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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyQua 23 Maio 2018, 16:20

Relembrando a primeira mensagem :

Al mare!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil John Knudarr. A qual não possui narrador definido.


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John Knudarr
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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 01:16

- Acha que sou tolo, moleque?! Lidei com piratas minha vida toda, vocês não passam de simples ladrões! - Dizia o homem, desdenhando de nossa encenação e mostrando que sua experiência de luta sobrepujava qualquer estratégia improvisada na hora. O fato de não nos conhecermos bem acabaria fazendo com que até o melhor dos planos não tivesse sucesso imediato e saber desse fato me impedia de ficar irritado com nossa falha conjunta. Eu era extremamente calmo, o que sempre se revelou útil na medicina, mas dificultava situações como essa, em que eu precisava transparecer alguma emoção. Meu comparsa, em contrapartida, parecia ser um pouco mais irracional e, apesar de mostrar um bom raciocínio lógico para tentar tirar vantagem de alguma situação, seus movimentos pareciam muito descuidados. A prova máxima disso, foi o corpo de Ken sendo lançado contra ele, impedindo seu avanço.

Com ambos os aliados momentaneamente incapacitados, seria minha hora de confrontar o homem. Seu corpo parecia forte e resistente, em suas mãos tinha uma espada e em sua cintura uma arma. Vencê-lo não seria tão fácil, mas desde que eu fosse capaz de atingir uns dois ou três pontos críticos, a sua idade entregaria-me a vitória. Após minha bem-sucedida aproximação, um golpe era desferido em seu joelho e, apesar do forte impacto que poderia se sentir pela minha arma, o homem mantinha-se em pé diante de mim e sacava sua arma, apontando-a em minha direção. No momento que seu dedo alcançava o gatilho, um estridente som surgia, dando lugar logo em seguida para alguns instantes de silêncio. O que diabo é isso? Será que alguém ouviu essa merda? A gente tem que terminar essa merda logo, não dá pra um som alto desses surgir em uma rua pacata de uma ilha protegida por caçadores e isso não chamar a atenção de ninguém. Meu corpo estava sendo atirado para trás, mas só seria capaz de entender a gravidade da situação ao colidir com o chão e ver o sangue em minhas vestes. Apesar de não precisar utilizar óculos para enxergar direito e daqueles nem sequer terem lentes, os ajeitaria em meu rosto, antes de olhar novamente para o meu corpo e ver que o sangue saindo de mim não era coisa da minha imaginação, mas eu havia sido ferido por um tiro e aquela batalha era séria, alguém poderia sair ferido e esse alguém provavelmente seria eu. Teria de abdicar da minha rejeição por batalhas e passar a encarar aquilo como uma situação de vida ou morte se quisesse vencer. Por sorte, a calma necessária para exercer a medicina se manifestaria em mim de forma louvável, permitindo que meu semblante retomasse a seriedade habitual e tentasse controlar o tremor das minhas mãos.

Apesar do que muito se imagina a respeito, sentia dor apenas no momento exato de ser alvo do tiro, após isso, me restava apenas uma ardência na parte esquerda de minha barriga. Minha mente percorria cada centímetro daquele local, buscando algum tipo de refúgio ou alguma coisa que pudesse ser usada contra aquele homem. Apenas enquanto o marinheiro balbuciava alguma coisa, no entanto, teria sido capaz de notar que a porta atrás dele permanecia aberta e ele buscava se manter diante dela como um peão protegendo seu rei. Talvez ali estivesse o pote de ouro no fim do arco-íris, o problema é que o duende não era nenhum anão mágico sorridente que usava roupas verdes, mas sim um exímio guerreiro, que portava uma espada e uma pistola.

- Vocês tem uma última chance para abandonar a minha casa. Vão agora! – O ouviria, enquanto pegaria uma faca no chão com minha mão direita e me levantaria, utilizando minhas costas pra esconder minha mão direita e colocando o bastão em pé no chão ao meu lado esquerdo, mantendo minha mão esquerda sobre ele e utilizando como apoio, enquanto me acalmaria antes de dizer. — Na Marinha, ninguém te ensinou a não demonstrar misericórdia perante seus inimigos?  Devo dizer que você perdeu sua única chance de me matar. Agora eu juro que vou enfiar esse bastão na sua boca, nem que essa seja a última coisa que eu faça. — Terminada minha frase, atiraria a faca na direção do marinheiro, visando acertar seu peito. Atirar coisas não era o meu forte e reconhecia que haviam mínimas possibilidades do meu golpe atingir o homem, mas esperava que essa distração fosse o suficiente para que o loiro pudesse investir em um novo ataque contra o homem sem que mais ninguém ali tomasse um tiro. Sabia que irritar o homem mais forte da sala nunca era a melhor opção, mas esperava que nossos movimentos juvenis fossem o suficiente para que minha cabeça não fosse arrancada do corpo sem dar ao marinheiro uma boa luta. Assim sendo, retomaria minha guarda, colocando minha mão direita próxima a base do bastão, enquanto minha esquerda ficaria um pouco abaixo do centro do mesmo, mantendo minha arma diante do meu corpo e apontada para a altura do pescoço do meu oponente, aguardando o avanço do loiro para poder seguir em direção ao marinheiro em seguida, visando ficar cerca de dois passos atrás dele e três a sua esquerda. Usando meu bastão para bloquear qualquer golpe físico desferido contra mim no processo e saltando para um dos meus lados caso o homem sacasse a sua arma, retomando meu plano inicial em seguida.

Caso conseguisse ficar na posição anteriormente citada, utilizaria o fato de que meu estilo de luta me permite lutar em uma distância maior do que a do utilizador de adagas, para assim poder ficar focado unicamente em auxiliá-lo e, com isso, dominar o poderoso velho que nos enfrentava. Como primeiro movimento, atacaria o homem com um golpe vindo de cima pra baixo, como uma batida de baseboll, visando acertar a parte de trás de seu joelho. Caso acertasse o homem e ele se mantivesse firme ou meu golpe falhasse, desferiria  rapidamente um golpe no mesmo ponto de seu corpo, esperando que o golpe em conjunto com as ações do loiro o fizessem cair, quando eu me afastaria três passos para um lado e deixaria o loiro assumir a situação, mantendo minha guarda e saltaria para um lado caso ele tentasse atirar o loiro em mim, me acertar com sua espada ou me acertar mais um tiro, desferindo um golpe de cima pra baixo, visando acertar sua cabeça, logo em seguida, me afastando com um salto e me preparando para seus movimentos, utilizando meu bastão para bloquear golpes físicos e saltando para um dos lados, para me esquivar de qualquer tiro que ele pudesse dar.
Caso o segundo golpe falhasse, iria para trás do homem e moveria o meu bastão para a esquerda e, contendo a dor, colocaria todo o peso do meu corpo em um movimento para a direita, visando acertar as costas do homem. Me afastando em seguida e buscando me manter sempre ao lado esquerdo do homem, enquanto cobriria os movimentos do loiro, me abaixando e utilizando meu bastão para tentar atingir a  perna do marinheiro caso ambos estivessem lutando em pé e o loiro estivesse em uma posição desfavorável ou tentando atingir as costas do marinheiro com um golpe vindo da esquerda para a direita, com o objetivo de criar uma abertura para que meu comparsa pudesse realizar um ataque bem sucedido.

Caso o loiro estivesse sobre o homem no chão quando eu me aproximasse, ficaria há quatro passos a esquerda deles, mantendo meu bastão como uma lança apontada na direção da dupla. Caso o homem tentasse atirar o loiro em mim, saltaria para trás e para a direita e retornaria em seguida, desferindo um golpe de cima para baixo visando acertar sua cabeça e, acertando ou não, tentaria desferir um golpe vindo da direita para a esquerda, também visando acertar sua cabeça. Acertando ou não, me afastaria e manteria minha guarda, ficando atento para cada movimento do homem. Se ele sacasse sua arma, buscaria saltar para trás de algum objeto que pudesse cobrir meu corpo e me proteger dos disparos, tomando cuidado para não me machucar com as facas no chão. Se fossem golpes físicos, tentaria bloqueá-los com meu bastão, saltando para trás após cada bloqueio, visando fazer com que o homem tivesse que utilizar de um balanço maior para me atacar e isso aumentasse suas chances de erro.

Caso o marinheiro estivesse sobre o loiro no chão, elevaria meu bastão ao máximo e em seguida, o desceria com um movimento digno de um lenhador no auge de sua carreira, atribuindo toda a força do meu corpo no bastão e tentando acertar as costas do idoso. Caso o homem se mantivesse firme, o atacaria novamente com um golpe similar, buscando atingir o mesmo ponto. Se ele conseguisse esquivar e meu golpe fosse atingir meu companheiro de crime, tentaria frear meus movimentos ou, perante tal impossibilidade, faria força par cima, visando que, ao acertá-lo, meus golpes já não tivessem tanta força. Caso meu comparsa conseguisse reverter a situação após isso, faria o anteriormente citado.

Em todo o tempo, tomaria cuidado para não me machucar com os objetos no chão, evitando-os durante minha movimentação e visando saltar para áreas com menos concentração de itens que pudessem me ferir. Caso alguém tentasse interferir na luta em algum momento, deixaria que o loiro duelasse sozinho com o homem e tentaria desferir um golpe retilíneo, visando atingir o peito do novo ser que entrasse no local, utilizando saltos para os lados na tentativa de me esquivar de todos os seus golpes e mantendo meus olhos atentos nele para que pudesse absorver o máximo de informação possível antes de pensar em um plano de ação.

— Caso ele derrube ambos ou consiga nos afastar, acerte-o bem nas bolas. Depois cuidamos do Ken — Diria se Oac se aproximasse antes, durante ou após os movimentos anteriormente citados, na tentativa de fazê-lo assumir nossa guarda e nos auxiliar naquela árdua batalha e, com isso, nos ajudasse a conseguir a vitória. Se fosse Ken a se aproximar, pediria para que ele não interferisse na batalha, a menos que sentisse que poderia se mover sem muitos problemas ou que a situação ficasse crítica durante o duelo promovido pelo loiro e eu contra o velho marinheiro. A situação já não estava das melhores e precisaria minimizar as perdas.

— Vamos entrar ali. — Diria apontando para a porta que inicialmente estava atrás do homem, caso este estivesse desmaiado. Sentia que havia um valor imenso em algo ali que aquele homem queria proteger. Caso já estivéssemos no outro cômodo ao fim da batalha, apenas vasculharia a área, buscando algo de valor. Se o homem estivesse fora de combate, mas ainda estivesse acordado, apontaria meu bastão em sua direção e diria. — Diz agora Epaminondas, quais segredos essa casa esconde? Onde tem algo de valor por aqui? — Tentaria fazer com que ele nos dissesse onde


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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyQua 13 Jun 2018, 21:26



Al Mare!



Ken era jogado para o lado como uma simples pedra no caminho do gatuno, o ruivo estava ferido e não conseguia fazer nada a não ser arrastar para o outro lado do combate. - Filha da puta. – Era a única coisa que saia de sua boca enquanto que Edward começava a responder as palavras do marinheiro, o homem sorria diante daquilo, ele não sentia medo ou qualquer raiva que viesse das palavras do homem. - Eu também não tive pai. – Enquanto que a situação com palavras de Jack era mais mista entre emoções, John era mais sério e dizia que ele havia perdido a sua chance de matá-lo, embora suas palavras fossem de ira, sua expressão era a mais calma. Ele conseguia se levantar escondendo uma faca em suas costas e assim que as palavras tinham seu fim, ela era lançada.

A mesma não tinha nenhum perigo ao marinheiro atingindo a parede ao lado dele quase sem força, mas era o que o loiro estava esperando, uma pequena distração e abusando de sua velocidade, partia para cima com toda a sua aceleração ao velho. A distância era curta e era percorrida bem rápida e o velho tinha um pequeno susto, colocando a sua espada no caminho da primeira adaga vinha para bloquear o golpe de sua espada e a segunda tentando cravar em seu peito, mas o homem se movia girando o seu corpo e deixando o garoto passar reto com todo o peso do seu corpo. A situação fazia com que ele ficasse de lado para John e o jovem aproveitava a oportunidade que havia conseguindo acertá-lo mais uma vez na parte de trás de seu joelho do qual havia acertado antes, tal ação conseguia fazer com que ele perdesse um pouco de seu equilíbrio, mas ele não ia ao chão, o homem era forte. Na tentativa de um segundo golpe, Knudarr não conseguia recolher o seu bastão devido ao batente da porta atrapalhar e a dor que sentia ao realizar a movimentação devido ao tiro, nesse momento, o homem lhe dava um empurrão com o ombro na tentativa de afastá-lo vendo que sua pistola estava em um ângulo ruim e a espada na outra mão. Conseguindo uma pequena distância, o homem corria pela porta aberta vendo que estava cercado pelas duas direções, não sem antes pisar na coxa de Edward que ainda estava ao chão da porta.

O plano esboçado pelos dois havia caído mais uma vez, o marinheiro tinha seu sucesso temporário, mas nesse pouco momento em que deu para ver ele correndo, o homem soltou um gemido de dor ao pisar com sua perna atingida no chão, ele não estava tão bem quanto pensavam. Ken estava apoiado em uma das paredes querendo sair dali, seus olhos exibiam a dor que sentia e os seus ferimentos sangravam, o ruivo não seria tão útil como pensavam e sem sinais de Oac.

Com o clima tenso, deveriam manter a calma, os protagonistas da história continuavam encontrando adversidades em seus ataques e até o momento, John era quem havia tido mais sucesso com o seu bastão, os movimentos de ambos tinham que ser melhores pensados e elaborados e estavam prestes a irem para uma área da qual não tinham nenhum conhecimento, apertada, larga? Não se sabiam, poderia até mesmo ser uma armadilha para os dois. Como descobririam?! Apenas sentiam as dores de seus ferimentos, Jack que havia sofrido o pisão, sentia que os cortes de sua perna haviam provocado uma pior dor e dificultaria um pouco da sua movimentação a partir dali e mesmo com o esforço de Knudarr, parecia não ter piorado a situação de seu ferimento.


Considerações:
 

Ferimentos:
 

Dicas:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptySab 23 Jun 2018, 13:44

Enquanto checava a gravidade do meu ferimento e tentava bolar um plano capaz de distrair o marinheiro, uma cena no mínimo curiosa tinha início do outro lado da sala. Ken, que havia sido o primeiro alvo do marinheiro, era atirado para um lado pelo loiro como um saco de entulhos e se arrastava para longe da área onde ocorria a luta, enquanto xingava o loiro, desperdiçando as forças que poderia usar para correr como um rato.

Apesar da desistência do ruivo, o gatuno se mantinha firme em seu desejo de enfrentar o velho, e quanto a mim? Bem... Aquele tiro tinha tornado tudo pessoal. A fala do loiro e a minha própria tinham ajudado a distrair o homem e permitido que a faca atirada em sua direção o pegasse de surpresa. Infelizmente, minha inabilidade nesse tipo de movimento impedia que o objeto sequer acertasse o cão do Governo, mas a distração criada por seu fraco choque contra a parede já era suficiente para que a investida do gatuno pegasse o hábil marinheiro de surpresa. Uma coisa eu tenho que admitir, nenhum de nós dois venceria esse cara em um duelo um contra um. Precisamos acabar com ele logo. Pensaria comigo mesmo, ao observar os movimentos do marinheiro se defendendo dos golpes do loiro e os utilizando contra ele próprio, fazendo com que a combinação utilizada pelo gatuno com seu rápido impulso e tentativa de imposição do peso corporal fizessem com que ele fosse retirado momentaneamente da batalha.

Tal situação, no entanto, abriu um caminho para que meu golpe idealizado inicialmente pudesse ser usado com perfeição. A parte traseira do joelho esquerdo do homem era atingida com toda a minha força e seu corpo finalmente demonstrava alguma fraqueza, através de uma breve perda de equilíbrio. O efeito positivo do primeiro golpe, no entanto, fez com que eu me descuidasse por um instante e travasse meu bastão na porta durante o movimento que seria essencial para que a batalha tivesse um fim em breve. A dor ocasionada pela minha rápida movimentação e o descuido com o bastão, impossibilitavam que eu tivesse alguma reação rápida perante a investida do homem, que via como única opção me empurrar com seu ombro e fugir pisando na coxa do loiro caído ao chão. Durante sua fuga, um gemido de dor podia ser ouvido, mas isso não seria o suficiente para me fazer persegui-lo de forma descuidada. Aquela porta já havia tomado minha atenção anteriormente e o fato dele utilizá-la como rota de fuga me fazia ficar com um pé atrás sobre qualquer ação que poderia tomar.

— Ele pisou na sua coxa agora, não? Imagino que esteja bem ferido, ainda consegue lutar? — Diria para o loiro, enquanto caminharia em sua direção tomando cuidado para não ficar na reta da porta e nem me acidentar pisando em algum objeto no chão e, protegido pela parede, estenderia minha mão para ajudá-lo a se levantar. Independente de ele aceitar minha ajuda, me afastaria da porta, aguardando que ele me seguisse, quando diria. — A propósito, me chamo John. Daria um breve sorriso, enquanto olharia para a porta pela qual o marinheiro fugiu e tentaria obter tantas informações quanto pudesse, através de barulhos, imagens ou cheiros.

— Percebi que você usa adagas para lutar. Nesse caso, acredito que você não perderia muito de sua capacidade de combate se empunhasse uma vela ou coisa do tipo em uma de suas mãos. Então, poderia fazer esse favor? — Diria se a sala estivesse escura, enquanto procuraria por algo capaz de iluminar a área que nos esperava. Começaria buscando por uma lanterna, depois, caso não encontrasse, procuraria por uma vela e palitos de fósforo. Não parecia que o loiro teria problemas em aceitar meu pedido para iluminar a nova área, tendo em vista que eu claramente estava sendo mais útil na luta do que ele e, de certa forma, quando eu tomasse a dianteira, ele teria a oportunidade de confrontar o marinheiro enquanto este estivesse enfraquecido ou distraído me enfrentando. — O plano é o seguinte, eu vou atirar algum objeto lá dentro e você entra em seguida, eu aproveito o fato de que estou tendo sucesso em meus ataques e enfraqueço ele, você ataca logo em seguida e destruímos o idoso. — Sugeriria, enquanto daria para ele o objeto que iluminaria a nova área ou, caso não tivesse encontrado, pediria para que ele me ajudasse. Se a área escolhida pelo marinheiro para se abrigar estivesse iluminada, apenas sugeriria meu plano, enquanto me prepararia para ir ao ataque. Qualquer que fosse o caminho tomado conforme as ações aqui citadas, ao fim delas pegaria uma faca no chão, enquanto pediria para que o meu companheiro se preparasse.

Feito isto, caminharia até chegar perto da porta e, mantendo-me à direita da porta, levaria a faca para uma das minhas mãos e a atiraria com força dentro da sala por onde o velho havia entrado, andando o mais rápido possível em direção a sala, enquanto manteria minha guarda elevada. Caso algum oponente se revelasse, produzisse algum som, eu visse alguma arma ou escutasse um disparo, saltaria para trás de algo que parecesse capaz de me proteger, onde ficaria por três segundos. Caso a ameaça parasse, correria na direção de meu oponente e, tentaria desferir um golpe lateral em sua barriga, vindo da esquerda para a direita ou, se algo obstruísse meus movimentos, da direita para a esquerda e, em caso de sucesso, empunharia meu bastão lateralmente e o levaria ao pescoço do homem, pisando no seu pé esquerdo e tentando utilizar minha força para levá-lo ao chão. Se ao abandonar meu espaço seguro já não encontrasse quem outrora me ameaçava, manteria meu bastão empunhando-o em frente ao meu corpo e buscaria estar próximo ao loiro, para que ambos pudéssemos nos proteger.

Em caso de ataque direto de algum oponente, usaria meu bastão para bloquear o golpe, tentando desferir um golpe retilíneo em sua barriga e, acertando ou não, recuaria um passo para, em seguida, tentar desferir um golpe vindo de baixo para cima na cabeça de meu oponente, visando incapacita-lo o mais brevemente possível ou ao menos permitir que o loiro o fizesse.

Se conseguisse levar a luta para o chão, usaria o meu joelho direito para desferir um golpe na barriga de meu oponente, enquanto continuaria aplicando minhas forças em meu bastão para mantê-lo no pescoço do meu oponente, visando poder incapacitá-lo o mais brevemente possível. Golpear sua barriga impediria um rápido acúmulo de forças e provavelmente me manteria a vantagem durante algum tempo. Caso fosse atacado e minha vantagem estivesse ameaçada, ergueria meu bastão alguns centímetros e o abaixaria com força visando atingir o pescoço de meu oponente, novamente aplicando minha força para a manutenção da minha vantagem.

Caso a luta fosse levada para o chão e estivesse embaixo de meu oponente, seguraria meu bastão lateralmente e o levaria para a sua barriga, aplicando minha força na tentativa de utilizar o meu bastão como uma alavanca, fazendo um movimento lateral e revertendo a vantagem exercida pelo meu oponente. Caso conseguisse, faria o citado anteriormente. Se por alguma razão não pudesse utilizar meu bastão, tentaria atingir a barriga do meu oponente com um dos meus cotovelos e, em seguida, o empurraria para um lado e buscaria o meu bastão, tentando criar um confronto em pé. Se não conseguisse reverter minha desvantagem apesar das tentativas, tentaria desferir uma cabeçada no rosto de meu oponente e me afastaria, visando ficar em pé e poder novamente manter minha guarda alta. Se nenhuma das tentativas desse certo, esperaria que meu companheiro me ajudasse e faria o citado anteriormente.

Se o foco do meu oponente estivesse no gatuno, tentaria administrar a situação para buscar uma situação favorável, em uma das laterais do meu oponente para repetir o feito no início de meu confronto naquela casa e desferir um golpe lateral em seu joelho mais próximo e, acertando ou não, tentaria desferir logo em seguida um golpe lateral em sua barriga, quando em seguida me afastaria três passos e me manteria atento aos seus movimentos para não ser golpeado, bloqueando golpes físicos com meu bastão e saltando para os lados em caso de tiros ou lançamento de objetos por parte de meu oponente.

Se o loiro estivesse em uma posição desfavorável no chão, com o oponente sobre ele, elevaria meu bastão o mais alto possível e, em seguida, desferiria um golpe de baixo para cima com toda a minha força visando atingir as costas do oponente e reverter sua vantagem. Faria o mesmo novamente se necessário para que o loiro pudesse reverter a vantagem do oponente.

Se o loiro estivesse sobre o oponente, ficaria próximo a eles, aguardando que ele me desse alguma instrução para que fosse capaz de ajudá-lo. Caso o oponente conseguisse utilizar alguma técnica para dominá-lo mesmo com meu companheiro sobre ele, utilizaria meu bastão para desferir um golpe retilíneo no rosto do meu oponente ou, caso seu rosto estivesse coberto ou muito próximo ao do loiro, desferiria um golpe de baixo para cima em um de seus braços.

Em caso de luta em pé, utilizaria a vantagem de poder lutar a média-distância para causar danos ao meu inimigo sem muitos movimentos bruscos, buscando acertá-lo inicialmente com um golpe retilíneo na barriga e, acertando ou não, desferiria um golpe lateral da esquerda para a direita em sua cabeça, dando dois passos em qualquer direção para afastar-me do meu oponente. Se ele parecesse enfraquecido, estivesse desarmado ou estivesse de costas para mim, desferiria um golpe retilíneo em sua cabeça. Me manteria sempre atento para os golpes do meu oponente, utilizando meu bastão para bloquear os golpes físicos e dando curtos saltos para um dos lados para desviar de tiros, retomando minha posição anterior em seguida e fazendo o citado anteriormente. Caso o plano traçado por ele envolvesse aplicar sua força para lançar-me ao chão, manteria minhas pernas firmes no chão e, segurando firme o centro e o topo do meu bastão, utilizaria um golpe vindo de cima para baixo, visando atingir o pé mais próximo do meu oponente, me afastando em seguida.

Se a sala fosse inesperadamente pequena ou mobiliada ao ponto de me impedir de realizar movimentos laterais ou atacar meu oponente com golpes muito largos, manteria meu corpo em posição lateral, com meu bastão empunhado diante do meu corpo como uma lança apontada na direção do pescoço do meu oponente e, para evitar que meus movimentos sejam travados por algo impensado, atacaria inicialmente com um golpe retilíneo na barriga do meu oponente, acertando ou não, recuaria um passo, enquanto giraria meu bastão e retornaria com um golpe vindo de baixo para cima visando atingir a cabeça do meu oponente. Caso meu golpe falhasse e meu oponente continuasse de pé, repetiria o movimento, mas, dessa vez, o ataque seria desferido em direção a um dos ombros do meu oponente, visando atingir a ligação entre seu ombro e seu pescoço.

Utilizaria meu bastão para defender todos os golpes físicos do meu oponente, visando acertar lateralmente sua espada ou qualquer outra arma usada no ataque e empurrá-la para a minha esquerda, desferindo em seguida um golpe retilíneo em seu pescoço. Se meu oponente levasse sua mão até sua arma, saltaria em direção dele e usaria meu corpo para empurrá-lo, utilizando meu bastão para me auxiliar colocando-o entre as pernas do meu oponente e puxando sua perna mais próxima com o bastão, o empurraria com o ombro.

— Não teste minha paciência. Fala logo onde tem algo de valor pra que eu possa sair logo daqui. — Diria, caso meu oponente fosse derrotado, mas ainda estivesse acordado e aguardaria a sua resposta para que pudesse buscar logo um tesouro. — O que fazemos agora? — Perguntaria ao meu aliado, caso o oponente estivesse desacordado ao fim da batalha.

Se a sala não estivesse iluminada, buscaria ligar as luzes do local para reverter a vantagem de meu oponente. Caso fosse pego em alguma armadilha ou duramente golpeado e os danos fossem grandes o suficiente para quase me incapacitar, pediria para que o loiro continuasse sozinho o duelo e buscaria manter-me atrás de algum móvel que pudesse me manter em segurança. Se o loiro estive se incapacitado, tentaria afastar a batalha dele o máximo possível para que ele não acabasse sendo um peso.

Caso ambos nos víssemos sem muitas forças ao fim da batalha e o oponente ainda tivesse uma clara vantagem sobre nós, buscaria pegar algum objeto e atirá-lo em meu oponente, para que os golpes dele fossem desferidos em mim e não no meu companheiro.
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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyQua 04 Jul 2018, 23:48



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Tendo um tempo para respirar, Knudarr se via formando uma estratégia da qual dependeria de seu companheiro, o loiro parecia não estar tão bem, seu corpo estático e suas pupilas sem mostrar reações, ele tentava confirmar com o tempo se ele havia visto que o velho tinha mancado, mas ele não respondia, não apenas essa questão, como as outras que vinham em seguida e seu cumprimento, apresentando-se a ele, mas infelizmente, o garoto sequer tentava levantar e o esforço de John era inútil. Parecia que ele estaria sozinho naquela batalha que para ele, parecia impossível, o marinheiro experiente estava sendo difícil para dois lidarem, imagine sozinho.

Ele conseguia encontrar uma faca no chão da cozinha e infelizmente, teria que realizar todo o seu plano sozinho, disparando a faca para dentro do corredor, ele pulava para dentro onde era recebido por um disparo que, por sorte, não o atingia, passando por cima de seu ombro. Tendo uma mesa derrubada para se esconder atrás, ele esperava os três segundos e partia para cima. O corredor era iluminado e levava para uma das salas do homem que estava atrás de uma mesa de centro, alguns móveis pareciam ter sido derrubados de propósitos como sofás e afins, era uma maneira do marinheiro conseguir uma vantagem diante dos homens que haviam invadido a sua casa.

John se movimentava tentando um golpe vertical com seu bastão em direção a barriga do homem que rapidamente movia a sua espada na direção do mesmo, apoiando a sua mão na lâmina virada de lado e conseguindo bloquear com sucesso do golpe do médico, ele tentava atacar rapidamente no contrapé do futuro pirata, mas o garoto também estava esperto e conseguia bloquear o golpe de sua espada, rapidamente dando uma estocada em seu estômago do qual provocava uma reação de dor no velhote, seu golpe em sequência acabava também sendo bloqueado, o homem acabava dando um passo para trás e sentindo a sua perna, esse seria o momento perfeito para o seu companheiro loiro atacar, mas ele não estava ali.

Tal momento, forçava John a tentar mais um golpe em meia distância, o velhote parecia querer retribuir o golpe no estômago do médico e após bloquear o primeiro golpe tentando novamente acertá-lo na barriga, o marinheiro conseguia passar por debaixo do bastão e acertá-lo com o cabo de sua espada na região de sua barriga. Ele tentava prosseguir o golpe, mas os passos de recuo de John eram bem aproveitados, dando uma leve esquiva sobre o ataque prosseguido do homem. - Parece que seu companheiro te abandonou. Argh! – Ele dizia dando uma leve gemida de dor no sinal, ele realmente estava sentindo aquela perna acertada anteriormente.

O combate se estendia por mais alguns golpes e bloqueios de ambas as partes até que o marinheiro conseguia empurrar Knudarr contra uma das paredes, mas nesse momento ele acabava ajoelhando-se devido a sua perna. O impacto do médico sobre a parede fazia com que ele tivesse um delay e não conseguia acertar o próximo golpe. Ambos tomavam uma distância de cada um, ambos estavam machucados e doloridos, mas a batalha ainda não estava favorável para John, vendo que o marinheiro estava tomando a dianteira nos maiores golpes e o sangramento derivado do tiro acertado anteriormente fazia com que ele sentisse uma leve fraqueza, mas que não impediria de continuar o combate. - Os caçadores já devem estar próximos essa hora, é uma questão de tempo até que cheguem e te capturem. – Ele dava uma boa gargalhada tentando mexer com o psicológico de John. O combate estava para ser reiniciado a partir dali.


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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyTer 17 Jul 2018, 02:28

Finalmente havia sido capaz de formular uma estratégia minimamente sensata em minha cabeça, a qual, se bem executada, deveria ser capaz de nos trazer a vitória contra aquele velho marinheiro. Infelizmente, o choque causado pelo grande desafio que se apresentava e o dano dos golpes desferidos contra meu comparsa, aparentaram ter causado uma espécie de estado de choque nele, o deixando fora de combate.

Minha situação está pior do que a dele, mas isso não significa que ele esteja inteiro. Se eu conseguir causar ao menos mais uma contusão nele, pode ser que possa explorar sua perna machucada pra vencer a luta. De fato, a situação me preocupava um pouco, mas eu já estava ferido de mais para recuar sem vencer a luta e, sinceramente, não perderia nada se fosse assassinado ou preso. A partir daquele momento, eu estaria sozinho, como quase sempre estive. Tentava afastar do meu ser toda a descrença que eu possuía quanto as minhas possibilidades de vencer, enquanto pegava uma faca e a atirava em direção a nova área que me aguardava, saltando para o corredor logo em seguida.

Eu não sabia ao certo se era possível acreditar ou não em um ser superior, quando vivo em um mundo dominado por uma guerra entre criminosos e supostos justiceiros, sendo os últimos os cães de caça dos seres mais podres que já habitaram o planeta, mas não pude deixar de agradecer mentalmente a todas as divindades imagináveis ao perceber que o tiro disparado para me receber havia passado bem perto do meu ombro. Neste momento, saltava para trás de uma mesa derrubada no caminho.

O corredor iluminado levava para uma sala, onde o homem utilizava uma mesa para se esconder. Ao avançar sobre ele e tentar desferir um novo golpe em sua barriga, pude novamente notar a diferença entre os nossos níveis. O homem defendia habilmente meu golpe e tentava contra-atacar com rapidez, mas eu prontamente era capaz de bloquear o ataque, respondendo em seguida com uma estocada em seu estômago. O duelo estava novamente complicado, mas o passo para trás dado pelo homem revelava que, se eu tivesse um pouco de paciência, poderia vencer aquela luta.

Como oportunidades não se desperdiçam, tentava um golpe a meia distância, mas era prontamente bloqueado pelo homem, que revidava acertando o cabo de sua espada em minha barriga. - Parece que seu companheiro te abandonou. Argh! - O homem tentava me tirar do sério após errar seu golpe, mas seu gemido de dor revelava que era apenas uma medida desesperada para acabar logo a luta. Ele precisava que eu errasse feio um golpe pra poder me matar logo, mas eu não estava nem um pouco disposto a perder para aquele cara.

Apesar disso, a continuidade do duelo me lembrava que o marinheiro era ainda o homem mais forte dentro daquela sala e eu não venceria apenas resistindo aos seus jogos mentais e montando estratégias puramente baseadas em combate, precisaria pensar um pouco mais fora da caixa para vencer o homem sem sair dali com alguns buracos de tiro a mais no corpo.

— Acha mesmo que eles são alguma ameaça? Você viu dois dos meus comparsas aqui comigo, deveria imaginar que outros estão espalhados pelas ruas ao redor. — Sorriria, assumindo uma postura arrogante. — Já que você gosta tanto dos caçadores, lhe farei o favor de pendurar sua cabeça ao lado da de cada um que tentar interferir nesta luta. — Mais do que uma simples tentativa de mentir para não sair por baixo, tais falas serviriam também para que eu pudesse buscar no homem alguma reação capaz de me mostrar a veracidade do que ele diz sobre a vinda dos caçadores, o que, se fosse verdade, acabaria decretando a minha derrota.

Meu medo, no entanto, não me impedia de perceber que o homem havia preparado um cenário perfeito para que pudesse me eliminar, contudo, para o azar dele, eu havia me preparado para permanecer calmo em situações estressantes e ser capaz de analisar o cenário como um todo, e isto permitia ver nos muitos móveis derrubados uma oportunidade de não tomar mais nenhum tiro, assim como me aproveitar de sua lesão na perna para colocá-lo no chão e vencer a batalha. O único problema é que ainda precisaria achar uma forma de fazer com que minha força o superasse.

Empunhando meu bastão diante do meu corpo em posição de ataque, começaria a me mover pela sala dando curtos passos e mantendo meus olhos atentos aos movimentos do marinheiro. Tal movimentação visaria fazer com que a atenção do homem se voltasse para mim e, ao tentar manter-se me encarando frontalmente, fazer com que ele desse as costas para algum objeto que poderia me auxiliar em minha missão de leva-lo ao chão.

Tentando ignorar a dor proveniente das minhas feridas, caso estivéssemos distantes, avançaria em busca de ficar a cerca de um metro de distância do homem, quando desferiria um golpe retilíneo visando atingir sua cabeça. Acertando ou não, realizaria um breve giro, desferindo em seguida um golpe vindo de cima para baixo, visando atingir o joelho do homem.

Caso os golpes acertassem e o oponente recuasse ou deixasse escapar alguma manifestação de dor, tentaria atingi-lo rapidamente com um golpe lateral vindo da esquerda para a direita, visando atingir seu maxilar e atirá-lo para um dos lados. Acertando ou não, desferiria logo em seguida um golpe lateral vindo da direita para a esquerda, visando atingir seu rosto.

— Devo admitir que você é forte, me sinto honrado por ser o homem que vai acabar com você. — Diria, se o homem permanecesse firme após receber meus golpes. Reconhecer a força do meu oponente, no entanto, não impediria que eu avançasse novamente contra ele em seguida, com um golpe vindo de baixo para cima visando atingir sua cabeça, em seguida abaixando meu corpo e realizando um novo giro, seguido por um golpe lateral vindo da direita para a esquerda, visando atingir o joelho direito do homem.

Caso os golpes errassem, saltaria para trás, tomando cuidado para não esbarrar em algum móvel e cair. Tal movimento serviria para que eu pudesse estudar novamente o cenário, antes de iniciar uma nova investida na direção do homem, quando, dessa vez, iniciaria parando meu pé esquerdo diante do direito e realizando um movimento de cima para baixo com meu bastão, tentando replicar com perfeição os movimentos realizados em um ataque real. No entanto, pararia meus movimentos com o bastão no ar e, em um rápido movimento, ficaria de costas para o meu oponente, levando meu pé direito para a sua frente e, em seguida, desferindo um golpe retilíneo com meu bastão na altura de seu peito.

Caso obtivesse sucesso, buscaria avançar em sua direção e levar meu bastão ao seu pescoço, pisando rapidamente em seu pé direito, enquanto realizaria um breve giro com meu bastão para a frente, visando desequilibrar meu oponente. Se tais movimentos permitissem-me cair sobre ele, utilizaria um de meus cotovelos para atingir o lado esquerdo de seu peito durante a queda, visando alterar momentaneamente seu ritmo cardíaco e diminuir sua força bruta. Se o oponente realizasse um giro e ficasse sobre mim, durante a queda, tentaria atingir sua virilha com uma joelhada, realizando em seguida um giro e me colocando sobre ele.

Se o homem iniciasse sua investida antes que eu pudesse realizar meu primeiro ataque, tentaria me distanciar dele utilizando movimentos curtos, enquanto tentaria, além de bloquear seus golpes com meu bastão, mover sua espada ou qualquer outra ferramenta utilizada em algum golpe físico para um dos lados, visando conseguir com isto uma abertura para que pudesse atacar.

Caso o homem atacasse durante meus golpes, interromperia meus movimentos para que pudesse me defender melhor de suas investidas. Bloqueando os golpes físicos desferidos contra mim e retomando meus golpes em seguida. Caso o homem tentasse sacar sua arma ou apontá-la para mim, desferiria com meu bastão um rápido golpe de baixo para cima na mão que estivesse empunhando a arma, visando fazer com que ele errasse seu tiro e eu pudesse retomar meus golpes rapidamente.

Se o homem sacasse sua arma contra mim e tentasse me atingir a média ou longa distância, recorreria aos móveis para tentar me manter seguro, saltando para trás do objeto mais próximo que fosse capaz de me proteger dos tiros e, caso fosse este um sofá ou outro objeto de deslocamento não tão difícil, tentaria aplicar minha força para empurrá-lo com o ombro até o oponente, saltando para um lado ao ser novamente alvo dos ataques do marinheiro e visando reiniciar minhas investidas com um golpe vindo de cima para baixo, visando atingir sua cabeça, o qual seria seguido por um golpe lateral também visando atingir sua cabeça, contudo este último seria desferido de forma a tentar fazer com que o homem fosse atirado na direção do objeto que teria sido utilizado por mim como cobertura.

Caso conseguisse estar sobre o homem no chão, tentaria manter um de meus joelhos sobre a sua virilha, enquanto levaria meu bastão ao pescoço do homem e aplicaria minha força nele, quando perguntaria. — Onde encontro algo de valor por aqui? — Tentaria receber alguma resposta dele antes de desacordá-lo. Caso o homem apontasse algum lugar, seguiria para lá em seguida com cuidado para não cair em nenhuma armadilha. Se o homem desacordasse antes de me dar alguma resposta, levantaria e iniciaria por conta própria minha busca por riquezas.

Se o homem se visse sobre mim no chão, tentaria desferir um rápido golpe com um de meus cotovelos em seu nariz e, acertando ou não, utilizaria um dos meus joelhos para desferir um golpe em sua virilha, visando fazer com que a dor diminuísse a força do homem e eu pudesse aplicar minha força para realizar um giro e me colocar sobre ele, fazendo o citado anteriormente.em

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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyQui 19 Jul 2018, 00:13



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A situação estava ficando cada vez mais tensa para ambos, a tensão no ar podia ser sentida por ambos e os dois conseguiam enxergar um ao outro. As palavras de John pareciam não surtir efeito sobre o homem que apenas parecia mais furioso com tamanha ingenuidade. - Como se isso fosse verdade! Você acha que os caçadores não teriam acabado com um grande grupo de fanfarrões como vocês?! – O homem parecia ter uma boa confiança sobre os caçadores como Knudarr já sabia. E os ataques tinham seu recomeço com o garoto tendo o seu primeiro movimento na direção do homem, com a posição de ataque, seu bastão era direcionado para a cabeça do marinheiro após curtos passos, a espada entrava na direção da arma de John, bloqueando o primeiro golpe na direção de sua cabeça, mas ele não parecia esperar que aquele não fosse o ataque principal do pirata, prosseguindo com um golpe na direção da sua perna e acertando em cheio a mesma. O marinheiro sentia o ferimento, fazendo um alto gemido de dor e os ataques de Knudarr continuavam a partir dali, mas o velho não parecia estar fraco mesmo sentindo a dor, conseguindo bloquear com precisão, os golpes desferidos pelo pirata.

A partir daquele momento, era a hora de se defender, o ex-marinheiro começava os seus ataques com a espada, brandindo-a firmemente na direção do jovem que conseguia bloquear os golpes, mas o homem era forte o suficiente para empurrá-lo até uma mesa atrás, fazendo com que ele caísse no chão. O velho retirava a sua arma no coldre, apontando-a na direção de John que tentava desferir um golpe na mão dele com seu bastão, mas o homem era rápido para retirar a sua mão antes que o bastão encostasse, mas aquele curto espaço de tempo era suficiente para que o futuro pirata se levantasse e continuasse com seus golpes.

Os mesmos continuavam um atrás do outro e de maneiras diferentes das quais o velho não conseguia prever direito, até que um deles acertava o peito do velho que ia para trás, mas o homem não vacilava para cair no chão e conseguia repelir o golpe seguinte de Knudarr, empurrando-o mais uma vez para trás que novamente acabava tropeçando em um dos móveis, perdendo o equilíbrio e por pouco, não caindo. - Este combate vai se encerrar agora. – Ele aprontava uma postura diferente, flexionando os seus joelhos e colocando a espada acima de sua cabeça, segurando-a com as duas mãos, o homem estava pronto para utilizar um de seus golpes especiais em direção ao jovem que estava a cinco metros do mesmo, com nada na frente deles. Do lado de fora, era possível ouvir um grande assobio, provavelmente vindo de Oac que estava esperando o lado de fora e avisava da presença de caçadores.


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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptySex 20 Jul 2018, 16:15

Um clima tenso pairava no ar que nos cercava. De um lado, minhas incertezas se convertiam em palavras vazias que eram cortadas sem causar nenhuma hesitação no marinheiro, tal qual foram fisicamente os dois companheiros que outrora tentaram ferir o marinheiro e, do outro lado, o homem tentava jogar com meu psicológico, utilizando a forte presença dos caçadores na ilha pra me fazer ataca-lo de forma descuidada em busca de dar um fim ao combate, ou quem sabe até mesmo fugir. Mas, será que ele realmente estava apenas tentando jogar com minha mente? Naquele momento, me restava apenas acreditar que sim.

- Como se isso fosse verdade! Você acha que os caçadores não teriam acabado com um grande grupo de fanfarrões como vocês?! –  As palavras do homem surgiam diante de mim e me pegavam de surpresa em um momento de incerteza. Oac ainda estava lá fora? Ken e o loiro já haviam me deixado sozinho na cena do crime e nada me faria acreditar que ver o ruivo fugir ferido não levaria o nosso frio vigia a seguir seu amigo para um lugar seguro onde poderiam sobreviver mais um dia e planejar um novo roubo, em um local mais fácil. Olhe em volta, John, você tá sozinho. Pensaria comigo mesmo antes de respirar fundo e seguir em direção ao homem.

Os ataques recomeçavam com o meu primeiro golpe sendo habilmente travado pelo marinheiro. Como esperado, ele não deixaria a vitória sorrir para mim tão facilmente e golpes rápidos e bem elaborados teriam que ser usados para que o velho fosse derrotado. Por sorte, eu havia percebido isto no momento certo.

O segundo golpe pegava o homem de surpresa e atingia em cheio sua perna. O marinheiro gemia de dor e meu corpo se enchia de ânimo, enquanto avançava em direção a ele desferindo uma sequência de golpes que eram prontamente bloqueados pelo meu rival. Seu nível estava indiscutivelmente acima do meu, mas seus gemidos de dor ocasionais revelavam que suas lesões não realmente não permitiriam que ele continuasse por muito mais tempo. Talvez a abertura criada tivesse me feito atacar de forma mais descuidada do que deveria, ou talvez meu erro fosse justamente não ter sido rápido o suficiente em minha finalização, mas antes que eu pudesse entender de fato a situação, o homem iniciava sua investida em minha direção.

Não sabia dizer ao certo se a dor o estava deixando descuidado ou se o cansaço deixava seus movimentos mais lentos, mas naquele ponto eu já era capaz de ver e bloquear seus golpes um a um. A experiência, no entanto, pesava para o lado do homem que era capaz de me empurrar e fazer com que eu caísse ao bater em uma mesa. O homem aproveitava minha queda para sacar sua arma, mas o movimento necessário para escapar de meu contra-ataque era o suficiente para me permitir retomar a dianteira nos movimentos de ataque.

- Este combate vai se encerrar agora. – Dizia o homem,  após receber um dos meus golpes e novamente reagir, mostrando que ainda está vivo na batalha. A confiança recém assumida em seu discurso se confirmava através da postura de combate adotada por ele. A espada posicionada acima de sua cabeça poderia em qualquer outro momento ser um descuido grande de mais para quem está enfrentando um médico, mas, por alguma razão, meu instinto me dizia que algo perigoso surgiria disso. Felizmente, eu racionalizava muito as situações para me importar com o que meu instinto desejava.

— Concordo com você, isso acaba aqui. Obrigado por esta luta, tenho certeza que nunca esquecerei de como acabei com você. — Responderia, enquanto daria dois passos para trás, tomando cuidado para não esbarrar em nada e cair. Precisaria manter meus olhos atentos no homem e toda a distância que houvesse entre nós seria necessária para que eu pudesse manter a calma e planejar melhor meus movimentos.

Em meio a esta pesada cena um assovio podia ser ouvido, talvez fosse Oac com o objetivo de me alertar a respeito da chegada de caçadores, talvez fossem os supostos seguranças do homem checando se estava tudo bem na casa, mas para mim, soava quase como um gongo, dando início ao novo e mais decisivo momento daquele combate. Diante disto, me colocaria novamente em postura de combate, antes de respirar fundo novamente e iniciar uma nova investida em direção ao homem.

Inicialmente, correria em direção ao meu oponente, mantendo meu bastão diante do meu corpo para que pudesse ser rapidamente acionado em caso de necessidade. Ao me aproximar do oponente, pisaria firme no chão com meu pé direito e me abaixaria, levando meu pé esquerdo para o lado e seguindo-o com meu corpo, subindo em seguida com um golpe lateral da direita para a esquerda visando acertar sua barriga. Tal golpe seria desferido com ambas as minhas mãos próximas da base do bastão, quase como uma rebatida de beisebol, para que assim não estivesse próximo o suficiente do meu oponente para ser acertado antes de atingi-lo.

Caso o primeiro golpe obtivesse sucesso e o marinheiro permanecesse de pé, me agacharia e me colocaria novamente ao lado esquerdo do oponente, tentando desferir dessa vez um golpe vindo da esquerda para a direita, visando acertar em cheio seu joelho. Acertando ou não, me colocaria de pé e tentaria desferir um novo golpe lateral, sendo este em um movimento vindo da direita para a esquerda, visando atingir o rosto do oponente. Caso o primeiro golpe falhasse, avançaria novamente em direção ao oponente, tentando desferir um golpe retilíneo em direção ao seu pescoço, desferindo em seguida um golpe vindo da esquerda para a direita, visando atingir o rosto do meu oponente.

Se o homem avançasse antes que eu pudesse dar início aos meus movimentos, daria um novo passo para trás e, ao vê-lo se aproximar, tentaria desferir um golpe lateral com meu bastão, vindo da esquerda para a direita, visando atingir sua barriga. Acertando ou não, desferiria em seguida um golpe retilíneo visando atingir seu pescoço, para que enfim pudesse dar inicio a minha investida anteriormente citada.

Se o homem me atacasse utilizando um golpe vindo de baixo para cima, daria um salto para sua esquerda, desferindo em seguida um golpe vindo da esquerda para a direita, visando atingir sua cabeça, o qual seria seguido por um golpe similar a este. Caso o homem, atacasse com um golpe retilíneo, utilizando sua espada, tentaria atingir sua mão com um golpe vindo de baixo para cima, visando deixar sua guarda aberta, para em seguida desferir um golpe retilíneo visando atingir o peito do homem, o qual seria seguido por um golpe vindo de cima para baixo, visando atingir sua cabeça com força e derrubá-lo. Se a tentativa dele fosse de um golpe lateral, visando atingir minha cabeça, me agacharia brevemente e subiria com um golpe vindo de baixo para cima, visando atingir sua mandíbula, atacando-o posteriormente com um golpe lateral, vindo da esquerda para a direita, visando acertar sua cabeça.

Se os movimentos do homem fossem rápidos o suficiente para que meu revide fosse impossibilitado, utilizaria meu bastão para bloquear prontamente cada um de seus golpes, aproveitando-me da mobilidade criada pelo mesmo e girando-o para bloquear alguns dos golpes mais rápidos desferidos pelo velho, buscando criar alguma abertura para voltar a situação de ataque narrada inicialmente. Se o homem tentasse aplicar sua força para me derrubar, manteria minhas pernas firmes no chão e tentaria aplicar minha força no bastão para que pudesse girar e colocar-me no lugar anteriormente ocupado pelo idoso, afastando-me um passo em seguida e desferindo um golpe de cima para baixo, visando atingir sua cabeça.

Se o homem levasse a luta para o chão, tentaria utilizar manter meu bastão no pescoço do homem, aplicando força nele para que eu pudesse girar e colocar-me sobre o homem, quando manteria um dos meus joelhos sobre sua virilha e continuaria aplicando minha força em meu bastão, visando acabar logo com o combate.

Caso a luta fosse levada para o chão e eu me visse embaixo do meu oponente e não conseguisse reverter tal situação com o movimento do bastão anteriormente narrado, tentaria atingir a barriga do meu oponente com um dos meus cotovelos, ao mesmo tempo que daria uma cabeçada visando atingir seu nariz e, em seguida, o empurraria para um lado, buscando manter-me empunhando novamente o meu bastão em postura de combate e criar uma nova situação de confronto direto em pé, onde eu acreditava ter mais vantagem.

— Já perdi muito tempo com você, velho, me diz onde eu acho dinheiro ou coisas de valor nessa casa e eu poupo a tua vida e deixo parte do que eu achar. — Diria, caso vencesse o homem, retomando minha feição naturalmente entediada, enquanto esperaria que o homem me desse alguma resposta, apesar de saber que ninguém em sã consciência apontaria para um ladrão o que ele deveria roubar. Independente da resposta do homem, desferiria um forte golpe com meu bastão em sua cabeça, guardando-o em seguida e buscando naquela sala algo que pudesse ser usado para amarrá-lo em algum dos móveis no chão.

Feito isto, pegaria uma faca ou outro objeto cortante, o qual usaria para cortar algum grande pano leve, o qual seria cortado em seis pedaços, sendo três pedaços pequenos e três grandes. Um dos pedaços pequenos seria usado para que eu pudesse limpar brevemente a ferida causada pelo tiro e o segundo e terceiro seriam usados para limpar as minhas coxas, enquanto os grandes seriam amarrados cada um em uma ferida para que eu não fosse novamente incomodado pelas dores até que estivesse em um local seguro, onde me cuidaria melhor. Caso não encontrasse nenhum pano grande o suficiente, iria ao quarto do homem e buscaria pegar algumas camisas com as quais faria o mesmo processo, mas dessa vez utilizando suas mangas para limpar as feridas e o resto do pano seria amarrado sobre as feridas.

Após tais ações, procuraria por uma mochila e iria em busca de bons itens, indo para o local indicado pelo homem ou, na inexistência de tal indicativo, buscando por minha própria conta pela casa. Priorizaria o dinheiro e itens leves, para que minha fuga não fosse retardada pela minha ganância, mas pegaria qualquer objeto dourado ou com joias que eu pudesse carregar sem sentir que meus movimentos estavam muito lentos. Caso não encontrasse uma mochila, encheria meus bolsos, antes de partir.

Como corria o risco de ser pego por caçadores lá fora, buscaria alguma saída alternativa da casa, como uma porta dos fundos ou janela que levasse diretamente para a rua e, caso encontrasse alguma dessas coisas, seguiria por este caminho como opção óbvia. Se não encontrasse caminho assim, levaria uma cadeira até o muro por onde entrei, onde subiria rapidamente para olhar a rua e checar a existência de caçadores ou outra ameaça.

Se alguma ameaça surgisse, utilizaria o marinheiro como refém para que eu pudesse sair ileso daquela área, colocando uma faca em seu pescoço e buscando leva-lo até as ruas, onde pediria para que me deixassem ir para casa ileso, afirmando que pouparia a vida daquele homem em retribuição. Seu orgulho como marinheiro provavelmente o faria tentar se soltar ou dizer para que me matassem, mesmo correndo o risco de mata-lo também. Nesse caso, o seguraria mais firme e aplicaria mais força na faca em seu pescoço, visando criar um corte superficial para mostrar que eu levaria a situação até as últimas consequências.

Se isto não fosse o suficiente para impedir a investida dos caçadores, cortaria o pescoço do homem e o atiraria para um lado, atirando a faca na direção do oponente mais próximo e sacando meu bastão, o qual seria utilizado para bloquear os golpes desferidos contra mim. Caso os oponentes estivessem com armas que eram usadas a distância, saltaria para os lados para desviar dos tiros, enquanto pensaria em uma nova estratégia para o combate que me esperava.

Inexistindo ameaça nas ruas, atiraria minha mochila para as ruas, em caso de ter conseguido uma, antes de pular o muro. Em seguida, subiria cuidadosamente, tateando o muro em busca de zonas seguras e erguendo todo o meu corpo com meus braços, movimentando cuidadosamente minhas pernas pelas brechas deixadas nas armadilhas do muro e, ao passa-las para o lado de fora, apoiaria minhas mãos no muro novamente antes de saltar, visando minimizar os danos da queda. Apesar de estar agindo com cuidado, tentaria ser rápido em minhas ações para que não chamasse a atenção de ninguém e pudesse sair dali em segurança. Uma vez do lado de fora, colocaria a mochila nas costas novamente, em caso de tê-la encontrado e correria na direção que me parecesse mais segura, rumando em seguida para algum lugar em que eu pudesse encontrar movimentação nas ruas.

— Com licença, eu sou um médico e estava de passagem pela ilha para melhorar minhas habilidades, mas meus materiais acabaram. Sabe onde encontro alguma loja em que eu possa encontrar kits de primeiros socorros e outros itens em geral? — Como a ilha estava repleta de caçadores, me manteria afastado alguns passos da pessoa que estivesse se comunicando comigo, para que pudesse prontamente sacar meu bastão e bloquear qualquer golpe que pudesse ser desferido de surpresa em minha direção. — Atendi um homem traumatizado, provavelmente eram feridas de combate. Quando ele acordou, me achou parecido com quem o havia confrontado e me atacou ferozmente, por sorte foi contido rapidamente pelos meus colegas ou eu acabaria sendo assassinado. — Brincaria, caso fosse questionado sobre meus ferimentos, buscando não chamar a atenção de ninguém. Caso me fosse apontado um caminho para a loja, seguiria em direção a ela, caso não fosse, apenas buscaria por minha própria conta, mantendo meus olhos e ouvidos atentos a qualquer movimentação estranha que pudesse denunciar uma investida dos caçadores em minha direção.



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MensagemAssunto: Re: Al mare!   Al mare! - Página 3 EmptyDom 22 Jul 2018, 23:56



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O combate estava cada vez mais próximo de um fim, ambos estavam sentindo aquilo com a tensão estabelecida no ar, sem mais palavras, esperava que John viesse ao ataque e era isso que acontecia, movimentando-se com o seu bastão em mãos e tentando um golpe de média distância do qual o espadachim com uma velocidade superior à vista antes bloqueava o golpe, o golpe inicial havia falhado e Knudarr ainda havia tempo para desferir um segundo e terceiro do qual habilmente o homem também conseguia bloqueá-los, mantendo seus cotovelos sempre levantados e a espada com a lâmina direcionada ao chão. Com os ataques iniciais do médico terminados, o homem não perdia tempo, sua velocidade era mais do que surpreendente, era como se ele visse a idade de ouro daquele marinheiro, o homem dava um breve salto, mas sem sair muito do chão projetando todo o seu corpo em um golpe retilíneo que passava diretamente pela região abdominal do garoto, em meio ao estudo da anatomia, o golpe não havia acertado nenhum órgão, mas a espada atravessada no lutador de bojutsu causava uma enorme dor, o velho forçava John contra o chão, mas ele resistia usando a força de seus pés para estar firme no chão.

Com um giro de seu corpo, ele conseguia trocar de posição com o marinheiro que em meio a isso, soltava a sua espada e com uma distância mínima necessária, John conseguia acertar a sua cabeça em cheio, o golpe estralava fortemente no ar e era o suficiente para deixar o velho que aparentava exausto caído no chão. John, com uma respiração ofegante, perguntava para o homem onde estavam os objetos de valor da casa. - Me mate! Prefiro morrer do que entregar de mão beijada para um PIRATA! – E o golpe seguinte era como se Knudarr realizasse o desejo dele, outro golpe que dava seu estralo, a cabeça do mesmo estava sangrando e era provável que tivesse causado um traumatismo craniano. A região torácica do mesmo subia e descia mostrando que o homem ainda respirava, mas aparentava estar fraco, o golpe poderia ter determinado a morte daquele velho marinheiro nocauteado no chão.

Por motivos óbvios de ter uma espada cravada em seu corpo, ele não conseguia se agachar ou levantar tão facilmente, mas ele encontrava alguns cordões que amarrava o homem. Com isto feito, ele prosseguia para realizar curativos improvisados em diversas áreas do seu corpo com panos e uma faca que havia encontrado na cozinha. Ken não estava mais lá, deixando apenas o seu rastro de sangue e Edward se encontrava paralisado até o momento. O furto tinha seu início novamente, conseguindo achar uma mochila de tamanho médio no quarto do velho, ele começava a vasculhar as suas coisas onde encontrava algumas medalhas que teriam algum valor devido a ser uma joia, um relógio de bolso e escondido atrás de suas camisetas do armário, um total de dois milhões de berries. Os portões começavam a ser socados alertando que havia alguém querendo entrar e não parecia haver mais nada para assaltar daquele homem, encontrando uma porta dos fundos e saindo pela mesma acabava em um segundo quintal do homem com o mesmo muro, mas parecia haver uma brecha entre a madeira e o garoto aproveitava da mesma invés de pular o muro que causaria grandes danos com a espada ali.

Havia um rastro de sangue no chão após passar ali que levava diretamente para um beco e alguém conseguia alcançar John pelas costas, para a sua alegria, era Oac que empurrava-o diretamente para o beco. E junto com ele estava Ken, Oac estava bem, mas o seu amigo ainda estava sangrando e indo de mal a pior. - Tenho uma casa não muito longe daqui, vamos rápido! Tenho um kit médico lá e medicamentos. – Com o caminho indicado, ele começava a segui-los até a casa de Oac, não haviam pessoas na rua para vê-los por ainda estar de noite e grande maioria estava dormindo nesse horário. O jovem abria a porta da casa, colocando Ken sobre uma das mesas e ajudando John a se sentar de lado em uma cadeira. Uma bela mulher de óculos saia do quarto do lado seguindo até Oac. - Mas o que houve?! – Oac olhava para ela que rapidamente pegava um kit médico guardado em um dos armários abrindo a roupa de Ken. - Merda, irmão. Sempre se metendo em confusões! – Havia outro kit médico no mesmo armário e o sangramento de John começava a afetar seus sentidos, começando a ficar mais tonto.


Considerações:
 

Ferimentos:
 

Obs:
 

Legenda:
 


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