One Piece RPG
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Os 12 Escolhidos, O Filme
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Fran B. Air Hoje à(s) 05:24

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Wesker Hoje à(s) 03:53

» Jade Blair
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Kylo Hoje à(s) 03:42

» Seasons: Road to New World
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Ravenborn Hoje à(s) 02:26

» The Victory Promise
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Akise Hoje à(s) 00:33

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Fukai Hoje à(s) 00:27

» Kit Phil Magestic
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor GM.Muffatu Ontem à(s) 22:25

» 10º Capítulo - Parabellum!
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Marciano Ontem à(s) 22:12

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Achiles Ontem à(s) 21:59

» II - Growing Bonds
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor War Ontem à(s) 21:36

» Xeque - Mate - Parte 1
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Ceji Ontem à(s) 21:20

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Fran B. Air Ontem à(s) 19:58

» Livro Um - Atitudes que dão poder
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Quazer Satiel Ontem à(s) 18:28

» Galeria Infernal do Baskerville
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Blum Ontem à(s) 18:16

» O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Blum Ontem à(s) 17:48

» Hey Ya!
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Takamoto Lisandro Ontem à(s) 17:25

» Blackjack Baskerville
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Baskerville Ontem à(s) 17:21

» Cap. 2 - The Enemy Within
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Takamoto Lisandro Ontem à(s) 16:07

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Skÿller Ontem à(s) 16:07

» Mini-Aventura
Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Emptypor Akaza Ontem à(s) 16:03



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Stranger Family - Wild Creation

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySex 25 Maio 2018, 17:06

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Creation

Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Ken Rock
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 27/05/2015

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySex 29 Jun 2018, 14:05

#009
Assim que chegasse a minha vez, subiria na corda o mais rápido possível! Uma vez estando em cima do muro olharia para aquele aquela merda inteira que estaria acontecendo diante de nossos olhos. Notaria a excitação da ruiva com relação a guerra que estaria por vir! Para ajudá-la, colocaria a minha mão na parte central de sua bunda e desceria com a mesma para o meio de suas pernas realizando uma certa pressão quando chegasse no local úmido árduo!

-Calma cadelinha, não é hora do brincar! agora é a hora de fazer o que o seu mestre mandar! E ele quer que vc se proteja daquelas porras que estão voando no céu neste exato momento.

Tendo o mesmo impulso que o gatinho, pegaria um dos corpos dos mortos e os usaria para me defender daquela saraivada de flechas que estaria rasgando o céu em nossa direção. Perceberia a agitação do mesmo para que fizéssemos uma certa formação, iria até o mesmo com um sorriso dizendo!.... - Muhaushuahusha Fodeu tudo gatinho, acho que teremos que ser mais violentos do que delicados agora uahsuhauhsuhauhsuhauhsuhamishauhsjasmiaismiamismaimsimaimshasuhsa

Olharia a minha volta para contemplar e assim que a saraivada terminasse, olharia novamente para o horizonte a procura de um próximo suposto ataque, se houvesse fogo ao redor gargalharia dizendo….- Muahushahusa chegamos mais cedo ao inferno do que eu esperava gatinho MAIAHUHUHAUHSAUSMSAISIAMS!!

Sabendo que não poderíamos ficar muito tempo alí, arrancariam as mãos do meu cadáver escudo com algumas dentadas e as guardaria após desovar o corpo no local, sairia correndo junto com o gato em direção a entrada mais próxima, me manteria ligado em ambos os lados do muro para gritar ou avisar de possíveis ataques de ambos os lados.

Se um inimigo surgisse em nossa frente, na entrada mais próxima ou pelo caminho e o gatinho não tivesse tempo o suficiente para atacar o mesmo,  sacaria uma de minhas pistolas e atiraria contra o oponente até o mesmo cair, Se houvessem mais guardas, pegaria a minha lança e arremessaria contra o mesmo seguido de alguns tiros!

Quando chegássemos próximo a porta mais próxima brilharia o local com a minha crista para cegar alguns inimigos que poderiam haver ali, só faria essa opção se realmente houvesse alguém, tendo oponentes no local apenas gargalhava enquanto disparava contra os seus corpos. Estaria em um movimento zigue e zague para desviar e dificultar os possíveis ataques do mesmo!

Se local fosse seguro e pudéssemos esperar ali até que o tumulto lá fora fosse direcionado até o local do lançamento das flechas, ficaria ali recarregando minhas pistolas e vasculhando os possíveis corpos dos mortos que estariam ali. Assim que a movimentação inicial fosse realizada para conter os invasores ou simplesmente se o gatinho resolvesse seguir adiante para adentrar ao castelo, colocaria-me de pé e seguir adiante.

Uma vez estando fora do abrigo e o local fosse descampado, correria o mais rápido que pudesse e olharia sempre aos arredores a busca de inimigos! Se em algum determinado momento durante o nosso avanço contra o castelo, inimigos surgissem, sacaria as minhas pistolas e começaria a atirar contra eles tentaria combinar os meus ataques com a cassandra até mesmo para não perder tempo alvejando o mesmo inimigo, no caso de ter mais de um, e também para não precisar recarregar o tempo todo

Se conseguíssemos finalmente entrar dentro do castelo ou alcançar algum local seguro para nos reagrupar, olharia para o Royce com um olhar psicótico e diria… - Caralho, só agora eu lembrei que aqueles infelizes estão lá fora para criar distração!! Será que eles irão começar a querer tretar com todo mundo Muahushuhushuhsuhauhsuha?

Não haveria nada que eu pudesse fazer para eles naquele momento a não ser contar com o bom senso deles ou até mesmo com a sorte de repente eles estarem esperando as duas horas chegar.

Nesse momento, me levantaria e iria até um local que tivesse visão do que estivesse acontecendo do lado de fora e observar a movimentação na espreita e no aguardo do que iríamos fazer de agora em diante!

“Não temos muito o que pensar, temos que entrar, invadir, foder com eles e depois foder com todo mundo aqui fora até eles perceberam quem é o dono dessa porra toda!"


----

No caso de alguns inimigos estiverem nos perseguindo ou se aproximando pelo local de onde estávamos, procuro me esconder atrás da parede que desse acesso ao local e assim que o primeiro colocasse o pé dentro do ambiente, atiraria contra a sua cabeça e peito, agacharia e atiraria mais 4 vezes nas pessoas que estivessem se aproximando. Se não houvesse ninguém, simplesmente olharia o ambiente e recuaria para dentro do ambiente novamente. Tendo mais pessoas, puxaria o corpo do chão, usaria ele de escudo para atirar e possivelmente eliminar os atacantes! Meu foco seriam tiros no caso, na cabeça, peito ou em qualquer lugar que levasse o infeliz a morte.

A situação não poderia estar favorável e por isso apertaria o gatinho e os outros…. - Eu sei que essa merda aqui está muito divertida, mas temos que sair daqui se não iremos nos foder e não será da forma sexual e gostosa que vocês estão pensando!!!

Se todos decidissem seguir adiante, iria avançando com eles usando o corpo do inimigo como escudo e atirando contra os oponente para atrasá-los ou eliminá-los...
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Fran B. Air
Pirata
Pirata
Fran B. Air

Créditos : 32
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Feminino Data de inscrição : 30/11/2017
Idade : 24
Localização : The Wonderful Land

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySeg 02 Jul 2018, 10:34



Narração - Wild Tide



TODOS

Enquanto os outros subiam pela corda, Royce começou a vasculhar os corpos das pessoas caídas no chão para pegar o que encontrasse, no primeiro pegou o retrato de família que mostrava para o outro quando foi brutalmente assassinado sem que nem percebesse, além de dois clips e um botão velhos em seus bolsos. No segundo, achou cem mil Berries e três peças de ouro que provavelmente teriam algum valor se vendidas.

Nesse momento, todos viam uma chuva de flechas se aproximando, sendo que alguns se animavam, enquanto outros ficavam surpresos, a questão era que alguns gritos ao longo da muralha podiam ser escutados junto das primeiras flechas que começavam a aterrissar no chão. Em meio aos gritos, Ken colocava as mãos entre as pernas da barbara que já estava vermelha e soando de tanta excitação com o que ocorria naquele momento. Ela então coloca as mãos nas partes de Ken enquanto o mesmo fazia aquilo e dá uma bela de uma apertada em suas bolas falando.

- Calma você, peixão, não queremos essas bolas furadas, não antes de comemorarmos nossa vitória por tomar esse castelo. Bahahaha. -

Foi então que Royce e Ken pegaram os corpos caídos no chão e os levantaram por cima de seus corpos para se proteger, de modo que Cassandra ficasse junto de Royce para se proteger e Ken chegasse com o corpo logo depois junto de Merlinda. As primeiras flechas caiam quando a barbara que já havia posicionado seu machado de modo que interceptasse as flechas, avistou um escudo redondo pendurado nas costas do homem que Ken usava como escudo, ela então corre dando um mortal por cima do corpo, retirando o escudo e se agacha com ele apontado para cima na tentativa de se defender conforme as primeiras flechas começavam a cair.

Em meio aquele turbilhão de flechas caindo, sendo que grande parte delas estava pegando fogo, com algumas se fincando no chão e outras sendo repelidas pelas duras pedras da muralha, fazendo o som de uma chuva normal, mas bastante grossa e com o acréscimo do som de milhares de flechas cortando o ar, Royce pergunta para Merlinda se ela sabia quem estaria atacando naquele momento. Com a pergunta do felino, ela que também estava agachada junto de todos fala, como sempre, mantendo sua serenidade, apesar dos gritos aleatórios chegando aos seus ouvidos que vinham de todas as direções, tanto do castelo, quanto da vila.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH. -

- Eu não posso dizer com certeza, mas pelo modo que estão atacando, se tivesse que chutar, diria que é a família Denrold, provavelmente o exército liderado pelo filho de Rakves, Elmwor, ele sempre toma atitudes mais radicais que o convencional para satisfazer seus interesses... Mas não sei se seu pai está envolvido nisso, ouvi falar em algum tipo de guerra civil começando, mas não sabia em que proporções havia chegado. –

- SALVEEEM SUAAAS VIDAAAS! –

- VAAAMOS MO. ARGH -

- Alguém já comeu polvo no espeto? –

- MAMÃE, PORQUE? BUÁÁÁÁ. -

Disse Cassandra com um sorriso em meio aos gritos, mas quando a chuva de flechas sessou, estava difícil de trafegar pois haviam várias flechas cravadas no chão e algumas ainda pegando fogo, por sorte, a maioria já havia se apagado e conforme andavam, as flechas se soltavam sozinhas do chão, mas deixavam uma pequena trilha naquele piso lotado das mesmas. Com isso, Royce pegava o corpo que o protegia e o jogava da muralha, sendo possível ver o mesmo caído lá em baixo com uma poça de sangue por baixo e várias flechas cravadas em suas costas. Depois o Mink começa a puxar de volta sua corda, enquanto Ken arrancava sem piedade com seus afiados dentes, as mãos do pobre homem que já morto, havia servido como escudo, as guardando e deixando o corpo sem as mãos largado no chão com todas as flechas ainda presas nas costas do mesmo.

Depois das flechas, enquanto faziam suas coisas, escutavam uma movimentação no castelo, de pessoas correndo, sendo possível ver várias tochas distantes se movimentando em meio a escuridão e pessoas se movendo no pátio que havia entre o castelo e a muralha. Durante essa movimentação no castelo, vários gritos vinham da vila, aparentemente algumas flechas haviam acertado a mesma e muitas das casas que eram feitas em sua maioria de madeira haviam começado a pegar fogo, junto de tendas e barris espalhados pelo lugar. No pátio do castelo, não era diferente, várias tendas que lá se encontravam haviam começado a queimar, dando uma visão melhor para o grupo de piratas, que agora viam vários homens e mulheres correndo no pátio carregando água na tentativa de apagar o fogo. Nas muralhas, haviam fortes clarões em meio a sons estrondosos, eram obviamente canhões que começaram a ser disparados na direção do exército, levando em conta que algumas explosões aconteciam entre os homens que corriam a cavalo, os derrubando e matando aos montes.

-  Estou amando isso, que situação maravilhosa, preciso participar disso... Que delícia de guerra, só de pensar... –

Disse a barbara sorrindo, enquanto quebrava as flechas presas em seu escudo e o posicionava em suas costas, levantando seu grande machado e apontando para o exército. O som de cavalos começava a ser notado e ficava cada vez mais intenso com a aproximação dos atacantes e cada vez mais sons de canhões eram escutados do castelo e explosões aconteciam no exército. Mas foi tempo suficiente para que Royce pegasse sua corda e sacasse suas espadas, correndo na direção da sala que ficava em um dos cantos da muralha, lá viu seis homens distraídos, estavam levantando e colocando bolas de canhão em canhões que outros usavam para mirar e disparar contra o exército. Na sala haviam três dos canhões, várias bolas amontoadas nos cantos e estava completamente iluminada por tochas, tendo como abertura para o exterior o espaço por onde a boca do canhão ficava para fora e atirava, além de algumas janelas que davam uma vista para fora do castelo, os homens atiravam e gritavam como se quisessem acabar logo com isso.

- MORRAM DESGRAÇADOS. –

- ONDE ESTÁ O LORD MONK? VAMOS PRECISAR DELE PARA CONTER ESSE ATAQUE! -

O Mink apunhalava pelas costas dois homens e os empurrava pela janela de modo que caíssem muralha abaixo, assim que eles caiam, os demais faziam uma cara de surpresos e logo sacavam espadas avançado na direção do Mink enquanto gritavam – AAAAAH! -, mas Royce tinha certa distância dos homens que estavam colocando as bolas de canhão, era nessa hora que Ken sacava uma de suas pistolas e a descarregava por inteiro até que dois dos homens caíssem no chão, os outros dois pegaram um escudo e conseguiram defender as balas, mas foi nesse momento que a barbara chegou cortando dando um corte vertical no peito de um dos homens, junto de Merlinda que fisgou o outro pelas vestes com sua vara de pesca e o arremessou pela janela, com isso a barbara girou seu machado e falou empolgada, quase gritando.

- BAHAHAHA. Cuidado bichano, se você não se defender, vai acabar morrendo em uma dessas. –

Então Royce dava o comando Merlinda e Cassandra que balançam a cabeça concordando com o Mink, sem ter muito o que fazer naquela situação inesperada e corrida na qual haviam chegado do nada. Cassandra então pega rapidamente algumas flechas no chão do lado de fora da sala e as encrava nos buracos de balas causados por Ken e uma outra nas costas do homem cortado pela barbara, o posicionando logo depois de bruços no chão, enquanto pergunta para o Mink.

- Assim está bom? Acho que deve servir. –

A gritaria do lado de fora estava alta, com certeza o exército já estava bastante próximo, apesar de que no castelo, os ruídos causados pelas pessoas não estavam mais tão eminentes quanto antes e flechas não eram mais notadas. Merlinda abre a única outra passagem que tinha no lugar, dando na outra parte da muralha, dando para ver com clareza os dois lados, tanto do pátio, quanto o exército se aproximando, Royce então opta por descer em uma construção localizada entre a muralha e o castelo, não era possível ver o que era, mas parecia ser algum tipo de almoxarifado ou armazém, havia fumaça e sinais de que havia pegado fogo, mas fora apagado já que ainda estava levemente úmido. O Mink amarra a corda novamente e todos descem deslizando por ela até o telhado da construção que não era muito alta, mas estava forrada por flechas em sua parte superior. Por fim, Royce pula utilizando a corda como se fosse uma espécie de polia e chegando na metade do muro, pula caindo no telhado em pé, já guardando sua corda, pode ser que tenha realizado tal feito com facilidade por ser um gato, mas também pode ser que tenha tido sorte, essa era uma pergunta da qual ninguém provavelmente tenha a resposta.

Era possível de se notar pessoas correndo no pátio e entrando por uma porta na muralha, provavelmente para ajudar nas defesas como aquela que os piratas acabaram de destruir. Além disso, era possível de se escutar o som de canhões em outros lugares do muro dos quais os piratas não passaram. A guerra continuava sem cessar, mas tudo que queriam, era invadir o castelo e conquistar o lugar, independentemente dos acontecimentos que os circundassem. Parecia arriscado descer ou tentar entrar na construção por ainda terem algumas pessoas no pátio que poderiam facilmente escutá-los ou ver o movimento, diante da situação, Royce pergunta se haveria alguém ferido e é respondido pela loira com seu tom calmo de sempre enquanto todos conferiam se estavam bem, levando em conta a chuva de flechas.

- Acredito que estão todos bem. Mas que enrascada é essa que entramos do nada? Ao menos estamos dentro das muralhas... Eu não tinha falado antes, mas ouvi histórias sobre o Lord Monk e o que o homem disse lá em cima me lembrou delas, não sei se são verdadeiras e nem lembro exatamente, só sei que era maligno e se forem verdade, talvez tenhamos sérios problemas. –

Enquanto esperavam que as coisas se acalmassem no pátio para que pudessem continuar com a invasão do castelo, começavam a escutar um som alto no portão do castelo – TUM... TUM... TUM... -, muito provavelmente era o exército inimigo que estava tentando destruir a entrada e entrar. Várias pessoas correram para o portão e começaram a fazer força o segurando. Mas a preocupação de Ken era com seus companheiros que estavam lá fora, Royce esperava que eles não fossem entrar em uma luta dessas do nada, mas tudo podia acontecer no meio da guerra. Mais uma vez Shinzuka aparece para provocar o Mink, mas acabou não dando tempo de responde-la, com isso ele não foi taxado de maluco falando sozinha como normalmente aconteceria, naquele clima de tensão quando todos estavam agachados vendo o castelo Monk ser invadido.

- Olhem, tem uma porta ali, deve ser melhor que esperarmos um exército invadir e nos achar, deve ser um portão do inferno, mas parece uma boa chance. –

Destacou Cassandra enquanto apontava para uma porta de madeira que parecia ligada ao castelo, o que teriam que fazer para chegar até ela seria pular do telhado e passar pelo pátio que ainda estava lotado de flechas do primeiro ataque. Já que muitas das pessoas que estavam no pátio, estavam distraídas segurando o portão e se preparando para o caso de uma invasão, não seria difícil entrar no castelo sem que fossem notados, destacou Merlinda calmamente enquanto analisava a porta.

- Realmente, quando invadirem, seremos vistos em um segundo levando em conta o número de pessoas e vocês sabem o que acontece quando um exército domina um lugar, certo? Nem um tritão azul conseguiria escapar de ter sua dignidade retirada. -

Se optassem por entrar na porta, veriam uma escadaria espiral subindo que levaria até alguma parte do castelo, onde muito provavelmente encontrariam corredores, salas, quartos inimigos e até mesmo tesouros. Talvez o maior problema fosse fugir do local, mas também não estavam seguros levando em conta que o que encontraram até agora, provavelmente eram meros peões e pessoas poderosas poderiam defender o lugar, além dos fracassados que mataram até agora.


Clima:
 

Histórico:
 

Mapa:
 

Castelo:
 

Merlinda:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Convidado, consistência é o segredo! Só vai!


Última edição por Fanalis B. Ria em Qui 05 Jul 2018, 12:02, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySeg 02 Jul 2018, 18:11





Royce

WilD MinD



Relaxando em meio ao caos o jovem permitisse um momento de sossego e contemplação para observar as estrelas.

- Esse fogo está atrapalhando, nyan. - para os sensatos o fogo estaria atrapalhando o avanço da empreitada, mas para Royce era o brilho do mesmo que atrapalhava a visão do céu estrelado.

- Nyannnnnn - espreguiçou-se em cima do telhado. Respirou fundo, bocejou. Estava cansado.- O que foi aquilo antes, nyan? - perguntou-se erguendo uma das mãos para o alto a fim de observá-la.. Forçaria as garras para fora e depois para dentro, fora, dentro, fora, dentro… Observando se algo de diferente do normal ocorria. - Minhas-gara unhas mudaram?- se alguém olhasse para ele nesse momento rolaria um pouco para virar de frente para a pessoa e mostraria a pata repetindo o processo de antes. - Mudaram né, né? - Rolaria para ficar de costas de novo, flexionar as pernas. - Vai facilitar pra usar Charge One. - Se as unhas ainda estivessem diferentes as cravaria na perna para testar como seria para ativar sua técnica. - Entraram fácil, nyan. - falaria se obviamente tivessem entrado facilmente na pele. - Dói menos que antes.


Caso algo ocorresse no processo.


- Nyannnnnnnnnn . Que merda é essa, nyannn. - Sentaria apressadamente no telhado lutando para continuar equilibrado. - Como assim, nyann?? - assustado o gatuno começaria a encarar o próprio corpo tentando compreender o que havia acontecido e gaguejando começaria a explicar para quem o estivesse olhando. - Eu-te-teya só fiz is - mostraria as unhas. - isso e depois isso…. - cravaria as unhas em Ken se ele estivesse próximo. E, nyannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn. - falaria um longo nyannn para explicar que tudo se transformou enquanto olhava para Ken a fim de ver se o mesmo ocorria com ele. - E foi assim, nyann. - a respiração continuava acelerada e o jovem sem entender nada. - Viu??? Ele também mudou. - Falou o gatuno...Gatuna… Já não sabia mais, mas estranhava até sua própria voz. Olhando na direção da loira, mas na verdade vendo Shizuka o jovem perguntava. - Você-teya fez isso, nyan? - embora alarmado e confuso o instinto de ladrão o evitava de gritar a plenos pulmões e com isso conseguia conter por pouco a necessidade de gritar e correr.


Não.. De que modo eu faria? - sorriu a coelha. - Isso só poder ser coisa dessa humana inferior. - Shizuka abaixava-se ao lado da loira, virando seu rosto e encarando-a de forma penetrante.

Royce pigarreou, ou seria Joyce? De toda forma buscou voltar sua atenção para o que era mais imediato.

Sair daquele local.

- NYANNNNNN, deixa isso pra lá, vamos continuar, nyan. Joyce esticar-se-ia, sentindo o novo formato do seu corpo. - Vai ter que servir, nyan. Venham um a um no meu sinal. - guardaria as espadas e se aproxima da borda do telhado saltando para o espaço do pátio mais próximo ao muro.


Ali a jovem agachar-se-ia nas sombras e se manteria estática observando o movimento dos homens, o tempo passava e não tinha tempo de ficar se preocupando com as coisas bizarras que aconteciam.

- Como eu-teya virei mulher, nyan. Não, não… Concentra agora, nyan. - assim, tentando se concentrar no que era primário a jovem começaria a fazer sinal, para que um a um seus companheiros fossem descendo. - Loira. - chamar-lo-ia primeiramente por provavelmente ser a que teria mais habilidade ladina, - Verifica se a porta tá aberta, nyan. - se a porta estivesse aberta seguiria chamando a bárbara por ser os músculos, Cassandra e por fim Ken, já que este se movia mais rápido que Cassandra e permanecendo em um local alto poderia dar cobertura e ainda se deslocar velozmente caso algo desse errado.


Se em algum momento o avanço furtivo desse errado a jovem abandonaria a cautela e gritaria para todos descerem rapidamente, enquanto ela mesma tentaria esquivar de projéteis lançados na sua direção ao mesmo tempo que correria em direção a porta vista por Cassandra adentrando-a de imediato e deixando para se preocupar com o futuro quando este chegasse.


Todavia se o seu cuidado fosse o suficiente para garantir um avanço cauteloso esperaria até que todos tivessem cruzado para então avançar também. Se já tivessem entrado ele também entraria, se não tivessem ainda primeiro escutaria com os ouvidos colados na porta e iria abrindo-a com cuidado e parcimônia.

Se constatasse que haveria alguém do outro lado faria sinal para Cassandra se aproximar e abrindo lentamente lhe daria ângulo para atirar, faria sinal para que aguardasse e tentaria conferir quantos haveriam ali através de sua audição. Parecendo ser poucos faria sinal para Cassandra atirar enquanto ele mesmo se impulsiona para dentro atacando o restante com golpes na altura do pescoço.


Não havendo no entanto oponente, ou já estando todos anteriormente dentro a jovem apenas entraria e suavemente a porta atrás de si.

- Entramos-teya, só espero que as muralhas consigam realmente segurar os outros durante algum tempo, nyan. Agora… Para cima.


Seguindo de táticas já conhecidas e aos quais o seu grupo estava habituado a jovem gatuna foi na frente, movia se ainda com certo desconforto devido às alterações sofridas, o peso extra que seus ombros tinham que carregar… Tudo parecia de certa forma novo e embora começasse a imaginar que aquilo era algo que poderia ser controlado e revertido Joyce se mantinha insegura em testar, ao menos naquele momento, pois não tinha garantia de que outras coisas poderiam acabar ocorrendo.


Com cautela e atento a sua audição a jovem mover-se-ia escada acima, avançando um par de metros de cada vez e fazendo sinal para que os outros acompanhassem ou parassem de acordo com o que visse.

Próximo ao topo da escada desceria novamente para falar com Ken e Cassandra.

- Fiquem-teya com as flechas prontas, quando eu-teya fizer esse sinal, nyan - mostraria um sinal - é porque preciso que disparem em alguém.

Continuaria avançando, o último metrô da escada Joyce ‘rastejaria’ para cima, tirando o chapéu para a pena não aparecer e observaria o local. Se notasse estar limpo avançaria, caso contrário esperaria um tempo até as pessoas que por ali estivessem passando fossem embora.


Se alguém estivesse avançando na direção da escada a jovem rastejaria um pouco para trás e colocando a mão nas costas faria o sinal para Ken e Cassandra a fim de deixá-los atentos para o disparo.


Se tudo limpo a avançaria para o corredor e tentaria ali se orientar pelos sons, buscando ir para o lado mais interno do castelo, ou seja, o mais distante do confronto. Na sorte dobraria alguns corredores, sempre se guiando pela audição para evitar corredores por onde os guardas avançassem marchando. Depois de um tempo entraria em algum cômodo, novamente tomando o cuidado antes de abri-lo e contando com Cassandra para já estar com uma flecha pronta para quando a porta abrisse a fim de matar ou incapacitar alguém que estivesse dentro.


Após aberta a porta Joyce se moveria velozmente impulsionada por sua aceleração para cobrir a distância que pudesse existir entre ela e alvos no interior, usaria os ganchos de suas espadas para em um movimento circular agarrar as pernas de qualquer um e com força roubar o equilíbrio dos alvos atirando-os contra o chão, posicionando-se a seguir de modo a subjugar o alvo, provavelmente apontando as lâminas para as jugulares de cada um.


Isso tudo seria feito obviamente se existisse alvos no interior do quarto que estaria, caso contrário apenas adentraria o local, visualizando o que haveria por ali e tentando perceber se ali haveria algo do seu interesse ou que apresentasse utilidade. Ouviria também as palavras do tritão e de certo modo concordava com elas, pois também preferia se separar naquele momento.


- Só não faça nada estúpido-teya. Mas precisamos-teya de um plano de fuga. - olharia para a loira. - Talvez seja hora de você-teya brilhar também, nyan. Esse local deve ter algum outro tipo de saída, para mulheres, crianças, e a nobresa-teya. Consegue se mover por ai sem chamar a atenção e encontrar isso? Vou-teya procurar os tesouros e o tal de monge? - Joyce na verdade só queria explorar o castelo à vontade, sem se preocupar com o ataque.


Faria sinal então para o tritão… Tritoa partir.

Mas Joyce permaneceria parada na sala, agora que possuía algum tempo voltaria a encarar suas mãos e tentaria mais uma vez fazer as agulhas aparecerem.


- Não consigo entender… O que ta acontecendo…. - mexendo nas roupas olharia para o próprio instrumento. - Ele continua aqui… Não mudei de sexo, apenas de aparência. Se eu injetar de novo… Mas diferente? - Joyce faria um novo teste, aproveitando da possível tranquilidade da sala em que estava. Cravando mais uma vez as agulhas na coxa. Nyannnnnnnnnnnnn - e veria o resultado.





”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 





____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]




Última edição por GM.Furry Men em Qua 04 Jul 2018, 12:22, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ken Rock
Pirata
Pirata
Ken Rock

Créditos : Zero
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 9010
Data de inscrição : 27/05/2015

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptyQua 04 Jul 2018, 11:26

#010
Após descer até o telhado e olharia a confusão ao meu redor, para ser sincero não tinha nenhuma esperança de que aquele pessoal conseguiria manter as defesas contra o exército inimigo. Até mesmo a tal história de que no passado milhares não conseguiram transpassar a muralha não era lá mais uma coisa importante! Afinal nós estaria ali, no pátio do castelo. Mas após esse momento de reflexão, voltava a minha atenção a busca de alguma passagem, porta ou até mesmo algum aviso de meus companheiros com relação a tal.

Se porventura, Royce estivesse mostrando as suas novas unhas ou até mesmo picando a sua própria perna, faria gestos negativos com a cabeça enquanto uma afirmação martelava a minha mente azul brilhante… - Essa porra de moleque está ficando cada vez mais estranho!


Se durante a transformação do mink Cassandra dissesse algo sobre uma porta ou coisa similar, sairia do telhado e correria, agachado para não fazer tanto alarde, até a porta. Se ela estivesse emperrada ou coisa parecida usaria meu ombro para forçar entrada

----

Se porventura, o gato maldito, me picasse com aquelas unhas de merda! Aplicaria um cascudo ou um pedala em sua cabeça seguido de uma amável e confortante frase… - Aew Caralho!!! Tá louco porra? Que merda é essa que você injetou em meu corpo!.... Se a transformação estivesse acontecendo, levaria minhas  mãos até o meu belo rosto azul em caso de uma dor em meu peito, uma dor tomaria o local fazendo com que me abraçasse um pouco. Se notasse que seios que belos, grandes e maravilhosos seios haviam surgido no local do meu torneado e músculo tórax,  respiraria fundo e procuraria manter a calma!!

- Caralho, que merda é essa gatinho, tu me transformou na porra de uma mulher!!! Como eu foder o mundo agora?

Em um ato de desespero, retiraria apenas as minhas calças e cueca e notaria que o meu órgão, belo, gigante, azul, cheiroso, veiudo, roliço, afável e pulsante ainda estava no local! Talvez um pouco mais belo do que me lembrava!...”Caralho, ele ainda está aqui!!”... - Foda-se, vamos continuar!

Feliz da vida e com as tetas e pinto de fora, pularia do telhado e começaria a seguir o pessoal ao melhor estilo
baywatch:
 

Uma vez dentro do local, pegaria a minha besta enquanto brincava com os meus mamilos com a outra mão, é claro que tudo aquilo me deixaria motivo na parte de baixo e se o gatinho falasse algo com relação a besta daria um largo sorriso viril dizendo…. - Já estou armado querida gatinha Muauhsuhauhsuhauha

Buscaria ficar calmo até a primeira porta a ser aberta, se houvesse alguém lá dentro, daria um tiro com a besta e na sequencia me jogaria no chão enquanto recarrego a besta e atiraria mais uma vez! Se houvesse mais alguém na sala e ninguém tivesse tomado conta da pobre alma, pegaria o objeto que aparenta causar algum dano e arremessaria contra o indivíduo. Se a lança ainda estivesse comigo, arremessaria contra a pessoa no lugar do objeto.

Carrego mais uma vez a maldita besta pensando… “ Caralho, vou inventar um sistema de mais tiros pra essa  porra de arma e mera!”... Iria até os corpos e retiraria os dardos, a lança (se a tivesse usado) e arrancaria as mãos da ou das pessoas no local. Revistaria os corpos em busca de algum objeto ou chaves, se houvesse algum arco e flechas na sala pegaria também.

Assim que estivesse pronto para seguir adiante olharia para o gatinho e diria… - O Zé ruela, vamos nos separar para achar esse filho de uma puta de monge logo ou vamos no grupo mesmo? Se nos separarmos, o primeiro que encontrar Berra Achei Muahushauhsuhauhsuha e dai o outro tenta achar…. que tal, parece divertido dessa forma !!!

Esperaria uma possível resposta do mink agora completamente afeminado se o mesmo amarelasse e resolvesse ficar junto como um grupo, esperaria as instruções seguindo o grupo, ficando no final cuidando do buraco de todo mundo!

Mas, se a bichana topasse e resolvesse brincar de pega pega com o rei do maldito castelo sorriria me despedindo… - Muito bem xaninha! Quem achar primeiro come a loira e a minha gostosa musculosa aqui Muahushuahushuahusha…

Pegaria alguns objetos fáceis de transportar e pesados o suficiente para matar, caso houvessem, sairia da sala com a besta em mãos e caso o corredor bifurca-se pegaria o lado esquerdo, se houvesse alguma escadaria no final do corredor subiria a mesma com cautela e sempre apontando na altura da barriga de um humano de altura normal, isso serviria para um possível tiro na cabeça de um anão, de uma criança e até mesmo um tiro no saco de um cara alto!

Evitaria qualquer movimento descuidado e antes de entrar em qualquer corredor, me ajoelharia, para que se me vissem pensassem que eu fosse daquele tamanho e olharia com primeiramente de uma forma rápida para ver se alguém estava no corredor e depois voltaria a olhar com mais calma, sem colocar toda a minha cabeça para fora. Manteria sempre o modo calmo para não chamar tanta atenção.

“Caralho, essas minhas tetas são deliciosas!”
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

____________________________________________________

Legendas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Fran B. Air
Pirata
Pirata
Fran B. Air

Créditos : 32
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Feminino Data de inscrição : 30/11/2017
Idade : 24
Localização : The Wonderful Land

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptyQui 05 Jul 2018, 12:03



Narração - Wild Tide



TODOS

Tanto Royce quanto Ken pareciam estar em um momento de reflexão, sob a luz das estrelas, da Lua e com influência de algumas tochas e flechas ainda no chão, pegando fogo. A única coisa que não estava se encaixando naquele clima de descontração entre os participantes, era a guerra eminente que estava prestes a acontecer ou até mesmo acontecendo, o grito dos soldados do lado de fora tentando derrubar os portões, somado ao das pessoas que seguravam o portão na esperando de que ele não ruísse e os canhões disparados com o acréscimo do som de dezenas morrendo a cada tiro, eram altos e avassaladores para os ouvidos de todos, mas o que preocupava o distraído Mink naquele momento não era a guerra ou as pessoas morrendo e sim suas unhas que antes haviam aparecido de uma maneira diferente do habitual.

O pequeno grupo de invasores continuava descansando, mas Royce estava ficcionado em suas unhas, dava uma espreguiçada e começava a testá-las, as forçou para fora e para dentro algumas vezes, na tentativa de descobrir se algo de diferente ocorria, apenas suas unhas normais estavam saindo, mas ele continuou testando, até que uma hora, conseguiu fazer com que seu novo, porém desconhecido conjunto de unhas, bem mais pontudas e retas que o normal saíssem, Cassandra que estava lá via o Mink fazendo aquilo e ficava com um semblante de dúvida sobre o que era aquilo, até que ele a mostra, então mais uma vez suas garras normais saem, mas retraem algumas vezes, até que novamente as mais pontudas são expelidas, a cozinheira vendo aquilo agachada, se expanta e responde.

- Realmente, será que foi aquilo que eu deixei cair na comi... Quer dizer, que estranho, nunca tinha visto algo assim. –

Então ele testa uma de suas técnicas ao rolar e encravar aquilo que ele não sabia se sempre teve ou se era um novo conjunto de unhas em sua mão. Ken via aquela cena e fazia gestos de desaprovação ao ver o Mink agindo estranho, mas Royce percebe de cara que doía bem menos do que quando utilizava a técnica do jeito usual, mas sentia algo saindo de suas mãos e entrando em seu corpo. Pouco tempo depois de remover suas mãos, sentiu algo estranho em seu corpo, ele estava mudando, aos poucos sua cintura foi diminuindo, seu traseiro foi aumentando e seus seios foram crescendo, aquele que era um gato macho passava rapidamente por um segundo processo de puberdade, mas em uma velocidade absurda e ao invés de ganhar masculinidade, estava se tornando uma bela Mink fêmea. Sem entender o que havia acontecido, seu corpo estava totalmente feminino, não tendo praticamente nada a ver com o que era antes, até mesmo seu modo de falar mudou um pouco, Royce agora não era mais Royce, o fanfarrão, mas sim uma bela Mink que poderia ser chamada por muitos de Joyce, a fanfarrona!?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- O QUÊ? O que aconteceu com você?

Cassandra se surpreendia com aquilo que havia ocorrido, não estava entendendo nada e ao perguntar o que era aquilo, todos os outros se viraram para... Ele? ELA! Vendo que a mink havia se transformado, com aquela surpresa, alguns ficaram de boca aberta, outros ficavam apenas encarando Joyce tentando entender o que era aquilo, como a própria gata que não sabia o que havia ocorrido ainda. A barbara também não entendia nada, mas era a primeira a comentar sobre a situação depois de rir de Joyce.

- Bahahahaha. Eu não sei o que aconteceu, mas bem-vindo ao time colega, queria saber se você ainda tem culhões igual a mamãe aqui ou se virou uma mulherzinha, tipo essa loira. –

Depois de olhar um pouco para seu corpo, a gata começava a explicar para os outros que estavam naquele telhado o que havia ocorrido, ninguém nem lembrava mais que o castelo estava sendo atacado e para ser invadido, aquela situação inusitada era o que realmente chamava a atenção, o som de fundo de pessoas gritando e morrendo não chegava nem aos pés da maluquice que estava acontecendo no telhado daquele galpão. Durante a explicação, Joyce solta as unhas diferentes que já havia entendido como forçar para que saíssem e em um rápido movimento, antes que Ken tivesse tempo para reagir, a gatuna cravava suas unhas no peito do tritão, as retirando rapidamente, em resposta Ken dava um cascudo na cabeça de Joyce, reclamando e fazendo com que a Mink olhasse para o chão.

- Olhem, ele também está... –


Enquanto Joyce olhava para o chão devido ao forte cascudo aplicado em sua cabeça, Cassandra falava intrigada sobre a mudança que ocorria em Ken naquele instante. Então Ken também sentiu seu corpo mudando magicamente, se abraçou durante a mudança ao sentir um pouco de dor ao mesmo tempo que sua cintura diminuía, seu rosto se afinava, seu traseiro aumentava, sua voz ficava afeminada e seus seios ficavam de um tamanho exageradamente grandes, quem não o conhecesse, diria que a mulher-tritão tinha medidas perfeitas, era claramente uma 90/57/90, não haveriam dúvidas quanto as mudanças.

Desesperado, o tritão que não queria perder uma sua capacidade de literalmente foder com os outros ao seu redor e começar a ser fodido, conferia se suas partes se mantinham. Vendo que lá estava aquele que a própria mulher-tritão considerava ser um órgão sexual perfeito e em ótimas condições para uso, ficava desnudo pronto para continuar com a invasão sem ligar para nada, livre deixando tanto seus seios quanto seu órgão estavam livres para balançar, quicar e intimidar possivelmente até intimidar que aparecesse em seu caminho.

A gatuna via que o tritão também havia mudado e questiona a coelha imaginária com quem geralmente trocava alguma ideia, em uma tentativa desesperada de obter respostas, ele via Shizuka sorrindo e agachada em frente a Merlinda que olhava para Ken com a mão no queixo, como se estivesse pensando no que havia ocorrido, ela então responde a pergunta de Joyce mantendo sua face e voz serias e pensativas.

- Será que aquela fruta estranha que você comeu seria... Uma Akuma No Mi!? É bem plausível levando em conta que estamos na Grand Line, se não me engano eu nunca tinha visto uma, mas realmente, já ouvi histórias sobre elas terem uma aparência inusitada e o gosto ruim... E você reclamou dela, só pode ser isso, parando para pensar... Como posso dizer? Foi mal... –

- Bahahahaha. Se você comeu a fruta, não pode mais nadar bichana, provavelmente você já não gostava de água, mas agora já era. –

Falou a ruiva, mais uma vez rindo da situação, até que Royce decide deixar isso de lado e continuar com seus objetivos, a única coisa que fez foi testar seu novo corpo e pronto, o resto poderia ser aprendido na prática. Vendo a porta que Cassandra havia indicado, saltou do telhado, se mantendo nas sombras do muro, aproveitando a distração dos outros aguardando que o castelo fosse invadido pela porta da frente e segurando os portões, a loira foi primeiro e vendo que a porta estava aberta, um a um foram os acompanhando, sendo o último a descer Ken, que totalmente pelado, deixava suas partes ao ar livre tomando um ar, agora que ele não era mais ele, mas sim algum tipo de mistura de sexos que poderia ser causada por uma anomalia genética da natureza desde o nascimento ou fenômenos paranormais como explicado por Merlinda.

- Sim, mas pelo que eu vi, aqueles portões são bastante resistentes e me parece que os atacantes não estão atacando a estrutura com brutalidade, provavelmente não querem destruir o lugar, mas sim se instalar aqui. –


Constatou Merlinda diante da fala de Joyce, sem maiores problemas, o grupo subia pela escadaria logo depois de subir pela porta, sendo que aqueles que haviam se transformado tentavam se acostumar com seu corpo ou brincavam com ele, como Ken fazia. De toda forma, ninguém parecia dar muita trela para o tritão que não vestia mais nada, talvez não ligassem ou simplesmente estivessem acostumados com aquela cena, o importante era que finalmente estavam dentro do castelo.

Chegando no topo das escadas, Joyce topava com um corredor e já avisava aos outros para ficarem atentos e disparar qualquer coisa, já que não encontraram ninguém no caminho, é claro que Ken já estava armado, ainda mais com aquele que era praticamente um novo corpo, o tritão estava armado literalmente e figurativamente falando.

Eles avançavam por dentro do castelo, mas Joyce não escutava nada, fora alguns gritos abafados pelas paredes que vinham do lado de fora do lugar, dentro parecia tudo na mais perfeita paz. Andavam pelos corredores, abriam portas checando para ver se encontravam algo de interessante, mas nada chamava o interesse nem de Joyce, nem de Ken, na verdade, de ninguém, tudo que viam eram alguns quartos simples ou salas com móveis desgastados e caixas, até que em uma das salas, o tritão vê cinco bolas de ferro que  o tritão opta por se separarem na tentativa de encontrar o Monge ou coisa do tipo e Joyce aceita a ideia do tritão. A gata questiona a mulher sobre como fazer caso dê algum problema, ela então o responde depois de pensar um pouco, com seu tom de sempre e enquanto retira um pedaço de papel de suas roupas.

- Bem, nesses castelos, geralmente na sala do trono tem algum tipo de saída subterrânea para que as mulheres fujam no caso de problemas, façamos o seguinte, me dê sua mão... –

Ela segurava com força a mão de Joyce, retirava uma adaga de sua bolsa sem que Joyce percebesse, logo depois de falar, então cortava em um rápido movimento a palma da mão dele, sem que esse tivesse tempo para reagir, não chegava a ser profundo, mas um pouco de sangue saia, com isso, ela manchou o papel que rapidamente absorveu todo o sangue que saiu, mas mantendo sua aparência esbranquiçada. Depois rasgou o papel em dois, os deixou na palma de suas próprias mãos, apontou para eles explicando enquanto o papel se movia um pouco e logo depois, deu um para Joyce e outro para Ken, com isso explicou séria.

- Esses papéis agora estão ligados a você, como pode ver, eles apontam na sua direção se movimentando, seu nome é vivre card, esse era o último que eu tinha, então guarde-o bem, qualquer coisa, poderemos usar este que está com o tritão para lhe encontrar, sobrou o outro, então se precisar algum dia, pode entregar para alguém sempre conseguir saber a direção onde você está, como uma bússola, onde o norte é você. -

- Meu Deus, eu só quero lutar com alguém logo, quanta enrolação... Tem uma guerra lá fora! -

Completou a ruiva, mas independente do que Ken fizesse no momento, não demorou e saiu da sala, seguindo por um dos lados que não tinham explorado ainda, enquanto Joyce se manteve lá por mais alguns segundos e decidiu testar mais uma vez suas mãos, ele utilizou em sua perna, mas não controlava muito bem seu poder ainda, diante disso, a perna onde ele aplicou as garras, começou a crescer ficando bem maior do que era antes, como se estivesse tunada por alguma coisa.

Com Joyce se separando e seguindo pelo outro lado do corredor, sem ser o que Ken seguiu, passaria por mais algumas salas sem nada de útil, mas fazendo a curva no corredor, veria dois guardas, cada um segurando uma lança e um escudo em cada uma das mãos, além de possuírem uma espada embainhada e usarem armadura pesadas, estando parados ao lado de uma porta grande e bonita, completamente diferente das outras de madeira, essa chegava ao teto que possuía cerca de quatro metros de altura, além de ter algum tipo de tranca diferenciada e ser bastante detalhada e trabalhada.

Já Ken, conforme seguisse pelo outro lado do corredor, também veria salas com nada de útil depois das bolas de ferro que pegou, mas começaria a escutar vozes vindo de um grande salão que conseguia ver a borda a frente. Pareciam ser dois homens conversando, um deles falava meio alto, sendo possível de escutar algumas coisas claramente, na sala poderiam haver guardas apesar de que eram possível escutar a voz de apenas duas pessoas, Merlinda que o acompanhava com os outros completou mantendo a calma que geralmente possuía, durante o diálogo.

- EU QUERIA IR LÁ FORA LUTAR, TENHO CERTEZA DE QUE VENCERÍAMOS BEM MAIS FÁCIL COMIGO LUTANDO. –


- Lord Monk, por favor, se acalme, está tudo sobre controle, é só aquele bastardo da família inimiga tentando ocupar um lugar grande o bastante para ter onde ficar depois de ter brigado com seu pai. –

- MAS SERIA BEM MAIS FÁCIL COMIGO LÁ... –

- Eu sei, mas não podemos arriscar sua vida, além disso, seus filhos já foram lá para fora, se não me engano eles começaram a recuar. –

- Essa deve ser a sala do trono... –

Clima:
 

Histórico:
 

Mapa:
 


Cenário:
 

Castelo:
 

Merlinda:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Convidado, consistência é o segredo! Só vai!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ken Rock
Pirata
Pirata
Ken Rock

Créditos : Zero
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 9010
Data de inscrição : 27/05/2015

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptyQui 05 Jul 2018, 15:31

#011
Após chegarmos a uma espécie de salão, encostava minhas costas azul veranil na parede enquanto escutava com atenção o que aquelas duas pessoas estavam conversando. Possivelmente, seriam apenas duas, não havia como confirmar quantos só por escutar as suas vozes. Mas a informação mais interessante é que um daqueles merdas seriam o tal do escroto do Monge e que o encontramos muito antes do que eu havia planejado na minha, maravilhosa e intelectual mente e essa mesma mente arquitetava os próximos passos.

“Muito bem, fora as minhas armas, bestas, mãos, lança e bolas de ferro o que eu ainda tenho como munição? Huumm…. a ruiva e a loira! Qual delas eu uso primeiro? A ruiva é boa no sexo e a loira não quer me dar… Simples a escolha!”

Com um tom de voz baixo, balançaria as minhas tetas com as mãos enquanto conversava com as duas de uma maneira calma e feminina… - Muito bem caralho, o filho da puta tá ali e bolei um plano pra pegarmos ele desprevenido e ele irá depender da sua atuação loirinha… primeiro de tudo não grite com o que eu irei fazer com você agora, apenas preste atenção enquanto eu te preparo, o gatinho vai ficar muito animado por você ter nos ajudado.

Com as minhas singelas e delicadas mãos, iria rasgando as roupas da loirinha mantendo as algumas partes de seu corpo à mostra enquanto explicava detalhadamente o que eu estava fazendo e qual era a importância dela naquela merda toda… - Você vai ser o nosso trunfo, irá entrar naquele caralho de salão chorando dizendo que os príncipes caíram e que eles estão tomando o castelo, enquanto você conta essa porra aos prantos tente contar quantos tem na sala e diga mais uma vez chorando… Vocês, números de vermes na sala, tem que nos ajudar… não somos fortes, olhem me feriram aqui! Nesse momento indicaria que ela teria que levantar a saia, se ela estivesse usando uma ou a blusa se estivesse de calça.

Para deixar a atuação mais convincente retiraria a sua calcinha, se estivesse de saia, ou sutiã, sem saia… dizendo a mesma…. - Calma, agora nós somos amigas, não precisa ficar nervosa comigo“Muahushuahushuahsuhauhsuhauhsuahushuahsuhaushuahushauhsuhauhauhsuhauhsuahushauhsuhau”
Com um semblante confiante e sorriso largo colocaria a minha mão em seu ombro e continuaria…- Pronto você está pronta, só falta um toque de realidade! Lembre-se não grite ainda… Levaria a minha mão em sua nuca e aplicaria algumas cotoveladas em sua testa até abrir um pequeno corte ou formar um galo …. - Pronto loirinha, vai lá e dê o seu show para nós, contamos com você amiga“ Com toda a certeza ela irá se foder lá! Muahushuahus mas, um plano bom de Ken Fuck Rock nunca falha!"

Olharia para a ruiva - Gostosa assim que ela der o sinal, você irá sair correndo em direção aos caras, eu estarei atrás para te dar cobertura! Quer mamar um pouco para dar sorte?
... forçaria um peito no outro com os braços.

Assim que a loirinha entrasse no salão esperaria a reação de quem estivesse presente e assim que ela desse o número dos presentes na sala ou até mesmo que eles tenham começado a atacar a loirinha, faria um gesto com a cabeça indicando que aquele era o momento da bárbara entrar correndo! Assim que ela entrasse, eu procuraria sair atrás dela, escondendo a minha presença por de trás daquela massa de músculos feminino, assim que avistasse algo que pudesse me esconder como uma coluna ou coisa parecida iria para lá usando a minha aceleração. Lembrando sempre de me manter escondido na presença da ruiva.

Uma vez na coluna prepararia minha pistola e besta, olharia para o possível Monk, julgaria que seria aquele que estivesse no trono, que teria avistado assim que entrasse no salão e também pelas suas vestimentas mais elaboradas ou possivelmente diferenciadas das dos demais. Faria duas ações de lados opostos a pilastras. A primeira seria do lado direito da pilastra onde com a pistola aplicaria um tiro na região descoberta do homem e ao mesmo tempo me colocaria na parte esquerda da coluna e aplicaria um tiro silencioso com a besta em outra região desprotegida. Buscaria realizar as ações sem expor muito o meu corpo ou presença.

Após os tiros, carregaria o mais rápido possível a besta, respiraria fundo e sairia da pilastra aplicando dois tiros para cada inimigo que estivesse no local, moveria em zigue e zague e após os tiros de revólver, aplicaria um de besta no Monge! Na sequência, guardaria a besta, retiraria a lança e a jogaria contra o monge enquanto disparava mais 4 tiros neles e correria paralelamente em ziguezague, sacaria  minha outra pistola e alvejaria os outros homens presentes na sala enquanto recuava em ziguezague até uma coluna. Caso notasse que a movimentação em zigue e zague não fosse suficiente, me jogaria no chão e rolaria plena, como uma sereia feliz no mar. é claro que nenhum movimento de Ken Rock é sem sentido. Enquanto estaria rolando, linda e bela, dispararia alguns projéteis das minhas maravilhosas pistolas contra o monge e seus homens.

Procuraria um local como abrigo e lá colocaria em ordem as munições de minhas pistolas em seus tambores e procuraria conversar com alguém… - E ai? Alguém morreu ??


---

No caso da Loira não querer seguir o plano de ser a vítima desesperada e desprotegida para o rei, olharia para cima, respiraria fundo enquanto me aproximava da mesma colocando as mãos em seu ombro e cintura dizendo… - Tudo bem, eu te entendo, vamos bolar algo novo!... no término da frase, seguraria ela mais forte e a arremessaria no meio do salão… - Foda-se o plano ruiva, vamos pra merda da improvisação!

Entraria no salão correndo em em zigue zague aplicando tiros com as minhas duas pistolas em quem estivesse presente, menos na loirinha (apesar de vontade não me faltar), Meu tiros seriam focados em regiões desprotegidas, como articulações ou alguma breja exposta. Durante a minha ação observaria os inimigos e o posicionamento deles na sala e até mesmo não deixaria de observar a sala em modo geral.

Caso avistasse uma pilastra ou algo que pudesse me proteger, iria até o local, carregaria a minha pistola enquanto conversava… - Sabe monge, gostei muito do seu trono e infelizmente irei tomar essa porra toda para mim… colocaria uma de minhas mãos para fora aplicando um tiro enquanto projetaria o meu corpo para o outro lado da pilastra, estaria com a lança na mão e a jogaria contra a pessoa que estivesse mais próxima de mim, no chão rolaria algumas vezes, usaria minha velocidade para correr em ziguezague e aplicar tiros contra o homem que estivesse mais próximo do trono e vestido de uma maneira diferenciada das dos demais, fosse ela uma forma sofisticada e requintada.

Gargalharia atirando em direção ao homem enquanto gargalhava e me movia em ziguezague, meu tiros seriam focado nas regiões sem armadura e nas região genital. Caso não houvessem proteções em seu rosto ou tórax focaria nessas regiões e em seus pés!.

Não deixaria de observar os outros possíveis homens na sala e se os mesmos tentassem me atacar, mudaria a minha corrida para esquivar ou me proteger de seus ataques, se isso não fosse possível e esses estivessem  próximos demais para recuar, correria em direção deles para diminuir a distância, no último minuto me moveria em ziguezague e pendularia para mudar o meu posicionamento e dificultar a ação do mesmo. Aplicaria um tiro contra o pé do oponente, buscaria aplicar uma mordida em um de seus braços, com a outra mão segurava possivelmente  o seu punho ou braço  e com a minha outra mão aplicaria diversos tiros em seu corpo nas região que não houvessem proteção. Se em meio as minhas movimentações eu conseguisse esquivar de seus ataques e me aproximar para uma mordida em seu crânio não exitaria e aplicaria a mordida, sempre tomando cuidado para não ser acertado por ele ou qualquer outro.

Assim que conseguisse uma breja para procurar um local para reabastecer minhas armas e verificar a situação, iria sempre tendo em mente a minha proteção naquele momento.

---

E se o universo feminino não estivesse colaborando para em me ajudar naquela porra toda, cuspiria no chão, coçaria  minhas bolas, bengala e tetas dizendo… - Foda-se vamos pro esforço máximo!!

Entraria na sala com as testas balançando de um lado para o outro gritando…. - AAAAiiii, cuidado, cuidado …. sacaria as minhas pistolas e com a voz grossa… - A porra do Rei chegou caralho!! … Começaria a atirar em todos que estivessem na sala, aplicaria 3 tiros para cada um, sempre visando locais desprotegidos e no caso de estarem desprotegidos, cabeça, peito e órgãos genitais, iria para um abrigo em alguma pilastra ou qualquer coisa na sala e me esconderia para carregar novamente minhas armas e saber se mais inimigos viriam ou não. No caso de alguém se aproximar, descarregaria minha pistola no infeliz!
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

Off Ria:
 

____________________________________________________

Legendas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptyQui 05 Jul 2018, 18:40





Royce

WilD MinD



Joyce tentava se manter calma e usar de sua nova capacidade feminina para analisar a situação. Já não era mais aquele gato afobado e bobo que havia deixado sua ilha natal. havia aprendido a escrever corretamente, a identificar falsificações e itens de valor, havia aprendido até mesmo anatomia humana então aquilo teria que ter algum tipo de explicação.

Separada do grupo e dispondo de algum tempo para refletir a gatuna tentava finalmente começar a entender o que estava ocorrendo. Havia comido algo que chamaram de akuma no mi, algo que dá poderes estranhos e ..

- Tira a capacidade de nadar, nyan… - falou baixinho em meio as suas considerações.

Não que a felina apreciasse nadar então talvez isso de fato não importasse, mas gostava de ser um gato…

Olhou-se..

- Se bem que não fiquei uma gata feia…. Nyannn. - a cena do tritão correndo nu passou por sua mente fazendo-o estremecer e arrepiar-se por inteiro. - Não… Não é natural…

- Não está perdendo muito tempo? - Shizuka falava ao pé do ouvido de Joyce. Quase fazendo-a gritar. Os braços da coelha envolveram-a de modo e impedir que a mesma se afastasse. - Temos humanos para matar… Temos riquezas para conquistar… Talvez isso que aconteceu tenha sido bom, é um poder que você pode usar… Acalme-se, controle.. Pegue tudo e torne seu. Sei que já entendeu o que é.

- Parece… - começou incerta, ainda falando baixinho. - Que eu-teya injeto algo, como com uma seringa… Mas com meus dedos, nyan.

- Bom.. E o que poderia ser? Que quando injetado lhe deixaria com o corpo feminino?

- Estrogênio.. - respondeu sem muito pensar, afinal isso constava no livro que lê-ra. -Estrogênio é o hormônio feminino responsável pelas mudanças estéticas que caracterizam uma mulher. - citou como se estivesse lendo.

- E a perna? - Joyce então voltou sua atenção para a perna que havia crescido.

- Anabolizantes talvez? Parece a perna de alguém maior… Hormônios do crescimento, quem sabe, nyan?

Sabendo agora como modificar suas unhas a jovem se preparava para mais um teste. Era sensato fazê-lo? Obviamente não, mas a curiosidade era impossível de ser contida e enquanto não conseguisse entender aquilo era pouco provável que conseguisse se concentrar em outra coisa.

Assim recuou brevemente, adentrando novamente em uma das salas próximas junto de Shizuka.

- Se eu-teya posso fazer crescer… - Cravaria novamente as agulhas na perna modificada, tentando agora se concentrar em absorver o que havia injetado, porém a falta de prática poderia ser-lhe prejudicial e possivelmente fazer-lhe errar em suas análises de quantidade a ser absorvido. Dado esse fato Joyce experimentaria consecutivas vezes, sugando e inserindo o que imaginava dever ser hormônios até que conseguisse deixar sua perna mais uma vez normal. - Ok, nyan. Da de controlar-teya. - falaria caso tivesse conseguido obter sucesso ou ao menos parcialmente sucesso.

- Interessante. - analisava Shizuka que o rodeava andando lentamente em círculos enquanto o observava de vários ângulos com um olhar crítico. - Então agora você controla hormônios?

- Acho que sim, nyan.

- E como faz para voltar a ser homem? - levou uma das mãos ao queixo delicado, passando a mão em seguida sobre a boca enquanto caminhava lentamente na direção de Joyce. - Um homem ao qual eu possa apreciar. - continuava se aproximando, Joyce mais uma vez começava a sentir os desejos luxuriosos de sua fantasia. Chegando mais próxima, trazendo seu corpo para junto do dela de modo que Joyce sentia seus seios se tocarem, mesmo que isso não devesse ser possível. - Forte aqui, firme, robusto. - as mãos deslizaram pelo corpo de Joyce a qual involuntariamente começou a mover as mãos para também tocar Shizuka que afastou-se no mesmo instante. - Um homem… Feroz… não uma garota, tímida e insegura. - repreendeu com agressividade.

Desafiado, contrariado, mas ainda desejoso a jovem estreitou os olhos, tornando-os fendas verticais estreitas, suas orelhas tremeram revelando sua intensa ansiedade.

- É um homem que você-teya quer? Feroz, grande, agressivo? - questionou com a mesma acidez na voz que Shizuka lhe havia dirigido. Com raiva expandiria mais uma vez as seringas das pontas de seus dedos, de ambas as mãos dessa vez.

- SIMMMM. - reverberou a voz de Shizuka, exultante, cruel e agressiva, estimulando essa mesma agressividade em Royce que com violência voltaria a cravar as ‘garras em seu abdome.

Um único tipo de pensamento dominava a mente de Royce enquanto injetava algo ao qual ainda não tinha controle em seu corpo… Grande, raivoso, feroz, agressivo. Um misto de sentimentos violentos que só causavam ainda mais euforia na imagem de Shizuka a frente de Royce, esta que repentinamente avançou, colocando suas mãos sobre as do jovem forçando-as a injetar mais.


- MAIS, MAIS, MAIS. ecoava a voz de Shizuka, externa e internamente preenchendo a vontade de Royce.

- MAIS. - concordou.

Não havia como antecipar o que aquele frenesi de sentimentos raivosos resultaria... Mas mesmo assim, sem medir as consequências o jovem fez as vontades de sua luxúria.




”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 





____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
TerryBogard
Pirata
Pirata
TerryBogard

Créditos : Zero
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 13/04/2016
Localização : Shells

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySex 06 Jul 2018, 08:03

Farol


Por algum motivo, o estado atual de Rise me incomodava mais do que o normal. A garota de fato era uma das mais importantes peças de xadrez que eu tenho a minha disposição, porém, ainda assim descartável. Mesmo tendo total consciência disso, hesitava em encerrar sua vida para evitar perder mais tempo, eu não fazia ideia do motivo, mas tentar salvá-la parecia a melhor opção.

Imediatamente, eu iria para onde Rise estaria no navio e falaria, em um tom ameno, antes de pegá-la nos braços: - Aguente firme, sua hora ainda não chegou.

Caso o barco atracasse na ilha, eu respiraria fundo, pegaria minha naginata com o braço direito e agarraria Rise, tentando ser cuidadoso, com o esquerdo. Então, iria me despedir de S, ao chegar onde ele estaria, me despediria estoicamente: - É aqui que nos despedimos, revolucionário. - Então viraria as costas para ele e continuaria: - Até o dia em que nos encontremos novamente.

Uma vez na ilha, eu procuraria por algum outro navio atracado, onde pudesse achar um médico para mim e Rise, andaria pela costa até achar um navio atracado.

Caso fosse atacado por algo ou alguém, faria o possível para bloquear os ataques com meu escudo e, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível, mas continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região, mesma coisa com hipotéticos ataques pelas costas que eu consiga escutar chegando.

Se por acaso eu encontre o navio, subiria nele e procuraria pelo primeiro tripulante (caso houvesse algum) e falaria: - Preciso de um médico, tenho dinheiro. - Caso tenha um médico no navio, faria o tratamento, caso não, perguntaria onde poderia encontrar um, caso me apontassem uma direção, iria para lá, caso não, apenas procuraria outros navios na costa, mesma coisa caso não tenham tripulantes no navio.


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

Ficha: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Fran B. Air
Pirata
Pirata
Fran B. Air

Créditos : 32
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Feminino Data de inscrição : 30/11/2017
Idade : 24
Localização : The Wonderful Land

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySex 06 Jul 2018, 17:52



Narração - Wild Tide Ft. TerryBogard



KEN

O tritão que estava totalmente diferente daquilo que era algumas horas atrás, ao portar um corpo invejável com belos e grandes seios azuis, além de uma pele lisa e voz afeminada, estando totalmente nu com aquilo que chamava de pequeno Ken de fora, estava também atento ao que acontecia no salão a sua frente. Na verdade, não só ele, como também a barbara, Merlinda e Cassandra, todas as garotas ou quase isso escutavam atentamente a conversa do Lord Monk com a outra pessoa que não sabiam quem era ou porque aconselhava que Monk não saísse para lutar na guerra. Mas mesmo sem ver como estava a situação na sala, Ken bolou um plano que na sua cabeça funcionou perfeitamente, foi falando para os outros enquanto mexia em seu novo par de seios.

- Muito bem, eu não sei atuar, mas qual o plano? –

A garota perguntou com a voz baixa, doce e calma, ela parecia estar disposta a colaborar com a ideia que Ken tinha tido, o que ela não sabia era que apesar de ter virado mulher em partes, o tritão não havia perdido sua natureza sádica e pervertida. Com isso, ele puxa com força pelas mangas o casaco que a garota estava vestindo, o rasgando em dois, sobrando apenas seu curto vestido rosa, no momento que seu casaco sai de seu corpo rasgado, Ken começa a rasgar seu vestido pega frente a partir do decote, causando um rasgo vertical e aumentando o decote da garota até seu umbigo, foi então que ela conseguiu se movimentar, fazendo com que uma linha extremamente resistente circundasse os pulsos do tritão, era a linha de sua vara de pesca que quando Ken começou a rasgar o vestido, a garota pegou, nesse movimento certeiro, ela fala calma, mas sem conseguir disfarçar a vermelhidão de seu rosto por estar envergonhada.

- Eu não vou ficar pelada aqui, é melhor parar, o anzol dessa vara é extremamente venenoso, é ele que eu uso para pescar Reis Dos Mares, embora não envenene a carne, uma vez que tenha contato direto com a corrente sanguínea de alguém, faria com que a pessoa ou rei dos mares morresse em poucos minutos. De toda forma, entrar lá e falar quantas pessoas tem é fácil, posso fazer isso. –

- É, vamos todos morrer... –


Disse Cassandra com um tom levemente irônico, mas soando mais sério do que como uma brincadeira, enquanto a barbara de braços cruzados ficava balançando a cabeça para os lados, sendo que batia o pé direito no chão como se estivesse ansiosa, desde que começaram a escutar as vozes vindo do salão. A conversa continuava apesar de que com essa cena, ninguém mais estava prestando atenção, e não demorou que a loira realmente fosse na frente, ela movimentou a vara a girando de modo que quase que instantaneamente Ken foi libertado, depois saiu correndo com aquele decote enorme, deixando seus seios para fora hora ou outra, permitindo que qualquer um que olhasse, inclusive Ken conseguisse vê-los, chegando no meio do salão, deu um grito para que os outros viessem, pouco tempo depois.

- SÃO SEIS, VENHAM LOGO. –

- MAS QUE PORRA É ESSA? –

- AAAAAAAAAAAAAAAAAH... FINALMENTE! -

Mais uma vez era possível escutar a voz do Lord Monk, ele estava gritando como sempre, nesse momento, a barbara deu um grito e correu para cima, seguida por Ken e Cassandra que vinham logo atrás. Chegando na sala, viram a loira prendendo a linha de seu anzol na armadura de um dos homens e o arremessando contra o outro. Lá estavam o Lord Monk sentado em seu trono, próximo dele estava um outro homem bastante velho e haviam mais dois homens de armadura, portando maças e escudos, sendo que os que foram arremessados não demoraram a entrar.

O Lord Monk usava uma grande armadura vermelha, deixando praticamente apenas sua cabeça exposta e um pequeno pedaço de suas coxas e braços, o velho estava apenas com algumas roupas, vendo mais de perto, era possível se notar uma garota estando atrás do trono escondida e observando o que estava acontecendo apenas com a cabeça de fora. Existem várias tapeçarias espalhadas pela sala, quadras penduradas na parede, muitos tapetes vermelhos, mas o que mais chamava atenção era o trono que era vermelho e cheio de detalhes de ouro e pedras preciosas. Já os homens, como mencionado anteriormente, usavam armaduras completamente fechadas, estando inclusive com suas cabeças cobertas. Vendo aquela cena, a ruiva parava no meio da sala, encarava um pouco os homens, olhava para seus trajes leves e falava com um sorriso no rosto.

- BAHAHAHA. Que injusto, assim que eu gosto... –

Era com essa fala que ela partia para cima de um dos homens de armadura enquanto Ken se posicionou atrás de um pilar e Cassandra já com seu arco e uma flecha em mãos, se preparava para atirar, durante esse movimento, a loira recolhia a linha de sua vara que havia sido utilizada a pouco. Vendo o homem, Cassandra atirava uma flecha no homem que já havia percebido seus inimigos por vê-los entrando com tudo na sala, ao atirar a flecha, ele simplesmente movimentou seu escudo a parando, além disso viu o disparo que Ken fazia em sua face, então puxou sua espada, desviando a bala e se defendendo dos dois ataques ao mesmo tempo. Foi então que mais uma vez Cassandra atirou uma flecha visando atingir a cabeça do homem e ele bloqueou com seu escudo, ficando com duas flechas cravadas no mesmo que já estava bastante desgastado, provavelmente por árduas batalhas, mas nesse momento, ao se defender, Ken percebeu sua guarda levemente baixa e atirou um dardo que acertou em cheio sua cocha, vendo que havia sido atingido, o homem deu um berro.

- DESGRAÇADOS, COMO OUSAM INVADIR MEU CASTELO, VOCÊS VÃO MORRER AGORA! PRINCIPALMENTE VOCÊ CRIATURA GROTESCA, É UM MACHO, UMA FÊMEA? OS DOIS? O QUE DIABOS É VOCÊ?–

O homem cortou com sua espada o dardo que havia sido encravado como se não desse muito importância com o ferimento, mas sim por ter sido atingido. Então correu na direção de Ken que estava carregando sua besta, ao se aproximar, o tritão já havia recarregado e atirando nos inimigos que lutavam contra a barbara que parecia estar tendo dificuldades, ao apenas se esquivar das maças sem causar sequer um dano, no momento que ele atingiu os dois, o impacto na armadura fez com que faíscas subissem e eles se desestabilizassem levemente, dando a oportunidade para que ela desse um ataque horizontal, que poderia ter cortado o homem a esquerda em relação ao outro em dois, mas foi bloqueado por seu escudo, fazendo com que ele batesse no outro e ambos fossem lançado com força na parede.

Com isso mais uma vez deu um tiro no Monk, mas ele já estava próximo e com facilidade bloqueou o tiro com seu escudo, fazendo com que ele fosse desviado e mais uma vez faíscas fossem lançadas no ar. Eram muitos os sons de metal acertando metal naquele salão, caso alguém olhasse, veria Merlinda se esquivando dos outros dois homens nesse momento, jogando para trás seu anzol que agarrava uma mesa maior que a própria garota, que logo em seguida era puxada, vindo por cima de um dos homens, batendo nele que caia no chão, ao menos ela parecia estar levando a vantagem sobre os dois. O velho se escondia com a garota atrás do grande trono, apenas observando como as coisas se desenrolavam conforme a luta prosseguia.

Quando o Lord Monk alcançou Ken, realizou um poderoso ataque horizontal que poderia ter sido fatal para o rapaz, mas por sorte ele conseguia se esquivar ao se agachar, evitando o golpe sério ou até mesmo fatal. O único problema foi que enquanto agachado, era chutado pelo Monk, de maneira que fosse lançado em uma parede, sentindo uma forte dor nas costas devido ao impacto, mas caísse novamente no chão, estando de pé, o Lord gritava eufórico.

- LUTE EM PÉ, DESGRAÇA. –


ROYCE

Enquanto uma luta frenética ocorria do outro lado do castelo, Royce, que agora era Joyce por ter injetado hormônios em si mesmo, estava sozinha e sem conhecer os poderes que havia adquirido atrás do que foi revelado por Merlinda ser provavelmente uma Akuma No Mi, tinha um momento de reflexão sobre seus poderes com a coelha que apenas ele via, como se fosse a representação de sua consciência. Joyce pensava em tudo que havia passado desde que deixou sua ilha, sofrendo várias mudanças, então começou a associar as coisas que havia descoberto até agora, com a ajuda de Shizuka, é claro.

Tendo algum conhecimento de anatomia humana, começou a associar os fatos, começou a achar que aquilo que fez com que o gato se tornasse uma gata, provavelmente fossem hormônios que foram injetados por seus dedos quando perfuraram seu corpo e talvez o que fez com que sua perna crescesse fosse algum tipo de anabolizante ou hormônio do crescimento, o que importava era que algo havia acontecido com o corpo daquela que era agora, uma jovem Mink, podendo de algum jeito controlar e injetar hormônios em si mesma ou nos outros.

Mais uma vez, agora que já estava acostumado com seu novo conjunto de garras, Joyce as retirava para fora e as enfincava em sua perna, ao fazer isso, sua perna ficava menor do que era antes, então mais uma cravou suas unhas, dessa vez acertando em deixar a perna do tamanho certo. Com as tentativas efetuadas, estava óbvio para ele que aquele poder poderia ser controlado e mais do que isso, se dominado, poderia até mesmo ser tão simples de se usar quanto para um humano normal respirar.

Vendo aquela cena e do que a jovem Mink agora era capaz, Shizuka, sua alucinação, começava a fazer seus joguinhos de sempre, na tentativa de fazer com que a fantasiosa Joyce ficasse mais forte ao utilizar não só o poder de outras pessoas, mas o próprio poder. A coelha queria que ele se tornasse um homem imponente, alguém que fosse o oposto da garota tímida e insegura que o Mik era naquele momento.

Joyce então levantou suas mãos, forçando para que saíssem suas novas garras, no momento que saiam, ele as fincava em seu abdômen enquanto Shizuka a motivava. Na mente do Mink, se passavam pensamentos de ódio, raiva, ferocidade, agressividade e isso resultou em uma grande quantidade surpreendente do hormônio oposto ao de antes, era testosterona que adentrava no corpo do Mink.

No silêncio daquele corredor, a única coisa que fazia algum som eram suas próprias atitudes e movimentos, nem o exército do lado de fora e nem a luta de Ken chegavam aos seus ouvidos. O que fazia algum som era o seu corpo esbelto e feminino que começou a mudar, seus seios se reduziram, ao mesmo tempo que sua cintura afeminada se tornou um abdômen ficou trincado, mais uma vez ele virou homem, mas dessa vez, estava bem mais másculo que antes, uma barba começou a sair de sua face, além de seus pelos de gato, Joyce havia novamente se tornado Royce, mas acabou passando desse estagio, parecia estar em um estado enraivecido, em frenesi, o Mink razoavelmente bondoso de antes que fazia o mal pensando em si mesmo não existia mais em sua totalidade, qualquer atitude que tomasse poderia ser considerada desumana, provavelmente utilizaria meios tão absurdos que os fins não justificassem, Royce estava em um estado de fúria enorme e quase sem o controle por seu corpo e sua raiva naquele momento.


JURGEN

Algumas horas atrás, antes da guerra se iniciar e algum tempo depois de Royce, Ken, Cassandra, Big G, Akuma e Merlinda adentrarem a floresta indo atrás de seus objetivos, não importando como chegassem neles, lá estava Jurgen em um navio de revolucionários sendo trazido para a primeira ilha da Grand Line, que por coincidência era a mesma na qual o grupo de piratas havia desembarcado.

O gigante estava inconscientemente preocupado com sua companheira, Rise, que estava ferida, ainda achava ela descartável, mas mesmo assim, ela teve sua utilidade e seu proposito até o momento, então optou por deixa-la viva, se aproximou dela que estava escorada em um mastro na sombra do deck e tentou animar a garota que parecia um pouco cabisbaixo em relação a sua aparência normal do dia a dia. Ela soltou um sorriso e respondeu o gigante, sem pestanejar, mas com a voz levemente fraca, provavelmente pela dor e fraqueza que sentira, embora já tivesse sido tratada por um dos revolucionários.

- Vou aguentar, acho que estou um pouco melhor, parece que não atingiram nada importante, só estou com um pouco de febre... –

Com essas palavras da jovem, não demorava até que terra fosse avistada pelo próprio Jurgen que estava de frente para ela, o navio já estava bastante próximo da ilha e rapidamente, subiam as velas e o deixavam encostado ao lado de uma floresta. Jurgen então pega sua companheira, que talvez estivesse debilitada para se mexer, embora achasse que estava bem, como se fosse até mesmo um ato de compaixão em relação às atitudes normais do gigante e com isso, se dirige até S que havia lhe dado uma carona, que o responde imediatamente.

- Sim, desculpe não poder deixa-lo em alguma cidade, não podemos deixar que saibam que estamos na ilha e nem que você descubra onde fica nosso esconderijo, mas, se não me engano tem uma cidade a algumas horas daqui e Rise já está bem melhor que antes, tenho certeza de que vai ficar tudo bem, até mais. –


- Vamos em frente. E fiquem de olho naquele navio ancorado, está destruído, mas me parece um navio pirata. -

Com essas palavras, os revolucionários soltaram as velas e navegaram seguindo o contorno da ilha, até que sumissem por entre a própria formação dela. Sozinho com sua companheira, ainda um pouco fraca, Jurgen decide ir até o navio ancorado para ver se encontrava algum médico. Mas de cara, ao se aproximar, via um homem bastante musculoso, sem camisa com um machado cortando árvores, ao lado dele, havia uma pilha de toras empilhadas minuciosamente, além de uma garota ruiva em uma espécie de transe olhando para o horizonte, ela estava sentada e não demonstrava nenhuma reação. Ao pedir por um médico, o homem parava com as machadadas, colocava seu machado no ombro, encarava o gigante olhando nos olhos, dava um sorriso e completava falando em um tom ligeiramente irônico.

- Então somos dois, está vendo minha amiga aqui? Ela está em coma e estou tendo que cuidar dessa vagabunda até ela acordar, ao menos posso concertar o navio enquanto isso, mas se não me engano, seguindo por ali, você deve encontrar uma cidade... De toda forma, prazer, meu nome é Toretto, estou arrumando esse navio... –

Enquanto falava, o carpinteiro apontava por uma pequena abertura que havia entre duas árvores na floresta e logo depois para o navio, que se Jurger olhasse, notaria que não passava de escombros do que provavelmente já foi um dia. A próxima atitude dele poderia determinar o que ocorreria com sua aliada, mas antes que tomasse tamanha decisão, a garota falava, com a voz um pouco melhor em relação à fraqueza que demonstrou antes.

- Acho que eu consigo andar, acho que tudo que eu precisava era um pouco do ar fresco da floresta. Pode me deixar no chão se quiser. -


Se o gigante decidisse andar e passar pela floresta, após algumas horas de caminhada, ao anoitecer, toparia com dois tritões, sendo que um tem quase o dobro de seu tamanho, já o outro possui a altura normal dos de sua espécie. Eles estariam sentados no topo de uma colina, conversando e olhando para uma cidade pegando fogo, enquanto um exército lutava para invadir um castelo, mas por alguma razão que não dava para ver de tão longe só com as luzes das estrelas, não tinham sucesso em sua empreitada.

Clima:
 

Histórico:
 

Mapa:
 


Cenário:
 

Castelo:
 

Lord Monk:
 

Garota Atrás do Trono:
 

Soldados de Armadura:
 

Velho:
 

Merlinda:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Convidado, consistência é o segredo! Só vai!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptySab 07 Jul 2018, 16:21





Royce

WilD MinD



Em pé na escuridão Royce ouvia um ruído distante. Estava novamente naquele lugar, mas agora não conseguia entender o porque, afinal…. Achava que era Shizuka que o puxava até ali, enquanto a mesma não havia ainda se manifestado no mundo real.


- Shizukaaaaaaaa… - chamou, mas tudo que ouviu foi seu próprio chamado ecoando nas paredes de sua memória.

Inesperadamente sentiu-se só novamente, algo que a algumas semanas atrás nunca o havia incomodado.

- Cassandraaaaa. - gritou, sabendo ser em vão, afinal… O que Cassandra estaria fazendo ali… Mas ao menos tinha esperança que esse chamado irritasse Shizuka e a fizesse aparecer.. Porém tudo que recebeu foi indiferença.

Não havia nada ali, era aquela a mais perfeita representação do que Royce possuía? Um completo vazio de solidão onde seu egoísmo e indiferença imperavam absolutos? Ou talvez fosse a representação dos sentimentos do jovem? Talvez não fosse nada disso e aquile local fosse apenas um lugar esquecido de todas as coisas.

Royce começou a andar, mas mesmos seus olhos habituados a escuridão não eram capazes de ver o caminho naquelas trevas.

- Alguemmmmm???? - chamou mais uma vez, já sem esperanças de obter uma resposta, mas no entanto algo mudou com aquele chamado.


Não algo visivelm não… Algo mais profundo, mais sutil.


- Nyan? - perguntou, dessa vez mudando o jeito de falar e a resposta que recebeu foi mais uma sensação do que realmente palavras. - Nyannnn? - chamou mais uma vez e com mais ênfase esperando que assim fosse capaz de distinguir aquela sensação transmitida o que de certa forma poderia-se dizer que obteve sucesso.


Uma forte dor se espalhou no abdômen do jovem, automaticamente suas mãos se moveram na direção do mesmo e seu olhar desceu para tentar ver o que era. O que viu o fez parar, com as mãos trêmulas e olhar vidrado.



A respiração estava acelerada, fazendo os músculos agora tonificados subirem e descerem junto da mesma, a cada inspiração fumaça era exalada da boca do lince. Um sorriso se abrir junto de uma respiração mais profunda.


- ahhhhhhrrrr. - o som grave fora expelido junto a expiração do Lince. Abrindo e fechando a mão os olhos fendados do guerreiro ‘sorriam’ enquanto apreciava a sensação de bem estar que aquela realização lhe trazia. - Era isso? grrauu.

Sentiu mais do que viu o sorriso de Shizuka, também sentia que o corpo da mesma se arrepiava. A mesma estava pouco mais atrás, com o seu corpo colado ao de Royce enquanto as mãos deslizavam pelo peito do jovem.

SIIIIMMM - a resposta saiu quase como um suspiro. Agora mostre-me do que é capaz.


- Claro… grauu. - puxaria novamente as espadas de suas costas. Moveria a cabeça de um lado para o outro estalando assim o pescoço e avançaria.

Batendo uma espada na outra avisaria de sua aproximação, permitindo que o som metálico ecoasse alertando assim os guardas. Pararia logo na entrada do corredor, dando um sorriso selvagem de puro deleite.

- Grauuuu. - lambeu os lábios e os dentes enquanto observava os seus pequenos oponentes se preparando para o abate, naquele ponto esquecia-se um pouco quem era Royce, pois ali apenas entregava-se aos desejos que emanavam de Shizuka.


Não conseguindo conter a agressividade estimulada pelo excesso de testosterona que estava circulando em seu organismo o lince avançou ainda com o sorriso crescente no rosto. As armas teriam sido ‘cruzadas’ em frente o corpo, com a espada da direita tendo sua ponta virada para a esquerda e vice versa, sendo que agora as guardas de lâminas em meia lua estariam praticamente alinhadas uma em cima da outra no centro do abdome de Royce.


Lanças e escudos… Um alcance maior com uma forma de se proteger, todavia o estilo de luta desenvolvido por Royce se adequa bem a isso. Mover-se-ia em um avanço rápido, mas não em sua velocidade máxima enquanto, pois aguardava o movimento dos seus oponentes do qual era esperado que se aproveitassem de suas armas mais longas para realizar a investida antecipadamente.

Como resposta a um possível avanço ofensivo o gatuno mover-se-ia para a lateral, no caso de estocadas utilizando-se de sua aceleração para alcançar somente aí o seu potencial máximo e evitar o golpe. O lado poderia ser o esquerdo ou o direito visto que anteriormente estaria correndo de forma centrada no corredor, isso obviamente se ambos atacassem juntos. Para o caso de somente um dos inimigos atacar o gatuno esquivaria para o mesmo lado deste ficando assim entre a arma e a parede, visto que se esquivasse na direção do segundo oponente ficaria sendo um alvo fácil a um segundo ataque.

Se bem sucedido em se deslocar lateralmente ou mesmo se parcialmente bem sucedido o espadachim atacaria a(s) lança(s) que nesse momento estariam provavelmente ao seu lado, movendo a espada mais próxima, da arma de seus oponente, inclinaria as suas mãos de modo que ambas antes paralelas ficassem agora diagonalmente, fazendo com que a ponta gancho de uma de suas espadas passasse por baixo da lança oponente enquato a ponto mais distante da arma do seu oponente ficasse apontada para o alto e com isso em um poderoso movimento de ‘descruzar’ os braços o espadachim tentaria tracionar as armas de seus oponentes para cima puxando-as com o gancho da espada mais proxima enquanto o gancho da outra espada estaria descendo também na direção das armas. POderiam ser dois oponente que talvez tivessem chance de superar Royce em força, mas a questão era que ambos portavam escudos de modo que só poderiam utilizar a arma longa com 1 braço e assim sendo, a força que Royce conseguia transferir para suas armas era provavelmente maior que a força que os soldados conseguiriam tendo que exercer a força na base de uma alavanca.

Spoiler:
 


A ideia era prender ambas as lanças entre suas duas armas em um ponto sobre o seu ombro, ou mesmo quebrar as armas de seus oponentes com esse movimento de guilhotina. O gatuno teria movido o corpo de modo a se abaixar um pouco, deslocando o pé de apoio mais para frente enquanto manteria outro mais atrás compensando assim a altura que a abertura dos braços necessitaria.

>>><<<<<
Se tivesse quebrado as armas apenas sorriria e interromperia o ataque recuando um passo com o sorriso estampado no rosto. Desencaixaria suas armas e com voz grave falaria.


- Corram ratinhos, corram. Grauu

>>><<<


Se tivesse apenas prendido as armas cessaria também o avanço, impulsionando-se agora com o pé de apoio para trás imaginando que no máximo seus ganchos deslizariam até chocar-se com as lâminas da lança. Royce estaria mantendo os pés no mesmo lugar inicialmente enquanto deslocava só o corpo para trás puxando as armas dos lanceiros para baixo enquanto torcia e girava o corpo no próprio eixo até que houvesse necessidade de mover o pé frontal para então completar um giro de 360º que visava tentar arrancar as armas das mãos dos oponentes.


Executaria o mesmo caso fosse uma única arma presa, obviamente tendo apenas variado na posição de sua esquiva e a arma única não tivesse se partido com o movimento de guilhotina.

Se tivesse conseguido desarmar ambos os oponentes recuaria também, sorrindo e dando a oportunidade para que os homens corressem, mesmo que soubesse que eles não o fariam e que mesmo se fizessem o gatuno apenas os atacaria pelas costas antes que tivessem a chance de ir muito longe.


>>><<<


No entanto se não tivesse conseguido executar com sucesso o movimento, fosse por ter falhado na esquiva, ou por seus adversários terem puxado a arma antes que Royce tivesse conseguido prendê-las as ações do guerreiro se alterariam.


Recuperando-se da falha para progredir no ataque, visando diminuir a distância para uma que lhe fosse favorável. Ou seja, mais próximo, onde as lanças seriam mais ineficazes que suas espadas que poderiam atacar de quase zero de espaço.

Uma vez que tivesse se aproximado nesse caso, a uma distância que lhe fosse possível atacar fintaria um ataque vertical de cima para baixo, o qual faria com que seus oponentes erguessem os escudos, mas embora fosse uma finta o gatuno prosseguiria permitindo esse ataque acertar o escudo enquanto que com a outra espada atacaria um ponto baixo na direção dos pés do soldado que estivesse bloqueando, movendo a arma para enganchar o calcanhar do oponente e puxa-lo para frente tentando roubar a base de seu oponente enquanto aplicava força com o golpe superior para derrubá-lo.


Nesse momento poderia ser atacado pelo outro homem, o qual devido à distância poderia optar por uma investida bruta com o escudo. Royce permitir-se-ia ser acertado nesse caso, erguendo no entanto a perna oposta e girando o corpo para apoiá-la na parede ao seu lado e assim frear o avanço do escudo que seria provavelmente um movimento precedente a um golpe de lança.

Forçando a perna contra a parte e tendo assim a certeza de uma base melhor que seu oponente o gatuno faria força contrária de modo explosivo para de vez de ser jogado pelo lanceiro ser ele a jogar o lanceiro para longe.


GRAUUUUUU. - gritaria ao fazer força para jogar seu oponente para mais longe.

Tendo sucesso não daria tempo para o primeiro, que possivelmente havia caído e brutalmente se abaixaria fincando os dois punhais de suas arma um em cada perna, rapidamente se recuperando e saltando para trás a fim de evitar retaliação da lança do segundo oponente.

- Corram ratinhos, Corram.






”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 





____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
TerryBogard
Pirata
Pirata
TerryBogard

Créditos : Zero
Warn : Stranger Family - Wild Creation - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 13/04/2016
Localização : Shells

Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 EmptyDom 08 Jul 2018, 06:27


Ilha

- Humpf! Está bem. - falaria, colocando Rise cuidadosamente no chão - Só não ache que eu vou andar mais devagar, quero chegar logo nessa tal cidade.

Aparentemente Rise não corria mais risco de vida, bom, era um problema a menos. Porém eu ainda tinha alguns ferimentos e precisava tratá-los para que não atrapalhem o meu desempenho em batalha, então continuaria seguindo naquela mesma direção que o tal Toretto havia indicado.

Caso topasse com alguém no meio do caminho, e visse uma cidade pegando fogo no horizonte, me viraria para a direção da pessoa e perguntaria: - O que está acontecendo naquele lugar? - questionaria, ríspida e diretamente como sempre faço. Caso perguntem meu nome, quem eu sou ou o que quero, responderia: - Sou Jurgen E. Rutherford, procuro um médico. - então viraria a cabeça para a cidade e continuaria: - Acredito que deva existir um médico naquele lugar. - caso me avisem que é perigoso, responderia: - Humpf! - e viraria as costas. - São eles que deveriam me temer, não o inverso. - então começaria a andar na direção da cidade - Mas não se preocupe, não atacarei ninguém indiscriminadamente, esmagarei apenas pessoas ligadas ao governo, ou que tentem interferir em meus planos. - caso a/as pessoas ofereçam ajuda, eu aceitaria, então iria para a cidade.

Caso fosse atacado por algo ou alguém, naquela ou em outra situação, faria o possível para bloquear os ataques com minha lança e meus braços, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível, mas continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região, mesma coisa com hipotéticos ataques pelas costas que eu consiga escutar chegando. Caso eu seja atacado com projéteis pequenos, tentaria bloqueá-los levantando o cabo de minha lança em suas direções, e tentando resistir caso seja atingido. No caso de projéteis maiores como balas de canhão, tentaria me esconder atrás de alguma estrutura firme caso disponível, caso não, tentaria resistir.


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

Ficha: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 4 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Stranger Family - Wild Creation
Voltar ao Topo 
Página 4 de 9Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Grand Line - Paradise (Paradaisu) :: Farol-
Ir para: