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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptySex 25 Maio 2018, 17:06

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Creation

Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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Furry
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyDom 29 Jul 2018, 11:46





Royce

WilD MinD



A longa caminhada havia se estendido por horas e embora tivesse sido de certa maneira tranquila o esforço não deixava de estar presente. Sentar-se-ia no navio, para então permitir seus pés relaxarem.

- NYANNNN! - liberou o suspiro de prazer, mas logo o cortou, lembrando que Cassandra estava indo para a cozinha. - ESPERREEE NYANN, Cassandra… OIIIII. - chamaria a atenção da Sirena. - Deixa disso, estamos numa cidade, vamos comer por ai. Descanse um pouco,nyan… - Royce não sabia se resistiria a outro envenenamento tão cedo. - Vamos? Eu te pago uma bebida. - falou com um sorriso no rosto com as orelhas agitadas no topo da cabeça.


Se ela concordasse se dirigiria ao carpinteiro…

- Nyann, ótimo trabalho-gara. - sentar-se-ia perto dele. - Conseguimos dinheiro também. - apontaria para o baú. - Que tal irmos beber para festejar o saque? - convidaria com um sorriso travesso que revelava que as intenções de Royce iam muito além da bebida.


Seguindo até a loira o jovem faria o mesmo convite.

- Nyan, nyan (sei, sei) que você tem seus desejos de vingança e tudo mais, mas quando foi a última vez que fez uma festa pirata? - diria, insistindo para que ela acompanhasse. - Além do mais, preciso comprar laranjas, nyan.. Me mostre onde tem.

Olharia então para as duas ruivas…. E sabendo que não havia mais muito no navio, a não ser o próprio navio as chamaria.

- Vamos beber?Nyan? - perguntaria a Barbara.. - Comer e arranjar uma briga de bar também.. Nyanyanyanyanyanya. -olhando para a outra, a navegadora. O jovem coçaria o queixo… - Tragam ela também, talvez bebendo ela acorde. - Royce considerava-se duplamente sortudo nesse momento. Cassandra não havia envenenado a navegadora na subida da reverse e a navegadora não havia entrado em choque durante a passagem.


- VAMOOSSSS. - Tinha arranjado sua própria gang estranha e agora tinha alguma utilidade para o dinheiro. Comprar bebidas.

Royce daria preferência para seguir na direção do castelo, pois embora quisesse ir a um bar também tinha alguns outros planos em mente, planos os quais arrancava-lhe um sorriso travesso do rosto.


Não caminhava com pressa, pelo contrário, o jovem faria questão de ir devagar observando tudo que estivesse aberto pelo caminho, olhando as lojas bem de perto. O impulso de afanar as coisas era algo sempre presente no garoto, bem como sua curiosidade.

Pegaria algumas coisas discretamente, talvez um anel de alguma loja, uma capa de um cabide, uma caixa de madeira aleatória, na verdade não importava muito para o jovem o que era o objeto, apenas que ele precisava ser seu. Daria obviamente preferência para lojas onde o vendedor estivesse atendendo outra pessoa pegando assim alguma coisa aleatória de valor sentimental….



Por fim, esperava encontrar um bar próximo ao castelo, lá adentraria junto de seus companheiros e procuraria por uma mesa onde todos coubessem.

- BEBIDASSSS - gritaria para uma atendente, ou o balconista sendo que se necessário levantar-se-ia e iria até o balcão.

- Somos de fora. - diria a quem servisse. - Acabamos de chegar, o que pode nos dizer sobre o lugar? E o Rei? - Faria chacoalhar a bolsa com o dinheiro que carregava, dando a seguir uma piscada para a pessoa.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQua 01 Ago 2018, 21:08



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



TODOS

Chegando na cidade, depois de várias horas andando, por alguma irônia do destino, os piratas deram de cara com seu navio, quase concertado, onde estavam Toretto e Layla, sendo que o primeiro estava sem camisa, trocando algumas madeiras no convés e a segunda se mantinha sentada em uma cadeira abaixo de um guarda-sol no chão, com um olhar vazio para o horizonte, mesmo que lá não tivesse nada. Quando Cassandra optou por ir fazer algo para comerem, Royce logo interviu, de modo que a sirena soltasse um belo sorriso e o respondesse com sua voz doce de sempre.

- Tudo bem... Espero que tenham algo bem gostoso nessa cidade! –

- Entendo, parece que vocês andaram se divertindo, a Layla tinha acordado, mas voltou a ficar desse jeito de novo, é tão estranho, eu não entendo qual é a dela... Talvez um médico a ajude, mas não sei, eu levei ela até um mais cedo, mas ele também não sabe o motivo, parece que ela está com a saúde normal, embora esteja nesse estado... Mas vamos lá, acho que é uma boa para ela andar um pouco! –

Indagou Toretto, respondendo Royce, enquanto parava com o trabalho, passando o braço em sua testa para tirar o suor e mantendo seus olhos em Layla, enquanto Ken a levantava e a colocava de quatro com um dos braços levemente levantado, fazendo uma cara de safada, era estranho, mas Toretto simplesmente observou o tritão fazendo aquilo, se mantendo com os braços cruzados ao olhar para a cena, sem fazer nada para impedir. Durante esse movimento ousado de Ken para com Layla, Royce se aproximou da loira, que estava observando a cidade, falando para que ela os acompanhasse em uma festa pirata, então seriamente ela respondeu o Mink.

- Já faz um bom tempo mesmo... Devemos conseguir algumas no bar que formos. –

- Sim, vamos lá então. -

Respondeu a ruiva com um tom de voz alto, enquanto encarava o Mink, que lhe fez a proposta sobre ir no bar se divertir. Então o grupo todo decide se separar, de modo que Ken saiu com Big G, Akuma e Sardinha; Royce foi com a barbara, Cassandra, Merlinda, Toretto e Layla e Jurgen, ainda transformado pela akuma no mi, saiu com sua companheira.


ROYCE

O Mink saiu andando na direção do castelo, que se destacava ao fundo da cidade, em relação ao porto, sendo que Toretto retirou Layla daquela posição constrangedora na qual Ken havia colocado a garota e a guiou junto do grupo, já a barbara, Cassandra e Merlinda andaram normalmente, observando e tentando entender como funcionava o reino dos Denrold, que era bastante barulhento e cheio de algazarras por toda parte.

No caminho, é claro que o Mink não deixaria passar a oportunidade, embora não houvessem muitos vendedores no lugar, provavelmente pelo horário, ele ia passando e afanando aquilo que achava bonito sem que fosse percebido, de modo que no caminho, conseguiu pegar uma capa preta, um anel com uma pedra verde, uma pulseira rosa, um cronômetro e um tênis furado de algumas das barracas pelas quais passaram. Chegando a um bar próximo dos castelo, viram várias pessoas sentadas bebendo, tendo ao menos uma mesa vaga ao lado de uma janela, o lugar era uma barulheira do caramba, mas ao pedir por bebidas para um velho cheio de verrugas que parecia trabalhar lá, elr trouxe canecas grandes cheias de cerveja para aqueles que se sentavam, respondendo à pergunta do Mink com um sorriso.

- Entendo, bem que percebi que vocês não são daqui, pois bem, não há muito que saber, aqui é o território dos Denrold, que estão em guerra com os Achill pelo controle da ilha, além de que o rei, Rakves Denrold, O Falso, é um rapaz bastante ditador, de certo modo ele não aceita pessoas que pensem diferente, além de ser muito bom em disfarces, talvez por seu temperamento, também esteja em guerra civil com seu filho, Elmwor Denrold, mas soube que o garoto estava atacando com alguns de seus seguidores um aliado dos Achill ao oeste daqui, não sei dos detalhes... –


JURGEN

Jurgen, com o corpo totalmente diferente daquele que tinha alguns dias atrás, procurava por algum alfaiate, fazendo um sinal para que sua companheira encontrasse algum lugar que vendesse roupas para ele, ao apontar para as que usava, ela então balançou a cabeça em sinal de afirmação, olhando para os lados enquanto andavam pela cidade, que estava cheia de bêbados e mendigos por toda parte, até que viu uma loja de roupas ainda aberta, pedindo roupas para um velho que estava sentado na frente da loja, o homem olhou para o corpo daquele que agora possuía a sirueta de uma mulher, então o velho entrou por alguns instantes e voltou com alguns arrastando no chão alguns trajes gigantes, que pareciam servir muito bem Jurgen, falando ao esbanjar um belo sorriso para o homem.

- Acho que estes vão servir, são 100.000,00 berries. –

Com isso, sem vestir as roupas, ele pagou por elas e saiu andando com as mesmas em braços, para analisar a cidade, por mais que até o momento não parecesse ter nada de fora do comum, além de pessoas se divertindo, brigando e conversando. Com construções simples, lojas, bares, bordeis e um grandioso castelo mais ao fundo, sendo possível de se enxergar de qualquer parte da cidade, ao menos até o momento.


KEN

Como o tritão não tinha muitos objetivos, que não se divertir, não demorou para que junto de Sardinha, Big G e Akuma, o tritão encontrasse um bar, deixando Big G para fora, já que o mesmo não conseguia passar pela estreita porta e adentrando com os outros dois. Lá dentro, pegou cinco bebidas, entregando para o Big G e os outros que haviam se sentado em uma mesa, a garota não estava querendo beber, mas quando Ken começou a falar e depois dar de beber para a cabeça ainda na lança, embora já estivesse apodrecendo e com um cheiro horrível, a garota decidiu beber.

- HUUUUM. -

Não demorou para que acabassem de beber, de modo que o tritão saísse com Sardinha, obrigando Akuma, que falava com duas garotas no bar o acompanhasse, além de Big G, que estava deitado do lado de fora esperando o tempo passar. Saiu sem pagar ou que alguém percebesse, levando em conta o quão lotado o lugar estava, estava feliz por sabe-se lá o que, a única coisa que importava para o tritão naquele momento era sua própria diversão, até que viu duas belas humanas na frente de um lugar, era obviamente uma casa noturna, vulgo, um bordel.

Entrando no lugar, por mais que Big G, mais uma vez não conseguisse entrar, Ken queria se conectar à Sardinha, pedindo para a garota pegar algumas bebidas, ela parecia ainda estar com medo, mas já ter aceitado o que acontecia com ela, indo na direção do bar sem pestanejar, era até estranho que tivesse conseguido entrar sem problemas naquele lugar, onde estavam vários homens sentados com algumas mulheres os servindo e subindo hora ou outra por uma escadaria, mas assim que a garota voltou com as bebidas, um grito foi ouvido do lado de fora, era Big G falando alto.

- Ken, temos um problema aqui fora. –

Por uma janela, Ken conseguia ver o braço do tritão apontando para vários homens armados com espadas, embora não parecessem muito fortes, provavelmente queriam algo do tritão, então um dos homens deu um grito, chegando ao ouvido de todos.

- FORAM ELES QUE ROUBARAM MEU BAR! –


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Furry
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQui 02 Ago 2018, 12:36





Royce

WilD MinD




O primeiro gole fora o melhor, uma merecida recompensa após um dia tão conturbado. Royce esparramava-se na cadeira apreciando mais um novo gole da sua cerveja.

- Nyannnnnn. - suspirou satisfeito enquanto ouvia a história do atendente. - Hnmn, nyan.. Sim eu vi esse ataque. - Tomaria mais um gole da cerveja e agiria como sempre agia, sendo honesto demais para sua própria segurança. - Esse infeliz teve a audácia de atacar o castelo que eu tava roubando. - não escondeu o aborrecimento na voz. - Acabei nem podendo explorar muito o castelo do tal Monk… - olharia para a loira.. - Era Monke? Né-gara? O nome daquele cara que arrancamos a cabeça? - Bom senso, tato social, ou a necessidade de uma mentirinha de vez em quando eram coisas que não eram muito presentes na personalidade do gatuno, efeito de crescer isolado em uma floresta provavelmente. - Ainda assim.. - deu os ombros, lembrando-se que ao menos havia podido furtar algumas coisas lá dentro. - O castelo caiu. - tomaria um gole de cerveja, com a mão a qual usava o anel falso do tesouro e também o último que havia roubado. - Monk morreu, um cara e uma garota… Acho que filhos dele morreram. A menor está com a gente, meu tritão de estimação se apegou a ela. Nyanyanyanyanyanyanya. - riria da ironia. - Você-gara tem laranjas? - se o atendente se mostrasse confuso. - Laranjas, fruta, de cor laranja, redonda, sabe? Nyan? Fui envenenado lá no castelo, ai preciso comer laranjas, nyan.


Era provável que os mais precavidos, ou atentos dos seus companheiros lhe chamassem a atenção, afinal o gatuno havia simplesmente relatado tudo o que haviam feito sem saber se a passoa para a qual falava era ou não confiável.


- Nyann? Falei de mais? Mas que que tem nyan… Foi isso que aconteceu.


HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. - Shizuka que até então havia dado uma folga simplesmente começou a rir sarcasticamente, procurando-a o gatuno encontrou-a sentada no balcão do bar, com as costas apoiadas no tampo, os cotovelos sobre o balcão olhando-o com um copo de cerveja na mão… Isso deixou Royce ainda mais confuso. E depois diz que sabe o que está fazendo. - Shizuka ergueu a caneca fazendo um brinde distante, ato que Royce retribuiu instintivamente e tornou a beber. - Nyannn. - suspirou. - Bom, esqueça o que eu-gara disse. - falaria pro velho emberrugado. - Nós-gara não invadimos o castelo do Monk, não matamos ele-gara, não roubamos o tesouro dele-gara e nem essa espada, nyan e também não sequestramos a filha menor. - para enfatizar Royce empurraria alguns berries pela mesa na direção do velho dando um sorriso amarelo em seguida. - Talvez eu devesse aprender a mentir… - diria enquanto se recostava ainda mais relaxadamente na cadeira lambendo do bigode a espuma da cerveja.


Continuaria ali por algum tempo, dando primeiro importância para relaxar, beber, comer laranjas se possível, mas também pediria outra comida para o grupo inteiro se alimentar, deixando claro que cada um escolhesse o que quisesse.


- Então o pai e filho não estão se dando bem mesmo, nyan. - começaria a conversar com a loira. - Será que o…. Denrold?Nyan? Nos-gara receberia? - baixando ainda mais a voz. - Ou posso invadir agora a noite para mostrar que somos qualificados - obviamente a única intenção nisso era do jovem se divertir invadindo mais um castelo.


Durante toda a estadia o jovem distrair-se-ia ouvindo as conversas alheias, um pouco aqui, um pouco ali aproveitando-se de sua audição afiada para tal.



”objetivos”:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Sex 03 Ago 2018, 12:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQui 02 Ago 2018, 13:25

#020
Ahh... um puteiro, bordel para os mais antigos e frescos, local onde os menos afortunados no quesito romance buscam uma esperança em gastar quase que todo o seu dinheiro em uma dança ou quem sabe em uma rapidinha de meia hora. Um local onde homens distintos seguem uma conduta moral dos bons costumes como: Nunca pegue uma garota que acabou de sair de um programa. Não gaste todo o seu dinheiro em bebidas, elas são caras e você não foi lá para encher a cara e sim esvaziar. Não encare outros homens. Não aperte a mão de conhecidos ou desconhecidos (a sua higiene em primeiro lugar). Não vá a primeira que sentou em seu colo. Evite sentar nos sofás localizados nos cantos escuros, eles estão em um local escuro para um único propósito. Leve a sua bebida para o banheiro. Não pague para amigos. Se for dividir uma garota com um amigo seja justo e tire no par ou ímpar para saber quem será o primeiro, se você for o primeiro aproveite o máximo que conseguir e deixe seu amigo com o desgosto do seu serviço. Nunca encoste nas paredes dos quartos. Não ejacule no chão (outros guerreiros passaram por ali e não são obrigados a pisar). Lembre-se de gritar o máximo possível para irritar os mais tímidos que estarão em outros quartos, isso será engraçado apenas se outros começarem a fazer isso. Não perca tempo conversando. Entre mudo e saia sorrindo. E nunca se limpe na cortina! Ela não é papel e não serve para isso. Se a mina for muito feia, fique em uma posição onde não olhe para ela, se mesmo assim não der para evitar use sua imaginação ou cubra o seu rosto. E a mais importante, seja sempre simpático com o porteiro/ cafetão, ele poderá lhe ajudar em alguma confusão no futuro.

Tudo iria bem, o ambiente parecia ser agradável e a noite estava começando e todos estavam com uma criança (entendeu o trocadilho? A noite é uma criança? pã!). Finalmente nossas bebidas chegaram e como sempre algo havia acontecido e nossa alegria era atrapalhada com o aviso do Big G... “Certeza que ele poderia resolver essa situação, mas como ele não conseguiu entrar na toca do coelho vai querer azedar o pé do frango dos outros!”

Respiraria fundo, buscando acalmar os meus nervos e ao mesmo tempo arquitetaria algum plano mirabolante para voltarmos para as garotas! Com o meu plano em prática, olharia para a sardinha e diria… - Muito bem criatura, nós vamos lá fora furar alguns briocos e você ficará! E já que está aqui, vai andando por ali e tentar ir pegando os trocados que as pessoas dão para essas moças e se possível pegue as carteiras desses vermes também! Quando acabarmos com aqueles putos, voltaremos!

Olharia para o Akuma e com um gingado de cabeça convocaria o mesmo - Simbora lá pra fora! A sardinha vai fazer uns barato loucos aqui dentro e nós vamos eliminar aqueles putos! Depois eu deixo você escolher a garota mais safada e gostosa daqui!

Antes de sair do local, olharia para o DJ, caso houvesse algum, apontaria para o mesmo gritando… - Solta o som DJ!... Se não houvesse a merda de um DJ apenas seguiria em direção à porta.
Solta o som!:
 

Com um sorriso simpático, sairia do puteiro dizendo aos cavalheiros que surgiram… - Me desculpem! É que hoje eu realmente estou acelerado e acabei esquecendo de pagar as merdas das bebidas que nós tomamos! Por isso me deixa pegar o dinheiro, segura o nervosismo ai puto!... Nesse momento sacaria as minhas pistolas e começaria aplicar tiros contra os homens! Meus tiros eram focados na região do tórax e cabeça. Enquanto atirava, buscaria caminhar lateralmente ou até mesmo para trás com o intuito de continuar a aumentar a minha distância contra aqueles homens. Buscaria alvejar sempre o que estivesse mais próximo de me atacar ou coisa parecida! Nunca deixaria minhas pistolas sem recarregar

Não descartaria a aproximação de alguém por trás e por isso sempre ficaria ligeiro. Se percebesse a aproximação de alguém, brilharia e mudaria a direção do meu movimento com dois pêndulos para a direita e atiraria duas vezes contra o inimigo na região descrita acima! Se possível, pegaria o corpo desse inimigo e usaria como escudo (apenas se estivesse morto, desarmado, ou fora de combate) e desceria bala nos desgraçados como se não houvesse a porra do amanhã. Após a ação recarregaria as armas.

Se eles ainda fossem existentes, brilharia a minha crista contra eles e começaria aplicar diversos tiros contra os mesmo, sempre focando em atingir seus corpos de maneira mortal ou que tirassem todos de combate. No caso de todos os homens tenham sido derrotados, eu andaria entre eles e aplicaria um tiro na cabeça ou no coração e me certificaria de que todos realmente estavam fora do combate. Após realizar tal procedimento, procuraria em seus corpos, objetos de valor, dinheiro ou alguma coisa útil.

Após enfriamos os ânimos, retornaria ao puteiro com o que poderia ter tomado dos homens gritando… - Ae caralho, vamos tocar fogo nesse puteiro porra! ... Olharia em volta procurando a Sardinha para saber se a mesma conseguiria cumprir a missão que lhe havia sido ordenada anteriormente.

---

Mas, se a treta da rua ainda estivesse acontecendo, procuraria um local para me esconder e recarregar as minhas pistolas enquanto observaria a situação e pensava em algum plano. Se mesmo assim alguém tentasse desferir algum ataque, rolaria no chão da forma em que conseguisse e continuaria a me afastar sempre com o intuito de me esquivar da melhor forma possível.

Ainda para tentar quebrar o espírito fervoroso dos vermes, pegaria a cabeça podre do Monk da lança e diria a mesma… - Tá na hora de você fazer alguma coisa porra! Acha que tá aqui pra beber de graça e ver uns peitinhos?... Após a conversa, arremessaria a mesma contra a cabeça daquele estivesse comandando ou incitando os homens para continuar o ataque, aplicaria mais três tiros um contra a cabeça desse homem e os outros dois contra outros dois vermes e diria… - A Monk Head vai foder vocês essa noite MAUHSUHAUHSUHAUA.
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

____________________________________________________

Legendas:
 


Última edição por Rock - Furry Legend em Qui 02 Ago 2018, 13:38, editado 1 vez(es) (Razão : Add Objetivos e umas mudanças!)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptySab 04 Ago 2018, 21:25


Ilha

Finalmente havia conseguido comprar as roupas justas. Após checar se elas estão boas dando tapinhas no corpo, falaria para Hakuei: - Ainda preciso resolver alguns negócios na cidade antes de seguirmos caminho. - declararia, virando as costas - Preciso conhecer mais o território, vamos andando. - Então, sinalizaria novamente com a mão, para que Hakuei me siga, e então ordenaria que ela perguntasse pelo local e descobrisse onde ficavam os lugares famosos da cidade, e então seguiria para conhecê-lo. Caso ela não consiga achar os lugares, e então eu próprio iria, muito a contragosto, perguntar aqueles insetos onde poderia encontrar. Procuraria alguma pessoa que parecesse morar ali a mais tempo, alguém mais velho no caso, e perguntaria. Caso ele me indicasse o lugar, partiria para encontrá-lo, caso ele não soubesse, continuaria perguntando.

Caso eu encontre alguém disposto a me ensinar luta de rua, tentaria aprender.

Após isso, sairia do local e andaria sem rumo pela cidade, com o objetivo de melhor conhecê-la, sempre atento a coisas de meu interesse.



Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQua 08 Ago 2018, 15:58




Quem Pedra

Noite | Nublado | 13º C




A informação de Big G certamente não viera em boa hora.
Ken inspirava, acalmando a mente enquanto ponderava suas próximas ações, abaixando-se para Sardinha. - Muito bem criatura, nós vamos lá fora furar alguns briocos e você ficará! E já que está aqui, vai andando por ali e tentar ir pegando os trocados que as pessoas dão para essas moças e se possível pegue as carteiras desses vermes também! Quando acabarmos com aqueles putos, voltaremos! - A garota se assustava, assentindo com a cabeça para o tritão mas não entendendo muito bem como agir.

Convocando Akuma para ir consigo, virava-se para o interior do bordel, e, não encontrando qualquer responsável visível pelo som do estabelecimento, saía, deixando a garota Sardinha para trás.
Ao sair, deparava-se com dois homens. Um era humano magro, velho e aparentemente fracote, mas trazia consigo um mink bovino de quase 3 metros de altura, corpulento e de aparência assustadora.
- Sim, sim, por favor, o dinheiro... - Dizia o velho ao ouvir que Ken iria lhe pagar. - O quê?!?! - Ambos os cobradores se assustavam conforme Ken sacava suas pistolas do bolso, ao invés de dinheiro. Atrapalhavam-se momentaneamente e saltavam-se um para cada lado, escapando dos disparos.

- Pega eles, idiota! - O velho gritava com sua voz esganiçada, comandando o seu guarda-costas, que inclinava o seu corpo, apontando os chifres para Ken e investindo.

Enquanto isso, longe da vista dos outros, a garota Selena encontrava a oportunidade perfeita para fugir. Olhava para trás, e, com medo, certificava-se de que não estava sendo seguida por Ken nem por seus companheiros. Virou-se novamente para a frente, e, aos trotes, correu em uma única direção, passando pela zona de espera dos clientes e adentrando um grande salão de iluminação roxa. Seus olhos brilharam de medo com a imensidão de coisas que aconteciam ali por todos os lados: homens sentados em mesas pequenas e redondas, bebendo seus drinques e assistindo as dançarinas, que dançavam sobre palcos individuais em volta de longos e finos postes. Garçonetes felinas seminuas passavam por entre as mesas, segurando bandejas com diversas bebidas, comidas e petiscos, assim como, para lá e para cá, homens levantavam-se de suas mesas no conforto de seus amigos e eram guiados para quartos laterais por belas mulheres seminuas, que facilmente podiam ser confundidas com as garçonetes ou as dançarinas.
Um pouco perdida, Selena deu um passo a frente, voltando a correr quando algo a prendia pela gola da blusa, impedindo-a. - Eto? - Olhava para trás, dando de cara com enormes pernas em calças formais, subindo a visão conforme examinava cada parte do corpo do invidíduo que a segurava. Em seu rosto, um sorriso malicioso se formava de lado a lado e seus olhos brilhavam. - Tá perdida? Vem comigo. - O homem saía puxando a garota, colocando a mão em sua boca para impedir seus gritos. A cena parecia não ser percebida por qualquer um ali, que estavam muito mais ocupados com suas próprias luxúrias.

De volta à luta ao lado de fora, Ken desviava da chifrada com dificuldade, passando para a lateral, onde disparou duas vezes contra o peito do bovino, que urrava, riscando suas patas no chão e preparando-se para uma nova investida, que, dessa vez, era parada por Big G, que se metia na frente de Ken e segurava o bovino pelos chifres. Logo, Ken executava o bovino, que caía ao chão. Akuma esteve lutando com o velho, que de alguma forma conseguira escapar e já estava longe demais para ser pego, apesar de seus tropeços ao longe.

Ao ver o corpo do bovino, apenas encontrava seu documento de identificação como guarda do bar, uma foto familiar com sua mulher chifruda e seus dois filhos chifrudinhos, além de alguns trocados, totalizando 1.000 Berries.
- Ae caralho, vamos tocar fogo nesse puteiro porra! - Eles voltavam pra sala de espera do bordel, não encontrando Sardinha em lugar nenhum, se fosse mais a frente através de um longo corredor escuro, passariam por uma cortina e chegariam ao salão descrito anteriormente, mas não encontrariam sinal algum de Selena.


Terry

Noite | Nublado | 13º C



Jurgen continuava sua caminhada pela rua após vestir seus novos trajes, dando-lhes alguns tapinhas pelo corpo e passando por suas novas curvaturas conforme se acostumava, percebendo que as roupas tinham entrado em uma boa proporção. Sendo guiado por Hakuei através da ilha, que também aproveitava para perguntar pelas pessoas no local. - O que precisamos fazer? - Hakuei perguntava a Jurgen enquanto procurava por locais. A maior parte das pessoas na rua sempre falavam do grande castelo Denrold, que seria talvez o mais popular, mas também diziam que era perigoso chegar tão perto. Alguns falavam dos bordéis e bares, que eram atrativos para muitos dos piratas que atracavam na ilha, mas a maioria falava que duas garotas não deveriam perambular pela ilha durante a noite, ou que aquela ilha não possuía atrativos femininos.

Sem um destino definido, seguiam pelas ruas, ainda procurando por bons locais atrativos, mas acabavam apenas se encontrando com um corpo bovino no meio da rua, em frente ao bordel Lua Rosa. Não sabendo muito bem onde ir, Jurgen parava por ali, observando a cena. Logo, um grup de pessoas se juntava em volta do corpo do bovino e começavam a cochichar a respeito, apesar de não terem visto o assassinato acontecer. - Provavelmente foi algum idiota que tentou arrumar confusão no bordel... Eles nunca aprendem. - Dizia uma dona de casa, em tom de desapontamento. - Se fosse eu, teria botado esse bordel abaixo. - Um homem de shorts e sem camisa falava, com seu cabelo espetado, pele morena e várias tatuagens pelo corpo. - Ninguém com Jiru e sai vivo. - Aos poucos o público ia se dispersando, mas Jiru continuava ali, dando socos no ar como se estivesse socando alguém.


Joyce, Royce, Noyce, não sei mais

Noite | Nublado | 13º C



- Era Monke? Né-gara? O nome daquele cara que arrancamos a cabeça? - Royce perguntava, entusiasmado com os feitos e olhando para Merlinda, que o encarava arregalando os olhos, como se sinalizasse para parar de falar. Todos os outros bebiam, sem perceber o que acontecia, menos Layla, que não parecia se importar muito com qualquer coisa.
Royce tomava um novo gole de sua bebida, e falava mais ainda.
- Você-gara tem laranjas? - Mudava de assunto como se fosse qualquer coisa. O dono do bar absorvia toda aquela informação e quase não compreendia quando lhe era perguntado das laranjas. - Oi? - Ele balançava a cabeça, estupefato. Royce não entendia o seu desentendimento, e acabava explicando para ele o que eram laranjas. - Quê? S-sim... Vou pegar. - O homem saía de perto por um tempo, seguindo ao balcão, e Merlinda lançava um olhar petrificante em Royce, chutando-o por debaixo da mesa.

- Nyann? Falei de mais? Mas que que tem nyan… Foi isso que aconteceu.

A loira balançava a cabeça negativamente. - É melhor que eles não saibam. - Dizia, emburrada.
Por fim, o homem voltava com uma cesta de laranjas. Cada um na mesa pegava uma, deixando umas três para Royce. - Nyannn - Royce brindava com alguém que não estava ali, para o estranhamento do dono do bar, mas logo voltava a beber mais de sua cerveja. - Bom, esqueça o que eu-gara disse. - O homem se aliviava um pouco, imaginando que talvez eles só estivessem bêbados. - ós-gara não invadimos o castelo do Monk, não matamos ele-gara, não roubamos o tesouro dele-gara e nem essa espada, nyan e também não sequestramos a filha menor. - Royce empurrava alguns poucos berries pela mesa, como um bom gatuno. O dono do bar pegava os berries e sorria. - Conversa de bêbado, eu suponho. - Ele saía de perto da mesa, voltando para trás do balcão e preparando drinques para alguns dos clientes.

- Eu tenho que te ensinar a mentir, pelo visto. É importante, às vezes... Na maioria delas. - Dizia, após uma pausa, continuando a beber assim como todos os outros. Algumas moças passavam dançando por entre as mesas, interagindo com os clientes, passando as mãos por seus rostos, girando seus longos vestidos e mandando-lhes beijos por entre os dedos, incluindo destinados a bárbara, que enviava uma piscadela para uma das dançarinas.

- Então o pai e filho não estão se dando bem mesmo, nyan. - Royce comentava com a loira, por entre os goles de sua bebida e os gomos das laranjas. - Não acho uma boa ideia por hora... Mas talvez essa situação venha a ser proveitosa futuramente.



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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQui 09 Ago 2018, 10:51





Royce

WilD MinD



Metodicamente o jovem cortava as laranjas com suas garras solvendo a seguir o sumo que delas escorria.

- Porque não podia ser carne, peixe, ou mesmo a cerveja o antídoto, nyan? - comentaria ao consumir a primeira das frutas. - Gatos não gostam de laranjas, nyan. - resignado começaria a comer a segunda.

- Aprender a mentir…. - saboreava o gosto dessas palavras… No momento tinham gosto de laranja.

- Embora não me agrade, concordo com a escória, você não pode sair dizendo tudo que vem a cabeça sempre que cruza com alguém. Sem falar que suborna-lo só confirma ainda mais que o que foi dito é verídico.

- Deve ser verdade… Talvez seja bom. - respondia de forma dúbia, tanto a Shizuka quanto a loira. Debruçando-se à frente e esticando o caneco para brindar com a mesma retornando em seguida e ingerindo o conteúdo de uma só vez.


- Prossiga, sou-gara todo ouvidos. - Como uma deixa suas orelhas se agitaram na lateral do chapéu.


Perícia Lábia


Royce prestaria atenção então na loira, não era a primeira vez que lhe ensinaram algo, fato na verdade que já estava se tornando corriqueiro enquanto a jornada do jovem prosseguia. Assim permaneceria ali atento às palavras e instruções da mulher sedenta por vingança bebendo vez ou outra da sua cerveja e comendo o que quer que os outros de seus companheiros tivessem pedido.

Fim

Tomou mais um gole enquanto ponderava tudo que havia sido dito, obviamente tinha maneirado na bebedeira até então, tal era sua atenção ao papo que se desenrolou. Suas orelhas ainda tremiam no topo da cabeça e sua mão coçava o queixo.


- Acho que entendi…. Ainda me agrada mais falar a verdade do que ficar inventando histórias, mas acho que sei um jeito que posso conciliar os dois. - disse enquanto alargava o sorriso. Beberia mais um gole. - HNMMM. - passou o braço limpando a boca. - Amanhã tem outra coisa que quero que me ensine… Mas amanhã, agora vamos beber.- Sorriu, levantou-se da cadeira e gritando pediu mais uma rodada para si e seus amigos.


Beberia, comeria e conversária coisas aleatórias. De certo não se importava com as mulheres do local, mas vez ou outra dividiria seus olhares entre Cassandra e Shizuka, embora a última só ele enxergasse. Ainda assim pagaria se necessário as garotas por serviços extras prestados aos seus amigos, isso obviamente se esses extras fossem serviços prestados por elas.



Horas além um gato trôpego caminha em direção ao seu navio. O Pone Racer…. Obviamente tendo pago o nobre estabelecimento.

- Acho…. - completou o resto da frase apenas mentalmente, mas achando que havia comunicado aos outros que havia exagerado. Se por fim chegasse no navio dirigir-se-ia para sua cabine, ou melhor dizendo a cabine do capitão. Lá jogar-se-ia de cara na cama não se importando com mais nada.




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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptySex 10 Ago 2018, 14:44

#021
Provavelmente estaria virando certa tradição executar bovinos, acho que poderia entrar no ramo de abate desses animais ou coisa do tipo! Será que dava dinheiro realizar tal tarefa árdua? Tinha preocupações mais importantes do que me preocupar com coisas corriqueiras, tinha um puteiro para aproveitar e por isso guardaria os trocados que havia pegado, cuspiria no retrato da família bovina, guardaria a identificação dele como segurança e voltaria para dentro do puteiro!

Feliz e contente com mais uma batalha vencida, não veria a hora de começar a porra da festa! Mas primeiro, tinha que saber se aquela pirralha remelenta de merda teria lucrado alguma coisa naquela espelunca de merda! Olharia a minha volta a procura dela, perguntaria para o Akuma se ele teria avistado a Sardinha, caso o mesmo tendo negado ou não, entraria para o maldito salão que estaria além da merda da cortina!

“Sério, Cortina? Mas que gosto de merda dessas porra! Não tem dinheiro pra uma merda de porta caralho!”

Já puto da vida por ter que passar pela cortina olharia com calma as dançarinas e sorriria coçando as minhas lindas, deliciosas e volumosas bolas azuis e caso o Akuma estivesse comigo o cutucaria com o cotovelo... - Olha lá seu velho pervertido, isso sim é diversão, escolhe um ai e bota essa juventude de merda em dia, depois vamos dar um jeito de levar uma dessas pro Big que ficou lá fora MAUHAUSHUAHUSHUAHSUHAUHSUHAUHSUHAUHS… QUEM MANDOU SER GRANDE!

Andaria um pouco pelas mesas a procura de alguma para sentar, caso encontrasse me sentaria e relaxaria por uns segundos olhando as dançarinas, não conseguiria aproveitar a porra do show, algo estaria martelando em minha mente… “Mas que saco porra, por que eu não paro de pensar no caralho da Sardinha, será que essa filha de uma mulher morta está aprontando alguma merda?" ... - E já que eu tô aqui nessa porra, vou procurar os quartos dessa merda e olhar os outros meterem! Isso é divertido às vezes Muuahsuhauhsuhauhs!”

---
Caso houvesse alguma mulher em meu colo, mamaria um pouco os seios dela e perguntaria... - Onde fica a porra dos quartos? Borá lá olhar os vermes e ensinar como é que se mete!... Se não houvesse nenhuma mulher em meu colo, iria em direção à porta mais próxima e daria uma espiada para saber se o local seriam os quartos ou alguma coisa do tipo, se houvessem outras espiaria da mesma forma. Caso não houvesse apenas uma porta entrara por ela.
---

Se a moça me levasse até o local dos quartos abriria porta a porta de forma cautelosa e espiaria, junto com a moça ou não, faria essas ações de forma calma para que não me vissem E se em algum dos quartos encontrasse a Sardinha com alguém e notasse que a mesma estivesse desesperada, desacordada, sendo espancada ou qualquer merda que um pedófilo de merda estivesse fazendo com ela pensaria… “Olha onde essa merda tá! Mas que merda porra, será que eu não consigo nunca relaxar!"

Respiraria fundo e se estivesse acompanhado da moça da boate chegaria ao pé do ouvido dela e diria… - Delícia fica nessa posição que eu sempre quis entrar num quarto assim! É um tesão!... Colocaria a mulher de frente pra porta, com as mãos no joelho e a bunda inclinada em minha direção. Acenaria para a mesma não fazer barulho e olhar para frente. Assim que a mesma olhasse para porta realizaria a minha ação!

“Bora foder com a porra do puteiro!”

Com todo o meu estilo de luta de rua (EU TENHO TERRY MUAHUSHUHUSHAUHS) aplicaria um chute, estilo 300 (this is spartan, saca?) na bunda da mulher para que a mesma se chocasse com a porta, que haveria deixado levemente aberta ou não, para que a mesma entrasse com tudo no local! Se não funcionasse, aplicaria outra pisada até abrir a porta!

Assim que a porta estivesse aberta, Brilharia a minha estupenda e pitoresca crista com o intuito de cegar quem estivesse no local. Durante o empurrão, sacaria a minhas pistolas em punho. Após o brilho, distribuiria os tiros da seguinte maneira... Pedófilo: dois tiros nos joelhos e um no saco. Prostituta do puteiro: Um tiro na cabeça Se houver mais alguém na sala: tiros na cabeça/ cabeça!

Se por ventura o mesmo tivesse caído ao chão, me dirigiria até ele com uma cara de lunático. Durante o meu movimento abrira a barguilha de minha calça e mostraria o esplendor dos mares, Ken Rock Bate Estaca! e diria ao mesmo... - Morra! ... Passado alguns minutos, fecharia a minha barguilha e descarregaria as minhas pistolas em seu órgão sexual! Carregaria as pistolas e repetiria essa ação por mais duas vezes!

Mas se o mesmo não tivesse caído ou meus tiros não encontraram seus alvos, seguiria com a sequencia essa sequencia. Após os disparos, atiraria mais duas vezes contra o pedófilo, agora em suas mãos! Pegaria a lança com a cabeça do Monk e a arremessaria contra o peito do mesmo. Carregaria minhas pistolas e descarregaria as duas contra o corpo do puto, carregaria novamente e atiraria mais uma vez até a última bala! Não diria nada,estaria com uma expressão fria, um certo tom de raiva e indignação! Ao terminar, carregaria mais uma vez as armas e em silêncio pegaria a Sardinha no colo e sairia do local. dizendo a mesma… - Viu só, teu pai é fodão e mesmo depois de morto continua a te proteger, agora vamos sair dessa porra!

Se a mesma estivesse desacordada, pegaria pela no colo, jogaria em um dos meus ombros estilo a um saco de batata e sairia do local.

Sairia do quarto segurando a mão da Sardinha e na outra estaria empunhando minha pistola, se alguém fizesse algum movimento suspeito ou resolvesse me atacar, aplicaria dois tiros, um no peito e outro na cabeça. Se chegássemos até o local onde o Akuma estivesse iria até o mesmo dizendo com raiva… - Vamos porra, a festa acabou nessa merda!

Seguiria em direção à saída e se alguém tentasse alguma coisa, atiraria contra a pessoa e buscaria refúgio em alguma mesa ou coisa do tipo. Caso conseguíssemos sair do local, jogaria a Sardinha no Big dizendo para que o mesmo cuidasse dela, se não houvesse confusão guardaria a minha pistola e voltaria ao bar que havíamos saído sem pagar… “Porra, preciso beber!”.

Se em algum momento que eu saísse do local notasse um verme dando socos no ar ou coisa do tipo, sacaria minhas duas pistolas e descarregaria quatro tiros contra o mesmo, brilharia com a intenção de cegá-lo e voltaria a alvejá-lo caso o mesmo caísse no chão atiraria em seu peito até formar uma figura similar a isso: :)

Se por ventura ele se agarrasse a minha pessoa, usaria minhas mordidas para lhe arrancar alguns pedaços e depois descarregaria minha pistola! Carregaria as armas e iria ao bar!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyTer 14 Ago 2018, 15:52




Ken

Noite | Nublado | 13º C






Ken passava pela cortina do salão, coçando o saco sem quaisquer modos. Comentava com Akuma sobre as mulheres que exerciam suas funções por ali, e Akuma parecia se animar, tomando a dianteira na direção de uma mesa vazia, sentando em uma das cadeiras e logo chamando a atenção de uma das dançarinas. Ken fazia o mesmo, sentando em outra cadeira na mesma mesa que Akuma, observando as dançarinas em seus postes. Uma moça logo aparecia para Ken também. Não parecia muito bonita, mas logo se esfregava pelo corpo do tritão, fazendo o contato de pele com pele que podia relaxar qualquer um, menos Ken naquele momento, que não parava de pensar na Sardinha. - Onde fica a porra dos quartos? Borá lá olhar os vermes e ensinar como é que se mete!... - Ken perguntava a moça em seu colo, que se esfregava e dançava como se nada mais importasse.

- Já quer ir para os quartos?... Hihihi... - A moça se levantava, segurando a mão de Ken e guiando-o por entre as mesas para uma área lateral com várias portas azuis. - Não podemos entrar no quarto dos outros. Alguns clientes pedem privacidade... - Ela avisava, vendo que Ken queria realmente atrapalhar a brincadeira dos outros. - Mas sempre podemos entrar nos quartos de clientes que gostam de uma coisa mais grupal... - Ela dizia, olhando para as portas e percebendo uma entreaberta, com um guarda exclusivo na porta. - Como aquele ali. - Ken e a moça seguiam para a porta, sendo parados pelo guarda. - Não causem confusão. Meu cliente está aí dentro com uma nobre de Achill, mas quem quiser aproveitar da oportunidade única, está permitido. Eu mesmo vou lá daqui a pouco, só tô esperando o outro guarda pra trocar turnos.

Ken espiava pela porta entreaberta, vendo o rosto da Sardinha por baixo de numerosos corpos na cama, ela parecia em desespero.
- Quer fazer isso aqui mesmo? Tá bom! - A mulher ficava de quatro conforme Ken a deixava, empinando a bunda, onde Ken percebia que já não havia calcinha, apenas uma saia curta cobrindo desde sua cintura. Sem hesitar, Ken chutava a bunda da mulher, lançando-a contra a porta e fazendo com que ela batesse sua cabeça e torcesse seu pescoço, caindo no chão de dentro do quarto desacordada e com o corpo desengonçado.

O barulho e o corpo que entrava pelo quarto eram o suficiente para assustar a todos, que olhavam para trás com medo de encontrarem as autoridades, que os prenderiam pelo o que estavam fazendo com a criança. Nesse momento, Ken brilhava sua crista, deixando todos momentaneamente cegos e disparando contra o homem logo acima de Sardinha, acertando suas costas e a área de seus ovos. Ele espirrava sangue de seus ferimentos, caindo por cima de Sardinha.
A cena rapidamente transformava-se em um caos: Os outros homens, ainda cegos, colocavam-se de pé e começavam a correr e gritar quando escutavam os tiros. Vários corriam em direção da parede, dando de cara e caindo, enquanto outros corriam e tropeçavam por cima dos corpos alheios ou por sobre seus próprios pés.

O guarda do lado de fora do quarto não ficava parado e rapidamente passava o braço pelo pescoço de Ken, forçando-o em um mata-leão. - Filho da puta, aquele era meu chefe! Você não sabe a merda que você se meteu agora! - Ken mordia o braço do guarda, arrancando parte de seu bíceps direito e fazendo-o soltar o agarro. Logo de seguida, 6 tiros eram disparados contra o guarda, que caía morto no chão.
Ken recarregava suas pistolas quando percebia que Akuma se juntava para o caos. Já com suas visões restauradas, os homens nus pulavam uns sobre os outros em direção a Ken, que recebia-os na porta de saída com tiros espalhados pela cabeça e peito. Akuma também parava muitos dos homens, que recebiam vários golpes concentrados em seus peitos. Ao fim, eram em torno de 8 corpos caídos ao chão dentro do quarto, alguns desacordados.

Ken avançava para o 9º corpo, que pertencia ao chefe, o qual ainda estava em cima da Sardinha após ter levado dois tiros. Ele se levantava em cima da cama, de forma altruísta e confiante. - Você não sabe quem eu sou?! A minha família vai te caçar até os confins! Você e toda a sua raça só servem para serem escravizados! - Ken disparava outros dois tiros contra o homem, que ele conseguia evitar rapidamente, pulando da cama em cima de Ken. Akuma agia de prontidão, atingindo-o ainda no ar com um golpe certeiro em seu tronco, lançando-o até o outro lado do quarto e fazendo o sangue escorrer de sua boca. - EU SOU THEON... - A cabeça do Monk voava até o homem, pousando em seu colo e assustando-o. Para evitar o contato com a cabeça, ela a lançava para outro lado do quarto, enojado. - AAAAH! COMO VOCÊ OUSA?! - Ken não dizia nada, apenas descarregava todos os 7 tiros restantes em suas pistolas no corpo dele, recarregando-as e descarregando outros 16 tiros espalhados por seu corpo.

Ken carregava suas pistolas mais uma vez, seguindo até a cama, pegando Sardinha pelo braço e jogando-a em seu colo, nua e com o corpo cheio de marcas e frases pejorativas deixadas pelos homens. - Viu só, teu pai é fodão e mesmo depois de morto continua a te proteger, agora vamos sair dessa porra!

Conforme Ken andava para fora do bordel, com Sardinha e Akuma o acompanhando, as pessoas olhavam a cena com medo, escondidas atrás de mesas viradas. Até a música do ambiente havia parado após os tantos tiros, mas nenhum dos guardas pareciam querer ir atrás de briga com Ken, paravam sua investida tão logo viam o estado da criança que o acompanhava.
Saindo de lá e passando pela sala da recepção, uma mink girafa puxava um den den mushi da parede, ligando para alguém.
Ken dava Sardinha para Big G, que olhava confuso para a cena e para a garota, pegando-a no colo e levando-a em seus ombros. A garota escondia seu corpo com os braços pela falta de roupa.
Ken guardava suas pistolas e seguia ao bar de antes, passando pelas ruas agora desertas por conta do horário, chegando bem próximo do bar e sendo seguido por Akuma e Big G com a Sardinha. Podia ver o momento em que Royce saía do bar e seguia uma das ruas principais com sua trupe de bêbados.
Ken podia segui-los, e, se fizesse, os encontraria caindo pelo navio e dormindo nos mais variados lugares. Talvez fosse a deixa para que ele também encerrasse o seu dia cansativo de babá.




Royce

Noite | Nublado | 13º C


- Deve ser verdade… Talvez seja bom. - Concluía, em resposta a Shizuka, apesar de que a resposta também servia para Merlinda. Royce tomava mais um caneco da cerveja, virando-o de uma vez e dando toda a sua atenção a Merlinda.
- Primeiro de tudo, é importante que você saiba dizer o que os outros querem ouvir. - Merlinda dizia, quase gritando, em meio a barulheira que se formava com as bandinhas que tocavam em outra parte do bar. As outras pessoas sentadas à mesa ignoravam a conversa de Royce e Merlinda, apenas cantavam em coral com o resto do bar.
Merlinda prosseguiu durante um longo tempo explicando todos os conformes de fazer as pessoas caírem em suas conversas, tanto mentindo quanto para que fossem ludibriadas a seu bel prazer. Royce escutava atentamente e absorvia todo o conteúdo da conversa, aprendendo com clareza o que lhe era transmitido.

Concluindo seu aprendizado, Royce entendia a maneira que utilizaria dali pra frente para conciliar as verdades das invenções. - Amanhã tem outra coisa que quero que me ensine… Mas amanhã, agora vamos beber. - O tempo passava conforme o grupo bebia e comia laranjas, que por sinal eram de muito desgosto para Royce, mas de agrado para todos os outros.
Já tarde da madrugada, conforme o bar fechava, Royce e sua trupe eram obrigados a sair, pagando 250.000B para o estabelecimento por toda a bebida, alimentos, frutas e serviços que usufruiram.
Tudo depois disso se passou como um clarão rápido, mas Royce lembra de ter visto a imagem de Ken, Akuma e Big G como um flash, e talvez, considerando até ter sido um sonho, vira Sardinha sem roupas no ombro de Big G.
Royce considerava ter exagerado, mas não conseguia comunicar aos demais, que estavam todos no mesmo estado que ele. Apenas entravam no navio, Royce seguia a sua cabine e desabava na cama. A bárbara caía pelo convés, dormindo lá mesmo. Merlinda e Cassandra conseguiam alcançar o dormitório, caindo na primeira cama que encontravam, que, coincidemente, era a mesma cama.






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Avaliação Terry



Perdas:
● 100.000 (Roupa) – OK
● Masculinidade – OK Devido aos hormônios recebidos de Royce Khajiit



Ganhos:
Roupa Feminina:
 
● Ferimento no abdômen - (5/8) Tratado. – OK
Ferimento na lateral do abdômen - (5/7) Tratado. – OK
Ferimento no peito - (5/8) Tratado. – OK
Ferimentos no ombro - (5/5) Tratado. – OK
Ferimentos atrás do ombro - (5/10) Tratado. – OK
● Photoplayer Feminino - Momo de Boku no Hero (Player foi transformado em mulher pela Horu Horu) – OK




Relação de personagens:
● Player faz – OK

Exp: 4
EdC:

Localização: Emeigh - 6ª Rota – OK

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): 1 achiles – OK

Feed ao Player:
 

Feed ao narrador (ria):
 

OFF:
 


Histórico:
 
Mapa:
 

Sardinha:
 

Merlinda:
 
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQua 15 Ago 2018, 09:19





Royce

WilD MinD



- Nyan…..Nyannn….nyann… - grunia o jovem de cara contra a cama contente em poder simplesmente desmaiar depois de um longo dia. Talvez para muitos esse pudesse ser um momento de grande apreço onde o corpo e mente poderiam finalmente descansar, todavia para outros, os mais perturbados esse era um momento perigoso onde terríveis pesadelos com coelhas malucas assolam suas mentes.


Felizmente Royce pertencia ao primeiro grupo e assim dormiu como um anjo deitado em sua cama ao lado de Shizuka que também estava embriagada dando assim uma tranquila noite de sono para a dupla.


Ali as horas ir-se-iam passando, Royce levantaria em dado momento para cumprir com suas obrigações…. Obviamente as fisiológicas e então voltaria a dormir, despindo-se pelo caminho dessa vez antes de deitar novamente.

- Boa noite Shizuka. - resmungava enquanto caía na cama ao lado da coelha.


Felizmente para o gato aventureiro os jovens dificilmente tem ressaca, fato o qual a maioria começa a conhecer ali pelos seus 27 a 30 anos…. Como é bom ser jovem e assim o gatuno permaneceria rolando na cama até que não aguentasse mais ficar deitado.


>><<<


- NYANNNNNNN NNNNNNN NNNNNNNNNNNNNNNN - AHHHHHHH. - espreguiçava-se nos lençóis embolados soltando a seguir o corpo relaxado enquanto olhava para o teto pensando que o que havia ocorrido no dia anterior já lhe parecia tão distante.

- Verdade. - Esticaria a mão direita para cima fazendo surgir as agulhas em seus dedos trazendo-os a seguir para mais perto de seus olhos a fim de observá-los com maior atenção. - São realmente seringas. - Levantou-se pegando o livro de anatomia que havia comprado de Karthus, separou-o e vestiu-se e com ele saiu de sua cabine.

Conferiria o relógio a fim de saber o horário então respirou fundo, dobrou a direita no navio e desceu a escada que levava ao deck inferior traseiro, local no qual a cozinha se localizava, seguia com passos macios para não acordar os outros.

- Cassandra? - chamaria colocando a cabeça para dentro da cozinha e se a enxergasse prosseguiria cômodo adentro, caso contrário sairia em direção aos quartos, estes que também localizavam-se no andar inferior, mas na popa.

Com a mesma suavidade de sempre avançaria procurando não efetuar ruídos enquanto meticulosamente inserir a cabeça no quarto procurando por Cassandra.

- Isso é muito infantil, não é nada digno de um líder. - reclamou Shizuka mais atrás, fazendo com que Royce se virasse com um dedo a frente dos lábios solicitando silêncio. - SHIIIIIIIIII - emitiu o sibilado arregalando os olhos.


Voltava a enfiar a cabeça no quarto e se ali visse Cassandra e quem sabe a loira junto começaria a entrar de mansinho com um pé à frente do outro.


- Merda… Esqueci a caneta, nyan. - reclamou ao lembrar-se que não possuía uma caneta para rabiscar os rostos… E assim com um beiço triste no lugar do sorriso sentaria na ponta da cama, tiraria seu novelo do bolso colocando-se a brincar enquanto aguardava as garotas acordar.


>>><<<

Quando acordassem, ou se já estivessem na cozinha no momento anterior.

Royce sentar-se-ia junto a mesa da cozinha, onde esperaria por algum café da manhã agradecendo em sua mente por ter pessoas que faziam essas coisas acontecer.

- Sem tempero extra. - falaria sorrindo para Cassandra, referir-se-ia ao veneno que casualmente sua amiga acabava colocando não intencionalmente na comida. - Estava-gara pensando hoje em procurarmos um laboratório, nyan. - Falaria voltando-se para a loura. - Estava pensando se você-gara poderia me ensinar algo de farmacia… Criação de drogas, essas coisas. - empurraria o corpo de anatomia humana sobre a mesa e então mostraria as agulhas que cresciam em seus dedos. - Ao que parece, essa-gara fruta que tava na tua-gara bolsa tem algo haver com hormônios e pelo que aprendi de anatomia consegui entender um pouco do uso…. - pararia um pouco de falar enquanto refletia. - Mas acho que se eu-gara aprender sobre medicamentos serei capaz de entender mais a fundo… Acho que essas são minhas opções, já que não deve ter como se livrar desse poder…. Ou tem? Bem, não importa. Ai pensei que como você-gara mostrou saber tratar de ferimentos… bem talvez entendesse disso também ou talvez tenha algum contato seu deste lado da ilha que pudesse me ajudar.


O jovem esperaria a resposta dela e também a comida antes de decidir o que fazer.




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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 8 EmptyQua 15 Ago 2018, 09:55

#022
Sairia do local puto da vida, do puteiro! Não estaria bêbado, não tinha conseguido um programinha com nenhuma puta e ainda tive que resgatar a sardinha das mãos daqueles pedófobos filhos de uma puta, bufaria diversas vezes pela rua e ao notar o gatinho afeminado e as vadias saindo do bar falaria com o Big... – Aew grandão, leva a Sardinha com você a acompanha o gatinho. Se forem para o Navio, da um jeito nela... - Vou procurar algum terrorista nessa porra de ilha pra me ensinar a fazer uns explosivos!!

Voltaria agora minha atenção para o Akuma e diria... – Sim borá lá achar um verme que ensine a explodir as coisas? Assim nós voltaremos e explodimos o bar e aquele puteiro de merda! Tem ideia de onde eu consigo achar alguém com essas lindas qualificações?

Caso o Akuma fizesse algum gesto de que saberia aonde ir, o seguiria! Caso não voltaria a andar pela cidade e esperaria avistar alguém suspeito. Caso encontrasse essa pessoa, iria até ela, evitaria chamar atenção e se estivesse nas costas do mesmo, sacaria a arma e apontaria em sua cabeça dizendo... – Se gritar eu atiro!... Caso a pessoa resolvesse gritar eu atiraria na cabeça dela e falaria ...- Porra eu falei pra não gritar! Era a única merda que eu tinha dito...

Voltaria a procurar alguma pessoa com um ar de suspeito e assim que a encontrasse faria a mesma situação descrita acima, me aproximaria e abordaria a pessoa pedindo para a mesma não gritar e que seria baleada se fizesse o oposto. Se a pessoa reagisse atiraria quantas vezes fossem necessárias até a mesma parar de se mover, mas se resolvesse ficar parada falaria com ela (essas falas tb servem para a primeira situação descrita no outro parágrafo.)

- Você sabe ou conhece algum verme que saiba Criar explosivos?


Se a pessoa não soubesse fazer e nem tivesse a informação necessária, mandaria a mesma jogar seus objetos de valores no chão e depois correr. Pegaria os supostos objetos e depois voltaria a procurar outra pessoa. No dela não saber e conhecer alguém pediria gentilmente com a arma apontada em sua barriga que me falasse onde encontrar tal ser, depois de obter a informação agradeceria pedindo que deixasse todo o seu dinheiro, joias, objetos de valores e até mesmo objetos inúteis no chão e que saísse dali. E por último a pessoa sabendo criar explosivos pediria que me ensinasse.

No caso de ter conseguido a informação, iria até o local indicado e lá procuraria a tal pessoa que pudesse me ensinar.

Se ainda estivesse empacado na primeira situação, voltaria a procurar mais pessoas e faria as mesmas ações descritas acima até encontrar alguma informação plausível e útil sobre alguém que pudesse me ensinar a criar explosivos.

Ao finalmente encontrar tal pessoa conversaria com a mesma... – Sou Ken Rock e estou procurando uma pessoa capacidade de ensinar a criar explosivos! Uma pessoa na rua me disse que você vai me ensinar! Ensine-me agora!

Olharia para a pessoa com uma expressão de paisagem e na sequencia escutaria o que ela teria a me falar, caso decidisse me ensinar a criar os explosivos diria a seguinte frase... – Vamos começar esse caralho então...

Início da Perícia Criação de Explosivos...

Ken Rock olharia atentamente a forma que aquele ser manipulava os objetos. O tritão não perderia um movimento se quer e todas as vezes que a pessoa pedira algo ele faria e até mesmo montaria alguns objetos que lhe foram pedidos. O criador de explosivos criou uma espécie de banana de dinamite, repleta de pólvora e passou algumas informações sobre ela.
Após as informações pediu que o tritão mais lindo dos mares, refizesse os seus passos. Com um olhar sério e vibrante, o lindo ser azul começou a fazer a sua banana de dinamite! Após um tempo ele teria feito o seu próprio explosivo.  O seu professor abriu um sorriso e disse que com esses ensinamentos, bastaria criatividade e tempo para criar e customizar suas bombas! Com um sorriso vibrante, Ken sairia do local satisfeito.

Fim da perícia.

Voltaria a caminhar pelas ruas indo em direção ao bar em que havia encontrado Royce e depois iria pelo caminho que ele havia ido... “Acho que ele foi por aqui!”
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