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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptySeg 02 Jul 2018, 15:28

Relembrando a primeira mensagem :

Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sakuma Teo. A qual não possui narrador definido.


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Teo
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyQua 25 Jul 2018, 16:53



Rebeldia?


Estávamos agora na empresa "Mitchificatchi" ou como quer que fosse a pronuncia desse nome, uma empresa que me confundia, mas que parecia sofisticada com detalhes. Não sabia do que se tratava a empresa, mas de qualquer forma, não estávamos lá pra isso. Após nos apresentarmos na recepção e termos alguma dificuldade de ir até o nosso objetivo, finalmente chegávamos aonde tínhamos que ir, a sala de Sarah Piaget, que tinha tanto rosa que eu tinha que me segurar para não fazer uma expressão de desconforto.

Se eu tivesse apostado na estratégia de Lizandra, seria um triste prejuizo, pois nem havíamos chegado e a mulher já acabava com os nossos planos. Mas honestamente, tudo o que ela falava não me incomodava, ou me deixava nervoso de forma alguma, nem mesmo sua expressão ou sua postura. Eu tentava entender o seu lado, de uma empresária que tinha vários problemas e que provavelmente passava por várias frustrações diariamente, ainda assim apesar a mulher puderia ter um pouco mais de humildade. Depois de uma calorosa discussão entre Lizandra e Sarah, a mulher voltava para a sua mesa e a garota me pedia qualquer sugestão do que fazer a seguir."Acho que a estratégia de enfeitar o pavão pode ser uma boa agora...."–Após pensar isso, diria então, baixo e perto o suficiente para que só Lizandra ouvisse––Vou tentar algo, peço perdão se isso te ofender.. E então me aproximava de onde Sarah estava, queria que ela tivesse uma melhor visão de mim, assim como eu também poderia ter uma melhor visão dela. A minha estratégia era falar o que a mulher queria ouvir, usando de Hipérboles (Enfatizar ou Exagerar uma expressão ou sentença comum) e Eufemismos (Suavizar uma expressão que poderia ser rude ou desagradável) para convencê-la a nos pagar. Começaria a dizer, fazendo uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]-Senhorita Sarah, sei que se incomoda com o fato de sermos nós, os novatos vindo aqui coletar a importância destinada ao governo, mas assim como a senhorita tem milhares de problemas para resolver, nosso chefe também tem andado extremamente ocupado nos últimos dias... –Sim, era uma meia-verdade combinada a uma hipérbole, ambas disfarçados de simpatia. Primeiro que era impossível saber se Shi andava tão ocupado quanto havia falado já que o conheci hoje, e segundo que eu precisava que a mulher tentasse falsamente entender a nossa situação para que fosse ludibriada a pagar o imposto –Sei que provavelmente já deve ter ouvido justificativas variadas vindas de nossa parte, mas dessa vez é diferente, ele não nos mandaria por qualquer motivo, ou melhor, ele não mandaria minha nobre companheira por qualquer motivo. –Esticaria um de meus braços com a palma da mão virada para cima, em direção a Lizandra e olharia para a garota para então dizer –Minha companheira e sua família são extremamente influentes na marinha e no governo. –Novamente outra meia-verdade combinada a uma hipérbole, eu não sabia a extensão da autoridade dos membros da família de Lizandra, e como ela mesmo disse, seus familiares tem poder apenas na marinha. Se fosse possível, tentaria dar um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que estava livre para a minha companheira, colocando minha mão atrás das costas de forma que Sarah não visse, e então torceria meu dedo do meio e indicador, um sinal popular para indicar mentira, para que assim, a ruiva se juntasse a mim nesse redemoinho de meias-verdades que eu estava fazendo. Se ela falasse alguma coisa ou não eu continuaria -Dessa forma, qualquer problema ou reclamação que houver por parte de vossa senhoria com o governo mundial, sera levado em consideração, se for minha nobre companheira quem relatar ao nosso superior. -Era basicamente o que a mulher queria: Ser ouvida por quem tinha poder para mudar alguma coisa, e era isso que eu falsamente tentava dar a ela. -Portanto, se a senhorita puder gentilmente cooperar conosco, faremos questão que tudo suceda de maneira a beneficia-la. –Era minha cartada, apesar de não saber se funcionaria ou não, esperaria a resposta da mulher, para então saber o que faríamos a seguir. Tentaria enquanto isso, procurar discretamente com os olhos por qualquer lugar que indicasse dinheiro, ou perigo dentro daquela sala, provavelmente ambos não estariam em um lugar tão óbvio, mas era bom me certificar para o caso das coisas ficarem mais perigosas. Sinceramente, eu estava começando a entender os problemas de ser um agente do governo... Caso nós conseguíssemos coletar o imposto com tudo que eu tinha falado, assim que saísse da empresa, talvez precisasse dar explicações a Lizandra, então caso a mesma estivesse com uma expressão ruim ou de alguma forma irritada, puxaria ela de lado para começar a explicar o que havia feito. Caso a garota compreendesse o que tinha feito, apenas seguiria junto com a mesma para o próximo destino.


Dados:
 

Ao Narrador:
 


POST: 10 PAGINAS: 02 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: Mitificat

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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyQui 26 Jul 2018, 19:19


Sarah parecia gostar da maneira como Teo falava e entendia muito bem o lado dos agentes, abrindo sua guarda de um modo que ficaria livre para escutar a proposta dos agentes. Por todo o tempo em que o celestial falou, ela não demonstrou querer dizer nada, ficando quieta com uma expressão neutra. – Exatamente, a família Van Lierde possui muito poder dentro da marinha e governo, além disso possuímos certos aliados fora das organizações que podem e vão ajudar em algo que meus familiares tiverem interesse. – Enquanto ela falava a aproximação foi iniciada, avançando lentamente em passos curtos durante as palavras. – E eu sou a sucessora da família, possuo poder o bastante para influenciar os mais velhos à ajudarem em sua causa. – Com isto Teo pode continuar a dizer o que Sarah queria escutar, dando espaço para uma negociação iniciar e a conversa anterior ter uma continuidade melhor. – Não imaginei que existia alguém da família Van Lierde no governo. – Comentava curvando um pouco o corpo à frente para mexer em uma das gavetas de sua mesa, retirando de lá um envelope rosa que parecia conter muitos documentos dentro. – Ainda não concordo que novatos venham receber os impostos, mas se vocês podem me ajudar com isto eu não tenho como negar. – O envelope parecia ser algo importante que ela gostaria de entregar ao governo, provavelmente alguma proposta que ajudaria ambos os lados. Quem sabe a aliança da mulher não fosse tão ruim, pois até então os novatos não tinham nenhuma ideia do que aquela empresa fazia.

Lentamente a mulher de cabelos rosados deslizava o envelope na mesa, jogando até a ponta onde a dupla de agentes estava, dando a liberdade de pegarem. – Esta é uma proposta que tenho ao governo, espero que seja entregue para seu superior e que mais ninguém além de vocês dois saibam de algo sobre isto antes da entrega... Imagino que posso confiar isto à vocês, mas se algo ocorrer e os documentos forem vazados, terei de fazer algo sobre isto e as coisas não vão ficar boas para ninguém. – O tom de voz e a forma como era falado parecia realmente uma ameaça, algo estranho para uma civil que não mostrava qualquer força. Nos arredores nada podia ser visto de diferente, existiam diversos pontos por onde alguém poderia surgir, mas isto se resumia à imaginação de Teo já que naquela sala só parecia existir uma entrada e saída. – Aqui está. – Enquanto a dupla observava a sala com mais atenção Sarah acabou pegando o dinheiro, entregando uma maleta que provavelmente estava cheia de dinheiro. – Existe espaço nela para que coloquem o restante que forem receber, pois quem mais paga sou eu. – E aquilo realmente parecia verdade. Lizandra entendia o que ela dizia por conhecer a cidade, sabendo que nenhum dos locais que iriam era tão grande e rico como aquela empresa. – Fico feliz que resolveu cooperar, farei questão de falar com meus familiares e o nosso chefe. Estarei esperando bons resultados dessa sua proposta, usar minha família para algo inútil não é uma coisa que posso fazer tão frequentemente. – Mesmo sendo um pouco rude a dona da empresa não parecia ligar, entendendo bem o lado da ruiva que estava ajudando e muito naquela negociação.

Sarah não dispensava a dupla, ficando mais algum tempo com eles para conversar e tirar qualquer problema na relação deles. – Sei que tratei vocês dois mal... Não é que eu seja uma pessoa completamente ruim, só fico estressada facilmente e tenho muitas coisas para cuidar. Fora isso já recebi novatos algumas vezes e todos eles causam problemas por aqui, exatamente por causa disso eu acabei contratando guardas para cuidar da minha segurança. – O governo esta afetando tanto uma mulher era estranho, eles deveriam ajudar ela, não fazê-la ter medo ao ponto de contratar guardas. – Tive muitos problemas com agentes que resolviam partir para a luta, pois normalmente eu faço as pessoas se irritarem desta forma. Tenho lembranças horríveis por isso, então não foquem muito na pessoa que falou com vocês quando entraram nesta sala. – Com esta conclusão ela finalmente mostrava um belo sorriso, olhando para os dois agentes que mesmo um pouco agressivos por parte de Lizandra ainda tinham partido para a conversa, tendo pouco trabalho e sem necessidade alguma do combate naquela tarefa. – Podem ir, já os atrasei muito e ainda tenho diversas coisas para resolver. – Concluiu voltando a atenção totalmente para alguns documentos em sua mesa, deixando que a dupla fosse ao elevador e conseguisse sair do prédio sem grandes problemas.

Do lado de fora Lizandra já pegava a lista de nomes, procurando o mais próximo de onde estavam. – Sua abordagem lá atrás foi muito interessante, talvez agir desta forma seja o melhor modo de receber o dinheiro. Mas vamos permanecer com a ideia inicial, mostrar o papel e receber rapidamente, pois não temos muito tempo e já estamos chegando na parte da tarde, queremos terminar isto antes do anoitecer.. – Com isto dito ela finalmente visualizou o nome que estava procurando, aumentando a velocidade dos passos até o objetivo. – Stig Afzelius, um amigo de meu pai, ele é dono de uma loja de tecidos. – Não demorou muito para os agentes chegarem até a loja de Stig, que já parecia esperar pela chegada de alguém para cobrar os impostos, mas não tinha noção de que seria Lizandra. O homem estava sentado em uma cadeira atrás do balcão da loja, que era bem simples e tinha diversos tecidos nas paredes à mostra para que qualquer um pudesse ver, sentir e decidir se iria comprar ou não. – Liz! – Stig era um sujeito comum, tinha uma barba de respeito e vestia roupas sociais em preto que pareciam ser feitas de algum tecido encontrado na loja. Ele não parecia ser um homem tão velho, somente a barba chamava a atenção e sua forma de agir estava longe de ser a de um dono comum de loja. – Stig, como está? – Enquanto ela falava o sujeito saltou por cima do balcão, aproximando-se rapidamente da garota que não estava esperando receber um abraço e ser levantada do chão pelo conhecido.

A cena parecia muito mais um casal do que uma garota encontrando o amigo de seu pai. – Ei! Me coloca no chão, não está vendo que estou acompanhada?! – Reclamava enquanto dava alguns tapas bem fracos nos braços de Sitg. – Oooh, sinto muito. – Com cuidado ele deixou Lizandra ser livre de seu abraço e afastou-se um pouco, observando melhor a companhia da garota. – Heheh, é um prazer conhecer o companheiro da minha pequena garota, fico feliz que encontrou alguém para fazer dupla. – Foi neste momento que ele observou os uniformes e percebeu que algo não estava se encaixando muito bem. – Espera um pouco... Você entrou para o governo? – O olhar confuso do homem era entendível, já que a família de Lizandra era feita completamente de marinheiros e todos que a conheciam imaginavam ela indo para a marinha, mas ali estava ela no governo cobrando impostos. – Exatamente! Decidi seguir um caminho diferente e aqui estou! Teo é quem está me acompanhando nessa aventura esquisita, então não vejo problemas de estar nessa organização... Só não faço ideia de como meus pais vão reagir quando a noticia chegar neles, isso me preocupa um pouco. – A conversa deles era tão rápida que não existia muito espaço para interromper, porém aquilo estava se encaminhando para um ponto onde a cobrança não seria feita. – Bem, se é assim... Eu sou Stig, sinto muito a apresentação tardia. – Ao dizer isto ele estendia a mão direita para apertar a mão do celestial, um simples cumprimento que chegava muito tarde na conversa. – Cuide bem dela, essa garota pode ser um problema as vezes. – Ao dizer isso Lizandra só conseguia ficar um pouco irritada, mas logo ambos estavam rindo e aproveitando a conversa que provavelmente duraria um bom tempo.

Stig Afzelius:
 
OFF:
 

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Teo
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MensagemAssunto: Alguém ao menos lê essa parte das postagens?   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptySex 27 Jul 2018, 17:09



Teamwork


Meu plano de falar o que a mulher queria ouvir funcionava eficientemente, e no fim, era o melhor a se fazer. Talvez não fosse a decisão mais correta, mas dar uma falsa esperança era melhor do que ferir alguém desnecessariamente, ao menos era o que eu acreditava. “Pobre mulher... Ao invés de ter que se proteger dos bandidos, tem que contratar seguranças para se proteger de quem supostamente tinha que fazer o bem...” Começava a perceber que mesmo as pessoas que supostamente deveriam ser boas, eram sádicas e malvadas "Em nome do bem". No fim, além de agora ter o conhecimento do sobrenome de Lizandra e o peso que o mesmo tinha, eu ficava feliz de ter abordado aquela situação do jeito que abordei, era bom ver um lindo sorriso ao invés de um rosto angustiado com a dor de um combate. Após a conversa, me aproximaria de sua mesa para pegar o envelope cor de rosa e a mala com dinheiro, guardando o primeiro em minha bolsa transversal e deixando o segundo em minha mão. Faria um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] movimentando minha mão livre para mostrar gratidão, e diria brevemente para Sarah   –Muito Obrigado pelo seu tempo. –Após isso sairíamos da sala. Confesso que tinha vontade de abrir o envelope e ler todo o conteúdo do documento, mas teria que fazer isso quando tivéssemos terminado tudo.

Quando saíamos do prédio, Lizandra comentava sobre minha abordagem com a mulher e nossas próximas abordagens, e eu ficava feliz por não ter ofendido a garota ao usar seu nome para podermos completar o serviço. Para não deixar aquilo passar em branco, diria antes de irmos ao nosso próximo destino:   -Certo, quero que saiba que se não fosse pela senhorita lá dentro comigo, essa conclusão não teria sido possível.-Assim íamos até o próximo destino, e o próximo nome era “Stig Afzelius”, aparentemente amigo do pai de Lizandra.

Quando finalmente chegávamos ao local, minha companheira era recebida com muito afeto, e confesso que aquilo me amolecia um pouco, fazendo com que eu esquecesse por um determinado momento o que eu estava fazendo. Até que a situação de Lizandra com o Ingresso ao governo entrava em pauta e o homem se voltava até mim. Movendo o braço em minha direção para me cumprimentar.  Apesar de ter sido notado apenas naquele momento, eu apertaria a mão do homem.  –Sou Sakuma Teo, ou só Teo se preferir. –Ele então dizia sobre cuidar bem da garota, na qual eu respondia  –Farei o meu melhor, cavalheiro. -Após soltar a mão do homem, me aproximaria lentamente de Lizandra, de forma a não ficar tanto no esquecimento naquela conversa, e antes que qualquer outro diálogo pudesse ser feito, diria mesmo que interrompendo alguém  –Cavalheiro, peço perdão por atrapalhar este momento tão acolhedor, mas estamos a trabalho e precisamos fazer isso rápido. –Mostrava o documento para o homem, enquanto olhava para Lizandra diretamente nos olhos, movendo a cabeça em direção a Stig, tal gesto dizia “É sua deixa” um sinal para que a garota falasse com o homem sem demora, para que como a própria garota tinha planejado, pudéssemos fazer aquilo rápido. Deixava  que Lizandra desse o resto do discurso, e se fosse necessário, cutucaria a garota discretamente para que ela se lembrasse o que tínhamos que fazer ali. Terminado o dialogo, pegaria o dinheiro que o homem viesse a nos dar e colocaria na maleta junto ao dinheiro de Sarah, e dizendo novamente “Obrigado pelo seu tempo” como havia dito para a mulher, agradeceria ao homem e iria com Lizandra para o próximo local fazer a próxima cobrança.

Enquanto estávamos no caminho, diria para a garota: -Senhorita, eu entendo que sua família é bem conhecida e entendo que por vezes você vai se encontrar com pessoas conhecidas, mas se vamos seguir com sua estratégia, eu sugiro que tente ser um pouco mais fria... – Era a segunda vez que a estratégia da garota falhava antes mesmo de começar, e já que isso não era diretamente culpa dela, seria interessante bolar alguma forma de evitar que aquilo acontecesse. – ...Talvez se bolarmos algum sinal, seria melhor para nos comunicarmos sem gerar algum tipo de constrangimento ou dificuldade. –Completaria, tentando fazer com que a garota compreendesse que se ela continuasse conversando com cada pessoa conhecida, não terminaríamos a tarefa antes do anoitecer. Começaria a explicar  –Vamos fazer dessa maneira, se eu achar que estamos desviando demais da missão, vou toca-la com o dedo dessa forma –Tocaria o lado da garota, abaixo das costelas e entre a região lombar e a barriga, com a parte detrás do meu dedo indicador, que estaria levemente inclinado para que a região tocada conseguisse sentir o toque com clareza – Se por algum acaso o desvio vier de minha parte, faça a mesma coisa, por gentileza. –E assim faríamos as próximas coletas. Tentaria o máximo possível  me manter dentro do plano, e mostraria o documento, deixando que Lizandra fizesse a parte de falar o que tínhamos vindo fazer, e se visse que ela estava desviando muito do assunto, daria a ela o sinal como havíamos combinado. Faríamos dessa forma até que houvesse algo inconveniente ou fora do comum que nos fizesse ter de fazer algo diferente do que estávamos fazendo..


Dados:
 

Ao Narrador:
 


POST: 11 PAGINAS: 02 ILHA: West Blue - Las Camp LOCAL: Loja do Stig

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Dialogo:
 
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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptySab 28 Jul 2018, 19:25


A interrupção no meio da conversa dos dois foi um pouco rude, mas Teo estava completamente certo e Lizandra rapidamente percebeu que estava fazendo algo errado naquele instante, pois estava em seu horário de trabalho. – Sinto muito Stig, mas ele está certo. – O homem até queria reclamar e dizer algo, porém com o celestial tendo o apoio da ruiva não existia nada que ele pudesse fazer. Olhando diretamente para o documento nas mãos de Teo o fez entender bem a razão de a dupla estar naquele local, sorrindo um pouco envergonhado por estar em uma situação assim. – Entendo... Como estão fazendo um trabalho não posso simplesmente segurar vocês aqui, aguardem só um minuto. – Após dizer isto ele rapidamente moveu-se para os fundos da loja e isso abriu um pequeno espaço para a dupla conversar, fazendo Lizandra corar levemente devido à situação em que se encontravam. – Sinto muito, não tive a intenção de fazer is-... – As palavras da garota eram interrompidas pela velocidade que Stig retornava, passando pelo balcão até alcançar novamente os agentes e entregar um envelope bem recheado. – Pronto, obrigado pela visita. – A atitude dele não mudava, mas sua expressão já não era tão boa quanto antes. Sem muito que fazer naquela loja, Teo guiava o caminho até a rua onde começavam a caminhar sem um rumo aparente.

O problema era mais uma vez dito por Teo e uma resolução surgia. Lizandra parecia gostar de conversar e isso meio que atrapalhava a missão, prolongando muito as conversas e impedindo que o garoto conseguisse fazer seu trabalho de maneira mais direta e simples. – Eu entendo, realmente sinto muito. Fiquei absorvida na conversa dele e esqueci-me da missão, esse é um problema que possuo... Sua solução me parece interessante, vamos tentar dessa forma e ver se dá resultados. – Deste modo ela se portava um pouco mais séria, observando o papel onde encontrava os nomes e indicava novamente para onde deveriam seguir. – Oh, vamos na casa de uma amiga minha. O pai dela vai nos pagar e iremos até a próxima casa onde precisaremos dela, então teremos que levar ela conosco. – Seguindo pelas ruas de Las Camp eles encontravam diversas pessoas passando que mal se importavam com a presença deles por ali, deixando que a dupla de agentes seguisse tranquilamente até a casa da tal amiga de Lizandra. O local era grande, uma casa grande o bastante para que uma família pudesse viver sem problemas, além de ter um pequeno jardim na parte da frente ao lado do caminho de entrada. A ruiva parecia conhecer todos os segredos daquela casa, abrindo o portão e entrando sem falar nada para ninguém. Com algumas batidas na porta ela parecia estar se comunicando com quem estava lá dentro, demorando poucos segundos para a porta abrir-se e uma jovem negra com cabelo castanho e olhos dourados abraçar a agente, fazendo isto de maneira rápida, pois ela parecia saber a razão da dupla estar por ali. – Meu pai deixou o dinheiro comigo, avisei ele que pagaria desta vez. – O recebimento foi bem simples, não precisou nem mesmo do documento para comprovar que eram do governo. – Obrigada, estamos precisando de ajuda, pois vamos visitar a loja de Karam. – Nada mais foi preciso para que a garota concordasse em acompanhar a dupla, fechando a porta de sua casa antes de realmente começar o caminho.

Mila, este é meu companheiro no governo e também a primeira pessoa com quem faço uma dupla. – Ao dizer isto ela esperava que Teo fizesse sua apresentação, abrindo um espaço para os dois se conhecerem. – Esta é minha melhor amiga, Milaia. – Ao comentar sobre isto elas sorriam entre si e sem mais paradas eles seguiam caminhando. – O governo me parece interessante, mas eu não me vejo recebendo ordens por aí. – Ao que parecia ela não tinha nenhum trabalho até o momento. – Ficar do outro lado também não é muita vantagem, por isso acabei pensando em ser uma caçadora de recompensas. – A escolha não era exatamente ruim, mas estava bem longe de ser o ideal naquela situação. Se ela queria prender procurados o melhor seria a marinha, mesmo que as ordens fossem um saco de aguentar o trabalho seria muito mais reconhecido. – Deixe isso para mais tarde, estamos trabalhando agora... Teo, precisamos dela para ter a comunicação por sinais com o dono da próxima loja, pois ele é surdo. – Com esta simples explicação ela poderia tirar qualquer problema do caminho e seguir com sua amiga até conseguirem o próximo pagamento. – Fique tranquilo, não estou aqui para atrapalhar ninguém. Se estiver incomodado com a minha presença pode se afastar, não estou aqui para te agradar mesmo. – E foi assim que o trio seguiu rapidamente até a próxima loja, que ficava bem perto da casa de Milaia.

A loja onde paravam e entravam era um local bem simples e diferente. Existiam diversos tecidos sendo vendidos, porém todos tinham desenhos que chamavam bastante atenção e diferenciavam sua mercadoria da de Stig. O homem que estava atrás do balcão permanecia parado observando os jovens entrar. Foi aí que Milaia assumiu a frente, deixando Teo mostrar o papel enquanto ela fazia diversos gestos com suas mãos para conversar com o homem, que tranquilamente respondia por meio dos sinais e terminava colocando sobre a mesa um saco de pano. – Esse é o dinheiro, podem pegar. – Lizandra foi até o balcão, pegando o saco e guardando este dentro da maleta onde estava o restante. Por ser uma situação difícil de lidar eles apenas deixavam para a negra cuidar dos agradecimentos, partindo da loja junto dela sem muitos problemas para receber daquele homem simples e tranquilo. – Fique pronto para se esquivar, estamos indo para o pior local possível. – As duas garotas pareciam conhecer bem onde estavam indo, andando de maneira cautelosa enquanto observavam os arredores, entrando em uma construção bem escondida no meio do comércio da ilha, onde desciam escadas e acabavam em um quarto com paredes de madeira e uma mesa no meio. Atrás desta mesa estava a abertura coberta por cortinas por onde um homem passava e ficava de pé, na frente da mesa enquanto observava os agentes. – Vejo que estão em grande número... Me chamo Govind Kayal e não estou interessado em pagar o governo. – No instante em que suas palavras pararam o teto de madeira abriu-se, revelando diversos homens armados com pistolas e rifles que miravam na direção do trio.  – Gostariam de algo? – Questionava com extrema frieza no olhar, imaginando que não existiria nenhuma resistência por conta da vida dos três estarem em suas mãos.

Milaia:
 
Govind Kayal:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyTer 31 Jul 2018, 12:34



Medo...


Depois de nossa conversa, íamos para a próxima cobrança, que era na casa de uma amiga de Lizandra, ela nos apresentava e então eu dizia: -Sou Sakuma Teo, mas pode me chamar de Teo se preferir. –Dizia fazendo uma pequena reverência com o corpo, já perdendo a conta de quantas vezes eu tinha me apresentado hoje. Então Lizandra explicava o porquê de sua amiga ter de nos acompanhar, e a garota falava de uma maneira um tanto rude comigo. Talvez fosse a personalidade dela, ou talvez ela não se desse bem com estranhos. De qualquer forma, apenas diria para a garota com um leve sorriso social - A senhorita irá nos ajudar, porque eu estaria incomodado com sua presença? –Se não houvesse nada mais a ser dito por parte de uma das duas garotas, íamos então para o próximo destino.

O próximo a ser cobrado era um homem mudo, e sua cobrança era breve e sem nenhum tipo de dificuldade, já que tínhamos Milaia conosco. Terminado tudo, seguíamos para o próximo destino, na qual Lizandra dizia para eu ficar pronto para se esquivar, e eu achava estranho a princípio, mas ficava atento conforme chegávamos ao nosso destino. Quando finalmente chegávamos ao local, o sujeito na qual devíamos cobrar se apresentava, e com um olhar frio, dizia que não tinha intenções de pagar o governo, nos colocando numa espécie de “Armadilha”, onde havia vários sujeitos com armas apontadas para nós. Levantando as minhas duas mãos, para demonstrar que não tinha intenções de lutar, eu olharia para cima, tentando contar quantos homens haviam ali.

Naquele momento eu sentia algo que eu já havia sentido uma única vez antes, um sentimento que gelava o estômago, que fazia cada gotícula de saliva ter o dobro, talvez o triplo do peso real, que dava mais sensibilidade à pele, fazendo com que cada gota de suor fosse sentida com mais clareza. Sim... Era o sentimento de morte eminente. Nos buracos de cada uma daquelas armas haviam não projéteis, mas pequenos demônios que silenciosamente riam da minha cara, usando seus portadores como escravos da morte e dor. Eu então me lembrava do verdadeiro motivo de querer me juntar ao governo. “Ninguém, que tenha um bom coração merece sentir esse sentimento...” eu estava não só com Lizandra, que era uma garota amável e extremamente gentil, que não merecia estar naquela situação, e agora com Milaia, que só pelo fato de ser uma civil também não deveria estar passando por aquilo. Toda essa situação me deixava extremamente angustiado já que aquilo podia ser traumatizante para alguma das garotas. Eu respirava fundo, não era uma pessoa que se apavorava muito fácil, mas aquela situação me deixava sim um pouco ansioso. “Existem três maneira de fazer com que uma pessoa faça o que você quer, uma é a submissão, o que pessoas que tem autoridade como Shi fazem basicamente todo o dia, outra é o respeito, talvez como eu fiz com Sarah, e a ultima, a que este sujeito esta tentando usar... É o medo... Vejamos quem tem mais fichas para apostar...”. Naquele momento então, eu ficaria com uma expressão [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], quase de ódio, e então começaria a falar, ainda com as mãos pra cima. –Cavalheiro, eu posso até entender sua aversão por pagar o que quer que seja ao governo, mas perdoe-me dizer que apontar armas para agentes do governo não é uma decisão muito sabia. Primeiramente porque foi o agente de maior autoridade nesta ilha que diretamente nos pediu para vir aqui cobrar-te, e eu posso dizer que ele não vai ficar muito feliz em saber que fomos recebidos com armas nesse local, e vai ficar mais infeliz ainda se saber que fomos mortos por sua causa, e acredite em mim, você não quer ver aquele homem nervoso, pois ele é capaz de quebrar um pescoço em poucos segundos se quiser... -Dava uma pausa, para primeiro olhar rapidamente para Lizandra e Milaia, e checar se estava sendo convincente. Eu estava usando a mesma tática, de uma forma completamente diferente, e precisava que Lizandra não demonstrasse medo ou qualquer outro sentimento negativo na frente do homem para que assim eu ficasse mais convincente. Tinha um plano para que a garota tivesse um pouco mais de coragem e não temesse a situação. Voltava a olhar para Govind e diria -Segundo, do meu lado, está Lizandra Van Lierde, não sei o cavalheiro conhece a família dos Van Lierde, mas eles têm membros de altos cargos por toda a marinha e governo... o que você acha que vai acontecer quando eles souberem que a garota deles foi morta a tiros por um... –“Verme Caloteiro” eu queria falar, mas eu me segurava para não estragar o plano xingando o homem... Talvez provoca-lo não fosse muito sensato. Continuaria- ...homem com um tolo rancor do governo... Eu não sei quantos desses homens aqui vão ser capazes de enfrentar uma frota inteira de marinheiros e agentes extremamente treinados, e principalmente, eu tenho pena do que irá acontecer com o senhor, cavalheiro - Continuava, agora olhando nos olhos do homem, talvez forçando minha expressão de raiva um pouco devido ao calor do momento. -Eu não irei sair daqui enquanto o senhor não nos der o dinheiro, então se quiser, mande esse homens atirarem, mas se fizer isso, mande eles atirarem pra matar, porque se algum de nós, QUALQUER UM, sair daqui vivo, pode contar os segundos, porque sua vida vai entrar em contagem regressiva para acabar no momento em que essa informação chegar ao superiores. –Honestamente, aquele diálogo parecia incrível na minha cabeça, mas não sabia se teria o mesmo efeito ao ser falado... Eu tinha medo, não de morrer, isso era o de menos... Eu tinha medo que Lizandra fosse ferida, eu tinha medo que Milaia fosse ferida, e mais medo ainda que por minha causa, qualquer uma das duas morresse. Eu não podia permitir isso, mas ao mesmo tempo, tinha que correr riscos. Se eu tivesse conseguido convencer o homem e  ele nos desse o dinheiro, apenas agradeceria com um gesto com o corpo, dizendo antes de sair –Decisão sábia cavalheiro, com licença. -Se de qualquer forma eu visse que a expressão do homem não tinha mudado, e que ele estava prestes ou no processo de mandar os homens atirarem, minha ultima opção era lutar, então rapidamente empurraria Lizandra e Milaia para a saída (Assumindo que nós ainda estamos próximos dela, caso não estivéssemos apenas jogaria elas em direção à saída, para que elas não fossem alvos e sim, eu), e rapidamente correria nos cantos da sala com o objetivo de chegar até Govind, chamando a atenção de todos os atiradores para mim, que ainda estava na sala se movimentando. Usava os cantos da sala para dificultar o acerto dos atiradores e inibir a mira de alguns, ao mesmo tempo em que era minha maior chance para chegar até o homem sem levar tiros. Enquanto corria, abaixava minha cabeça, de modo inclinar o corpo, e então faria uma curva, para chegar até Govind, indo por trás do homem, agarrando o seu pescoço com um de meus braços, e com o outro, socando suas costas, Indo rapidamente para trás, para a abertura com cortinas de onde o homem tinha vindo ao mesmo tempo que usava seu corpo como um escudo para evitar levar tiros. Se Govind estivesse atento, e tentasse me golpear enquanto eu tentava isso, daria uma finta para o lado mais próximo de chegar a suas costas, e faria os mesmos movimentos, para então ir para o local com a abertura com cortinas, se mesmo assim ele se desviasse e/ou tentasse outro golpe, daria um salto para frente se fosse um golpe inferior, ou agacharia se fosse um golpe superior, fazendo a mesma estratégia de ir por trás do homem segurando seu pescoço com um braço e golpeando-o com o outro, indo para o abertura de onde o homem tinha vindo . Se no meio do caminho fosse pego por um tiro, tentaria o máximo ignora-lo e continuar a estratégia. Se algo me interrompesse de chegar ao homem, como por exemplo, uma bomba ou o homem chutando a mesa existente no local para me impedir de chegar até o mesmo, pularia sobre o objeto, derrubando o homem (ou empurrando o mesmo), e me dirigindo sozinho para a abertura com cortinas. Se enquanto estivesse levando o homem para a abertura, visse algum movimento estranho, como o mesmo tentando pegar algum objeto escondido (como uma faca ou algo do tipo), usaria dos meus conhecimentos de anatomia humana e daria um soco em sua face, mais especificamente na região um pouco atrás das mandíbulas, de modo a atordoa-lo e impedir o seu movimento.

Já dentro do local, e tendo a certeza que tiros não chegariam a mim, viraria para analisar o local em que estava, apertaria o meu braço no pescoço do homem um pouco mais forte e então diria–Você tem dez segundos para me dizer onde está o dinheiro, ou então, eu lhe matarei sufocado –Um blefe. Caso o homem insistisse em não dizer, eu apertava aos poucos o seu pescoço o suficiente para fazê-lo desmaiar e então o soltaria. Caso ele dissesse, iria com ele para o local onde o dinheiro estava, pegaria o mesmo, também procuraria algo de valor, como mais dinheiro, ou algo que parecesse valioso, e pegaria como punição pelo homem ter quase me matado e ferido minhas companheiras, e voltaria para a outra sala, ainda agarrando o homem pelo pescoço, e indo pelas pontas do local caso os atiradores insistissem em tentar me acertar, até que chegássemos à saída, empurrando o homem de volta para o local, e correndo para fora com o dinheiro em mãos.



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Última edição por Sakuma Teo em Sex 03 Ago 2018, 16:01, editado 3 vez(es) (Razão : Ver o segundo Spoiler dentro do template)
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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyQui 02 Ago 2018, 18:25


A quantidade de pessoas visíveis era enorme, chegando aos 20 sem contar apenas as armas que apareciam, pois algumas pessoas não se mostravam por completo no teto daquele local. As duas garotas não se moviam, tomando a calma para lidar com tal momento de tensão. Nenhuma delas parecia ser tão familiar com coisas do tipo, mas ao menos tinham avisado o celestial para se proteger, pois elas tinham noção do que iriam enfrentar. Milaia era obviamente a mais tranquila em tal situação, ficando séria, porém calma ao observar todas as armas de fogo mirando em sua direção com um leve sorriso nos lábios. Lizandra tinha medo no olhar, sabendo que poderia morrer a qualquer instante e mesmo com isso em mente ela tentava parecer calma, tendo noção do que aconteceria caso eles causassem a morte de dois agentes do governo e uma civil inocente. A família da ruiva obviamente se enfiaria no meio desses problemas e a luta não seria pequena, de algum modo eles caçariam aquele homem, um sujeito bem arrogante perante a maior autoridade do mundo. As palavras de Teo claramente incomodavam os atiradores, que por pareciam não ter vontade de atirar a bala que iniciaria uma guerra contra o governo. – Corajoso, porém não é tão inteligente quanto aparenta. – Só com essas palavras o resultado já podia ser imaginado. Teo jogava ambas as garotas para fora da sala, sendo o único alvo ali que poderia receber tiros. O problema do plano de Govind foi a falta de coragem de seus próprios subordinados, que hesitava, obrigando o homem a realizar os disparos ele mesmo.

Alguns disparos até surgiam de cima após um sinal do homem, mas todos erravam o alvo e Govind acabou sacando de suas vestes um revolver que usou para disparar na direção de Teo. – O dinheiro não vai sair daqui! – Três disparos foram realizados, dois deles erravam o alvo enquanto o ultimo acertava o ombro esquerdo do jovem médico. A bala ficava alojada e a dor no momento poderia incomodar os movimentos naquele braço, impossibilitando qualquer movimento complicado ou rápido com o mesmo. Ser feito de refém foi inevitável devido ao preparo do agente, que rapidamente ficou atrás de Govind para se manter seguro de disparos. Todos os atiradores que estavam no andar superior pareciam se movimentar rapidamente, alguns até mesmo saltavam pela abertura e tentavam seguir os dois. A determinação do homem era incrível, ficando quieto mesmo em tal situação onde poderia perder sua vida. Nada que Teo pudesse dizer ajudaria e no fim ele teve de desacordar o sujeito, deixando seu corpo no chão para procurar pela sala o dinheiro. O lugar era bem pequeno com diversos armários fechados com cadeados que possuíam senhas numéricas. O único destaque naquela sala era que no lado esquerdo, bem ao lado da porta de entrada existia um botão preto no chão. Fora o botão e os armários nada mais poderia ser encontrado, fazendo o médico ficar um tanto perdido naquele pequeno e confuso lugar.

Dois atiradores surgiam pelas cortinas, ambos carregavam rifles e miravam estes na direção do celestial, criando uma situação onde ele não tinha muitas chances de vencer sozinho. Claro que levou algum tempo para a dupla verificar o líder deles, conseguindo confirmar a vida do mesmo e por alguns segundos relaxaram a mira e guarda. Foi exatamente neste momento que alguém surgiu por trás da cortina saltando no homem mais próximo, enfiando uma adaga no pescoço do mesmo e a puxando até o outro lado para abrir um enorme buraco que obviamente causava a morte do atirador. – Não devia ter feito isso, eu poderia ter ajudado antes se você fosse um pouco mais gentil. – Milaia caia sobre o corpo do homem morto e no mesmo instante arremessava a faca usada na direção do segundo atirador, acertando o olho direito do mesmo que acabava caindo no chão enquanto gritava de dor. – É realmente impossível conversar com esse homem. – Lizandra também aparecia e acabava finalizando o sujeito que gritava, deixando este desmaiado no chão. As duas garotas rapidamente se aproximavam do médico, observando a situação e começando a pensar no que poderiam fazer naquele momento. – Ele não é um homem que deixaria de pagar assim, talvez o dinheiro esteja por aqui. – Com tantos armários por ai e um botão visível, talvez realmente existia uma forma de conseguir o dinheiro, tal forma que só o próprio Govind poderia saber. – Deve ser algo simples, ele não parece tão inteligente assim. – Milaia se atrevia a apertar o botão, fazendo abrir uma parede que ficava no meio de dois armários, esta os mostrava um corredor escuro que não parecia tão útil no momento e mesmo que fosse, a parede parecia se fechar rapidamente após o botão ser apertado. – Me parece um pouco perigoso entrar aí. – Lizandra estava completamente correta, mas a sua amiga parecia discordar. – Achei divertido, quero tentar! – Com um sorriso no rosto ela olhava para os dois companheiros. Nesse tempo o trio conseguia escutar os sons de passos por todos os lados, mas ninguém aparecia na sala de nenhum lado. No momento eles até pareciam seguros, só não podiam confiar tanto nisso por muito tempo.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptySex 03 Ago 2018, 16:05



Pra que agredir?


Consegui fazer minha estratégia com sucesso, me ferindo um pouco no processo, mas essa era uma das melhores reviravoltas possíveis, já que eu poderia ter perdido minha companheira ou ter indiretamente matado uma civil, então mesmo com um tiro do ombro e sem ter meu objetivo em mãos, ficava feliz que ninguém tinha morrido. Eu colocava o corpo de Govind no chão, e começava a procurar a sala que não era muito grande pelo dinheiro ou por qualquer coisa de valor, a única coisa que encontrava  na sala de interessante era um botão preto logo ao lado da porta de entrada, o que me fazia perguntar qual era o motivo da existência daquela sala.

Não demorava muito para que dois homens armados aparecessem, enquanto eu estava confuso com o funcionamento da sala, e aquilo era Xeque-mate pra mim, já que estava em menor numero e sem arma veloz o suficiente para competir com suas armas de fogo. Mas a história não podia acabar desse jeito, e em um ataque bruto e violento, um dos homens era assassinado, por ninguém menos que Milaia, enquanto a garota jogava a mesma faca em um dos olhos do outro homem que estava presente, falando sobre minha ação na sala anterior. Tal ato me enojava, sangue e carne sendo dilacerados de forma tão vil, como se fossem parte do dia-a-dia daquela garota. Aquele homem podia ter uma família, crianças esperando que ele voltasse para casa, talvez com o dinheiro do trabalho que estava fazendo agora... Sim, ele escolheu o trabalho errado, sim ele tinha apontado uma arma pra mim, mas suas más ações não justificavam tirar a vida daquele homem. Era a primeira vez que eu via um corpo morto com meus próprios olhos e aquilo me deixava irritado e extremamente desconfortável. –Por que matar esse homem? Qual a necessidade de tamanha violência? –Diria com uma expressão de desprezo, desviando meu olhar de onde as garotas estavam, para assim não ter que olhar para o corpo. As duas então se aproximavam e analisavam a situação, vendo o botão preto, o que fazia Milaia apertar o mesmo, e uma abertura na parede aparecer. Ambas faziam comentários sobre a abertura. Assim como Lizandra, não achava que aquele local trazia muita segurança pra quem via, mas nós estávamos ficando sem tempo–Estão ouvindo isso? Eles estão vindo, talvez essa abertura seja nossa única chance... –Diria ao ouvir os passos e indicar que talvez estivéssemos prestes a entrar em uma situação de perigo novamente. Antes de apertar o botão, eu notava que tinha levado um tiro no ombro, o calor do momento tinha me distraído desse fato, e meus movimentos podiam ser limitados por causa da bala, dito isso, precisava algo para me ajudar a aumentar o fator do medo, quem sabe uma arma de fogo ajudaria. Eu não sabia como usa-las, nem como funcionavam, mas talvez pudessem me ajudar em algum momento que precisasse novamente tentar manipular alguém no decorrer dessa missão. Então, antes de apertar o botão para ir até aquele caminho, pegava uma das armas dos homens agora caídos no chão, e levaria ela em minha mão do ombro machucado, para usar assim o chicote com minha mão livre, ser ambidestro nunca foi tão útil. Se fosse questionado do porque de levar uma arma, apenas diria –Levei um tiro no ombro, e isso talvez me faça parecer uma ameaça menor, quero ter uma arma em mãos para que isso seja um fator de medo caso encontremos alguém no caminho.–Mostrando que em nenhum momento teria a intenção de matar alguém com a arma.

Assim, apertaria o botão da abertura, e esperava as garotas caso ainda não tivessem passado, e enquanto estivéssemos ali, seguiria na frente, tentando prestar atenção no que quer que estava nos aguardando no caminho adiante, tomando cuidado com armadilhas vindas do chão ou teto, me preparando para dar um salto rápido pra trás se fosse necessário.  Em todo momento que estivéssemos ali, estaria com a arma em uma mão e o meu chicote em outra, e caso nos deparássemos com alguém  prestes a atirar ou nos golpear, daria um rápido impulso com o chicote para acertar sua mão, fazendo com que o individuo ou errasse ou alvo ou soltasse a arma em mão, deixando que as garotas o finalizassem. . Se caso aquele corredor levasse-nos para vários lugares, pediria para Lizandra –Senhorita Lizandra, sei que tem uma audição melhor do que a da maioria, tente ouvir cada um desses caminhos e achar o menos perigoso–Com isso eu queria dizer, “Qual caminho terá menos indivíduos possivelmente querendo nos matar”, e se ela respondesse algum dos caminhos , seguiríamos o mesmo. Se por algum acaso houvesse algo ou alguém nos perseguindo, e estivéssemos apenas em linha reta não tendo mais lugar nenhum para seguir, usaria arma que teria pegado para distrair/amedrontar o que quer que nos tivesse alarmando, atirando sem o intuito de acertar alguém.

Se chegássemos a algum lugar através daquela entrada, vasculharia o local em busca do dinheiro, pegaria o tal se o achasse e procuraria também mais dinheiro ou algo que parecesse valioso e guardaria na minha bolsa, eu não sabia que tipo de negócio era feito ali, ou se era feito qualquer negocio naquele lugar, mas precisava punir aquele homem por não ter cooperado e quase nos matado pegando algo valioso como punição. Conseguindo fazer o que tínhamos planejado, procurava agora qualquer saída daquele local ou qualquer outro botão escondido que indicasse outra passagem. Se a única saída fosse o local que tínhamos voltado, diria para confirmar que as garotas também não tinham achado nenhuma passagem ou segredo escondido –Se não conseguiram achar nada para sair daqui, acho que teremos que voltar.– E então voltaria pelo caminho que viemos, tendo o mesmo cuidado que tive quando viemos.



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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyQua 08 Ago 2018, 16:58


A reclamação do jovem celestial incomodava um pouco a garota, que não entendia a razão dele estar achando ruim a morte de alguém que estava querendo os matar. – Essa é a forma mias fácil de fazer eles ficarem quietos. E se está achando ruim, acho melhor mudar de profissão. O que vocês mais fazem é matar pessoas, pois deixar elas vivas é uma forma de descobrirem sua identidade. – Milaia parecia bem informada e não ligava para a morte daqueles homens, ignorando qualquer raiva de Teo que poderia aparecer. Ao se atravessar o corredor já com a arma de fogo em mãos, todos conseguiam encontrar uma porta de ferro fechada, esta parecia apenas se abrir pelo lado dos agentes e existia um pequeno buraco por onde eles poderiam ver que existiam diversos homens do outro lado com armas de fogo os esperando. – Parece que vamos voltar. – Comentava a garota ao reconhecer a situação em que estavam, observando os arredores em busca de algo novo que poderia ajuda-los. Milaia fazia o mesmo e tocava nas paredes para ver se mais alguma coisa secreta existia por lá, tendo um pouco de sorte em fazer uma nova porta se abrir, revelando um pequeno elevador usado normalmente para apenas uma pessoa. – Encontramos a segunda saída, vamos logo. – Sem esperar a resposta dos agentes ela saltava ao elevador, puxando Lizandra consigo fazendo com que Teo tivesse que caminhar até lá e ficar um tanto apertado naquele local.

A civil apertava o botão que mostrava uma seta para cima, indicando que provavelmente iriam subir. A força do elevador era o suficiente para carregar os três jovens por não serem tão pesados e lá no topo, quando a porta se abriu, não havia mais ninguém visível apenas um escritório bem organizado que tinha diversos quadros pelas paredes, além de poltronas onde as pessoas poderiam sentar, uma mesa grande com diversas gavetas trancadas por chave e do outro lado da sala estava a única porta visível do local. Algumas janelas se encontravam pelas laterais do local e ao se olhar por elas só poderiam ver as ruas da cidade de um local mais alto, podendo deduzir que estavam em um prédio. – Aquela maleta talvez seja o dinheiro. – Comentou a garota ao apontar para uma pequena mesa no centro das poltronas onde estava a tal maleta de metal, aquela poderia realmente ser o dinheiro e mesmo que não fosse a quantia exata, talvez a compensação poderia vir daquilo. Milaia aproveitava o momento de calma para andar pela sala tentando achar algo de valioso assim como Teo, enquanto isto Lizandra apenas checava a maleta e confirmava que existia dinheiro ali. – Oh, isso é interessante. – Uma das gavetas que estavam fechadas a garota conseguiu abrir com algum truque, encontrando por lá um envelope recheado de dinheiro.  – Talvez na verdade esse aqui seja o pagamento, mas vamos entregar a maleta e ficar com essa coisinha aqui. Podemos dividir entre nós e tudo ficará bem se ninguém souber disso, não é mesmo? – Ainda que a dupla de agentes não pudessem fazer algo do tipo, aquilo poderia ser uma forma deles pagarem pelo tratamento recebido e se qualquer coisa fosse feita por Govind, eles poderiam acusar o homem de ter os atacado e assim ele poderia acabar sendo preso.

Abrindo a porta e descendo as escadas era onde o grupo encontrava a porta de saída do prédio, indo até a rua sem qualquer problema para assim retornar ao trabalho que deveriam fazer. – Já está bom por hoje, acho melhor você ir antes que eles descubram o que fez. – Assim que Lizandra falou isto, Milaia sorriu e entregou o envelope de dinheiro já não tão cheio, despedindo-se da dupla para seguir até sua casa mais uma vez. A ruiva agora caminhava para longe do prédio acompanhada de Teo, procurando algum lugar tranquilo onde eles poderiam sentar e cuidar do ferimento. – Não temos nada para tratar isso perfeitamente, mas acho que você consegue fazer algo, não é? – A pergunta era direcionada ao médico durante a caminhada, que acabava parando em um beco mais escondido e tranquilo onde eles poderiam mexer no ferimento sem problemas. – Apenas me diga o que fazer, estou aqui para ajudar. Após isto podemos seguir para o restante das cobranças. – Com isto a dupla precisava iniciar o tratamento para então seguir com o combinado, coletando os impostos e retornando ao QG quando tudo estivesse terminado.


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptySab 11 Ago 2018, 15:02



Prosseguindo


A resposta de Milaia insinuava que agentes do governo eram tão baixos quanto piratas, que matam sem a menor simpatia e com indiferença, aquilo me fazia ter uma resposta imediata enquanto olhava diretamente para os olhos da garota elevando levemente meu tom de voz: -Eu virei um agente para salvar vidas e garantir que a lei seja cumprida, pouco me importa descobrirem minha identidade... –Dizia, sentindo minha face ficando quente, um sinal de uma pressão sanguínea maior e batimentos cardíacos mais acelerados, a resposta automática do corpo para o sentimento de raiva.  A garota basicamente ignorava minha breve alteração e eu apenas pegava o rifle de um dos homens para prosseguirmos. Eu respirava fundo para conter o sentimento que começava a sentir, ficar com raiva era meio desconfortável para mim, e então continuava pelo caminho como planejado. Enquanto íamos, eu sentia a dor de levar um tiro no ombro, agora que eu tinha percebido o ferimento ele começava a me incomodar. “Droga... Eu espero que essa bala não tenha atingido nada importante...”.

Após um caminho na qual fim apresentava perigo, Milaia por sorte achava um caminho secreto que após a subida de um elevador, parecia nós dar a trajetória de nosso objetivo, uma sala que tinha uma mesa com uma mala que parecia apresentar dinheiro, enquanto Lizandra confirmava o fato, eu e Milaia procurávamos algo de valor, até que a garota achava um envelope cheio de dinheiro, dando uma sugestão que não me trazia objeções, afinal aquele dinheiro poderia servir para pagar uma possível cirurgia para retirar a bala do meu ombro. Saindo do local, Lizandra se despedia de Milaia que nos entregava o envelope, com o dinheiro. Ainda um pouco incomodado, mas grato pela ajuda que a garota nos tinha provido, com um leve gesto com o corpo dizia: -Agradeço pela sua ajuda. –E assim continuávamos, andando pelas ruas continuando a missão.

O ferimento da bala me incomodava cada vez mais, e por não ter absolutamente nenhum equipamento nem habilidade para tirar aquela bala de onde estava, meu corpo lentamente me incentivava a desistir da missão e pedir para Lizandra me acompanhar até algum hospital. Até que a garota sugeria pararmos para tratar o ferimento, o que me fazia ficar um pouco aliviado. –Sim, mas vamos ter que improvisar. –Dizia enquanto íamos para um canto mais tranquilo para realizar os procedimentos.

A garota se prontificava então a fazer o que fosse necessário para me ajudar, o que me fazia abrir um leve sorriso, eu sentaria, colocando o chicote e a arma no chão, dizendo para começar os procedimentos -Fico imensamente agradecido por sua ajuda senhorita. Ok, primeiro de tudo, e necessário que você tenha uma visão total da área para que o tratamento possa ser preciso. –Dizia enquanto tiraria meu paletó e desabotoaria a parte de cima da minha camisa, para que a garota pudesse ver a área do ferimento claramente. Com minha outra mão, puxaria minha bolsa transversal para frente, abrindo-a e dizendo para Lizandra. –Na minha bolsa estão minhas roupas antigas, pegue a camisa, por gentileza. –Esperaria a garota pegar a camisa e então, voltaria a explicar –Coloque uma de suas mãos na parte de trás da camisa, você irá perceber que existem duas costuras atrás assim como a da minha camisa atual, use essa parte para rasgar a camisa, você vai envolver uma de suas mãos no tecido para proteger nós dois durante o procedimento, e então com a mão livre, rasgue vários pedaços da camisa, grandes o suficiente para envolver toda a ferida.–Esperia a garota fazer o que tinha pedido, enquanto olharia cuidadosamente como a garota fazia o processo. Em uma situação perfeita, haveria alguma forma da garota lavar as mãos e usar gazes limpas para tratar o ferimento, mas em uma situação perfeita eu não teria levado um tiro.

Lizandra era linda, e a ter a ruiva do meu lado, tratando de meu ferimento por livre e espontânea vontade me despertava um sentimento confortante, que me fazia não conseguir tirar os olhos dela enquanto fazia o que eu tinha pedido “Ela tem um talento para cozinhar, tem uma dedicação notável, e é uma jovem com sede de justiça... Assim como eu. Seus padrões de moral e ética parecem estar de acordo com os meus... o que me faz perguntar como a garota é amiga de uma pessoa tão irritante e egoísta como Milaia...” Tal dúvida não se continha dentro de mim e enquanto a ruiva estava rasgando os pedaços da camisa, dizia -Senhorita, se me permite ser um tanto invasivo mais uma vez, como é que alguém tão amável quanto a senhorita consegue se afiliar com alguém com a personalidade tão... –Fazia uma expressão de desconforto- ...forte quanto Milaia? -Perguntava porque no meu caso, eu procuraria distância de alguém tão difícil de lidar, então gostaria de saber porque a garota insistia em tal amizade, o que tinha ali para manter as duas tão unidas? Esperaria até que a garota concluísse o ato de rasgar os pedaços da camisa, e respondendo ou não a minha pergunta anterior, continuaria o tratamento normalmente. Se a ferida estivesse sangrando, diria “-Diga-me a cor do sangue que está saindo. Se for um vermelho escuro, significa que foi um sangramento “externo” e eu estou bem e podendo me virar pelo resto da missão, mas se for um sangue de cor vermelho vivo, significa que alguma veia ou artéria foi comprometida e eu preciso entrar em cirurgia o mais rápido possível.” E dependendo da situação tomaria medidas diferentes em relação àquela ferida.

Se o sangue estivesse vermelho vivo, teríamos um problema, então mantendo a calma diria para mostrar que a garota não precisava se apavorar: “-Não se preocupe. Por favor, pegue um dos pedaços da camisa e com sua mão protegida coloque sobre a ferida, e aperte um pouco, e dê o resto dos pedaços de camisa para mim, e me acompanhe até o hospital mais próximo.” Pegaria assim minhas coisas e tentaria levantar, tendo então a ajuda de Lizandra para ir até um local que pudesse me tratar, com a mão livre, pegaria os pedaços da camisa, e gradualmente colocaria por cima do ferimento, pois provavelmente estaria sangrando em quantias não muito agradáveis.

Se o sangue estivesse vermelho escuro ou se não houvesse nenhum sangue saindo, falaria para a garota “-Certo, então pegue um pedaço da camisa que você rasgou e pressione sobre minha ferida com a mão protegida, não com tanta força, por favor.” Isso coagularia o sangue e/ou protegeria a ferida, fazendo a mesma não ser mais um problema por hora. Pela cor do sangue, assumia que o ferimento não iria sangrar tanto, mas diria como precaução “-Se por algum acaso esse pedaço ficar encharcado de sangue, não tire o pedaço colocado, apenas coloque outro por cima.” E por fim, caso estivesse tudo de acordo, falaria para terminar o tratamento “-Agora, por favor, pegue a minha calça antiga e rasgue a parte inteira de uma das pernas, passando sobre a ferida, usando meu ombro e meu braço como suporte e amarrando esse pedaço para mante-lo onde vai estar.” Esconder a ferida era importante porque haviam mais cobranças a serem feitas,  e eu não queria que o resto dos clientes se assustasse com um buraco de bala com sangue quando olhassem pra mim. Finalmente então diria para a garota: “-Tudo feito, muito obrigado pela sua ajuda senhorita.”-Limparia qualquer gota de sangue escorrida ou mancha que houvesse com um dos pedaços da camisa restantes, e então me levantaria, abotoando minha camisa e colocando de volta o paletó, e levantando para seguir adiante com as cobranças, fazendo o mesmo procedimento e esperando que aquele cenário não se repetisse. Faria o mesmo processo que estávamos fazendo antes, com a apresentação do documento e o recebimento do dinheiro.


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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyTer 14 Ago 2018, 15:53


As preparações para o tratamento se iniciavam, Teo aceitava a ajuda de Lizandra, que por agora continuava bem atenta para tudo o que precisaria fazer. – Certo, deixe-me ver. – Sem problemas ela começava a pegar a camisa do médico, seguindo exatamente os passos como ele dizia. Rasgando a camisa e fazendo as bandagens necessárias para envolver o ferimento e conseguir continuar o tratamento, parando apenas para aguardar as novas ordens do médico antes de tudo. – Quando você vive em uma família rígida e com bastante poder, é inevitável que se tenha de relacionar apenas com pessoas do mesmo nível. Eu sempre tive de lidar com pessoas de famílias nobres e poderosas... Por causa disso a Milaia foi alguém que eu me identifiquei melhor, uma pessoa não tão rica e que não ligava muito para minha família nem nada do tipo. – Mesmo que a ruiva não fosse de uma família nobre, obviamente a marinha tinha bastante autoridade assim como as pessoas de Van Lierde, que naquela ilha provavelmente possuíam a maior força bruta e sucesso dentro da organização. – Eu gosto dela exatamente por ser dessa forma diferente, estou cansada de pessoas muito educadas que só querem se aproveitar da influência da minha família. – Com isto a resposta estava dada e eles poderiam retornar ao tratamento.

O sangue não era tão vermelho, sua cor com toda a certeza parecia mais escura que o normal e isso simplificava o tratamento. – Vermelho escuro, ainda bem que não foi nada tão grave. – O tratamento finalmente se iniciava, com uma leve pressão no ponto ferido e logo após isso as bandagens feitas da calça antiga do médico serviam para cobrir o ferimento, fazendo um suporte que deixava o braço em uma posição fixa onde não ocorreria mais problemas durante aquela missão. Claramente o tratamento da garota não era perfeito, mesmo que ela conseguisse fazer tudo que Teo tinha explicado a perfeição de um médico ainda era melhor do que a de Lizandra. Provavelmente ao retornar para o QG ele teria de refazer os curativos de uma forma melhor, pois aquilo serviria somente para a missão atual. – Achei que ficaria pior, mas com sua explicação deu para fazer algo mediano. Terminaremos a missão e no QG tem algum médico que poderá melhorar isso. – A ferida estava bem estável, sem sangramentos tendo apenas uma dor que só passaria ao tomar algum remédio, algo que na rua não se encontraria facilmente. Lizandra finalmente se acalmava um pouco e podia prosseguir com a missão, sorrindo e caminhando tranquilamente ao lado de Teo para o próximo local onde deveriam cobrar os impostos.

Até o momento a dupla tinha passado em 4 locais, conseguindo coletar em todos tendo apenas problemas no número 4. Lizandra assumia a frente assim que chegavam no local, dizendo as coisas normais à serem ditas e com o documento sendo mostrado e lido pelos civis ficava fácil receber o dinheiro. – Agradeço a cooperação. – Dizia após receber o pagamento da quinta pessoa. Os próximos quatro pessoas, tendo pouca dificuldade de chegar nos locais e receber o pagamento sem qualquer reclamação ou demora. Os mais complicados já tinham passado e isso significava que eles teriam uma rota mais tranquila, seguindo assim ao último local. – Parece que chegou a hora. – Lizandra parecia estar um pouco nervosa, sentia medo e cada vez que se aproximavam da casa onde completariam a missão ela ficava mais apreensiva. – Como não quero que você se envolva com os meus problemas familiares, fique aqui fora. – Só de dizer isso já ficava claro que a última cobrança seria na família Van Lierde. A ruiva pegava o documento de Teo, observando a entrada da grande casa tradicional japonesa de sua família, algo que relembrava muito o dojo. A missão era em dupla e Teo poderia entrar se fosse de sua vontade, mas o pedido da garota tinha sido sério, pois aquela seria a primeira vez dela se apresentando como agente do governo para sua família.

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MensagemAssunto: Re: Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça   Sakuma Teo - O Anjo Caído com Sede de Justiça - Página 3 EmptyQua 15 Ago 2018, 19:07



Os Van Lierde


O Tratamento tinha sido feito conforme o planejado, e apesar de não ser o melhor possível, era o suficiente para não me incomodar pelo resto da missão. Fazíamos então as cobranças seguintes tranquilamente, parecia que o pior já havia passado, e assim chegávamos até o ultimo local, na ultima cobrança. Quando Lizandra falou que tinha “chegado a hora” eu achei que ela se referia ao termino da missão, mas ao olhar pra ela, sinais de nervosismo eram explícitos conforme chegávamos mais perto  do local. Quando finalmente chegávamos, Lizandra pegava o papel de minhas mãos, e dizia para eu ficar fora do local, isso me fazia pensar enquanto a garota se preparava para entrar. “Lizandra disse que o que a levou a ser amiga de Milaia era seu jeito extrovertido e diferente, e pela garota não ser alguém educada e que tentava tirar proveito do nome da família dela, e até agora, foi só isso que eu fiz durante essa missão, e eu não quero ser só mais um desses para ela, então talvez as coisas precisem mudar um pouco”. Pensando nisso, quando a garota estivesse prestes a entrar eu a seguraria pelo braço –Lizandra, por favor espere... –Diria, um pouco desconfortável por não estar usando o pronome de tratamento como sempre fiz- ...Eu sei que você vai tratar de um assunto familiar, e sei que isso esta longe de ser problema meu, mas... –Usar aquele discurso tão informal era estranho pra mim, mas fazia um esforço para tentar convencer Lizandra - ...Por favor, deixe-me ir contigo. Até agora você foi à razão de toda a missão ter sido concretizada, e eu sei que eu posso acabar não sendo de muita ajuda, mas quero provar que eu posso ser ao menos um pessoa com quem você possa contar. –Eu estava incrédulo comigo mesmo, eu nunca tinha falado isso a ninguém, pois em meus anos na universidade de Las Camp sempre fui o tipo que me concentrava mais nos estudos do que em relacionamentos, então falar isso para uma garota que tinha acabado de conhecer era um pouco embaraçoso para mim, e não me surpreenderia se estivesse corado de vergonha naquele momento. Se Lizandra concordasse com meu pedido, caminharia junto a ela à casa dos Van Lierde, caso a garota ainda assim recusasse, teria que pacientemente esperar fora do local.

Enquanto íamos, dizia para a garota: -Eu sei que essa é uma ocasião séria, mas se precisar de minha ajuda, faça algum sinal discretamente, e eu tentarei te ajudar falando qualquer coisa que vá reforçar seus argumentos. –E se não houvesse nada mais a ser dito, entrava junto com Lizandra na casa dos Van Lierde. Meu nível de formalidade iria de acordo com o de Lizandra, se ela demonstrasse respeito, faria o mesmo, e se ela mostrasse dominância, também assim eu faria. Seja quem quer que fossemos cobrar, teria que  prestar atenção nas reações de Lizandra, e se por algum acaso percebesse algum sinal vindo da garota, tentaria ajuda-la de alguma forma, dizendo coisas diferentes dependendo da situação:

Se fosse uma situação onde a eficiência ou a permanência de Lizandra no governo estivesse em questão, diria após ver o sinal da garota: “-Desde nosso ingresso ao governo, Lizandra tem sido uma agente muito efetiva, e é inegável que sua permanência na corporação não trará nada mais do que benefícios”. Se o sinal da garota viesse em uma situação onde era questionada sua ida ao governo ao invés da marinha, diria ao perceber tal sinal: “Entendo sua posição (Senhor/Senhora), mas agentes do governo fazem tão bem a sociedade quanto marinheiros, e digo sem qualquer hesitação que Lizandra será uma ótima agente do governo.” Se o sinal viesse em qualquer outra forma, tentaria  flexionar um de meus diálogos para ajudar ou reforçar os motivos da garota. E por fim se visse que a situação estivesse saindo demais do controle, diria para tentar acalmar a situação "-(Senhor/Senhora), sei que isso pode ser complicado de entender, mas eu tente entender o lado de Lizandra." Se em algum momento fosse solicitado o meu nome, apenas diria “-Sou Sakuma Teo." e faria uma reverência educada logo em seguida. Não sabia o que aconteceria, mas se de qualquer forma a garota fosse atacada, usaria meu corpo para protege-la, ignorando qualquer dano que aquilo pudesse me causar.


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