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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptyQui 17 Maio 2018 - 1:15

Relembrando a primeira mensagem :

Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Kaminari Dk
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySex 1 Jun 2018 - 9:59

Algo estava errado, não fazia o menor sentido, eu andava pelas ruas de Loguetown seguindo Ria para que nos mantivéssemos escondidos e não tivéssemos surpresas em nosso caminho, tentava ignorar a dor de meus ferimentos, de certa forma até conseguia, mas o que me parecia muito estranho não era isso, o que não parava de me incomodar era o fato de que nada aparecia em nosso caminho, no meu caminho para ser mais preciso, não parava de me pergunta e pensar nisso, sempre tinha alguma coisa, porque hoje é diferente, não é normal atravessar as ruas de uma cidade sem que nada interferisse em meu caminho, ficava pensativo enquanto caminhávamos por aquelas ruas.

~~ Onde estariam vocês Deuses? Que coisa estranha, estavam tão ativos até pouco tempo atrás e agora sumiram? Pretendem aparecer na próxima esquina? Na outra? Na outra? Imagino quais artimanhas estariam preparando para colocar na minha frente e impedir meu avanço, depois da calmaria vem a tempestade, só pode ser isso, algo grande está por vir, tenho que ficar esperto com eles. ~~

Não parava de imaginar onde eles estariam enquanto andava, mas surpreendentemente nada aconteceu, ninguém apareceu em nosso encalço, nem sequer um marinheiro para avisar por ai que ainda estávamos na ilha, chegava a ser estressante, essa constante corrida para conseguir burlar todas as artimanhas criadas por eles, sou apenas eu, Dk contra infinitos Deuses com poderes e pensamentos que nem eu e nem ninguém teria uma imaginação grande o bastante para compreender, só de eu poder notá-los tentando me puxar para baixo sempre que avanço em minha vida já poderia ser considerado um milagre. Minha única sorte é que eu consigo me manter tranquilo mesmo nessas situações adversas e perigosas, não deixaria transparecer o turbilhão de pensamentos que me assolavam diante de nossa situação que para mim era no mínimo desconfortável, em minha vida, sempre que tento algo maior, eles chegam para me assolar, dessa vez provavelmente não seria diferente.

Eu não gostava daquele clima tenso pelo qual estávamos passando, ao meu ver, ninguém deve gostar disso, se ao menos a Deusa da Traição não houvesse possuído Savage para que o mesmo cometesse tamanhas atrocidades, não estaríamos nesse estado caótico ao qual nos encontramos, geralmente não sou tão fechado assim, embora ainda não tivesse tanta empatia pelo pai de Yue, eu me importo com ela, espero que ela melhore logo para que saíamos dessa situação na qual adentramos, tudo que sei é que mais uma vez são aqueles malditos me testando, eles sempre fazem de tudo para me impedir de seguir meu destino, mesmo que indiretamente, tentam me afetar, mas eu não vou me abalar por isso, enquanto estiver vivo, vou continuar seguindo em frente.

De um jeito ou de outro, conseguimos chegar na mansão, algo estava bastante diferente das outras construções, eu quase conseguia ouvir um lobisomem aos fundos, ver morcegos saindo do lugar voando e um vampiro nos atendendo, não me surpreenderia, então é isso que a Deusa Do Terror esteve preparando para mim o tempo todo, uma casa mal assombrada cheia de fantasmas, por dentro, imaginava essas maluquices, mas qualquer um que olhasse para mim veria alguém determinado e calmo, sem demonstrar nada do que estivesse ocorrendo, talvez com um leve sorriso como um soldado escutando um discurso sendo feito, talvez seja só questão de tempo até que consigam perceber o que se passa em minha cabeça, talvez nunca percebam, só o tempo dirá. Quando Yue abre a porta aquele vejo aquele lugar caindo aos pedaços, tão frio quanto lá fora, cheio de corpos e sinto um cheiro vindo deles, percebo na hora o que estava acontecendo levando em conta meus estudos.

~~ Haru devia praticar medicina e fazer seus estudos aqui, então esse é o cheiro de formol que tanto li nos livros. Ou é isso, ou são zumbis esperando para levantar e nos devorar, seria isso o que os Deuses estariam preparando para mim? Melhor ficar esperto, de acordo com as histórias é só acertar na cabeça que é sucesso garantido. ~~

-Parece ser um lugar bastante aconchegante para se estudar medicina.


Falaria para Yue dando um sorriso e até que empolgado enquanto entraria e olharia para o lugar, isso sem demonstrar os pensamentos que me assombravam, jamais deixaria que meus companheiros soubessem a verdade, de como é minha vida, de como sou perseguido a cada passo que eu dou, tudo que eu posso fazer é esperar que a Deusa Da Vida não ressuscite os mortos para fazerem a festa com nossa carne macia que demonstra ainda um sopro de vida. Já duvidei da capacidade deles de me atrapalharem e isso é algo que hoje em dia não subestimo mais, às vezes até superestimo para ter certeza de estar pronto para quando vierem.

Depois de dar uma boa olhada no lugar e até tocar com minha katana em um corpo ou outro, apenas para ter certeza de que estavam mortos, enquanto Yue pegava os medicamentos e Ria também analisava o lugar, para que nenhuma percebesse meus empasses, daria uma olhada nos livros para ver se tinha algum que me interessasse, não tenho tanto interesse em medicina no momento, mas encontrar algum que fale sobre química poderia ser interessante para que o usasse em um futuro próximo e não me surpreenderia se encontrasse algum aqui. Se encontrasse, o guardaria em minhas vestes para ler futuramente e me sentaria para aguardar o retorno de Yue com os medicamentos. Quando Ria falasse sobre os corpos acordarem, já voltaria com meus pensamentos novamente.

~~ Porque ela falaria isso? Não acho que os deuses estejam possuindo ela, mas que absurdo, ela não sabe que eles realmente podem se levantar a qualquer momento, não brinque com essas coisas, não dê ideias para eles. ~~

-Tomara mesmo. Kakaka.

Falaria para Ria dando um sorriso ao olhar para a mesma e rindo de sua brincadeira sentado, Ria deveria medir suas palavras, mas eu tenho que protegê-la, não posso deixar que ela saiba o que realmente está acontecendo a nossa volta, quem ia querer na tripulação alguém amaldiçoado pelos Deuses? Interferindo em tudo que eu faço ou tento fazer, eles são piores que qualquer um por terem poderes além de minha compreensão, às vezes me pergunto como os outros não percebem isso, será que sou o único amaldiçoado nesse mundo, seria interessante encontrar alguém assim um dia desses.

Logo depois que Yue cuidasse de Ria e dela mesma, deixaria que desse um jeito em meus ferimentos, nesse tempo, tentaria ver como ela estava, ela deve ficar bem, talvez eu esteja me preocupando atoa, mas nunca se sabe, ela me ensinou como realizar os primeiros socorros, eu devo isso a ela. Perguntaria sorrindo esperando uma resposta positiva em relação à minha pergunta, isso enquanto ela cuidava de meus ferimentos.

-Você está bem?

Não sabia o que esperar de sua resposta, talvez ela se fechasse com um reles "sim" ou talvez dissesse tudo que estava sentindo naquele momento, eu não estava feliz com a situação, sabia que era minha culpa e de mais ninguém que aquilo tinha ocorrido, se eles não ficassem me atrapalhando, o velhote ainda estaria vivo. Por sorte sou um pouco mais frio que as pessoas normais, pelo menos por dentro, então tudo que posso fazer é tentar fazer Yue ficar bem consigo mesma.

Assim que Ria perguntasse, escutaria a resposta de Yue, já dando um sorriso de contentamento com o que ela falasse, não esperava muito, a Deusa Da Luxúria com certeza nos negara essas coisas, duvido muito conseguirmos algo em cima disso, mas quem sabe a tempestade ainda não tenha chegado e ainda tenhamos alguma facilidade ou regalia em nossas vidas. Se tivesse um banheiro ou algo do tipo, também tomaria um bom banho, coisa que não fazia a muito tempo, vestiria qualquer roupa que me agradasse mais no lugar e me deitaria onde conseguisse para tirar um cochilo, isso seria o que eu faria em um bom momento, duvido que algo assim seja possível, mas nunca se sabe. Logo depois de acordar, daria uma boa espreguiçada, pegaria minhas coisas e me levantaria já pensando assim que ficasse de pé e respondendo Ria aparentando também estar animado com o novo dia.

~~ Mais um dia, mais desafios desses Deuses, mas já estou acostumado, podem mandar. ~~


-Vamos nessa!

Pegaria uma bolsa, a encheria de suprimentos médicos e alimentos caso houvesse, então sairia acompanhando Ria e Yue rumo ao porto no caso de ela decidir seguir com isso, afinal, meu objetivo era chegar na Grand Line para lá realizar meu sonho, nada vai me parar, nem mesmo os Deuses que ousam tentar a cada segundo suas atrocidades, podem continuar tentando, que eu vou continuar seguindo seus malditos. Seguiria com Ria ainda esperando que lançassem suas restrições e casualidades sobre mim, o único problema é que eles são tão aleatórios que não consigo prever seus movimentos, só depois do que tiver que aparecer no meu caminho, aparecer, eu vou saber como lidar com isso, provavelmente serão marinheiros ou agentes, se forem, correria com Ria caso fosse necessários, se não, lutaria, mas não dá para saber com precisão o que nos aguarda, por enquanto vou apenas andar para o porto com as garotas aguardando para ser testado novamente com um único pensamento em mente.

~~ MALDITOS DEUSES ~~


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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySex 1 Jun 2018 - 19:25



Loguetown!
Homem x Besta II


Eu sentia a força que meu colega havia posto em seu golpe, era realmente fenomenal trocar golpes com um oponente como ele, eu sentia um fogo arder em meu interior, aquele duelo era uma chance de treinar minha mão esquerda, um bom espadachim deveria ser capaz de usar ambos os braços com a mesma habilidade – Vou mostrar que em quesito força, eu não fico para trás – trocando a katana para minha mão esquerda, sentia um desconforto portando-a, eu tenho que aproveitar essa chance para treinar, mas não passa pela minha cabeça perder aquele duelo.

Levantaria rapidamente não dando chance para uma investida daquele mink, mesmo tendo bloqueado seu ataque, sentia uma leve frustação em ter perdido na troca de golpes. Talvez o novo casaco estivesse inibindo meus movimentos, com isso eu tiraria meus braços das mangas, deixando-o pendurado em meus ombros, cobrindo minhas costas.

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Esse duelo poderia ser mais problemático do que eu havia pensado, eu não conseguia ver um ponto fraco que eu pudesse tirar proveito, mesmo já tendo visto Chô lutando algumas vezes eu sentia que ele estava diferente. Eu não poderia ser acertado nessa vez novamente, naquele breve instante minha mente estava a mil imaginando vários movimentos para poder derrota-lo, meu corpo queimava, sentia meu coração pulsando e levando força para os meus músculos – De novo contra a parede, quem diria, estou na minha zona de conforto- provavelmente não conseguiria esconder o sorriso em minha face, ha tempos não tinha um dule tão prazeroso como aquele.

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Com meu corpo ereto novamente, iria partir para cima do urso com sangue nos olhos, portando a Anzol na minha mão esquerda, eu so conseguia ver um alvo na minha frente e mais nada. Diferente do que havia feito anteriormente, não correria em linha reta, tentaria tirar proveito do peso do urso, não poderia deixa-lo ficar com uma base firme ou eu jamais iria joga-lo ao chão.

Usando daquilo que eu tinha de melhor, a minha velocidade, começaria uma investida correndo para o meu lado direito (esquerdo de Chô), quando estivesse a alguns metros atrás do meu alvo (considerando que ele ficaria parado), mudaria bruscamente minha direção indo com tudo para cima de Chô. Quando estivesse dentro do seu campo de ataque, saltaria para a direita e durante meu movimento daria um golpe com a parte cortante da minha katana no nada, ou seja, eu não queria acerta meu companheiro, o golpe seria uma mera finta, tentaria fazer com que a espada passasse perto da sua cabeça, para chamar atenção para minha lamina.

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Quando eu pousasse no lado direita, flexionaria meus joelhos para que eu pudesse ter a impulsão para um salto maior. Ainda com minha katana na mão esquerda, iria colocar meu ombro para tras formando um V com meu braço, com a força das minhas pernas iria saltar para próximo do urso, durante o salto iria dar uma estocada para cima. A estocada miraria passar próxima da orelha esquerda do urso, minha intenção seria novamente uma finta, eu queria que a atenção do meu inimigo fosse concentrada naquele falso ataque, quando o golpe principal viria por baixo.

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O ataque principal viria de outro lugar, quando minha katana passasse próxima da cabeça do urso, flexionaria minha perda direita de modo que meu joelho ficasse para a frente. Quando meu corpo passasse sobre a cabeça de Chô, deixaria meu joelho a frente para que assim chocasse com o queixo do mink. Mesmo sabendo que joelhada não era meu forte, Chô provavelmente não esperaria por um golpe que não viesse da minha katana, e esse descuido seria o que faria meu golpe acertar.

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Mesmo com a joelhada, minha intenção era pular sobre os 2,30m de gordura e pelo do meu inimigo, assim que eu caísse em suas costas, rotacionaria meu corpo em 180° para acertar um golpe horizontal em sua perna esquerda, tendo em vista, que meu pouso provavelmente se daria de costas para meu inimigo, assim meu giro seria para a minha esquerda visando acertar sua perna direita, usaria a força do meu braço esquerdo para tentar leva-lo ao chão.

Durante meu avanço inicial o urso tentasse interromper com algum ataque, eu frearia minha corrida e tentaria tomar novamente distância do meu inimigo esperando que minha velocidade fosse maior que a dele. Com minha corrida dando certo, no momento em que eu me aproximasse e pulasse para a lateral o Chô tentasse um ataque com sua katana do meu peito para cima, eu tentaria me agachar e continuar meu salto, colocaria minha katana próxima a minha cabeça para um eventual golpe com suas garras na vertical.

O urso caindo na minha primeira finta, continuaria meu plano e saltaria sobre seu corpo, todavia, se este tentasse um golpe na horizontal eu pararia minha mão esquerda na frente do seu golpe e tentaria bloquear usando minha força, mesmo não sendo habilidoso com meu braço esquerdo, queria treinar para futuros combates e aquela era uma chance perfeita. Bloqueando o golpe, usaria da minha habilidade para que eventualmente ele me jogasse para longe novamente pousasse numa posição melhor, usaria da minha flexibilidade para pousar em pé e pronto para o próximo ataque.



Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Willian West

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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySex 1 Jun 2018 - 20:17


Marinheiros são todos iguais,sempre dizendo que precisam de provas ou motivos razoáveis para ajudar um necessitado,mas nenhuma medida precisa ser tomada para que eles destruam sua ilha natal por benefício próprio.

Demonstrando essa imagem ilusória de mocinhos e benevolentes, vendendo sua aparência para as massas ocultando suas reais intenções.

Não no meu turno sargento meia tigela se pensa que vim despreparado e que não sou capaz de ver sua verdadeira face é porque ainda não reconhece o potencial de um grande detetive.

Embora irei me limitar um pouco pois desde que meu sucesso em relação a esta estimada negociação está praticamente certo, tenho algo mais importante é que pede por minha atenção com uma urgência diferente:

-Desculpa por isso grande sargento, ririririri. Falaria ocultando meu desgosto pela sua pessoa com uma aparência alegre e sorridente digna dos ensinamentos de Kuja Acontece que ela é um pouco tímida e seu jeito autoritário e olhares profundos tendem a amedrontá-la um pouco,até porque como uma figura da paz você não parece esconder sua arma muito bem,embora acredito que faça isso de propósito.

Envolveria a minha parceira com um abraço por trás depositando minha cabeça por cima da sua, acariciando a com leves movimentos gentis de minhas mãos:

-Sem necessidades de se sentir nervosa koneko-chan, eu acredito que você seja capaz, se não conseguir pensar nisso de si mesma, então acredite em mim, que acredita em você.Tudo vai ficar bem enquanto estivermos juntas.

Voltaria minha atenção para Yama revistando minha mochila a procura de um objeto em específico:

-Em relação a prova que necessita tenho uma aqui comigo,claramente que não iria gastar o tempo daqueles responsáveis por manter a ordem nas ruas desde que os últimos dias tem sido caóticos.

Pegaria o jornal deixando na página certa em relação ao anúncio do evento, entregaria para o homem esperando que aceitasse sem excitação comentando por curiosidade:

-Ironicamente tanto como material necessário para comprovar minhas palavras sobre nossa glamourosa apresentação, este pedaço de papel também pode afirmar o motivo de nossa preocupação.

Esperaria conseguir sua atenção enquanto me expressaria um pouco agitado e incerto, fingindo estar com problemas de verdade:

-A Ruiva que invadiu a mansão dos Mallone é Metza a garota que anda descalça mesmo nesse clima gelado e devastado pela frente fria causando discórdia por onde  caminha.Loguetown não parece tão segura como diziam ser.Uma pequena que aqueles recrutas prodígios não estejam mais por aqui para poderem me apoiar.

Fico realmente inconformado com esta notícia,se pessoas famosas como eles fossem tapeados devido ao meu plano,certamente que seria bem melhor aproveitado.

Aguardaria o marinheiro analisar o documento e garantir sua veracidade exclamando com um tom de satisfação:

-Sei que pode ser difícil mesmo que uma pequena ajuda mas iremos tentar ter como público quase toda a população do local, espero que consiga convencer seus superiores.

Agora apenas para dar um agrado e fisgar esses interesseiros irei usar de uma tática comercial  que vejo como muito efetiva por sinal:

-Alem disso em momento algum,pensei em cobrar de marinheiros que irão nos prestar serviços, certamente se estiverem dispostos a fazerem alguma doação ficaremos contentes no entanto tudo que pedimos é seu apoio e quem sabe divulgarem para seus conhecidos e familiares para podermos agregar uma diversão sem igual.

Esfregaria minhas mãos em meus ombros com uma expressão gélida, fingindo estar congelando de frio, o que não acho que seria difícil na presente situação:


-Mas que tal decidirmos tudo lá dentro,apontaria para o edifício, nós aceitamos esperar no saguão como foi sugerido.Ahhh e se tiver alguma história interessante ou até mesmo empolgante por favor sinta-se livre para me contar, estou escrevendo um diário com coisas que cativam meus pensamentos.Nunca se sabe o que pode ser utilizado como tema de um espetáculo nos dias atuais

Ouviria com atenção fazendo pequenas anotações mentais e dirigiria a palavra para a felina:

-Hey Emma fique a vontade de pedir qualquer coisa para comer,eu irei ficar apenas com um copo de leite quente se possível.

Caminharia bem próximo com um olhar determinado e demonstrando um pouco de fúria reprimida chegando bem próximo de nosso anfitrião cochichando em seu ouvido:

-Nada de alcoolico ou prejudicial a saúde dela está me ouvindo!?ou teremos uma pequena conversinha riririri.

Assim me dirigia ao interior do quartel se me fosse permitido seguindo o sargento por não ter tantas informações sobre o local.

Claramente que alguém tão dotado quanto eu seria capaz de interpretar meu caminho,só que desde que teria alguém para me mostrar não vejo porque desperdiçar meu intelecto com coisas tão fúteis.

No momento em que chegasse ao refeitório pediria para Emma com educação:

-Poderia solicitar um copo de leite quente para mim?pegue o que quiser,se formos cobrados por isso diga para se comunicarem comigo e não deixe ninguém te pressionar,se as coisas apertarem ou estiverem desconfortáveis me chame.

Sei que deve ser difícil para ela não ter nada definido para fazer além de me acompanha na presente situação,no entanto este lugar sempre me foi perigoso então espero que ela seja paciente apenas por esse tempo, tenho certeza que irei ser capaz de fazê-la ter muitas outras participações depois disso.

Se o sargento ainda estivesse por perto fitaria ele com um olhar de “lembre-se do que eu disse”.

Sentaria em algum lugar que pudesse acomodar tanto eu e minha parceira onde realizaria minha segunda refeição matinal assim como tentaria ouvir possíveis conversas ao redor enquanto Yama ainda não retornasse com respostas.


Objetivo da aventura:
 
Histórico:
 

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySex 1 Jun 2018 - 23:22




Fito-o resvalar – Will o montador de barril, ou gorila, caminharia austero até minha posição inicial, compreendi aquele momento como um recomeço, desacreditado, voltei de semblante inerte, estava concentrado demais para perder o tempo com garbos e caprichos triviais. Vi-me indo até lá, não pensara em outra coisa senão na própria batalha, esvair-me-ia formas de contra golpes, pensava agora, com foco total, noutra forma de atacar, meti a mão na outra bainha, deixara de portar uma para dobrar este, minha maestria com duas mãos quem sabe fosse vir a calhar, nunca teste lutar com duas, para ser sincero, cogito ao simples, mas dar-lhe-ei tudo que tenho Marimo, penso que logo estaremos rogando aos mares um oponente que nos castigue, sentir o gosto amargo da derrota, componho minha alma apenas de glória, mas zelo por poder sentir o medo fustigar-me a alma, vexado, um dia no fundo fosco da derrota pendendo aos ombros do meu ser, para assim, ascender a alvorada do espírito.

Acompanhá-lo-ia com o canto do olhar, o tenaz rapaz investia, insistindo naquele módulo de combate preso, era automático, via-o seguir, pensara em coisas e isso eu mais do que ninguém tinha noção, ele trabalhava, se esforçava para tornar algo real dentro da cabeça, mas passara tanto tempo imaginando em términos que não cogitava a começos. Na pata esquerda eu insisto em aluminar seu rosto, não aprendera a se posicionar de modo correto, portanto, uso do mesmo golpe mesmo que este não funcione duas vezes contra o mesmo cavaleiro, testo-o.

Não tardo, vendo-o avançar pelo lado, recuaria então antes que chegasse mais perto, em diagonal para que pudesse trombá-lo durante o movimento, ou quem sabe, momentos depois, no entendo, pende a arma para o lado, caindo sobre o solo realçando ao branco que preenche o relento, busco erguer aquele camada atirando-a sobe o rapaz, usaria tanto a pata quando a arma para tentar empurrar a neve sobre este, agora, com a lâmina livre enquanto a outra ainda tentaria resvalar a luz sobre o rosto deste, quem sabe, a neve pudesse proporcionar algum atraso, dessa forma, tê-lo-ei sob minha custódia, tempo é o que me anseia, busco-o para retardar aos movimentos, ele pode conseguir defender das minhas investidas, mas por quanto tempo consegue fazê-lo antes que seu ataque falho resulte numa grande abertura?

Não me gabo, passa em minha mente a ideia que transparece superioridade, no entanto, sou tão soberbo quanto, ignoro aos pretextos, tento executar meus movimentos, não busco preliminares, assim que minha ideia estivesse em prática, funcionando ou não, danço com o ritmo da sinfônica, carregara as lâminas ao redor do corpo enquanto traçaria o espaço que nos divide, rodopio, demonstro minha graça, como uma pétala caindo ao vento deixo este guiar-me pelo campo, transcendentes lâminas cortando, o giro vinha atribuindo grande potência a estas, dessa forma, tentaria acertá-lo enquanto rodopio, cortes vindos de diversas posições, afinal, porto, ao todo, quatro armas, sendo elas, duas patas que em pequenos intervalos que trocariam de posição para tentar acertá-lo durante o giro, além das lâminas.

Do meu ataque farei minha defesa, em giro, busco proteger-me e afastá-lo, batendo com a parte na cortante da lâmina, e assim, busco também rebater aos movimentos deste caso haja.

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySab 2 Jun 2018 - 19:58

Capítulo 2.2 - Na iminência da partida

Uma boa conversa havia se iniciado entre TJ e Auster, realmente era uma hora agradável para tal e a escolha por iniciar um diálogo despretencioso com a garota se mostrara ter sido, de fato, um sucesso, o ato de ajeitar o cabelo atrás da orelha parecia tê-lo deixado estranhamento atônito, realmente aquele jovem médico parecia não ter muita experiência com mulheres, na verdade, todas suas tentativas anteriores haviam sido fracassadas no passado, exceto por Nix, uma mulher que havia conhecido em Conomi Island, mas agora ele estaria mais perdido que minhoca no galinheiro.
"Essa mulher não é deste mundo, como ela sabia que um dos meus pontos fracos é colocar o cabelo atrás da orelha?! Sem contar a retaguarda... espera, o rosto também... tem também o jeito... a inteligência... *pausa do pensamento*... olhando bem, de frente ela também atingiu meu ponto fraco... peraí, eu sou cheio de ponto fracos." Não aguentaria e soltaria uma boa gargalhada ao perceber o quão tolo havia se tornado.
- Desculpe-me pela risada, é coisa da minha cabeça, não se assuste, deve ser o nervosismo pelo plano que vamos executar, você não está nervosa também? Diria isso para tentar disfarçar o real motivo da risada.

Realmente aquele jovem médico, desde que não esteja em combate, ainda se mostraria ser um simples garoto, conhecendo o mundo e essas aventuras o fariam crescer exponencialmente como ser humano, embora não seja de forma tão positiva em todos os sentidos, enfim, não se importaria com isso, talvez em sua mente, o que ocorria era um pequeno esquecimento da brutalidade do seu passado e o redescobrimento de seu sorriso verdadeiro, estava feliz por estar com aquelas pessoas, se sentia em casa e, ao ver Chô e Will saírem para um pequeno duelo, um chama em seu coração, clamando por força e poder, acenderia, era sabido que a Grand Line não era brincadeira e ele tinha que se tornar um espadachim de valor.

- Então, acabei me interessando pelo seu passado, na verdade de vocês duas (olhando para Illya no momento), isso não tem relação com as batalhas, é mais questão pessoal, gosto de conhecer as pessoas, acho que uma proximidade me ajuda principalmente nas situações mais complicadas.

Sua fala seria sincera, realmente naquele momento, talvez pelo desejo de ser alguém forte o suficiente para proteger, estava pensando em como alcançar o poder, então a amizade, não naquele sentido "bonitinho" da palavra, mas sim naquele de confiar as costas aos seus companheiros em batalha, poderia ser a forma mais direta e rápida para a personalidade do espadachim, seu foco, embora muitas vezes confundido com "desejos próprios", era totalmente em ser útil aquele bando que estava se formando.

- Acho que comecei errado, talvez seja melhor contar um pouco de mim antes de querer que vocês me contem sobre vocês, claro, se quiserem. Caso Auster e/ou Illya demonstrassem interesse em saber, continuaria a falar, caso contrário, pediria uma cerveja e perguntaria se elas aceitavam.

- Não vou me delongar muito, em resumo, eu tinha uma família muito bonita, meus pais eram médicos e se dedicava ao máximo em ajudar o próximo, acho que acabei herdando esse desejo e por isso me preocupo tanto em ajudar aqueles caras lá fora, mas infelizmente eles foram assassinados de forma brutal por um bando de piratas e por isso eu resolvi caçá-los para me vingar, é bem provável que eles estejam na GL, aí acabou que no caminho eu conheci aquele panda gigante e durante uma batalha, conheci o Will também, agora queremos seguir em frente, por isso nos interessamos tanto no plano de vocês.

Novamente a sinceridade em suas palavras estariam claras, queria ganhar a confiança delas, afinal, estavam próximos de entrar em uma batalha perigosa, então a confiança seria algo importante de conseguirem, nem que fosse o mínimo.
"Uma coisa eu sei, se depender de mim, a Auster não vai sofrer um único arranhão, lutarei e matarei quem for preciso, não sei porque, mas ela já é alguém importante para mim."

- Agora é a vez de vocês, pode ser? Diria com um sorriso simples no rosto
Tentaria fazer com que o diálogo fosse duradouro e agradável, o ambiente não era dos melhores, mas ali o que estava em jogo era o início de uma confiança e em algumas horas, suas vidas seriam colocadas em risco, não tinha motivos para temer a morte, afinal, o que havia de precioso para o ruivo até aquele momento já não se encontrava neste mundo, mas também sabia que se ficasse vivo, muitas coisas interessantes o aguardavam, então o melhor era sair com sucesso nessa empreitada, então após o fim do diálogo, caso esteja próximo ao horário de sair:

- Bem, acho que está na hora não é verdade? Vamos lá buscar aquelas galinhas de briga e partir para o plano.

Sairia da taverna em direção aos seus companheiros, sua intenção? Partir para a próxima aventura!
Legenda:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptyDom 3 Jun 2018 - 2:51

Os piratas da ruiva: 02


Ria e Dk


O trio havia chegado em um lugar que parecia tão sombrio quanto um filme de terror,era estranho e sua atmosfera não era nada convidativa no entanto era o melhor que poderiam ter, naquele momento, os cadáveres certamente ali iriam causar um desconforto não havia algo mais sombrio do que o constante lembrete da mortalidade que ali havia, se aquela era uma escola para que outros médicos pudessem ser formados ou não era difícil dizer tudo o que a dupla sabia é que dessa vez se tratava de um lugar diferente e se Yue havia os levado para esse local, talvez tivesse um significado, algo que talvez fosse simples de entender, já que Haru havia sido cruelmente sido eliminado, não poderia levá-los para que pudessem se recuperar em um lugar mais conhecido.

O local mal iluminado era perfeito para que pudesse estimular a imaginação de Dk e Ria que permaneciam ali naquele local por um tempo, até que Yue pudesse voltar com os instrumentos para que pudessem cuidar de seus ferimentos e a brincadeira da garota naquele ambiente com o rapaz paranóico com a suposta perseguição que os deuses tinham em querer tornar a sua vida mais difícil o faria cogitar até mesmo que a deusa da vida pudesse trazer de volta aqueles corpos se fosse provocada ou tentada o suficiente.

Uma vez que a loira pudesse voltar com os instrumentos esterilizados para que pudesse ajudar a tratar os ferimentos que ainda estavam abertos ou que não tinham sido tratados de forma completa, as mãos de Yue estavam geladas, ainda mais do que os instrumentos metálicos que ela utilizava e naquele momento, mesmo com a brincadeira da ruiva enquanto estava sendo tratada, era possível ver que apenas um tímido sorriso seria capaz de aparecer em seu rosto, o mesmo que ela apresentaria a Dk, quando tivesse acenado com a cabeça com um sinal de positivo para afirmar que “ estava bem”, no entanto era realmente difícil para que o rapaz pudesse acreditar, que ali ela só não estivesse tentando fazer com que não adentrassem mais no assunto devido a perda ainda ser muito recente.

Mais ao fundo, pela porta onde vocês me viram sair há dois quartos e ao fundo há um banheiro...Não são as melhores acomodações, mas pelo menos há água quente e alguns cobertores para que possam dormir confortáveis… Devem haver também algo que vocês possam usar caso precise de roupas limpas…

A voz de yue ainda era um pouco fraca e levaria um tempo para que ela pudesse dizer em meio as pausas para respirar tudo que ela precisava dizer, ainda assim era um tom doce e acolhedor que mostrava que por mais que seu coração estivesse machucado a luz que havia dentro de si ainda não havia se apagado, apenas estava mais fraca e precisava de um tempo para que pudesse se recuperar, talvez pela sua própria natureza não fosse a vingança que pudesse acender novamente a chama que um dia já havia brilhado com intensidade em seu peito mas a própria presença dos dois e a apresentação a novas perspectivas através dos grandes sonhos aos quais ambos tinham poderiam ser o seu caminho para a salvação.

Yue mostraria o caminho para os dois e o corredor que os levaria para os quartos e o banheiro não tinham um visual mais agradável do que o local onde eles estavam a pouco mas não era nem de longe um lugar ruim, apenas tinha um clima que poderia deixa-los um pouco desconfortáveis, a loira adentrou um dos quartos onde ela tentou dormir e descansar até o dia seguinte.

Quando adentrassem nos quartos poderiam ver três camas, sendo possível que dormissem todos em um mesmo quarto, ou escolher por deixar alguém sozinho em um dos quartos que haviam disponíveis,  haviam alguns cobertores e travesseiros para que todos pudessem dormir confortavelmente e assim pareceu ser o rumo que o grupo ali tomou.

Durante a manhã pareceu ao grupo que o tempo descansando sería ali positivo a todos, a própria Yue parecia levemente mais disposta do que estava no dia anterior e isso poderia ser bem claro pelo modo como ela estava um pouco mais pró-ativa para ajudá-los a pegar alguns suprimentos médicos para que pudessem levar consigo, o clima estava bem frio, algo que não era ruim para ambos que agora tinham como se proteger dele, ainda que ventos bem fortes pudessem causar certo desconforto, as dores de seus corpos agora com o devido tratamento não estavam mais tão intensas e pelo próprio clima frio, teriam uma vantagem de não ter muitas pessoas nas ruas, enquanto caminhariam para a parte portuária para realizar o primeiro de seus objetivos ali, se o trio queria seguir em direção a grand line teriam de se preocupar com o seu meio de transporte e sem que houvesse dinheiro como piratas não haveria muitas outra opções, teriam de pensar em como roubariam um bom barco para que pudessem enfrentar a  famosa Reverse mountain.

Enquanto estivessem caminhando para o porto não teriam obstáculos maiores do que a temperatura para enfrentar, a pouca movimentação era ali positiva ao trio pela maior parte do percurso e as novas vestes eram muito uteis para que pudessem se misturar melhor a população, por mais que também os destacasse um pouco, nesse horário haviam vários barcos comerciais sendo carregados de mercadorias e imediatamente deixando o porto, fazendo com que rapidamente grande parte dos tripulantes pudesse deixar aquela região, enquanto eles estavam se aproximando, no entanto caso eles olhassem para o mar naquele momento, poderiam ver algo muito distinto no limite de sua visão, algo que parecia ser uma gigantesca sombra de pelo menos 9.75 metros ao horizonte em um navio grande, o único detalhe que seriam capazes de ver ali eram a pele azulada do ser que poderia faze-los pensar se estavam tendo algum tipo de alucinação ou algo similar, caso nunca tivessem visto um gigante, poderiam ser levados a pensar ali também, na grande oportunidade que um navio capaz de suportar tal ser poderia ser, uma vez que ele pareceu que aportaria dentro de algum tempo ao qual não poderiam dizer com total exatidão, pela velocidade irregular com que o navio se aproximou do porto.


Rimuru

As palavras de Rimuru ali para o sargento haviam sido reconfortantes, por mais que parecesse dificultar o caminho ao pedir uma boa base para que ele pudesse trabalhar em convencer seus superiores, na verdade era ali a melhor oportunidade ao qual o maior detetive do mundo poderia pedir aos céus o rapaz era intimidador de seu próprio modo, mas havia ali demonstrado graça e frente ao que ele havia dito, seria possível ver inclusive o homem relaxar levemente a sua postura, enquanto poderia guiar a dupla até o saguão.

-Bom, como você é novo na cidade, talvez nunca tenha ouvido falar mesmo da lenda que percorre o anjo da morte, pra ser sincero com você se eu mesmo não a tivesse como uma das rivais, poderia até mesmo pensar que talvez fosse exagero de meus companheiros, por isso em um primeiro momento havia pensado até mesmo que era lenda urbana, sabe? Celestiais não são muito comuns e em um primeiro momento eu pensei que não passava de preconceito mas… De fato há um motivo para que ela não tenha subido ainda de cargo, inevitavelmente, todo o grupo que completou duas missões com ela em seu esquadrão no terceiro trabalho encontrou um fim inexplicavelmente trágico, alguns viveram para contar a história, se é que viver com ajuda de aparelhos, possa ser chamado de vida… Enfim, é como se ela fosse a própria emissária de morte, ou como se ela a circulasse, dentro desse QG eu nunca havia visto alguém que pudesse escolher por vontade própria estar em uma missão com ela, então esse grupo a ter levado como parte de seu próprio esquadrão foi uma benção para nós que permanecemos...Eu sinto pena deles de certa forma mas, quero ter fé que a maldição não é mais que lenda urbana e que eles possam superar isso… Acho que acabei falando muito...  Vou ir falar com meus superiores.

O rapaz falava em um tom entusiasmado em uma narrativa tranquila e gostosa de se ouvir e ali havia muita informação que poderia ser útil a Rimuru naquele momento, já que ele queria montar um diário com o máximo de informação que pudesse usar possível, de certa forma não havia levado tão a sério a ameaça apresentada por um jornal que não era oficialmente publicado pelo governo mundial, uma vez que a tal
“Ruiva”, não havia sido mencionada em algo além do que parecia ser um jornal local, por ter nascido naquele local no entanto poderia reconhecer as localizações e a história lhe pareceu coerente, não pela lábia ou grande atuação de quem havia lhe dito a história, mas pelo próprio Yama ter fé, em algo que talvez viesse a se arrepender depois.

A dupla havia ficado ali sozinha por um tempo onde Emma ouviria seu mestre dar-lhe a autorização para que pudesse ir até o refeitório para pegar algo que pudesse lhe despertar desejo e isso a animou, ficando bem visível pelo modo como suas orelhas se posicionavam naquele momento, eles não tinham uma liberdade tão grande para transitar pelo próprio QG, mas facilmente conseguiriam chegar até o refeitório sem que alguém pudesse lhes barrar naquele momento e quando chegaram lá, eles teriam uma visão que talvez pudesse surpreender a Rimuru e certamente havia surpreendido Emma frente a não só a estrutura ser atraente aos olhos como o próprio aroma ao qual era emitido pela comida que ali havia.  O chão era coberto por um piso branco bem limpo, assim como parte da parede onde haviam alguns  azulejos diferentes ornamentados que formavam ao fundo o símbolo da marinha, haviam diversas mesas bem grandes com bancos que haviam sido feitos para que várias pessoas pudessem se sentar em uma mesma mesa, havia também algumas destinadas a um número menor de pessoas que provavelmente eram destinadas a esquadrões ou grupos pequenos que poderiam usar do refeitório como centro de planejamento e o mais interessante, havia uma fileira onde alguns marinheiros pegaram bandejas, talheres e pelo menos um copo e poderiam seguir por um sistema de self service com os mais diversos tipos de comida e bebida para que todos os possíveis gostos pudessem ser satisfeitos, timidamente ali a companheira do pequeno detetive pegaria uma bandeja onde ela pegaria não só o leite quente que havia sido pedido a ela, como também pegaria dois pequenos brioches, sendo um para ela e outro que ela havia pegado para que pudesse tentar agradar o seu mestre, como uma surpresa junto a um copo grande de um suco com a coloração rosada, sendo provavelmente melância.

A mink havia se sentado e pegado o que ela havia separado para si, empurrando a bandeja para Rimuru.

-Shishou, eu achei que talvez pudesse gostar de comer alguma coisa, pareceu tão bonito!

Diria ela com uma voz inocente, enquanto levou ambas as mãos para que pudessem abrir o próprio brioche para revelar o recheio que havia ali, que até então era um mistério a ela se era doce ou salgado, um barulho estranho aconteceu e quando ela terminou de abrir uma surpresa havia se relevado.
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Um aroma inegualavelmente único havia sido liberado, quase como se ali fosse uma bomba de aroma ao qual ela havia liberado apenas pelo olfato era possível naquele momento ali ambos pudessem ser levados ao paraíso que seus sentidos poderiam levar e não só  a dupla, como todo o ambiente naquele momento pareceu olhar para a mesa da dupla para ver o que eles haviam pego que continha tal odor tão chamativo e imediatamente, foi possível ver a fila se enchendo onde todos os marinheiros queriam poder pegar o brioche que timidamente não se destacava dentre tantas outras opções, mas que revelava-se uma surpresa imensa a todos.

Emma acabaria não resistindo e colocaria tudo de uma vez na boca e era possível ver através do rubor que ocorreu em sua pele e na alegria que extravasava pelo seus olhos que aquilo era a melhor coisa que ela havia experimentado em sua vida, ficando inclusive aérea por alguns momentos caso pudessem falar com ela, se Rimuru pudesse em algum momento achar uma reação exagerada e acabasse por provar, seria pouco provável que  a combinação entre o sabor e  a forma como o aroma transformava aquela experiência em única não pudessem mexer profundamente com seu paladar em uma experiência que definitivamente transcendia a capacidade humana dentro de um prato. Tivesse ele provado ou não, o sargento viria, dessa vez segurando uma pequena folha de uma planta ao qual nenhum dos dois poderia identificar, onde ele acabou a aproximando do nariz como se fosse um hábito seu, ele tinha um sorriso no rosto a sua presença em si ali se destacava.

-Boas notícias ao teatro. Eu consegui a aprovação de meu superior direto e uma grande parcela da força será direcionada para que possa incentivar o projeto que vocês trouxeram a cidade! E… Esse cheiro… Eu não acredito que eles serviram aquele brioche que eu fiz que foi um fracasso… Enfim, desculpe a distração, quando estiverem prontos o esquadrão estará esperando do lado de fora, infelizmente não vou poder fazer parte da primeira ronda, já que  eu vou ter de arrumar a bagunça que houve na cozinha para que pudessem servir isso…

O rapaz tinha um tom forte e inspirador, a primeira parte do plano da dupla havia sido um sucesso e eles conseguiriam ali a escolta que desejavam em um número que talvez fosse até maior do que poderia esperar, era notável que o orgulho do homem estava sobre o seu ofício muito mais do que sobre o seu cargo ao ter um prato que ele considerava um fracasso servido no refeitório, no entanto era de se espantar se aquele prato que era considerado algo ruim pelo rapaz era capaz de levar os sentidos de qualquer um ao mais pleno êxtase, qual seria o nível que o rapaz era capaz de trazer em seu máximo potencial, algo que talvez ele pudesse acabar sabendo, caso perguntasse diretamente ao homem ou a algum outro marinheiro antes que pudesse se dirigir até a entrada do QG em relação a Yama era que ali, ele era considerado apenas o nono em um ranking de chefs que almejavam se tornar o próximo cozinheiro chef e que a anormalidade trazida em seu prato vinha do uso de seu conhecimento em toxicologia para que pudesse criar pratos únicos ao usar de venenos em pequenas dosagens que tinham um efeito medicinal, notável pela energia de quem comia sua comida.


Caso se dirigissem ao lado de fora, poderiam ali ver que havia pelo menos 50 marinheiros os esperando onde um responsável pelo esquadrão se apresentaria.

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-Yo, vocês são as duas que devemos escoltar? Por favor nos guiem até o local onde se encontra a sua trupe do teatro que ajudaremos com os preparativos.


O rapaz de cabelo alaranjado e caninos afiados havia ali se apresentado a eles, onde esperariam por uma boa resposta para que pudessem acompanhá-lo, a menos que ele pudesse sugerir algo extremamente suspeito, seria bem provável que  o homem guiaria aos demais do esquadrão junto a ele para a missão, ao se olhar para o rapaz ele não parecia ser muito forte, por mais que o elevado número de medalhas em seu uniforme pudesse apontar o contrário.


Tj


Diferente dos outros dois que eram movidos pelo orgulho, outro pecado pareceu reger Tj, por mais que ele fosse tímido demais para exteriorizar isso de outra forma, mais do que batalhas o que interessou mais ele naquele momento eram as garotas que haviam ficado “ a sós” com ele, conversar pareceu um destino muito mais agradável do que assistir os dois marmanjos e logo não teriam eles a paz para que pudesse aproveitar de momentos como esses, se fossem seguir o plano. Ele havia dado uma risada se divertindo e o olhar de auster na direção de seus lábios naquele momento era clara ao rapaz e até mesmo a illya, que por um momento revirou os olhos. Frente a pergunta Auster respiraria fundo, enquanto se debruçaria levemente pela mesa com um olhar um pouco distante.
É difícil não estar, toda a idéia se baseia em uma informação que nós não temos a plena certeza… Eu só espero que a proteção realmente seja fraca.

Diria a garota em um tom um pouco tenso, só assim voltando o olhar a Tj que perguntou  a ambas mais informações e naquele momento tanto ela quanto Illya se entre olharam e pareceram resistir a idéia de contar mais sobre si sem que pudessem saber de algo e felizmente Tj havia se prevenido a isso ao contar a própria história, ou pelo menos o que havia de mais relevante a se contar. Illya havia começado, mesmo que fosse a pessoa mais carregada, parecia que aquilo pesava-lhe no peito e talvez falar pudesse aliviar um pouco.

-Eu sempre fui um pouco molecona quando eu era mais nova, mais alta que a maior parte dos meninos da minha idade, também mais forte que a maior parte deles, isso tornou difícil para que eu pudesse ter amigos e ainda mais que me vissem como uma menina e eu pudesse ter um par romântico… Mas havia esse menino que havia sido especial para mim… Esse menino que plantou diversos sonhos de futuros que eu gostaria de ter tornado reais, eu cultivei e reguei  com meus esforços e escolha mas… Tive tudo isso tirado de mim por um homem, que sei que está a caminho do farol e eu ainda tenho uma chance… Eu não sei se tirar a vida do homem que tirou o que eu tinha mais importante vai me trazer prazer, se vai aliviar esse sentimento dentro de mim mas… Eu só vou saber quando puder esmagar o pescoço dele com as minhas botas.

Illya falaria em um tom profundamente sombrio, em um olhar distante, mostrando que mesmo nela havia um lado mais doce e feminino que um dia já existiu, que talvez ainda possa existir, não havia muitos detalhes mas eram o suficiente para que ele pudesse entender que ela tinha um motivo que para ela era muito forte de seguir pelo caminho da pirataria inclusive, se isso pudesse amansar um pouco  o estigma que ela levava consigo. Auster naquele momento colocou a mão sobre o ombro de Illya e então contaria um pouco mais sobre si.

-Eu não tenho um motivo tão bonito quanto Illya, na verdade se estou aqui hoje é por ela ter me salvado em uma situação onde eu vi que não haveria mais chances para que eu pudesse viver… De certa forma eu tenho uma dívida com ela que eu quero conseguir pagar a ajudando em sua própria ambição mas eu tenho o sonho de também viajar sobre a grand line, ideais da marinha ou dos revolucionários me levariam anos para que eu pudesse explorar, enquanto seguir um grupo como o de vocês poderia me fazer conhecer o mundo enquanto ainda sou jovem.

A garota falaria em um tom fofo, enquanto olhou nos olhos de Tj para contar, tirando a mão do ombro de Illya que levantou-se da mesa de forma brusca, o horário estava apertado e com isso, Auster e Tj acabariam também levantando, onde encontrariam a dupla do barulho ainda em meio ao seu combate.

Cho e Will
Por mais que talvez ficasse claro que em um combate sério ambos teriam chances iguais, não parecia ser o suficiente para os dois companheiros que continuariam seu duelo amigável a vantagem em um mero movimento que não determinaria o sucesso do combate parecia difícil para que o rapaz pudesse deixar o Mink “ levar a melhor”, para ele certamente a vantagem viria do fato de suas novas roupas limitarem seus movimentos o que em sua cabeça teria uma lógica difícil de dissuadi-lo a pensar diferente, tentou ver algum ponto fraco, algum costume ou algo que pudesse lhe dar uma vantagem mas era estranho. O urso que agora era o seu oponente era difícil para o rapaz reconhecer, mesmo que tivesse lutado ao seu lado e isso poderia ter ali trazido um pouco de confusão ao rapaz.

A estatura de ambos em algumas situações poderiam ser vantajosas, assim como havia sido ao ursídeo em um momento anterior e assim como o moreno planejou mudar as posições entre quem estava na vantagem e quem estava na desvantagem, seu plano era usar do peso do urso como uma vantagem para si as razões eram simplórias para que se precisasse de maiores explicações e o rapaz preparou-se ao colocar-se propositalmente no que parecia ser uma posição desvantajosa ao usar de seu lado não dominante naquele combate com a gana de que poderia tornar-se um lutador mais completo ao usar de ambos os lados de seu corpo.

Cho naquele momento testaria o rapaz ao aplicar a repetição de uma mesma tática contra o rapaz que poderia não ser um cavaleiro de ouro, mas não pareceu que funcionaria duas vezes um mesmo segmento, não pelo rapaz ter se prevenido apropriadamente contra a luz que houve a tentativa de novamente ser usada para que pudesse limitar o seu campo de visão para que criasse uma abertura mas, pela sua rápida movimentação havia se frustrado tal estratégia.

O plano do rapaz moreno estava completamente arquitetado em sua própria cabeça e quais seriam os seguimentos de suas ações para o combate no entanto, em meio ao contorno que buscou fazer para que pudesse executar sua finta, o urso respondeu ao seu movimento com um próprio onde planejou interceptar o rapaz de completar o seu percurso e ele o faria ao colocar-se de modo que o rapaz poderia ser vítima de sua própria velocidade ao encontrar a gigantesca muralha que era Cho, este que se enaltece de uma postura de alguém que se considerava superior ao seu oponente e nesse momento frente a primeira finta do rapaz ao qual um choque de golpes era esperado e até mesmo procurado pelo Mink não aconteceu e mudando a própria postura de sua perna em um formato similar a um arco ali ele se impulsionou, em uma estocada que dada a diferença de altura que havia entre ambos e o modo como West havia colocado a própria postura, tornaria ali difícil para que se aquele fosse um golpe real determinar em qual parte de seu rosto poderia ser o alvo .A confiança quase mecânica do urso, que tinha em mente usar dos subterfúgios de seu próprio ambiente era ao mesmo tempo que uma grande vantagem, uma grande fraqueza, pois no momento em que ele havia girado em um movimento que poderia ali ser de extremo perigo para Will caso este não tivesse mudado após a sua finta por completo a sua postura, mesmo que não tivessem utilizando o lado cortante e naquele momento o golpe havia passado direto pelo rapaz ainda que não fosse sua real intenção em sua ofensiva, ali houve a oportunidade de ouro que ele esperava que will havia usado por completo, quando levou seu joelho ao queixo do panda em um movimento que desafiava qualquer lógica que o espadachim poderia ter usado ali, ele não tinha técnica, tão pouco a precisão para tornar aquele golpe em algo que pudesse machucar algo além do ego naquele momento em que o urso daria alguns passos para trás, impossibilitando que o rapaz seguisse com o plano de saltar por cima de seu oponente naquele momento, este que não deixava por menos, a postura em que o rapaz se encontrava, e o fato de ter se colocado em desvantagem ao usar sua espada com uma mão que não tinha o perfeito domínio, permitiria que em meio aos delicados passos onde o Mink fazia de sua defesa o ataque em uma dança de espadas continua em movimentos bem harmonizados pelo seu próprio estilo de lutar colocaria seu oponente sobre a pressão onde ele pensaria ser sua zona de conforto, na arte de manejar uma espada, no entanto antes que a técnica pudesse se completar e realmente o som das espadas se chocando pudesse acontecer um som os interromperia, esse seria o Som de TJ junto as outras parceiras para o plano que teriam a seguir, uma voz se destacaria e essa seria Ilya.

- Hoy, se vocês tem tanta energia para gastar assim, se foque no plano, não temos muito tempo.


Diria a mesma em um tom um pouco bruto que ali naquele momento era capaz de fazer com que o duelo tivesse de ficar para outra hora, caso quisessem ainda roubar o navio. Ali no entanto, haviam dois pontos altissimos em meio ao combate, nenhum dos dois poderia se considerar plenamente superior ao outro pois onde um pode aproveitar a glória, momentos depois daria a vez para o outro, ambos limitavam-se por conhecerem um ao outro a não serem tão letais como seriam com inimigos, portanto qualquer julgamento que ambos pudessem ter em suas próprias cabeças sobre o nível do outro poderia estar errada, mas se havia algo que poderia talvez para Will impactar mais é, que através do espírito das lâminas e do ressoar dessa sinfonia que para muitos se torna um vício poderia ali verdadeiramente reconhecer alguém e ali não havia motivo para que ambos não pudessem sentir-se orgulhosos. Agora que o grupo estava reunido, teriam de tentar realizar qualquer passo de preparação que pudessem ter no menor tempo possível para que pudessem se dirigir ao porto afinal, se havia algo de valor dentro do navio, seria melhor que eles pudessem chegar antes que pudessem desembarcar.


Histórico:
 




Citação :
Deixei o esqueleto pronto da parte do Tj referente a parte do bar, assim que eu acordar eu vou dar o ultimo edit com as coisas restantes para que ele possa montar o post, já que inicialmente pelo local diferente eu preferi  a abordagem de fazer essa parte do bar dele  a parte.

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Última edição por Alipheese em Seg 4 Jun 2018 - 15:53, editado 2 vez(es)
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Fran B. Air
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Anime-se Yue! Aparece Um Gigante No Porto!

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- Vamos dormir no mesmo quarto. -

Falaria sorrindo e da maneira mais acolhedora que conseguisse assim que visse como eram os aposentos, eu estava preocupada com Yue, por isso tentaria passar a noite próxima dela, seria melhor estar ao seu lado naquele momento para caso tenhamos qualquer complicação durante a noite. Talvez minha mera presença já ajudasse nesse momento de dor pelo qual ela passava. Logo depois de me ajeitar, deixaria duas camas em um dos quartos para dormirmos no caso delas estarem em quartos diferentes e me deitaria já imaginando se quando acordássemos Yue estaria um pouco melhor depois de descansar de tudo que passamos. O importante para mim seria sempre me manter presente e mostrar que ela pode contar comigo sempre que precisar, essa é a imagem como líder e capitã que quero transparecer. Assim que deitasse, fecharia meus olhos tentando ter um bom e curto descanso, pois precisávamos nos preparar para mais um dia.

Acordo dando uma boa espreguiçada levantando meus braços para cima e contorcendo minha coluna para aliviar o estresse de meu corpo, parecia que eu havia dormido pouco, mas tinha dormido como uma pedra, não acordei sequer uma vez e olha que tenho um sono bastante leve, já fazia algum tempo que não tinha uma boa noite de sono. Ainda me lembro de meu último cochilo onde ficava dormindo e acordando inúmeras vezes, afinal estava em uma rede naquele navio barulhento de Savage onde pessoas passavam de um lado para o outro fazendo todo tipo de coisas, principalmente se organizando para aquele plano maldito que não resultou em nada mais que traição e na morte do pai de Yue. Pensando nisso já ficaria com a face enraivada, mas logo me controlaria dando uma olhada para ela com um sorriso no rosto ao lembrar que ao menos ela está bem fisicamente. Mas mesmo assim, tentaria dar mais uma olhada para ver como Yue aparentava estar emocionalmente, analisaria suas expressões faciais agora que dormiu um pouco.

Eu sempre gosto de tentar ajudar meus companheiros em momentos como esse, por sorte, eu não me abalo tão facilmente, por isso acredito ter forças para animar e elevar o astral de Yue que para mim está bem abaixo do normal. Tudo bem, acredito que o principal agora é dar tempo ao tempo, tenho certeza que logo ela vai voltar a ser a médica divertida e tímida que eu havia conhecido e convidei para minha tripulação, é um novo dia, tudo pode mudar de uma hora para outra. Olhando para ela, acho até que Yue melhorou um pouco em relação ao dia anterior, então pensando no que estaria por vir, daria uma boa olhada pela janela para ver como estava o clima.

“Tudo vai dar certo, é um novo dia e... Espera, é de manhã... Parece ser mais cedo do que quando fomos dormir, não... Calma... Quer dizer que...”

- O QUÊÊÊÊÊ? DORMIMOS O DIA TODO E A NOITE TODA? HAHAHAHAHA –

Gritaria aos prantos e daria uma gargalhada percebendo que tínhamos perdido um dia inteiro dormindo sem fazer nada, é verdade que a luta contra os Mallone tinha sido desgastante, mas eu não sabia que havia sido tão cansativa assim. Bem, parando para pensar, ficamos correndo de um lado para o outro, nos enchemos de ferimentos, derrotando diversos inimigos e ai minha querida companheira sofreu aquele trauma. Eu nunca dormi tanto, mas também nunca passei por tanta coisa em tão pouco tempo, quer dizer, um mês atrás meu maior esforço era capinar a terra para plantar arroz, agora são lutas atrás de lutas, o mais incrível é que estou adorando essa vida de pirata com Dk e Yue, seria ótimo conhecer novos companheiros, quem sabe eu não encontre alguns em breve.

Eu tentaria não me desesperar agora, bastava manter a calma e pensar nos fatos, tudo que sabia sobre o exterior da clínica era que havia se passado um dia desde que tudo aconteceu. O que posso imaginar é que a marinha teve um dia para se organizar depois do atentado. Me perguntaria o quão organizados eles estão, se sabiam que ainda não havíamos deixado a ilha e coisas do tipo. Eu sei que quando alguém comete crimes como os nossos, geralmente os marinheiros colocam uma recompensa pela cabeça da pessoa, talvez já sejamos procurados, aí teremos que não só nos preocupar com a marinha e os agentes, mas também com caçadores de recompensas. Diante das conclusões que estava chegando, começaria a dar um sorriso e uma leve risada pensando nisso, ainda mais quando a ficha caísse do que poderia estar acontecendo, afinal, esse era um dos meus objetivos, se eu quero me tornar a Rainha dos Piratas, é mais do que óbvio que precisarei de fama pelo mundo todo.

“Talvez sejamos procurados...”


- Hahahaha. Estava pensando aqui comigo mesma, acham que eles colocaram recompensas pelas nossas cabeças? Consigo até ver, "Yue, A Médica Demoníaca". Hahahaha. –


Perguntaria para Yue e Dk alegre assim que ficássemos reunidos na sala pouco antes de sairmos quando estivesse tudo pronto, mas focando meu olhar principalmente em Yue, afinal minha preocupação com ela ainda não havia se esvaído, não tinha certeza se ela ficaria feliz com tal informação, mas quem sabe não dou uma animada em nossa médica. Em toda minha vida, esse era um dos maiores dramas pelo qual já havia passado, sempre fui bastante alegre e normalmente conseguia transmitir isso paras as pessoas, mas essa situação estava complicada, já vi coisas ruins acontecerem antes, mas elas sempre aconteciam comigo já que normalmente eu sempre fui mais sozinha, era a primeira vez que uma pessoa próxima à mim havia ficado nesse estado de tristeza, por isso não sabia bem como animá-la apesar de estar tentando do meu jeito, eu já perdi pessoas próximas e sei o quão difícil pode ser superar tais coisas. Depois de pegar minhas coisas, saía do lugar com Yue e Dk pensativa sobre o que fazer a partir daquele momento.

“Como ajudar Yue? Deve ter um jeito de conseguir que ela esqueça um pouco o que aconteceu e se anime.”


O que eu havia feito e falado até agora não tinha sido tão efetivo como eu queria nas tentativas de animar Yue. Bem, ainda tem várias coisas que eu posso tentar para ajudar, ela já me salvou diversas vezes tanto em combate quanto fora dele, assim como eu a ajudei e essa era novamente a minha vez. Era isso que ficava me perguntando enquanto andava rumo ao porto como havíamos planejado.

Enquanto andávamos e eu pensava em como resolver as coisas, percebia que não existiam muitas pessoas na rua, mas mesmo assim eu tentava nos manter mais escondidos, sem chamar tanta atenção, sempre andando por lugares com o menor movimento possível afinal eu sou uma ruiva com cabelos que chegam até a altura de meus joelhos e carrego uma foice maior do que meu próprio corpo nas costas, não éramos um total exemplo de descrição, se alguém estivesse nos procurando sabendo especificamente de nossa aparência e me notasse, provavelmente sacaria na hora quem realmente somos, o importante seria sermos rápidos nessa caminhada.

Andando para o porto, percebo outra coisa além da neve caindo sobre nossas cabeças, a fome que me assolava, não tínhamos um pedaço de pão sequer e já fazia mais um dia que não comíamos nada, a situação estava preocupante. Meu estômago roncava só de perceber como eu estava, eu tinha uma sensação de fome já à algum tempo, mas só depois de andar um pouco essa sensação começou a realmente fazer efeito e me dar a necessidade de comida, diria para Yue esperançosa enquanto colocaria minha mão direita sobre minha barriga.

- Tomara que consigamos algo para comer no porto, estou cheia de fome! –


Já tínhamos feito aquele caminho antes, nada era necessariamente novidade no lugar, tanto que conseguimos andar tranquilamente pelas ruas de Loguetown, apenas o frio parecia poder ser um fator interveniente, mas era facilmente impedido de me causar algum mal graças ao agasalho vermelho que eu havia pegado. Tanto que conseguimos chegar no porto sem maiores dificuldades. Chegando lá, notava aqueles mercadores abastecendo seus barcos, nada fora do comum, precisávamos de um navio mais resistente que aquela canhoneira velha que conseguimos em Conomi, um pequeno barco mercador não seria muito melhor que nosso navio atual, até que vejo algo que me chama a atenção em relação à todo o resto, fazia com que eu simplesmente parasse de andar e ficasse admirando sua grandiosidade com os olhos brilhando e um sorriso quase que psicótico de tanta animação, era grande em tamanho, meio azulado e estava se mexendo, ao primeiro olhar diria que era algum tipo de gigante ou algo do tipo. Eu começava a me perguntar o que era aquilo no momento que via aquela coisa grande vindo na direção do porto em um navio bem melhor em relação aos outros, talvez perfeito para usarmos para chegar na Grand Line, mas aquela coisa ainda me intrigava, quem sabe não fosse algum tipo de rei dos mares estranho, nunca tinha visto tal monstruosidade. Entretanto sua forma era como a de um humano grande e azulado, começava a ficar empolgada e sorrir de animação bem mais que o normal diante daquela cena, até me esquecia do barco que vinha junto, minha imaginação começava a tomar conta de mim diante do monstro.

"Mas que coisa é essa?"

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Retiraria o capuz de minha cabeça, passaria minha mão em meus cabelos, os ajeitando e colocaria as mãos na cintura ao ver aquela aberração vindo de navio direto para o porto de Loguetown, era quase como se me atraísse. Ignoraria todo o resto que acontecia ao meu redor e começaria a fazer perguntas para meus companheiros intrigada, à cada pergunta, minha expressão lembrava mais a de uma pessoa em dúvida e empolgada com a sobrancelha direita até se levantando sozinha com os questionamentos, mas não estava esperando nenhuma resposta diante daquilo, tudo o que eu mais queria naquele momento era tocar naquela criatura, parecia até que estava sendo puxada pela leve e doce melodia da morte.

- Espera, isso é um gigante? Eu tenho certeza de já ter ouvido falar deles, nunca acreditei que existissem realmente, na verdade, esse é azul? Eles não deviam ser parecidos com humanos, só que maiores? –

Minha curiosidade diante de tal monstro era gigante naquele momento, seria ele inteligente? Saberia sequer falar? Algo tão inusitado não pararia de despertar esse meu lado que pedia por conhecer, ver e tocar coisas novas e inusitadas como essa, quando o navio chegasse, aos poucos começaria a me movimentar em sua direção andando vagarosamente, tinha que chegar perto dele para ver melhor, sem sequer olhar para Yue ou Dk, mantendo totalmente minha atenção no que me lembrava um dos gigantes das histórias, falaria empolgada e feliz com a mera imagem daquela coisa em minha frente.

- Eu tenho que ver aquilo de perto! Não se preocupem, vou ficar bem. Hahahahaha. –


Observaria aquela coisa se aproximando e assim que atracassem, logo depois de falar, meus passos lentos se tornariam uma corrida na direção do monstro, eu não tinha intenções de ataca-lo e nem nada do tipo, talvez fosse imprudente se aproximar dele assim, mas eu precisava ver aquela criatura, talvez sentir seu cheiro, tocá-la, perguntar sobre onde veio se soubesse falar, eu tinha que saber o que era aquilo. Assim que ele descesse do navio, eu ficaria de frente para ele, imagino que não deva querer ficar em um lugar tão apertado em relação à seu tamanho. É claro que talvez o gigante não fosse tão amistoso quanto eu imaginava, se tentasse me atacar, eu me esquivaria parando minha corrida e dando um pulo para trás, desse modo saindo de seu alcance. Logo depois ficaria encarando o gigante para ver se tentaria me atacar novamente, se tentasse, continuaria pulando para trás com velocidade, me esquivando de seus ataques enquanto gritaria para ele feliz e dando um sorriso.

- CALMA, EU NÂO QUERO LUTAR, SÓ QUERO SABER QUEM É VOCÊ. HAHAHAHA. –


Se o monstro não me atacasse, ao me aproximar, tentaria me colocar em sua frente à uma certa distância para que não chegasse nem perto de me esmagar por acidente. O encararia sorrindo em uma posição que pudesse me ver, levantaria os braços e os balançaria tentando chamar sua atenção, me notando ou não, eu falaria bem alto, não tinha noção nenhuma de como era a audição de um gigante e queria que ele me escutasse, apesar de estar gritando, tentaria falar em um tom amigável para que não achasse que eu represente alguma ameaça. Estaria sempre ligeira para caso o mesmo decidisse me atacar, eu saltasse para traz, me esquivando de seu golpe e ficando fora de seu alcance.

- OI, O QUE É VOCÊ? O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI? –


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptyDom 3 Jun 2018 - 17:56

Eu ainda estava bastante descontente comigo mesmo, afinal, embora fosse o único, sabia a verdade, se teve um culpado pela desventura de Yue, esse culpado não havia sido ninguém menos do que eu, a pessoa que vive constantemente sendo atormentada pelas maldições dos deuses que me perseguem, uma maldição tão intensa e tão antiga que talvez minha própria vida, não lembro de um momento no qual sabia estar livre deles, teve uma fase da minha vida que eu ainda desconhecia de sua existência, mas assim que percebi a presença daqueles que me assolavam, todos os meus fracassos e quase fracassos foram instantaneamente explicados. Por isso, eu assumo a culpa por todas as desgraças que ocorrerem conosco, mas esse é um fardo que carregarei sozinho, não deixarei que saibam sobre aqueles que me perseguem, não quero me separar dos meus companheiros só por causa de uma Deusa Da Morte ou alguma Deusa Do Caos se metendo no meu caminho, tudo que posso fazer nesse empasse é tentar protege-los desses desgraçados.

Vendo aquilo que para mim aparenta ser uma grande tristeza em Yue com uma simples pergunta como “Você está bem?” me sinto um pouco para baixo, não consegui proteger minha amiga deles, se ao menos eu tivesse sido mais forte, isso não teria acontecido. Simplesmente coloco meu chapéu de bambu e abaixo minha cabeça pensando em situações possíveis das quais poderia ter impedido que aquilo ocorresse. E se eu tivesse ataques à distância? E se eu fosse mais rápido? E se eu fosse mais treinado? E se aqueles deuses desgraçados não existissem? E se eu fosse mais forte? Várias coisas passavam pela minha cabeça de como poderia ter salvado Haru, o pai de Yue, mas o pensamento que mais me marcava era apenas um.

~~ Não posso deixar que algum de meus companheiros sofra assim de novo por minha causa! ~~

Era um empasse ridículo esse pelo qual eu estava passando, não queria que eles passassem por isso, convivendo com um amaldiçoado pelos deuses como eu, mas também não queria que eles se afastassem de mim. Se eu contasse para Ria ou Yue o que ocorria comigo, ou elas não acreditariam como todos aqueles que eu contei, ou elas não me deixariam ir em bora por uma mera maldição conhecendo elas. Esse é um fardo que continuarei carregando sem que ninguém saiba até o fim, não contei para Ria sobre isso quando ela me convidou para sua tripulação e nunca contarei, tudo que posso fazer é ficar mais forte para que possa impedir os deuses de continuarem querendo lesar a mim e meus companheiros, o foco agora seria descansar.

Deixaria que Ria dormisse em um quarto com Yue e dormiria em outro separado, é melhor que Yue não fique sozinha pelo menos por essa noite, é melhor que Ria esteja com ela para caso haja qualquer problema. Eu estava tendo um bom sono, sonhava que estava matando os deuses um por um, de alguma forma eles haviam se materializado em sombras negras e eu estava conseguindo os matar, mas quando ia matar a Deusa Da Desgraça, escuto um grito que me faz acordar na hora, era Ria falando sobre termos dormido de mais, acordo surpreso, realmente, analisando o Sol e a claridade naquele tempo nublado de neve, é evidente que estava mais cedo do que quando havíamos ido dormir, tentaria descobrir que horas eram olhando para a posição do Sol mesmo que não fosse muito preciso, ou seja, dormimos quase vinte e quatro horas, dava um sorriso pensando enquanto colocava a mão sobre minha testa.

~~ Não é de se estranhar, dado os nossos ferimentos, mas eu sei qual é a única e verdadeira verdade, não foram esses meros ferimentos que nos derrubaram... Obrigado Deusa Do Sono... Você também Deusa Da Preguiça... Muito obrigado... ~~

-Kakakakaka. Estávamos cansados mesmo em, acho melhor partirmos enquanto é cedo.


Falaria sorrindo e animado com mais um dia, embora essa expressão fosse dada apenas por fora, pois por dentro sabia a verdade, mais um dia de vida, era mais um dia com possibilidades infinitas para que os deuses tentem me matar ou pior, machucar meus amigos, coisa essa que faria de tudo para evitar. A essa altura do dia, tenho certeza de que já somos procurados, a marinha teve um dia para espalhar uma recompensa pelas nossas cabeças e investigar sobre a bagunça que causamos na mansão, imagino que não tenha sido pouca coisa, na verdade, pensando no East Blue onde raramente acontece algo relevante, pode ter sido algo bastante impactante. Escutando a fala de Ria sobre recompensas por nossas cabeças, começaria a me empolgar de leve e falaria animado pela expectativa de estarmos começando a sermos reconhecidos.

-Será? Imagino que sim, “Yue, A Médica Do Demônio” não soa melhor? Kakakaka.


Dessa vez, eu estaria realmente empolgado, ganhar alguma notoriedade é de extrema importância para alguém que quer ser reconhecido como o mais forte do mundo. Mas é uma pena, eu sei o que provavelmente vai acontecer, a Deusa Da Desilusão vai mexer alguns pauzinhos e provavelmente a recompensa pela minha cabeça não vai existir ou vai ter uma redução drástica no que deveria ser, afinal, para mim, tudo é mais difícil, tenho que fazer cem vezes mais que pessoas normais para ganhar as mesmas coisas, tudo por causa dessas pedras nas minhas botas, sempre me impedindo de subir.

Mas não adiantaria ficar chorando pelo leite derramado, ainda não sei como para-los completamente, ainda mais quando agem tão indiretamente, é melhor viver no presente que no passado, no máximo, pensar no futuro hora ou outra já seria suficiente. Me aprontaria pegando minhas coisas e partiria para o porto com Ria e Yue, já aguardando pelo obstáculo que seria colocado em meu caminho, pegaria as roupas que encontrasse lá e mais me agradassem e sairia às acompanhando e indicando a direção caso necessário já que tenho facilidade de me orientar graças aos ensinamentos de minha avó, além de tentar não me destacar tanto entre as outras pessoas acompanhando os passos de Ria. No caminho, perguntaria para Yue, tentando me aproximar mais dela com minha voz normal e esbanjando um sorriso no rosto, sempre atento à sua reação, tom de voz e postura, apenas avaliando e tentando resolver o que minha proximidade com ela havia causado de maneira sutil.

-Me diga Yue, por que decidiu se tornar médica e o que fazia em Conomi Island?

Andávamos por um bom tempo partindo da clínica até que chegávamos no porto, algo estranho havia ocorrido no caminho e o estranho era que nada havia ocorrido, nem um marinheiro gritando “Encontrei eles!”. Tudo que havia era o frio da neve cobrindo o lugar e algumas pessoas caminhando fazendo suas coisas, tudo estava estranho, em um dia normal eu encontraria um batalhão a cada esquina que passássemos, não seria nada mais, nada menos que a graça da Deusa Do Acaso brincando comigo, mas nada ocorreu no caminho todo, isso me incomodava e me deixava ainda mais pensativo do que quando estávamos indo para clínica.

~~ Que absurdo, só pode ser mesmo uma calmaria antes de uma catástrofe a níveis astronômicos, talvez o fim do meu mundo, o mundo de Kaminari Dk estivesse próximo, o caos estava armado, talvez os deuses estejam se reunindo e planejando um ataque que nem mesmo eu que tenho aguentado e sobrevivido às suas tramas um tanto quanto excêntricas consiga sair com vida. ~~

O simples fato de nenhum dos deuses me atormentar por algum tempo já era o indicio que algo grande estaria por vir, isso me deixava bastante incomodado por dentro, mas caso alguém olhasse para minha face e eu percebesse, apenas sorriria para pessoa como se nada estivesse acontecendo. Ninguém precisava saber das maluquices que aconteciam comigo por causa desses deuses idiotas, eles não vão me pegar tão fácil, eu sempre vou dar um jeito de contornar a situação.

No porto, não vejo nada de fora do comum, mercadores enchendo seus barcos e partindo, coisas rotineiras para qualquer porto, o que me fazia apenas andar despreocupado. Estávamos lá para encontrar um navio e uma tripulação, é uma ilha cheia de piratas, achar o que procuramos não será tão difícil, mas como navegador, havia algo que ainda me incomodava, tínhamos deixado nosso navio largado no porto desde que desembarcamos na ilha, me pergunto se ele ainda estaria lá sem ninguém tomando conta, os revolucionários disseram que não haveria problemas, então deixamos, mas aproveitando que estávamos lá, tentaria observar com minha visão que quase nunca deixava a desejar o lugar para saber se ainda estava onde deixamos, além ver se enxergava navios para pegarmos em potencial, mesmo que não fossemos mais usar, apenas para saber o quão caridosos estariam os deuses, se o navio tivesse sumido, já me aliviaria um pouco em relação à toda essa calmaria, pensaria olhando para os lados, mesmo sabendo que não veria nenhum deles, só esperaria que não lessem pensamentos.

~~ Se nosso navio sumisse, iria querer dizer que os deuses não estariam tão parados assim, tomara que suma mesmo... Ele não vai servir de toda forma, três pessoas indo sozinhas para Grand Line seria suicídio em alto mar. ~~

A calmaria era desconfortante, mas no horizonte, algo me alivia um pouco, era um belo navio vindo em nossa direção, assim que Ria parasse de andar, também pararia ao seu lado, cruzaria os braços e sorriria o observando. Era grande, para mim até que de certa forma bonito, um majestoso navio perfeito para irmos para Grand Line, com certeza aguentaria passar pela Reverse Mountain que sempre li ter uma corrente bastante diferenciada e brusca, além de tudo, em cima dele, havia um gigante, mas era um gigante azulado...?

-Sim, aquilo com certeza é um gigante, já li sobre eles, mas esse é azul? Seria algum tipo de híbrido entre gigantes e tritões? Tinha um livro dizendo que isso era possível, apesar de que não tinha acreditado até agora... Aquilo é uma aberração. Kakaka.

Falaria para Ria também com um tom empolgado pelo que via, mas por dentro, como sempre, eu sabia o que era, os deuses mandaram um barco e em cima dele, um monstro o protegendo, seria essa a tempestade depois da calmaria? Só pode ser coisa da Deusa Da Esperança, ela sempre age assim, nos dá uma luz de que algo é possível, no caso é essa bela embarcação, mas sempre tem uma pegadinha, que é esse monstro com a força de sabe-se lá o que, se quero me tornar o mais forte não posso me abalar, devo superar essa coisa.

O que eu não esperava que ocorresse era que Ria se empolgasse tanto com aquilo, ela parecia muito querer ver aquela coisa de perto, nós não sabíamos nada do gigante, mas ela estava tentada a sabe-se lá o que, eu sabia de sua curiosidade excessiva pelo desconhecido, bem, acho que não tem problemas, vou observar o que ela vai fazer com essa criatura e a criatura com ela, se algo sair do controle eu intervenho, só espero que não seja a Deusa Da Tentação a possuindo com desejos absurdos. Cruzaria meus braços e ficaria parado observando cada detalhe do que aconteceria a seguir, qualquer coisa e eu interferiria, estaria pronto para agir assim que as coisas desandassem, sendo que eu já esperaria o pior levando em conta que estou aqui e os deuses não estão e nunca vão estar ao meu lado, daria uma boa olhada no barco e na criatura enquanto se aproximassem e assim que Ria fosse na direção do monstro, diria aparentando estar também entusiasmado com a situação apesar de saber que poderia ser um problema dos grandes vindo em nossa direção, enviado por meus perseguidores, mas sabendo que Ria sabe se cuidar e que posso ajudá-la a qualquer momento, além de perguntar para Yue sobre aquele que me parecia um bom alvo em potencial, curioso, além de tentar notar como estaria seu tom de voz e se ainda parecia muito abalada.

-Deixe um pouco de diversão para mim também. Kakaka. O que acha desse navio, Yue? Eu gostei, parece ser bem resistente para aguentar tal aberração da natureza...

OFF:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptyDom 3 Jun 2018 - 20:47


Informação interessante para se colocar no diário sem duvidas, uma pena muito grande que não pude presenciar a visão de uma pessoa com tamanha reputação, mesmo que tivesse que me disfarçar de marinheiro para realizar tantas missões ao lado dela, seria mais do que suficiente para analisar se de fato seria uma maldição.

Afinal ate onde eu consigo imaginar ela pode muito bem ter sido a responsável pelas lesões de seus próprios parceiros para que pudesse se juntar a novas pessoas, existem aqueles que gostam de conhecer gentes diferentes constantemente não importa a maneira de realizar tal façanha.

Ou assim como eu, ela pode ter sido uma sobrevivente de minha terra natal que por vingança se infiltrou na marinha para poder acabar com eles internamente.

Seja como for estarei de olho nesse anjo da morte a partir de agora, questões relacionadas à minha raça ainda são de minha jurisdição.


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O refeitório em si não me fora de grande surpresa, o castelo onde nasci possuia acomodações melhores, mas me faz pensar o quão recluso eles são.

Manter suas portas fechadas sendo que com grandes construções e ambientações como essas poderiam servir de abrigo para muitos.

Infelizmente aqui residem marinheiros, uma escoria em constante crescimento, se tentar esperar muito deles apenas gastarei meu tempo desnecessariamente.

No entanto tudo isso parece trazer felicidade para minha pequena, então não vejo porque não abrir uma exceção mais uma vez. Ate porque ela ate me trouxe algo para me alimentar mesmo com eu não pedindo nada além de um simples copo de leite, deve ser o jeito de ela demonstrar que também esta querendo tomar conta de mim:

- Obrigado Emma. Diria sem acrescentar nenhuma palavra a mais com medo de misturar minha insatisfação e felicidade durante o momento, apenas espocando um sorriso contente.

Daria uma leve mordida saboreando o brioche com certo desdém, mudando minha opinião assim que o gosto adentrasse a minha boca fazendo eu me sentir abençoado.

Nada mal eu teria que dizer, com isso realizaria uma segunda abocanhada para tentar sentir os ingredientes utilizados para a criação de tamanho prato, se Emma gostou tanto talvez seja algo que devesse planejar cozinhar futuramente.

Dividiria o restante pela metade oferecendo a outra parte para minha aprendiz:

- Se gostou tanto talvez você precise se satisfazer com outra mordida, não se preocupe comigo eu já comi o bastante. Assim que ela pegasse afagaria sua cabeça tomando meu copo de leite.

Foi então que o sargento chegou, não pude notar o que ele estava carregando, porem sua expressão era mais do que clara de que conseguimos o que queríamos, suas palavras só serviram como confirmação e me trouxeram uma duvida um pouco diferente e que não havia muita necessidade de ser saciada mais ainda assim intrigava meus pensamentos:

- Não se preocupe, estarei contente em te esperar para a próxima ronda, sua companhia será bem vinda, além do mais se não me falha os ouvidos o brioche foi de criação sua? Não precisa declara-la como um fracasso, um grande detetive reconhece algo bom quando o vê riririri. Quem sabe você poderia me passar a receita quando nos vermos novamente? Pode não parecer, mas gosto de cozinhar e seria um profundo deleite para mim ser capaz de desenvolver algo que alegrou tanto minha colega.

Transmitiria um olhar que acharia digno de nunca ser negado em nenhuma hipotese para garantir meu sucesso.


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Daria uns pequenos tapinhas nas costas do marinheiro enquanto sinalizaria para Emma que chegou o momento de partimos:

- No entanto se continuar achando que um prato desses foi um fracasso com certeza é porque tem um grande potencial, o que poderia me dizer a respeito de si mesmo?

Aguardaria a resposta com os ouvidos atentos e um pouco agitado, quem diria que um marinheiro me chamaria um pouco mais de atenção não pela sua farda mais sim pelo seu talento culinario.

Assim que o mesmo respondesse exclamaria:

- Muito interessante, se for para limpar a cozinha talvez seja mais adequado suja-la novamente criando um prato fabuloso para mim e minha parceira no nosso proximo encontro , falaria com sarcasmo porem disfarçado de grande interesse com uma expressão bondosa e atenciosa.

- Vamos Emma, precisamos guiar os jovens marinheiros durante toda a tragetoria.

Sairia do quartel general, voltando ao lugar por onde me adentrara, a visão de cinquenta marinheiros só me fazia se sentir mais orgulhoso do que o normal.

Somente uma pessoa tão grande como eu para conseguir uma quantidade tão exagerada de peões para meu plano, não se preocupe peças irei lhes fazer de bom uso com minhas jogadas fenomenais e bem calculadas.

Um rapaz de cabelo alaranjado fora o primeiro a se manifestar, espera ai isso na sua boca são caninos afiados?

Envolveria Emma em meus braços apenas por garantia, se o marinheiro tivesse alguma ligação com cães eu não sei como seria o desfecho da situação, nunca perguntei para ela como era sua relação com tal animal, talvez gatos humanoides , tenham pensamentos diferentes com essa especie.

- Prazer em conhecê-lo sou Rimuru e esta a quem me acompanha e minha adoravel parceira Emma, desde que você ja foi direto ao assunto não vejo motivos para segura-los nesse lugar por muito tempo.Vamos nos dirigir para o porto onde o resto da trupe se encontra.

Aproximaria-me dele com passos leves e suaves, mexendo minhas asas intencionalmente, afinal se um celestial tivera uma reputação tão grande por estas areas talvez um pequeno vilustre como esse pudesse chamar sua atenção e se isso de fato acontecesse perguntaria:

- Algum problema? Com uma voz inocente e curiosa e uma expressão serena.

Então começaria andar pelo mesmo caminho a que vim em direção ao ponto de encontro onde poderia deposita-lo a mãos dos artistas para realizarem suas funções enquanto desviaria do caminho assim que possivel para negociar com os capitaes das embargações, pois ainda a muito com que ser feito.

Durante o trajeto ficaria proximo ao marinheiro, talvez por não me sentir muito seguro em relação a sua aparencia e tantas medalhas, se a vida me ensinou alguma coisa principalmente em meus livros favoritos de detetive é que pessoas assim sempre são muito alem do que aparentam ser.

Se minha atenção sobre ele fosse perceptivel e questionada disfarçaria com um riso bobo parando a sua frente:

- Eu só estava pensando se seria um incomodo para você se desviassemos um pouco do que poderia ser considerada uma rota comum, riririri.

Observaria sua expressão e antes mesmo que ele pudesse responder retrucaria:

- Não e nada demais sabe, seguiremos o mesmo caminho, estava apenas pensando em cantar um pouco ao lado de minha colega para que possamos dar uma leve demonstração do espetaculo que esta por vir. Quem sabe conseguir mais interessados para verem a apresentação.

Se nenhuma resistencia sobre isso fosse apresentada buscaria Emma explicando a ela os detalhes, contando a ela a letra da musica que tinha em mente e o que esperava de sua participação e o papel fundamental que ela tomaria finalizando com um simples pedido:

- Desde que você conhece alguns movimentos acrobaticos poderia apresenta-los durante o caminho para termos mais enfase? Se souber alguns movimentos de dança sinta se livre para se soltar como desejar, só não se esqueça da sua parte da musica.

Abraçaria-a com entusiasmo e então olharia bem nos seus olhos:

- Vamos nessa,riririri,confio em ti.


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Ficaria a frente de todos os marinheiros, testaria um pouco o meu tom de voz ate encontrar um em que fosse ao meu agrado, e com a força certa de meus pulmões e me movimentando com o maximo de graça que poderia em meio a neve, com um rosto espanchando alegria e asas se debatendo conforme o ritmo comecaria:

Quem imaginaria que todos estes
Pensamentos com os quais nos jogamos
Todas essas escolhas que fazemos,
Levaria-nos ate aqui?

O mundo em que vivemos é muito escuro
E poderiamos culpá-lo em nosso coração
Porque não somos todos
Assim como os criminosos
Que enganam suas mentes para
Justificar o que se passa por suas cabeças.

Por sorte sempre existe um raio de luz
Para iluminar e extinguir toda essa trevas
Com asas em suas costas
E branco em suas vestes
A justiça será feita

Não se apeguem ao mal
Não se entreguem ao caos
Pois a bondade prevalece

Acreditem na verdade
Confie na beldade
Que somos nós

Quando a escuridão vier
não se traia.
Não se deixe trair por isso.
Quando a escuridão vier
não se traia.
Não se deixe trair por isso

Porque a escuridão não foi
feita para te fazer o bem.

Por sorte sempre existe um raio de luz
Para iluminar e extinguir toda essa trevas
Com asas em suas costas
E branco em suas vestes
A justiça será feita

Não se apeguem ao mal
Não se entreguem ao caos
Pois a bondade prevalece

Acreditem na verdade
Confie na beldade
Que somos nós


Faria uma pequena pausa me dirigindo a Emma dando inicio a sua parte:

- Mas afinal pequena Emma o que seria a justiça claramente dita? O que podemos julgar como certo ou errado se todos temos pontos de vistas diferentes, acredito que sabemos a resposta então porque não canta esta parte comigo?

Aguardaria a confirmação dela com a cabeça e juntos começaríamos nosso dueto:

Nós somos a justiça
Nos fazemos nossa própria justiça
Definimos o que é certo ou errado
Pensando no que e melhor para mim para você e para nós

Afinal se todos estamos felizes
Se a felicidade se envolve entre nós
Teremos o que nos pertence de direito
Nós somos a justiça
Nos fazemos nossa própria justiça
Definimos o que é certo ou errado
Pensando no que e melhor para mim para você e para nós

Afinal se todos estamos felizes
Se a felicidade se envolve entre nós
Teremos o que nos pertence de direito
É este direito nada mais é
Que o brilhante sorriso na expressão
De cada um de nós.


Fitaria Emma com admiração e seguraria em suas mãos, eu não sei como dançar nem como me portar em tal atividade, mas confio que ela me guiara como deve ser.

Este é o momento dela, dessa vez irei apenas auxilia como puder,chegou a hora de ela demonstrar sua dedicação e esforço e orientar-me com seus movimentos para que possamos seguir conforme o plano.

Pois quando o assunto e chamar a atenção não vejo ninguém além dela que conseguira cativar o maior detetive do mundo como qualificada para o serviço.

Assim que tudo estivesse terminado, se ainda não tivéssemos chegado ao porto caminharia ao lado da felina exclamando alguns elogios:

- Você foi muito bem lá atrás, não teria conseguido se não fosse pela sua performance, depois disso ainda teremos muito que fazer no entanto sei que poderá me ajudar com eficácia, por isso te darei alguns papeis fundamentais minha jovem.

Aguardaria suas palavras e então no final de sua sentença voltaria a falar:

- Quando tivermos concluído irei tentar lhe fazer um Brioche tão bom quanto aquele,ririri.

Assim que chegássemos ao porto procuraria os artistas e levaria os marinheiros ate onde estivessem alojados exclamando com uma voz alta e sonora para que pudesse ser ouvido com facilidade:

- Ei Kuja-Sensei estou de volta riririri,espero que Jeanne lhe deixou algumas roupas elegantes durante as jogatinas de poker por que temos companhia.

No momento que a responsável pelo teatro e minha mentora nas artes da atuação se manifestasse exclamaria:

- Estes são os marinheiros que irão proteger nossos membros e os espectadores durante a apresentação, poderia por favor orienta-los para a realização do serviço? E não precisa explicar toda a peça para eles ou estragara a surpresa,riririri, tenho certeza que eles saberão o que faz ou não parte da obra.Seria muito deselegante se também não forem comovidos e surpreendidos para o que esta por vir.

E usar o teatro como camuflagem para os meus movimentos talvez seja util então quanto menos eles souberem do que é parte do roteiro ou não talvez eu garanta a mim mesmo uma vantagem.

Procuraria ao meu redor, uma pessoa especifica em meio a muitos:

- Talvez nossa fabulosa atriz Erin, pudesse se apresentar, no entanto, a visão de nossa estrela deve realçar seus olhos e vontade.

Iria ate o marinheiro responsável pela nossa proteção perguntando sem nenhuma intenção oculta em minhas palavras:

- Desde que você é daqui,saberia me dizer um lugar onde os capitães das embarcações se reúnem? Gostaria de ter uma conversinha com eles também para não haver nenhum mal entendido aqui no porto, além de ver se podem ajudar e participarem com algumas coisas que tenho em mente.

Se a informação me fosse dada me dirigiria ao lugar mencionado, do contrario apenas iria caminhar pelo porto olhando os arredores ate achar um grande aglomerado de barcos e um espaço em meio a todos eles onde pudesse me destacar e falar com todos ao mesmo tempo.
Objetivo da aventura:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySeg 4 Jun 2018 - 17:06

Capítulo 2.3 - O plano para roubar o navio.


Aquelas palavras de Illya mexeriam com o espadachim, talvez pelo fato dela também ter uma vingança em mente e ter as mesmas dúvidas que ele, talvez por ela, por mais gorila que seja, também ser uma mulher e ter demonstrado ter algum sentimento por trás de toda aquela couraça que amendrotava a vários.
"Será que matar aquele capitão ordinário que assassinou meus pais fará com que eu me sinta melhor? O que acontecerá depois disso? E se eu nunca o encontrar?
TJ acreditaria em tudo o que a loira disse, sentiria que ela estava sendo sincera, até porque não havia motivos naquele momento para que ela mentisse, os motivos estavam claros e pareciam ser suficientes para que TJ confiasse nela, provavelmente muitas batalhas estavam os esperando, então essa confiança seria importante e talvez fosse o que salvasse a vida de cada um ali.

A história de Auster já era mais amena, não tinha vingança ou algo ruim, pelo contrário, havia uma dívida para com a loira que ela queria pagar, enfim, ela não disse pelo que estava passando no momento em que Illya a salvou, mas aquilo não importava também, o ruivo sentiria ainda mais vontade de protegê-la depois disso, o seu jeito fofo de falar o deixaria de guarda baixa, se ela o quisesse trair e o apunhalar pelas costas, seria fácil aparentemente.
"Tenho que tomar mais cuidado com essas coisas, não que eu tenha alguma desconfiança da Auster, mas futuramete, podem aparecer outras, ainda mais se tiver aqueles seios, nossa, não resisto a isso, vou acabar morrendo por bobeira... bobeira o caramba, por algo lindo que vale a pena.

- Pode deixar Auster, farei você conhecer o mundo como jamais imaginou poder conhecer um dia.

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Com a repentina saída de Illya devido ao tempo escasso, TJ a seguiria até o encontro com Will e Chô que ainda estavam em um duelo, a hora de executar o plano estava chegando e não podiam mais perder nem um segundo com aquele duelo que parecia já ter uma "definição".
- Espero que tenham obtido o que estavam a procura, agora temos que ir para o porto. Diria em um tom sério no qual demonstrava a real importância deste plano

"A Grand Line está logo ali, não posso baixar a guarda agora, ainda mais com a Auster aqui...
- Vamos logo com isso, o final está claro, queremos o barco e o quer que seja de tão importante que tenha nele para o desespero daqueles agentes, mas o que cada um terá que fazer? Não podemos simplesmente invadir sem um mínimo plano.

Esperaria que Will, o estrategista, junto com a Illya, tomassem a frente nessa questão, bolar planos e pensar muito nas várias possibilidades em casos como esse não era o forte do jovem médico, então confiava a ambos essa tarefa, sabia que o que decidissem seria pelo melhor do grupo, só esperava que se fossem separar em dupla, que ele ficasse com a Auster, por incrível que pareça ele estaria com um bom pressentimento para essa aventura.
Legenda:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 2 EmptySeg 4 Jun 2018 - 18:08




Trouxe o sentimento de meu peito para trajar ao cenho, fiz-me, novamente, enfática seriedade, por breves e poucos instantes. Fitei a garota que vinha apartar a peleja, deixei-me consumir por uma estranha vontade, não antes presente em meu peito, viera a trejeito tal como as batidas de meu coração, apartei a respiração pesada, vinha a me recompor conforme a lucidez aluminara minha percepção, tinha ignorado completamente boa parte das coisas que me rodeavam, era por se dizer minha imersão, concentrava ao embate como um mergulho, a inocência de meu coração tal como a insistência me prendiam ao fundo, chegara o momento que de tanto buscar, esqueci-me de respirar, nado para cima, buscando ar e lucidez, encontro esta na voz que clama por uma trégua.

Não perco meu tempo com trivialidades clichês, poderia por meio destes, momos e gracejos, descrever ao embate, como uma experiência agradável e encontrara ao clímax que estufava meu peito, mas que custa as palavras, de que uma breve troca de golpes resulte em tamanhos sentimentos, de harmonia ou contingentes, se busca por isto nessa pequena passada, esqueça-o, busque noutras futuras ou passadas passagens, dessa fez, foco em meus objetivos, em como meu anseio por mais palpita, como meu vício à embrulhar a garganta.

Vi-me de novo naquele cenário que há pouco havia esquecido, era estranho fitar ao branco, o salpicar dos flocos, a brisa afagando-mos os pelos, trouxe a mim um sentimento de conforto, senti-me bem, com o sangue que escorria aquecendo todo o corpo, pois como ressalvo, a batalha me faz bem, sinto aquela dor fustigar-me as articulações, deleito-me destas com tenaz vontade, pois me farto destas desde pequeno, adquiro um gosto, afinal, farta-te por jiló ou qualquer outra cousa que desgoste, prossiga a comê-lo por uma semana senão duas sem intervalo, ao final, vai gostar do sabor, ou ao menos irá aprender a abraçar o gosto, como eu abracei a dor.

Me encontrei, novamente, em uma situação delicada, a luta onde busquei ao resgate de meu espírito, acabara, torno a me abáster ao resoluto, fito, não indago, pigarreio e suspiro fundo, não faço muita coisa senão observar e ouvir ao grupo, mas logo me salva o fisgar, puxando-me para longe o pensamento, busco nas ideias meus objetivos, que entorno desse momento se basearão meus relatos, era meu tempo para decidir o que fazer, o que seria eu em ênfase ao grupo, busco destaque tardando para tomar uma posição efetiva nessa união, portanto usufruiria deste tempo sozinho para pensar no que fazer. Peregrino, tomo meu passo fidalgo, trilhara ao próprio resplendor, viria a rodar meu corpo em direção oposta, tornando a olhar, no horizonte, onde se erguiam os edifícios moldados, onde a multidão e povoado estavam por compor e ocupar aquele pedaço de terra que tão pouco sei, seguiria por este usando meus instintos como minha bússola, o suficiente que sei do plano, o ajuste no porto, faz-se necessário apenas, aparto de qualquer companhia – Não, seguirei sozinho para as compras, preciso passar um tempo sozinho para pensar no que comprar – Diria caso um voluntário se apresentasse, senão, outra fala partiria da minha boca – Irei me aventurar por essas bandas léguas, ao fim das compras encontro-vos ao porto como combinado –

Pois se me deixassem, a imersão iminente, caminhara sozinho pelas trilhas, desbravar o novo território enquanto busco por meus próprios sonhos, em meu cenho brota o sorriso, tal qual meu olhar brilha realçando a fé que colocara, senão, partiria de mesmo modo estando acompanhado, embora o ríspido olhar virtuoso não se fizesse tamanho presente, agora, carrego um fardo que tardo a aceitar, pois como bem sei, a confiança e aceitação não são bens em troca de alguns contos de berries, ao menos não a mim, não me vendo ao negrume confinamento, a desconfiança, sinto a perdição nas palavras dos quais se vendem ao desconhecido por um punhado de cota, desatinado senão prostrado, a alma que mácula a dor da traição fere, cresce a pele a cobrir seu caráter e espírito em estado puro, esconde-te em uma casca que perdura a perecer, pois assim sou, não me vendo a um punhado sequer, julgo o caráter daqueles pelo que vejo e sinto, vendo minha confiança a preço doutra completa, não por menos e nem por mais, mas ainda sim nunca me entrego por completo, ainda sinto o frio abraçar meu corpo, passa-me aos pelos atingindo a pele profunda, a perdição e a dor da traição para aqueles com quem se confia.

Confio no meu tato, pois se não por muito, não estaria vivo até então, descrevo este como ápice de meu ego, pois a tudo o agrego, sigo-o fiel como se representasse a uma santidade, atribuo meus grandes feitos e sucessos, cujos momentos de lucidez, ou os quais atribuem ao dito popular como momentos de sorte, atribuo-os a este, como um sexto sentido. É através deste que sigo, por entre as ruas mais fúnebres até as de euforia, contemplo ao sustento e desenho dos edifícios, chego perto onde a cúria me fustiga, tocar-lhes-ei com dedos nervosos e curiosos como a nobre alma virgem infantil ao desbravar o mundo, assim como faço, dada minha idade, tal comparação não se aplica com tamanha ênfase e seriedade, mas comparo-me a este, pois desconheço ao mundo tanto quanto. Capricho a descrição, mas não perco tamanho tempo a apalpar, sigo a travessia rumo a um caminho novo, busco em minha mais profunda consciência, enquanto a passos cuidadosos parto, um traçado.

Mas me ocorre uma breve reflexão, onde que em partes interrompe de forma abrupta o seguimento das descobertas e buscas, embora, agora com especificações em reflexão, talvez o trajeto perdure a segurança, mas me mantenho à sombra dos edifícios, seguiria à ruelas e becos livres, marcharia por ruas mais povoadas, mergulhando em meio ao povo que seguia, abaixara-me o chapéu e o torso, viso esconder-me daqueles fardados azulados de qualquer forma, tomando meios necessários para tal, ao mesmo tempo que me atento a gatunos capadócios ou peraltas, abraço forte a algibeira dos trapos, cessando aos tinir das moedas e sacolejo das notas. Caso persistência dos empecilhos, tomo nem ao menos dois tempos para puxar a arma seguindo a outro beco mórbido senão alguma casa que estivesse por lá vazia. Adentro, sacaria o primeiro corte, fintando em um giro horizontal, reluzira a luz, carregaria outra lâmina por baixo desta primeira agora com o outro braço vindo na direção oposta, inclinaria o tronco a fim de tentar de qualquer modo acertá-lo, jogaria-o para cima dos outros, se tivessem, tomando minha deixa ara tentar fugir senão preparar para o combate.

Caminho livre de desavenças, não tomaria pretensão para buscar informações – Poderia me informar onde posso encontrar um local que vende produtos Químicos ou Itens convencionais? – diria a quem pudesse parar com educação e perguntar, buscaria ao estabelecimento, não tomando posse em mente do que tornar a comprar primeiro, se fosse um livro ou equipamentos específicos para o uso.

Histórico:
 


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Última edição por Johnny Bear em Ter 5 Jun 2018 - 21:59, editado 4 vez(es)
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