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Cap 1.2 - Liberté XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1.2 - Liberté

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MensagemAssunto: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptyTer 19 Jun 2018, 17:21

Cap 1.2 - Liberté

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Elise Von Bernstein . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptySex 22 Jun 2018, 13:40

" Go "

Eu ainda não conseguia acreditar que tudo aquilo era verdade. Entrar para os revolucionários, aquelas lutas, pessoas... Tudo passara tão rápido diante dos meus olhos, e só agora eu tinha um pouco de tempo para refletir. “Eu sou uma deles agora” A ansiedade fazia meu peito palpitar mais forte, prestes a sair de Centaurea Island, sentia que meu futuro era incerto. Seria esse o tão idealizado sentimento de liberdade? Ele realmente mexia comigo.

Seguia em direção ao navio revolucionário que tirar-me-ia dali, mas durante o percurso, algo parecia ter acontecido comigo. Presa nas reflexões, senti que tinha-me perdido do restante do grupo, talvez eu sai tarde demais da Casa Grande. De qualquer forma, aceleraria o passo, nem Sara, nem o ruivo ou a estranha garota que o acompanhava estavam no meu campo de visão. – Cacete! – Murmuraria um pequeno xingamento durante a corrida. Esperei tanto para sair daquela ilha, não podia, sequer cogitar, continuar presa no mesmo lugar por uma falha minha. Apalparia minhas vestes, confirmando se tudo que guardei ainda estava comigo e seguiria em frente, rumo ao futuro.
OFF:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptySex 13 Jul 2018, 15:08

Narração


Já era manhã quando, a passos rápidos, lá se ia a nova revolucionária para um rumo um tanto incerto, mas quem sabe o saudoso futuro não reservasse boas experiências em sua vida, o propósito maior pelo qual rumara por entre as águas distantes do oceano. Aos poucos, a luz que fagulhava resvalando sobre os buracos das nuvens, fagulhava a trilha, alguns flocos de neve também caiam ligeiros ao gramado, o frescor aroma do gramado alto e do salgado do mar que estava próximo, elementos estes a compor um ambiente tão rico, porém simples e sutil. E conforme a ansiedade crescente de conhecer novos ares e, finalmente, deixar aquela ilha apanhava-lhe o corpo, talvez agora pudesse dar mais espaço para outros sentimentos que viriam a lhe cercar, a relva dava espaço para o ladrilhado que tomava a estrada de terra e então carregava caminho para o tão desejado porto, onde as árvores a beira da estrada, decoradas com pequenas cercas brancas, flores espalhadas perto dos bancos de ferro e alguns postes de luz apagados, agora a brisa vindo do mar, o som das ondas que quebravam logo a frente no caís, onde o cheiro do sal se tornara mais forte e reconfortante, o clima ameno não revelava imprevistos, estava calmo e as ondas podiam dar espaço para uma viagem tranquila e segura durante boa parte do caminho.

O silencio da floresta dava espaço para um novo tipo de ambiente, agora movimentado, o som de gaivotas em conjunto com retumbantes buzinas de barcos, badalar de sinos e gritos de marinheiros que bradavam ordens ou conversavam a amurada de suas embarcações enquanto comiam ou bebiam, mesmo que pela manhã, e já o povo que também estava presente, faziam seus comércios, pequenas vendas autônomas ao pé da estrada que, em pequenas barracas agrupadas, estavam por expor, em sua grande maioria, trabalhos de artesãos. Muitos passavam por lá também para comprar, e a maior parcela destes embarcavam em Escunas ou Caravelas, sendo que cada qual carregava seu estilo único de velas, não deixando de lado a discrição. Onde a maior parte dos revolucionários lá iam se abrigar, nos convés da enorme embarcação, a caravela, muitos carregavam estandartes da causa e permaneciam de um lado a outro para que pudessem ajudar na manutenção do barco, cada qual encontrava seu serviço e, assim, todos colaboravam para que a viagem fosse melhor e mais rápida, a mesma coisa podia ser vista na Escuna, embora, os cuidados para com a mesma exigisse menos tripulantes e esforços, a grande maioria encontrava um lugar para se apoiar, outros se despediam de seus entes queridos.

Ao longe já podia se ver uma embarcação que havia zarpado fazia alguns minutos, e já se podia ouvir os sinos badalarem, a última chamada para os barcos que, até então, estavam atracados ao porto e cada vez menos pessoas entravam nestes, ou estavam cheios demais ou já estavam prontos para embarcar, cabendo, agora, a garota decidir em qual destas seguir.

— Prontos para zarpar em dois minutos! —  Os sinos soavam outra vez, agora, acompanhado do aviso do homem que dava a previsão de partida dos barcos atracados, e nesse cenário de confusão misturado com adrenalina e ansiedade, a garota podia se sentir aliviada em sentir de que não havia deixado nenhum de seus pertences para trás, podia sentir cada qual em alguma parte de seu corpo quando apalpava-o por inteiro de cima a baixo.

— Venham ver nossas especiarias e temperos maravilhosos! — Um homem robusto de buço cheio vinha carregando e expondo seus temperos em pequenos sacos, todos agrupados a amurada de sua embarcação ao lado de peixes frescos que ele também estava vendendo.

— Brindes! Levem um presente de Centaurea, temos bandeiras e pequenos barcos de madeira artesanal! — Um homem a barraca gritava, agitando uma pequena bandeira do exército revolucionário e expondo alguns trabalhos em madeira que ele mesmo havia feito, muitos também carregavam o estandarte da causa revolucionária, embora, cada peça podia ser vista em uma versão com e outra versão sem o estandarte, este vendedor era um rapaz que tinha já certa idade.

—  Ostras, amêijoas e berbigões! — Passava uma jovem moça carregando um carrinho enquanto vendia seus produtos ao longo do porto, indo de uma ponta a outra.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptySab 14 Jul 2018, 19:19

Eu estaria mentindo se não dissesse que tudo que me rodeava no momento dava-me um arrepio que descia pela minha coluna. Ver Centaurea daquele jeito, parecia tão... Diferente. O porto movimentado, ambulantes dando um jeito de vender suas tralhas, em nada me lembravam dos perrengues passados até poucas horas atrás. Porém, mesmo com o leve sentimento romântico, ainda sabia que tinha muito o que fazer, começando por pegar o barco que tirar-me-ia dali. Porém ainda não era possível dizer que estava confortável com a situação. Todas aquelas pessoas, gritando, circulando a minha volta davam-me um nó na garganta, em simultâneo com uma leve pitada mais forte do coração. “ Espero que não acabe trombando em ninguém.” Meu corpo e eu entravam em desarranjo, outra vez. Sempre nutri um certo ódio pela minha timidez.

Ao ver a figura de um navio revolucionário distanciar-se no horizonte, colocaria a mão destra sobre os olhos, tentando forçar inutilmente a visão. – Será que os ruivos estão naquele ali? Eu espero... – Soltaria um leve murmúrio, preocupada. Não queria ter o desprazer de encontrar com aquela dupla tão cedo, portanto, focaria no presente. Continuaria o trajeto pelo porto, com passos mais calmos, reviraria o ambiente com os olhos, olhando todas aquelas pessoas trabalhando e seguindo as respectivas rotinas. Apesar de apreensiva, tinha curiosidade sobre o que estava acontecendo ao redor. Conseguia escutar um homem anunciando algumas lembrancinhas sobre a ilha, por um momento, pensei na possibilidade de comprar. Seguraria meu queixo, pensativa, enquanto fitava o chão a minha frente, também parando de me locomover. “ Todo o objetivo dessa transferência é esquecer o passado, Elise. Além do mais, os poucos trocados que você tem podem ser úteis no futuro” Já decidida, seguiria em frente, dando um último vislumbre nos itens.

Ao ouvir o badalar dos sinos, recuperaria a passada anterior, dessa vez mais acelerada, em direção ao navio revolucionário. Prontamente, me apresentaria. – E-eu sou Elise, sou uma revolucionária, é só entrar no navio? – Com resposta positiva, adentraria na embarcação. No caso de chegar atrasada, com um pouco de receio, gritaria. – EI! NÃO ESQUEÇAM DE MIM! – Uma vez dentro, procuraria por algum local tranquilo, em que conseguisse descansar. Caso encontrasse algum superior, revolucionário que tivesse as vestimentas diferentes das demais, o cutucaria e perguntaria: - Oi, eu participei na batalha de Centaurea... Sabe, no bar. – Com sua atenção, evitaria contato visual, e prosseguiria, um pouco envergonhada com as próximas palavras. – Eu ganho alguma coisa por isso? – Encerraria.
Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 08:24, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptySab 14 Jul 2018, 23:29

Narração

Vislumbrando, talvez, pela última vez aquele porto movimentado de uma ilha que de recordações se faziam a serem apagadas. Eventos passados não haveriam de macular aquela jovem que, por mais que quisesse seguir adiante, não podia ignorar o que a rodeava e, como um todo, apreciava a bela paisagem atípica, afinal, muitos homens não fardados caminhavam pelas estradas de pedregulhos, imergiam aos montes dentro do navio, prontos para embarcarem em segurança para outro local, um destino incerto que também aflorava um sentimento em seus corpos, aquele frio na barriga característico, não fruto da brisa, mas sim daquela visão, daquele cheio e daquele sonho; rumando com o devido cuidado para não prostrar sobre algum outro que passava por ali desatento, ou sobre alguma barraca que criava quase que um labirinto pelo caminho, e não tarda para que este trajeto tome o tempo restante, dava-se o último badalar de sinos antes que as embarcações sucedessem o som agudo com suas graves buzinas que lá se iam aos ventos, carregados pelos mares a se estenderem por quase toda a ilha, em coro iniciava-se o grito de emoção e lamento, muitos deixavam seus parentes em choros de alegria, e como a garota não tinha por quem chorar, continuou seu trajeto arriscado pelo meio das pessoas, ousando até mesmo uma breve olhada em uma barraca de brindes, o homem levou os olhos a moça no mesmo instante inclinando-se sobre os produtos e lhe esticando a mão com um de seus artesanais

— Ei moça, vejo que se interessou pelos brindes! Que tal levar um de recordação? Faço um preço justo e na promoção você pode levar dois por... Ei, espere! — Gritava este esticando a mão livre desejando que a revolucionária voltasse e desse mais uma olhada em seus produtos que tanto ansiava em vender, mas o tempo corria e, depois de alguns segundos, encontrava-se a beira do cais pronta para saltar para dentro do Brigue que, talvez por pura sorte, ou talvez o homem à porta ainda estivesse esperando por um último recruta atrasado que pudesse saltar ao barco, mas no fim das contas, seu grito ecoara chamando ainda mais a atenção do homem que não só estirou ainda mais a porta, mas como também erguera o braço para puxar a garota para dentro da embarcação e, logo em seguida, fechar a entrada com um solavanco.

— Uf! Essa foi por pouco heim senhorita — Este se calava por um instante a fim de limpar as vestes e arrumar-se, podia se notar uma reluzente coleção de medalhas que este carregava ao peito, ao todo, destas consagravam quatro renomados feitos dentro do exército revolucionário, com determinado orgulho e, ao notar que a garota fitava aquele aglomerado de medalhas, ele os ajeita antes de voltar a si — Ahm... você pertence ao exército revolucionário? — Indagava este, em dúvida, com seu semblante duvidoso e confuso, buscava pela medalha ou pelos trajes da garota que indicassem pertencer a revolução, contudo, ouvindo o relato da mesma e percebendo a situação em que estavam, não tarda para que sua feição penda para o lado mais alegre, com grande entusiasmo em suas magras pernas, o corcunda corre até perto de um pequeno vestiário logo ali, duas passadas é o necessário para que ele chegue à porta e busque por um manto negro que, por mais que fosse característico na causa, não carregava um estandarte, um símbolo que identificasse-o como pertencente aos revolucionários, talvez esta característica se desse pela qualidade e material da vestimenta, visto que apresentava ser de couro e de uma cor escura e profunda.

— Aqui está! — Ele chegava perto da garota e lhe entregava o manto, assim, ele não se mantém quieto, logo puxa de sua própria coleção uma medalha prateada — Seja Bem Vinda ao Exército Revolucionário — E então prendia o broche no manto, afastou-se e fitou-o com orgulho. — Acho que agora você devesse ir para o convés, o capitão está dividindo as tarefas de cada um enquanto navegamos —


Considerações:
 
Sobretudo:
 
Condecoração:
 
Porteiro:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptySeg 16 Jul 2018, 22:11

Conquest Of Paradise


Era incrível a velocidade no qual as coisas aconteciam ao meu redor. Jurava ter entrado no brigue e, enfim, teria um pouco de paz para pensar no futuro, enquanto a imagem de Centaurea literalmente esvaía-se do horizonte. Mas não, um homem, de uma aparência um tanto quanto repugnante ao meu ver, me seguira até dentro da embarcação. De imediato, já consegui sentir o cinismo subir-me a cabeça e quase proferi algumas palavras para afastar o esquisitão de mim. Senti o arquear de uma das minhas sobrancelhas quando o homem começara a falar, era o mesmo homem que antes estava vendendo as bugigangas lá embaixo. Me recusava a acreditar que ele teria se atirado em um barco revolucionário apenas por uma cliente. Prestes a despejar toda a cólera em cima do infeliz, vi por um mísero instante o estranho cintilar em seu peito. Ele carregava várias medalhas consigo e, honestamente, não subiria no barco sem motivos. “Mas o que diabos um revolucionário faz vendendo presentes num porto?” As dúvidas novamente me chacoalhavam a cabeça, me fazendo hesitar em xinga-lo.

Aceitaria o manto de bom grado. Não me parecia algo muito chique, um sobretudo um tanto quanto simples, nenhum sinal de destaque, pelo contrário, usado para acobertar nossa identidade. Dobraria-o e no momento deixaria a vestimenta ainda em minhas mãos. Aquele figurão me parecia estranho demais. – Você também é da revolução? Qual patente? – Não sei se conseguiria, mas tentaria disfarçar a rispidez em minha fala com um tom simpático, quase como se fôssemos colegas de longa data. Se sua resposta fosse positiva, prosseguiria. – E o que você tava fazendo vendendo aqueles presentes no porto? – Importante ressaltar que, assim como o manto, receberia a medalha que me entregara de um jeito gentil. Manusearia o objeto, colocando-o contra a luz e vendo o brilho refletir em meus olhos, voltaria a colocá-lo sobre o manto, encarando-o novamente. Era a minha primeira vitória na revolução, e algo que me deixava orgulhosa.

- Para o convés? B-bem, você podia me dizer como as coisas funcionam por aqui, eu sou nova ainda. – Não fazia ideia de como prosseguir naquele navio, e minha natureza introvertida não ajudava nem um pouco. De qualquer forma, com a ajuda do corcunda ou não, seguiria adiante pela embarcação, por mais forte que meu coração batesse, evitaria trombar contra outros revolucionários, enquanto ia ajeitando o manto em meu corpo. Se não conseguisse encontrar o convés por conta própria, um pouco receosa, cutucaria o primeiro revolucionário que aparecesse. – Você sabe onde é o convés? Preciso falar com o capitão – Parecia uma pergunta fútil, mas dependendo da situação eu que me encontrasse, o nervosismo não deixava minha cabeça funcionar muito bem. Caso encontrasse, procuraria pela figura do capitão, seja pela descrição que possivelmente conseguiria ou pela ajuda da figura corcunda que me acompanhara até agora. Se me solicitassem ajuda em alguma função, teria a resposta na língua. – E-eu até ajudaria, sabe, mas primeiro preciso falar com o capitão. – Na hipótese de falar com o próprio, responderia. – Sim! – Bateria uma continência apressada, já virando de costas e correndo atrás do que me fora designado. Se o corcunda ainda estivesse por perto, repousaria uma das mãos suavemente sobre seu ombro. – Você tem alguma ideia de quanto tempo vamos ficar aqui dentro? – Encerraria, procurando criar espaço entre nós.

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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 08:25, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptyQui 19 Jul 2018, 12:24

Narração

O senhor de cenho franzido, frente aos questionamentos sobre sua identidade, ao que haveria de ser desta, pusera-se a pensar sobre a frase que aquela nova revolucionária tinha indagado, e com o olhar cansado que lhe era do rosto, ao queixo sobre seu palmo a lapidar em consenso sua duvida, e de meio tempo seu semblante aluminara com a resposta, seu sorriso mavioso a se construir de canto, erguera o indicador direito para cima bradando uma das mais famosas expressões “Eureca!”.

— Está falando de meu irmão Túlio! É um vendedor de barcos artesanais aqui na ilha, eu me lembro que ele não tinha conseguido se juntar a causa revolucionária alguns anos atrás, como eu, então ficou fazendo esses pequenos decorativos, lembro da tristeza que foi quando negaram a inscrição dele para se juntar a nós, ele era tão vidrado em conseguir entrar — O olhar tristonho, caído, como uma fruta murchara se passando recordações, parecia falar com pena do irmão que não conseguira ingressar no movimento, mas logo o fio se aluminara, cingindo um sorriso por saber que o homem estava bem.

Como um choque a transitar pelo corpo, o tirava dos devaneios quando os olhos se cravavam novamente na garota, o homem deu um pequeno salto depois de libertar-se do turbilhão que a mente lhe vinha, e com receio revelou sua patente — Sou Major, estou em Centaurea para levar vocês, os novos recrutas, até o comandante, mas alguns preferem parar no meio do caminho, para onde pretende ir? — Dizia o homem colocando os braços para trás, puxara o manto de cima da algibeira que de lá sacava uma outra medalha dourada, condecoração esta de Fraternity — É minha última missão antes de ser promovido a comandante, por isso, me encarregarei de levá-los em segurança e garantir que nada dê errado... — Com o olhar vago dirigido as escadas que levavam até o convés, marchavam em conjunto para o andar de cima.

O caminho pelo corredor era estreito, dentre pilhas de caixas cujas quais podia se deduzir serem cargas — armamentos e mantimentos — empilhadas a formarem uma única passagem até a escada, o corredor cabendo apenas uma pessoa por vez, o corcunda tomou a frente conduzindo a marcha, e daquele pequeno cômodo que estavam, onde a luz provinda de fora por uma fileira de meia dúzia de janelas a esquerda, impedindo o breu total.

—As coisas aqui no barco funcionam em conjunto, quando se não tem equilíbrio e ordem, o que somos senão um bando de baderneiros? Ensino meus recrutas a terem disciplina, que acima de tudo, lutamos pela revolução, mas isso não significa que só atacamos reinos, derrubamos Qg’s e outras coisas mais sem nenhum propósito, temos que nos lembrar pelo que estamos aqui, por isso, trabalhamos em comunidade — ambos já estavam fora do cômodo, subiam ao convés a partir da escada que dava logo do lado das escadas para subir ao timão. — O capitão? Está falando com ele —

E lá, no convés, podia se ver duas dezenas de homens operando para a manutenção do navio, onde alguns corriam levando barris pelo convés até um quarto ao lado da sala do capitão, estes cinco homens se divertiam apostando corrida para quem chegasse primeiro ou terminasse o trabalho antes. Outros três encarregados de puxar a âncora e colocá-la em segurança no navio, além de mantê-la limpa. Os muitos outros, ao todo dez, ajudavam na limpeza, esfregando o grande convés ou ilustrando amuradas e mastros, alguns outros operavam em determinadas posições, como olheiro acima do mastro, o navegador conduzindo o timão ou os atiradores polindo armas e limpando canhões. O local era bem grande, sendo parte do espaço ocupado por dois mastros, o da frente sendo menor que o de trás, carregavam enormes velas negras com uma cruz vermelha ao centro. Três canhões estavam dispostos a um canto onde os encarregados limpavam seu interior e ilustravam, além de empilhar, as balas em uma caixa larga. O vento uivaste aos cabelos, o sol ameno e gentil resvalando sobre o convés e mantendo o clima agradável, o cheiro de peixe e de grama já não compondo o ambiente, apenas o cheiro do mar e o que carregava consigo, dentre os muitos barulhos de operantes no convés, o que se destacara era o dos choques das ondas contra o casco do navio, levantavam água que resvalava pelo convés e lá se iam escorrendo para baixo até que pudessem cair ao mar pelos espaços entre as madeiras.

— Seu trabalho não vai ser uma coisa que exija grande esforço, pois é para isso que fazemos tudo em conjunto, pode escolher entre ajudar na limpeza da cozinha, limpar o convés ou montar as armas com aqueles ali mais ao fundo, em alto mar as tarefas ficam mais fáceis, temos muita correria na hora de desembarcar daqui a algumas horas, vamos ter que deixar algumas cargas no porto e alguns homens também, se for seguir conosco até o fim da viagem vai notar que vai começar a trabalhar dobrado com a saída de alguns homens, mas nada que não consigamos lidar — Sorrindo, ele caminha até a sala do capitão, sua própria, convidando a recruta para entrar junto deste — Aqui dentro fica o mural de missões, sempre que quiser, e eu estiver, pode dar três batidas à porta para possa pegar alguma, lembre-se, três batidas. —

E segundo para fora, abrindo os braços, ele enfim terminava as apresentações dando liberdade para a garota iniciar suas tarefas, podendo escolher o que fazer — Enfim, assim que todos terminarem nós vamos almoçar, a comida já está quase pronta na cozinha. Seja Bem Vinda ao Pérola! —



Considerações:
 
Sobretudo:
 
Condecoração:
 
Capitão:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptyTer 31 Jul 2018, 19:32

Conquest Of Paradise (2)

Não sabia como, mas fui burra o suficiente para confundir o revolucionário com seu irmão. Senti de imediato o corar de minhas bochechas, não consegui conter a sensação de vergonha e sentia quase como se tivesse caído no chão. E, para piorar, não se tratava de um revolucionário qualquer, era um major, quase comandante, que liderava a viagem. “ E-eu, eu espero não ter soado arrogante, Deus, meu futuro no exército depende disso! Vamos Elise, eu sei que você consegue” tentaria disfarçar a surpresa, me recompondo. “ Como um major tem um irmão tão simples? Estranho” Apesar da curiosidade, não tinha o ânimo para solvê-la.

Ouvi as próximas palavras do homem com grande desatenção, mas creio que não perdi nada de tão importante. Continuamos o caminho pelo navio, dessa vez passando por um certo local que, de primeira vista, não me agradara. E minha opinião não mudou, era estreito, haviam caixas de munição jogadas a todos os cantos, porém ainda sim conseguia andar, com dificuldade, pelo estreito caminho que havia ali. Engolia seco, era quase tão sufocante quando passar por uma multidão, com todos os olhos voltados para mim... Se já não ajudava, ainda havia o corcunda a minha frente, não era uma vista nem um pouco agradável e, de certa forma, deixava-me irritada, ele poderia ter andado mais rápido e ter feito aquela experiência desagradável durar um pouco menos. Mas eu hesitei, não podia dar-me o luxo de perder a cabeça com o comandante.

Se já não fosse desconfortante o suficiente, agora nós dois estávamos no convés. Eram tantas pessoas circulando por ai, cada uma com seus afazeres e aquele cheiro d’água salgada entrando pelas narinas. Meu coração palpitava mais rápido só de imaginar que uma delas me abordasse. O capitão continuava a falar, explicando as funções e no que eu poderia ajudar. Era inegável que toda aquela vida que havia no navio era intimidadora para mim, mas se eu queria subir ainda mais no exército e me destacar eu precisava superar as dificuldades de sociabilidade. Por fim, caminhávamos em direção a sua sala, e ele me passava mais algumas informações úteis, e eu finalmente me decidia sobre o que fazer.  – Bem, primeiramente eu gostaria de ficar por Briss mesmo. É a próxima ilha, correto? – Dava uma pequena pausa, deslumbrando os aposentos do futuro comandante. – Bem, eu acho que vou ajudar na cozinha, aonde que fica? – Me dirigiria para o local, se o capitão me desse as instruções.

Uma vez lá, atentar-me-ia ao local e as pessoas que estivessem ali. – E- eu vim ajudar, vou lavar os pratos. – Um pouco tímida, avisaria o por quê de estar ali. Retiraria minhas luvas e o manto com suavidade, colocando-as próximas de mim. Pegaria os pratos que estivessem ali, um por um, e deixaria a água corrente fazer o trabalho pesado. Pegaria uma bucha ou pano e limparia o restante dos resíduos, colocando-os em seu devido lugar. – Tem alguma bucha por aqui? – Se não encontrasse por conta própria, pediria auxílio de alguma boa alma que estivesse por ali. Conforme eu fosse lavando os pratos, aumentaria o ritmo, num claro sinal de irritação. “Mal vejo hora de acabar com isso.... Já tô ficando com fome.”  Acabada a tarefa, colocaria minhas vestes de volta e me retiraria do local, voltando ao convés. Escoraria-me sobre o casco, fitando o horizonte a minha frente. Continuaria naquela pose até que alguém viesse me chamar para o almoço, porém, no caso de demorar demais até alguém aparecer, dirigiria-me até a cozinha sozinha, já com uma expressão carrancuda sobre o semblante. – O almoço já tá pronto? – Perguntaria ao primeiro que cruzasse meu caminho.


Histórico da garota Chuchu:
 

OFF:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Dez 2019, 08:26, editado 1 vez(es) (Razão : histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptySeg 10 Dez 2018, 14:33










- Elise Von Bernstein -
Clima: 16 Cº - Alto Mar
Localização: A caminho de Briss Kingdom - 1/1
Horário: 14:30





Por algum motivo, o Capitão do navio parecia se esforçar para deixar Elise à vontade no navio que ainda não tinha destino certo para a revolucionária, os motivos poderias ser diversos, inclusive poderia ser bom ver uma flor em meio a tanto homens que compunham as classes mais baixas dos revolucionários, ou talvez pudesse ser uma armadilha, mas era bem provável que tais pensamentos jamais estivessem passando pela mente da Bernstein, que se sentia deslocada no local, parecia estar nervosa com a mínima possibilidade de chamar atenção e fazer muitas pessoas decidirem falar consigo. Mas para seguir seu caminho, a espadachim teria de deixar sua timidez de lado, ou parte dela ao menos, e vencendo o que poderia ser uma batalha interna, perguntou ao capitão, que lhe explicava sobre o funcionamento das coisas no navio, chamado Pébraço pelo mesmo.

- Bem, primeiramente eu gostaria de ficar por Briss mesmo. É a próxima ilha, correto? – A pergunta fez com que o Capitão soltasse um pequeno suspiro, antes de acenar com a cabeça, concordando com o que foi dito. - Sim, devemos chegar lá em poucas horas, tenta aproveitar um pouco da viagem, é um caminho bem tranquilo até Briss. – Disse o corcunda de forma pensadora pouco antes de escutar alguém chamá-lo. - Capitão Fallborn, preciso de ajuda na cozinha. – O Capitão virou-se irritado para o homem que lhe chamara. - Eu já disse para não me chamar assim, seu imbecil. – O ódio do mesmo era quase que palpável, e o outro homem parecia fingir que se arrependia, a cena parecia ser costumeira para ambos, mas antes que mais alguma coisa fosse falada, Elise interrompeu ambos. - Bem, eu acho que vou ajudar na cozinha, aonde que fica? – O capitão ficou emburrado, mas o homem que chagara que se pronunciou.

- Eu te guio até lá. Vamos? – E sem olhar novamente para o Capitão, que novamente suspirando se retirou para seus aposentos. Os dois revolucionários seguiram na direção da popa da embarcação, já que todos os cômodos do navio tinham sua passagem por um pequeno hall que ficava próximo da parte traseira. Seguindo o caminho, a espadachim adentrou o hall e seguiu em frente passando por mais duas portas até chegar à [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Do lado de dentro desta, mais de 5 pessoas trabalhavam fazendo as mais diversas comidas, algo de dar água na boca em qualquer pessoa, mas infelizmente para a Bernstein, sua tarefa envolvi em lavar pratos em uma pia que ficava no fundo dos aposentos, e ela de costas para todos. - Por favor, apresse-se por quê se você demorar muito tempo para começar, você vai virar o centro das atenções, e eu te garanto que você não vai querer isso. – Explicou o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que mesmo sem saber da condição da revolucionária, imaginaria que ela se sentiria desconfortável com a situação.

Aproveitando a deixa, Elise se moveu para a pia e começou seu trabalho, que acabou por durar bastante tempo, pois havia uma quantidade imensa de coisas para serem lavadas, pratos, talheres, panelas, copo, etc. Mais de duas horas foram gastas para terminar o serviço, e ao final deste, a espadachim voltou para o convés, para não atrapalhar os outros, e a fome começava a lhe incomodar, então se encostou em uma parte do casco para descansar, fosse para observar a imensidão do mar, ou desfrutar da bela brisa que os ventos lhe traziam. E para a sorte desta, dez minutos depois, o mesmo homem aparecera perto de si. - O almoço está pronto, que tal vir agora? – Perguntou o cozinheiro, imaginando que a fome já deveria incomodar a revolucionária, mas acabou fazendo papel de piada. - Vamos logo Luca, para de namorico. – Gritou outro tripulante ao passar correndo por ambos. - Me desculpe pelo gracejo idiota. – Pediu o loiro logo em seguida, virando-se para seguir para o refeitório, que coincidentemente era uma sala antes da cozinha onde a Bernstein estivera antes.

Ao adentrar o refeitório, era se possível ver que boa parte dos lugares estava ocupada, mas ainda haviam lugares vazios, sendo estes mais nos cantos, e perto do banheiro ou da lixeira. - Tem arroz, macarrão, carne, peixe, frango, salada e feijão. Pegue o que você quiser e o quanto quiser. - “Ofereceu” Luca para Elise, e logo depois este tomou um lugar próximo ao banheiro, e antes que a morena pudesse sair de seu lugar, o Capitão parou a seu lado. - Depois de comer pode tirar um cochilo, ou fazer o que quiser, em pouco tempo devemos chegar à Briss Kingdom. – Avisou o mesmo, indo pegar sua comida em seguida.

Considerações:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 1.2 - Liberté   Cap 1.2 - Liberté EmptyTer 11 Dez 2018, 20:40

Rapadura é doce mas num é mole não


Me surpreendi a ver a figura loira surgir na minha frente. Ao que tudo indicava, ele e o capitão possuíam certa intimidade, o chamou pelo nome. ”Fallback? Será que ? Não, isso é impossível....” Era muito coincidência ele ser corcunda e possuir aquele nome, talvez apelido. Suspirei fundo, aliviada. Saber que Briss não estava tão longe assim dava um alívio que percorria o peito. Fiquei impressionada com o tamanho do navio, de verdade, parecia ser bem maior do lado de fora, e pensar que todos os cômodos estavam organizados ao redor de um único hall. “É, posso dizer que os revolucionários possuem certa organização, não são nem um pouco parecidos com os piratas.” E, novamente, meu coração palpitava mais forte. Avistar aquelas 5 pessoas na cozinha, até então, todas desconhecidas, era um pouco amedrontador.  Fechei o semblante por um momento, será que não teria um momento a sós?

Enfim, aceitei as condições que me eram impostas até ali, e comecei a lavar os pratos. ”Reclamar não levar-me a lugar algum” Com certa raiva no olhar, busquei realizar a tarefa com o melhor desempenho que pude, se fizesse bem feito, estaria rapidamente fora dali e poderia descansar um pouco, sozinha. Para o meu azar, aquilo consumiu mais tempo do que eu imaginei, apesar de não saber quantas horas foram, já sentia meus braços dormentes. Depois de muito esforço, terminei, e segui em direção ao casco, onde finalmente pude descansar, um pouco. A fome surgiu e senti seus solavancos na minha barriga. “´É, hora de comer.” Por coincidência, o loiro retornava no momento mais oportuno.

Não demorou muito, e mais um descontentamento entrava na minha lista. A “brincadeira” do revolucionário que passara por mim e pelo loiro faziam meus dentes rangerem de raiva. – Desgraçado... – Murmuraria, em voz baixa, enquanto encarava o chão. “Esses idiotas não conseguem me ignorar” Afim de não enfrentar mais perrengues, me dirigiria ao lugar indicado pelo companheiro que me acompanhara até então, pude ver que haviam alimentos bem variados e, sem pestanejar, montaria meu prato. Não colocaria muita comida, um pouco de cada, o suficiente para encher o prato de forma equilibrada. Pegaria um talher simples, sem preferência entre garfos ou farcas, comeria com o que estivesse disponível. E, então, chegava a decisão mais difícil. “A-aonde eu sento?” O refeitório estava lotado, era quase impossível sentar sozinha e, infelizmente, não consegui identificar muitas mulheres naquela confusão. “Seja o que Deus quiser...” Sentaria no lugar mais afastado que conseguisse, nos cantos. Evitaria fazer contato visual com qualquer um que estivesse na sala, e realizaria minha refeição quase sempre com os olhos voltados para o prato. Se tentassem conversar comigo, gesticularia que minha boca estava cheia demais, e que, por isso, não conseguiria falar.

Uma vez terminado o almoço, procuraria pelo capitão Fallback, quando o encontrasse, daria um pequeno toque em seu ombro. – Oi, então, onde eu posso descansar? Não sei se tem algum cômodo exato para cada um aqui, ou se vou ter que dividir meu quarto com alguém, não sair perguntando de quarto em quarto, são muitas p-pessoas. – Perderia um pouco a compostura ao pronunciar a última palavra, só de imaginar a situação, sentia um arrepio serpentear a coluna. Com a resposta, me dirigira ao local adequado. Se não conseguisse encontrá-lo, ou, tivesse que falar com mais alguém, optaria pela passividade, novamente voltaria para o casco do navio e sentaria-me próximo dele, o usando de encosto. “Parece um bom lugar para tirar um cochilo”
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