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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptyDom 06 Maio 2018, 00:21

Nome: Bizarra Zamolodchikova Mattel
Idade: 23
Sexo: Feminino
Raça: Sirena - Polvo
Tamanho: 1,80
Estilo de Combate: Lanceira
Localização: Briss Kingdom
Grupo: Civil
Vantagens: Boa Aparência
Desvantagens: Sedutora Incorrigível

Citação :
Nome do Animal: Polvo
Descrição:  Bizarra possui oito tentáculos longos e absurdamente grossos, com uma coloração roxa e brilhante por cima e, por baixo, uma coloração rosa pastel com ventosas azul neon. Dois deles são, dando sustento e funcionando como pernas adaptadas quando na terra, enquanto os outros servem como braços complementares. Além disso, ela possui glândulas responsáveis por produzir tinta e veneno em sua boca.
Vantagens: ~ Possui 8 tentáculos grossos, dos quais 6 podem segurar e esmagar objetos e pessoas. Porém, ela só pode erguer 3 por vez, ou pode acabar se desestabilizando e caindo no chão.
~ Tentáculos regenerativos. Se um tentáculo é decepado em uma aventura, ele passa por um período de regeneração na aventura seguinte, podendo ser utilizado na aventura depois dessa. [AVENTURA 1 (Cortado) > AVENTURA 2 (Regeneração) > AVENTURA 3 (Pronto para uso)]
~ Quando se sente ameaçada, pode liberar uma torrente de tinta por sua boca. Se os olhos de pessoa for atingida, ele sofrerá de cegueira temporária. 2 vezes por aventura.

OBS:
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptyTer 08 Maio 2018, 17:17

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Dicas e Orientações do Makei escreveu:
Yo ! Sempre tenha uma olhada nas Dicas e Orientações que estarão em Spoiler, será pelo meio que irei te ajudar ao passar dicas, orientações e feedbacks de como as coisas estão andando, também é um meio da gente conversar e interagir, então não se sinta acanhado para perguntar se caso tenha uma dúvida !

GodMode - Temido por muitos e destruidores de outros, é um dos maiores vilões das Mini’s, já que a construção do cenário e etc… Se vem totalmente pelo Narrador, então se atenha ao ato de sempre tomar cuidado com ele, a dica que eu posso lhe dar é abusar do Futuro do Preterito  (Verbo + ria , como ; Levantaria, Jogaria, chutaria, etc…) para citar as coisas como ; Poderia estar frio sobre o dia, por isso tentaria pegar uma de suas roupas pesadas para andar pelas ruas da cidade, deixaria essa alternativa de lado caso estivesse a noite por medo de ser assaltado(a). Aqui nós criamos uma situação onde citamos um cenário ao mesmo tempo fugimos do GodMode, ajudando na criação do post.

Linearidade - Nunca tenha apenas 1 caminho a seguir, traga outras rotas e possibilidades ! Isso serve tanto para podermos criar uma aventura legal e divertida como para saber o que o(a) seu(a) personagem lidaria com a surpresa de outros fatores, por isso, ter múltiplas ocasiões sempre se torna um atrativo a ser apreciado na narração !

Mini-Aventura - Se consiste em 4 partes onde iremos testá-los e orientá-los pelo caminho, sendo elas ; Inicialização, Interação & Diálogo, Combate e Finalização.

Inicialização : Considerada para muitos a parte mais chata e uma das mais complicadas pelo simples fato de não puder trazer nada de cenário para o post, as dicas que eu te ofereço são bem simples e de grande ajuda para o início, tente trabalhar com a Personalidade, Características e Aparência do seu personagem e deixando um simples objetivo ao final, um meio que pode lhe ajudar a trazer conteúdo extra para o primeiro post é o uso de Flashbacks, mas tudo isso fica ao seu gosto ! Só não esqueça de não citar nada do mundo afora ao mesmo tempo que tenta trazer o máximo possível do personagem !

Interação & Diálogo : Aqui nós iremos ver como você consegue trabalhar com o sistema do fórum, ao usar de Interações com NPC’s e seus diálogos, não sei se já andou dando uma olhada, porém nós usamos o Futuro do Pretérito, onde iremos trabalhar vários casos e possibilidades que possam existir em um simples contato, pode parecer um pouco difícil de início para se acostumar, mas tenha certeza que iremos resolver isso rapidamente !

Combate : O tema considerado por muitos o mais difícil, e eles tem razão ! Pois é aqui que nós iremos trazer todo o potencial do Pretérito, onde iremos tentar imaginar o máximo possível das coisas que possam vir, por isso não tenha preguiça de escrever quando chegarmos ali ! O negócio é loco memo.

Finalização : Acredito que aqui é a parte mais tranquila e sem problemas, já que iremos simplesmente finalizar nossa aventura, saiba que no fórum infelizmente nunca iremos poder trazer a situação “Perfeita” onde você concluiu e resolveu todos os seus problemas, então ter em mente um meio de “Finalizá-lo” é bem importante, parecido com o final de um capítulo onde tentaremos deixar todos os nossos espectadores ansiosos para a próxima parte !

Com isso eu acredito que passei o básico para que possamos criar uma boa aventura ! No meio do caminho estarei a disponibilizar mais dicas e te explicar mais detalhadamente do sistema então esteja atento(a) ! Na dúvida só me chamar por MP ou pelo Discord - Makei#5218

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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptyTer 08 Maio 2018, 19:58


 
Ultrajante!
Penteava porcamente seus cabelos, as volumosas madeixas cor-de-rosa caindo sobre seus ombros. A escova roxa era segurada firmemente em sua mão esquerda, suas unhas pintadas em um esmalte azul que já descascava. Os tentáculos coloridos balançavam ansiosos e sua respiração pesada faziam balançar os seios fartos. Os volumosos lábios estavam secos e descobertos. Não sabia onde havia conseguido nenhuma daquelas coisas, mas não é como se fossem importantes: o que realmente acontecera era que, mais uma vez, fora traída.
Como se não bastasse ter sido expulsa do cassino submarino onde trabalhava, sendo forçada a viver entre sujos humanos, havia sido agora demitida de seu nojento emprego terreno. Os tentáculos balançavam ansiosamente.
Eu não fiz nada de errado! Foi aquele homem asqueroso que apertou meus seios!
Não conseguia mais suportar a vontade de enriquecer e se fortalecer ao ponto de voltar a seu tão querido mar em busca de vingança, nunca mais sendo submetida a tamanhos absurdos.
    Mas, por ora, não era ninguém além de uma sirena perdida e alcoolizada, olhando para um ponto fixo em seu campo de visão. Era o céu, o mar ou apenas uma parede azul? E mais, o que era aquele cheiro? E aqueles sons? Por que sua cabeça doía tanto? E sua barriga, por que girava? Ela estava realmente vestindo aquela feia blusa branca? Não sabia nenhuma dessas respostas, mas esperava que logo viesse a descobrir. Respirou fundo, tomando consciência de seus arredores.
    Se estivesse dentro de um estabelecimento, não se daria o tempo necessário para recuperar o equilíbrio ou mesmo para falar com alguém lá dentro, tentando ir diretamente para rua. No caso de alguém atrapalhar essa saída, bêbada do jeito que estava, ela iria como reflexo tentar acertar a pessoa com um de seus tentáculos, fazendo isso na esperança de derrubá-la, e então seguiria em frente para o destino desejado.
    Se estivesse nas ruas, olharia em volta. Se encontrasse uma parede, se apoiaria nela, esperando ali que seu equilíbrio voltasse por alguns minutos começar a andar desajeitadamente em busca de alguém que pudesse dar informações, quase tropeçando em seus tentáculos de tempos em tempos. Se não, iria direto para a segunda parte, iniciando sua procura mais cedo. No momento em que encontrasse alguém, se encontrasse, pediria em sua embriaguez rude informações sobre onde encontrar o porto da cidade.
    — Preciso de carona — diria, sem mesmo saber muito bem qual exatamente era o seu desejo naquele momento.
    Se a pessoa a perguntasse para onde era a carona, ela diria “Baterilla”, mas não tinha certeza de que iria para lá tão cedo. Depois, sua reação dependeria da seguinte variável: ela receberia ou não uma resposta satisfatória? Na primeira situação, sua primeira ação seria surpreender a pessoa com um beijo nos lábios se fosse um adulto e um abraço se fosse uma criança. Já na segunda, ela mandaria um beijo e logo depois sairia para procurar o local sozinha, sem mais parar para fazer perguntar.
    Agora, se não encontrasse pessoa nenhuma, o desenrolar de sua trama seria bem diferente: ela simplesmente deitaria no chão onde pisava e tentaria cochilar um pouco, esperando não ser interrompida e contando com a sorte para conseguir atingir com seus tentáculos qualquer um que a interrompesse.
    No caso de estar na praia, ela tentaria mergulhar no mar, ignorando qualquer tipo de clima que pudesse estar em voga ou outra presença — humana ou não — que estivesse ali, e apenas aproveitando o conforto que as águas poderiam dar a ela, esperando que aquilo a fizesse se sentir revigorada. Depois de alguns minutos no oceano, tiraria sua camisa ela sairia de lá, tiraria sua camisa — vestindo apenas seu biquíni feito de estrelas-do-mar — e olharia em volta para saber se estava perto do porto.
    Se estivesse, andaria em sua direção, esperando conseguir alguém para levá-la longe daquela ilha. Se não, procuraria chegar à rua, onde prosseguiria para a já referida rota de busca por alguém. O mesmo tentaria ser feito se ela não estivesse em nenhum dos já mencionados locais, visto que não haveria muitas razões para permanecer lá, mas se houvesse ela provavelmente tentaria resolver a situação murmurando xingamentos e procurando usar seus tentáculos para afastar problemas.
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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptyQui 10 Maio 2018, 16:40

Interação


A Ilha da moda, como podemos esquecer dessa bela e linda Ilha ? Repleta de um carisma forte em busca de um bom partido, geralmente se tem ela como alvo de vários nobres e pessoas da alta sociedade que buscam achar o seu par ideal, contudo… Veio a se tornar um alvo fácil pelos ataques Revolucionários e Piratas após a caída de seu QG da Marinha. Contudo, a nossa história não se passa pelos seus antigos contos e sim de uma bela moça que havia perdido quase tudo em sua vida, sendo expulsa de talvez o seu lar, o próprio mar, teve que se aventurar ao meio dos humanos em busca de se manter firme… Entretanto a vida não era justa e como uma peça mal feita por uma criança, tudo veio a decair, demitida novamente, a garota perambulava sobre o local de maneira descoordenada com uma dose de licor sobre as mãos, havia escolhido o caminho mais fácil para saciar o seu sofrimento… Sua fraqueza… O desejo de apenas poder voltar ao seu lar antigo parecia apertar o seu peito enquanto uma vontade de simplesmente se tornar mais forte continuava a abalar a sua cabeça que buscava uma rota de volta ao lar… Solidão…

No entanto, só podíamos ver uma bela sirena alcoolizada por aí, sequer lembrava onde estava ou o que estava fazendo ali, olhar aquele céu escuro e negro parecia força-la a lembrar de seu passado, todavia… O que era sensação ? Era tão familiar e distante ao mesmo tempo, como uma nostalgia em sua mente, o som de bolhas pelo ar poderiam ser ouvidas pelo seu ouvido enquanto uma forte dor de barriga parecia reverberar internamente junto de sua cabeça… Onde estava ?

Puxando o ar fortemente e tomando sua consciência mais nítida, pode perceber a estranheza do local, era água ? Será que sem que percebesse estivesse realmente ido em busca de seus desejos ou seria mais um sonho dessa peça infantil que continuava a brincar com a sua pessoa ? Era estranho… Havia certeza que estava no meio da água, seus tentáculos podiam ser vistos flutuar sobre o local mas, estava dentro de um alojamento, uma casa… Podia ver a porta logo a sua frente, logo a esquerda algumas armas estranhas e diferenciadas como um Arpão, Tridente, Chakram e entre outros, a sua esquerda apenas a parede de madeira lhe dava as boas vindas, onde estava novamente ?

Sem dar o devido tempo para a sua recuperação, foi direto em direção da porta, precisava ver melhor, será que era o mar ? Sua casa ? Tudo veio a ser destruído por uma parede invisível que a fez bater de cara sobre ela, ou eu deveria dizer, de vidro ? O barulho parecia ter atraído a atenção de algo logo atrás da bela garota que rapidamente tomou uma atitude ao se mover a sua frente rapidamente. - Por favor ! Não faça barulho… Eles podem voltar e… E… Eu não quero vê-la machucada por eles, pelo menos não uma mulher tão bonita como você, iss- Isso… Isso não é certo… - Comentou o garoto logo a sua frente, o medo e a inquietude de suas palavras poderiam ser sentidas e percebidas pela jovem, aquela pobre criatura em forma de Homem continuava a tremer a sua frente, porém não era por medo da Sirena e sim das pessoas que havia citado a um tempo atrás… O Medo parecia atormentar a sua mente enquanto tentava lutar contra  aquilo… Mas era fraco, indefeso e sem poder algum, mesmo que portasse uma boa aparência jovem e forte em torno dos 18 a 19 anos  junto de seus olhos verdes e cabelos loiros… Finalmente havia percebido a sua real situação, havia sido raptada no meio de sua embriaguez e agora estava sem nada em mãos, apenas presa no meio daquele gigante aquário… Maldita seja a vida.


Legenda:
 
Dicas e Orientações !:
 


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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptySex 11 Maio 2018, 14:26



Ugh… onde está meu copo?
No momento em que sua mente começou a espairecer e sua embriaguez a ir embora, Bizarra percebeu que se encontrava numa situação ao mínimo curiosa. Seus cabelos molhados flutuavam sobre sua cabeça e, sob ela, seus tentáculos. Quando cheguei ao mar? Não, não é o mar... O álcool, que agora atingia seu corpo com dor de barriga e dor de cabeça, a impediu de raciocinar a cena rapidamente. Estaria numa casa inundada? Era o que parecia, com aquela porta e as armas disponíveis. Pensou em pegar uma daquelas quando saísse dali — ela não sabia o porquê, mas o tridente parecia uma boa ideia —, e imaginou as diversas formas que poderia usá-lo. Um dia, poderia levá-lo até o Cassino e conseguir sua vingança!... mas aquele era um dia que ainda estava longe. Precisava se fortalecer e, para isso, precisava sair dali. Cerrou os punhos, confiante, e seguiu em frente.
Quando bateu a cabeça na parede do aquário, entrou em desespero. Os olhos se arregalaram, as sobrancelhas se arquearam e, se conseguisse fazer aquilo debaixo d’água, suaria frio. Seu enjoo se intensificou e, com todo aquele medo e ansiedade, tinha quase certeza de que vomitaria tinta dali a alguns minutos. Estava quase fazendo isso quando o humano a ouviu, falando com ela daquele jeito trêmulo e amedrontado. Foi então que ela se tranquilizou: humanos poderiam ser engenhosos, mas a maioria deles era frágil tanto física quanto psicologicamente, e ela provavelmente tinha chance de superar quem quer que tenha sido o covarde a prendê-la.

É até bonitinho, mas ah! se é covarde… típico, pensou assim que a fala do homem acabou. Ainda tinha esperanças de sair dali e tomar a posse de alguma daquelas armas, para então derrotar não apenas quem a prendeu ali como também dar uma lição naquele jovem que a olhava como se ela fosse apenas uma pobre criatura indefesa, quando a situação era claramente invertida. Ela tinha tentáculos grossos e fortes, habilidades de atuação e ilusionismo, uma velocidade invejável quando dentro d’água e um belo par de seios que poderiam ser utilizados. E o que ele parecia ter? Bons músculos, belos olhos e um enorme peso de covardia.

De qualquer forma, aquele homem ainda poderia ser a sua salvação, então tentaria interagir com ele, além de seguir o conselho de não fazer muito barulho para não chamar a atenção de seus malfeitores. Antes de começar uma comunicação direta, usaria sua bela aparência e seus métodos de atuação para simular um medo profundo e causar pena. Olharia para ele como quem não entendia nada, a boca semi-aberta e uma expressão incrédula. Então tocaria no vidro do aquário suavemente e, tentando revelar fragilidade e medo, comprimiria os lábios como quem estava perto de chorar. Só então tentaria falar com ele, dizendo com uma entonação triste:

— Quem… quem é você? Você veio me ajudar? — soluçaria e colocaria uma mão sobre o peito, pedindo logo em seguida:

— Me proteja, por favor… faço qualquer coisa.

Se sua voz pudesse ser ouvida mesmo de dentro do aquário e o homem respondesse diretamente a suas perguntas, ela o diria seu nome e tentaria um diálogo rápido na esperança de saber o que exatamente era aquele local, mas não se estendendo muito para que o jovem pudesse se concentrar em quem quer que viria pela porta. Se o homem respondesse as perguntas, ela começaria a bolar seu plano com base nas informações recebidas, tentando logicamente encaixá-lo como escudo humano em suas ideias até o ponto onde conseguisse conquistar uma daquelas armas e ficaria pronta para, ainda soando em defesa, demonstrar medo e surpresa caso alguém passasse pela porta, planejando gritar de horror nessa situação.

Se o homem a ouvisse, mas não respondesse a suas perguntas, ela ficaria extremamente brava e deixaria passar o medo atuado: daria o lugar dele ao autêntico ódio, erguendo dois de seus tentáculos e os posicionando como se fossem cobras prestes ao dar o bote, tentando coagir o homem com a ameaça de atrair seus sequestradores com o barulho:

— Quebra o vidro, ou eu quebro e deixo eles te quebrarem depois. — disse, tentando soar o mais intimidadora possível.

Se o homem a ajudasse a sair dali depois daqui — seja quebrando o vidro, seja de uma forma mais silenciosa —, ela se colocaria do lado dele e tentaria alcançar o tridente com o tentáculo, tentando então pegá-lo e trazer até si. Uma vez feito isso, ela tentaria conseguir um beijo no homem, alegando ser uma tradição sirena fazer o pedido de desculpas dessa forma, e se colocaria no mais próximo de uma posição de batalha que ela conhecia. Se ele não a ajudasse mas permanecesse ali, ela tentaria quebrar o vidro com os seus tentáculos e, se fosse bem sucedida, logo prosseguiria para o mesmo processo de tentar pegar a lâmina da parede, mas o finalizando ao tentar também enrolar o homem, na intenção de trazê-lo para um beijo forçado enquanto montava seu plano de combate e ajustava sua postura. Se ele não a ajudasse e fugisse, ela tentaria quebrar o vidro no método já mencionado e, se desse certo, também tentaria conquistar a arma desejada ao mesmo tempo em que tentaria derrubar o homem ao chão com outro tentáculo, para então tentar puxá-lo depois disso — afinal,ninguém escapa assim tão rápido das redes de uma sereia.

Agora, se o homem simplesmente não a ouvisse desde o início, ela começaria a liberar sua tinta dentro da água, tentando escurecê-la e, dessa forma, ocultar-se ali dentro. Então se posicionaria ali, esperando que seus sequestradores logo se aproximassem para trocá-la de aquário. Se fosse necessário, estaria disposta a tentar quebrar o vidro, para talvez pegar o tridente, se tivesse o tempo, e depois fugiria.


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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptySab 12 Maio 2018, 18:32


Interação


Presa em um Aquário, apenas dependia do bom gosto do garoto logo a sua frente, para uma solução fácil e sem muitos problemas, era a melhor escolha ! Usando de suas habilidades para encantar a mente do jovem, Bizarra tocou suavemente sobre o vidro ao demonstrar o seu medo e sua fragilidade, seus lábios se complicaram no meio de suas palavras como se estivesse prestes a chorar, assim finalmente soltando a sua triste voz. - Quem… quem é você? Você veio me ajudar? - Palavras essas que ecoaram fortemente na mente do rapaz, era tão bela… Se um dia lhe dissessem que as vozes mais bonitas do mundo seriam ditas por Sereias, com certeza ele não as negaria, confirmando ser tão graciosa quanto a dos anjos, no entanto, a sirena não havia acabado apenas com isso, havia o restante de seu charme a ser usado. O seu belo corpo podia ser ilustrado como uma obra de arte ao se colocar em sua frente, o soluçar de sua voz agia como um raio em sua mente enquanto o desejo de simplesmente protegê-la parecia absorvê-lo por completo, o plano de nossa Protagonista estava dando certo ! - Me proteja, por favor… faço qualquer coisa. -

Tais palavras… Tal elegância… Como aquele jovem poderia negar esse pedido tão simples ? Entretanto o medo era uma chave de preocupações, não queria se arriscar, porém era o certo a se fazer, pelo menos em sua mente… Soltando um breve suspiro ao fechar fortemente a mão, o garoto a respondeu de maneira firme. - Não se preocupe, eu vou te tirar daqui, meu nome é Jake ! Qual é o seu ? - Comentou no mesmo instante que começou a observar e andar sobre o Aquário em busca de algum mecanismo que parecesse ser a resposta para a liberdade de nossa Sirena. Com um diálogo rápido, era um fato que os dois já sabiam os nomes de cada um mas, a curiosidade de saber onde estava ainda era um fator na cabeça de Bizarra, precisava bolar um plano e informações era um fator importante para si, por isso esperava que pelo menos disso, Jake fosse de uma maneira útil. - Então… Eu sou novo aqui, o que eu sei é que eles procuram pessoas fortes, diferentes ou interessantes para fazer algumas coisas, não sei se é para vender ou talvez até… Por favor, não seja o que estou pensando… - Apenas o fato de pensar em algo pior o fazia se sentir enojado por sua atitude em se juntar a essa tipo de trupe, coisa essa que parecia fazê-lo se sentir mais alvoroçado já que não estava achando a maneira certa de soltar a garota, vindo por escolher talvez o caminho mais barulhento possível.
- Se afaste um pouco, vou tentar quebrar isso ! - Comentou ao dar de costas e ir em direção das armas, pegando diretamente o Tridente em suas mãos, o desespero de ter pensado no que realmente estariam a fazer o fez esquecer os meios e apenas procurar o fim, sair dali ! Com um breve impulso, um barulho oco pode ser ouvido ecoar sobre o local, havia falhado ! Parece que aquele Aquário não era de um vidro tão simples assim e para piorar tudo isso, barulhos do outro lado da porta podiam ser ouvidos se aproximar de maneira furiosa e agora, o que fazer ?


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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptySab 12 Maio 2018, 20:47



Embora ela não soubesse que o homem a via como uma das criaturas com vozes mais belas do mundo, já tinha convicção de que o humano era, realmente, o ser mais idiota do mundo.

Jake havia se mostrado exatamente o que parecia ser para Bizarra: um humano fraco, manipulável e vulnerável. Quando ele soltou um suspiro e fechou sua mão, a sirena sentiu seu ego sendo amaciado pela pequena vitória pessoal após uma semana de derrotas, onde fora expulsa não só de casa como de seu emprego. Se ele se mostrasse confiável em batalha, talvez ela até o mantivesse como um bichinho de estimação, afinal, seu “reinado” deveria começar em algum lugar; e não seria um problema começar com um servo leal e disposto a protegê-la. Quando ele a perguntou qual era o seu nome, ela respondeu, ainda tentando mostrar-se numa faceta frágil:

— M… meu nome é Bizarra. Bizarra Zamolodchikova Mattel. E-eu não sei como vim parar aqui… o que vão fazer comigo?

Ele começou a andar ao redor do aquário, ainda sem respondê-la. Nesse momento, percebendo que ele não tinha nenhuma ideia do que ela estava acontecendo, ela entrou num pequeno momento de surto interno. É claro que os humanos a deixariam com um novato: eram burros o bastante para confiar uma presa valiosa como aquela a uma pessoa inexperiente. Eles poderiam sim ter previsto aquele tipo de traição e justamente por isso ter feito isso, mas Bizarra não conseguia dar muita seriedade àquela teoria que passara pela sua mente. Dar essa atenção seria assumir que os humanos podiam sim enganá-la, o que seria contraditório demais com suas ideias especistas para receber os devidos créditos.

Quando ele resolveu tomar uma ação mais direta e pegou o tridente tão desejado pela sirena, ela já começou a se sentir furiosa. De todas as armas que tinham ali, ela tinha que pegar logo aquela? Felizmente, conseguiu conter sua feição raivosa interna com o semblante amedrontado que assumia antes. Afastou-se da parede de vidro, se preparando pro impacto que viria no momento que o material fosse quebrado e a água fosse em uma enxurrada para o lado de fora. Ainda assim, permaneceu olhando para o homem, cheia de expectativas para quando visse a rachadura. Imaginou como iria agir: o quão rápido iria se mover para pegar o arpão, seu novo objetivo na parede, qual seria a sua frase de efeito assim que visse o primeiro rival ser atraído pelo barulho e passar por aquela porta assombrada que a prendia ali dentro…

A falha de Jake pode não ter atingido o seu objetivo de abrir uma rachadura no aquário e libertar a sirena, mas com certeza fizera vazar dela todas as suas esperanças. Aceitando já a derrota iminente — humanos são inúteis sempre que você precisa deles! —, Bizarra se viu na busca de uma resposta rápida. Se o homem tentasse acertar o aquário mais uma vez e acabasse conseguindo, ela tentaria completar o plano de pegar o arpão na parede usando as ventosas de seu tentáculo para entrar se posicionar para a vinda do “inimigo”. Quando ele chegasse, porém, ela deixaria que Jake tomasse a dianteira, usando-o como o escudo que ele já era na ideia original.


Agora, se ele entrasse em pânico e não fizesse nada, ou se simplesmente não conseguisse quebrar o vidro ou abrir o aquário de qualquer outra maneira antes de seus sequestradores chegarem, ela se veria confusa e, sem ideias do que fazer, acabaria quebrando completamente seu personagem. Os olhos, antes amedrontados, agora se fechariam em sobrancelhas arqueadas, e as mãos, antes abertas de forma a mostrar uma fragilidade e vulnerabilidade, revelariam punhos cerrados de uma pessoa com raiva. Os seis tentáculos se ergueriam em uma posição semelhante à da cobra em bote. A boca, antes semiaberta, agora seria arrombada por um grito de guerra vindo do fundo grave da garganta:

— Porra, vai se foder!

A partir desse ponto, ela tentaria cuspir sua tinta na água e começaria a fazer todos os movimentos circulares de nado possíveis no pouco espaço que tinha. A intenção desses círculos era a ideia de espalhar o pigmento mais rápido, então se esse objetivo fosse atingido e ela se sentisse devidamente ocultada ali dentro, pararia de fazê-lo para posicionar-se de forma a ter dois tentáculos prontos para tentar atacar rapidamente alguém que tentasse atacá-la.

Seguindo isso, ela passaria a prestar atenção nos sons, se guiando por ele. Se quando os sequestradores entrassem na sala, fosse pedido por eles uma justificativa de Jake, ela esperaria a resposta dele. Então, não importando se essa dita resposta fosse verdade ou mentira, ela gritaria de dentro do aquário escurecido:

— É mentira! Ele me mostrou o sexo dele, e depois disse que roubaria vocês e me levaria junto dele!

Era arriscado e envolvia confiar em seu próprio sequestrador, mas ao menos era melhor do que ficar à mercê de um homem a quem ela tinha acabado de desrespeitar. Se essa declaração funcionasse e Jake fosse retirado ou punido de uma forma, ela mais uma vez se aprontaria para atacar a pessoa que finalmente a tirasse dali, talvez para trocá-la para um aquário limpo. Se não funcionasse e Jake se unisse com eles para mantê-la ali, ela mais uma vez entraria em desespero, agora tendo bater com quatro tentáculos de uma só vez em diferentes partes do aquário — um à sua frente, um à sua esquerda, um à sua esquerda e um às suas costas — em mais uma tentativa de quebrá-lo.

Se conseguisse, ela tentaria usar um tentáculo para roubar a arma de Jake e outro para empurrar o rival mais próximo ao chão, então tentando utilizar o terceiro tentáculo — os outros deveriam ficar no chão ou ela acabaria por cair — como escudo e se preparar para batalha.

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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptySeg 14 Maio 2018, 20:45

Interação


O Pânico era iminente, Jake já não se podia mostrar como alguém de confiança ao logo após ter sua tentativa frustrada pelo vidro novamente… É, ele não irá conseguir quebrar... Talvez fosse tudo isso de propósito para testá-lo ? Só saberíamos no momento que a pessoa do outro lado da porta entrasse e isso não demorou muito para acontecer, contudo, nossa protagonista não havia demorado muito para demonstrar a sua verdadeira natureza, deixando de lado aquela fragilidade e vulnerabilidade que a um tempo atrás havia convencido Jake. - Porra, vai se foder! - Bradou de forma violenta como se estivesse prestes a anunciar a guerra de sua vida, aproveitando para se esconder no meio de sua tinta preta ao mover os tentáculos como uma forma de rotacionar e movimentar sobre a água, perfeito ! Apenas a escuridão poderia ser vista no meio daquele aquário.

Logo em seguida o previsto aconteceu, um rapaz forte, típico de um ladrão entrava ao bater com o pé fortemente sobre a porta cheio de raiva. - MAS QUE CARALHO TÃO FAZEND- - Seus olhos no meio de seu grito parecia esbugalhar para fora ao deixar suas palavras serem engolidas goela abaixo após observar o aquário totalmente negro junto do garoto a frente com as mãos sobre o Tridente. - CARALHO ! Olha a merda que você fez seu desgraçado ! - Falou de maneira agressiva ao ir diretamente em direção de Jake e logo dar um belo de um soco em seu rosto. Enquanto isso Bizarra apenas conseguia ouvir o que estava acontecendo, no entanto tudo parecia claro como um céu limpo da manhã, era fácil de perceber que Jake estava na merda e que o novo Ladrão não havia gostado nem um pouco do que estava vendo, na verdade… Sequer sabia sobre, talvez não fossem tão profissionais ou conhecedor dos Tritões/Sirenos. - Eu, eu, eu… Eu… Eu n-... Não fiz nada ! T-t-te juro ! - Suplicou de joelhos, coisa essa que foi refutada rapidamente pela Sirena no meio da água, era genial como ela havia aproveitado do momento para simplesmente piorar as coisas mais ainda do lado do garoto. - É mentira! Ele me mostrou o sexo dele, e depois disse que roubaria vocês e me levaria junto dele! - Comentou logo após as falas de Jake, o deixando totalmente pasmado e confuso ao gritar. - O QUE ?!? -

- Filho… Duma… Puta ! TA QUERENDO ME FUDER ? CARALHO ! - Vociferou ao dar um chute no pobre garoto, parece que as coisas realmente não eram boas por aqui… E isso logo veio talvez a piorar com as próximas palavras do Ladrão, claro, para o jovem rapaz, já que isso poderia ser visto como uma liberdade para a nossa Protagonista, só havia um pequeno problema… - Agora vou ter que descartar o produto ! Pelo menos as minhas duas crianças estavam com fome, parabéns, acabou de conseguir duas rações novas para eles ! Qual as suas últimas palavras garoto ? - Sem demorar muito, uma pequena trava podia ser ouvida puxar e logo após o Aquário ser puxado em direção ao chão… Mal sabia por causa de sua ação, havia sido tratada como um objeto de descarte e agora estava sendo jogado ao Rio novamente, por sinal… Por que diabos havia água logo abaixo ? Bom… Isso pouco importava, já que os vidros podiam ser vistos se abrirem enquanto apenas a água lhe dava boas vindas.

Entretanto as coisas não haviam acabado, sem que percebesse, Jake era jogado pelo buraco também, por sorte, ainda estava com o Tridente em mãos… Lembra do problema que havíamos comentado um tempo atrás ? Então… No momento que a tinta que Bizarra havia produzido se espalhou ou diminuiu de quantia pode ser visto do que se tratava… Não era apenas um, mas dois !

”Turun ! Turun ! Turun turun ! Turun turun turun ! Tutututututututu!”:
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptyTer 15 Maio 2018, 16:54



Bizarra ouviu atentamente o que acontecia ao seu redor, sem conseguir enxergar nada através da tinta liberada por ela mesmo. Enquanto o aparente chefe gritava com Jake, ela se sentiu assustada, com medo do que aconteceria consigo, mas esperava logo ser trocada de aquário, planejando aproveitar o momento entre um recipiente e outro para atacar seu sequestrador.

Ao entender que seu plano havia dado certo, nem pensou no fato de que aquilo faria o rapaz sofrer: ele era um humano e seus sentimentos irrelevantes. O que ela realmente pensou sobre foi sua própria situação, e o que ela poderia fazer uma vez que saísse finalmente dali. Talvez visitasse a ilha de Baterilla, ou mesmo aprendesse a costurar naquelas terras humanas. Poderia também se vingar de seu antigo empregador, o dono do bar que a havia despedido, ou mesmo tentar abrir um bordel na cidade. Garotas bonitas era o que não faltava ali, e sem a Marinha agindo, talvez não fosse tão difícil administrar um local como aquele… tudo parecia resolvido agora, e ela só precisava esperar o momento de pular.

Até que o homem disse haver achado as rações a suas crianças. Que porra é essa?, pensou a sirena, arregalando os olhos como se conseguisse ver qualquer coisa dali. Enquanto seu aquário era destravado e levado para água, ela começou a entrar em confusão, sem entender qualquer coisa que estava acontecendo. Estaria ela sendo atacada por tritões? Por que as crianças estariam na água? Jake havia sido jogado lá também, o tridente em suas mãos. Mesmo naquele acontecimento intrigante e apavorante ela não conseguiu conter o pensamento de que ele iria morrer afogado, e seria bem feito. Mas não se estendeu nessa ideia: precisava entender a situação logo.

A água entrava no aquário, diluindo a tinta espessa e clareando sua visão gradativamente. Com medo de enxergar o que ocorria, ela fechou seus olhos, cruzando os dedos indicador e médio da mão esquerda. Quando os abriu, balançou a cabeça rapidamente para os lados, procurando averiguar a dimensão daquele corpo d’água e as chances de fuga (era um rio? Era um aquário maior? Era o mar? Ela não conseguia identificar pelo gosto da água, o gosto da a tinta afetara sua língua e ela não conseguiria sentir outros sabores além daquele até limpar sua língua) e, assustada com as possibilidades, olhou para frente. E lá estavam eles, em toda sua magnificência cinza e carnívora: dois belos espécimes de tubarão, ainda que de uma espécie que ela não identificava. Por que não havia sido avisada antes que estaria lidando com seres civilizados? Lembrou-se das experiências que tivera com tubarões que nadavam perto do cassino. Alguns eram violentos, mas a maioria tinha a barriga cheia e deixava os outros em paz. Era basicamente seres humanos — burros, invejosos e domados por seus desejos carnais —, mas ainda conseguiam ser mais educados que eles. Tinha certeza que sabia lidar com aqueles bichos, mesmo que a violência fosse necessária; afinal, se conseguisse pegar o tridente que Jake carregava, poderia facilmente derrotá-los, além aproveitar sua vantagem de velocidade em baixo d’água para derrubá-los.

Infelizmente, ela tinha também certeza de que não haveria chances contra aqueles grandes peixes se estivesse desarmada. Mesmo assim, antes dessa tentativa de arranjar armamento e atacar de forma direta os animais, ela resolveu tentar dialogar com eles. Pensou em retirar uma de suas estrelas do mar e tentar seduzí-los com um seio completamente descoberto, mas lembrou-se que se tratavam não apenas de bichos como humanoides, mas também vida inteligente. Então decidira tentar uma aproximação mais educada e, enquanto Jake possivelmente entrava em um estado de pânico, tanto por estar rodeado por água quanto por estar na presença de tubarões, ela diria:

— Boa tarde! Nós podemos fazer um trato?
— começaria, movendo-se para mais perto do humano enquanto dizia isso — Deixo vocês levarem ele se me deixarem pegar o tridente e sair viva. Se vocês quiserem sair daqui, eu posso inclusive ajudar vocês a ir embora. Se quiserem!

Enquanto falava isso, procuraria enrolar dois tentáculos ao redor do homem, tentando imobilizá-lo enquanto usava um terceiro para tentar alcançar o tridente. Se conseguisse enrolá-lo com sucesso, impedindo que ele a acertasse, e conseguindo depois disso pegar a arma, ela dobraria seu tentáculo de forma a tornar possível esticar o braço para pegar o metal com as mãos. Se conquistasse esse objetivo, se sentiria mais segura para continuar sua proposta caso fosse necessário, e poderia começar a falar com mais confiança e poder manipulativo que antes.

Se ela não conseguisse segurar o homem e ele fugisse, ela usaria sua supervelocidade quando debaixo da água para se aproximar dele de forma rápida e tentar prendê-lo em suas extensões mais uma vez, utilizando a mesma proporção novamente — dois ao redor do corpo, um no tentáculo. Se isso não funcionasse ou se nesse meio-tempo ele tentasse atacá-la furando com a arma algum de seus tentáculos, ela tentaria resolver o problema ao realizar um movimento circular com o membro que fosse alvejado, na expectativa de desvia do ataque na ida e desferir um “tapa” no homem como contra-ataque na volta. Se esse contra-ataque fosse bem sucedido, a sirena tentaria prendê-lo mais uma vez. Se não, a sirena teria uma expressão de raiva clara em seu rosto e tentaria agarrar as pernas do homem, e não seu tronco, com o objetivo de impedir fugas. No caso de segurar as pernas da forma que queria, começaria a afastá-las até o ponto de causar dor no homem, praticamente tentando quebrar suas pernas enquanto deixasse escapar palavras de ódio. Se mesmo isso não conseguisse ser feito, ela deixaria para lá, resolvendo apenas empurrar o homem para os tubarões.

Suas ações com possíveis ataques dos tubarões dependeria da duração de seu conflito com o humano. Se os tubarões não a dessem chance de terminar de falar antes de partir para um ataque, por exemplo, seu primeiro reflexo seria nadar o mais rápido possível para o fundo daquele corpo d’água, deixando o humano e suas armas para trás. Se os tubarões a atacassem enquanto ela tentava atacar o humano, ela tentaria uma última vez pegar o tridente e, independente do resultado, mais uma vez usaria a técnica de fugir e largar Jake com os animais de grande porte. Agora, se os tubarões — que ela logo apelidaria de Direita e Esquerda — a ouvissem e esperassem que ela tentasse conquistar a arma ou simplesmente deixasse para lá homem, sua reação dependeria de uma resposta. Se a resposta viesse na forma de um ataque, esse golpe viria mais uma vez acompanhado do plano de afundar e fugir sem o corpo de Jake, a posição do tridente dependente do fato dela conseguir pegar ou não.

Se a resposta viesse de forma verbal dizendo que “sim”, ela tentaria estrangular o jovem, deixando seu cadáver para os bichos. Se a resposta viesse de forma verbal como “não”, sua reação mais uma vez dependeria de certos fatores. Se essa negação soasse amigável, ela tentaria incrementar o plano, dizendo que adicionaria ao trato dois de seus tentáculos se a ajudassem a pegar o tridente, e mais uma vez reafirmando que poderia ajudá-los a ir ao oceano, se quisessem, aproveitando dessa vez para oferecer piratas — da onde ela tirara essa ideia? Não sabia — como lanche se eles resolvessem ganhar a liberdade. Agora, se essa negação viesse seguida de um ataque, ela tentaria se esquivar — independente de ter ou não o tentáculo em mãos — usando sua velocidade para afundar-se um pouco enquanto rolava na diagonal para a esquerda. ”Calma, calma!”, diria, “posso melhorar esse trato”, planejando mais uma vez utilizar a segunda proposta, a que envolvia seus tentáculos e supostos piratas como objeto de troca.

Se essa proposta fosse aceita e ela tivesse o tridente, sua primeira ação seria tentar furar Jake — que talvez já estivesse morto por afogamento nesse instante — e deixaria que o sangue fluísse, formando uma mancha de sangue ali. Enquanto os tubarões se distraíssem com aquela mancha e comessem o homem, ela tentaria fugir dali com sua supervelocidade enquanto eles não prestassem atenção nela. Se os resultados não fossem satisfatórios e os tubarões conseguissem alcançá-la, Bizarra cuspiria sua tinta nos olhos de um deles, logo depois agindo para tentar acertar o outro na cabeça com o tridente. Se esses golpes falhassem, ela rolaria seu corpo para a direita e logo em seguida impulsionaria seu corpo para o alto, segurando com força o tridente e fazendo questão de manter os tentáculos abaixo. Se seus tentáculos acabassem mordidos, ela teria um flash de genialidade manipulativa e diria:

— Como morderam meus tentáculos, agora o trato está feito. Em nenhum momento disse que não atacaria vocês, então ele ainda estava de pé mesmo após meu ataque. E eu ainda posso ajudar vocês! É só me pedirem.

Se isso não funcionasse, ela tentaria uma última fuga, agora seguindo em linha reta na direção contrária. Se nem isso adiantasse e ela se sentisse realmente fodida, tentaria mais uma vez atacar os seres com o tridente, prosseguindo nessa sequência de fuga e ataque com eventuais tentativas de esquiva com rolamentos e similares.


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MensagemAssunto: Re: [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel   [MINI] Bizarra Zamolodchikova Mattel EmptySab 19 Maio 2018, 02:24

Finalização


Com seu corpo ao puro mar, seus olhos podiam avistar aquelas duas criaturas logo a sua frente enquanto Jake era jogado ao mar com o tridente em mãos. No meio de seus problemas até os pensamentos mais estranhos podiam ter chegado a sua mente, felizmente apenas se mantendo com um deles que era o de falar com aqueles Tubarões que logo seriam apelidados como “Esquerda” e “Direita” pela bela sirena. - Boa tarde! Nós podemos fazer um trato? - Comentou enquanto se movia em direção de Jake, não deixando apenas terminar por aquelas palavras dando seu inicio a proxima parte de sua conversa, porém sendo totalmente refutada pelas ações do Humano que parecia continuar a se debater sem controle em baixo d’água, se tínhamos uma certeza no meio daquilo tudo, era que Jake provavelmente iria morrer ! - Deixo vocês levarem ele se me deixarem pegar o tridente e sair viva. Se vocês quiserem sair daqui, eu posso inclus- - Enquanto falava, havia tentado pegar a lança do garoto em meio a água na tentativa de enrolar dois de seus tentáculos sobre o seu corpo e pegar a lança, infelizmente não conseguindo por sua maneira agressiva de agir, quando estava prestes a fazer um movimento mais furiosa, não teve sequer tempo de ter esse tipo de pensamento ao ver que os tubarões haviam atacado em sua direção, a fazendo largar o seu plano inicial e mergulhar em direção abaixo, se distanciando do jovem que continuava a brigar contra os dois tubarões.

No meio do desespero, apenas o tridente poderia ser visto descer de suas mãos, pelo fato de estar em local sem ar para respirar e ainda se debater, não demoraria muito para o seu momento de despedida chegar, com o seu corpo consumido pela água, seus movimentos ficavam cada vez mais duros, a pressão subia sua cabeça e logo se dava conta que não havia mais como lutar contra o seu próprio destino… Jake faleceu.

Como uma obra do destino, o Tridente havia descido diretamente sobre as suas mãos e por mais incrível que pareça, o corpo do garoto não estava totalmente destroçado, na verdade… Estava por inteiro e os tubarões haviam parado um do lado do outro enquanto algo poderia assustá-la nesse momento, suas vozes ! - Hey Maninho ! Você ouviu o que ela falou ? Ela quer fazer um trato com a gente… O que é isso ? - Perguntou aquele que havia sido apelidado de “Esquerda”, seu tom de voz era um pouco bobo e isso podia ser percebido pela sua maneira de falar. - Calado irmão idiota, você acha que eu vou realmente saber ? O Chefinho falou para não deixarmos ninguém sair daqui ! Então é isso que vamos fazer ! Olha aquele ali, já tá paradinho… Por sinal… Ele ainda ta vivo ? Foda-se pega ela ! - Respondeu o “Direita”, demonstrando ser o cabeça entre os dois.

Esquivando ao usar de sua vantagem em velocidade na água, a nossa protagonista fez uma rolagem ao se afundar na diagonal esquerda enquanto demonstrava um leve interesse em melhorar o tratado que tinha antes. - Calma, calma! Posso melhorar esse trato. - Comentou para os Tubarões que estavam agora um pouco de distância após se esquivar, podendo ouvir a voz do “Esquerda” de maneira interessada. - Hey ! Qual é ? Qual é ? -

Por sorte o corpo de Jake que antes havia sido deixado de lado a um tempo continuava a cair em direção ao fundo do mar, para a sua sorte, agora estava bem a sua frente, não pensando duas vezes antes de usá-lo como uma cortina de fumaça em sua fuga, na verdade… De sangue ! Sua intenção era clara, atrapalhar a visão daqueles tubarões enquanto talvez estivesse a atiçar o paladar dos mesmos, coisa que parecia ter funcionado  com o mais bobalhão. - Hey maninho, a gente pode pegar um deles, né ? To com mó fome ! - Sendo refutado rapidamente pelo “Direita” que o forçou a ir em direção de Bizarra. - Claro que não seu idiota ! Vamos, não deixe ela fugir ! -

Usando de sua velocidade aquática, havia conseguido abrir uma pequena vantagem, no entanto não era o suficiente para se colocar em uma posição satisfatória, já que os dois se encontravam logo atrás da jovem moça que rapidamente agiu ao usar da tinta que os polvos produzem, sim, a mesma que havia usado no aquário um tempo atrás ! Por sorte, havia acertado logo o mais inteligente nos olhos enquanto usou de um ataque com o seu tridente em direção ao outro que passou de raspão sobre a sua cabeça, fazendo um pequeno corte superficial, percebendo que não havia tido sucesso, agora só restava seguir em diante com seu plano, rolando o corpo para a direita, rapidamente deu um impulso para o alto na tentativa de se afastar dos dois, para a sua sorte, o “Direita” parecia totalmente perturbado com a tinta dos olhos e se esqueceu de segui-la, já que não sabia onde ela estava, o “Esquerda” se encontrava logo atrás da jovem ao ponto de conseguir acertar algumas abocanhadas em seus tentáculos, coisa essa que havia sido o ponto de destaque em sua escapatória, como um flash de genialidade as suas palavras saíram de sua boca.- Como morderam meus tentáculos, agora o trato está feito. Em nenhum momento disse que não atacaria vocês, então ele ainda estava de pé mesmo após meu ataque. E eu ainda posso ajudar vocês! É só me pedirem. - Deixando o Tubarão mais burro totalmente confuso e desistindo de sua fuga após comentar para a mesma. - Ahhh ! Agora tudo faz sentido ! Tchau moça bonita ! -

Com um belo de um sucesso em sua jogada maestral, conseguiu sair dessa enrascada, a deixando continuar a subir sem nenhum problema, podendo ver o céu novamente sobre os seus olhos, se olhasse a sua volta poderia ver uma pequena casa de bambu sobre o mar, provavelmente era o local que estava sendo mantida enquanto do outro lado estava a ilha de Briss Kingdom, finalmente havia saído dessa enrascada com sua vida e um tridente em mãos pelo simples preço de alguns tentáculos, valeria a pena ? Talvez só a nossa Sirena poderia nos contar.

~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião:

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[justify]Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."[/justify]
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