morrer na casa de alguém que eu nem conheço... ” Pensar desse jeito me fazia lembrar de meus pais. “Santo Arcanjo... Se minha mãe me visse nessa situação, ela ficaria mais brava comigo do que com o causador das minhas feridas...” Afinal, meus pais desejavam muito que eu me tornasse um médico, mas os dias com o meu avô na infância, inspiraram um senso de heroísmo em mim, simbolizado pelo tapa-olho que cobria minha cavidade ocular direita, agora vazia, por causa da memoria mais ardente que tinha do homem. Seu senso de justiça me levou até aqui, e agora eu estou deitado no chão, sangrando, à mercê da vida ou da morte. “Isso está ficando muito clichê... Eu sou um médico, maldição!” Eu precisava me recuperar, eu precisava levantar e voltar para a batalha, nem que minha presença fosse mínima.

Tudo foi muito rápido, e apenas após a conclusão do meu plano eu pude perceber algumas incoerências que talvez estivessem bem óbvias para qualquer pessoa que estivesse vendo isso de uma perspectiva diferente.  Ainda no chão inspirava ar até encher meus pulmões, forçando os músculos do meu abdômen e soltando o ar lentamente. Isso serviria para fazer com que meus pulmões ao se “expandirem”, me alertassem através da flexão dos músculos, se havia algum corte profundo em alguma região desagradável de se ter um corte.

Minha perna provavelmente doeria como nunca, e se conseguisse ter forças para levantar a parte superior do meu corpo, usaria um de meus cotovelos como suporte para me elevar ligeiramente para olhar para a quantidade de sangue escorrendo do meu corpo no chão, e seguiria a trajetória para saber de onde mais havia sangue escorrendo, caso a adrenalina não me permitisse sentir todos os ferimentos com clareza.  Sabendo disso, usaria minhas forças para colocar as mãos em minha bolsa, e verificar se havia qualquer resquício da minha antiga camisa, que havia sido rasgada algumas vezes, e caso não houvesse nada, teria que usar a camisa que estava usando no corpo. Com a força restante dos meus braços, rasgaria qualquer parte da camisa e envolveria o ferimento de minha perna, pegando mais alguns pedaços para envolver ou ao menos passar sobre outros ferimentos que estivessem sangrando. Quando finalmente conseguisse parar todos ou ao menos os mais graves, tentaria me levantar, usando a minha perna que ainda estava boa como um suporte, junto de minhas mãos, e após isso pegaria meu chicote, movendo-me em direção a batalha. “Eu não posso ficar parado...” Pensaria enquanto me posicionava de forma a ficar fora da visão da garota, assim como tinha pedido para Red fazer anteriormente.

Com os ferimentos que tinha ganhado graças ao meu descuido, provavelmente não me moveria bem o suficiente para fazer uma boa sequência de golpes, mas minha estratégia agora era dar uma chicoteada decisiva, para novamente poder facilitar o trabalho dos meus aliados.

Poderia ser que a garota estivesse mais atenta nesse momento, então não tentaria nada que comprometesse minha segurança, apesar de achar que a garota não perderia tempo de luta para me perseguir de qualquer forma. Lentamente me aproximaria, apoiando meu peso sobre a perna que estava boa, esperando o momento certo, que seria quando a garota estivesse entre uma esquiva e um contra-ataque, para então chicotear em direção a suas pernas, tal chicoteada seria projetada para enrolar suas pernas e faze-la cair, e mesmo se falhasse, e o chicote apenas atingisse a ruiva, seria o suficiente para servir como uma pequena distração. Se antes de achar o momento certo, chegasse um momento onde a garota pudesse dar um golpe que a deixaria na vantagem contra um de meus aliados, não mediria esforços para dar uma chicoteada com toda a minha força, em sua direção para impedir que tal golpe fosse concluído. Não estava confiante que meus esforços seriam muito efetivos, mas não queria desistir, mesmo com toda a dor que estava sentindo.


Dados:
 


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySeg 17 Dez 2018, 06:10


Ainda que estivesse ferido, Teo não era completamente inútil. Os ferimentos incomodavam bastante, a dor era constante e as mãos do médico tremiam levemente devido a quantidade de cortes recebidos naquele ponto, que havia sido o alvo principal por ser a única coisa que impediu a garota de mover-se tranquilamente. – Sendo forte ou não, seu sangue virá parar em minhas mãos... O sentimento da derrota... É exatamente isto que pessoas como você precisam e eu sou a pessoa perfeita para lhe mostrar como perder pode mudar os humanos, principalmente aqueles que se acham superiores. – Teo até conseguia escutar isto, mas as coisas ficavam cada vez piores pra ele, começando a sentir uma falha em sua audição e visão, notando que a poça de sangue aumentava ainda mais conforme os movimentos eram executados. Existiam diversos cortes pequenos e que não fariam qualquer diferença naquele momento, mas os principais precisavam ser cuidados imediatamente. Estes eram nos braços, tronco e um bem profundo na perna, onde haviam sido os alvos mais óbvios naquele momento.

Em sua bolsa existiam poucos pedaços da roupa antiga, mas pareciam ser o suficiente para o ferimento da perna por hora. Rasgar a camisa atual não parecia possível, pois a pouca força nos braços incomodava e tremer constantemente fazia este trabalho ainda mais complicado. Foi preciso usar os pedaços já rasgados para cobrir o restante dos ferimentos, fazendo algo bem básico e que seguraria ao menos por alguns segundos os sangramentos. Não existia muita força restante em seus braços que poderia realizar golpes, talvez apenas um fosse possível e Teo queria aproveitar essa oportunidade, só não acabou pensando que os ferimentos piorariam em tal situação devido o esforço aplicado no balançar do chicote. A luta ainda estava rolando e a ruiva parecia muito bem, defendendo e atacando sem muito esforço os agentes de um modo tão superior à luta de alguns segundos atrás. – Ela é bem forte, tome muito cuidado. Precisamos de uma distração agora, eu farei isto e você termina a luta. – Lizandra dizia isto para Red, imaginando que com a força nas mãos daquele homem isto poderia ser executado tranquilamente.

A ofensiva da dupla ruiva foi rápida até demais para Teo acompanhar. Eles correram de um modo tão simples e direto que a oponente apenas sorriu, imaginando um golpe em conjunto deles, mas não foi exatamente isto que ocorreu. Red avançou e durante uma finta, recuou imediatamente puxando muita da atenção para ver Lizandra desferir diversos chutes e ter estes bloqueados tão facilmente. Foi somente ai que Red percebeu uma boa chance de atacar, porém a velocidade de sua oponente era superior, muito superior ao que ele estava acostumado e existiu tempo o bastante para ela retornar a atenção ao homem e bloquear mais um ataque. Neste mesmo instante Teo lançou seu chicote um pouco atrasado acompanhado de uma mira não muito precisa, acertando bem de leve o braço direito da garota, chamando sua atenção e abrindo o espaço que o ruivo necessitava. Assim que o olhar da número 1 foi ao encontro do médico ferido, ela notou que havia cometido um erro. As mãos do agente na sua frente encontravam os alvos perfeitos, a direita se conectava sem problemas no pescoço dela e apertava firme enquanto a esquerda acertava diversos golpes na barriga dela.

O restante da batalha não foi visto por Teo. Se esforçar muito causou mais sangramento e ele encontrou o chão mais uma vez, só que agora não existiu nenhuma chance de levantar-se, pois havia escurecido sua visão. A audição ainda estava viva e o garoto escutou algumas palavras não muito familiares, talvez por conta dos sangramentos ele houvesse perdido um pouco dos sentidos e agora só podia escutar barulhos de golpes acertando, gritos e um toque suave em seu rosto. Mãos tão delicadas seguravam o garoto, além dos gritos irem aumentando e logo tudo se tornou realmente escuro e vazio, acabando com todo o som e chances de Teo ver como havia terminado a missão. Todo o tempo desacordado poderia ter acabado em um sonho, ou talvez uma simples escuridão que acabou assim que o garoto acordou já em um quarto da enfermaria do QG. Parecia não ter ninguém por perto, mas existia um certo peso ou em sua perna esquerda e lá estava Lizandra com os olhos inchados, o local era todo branco e a escuridão característica da noite, pois mesmo com as janelas levemente abertas não havia qualquer sinal de luz. A dor continuava ali e mesmo com todo o tratamento completo, Teo notava que ainda estava com os braços tremendo e não havia muita força neles, assim como em sua perna direita. A roupa era a mesma, muito sangue espalhado por ela e também muitos rasgos nos pontos mais feridos que precisavam ser tratados.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptyQua 19 Dez 2018, 19:14



A Realidade


Com os meus últimos esforços, sem saber se eram efetivos ou não, eu sentia meu corpo se recusando a cooperar comigo, meus sentidos lentamente começavam a ir embora, e eu escutava barulhos que já não faziam mais sentido pra minha mente. A última coisa que senti, foi um toque suave que me confortava antes que eu perdesse todos os meus sentidos. “...Então é isso...” Era o meu último pensamento antes de tudo virar escuridão.


-...-



Eu ouvia som da brisa. Estava um pouco frio, mas era um frio bom já que eu estava deitado sobre algo bem confortável. Eu lentamente abria os olhos, e percebia que estava sobre uma grama seca. “...Onde eu estou...?” Era a primeira coisa que pensava. Eu me levantava e me dava conta de que estava em uma pequena ilha, mas ao invés de agua, o que rodeava a ilha era... nada... Eu estava em cima de uma ilha flutuante. O choque de me encontrar naquele local fazia me lembrar da missão e o que aconteceu comigo. Eu imediatamente procurava pelo corpo indícios de ferimentos, e não encontrava nenhum, também não sentia dores ou qualquer coisa que me incomodasse.  Juntando as peças eu imediatamente chegava a uma conclusão desesperada: -Eu estou... morto? –Saia de minha boca em um tom triste e vazio.

-Não, não está. –Uma voz masculina, ligeiramente grave e bem calma era produzida atrás de mim, fazendo-me virar para trás assim que a ultima palavra era dita. Era um homem adulto, cerca de um metro e oitenta de altura, tinha os cabelos lisos e de um loiro bem claro, pele parda, assim como a minha, rosto fino e trajava um terno claro junto a um par de óculos. Pequenas asas assim como as minhas poderiam ser vistas por detrás de seus braços, e seus cabelos se moviam como se fizessem parte da brisa, ele olhava para mim com um leve sorriso. “Essas características, essa voz, eu reconheço esse homem: –...Vô? –Sim, a pessoa que estava na minha frente trazia-me memorias de um passado não tão distante. O semblante do homem ficava mais alegre, e ele dava um grande sorriso antes de dizer: -Então você se lembra de mim, garoto... –Meus pensamentos eram confirmados e a tristeza virava uma alegria confortável, que me fazia ir até ele para dar-lhe um abraço, o homem abria seus braços para me receber, e dava uma serena gargalhada –Mas que belo adulto você se tornou, Teo. –Eu não respondia ao comentário, pois estava muito feliz com sua presença, tão feliz que demorava a pensar sobre o que estava acontecendo. Eu largava de seus braços e recuava um pouco, para então perguntar: -Mas espera, o senhor estava... –Ele me interrompia, assumindo uma expressão mais solitária -Sim, eu estou morto. Digamos que essa é uma oportunidade que Deus me deu pra conversar com você. Temo que sua mãe e seu pai me odeiem, por isso eu estou falando diretamente com você para evitar desperdiçar a oportunidade. –O ferimento no meu olho não era o único motivo de meus pais não gostarem da presença de meu avô. Através de relatos contados no decorrer de minha infância, descobri que a lista de decisões ruins feitas pelo homem que nos levaram de um espaço reservado nos céus para uma casa sem luxos em uma ilha humana foram grandes.

–O que senhor precisa conversar comigo? –Eu perguntava genuinamente curioso. O homem me olhava com um olhar desconfortável para mim por um momento, antes de voltar ao seu sorriso de antes e dizer: -Onde estão meus modos, vamos, aqui fora está frio... –Ele então começava a seguir por um breve caminho que dava até uma casa branca, feita de madeira. Ele abria a porta da frente, e surpreendentemente pelo visual antigo da casa, a porta não fazia barulho algum. Nós adentrávamos e nossos passos eram ecoados pelo som característico do piso de madeira, e íamos até uma sala também apropriada para pessoas da idade do homem. Após me dar algum tempo para ficar confortável no local, ele então voltava a falar: –Pois bem, acho que já te contei, o porque de nós termos sido expulsos da ilha dos céus, certo...? – Eu respondia afirmando com a cabeça- ...Pois então, a verdade é que nós do grupo invasor, éramos uma união de várias famílias que se rebelaram contra um líder tirano e malvado que nos ameaçava constantemente na época. Mas além de tirano, ele era muito poderoso, e infelizmente nós éramos fracos de mais para derrotar ele, e assim fomos expulsos da ilha dos céus. –Ele dizia com um tom meio rancoroso, além de não me olhar nos olhos enquanto contava seu relato –E é aqui que você entra Teo. Minhas decisões ao decorrer de minha vida não foram as melhores, e eu não me arrependo de muitas delas. Só que eu não consigo descansar em paz, enquanto ver seus pais no estado em que estão agora.

Nesse momento eu olhava para baixo, pensando sobre o que acabara de ouvir. A condição de meus pais não era nenhum luxo, mas nós nunca fomos miseráveis, o que me fazia pensar como era a vida na ilha dos céus para o homem estar falando desse jeito. Após pensar um pouco eu dizia: -Eu já estava pensando em usar o dinheiro como agente para ajudar aos meus pais, há algo mais que possa ser feito além disso? –O homem estava prestes a me responder, quando de repente uma forte tempestade começava, o vento parecia iniciar um forte furacão e trovões podiam ser ouvidos repetidas vezes, e no rosto de meu avô havia uma expressão de medo. Eu me encolhia no sofá onde estava, também temendo o que acontecia fora da casa.–O MEU TEMPO ESTÁ ACABANDO!! PROCURE NA GRAND LINE UMA FORMA DE CHEGAR NAS ILHAS DO CÉU, O RESTO É COM VOCÊ! – Ele gritava, pois o barulho vindo de fora era ensurdecedor. Ele se levantava e vinha até mim, colocando uma mão sobre minha cabeça, e dizia –TE AMO GAROTO! ADEUS! –Subitamente uma forte luz tomava conta de minha visão, o encontro com meu avô tinha chegado ao fim.

-Fim do Sonho-


Eu abriria meus olhos subitamente. Era como seu meu corpo me punisse por ter acordado, e através da dor me chamasse de volta ao sono. Meus sentidos lentamente voltavam e eu sentia novamente a dor dos meus ferimentos. “Mas que péssimo jeito de acordar....” Eu pensava antes de tentar me mexer. Moveria então minhas mãos, e veria que as mesmas ainda tremiam. “Eu mal termino de me recuperar de uma ferida e ganho mais... três... quatro...?” Se eu pudesse me dar uma anestesia e voltar a dormir, assim eu faria. Mas por hora, eu teria que aguentar. Ao olhar ao redor, percebia que estava em um ambiente amigável, provavelmente no Hospital do QG. Tudo estaria normal, se não fosse por um incomum peso em minha perna, e ao olhar para o mesmo, percebia que era ninguém menos que Lizandra.

Eu observava a ruiva dormindo, tempo o suficiente para que meu cérebro processasse a situação, e após alguns minutos eu sentiria lagrimas saindo de meus olhos. “Maldição... Porque eu tenho que ser tão fraco... Será que eu não consigo fazer uma tarefa se quer sem ter que depender dos outros.... INFERNO! Eu poderia me debater ou gritar de raiva, algo que não era do meu feitio, mas nem o meu corpo, nem a garota que estava deitada a minha frente me permitiam isso.

Meu corpo estava se banhando de raiva com o fato de eu não ter forças o suficiente para concluir a missão sem ter que preocupar ainda mais Lizandra; Para fazê-la sorrir ao invés de chorar novamente; Para fazê-la ter menos coisas na cabeça em vez de ter algo mais a se preocupar. Provavelmente meu rosto estaria cheio de lagrimas, e eu as deixaria cair, como uma forma de exalar os meus sentimentos, mas eu tentaria inibir qualquer som que fosse consequência disso. A culpa e a sensação de impotência eram os fantasmas que me atormentavam. “Se eu tivesse sido um pouco mais cuidadoso... Se eu pudesse ser mais forte para protegê-la e ao mesmo tempo não ter que me preocupar comigo mesmo....”.  Por algum motivo, mesmo sendo eu a pessoa ferida naquela batalha, meu corpo e minha mente estavam preocupados com Lizandra. Talvez por causa da avalanche emocional que a garota estava lidando ultimamente, ou talvez por ela ser uma mulher..... Não havia nada a ser feito naquele momento: Sakuma Teo agora era uma incorporação de tristeza e pesar.

Se em algum instante a garota acordasse, eu tentaria disfarçar minhas lagrimas limpando-as e fingindo ter acabado de acordar, o que não era mentira. Se ela percebesse o que eu estava fazendo e me questionasse sobre isso, após uma pequena pausa simplesmente diria escondendo meu rosto de alguma forma: -Me desculpe por ser tão fraco, e me desculpe por fazer você se preocupar comigo.

Se isso não acontecesse, eu tentaria me acalmar e não tendo mais nada a fazer, já que estava ferido, tentaria voltar a dormir. Esperando que no dia seguinte meus ferimentos estivessem melhores.


Dados:
 

Ao Narrador:
 

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Dialogo:
 


Última edição por Sakuma Teo em Sab 12 Jan 2019, 16:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptyQua 09 Jan 2019, 18:19


O momento após acordar não havia sido muito bom. Teo estava irritado pela fraqueza e chorava, mesmo com Lizandra na sua frente. Para a sorte do garoto, ela não acordava em nenhum momento e isso levava o médico ao sono mais uma vez, procurando uma melhora nos ferimentos ao acordar no dia seguinte. Levou algum tempo para dormir, mas ao conseguir, Teo ficou naquele estado por um bom tempo. A noite passava muita movimentação acontecia no local. Parecia ter alguma emergência no QG, por conta disso os médicos estavam trabalhando o tempo inteiro, tendo que deixar os pacientes estáveis sem qualquer observação. Muitos passos, portas batendo e pessoas gritando do lado de fora do quarto acabou por acordar o celestial, obrigando este a abrir os olhos para encontrar novamente Lizandra por perto. Mas desta vez a garota já estava acordada, observando a porta com a esperança de alguém fosse aparecer e ajudar na situação de seu companheiro. Nada disso iria ocorrer logo, talvez por isso existissem tubos bem finos e transparentes que se conectavam ao braço esquerdo do rapaz, aliviando as dores que sentia anteriormente.

Lizandra, ao notar que Teo havia acordado, levantou-se de imediato e aproximou-se mais do mesmo. – Você me deixou preocupada! – Em um tom mais elevado ela dizia isto, fazendo lágrimas escorrerem por seu rosto. A luz da lua permanecia iluminando o quarto, parecendo até que não havia passado muito tempo entre os descansos, mas este não era o caso ali. A verdade era que o médico tinha dormido por um dia inteiro no mínimo, talvez até passasse disso. Foi nesse tempo em que a garota chorava e Teo ainda tentava acordar que a porta do quarto foi aberta, revelando Shi com sua camisa social branca um tanto desarrumada de um modo que todos conseguiriam ver as tatuagens que tinha no corpo. – Achei que nunca ia acordar. – Comentava, chamando a atenção de Lizandra, fazendo ela esconder o rosto ao enfiar este na cama e cobrir o mesmo com os braços para retirar as lágrimas de lá. – Fiquei sabendo que foi bem corajoso, conseguiu criar um plano e proteger o nobre de forma excelente. – Porta encostada, olhos fixos no alvo e um leve sorriso decanto nos lábios que parecia significar algo bom. – Vocês dois estão sendo enviados para a próxima ilha. Ilusia precisa de novos agentes, além disso, alcançar novos lugares e avançar na organização é algo bom para novatos. Talvez até consigam ir para a GL. – Assim Shi finalizava por hora, encostando em uma das paredes da sala com o olhar focado no teto.

O barco de vocês deve sair hoje, Teo pode estar um pouco ferido ainda, mas o já foi liberado pelo médico. Se preparem e vão ao porto o quanto antes, precisam aproveitar do horário para ninguém saber da chegada de vocês. Não precisam fazer nada, só chegar no porto... Eles vão encontra-los. – Lizandra já estava de pé e aceitava as ordens, querendo realmente mudar daquela ilha o quanto antes. Rapidamente ela começava a procurar todas as coisas que tinha naquele quarto, arrumando a maioria delas em uma mochila, além de ajudar Teo com sua bolsa também. Existia um uniforme novo em um plástico ao lado da cama, sobre uma mesa em que tinha alguns dos pertences básicos do médico. – Deixou algo para trás, no quarto que dormimos a outra vez? – Se algo do tipo estivesse lá, Lizandra deixaria o celestial por alguns momentos, indo atrás dos pertences, retornando em poucos minutos. Com tudo pronto eles poderiam partir a qualquer momento se fosse do desejo de ambos, pois do lado de fora as coisas estavam agitadas o bastante para ninguém notar eles saindo.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySex 18 Jan 2019, 13:30



Ao seu lado


Eu dormi novamente... Dessa vez, não tive nenhum sonho ou ao menos não me lembro de ter tido. Eu acordava com sons que pareciam vir de não muito longe, e novamente, Lizandra estava perto para me receber. Eu demoraria um pouco antes de me movimentar, sentir todo o meu corpo e checar se algo ainda estava doendo, e após isso inclinaria minha coluna, ficando assim, sentado em cima da cama.

Tal movimento mostrava a minha companheira que eu estava acordado, e a mesma se aproximava de mim, e revelava sua preocupação. A garota estava próxima, e sua aproximação me fazia olha-la diretamente. Seus olhos derramavam lágrimas, o que me deixava com uma sensação de culpa novamente, mas ao mesmo tempo tê-la como a primeira coisa que eu via logo de manhã era algo com que eu podia facilmente me acostumar. Eu queria pedir desculpas, limpar suas lágrimas e agradecer por ter se preocupado comigo enquanto eu estava inconsciente, eu começava a mover minhas mãos em direção da sua face, quando subitamente, a porta abria revelando Shi do outro lado.

Ele comentava sobre o tempo em que eu estava desacordado o que me fazia sorrir levemente enquanto quebraria o contato visual por algum momento. Ele então dizia sobre minha estratégia, e eu o responderia de forma humilde:  –Agradeço pelos elogios, mas não teria conseguido nada se não fosse por Lizandra e Red. –Após isso, ouvia o agente dizer que éramos necessários na próxima ilha e que devíamos nos aprontar e ir para o porto. Lizandra rapidamente começava a preparar as coisas e eu faria o mesmo, levantando-me da cama e após me esticar para agitar os músculos relaxados, sutilmente retiraria os tubos que eram ligados ao meu corpo.  

Apenas checaria se todas as minhas coisas estavam em minha bolsa, ou perto de mim. “Chicote... Dinheiro... Insígnia...”. E se não estivessem, eu apenas diria em voz alta “-Onde meu/minha (item desaparecido) foi parar...?” com a esperança de que Lizandra ou Shi tivessem a resposta. Nesse momento percebia que roupas novas eram a mim disponibilizadas, já que as que eu usei estavam bem danificadas. Eu as guardaria na bolsa. Quando Lizandra me perguntava se havia esquecido alguma coisa na outra sala, eu apenas pensava um pouco e dizia. –Acredito que não, senhorita. –E após mais uma pausa diria -Preciso procurar algum lugar para me trocar, não acho que eu esteja muito elegante com as roupas rasgadas do jeito que estão.– E assim prosseguiria em busca de tal local, entrando e me trocando se encontrasse o mesmo.  Recolocaria minha insígnia em um dos bolsos.

Já fora do QG, eu me sentia na obrigação de agradecer a Lizandra por se preocupar comigo e ficar junto a mim o tempo que fiquei no hospital. Já fazia algum tempo que vinha sentindo a necessidade de me aproximar da garota, e já que agora em outra ilha, provavelmente seriamos os únicos conhecidos um do outro, essa seria uma boa hora para fazer isso. Após um tempo indo em direção ao nosso destino, esperaria até que estivéssemos em um local com não muito movimento e então, diminuindo o meu passo, diria para a garota: -Senhorita, pode esperar um minuto...? –Se ela parasse, então me moveria em sua direção e sutilmente a envolveria em meus braços, caso não parasse, talvez por distração ou por pressa, pegaria em seu braço para que ela prestasse atenção em mim e então a abraçaria. Após alguns poucos momentos assim, finalmente cortaria o silêncio dizendo  –Obrigado por se preocupar comigo, e me desculpe por ser tão descuidado.– Manteria meu abraço nela por mais alguns segundos... “Ela passou por tanta coisa desde que nós começamos a missão...” E após isso a soltaria, e diria antes de prosseguirmos ao nosso destino:  –Ouça, sei que não é muito, mas de agora em diante, conte comigo quando precisar de qualquer coisa, ok? –Estava usando uma linguagem muito mais informal do que o normal, mas isso tinha um motivo. Lizandra era muito mais bela quando estava sorrindo, isso era uma certeza. E mesmo com tudo o que estava acontecendo, eu queria demonstrar com minhas palavras que poderia ser um umbro amigo quando ela precisasse.

Enquanto nós continuávamos em direção ao porto, continuaria conversando com Lizandra, pois tinham algumas coisas que por curiosidade eu queria saber: -...Aconteceu alguma coisa durante o tempo em que eu fiquei desmaiado? – Tinha mais algumas perguntas, a maioria delas envolvendo a mulher de mascara da ultima missão, mas deixaria elas para depois que chegássemos ao nosso destino.


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySab 19 Jan 2019, 23:19


O despertar e todos os acontecimentos após isto faziam Teo se inteirar um pouco, recebendo todas as noticias e começando a procurar qualquer coisa que estivesse faltando em seus pertences. Por sorte nada tinha sido perdido, encontrando cada uma das coisas ao lado da cama. – Fecharei a cortina para você conseguir se trocar, não se preocupe. – Ela ia até um dos cantos da cama, segurando firme a cortina que estava ali para arrastar esta até a ponta da cama, indo ao outro lado para que pudesse fazer o mesmo e terminar com aquele pequeno ambiente da cama e algum espaço ao lado livre para poder trocar-se. Vestir-se foi bem simples, apenas jogar de lado as roupas sujas e organizar corretamente o uniforme, abrindo a cortina e saindo junto de Lizandra do quarto para começar a caminhada pela cidade. O lado de fora só era caótico dentro do QG, na cidade estava tudo bem tranquilo e ninguém realmente ligava para a dupla.

A caminhada da dupla parou assim que Teo solicitou isto, abraçando a garota que aceitou sem problemas tal ação, até mesmo retribuindo este abraço com bastante delicadeza para não piorar a situação dos ferimentos de seu companheiro. – Contarei sim... Você é o único que me restou, não há mais ninguém para me ajudar. – O momento agradável durou alguns minutos entre a conversa e os abraços. Quando eles finalmente se separaram e terminaram por ali, Lizandra continuou a guiar o caminho, sorrindo com o olhar bem atento para todas as direções. – Mais pessoas foram mortas, alguns nobres, marinheiros e agentes... Não foi algo pequeno, aconteceu algo complexo na ilha. – Ela estava bem confusa ao contar tudo, olhando Teo em alguns momentos, talvez até esperando alguma ajuda dele. – Foram várias mortes em locais diferentes, todas quase no mesmo tempo. Por isso o hospital do QG está tão movimentado, mortos e feridos surgiram do nada e ninguém parece saber quem organizou isso... Shi provavelmente está nos tirando da ilha por causa disso, duvido que queira arriscar mais vidas de novatos promissores. – Concluiu mesmo sem entender direito os feitos na ilha.

A conversa durava mais do que o esperado, acabando enquanto andavam pelo porto sem perceber que estavam sendo observados. Olhos brilhavam ao longe, todos estavam em uma embarcação não muito grande, fora isto uma pessoa parecia se aproximar, esta tinha olhos azuis e uma fumaça ia subindo conforme ele andava, revelando ser um cigarro. – Venham, está na hora. – Dizia em um tom firme, basicamente ordenando que a dupla fosse ao barco junto dele. Lizandra até confiava no homem, só não tinha certeza se devia seguir cegamente alguém, mas o faria assim que Teo demonstrasse qualquer vontade de fazer o mesmo. Chegando à embarcação, ambos subiriam uma rampa e encontrariam diversas pessoas com máscaras, além do uniforme do governo. O barco logo começaria a se mover e a liberdade dentro do meio de transporte era muita, podendo caminhar por ele todo e encontrar quartos, comida e até mesmo pessoas que poderiam ensinar coisas durante o tempo da viagem.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySab 02 Fev 2019, 11:54



Viagem  #01


Eu ficava feliz pelo fato de Lizandra aceitar minha aproximação tão normalmente. Devido minha falta de experiência, não sabia se aquela seria a melhor abordagem, mas tudo ia bem, me dando uma sensação de satisfação.  Ela me explicava que estavam havendo mortes na ilha e durante tal explicação ela me procurava em alguns momentos, talvez esperando alguma reação... e eu reagiria com uma expressão de curiosidade: -Intrigante...  Espero que eles consigam resolver o que quer que esteja acontecendo... –Dizia já que agora estávamos prestes a deixar a ilha. Estávamos tão confortáveis, um com o outro, que nossa conversa durava tempo o suficiente para chegarmos ao nosso destino. Percebíamos olhares à distância e não demorava muito tempo até que um dos indivíduos viesse até nós, dizendo “estar na hora”, concluía que ele estava se referindo a viagem para Ilusia Kingdom e que, portanto, ele era um agente assim como nós. “Shi de fato falou que eles nos achariam, mas como...? Está tão escuro... Mas é improvável que seja algum inimigo... Ao menos eu espero que não seja...” Pensava enquanto seguiria o mesmo junto a Lizandra até a embarcação que nos levaria ao nosso destino.

Quando chegávamos ao barco, havia mais pessoas que assim como nós, trajavam roupas de agentes, alguns deles estavam mascarados, o que me despertava um silencioso interesse, que me faria por instantes observar cor, formato e se houvessem, os detalhes das máscaras dos agentes. Esperaria pelo momento em que o homem parasse em algum ponto especifico, talvez em alguma sala ou algum ponto do navio, e então diria: -Com licença senhor, acho que não nos apresentamos, então... Prazer, meu nome é Teo...–Se Lizandra ainda estivesse ao meu lado prosseguiria- ...e essa é Lizandra. –Após uma pequena pausa, para que talvez Lizandra dissesse algo, educadamente continuaria –Muito obrigado por nos receber no navio. Se me permite perguntar, percebi que alguns dos agentes no barco estão usando máscaras, há algum motivo especial para isso? -A pergunta vinha por não ter nenhuma familiaridade com agentes usando mascaras, ao menos não no QG... Esperaria pacientemente alguma resposta, e se houvesse algum motivo, não sendo algo tão sério, pensaria “Não acho que usar mascara nesse trabalho seja uma má ideia...”. Não sabia se era pelo fato de ser um médico, ou se era algo mais pessoal que envolvia minha personalidade com gostos distintos, mas achava que, ao esconder sua identidade, uma mascara podia dar um ar misterioso para quem a trajava, enaltecendo sua característica reservada ou caótica em algumas vezes, não achava que nenhuma dessas características me descrevessem, entretanto ainda achava que deveria levar em consideração o uso de uma mascara quando meu cargo dentro do governo fosse alto o suficiente para me dar essa liberdade. Voltaria a me dirigir ao homem, tinha um problema com fazer muitas perguntas, pois achava que poderia estar sendo inconveniente de certa forma, então enfatizava assim que começava a falar que não o incomodaria mais, por hora: -Uma ultima pergunta, se me permite. O senhor sabe se algum dos agentes presentes tem conhecimentos médicos aqui no navio? Buscava alguém com conhecimentos de Psicologia para aprender um pouco sobre a área.– Se por sorte houvesse alguém que pudesse me ensinar algo sobre Psicologia eu guardaria aquele informação em minha mente, pois provavelmente a usaria mais tarde para o bem de meu aprimoramento intelectual. Independentemente da resposta dada pelo agente, agradeceria a resposta com uma leve reverência, dizendo: -Muito obrigado por responder minhas perguntas. Com sua licença- Após isso me afastaria, pois não queria incomodar a tripulação daquela embarcação caso estivessem ocupados.

Usaria dessa pausa para olhar para o barco. “Essa é basicamente a primeira vez que eu entro e viajo em um navio tão grande... Será que Lizandra já saiu alguma vez da ilha...?” pensar na ruiva me fazia instintivamente procurar por ela, se ainda estivesse próxima diria oferecendo minha mão como um leve gesto de cavalheirismo: -Senhorita, poderia contar com sua ilustre presença em uma breve caminhada pelo barco? -Sorria, demonstrando uma intenção cômica no que tinha acabado de dizer. Além de querer sua companhia, havia coisas que não tinham ficado claras para mim, desde que eu acordei no hospital do QG. O estado físico de Lizandra era uma delas, pois este tempo todo, estávamos tão focados em mim, que talvez a garota estivesse ferida ou cansada e eu não tinha percebido, portanto, não queria ser insensível e verificaria se havia algo de errado com ela durante essa pequena caminhada, começaria observando como ela estava caminhando, sua postura, e se em sua expressão facial havia indícios de cansaço. A direção inicial não importava, só começava a andar ao lado da moça tomando cuidado para não esbarrar em ninguém, levemente puxaria Lizandra para perto de mim se isso fosse acontecer com ela.

Estando algum tempo andando, olhando os diferentes espaços do barco, tentaria fazer contato com a garota quando não houvesse muito movimento ao nosso redor, por algum motivo, talvez por timidez ou por um certo tipo de introversão, eu não queria que mais ninguém visse eu mostrando um lado mais... "Sensível" para Lizandra. Tentando fazer com que a situação fosse o mais natural possível, diria:  - Senhorita... Focamos tanto em mim nos últimos momentos, que não chequei, nem perguntei como você estava... –Levaria uma de minhas mãos sutilmente à testa da garota, para conferir algum sinal de febre –Com licença - diria com um tom calmo, não querendo expor tão claramente minha preocupação –Você está bem?  Não está cansada? Talvez com algum ferimento que acabou deixando passar? – Continuaria enquanto checava seus batimentos, segurando um de seus braços com uma das mãos e colocando o dedo indicador e o do meio sobre seu pulso, e então contaria por 15 segundos (contados com a outra mão... Acredite em mim, é possível com alguma prática...) quantas batidas eram realizadas por seu coração nesse período de tempo, depois multiplicaria o resultado por quatro para checar se sua pulsação estava normal. Um ser humano adulto tem uma pulsação “normal” de 60 a 80 BPM (Batidas por Minuto), então se sua pulsação estivesse entre esses dois números tudo estaria bem. Baseado em tudo o que tinha analisado: Sua postura, sua expressão facial, sua temperatura corporal e o seus batimentos cardíacos, concluiria um “pré-diagnóstico” (já que eu não tinha informações o suficiente para fazer um diagnóstico completo), se ela estivesse com algo fora do normal, diria: “-Acho bom você descansar um pouco...” – Caso a garota estivesse estável eu diria: “-Bom, graças aos céus, tudo está bem contigo.”– Esperaria a reação da garota. E então daria algum tempo antes de mudar de assunto.

Se ela aceitasse meu pedido para repousar, acompanharia a mesma até o quarto, para garantir que não havia nenhum outro sintoma que não tivesse sido mostrado até então. Se ela estivesse bem, prosseguiria a conversa, tentando explorar algumas memorias que não estavam tão nítidas em minha mente: -Bom, desde que acordei, meu corpo ainda não entendeu muito bem toda a passagem de tempo desde a mansão do nobre até aqui, e acredito que por causa do choque minha memória esteja um tanto....” tempestuosa”.–Esperaria um momento para coletar as próximas palavras através do pensamento e então diria –Posso estar sendo um pouco invasivo, e não há problemas se não quiser responder, mas... Você parecia conhecer a mulher mascarada de alguma forma, entretanto vocês não pareciam ser próximas, o que me deixou um pouco intrigado na hora... Qual era a relação entre vocês duas? -Se ela me contasse algo, fosse muito pessoal ou a deixasse desconfortável, ao final de suas palavras, diria me curvando levemente. -Obrigado por compartilhar isso comigo, senhorita. -E então, se não houvesse mais nada a ser dito, apenas continuaria andando junto a ela pelo navio, até que tivéssemos o explorado por completo, ou até haver outra coisa a ser feita.


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptyTer 12 Fev 2019, 12:08


O detalhe mais marcante era o material das mascaras, sendo feitas de um metal preto que era bem trabalhado em forma de animais, cada um diferente dos outros para ter seu próprio destaque pessoal. Os mais visíveis no convés eram bem simples, iniciando com cachorro, gato e coruja. Mais ao fundo existiam outros um pouco mais complexos de encontrar, por lá havia um dragão e algo estranho que poderia ser a fusão de lobo com guepardo, mas não se podia definir exatamente de onde aquilo tinha surgido. Outros agentes até andavam pelo local, mas as máscaras eram escondidas pela distância.  – Me chame de Flavo, sou o atual comandante do grupo nesta embarcação. – Rapidamente ele fazia um sinal e todos se movimentavam pelo barco, cuidando cada um de seus deveres enquanto a conversa rolava.  – Nem todos os agentes gostariam que sua identidade fosse revelada em uma missão, por isso a máscara pode proteger quem ele é, até mesmo impedir que identifiquem ele como parte da organização. – As roupas eram iguais, todos estavam com apenas uma coisa diferente, que era a máscara, já que o cabelo deles só tinha uma cor entre todos. Nenhuma pessoa ali tinha outra cor a não ser preto, deixando o líder em destaque.

Sim, procure a pessoa com máscara de gato. Ela poderá te ensinar sobre psicologia e até algo melhor, se estiver interessado em interrogatórios e tortura. – Comentava seriamente, falando a verdade imaginando que Teo e Lizandra entenderiam, pois seria algo comum na vida de agentes. – Claro, eu adoraria. – Respondia com um belo sorriso, começando a caminhar pela embarcação. A dupla tinha bastante tempo livro durante aquela viagem, possuindo tranquilidade para observar um ao outro. Por conta disso o médico acabou percebendo algumas coisas interessantes. Lizandra estava bem no geral, conseguia andar sem problemas e não parecia sentir dores que seriam percebidas por fora, mas existia certo cansaço em seu olhar, além das olheiras que pareciam dominar o rosto dela nos últimos dias. Com o olhar focado no horizonte, ela evitava olhar diretamente nos olhos de seu parceiro e por isso era óbvio que ela queria esconder como se sentia. Com uma pausa na caminhada, Teo aproximava-se mais da ruiva e começava a checar seu estado atual com a aceitação da mesma.

A confirmação surgia rapidamente. Lizandra estava cansada, tinha passado por muito estresse ultimamente e realmente precisava descansar, pois cuidar de alguém doente não era uma tarefa fácil. – Sem ferimentos... Eu só me sinto tão deslocada, talvez seja o sono. Os últimos estiveram repletos de coisas ruins e isso me deixou um pouco preocupada com tudo. – Ao se abrir tanto, ela mostrava bastante confiança em Teo, pois as coisas que tinham passado juntos eram o bastante para aproximar qualquer pessoa. Durante a checagem era possível perceber também que o BPM dela estava em cerca de 70, algo bem tranquilo, mas que não dava todas as informações que Teo precisava para concluir o diagnostico. Era óbvio que ele precisaria das ferramentas certas, algo que no momento não tinha, por isso a decisão do mesmo foi indicar um descanso a garota. – Entendo... Também acho melhor, não me sinto tão bem ficando acordada na maior parte do tempo, descansar alguns minutos não é o suficiente. – Deste modo a dupla seguiu até um dos quartos que estavam livres, entrando neste e por lá a ruiva pode deitar-se na cama, fechando os olhos quase que imediatamente. – Agradeço por isso, pode fazer o que precisar enquanto eu durmo. – Dizia, liberando a saída do médico, pois até ela entendia que o garoto poderia sentir-se preocupado e gostaria de permanecer no quarto.

Do lado de fora não existia muitas coisas para serem ditas. Os mascarados ainda andavam pelo convés, cuidando de tudo sobre a viagem. Havia comida pronta na cozinha, pois o cheiro poderia ser sentido de longe. Na parte superior do barco, subindo algumas escadas, era possível ver Flavo observando e monitorando a movimentação dos tripulantes enquanto a embarcação se movimentava. A pessoa que poderia ensinar psicologia ao médico estava por perto, ela não parecia muito disposta a andar por ai, ficando quieta em um canto aonde ninguém chegava perto e assim as coisas seguiam na viagem.

1/2

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptyTer 12 Fev 2019, 15:44



Viagem  #02


Quando a garota se deitava  e fechava seus olhos, eu me sentia satisfeito por poder ajuda-la, mas ainda assim um pouco preocupado. Sonhos ruins podiam indicar estresse, o que por sua vez indicava que talvez Lizandra precisasse de mais descanso do que uma simples noite bem dormida. Infelizmente não havia nada que eu podia fazer quanto a isso, e após a ultima frase da garota, eu fazia um pequeno gesto e sairia do quarto fechando a porta (se houvesse alguma), dizendo formalmente  –Certo, com licença. – E então me dirigiria para o meu próximo destino.

Ou era o que eu gostaria... Ao sentir o cheiro de comida, meu corpo reagia por instinto, e meu estômago me indicava que fazia algum tempo que eu não comia nada, portanto, cancelava os meus planos de aprendizado para satisfazer minhas necessidades básicas. Já dentro do refeitório/cozinha, eu me aproximaria quietamente, e não me serviria até que visse que outras pessoas já tinham o feito. Se tivesse essa opção, pegaria a quantidade que meu corpo achasse necessário e comeria calmamente. Após comer, aguardaria algum tempo antes de ir até o agente com mascara de gato, para que assim, meu corpo pudesse calmamente processar o alimento.

Procuraria aquele que poderia me educar próximo a Flavo, onde tinha o visto quando vim até o refeitório. E se não estivesse lá o procuraria por outros locais até encontra-lo. Achando o individuo, me aproximaria calmamente, e me apresentaria, mostrando minha intenção logo em seguida: -Com licença senhor... –Curvaria minha cabeça e meu corpo levemente pra frente em sinal de respeito – Meu nome é Teo, sou um agente em treinamento. Flavo me disse que o senhor tem conhecimentos sobre Psicologia, e gostaria de saber se podes me ensinar a respeito, por gentileza. –Se houvesse uma resposta positiva, faria e iria para onde quer que o homem me pedisse para ser feito, até que conseguisse compreender todos os conceitos a mim ensinados claramente, fazendo perguntas de acordo com as dúvidas que tivesse ao longo das explicações.


-Aprendizado de Pericia: Psicologia - [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Esperava muito de Psicologia, era uma matéria que eu sentia que poderia aprimorar a minha maneira de pensar e agir. Depois do tempo aprendendo, visitaria novamente Lizandra para verificar sua situação, tentando não fazer muito barulho no processo, já que a garota poderia estar dormindo. Se estivesse tudo bem, voltaria para a parte principal do navio, esperando até que chegássemos ao nosso destino.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptySab 16 Fev 2019, 13:22


Porta fechada, comida pronta e muita gente se encaminhando para a cozinha. Teo estava no meio deles, aproveitando-se da situação para ter uma refeição antes dos aprendizados. Não havia muita variedade de comida, possuindo o arroz padrão, carne, legumes e frutas. Para beber existia rum e dois sucos, sendo um de laranja e outro de morango. Teo comeu assim que todos já tinham começado, possuindo tempo para escolher e colocar tudo em um prato, retornando até uma das mesas para alimentar-se enquanto a viagem continuava. Algum tempo passava, o médico havia finalizado a refeição e procurava pelo professor, precisando andar um pouco pela embarcação até ver a pessoa de máscara conversando com alguém em uma das bordas. – Flavo hu... Venha, vamos para um lugar mais tranquilo. – O sujeito não tinha muito para dizer naquele momento, guiando seu aluno até um local mais isolado no convés, onde conseguiam conversar sem qualquer barulho dos outros tripulantes atrapalhando.

As lições duraram por bastante tempo, pois aquele não era exatamente um aprendizado fácil. Psicologia tinha seus problemas, precisando de muita conversa explicações e respostas para as perguntas de Teo, que não eram poucas naquele momento. Horas passava, o dia avançava e Teo via que as coisas iam melhorando conforme as palavras de seu professor acabavam tirando suas dúvidas. O aprendizado terminou exatamente na hora que a embarcação estava se aproximando de uma ilha. – Bem na hora. – Comentou o mascarado, finalizando os ensinamentos por ali, pois já havia passado tudo aquilo que sabia e entendia do assunto, além disso também tinha a chegada na ilha que era algo importante por hora. – Chegamos, se preparem para descer. – O anuncio de Flavo chamava bastante atenção e nisso Lizandra surgia de uma das escadas, aproximando-se de seu parceiro naquela viagem. – Como foi? – Perguntava sorrindo durante as observadas na ilha.

O porto estava cheio de marinheiros e civis, pois ali estava o QG da ilha, a base principal que protegia Ilusia e seria o local para onde a dupla teria de ir assim que estivessem em terra. – O transporte foi feito, estão livres para seguir até o QG ou apenas curtirem a ilha. Nossa missão foi completa, espero que tudo dê certo para vocês, novatos. – Flavo permanecia com o semblante frio, sem deixar escapar nenhum sorriso ou sentimento amigável na frente dos novatos. A viagem tinha chegado ao fim e agora eles poderiam descansar recuperar-se dos problemas da ilha anterior e finalmente iniciar o avanço completo de suas carreiras. – Vamos? – Lizandra iria abrir espaço e caminhar na frente, sorrindo enquanto descia até o porto e andava lentamente esperando que Teo pudesse esclarecer qual seria o próximo passo deles.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 6 EmptyTer 19 Fev 2019, 16:14



Ilusia Kingdom


Quando Lizandra se aproximava e perguntava como tinha sido, eu respondia com um sorriso: -Aprendi algumas coisas muito interessantes. E a senhorita, dormiu bem? –Esperava a resposta enquanto estávamos prestes desembarcar. Flavo nos desejava sorte e antes de sair eu viraria para o mesmo e inclinando o meu corpo, diria: -Muito obrigado por tudo, senhor. –E então acompanharia Lizandra. Quando estivesse próximo da ruiva, faria uma proposta pouco profissional, mas que para dois jovens prestes a explorar o mundo, era tentadora – O que a senhorita acha de conhecermos um pouco a ilha antes de irmos até o QG? – Olhava para a garota esperando sua resposta. Caso positiva, começaria a andar junto dela pela ilha. Caso negativa, apenas iria junto a mesma para o QG. Uma coisa que concluí quando abracei Lizandra ainda em Las Camp, foi que eu gostava muito do tempo que passávamos a sós. Talvez porque estávamos simplesmente sendo nós mesmos, ou porque a companhia dela era algo bom pra mim...  

De qualquer forma, uma página tinha acabado de ser virada, e um novo capítulo de nossas vidas tinha acabado de começar. Eu não sabia quanto a Lizandra, mas pensar no futuro que nos esperava me dava certa ansiedade.  Eu queria ser forte, eu queria ajudar Lizandra a provar que seu pai estava errado, eu queria descobrir mais sobre a história de minha família, e usar do meu cargo no governo para ajudar as pessoas da melhor maneira possível. Esses eram objetivos que essa nova parte da minha vida me dava, e eu me apegaria a eles para me fortalecer como pessoa e como profissional, até que pudesse ser reconhecido pelos meus feitos. Sim... Essa era a minha vida agora.

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