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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptySex 24 Ago 2018, 06:16


Passo 15: Ain't nothing I would rather do


Naquele momento, eu tinha pescado 2 peixes com uma só vara de pescar, uma isca única num barco em movimento, finalmente o universo compreendeu minhas habilidades surreais, e me recompensou devidamente como deveria, uma coisa que eu deveria ganhar sempre, pelo meu excepcional trabalho de juíza, e nem venha me dizer que eu devia ter matado aquele cara, e que ele vai me infernizar depois, porque eu sei disso, talvez eu me arrependa de ter deixado ele vivo, e lembro perfeitamente que ele bem… Não deveria ter ficado, e eu posso acoplar isso para o futuro, sei que eu também havia estipulado isso anteriormente, não precisa me lembrar essas coisas eu lembro, eu penso nisso desde que saí, mas foquemos nos peixes.

Alexis me perguntava como eu tinha pescado aquelas coisas e eu não tinha uma resposta lógica para ela, eu gostaria de dizer que sou a grande mestre da pescaria, mas nunca tinha feito isso na vida. - Na verdade eu só posso dizer que é o destino, nunca tinha segurado uma vara na minha vida.- Sim tanto pelo literal que apresentava, como pelo sentido triste da frase, era uma questão que eu seria honesta naquele momento. - Bem só posso dizer que foi uma jogada de sorte, ou sempre fui uma gênio da pescaria e não sabia disso.-Diria olhando para o mar novamente. Quando ela me perguntava sobre cozinhar, a resposta seria a mesma. - Nunca cozinhei mas se eu pesquei dois peixes aqui, deve ser uma tarefa fácil, eu sei ferver água, e assei linguiça uma vez, mas linguiça mesmo a carne, da outra não faço ideia.- Era o dia de lembrar de tristes deixas, eu sabia que eu devia ter aproveitado o marinheiro com gostos questionáveis para mulheres.

Eu sempre deixo as chances passar mesmo, se bem, que eu to com a Alexis no barco… Hum… parece uma boa ideia, mas deixemos para mais tarde. Nessa hora me resta guardar os peixes e pra isso apenas caminharia até a cozinha da embarcação e procuraria algum lugar que tivesse um meio de conserva que eu pudesse deixar eles, então o colocaria e voltaria pra onde estava. Olharia para o mar nesse instante dizendo. - Vamos lá meu velho amigo, que agora temos a segunda rodada.- E colocaria a isca na ponta da anzol da vara e lançaria novamente para o mar, dessa vez o resultado era irrelevante, pescar aqueles dois tinha me satisfeito até aqui se preciso faria algo quanto a linha arrebentada, se precisasse a amarraria no anzol, então pegar mais bem, se viessem bem, se não viessem eu tinha o que precisava. Se viesse algum peixe os guardaria e com a segunda pesca pararia de pescar por ali, se depois de exatos 40 minutos nenhum novo bicho fisgasse apenas pararia a pesca. Em ambos os casos ao finalizar eu guardaria meu material de pesca colocando eles de volta na dispensa.

Depois de guardar, partiria até a pequenina mais uma vez para ver se ela ainda estava muito ocupada no leme. -Alexis, já estamos na corrente correta ou você ainda está precisando manter as coisas em rumo?- Questionaria pra saber se ela podia apenas travar o timão ou se ela ainda estava ocupada sem poder se retirar dali, afinal era um tanto quanto legal se ela estivesse livre pois tinham coisas que eu gostaria de fazer, e uma delas era bom uma presença amiga para meu show. Se a resposta dela fosse que de fato estava livre bem eu a chamaria para a cozinha, sim a ideia era que ela fosse comigo pra usar tudo que tivesse a meu dispor e fazer a melhor comida que alguém já comeu. - Que tal cozinhar algo pra comermos? Não sei se tem uma coisa aqui que eu possa fazer perfeitamente, mas eu acredito que você possa gostar da minha especialidade… AMATEUR FISH… exatamente isso que você ouviu.- Sim, seria aquele peixe que ela nunca mais iria esquecer. E nesse caso a levaria para a cozinha, o primeiro de tudo e mais importante, tiraria a roupa por dentro da minha nova jaqueta, no caso primeiro a jaqueta, depois a camisa, e vestiria ela por cima, ficando apenas de sutiã + jaqueta naquele momento.

Pegaria então a camisa e amarraria na cabeça como se fosse uma faixa deixando o cabelo pra fora claro e por fim olhando para a pequenina novamente dizendo. - Veja bem Alexis-san.- Sim meu rosto agora transmitiria paz e calma, como a de um velho mestre de qualquer arte marcial que você pensar aí, exercite esse cérebro preguiçoso aí que tô ligada que cê não é do tipo que curte pensar muito não. - O primeiro passo de todo grande começo na cozinha… É colocar uma faixa na sua cabeça, pois sem isso, não se tem estilo, sem estilo a cozinha não funciona.- diria com plena convicção em minhas palavras, não me falhe agora destino, eu preciso de você, pois é aqui que a sobrevivência começa. - Vamos lá, vou começar por o simples, untar minha frigideira.- Pegaria óleo e começaria colocando ele sobre a frigideira, e depois disso deixaria ela na lateral, mas não acenderia o fogo ainda, começaria agora tratando o peixe, inicialmente, removeria todas as entranhas do bicho, para que não ficasse algo bem, estranho… Eu tiraria isso, e limparia ele na água obviamente com bastante cuidado.

Depois disso ligaria a boca do fogão esquentaria um pouco o óleo, enquanto com a faca fatiaria o bicho em vários pedaços colocando ele finalmente na frigideira, claro que sem cauda e sem cabeça. - Viu o que pode dar errado?- Diria olhando para a pequenina, bem muita coisa ainda podia dar extremamente errado mas não pensaria tanto sobre isso, mantendo meus olhos ali, e claro, procuraria por ovos, caso tivessem ovos ali era hora de preparar eles para empanar meus pedaços de peixe quando eles fritassem, claro que nunca empanei nada na vida, mas Diego? Bem ele era um ótimo cozinheiro e vi ele fazendo, claro que ele faz tudo parecer simples. E quando olhasse para os ovos, bem minha sensação seria aquela clássica… Não saber exatamente como eu deveria agir… Não ter a plena certeza, mas lembrava um mínimo.

A coisa inicial era bater com a colher no topo para abrir uma fenda por onde removeria apenas a clara, onde derramaria ela em um prato a parte batendo ela com a colher, e depois quando aquilo começasse a espumar, bem, colocaria a gema, bateria tudo junto até a espuma amarelar, e colocaria em frigideira a parte, e por fim esquentaria, mas só quando visse que o peixe estava próximo do ponto, bem medir os tempos não era algo difícil, na verdade pra mim é como respirar, eu só lembro e cálculo, sem pensar muito sobre. E no momento exato que visse ali com o ovo ainda mole e claro um pouco de farinha, jogaria rapidamente os pedaços do peixe no ovo, e começaria a bater eles na frigideira para que o ovo cobrisse tudo, e depois disso era só esperar, que bem, deveria ficar uma lindeza… ou não bem… A estética não é tudo se o gosto for bom… É o que importa…

Mas sabe… agora que parei pra pensar… E se os peixes que eu pesquei… não forem consumiveis, isso tem sua cara, e não me olha desse jeito que sei que ta com essa cara de quem diz “EU? eu jamais faria isso” FARIA SIM SEU ANIMAL DE TETA, E NÃO ME DIRIA QUE ISSO NÃO ERA DE COMER, IA ME DEIXAR SOFRER QUE EU SEI… Mas que filho de uma babuína com asma… eu to ligado que essa porra vai me foder ainda… Esses seus esqueminhas aí HUM… Só que agora é tarde, vamos provar isso. - Aqui está o meu supremo novo dote, a cozinha “Amateur Fish” meu prato mais legal. Dá pra sentir os nutrientes em? Só de olhar pra essa bela textura. - Sim eu diria isso mesmo que ele parecesse que saiu de um esgoto… Porque o que vale é que seja gostoso, e que por amor de Deus seja gostoso, não dá pra não ter um cozinheiro se eu não conseguir fazer no mínimo isso… Sei que está dizendo agora “ Se queria cozinhar, aprendesse de pequena ué? Esquecer esse negócio de caçar criminoso, e ser mais útil” MAS A CULPA É SUA SEU FILHO DA MÃE, EU SÓ QUERIA UMA PORRA DUM PEIXE EMPANADO, É PEDIR DEMAIS? EU NUNCA FAÇO UM PEDIDO E VOCÊ ME NEGA LOGO ESSE… Nem vem com isso também… Aquele último não conta... os outros 4520201544787844548 também não contam não, porque eles foram injustos… NÃO QUERO OUVIR… Lá, lá lá lá lá lá lá sai da minha mente lálálálá… MALVADO!!

Depois de tudo isso finalmente a hora da verdade… Com um garfo partiria o pedaço do peixe e moveria até a boca provando ele já deixando outro grafo ao lado pra caso Alexis quisesse.

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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptySex 24 Ago 2018, 15:27



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Era inesperado como em um barco em movimento a Juíza havia conseguido a proeza de não só ter pescado um peixe, como dois se não fosse o universo sem dúvidas seria fruto de um talento oculto que só aparece a cada 100 anos, de certeza. Não havia dúvida que esse era o tipo de recompensa que deveria ganhar sempre afinal, ela fazia um papel importante para o universo, como ele não havia reconhecido até então? A idéia de que deveria ter matado o Mink talvez lhe acometesse mas, havia cometido seu julgamento e se viesse a se arrepender, esse era um fruto que a aguardaria para o futuro, não para o agora o foco seriam os peixes.

A pergunta feita por Alexis a fazia responder de forma demasiadamente sincera, afinal não parecia ter qualquer experiência em manusear objetos cilíndricos anterior em todos os sentidos de interpretação a garota atribuiria a sorte ou até mesmo ao fato de talvez ser uma gênio e talvez de fato fosse a lição de agir como um peixe talvez a fizesse capaz de algo que pessoas comuns não eram capazes de alcançar. Na cozinha, tinha a confiança de que poderia fazer com facilidade o necessário, mesmo que carecesse de uma experiência prévia, apenas alguém atingido por um raio tetificador poderia pensar o contrário se compararmos a dificuldade à de pescar em um barco em movimento sem experiência em pescar e se ter dois peixes com uma só isca mas, pera… Realmente não era algo a se desconsiderar, o cara que havia concebido um oponente com um ferro no rabo chamado Catatatu Narua não deveria realmente ser levado como alguém muito normal… Talvez o marinheiro de gostos peculiares lhe fosse um bom alvo mas, havia deixado a oportunidade passar...Ainda tinha um tempo com Alexis no barco… Talvez? A pequena pareceu animada aos olhos de nossa querida Juiza que procuraria um lugar para que pudesse conservar a sua conquista e na cozinha, não teria dificuldade em achar uma espécie de geladeira para guardar seus peixes, ao abrir a geladeira poderia ver alguns ovos e um saco de papel com um conteúdo esbranquiçado fácilmente reconhecível como cocaína farinha.

Voltaria a segunda rodada da pescaria mas, diferente da primeira vez que o peixe havia vindo de forma misteriosamente rápida, dessa vez apenas  quando Sophia estava perto de desistir depois de 37 minutos pescando que algo havia puxado a sua isca e quando ela puxasse para descobrir o que havia capturado, poderia ver não um peixe mas algo inusitado. Em pleno alto mar ela havia encontrado um caranguejo, isso mesmo um caranguejo mas, você não esperava a essa fase da vida algo normal, certo? Bem… O caranguejo havia caído atrás de Sophia a alguns metros, soltando a linha e bem… Definitivamente poderiamos chamá-lo de um caranguejo determinado a viver já que ele carregava consigo uma faca, uma faca não afiada mas Sophia não poderia dizer de certo, sem dúvidas uma piada que o carinha doente que tem prazer em ver menininhas apanhando sem dúvidas nesse momento deveria ter seus planos e estar rolando em meio ao chão enquanto redigia essa sentença a garota.

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Como se não fossem o foco um do outro, tanto o caranguejo quanto a garota deixariam para depois o que poderia ser um embate épico, estava mais focada no agora e o caranguejo se manteria ali atento as duas, não parecia esperto o suficiente para ir em direção das águas.Quando perguntada Alexis com um sorriso poderia responder, enquanto já travava o timão. -Na verdade, acabamos de pegar uma corrente!... Amateur Fish? Até o nome parece de algo gostoso, vamos lá!-Diria a garota em um tom animado e energético, enquanto desceu da caixinha que usava para ter a altura para navegar e seguiu com a caçadora para uma aventura gastronômica. Quando chegassem a cozinha uma técnica sem precedentes era revelada por nossa queria protagonista, retiraria sua camiseta ficando apenas de sutiã e jaqueta na parte superior de seu tronco e  prenderia como uma faixa a sua camiseta em sua cabeça sua confiança? Pareceria comparável ao mais bravo herói partindo para a mais simples aventura, como alguém muito sábio diria, “amor próprio é tudo”.

A pequena parecia vidrada no que via, talvez não entendesse bem a parceira e bem… Não era algo a se estranhar, já que as ideias maluquinhas da caçadora eram bem inesperadas. Construiu uma lógica impossível para que qualquer um pudesse discordar a faixa!... A Faixa… A Faixa para um cozinheiro, sem dúvidas seria o maior ingrediente para o sucesso, não havia dúvidas e mesmo Alexis se deixaria levar pela confiança de Sophia. -Eu nunca vi um bom cozinheiro que não usasse uma… Agora tudo faz sentido! - Diria a garota concluindo como se tivesse tido a mais brilhante das revelações, seria notável a  caçadora que o olhar da garota bem… Não era dos mais puros em sua direção, talvez a técnica avançada Amateur Fish tivesse um efeito prévio de instigar antes mesmo do começo de seu preparo a todos, afinal uma faixa na cabeça, o que poderia ser mais atraente? Talvez um cara com sombreiro,  mas essa é uma história que se deixa para outro capítulo.

Passo a passo, a alva garota começou a untar a panela com óleo para que não grudasse, algo que poderia encontrar próximo do fogão e limpou as entranhas do peixe, um processo que não era muito delicado por sua falta de experiência, danificando visualmente mais o peixe do que alguém que soubesse o que fazia teria feito e não parecia ser um peixe que tivesse espinhas, de fato era o peixe mais conveniente do mundo. Uma vez que o peixe estivesse limpo, ligaria uma das bocas do fogão após picar o peixe em pedaços que não eram uniformes colocando o peixe no óleo pré-aquecido até que… Cara, você não fez essa pergunta ao universo, certo? É quase como se você pedisse para que ele a castigasse mas, felizmente quem a responderia não seria o universo e sim a garota que a acompanhava. -Não vejo o que pode dar errado nisso. - Completou a garota em um encorajamento enquanto a caçadora agora mostrava sua técnica, estava mexendo com óleo sem camisa, óleo quente e o universo por vários momentos pareceu tentado com a provocação, talvez o único fator que impediria que isso tivesse acontecido fosse que alguém havia tomado o lugar de quem controlava as manivelas de sua vida e esta não era certamente a ilustração mais perfeita do mundo para o que aconteceu. Buscou os ovos que havia visto mais cedo na geladeira, já havia visto Diego preparar algo do tipo anteriormente e ele era um ótimo cozinheiro, porque ela erraria? Realizando os processos para que pudesse empanar o peixe e fritá-lo da forma como achou correta bem… Antes que provassem não poderiam dizer nada quanto ao sabor mas… Certamente o aroma daquele prato que não era nada atrativo aos olhos, poderia fazer salivar até mesmo o mais exigente dos paladares.

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Fosse por também ser um talento oculto na cozinha ou pela qualidade do peixe que ela havia capturado o aroma que o Amateur Fish emitia parecia vir até mesmo de um anime diferente, onde as pessoas são capazes de ficarem muito “animadas” com comida. Se havia algo que era certo estava no grande segredo da garota… A faixa, claramente. Alexis a responderia após encarar o prato quase babando por alguns momentos.-Os nutrientes eu não sei mas o cheiro! Era um tom animado em resposta aos feitos da garota que havia naquele momento talvez conquistado do universo claramente o único pedido que contava, os outros 4520201544787844548 favores, não contavam e o universo sabia disso. Quando levou o seu garfo ao peixe ele se partiria revelando uma maciez incrível para o empanado e se o cheiro era bom… Bem o gosto era de levar lágrimas aos olhos até mesmo de alguém sem olfato Alexis checaria se poderia pegar um pouco e se Rockfeller lhe desse acesso a dádiva que havia criado ali, enquanto a pequena comeria seria possível vê-la literalmente deixar cair lágrimas, com o rosto levemente ruborizado e um sorriso no rosto, os processos eram bem executados demais e o ingrediente ajudava muito, carecia de tempero para elevar aquilo para outro patamar, mas talvez tenha sido a melhor escolha para a garota que ainda não tinha a experiência para equilibrar da forma correta e poderia acabar estragando o peixe se o tivesse feito dessa forma. Quando terminassem de comer, Alexis animada, olhando para cima acabaria soltando algum comentário.- Nunca pensei que fosse me divertir tanto em uma aventura, não sei o que esperar de Loguetown, mas tenho certeza que com você vai ser muito divertido! Quem sabe lá a idéia de um nome para o barco ou de uma bandeira surge? Não que isso seja importante hahahahaha!-Diria a garota em um tom alegre e cheio de esperança ao qual pouco a pouco Sophia poderia recolher pelo que havia plantado.



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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptySab 25 Ago 2018, 03:36


Passo 16: Going down, party time (Não ligue 190 ela é mais velha que eu.)



A pesca dessa vez não era tão imediata, 37 minutos, e eu pescava um caranguejo, cara… não dá pra se preparar um… Eles são duros, tem carapaça, e eu mal frito o ovo certo, mas esse era estranho… Ele segurava uma fucking faca nas mãos, porra que que vai vir agora? Um urso com uma espingarda… NÃO ESCUTE ISSO, SEU MALDITO, SAI DA MINHA MENTE, EU SEI QUE VOCÊ TA GUARDANDO ISSO..ESQUEÇA AGORA, EU TO MANDANDO ESQUECER… Sério… um urso com espingarda não vai dar bom… Sabe por que? PORQUE É A PORRA DUM URSO, COM UMA ARMA DE FOGO D-E-F-O-G-O, TA ME ENTENDENDO? HÁ NÃO… Droga… Você é impossível…  Bem eu não ia mexer com esse animalzinho agora, deixa ele feliz no barco, quem sabe ele não quer só comer um pouco, eu valorizo quem tem coragem de lutar pela vida, sim mesmo que seja um crustáceo muito estranho, ele merece um mérito pela determinação.

Na cozinha bem, as coisas davam muito mais certo do que eu pensava elas rumavam para algo diferente do que era habitual, e eu conseguia fazer um trabalho, há sim… Eu conseguia fazer minha arma “Amateur Fish” até mesmo Alexis via a grandiosidade da minha obra de arte, com o cheiro maravilhoso,  que a pequena até mesmo citava, e bem ela me olhava sempre daquele modo, diferente, eu gostava disso, passava uma sensação estranha mas reconfortante, e claro quando ela começasse a comer, eu a perguntaria. - E aí ficou realmente bom?- E só depois da resposta dela que levaria meu pedaço de peixe a boca, sempre bom ter uma cobaia né? Exatamente, vai que.... de todo modo começaria a comer em conjunto e deixaria que ela se fartasse para estar melhor ao fim de tudo, e se sobrasse um pouco da comida no prato diria. -Bem temos um hóspede ali acho que não faz mal alimentar.- Pegaria o restinho no prato e levaria para o crustáceo gatuno.

Assim que se aproximasse dele, se a pequena estivesse comigo eu diria. - Esse é o Juarez, vamos dar comida pra ele, devia estar jantando quando eu pesquei ele… Imagino isso pela faca.- Diria com convicção do que ele de fato poderia estar fazendo, e bem, era um bichinho interessante no fim das contas, deixaria a comida no pratinho no chão pra ele partindo dali, enquanto lentamente puxava Alexis pela cintura. - Então eu tava pensando você não quer ver as coisas que comprei?- Falaria com um sorriso no rosto, meu objetivo é só levar ela até um lugar mais legal, só temos nós duas no barco, mas não seria legal de repente o Juarez beliscar minha bunda com as pinças… Nada legal… NEM PENSE NISSO… EU SEI QUE DEVE TER PASSADO NA SUA CABEÇA… ESQUEÇA… NÃO VOU DEIXAR ESSA BRECHA, SEU MALDITO… Me deixa em paz… Vou ser feliz daqui a pouco… Então não vamos estragar isso.

Levaria dali Alexis para o quarto pegando o caderninho assim que chegasse lá fechando a porta e sentando ao lado dela, na cama mesmo, e mostraria tudo. - Esse é meu caderninho novo, e os lápis, e ali embaixo estão as tintas.- Diria com um sorriso no rosto, lentamente aproximaria a cabeça dela e rescostaria sobre o ombro da pequenina prosseguindo. - Obrigada, por ter me ajudado o dia todo… Eu na verdade sem você nem teria como sair da ilha, porque bem… Eu estava presa a quem eu mesma criei sabe, eu pensava que o combate ele é… Tudo que eu precisava mas percebi hoje que combate não é tudo, sem outras coisas eu não vou viver muito, como sem uma navegadora por exemplo e bem… Eu devo tentar aprender a cozinhar, apesar de ter feito uma comida até legal bem… Ela não era algo com técnica, contei apenas com o poder da faixa na cabeça.- Nesse momento tiraria a jaqueta, e a camisa amarrada na testa dobrando elas e colocando na cadeira mais próxima, ou no chão caso não tivesse uma ali, e finalmente me aproximando mais dela deixaria o rosto de frente para o dela, beijar ela não era nenhum desafio quando eu o quisesse fazer afinal, a gente se conheceu com algo assim, na verdade eu agarrei ela quando era uma plena desconhecida e uma provável criminosa.

Não vem de novo me dar bronca com isso não… ela se redimiu, eu estapeei a traseira dela até ela se arrepender naquele dia… Você sabe disso… E bem estão indo muito bem as coisas. Mas não era isso que eu queria, eu estava dessa vez provocando ela, pois queria ver isso vindo dela. Meus lábios eu manteria próximos o suficiente pra se mostrarem chamativos, enquanto eu falasse pra eles se moverem perto do olhar dela, eu não entendia de sedução mas ao menos mostrar bem a boca pra ela não seria difícil. Enquanto prosseguiria falando. - Sabe eu acho que você merecia uma recompensa, mas o que você poderia querer? Bem eu fico me perguntando. Tem tantas coisas não é?- Falaria na cara de pau mesmo, como quem não quer nada com isso, talvez até aí ela tivesse começado a perceber o porquê de ela estar ali, e bem… Poderia começar algo mas dessa vez não partiria de mim.

Se ela me beijasse em algum momento que estava ali, eu puxaria ela mais pra perto, de preferência a levantando e encaixando ela na minha cintura ficando de frente pra mim, e prosseguiria entrelaçando minha língua com a dela, e lentamente envolveria meus braços sobre a nuca da mesma, passando a parar um pouco o beijo e descer para o pescoço dando leves mordiscadas nele, e falando no ouvido dela. - Desejo concedido.- com um sorriso malicioso no rosto. Voltaria a beijar ela e levemente acariciar suas costas descendo as mãos desde a nuca até  próximo de onde ficaria  cintura, e levemente passaria elas para a parte da frente rodeando pelas costelas chegando no umbigo e subindo a mão até perto dos seios. Pararia as mãos por ali sem ir além por enquanto, a ideia não era ir direto ao ponto.

O beijo continuaria mas, não ia ficar apenas nisso, não eu li muitos livros pra desperdiçar meu conhecimento, na hora que eu tenho a chance a coisa é fazer o que der, o melhor do que eu conseguir. Durante o mesmo beijo aproveitaria para mordiscar de leve o lábio inferior dela, e era hora de usar as unhas, há sim, nascemos com as unhas por um motivo, fatiar a cara de vagabundos, e bem, usar elas pra agradar alguém que mereça, as unhas são como a habilidade de julgar, podem ser usadas para cada um dos casos, e eu julgo ela inocente. Agora com minhas mãos, circundaria novamente a cintura dela, passando para as costas, e levemente subiria com as unhas por elas, passando devagar, a intenção era causar aquela sensação de arrepios. As coisas estão apenas começando então você vai precisar se segurar pequena. Eu sabia que ela sempre se parecia disposta a muitas coisas, mas é isso que eu quero ver  agora, soltando ela por breve instante, desabotoaria o sutiã jogando ele pra longe, e prosseguiria puxando o corpo dela pra mais perto um pouco para que eu pudesse eventualmente tornar o contato ainda maior. - Acho que agora é sua vez.- Diria com o olhar diretamente nos olhos dela, sim eu poderia simplesmente ter tirado, minhas mãos estavam ali prontas, mas não era minha intenção eu quero ver ela indo até onde bem quiser ir. No fim das contas seria algo bonito de observar também, e  essa é minha hora de diversão tudo pode acontecer.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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Última edição por Senshi Akuma Yundi em Qui 30 Ago 2018, 06:14, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptyDom 26 Ago 2018, 23:05



I - For Whom The Bell Tolls




Sophia parecia pressentir, quase como se soubesse que secretamente a pessoa que comandava o seu destino tinha uma memória inútil muito boa, talvez pudesse jurar até mesmo ter ouvido o barulho de um rabisco em um caderno sendo feito para não esquecer, com a idéia de um urso de espingarda. O caranguejo não era um alvo para a sua degustação, não só apresentava uma resistência e um número de preparos demasiadamente complicados como o próprio pequeno caranguejo provava seu  clamor pela vida em como ele poderia lutar por ela, ainda que debilmente, não era algo que a garota poderia dizer, já que  não era possível de identificar se a faca que ele segurava estava cega ou não, seguindo o caminho, pela sua aventura culinária ao lado de  Alexis que seria usada como sua cobaia, antes que pudesse aproveitar da própria obra de arte criada por ela, a pequena estava tão focada em comer, que só poderia responder acenando com a cabeça em um sinal de positivo, antes que a própria juíza pudesse saborear do que havia criado, era o suficiente para que ambas pudessem comer de forma confortável até que se sentissem satisfeitas e ainda sobrassem para o que talvez fosse vir a ser o mais bravo integrante na formação de um possível trio no futuro, Juarez, sim, o pequeno caranguejo que até em seu nome poderia impor respeito.

Quando se aproximassem do Caranguejo que agora que poderiam prestar atenção era bem maior do que um caranguejo normal, assimilando-se ao tamanho quase ao de um cão de pequeno porte, já que alcançaria facilmente a canela de alguém em sua altura, este agia de forma arisca  e levemente recuaria enquanto Sophia lhe ofereceu o prato de comida, esperando que elas se afastassem um pouco para que com sua pinça pudesse puxar o prato, fazendo um barulho chatinho de arrastar, usando da mesma pinça para fervorosamente levar os restos a própria boquinha, talvez fosse imaginação de Sophia, mas poderia talvez até mesmo ter visto o brilho no olhar do bichinho que dados os sensos de fofura mais peculiares, poderia até mesmo parecer fofinho enquanto soltava algumas bolhas e se movia para um lado e para os outros com suas patinhas que fariam um característico barulho de “ Tec Tec Tec”.

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O bicho ainda estava desconfiado e temeroso, mas certamente Juarez não recusaria outro tributo, se o estômago não era o caminho para conquistar algo como uma pessoa, talvez fosse um facilitador para um ser superior, como um caranguejo que segurava uma faca.Notando a atitude do pequeno crustáceo, Alexis acabaria comentando -Juarez...Não poderia ter pensado em um nome melhor!- Contestaria a garota, enquanto observou  a alegria do pequeno ser enquanto comia. Alexis sendo puxada pela cintura, ainda que tivesse um pequeno delay para que pudesse entender o súbito ato de Aldebaran, naquele momento responderia sonoramente enquanto se deixava guiar.- Quero!-  A sua vontade era aparente e Juarez parecia entretido o suficiente agora que ele havia sido armado, mal sabia a garota mas havia dado ao formidável crustáceo a ferramenta perfeita, pois agora ele teria um escudo! Ou melhor, teria se ele soubesse como usar dessa forma, deixemos o pequeno ter o seu momento de grandeza também. Seria notável se olhasse a qualquer momento a alegria que havia no rosto de Alexis, por mais que o seu sorriso pudesse ser muito mais malicioso do que fofo, pela sua própria aparência seria difícil de diferenciar.

Uma vez que estivessem no quarto, cada um dos itens mostrados, como  o caderninho e as tintas poderiam instigar a curiosidade da garota,que por um momento até mesmo pensou que havia errado, pois talvez fosse realmente apenas mostrar o que tinha comprado, algo que a essa altura seria mais provável que esperasse… Se esperar um caminho único da caçadora fosse algo sensato a se fazer, claro.- Com tudo isso, acho que nunca haverá um momento de tédio, eu não sei muito sobre desenho, mas sem dúvidas é algo divertido!- Acabaria comentando a garota, enquanto aproveitaria a cabeça que era encostada sobre o ombro, de modo que levaria sua mãozinha para os cabelos de Sophia, onde faria uma espécie de cafuné de modo a tornar toda aquela situação mais confortável para as duas, enquanto a ouviu, continuaria dessa forma que provavelmente era muito gostosa para as duas enquanto a ouvia, Alexis provavelmente teria ficado quietinha de olhos fechados aproveitando o momento, se não fosse a parte da faixa, definitivamente a garota não era capaz de tankar algo como o comentário da faixa, em que ela acabaria soltando uma risada que era fofa de se ouvir. No sinal de movimento de Sophia a pequena a deixaria tirar a jaqueta e a camisa amarrada e que a deixasse colocar dobrada sobre uma cadeira próxima, seria notável a juíza que  os olhos da pequena a acompanhavam a cada movimento como se estivesse hipnotizada pelo que via,  ainda que seu corpo pudesse ter marcas de um passado não muito feliz para ela, não deixava de ser capaz de despertar o desejo e isso era bem aparente pela forma como a garota a olhava, ainda que talvez pela própria inocência Rockfeller poderia ou não ter entendido a forma como era olhada.

Sophia havia feito um avanço fazendo com que ela ficasse bem próxima de Alexis, de modo que uma poderia ter sentido a respiração da outra de forma que toda a tática sedutora era capaz de induzir a garota já envolta de desejos a se deixar levar ainda mais por eles, seus dedos apertavam-se lentamente e o olhar de Alexis se direcionaria aos seus lábios que provocantemente estavam a instigando, ao ponto de que ela tomaria a atitude de tomar para si a recompensa por ela desejada, a pequena fecharia os seus olhos aproximando ainda mais seus rostos até que seus lábios pudessem se tocar, dando inicio ali a um beijo que era carregado por um desejo, a sensação poderia ser sentida, até mesmo pela forma como poderia soar quase como agressivo, tamanha era a vontade que talvez a muito tempo estivera guardada, Sophia havia a levantado e a encaixado sobre a sua cintura, a envolvendo em seus braços enquanto suas línguas entrelaçavam-se na mais bela e libidinosa dança, ditada pelo ritmo das duas, talvez não fosse da mesma forma para as duas, mas para Alexis naquele momento, certamente em sua cabeça, se entregava as sensações, deixando com que seus pensamentos pudessem ficar em branco.

No momento que a mão da juiza se moveu sobre o pescoço da pequena garota, poderia ter sentido um forte arrepio, como se o seu mero toque fosse capaz de fazê-la derreter, fazendo com que o momento em que seus lábios iriam em direção ao pescoço, fosse possível ouvir, pela respiração intensa da garota  e a própria sensibilidade causada pelo desejo, pequenos e ainda abafados sons mais finos em sua respiração, de um modo que poderia aumentar ainda mais a luxúria ali envolvida, a pequena passava os braços por trás das costas de Sophia e nesse momento seria possível vê-la com seus dedos como uma reação pressionar e arranhar levemente às suas costas como um reflexo do quão bem ela se sentia ali, mas se você achou que isso acabaria por ali bem, você definitivamente não  era capaz de compreender a grandeza de quem estamos tratando nessa narrativa, como se estivesse em um cenário completamente diferente, onde um homem vestindo um elmo de caveira pudesse gritar - Finish Him.

Falar no ouvido de Alexis a fazia ali desarmar-se por completa, se é que em algum momento estava armada.  A ação teria continuado com um beijo, que reavivou o desejo e poderia ter feito ali por um momento a garota sentir uma sensação de poder plena dada pelos seus toques e ações e como a menina de cabelos rosados reagia, não demonstrando alguma resistência, suas mãos percorreriam todo o caminho até a cintura partindo da nuca e ao seu toque, quase como se suas mãos estivessem gélidas era possível  sentir a reação sensível de Alexis de modo que parecia que se fosse rápida demais, poderia ter a quebrado, tamanha era a sensação que sobre suas mãos seriam capazes de causar,  passando as mãos para a parte da frente, poderia sentir como a própria respiração da garota, assim como seu corpo estavam no mais puro fervor que o desejo poderia levar, seu rosto estava avermelhado já a muito tempo e a forma como talvez esperasse muito que a garota pudesse seguir mais adiante naquele momento, talvez aqueles livros, tivessem vindo eles de Diego ou de qualquer outra fonte que talvez pudesse a fazer ter esse tipo de conhecimento, o beijo se continuou de forma provocativa, com uma mordida na parte inferior dos lábios, seria possível pela retração da garota sentir que seus pequenos pés inclinavam-se levemente a frente e com suas unhas teria feito o melhor uso possível para levar a sua parceira quase ao delírio, isso é considerando a situação, contra um indigente, sem dúvidas rasgá-lo seria o melhor uso, sem dúvidas. Seria possível sentir os arrepios da garota de uma forma intensa e a sua própria feição não poderia ser menos pura.  Caso em algum momento Sophia pudesse a olhar poderia notar isso, se este era apenas o começo era bom que Alexis pudesse ter investido alguns pontos a mais em resistência, pois a sua parceira havia, ainda que uma queda pudesse lhe causar danos misteriosos, enfim, aquilo era só o começo da brincadeira. Alexis que até então havia deixado que apenas Sophia agisse, ao vê-la desabotoando o próprio sutiã a deixando aproveitar um pouco da visão, não demorou para que pudesse retirar a parte superior de sua própria roupa, assim como também desabotoaria o próprio sutiã, diferente da garota que era organizada mesmo entregue a isso, Alexis não importava-se tanto com detalhes e se não fossem os pequenos sons de gemido emitidos em meio as suas respirações, poderia-se dizer que estava quieta, talvez até demais, talvez não tenha sido a gata a comer a sua língua, mas certamente estava ansiosa para encontrar outros usos para ela muito em breve.

A garota era puxada um pouco mais para baixo, fazendo com que o contato visual pudesse ocorrer melhor, dando agora a deixa para que fosse a vez de ela se divertir um pouco, também e quase como alguém amarrado a dias, sua vontade teria sido a mesma, fazendo uma pequena pressão sobre o ombro de sophia com a própria mão, tentaria sobre a cama tomar uma posição superior a de Sophia, fazendo com que ela pela primeira vez fosse ali aquela que tivesse o poder, seria notável pelo olhar coberto de malícia da pequena, um certo deleite por estar agora nessa posição, onde  colocou ambas mãos apoiadas sobre a cama, enquanto por um momento mais aproveitou da visão do corpo de Sophia, antes que pudesse aproximar-se lentamente, de modo que pareceu retribuir a provocação a ela feita anteriormente, antes que ela pudesse finalmente tomar o seu alvo, mordiscando levemente o lábio inferior de Sophia, antes que pudesse levar seu próprio rosto a lateral de Rockfeller, até que pudesse alcançar  a parte de trás de seus ouvidos, sua própria respiração, se ainda não pudesse ter causado um arrepio, talvez pela própria resistência da garota, dificilmente seria assim pelo próximo movimento da pequena que começava a descer desde ali, até a lateral da nuca com uma sequência de pequenos beijos, deixando com que sua língua pudesse percorrer parte do caminho do pescoço, a todo os momentos, era possível ver que a garota atentava-se as reações da outra.

A cada sensação positiva faria o seu sorriso no rosto, parecer mais verdadeiro, em um movimento e um barulho que era possível escutar por parte da juíza, seria possível ouvir que a garota teria removido os próprios calçados com os auxílios dos próprios pés, e ainda que estivesse indo com muita sede ao pote, também não deixaria o prato principal para antes da entrada, sendo assim se posicionou de modo a continuar descendo com diversos beijos, pela parte do centro do pescoço, passando por entre os seios da garota, até que pudesse chegar em seu abdômen, levantando levemente os olhos, de modo que talvez fosse possível que um contato direto visual acontecesse, suas mãozinhas, não deixavam por menos, durante todo o movimento, seus delicados dedos acompanhariam o movimento pelas laterais do corpo de Sophia, enquanto a mesma pareceu aos poucos recostar-se sobre uma postura mais alta, onde usando de apoio a própria cama, se dirigiria de modo que pudesse posicionar suas penas, por entre as pernas da garota e pudesse com as sua boca novamente, seguir um caminho, entre as coxas da garota, enquanto delicadamente com as mãos, retiraria quaisquer obstáculos que pudessem tê-la impedido de ter um contato direto com a pele, descendo até que também pudesse tirar assim no processo as calças e meias se ainda estivesse vestindo e também os calçados da garota, fazendo sua escalada de volta até a boca de Sophia, onde com um beijo apaixonado, levaria a própria mão esquerda até próximo a região dos seios da garota, levando a ponta de seu indicador a ponta do polêmico esquerdo, fazendo um movimento circular leve, enquanto que própria mão se deixava preencher, por quanto mais esse momento duraria? Bem, apenas as duas poderiam determinar o quão longe isso iria, mas, de próximo da porta um barulho bem característico poderia ser ouvido, antes que isso pudesse ir ainda além. “ Tec Tec Tec”




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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptySeg 03 Set 2018, 05:29


Passo 17: My friends are gonna be there too


O pequeno amigo caranguejo tinha aparentemente ficado feliz com a comida, se bem que talvez ele seja pequeno pra mim, mas bem grande pra um bicho normal, de toda forma ele não era bem meu foco, mas parecia um bom garoto, entretanto meu foco chegava logo logo, Alexis entendia como as coisas precisavam seguir a partir dali, ela sabia pra onde eu estava querendo ir, na verdade bem, era importante que ela soubesse afinal, eu havia de certo deixado aquilo bem mais por conta dela de início. A tacada inicial tinha que vir dali, e de fato vinha, a pequena me beijava sem pensar muito, e cada movimento meu parecia surtir um efeito enorme nela, até maiores do que eu mesma esperava, talvez porque aquela fosse a primeira experiência real que eu estava tendo, mas ver como ela se sentia com meu toque apenas acendia mais e mais a chama do desejo dentro de mim. A coisa começava esquentando pouco a pouco e a pequena bem, ela não parecia ter vergonha de remover as roupas dela, a mas no momento que ela o fizesse meu olhar seria um único contemplação, eu queria ver os seios dela mesmo que por algum tempo apenas, naquele momento era minha intenção, eles pareciam bonitos mesmo com a blusa por cima então bem, ver eles como um todo era uma das minhas curiosidades, mas a garota tinha mais surpresas ali.

Ela não só fazia isso mas partia também tirando os próprios tênis e se preparando para algo maior, e bem ela não fazia isso apenas com os dela, os meus eram removidos por ela também, mas o que mais me prendia não era isso, era o momento que começava ali a beijar meu corpo era automático o sentimento de prazer que surgia vagarosamente, às vezes fazendo os pelos se arrepiarem. - Cuidado com as cicatrizes, elas podem não ser agradáveis de se sentir.- Diria corando um pouco por ver ela de maneira tão descuidada beijando minha pele, lembro que minha pele não é como a de uma garota bonita, ou que fica em casa o tempo todo e se cuida, é mais grossa ao que me lembre, áspera por conta do relevo das cicatrizes, ela parecia não se importar com isso e bem, ela removia tudo que pudesse ser parte de algum impedimento para ela, bem eu estava agora completamente sem nada próxima dela. - Ops eu tinha guardado a grana aqui, desculpa.- Falaria assim que ela puxasse a calcinha, eu tinha de fato colocado toda a grana lá quando saimos e bem, eu pegaria colocando ela enrolada na camiseta o mais rápido possível.

Mas eu não deixaria apenas elas se divertir, tinha sempre mais algo a fazer, entretanto a pequena ela bem… começava a tocar de maneira mais “agressiva” no primeiro contato automaticamente um pequeno gemido escapou, bastante contido a sensação do toque me fazia simplesmente ir lentamente ficando mais e mais propensa até que aquilo bem, iria rumar muito mais longe do que o esperado. Lentamente eu começaria naquele instante a também descer as roupas de baixo de Alexis. - Achou que eu ia te deixar livre? Há mas não mesmo, a gente tá no comecinho só.- e começaria removendo elas calma e cuidadosamente aproveitando todo o tempo para durante os movimentos tocar a pele dela pouco a pouco enquanto removia as vestes, assim que não houvesse mais nada contemplaria por mais alguns instantes ela, olhando bem avidamente para tal, enquanto agora começaria a pegar um pouco mais pesado visto que antes, tinha deixado tudo começando bem mais devagar, tendo uma maior calma, agora era hora de partir para um toque mais direto. Subiria a partir da panturrilha dela minhas mãos acariciando sua pele pouco a pouco, passando para as coxas lentamente, e finalmente tocando as nádegas da pequena, isso que é vida, esse sentimento de poder tocar alguém tão intimamente me deixava em êxtase, ainda a tocando por ali, levemente subiria a boca até o busto de Alexis e antes de começar diria. - Achou que eu não ia vir pra cá? Golpe baixo né? Mas a gente tá aqui pra jogar sujo.- E colocaria apenas a língua na pontinha dele, e lamberia bem devagarzinho, pra que ela pudesse sentir a maciez e calor do toque com precisão, partindo dali para a lateral dele, lambendo em torno do ponto central bem devagarzinho, primeiro no direito, e depois lentamente colocando a boca toda, mas só depois que visse que ela já estava reagindo mais firmemente ao primeiro contato da língua, e começaria a bem de leve sugar ele, colocando mais do seio dela na boca também, depois de pouco tempo, assim que visse que o prazer estava sendo bem efetivo era hora de passar para o esquerdo. - Eles são muito bons sabia? Eu gosto da textura deles, o tamanho é perfeito para encaixar na boca.- Diria com intenção de provocar um pouco, e também fazer ela se sentir bem, às vezes pensava que talvez o tamanho deles, pudesse ser algo que eventualmente a incomodava, mas eu gostava daquele tamanho… Falar isso pra ela era mais um chute de certo modo, mas talvez bem colocado.

No esquerdo a abordagem seria a mesma, partindo de uma calma lambida até sentir a liberdade vinda dela para eventualmente colocar a boca pra trabalhar com um pouco mais de sucção ali, minhas mãos não ficavam paradas porque aqui a brincadeira não fica apenas no mais simples, aqui as coisas têm que caminhar. As mãos agora iria novamente para as coxas da pequena devagar mas pela parte da frente, enquanto iria subindo até chegar bem no meio, e bem…Ali era o ponto chave da coisa não é mesmo? É o ponto que se deve ser trabalhado com mais cuidado, e por isso que a carícia inicial seria apenas por cima, passando os dedos de leve por ali, aproveitando o momento pra sentir também a umidade, a sensação deveria pra mim naquela hora ser única, sentir algo assim que não era meu, bem me era único, aquilo me deixava delirando, os livros não dizem tudo, sentir a carne, a pele, a leveza, e a própria possivel umidade era algo sem peço pra mim, se ela pudesse ver meus olhos nesse momento, aquele olhar de carinho e satisfação, estaria estampado em meu rosto, assim como a felicidade, de um semi sorriso que se mostrava mais pelas bochechas um pouco levantadas, eu adorava sentir ela em meus braços, adorava sentir que ela estava confiando em mim, que estava se entregando completamente desde o começo quando nos beijamos, sem resistência, e não só isso, ela agia, fazia também o que tinha vontade, e isso me dava a sensação de que tudo era mais especial ainda.

Ficaria ainda com a boca trabalhando nos dois preciosos, alternando entre eles quando sentisse que deveria enquanto que a mão bem, ela acariciaria a preciosa lá embaixo, enquanto aos poucos quando percebesse que ela estava pronta levemente pararia por um instante pedindo permissão dessa vez, eu normalmente poderia ter apenas confiado nos meus instintos como sempre faço, e apenas ido com a vontade, e com o desejo, talvez em um momento como esse fosse o correto, mas por algum motivo, minha pouca racionalidade SIM EU SOU RACIONAL TAMBÉM, SEU MALDITO, NEM VEM DIZER QUE EU TENHO O CÉREBRO DE UMA AMEIXA SECA POR QUE EU PENSO MUITO BEM. Com aquele mesmo olhar carinhoso, é carinhoso sim, ta pensando o que? Eu sei ser um amorzinho também ME DEIXA!! Eu olharia para ela enquanto perguntava sorrindo, um pouco corada, o que era estranho, não era tanto de meu feitio ter tanta vergonha de algo, mas naquela hora eu era quase outra pessoa. - Posso? Se puder eu vou começar tudo bem?- Se ela me fosse positiva colocaria apenas o indicador mas só a pontinha bem devagar, enquanto introduziria ele levemente, e minha boca dessa vez serviria para a dela, começando a beijar ela novamente com toda a paixão que me cabia no peito naquela hora, enquanto, pouco a pouco moveria a mão ali embaixo, mas com muito cuidado, para que não a machucasse em momento nenhum. Entre os beijos uma preocupação rápida me surgia, as malditas cicatrizes… e se… não… droga… - Alexis as cicatrizes elas… bem elas incomodam ali? Eu tinha esquecido que meus dedos bem, eles são… você sabe, completamente ferrados, desculpe eu não pensei nisso antes.- Diria ainda movendo esperando uma resposta por parte dela, e se de fato aquilo a estivesse incomodando de algum modo eu pararia, mas se apenas me beijasse, ou mandasse prosseguir, sorriria nesse momento. Poderia ter sido só um pensamento bobo de minha parte, e voltaria a beijar ela apaixonadamente, dando leves mordiscadas no lábio inferior dela.

Manteria aquilo por tempo o suficiente, observando as reação de Alexis sempre, tomando cuidado pra não exceder os limites dela, até que iria me recostando sobre a cama, deitando todo meu corpo, deixando ela por cima de mim dizendo. -- Vem, trás ela pra mim.- diria esperando que ela me levasse a preciosa pra perto de mim, e nesse momento quando ela se aproximasse puxaria ela um pouco segurando pelas nádegas, e levemente começaria a introduzir minha língua ali, não a colocaria dentro de uma vez, mas começaria lambendo inicialmente a parte externa pouco a pouco, até ir vagarosamente colocando ali dentro. As mãos iam variando, desde as coxas, até passar pra onde eu alcançava das costas, descendo delas com as unhas devagarzinho, claro que temos que usar todos os recursos que estiverem à nossa disposição e bem, esses eram dos melhores, tão simples, mas ao mesmo tempo efetivos e bem… Deliciosos também. Mas com toda certeza o que mais estaria prendendo minha atenção era a minha língua… Bem era a sensação muito mas muito além do que eu esperava, eu estaria focando boa parte da minha atenção nos sensoriais da língua na preciosa, que provavelmente até certo ponto estaria fazendo seu trabalho, e claro procurando a pequena bolinha, o famoso ponto G, algo que era importante para aquilo funcionar, e era nele que ela focaria os esforços.

Tudo naquele momento se fazia especial pra mim, tudo que ela fez, e tudo que me permitia fazer, estava sendo uma experiência que eu queria ter, uma coisa que ela pode me oferecer, e me deixava feliz em poder provar, em poder compartilhar com todas as sensações, em poder ter alguém pra descarregar todo aquele sentimento preso, toda aquela paixão, o êxtase de cada toque, o prazer, claro era impossível de descrever todo o sentimento com pensamentos e palavras… Mas em um comparativo, é a única coisa até hoje que eu… Achei bem… Melhor do que… Descer a mão na cara de vagabundo… E olha que eu adoro fazer isso… Não tem preço… mas aparentemente, meu negócio mesmo, é colocar minha língua em cavidades preciosas e macias… Isso sim que é um trabalho que merece uma grande comemoração. Aliás, por que as pessoas não só desistem de fazer mal, e passam as vidas fazendo isso, cara o mundo é estranho, por que brigar quando a gente tem uma coisa maravilhosa dessa a nossa disposição… Pessoas e suas manias esquisitas… Eu em… Amor é melhor que guerra, se um dia entenderem isso posso dizer que o mundo está salvo.

Histórico:
 


Off:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptySeg 03 Set 2018, 21:37



I - For Whom The Bell Tolls



Em meio a situação que era guiada pelo pecado da luxúria, Sophia, preocupava-se com suas cicatrizes, as cicatrizes de sua mente talvez fossem mais profundas que as da pele, pois sentia-se um pouco envergonhada por isso, Alexis no entanto não parecia se importar, até o momento em que as palavras de Rockfeller a fariam ser mais cuidadosa e carinhosa, por um momento a interrupção geraria algumas risadas rápidas, mas não era capaz de cortar o clima que havia ali, em um primeiro contato, o toque de forma mais "agressiva" fez com que um pequeno gemido pudesse escapar, ainda contido e tímido mas as sensações de seu corpo, lentamente poderiam ter feito com que mais e mais se tornasse propensa a aquilo, talvez o rumo fosse mais longe do que o esperado? Alexis surpreendia-se com a ação de Sophia, ainda que fosse claro pelo seu olhar o mais puro e libidinoso desejo, ainda havia uma reação inicial até fofa em um primeiro momento, como se a Alva caçadora pudesse quebrá-la se fosse intensa demais. A remoção não era feita de forma veloz, mas lenta de modo que suas mãos poderiam tocar a pele de Alexis pouco a pouco enquanto a última barreira era ultrapassada, subindo a partir da panturrilha com suas mãos acariciando sua pele, por entre suas coxas por onde percorreria até as nádegas de alexis teria feito naquele momento Sophia poder sentir pequenas contrações, quase como se a mesma estivesse a tremer levemente, seu rosto estaria avermelhado, tocar alguém de forma tão íntima era extasiante, levemente subiu sua boca até o busto de Alexis e com sua frase teria apenas uma reação de Alexis- Não espere por menos-

Ao colocar sua língua na pontinha, lambendo de forma bem sutil e lenta poderia sentir em sua língua um sabor único, que talvez pudesse inebriar seus sentidos, talvez não houvesse uma referência correta, mas era a própria forma do líbido a ser sentida através de sua língua, a pequena contrairia levemente os dedos de forma que seus dedos puxariam um pouco do lençol da cama, enquanto seu corpo pareceu subir levemente na direção da caçadora, era uma sensação que para as duas era de um prazer imenso, a sucção a teria feito sentir, como perfeitamente pareciam moldados para a sua boca, fosse em textura, tamanho ou até mesmo em sua delicada cor levemente rosada, não faltava o charme de uma mulher em Alexis, não mesmo. Seria notável um sorriso da parte de Alexis, enquanto seus olhos por um momento pareciam revirar levemente, dando a liberdade para que Sophia pudesse usar mais de sua boca, até que poderia se sentir ainda mais livre para que pudesse sugar de forma mais intensa, de modo que se até então os gemidos pareciam timidamente demonstrados através da respiração, começavam a tomar uma forma mais sonora, como a própria forma "impura" do êxtase que seus atos a levaram, era agradável, provocativo aos ouvidos. Suas mãos desceram pela coxa de Alexis, que nesse momento havia levado suas pequenas mãos até a parte a parte de cima da cabeça de Sophia, onde um toque sutil e carinhoso poderia ser sentido, quando a pequena entrelaçou seus dedinhos por entre os fios de cabelo, de modo que era capaz de lentamente descer suas mãos até o começo das costas de Sophia, que moveria as suas mãos até o ponto principal, era possível sentir conforma sua mão se aproximava o quanto a garota teria ali sentindo como se a pequena fosse completamente corrompida pela malícia de seus desejos, em uma carícia leve poderia sentir que havia ali uma intensa lubrificação, de modo que os fluídos só poderiam estimular ainda mais os sentidos da caçadora, não era nem perto do que estava acostumada, capaz de levar a cabeça da juíza, assim como também da navegadora a beira do delírio, as unhas da pequena garota começaram a pressionar de forma mais intensa as costas de Sophia conforme a onda libidinosa lhe percorria e Sophia estava certa. Nenhum livro a teria preparado para aquela sensação, aquele sentimento feliz, por um momento seus olhares se cruzaram e o desejo era tamanho que Sophia poderia quase sentir-se como se fosse engolida, a respiração da pequena estava ofegante e mais e mais os sons emitidos por ela tornavam-se aos pouquinhos mais sinceros e honestos com o que sentia, não mais sendo contidos, havia a plena confiança de modo que seria possível para que ambas pudessem sentir, não havia espaço para resistência, era da vontade das duas estar ali, o sentimento não era guiado exclusivamente pela luxúria, mas construído pelo laço em que elas tinham, era definitivamente algo especial.
Enquanto sua boca focava-se nas jóias que haviam para que ela pudesse levar ainda mais a pequena para mais próxima do paraíso, enquanto sua mão estava direcionada a pequena flor que Alexis tinha, não demorou muito para que pudesse sentir-se segura para que pudesse dar um passo além, mas a sua razão, que diferente daquele que antigamente regia o universo não poderia ser subestimada, seu olhar era carinhoso e não havia porque interpretá-lo de outra forma, a garota era um amorzinho desde que sob a situação correta. Seu olhar, mesmo que naquela situação para Alexis teria um tom que era adorável, talvez até... Inocente? Bem, talvez fosse capaz de convencer melhor se a situação não fosse essa. Alexis naquele momento, se via completamente dominada pelas mãos de Sophia, se em algum momento pensou que ela teria o papel mais ativo dentro daquela reação, logo seria surpreendida, pois estava completamente errada. Com seus lábios tremendo em êxtase a garota diria -P-por favor.- No tom mais dócil e provocativo possível, praticamente clamava pelo toque que lhe era feito.

Fazendo com que no momento em que a pontinha de seu indicador fosse colocada de modo que uma contração poderia ser sentida de modo que as paredes internas da pequena flor pareciam envolver o dedo da garota de modo a trazer-lhe uma sensação extremamente agradável por entre cada pequeno estímulo que lhe era causado, quase como se sentisse a falta de uma parte mais ativa, Alexis respondeu ao seu beijo de uma forma intensa, apaixonada e modo que ambas poderiam talvez sentirem ali suas cabeças girarem, o sabor de suas línguas, a sinfonia do ritmo em que elas se entrelaçavam e se moviam liberariam intensas sensações, Alexis levou suas mãos que estavam nas costas de Sophia de modo que pudessem passar por sua nuca, até que seus pequenos dedos pudessem acariciar a parte do cabelo da caçadora de forma rente ao couro cabeludo, no entanto mesmo em um momento de profunda aceitação, ainda as feridas do passado a machucavam. Estava incomodada que suas mãos não fossem agradáveis, suas mãos eram muito machucadas, como se macular o que ela acreditava ser o fruto de suas conquistas fosse o real objetivo daquele que havia feito isso a ela, era notável uma timidez, talvez uma vergonha em relação às suas mãos, o que explicava até mesmo o motivo para que ela usasse manoplas. Quando o beijo era interrompido para a pergunta, Alexis teria a olhado nos olhos, com certa dificuldade e no que faltavam respostas, a garota teria avançado novamente contra a boca de Rockfeller, a puxando levemente com as mãos, enquanto fecharia os olhos, de modo que naquele momento poderia ser bem clara a mensagem de que " estava pensando demais", mal saberia a alva caçadora mas talvez a sensação única que seus dedos eram capazes de trazer só tornava aquilo mais especial e isso poderia ser sentido pela forma como a sensação úmida e quente que havia sobre seus dedos poderia lhe dar a resposta que precisava.

Prestando atenção para que ainda não fosse possível que a pequena pudesse chegar ao limite, recostou sobre a cama, onde deitou seu corpo a deixando por cima, de modo que sua fala, havia sido quase o mais próximo da técnica Satã imperial possível, pois assim como ela havia pedido aos poucos a garota teria levado a joia que carregava consigo para mais próxima, de modo que um pequeno gemidinho seria ouvido no momento em que fosse puxada, onde poderia ali introduzir a sua língua, antes, claramente lambendo um pouco a parte externa, até que pudesse vagarosamente colocá-la dentro, poderia sentir o néctar da garota como a mais doce sensação que sua língua poderia ter sentido, apesar de que talvez a doce sensação não necessariamente refletiria o gosto, que era diferente mas, estranhamente agradável. Como se esperasse por aquela oportunidade a muito, a pequena desceria aos poucos a parte superior de seu tronco, de modo que pudesse alcançar também a flor da caçadora, como se estivessem travando um combate ali, a pequena não deixou por menos ao fazer toda a sua trajetória do abdômen até a parte superior do pequeno caminho para a felicidade que havia na caçadora, usando de sua pequena língua, enquanto suas mãos passariam levemente pela parte interior das coxas de Sophia, de forma que aos poucos ela devolveria o estímulo sentido da mesma forma, seus dedos pequenos eram leves e causavam uma sensação de carícia tão leve e sutil que dificilmente poderiam ser melhores descritos. A boca da pequena ali aos pouquinhos, desceu na direção da pequena pérola da sophiazinha da caçadora, e a sua língua “vibrava” “levemente, enquanto seus lábios ao redor a estimulavam de forma intensa, quase como que sincronizadas, o ponto também era encontrado por Sophia e era possível sentir a pequena quase perder todas as forças, enquanto o interior dela se contrairia quase como se tivesse levado um choque, em uma sensação que ela acabaria parando por alguns segundos enquanto levemente seu corpo todo pareceu arrepiar-se enquanto tremia levemente, e ela até havia parado de mover a sua língua, o líquido quente emanado pelo tesouro de Alexis era produzido de uma forma um pouco mais intensa, enquanto seu corpo pareceu que ao mais leve toque ruiria, um som pervertido teria saído de sua boca como uma forma de um gemido longo e provocante agradável demais aos ouvidos, antes que a pequena pudesse voltar a ação, onde suas pequenas mãos, passariam agora para a parte mais abaixo, de modo que enquanto a sua língua estimularia um dos caminhos felizes, sua mão esquerda se passava pela coxa esquerda de Sophia e a mão direita da pequena tomaria um rumo ainda mais perigoso, se colocando a porta de um outro caminho, onde levemente seu indicador estimularia os arredores, sem que houvesse de fato uma introdução, talvez fosse um ponto sensível, diferente do que se esperava, parecia como um contra-ataque da pequena que queria fazer ela ali sentir-se melhor, saindo de uma posição em que ambas poderiam atacar, era a vez de que Sophia pudesse se divertir um pouco mais, e nesse momento, quando recuperou as forças, a navegadora recuaria as pernas, de modo que pudesse se virar e sentar-se de frente para Sophia, ao mesmo tempo em que seus estímulos haviam parado, seus olhos poderiam se cruzar e daquela situação, ambas as mãos de Alexis se direcionariam ao busto de Rockfeller, onde com a ponta de seus dedos indicadores, faria movimentos circulares nas áreas polêmicas, enquanto suas mãos poderiam se encher, em um tom provocativo como em resposta ao que a garota teria dito anteriormente - Eu gosto dos seus também, eles são perfeitos para minhas mãozinhas.- Diria a garota, enquanto abaixou a própria postura a frente e com a língua subiria da parte entre a ação de suas mãos, até que pudesse sair pela lateral direita do pescoço da juíza, era algo lento e sem pressa, como se quisesse aproveitar cada pequena contração ou movimento de prazer da parte de Sophia que poderia se arrepiar possivelmente com a ação, enquanto as mãos da pequena continuavam a agir, apertando levemente de uma forma que não poderia ser descrita de outra forma que não fosse boa, aos poucos a pequena desceria a sua postura até que pudesse alcançar uma posição em que recuando, encontraria-se entre as pernas da caçadora.

Levou sua mão direita até a da Juiza, pegaria a mão de Sophia de uma forma carinhosa, respeitando o próprio incômodo da garota e a levou para parte de trás da própria cabeça apertando levemente as mãos de Sophia, para que ela pudesse entender a mensagem que queria que ela a segurasse pelos cabelos, enquanto encarando a ambas as rotas que a levariam para o santo graal, onde se Alexis estava para Lancer, Agora Sophia estaria para a classe Rider, pois seria ela aquela a guiar até onde a pequena iria, olhando para a caçadora, esperava que seus olhos se cruzassem antes que pudesse partir para o ataque a Fuyuyuki, onde Alexis planejou fazê-lo como uma abordagem dupla, onde sua pequena língua circularia levemente em torno do círculo de invocação da garota, enquanto sua mão direita fazia movimentos circulares leves que ganhariam uma maior intensidade conforme Sophia fosse a guiando, enquanto a mão esquerda caso houvesse permissão por parte da caçadora, teria uma leve introdução de seu pequeno dedo indicador, que buscaria estimular as paredes internas da garota em um movimento levemente circular, onde conforme fosse sentindo que seria possível, trabalharia levemente pelo caminho de entrada e saída deste mesmo dedo, se o corpo da caçadora era ali de fato o santo graal para Alexis, sem dúvidas ali ela estaria agindo como Angra manyu para corrompê-lo.




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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptyDom 16 Set 2018, 02:18


Passo 18: I had no idea that you're in deep



Alexis conseguia tornar tudo aquilo ainda mais intenso, a forma como ela reagia a cada movimento meu, mostrava que estávamos no momento certo, era assim que tinha que ser, ou imaginava que eu sentir algo como aquilo, me indicasse o caminho, a umidade, e mesmo o calor, o néctar dos deuses que era ali despejado, poderia aos poucos me mostrar isso, e ver que ela estava confortável como um todo, mesmo quando se tratava das minhas mãos, bem, aquilo não tinha preço, existem coisas na vida que não importa o quanto pudéssemos ter em poder monetário, ou o quão forte seus músculos de aço possam chegar, nem mesmo… O quão importante e privilegiado possa ser diante dos demais momentos do fluxo do tempo, seu nome, nada disso pode te conseguir o que tinha ali naquele momento, era uma pitada de amor, carinho, era… Algo que eu não lembrava de ter, pois não importava só a promiscuidade, mas era como ela me tratava, eram aqueles olhos que pareciam me admirar quando os olhares se cruzavam, eram os pequenos gemidos, e claro… O corpo que estava entregue nas minhas mãos, que mostrava confiança, que mostrava que ela estava ali por mim e para mim.

Alexis não se contentava em apenas receber o carinho, a paixão do momento, ela queria me dar um pouco daquilo, e sentir a língua dela por ali, me permitiam que pudesse ter a mesma sensação. O que eu poderia dizer? Era mágico, eu nunca tinha pensado em algo assim, ela fazia meu corpo involuntariamente se contrair desde o primeiro toque, as bordas eram sensíveis como esperado, e bem, aquilo me fazia quase gemer um pouco, não me levava em automático a isso em primeiro contato, mesmo com a sensibilidade mais elevada, ainda demorava um pouco, mas na primeira introdução da língua, o gemido seria algo que não tinha como evitar, ele era bem curto e contido, sem dar muito espaço mas daria para ouvir se ela possuísse atenção a tal naquele instante, mas o momento mais mágico vinha pouco depois, era quando o néctar finalmente jorrava de maneira massiva da fonte, a sensação era incrível, sentir o cheiro e o gosto daquilo me deixava ainda mais em êxtase, me trazia uma sensação nova, algo que eu não esperava ver tão cedo, e era uma surpresa boa, as unhas dela cravadas nas minhas costas traziam também um toque único, era gostoso de uma forma sem igual.

Quando tal acontecia a reação de Alexis, era em assumir a partir dali a postura mais dominante, afinal ela tinha terminado sua parte, era algo que me deixava feliz, pois sentia que tinha conseguido fazer algo, mesmo que não talvez o melhor que ela pudesse esperar, mas ainda assim sendo bem feito, era suficiente pra minha cabeça, pra meus pensamentos, ela tinha uma atitude tão carinhosa quanto esperado, ela me olhava e passava ali as mãos para que pudesse tocar também meus seios, as palavras dela sobre como se sentia ao ver elas, me deixavam um pouco envergonhada, não era comum eu sentir nada ao mostrar eles, eles eram uma parte qualquer do meu corpo, mas as palavras bem, elas… elas entravam fundo naquele momento, me fazendo sorrir levemente pra ela mas sem dizer muito apenas um sorriso gentil, sincero e um pouco envergonhado. O beijo era como sempre bom, e o toque nos seios era no mínimo uma sensação prazerosa, ele ia além  da sensação que tinha antes, parecia que agora havia algo a mais nele que tornava tudo mais quente diria. Entretanto assumindo aquela posição a garota levemente descia para a parte de baixo e era a partir dali que a garota começava, mas ela ia além do que eu, ela estava para me trazer prazer pelos dois caminhos.

Eu não achava que seria efetivo, ao menos pelo que eu… CARAMBA… O toque da língua automaticamente me extraia um gemido mais alto, é… Parece que por ali era bem mais sensível que pela frente, sentir a pequena circulação me faria automaticamente morder o lábio inferior, pegando nas mãos da pequena como ela havia deixado, colocaria levemente o primeiro dedinho ali, eu entretanto não controlaria a velocidade deixando que ela mesma o fizesse, afinal era bom que ela pudesse se divertir um pouco com isso, sentir e brincar ao modo dela, no entanto se ela até ali não tivesse ainda introduzido a língua eu… Bem precisava saber como era… Era estranho mas parecia de alguma forma parecer bem excitante.- Você… é poderia… É... Colocar ela? Acho que seria legal.- Diria um pouco olhando de lado, como que de certa forma escondendo aquilo, a parte da frente no entanto estaria já bem úmida a esse ponto, e aos pouco se contrairia levemente sobre o dedo da pequenina, enquanto que controlando um pouco mais, pegaria um segundo dedo para colocar, manteria a ideia de controlar apenas quantidade mas sem mexer na velocidade que ela impusesse, eu me adaptaria ao que ela fosse me trazendo pouco a pouco.

No momento que a língua no entanto fosse adentrando, não teria como me segurar, as mãos antes calmas e tranquilas parariam de ficar apenas paradas, recebendo a bela função de  AGARRAR O LENÇOL…. Bem forte… Os gemidos começaram a ficarem mais fortes, minhas pernas que pareceriam em qualquer outro momento firmes como rocha, começariam a ficar trêmulas, o corpo daria leves contrações em resposta a movimentação da língua enquanto que meu cérebro antes pensativo, cheio de ideias, era apenas uma coisa, prazer, eu não conseguia nem mesmo levar qualquer coisa para o racional, e os gemidos, eles bem só podiam ficar mais intensos, enquanto que ali começaria a se contrair mais e mais, dando uma sensação extra para a língua de Alexis, enquanto apertava e soltava pouco a pouco. Nunca poderia ter imaginado isso, era incrível,difícil de descrever, as únicas palavras que sairiam da minha boca eram um curto e rápido. - Por favor não pare, vá mais rápido- Logo eu que tanto me orgulhava, implorando… Eu ficaria de joelhos naquela hora se ela me dissesse que continuaria se eu o fizesse, estava entregue ao prazer que ela me concedia.

Meu corpo não podia parar, eu sentia que se parasse ali eu me quebraria, e naquele momento aproveitaria uma das minhas mãos para brincar com meus airbags, mais especificamente com o direito, levemente o acariciando, e mexendo em volta da ponta enquanto os gemidos ficariam mais intensos, eu nunca tinha sido tão feminina como agora, minha face estarrecida de prazer mostrava apenas uma garota simples, que tinha dúvidas, medos e podia ser ela mesma em poucos momentos da vida, se eu mesma pudesse me ver de cima, sentiria que eu não me reconheceria, era como se naquele momento sendo tocada a cada segundo eu me tornasse uma pessoa distinta. Era uma coisa boa, que eu sabia que poderia aproveitar mais vezes e isso era o melhor, era o fato de eu poder ter aquilo de novo, e saber que ela iria querer, eu sentia que eu poderia entregar o mundo a ela naquele momento, poderia deixar que ela cuidasse do meu corpo, eu não precisava de controlar tanto, entretanto minha última ação ainda ali na mão dela era colocar um terceiro dedo, e pararia por ele mesmo, não tinha intenção de nada além, acho que isso era o confortável.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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Última edição por Senshi Akuma Yundi em Seg 17 Set 2018, 11:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptyDom 16 Set 2018, 12:42



I - For Whom The Bell Tolls



Diante da situação ao qual encontravam-se uma ação de Alexis tinha um efeito devastador, ainda que sua abordagem em um ataque de suas frentes parecesse não muito efetivo, talvez se estivéssemos falando sobre uma franquia de pequenos monstros de bolso, certamente a mensagem de “super efetivo” apareceria, pois a idéia que uma vez pareceu estranha mais e mais começou a envolver as duas, Alexis teria continuado de forma a provocar Sophia, enquanto continuou a movimentação de sua mão de modo a estimular mais a caçadora, sua língua parecia tocar pontos sensíveis, ainda que não fosse chegar a completar o que naquela situação Sophia parecia clamar pela nova descoberta, o ritmo da pequena, uma vez que teria uma maior liberdade começava a aumentar levemente, enquanto a mão que uma vez estivera estimulando outros pontos ao redor, focava-se agora no “ pequeno sino”  em um movimento circular que acompanhava a velocidade com que sua outra mão realizava o estímulo interno e a sua própria língua parecia querer levar a Rockfeller ao seu limite, cada pequeno movimento, cada contração no momento mais feminino ao qual a caçadora poderia ter mostrado até aquele momento, ainda que sua boca estivesse ocupada demais para que pudesse o fazer, em sua mente provavelmente havia um sorriso um pouco sádico, enquanto esperou para que fosse clamada para que finalmente pudesse realizar a introdução.

A sensação ao qual a caçadora poderia sentir poderia ser aproveitada ao máximo, pelo modo lento como a língua pequena da garota forçou sua entrada de forma sutil, sendo possível para que naquele momento uma sensação úmida e quente pudesse ser sentida, de uma forma vívida onde mesmo antes de qualquer movimentação por parte da pequena pudesse ser feita, a sensação nova de algo macio era algo que poderia ser extremamente estimulante, se somada a todas as outras sensações que também poderiam ser sentidas pela parte da frente, que não era esquecida pela pequena em momento algum, conforme fosse sentindo que Sophia poderia relaxar um pouco mais ou sentir-se mais estimulada, a garota levemente começaria ali a fazer um movimento com a língua inicialmente ondulatório, de modo que poderia estimular as paredes da cavidade, completamente absorta da realidade, focando-se na tarefa, no sabor e em cada pequena sensação de prazer que era capaz de causar e mostrar a caçadora, através dos novos horizontes aos quais talvez nunca tenha imaginado se abrir, Sophia, envolvida pela situação, havia feito com que Alexis pudesse usar dois dedos, através  de uma atitude sua ao puxá-lo de sua mão, pela visão da pequena, não poderia ver muito além do próprio caminho ao qual  suas mãos trabalhavam e realizando a vontade da garota, a pequena caçadora não usaria mais um de seus dedos, mas ambos de modo que pudesse mantê-los bem juntinhos, onde focaria-se muito mais em poder estimular mais áreas internas de modo a aumentar ao máximo as sensações sentidas pela sua parceira do que algo simples como só aumentar  o ritmo, sendo que dessa vez aventurou seus pequenos dedos de forma que eles foram um pouco mais longe, respeitando os limites e as sensações as quais poderia perceber naquela situação, onde o seu caminho de volta seria feito estimulando diferentes partes das paredes internas da pequena flor da garota, onde ainda que não fosse veloz, poderia sentir ali cada pequeno ponto sensível ser estimulado aos poucos, sua outra mão por outro lado, que focava-se no pequeno sino, como se quisesse tocar uma nova sinfonia, aumentou levemente o seu ritmo do movimento circular, enquanto a sua língua que antes fazia um movimento ondulatório se faria firme por um momento, percorrendo um caminho um pouco mais distante, no momento em que os lábios da garota  fariam um contato direto com os arredores do círculo de invocação da juíza.

Diante daquela sensação que parecia colocar o corpo de ambas em chamas, como um reflexo do prazer ali sentindo, a caçadora agarrou-se aos lençóis com força, os sons emitidos pela sua respiração e pela sua boca tornavam-se mais intensos, dando uma forma ainda mais bela ao desejo e ao prazer que era  sentido, o que só estimularia ainda mais para que a pequena pudesse tornar a brincadeira ainda mais interessante, seu corpo poderia se contrair pelas sensações intensas que poderiam ser sentidas e a sua mente poderia naquele momento pintar-se de branco, ou por qualquer cor que esse desejo pudesse ser melhor descrito, uma vez que as sensações de seu corpo haviam tornado difícil, até mesmo para que ela pudesse organizar seus pensamentos de forma que fosse o suficiente para que ela formasse uma frase, seu corpo se contrairia de modo que os caminhos explorados pela pequena se tornariam mais apertados e por consequencia,  dariam uma sensação mais intensa naquele momento a caçadora que havia realizado tal ação em forma de uma onda de estímulo ainda maior e diante do pedido que havia sido feito a ela, como poderia ela negar?

O ritmo foi aumentando de modo que a pequena mão da garota começava a fazer um movimento que era mais veloz, podendo gerar um barulho pervertido, enquanto seus dedos faziam o caminho estimulando do começo ao fim do caminho que havia fazendo até agora, o pequeno ponto que sua outra mão estimulava, por outro lado tinha uma aceleração menos sutil, era intenso de modo que mais e mais a sensação poderia envolver ambas naquele ato e sua  boca e sua língua? Não poderiam ficar atrás, recolheria a mesma levemente e a empurraria  de modo a fazer com que um movimento semi-ondulatório pudesse ser feito, não obstante com isso, a garota com seus lábios tocando pela região sensível da garota, começariam a fazer algo como uma pequena e leve sucção, de modo que se somada a todas as sensações, poderiam ter levado a cabeça das duas ali a beira da insanidade, o tempo poderia parecer confuso, até mesmo onde estavam, se estavam indo para Loguetown ou Alagoinha, nenhuma das duas naquele momento saberiam dizer, a sensação era intensa ao ponto que qualquer sinal de que aquilo não seria levado ao fim, poderia fazer com que Sophia pensasse que iria quebrar, aquilo precisava ir até o final.


Em meio a chegada próxima de seu limite, com uma de suas mãos, guiou Alexis para que pudesse usar um terceiro dedo, enquanto sua outra mão poderia brincar com a parte de cima de seu próprio corpo, e modo que seu corpo todo poderia sentir uma sensação que poderia ser intensa devido ao tanto de estímulo que talvez tivesse quebrado alguém que pudesse resistir um pouquinho menos o corpo de ambas poderia ferver nas chamas do intenso desejo que era ao mesmo tempo repleto por um carinho igualmente intenso, o ritmo com que a garota estimula a parte exterior do pequeno sino de Sophia começaria a acelerar em um ritmo ainda mais intenso, assim como com a introdução de um terceiro dedo, seria possível que Sophia pudesse sentir todas as partes sensíveis internamente serem estimuladas de uma vez, enquanto a garota faria a movimentação ser mais e mais provocativa, em meio as próprias contrações de prazer, a língua de Alexis mais e mais pareceria tornar-se mais estimulante, e dentro daquela situação, não parecia que a pequena estava disposta a parar, até que pudesse devolver o que havia lhe sido dado anteriormente, aquela mesma sensação mas, talvez fosse ainda mais intenso, já que um estímulo muito maior era realizado para a garota que tinha muito mais resistência do que a pequena e caso fosse capaz de guiá-la até lá, aos poucos, observaria a reação da garota, que com o corpo provavelmente super sensível, veria se deveria continuar para que pudesse causar de forma subsequente um segundo “ choque” ou mesmo terceiro ou se deveria parar por ali, no fim não era algo puramente guiado pelo desejo, então as vontades de Sophia prevaleceriam sobre a própria luxúria da pequena naquele momento, que tinha o seu corpo bem cansado, ainda que não parecesse que o desejo a deixaria tombar, se lhe fosse pedido por mais.



Enquanto a cena acontecia no quarto, mais e mais o barco aproximava-se de Loguetown, de sua região portuária, onde se porventura alguma das duas em algum momento pudessem ir ao lado de fora, poderiam ver um grande portão e uma atividade portuária intensa, com pessoas descarregando e carregando navios, marinheiros passando fazendo a sua ronda, dentre muitas coisas que talvez pudessem chamar a atenção como o caso de que lá, havia sentado um Mink urso, carregando consigo uma metralhadora em suas costas segurando um punhado de cartas na mão, quando isso aconteceria? Convenientemente no momento em que uma das duas pudesse decidir ir ao lado de fora, pois o próprio ritmo ao qual o Navio ali navegava, diferente do sádico espancador de garotinhas, parecia perfeito para que pudessem aproveitar ao máximo o seu momento, por quanto quisessem fazer durar.






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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptyDom 16 Set 2018, 13:12


Passo 19: I had no idea that you're in deep



O estímulo me levava lentamente ao delírio, eu tinha me perdido no tempo, mal sabia até quando isso deveria continuar, meu corpo tremia involuntariamente, minhas pernas estavam bambas a cada movimentação de Alexis, aquilo era estranho, nunca tinha me sentido tão vulnerável, era como se ela pudesse acabar comigo agora se quisesse, meu corpo aos poucos estava em completa sensação de êxtase, e antes que eu pudesse ter qualquer controle sobre aquilo uma sensação muito forte me atingia, o que era aquilo? Eu não saberia como explicar com perfeição, mas a sensação que antes estava presente apenas ali embaixo, percorria todo meu corpo, algo forte que me fazia automaticamente me contorcer completamente em cima do colchão, meus punhos agarravam novamente o lençol com força, aquilo estava acabando comigo, um gemido alto sairia naquele momento, a respiração se tornaria mais rápida naquele ponto, e minhas pernas, bem, elas abarcariam Alexis, a puxando pra que se mantesse ali comigo, e não só isso, mas de certa forma a prendendo.

Naquele instante, apenas segurar o lençol não parecia resolver meu problema algo queria sair, e eu tentava segurar por mais um pouco para que a sensação durasse, entretanto meu punho direito eu usaria para socar a lateral do colchão, era uma das formas de me ajudar a aguentar mais um pouco, os gemidos já haveriam de ter se descontrolado completamente, eles naquele instante estavam pra outro ponto, não tinha mais sequer controle da minha voz nem do meu corpo, e por fim depois de algum tempo era impossível segurar mais, a água jorrava do cálice sagrado, com uma intensidade absurdamente alta, algo que não entendia com perfeição mas me fazia sentir como se estivesse no paraíso por alguns instantes, me fazia sentir que alguma coisa naquele momento me aliviava de todos os meus problemas, como se eu não precisasse pensar mais em nada, não precisava de maneira alguma fazer alguma coisa, como se eu pudesse viver pra sempre naquele momento, e se me oferecessem para viver nele, sim, eu aceitaria.

Até que finalmente tudo saia dali, eu finalmente estava vazia e satisfeita, meu corpo ainda não havia recuperado toda sua autonomia no entanto, ainda estava com tremores que percorriam desde o dedo dos pés até o topo da cabeça, estava ainda com leves espasmos também que duravam 20 segundos após finalizar tudo. Levemente agora soltaria  Alexis do meio das minhas pernas, enquanto relaxaria minha musculatura, e ajustaria vagarosamente a respiração que estava de extrem ofegante, a sensação não tinha abandonado meu corpo, ela perdurava por todo ele o que me fazia ter essa sensação de que ainda estávamos fazendo, sentia tudo tão forte como se estivessemos avançando do começo de novo, na verdade acho que, aguentaria uma segunda rodada agora mesmo, sem nem pensar duas vezes. Mas dessa vez iria ficar pra mais tarde, recuperando minhas forças, a primeira ação seria levemente deitar chamando a pequenina. - Vem aqui.- chamaria batendo com a mão do meu ladinho enquanto esperava que ela deitasse lá. Haveria um sorriso puro no meu rosto de uma felicidade enorme que me contagiava plenamente.

Assim que ela se deitasse abraçaria ela com todo o carinho que poderia naquele momento, eu queria muito só ficar com ela naquele instante, e no momento que a envolvesse nos meus braços beijaria a testa da pequena bem de leve enquanto apenas me manteria com um leve sorriso sentindo o calor dela juntinha a mim naquele instante, não havia nada pra falar, apenas queria curtir aquele momento, sem tomar partido de mais ações por aquele momento, iria apenas ficar lá e nada mais, sem me levantar, sem pensar em trabalho, sem pensar no futuro, sem pensar em absolutamente nada ruim, apenas guardaria as cenas de tudo aquilo na minha mente, a memória mecânica das sensações que faziam meu corpo esquentar, e pulsar, meu sangue correr mais rápido, meu coração acelerado. Se ela estivesse com a cabeça ali perto do meu peito, poderia ouvir o meu coração provavelmente, pela velocidade que ele tomava de partida.

Meu corpo até onde me lembrava, guardava memórias mecânicas apenas de combates, golpes trocados, dores que se passavam de diversos tipos de pancadas, cortes, furos, queimaduras, congelamento, envenenamentos, danos de todos o tipos que você pudesse imaginar, mas nunca uma memória como essa que eu repetisse por vontade própria. Até onde isso vai me levar eu não sei, mas eu trilhar a estrada que for necessária, eu sei que tenho deveres, e sei que possui vontades um pouco talvez não muito realistas para as pessoas que me veem, mas nunca esperei que um dia algo me fosse dar uma coisa que eu não poderia substituir, uma coisa que eu não poderia simplesmente trocar, acho que Alexis de certo modo havia se tornado indispensável pra mim, sempre olhei o mundo a minha volta como que tudo era mutável, e poderia simplesmente se tornar algo novo e eventualmente ser trocado, ou passado adiante. Sim, é uma visão que talvez faça muito torcerem o nariz, mas, era assim que eu enxergava, nada era insubstituível, até mesmo eu mesma, eu era uma peça num tabuleiro de xadrez, muito provavelmente um peão no tabuleiro do destino… Mas isso nunca me assustou por que eu ainda faria você ver que eu cheguei no final do tabuleiro, e quando menos esperasse eu poderia ser a peça que você mais desejasse naquela hora, pois essa é a magia de ser um peão, pois ele é na verdade a peça que você quiser, só precisa mover ele com sabedoria.

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Última edição por Senshi Akuma Yundi em Qui 20 Set 2018, 12:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptyDom 16 Set 2018, 13:52



I - For Whom The Bell Tolls




Diante daquela situação nova ao qual estava vivendo naquele momento ou melhor, dividindo junto a Alexis, muitas novas sensações haviam ali sendo sentidas, fosse fisicamente ou emocionalmente,  o tempo parecia passar, assim como toda a situação em um ritmo próprio, todo o ambiente parecia ser irrelevante diante de tudo que estava sendo vivido ali, que era intenso demais para ambas as partes, com aquilo era possível que Alexis tomasse uma posição dentro do coração de Sophia onde se fazia importante e surpreendentemente a ela, indispensável, algo que para a própria garota era ainda um novo conceito, assim como toda e qualquer sensação boa ali sentida por ela também pareceu se apresentar como algo inédito em sua vida.

Seu passado, sua criação haviam até agora apresentado a ela um mundo que era muito mais cruel do que deveria ser para alguém com uma natureza como a dela, sendo assim enquanto era familiar muito mais com a dor do que o prazer, com a violência em relação ao carinho e pouco a pouco a pequena pareceu abrir a porta para um caminho que antes a vida havia lhe fechado, ou melhor, outras pessoas haviam barrado a sua entrada. Em meio  ao fim do ato, apenas o carinho ali havia restado e talvez pudesse permanecer assim por um bom tempo, afinal, não havia muito de se ter pressa, já que a embarcação se moveu de forma bem conveniente de modo a não se chocar contra nenhum outro, Alexis acabaria em meio aos braços de Sophia ao fim acabando relaxando de modo que seus olhos se fecharam, poderiam ficar ali por um bom tempinho, até que a garota acabaria levantando de sopetão, com coração um pouco acelerado lembrando algo que era bem importante e talvez tivessem perdido o timing- A   ncora!- Lembrou a garota em um tom um pouco esbaforido, onde tentou apoiar-se para que pudesse se levantar com uma de suas mãos na beirada da cama, mas faltou-lhe forças, algo que não aconteceria a caçadora, caso ela precisasse agir.

A pequena ficaria ali por mais um tempo, ficando quase que incubida a necessidade de agir para Sophia, para evitar que agora que finalmente haviam chegado a Loguetown, perdessem ou danificassem sua embarcação por algo tão pequeno. Quando saísse do quarto, poderia ver logo perto da porta uma figura peculiar e facilmente reconhecível, até mesmo pelo som de seus passinhos, Juarez estava próximo, como se esperasse que fosse sair dali novamente com algum outro agrado e bem, talvez não fosse tão feliz assim, se o que ele esperava era receber uma refeição, pois a situação que acontecia ali era completamente alheia ao entendimento simplório e talvez ganancioso do caranguejo e bem, a idéia de um caranguejo/siri sovina não é exatamente muito original, uma vez que isso já havia sido desenvolvido em outras mídias onde corresse boatos que há esponjas falantes capazes de criar fogo embaixo da água mas, isso é um assunto para outro momento. A âncora seria provavelmente algo bem visível a caçadora, que caso fosse agir naquele momento, não teria problemas para aportar de forma tranquila, tendo ali a preocupação de descer a ponte de madeira, caso já quisesse desembarcar, pelo modo como havia passado um tempinho a mais no quarto, não poderia mais ver o grande arco que indicava que havia chegado a loguetown, no entanto era capaz de ver melhor, algumas casas de estrutura simples e uma rua bem pavimentada, havia agora uma ronda que chamaria a atenção pelo uniforme diferente de um dos três marinheiros que passavam de forma mais distante a sua vista, indicando talvez uma patente mais alta que os outros dois.

Agora também seria possível, que o mesmo urso Mink ao qual poderia ter visto anteriormente, fosse nesse momento audível em como  ele ria de forma bem peculiar, enquanto os rapazes e moças que jogavam cartas junto a ele pareciam frustrados, em um canto bem próximo de onde poderia desembarcar. Havia sobre a nova ilha muitas perspectivas na cidade do começo e do fim e se uma vez acreditou que uma vez seria o peão dentro do tabuleiro de Xadrez universal, pela possível sensação de um caminho aberto para qualquer direção que lhe fosse interessante, certamente ali se havia a dúvida sobre, haveria a confirmação de que havia passado pelos obstáculos até que pudesse chegar ao outro lado do tabuleiro.




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MensagemAssunto: Re: I - For Whom The Bell Tolls   I - For Whom The Bell Tolls - Página 4 EmptyQui 20 Set 2018, 15:43


Passo 20: I'm so Bad (Baby I Don't Care)


As coisas estavam completas ao que parecia, mas o destino não estava pra deixar barato afinal, a chance de QUEBRAR MEU BARCO NÉ? NÃO PODIA DEIXAR PASSAR NÉ? NÉ? Essa criatura das trevas só poderia querer o meu fim, Alexis se lembrava naquele momento da âncora, mas não tinha forças pra levantar direito ainda, eu observava minhas forças naquele momento e parecia poder simplesmente conseguir, então bem… o caminho era apenas acalmar mais a pequena. - Pode ficar quietinha e descansar mais as pernas, deite um pouco e eu já volto, pode deixa que eu cuido da âncora, não vamos bater.- esperava eu que não fossemos bater mesmo não, dizia muito mais pra acalmar ela do que por ter certeza de que ia fazer isso, levantaria da cama calma e levemente beijaria a testa da pequena antes de realmente ir lá pra fora, não tinha tempo de vestir as roupas, então apenas pegaria a jaqueta, e jogaria por cima dos ombros.

Antes de sair daria uma leve piscadela pra ela enquanto caminhava para fora fechando a porta e indo para a âncora, talvez Juarez pudesse me ajudar nisso, mas quando eu parava agora pra pensar, ele era só um caranguejo enorme pra caramba, não acho que ele levantasse uma âncora, entretanto daria de ombros seguindo para a lateral onde ficasse o grande peso de ferro. Assim que chegasse lá me abaixaria rapidamente pegando ela e forçando para cima visando erguer a âncora, se assim eu conseguisse rapidamente a jogaria pra dentro da água, uma sensação de alívio por não ter deixado o barco bater.

Entretanto, como o bom e velho destino é um grandioso ANIMAL DE TETA COMPLETO, FILHO DA MÃE DOS INFERNOS, eu graciosamente teria um caminho alternativo ali, caso não fosse capaz de levantar apenas com a força dos braços me afastaria um tanto da âncora tomando uma distância de 5 metros, me posicionaria com o dorso para baixo e a perna esquerda pra trás uma posição simples de arrancada, e de uma unica vez, daria um grande Dash, visando com o impulso conseguir ter força suficiente para levantar a âncora de uma vez só usando meu corpo de alavanca, onde eu me levantaria de uma forma parecida a quando se usa um upercut, só que segurando com uma mão no topo e outra na base da âncora, a jogando pra o mar de uma única vez.

A estratégia aprendida com o velho tinha de me servir de alguma coisa no fim das contas, podia agora criar muito mais com minha mente que antes, o xadrez que ele me ensinou me estruturava possibilidades. Apesar de elas nem sempre serem as melhores que eu teria é claro, elas podiam me dar novos horizontes, novos mundos que eu não tivesse imaginado ainda e isso era importante pra mim, pois abria uma gama de coisas novas na minha cabeça, pensar estrategicamente era necessário se eu queria ser algo a mais. Por fim se eu tivesse sido bem sucedida em colocar a âncora na água, eu caminharia para a proa onde lentamente observaria o que estava na minha frente, como a ilha poderia ser, era a resposta que eu queria enquanto observava, era bom ver que finalmente teria chegado ao porto.

Mas para o caso de eu não ter conseguido a ancora por que? PORQUE? SÓ POR QUE VOCÊ QUIS NÉ? POR QUE VOCÊ PODE MUITO BEM QUERER QUEBRA MEU BARCO QUE EU TO BEM LIGADA NISSO...Sabe de uma coisa que vou te falar? QUER ME FODER ME BEIJA PORRA. Nesse caso em específico, se eu falhasse correria rapidamente para o timão, destravaria o leme e tentaria virar ele para um dos lados para reduzir os danos no barco, não era como se isso fosse de fato ser útil, não entendo de navegação mas fazer um giro no barco ao menos poderia evitar em parte, ou era o que eu pensaria. No fim das contas independente do resultado final, momentaneamente eu ignoraria esse resultado, apenas se alguém reclamasse da batida, me desculparia. - Foi mal, eu não sei pilotar, e minha navegadora, ta sem conseguir levantar, eu pago pelos danos depois se quiser.- pois o que me interessava agora era voltar pro quarto.

No quarto quando eu conseguisse voltar deitaria ao lado da pequena dizendo apenas um grande. - Está tudo bem, pode descansar.- e nesse momento abraçaria ela enquanto com minas mão acariciaria a cabeça dela ali por trás, seria um bom momento de relaxamento pra ambas diria.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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