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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyQui 17 Maio - 1:15

Relembrando a primeira mensagem :

Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
West
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyDom 1 Jul - 1:13



Loguetown!
West x Faker! West Vencedor!


Tudo aconteceu rápido, meu corpo havia agido apenas por intuição, meus olhos estavam pesados, eu sentia sede, o balançar do barco parecia estar mais forte, eu conseguia ouvir mil vozes ao meu redor, mas não conseguia concentrar, minha respiração estava curta e rápida, como a de um sedentário apos fazer exercício – Ahhg, eu venci! – Esse era o único pensamento a vir em minha cabeça, a visão de Faker morto a minha frente era como o pote no final do arco-íris, eu odiava admitir, mas aquela luta quase me custou a vida.

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Eu tentava me levantar, mas era inútil, olhando para meu corpo, eu podia notar os estragos, todo o meu peitoral estava ensanguentado, e para piorar, havia uma espada encravada em meu abdômen – Isso vai doer para caralho hehe – o sorriso em meu rosto era curto, pois no momento em que pus minhas mãos sobre o cabo da katana, meus músculos se contorceram – Tenho que puxar de uma vez – meu braço esquerdo tremia, talvez eu tenha perdido muito sangue – AHHHHHHHHH ! – Eu não conseguia segurar o grito em minha garganta, assim que eu puxei aquela espada negra, a mesma caia de minhas mãos, nesse instante, tudo que eu pude fazer era cair com o peso do meu corpo para o lado, era tão bom ver o céu azul, será que ele sempre foi tão belo assim? Meus pensamentos eram interrompidos por algum tipo de fogo subindo em meio as nuvens.

Uma explosão de fogos de artifícios, aquilo era realmente uma bela visão – Devem estar comemorando a minha vitória – por mais dolorido que estivesse, eu daria um grande e belo sorriso, com a mão esquerda tampando o buraco onde anteriormente estava a minha katana, eu levantaria meu punho direito rumo aos céus – Eu subirei até o topo – eu não sabia direito o que estava acontecendo, mas houveram outras explosões, outras grandes explosões, por mais que eu estivesse curioso, eu so queria que aquele ruivo safado subisse no barco e me curasse.

Eu não sabia muito sobre o corpo humano, mas acho que perder muito sangue deve ser uma coisa ruim, pois, a luta mais difícil agora era me manter acordado, a respiração estava mais longa, a dor me incomodava, pra ser sincero, eu sentia que eu poderia morrer se nao desse um jeito logo, eu não conseguia levantar dali para ajudar qualquer um que seja, tateando com minha mão direita, eu procuraria por alguma katana que estivesse ao meu redor, caso encontre alguma, pegaria a mesma e colocaria sobre minhas pernas, se estivessem longe de min, eu não iria fazer um esforço desnecessário, afinal, a situação era ruim demais para piorar.

Como sempre dizem, tem que ter cuidado com o que fala, naquele instante, eu sentia um forte impacto ao meu lado, uma mão cobria meu rosto, era forte o suficiente para me pressionar contra o chão de madeira daquele barco, eu tentava ver quem era – Quem raios e esse filho da p...  AHHHH ! – o sujeito colocava seu joelho contra minha ferida, so havia tido tempo de tirar minha mão esquerda que tampava o ferimento, naquele instante, num ato de desespero, eu tentaria agarrar seu braço em meus rosto com meus dois braços, eu não serei capturado pela marinha, não aqui, não agora.

Eu tentava pensar em algo, mas o som de algo cortava totalmente meu raciocínio logico – Então ele está armado, odeio atiradores – mesmo não tenho uma audição muito apurada, eu tentava deduzir que o tiro havia acertado algo solido, o escudo de Illya talvez? Era apenas um chute, mas não estava errado, pois, eu notava o corpo da escudeira caindo ao fundo. A situação havia piorado, e piorado muito, na minha atual situação, eu seria apenas um peso morto – Eu vou matar esse cara – aquilo era a única coisa que eu conseguia pensar, eu vou mata-lo e jogarei seu corpo para os tubarões enquanto eu subirei para o Farol, claro, dava as circunstancia, eu tentaria não me engasgar com algum acumulo de sangue em minha boca.

A fagulha de fogo em meu corpo ainda ardia, eu não podia deixar que ninguém ali morresse, eu poderia estar quase morto, mas e nessas horas que um homem se ergue em meios as chamas – Deixem eles irem, eu e você num duelo, o que acha? Um duelo de homens – tentaria não demonstrar toda a dor que estava sentido naquele momento, manteria pelo menos firme a minha voz, e se por acaso o homem forçasse o joelho mais forte em meus machucados, seguraria o grito em minha garganta e tentaria não demonstrar minha dor para o inimigo – Deixem eles irem, eu não fugirei, tem minha palavra – reforçaria minha proposta, eu poderia segurar ele até o porto, e quando todos pulassem para fora do barco, eu poderia pular na canhoneira onde TJ estava, e tentar uma fuga, levanto em conta, que eu não poderia derrota-lo num duelo, eu precisava averiguar sua situação primeiro.


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O homem aceitando minha proposta, e saindo de cima do meu corpo, eu tentaria me levantar da forma mais honrosa possível, me apoiaria em qualquer objeto próximo, seja nas minhas katanas, numa pilha de corpos, ou na borda do navio, mas jamais, em hipótese alguma, me ajoelharia para aquele rapaz. Ficando de pé, recuperaria meu folego novamente, controlando minha respiração, caso eu ameace cair para traz ou para frente, colocaria um pé na frente do outro e tentaria me manter de pé. Caso me levante sozinho, e não esteja com nenhuma katana por perto, caminharia até alguma delas, e a pegaria com a mão direita, caso eu conseguisse, senão, apenas pediria alguma katana do Urso, e faria sinal com a cabeça para o mesmo se afastar. Com a katana em mãos, colocaria a mesma em frente ao meu corpo, numa empunhadura dupla – Estou pronto – falaria pausadamente, dando um tom serio a minha voz, tentaria manter a compostura de um homem, ou pelo menos, tentaria parecer um oponente, e não um suicida, se o mesmo atirasse, eu tentaria pular para o lado e me afastar o máximo dele até todos saírem do barco, caso venha golpes diretos, simplesmente colocaria a katana na frente dos seus golpes, e tentaria não cair no primeiro deles, me seguraria até minhas forças acabarem, e deixaria para o destino decidir o que fazer.

Se alguns dos meus companheiros atacassem o homem, e este me solta-se, eu olharia rapidamente para o mesmo, avaliando quais armas usava, seu estilo de luta, seu porte físico, onde seus machucados estavam, mesmo com meu corpo ferrado, minha visão ainda era perfeita, posteriormente, rolaria ou me arrastaria para o mais longe possível dos ataques, sempre tomando cuidado para não piorar minha situação,  primeiro pegaria a espada negra do falecido, e assim que estivesse na borda do barco, usaria a borda do barco e a espada para pelo menos sentar de frente para a luta, durante todos estes movimentos, manteria minha mão esquerda sobre o machucado em meu abdômen tentando conter o melhor que eu podia o sangramento.

Encostado na borda, verificaria quantos inimigos estavam no local, se por acaso alguns deles fosse acertar o meu bando meu grupo, eu alertaria com grito – Cuidado! – gritaria alto suficiente para que meu colega escutasse. Doravante, se alguns desses inimigos viesse em minha direção, eu rezaria colocaria minha espada na frente e tentaria de alguma maneira evitar que seu golpe me matasse, como provavelmente estaria sentado, colocaria a katana sobre a minha cabeça e absorveria todo o impacto com meus braços, e esperaria alguém vir me ajudar, era o máximo que meu corpo aguentaria fazer.


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Contudo, se o homem começasse a ameaçar me matar, caso alguns dos meus amigos se movessem, eu não aceitaria aquilo de forma alguma, tentaria gritar com uma voz que passasse confiança, ou simplesmente gritar mesmo – Sabem o que fazer me salvem, matem esses caras para darmos o fora daqui, não se preocupem comigo, eu ficarei bem! – caso durante minha fala, me faltasse ar, ou minha boca enchesse de sangue, daria uma pausa pelo contratempo e continuaria posteriormente.




Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO

Willian West
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Remenuf
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyTer 3 Jul - 2:28

Os Humilhados Serão Exaltados: 08

Ria, Dk e Rimuru



A situação era um pouco tensa para Rimuru e isso só se agravava pelo peso da responsabilidade pela morte de Jeanne, um excelente detetive deve no entanto sempre manter a compostura, e convicto, ou melhor, na esperança de que sua companheira ainda estivesse viva Rimuru tentava se safar da situação que ele mesmo havia criado. Durante toda a fala o marinheiro escuta atenciosamente enquanto Alfred se mantinha estranhamente calmo diferente de Emma que parecia assustada com tudo aqui, por um momento era até perceptível no rosto de Wolves que o Sargento estava acreditando na história do pequeno celestial, mas algo subitamente mudava em sua feição e um leve sorriso sarcástico aparecia em seu rosto, não para com Rimuru, e sim martirizando-se em seus próprios pensamentos.

- Tsch… E pensar que eu quase acreditei em você. - Dizia o marinheiro apontando suas armas com ainda mais convicção logo após o detetive pedir para retirar sua aprendiz do perigo de morte. - Não é devido ao nome de seu “funcionário” e sim a uma série de fatos, por que será que você está no centro de tudo? Que conseguiu deslocar nossas tropas para outra região da cidade usando daquele caos como distração para que a Ruiva tente abordar a escolta da Marinha? E o mais importante, como vou acreditar de que a Ruiva e o Mercenário enfrentavam inimigos diferentes no mesmo local quando seu dito espadachim está bem ali lamentando sua morte? - Dito isto o Sargento sinalizava com a cabeça e se Rimuru decidisse olhar veria o jovem espadachim de antes cabisbaixo cerrando os punhos em ódio enquanto amaldiçoava seu próprio destino, o verdadeiro responsável por aquela tragédia. - Todos vocês serão levados à justiça, agora de joelhos.

A presença do recém chegado grupo era no entanto deixada em segundo plano por Kaminari que partia para cima do gigante em busca de vingança, Skrýmir percebia a aproximação do rapaz e ainda sentado batia seu bordão em um golpe descendente que Dk acabava por escapar se esquivando para o lado, o impacto fazia poeira subir e do meio daquela “cortina de fumaça” saía o espadachim já em cima do contêiner e mirando apenas a morte do gigante que tentava levantar subitamente, mas todos aqueles golpes feitos anteriormente na perna do colosso finalmente davam resultados quando ele perdia sua base se desequilibrando e abrindo a brecha que o pirata precisava para pular no peito de Skrýmir rasgando-o até o abdômen.

Mais sangue jorrava como se fosse chuva e Skrýmir se debatia jogando Dk para longe que ainda no ar incapacitado de se movimentar via aquele enorme bordão vindo em sua direção com uma trajetória lateral, se o espadachim seria acertado novamente por aquela força esmagadora era a dúvida que ficava no ar, isto até o momento de dois acontecimentos que não só eram uma boa surpresa como também mudaria todo o ritmo da batalha. O primeiro era Jeanne que além de estar viva utilizava-se também do contêiner para pular em cima de Dk chutando-o para o chão ao mesmo tempo em que o usava de plataforma fazendo com que o golpe de Skrýmir errasse ambos, uma dor aguda cintilava ainda mais dentro de seu corpo e Dk começava a não se sentir muito bem com relação à sua respiração, quem sabe a deusa da asfixia não estivesse brincando com ele. E em segundo lugar mas não menos importante o que abria o sorriso do espadachim mesmo em tamanha situação difícil era a voz furiosa de Ria que ecoava pelo ambiente.

A Ruiva não demorava para entrar na luta com um desejo de sangue talvez ainda maior que o de Dk que ao ver sua capitã viva já se acalmava mais um pouco, sua investida no entanto mesmo cheio de rancor não deixava de ser racional, e ao invés de tentar atacar as pernas do gigante Ria se metia em um plano audacioso bolado na hora pelo espadachim que já apoiava a pirata em suas espadas lançando-a contra o gigante assim como Jeanne havia feito anteriormente.

- Preta humm?… Interessante. - Comentava a morena que se encontrava ao lado do espadachim mas no entanto um pouco agachada.

Cada segundo era decisivo e no momento que Skrýmir tentava reagir tanto Jeanne quanto Dk atacavam diferentes pernas forçando o gigante a se ajoelhar onde simultâneamente Ria desafiando as leis da física (vulgo como diabos essa técnica foi aprovada) iniciava um giro em pleno ar passando impiedosamente pela garganta do gigante que nada podia fazer senão observar os seres que considerava serem inferiores lhe executarem depois de escaparem da morte.

Sangue era jorrado para todo lado e o gigante tentava segurá-lo levando à mão ao pescoço, mas era inútil, seu destino estava fadado com aquela profunda ferida provocada pela Ruiva que parecia não se satisfazer partindo novamente para cima do colosso após aterrissar no chão, aquilo no  entanto não era mais necessário e Skrýmir logo estava caído.

Enquanto isso ainda no porto o alvoroço causado pela investida de Dk causava uma leve distração em Wolves, era o momento perfeito e percebendo tal distração Alfred facilmente passava pelos soldados avançando em direção ao sargento que tentava reagir puxando o gatilho contra o detetive e sua aprendiz, no entanto ao mesmo tempo em que o médico apontava o rifle disparando e desarmando a mão que mirava em Emma um outro disparo vindo de longe desarmava a segunda pistola voltada para Rimuru que se tentasse seguir a trajetória deste segundo tiro chegaria na visão de Mash em cima de um telhado com um rifle de precisão.

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Era a chance perfeita para Rimuru que logo se juntava com Emma botando sua estratégia em prática ao mesmo tempo em que Alfred com sangue saindo de suas narinas subjulgava Wolves no chão com apenas uma mão enquanto a outra fazia mais um  disparo com a Besta Marcial em um dos soldados. Os pobres recrutas não tinham chance, a morte do Caçador de Recompensas já estava definida enquanto seu superior havia sido derrotado em questão de segundos, mais um tiro vindo de Mash executava outro soldado enquanto que Rimuru sacava uma surpresa de seu vestido disparando contra mais dois marinheiros, ambos caíam e o último remanescente se desesperava partindo para cima do detetive que tentava recuar para trás, Emma no entanto fazia o movimento contrário em direção ao espadachim, aquilo no entanto acabava salvando-os pois logo o gigante cía bem no local onde teria esmagado o pequeno celestial que agora se separava de sua aprendiz deixando à seu cargo o inimigo final, suas habilidades não tinham sido vistas ainda, mas Emma facilmente colocava sua arma aos punhos enquanto rapidamente cortava a perna do Marinheiro que caía e dor e sem esperanças se rendia na tentativa de permanecer vivo.

a batalha do porto estava vencida, mas a que custo? Um banho de sangue havia sido feito de forma todos estavam sujos ou com os cabelos tão ruivos quanto os de Ria, e o mais importante é claro, Yue que recebera a maior parte do golpe por estar mais próxima do ponto de impacto continuava caída imóvel no chão.

O Juggernaut Soviético


Will e Chô


Enquanto uns bradavam com a vitória e outros sofriam com suas perdas a situação no barco que antes era triunfante agora se passava por um momento desesperador com a chegada do caçador que apesar de ferido ainda parecia sadio do que todos ali, ou melhor, do que quase todos, pois Chô mesmo que estivesse lutando contra seus próprios demônios ao mesmo tempo em que comprimia novos sentimentos aflorando ainda se seguia praticamente intacto com todo o vigor para uma boa luta.

- “Deixem eles irem, eu e você num duelo, o que acha? Um duelo de homens.” - Era o que dizia William com uma voz cansada mesmo que convicta, por um segundo Genji pensava em rir das palavras do jovem que apenas repetia praticamente a mesma fala tentando convencer seu oponente ou quem sabe a si mesmo, mas após uma rápida analisada na situação o caçador logo chegava à uma rápida conclusão.

- Muito bem… Eu os deixarei ir se você ficar. - Era uma troca muito vantajosa para ele, após ver como o Sargento Faker havia acabado e com aquela bela katana negra nas mãos de West ficava óbvio quem havia matado o sargento, na cabeça de Genji, com exceção de Will que havia derrotado um marinheiro de patente todos os outros eram lixos sem recompensas que não valiam nem o esforço, e seria muito melhor não desperdiçar energia enfrentando-os quando a melhor caça praticamente abatida está se entregando de bom grado.

- Mas não parece ser esse o desejo de seus amigos. - Enquanto que Will tentava barganhar pela vida de seus aliados Chô tinha um pensamento oblíquo batendo em seu peito como demonstração de orgulho ou quem sabe determinação enquanto que pela primeira vez tomava uma posição de liderança ao mesmo tempo de Illya que levantava com um olhar de ódio para com o caçador mas que devido à postura de Lotus acabava por concordar.

- Certo… Mas você tem até eu acabar com esses fracotes ou eu chuto a bunda desse desgraçado no seu lugar. - Retrucava a loira.

- Você tem bons companheiros ao seu lado. - Dizia o caçador enquanto chô começava a se preparar erguendo mais uma vez o corpo de pequeno John. - Mesmo a mais covarde preferiu ficar à sobreviver às custas de sua vida. De qualquer forma… Agora todos poderão ter sua morte juntos. - E dito isto o mink imediatamente já avançava usando o cadáver como um escudo “humano”, Genji por outro lado tinha uma ideia tão bizarra quanto e ainda segurando Will pela cabeça o caçador se erguia rotacionando levemente e arremessando o espadachim contra o urso que também jogava John fazendo os “corpos” se chocarem no percurso.

No momento em que a mira era aberta o caçador já disparava contra o urso que apenas se abaixava colocando a espada na boca e levando de bom grado um tiro que se estilhaçava por todo seu ombro, mas dor era a última coisa que Chô sentia neste momento, assim como um animal o urso era imprevisível e talvez fosse essa aleatoriedade que lhe traria tanto sucesso. Assim que tomava a compostura logo após observar Genji jogando sua arma para cima apanhando-a pela telha com um rápido puxão para engatilhar-la novamente, Chô já partia para o ataque tentando um corte horizontal ainda com a lâmina oriunda de suas presas, um golpe facilmente esquivado para alguém no nível do caçador que apesar de já aparentar ferido desde sua chegada era como se não sentisse dor nenhuma, o golpe no entanto não passava de uma distração para a garra direita do mink que dilacerava levianamente o peito de Genji que dava uma passada para trás em resposta.

O embate não se encerrava por aí e os civis que observavam escondidos por medo nunca tinham visto uma batalha tão rápida e dinâmica, no momento que completava seu último movimento sua espada era jogada para o ar enquanto efetuava um giro completo para armar a próxima jogada, o que Chô não esperava era um tiro de Genji que ia bem em sua lâmina fazendo-a atravessar todo o convés e desarmando completamente o Urso que ainda tentava acertar com sua garra era facilmente esquivado e contra atacando de uma forma brutal, primeiramente com um corte que atravessava todo o antebraço de Chô e por fim chutando o urso nas costelas empurrando-o com uma certa forma.

O mink no entanto era sagaz e se aproveitava do impulso ganho para fazer um perfeito rolamento que já era finalizado em uma rasteira esquivada por um salto de Genji que assim que aterrissava já dava um giro de 360º acertando um chute simultâneamente à Lotus que neste momento já estava em seu movimento de dança não só acertando o caçador mas também aproveitando de suas mãos no chão para apanhar a katana que mais cedo havia entregado para Will e que por protagonismo uma ironia do destino se encontrava ali no lugar certo na hora certa.

Tendo um acertado o outro os dois combatentes se separavam um pouco mas não levando isso como motivo para descansar, ambos queriam finalizar seu inimigo o mais rápido possível e isso tornava a luta em um ritmo frenético. Assim que tornava o equilíbrio Chô já avançava com uma estocada que passava de raspão na bochecha de Genji, este por sua vez se via na chance da vitória, a brecha estava aberta e o caçador jogava sua arma para os céus, o tempo do mink parecia contado e no momento que o movimento de recarga fosse efetuado aquele tiro a queima roupa executaria o mink, no entanto uma surpresa agradável acontecia naquele momento, assim que a escopeta saía das mãos do caçador um escudo arredondado que parecia muito com o de Illya era arremessado de encontro a arma jogando-a no mar.

Atônito pelo ocorrido o caçador vacilava mais uma vez abrindo um golpe de oportunidade para Chô que iniciava seu combo acertando um corte horizontal com sua garra no rosto do oponente, suas movimentações posteriores no entanto já não eram tão perspicazes de forma que quando o urso rolava na direção do oponente ficava completamente indefeso para um forte chute de bico que Neymar Genji acertava em Chô jogando-o à alguns metros de distância. O mink era persistente e parecia não ter vontade de recuar e logo avançava novamente dessa vez com um pulo, a garra do urso descia em direção ao caçador que apenas bloqueava com a parte lateral de sua espada, o que o Dreadman não esperava era a imprevisibilidade de Lotus ao passar sua arma para o cotovelo e com um giro surpresa cortava o pescoço do caçador e por fim finalizando com uma troca de empunhadura dessa vez para sua perna que após ter um giro completo abria a caixa toráxica do caçador que já não tinha mais o que fazer.

Uma luta até então equilibrada e alguns ousariam dizer com a vantagem do caçador, mas nada disso importa, por que uma vitória pode ser decidida com um simples e único momento importante que o Mink soubera aproveitar muito bem onde mesmo que tenha saído ferido, ainda era Lotus Chô que permanecia erguido no final das contas.

No meio de tudo isso os outros dois marinheiros já haviam caído junto dos outros corpos espalhados e Will que havia se arrastado até o parapeito lateral do navio até tentava fazer algumas chamadas de movimento, mas diferente do que o espadachim pensava sua visão já não estava mais tão boa assim, e a grande perda de sangue começava a deixar o rapaz cada vez mais fraco deixando perceptível para Auster que ao seu lado começava a se preocupar, à medida que junto à isso a embarcação se aproximava cada vez mais de Loguetown, a cidade no qual tanto Will quanto Chô provaram que seria o começo, ao menos por enquanto...

Spoiler:
 

Histórico:
 
Offzão:
 

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Última edição por Remenuf em Qua 4 Jul - 19:01, editado 2 vez(es)
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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyTer 3 Jul - 18:24

Venham Comigo! Vai Ser Legal!



Finalmente ele caiu, essa bola de massa gorda enorme junto do outro rapaz que morreu para o gigante ou fugiu de medo de continuar a luta comigo, não poderiam ser páreos para nós. Mas o que mais me assolava naquele momento, não era aquilo. Sentia meu corpo se acalmando e minha consciência normal e mais inteligível voltando, agora que tudo tinha se acabado, só faltava conferir uma coisa, precisava saber se Yue estava morta ou se estava bem apesar de tudo, se o último ataque do gigante pode ter matado seu aliado, com Yue não deve ser diferente, mas eu não cheguei a confirmar. Depois de executar o gigante, guardaria minha foice nas costas enquanto correria na direção de Yue para saber se ela ainda estava vida, a sensação de me imaginar virando seu corpo e percebendo que está morta ou viva, seria uma das piores que já havia sentido, no caminho, só pensaria uma coisa diante dessa frustação.

“Esteja viva... Esteja viva... Esteja viva... Yue, você não pode ter morrido... Se levante...”

Quando me aproximasse, delicadamente viraria seu corpo, então me ajoelharia a posicionando de modo que ficasse inclinada com parte de suas costas, junto de sua cabeça apoiadas em minhas cochas. Se ela não estivesse com os olhos abertos, com agonia, eu abaixaria meu rosto próximo de seu nariz, enquanto lágrimas escorreriam de meus olhos e assim que me aproximasse, se não sentisse sua respiração, falaria com provavelmente uma das vozes mais tristes da minha vida, mantendo meu rosto perto da sua face.

- Yue? Acorde Yue... Hunf. Yue? YUEEEE? –

Se mesmo assim, ela não se levantasse, começaria a chorar mais em cima dela, sem me importar com nada ao redor, apenas deixando que as lágrimas escorressem, sem pensar em nada, com uma sensação absurda de vazio, como se não tivesse mais um chão onde pisar, ficando assim por horas sem fim, mesmo que minhas lágrimas secassem ou o mundo ao meu redor se acabassem, permaneceria nessa até que alguém viesse intervir e me obrigasse a reagir. Caso ela abrisse os olhos, a abraçaria com força, mas não o bastante para machucá-la, chorando de felicidade por um breve momento e dizendo feliz, ainda com uma voz de choro, além de sempre pensar em nosso bem-estar.

“Ainda bem... Eu sempre soube que você não morreria com uma dessas....”

- Que bom que você está bem... Eu achei que... Não importa, você acha que pode se mexer? –

“Estamos muito machucados, além de terem chegado aqueles marinheiros dos quais não pude sequer dar atenção, precisamos sair logo daqui antes que aqueles marin...”

Antes que pudesse concluir meu pensamento em relação à marinha, olharia para eles e perceberia que estavam todos caídos, sobrando apenas três pessoas em pé, estavam lá aquela garotinha de antes, um homem e uma menina-gato. Vendo aquela situação, deixaria que Dk fizesse os primeiros socorros caso necessário, depois estenderia minha mão se Yue pudesse se mexer e a ajudaria a se levantar, se não, deixaria ela em minhas costas, dando minha foice para Dk e deixaria que ela envolvesse seus braços em meu pescoço para leva-la, com isso, pegaria minha foice novamente, a utilizando como uma espécie de bengala grande e falaria para Dk enquanto andaria na direção da morena caso ela não estivesse por perto, sendo que enquanto Yue subisse ou eu andasse na direção da morena, começaria a pensar na luta.

- Até que esses caçadores eram fortinhos, nada que não pudesse ser parado por aquela que quer se tornar a Rainha Dos Piratas, mas mesmo assim... Bem, acho que vou chamar a morena e os outros que nos ajudaram para tripulação, vamos ver se eles gostam de aventuras. -

“Parando para pensar, foi uma boa luta. O jeito que o gigante usava aquele belo bordão foi bastante interessante, mas é como dizem, o que importa não é o tamanho, ele não soube usar e por isso está morto. Eram estranhas as rajadas de vento, mais uma vez me pergunto se ele comeu alguma das Akumas No Mi de que tanto ouvi falar, alguma de controlar ventos talvez, se gigantes, coisa que eu não acreditava até então existem, a existência das frutas fica cada vez mais palpável depois dessa. Até que foi estranho esse final, estava achando que fosse acabar caída como sempre. Hum.”


Ao menos, ele foi derrotado por um belo ataque, totalmente plausível, possível e talvez até aprovado por seres superiores, finalmente consegui ajudar Dk a matar o gigante que tanto nos causou trabalho com suas rajadas de vento absurdamente poderosas. Posso não ser nenhuma perita em física, mas se sei de uma coisa é que algo fora do comum estava ocorrendo, se eu pegasse um bordão e o balançasse com força do lado de um rato, o máximo que aconteceria seria ver os pelos do mesmo se balançando com o vento. Para mover esse mesmo rato, com meu conhecimento acima do normal em relação às várias armas do mundo, creio que seria necessária uma força absurda, nesse caso, se ele tivesse a força para me lançar para o ar com o balançar de seu bordão, Dk já estaria morto quando foi atingido em cheio se expandindo a comparação da minha proporção com o rato, para em relação ao gigante. Não precisaria ter nenhum tipo de genialidade, coisa que eu tenho, para perceber que o gigante desafiou as leis da natureza, já que o princípio deveria ser o mesmo, essa inconsistência nos fatos foi o que me levou a crer que ele possa ter comido alguma Akuma No Mi aleatória.

“Bem, nosso objetivo no porto eram dois, conseguir um navio e mais algumas pessoas que servissem de tripulação para que navegássemos na Grand Line, tudo bem que fomos atrapalhados pelos caçadores de recompensas que estavam no naio, ao menos descobri minha recompensa de sessenta e dois milhões, o que me deixa bem feliz, bem feliz mesmo. De toda forma, precisamos continuar com nosso objetivo, talvez essa morena seja uma boa escolha como tripulante...”

Pensaria olhando para o gigante e voltando a olhar para a morena, mas em nenhum momento deixando de sorrir. Depois dessas constatações, assim que me aproximasse da morena, isso se ela não estivesse próxima, ainda mantendo meu sorriso, por estar feliz em receber alguma ajuda, apesar de não ser necessário, apontaria meu indicador direito para ela, já com uma pose confiante, daria uma risada de empolgação com o que estava prestes a dizer, a agradeceria e falaria com convicção de que ela aceitaria meu pedido, apesar de ser súbito e que qualquer um provavelmente acharia um absurdo.

- Riahahahaha. Obrigada por ter nos ajudado, mas me diga... Morena... Eu gostei de você, não gostaria de vir para o mar comigo? –

“E bota gostei nisso... Não pense que eu não escutei o que você disse naquele momento de fúria, apesa de estar centrada, eu não estava surda, assim que a luta acabou, eu me toquei. O problema é que eu não sei se ela também joga nesse time ou se é apenas uma curiosa sádica, de qualquer jeito, se eu preciso de uma tripulação, me parece ser uma boa começar por ela... Na verdade, imagino se a empregada doméstica, o cara e a gatinha não estariam com ela.”

- Se quiser, pode chamar aquela menina que nos ajudou dando uns tiros no gigante e os outros também, quanto mais melhor, eles são seus amigos, não são? Eu não vi quando, mas aparentemente eles derrotaram os marinheiros, então devem ser fortes e é desse tipo de pessoa que preciso para seguir em frente. Eu não tenho um navio ainda, o nosso estava por aqui, mas... Bem não importa, acho que ele foi explodido com os outros, não sei o que causou isso, por sorte o navio que eu estava de olho está bem ali. –

Completaria olhando para os outros que estavam no lugar, olhando para os mesmos de cima, em baixo, avaliando sua forma física e se realmente seriam dignos de entrar em minha tripulação, fico meio receosa quanto a garota e a menina-gata, mas o cara parece ser forte e tem a morena também que não foi nada mal. Eu estava totalmente ferida e dolorida da luta, além de estar começando a sentir uma dor maior ainda por ter parado de me movimentar com afinco, mas já estaria tentando ignorá-la e continuaria assim até que chegássemos no barco onde Dk e Yue poderiam tratar deles. O que me surpreenderia naquele momento seria outra coisa, o som de meu estomago clamando por comida em uma altura absurda, podendo dar até medo em quem ouvisse.

- HUUUUUUUUURRRRGHHHHHH. –


- É, acho que estou com fome... Riahahahaha. –

Faria a piada, estando um pouco avermelhada diante daquele som absurdo vindo de uma mulher que teoricamente seria bem mais delicada que o ocorrido. Mas não seria estranho levando em conta que não como fazem quase três dias. A última vez que comi, foi antes de ir dormir, pouco antes de acordar de madrugada para ir atacar a mansão alguns dias atrás, não era algo para me envergonhar, mas seria melhor se conseguisse algo para comer rapidamente, pensaria escutando a resposta daqueles ao meu redor.

“No navio deve ter comida, chegando lá, vou pegar o que conseguir para comer, talvez até antes de ser tratada.”

Escutaria atentamente o que a morena diria em resposta a minha pergunta, talvez ela aceitasse o que eu disse e quisesse vir comigo, talvez ela optasse por ir embora, mas para mim, não faria diferença, para mim, ela já estava na tripulação independentemente de sua resposta, podendo ela aceitar ou não, ela viria comigo não importa o que acontecesse. Ainda sorrindo, puxaria meu cabelo para frente, por cima de meu ombro direito e o alisaria com as mãos, o puxando para baixo, enquanto ela ou os outros falassem, independente do que fosse, olharia para o que havia restado dos navios e aquele que ainda estava no mar, pensando em como chegar lá.

“Hum, precisamos chegar em nosso navio de alguma forma, nem que seja nadando e é isso mesmo, nosso navio!”

- Estão vendo aquele navio ali? Vamos logo para ele, como eu mencionei antes, estava de olho nele e como os outros explodiram, só nos restou ele de toda forma. Os caçadores falaram algo sobre estarem o protegendo, então devem ter outros inimigos muito provavelmente, mas não importa, chegando lá, damos um jeito, só não podemos destruí-lo. Precisamos chegar nele de alguma forma, estão vendo algum navio ou bote utilizável? Ou tem alguma ideia? Depois da bagunça que fizemos aqui, com certeza a marinha não ficará parada, é só questão de tempo até aparecerem. –

Diria encarando o navio que pretendíamos utilizar em nossas próximas aventuras e depois encarando os escombros daqueles que explodiram do nada enquanto lutávamos, ao procurar por algum método de chegar no outro navio. Se eu ou alguém avistasse alguma embarcação como um pequeno barco pesqueiro ou bote que tivesse sobrando, subiria em cima dele, deixando Yue escorada caso estivesse em minhas costas e minha foice com cuidado para não acertar ninguém, deixaria em meu colo. Em último caso, olharia para o bordão do gigante, apontaria para ele e falaria para todos.

- É isso, vamos usar essa arma como embarcação, madeira boia, deve dar certo... Quem diria que essa coisa incomoda nos ajudaria no final? Riahahaha. -

Daria uma risada quando fizesse a piada sem graça, com isso, o puxaria, rolaria ou começaria a empurrar na direção da água dependendo do jeito que estivesse posicionado depois da queda da grande massa azul que dei o último ataque. Sendo que assim que estivesse lá, me sentaria nele como pudesse, mantendo Yue junto de mim caso ela estivesse em minhas costas e o utilizaria normalmente como uma embarcação para que chegássemos no navio. Nesse momento falaria sorrindo para Yue, na tentativa de acalmá-la, independentemente de se estivéssemos em uma embarcação usual ou em cima do bordão do gigante.

- Vai ficar tudo bem agora, vamos para Grand Line encontrar aquele homem, ele deve estar no farol ainda, isso se já tiver chegado. –

Já em alguma embarcação, começaria a prestar mais atenção em quem quer que tivesse vindo conosco ou se tivesse uma oportunidade boa antes, sempre tentando me atrelar aos detalhes e entender exatamente com quem eu estava lidando, mesmo que fisicamente. Para uma cabeça de sessenta e dois milhões como eu, não seria estranho que fossem mais caçadores de recompensas atrás de minha cabeça que mataram a marinha para que não interferissem em seus planos de me entregar e levar todo o dinheiro, olharia para a menina-gata se estivesse conosco que me pareceria a mais inocente e jovial, com isso, começaria a botar em prática aquilo que havia aprendido com os revolucionários artistas, um pouco de atuação com um sorriso bem carismático.

“Tenho que descobrir quem exatamente são essas pessoas.”

- Me diga menina-ga... Quer dizer, senhorita, está claro para mim que você é a mais esperta e era a mandante do grupo, agora que estão comigo, qual é o seu nome e de seus companheiros, além disso, o que estavam fazendo quando se juntaram a mim? –

Por mais que precisasse de uma tripulação, precisava também saber com o que estaria lidando, eu gosto de navegar em águas desconhecidas, mas não quando essas águas desconhecidas são a personalidade daqueles que navegam sob a minha bandeira pirata. Com a garota vestida de empregada respondendo ou não, viraria para a maid de cabelos claros para tentar descobrir mais sobre ela também, não que eu me incomode de terem se juntado tão facilmente a mim, falaria com o tom de dúvida, mas bem mais sincero que quando tentei mentir para a gata.

- E você, garotinha? Tem algum objetivo maior em mente? Ou poderia me servir um café pelo menos? –

“Hum, espero poder confiar neles, se não... Espera, eu tinha percebido, mas não tinha notado até agora, essa outra garota, ela é uma gata gigante falando? O QUÊ? Eu li sobre animais falantes na Grand Line, mas isso é ainda mais impressionante que gigantes, depois preciso perguntar para ela como isso é possível, mas é melhor me focar mais no navio por enquanto.”

Ficaria com os olhos brilhando ao admirar a menina-gata por alguns segundos e mais algumas vezes se olhasse para ela depois dessa constatação, mas tentaria aos poucos me focar menos nela e mais no navio do qual provavelmente teríamos que entrar em uma briga estando machucados para toma-lo, sem falar que depois disso, teríamos que ir direto para o farol para evitar ser perseguidos pela marinha, não que eu me abale com isso, mas seria bastante trabalhoso.

Se precisassem de ajuda para remar no caminho, concordaria com a cabeça e mais uma vez ignorando meus ferimentos e dores na medida do possível, colocaria minha foice no mar com a lâmina voltada para o outro lado da embarcação, mas perpendicular a ela e começaria a remar de modo que nossa embarcação avançasse rumo ao navio que logo tomaríamos de quem quer que estivesse lá.

“Não tenho frescuras para isso, devemos chegar logo, acho até relaxante remar.”

- Nosso antigo navio!? O quê? -


Perguntaria de borca aberta, sem entender direito o que estaria acontecendo se víssemos nosso navio, mas tudo bem, quando chegássemos, subiria a bordo daquele que foi nosso navio desde Conomi Island. Se visse algum ruivo distraído olhando para o horizonte, tentaria falar com ele demonstrando estar brava e ao mesmo tempo curiosa para tentar entender o que estava acontecendo e o porquê de estar no meu navio daquele jeito e o que estaria fazendo ali, ainda mais se tivesse corações no lugar de olhos. Caso ele não me respondesse, estalaria os dedos algumas vezes em sua frente, imaginaria o que teria acontecido e mandaria que o amarrassem

- Quem é você e por que está aqui? –

“Qual o problema desse cara? Ele me parece estar viajando, o que será que aconteceu com ele?”

- Amarrem ele, ele pode ser perigoso se sair desse estado de paranóia. -

Logo depois, faria um sinal para que os outros esperassem ao apontar a palma de minhas mãos para eles, com isso, subiria no outro navio se nada me impedisse, mas não subiria de imediato, me penduraria em sua borda, olhando e deixando apenas parte de minha cabeça a mostra, tentaria entender quantos inimigo teríamos que enfrentar e o que estaria acontecendo no lugar, para só então descer para falar com os outros. Isso se alguém do navio já não tivesse nos visto, nesse caso, me prepararia para uma luta eminente se fosse necessário.

- Mas o quê você... -

Se visse Dk sendo lançado, já começaria a assumir a postura para o combate, mas vendo que ele planaria até nossa canhoneira com a garotinha, me sentaria ao lado de Yue para descansar um pouco, deixando que ela cuidasse de meus ferimentos se estivesse bem com os apetrechos que sempre carregava em sua bolsa. Assim que o navio chegasse, embarcaria nele, ajudando Yue se fosse necessário, mas sem tirar os olhos do meu futuro e verdadeiro navio, ao subir na canhoneira, falaria bem alto, assumindo a liderança para que todos escutassem quem era a capitã.

- Virar a estibordo Dk, vamos tomar nosso navio. -


Passaria o caminho todo olhando fixamente para o navio maior, tentando perceber qualquer movimento para ver se haviam pessoas em cima dele, se visse alguém saindo em algum bote do navio maior, simplesmente ignoraria, quanto menos gente nele, melhor. No caso de perceber o ruivo amarrado na canhoneira, também não ligaria, meu objetivo era outro e estava totalmente focada nele, precisaria do navio grande para ir logo para a Grand Line, assim que chegasse lá, subiria nele da melhor forma possível, já pulando em cima dele se achasse que conseguiria para ver com o que teria que lidar, isso se achasse que a garotinha planadora estaria lá.

No caso de no momento que eu chegar no navio, alguém arremessasse algum objeto em mim, seja ele grande ou de formato mais esférico, se eu percebesse, esquivar-me-ia ao inclinar meu corpo para o lado ou se necessário, daria alguns rápidos passos para o lado, saindo do trajeto do objeto, enquanto encararia aquele que o jogara, sem nem por um segundo desviar meu olhar, tentando entender quais seriam os próximos movimentos aleatórios o ser a minha frente utilizaria.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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Última edição por Fanalis B. Ria em Ter 10 Jul - 20:39, editado 7 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyQua 4 Jul - 23:31


Eu realmente pensei que iria morrer por um breve instante, não que isso venha a ser uma coisa ruim, muitas pessoas ressuscitaram dos mortos em apenas um breve momento de minha vida, se isso fora causado por um vírus talvez eu tivesse sido contaminado e sobrevivesse a pós vida por breves instantes.

Mas ver minha discípula apavorada seriamente me deixou com os nervos a flor da pele, ainda bem que Alfred tomou partido ou sabe se lá o que teria feito com esse homem, ele teria um desfecho mais feliz se apenas tivesse decidido me escutar.

Andaria ate minha parceira ignorando totalmente o marinheiro que tinha tido a perna cortada, abraçando-a com vontade e determinação consolando a sobre os acontecimentos recentes com leves afagadas em sua cabeça:

- Esta tudo bem, já passou você não precisa continuar se não quiser,falaria me referindo ao fato de o jaqueta ter se mantido com vida. Como um detetive não somos necessariamente assassinos, isso e um caminho que você pode escolher ou não tomar. Beijaria sua testa e seguraria suas mãos levantando-as ate a altura do peito perto de seu coração. Fez um ótimo trabalho, vou aproveitar que conseguimos ter um ótimo desempenho por aqui para te ensinar algumas coisas.

Soltaria minha colega e me direcionaria ate os corpos dos marinheiros que matei, analisaria a situação de seus físicos e viraria os de barriga para cima:

- Sempre que encontrar a oportunidade após abater um inimigo, ou ate mesmo no cadáver de uma vitima de homicídio é importante aferir seus pertences em busca de possíveis pistas.

Comentaria enquanto de bolso em bolso procuraria retirar qualquer coisa que estivesse sendo carregada pelos mesmos, explicando alguns pequenos detalhes enquanto depositaria esses conteúdos em minha mochila:

- Dinheiro pode se tornar bastante útil para futuras investigações, não se aflija em pegar essas coisas, bens materiais não são algo que levamos para o outro lado e serão muito melhor utilizados em posse dos que ainda caminham por esse mundo. Claro que existe coisas que dependendo da situação pode ser desnecessário ou ate mesmo improprio em ser retirado, tais como fotos de família ou pertences de caráter intimo, como alianças de casamento. Isso vai depender de sua própria percepção e tato.

Quando terminasse começaria por despi-los e dobraria seus uniformes de maneira correta e organizada para colocar sobre a bolsa:

- As vezes é importante adquirir suas vestimentas também, uniformes são ótimos disfarces e roupas de caráter nobre algumas vezes poderão lhe dar uma incrível notoriedade sendo capaz de ser respeitada ou ate mesmo tendo suas ações ignoradas pelos demais por medo ou ate mesmo satisfação. Infelizmente vivemos em uma era que a maneira em que se aparenta e levada muito em conta, no entanto não se preocupe, independente de como esteja seu professor sempre ira te amar minha jovem,ririririri.

Por fim pegaria uma das espadas,não que eu fosse ficar com elas desde que não tinha uma finalidade para as mesmas, só que seria importante comentar a respeito disso desde que já comecei a instrui-la:

- Armas podem ser bem úteis, sinceramente eu aconselho a tomar apenas o que tem aptidão para usar, pois diferente dos demais, são objetos em maioria pesados e complicados de passarem despercebidos. Você pode vende-las ou usa-las como ferramenta de barganha. Por incrível que pareça existem pessoas que ofereceriam informações muito importantes apenas para se apossar de uma dessas.

Jogaria a espada longe em uma direção onde não tivesse ninguém para se machucar com tal ato e iria ate o marinheiro machucado retirando sua arma de seu alcance enquanto apontaria o revolver diretamente em sua cabeça:

- E por ultimo mas não menos importante, sempre desarme seu oponente antes de qualquer ação que venha a tomar, as vezes eles estão apenas fingindo se de mortos ou utilizando-se de palavras de rendição para encontrar uma brecha em seus movimentos e machuca-la seriamente.

Claro que eu teria feito isso primeiro mas como estamos acompanhados de Alfred e Mash e confio em sua proteção, não vi motivos para deixar de lhe ensinar com calma de maneira fácil de entender.


Suspiraria enquanto recarregaria meus revolveres ate a ultima bala ser devidamente colocada sobre o tambor, verificando se ainda estava em ótimas condições de uso, quero dar uma limpada nelas quando conseguirmos um navio  manter meus equipamentos bem cuidados pode garantir maior longevidade e me livrar de situações ridículas como a falha de disparo resultante de ferrugem ou oxidação:

- Claro que você terá muito tempo para aprender isso é ainda lhe passarei muitas coisas, então se não entendeu alguma coisa sinta se livre para perguntar a qualquer momento, não me sentirei mal em lhe educar seja lá quantas vezes será necessário.
Sorriria confiante enquanto caminharia em direção a Alfred fazendo um gesto tranquilo pedindo para que Emma me acompanhasse:

- Sempre me surpreendendo ruivinho,ririririri.Limparia qualquer resquício de sangue que estivesse em seu rosto com meu polegar direito e não faria nenhuma pergunta sequer a respeito disso como havia ignorado em todos os momentos que ocorrera anteriormente, se ele quisesse que eu soubesse teria me contado, mesmo sendo o maior detetive do mundo seria muito chato ter que usar de minhas habilidades para descobrir o que se passa com pessoas próximas a mim.

- Obrigado por manter Emma a salvo, estava confiante demais que conseguiria abrir uma oportunidade para agirmos através de minhas palavras e ocupar seu tempo ate a chegada de Mash, mas pelo visto as coisas saíram pela culatra,ririririri.Só que como foi arquitetado por mim não era de se esperar que tudo se resolveria no final. Piscaria com o olho esquerdo enquanto tentaria parecer agradável.

Se em um determinado momento a ruiva viesse falar com a gente ouviria suas palavras enquanto procuraria manter uma expressão neutra, esperaria por educação minha parceira responder primeiro então comentaria minha resposta:

- Um café com certeza seria uma ótima maneira de se refrescar, mas se e tudo que deseja acredito que poderei sacia-la com apenas isso ao invés de prepara-la uma refeição adequada ririririri. Exclamaria desbochando da maneira deselegante com a qual fui tratado retrucando com ousadia.

- Aproposito Fanalis eu tenho sim outro objetivo em mente é você como minha capita deveria saber um pouco mais sobre seus tripulantes. Daria uns leves tapinhas em seu rosto procurando deixa-la transtornada. É a maneira correta de se abordar alguém que deseja em sua tripulação e se apresentando primeiro, mas eu já sei quem você é,ririririri.Um grande detetive sempre sabe.

Encostaria a cabeça sobre Alfred com um pequeno sussurro antes de ir em direção a Jeanne a qual gostaria muito de conversar:

-  Espere aqui, tenho algo para te pedir depois, talvez você não venha a gostar da ideia.

Independente da expressão que ele fizesse ou da resposta que ouviria caminharia ate a minha amiga chegando próxima a ela cruzando os braços e olhando na direção contraria evitando assim olha-la nos olhos que seria minha fraqueza, não queria de forma alguma permitir criar motivos para chorar de felicidades, preciso me mostrar forte e imparcial como alguém de minha grande reputação:

- Hunf, fico feliz que esteja viva. Não fiquei nada preocupado, nada mesmo. Morderia o canto do lábio enquanto bateria o pé esquerdo repentinamente sobre o chão observando o barco a distancia.

- Então...e aquilo que vocês tem em mente? Entendo, pode deixar isso comigo, só irei lhe pedir três coisas. Ergueria a palma da mão com apenas um dedo levantado, acrescentando um conforme fosse divulgando meus pedidos:

- Primeiramente você perdeu a aposta,ririririri, então e mais do que justo que venha conosco, seja bem vinda a tripulação,riririri. Segundo, gostaria que comprasse abastecimento de comida para a viagem naquele estabelecimento logo atrás, acredito que isso seja suficiente. Entregaria a quantia de 40.000 berries. E por final poderia me dizer a que distancia conseguiria arremessar alguém carregando outras duas pessoas? Mesmo que seja um impulso pequeno só pretendo garantir um pouco mais de atitude.

Aguardaria ansioso pela resposta comentando com entusiasmo:

- Entendo, aguarde um pouco ai, espero que fique preparada.

Puxaria Emma um pouco para o lado de maneira confortável, abrindo sua mochila:

- Pode ser invasão de privacidade, mas juro que será apenas dessa vez, depois qualquer coisa que decidir colocar dentro de sua mochila ou retirar será de escolha sua.

Retiraria nossos capuzes e mascaras mostrando os para ela como se estivesse oferecendo um brinquedo para uma criança e devolveria sua mochila para que ela pudesse colocar em suas costas:

- Escolha a que mais lhe agrada, ficarei com a que sobrar, mas não demore muito, precisarei dela para agora,riririri.

Vestiria a rejeitada pela minha parceira ou ate mesmo sugerido por ela se fosse o caso,apertaria suas bochechas com gentileza antes de me retirar lhe informando do que está por vir:

-Eu tentarei roubar aquele barco para nós,embora me sentiria mais a vontade contigo ao meu lado durante a operação,somos um dos poucos com condições adequadas por aqui,quero que proteja a Ruiva no lugar da Jeanne assim como nossa colega até eu retornar,não se preocupe irei voltar com certeza jamais deixaria minha parceira para trás.

Colocaria o capuz,efetuaria mais um afago na cabeça da gata e retornaria para Alfred pronto para dar inicio a uma operação absurda de maluca além de tentar me aproveitar do momento para pegar meu rifle de volta:

 - Talvez seja nosso ultimo momento juntos, a não ser que me permita desfruir de sua companhia por mais viagens ao lado da detetive,riririri. Pois bem você consegui arremessar duas pessoas em direção daquele navio? Espero que sim, mas a Jeanne ira lhe dar uma mãozinha.
Olharia em direção a ela acenando alegremente gritando para ser ouvido:

- Esta pronta? Então vamos com isso.

Apontaria para o espadachim que estava acompanhado da ruiva com intenções de Alfred o arrasta-lo para essa operação seja lá o que ele estivesse fazendo:

- Alfred segure ele, esse individuo ira comigo, Emma ficara ao seus cuidados ate eu retornar.Daria um pulinho beijando seus lábios com certo gosto em minhas ações. Agora me pegue com vontade e deixe Jeanne te levar as alturas,riririri.

Rezaria para que isso desse certo, após receber o impulso de Jeanne mexeria um pouco as asas me preparando, não quero acabar caindo na agua por descuido:

- Arremesse-o primeiro, e me jogue logo em seguida em sua direção.
Se minhas instruções fossem seguidas em pleno ar garantiria uma movimentação suave tentando segurar o espadachim sobre meus braços em pleno voo:

- Não se preocupe não estamos de fato voando, apenas caindo com estilo,ririri.

Buscaria fazer um percurso reto em direção ao brigue, evitando fazer qualquer tipo de acrobacia aérea desnecessária, firmando minhas asas com cuidado, fazendo as se mexer quando necessário.
Largaria o perto do leme e veria as redondezas para fazer reconhecimento deixando-o com apenas as seguinte palavras:

- Encoste no porto, faremos os demais embargarem.

Vasculharia o ambiente ate encontrar outros sinais de seres vivos, assim que me sucedesse em tal façanha começaria uma leve melodia para destacar e clamar por total atenção enquanto pensaria em uma trilha sonora para combinar:

- Na grande ilha do luar
Haviam-me dado a luz
Com inúmeros casos e intrigas
Para solucionar
Ru ru ra ra ru
Mesmo sobre a temível falta de pistas
Encontrarei a verdade!
Mesmo sobre a temível falta de informações
A verdade será revelada!
A grande detetive mascarada da ilha do luar
Lu Lu lu lu lu l ala
É melhor você se prevenir ou se entregar
Da grande de de de detive mascarada!
Grande detetive mascarada!


Acreditaria que isso seria o suficiente então com grande firmeza em minha voz procuraria me fazer claro e preciso enquanto retiraria o rifle apontando em meio a multidão:

- Marinheiros e Marinheiras rendam-se agora este navio estará agora sendo tomado pelos piratas da ruiva!

Caso notasse que os marinheiros haviam sido derrotados, fitaria os responsáveis por isso encostando  o rifle em meus ombros como sinal de paz.

- Que seja, pelo visto eles já foram todos exterminados. Eu sou Rimuru prazer em conhecer a todos, espero que possamos nos dar bem, estarei levando esse navio para o porto, preciso buscar meus colegas antes de partimos.

Se reparasse qualquer atitude hostil tentaria desviar delas de maneira sensata através de minhas palavras:

- Ora ora se acalme, estamos jogando do mesmo lado, além de que não parecem muito bem, se me ajudarem, retribuirei o favor, acontece que possuímos pessoas que podem realizar o tratamento. Apontaria para a pessoa mais avariada entre eles no meu ponto de vista. E ela parece estar necessitando com urgência,riririri. É então o que vai ser?

Circularia pelas redondezas, se avistasse civis apontaria a arma para os mesmos, resmungando com certa autoridade, atuando como um verdadeiro criminoso feroz:
- Larguem todos os seus pertences no chão e vocês, Diria para o homem e mulher que  apresentassem as vestes mais elegantes. Suas roupas também agora!

Quando tudo estivesse sobre controle me aproximaria de um deles segurando o seus braços como se estivesse preparado para agredi-lo quando na verdade diria baixinho em seu ouvido:

- Sou um revolucionário vim aqui para resgata-los, sinto muito pelo mal jeito, mas tenho certeza que preferem suas vidas a qualquer item de valor não é? Precisava parecer convincente.

Procuraria por um bote ou qualquer tipo de barco sobre as beiradas se encontrasse um voltaria para os civis, puxando um com força:

- Não precisamos de peso morto por aqui! Gritaria enquanto daria leves instruções para o mesmo em seu ouvido: Pegue o barco e espere pelos outros, vá para o porto lá terá algumas pessoas que estarão esperando para socorrê-las.  É chutaria o mesmo para fora da maneira mais confortável possível.

Se não fosse o fato de os revolucionários darem tanta importância para eles nem me incomodaria com seus destinos, só que em um trabalho em grupo deve ser respeitado os desejos de ambos os lados.

Repetiria o processo com os demais ate todos os civis estivessem fora são e salvos  e então verificaria o que fora deixado para trás pelos mesmos.
Histórico:
 
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Última edição por Rimuru em Sab 7 Jul - 7:47, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyQui 5 Jul - 21:43

A luta estava bastante intensa e parecia que nunca acabaria, eu sabia o real motivo disso, com toda certeza era a Deusa Da Batalha fazendo com que uma simples luta no oceano mais fraco de todos durasse três vezes mais do que o normal que aconteceria com qualquer outra pessoa, minha mera presença já era o bastante para que os deuses agissem a seu bel prazer. Mas, de toda forma, eu não me sentia impotente diante deles, que graça teria viver minha vida sem que os deuses colocassem sua mão para acabar com minha alegria e fazer com que eu me esforçasse bem mais que um ser humano normal? Esse simples gesto dos deuses de brincar comigo, na verdade, até deixava minha vida um pouco mais dinâmica ao ser temperada com esse toque de impotência diante de algumas coisas que me eram impostas.

Aquele gigante já estava com o prazo de validade mais do que vencido, mas a Deusa Da Vida continuava a orar por ele e abençoa-lo. O principal, nesse momento, é que eu posso sim estar acima dos deuses, mesmo que eles tenham suas regras, limitando o mundo ao meu redor, eu sei que posso superá-los para seguir em frente, mostrando assim que apesar de que eles tenham uma sensação de controle em minha vida, mesmo que com muito esforço, sendo este bem acima de uma pessoa normal, eu conseguiria superá-los. Quando subia no container e pulava na direção do gigante, deslizando minha espada por seu peito, apenas um pensamento se passava em minha cabeça.

~~ Podem vir deuses, de hoje eu sei que vocês não passam, se eu tenho uma vantagem em cima de vocês, é que não podem ler meus pensamentos, minha única zona neutra e de conforto... Morra enviado dos DEUSES! ~~

Quando lançado no ar, presenciava aquele ataque vindo em minha direção, me pareceu o momento de minha morte, não sabia o que estava acontecendo. A única explicação plausível seria de que os deuses haviam se cansado de minha pessoa e me matariam naquele momento, por algum motivo bizarro, o gigante ainda conseguia se mover daquele jeito, mesmo depois de ter recebido tamanho dano, a Deusa Da Vitalidade com certeza estava o ajudando. Mas para minha surpresa, só que não, mais uma vez eram os deuses brincando comigo, aquela que dizia ser enviada por um ser celestial me chutava, me desviando e desviando a si mesma do ataque que se me acertasse, com toda certeza receberia a ajuda da Deusa Da Força, fazendo com que meu corpo chegasse na última ilha da Grand Line com a forma de uma massa espatifada.

-Anrf... Anrf... Anrf...

Minha respiração não estava nem um pouco normal, isso ficava claro para mim, como portador de algum conhecimento em primeiros socorros, mas a luta não havia acabado, talvez algum leigo pensasse que fosse a Deusa Da Asfixia impedindo que ar entrasse em meus pulmões ao brincar comigo, mas só um verdadeiro amaldiçoado como eu sabia o que ocorria sempre que eles metiam a mão para me humilhar. Não era a Deusa da Asfixia, mas uma clara brincadeira da Deusa Da Dificuldade dificultando minha vida ao ampliar efeitos de coisas que não aconteceriam com os outros, talvez se os leigos sofressem o que eu sofro, pudessem descrever o que eu sinto com relação aos deuses, é uma pena que este não é o caso, podiam tentar por mil anos e mesmo assim, apenas um perseguido como eu conseguiria julgar o outro. O único problema é que no mundo, eu fui o escolhido para ser o único perseguido, então não existe o que possa ser feito além de chutes errôneos sobre meus perseguidores. De toda forma, mesmo com dificuldade, eu me levantaria, ainda com dificuldade de respirar e encarando o gigante que estava cheio de ferimentos, mas ainda vivo.

-Anrf... Anrf... Anrf...


~~ Tsk, Deusa Da Dificuldade, me deixe respirar, Deusa Da Morte, leve ele logo, Deusa Da Vida, deixe que ele morra, está difícil lidar com tantos deuses ao mesmo tempo... ~~

É quando escuto a voz de Ria, meu sangue começa a ferver com a voz feminina daquela bela ruiva, aquela mulher que quero fazer a Rainha Dos Piratas, que eu mataria todos os deuses se conseguisse para proteger, minha capitã! Dou um grande sorriso de felicidade ao ver que ao menos ela estava viva e de cara já bolo um plano levando em conta a facilidade que Ria tinha em se movimentar e realizar piruetas no ar, com o lado cego de minhas katanas, arremessava minha capitã sem olhar para aquilo que havia tentado e conseguido ver em Jeanne em sinal de respeito, mas a bela garota morena fazia um comentário que me deixava intrigado, com isso, já feliz por saber que Ria estava viva tendo grande chance de Yue estar e ser mais uma brincadeira dos deuses para me abalar, a responderia dando uma risada no final imaginando o que havia perdido, pouco antes de correr para ajudar no ataque, contando que minha respiração já estava normal.

-Preta, hein? Eu havia imaginado... Kakaka

~~ Não acredito que deixei essa chance escapar, talvez colocar uma chance assim, seja mais um jeito dos deuses me testarem, mas dessa vez eu consegui vencer a Deusa Da Tentação, da próxima, eu sei que não terei tanta força, infelizmente... ~~

Com isso já saia correndo para incapacitar o gigante de se defender, atacava uma das pernas do gigante enquanto a enviada dos deuses atacava a outra, era estranho o modo como ela parecia estar colaborando comigo, me lembrava até uma calmaria antes de uma tempestade terrível enviada pelos deuses, com minha visão privilegiada, provavelmente veria a garota rodando em pleno ar e ficava impressionado com sua maestria para realizar tal movimento, que para mim, provavelmente seria impossibilitado pela Deusa Da Gravidade.

~~ Técnica impressionante, dá para ver de longe quem é amaldiçoado pelos deuses e quem não é... ~~

Essa era a chance perfeita de investir contra os marinheiros, mas antes que eu me desse conta, todos estavam caídos no chão, era impressionante esse acontecimento, olhando de perto, aquele cara era forte, talvez fosse uma forte aquisição para o bando e a garotinha também não era ruim. É claro que já que precisamos de alguns tripulantes, conseguiria imaginar os dois navegando conosco nesse vasto oceano, até que fossemos varridos pela Deusa Das Tempestades. Sem maiores preocupações aparentes com inimigos, guardo minhas katanas, meu maior problema naquele momento era Yue, vendo Ria correndo em sua direção, faria o mesmo, imaginando se ela estaria bem.

~~ Deusa Da Morte... Espero que não tenha levado minha nakama para me abalar, se ela estiver morta, com certeza você teria êxito, mas só dessa vez, não faça isso com a garota só porque ela está comigo. ~~

Me aproximando de Yue, rapidamente pegaria o kit de primeiros socorros que tinha pego no consultório do pai da médica, o retirando de dentro de meu kimono. Quando me aproximasse dela, me ajoelharia, essa seria minha vez de trata-la com aquilo que havia me ensinado. Primeiro, se estivesse de olhos fechados, checaria seu pulso colocando meus dedos em seu pescoço, para ter certeza de que os deuses não haviam a levado. Se percebesse que estava viva, mas inconsciente, tentaria acordá-la, para que me dissesse onde doía depois daquele árduo combate que eu havia feito com que ela passasse devido a minha existência e a perseguição dos deuses.

Se seu coração tivesse parado, tentaria revivê-la ao fazer uma massagem cardíaca, junto de uma respiração boca a boca caso julgasse necessário. Mas se ela estivesse viva, estando apenas inconsciente ou ferida, checaria se havia se cortado analisando seu corpo, se visse algum corte, passaria álcool para esterilizar a ferida, limparia com algodão e colocaria esparadrapo por cima de outro pedaço de algodão, fazendo isso em qualquer corte mais suave. Caso ela tivesse algum corte mais profundo, depois de passar o álcool, pegaria uma agulha e faria a sutura do ferimento ao fazer quantos pontos fossem necessários, novamente passaria álcool, algodão e com mais um pedaço de algodão, colocaria esparadrapo por cima, sorrindo para que ela achasse que ficaria tudo bem, falando com um tom de que tudo estava ótimo, por mais que ficasse óbvia minha mentira e pensando no que realmente estava acontecendo enquanto a tratava.

-Vai dar tudo certo, vou te tratar e já saímos daqui em busca do navio.

~~ Deuses, não matem ela... Deuses, não matem ela... Deuses, não matem ela... É nossa única médica, ela não pode morrer, então Deusa Da Morte... Não ouse tocar nela! ~~

Assim que julgasse que estava tudo bem com Yue, deixaria que Ria a carregasse por serem mais próximas, até seguraria sua foice por alguns instantes caso a garota me desse ela. No caso de Ria falar comigo sobre o combate, sorriria para a garota enquanto coçaria com minha mão direita minha nuca e a responderia do jeito que normalmente ajo por fora, mas é claro que em nenhum momento deixaria que ela soubesse a verdade do que havia acontecido e porque enfrentamos tamanhas dificuldades.

-Ahan. Foi complicado mesmo... Aqueles dois nos deram bastante trabalho.

~~ Se ela soubesse que eu tive toda a culpa pela dificuldade que passamos, sendo um amaldiçoado dos deuses, provavelmente não iria querer essa pedra na sua bota, melhor ficar quieto, sem falar que a atividade dos deuses aumentaria se eu abrisse a boca e falasse a verdade. ~~

Depois disso, acompanharia Ria se ela fosse na direção de Jeanne, para ver o que faríamos, no caminho ou mesmo se ela já estivesse próxima, daria uma olhada para a posição do Sol no céu caso houvesse na tentativa de determinar que horas seriam aproximadamente. Então molharia meu indicador direito ao coloca-lo na boca e retirar rapidamente tentando determinar a direção dos ventos e como o clima estava e se manteria nas próximas horas, para definir se seria vantajoso navegarmos agora ou se seria melhor esperarmos.

Logo depois de checar o clima, independentemente de como percebesse que seria ou de com quem Ria estivesse conversando, manteria meu sorriso, me mostrando uma pessoa receptiva e carismática, como se eu soubesse exatamente o que estava fazendo. Com isso, andaria na direção do gigante e iria direto em seus bolsos, isso se houvesse algum em suas vestes, provavelmente já teria o visto durante o combate, ao me aproximar, sacaria minha katana e o cortaria fora em um corte rápido, deixando que o que quer que tivesse dentro caísse para fora, se fosse algo de valor ou útil, pegaria no mesmo momento, pegando ou não algo, voltaria com Ria e os outros e se escutasse o estômago da garota falaria empolgado.

-Eu também, estou cheio de fome, realmente, precisamos de um cozinheiro.


~~ O pior de tudo é que a Deusa Do Sabor faz com que os alimentos quase não tenham gosto para mim, além disso, para colaborar mais ainda, a Deusa Da Fome sempre dá um jeito para que eu sinta uma fome bem maior que uma pessoa normal, que ódio. ~~

Se conseguíssemos alguma embarcação, subiria nela junto de Ria e dos outros, sendo que apesar de estar machucado, se fosse necessário, remaria até que chegássemos no navio, onde renderia qualquer ruivo avulso que Ria mandasse que amarrássemos. No caso de alguma embarcação a vela, ajudaria a subir a ancora e abaixar as velas, então assumiria o timão o manuseando de modo que fosse na direção de nossa canhoneira, chegando próximos o bastante, daria o comando, deixando a embarcação ao lado das outras duas, pensando durante toda a curta navegação.

~~ Não me faça errar Deusa Dos Navegadores, é impossível errar se você não interferir... ~~


-Soltar velas, subir âncoras, vamos parar.

Se porventura, alguém fosse tentar me agarrar repentinamente e eu percebesse a movimentação com minha visão extremamente treinada por sempre ter que me preocupar com os deuses agindo de formas estranhas como fazendo pianos caírem em minha cabeça, eu reagiria instantaneamente, sacaria minhas katanas já me abaixando e tentando um corte horizontal em seu abdômen ao rotacionar meu corpo, logo depois daria uma estocada, tentando o empalar com a katana em minha mão direita deixando que minha katana atravesse seu corpo saindo pelas suas costas, por fim daria um corte vertical indo de seu pescoço até sua cintura com a katana em minha mão esquerda.

É claro que se depois de me abaixar, ele tentasse me agarrar de novo, com a katan em minha mão esquerda, daria um corte vertical tentando decepar o membro que usasse para me pegar. Eu não estaria com a mínima vontade de ser agarrado ou atacado, por isso reagiria sem dó ao perceber o menor traço de movimentação estranha por parte de algum desconhecido invadindo meu espaço, mas tinha quase certeza do que aconteceria nesse caso, os deuses sempre agem de maneiras absurdas para construir a história que eles bem entenderem me utilizando. Se fosse lançado aos céus em algum momento, gritaria mentalmente.

~~ MALDITOS DEUSES, COMO OUSAM FAZER ISSO COMIGO DO NADA. ~~

Mas se no processo, fosse apanhado por um humano voador, mais uma vez perceberia como os deuses são cruéis e que aquela seria mais uma de suas artimanhas ao me colocar em situações extremas para me abalar. Tentaria manter a calma por fora enquanto estivesse no ar, mas meus pensamentos a todo momento até chegar no chão seriam apenas um, o ódio para com os deuses ao gritar com eles em meu pensamento, mesmo se o ser alado me apanhasse e falasse algo, a única coisa que mudaria em meus pensamentos seria a intensidade do que pensaria naquele momento, ficando com o pensamento ainda mais forte,mesmo assim, por fora, sorriria e o responderia aparentemente alegre com a situação, eu não tenho medo de altura, no caminho, até mesmo tentaria ver de cima como estava a situação no navio, mas sempre mantendo minha raiva para com eles em minha mente.

~~ DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEUUUUUUUUUUUUUUUUUSEEEEEEEEEEEEEEEEEES ~~

-Você pode planar? Que diferente, depois vou querer explicações sobre o que você é.

Se fosse deixado no navio, seguiria como ele havia dito, caso visse um ruivo, o amarraria no mastro, puxaria a ancora, desceria as velas e controlaria o timão indo rumo ao porto. Mas no caminho, na solidão daquele navio vazio, faria algo para me distrair, alguma coisa faria com que meu interesse fosse despertado por cantar, não saberia o que era, parecia ser mais forte que eu, quase como se minha voz se sincronizasse com a de alguém nesse vasto oceano, talvez tivesse sido a bela voz daquele humano voador que me levasse a querer cantar do nada, mesmo que ele estivesse longe no momento.


- Na grande ilha do luar
-O Espadachim estava a voar
Haviam-me dado a luz
Ele sabia que aquilo era um plus
Com inúmeros casos e intrigas
Solucionaria todas as brigas
Para solucionar
Sempre a voar
Ru ru ra ra ru
Ka ka ka ka ku
Mesmo sobre a temível falta de pistas
Os galos levantavam suas cristas
Encontrarei a verdade!
No espadachim que era uma beldade
Mesmo sobre a temível falta de informações
Não eram criadas ilusões
A verdade será revelada!
Quando aparecer a criatura alada
A grande detetive mascarada da ilha do luar
Ela ira te salvar
Lu Lu lu lu lu l ala
Ku ku ku ku aka
É melhor você se prevenir ou se entregar
Eu sei que a gente vai brilhar
Da grande de de de detive mascarada!
E do espadachim da da da parada!
Grande detetive mascarada!
Espadachim da parada!


-Subam, vamos tomar aquele navio.

Diria em voz alta para que os outros se aproximasse e subissem, chegando novamente na ilha, subiria com as velas, deixando que todos subissem e como havia planejado anteriormente, mais uma vez as levantaria e guiaria todos que fossem vir conosco para tomar nosso navio e partir para a Grand Line antes que mais marinheiros chegassem.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptySex 6 Jul - 12:40




Engolia meu sentimento de derrota a passar pela minha garganta que parecia escorregar, descia fácil a ser substituído pela vitória que bradava arduamente em meu peito, estava tremendo em  êxtase e não pude evitar de sentir aquele sangue escorrendo pelas partes mais desligadas de meu corpo, era como se um fio de água gelada corresse por dentro, fazendo cócegas na alma aquela visão que deslumbrava, e embora tinha antes feito, de puro e fino traço austero compondo minhas feições, grunhi profundo a dar-lhe em cantoria aos longos ventos que se espalhavam para lá não sei onde, mas meu som desafinado tomou forma e corpo, vi-me de frente para aqueles que tanto roguei, o sangue já rubro começara a ser consumido pela escuridão de meus senhores, cantava aos ventos seu sabor que vos atrai, de longas distâncias marchavam suas partes espalhadas pelo mundo a compor sua onipotência e onipresença, era infinito, era imortal pois a morte vos alimentava, ostentava da maldição mitológica, sua cabeça de Hidra. E terminando o ciclo que se repete, esta trilogia que, ao passo, incorpora uma transformação de fases de meu rugido, este sim era o fim marcado, que como toda boa trilogia, fechava a série em um épico final a render lembranças e uma excelente historia.

Meu último rugido, agora por hora, dava-se ao cenário que terminara, e desta pose que prostrava-me, em súplica e agradecimento aos senhores, deixei-a com o fim de minha gratidão, expressa em tão poucos grunhidos, e quando cingiu-me o manto da fadiga, a adrenalina a esvair-se de meu corpo deixando a quentura e o fervilhar de minhas articulações, já havia as forçado um vez dentre aquele espaço de tempo, logo, não demoraria para que meu corpo se recusasse a funcionar como desejado, sentia aos poucos a necessidade de me colocar em uma banheira de gelo, ou em um freezer, a desfrutar de minha vitória com uma grande e generosa garrafa de Vodka. Minha sede latejante não podia esperar que eu encontrasse uma banheira, quiçá enchê-la de gelo para me deitar, eu tinha sede o bastante para já sentir a garganta seca, embora, agora ela que me movesse mais do que tudo, não ignorava minhas condições e nem o que poderia vir a seguir, estava claro que aquele Homem não tinha sido enviado para o navio a toa, olho a horizonte, tento fitar algo que aparentemente tenha o enviado, senão, algum tipo de frota ou barco da marinha que me fosse suspeito, eu estava mais preocupado em compreender o que acontecera no tempo em que permaneci em frenesi da batalha.

– Illya e Auster, levem o Will para dentro, tentem colocá-lo em algum quarto para que ele possa descansar. Quando ele estiver mais seguro lá dentro eu quero que você, Auster, vasculhe pelo navio, veja o que tem aqui dentro, o que nó ganhamos com essa empreitada além de um amontoado de madeiras, hehe! Illya, quero que venha aqui fora depois que ajudar a Auster, quero descobrir de onde aquele homem veio e eu pretendo descer à canhoneira para pegar TJ e nossas coisas, quero que me dê cobertura – Indaguei, olhava austero a faces das duas, esperei que ambas tomassem o corpo de Will nos braços, queria me certificar de vê-lo sendo carregado para dentro, mesmo que a força, se fosse a necessidade do caso.

Em meio a este tempo que se torna divisor de águas, a compor um punhado de desvios, faço uma última reflexão imoral, embora, se estabelece mais heroico do que doentio, ocorre-me a ideia de tomar a cabeça daquele homem que acabara de chegar, estava orgulhoso da forma que trouxe a ruiva de um ser orgulhoso em tão pouco tempo, não estava por julgá-lo, pois se o fizesse, estaria sendo hipócrita quando eu mesmo demonstrei traços profundos de meu próprio orgulho e vituperação para com o dito cujo, na verdade, eu estava em profundo deleite com a forma que este morreu pela boca, sendo castigado por seu desdenho, pois eu, no fim das contas, reconheci-o como um adversário a altura e alguém em expoente potencial. E é assim que me consagro, indo em direção ao corpo exaurido, tomar-lhe-ia a cabeça a minha pata esquerda, arrancada com um corte limpo e único de minha espada, levantaria esta pelos Dreads que eram um tanto como a principal característica do homem.

Estaria a carregar aquele pedaço do defunto, iria seguir até a amurada que tanto tempo demorei a subir, estava pronto para tomar nossas coisas e questionar TJ sobre sua atitude. Já ia a correr aproveitando o pouco de adrenalina que ainda me tinha, a salto, mergulharia no convés da canhoneira debutando todo peso de meu corpo sobre a lâmina da arma que se fincaria na madeira a segurar meu impacto, além de que, carregava um certo desejo meu de produzir uma entrada triunfal, de certa forma, ser o centro das atenções começava a ser um deleite para mim depois do que eu havia produzido na batalha contra os marinheiros.

– Ei medroso, acabamos de limpar o navio e vamos navegar em breve, Will vai precisar da sua ajuda lá dentro, ele acabou se machucando demais na batalha contra o sargento  – Se me fosse perguntado sobre a cabeça que carregava, daria um sorriso de canto de rosto a demonstrar certo orgulho em carregá-la – Isso? Isso aqui é um homem que morreu pela boca, veio voando e eu estou procurando de onde – Com meus enormes braços, livres, amarrando os dreads do homem em minha cintura, iria tomar TJ aos braços para que eu pudesse arremessá-lo por cima da amurada caso ele ainda não tivesse o feito por si mesmo. Em meu instante de solidão, iria correr até minhas coisas, arfava, procurei no fundo a garrafa, já podia ler em seu rótulo “felicidade” de tamanha cede, salivava ao mesmo tempo em que arqueava, era um sentimento de proximidade e necessidade como se estivesse debaixo d’água, procurando ar, vendo a superfície logo mais a frente, necessitando de colocar a cabeça para fora, tão perto, mas também tão distante que questão de segundos se tornava horas.

Queria me sentar a amurada para beber a garrafa, seguraria a cabeça do homem a minha pata enquanto na outra a garrafa, a tomar e desfrutar daquele líquido, limpando minha garganta e minha boca daquele gosto azedo que me viera com o término dos eventos, era como se minha recompensa por tudo aquilo, em questões filosóficas, me causassem cada vez mais danos, marcando mais minha alma e apodrecendo meu ser, coisa que eu tentava afastar com o sabor profundo e forte do álcool soviético, mesmo que, não fosse eficiente a todo momento.

Bear and DreadMan a Friendship Story :
 

– Ei DreadMan, vamos dedicar uma música a esse momento maravilhoso! Vamos lá, CANTE BEM ALTO! Soyuz nerushimy respublik svobodnykh, Splotila naveki velikaya Rus'! –Erguia o braço com a cabeça do homem, abraçara a garrafa de Vodka, estaria a festejar e cantar sem me importar com o resto, e se viessem mais, intrusos inesperados, faces que eu não conhecesse, iria arremessar a cabeça do homem de Dread aos braços destes, continuando minha cantoria que, a minha mente, movia um enorme coro milagroso dando grande ênfase a meu passado e de onde eu vim – Da zdravstvuyet sozdanny voley narodov, Yediny, moguchy Sovetsky Soyuz! – Iria me erguer, cantando e carregando a garrafa de Vodka, dançara junto com ela por alguns passos, rodando e comemorando minha esmagadora vitória, obviamente estarrecido caso uma Ruiva viesse remando usando sua foice, ou uma garotinha de asas planando enquanto carregava um homem aos seus braços, mas como de onde eu vinha não existiam leis universais para o acontecimento das coisas, continuei a cantar até buscar uma espada pelo convés, iria-me armar desta seguindo o ritmo da letra.

Deixaria que Illya se encarregasse de expulsar os invasores, ou resolver com estes nossa questão pendente, já que nós quem havíamos tomado o navio e não pretendíamos voltar ao porto, ao menos, era o que eu imaginava, estava mais preocupado em manter a segurança dos meus companheiros e achar um médico para cuidar dos ferimentos de Will antes que fosse tarde, uma confusão a aquela altura seria completamente necessária caso movida pelo meu senso de sobrevivência e profundo cansaço para com empecilhos naquele dia.

Slavsya, Otechestvo nashe svobodnoye,

Druzhby narodov nadyozhny oplot,

Partiya Lenina — sila narodnaya

Nas k torzhestvu kommunizma vedyooooooooooooooooooooooooot!


Iria completar meu coro, me imaginando em um enorme palco a me apresentar, talvez alucinação fruto dos enormes goles que eu havia dado na Vodka, mas eu não estava a conter o êxtase, festeja e, com o fim de minha cantoria, abraçaria a garrafa e dar-lhe-ia um beijo. Esperaria que tudo voltasse ao normal, mas se o garoto anjo ainda estivesse ali, juntamente com todos os outros fatores bizarros que eu vim presenciando durante aquela cantoria, iria demonstrar meu semblante de surpresa misturado com relutância, aquilo era mesmo um rapaz de asas? ERA UM ANJO!

– Vem-te dos céus para tomar-te nosso navio? Isto é algum tipo de punição divina?! E esse homem quem carrega? É o menino Jesus?

Histórico:
 


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Loguetown
O Peso da Vitoria


Como esperado do meu colega, o triunfo era nosso, o barco era finalmente nosso, toda a dor que eu sentia naquele instante não me impedia de sorrir em frente aquela cena, ver que não so eu havia evoluído, como também meu grupo. Eu jamais perdoaria Chô se ele deixasse aquele caçador vivo, me arremessar daquele jeito, com meu estado atual, eu poderia ter morrido, o pior foi me sentir inútil naquela situação, eu tenho que ficar mais forte para que coisas como essa não se repitam.

Respirando aliviado agora, buscava forças no meu amago para não ceder ali, segurando meu prêmio, a katana negra do antigo sargento em minha mão direita, deixava minha outra mão livre para colocar sobre meu pior ferimento, tentando assim, conter o sangramento, ou pelo menos não deixar que todo o meu sangue saia, de forma alguma eu queria voltar para Loguetown, muito menos ir para um hospital, eu so pensava em quando o Ruivo fosse subir naquele navio e me curar, maldito ruivo, não se devem confiar em nenhum ruivo(a).

Ouvindo as ordens do Urso, eu relutante sabia que ele estava certo, eu devia procurar uma cama para descansar, um copo de rum não seria má ideia também, e seria meu único pedido para as garotas quando me ajudassem, viraria para Illya – Eu falei que era o melhor espadachim do mundo – depois de tais palavras, esboçaria um sorriso para a escudeira, depois voltaria a me apoiar em seu ombro. Olharia novamente para o porto, observando os barcos em chamas e toda aquela confusão, alguém deve ter feito alguma merda, será possível que foi aquela garota de 62 milhões de recompensa? Talvez eu nunca saiba, pois, estou deixando essa cidade de uma vez por todas, e não pretendo voltar.

Contudo, antes de deixar o convés pararia ou pediria para parar – EI EI, EU PRECISO DO MEU CHAPEU, ONDE ESTA O MEU CHAPEU? – Gritaria meio assustado, eu não podia perde-lo, se o visse, apontaria para o mesmo – Teria como pegar por gentileza? – Falaria calmo, tentando parecer realmente daquele objeto. Se eu não o visse pediria para alguém procurar por min – Auster, eu sei que e pedir demais, mas pode por favor procurar meu chapéu enquanto a Illya me ajuda? Eu te pago uma bebida depois – falaria dando uma piscada com meu olho direito, tentando passar toda a minha simpatia, que não seria muita naquele estado.

Quando finalmente estivesse com meu chapéu, colocaria sobre minha cabeça e continuaria a caminhar com a ajuda de Illya para dentro do barco, sempre tomando cuidado para não perder a consciência, mantendo uma respiração regular, e o caminhar leve para não perder muito sangue. Assim que saíssemos do convés e adentrarmos no barco, tentaria ver o que havia por ali, inimigos, tesouro, qualquer coisa que chamasse atenção do homem comum, não pararia, apenas deixaria guardado em minha mente para não me esquecer.


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Finalmente, quando encontrássemos um lugar para me deitar, colocaria minha katana ao meu lado e relaxaria meu corpo, seja na cama, ou até mesmo num sofá que poderia ter por ali, agradeceria Illya por me ajudar com um aceno de cabeça, tiraria meu chapéu e colocaria junta da katana – Vão ajudar o Urso, eu ficarei bem –  diria tentando parecer confiante, e assim, esperaria por TJ, ou qualquer outra pessoa para me curar.



Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO
Willian West

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptySeg 9 Jul - 3:08

Isso é cair... Com estilo: 09


Todos Finalmente Krl


Finalmente o conflito havia sido finalizado com ambos atuais e futuros Piratas da Ruiva salvos do trágico fim chamado morte, o clima já não era mais gélido e mórbido, nenhum ali havia notado quando essa mudança havia ocorrido visto que estavam distraídos lutando pelas próprias vidas, muito pelo contrário o céu agora estava “limpo” sem a mínima presença de nuvens com um forte e brilhante Sol de meio dia e quarenta iluminando aquele eufórico dia onde cada raio seu batia na pele de nossos heróis como um éter que regenerava suas energias apenas com a agradável sensação que transmitia. No entanto o fato de luta principal ter se finalizado não significava que o caos não continuava instaurado em Loguetown, o céu que deveria estar em um limpo azul se encontrava cheio de massas negras advindas dos navios em extrema combustão, a grande intensidade de frio havia se tornado um extremo calor devido ao cerco de brasas e gritos, tiros e explosões podiam ser ouvidos ao longe vindos dá outra batalha que envolvia os revolucionário e a Marinha.

Em meio à isso Rimuru ia direto à sua aprendiz mostrando-lhe o privilégio da escolha entre finalizar ou não seus oponentes, afinal para o detetive Emma era uma criança e provavelmente não deveria sujar suas garras de sangue, a felina concordava com aquilo e apenas olhava para o marinheiro com o rabo eriçado e grunhindo como um gato prestes a atacar o que fazia com que o soldado que percebera que conseguiria sair de lá com vida correr desesperadamente chegando a tropeçar e cair uma vez mas ignorando a dor retraída por todo seu medo dando seguida à fuga. Rimuru podia ver Alfred mirando no soldado correndo, e quando o disparo era feito o detetive percebia que a intenção do ruivo não era executar o soldado e sim salvá-lo de um tiro mortal que vinha de Mash e seu rifle de precisão, a bala que pegava de raspão na coxa do marinheiro o fazia agachar um pouco desviando do headshot que levaria. Se olhasse novamente na direção de Mash, Rimuru avistaria que o homem parecia frustrado, principalmente com o ruivo que o impediu, um olhava para o outro com seriedade e logo o revolucionário sumia em meio a fumaça provocada pelos incêndios

A lição do celestial continuava para com sua aprendiz, dessa vez Rimuru demonstrava o que um detetive poderia fazer com inimigos derrotados ou até mesmo como se portar em uma cena de crime, infelizmente o “loot” do detetive não dos melhores, tudo que Tempest conseguia era algumas medalhas e uniformes da marinha enquanto Emma apenas se mantia atenta balançando a cabeça em concordância com tudo.

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Por fim o detetive se dirigia até Alfred limpando um resto de sangue em seu rosto e agradecendo-lhe enquanto o ruivo coçava sua nuca mostrando uma feição descontraída, e quem visse de fora nunca diria que aquele ser “inofensivo” e carismático conseguiria literalmente quebrar o chão com o rosto de um sargento, que embora inconsciente continuava vivo. - Não se preocupe com isso. - Respondia Alfred para com os agradecimentos. - Eu também gostaria de ter evitado isso, mas não se pode prever completamente a ação de todos certo?

Enquanto isso Ria e Dk corriam até Yue que até então permanecia desacordada, enquanto a Ruiva segurava firmemente sua companheira que era banhada de lágrimas, Kaminari era um pouco mais “frio”, pelo menos em seu exterior onde já tentava salvar sua companheira, ao mesmo tempo em que Ria não sentia respiração alguma e começava a cair em desespero Dk conseguia perceber um fraco pulso que começava a se esvair. O espadachim iniciava uma ressuscitação cardíaca enquanto percebia a aproximação de alguém, a loira subitamente despertava assustada e gritando por algo que passava em sua mente enquanto se encontrava desacordada, em um rápido movimento Yue se sentava apanhando sua adaga que se encontrava no chão e em uma ação ainda não completamente desperta mas impulsionada por reflexo ou por o que quer que estivesse sonhando anteriormente mirava uma punhalada bem entre os olhos de Dk.

O braço da médica era segurado repentinamente o que lhe forçava um despertar completo, quem havia salvo a vida de Kaminari? Alfred que havia se aproximado para ajudar na recuperação da loira. A respiração de Yue era ofegante, ela largava sua arma um pouco confusa enquanto Ria lhe abraçava de felicidade.

- Ria? Dk? M...Me desculpe por isso eu… - Sua fala ainda um pouco aturdida era interrompida pelas falas de Fanalis. - Hehe, eu acho que s… uuhg. - Na hora que tentava se levantar Yue cedia de dor no exato momento.

Alfred se aproximava afastando educadamente Dk e apoiando Yue no chão. - Com licença. - Ele levantou um pouco a camisa da loira mas não o suficiente para agradar os Tj’s de plantão e assim que seu torso era revelado podia-se ver e enorme mancha escura em sua pele, aquilo não era uma simples pancada e algo não estava muito certo. - Uma… Duas… Três… - Ia contando o médico enquanto encostava no abdômen de Yue com seu dedo. - Quatro costelas quebradas. Você vai ficar bem. - Alfred demonstrava um sorriso confiante e com seu material próprio aplicava alguma medicina no local logo o enfaixando. - Só tente não se esforçar muito, sei que é impossível para pessoas como nós mas faça um esforço ok? - Finalizava o médico com uma piscadinha simpática.

Já aliviada com o bem estar de sua companheira Ria se pegava em devaneios com argumentos completamente sem fundamentos visto que seu oponente era muito mais forte, rápido, pesado e conseguia gerar muito mais força quando usada com todo o potencial como foi feito uma única vez em seu último golpe, enquanto observava Dk adentrar os bolsos do gigante e sumir em meio a escuridão daquele tecido, Jeanne por fim entrava em seu campo de visão.

- Não estava cumprindo mais do que uma aposta ♥️. - Respondia Jeanne simpáticamente. - Embora eu tenha tido um certo gosto pessoal em fazer isso … Kukuku. - Quanto ao pedido de ingresso ao bando a morena apenas ria mais um pouco com a situação. - Bom… Algo me diz que não tenho muita escolha, eu honro minhas promessas afinal de contas. - Jeanne claramente se referia à sua aposta com Rimuru, ela havia perdido então deveria se juntar ao bando, mas é claro que Ria poderia interpretar isso da forma que desejasse desde que ela não tinha conhecimento de tal acordo.

O jovem detetive então se aproximava da morena de uma forma forçadamente fria, o que até a divertia um pouco. - Você não é o único que sabe atuar um pouco. Kukuku - Respondia Jeanne enquanto começava a ouvir os três pedidos de Rimuru. - É claro, uma derrota é um derrota, acompanharei vocês por um tempo. - Era sua primeira resposta logo em seguida pegando o dinheiro e assentindo com a cabeça por fim escutando a terceira e última pergunta. - Quantos metros?... Acho que uns 3 ou 4, por q… - A fala de Jeanne era interrompida por uma epifania que lhe vinha à cabeça no momento em que vizualizava as asas de Rimuru. - Kukuku, você não faria isso, faria? - Nenhuma resposta vinha do celestial que apenas pedia para que a morena aguardasse, e quando ia falar com sua aprendiz, Rimuru podia notar que Ria estava conversando com Emma.

- Hehe, então você conseguiu perceber? - Dizia a felina com o peito estufado e passando o indicador por debaixo do nariz como se o estivesse empinando. - A Emma é uma das maiores detetives do mundo! Fico contente que tenha notado, junto comigo a Emma tem a shishou e… - Ela parava olhando para Alfred um pouco confusa. - Aquele cara ali! - Sua atuação até que era convincente para uma completa amadora, talvez a noite no barco dos artistas tivesse feito algum efeito, e assim que via seu mestre se aproximando a mink demonstrava alguma alegria. - Shishou! A Emma fez tudo certo?

Depois de ter respondido ou não tanto Emma quanto Ria, Rimuru finalmente apanhava os pertences que havia pedido mostrando ambas as máscaras para que sua aprendiz escolhesse. - Hmmmm, essa daqui! - Escolhia Emma uma máscara branca com adornos vermelhos e orelhas de gato. - A Emma sempre quis ser uma gata. - Dizia a felina sem nem ao menos perceber o que havia dito mais uma vez concordando com as instruções de seu mestre que já tornava a falar com o ruivo.

- Haha, dessa vez eu vou ter que passar, meus dias de aventura já acabaram. Mas tente aproveitá-los no meu lugar. - Respondia Alfred. - Sem problemas. - Dizia ele com uma cara de paisagem quanto ao último pedido como se fosse a coisa mais normal do mundo, e de fato era, vale lembrar que Alfred havia rebatido um golpe de Skrýmir com extrema facilidade, e se o gigante azul conseguiu não havia motivos para Alfred ser mal sucedido.

Após receber o rifle de volta e tudo que desejava só restava a Rimuru esperar, Alfred não entendia muito bem o motivo de levar o espadachim, eles não se conheciam, não sabiam as habilidades um do outro, apenas suas proficiências em combate, mas o ruiva preferia não questionar, afinal toda ação de Rimuru até o momento vinha com um plano, plano este que o médico se colocava à seguir. Quando via a aproximação do ruivo Dk tentava se defender, mas antes que sacasse as katanas ele era rapidamente golpeado em pontos específicos e desconhecidos em seu braço que lhe tirava os movimentos, ao ver aquilo Ria tentava reagir mas antes mesmo que se armasse Jeanne prendia sua foice entre a sola e o salto da bota. - Eu não recomendaria isso, Capitã ♥️♪♫. - A cena se seguia e Alfred pegava tanto Dk quanto Rimuru de jeito dando um giro completo e arremessando-os ao ar.

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- Acho que é isso. - Comentava Alfred enquanto limpava o sangue do canto de seus lábios olhando para Fanalis. - Eles não devem demorar muito, enquanto isso que tal eu dar um jeito nesses ferimentos? Você não devia nem estar se aguentando em pé, tem realmente muita força de vontade. - E enquanto Jeanne saía para comprar suprimentos, Emma brincava com sua máscara e Yue permanecia sentada recuperando o fôlego, Ria era tratada cuidadosamente enquanto aguardava o sucesso de Rimuru e Dk.


Assim que alçavam voo Rimuru não perdia tempo e logo abria suas asas segurando também Dk que praguejava em silêncio fazendo assim com que ambos planassem, ou melhor, caíssem… Com estilo. Toda aquela poluição visual que o fogo e a fumaça traziam consigo já não estava mais presente e os dois agora conseguiam ver o belo horizonte enquanto continuava a cair para cima cada vez mais alto até o momento em que iniciavam uma descida controlada pelo celestial que pousava exatamente de frente para o Timão que já tinha o velho capitão afastado por Dk que já havia recuperado o movimento das mãos e dava rumo até o porto ao mesmo tempo em que quase que por impulso participava de um dueto com Rimuru.

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Ao fim da canção todas as atenções estavam direcionadas ao detetive mascarado que anunciava sua chegada como o fim dos marinheiros ao mesmo tempo em que se apresentava na forma de um pirata. Para sua surpresa no entanto todos da marinha já se encontravam mortos, alguns sem cabeça, outro mutilados por serem usados de escudo e arremessados diversas vezes, e por um em especial que parecia usar um uniforme diferente com uma enorme poça de sangue o rodeando, quem lhe esperava em fato era uma loira alta e robusta que relembrava o povo bárbaro que o detetive provavelmente havia lido alguma vez em sua vasta biblioteca quando mais novo.

- Quem diabos é você?! Não vai levar nada se não sua alma até o inferno! - Bradava a loira passando uma aura aterrorizante na mesma intensidade em que havia feito para com Will e uma vez, mas neste momento completamente direcionada até Rimuru. O jovem detetive iniciava sua argumentação para convencer Illya que era pega desprevenida quando West era citado, de fato eles tinham Tj, mas em uma situação tão grave o ruivo que não estava presente era completamente esquecido, olhando brevemente para trás a loira podia ver que William, seu companheiro estava em um estado crítico, e cerrando ambos os punhos e dentes a escudeira que a pouco havia perdido seu escudo concordava ainda que com uma certa resistência e raiva. - Muito bem! Mas que fique claro que este navio é nosso, e não de vocês criaturas voadoras. - Por pouco a vida de Rimuru estava salva, e ele agora podia relaxar mais um pouco.

Chô dava suas ordens e Auster assentia com a cabeça logo adentrando a embarcação, Illya por outro lado parecia não escutar nem um pouco, a loira tinha preocupações maiores visto que Chô parecia não ligar muito para a situação de West. Apanhando o chapéu de Will no chão e se dirigindo até o espadachim uma voz bem fraca podia ser ouvida.

- Eu falei que era o melhor espadachim do mundo.

- Certo certo. - Respondia Illya com um sorriso de felicidade pelo fato de Will ainda estar bem o bastante para, em sua cabeça, dizer bobagens. - Agora tente não falar muito para não morrer, senhor melhor espadachim. Vou te levar até algum quarto. - No momento em que ouvia isso West concordava achando que seria auxiliado a andar, mas o que a escudeira fazia na verdade era levar Will em seus braços como se esse fosse uma donzela recém salva do perigo, assim que chegavam em um quarto que parecia ser o aposento principal da embarcação, ou seja, a sala do capitão, era claro que Illya estava tentando ser cuidadosa, mas seu jeito bruto e indelicado à impedia um pouco de simular empatia de forma que apenas largava West na cama despertando-o mais uma vez devido às dores latejando mais forte.

O jovem dizia para Illya retornar afirmando que ficaria bem, mas tudo que a loira fazia era sentar bruscamente no canto da cama olhando para o chão. - Não seja estúpido, o Urso sabe se virar sozinho, ficarei aqui até chegarmos nesse tal médico. - William já não tinha mais preocupações, seu oponente estava derrotado, os marinheiros haviam caído, Chô derrubara o homem vindo do céu, e finalmente seus ferimentos seria tratados a qualquer momento, os olhos do espadachim agora sem peso nenhum iam fechando lentamente tendo as costas de Illya como sua última visão antes de cair em sono profundo.

Enquanto isso Chô descia até a Canhoneira buscar Tj que que parecia feliz em ver o urso bem. - Chô! Como foram as coisas? Estão todos bem? - E para a felicidade do ruivo as palavras de Lotus não significavam nada menos do que o sucesso. - Que bom, Illya me pediu para ficar aqui caso precisássemos de uma fuga rápida, que bom que não foi necessário. Uhn… O que é isso que está segurando? - Perguntava o ruivo que recebia uma resposta quase que imediata daquela cena desagradável. - Eu vi da onde ele veio, aquele gigante azul o arremessou do porto até aqui, parece que algo o derrubou por lá também, será aquelas belas moças que estavam com ele? - concluía Tj enquanto subia a embarcação acompanhando de Chô.

Em meio a isso Rimuru se aproximava aos civis que a esse ponto já estavam agrupados apontando-lhe as armas e despindo os aparentemente mais bem vestidos, estes que tinham suas roupas combinando com um casaco branco de detalhes de ouro com um calça preta simples no entanto elegante, o homem era um rapaz relativamente jovem de cabelo médio castanho utilizando óculos, a mulher utilizava-se do mesmo acessório e apesar de ter o mesmo tipo de blazer fazia questão de mantê lo com um decote provocativo finalizando seu visual com uma saia. Escutar do celestial a palavra revolucionário também não era a palavra mais agradável, afinal nobres eram um alvo muito bem alvejado pelos revolucionários o que deixava os civis um tanto quanto relutantes, no entanto ao ver aquela cena bizarra de Chô dançando e cantando com uma cabeça e tudo isso agravado pelo fato do urso não ter aptidão para cantar somado à uma letra maravilhosa, Salva Mãe Rússia! estranha fazia aquelas pessoas quererem sair dali o mais rápido possível mesmo que tivessem que confiar em um inimigo. O último ato de Chô era a gota d’agua e quando a cabeça era jogada até os braços de Rimuru os civis entraram em pânico pulando até a canhoneira e partindo o mais breve possível.

Rimuru notava que o percurso que a Canhoneira cheia de reféns salvos tomava era diferente da embarcação, e parecia que aquelas pessoas queria se certificar de que não encontrariam mais os piratas ao dar a volta na ilha e atracando pelo outro porto. Feito isso não demorava muito e o navio logo chegava até o porto onde Ria, Yue, Emma e JEanne embarcavam na mesma hora deixando Alfred para trás que apenas sorria com seu sorriso desleixado de sempre.


Assim que todos entravam a bordo não dava nem cinco segundos e Illya já saía de dentro dos aposentos 100% putaça de sua forma bruta e simples perguntando apenas por uma coisa. - Qual de vocês é o médico?

- S..Sou eu. - Respondia Yue meio exitante, a escudeira por outro lado não respondia nada, apenas se dirigia até Yue com passos pesados empurrando quer que estivesse na frente ou seja, Ria, pegando Yue por suas roupas e a arrastando até o quarto de Will onde assim que via os ferimentos dos espadachim a médica já começava a entrar em ação sem nem mesmo acordar William antes.

Tudo já parecia definido e por mais que algumas coisas ainda precisassem ser esclarecidas, como por exemplo quem diabos havia acabado de sequestrar Yue ou o por quê de Rimuru estar segurando a cabeça decapitada do Dreadman, Dk dava partida na embarcação em direção a Reverse Mountain enquanto Fanalis podia observar à uma certa distância algumas embarcações da marinha se aproximando à estibordo.

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptySeg 9 Jul - 15:01

Eu sou um Panda Vermelho!



É difícil descrever o que sinto, como se fosse uma mistura mútua de raiva e ódio com uma certa ternura e melancolia, as coisas simplesmente aconteciam a frente de meu focinho cujas quais eu nem ao menos podia ponderar, meus questionamentos e raiva latejante pareciam nem fazer diferença sobre o que estava acontecendo, a forma como qual meu companheiro se encontrava depois de uma batalha, Illya demonstrava sua preocupação agindo com e para Will, era notável a forma como esta demonstrava seu afeto, rústico e resoluto, era uma guerreira notável, eu sorria ao vê-la com seus cuidados exagerados, queria ter o mesmo capricho e o mesmo dengo que esta para que eu pudesse estar lá, queria poder dizer que me preocupava mais, isto claro, mas eu o conhecia a mais tempo, tinha certeza de que ele iria sair dessa rápido, e em meio a tantos problemas e a preocupação de me situar naquele meio caótico pediam mais atenção, minha mente ainda sadia, mesmo que pouco, tentava trabalhar para manter a segurança daquele pequeno grupo, nós, dois homens, um urso e duas escudeiras; eram tantas coisas para fazer e eu ainda tinha de  me preocupar em manter o vício saciado, senão, a loucura profunda a beirar meu ser, desencarnando de minha razão e sensatez.

“ Ele vai ficar bem Illya “ Queria poder tê-la dito, assim como queria poder ter feito mais para impedir aquele seu estado deplorável, não é como se eu estivesse agora me banhando de glória, na verdade, a amargura destes feitos só me traziam um vazio que eu estava ciente de que só fá-lo-ia aumentar, mas penso a respeito da possibilidade de ter intervido emocionalmente, tê-lo pedido para tomar mais cuidado, no fim, só queria poder conseguir manter todos a salvo, estava a colocar o peso das decisões erradas em minhas costas, pois sei que se tivesse feito, ou ao menos tentado, mas também que assim só teria soado desonroso para o espadachim, quem sabe, no fim de todas as coisas, ele só estava querendo uma luta de verdade e atrapalhá-lo só tirasse a honra e glória de sua vitória justa.

Fitava o brilho do céu, aquela temperatura amena a ser tomado pelo calor incômodo, o cheio de fumaça banhando os ventos, carregavam as cinzas e brasas de muitos feitos, podia ouvir aos uivos do vento um turbilhão, o que havia acontecido de fato naquele porto? TJ me contava sobre um gigante que arremessara o homem de dread, cujo qual, agora tinha sua cabeça as mãos daquele pequeno anjo, eu não conseguia montar a história toda em minha cabeça, mas ouvia as poucas informações que indagava o ruivo, conseguia formar de fragmentos curtos e termináveis a moldar uma grande história de coincidências e batalhas, pois quem quer que tenha chegado no barco, sentia que estes tinham certo envolvimento com o ocorrido no porto, isso explicava a grande fumaça e a chegada inesperado do homem ao convés, penso que estavam em outra batalha antes de resvalar ao gume de minha lâmina, isso explicaria seus ferimentos já presentes ao corpo.

“ Um gigante, um homem de Dread e um barco da marinha, essa história está cada vez ficando mais complexa, temo que tenha participado de um espetáculo ainda maior e não pude aproveitá-lo 100%, o que houve de fato naquele porto? “ Sabia onde encontrar minhas respostas, embora, relutante em fazê-lo, a tomar palavra com aqueles que se apropriavam do rumo do navio, eram inimigos ou aliados? Como eu poderia estar parado enquanto tomam direção do navio que lutei tanto para tomar? Aquela voz me aluminara, tornou minha consciência ao presente como um estalo a acordar meu espírito, tamanho foco em manter a segurança de meus companheiros e eu nem me dava o trabalho de perguntar ou questionar quem estava a embarcar. “ Tomarei a sensatez dessa vez, todos compreendem esse momento como uma oportunidade para descansar, com um ferido e uma médica do lado deles quem sabe uma luta não seja a melhor hipótese, rogo que resolvamos isso quando todos estiverem sadios... “ E dessa vez vi Illya, preocupada o bastante para buscar a médica por si mesma, postar-me-ia a frente daqueles que rumassem a impedi-la.

– Deixem os caprichos para depois, acertarmos as coisas, definir o que vai ser disso tudo, por mais que eu quisesse puxar minha arma e apontar para o primeiro de vocês e interrogá-los, compreendo que não seja o desejo de ninguém aqui ser hostil, espero para resolver as coisas quando todos estivem bem e juntos – Voltei ao meu estado de normalidade, ou talvez fosse apenas efeito da bebida em meu sangue, acalmando-me os nervos, procurei pela minha bolsa, aquela mesma que carregava todos os meus pertences recém-comprados na loja do senhor que vendia tudo, cujo qual me dera todos por um preço bem justo, queria tentar esconder meu orgulho naquele pequeno instante, que sorri de canto de rosto, sentindo-me um gênio dos negócios, a alma de toda boa compra girava entorno da lábia e da pechincha, e aparentemente, eu era mestre nisso.

Iria caminhar pelo convés, colocando minhas coisas a alçar em minha cintura, todas naquele pequeno espaço organizadas com todo meu capricho e dedicação de mãos gigantes e peludas, eu via certa dificuldade em futuramente manejar aquelas substâncias, afinal, contava com meu descuido e força além da conta para quebrar uma daquelas peças de material frágil. Cantarolava quieto em minha cabeça, já que a turbulência havia passado e agora me sentia mais aliviado em saber que Will seria tratado, tinha resolvido minhas diferenças com o grupo e, até determinado momento, não tínhamos entrado em conflito, embora, também não tínhamos chegado a um consenso, lá se me ia a catar corpos pelo convés como flores do lírio ao campo, espelhavam-me a uma garotinha correndo a vasta mata, catando as que lhe agradassem, reunindo-as em seu delicado palmo a formar um buquê, e diferente de mim, colhia seus cadáveres, mas o que quero dizer era que pra mim aquilo se tornara tão normal quanto, passando a mão por estes, rasgando-lhes as vestes buscando por algo de valor, ou até mesmo suas medalhas e armas eram postas a uma pilha concentrada no meio co convés, esperei que ninguém que questionasse sobre as ações, na verdade, a selvageria e maldade naquele ato eram nulas para mim, afinal, com o fim do saque os corpos seriam arremessados ao mar, dá-los de comida aos meus deuses e aos peixes marinhos que um dia também farão parte do ciclo, mas deixei-vos apodrecer nas águas salgadas, aquele momento de sossego para todos, poderiam tomar as decisões que quisessem para ocupar o tempo, e eu encontrava minha tarefa, limpando minha bagunça, colhendo as cascas dos frutos que, não só meu, como também de meus companheiros, deleitamos.

Mas quem sabe agora me classifiquem como uma criatura, de fato, cruel e insensível, pois me ocorre a imoral reflexão e ideia que fustigam os olhos dos justos, pois não basta estarem mortos, iria me certificar de que todos tivessem o devido reconhecimento mesmo após a morte, fá-los-ei serem lembrados depois de todo o esforço de tentarem conter minha cólera, na minha cabeça isso era o ato mais nobre que podia se ser feito ao meu alcance, todos iriam ouvir e cantar canções sobre os bravos marinheiros que enfrentaram, um dia, a máquina de matar Russa, e essa fama se construiria por eles mesmos, pois assim, arrancar-lhes-ia as cabeças, de cada um dos 20 soldados da marinha que estavam jogados por aquele convés, passaria por cada qual, tateando vossos corpos e tomando-lhes tudo que fosse de valor, assim, o corte preciso e limpo em seus pescoços com alguma arma que eu achasse pelo convés, senão, a minha própria.

– Vocês lutaram bem, contem ao mundo e suas famílias o que fizeram, pois não foi em vão, creio que um dia os esforços de vocês serão reconhecidos, que a marinha saiba desse dia e reconheça que é preciso vingar todos vocês, senão, compreenderemos que esse é mesmo o lado errado da justiça para se estar, o que fariam suas almas contorcidas a perceberem que a justiça cujo qual protegem é falha e lhes abandonaram? Eu espero que não, desejo por todos vocês estar errado, vão e contem-lhes suas histórias! –


Murmurava para mim à colher cada cabeça, arremessar-lhes-ia ao mar, mas diferente dos corpos, as testas dos homens desenharia o símbolo da minha terra natal, para que saiba quem sou, para que saibam que eu ainda estou vivo e que aquele país nunca teve, de fato, um fim.

“ Veja o que estou fazendo, eu espero que esteja feliz em criar esse monstro que sou, pois se não fosse por você, eu jamais poderia matar soldados da marinha pela qual você tanto lutou, meu querido amigo Stalin... Que sua amarga alma apodreça no inferno até que eu esteja ai, para que possamos sofrer juntos nesse fogo ardente! “

Pegando a cabeça daqueles ao palmo felpudo, não me importando em sujar-me daquele virgem sangue inocente, após o desenho vago utilizando minha garra do indicador para macular a testa daqueles, iria arremessá-los em direção ao porto, deixaria que as águas e as lembranças carregassem suas cabeças para permear a justiça, suas próprias forças para que pudessem falar, mostrar ao mundo o que fiz e me condenar pelas minhas ações, mas diferente de todos, o sargento era o único que eu haveria de deixar ainda intacto, do jeito que Will o havia deixado, não moveria seu corpo um centímetro sequer, além de deixar sua espada no mesmo lugar de antes para que o novo dono pudesse pegá-la ainda virgem e digna de seu novo portador.

– Esse sargento foi morto pelo homem que está lá dentro, ele ficou a beira da morte para fazer o que fez, então não ousem tocar nesse corpo ou nessa arma, somente cabe a Will decidir o que fazer, e eu vou respeitar a honra de meu companheiro nem que tenham que passar por cima de mim –

Reconheço que não matei todos aqueles marinheiros, mas com o sargento havia de ser diferente, havia algo naquela aura que me fazia relutar em me aproximar e tatear seu corpo com minhas patas sujas e desonrosas, tinha sido uma luta justa e limpa, mas minha podridão estava tamanha a correr o risco de corromper aquele cadáver, não cabendo a mim ousar cingi-lo com meu execrável ser. Continuaria meus atos, a recolher os pertences e arremessar as cabeças conforme o barco seguia, quem sabe eu fizesse uma trilha para que a marinha nos seguisse, para que soubessem para onde fomos depois de tudo. Estava indiferente enquanto fazia aquela colheita, ainda mais austero do que o comum, a quem me fitasse talvez pudesse achar que era fruto de um ritual sagrado de uma religião, mas na verdade estava só a alimentar meu sadismo, ou talvez fosse tão mais profundo e metafórico que nem eu conseguia entender, algo que se fixa na teleológica matéria, inalcançável e impalpável ao plano físico.

Assim que terminasse minha limpeza, não só arremessar e lotear os corpos, mas como também jogar água no convés e esfregar, iria utilizar minha imaginação para isso, buscaria por um balde e uns esfregões que haveriam de ser comuns em barcos como aqueles imaginam que homens da lei gostavam de ter suas embarcações limpas, senão, iria buscar por alguma bacia ou recipiente para que eu pudesse carregar água, pegando esta do reservatório ou da própria pia caso tivesse alguma pela embarcação. Se não houvesse um esfregão, de fato iria consagrar minha aptidão em resolver problemas e meu elevado grau de imaginação, posando meu torso sob o convés e usando minha pelugem para limpar o sangue enquanto escorregaria e jogaria água pelo caminho a banhar meu caminho para que eu pudesse conseguir escorregar.

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– EU SOU UM PANDA VERMELHO! –
Diria caso limpasse o convés usando minha pelugem, o comentário irônico se baseando no fato do “vermelho” ser a sujeira de sangue, tentaria tornar aquela situação agradável, um humor negro, vindo de uma situação estranha e horrenda.

Eu tentei ser carismático, mesmo que a princípio pudesse parecer estranho e, dadas minhas falas anteriores eu demonstrasse um senso negativo e agressivo, na verdade eu só estava tentando manter nosso espaço, não dar tanta corda para que pudessem se aproveitar de nós como já havia feito se apropriando do barco que eu e as escudeiras demos cabo de tomar, mas se lhe confere, classificar-me como um ser bipolar, acho que a desenvoltura deste começa a engatinhar nesse pequeno instante da minha vida, mesmo eu achando que não, que meu ser só estava tentando se acostumar com a atmosfera e a presença das pessoas ali, compreendendo que teríamos um tempo juntos até que todos estivessem prontos para conversar sobre o futuro da embarcação e da aventura, tomo este para tentar me familiarizar, reconheço que meu senso de humor poderia não ter sido o melhor para quebrar o clima tenso, mas eu estava me esforçando ao máximo para fazer daquilo um sucesso, por isso, ao fim da faxina voluntária, iria me arrastar pelo convés, assim como antes havia feito para limpá-lo, de certa forma, eu estava tímido e tentava não demonstrar minha insegurança com um pouco de humor.

– Erm... ei! Algum de vocês tem comida? – Perguntaria ainda na posição, meu olhar nervoso tentando dissipar minha vergonha, olhava para lá e para cá, como se quisesse enfiar minha cabeça no convés e me esconder. Se houvesse comida e estivessem dispostos a me dar, iria levantar a cabeça, sorrindo em agradecimento, obviamente, iria fazer um aceno e lhe dizer “obrigado”, mas dispensando a etiqueta, sentaria levantando a cabeça e levando minhas mãos ao alimento e, logo depois, a minha b oca para saborear e comer vorazmente o que quer que fosse, no meu estado não poderia negar qualquer comida que fosse, exceto se fosse jiló ou gengibre, eu odeio. Se nenhum deles tivesse comida, mas algum soubesse cozinha, iria deixar por completo no chão, me virar de lado e encolher meu corpo enquanto aos poucos fechava os olhos – Certo! Me acordem quando a comida estiver pronta então... – Diria acenando a pata e tomaria alguns segundos de repouso até me lembrar de outros afazeres que estavam pendentes.

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– ESPERA! Eu tenho que ver se o Will está bem, isso! E também... AUSTER! Eu trouxe o medroso do Tj, seu namorado está a salvo – Diria levantando de súbito e buscando, com os olhos, encontrar Tj depois de tê-lo deixado ao convés, se conseguisse fitá-lo sozinho, puxaria o rapaz pela gola da camiseta, com um determinado cuidado pra não estrangulá-lo, rumaria em direção a garota que, se não estivesse no convés se familiarizando com as pessoas, estaria dentro do navio vasculhando, fazendo o que eu deveria ter feito desde cedo, caminharia pelos corredores e pelos cômodos tornando a chamá-la se não viesse a meu encontro, ainda puxando o ruivo pela gola e esperando para arremessá-lo na moça de cabelos azulados com certo desdenho em meu rosto – Certo, certo, cada um com sua companhia agora, se me dão licença, eu vou ver como está o Will – Daria as costas, deixando os dois a SOS, ou senão, ao menos juntos, considerei a ideia de fazer uma alça para carregar o ruivo em minhas costas para que da próxima vez ele não nos abandonasse no meio de uma luta, ao estilo hodor e o corvo de 3 olhos. Se eu já encontrasse o ruivo junto de sua acompanhante eu apenas daria de ombros, uma situação normal, iria apenas voltar ao meu objetivo de ver o maior problema no momento.

Iria correr até o quarto, mas de frente para esta, iria portar-me de modo formal, despindo daquele alegre e agitado que eu vim apresentando o caminho todo, mesmo minhas ações estúpidas e minha mente Russa eram capazes de compreender a gravidade da situação e que em um ambiente como aquele, o silencia era indispensável e serviria para manter as chances de meu companheiro sobreviver ainda maior, daria três leves batidas à porta, se alguém não viesse me atender eu iria correr para dentro do quarto por mim mesmo, girando a maçaneta e tentando não fazer barulho, coisa só não mais difícil do que seria passar pela porta, provavelmente ela não estaria feita sob medida para um ser anormal como eu, mas eu tentaria passar de lado, abaixando a cabeça se preciso, me esgueirando e forçando meu corpo a entrar – Precisamos reformar essas portas... – Diria se preciso muito esforço, se não, franziria meu cenho a caminhar calmo e cada vez mais perto de onde o rapaz estaria repousado, entraria ver de longe ou caminhar para perto de modo que não atrapalhasse a luz e nem tirasse a concentração da moça responsável pelo tratamento.

– E então... como ele está? Vai sobreviver? – Perguntei já sabendo da resposta, ele era durão demais para desistir da vida assim, mas só queria ter certeza para que aquele peso em meus ombros sumisse, queria dizê-lo que sua espada o aguardara, de que podia deleitar daquela glória de vencer o sargento, portanto, se a resposta para minha pergunta fosse positiva, eu iria estampar aquele sorriso de orgulho novamente em meu cenho, cruzaria os braços fitando o ocaso, pensamentos alegres me trejeitando, a calmaria, o fim da tempestade. Poderia me sentir enfim descansado, pronto para tomar o rumo mais despreocupado da situação, aproveitar o tempo livre para andar pelo navio e buscar pelas coisas que tinha, explorar os cômodos e conhecer o pessoal, ou então pedir para que o ruivo cuidasse do meus ferimentos ao invés de ficar de namoro com a mulher, penso se não foi insensato ter pedido antes para que ele me tratasse, talvez a cabeça em turbilhão, preocupado mais com os outros do que comigo mesmo, o tempo todo estive ocupado pensando em como contribuir positivamente para que aquilo tudo desse certo, não esperei um reconhecimento ou agradecimento em troca, fazia pois era meu desejo em ser útil e parte do meu trabalho dentro da equipe, e antes da exploração, buscaria novamente pelo dito cujo, esperando que ele fosse capaz de resolver meus problemas, se não, iria até perto daquela loira que estava por cuidar da situação de Will, não nos conhecíamos, portanto, chegar-lhe-ia com certa relutância – Erm... então... moça... senhorita, poderia cuidar dos meus ferimentos também? –

Na melhor das hipóteses eu sairia feliz e curado, com o braço enfaixado, muito provavelmente, devido aos ferimentos que se concentravam mais em uma parte de meu corpo, eu mal dava tempo para que a fadiga pudesse se estabelecer, eu podia sentir as dores vir com a queimação, mas não tinha um momento propriamente dito em que eu iria parar de andar, se preciso, iria até mesmo me arrastar para continuar minhas ideias, queria conhecer mais e mais, era um lampejo à minha mente poder deslumbrar aquele navio, finalmente uma embarcação para seguir até a famosa Grand Line, desbravar os perigos e tornar-me parte das histórias que contam sobre grandes piratas, aqueles que realmente são piratas e não meros revolucionários disfarçados que derrubam o governo, ajudam escravos ou coisas do tipo, aquele seleto grupo que se autointitula “Piratas do bem”.

Pensando em encontrar o lugar ideal, tornaria a e arrastar, se preciso, com a ajuda das paredes, indo para o fundo do navio e explorando cada cômodo que conseguisse, esperava encontrar mais coisas por ali, como armamentos, suprimentos ou qualquer outro bem material que seria recolhido por mim e levado até o convés alguns instantes depois, e por mais que eu especulasse haver um lugar bom o bastante para que eu pudesse ficar, já tinha em mente um lugar ideal, perfeito para alguém do meu tamanho, o cômodo do capitão, no geral, era de se esperar que o cômodo do homem responsável por comandar o navio era o maior, sua comodidade deveria ser estabelecida acima dos outros recrutas e isso fora uma coisa que nunca de fato entrara na minha cabeça, tampouco pra mim fazia estar em um lugar de luxo ou uma cama macia com cobertas de veludo, uma banheira quente a um chuveiro gelado para mim não guardavam diferenças, afinal, eu era um urso, mas eu queria aquele lugar pelo seu espaço, minha única especificação e exigência era para que houvesse um tapete felpudo para me deixar sobre, não ligando para ter que dormir no chão se a cama não fosse do tamanho ideal para que eu pudesse deitar esticado – Vamos ter que dividir essa quarto, huh! – Diria caso alguém já estivesse dentro ou se apossado do lugar, pois como já esperava, um espaço no chão para que eu pudesse me deitar estirado e uma prateleira para guardar meus equipamentos químicos era suficiente até que eu achasse outro cômodo para chamar de laboratório.

Entregar-me-ia a tão famosa fadiga, deixando com que aquelas dores musculares preenchessem meus músculos, nem considerava me limpar antes de cair de costas naquele espaço largo que encontrasse, mesmo com o peito sujo com sangue e os ferimentos enfim tratados, ao menos, nessa instante eu preferiria já estar totalmente descansado e curado, fecharia meus olhos, não os abriria até que ouvisse a palavra “comida”.

Histórico:
 


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West
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptySeg 9 Jul - 19:29



Loguetown
Pesadelo


Meu corpo doía tanto, que era difícil manter meus olhos abertos, a relutância em perder a consciência não foi o bastante, a última coisa que lembrava era de alguém pousando no barco, um anjo talvez, mas minha visão estava prejudicada, então eu poderia estar em delírio, a perda de sangue talvez tenha causado isso.


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Quando dei por min, estava numa floresta, era uma noite fria, a lua cheia iluminava o céu dando um belo espetáculo para quem estivesse olhando, eu caminhava ao lado de alguém, um espadachim, este estava a minha frente, segurando uma bela espada, quando o homem olhou para traz e deu um grande sorriso, eu pude perceber que se tratava do meu pai, ao colocar os olhos em min, ele colocou o dedo sobre a boca fazendo sinal para que eu fizesse silencio. Não sabia explicar, mas a sensação que eu estava sentido era ótima, a mesma sensação de quando saiamos para caçar, e naquele momento eu percebi que estávamos na minha ilha natal, e provavelmente estávamos atrás dos tigres amarelos.

Nos mantínhamos agachados, pisando com cuidado no solo coberto de folhas, meu pai caminhava a frente e eu o seguia por perto, eu não era uma criança, tinha o meu corpo atual, e segurava a katana negra do falecido sargento, eu podia sentir o vento frio batendo em meu rosto, e principalmente no meu torso, quando coloquei a mão no meu peito, senti algo quente, havia um corte enorme no meu busto, o sangue escorria até pingar no chão, mas eu não sentia dor nenhuma, apenas uma grande vergonha no momento em que meu Pai virou-se e começou a balançar a cabeça negativamente.

Eu tentava falar algo, mas não sabia nenhuma palavra, minhas pernas falharam e cai de joelhos, contudo, meu Pai não veio me ajudar, sua cabeça apenas balançava negativamente, e de repente era possível escutar uma risada vindo da floresta, porém, não se podia ver nada, foi quando meus olhos começaram a doer, meu corpo enfraqueceu de vez e cai para frente batendo meu peito no chão. Usando meus braços para me levantar, consegui ficar novamente de pé, mas o ambiente ja não era o mesmo, estava numa clareira agora, uma enorme claridade iluminava minha vista, era como uma grande fogueira, notava-se duas sombras, meu pai estava de costas para min, e a sua frente estava o homem que havia acabado com minha ilha e matado meus pais, Ragnar, segurando seu enorme machado, no meio das moitas e atrás das arvores havia várias pessoas, mas não podia ver seus rostos, apenas suas sombras com enormes olhos vermelhos, todos olhavam para min, me julgando pelo fracasso, eu tentava gritar que era forte agora, mas não saia voz alguma.

Ragnar olhava para min, apontando seu machado e rindo escandalosamente, aquela risada fazia meus braços tremerem e os pelos do meu corpo eriçarem, eu não queria passar por aquilo de novo, me levantando eu avançava contra o mesmo, mas antes de alcança-lo eu pude ver ele atacando e cortando o corpo do meu pai em dois, o torso caiu para esquerda, enquanto as pernas ficaram eretas, minha respiração era pesada e minhas mãos tremiam, o bárbaro olhava novamente para min – Você não honra essa tatuagem – ele falava sobre as letras ASCE que havia tatuado em meu braço esquerdo, uma lembrança da minha família.

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Eu não sabia como, mas a floresta ao meu redor começou a pegar fogo, eu sentia o mesmo cheio de anos atrás, o cheiro de carne queimando, o pior veio depois, eu conseguia ouvir pessoas gritando, e nesse tempo, Ragnar caminhava ao meu encontro, seu machado ainda pingando sangue, cada vez que uma gota encostava no solo, uma fumaça negra começava a sair do lugar, eu tentava me mexer, mas meu corpo estava paralisado, eu não podia morrer ali, eu tentava mover meu braço direito, mas nada acontecia.

Quando o homem estava próximo o suficiente de min, eu podia ver seu rosto claramente, sua barba grossa cobrindo seu rosto, aquele sorriso amarelo imundo, seus olhos vermelhos, eu jamais esqueceria aquele rosto. Pegando o machado com as duas mãos e levantando até sua cabeça, ele olhava nos meus olhos – Você e fraco West, não conseguira proteger ninguém, eu matei seus pais e você nunca irá vinga-los HAHAHA – então era o meu fim, seu golpe me mataria, vendo o machado descendo mirando no meu pescoço, eu falhei novamente com meu pai, com minha vila, eu não sou forte o suficiente.




Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO

Willian West

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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 6 EmptyTer 10 Jul - 19:36


Tão pouco conheço sobre esses estranhos que ousaram roubar a embarcação primeiro que eu, mas já os considero muito pela grande visão proporcionada para meus olhos,tantos marinheiros brutalmente espalhados pelo convés como se tivessem sido bonecos de treino arrasados sem dó ou piedade,algo que me dava vontade de rir,mas devia me segurar momentaneamente ou as pessoas poderiam criar suspeitas desnecessárias devido ao conteúdo posto em minhas mãos.

Seguraria a cabeça pelos cabelos e caminharia tranquilamente em direção a ruiva com certa expressão sarcástica,quando estivesse próximo o suficiente,arremessaria a em seu tórax esperando que a mesma tivesse coordenação motora necessária para agarrá-la,abriria meus lábios como se o que estivesse a ponto de dizer fosse uma enorme piada que procuraria me entreter o máximo possível:

-Um urso carismático me entregou isso como oferta de paz enquanto dançava e cantava uma música para espantar demônios, ririririri.Acredito que deva ficar com isso,afinal adorável capita, era você que o enfrentava,nada mais justo do que permanecer com os espólios.

Viraria minhas retinas em direção a Jeanne dando uma leve piscadinha com o olho direito e pegaria na mão de Emma com a palma limpa,para nos adentrarmos:

-Jeanne,será que poderia colocar a nossa capitã a par dos acontecimentos?Se ela não descobrir por nossas próprias palavras,não irá demorar muito para se revelar por conta própria,ririririri,mas ela queria ser Rainha dos piratas então um empurrãozinho meu deve ter ajudado um pouco,não deixe ela ir para lugar nenhum até ouvir toda a história, riririri.

Apoiaria com a palma utilizada para transitar com a cabeça sobre o ombro de minha superior dando um leve beijinho em sua bochecha com intenção de provocá-la:

-Sua colega vai ficar bem,ela foi apenas levada por uma garota bárbara que a qualquer momento poderá matar todos nós, eu me responsabilizo por isso, vá descansar um pouco em algum dos quartos ou prepare-se para sermos abordados por marinheiros,mas deixe a médica trabalhar com calma, você confia nela não é mesmo?Do contrário acho que você não merece a companhia que tem, ririririri.

Observaria com olhares vingativos e sussuraria baixinho conforme fosse me afastando:

-E meu mal humor não tem nada haver com seu comentário ofensivo lá no porto.

Se o navegador aparecesse querendo conversar,ouviria suas palavras,ele havia se comportado moderadamente bem apesar de eu sequestra-lo e o mínimo que poderia fazer,terminando de ouvir a parte que se reviriria a mim responderia enquanto afastaria minha parceira de perto dele colocando a logo atrás de mim enquanto demonstraria minhas asas:

-Esta falando dessas gracinhas, riririri, todos da minha ilha natal nasceram com uma sou de uma raça a quais vocês humanos chamam de celestiais,eu não sou capaz de voar mas sei planar muito bem devido a alguns treinamentos rigorosos de minha família,nem todos da minha especie são capazes da mesma façanha,eu até que te mostraria tal lugar mas os auto proclamados "deuses" destruíram tudo.Se servir de consolo ouvir minhas palavras eu fiz o possível para estragar seus planos,riririri,odeio eles pela suas ações quem eles pensam que são,acreditando que podem decidir o rumo da vida das pessoas como bem entendem? Falaria me referindo aos Tenryuubitos enquanto balancaria a cabeça em indignação.

Se a qualquer momento ele aparentasse tentar pegar a cauda de minha aprendiz,daria um tapa bem forte em sua mão ao mesmo tempo que separaria Emma do espadachim com sangue nos olhos:

-E de verdade se é isso que deseja saber,mas não tolerarei nenhum tipo de assédio com a minha companheira tente isso novamente e atirarei em seus países baixos abusado.

Depois de tudo isso se ele ainda me desse as boas vindas,recuperaria a compostura espanchando um leve sorriso enquanto arrumaria meus cabelos:

- E um grande prazer espero sermos grandes amigos,agora se me der licença tenho assuntos pendentes em minha cabeça.

Entraria no cômodo interno do navio,a partir desse momento visualizaria todo o ambiente ao meu redor e insatisfeito com apenas o que meus olhos poderiam ver naquele momento começaria a manusear os pertences,móveis e paredes buscando coisas que possam ter passadas despercebidas inicialmente:

-Quando se é um detetive Emma,embora nossas visões são uma de nossas melhores ferramentas elas também podem nos enganar,com isso em mente jamais crie suposições apenas através daquilo que é capaz de enxergar sempre procure algo muito além disso.

Verificaria atrás de quadros se tivesse alguns,embaixo de tapetes em busca de alçapões,mexeria livro por livro para ver se abria algum tipo de passagem misteriosa e leria seus títulos a fim de analisar os mais interessantes,bateria minha mão sobre as paredes tentando identificar algum tipo de falsificação entre elas que levaria a um compartimento secreto,investigaria dentro de vasos em busca de itens pequenos que possam ter sido escondidos e tudo o mais que estivesse por lá.

Sempre que terminasse em algum canto,colocaria todas as coisas de volta em seu devido lugar:

-A discrição é uma ferramenta útil,se não souberem que o ambiente fora vasculhado,nunca serão capazes de chegar a acreditar que você possa saber de alguma coisa.A arrogância deles poderá ser usada contra os mesmos com igual facilidade,ririririri.Vamos lá porque você não tenta procurar também?já deve ter visto como eu faço,mas vamos fazer de cômodo em cômodo juntos por segurança se encontrar algo me avise e se possível coloque em sua mochila,levaremos tudo o que pode ser carregado e iremos separar os bens entre os demais quando descobrirmos tudo.

Quando concluísse minha busca nessa área procuraria pela cozinha,verificaria seus armários para ver se havia ferramentas de utensílios,tais como panelas ou até mesmo pratos,garfos e facas para se servirmos,na ausência deles permaneceria neutro,eu também possuo tais objetos então não vejo motivos para me entristecer com algo tão desnecessário.

Verificaria dentro do fogão e se havia comida ou mantimentos que ainda podiam ser utilizados:

-Jeanne abasteceu o navio então acho que iremos fazer uma breve pausa.Tem algo que esteja com vontade de comer?

Ouviria seu pedido com atenção e reviraria meu livro de receitas e prepararia conforme sua orientação assim como uma sopa, brioches, porções de carne assada e sanduíches.

Terminando minhas atividades culinárias colocaria a refeição em pratos.Sanduíches para o navegador que deverá comer enquanto exerce sua função.Sopa para os  feridos,tal como aquele cara que havia sido carregado,Brioche para mim e Emma assim como qualquer coisa que ela tenha pedido e carne para o Urso,talvez ele seja vegetariano mas até onde sei sobre esses animais eles provavelmente comem carne.

E algo que mantinha em meus pensamentos e tentava não me precipitar era que o mais ferido e responsável pela preocupação da loira era um homem vestido de marinheiro,tinha tantos mutilados pelo chão,porque esse seria especial?será que era um membro disfarçado?ou possui alguma  informação valiosa que foi o motivo dessa invasão então o mesmo não pode ser morto?

Melhor eu não deixar a dúvida reinar sobre minha cabeça e ir resolver isso logo,mas primeiro terminarei minha refeição tranquilamente ao lado de minha gata e depois pedirei seu auxílio para levar para os demais:

-Desde que finalizamos por aqui,se importa de me ajudar a levar os pratos? entregue a sopa para Jeanne e pergunte se ela tem algum problema em alimentar o navegador com esses sanduíches,se ela se provar relutante será seu serviço Emma,apenas tome cuidado,se ele aparentar tentar te machucar pode deixá-lo morrer de fome,riririri,não se esqueça da porção de carne também para saciar aquele urso enorme.

Lembrando me repentinamente de algo exclamaria depressa antes que ela se afastasse muito:

-E sobre a conversa com a ruiva no porto,estou orgulhosa de seu desempenho,sem dúvidas eu te amo muito minha discípula riririri.Agora vá lá exercer sua tarefa.

Carregaria  os outros pratos como um garçom e levaria para o ruivo e a escudeira não me importando de ter que fazer mais de uma viagem se provar se necessário,assim como casos de repetentes:

-Não vou atrapalhar o momento íntimo de vocês,já estou de partida.

Independente da resposta sairia às pressas com uma expressão envergonhada é falsa apenas para criar um clima constrangedor para ambos.

Caminharia em direção a ruiva e entregaria o prato de sopa meio que relutante,mas suspirando no final e cedendo como um sinal de trégua:

-Sou Rimuru,meu sobrenome é apenas para os íntimos então para você será apenas isso por um tempo.Sou o maior detetive desse mundo e irei segui-la como tripulante fiel.Se iremos nos dar bem ou não vai depender de ti Fanalis Boris Ria.

Ouviria o que ela tivesse para me dizer é assentiria com a cabeça:

-Melhor comer antes que esfrie ou se torne remotamente difícil,as marés são bem imprevisíveis pelo que eu tenho lido.

Me afastaria e procuraria pela bárbara,médica e o marinheiro ferido,depositária o escudo com os pratos próximo a cama e entregaria a sopa para as duas deixando a terceira intacta:

-Vamos vocês deviam comer alguma coisa,assim que ele acordar pode alimenta-lo com aquela ali.Indicaria o prato com os dedos.Mas creio eu que ele estará fraco demais para tamanho esforço então acho que como parceira amorosa dele não haverá problemas em ser a responsável por isso,ririririri,a não ser que queira ceder essa tarefa para mim?Faria uma carinha inocente e risonha devido a brincadeira,efetuaria um salto para o lado caso fosse atacado e rolaria para debaixo da cama,aproveitando o momento para verificar se existe algo por lá.

Retiraria as bandagens de minha bolsa e correria depressa para a saída jogando o item nas mãos de Yue:

-Um presente, infelizmente é tudo que tenho com essa finalidade,quando terminar me procure irei arrumar uma cama para que consiga se acomodar.

Correria como se minha vida dependesse disso dando risadas feito um lunático,em busca dos quartos,com tantos civis como tinha visto era de se esperar que houvesse muitas camas.Quando entrasse arrumaria uma para a médica se deitar futuramente e analisaria as demais,olhando para ver se não havia rasgo nos colchões com pertences enfiados sobre os mesmos,retiraria a fronha de travesseiros para ver se nada havia sido posto em seu interior,abriria armários,cômodas ou guarda-roupas,analisaria por baixo das camas e retiraria qualquer coisa que encontrasse guardando em minha mochila até que pudesse mostrar para os demais.

Se houvesse uma pessoa escondida apontaria a arma na direção da cabeça da mesma e falaria:

-Mãos para o alto,largue o que estiver segurando e não tente nenhuma gracinha,riririri.
Histórico:
 
Feitos:
 

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Última edição por Rimuru em Ter 10 Jul - 20:22, editado 2 vez(es)
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