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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1.2 - Liberté

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptyTer 19 Jun 2018, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1.2 - Liberté

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Elise Von Bernstein . A qual não possui narrador definido.


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King
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySab 29 Dez 2018, 19:37

Dancing In The?


E, mais uma vez, as coisas começavam a se complicar. Sentia minha cabeça começando a latejar, pensar nos possíveis problemas que a tal de Asami, agora na minha frente, poderia causar, piorava meu humor. “ Pelo menos eu ganhei... Isso. Combina comigo. ” Retiraria o manto comum que usava, dobrando e guardando em uma das mãos. Vestiria o manto verde, movimentando-me levemente para vê-lo balançar e se servira bem em mim, independente disso, continuava sendo uma vestimenta bonita. – A-AH! Sim, sobre vocês... – Acabei me distraindo e esquecendo da presença dos três, o que deixava minhas bochechas coradas de vergonha. – Nós, temos uma missão juntos. – Manteria o manto revolucionário em uma das mãos, usando a livre para retirar o bilhete que Keiji me entregara e dando-o ao revolucionário. – Masaki, não é? Aqui está. – Acenaria para as outras duas. – Vocês podem optar por não ir, sabe... Se acharem a missão perigosa demais... – Evitaria fazer contato visual com Asami, em especial nessa parte. Se a resposta deles fosse positiva, continuaria. – Então o que estamos esperando? Vamos! – Com um tom mais firme, começaria a andar para fora da base. “Mas... Onde eu estou indo?” Não sabia muito sobre a ilha, tomar a dianteira não parecia ter sido uma decisão tão boa assim.

Retornaria para Makoto, cabisbaixa. – Posso falar com você a sós? – Naquele ponto já era impossível esconder a vergonha no meu rosto. – Eu, meio que vim para cá por uns métodos não muito... Seguros. Temos alguma saída que dê em terra? – Não pararia por ali, dessa vez aproximaria mais do garoto, sussurando. – É... Também tenho, outra pergunta. Asami, ela consegue se defender? Ela parece um pouco inocente, se você puder ficar de olha nela por mim... – Terminaria, colocando a mão de forma amigável em seu ombro. Também seguiria o caminho indicado por Makoto, se ele não soubesse, a mesma pergunta seria feita para as outras revolucionárias.

Uma vez fora da base, tomaria a liderança de vez. Começaria a andar em conjunto com o grupo, com uma postura melhor e fazendo questão de que todos estivessem no meu campo de visão. – Sabem... Eu ainda não os conheço bem, por que não me contam suas habilidades, o motivo de serem revolucionários? E bem, estamos indo em direção ao QG da marinha, castelo do rei, não sei bem, então me ajudem com o local, tudo bem? – Terminaria com um sorriso. Sinceramente, não gostava de conversar e o meu humor não era dos melhores, mas o jeito que Keiji me tratou, as preocupações que colocara na minha mente envolvendo sua filha, deixavam meus nervos à flor da pele. Enfrentar minha timidez de frente era muito melhor que isso, não podia deixar meu estado de espírito afetar a missão. Deixaria que falassem, enquanto escutava com braços na nuca andando despreocupada.“ Além do mais, posso descontar isso nos cães do governo, não posso? ” Um sorriso se desenhava em minha face, dessa vez verdadeiro. – Avisem quando estivermos perto, mas não muito perto, eu tenho um plano. -

Histórico da garota Chuchu:
 


Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:54, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptyDom 30 Dez 2018, 18:03










- Elise von Bernstein -
Clima: 18ºC - Ensolarado
Localização: Porto de Briss Kingdom
Horário: 17:00





Depois de conhecer Asami, Elise parecia entender a preocupação de Keiji sentia pela garota, já que aparentava ser bastante inocente, mas a morena queria realizar a missão que recebera, então logo juntou Masaki, Asami e Kyomi junto dela. Entregou o papel da missão para o moreno dos longos cabelos, enquanto virou-se para perguntar para as duas garotas se desejavam ir, a primeira a responder fora a própria Asami. - SIM! SIM! QUERO, QUERO, QUERO! – Parecia ter uma crise, mas uma crise de fofura, algo bastante estranho, mas fizera com que o único rapaz ali começasse a rir da garota, que ficou emburrada na hora. Em seguida, quem respondeu fora a loira, que era muito bonita, e sua face normalmente rosada só fazia a beleza aumentar, mas seu temperamento nada agradável lhe tirava muitos pontos. - Pode ser. – Comentou a mesma, parecendo desinteressada com o assunto, mas para os que realmente a conheciam, sabiam que estava animada com a missão, só pelo fato de falar com alguém que não conhecia.

Depois de ter a certeza de que todos participariam da missão, a Bernstein virou-se para o rapaz moreno e perguntou-lhe se era seguro levar a filha do Major, já que acreditava que era muito inocente, mas o mesmo acabou por dar uma pequena risada. - Ela é bem inocente e fofa, não é mesmo? Mas não se preocupe, ela sabe se cuidar. E se por acaso acontecer algo, eu vou protegê-la com tudo que tenho. – Dizia o mesmo, alegremente, mas mostrou estar preparado para protegê-la, o que significava que gostava muito da pequena, talvez não amorosamente, mas nunca se sabe, não é mesmo?

Em seguida fora a vez de Elise, que perguntou aos três o motivo de estarem participando do exército revolucionário, de maneira surpreendente, quem respondeu primeiro foi Masaki. - Isso é fácil, quero destruir todos os malditos do Governo, que ousar oprimir os mais fracos, apenas porque querem dominar o mundo com sua lógica corrupta e seus hábitos maldosos. – Explicou o moreno dos longos cabelos, determinado com o que queria realizar. Depois foi a vez da loira. - Eu quero ajudar meus amigos com suas ambições. – Disse Kyomi, o que deixou seus dois companheiros de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. - Foi o Governo que matou minha mãe, a forma que eles fizeram foi muito covarde. – Dizia Asami, muito triste, e teve inclusive que parar para limpar algumas lágrimas, que insistiam em cair. - Por isso eu prometi que vou acabar com ele do meu jeito. – Terminou de dizer a mesma, bastante determinada. Por fim, a Bernstein pediu ajuda para se localizar, já que nunca tinha estado em Briss Kingdom, o único rapaz se ofereceu para tal, mas disse para a mesma. - Eu ajudo claro, mas aqui, você toma as decisões, já que é a líder da missão, eu só aviso onde estamos. – Explicou o mesmo, pouco antes de sair.

Utilizando uma saída que era um caminho por um espaço na lateral esquerda do salão onde estavam, tiveram de seguir por muitos minutos até estarem em um espaço aberto, que eram pequeníssimas colinas, e em frente um montante imenso de árvores, que diminuíram enormemente a velocidade de avanço dos mesmos, o que irritou a loira. - Um dia anda vou destruir todas essas árvores no caminho. – Comentou a mesma, irritada como sempre. Quando enfim viram algo que não fossem árvores, estavam já na entrada do portão da única cidade da ilha, com guardas e agentes do Governo por todos os lados.

Por serem apenas jovens, passaram desconhecidos por todos, já que ninguém imaginava que todos ali poderiam ser seus inimigos. Assim que entraram, estavam em uma parte com muitos estabelecimentos, muitos deles de roupas e objetos da moda, alguns de comida e outras lojas onde se encontrava objetos comuns, e assim se seguia por boa parte da visão de todos. - Acabamos de entrar no distrito Craftsmen. Tome aqui um mapa, isso te ajudará a sabermos onde estamos agora. Com esse mapa, você pode saber o caminho que tomaremos. – Explicou Masaki, entregando o Mapa a Elise, que após recebê-lo, teria de encaram os olhares de todos, que estavam em si, esperando as próximas ordens.

Ferimentos:
 

Legenda:
 

Mapa:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySeg 07 Jan 2019, 16:05

Definitely Dancing In The Dark


E a missão parecia enfim começar. Mal pude acreditar no estado da ilha, o caminho pelo qual passamos era mais arbóreo do que eu imaginava, com a garota loira reclamando desse não tão pequeno detalhe. “ Isso não importa, não agora.” Era difícil não fazer qualquer observação sobre o que acontecera até ali, o foco deveria estar na missão, no que estava acontecendo ali, e agora. Passei os dedos pelo mapa que Masaki havia entregado, fazendo uma leitura não só visual, mas com as mãos também. Fechei os olhos momentaneamente, as opções eram muitas e, como o revolucionário disse, eu tomaria as decisões. Tomar a iniciativa, planejar e garantir o sucesso. Nossas vidas dependiam disso, afinal. “E parece que a minha vida depende da sua, Asami.”

- Faremos o seguinte – Fitaria cada um dos companheiros. – Vamos nos dividir em dois grupos, estão vendo o ponto em que estamos? – Reforçaria minha fala, apontando o local no mapa. – Vamos nos movimentar em sentidos opostos, até nos encontrarmos na entrada do castelo. Mas atenção, não vamos fazer nenhuma gracinha por lá, sequer conversar, vamos nos reunir e trocar as informações num lugar mais discreto. O mercado no centro da cidade parece uma boa, não acham? Podemos passar despercebidos na multidão. Quando estivermos patrulhando, não vamos fazer nada arriscado. Evitem confrontos desnecessários ou chamar muita atenção. – Terminada a explicação seguiria para a divisão de grupos. – Eu e Asami vamos no sentido horário, Masaki e... Você, vocês vão pelo sentido anti-horário. Nos encontramos em frente ao castelo ao anoitecer. Certo? – Terminaria o plano, de vez, com a tonalidade mais confiante que conseguisse colocar em minhas cordas vocais. Entregaria o mapa de volta para Masaki e seguiria em direção ao objetivo, esperando que Asami fizesse o mesmo.

Não conseguia deixar de pensar na segurança da garota, e tentaria mantê-la o mais próxima de mim. Seguraria a moça gentilmente pelo braço conforme adentrávamos a cidade. - F-fique perto de mim, tudo bem? – É claro que, sozinha com uma moça tão bonita, eu me sentia envergonhada, MUITO envergonhada. Andar junto com o grupo nem parecia uma ideia tão ruim agora. – Alguma sugestão de onde podemos ir? Algum lugar específico que podemos olhar? – Eu seguiria o caminho que tracei, mas sem objetivos muito complexos. Meus olhos estariam atentos a movimentação de sujeitos fardados, especialmente aos que trajassem ternos. – Asami, você sabe se esse reino é alinhado com o governo mundial?  - Falaria ao pé do ouvido da revolucionária. Independente de sua resposta, eu não acreditava que eles estariam alojados no castelo. “Seria simples demais”Também estaria de olho se havia algum figurão nos seguindo, olhando de tempos em tempos para trás. Contaria também com os olhos da colega revolucionária para me ajudarem. – Se você avistar algo suspeito, me avise. – Diminuiria a distância entre nós. – De forma discreta. –
Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

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Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:55, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptyQua 09 Jan 2019, 19:58










- Elise von Bernstein -
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Horário: 17:00





Depois de ser questionada como deveriam prosseguir, Elise saiu bem para quem se sentia acanhada por ser o centro das atenções, decidiu dividir o grupo em dois, estando ela com a garota mais perigosa, pois se acontecesse algo com ela, teria imensos problemas, pois seu pai era alguém importante na ilha, somente para os revolucionários, que era o caso da cabo morena. O plano era cada grupo ir em um sentido, horário ou anti-horário e fazerem um semicírculo até encontrarem-se novamente na frente do castelo, e dali iriam para outro lugar conversarem. A Bernstein e Asami iriam no sentido horário e a outra dupla no anti-horário, a mesma perguntou aos outros dois se concordavam com o que fora proposto, Masaki, sorrindo por saber por que a mesma iria com Asami, acenou positivamente, já Kyomi, que queria estar com sua amiga, agiu infantilmente. - Eu quero ir com Asami. – Falou, fazendo birra, mas o moreno com o rabo de cavalo, ficou irritado e puxou a orelha da loira, que segurou a mesma, com algumas lágrimas aparecendo em seus olhos por conta da dor. - Tá bom, tá bom, eu aceito. – Disse a garota, e o rapaz logo largou a orelha de Kyomi, que logo segurou a mesma.

Depois do plano estar decidido, cada grupo foi para um lado, passando por uma ruela, Elise pediu para que a garota que a acompanhava seguisse-a de perto, mas estava envergonhada perante a beleza da filha do líder da célula na ilha, a mesma apesar de inocente, trazia uma grande beleza consigo, que provavelmente tinha semelhanças com sua mãe, já que seu pai não parecia nem um pouco com a menina, somente a cor dos cabelos. A morena mais velha então perguntou para a outra por algum lugar que poderiam ir. - Bom, eu não conheço muito bem a cidade. – Dizia Asami, com uma expressão pensativa, que era bastante fofa. - Meu pai nunca me deixou ir muito lá, e depois da morte de mamãe, não fui mais, então não lembro de nada. – Terminou de dizer a garota com um sorriso e os braços para trás.

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Depois disso, ambas as garotas seguiram pelas ruas mais cheias, observando as pessoas na rua, se haviam muitos agentes do governo, como Elise vira no porto ao pegarem alguns dos tripulantes do barco que a trouxera para Briss. Naquele lugar, apenas tinham pessoas comuns, que em sua maioria procurava por roupas da moda, o que era comum de ser visto nas lojas da ilha, alguns bêbados saindo de bares e outras andando rápido, mas nenhum sinal de algo incomum, já que isso era algo bastante comum de se ver, em qualquer ilha do mundo. Continuaram a andar, sempre olhando ao redor, e em um momento, a líder da missão pediu a Asami se a ilha era aliada ao Governo. - Não exatamente, eles estão fazendo uma negociação já tem algum tempo, mas nada foi decretado, imagino que deva ser pela quantidade de Agentes aqui, isso foi por conta de um acontecimento antigo que destruiu o QG da Marinha. – Explicou a mesma, mas quando ia continuar a explicação, quatro homens cercaram as duas revolucionárias, Asami estava com medo de terem sido descobertas pelos agentes, mas viu que eram apenas bêbados.

- Opa, como vão gatinhas, por quê não vem com a gente? – Perguntou um deles, que mal conseguia se manter em pé, e os outros riam de forma escandalosa, o que chamou a atenção de algumas pessoas, que olhavam meio desconfiadas para os quatro cercando as garotas, era algo que ambas não sabiam, mas eles tinham contato costumeiro com a realeza do país, e dependendo do que acontecesse, poderia render problemas, por isso que ninguém se mexia, o que causou riso a um dos homens, que até então não olhara para as duas morenas.


Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySab 12 Jan 2019, 20:02

Dancing In The Dark


Asami era realmente uma gracinha. Sua inocência tão natural me fazia entender o por quê de seu pai ser tão superprotetor, não conseguia imaginar a pequena sequer ferindo um inimigo em combate. “ Se bem que isso não seria tão vantajoso agora “ Não houve muito sucesso em nossa busca, ingenuidade minha pensar que os agentes do governo andariam em plena luz do dia entre nós. Mesmo se a ilha fosse inimiga da revolução, seria audacioso demais. Enfim, eu até que gostava da companhia da garota e , quem sabe, quando chegássemos mais perto do castelo conseguiríamos alguma informação? Sem confusão, sem me preocupar com a segurança dela, tudo indicava nosso sucesso.

Mas eu estava errada, e como estava. “ Esse tipo de coisa sempre acontece COMIGO, por que comigo? ” Se ainda havia alguma felicidade naquela situação ela acabara de esvair-se. Eu sequer era bonita, mas parecia um imã de sedutores de quinta categoria. Tudo começou em Centaurea com aquele ruivo desgraçado, no qual eu ainda hei de me vingar, e agora quatro beberrões interrompiam o andamento da missão. Eu não podia deixá-los sequer encostarem em Asami, e se ela contar ao pai? Já conseguia imaginar o estridente choro ecoando pelo quartel inteiro, a vergonha que eu passaria pelo resto da minha carreira como revolucionária. E se isso já não me motivasse a surrar esses paspalhos, eu já tinha escondido meu mau temperamento a um bom tempo. O que eu podia fazer? Tantos pensamentos cruzavam minha mente, era mais forte do que eu. Começaria a agir deixando meu braço destro a frente de Asami, esperava que ela entendesse o recado e ficasse longe da confusão.

- Sinto muito cavalheiro. Minha companheira e muito menos esta que vos fala tem interesse em você, ou no pequenino amigo escondido dentro de suas calças. Podemos passar agora? – Eu não tinha um motivo para isso, todavia dessa vez eu tentaria soar o mais educada possível, ainda xingando o homem a minha frente. Admito que gostei dessa ideia e era algo que começaria a praticar. Eu não esperava muita resistência daquele grupo então logo após a resposta, começaria a andar em frente, segurando Asami por uma de suas mãos. E por mais otimista fossem minhas ações depois de descontar a raiva no infeliz, ainda havia a possibilidade deles continuarem insistindo.  – Deixa a gente passar, último aviso – Fitaria o homem que nos parou, com toda minha cólera sendo transmitida no olhar. E se ainda assim eu não conseguisse convencê-lo, ou se ele ou seus amigos tocassem em mim ou Asami,  partiria para a única solução possível. Deixaria  a razão de lado, colocando minha mão canhota sobre a espada, realizaria um saque rápido, mas ainda não acertaria o homem.  O movimento era feito para trás, de forma que o pomo da arma ficasse a frente. O ataque seria direcionado ao nariz do homem, bem ao meio, não acreditava que possuía reflexos suficientes para evitar qualquer golpe meu, então aproveitaria a situação para golpeá-lo num ponto frágil e com a máxima força que conseguisse com um só braço. Também não acreditava que o restante dos homens tentariam lutar depois daquilo, não elaboraria nenhuma esquiva complexa, apenas me movimentando na direção contrária de seus golpes e mantendo-me sempre perto da garota. Na hipótese da situação se encerrar por ali a satisfação de ter esmurrado aquele desgraçado estaria transbordando pelo meu semblante – Que desperdício de tempo, não? Não pretendo ser tão boazinha se continuarem no nosso caminho. – Aquilo bastava para encerrar a situação e junto a isso retornaria minha arma para a bainha. Se pelo menos um deles continuasse por perto, trombaria de propósito nele. Não era só um blefe ou uma ameaça qualquer, naquele curto espaço de tempo tentaria apanhar sua carteira, ou objeto similar de um possível bolso. “Se quiser encher a cara, desgraçado, vai trabalhar para isso. ”

Não que eu me orgulhasse do que acabou de acontecer, mas tinha sido satisfatório. Não teria muita coragem para olhar nos olhos de Asami, as possíveis reações que ela poderia ter ainda causavam-me um pequeno remorso.  – Desculpe por te fazer assistir aquilo, era necessário. – Não era necessário merda alguma. Não consegui me controlar e descontei minhas frustações da pior forma possível. Bom, talvez me ajude a concentrar no restante da missão. – Eu sinto que eles te interromperam, quer continuar a falar? – Antes que minha mente começasse a me sabotar ainda mais, deixaria pelo menos meus ouvidos ocupados com a voz da menina.


Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:55, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptyQua 30 Jan 2019, 19:08










- Elise von Bernstein -
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Horário: 17:00





Logo após o susto de ambas serem abordadas por alguns bêbados moribundos, Asumi ficou levemente travada, não sabia como agir ou o que fala naquela situação, já que nunca tinha acontecido antes, mas por sorte, Elise, que estava furiosa por novamente ser incomodada por homens metidos a conquistadores, afinal nada tinham de atraente, além de que estavam em uma missão importante para o Exército Revolucionário. E a morena mais velha assustada com a possibilidade de algum deles encostar na pequena e a mesma falar com seu pai, logo a mesma se pôs a agir. - Sinto muito cavalheiro. Minha companheira e muito menos esta que vos fala tem interesse em você, ou no pequenino amigo escondido dentro de suas calças. Podemos passar agora?

Com isso, os quatro homens riram do que a Bernstein disse, sendo que o que estava mais à frente, que tinha abordado-as, riu mais alto, e com o fim da curta piada, o mesmo se pôs a pronunciar novamente. - Mas é claro que não poderão passar assim, só depois que eu autorizar. – Dizia o mesmo, acreditando que aquilo as faria obedecê-lo, já que dispunha de um certo poder na família real, transformando-o em alguém que poderia fazer o que quisesse, mas nenhuma das mesmas sabia disso, e foi crucial para que Elise fizesse um ataque com o pomo da espada no nariz do homem, e com a força imposta no lugar certo, não precisou de muito esforço para quebrar-lhe o nariz, e isso fez com que o mesmo caísse no chão, gritando de dor e com ambas as mãos sobre o nariz machucado, a ação da garota deixara a todos surpresos, tanto os cidadãos que passavam ali calmamente quanto os homens que seguiam o homem, que agora tinha um nariz quebrado de presente, ignorando os olhares que lhes eram direcionados, a espadachim proferiu de forma que fosse suficiente para o homem caído e os outros escutarem sem problemas.

- Que desperdício de tempo, não? Não pretendo ser tão boazinha se continuarem no nosso caminho. - Ainda chocados demais com a cena, os outros três homens deixaram que as duas revolucionárias passassem sem problemas, mas no momento em que passaram por todos os bêbados, o que estava caído, esbravejou para a morena mais velha. - Se prepare garota, a partir desse dia, não terá um único dia de paz nessa ilha. – Mas ambas não pareceram ligar para a ameaça feita, já que seguiram em frente saindo do beco onde estavam.

Assim que saíram de perto da multidão que estava próxima daquele beco, a espadachim pediu desculpas para a filha de Keiji, um bocado receosa pela possível reação da garota, mas pelo que era possível ver na face de Asami, o receio poderia sumir, já que os olhos da mesma brilhavam de empolgação. - Isso foi demais! – Em seguida a mesma fez uma cara confusa, como se tentasse se lembrar de algo a mais, mas logo depois balançou a cabeça, indicando que não era nada importante e virou-se de volta para Elise. - Na verdade não, falei tudo naquela hora. E agora, por onde vamos? – Perguntou a morena com um sorriso para a mais velha.


Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySeg 11 Nov 2019, 11:30

Eu não conseguia acreditar no que tinha acabado de fazer. Não por que aquele homem merecia piedade, mas, por um único momento, toda a atenção daquele ambiente se voltou a mim. Todos os olhares e a fala daquele bêbado ecoavam na minha mente. “Poderia um zé ninguém realmente fazer da minha vida um inferno? Duvido que possa piorar” Ainda assim, meu coração palpitava com tanta força que minhas bochechas começaram a corar. – V-amos sair daqui – Puxaria minha companheira pela mão e seguiria em frente com os passos mais rápidos que minhas pernas conseguiam dar.

Não conseguia sentir qualquer perigo verdadeiro naquela fala, apesar que imaginar as possíveis dificuldades extras que a missão teria por causa daquilo deixavam meus nervos à flor da pele. – Não Asami, aquilo não foi bom. – Com o fim da euforia, responderia a celebração da garota. - Eu chamei atenção demais pra gente, se alguém tivesse percebido aquilo... Alguém do governo sabe? Poderia atrapalhar a nossa missão. - Antes que a garota pudesse completar com possíveis ponderações, continuaria. – Somos criminosas, acho que você sabe disso. Temos que tomar cuidado, ainda mais ao ar livre. – Uma vez encerrado o pedido de desculpas, pausaria a caminhada e me viraria para Asami. – Sendo sincera com você, eu não faço ideia do que fazer, depois do que aconteceu, eu estou um pouco preocupada. Vamos apenar seguir o plano, tudo bem? – Eu não gostei do que havia acontecido, com exceção de um único momento, eu gostei da minha escolha lexical para provocar aqueles idiotas. “Soou inteligente, não é? Digno de alguém da nobreza...Sim.... Nobreza.” Cruzaria os braços sobre a nuca, encarando o céu. Continuando o caminho até a fábrica, ficaria atenta aos nossos arredores, deixaria uma das mãos próxima a bainha da espada, novamente guardada, em caso de possíveis outros problemas que poderiam surgir.

- Não me lembro de te perguntar, acho esse momento oportuno para isso. – Me aproximaria um pouco mais da minha compatriota revolucionária, por mais desconfortável que fosse. – Com o que você luta? Armas de fogo seriam úteis nessa missão. - Se ela já tivesse me contado e eu tivesse me esquecido, desviaria o olhar para o chão, envergonhada. – Sinto muito, vamos apenas continuar nosso trajeto. – Quando chegássemos ao ponto combinado, a entrada da fábrica, observaria o local com cuidado, nenhuma de nós duas conhecia muito bem o local e seria ótimo encontrar os outros membros da missão o quanto antes. Gesticularia para Asami me seguir, nos movendo um espaço menos visível, como um beco, por exemplo. – Você os viu por aqui? – Se a resposta da garota fosse negativa, gesticularia para que começássemos a busca. – Não saia de perto de mim – Assim que os outros dois membros da nossa equipe fossem localizados, avisaria Asami através de gestos e mover-me-ia cautelosamente até eles. – Masaki e Kyomi, é bom vê-los de novo. – Pausaria brevemente pois, talvez, se assustassem com a minha chegada sorrateira. – Alguma novidade sobre a cidade? Toda informação é relevante. Não tivemos muitos problemas para chegar aqui, nossa invasão começa agora. – Faria questão de manter um contato visual momentâneo com cada um deles, tentando confrontar minha timidez por alguns instantes. -  Se vocês possuem alguma habilidade que eu não saiba ainda, não precisa ser relacionada a combates, quanto mais nos conhecermos, melhor será nosso desempenho como uma equipe. – Eu não conseguia apagar as memórias da batalha de Centaurea, se não fosse o exército revolucionário funcionando em conjunto, eu não sei se ainda estaria nesse mundo. “E dependendo do resultado dessa missão, pode ser que eu também não viva muito. Tome cuidado, Asami...”

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– Fala –

"Pensamento"

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySeg 25 Nov 2019, 22:34



Story Telling



Elise e Asumi voltam a andar pelas ruas e becos da cidade, aquele local em específico parecia meio desgastado, as ruas de tijolos estava bem suja, com amontoados de lixos pelos cantos, as paredes envelhecidas, já fazia tempo que não recebiam uma boa mão de tinta. O céu começava a dar sinais da noite chegando, mas ainda estava bem claro.

As pessoas pareciam usar vestes de segunda mão e ter uma aparência meio “rústica” digamos assim, naquele local tudo parecia meio pobre e descuidado. Algumas ruas era um poucos mais largas, outras eram muito estreitas, os becos era quase corredores escuros devido as telhas das estruturas ao seu redor. Locais que seria bons de serem evitados naquele momento.

Ambas após se afastarem bastante do local do incidente com os quatro bêbados, elas poderiam a voltar a andar mais tranquilamente, a ameaça nesse ponto já era algo esquecível, não parecia ver credibilidade em suas palavras e talvez ele nem lembrasse de seu rosto de tão bêbado que estava.

Elise havia falado sobre aquele momento com a garota. Ela parecia entender o que ela queria dizer, porém ainda parecia animada com o super golpe que havia sido dado, mesmo sabendo que a atenção chamada era indesejada.

-Eu sei.. Eu sei.. Mas mesmo assim, foi bem legal.. - Ela dizia um pouco cabisbaixa, sabendo que não deveria ter gostado de violência, mas era instintivo - Não precisa se cobrar tanto, aos poucos vamos descobrindo e aí, você vai ser o que terá de fazer! - A garota falava com animação e suavidade, mesmo tendo uma aparência inocente, parecia ter pensamentos bem maduros guardados em sua cabeça que, como agora, poderiam ajudar a estabilizar os pensamento de Elise.

- Bom, eu... Eu aprendi a lutar com as mãos! - Diz um pouco sem jeito - Não gosto muito de usar armas... - Pareciam envergonha por não ter uma espada ou uma riffle, mas apertava os punhos levemente. Soava até um pouco comico a cena, de alguem tão adoravel apertando os punhos, mas naquele momento poderia parecer confiente, quem sabe.

Depois de andarem bastante, sem ver nenhuma grande pista ou algo que devesse ser informado, chegavam a um ponto mais movimentado, era como uma avenida, uma rua mais larga e central, dali era possível ver as grandes muralhas que cercavam o castelo e sua entrada, lá estavam cheias de oficiais. Porém nada de Masaki e Kyomi, olhando pelo mapa, o caminho que ambos teriam de fazer para chegar naquele momento seria maior, então era possível de eles ainda estarem a caminho ou tendo algum problema no meio do trajeto, muitas possibilidades estavam na mesa.

A garotas poderiam se aproximar do castelo, para tentar ver algo, ou seguir o fluxo oposto pela grande avenida central e se misturar com as pessoas que circulavam por ali indo em direção da Praça, que era bem no centro da cidade. Existia também a possibilidade de entrar em qualquer rua ou beco, porém isso iria dificultar o encontro entre os dois grupos

O ambiente começa a esfriar um pouco, a noite aos poucos se mostra mais do que o dia, o sol no horizonte começa a descer e ventos frios começam a correr pelas ruas e becos da cidade. O céu começa a ficar com alguma nuvens, porém não indicando chuva por enquanto.

Legendas escreveu:

Asumi
Masaki
Kyomi

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Mapa:
 




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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptyQui 28 Nov 2019, 19:54

One Step At a Time



De alguma forma, nem Masaki nem Kyomi haviam chegado até o local combinado. – Que?! –  Resmungaria, surpresa com o fato. “Será que aconteceu alguma coisa com eles? Ou se atrasaram de propósito? Eu deveria procura-los antes que algo pior aconteça. Não! Se eles estiverem a caminho e a gente se encontrar, eles vão desconfiar, e o pior, vão acreditar que eu não confio neles nem para uma simples missão de ronda pela cidade! Como você consegue ser tão burra, Elise?” Entrelacei meus dedos pelas minhas mechas de cabelo, olhando para meus pés e bufando de raiva. Mal tínhamos começado a missão e já havia me estressado o bastante para um dia só.

- Então... Heh, - Forçaria um semblante feliz, ainda que o nervosismo transparecesse. – Eles não chegaram ainda. – Não tinha coragem de sequer olhar nos olhos de Asami. – A gente tem que fazer alguma coisa, né haha. – Soltaria um pequeno riso, eu estava muito envergonhada e era a melhor forma de aliviar a tensão naquele momento. “Sim, não tem ninguém aqui que eu possa arrebentar o nariz, vai ter que ficar por isso mesmo.” No fundo, minha consciência dizia para agir, afinal, fui escolhida como líder daquela missão e, por mais que eu não soubesse lidar bem com outras pessoas, ser comandada pelos outros conseguia ser ainda mais frustrante do que isso. “Sim, eu tenho que agir! Mas o que diabos eu faço?” Voltar pelo caminho que atravessamos estava fora de cogitação, um possível encontro com mais bêbados chamaria atenção desnecessária. “Fora aquele ambiente, minha nossa, me lembra dos tempos que eu corria pelos cortiços de Shells Town” Senti um arrepio descer a espinha ao imaginar aquela cena. Sem dúvidas, eu poderia estar numa situação muito pior que a atual.

- Sim! – Em um dos meus raros momentos de confiança, estufei o peito e encarei a situação em que me encontrava, o que não durou muito, por lembrar de que não estava sozinha. – A-asami! O que eu quis dizer é que eu tenho um plano. – Por reflexo, ajeitaria minhas roupas e continuaria. – Vamos nos misturar nessa multidão aqui. – Por mais desconfortável fosse ficar perto de tantas pessoas próximas a mim. “Elas vão falar alguma coisa sobre mim, não vão? Alguma coisa em mim sempre chama atenção.” Tentaria ignorar meus pensamentos e seguiria com a explicação. – Vamos ficar misturadas a essas pessoas, se avistarmos nossos companheiros, continuaremos com o plano.  – Respiraria, tentando aceitar minha própria proposta. – Se mesmo assim não acharmos os dois, vamos até um dos guardas do castelo pedir umas informações, e seguiremos pela rota que eles devem estar fazendo. – Apalparia minhas vestes, verificando se não estava faltando nada e começaria a adentrar a multidão.

Caso não avistasse os revolucionários, seguiria com o plano B, gesticulando para que a garota me seguisse. Por mais nervosa que eu estivesse, eu sempre fui boa com as palavras, as poucas que eu pronunciava conseguiam convencer os outros. A minha timidez, ao invés de atrapalhar, ajudava. “Parece que se vitimizar funciona as vezes. Espero que esses idiotas caíam no meu truque. “ Me aproximaria, cabisbaixa até os guardas e com minha arma escondida por baixo de meu manto revolucionário. Tentaria chamar atenção de um deles de forma discreta. – O-oi – Eu sentia que a chance de aquilo não funcionar era grande, e isso estaria evidente na minha fala. – B-boa noite cavaleiros! Ou deveria dizer cavalheiros? – Tentaria soar amigável, por mais raivosa que estivesse por dentro. – Sou nova nessa ilha, onde posso encontrar o Banco Mundial? Eu e minha amiga fomos assaltadas a alguns quarteirões atrás, vocês não vão deixar de ajudar duas jovens indefesas, vão? – Apelaria para os sentimentos dos guardas. Durante a abordagem, fitaria Asami fortemente, para que ela me ajudasse a convencer os homens. “Cacete, eu deveria ter dito isso pra ela antes, eu sou muito burra” Senti uma leve vontade de desaparecer, mas mesmo assim tentaria convencer os homens com minhas palavras. Durante toda a interação, não conseguiria manter muito contato visual com os guardas, e aproveitando dessa vergonha eu estaria atenta aos meus arredores, sempre procurando por algum sinal suspeito do governo mundial. “Se houver algum esquisito trajando um terno essa hora da noite perto do castelo, acho que é informação suficiente.” Se os homens desconfiassem, simplesmente me viraria e sairia andando. – Peço desculpas, boa noite senhores. Venha comigo, Hiyoko. – Esperava que Asami percebesse que estava a chamando. “Se você não perceber isso, vou começar a me estressar contigo também, baixinha.” Na hipótese do cenário se tornar mais agressivo, agarraria a mão da minha companheira e simplesmente sairia correndo dali. – Vão se fuder! – Sabia que o plano era ousado, mas não conseguiria esconder meu descontentamento ao falhar.

Independente do sucesso da ação anterior, meu foco seria procurar os sumidos. Olharia pelo mapa e seguiria pela rota traçada para os dois. Encontrando-os, seja no caminho ou não, buscaria chamar sua atenção com um aceno. Uma vez mais próximo, começaria a falar. – Olá, alguma informação? Não encontramos nada. – Poderia soar meio "seco" da minha parte, mas à aquela altura do campeonato, já não me importava. “Já me irritei o suficiente.”

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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 18:57, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySex 29 Nov 2019, 01:04



Story Telling



Nem todos os planos dão certo logo de cara, essa foi a dura lição que Elise havia aprendido, mesmo não precisando se irritar tanto, aquela confusão com os bêbados pode tê-la feito esquecer que ela aceleraram o passo por uma boa parte do percurso, o que poderia ter resultado no “adianto” delas no ponto de encontro.

A jovem parecia visualmente frustrada, o suficiente para Asumi notar sem muita dificuldade, mesmo com ela forçando aquela imagem de “Está tudo bem”, não estava. Onde estariam aqueles dois?  A garota ficaria em silêncio, atenta em tudo o que a líder da missão iria dizer ou fazer, mas parecia ter se irritado bastante por algo que simplesmente poderia esperar por mais alguns instantes.

Quando ela foi em direção a alguém que pudesse lhe dar informação, antes mesmo de chegar na metade do caminho, sente um puxão de leve. Ao olhar para trás, sentiria uma aproximação de Asumi, bem próximo de seu ouvido.

- Eu vi eles, estão escondidos bem ali! - Sem apontar muito direciona com o rosto, estava sussurrando, uma cena nada discreta, mas ainda sim, adorável.

Após Elise ter contato visual com eles, ambos se aprofundam dentro do beco de onde estavam sinalizando para serem seguidos. Eles iriam até o encontro entre duas ruas menores, não chegavam a ser becos, mas não eram muito maiores que um.

Seu estilo visual era mais conservado do que o do outro lado, as estruturas bem feitas, chão limpo, tudo bem arrumadinho,era possível ver a fissura social de uma lado da cidade para o outro. A movimentação ali estava bem escassa, estão poderiam conversar de forma menos discreta.

Kyomi continuava com sua expressão serie e meio ranzinza, Masaki como de costume, tranquilo, e ele começou falando.

-E então encontraram alguma coisa que vale a pena ser mencionada? - Ele esperaria a resposta de Elise e continuaria a falar - Nós vimos algumas coisas suspeitas, alguns guardas conversando com alguns homens, eles estavam muito bem vestidos e pareciam bem bravos. Falam que houve alguma confusão na cidade e estão buscando os responsaveis, não sei se é algo que valha a pena investigar, mas foi o que vimos!

Ele parecia um tanto quanto intrigado e interessado no assunto, mas iria acatar o que fosse dito por Elise. Em contrapartida Kyomi fala.

-Eu acho que deveríamos evitar esse tema, não acho q tenha a ver com o que viemos buscar. E se tivéssemos precisamos de reforços.. Eles estavam em um grupo com quatro membros, mas quem sabe quantos mais estão por aí. Eu acho melhor nós darmos uma volta e saímos por outro portão, para evitarmos conflitos. - Ela falou sem nenhuma pausa, e parecia tensa com aquela situação, Asumi parecia concordar em certa parte e Masaki não concordava com o que havia sido dito.

Elise tomaria essa decisão, de investigar ou não, qual portão iriam escolher e qual caminho. Nesse momento ela poderia sentir a pressão de liderar outras pessoas que possuíam perspectivas e ideias individuais e que suas decisões poderiam agradar uns mais do que outros.

Cada um dos três deu uma opção diferente para se seguir a partir dali.

Asumi diz que seria melhor sair da cidade de pela saída mais rápida, para evitarem ficar muito tempo expostos dentro das ruas e nos becos, porém  essa saída é completamente oposta a direção da base, o que fariam eles terem de dar a volta na cidade inteira por fora para chegarem novamente a base, mas como estarão na floresta não terão chance de cruzarem com guardas ou membros do governo.

Kyomi diz que deveriam sair da cidade, porém não por onde entraram, mas pela saída lateral da cidade, a qual a fariam andar mais dentro dela, indo pelo caminho em que chegaram ali e que teria pouca chance de encontrarem com os guardas que tinha visto antes e não precisam andar tanto para voltar para a base quando estiverem fora da cidade.

Masaki diz que deveriam investigar os acontecimentos estranho e descobrir alguma coisa, para quando voltarem para a base, terem alguma informação para passar ao líder, então ele marca no mapa, o local onde ele acha que deveriam investigar, antes de voltar para a base e que quando terminarem poderiam sair pelo portão o qual entraram e ter um caminho mais rápido de volta.

Outra opção seria Elise escolher qual portão e qual caminho o grupo tomaria. Cada decisão trará um nível de satisfação individual. Ou seja, todas as opções vão gerar reações nos integrantes do grupo, seja ela positiva ou negativa.

(OLHE O MAPA)

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté - Página 3 EmptySex 29 Nov 2019, 23:11

Hard Choices, Strong Wills


E o que acontecia na minha frente parecia ser o pior cenário possível. “Tenho que admitir, nem minha cabeça conseguiria elaborar algo tão assustador.” Até aquele momento, liderar não tinha sido muito difícil. Todos pareciam simpáticos a missão mas, agora, eu tinha que tomar uma decisão na qual cada um da equipe tinha sua própria opinião sobre o que fazer, incluindo a mim. Já sentia um nó na garganta, conforme suas expectativas se formavam.  “Eu não posso voltar para a base revolucionária sem nada, essa missão é de suma importância pro exército, caso contrário, a pequena base de Briss Kingdom pode simplesmente deixar de existir... Se nossas forças se concentrarem somente em Centaurea, que foi abalada pelo último ataque, todas as forças revolucionárias do South Blue podem estar ameaçadas.” Engoli seco, com os olhos arregalados ao imaginar essa possibilidade acontecendo. De forma alguma eu seguiria a sugestão de Kyomi.

Por outro lado, eu temia pela segurança de Asami. Não por ser muito próxima dela, mas sim pelo seu status como filha do meu chefe. “Não vou mentir, ela é fofa e legal, mas ao ficarmos juntas, eu só tive preocupações. Se Kyomi estiver certa e nos depararmos com oponentes muito mais fortes do que nós, eu conseguiria proteger a equipe? Talvez eu devesse confiar mais neles, porém, não quero problemas com Keiji...” Cerrei as sobrancelhas e fitei o chão, não estava nem um pouco contente com a escolha que faria. – Não vamos voltar de mãos vazias. – Tentaria manter contato visual com o grupo. – Masaki, a sua sugestão me parece a melhor. – Não mentiria com aquela frase, apesar de não concordar totalmente com ele, creio que seria a melhor ideia, com algumas modificações. – Porém, eu preciso relembrá-los de algumas informações. Nosso objetivo não é abater os agentes do governo mundial, vamos apenas descobrir seus objetivos na ilha. Sim, esses homens bem vestidos são nossos principais suspeitos, já viu algum agente antes? – Fitaria a loira, a última frase poderia soar provocativa, contudo, não me preocuparia com sua reação, a sugestão de recuar havia sido frustrante. – Vou dizer novamente que nosso objetivo não é lutar, entenderam? Agiremos com o máximo de cautela. – Pausaria. – Vamos seguir esses homens suspeitos e ver até onde eles nos levam e o que conseguimos aprender com isso. Só vamos lutar se for necessário, certo? – Eu me sentia envergonhada com a última declaração, Asami tinha me visto agindo de forma oposta do que eu estava defendendo. “Eu sinto que aqueles bêbados tem alguma relação com a busca desses homens, talvez não, todavia, até agora, é a única suspeita que eu tenho. Talvez bater neles não foi tão prejudicial assim." Um pequeno sorriso no meu rosto denunciava minha satisfação.

- Bora – Pegaria o mapa, procurando pelas instruções dadas por Masaki. – Vou um pouco na frente de vocês, por questão de segurança. Estejam sempre preparados para o pior. – Seguiria até o local planejado, enquanto meus pensamentos não paravam de me sabotar. “Puta que pariu, esse é o melhor discurso motivacional que você consegue dar, Elise? Você é uma ótima lider.” Me arrependia por um breve momento, eles pareciam tão tensos com a situação quanto eu. Talvez acalmar seus corações teria sido uma ótima ideia. “Agora é tarde demais.” Ainda que eu não tivesse ânimo para fazer isso.

Ao chegar ao local, gesticularia para que o restante do grupo parasse, assim como eu também faria. Vasculharia bem o local com meu olhar, sempre atenta a possíveis suspeitos. “Por que diabos eles usam ternos?” Se não encontrássemos muitas dificuldades durante o percurso, voltaria até meus companheiros, com um pouco de alívio no semblante. – É, parece que é isso, vamos voltar. – Tentaria esconder que, por dentro, eu não estava satisfeita por não ter encontrado nada relevante. Porém, na hipótese de acharmos esses homens, diminuiria o passo e falaria com o grupo. -  São eles, tomem cuidado. – Não possuía muita experiência em me esconder, mas tentaria me aproximar dos homens, o suficiente para ouvi-los sem chamar muita atenção. Caso encontrasse empecilhos que me ajudassem a não ser vista, como becos, muros, qualquer objeto que não deixasse nítido que eu estava por perto os utilizaria, como também estaria atenta as ações deles. “Eles podem estar me procurando, se estiverem falando com alguém que testemunhou aqueles bêbados apanhando de mim, isso é ruim. Eles se diziam nobres, mas eu deveria confiar na palavra um bando de alcoólatras?” Se a qualquer momento eles me descobrissem, não hesitaria em sair correndo pelas saídas disponíveis, depois de despistá-los, tentaria me guiar pelas ruelas de Briss Kingdom para reencontrar os revolucionários. Na hipótese de o grupo ser descoberto, sendo esse meu maior receio, não hesitaria em agir. Correria o mais rápido possível até os agressores, sacando minha espada e desferiria um golpe horizontal na barriga do primeiro agente que visse. – Sou eu quem vocês procuram. – Falaria, visivelmente raivosa com os inimigos. Olharia para o restante do grupo. – Corram! A gente se vê mais tarde. – Não poderia deixar, de forma alguma, que aqueles jovens fossem capturados e, se alguém lutaria, essa seria eu.

A possibilidade que mais me agradava era que nenhum de nós fosse pego pelos possíveis agentes. Caso isso ocorresse, continuaria a segui-los, até que não fosse mais possível fazê-lo, ou seja, quando entrassem em algum local inacessível para nós.  Assim feito, me reuniria com a equipe. Se minhas suspeitas se confirmassem, esboçaria um pequeno sorriso. – Eles parecem ser quem procuramos, não acham? – Por um pequeno momento, meu mau humor desvaneceria, com minhas bochechas corando. – Temos que pensar no que fazer agora. -

Histórico da garota Chuchu:
 

Informações:
 

Objetivos:
 

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