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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Contos lunares - O Mercador e o Ifrit

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptySeg 30 Abr - 13:29

Relembrando a primeira mensagem :

Contos lunares - O Mercador e o Ifrit

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Proteus Matchinglines e Viktor Rasputin . A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptySab 19 Maio - 1:16



Contos Lunares
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Viktor Rasputin
E
Proteus Matchinglines



As exigências de Kuro não foram bem recebidas pela dupla à sua frente, tanto que o menor deles, Viktor, partiu para cima do idoso, sacando suas adagas e se moveu em uma velocidade maior do que  o tempo de reação do Yagami, que arregalou os olhos, bastante assustado, pois achava que viria a morrer ali mesmo, mas, sem saber se fora por vontade própria ou pelo aviso de seu companheiro, o anão interrompeu sua investida, guardando suas lâminas no coldre na sua cintura e passando ao lado da cabeça de Kuro, caindo no chão atrás do homem, fazendo uma pose ao cair no chão. Ainda estando levemente assustado, o idoso escutou Proteus falar se apresentar e ao Rasputin junto, em seguida o sireno disse ao homem um pouco de seus objetivos ali, e para frisá-los, o anão disse de forma bastante energética que aquele era seu ofício, e aquilo era necessário para realizar seus objetivos, além de que queria libertar escravos da opressão sofrida pelos mesmos.

Com a última frase de Viktor, Kuro acabou sorrindo, bem de leve, tanto que nenhum dos dois veio a perceber tal ato, tanto que Proteus voltou a se pronunciar, e desta vez o sireno disse algo que veio a surpreender o velho, já que o Yagami não acreditava que ninguém pudesse perceber que havia atos criminosos e de repreensão à população dali apenas em menos de um dia, e por ver apenas um casebre malcuidado, principalmente se levassem em conta que sua fama ali não ajudava lhe em nada para conseguir ajuda de outras pessoas.

Como se combinado, o anão e o sireno se pronunciaram em seguida, não dando oportunidade alguma para que Kuro se pronunciasse. - KURO-SAN, O QUE HÁ COM A ILHA? O QUE ERA AQUELA CASA EM RUÍNAS? POR QUE O POVO SOFRE? HEIN, HEIN, HEIN? – Disse Viktor. - Então me diga... Onde se esconde a máfia podre de Wars Island? – Disse Proteus. As frases quase simultâneas, deixaram o velho homem um pouco confuso. - Calma, calma. Um de cada vez. – Anunciou o Yagami.

- Vou responder os dois ao mesmo tempo. Tudo isso é causado pelo dono da fábrica daqui. – Disse o velhote sombriamente. - Kurama é o dono dessa fábrica. A fábrica dá emprego para grande parte da população, mas ele escraviza os funcionários, para que ninguém saiba de nada que acontece lá dentro. Alguns marinheiros foram lá investigar a fábrica, e saíram meio robotizados. Foi aí que eu comecei a desconfiar desse lugar. – Explicou Kuro, olhando para o céu, de forma distante, como se lembrasse do passado. - Perdoe esse velho. Acabei viajando nas minhas lembranças. – Disse o Yagami, depois de um tempo fitando o céu azul, com muitas nuvens cinzas, que começavam a deixar uma neve, que não deveria existir ali. - Mas enfim, a solução para as perguntas de vocês está lá na fábrica. – Disse o mesmo, voltando a ter sua postura firme. - Então, o que vão fazer agora? Já querem ir direto para a fábrica? Essas armas ai não são de boa qualidade, vão quebrar antes de você enfrentar meia dúzia de guerreiros. – Disse Kuro, achando graça nas armas enferrujadas da dupla à sua frente.




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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyQua 30 Maio - 0:44


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     Um nome ~ Kurama. ~ Uma localização ~ A fábrica. ~ E  um guia ~ Afetado? ~ Matutava sobre a cena. As informações chegavam mais rápido que um sireno em queda d'água. Já com as manoplas firmadas, eu prestara atenção a cada palavra enunciada, e denotando um leve caçoo em relação à qualidade das armas, já me dispunha a sorrir, ainda que sutilmente, demonstrando respeito por sua expressão irônica e humorada mesmo após ser surpreendido - Gi-san!! Minhas sinceras desculpas pela qualidade dos itens furtados... - Exprimia também em tom irônico - ...Mas nossa intenção a priori não é combater ninguém. - Fintava Viktor ao final da sentença - Pelo menos não a minha... - Corrigia lançando uma face retorcida ao pigmeu.

      Poucos segundos se passavam até minha retomada de raciocínio. Agir naquele local seria difícil, e minha estratégia ao adentrar o ambiente deveria se basear não só em pura infiltração ~ Dividir e conquistar não é a maneira ~ Ruminava focado, com uma mão no queixo e a outra no cotovelo. Minha cabeça já se constatava feita, o plano não era eximir o submundo da cidade, não... longe disso, o plano era se "tornar" o submundo.

      O primeiro passo era óbvio, apesar de periculoso, uma entrada que se demandava triunfal teria de vir à frente. Ainda sim, perante toda a pressão de engenhar um esquema, algo em minha mente ainda atinava ~ O bravo senhor não tocou no assunto da casa... deveras estranho ~ Cogitava de relance - Tudo bem... - Pausava suave, comunicando em boa entoação - Nos leve para a fábrica quando puder - Continuava em suspiro, ainda pensando na longa viagem - Ufffffff...Não sei se intentou nos driblar não falando da casa, porém, saiba que não precisamos saber de nada não queira, só o que queremos é... - Quebrava a linha de fala por um instante ~ Governar essa ilha... ~ Devaneava ligeiramente estático, mirando o espadachim - Ajudar!! - Restaurava a consciência de maneira quase lúdica, esbugalhando os olhos como se acordasse de uma breve ilusão.

      M ais preparado psicologicamente do que fisicamente, eu estava disposto a seguir o rumo que os dois tomassem, fosse tanto um local para adquirir armas melhores quanto a aguardada fábrica. Caminhando aprazivelmente, seguiria Yagami, almejando manter uma passada similar, ainda que sob dificuldade. Minha postura permaneceria impecável, como sempre me lembrava os ensinamentos de meu mestre e pai, e assim, estendendo a mão, chamaria Viktor discretamente para meu ombro, a anseio de sussurrar em suas orelhinhas - Rasputin, saiba que nós temos que fazer uma lavagem cerebral neste homem... não usurparemos a máfia, mas sim o mafioso - Indagava ao anão, atentando ao velho - Vamos começar a falar uma palavra chave, uma tática de influência hipnótica... sempre que puder repita o termo "justiça"... eu cuidarei do resto. - Finalizava firmando a cabeça frontalmente, esperando assim o desenrolar da viagem.

      E você, qual é sua história? Não é justiça sermos os únicos a responder perguntas - Puxava o papo para quebrar o gelo.

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Histórico Aventuresco:
 

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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyQua 30 Maio - 18:25

#4 Traçando planos

Cingindo as adagas ao coldre de seu 'cinturão', após sentir o sabor de ter poder sobre a vida de alguém, o pequenote dispunha-se a ouvir o verbo enfadonho entre o velhote e o peixe, algo impaciente, meneava os dedos freneticamente no cabo das adagas quando algo lhe chamava a atenção: "Kurama... Fábrica..."

- E-ESCRAVOS?!

A face pequena fechava-se em furor, ruborizando feito tomate, lembrando-lhe ainda mais os caracteres de um diabinho. O Diabo realmente fazia-se valer ali, emanando uma aura odienta, quase assassina, ao ouvir a palavra 'Escravo'. Sua expressão perdia-se ao longe, como quem dá um mergulho no tempo, nas correntezas do infinito. Sua imaginação fértil, como de uma criança, tingia-se em aquarelas multicolores, cheia de formas e texturas, com elementos pós-apocalípticos e steampunk's, a fábrica bizarra com trabalhadores zumbis arquitetava-se em sua mente, reminiscências talvez do freaky show que esteve preso durante anos. Seus olhos perdidos, opacos, voltavam a ganhar o brilho da lucidez pouco a pouco:

- GRRRRR! COMO EU ODEIO A ESCRAVIDÃO!!! PRECISAMOS LIBERTÁ-LOS -
Brandia as duas lâminas gastas que tremulavam a sua vontade e o seu ódio.

"Calma! calma! antes de tudo precisamos ser discretos para sermos bem-sucedidos!" Ponderava nos alvitres de Proteus, acalmando-se pouco a pouco, ruborizando-se cada vez menos, guardando por fim as adagas. "É, essa é uma missão de infiltração sobretudo. Infiltração é meu forte! DAREI MEU MELHOR!" Pensava algo determinado, em pose de super herói.

- Guardarei meu ódio para as minhas batalhas! - Retrucava com um sorriso ao Sireno. - Mas precisamos infiltrar primeiro!

O pequenote acelerar-se-ia rumo ao velho ombro que Proteus oferecia, sabia que iriam ter um plano, iria ouvir o seu amigo peixe, para então jogar as cartas na mesa. Com as orelhinhas atentas e próximos aos murmúrios do dirigente abissal:

- Rasputin, saiba que nós temos que fazer uma lavagem cerebral neste homem... não usurparemos a máfia, mas sim o mafioso. Vamos começar a falar uma palavra chave, uma tática de influência hipnótica... sempre que puder repita o termo "justiça"... eu cuidarei do resto.

O pequeno sussurrava em resposta, puxando a orelha de Proteus, de modo que só o Sireno o ouvisse;

- Tá. Proteus, nossa primeira tarefa será infiltração, e como bem sabes é minha especialidade. A dificuldade é que tu é grande e desajeitado para ser furtivo, então eu maquinei aqui comigo um pequeno e simples esquema que talvez tu mesmo já o tenha pensado. Pelos motivos que citei, sua alternativa é misturar-se como um trabalhador. Talvez tenhas que tomar o uniforme de algum, ou se não é do teu feitio, pede emprego lá. Eu vou estar escondido em tuas vestes, e tu conhecedor da hipnose deverá prevenir-se com a sua mágica. Tendeu? Lá dentro a gente acha o melhor ponto para que tu me deixes e eu me infiltre no alvo central, que deve ser algo protegido como uma sala especial ou outro lugar sob supervisão do Kurama, sei lá. Deixa-me ver com o velho.

O anão coçava os rubros cachos, mirando a diagonal esquerda superior da vista, como quem formula algo na mente.

- Hey, Kuro-san! Ouvi falar que esta ilha possui as melhores armas do North, onde elas ficam? HEIN? HEIN? HEIN??? AH! *baixava o tom, percebendo a empolgação* o senhor sabe dizer o que essa fábrica produz, poderia nos contar algo sobre a sua planta e estrutura? Tu já trabalhou nela??? HEIN? HEIN? HEIN???

Rasputin agora aguardaria as respostas e as instruções do ancião quanto à localização e peculiaridades dela.

- Poderia nos falar um pouco mais do Kurama? Vamos fazer valer a 'JUSTIÇA' aos pobres escravos!

Mirava seus olhos safirinos diretamente aos olhos de Kuro, buscando empatia para melhor ser respondido.

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyDom 10 Jun - 22:15



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Viktor Rasputin
E
Proteus Matchinglines



Das palavras ditas pelo velho Yagami Kuro, duas se fizeram mais importantes para Proteus e Viktor, Fábrica e Kurama, sendo que estas tinham uma ligação direta, afinal Kurama era o dono da Fábrica.  Depois de algum tempo digerindo as informações recebidas, o primeiro a se pronunciar foi o Rasputin, que ficou bastante agitado à menção de Escravos, sua face mostrava uma carranca assassina e sua mente viajava, imaginando a situação que os trabalhadores passavam. Pouco depois o anão voltou a se pronunciar, sua imaginação lhe passara imagens que poderiam ser reais ou não do estado dos escravos, tanto que o mesmo disse em um tom de voz elevado que odiava a escravidão, e que queria libertar os escravos. Com a frase proferida por Viktor, os olhos de Kuro brilharam um pouco, admirados com a convicção do pequeno, o brilho era fraco demais para que os dois à sua frente percebessem.

Já Proteus, um pouco mais controlado mostrou um sorriso irônico para o velho e pediu falsas desculpas pela qualidade dos armamentos furtados, e logo completou dizendo que o intento de ambos não era o combate, ou ao menos não a do sireno, e Viktor mais calmo disse que guardaria seu ódio para suas próprias batalhas, mas isso não deixava nenhum dos dois mais tranquilos, pois não era garantia nenhuma de que o mesmo não entraria em batalhas desnecessárias. Um curto tempo passou com Proteus em silêncio pensando no que faria em seguida, Rasputin saltava de volta para o ombro do sireno e o Yagami continuava olhando para a dupla, até que o Matchinglines se pronunciou.

O Sireno aceitou que o velho os levasse para a fábrica e disse que percebeu que o mesmo não lhes falara nada sobre a casa destruída, mas que não precisaria falar sobre isso se não quisesse, já que eles estavam ali para ajudar, mas, no fundo, o mesmo parecia saber, já que não deixou claro seus planos para aquele local. - Quem sabe mais tarde eu não falo para vocês. – Disse o mesmo em um tom que deveria ser descontraído, mas sua expressão facial, que demonstrava tristeza destruiu a intenção de Kuro. Após isso, o Yagami voltou para a avenida onde o sireno e o anão estiveram antes e começou uma caminhada, perdido em pensamentos, aproveitando que o mesmo estava bastante distraído, Proteus virou-se para seu pequeno companheiro e sussurrou-lhe algumas instruções de forma a burlá-lo para ajudá-los com seus ideais, e Viktor respondeu-lhe de volta, puxando a orelha do maior para perto de si, de forma que mais ninguém conseguisse escutar o que era dito. Tendo se certificado que ninguém escutaria o que diria, Rasputin disse ao sireno algumas ideias que havia tido para adentrarem na fábrica, algo bastante impressionante, afinal o mesmo conseguira bolar uma estratégia simples e eficaz em pouco tempo.

Depois disso, o anão virou-se para o Kuro, que ainda estava distraído e começou a chamá-lo, dizendo que soube que ali estavam as melhores armas do North Blue, e perguntou aonde as mesmas estavam, quando de repente percebeu que estava empolgado demais, e o resultado foi algumas pessoas olhando de forma desconfiada para Proteus e Kuro, já que poucos conseguiam ver Viktor por conta de seu diminuto tamanho, mas então as pessoas perceberam que era alguém falando com o Yagami, e começaram a rir, já que ninguém mais acreditava nas coisas que o mesmo dizia, nem mesmo sua própria família. Depois da pisada de bola por parte do pequeno ruivo, o mesmo continuou, em um tom que deixou de chamar a atenção das outras pessoas, perguntando sobre a fábrica para onde estavam indo, se sabia o que era produzido, a estrutura e plantas. - Infelizmente eu não posso lhe dar nenhuma resposta para suas perguntas. Mesmo que eu saiba da escravidão que há dentro da fábrica, eu nunca entrei nela, por isso não sei de nada, além da entrada principal e uma outra forma de entrar, que ninguém além de mim sabe. – Disse o velho, sem graça por não poder ajudar mais a dupla, que foram as únicas pessoas que acreditaram em si, quando mais ninguém o fazia.

Em seguida Rasputin perguntou sobre Kurama, o dono da fábrica, se Kuro poderia dizer um pouco mais sobre o mesmo, e Proteus sobre a história do mesmo, alegando que não era justo eles serem os únicos a responder perguntas, e com uma pequena risada, o Yagami se pôs a falar. - Hehehehe, boa dedução, pirralho. Vou aproveitar para responder vocês dois ao mesmo tempo, pois eu não vou dizer toda minha história, apenas a pior parte dela. – Disse o velho, abaixando a cabeça e deixando a sombra de seus cabelos cobrirem seus olhos, escondendo uma pequena lágrima que escorreu de seu olho esquerdo. - A mais ou menos 8 anos atrás, eu ainda tinha um filho vivo. Meu filho era bastante ambicioso, queria crescer na vida, ser famoso, por isso era bastante esforçado, mas essa ilha não tem muito a oferecer para pessoas como ele, e sem alternativa ele se viu obrigado a trabalhar na fábrica. Os primeiros 6 meses foram incríveis para ele, estava feliz com isso, comprou uma casa para morar sozinho inclusive, mas, de repente, ele, que era bastante feliz, animado e extrovertido, se mudou para a nova casa e deixou de conviver com as outras pessoas, só saía para ir trabalhar, e assim se passaram dois meses, quando algumas coisas causaram sua morte. – Nesse momento, o velho parou de falar para limpar as lágrimas que corriam abundantes de seus olhos. - E foi quando eu percebi que havia alguma coisa muito errada com essa fábrica, desde etão eu venho tentando acabar com ela, mas Kurama é muito influente, então minhas tentativas sempre falham, e as coisas continuam as mesmas. Talvez vocês consigam fazer algo, pois este velho aqui já perdeu quase todas as esperanças. – Terminou de falar o Yagami, se calando de repente.

E em silêncio a caminhada se manteve até chegarem na fábrica, foi quando Kuro parou de andar e virou-se para Proteus e Viktor. - E então, o que pretendem fazer agora? – Perguntou o mesmo, esperando uma resposta por parte da dupla, afinal não os deixaria ir sem um plano em mente.




Fábrica:
 

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptySeg 20 Ago - 1:31

#05 zero zero sete

Das miríades de universos criados em sua mente, Viktor vislumbrava ainda inúmeras linhas temporais do destino que se desdobrava à sua frente: aliens, poderes sobrenaturais, fábrica assombrada... Sua imaginação pintava telas ao sabor das aquarelas de sua fértil e infantil mente. Enquanto rumavam ao destino, guiados pelo velho Kuro, Rasputin observava seu companheiro do ponto de vista de seu ombro-carona. Sorria doce, enquanto tocava levemente o muco de sua pele com afeto e natural curiosidade. O cheiro de Proteus já lhe era familiar, sentia-se apegado ao seu amigo peixe. Seu ombro era afago que nunca sentira em uma vida gatuna de desconfiança e agruras. Apreciava o seu amigo e desejava ajudar-lhe em sua jornada enquanto estivesse ao seu lado.

- Ei, Peixoto! - Viktor ensaiava uma careta ao sireno - Eu gosto de tu! -
Terminava a sentença com um sincero sorriso, de orelha a orelha, olhos cerrados e gentis, seguido de uma chulipa na orelha de Proteus.

O anãozinho seguia a viagem com entusiasmo, excitado com o desafio operante da infiltração que se aproximava passo a passo. Sem contudo, perder a seriedade e a responsabilidade da missão. Por fora, riso frouxo, molecagem. Por dentro lucidez, foco, de modo a aparentar que resolve seus desafios na malandragem, na facilidade, como alguém extraordinário.

Ao horizonte, céu em cores gris, nuvens de poluição a enfeiar a atmosfera: Era a fábrica que se desdobrava aos seus olhos, em seu aspecto lúgubre de seus tijolos frios e chaminés tristes. Os olhos de Viktor brilhavam em expectação profunda. "Seja lá qual for o desafio, eu superarei."

O anãozinho sussurrava mais uma vez aos ouvidos de Proteus:

- Peixoto, eu vou confiar no velho, e irei com ele até a passagem oculta que 'só ele conhece, mas nunca entrou na fábrica'. É possível que eu me foda, mas ao menos um de nós obterá êxito. Te espero lá dentro, amigo!


Retornando sua atenção ao ancião, Rasputin arguira sua voz em tom respeitoso e polido, exalando um pouco de ironia, própria de sua personalidade.

- Kuro-san, a 'JUSTIÇA' será feita! Mostre-me a passagem secreta, iremos nos separar aqui, tentando infiltrarmos de diferentes pontos -
Dizia descendo do ombro do sireno com uma acrobacia útil - Eu juro que libertarei qualquer escravo que aqui houver. Até breve! -
Diria ao velho Kuro, ao ver e cruzar a passagem secreta para a fábrica, em tom de despedida com leve aceno de cabeça.


Ao adentrar o espaço, esgueirar-se-ia em qualquer obstáculo que melhor lhe rendesse esconderijo e campo de visão, emudecendo seus ruídos como aprendera no circo, movimentando-se em sua enorme desenvoltura e velocidade, silenciosamente, precisamente, gravando em sua mente cada canto do local em que adentrara, observando o movimento de possíveis operários e trabalhadores que lá houvessem, suas expressões, diálogos, tudo que pudesse render-lhe informações sobre o que estava lidando. Aguardaria o julgamento de todo o contexto do espaço da primeira infiltração para poder fazer juízo de para onde, como e quando seguir.

"Eu sou o James Bond!"


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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyQua 22 Ago - 23:07


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     Entre sentenças, esquemas, pensamentos e desabafos, a caminhada se desenrolava de maneira íntegra e ininterrupta. O ar gelado de Wars Island se esvaía de maneira sincrônica à nossa chegada ao destino, deixando assim evidente a mudança de temperatura na ilha e tirando a sensação póstuma de ambiente inóspito... ainda sutilmente frio. ~ A neve parou? ~ Reparava em pensamento, levantando a palma de minha mão direita para cima ainda que com os braços cruzados, procurando reafirmar minha notação.

      Viktor havia "percorrido" o percurso em meu ombro, e com isso sentia que nossa conexão havia chegado a um patamar de parceria. ~ Um anão e um sireno...quem diria? ~  Pensava, fitando-o de relance enquanto esboçava um discreto sorriso. - Ouvi seu plano... - Não me retia a indagar, cortando abstrações e direcionando meu olhar para a fábrica, continuando a interpelação pausada com um semblante apático. - Também acho que seria o melhor. - Articulava de maneira segura, instantaneamente me orientando ao pequeno, no almejo de assim passar uma feição oposta ou ao menos menos arrogante que a anterior, exibindo sorrateiramente uma imponência postural e um sorriso de olhos fechados. Um ser esnobe não era necessário naquele momento... ainda mais depois da confissão do pobre homem que nos guiava.

      Uma história sobre um descendente perdido e um empresário influente. Tudo o que temos... - Exprimia e intervalava meticulosamente após a constatação, e suspirando, logo retrocedia ao aspecto fechado -  Não podemos nos dar o luxo de falhar. O mercado não poupa a concorrência. - Finalizava a mensagem de maneira concreta e fria, ansiando passar a seriedade da situação à medida que estabilizava meu inconsciente ~ Postura...

      Minha pose estava firme, e Kuro se encontrava à espera de uma posição da dupla. Viktor passara sua ideia, e ela se mostrava sendo extremamente considerável -  Não vamos nos entregar de mão beijada para a concorrência. - Me punha a exclamar pontualmente ao passo em que já me dirigia para a entrada principal -  Então está tudo certo, vão pela passagem alternativa, eu me virarei pelo fronte... recolham informação útil sobre a fábrica, e se lembrem, a justiça que viemos fazer não se referencia pela queda do negócio, mas sim do gerente. - Concluía já não mais olhando para meus companheiros.  

      Ali me via, lentamente, andando em direção à porta de uma fábrica rústica, controlada por um homem de caráter duvidoso, rodeado de rumores igualmente duvidosos - Devo estar louco, parece até que não vejo a toca em que estou entrando... - Papeava desacompanhado, quando de repente ~ Parece até que... ~ Vislumbrava - Hum... - Uma ideia teria atinado em minha mente.

      Caminhando de maneira super vagarosa, iria avançar pela entrada principal, e com ambos os braços levantados, andaria de maneira um tanto descuidada fazendo "zigzag". Ao entrar, procuraria analisar o ambiente o mais minuciosamente, batendo propositalmente nos utensílios e objetos em meu caminho, contudo, de modo que não caísse.

      * Pouco antes de adentrar a fábrica ~ Meus olhos completamente brancos não levantarão suspeitas... irei me passar de cego!! ~ Matutava com um discreto sorriso.*

      Com minha ideia sendo colocada em prática, eu logo abordaria a pessoa mais próxima, e falaria - Alguém, por favor, me ajude, me disseram que aqui que se encontra a cura da cegueira!! - Interpelaria de maneira triste, prostrando minha voz encantadora em minha atuação apelativa, buscando assim abalar o emocional dos que se encontrassem presentes - Seu chefe, chamem o seu chefe!! Ele terá minha resposta. -  Terminaria me ajoelhando, me dispondo a debruçar um pranto manipulativo.

       Esse era meu plano... a sensibilidade. Apesar de não ter atuação, apresentando uma situação totalmente estranha para o máximo de pessoas possível, eu provavelmente iria deixar a plateia ali presente confusa, ganhando espaço para a resolução da peça...Kurama.

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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyDom 26 Ago - 10:13

A Fabrica

Gaiden






Era chegado o momento que o jovem Sireno se infiltraria na fábrica,uma construção enorme coberta pela neve e frente fria trazidas pelo vento que passava pelos dedos volumosos de suas mãos,no entanto os arredores em si estavam bem mais aquecidos do que se apresentava a alguns quarteirões atrás.Os tijolos do edifício pareciam ter perdido a cor natural devido a fuligem espessa que saia pelas chaminés e o cheiro lembrava e muito o de carvão e lenha sobre uma lareira quente em dias gelados.Um ambiente que deixava nosso caro Proteus com o corpo devidamente revoltado,por ser o oposto de seu hábitat natural.

Seu inseparável e astuto colega anão embora tenha optado por uma rota diferente não o deixará por completo podendo ser encontrado novamente em seu interior seja mais cedo ou mais tarde deixando o à cargo de um destino incerto e prematuro,seu plano era simples porém bem elaborado e logo na companhia do velho ambos iam se distanciando em direção dessa passagem misteriosa deixando o homem peixe aos cuidados de sua própria índole.

Caminhando em direção ao imenso portão de metal reforçado,a maçaneta era girada com tamanha tranquilidade revelando uma sala de recepção, provavelmente para aqueles que desejavam visitar a fábrica para tratar de negócios rápidos,ou talvez com o intuito de receber novos funcionários disfarçando os terríveis segredos ali escondidos.

O lugar era branco e limpo com enormes quadros de diversas pessoas trajando uma sofisticada roupa social,com bordas de ouro e seus nomes gravados com legendas logo abaixo.Havia vasos de planta perfeitamente moldados, com inúmeras vegetações nunca antes vistas e uma escadaria enorme levando para os níveis inferiores,duas entradas para salas nas laterais e uma mesa de mármore polido repleta de papéis onde sentado sobre uma cadeira logo atrás,  uma jovem é bonita moça de cabelos verde esmeralda e olhos amarelos como o sol observava sua aproximação.

-Ai meu Deus,o senhor está bem? Ela perguntava com preocupação enquanto Matchinglines tateava pelo piso como um bêbado desorientado esparrando sobre os pertences caríssimos fazendo os balançar e tremer mais não os derrubando,podendo causar um leve ataque no coração para aqueles que haviam pago pelo acessório.

Com medo dos recentes acontecimentos,a garota corria de maneira desesperada alojando seus braços sobre o coitado como se estivesse servindo de apoio para  seu total desequilíbrio.

Uma ideia astuta porém arriscada,qualquer um que tivesse o menor conhecimento sobre teatro e encenações ou ousasse questionar como alguém que mal se direcionava em um imenso hall havia chegado ao local sozinho ausente de visão teria levantado suas suspeitas.Porém para sua sorte ou talvez infortúnio,não era o caso da jovem,que acreditava ingenuamente nos detalhes com os olhos lacrimejando visto as palavras da denominada cura e a situação deplorável em que o personagem fictício criado às pressas se encontrava:

-Euu...euu..não conheço nenhuma cura para a cegueira,nem mesmo sei se o chefe se encontra na empresa,mas posso estar te levando para a área médica onde pode receber melhores atendimentos.

Com força e sufoco saindo de seus lábios ela fazia pressão para conseguir guiar o rapaz,algo desnecessário pois o mesmo tinha total capacidade de se fazer caminhar sozinho,mas a agitação da moça era tanta que ela mal conseguia encontrar a razão dando o seu melhor perante a situação,levando o degraus abaixo.

-Teremos que passar pela oficina e um pouco barulhento sabe?Mas espero que você não se incomode, o lugar e devidamente preservado,todos os funcionários são bem felizes,hoje e meu segundo dia.Era pra minha supervisora estar comigo para me auxiliar,só que houve imprevistos e acabei ficando sozinha.

Adentrando recinto, podia se ver porque a fábrica era tão grande,havia enormes caixas espalhadas aos cantos,onde operários depositavam armas dos mais diversos tipos e tamanhos,outros as recebiam por esteiras movidas por caracóis que deslizavam logo abaixo  movimentando o maquinário.

Todas eram limpas com um pano vermelho e exótico e os membros pareciam conversar animados entre si,sejam sobre suas famílias,ou o ótimo trabalho que eram capazes de ter:

-Queria que pudesse ver tudo isso.Essa é a área de desembarque onde o produto finalizado  e devidamente empacotado para podermos enviar para nossos diversos clientes ao redor da ilha ou até mesmo mais ao longe.

Seu sorriso era sincero enquanto ela passava seus olhos por cada um dos seus colegas de trabalho e concluía com um tom amoroso e carinhoso:

-O objetivo de todos nós e sermos capazes de servir conforme as expectativas para sermos alojados no departamento de manufatura, onde tudo é criado.Somos envolvidos por imensos contos e ilustrações sobre a maravilha que seria estar lá,assim como a variedade de benefícios.Os escolhidos são enviados para a clínica para prestar o exame e nunca mais são vistos. Ela transmitia sua alegria olhando para Proteus,com uma pequena lágrima escorrendo pelo olho.

-Um lugar tão bom que até mesmo seu irmão jamais retornaria para vê-la depois de tantas promessas.

Ela limpava o canto de suas retinas com a palma direita e parava próximo a uma porta:

-Chegamos,acho que a enfermeira Joey saberá o que fazer.Ela é  uma médica excelente,não tem quase nada que ela não seja capaz de tratar.

Lance




O velho era uma companhia terrível em momentos de tensão,com uma carranca feia e expressão pesada sobre sua face,talvez devido sua enorme perda e a maneira com que ele tivera que lidar com tudo isso isolado e sem ninguém ao lado para suportar sua dor.

Tateando pelo solo macio é branco,seus passos pararam perto da parede da fábrica em uma de suas laterais e logo se ajoelhava perante ao chão limpando a superfície,afastando o que fosse que tivesse ao redor revelando um imenso alçapão de madeira com um pequeno vidro na parte de cima:

-Eu vi o líder deles adentrar por essa passagem algumas vezes enquanto o observava com cuidado,para que um dia pudesse desmascará-lo,acredito que seja uma entrada secreta para seus aposentos.Vamos pequeno polegar não a tempo a perder.

Abrindo com deveras cuidado uma imensa escada de metal e um buraco cheio das mais remotas teias de aranha e marcas de verniz sobre as paredes transmitindo um cheiro horrível e desengonçado.

Tapando o nariz com suas vestimentas o velho colocava o anão sobre seu ombro e punha se a descer com coragem e determinação.

Demorou bastante até que conseguissem encontrar finalmente o terreno que indicasse sua chegada ao objetivo estabelecido,era quase como se tivessem descido para muito além do subterrâneo.Iluminando o único corredor presente, inúmeros caracóis com as conchas incandescentes reluziam em um forte tom azul.A coloração era bonita e fraca,o suficiente para poder observá-la com atenção sem sofrer de irritação sobre as pupilas e ao mesmo tempo providenciar a luz necessária.

Logo a frente inúmeros barulhos de martelos retinindo sobre metal passavam pelos pequeno ouvidos de Viktor com tremenda sonoridade.

O lugar parecia uma caverna de terra,com algumas escadarias de pedra levando para os níveis superiores um minúsculo duto de ventilação é inúmeras rotas alternativas.

Pesados passos vinham na direção dos intrusos e o velho às pressas colocava o pequeno homem perto da entrada do duto com pequenas instruções:

-Você é pequeno jamais irão te perceber se caminhar por aí.Eu irei investigar os aposentos em busca de mais informações e me esconder.Boa sorte.

Olhando para os lados para aferir se não fora descoberto o velho iniciara uma corrida buscando manter sua presença incógnita.

Não demorou muito e os donos das pisadas fortes,passavam logo a frente,homens e mulheres de vestimentas rasgadas e corpos ensanguentados com bolas de metal amarrada sobre os pés e colares com correntes grossas sobre o pescoço com um supervisor trajando roupas brancas com um chicote sobre as mãos.Eles aparentavam estar transportando um carrinho de minérios de ferro e cobre,tanto em bruto como na forma de lingotes:

-Rápido não temos o dia todo!Gritava impaciente o chicoteador que estalava a superfície do cabo sobre as costas de um dos envolvidos  que chegava até mesmo a se curvar perante ao impacto abrindo a boca em um gesto de dor,sem uma única palavra sair de seus lábios que apenas salivava enlouquecido.

Buscando um melhor julgamento e adquirir mais detalhes para os recentes acontecimentos e a maneira que teriam que agir.O anão se movia de maneira discreta e furtiva ao longo dos canos.

Em meio ao seu percurso através de freitas para a circulação de ar,podia ser analisado o ambiente avassalador em sua plena magnitude.

Um imenso caracol vermelho do tamanho do local e com olhos flamejantes,funcionava como uma fornalha/caldeiraria emitindo suas fumaças para as chaminés alojadas em suas costas que levavam até lá em cima.

Inúmeros escravos,de condições até mesmo piores do que os anteriores,trabalhando arduamente refinando espadas e pontas de lança,forjando cabos e bainhas, resfriando o metal recém aquecido sobre o óleo ou até mesmo água.

Nenhum deles aparentava ter tido qualquer tipo de descanso,ou se tivessem era apenas o suficiente para se manterem vivos,seus corpos pareciam desnutridos e cheio de olheiras recebendo chicotadas ou cortes sempre que pareciam estar prestes a ceder,mas ainda assim não demonstrando nenhuma queixa ou som.

Havia muitas pontas soltas para serem entendidas então nosso pequeno aventureiro ainda tinha uma jornada plena a sua frente,caminhando veloz e silencioso de maneira que apenas alguém de sua espécie seria capaz,até o devido momento que escutará algo deveras interessante,no entanto não sabia quem era o responsável pela voz desde que não tinha nenhum lugar aberto dessa vez que o permitisse observar:

-Hiuhiuhiuhiu.Esse trabalho é muito divertido,viu a expressão daqueles seres inferiores?todos submissos e idealistas a nossas ordens e comandos trabalhando da maneira mais produtiva que podemos querer,dessa maneira os lucros subiram em disparada,a concorrência não é capaz de disputar com nossos prazos de entrega,Hiuhiuhiuhiu.

Uma segunda voz,mas prestativa e menos confiante respondia a primeira com certa dúvida em suas cordas vocais:

-Mas o que fazem eles agirem em tal maneira? Eu até entendo obedecerem perante o medo.So que até mesmo uma simples reação e inexistente.

Através de uma imensa gargalhada que poderia até mesmo ser facilmente ouvida através das paredes a conclusão era exposta em um diálogo simples:

-O motivo e esse remédio aqui,durante o exame “promovendo” os para um setor melhor,todos devem ser devidamente vacinados e tratados,Hiuhiuhiuhiu então eles nunca imaginam que na verdade estão sendo drogados com essa substância viciante.No começo eles ainda se mantém lúcidos por alguns momentos então os reabilitamos até chegarmos no padrão que queremos,tudo que eles pensam e quando receberam sua cota da medicina novamente.Hiuhiuhiuhiu

Ciente de que a situação estava em níveis acima do esperado o pequeno Viktor apertava o passo,era importante mencionar o que escutará para os demais colegas.

Todos




A enfermaria era aconchegante,havia inúmeras camas de colchões macios bem forrados,prateleiras e mais prateleiras cheias de medicamentos e agulhas, muletas e cadeiras de rodas de fácil acesso e sacos para a transfusão de sangue.

O lugar parecia não ter nenhum ferido ou incapacitado,tendo a presença apenas da médica  de cabelos rosas e elegante expressão:

-Se não é a estagiária nova,Emmy o que traz você para cá?era suposto que você ficasse no seu posto ou será que já está começando a demonstrar incapacidade em suas tarefas,se for assim talvez devêssemos contatar os superiores e mandá-la embora.

Emmy engoliu em seco,devido essas palavras e sua tremedeira era passada para Proteus que se encontrava aos seus cuidados,apesar disso olhando para ele e revivendo suas palavras ela encontrou aquilo que faltava para seguir adiante:

-E que ele entrou sobre o saguão e esse jovem cego precisa de cuidados,por favor minha senhora trate dos ferimentos dele.

A médica tinha uma expressão sorridente mas ainda sim sem vida e concordava sem questionar mais nada propondo apenas suas condições:

Esta bem,iremos descontar o tratamento de seu salário mais tarde,agora retire-se e retorne para suas obrigações.Emmy tentará argumentar mais seus movimentos foram parados com a continuação do monólogo. E nem pense em pedir para ficar,essas são minhas exigências,se deseja que esse homem seja tratado,por favor retire-se.

Sem ter como contrária ela fazia uma jus referência e acariciava os cabelos do sireno com um sorriso falso e a tristeza exposta apenas com sua voz alterada para se parecer contente:

-A partir daqui ela estará disponível para seus cuidados,logo você ficará bem, não se preocupe. É dirigia-se a saída fechando a porta com delicadeza.

Dado sua partida também fora o momento de entrada de Rasputin que chegara atraves dos dutos finalmente avistando um rosto conhecido despercebido pelos demais devido a sua localização.

A funcionária mexia nas prateleiras e retirava um copo preenchendo com água depositando uma pílula em seu interior a diluindo e entregando nas mãos de Proteus:

Tudo que você precisa fazer e beber o conteúdo desse recipiente e logo estará se sentindo como nunca,isso não é ótimo?

NPCs:
 

Historico -Gaiden:
 

Historico - Lance:
 

*Créditos do Template para Bjarke.

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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyQui 30 Ago - 9:28


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E lá vamos nós. Pés em sítios fabris. Pelo menos era o que parecia. Um vão escuro e sujo. Uma descida abismal. "Pra onde esse velho tá me levando?" Pensava inflando as bochechas ensaiando uma carranca. E lá estava Viktor, rosto pálido, cálido, espírito ausente em seus devaneios férteis, de corpo fechado. À medida em que desciam, a escuridão assolava mais e mais, e um odor sulfuroso ardia-lhe o narizinho, obrigando a vedar-lhe com a destra. "Catinga da peste, onde é que eu tô?". De assalto tomado aos ombros do ancião, o pequenino coração palpitava feito pistão. A sua face agora ruborizava-se e ele encarava o velhote com despeito e uma careta engraçada, dando-lhe uma chulipa na orelha. Por molecagem mesmo.

"Eu não lhe dei cabimento, tome essa chulipinha!"

Viktor ria por dentro, enquanto aguardava ansioso e inquieto, implicando com o Yagami para matar a descida chata e causticante... Tempo, tempos e metade de um tempo se passaram, muitos degraus transpostos, até que chegavam em algum lugar, para alívio do anão. Curioso local, saturado de caracóis, similares aos Den Den Mushi, mas que aqui operavam distintamente, emitindo parca luz azul, curando as trevas daquele lugar. Esse jogo de luzes faziam os olhos de safira do pequenino coruscar... Seu pensamento ia longe, lembrando dos refletores multicolores do seu antigo circo... Trazendo à tona sentimentos conflitantes de saudade e repulsa. Despertava.

Baques metálicos tilintavam, entranhavam em suas orelhinhas, como um martelo que açoita a bigorna, aguçando a sua curiosidade, ascendendo-lhe a acurada inteligência como uma lâmpada, um estalo, dando pano a notar que ali algo era forjado, manufaturado... "AS MELHORES ARMAS DO NORTH!", pensava estupefato, fitando logo em seguida suas adagas ataviadas ao cinto que cingia-lhe as ancas: "Será que consigo adagas melhores?" Pensava afoito, cobiçando melhorias, como qualquer gatuno ganancioso faria, né?

Aquele saguão dava para inúmeras passagens, escadarias e atalhos que deveriam levar a vários níveis da fábrica. Mas um atalho era notório. Perfeito para a estatura de Viktor: os dutos de ventilação! Deviam marcar toda a extensão da fábrica, assim Yagami punha o anão numa entrada com algumas instruções onde teriam de se separar novamente. "Esse véi é sabido."

- Até mais Kuro-san - Cochichava, dando-lhe a língua como sinal de boa sorte.

Passos fortes eram ouvidos junto de murmúrios de sofreguidão, ao passo que das frestas de alumínio Viktor podia observar seres ensanguentados, em andrajos, tratados feito cães, na sinfonia do chicote. O anão congelava em fácies horripilantes, pálido, um arrepio subia-lhe pela espinha e um ódio brotava de suas fibras mais íntimas, fazendo-o tremular suavemente. "S-são os escravos!!! ESCRAVOS!" Sua feição tornava-se odienta, uma aura assassina possuía-lhe a alma, suas mãos apalpavam os cabos de sua adaga, trêmulas. Sua pele inflamava-se ganhando um tom avermelhado, dando-lhe os caracteres de um demônio. "Eu matarei esses bastardos que esmagam a liberdade alheia!!!!" Estava em conflito, sua natureza pedia-lhe para descer ali e libertá-los dos açoites e das amarras férreas e ferrenhas, mas sua razão dava pendor à sua missão: Infiltrar e coletar informações, para então agir conscienciosamente, com precisão e astúcia. "GRRRRR... Não posso entregar minha posição agora! Eu juro que lhes libertarei e os vingarei!!!" Partia em disparada na progressão dos dutos, deixando a gravidade derramar algumas lágrimas quentes de ódio que ficavam para trás.

Em meio a umas frestas que davam uma visão mais ampla, Viktor observava o panorama, onde os escravos anteriores transportavam lingotes de minérios, os daqui pareciam em pior estado, trabalhando na forja. Seu ódio ardia e aumentava feito as labaredas dos caracóis-fornalha que ali avistava. "Não aguento ficar por aqui sem interferir! É melhor eu continuar! Há muito o que entender ainda!" Prosseguia trêmulo, deixando rolar mais algumas lágrimas cálidas. "A escravidão que s-sofri foi muito mais sutil... Não menos perigosa... Mas isso é muito sofrimento! Eu te ODEIO, Kurama!!!

Seguia em frente, estupefato, irado, ligeiro, sutil, até ouvir uma conversa suspeita. Viktor estarrecia-se mais ainda. Seus olhos vidravam em uma expressão de surpresa, porque finalmente entendera como a lavagem cerebral era feita. "UMA DROGA! Então é assim que esses malditos fazem seus escravos! Grrrr! Olha a risada desse fela da puta! Que escroto! Queria ver a cara del... E quem é esse cabra submisso?! Será que estes são o Kurama e algum subordinado??? Sem dúvida é alguém importante! Preciso avisar o Proteus!"

Viktor disparava, silencioso, mas aflito, de coração apertado, pois sentia um grande fardo em suas costas, o fardo da missão. Aturdido, o pequenino chegava em uma abertura, e um misto de esperança e pressa tomavam conta de si ao ver o seu amigo Proteus. Precisava avisar-lhe de tudo, para que seguissem o plano, mas ele não estava só! A tensão se tornava mais esmagadora para Rasputin ao ver a médica oferecendo um REMÉDIO ao sireno! Não ele não podia deixar! Aflito, mas cuidadoso, buscaria um mecanismo para achar uma abertura suficiente para passar sem fazer barulho, que era o mais importante. Temeroso que Proteus tomasse o remédio, e após conseguir passagem, Viktor acelerar-se-ia furtivo, com os olhos vidrados na dupla e no ambiente, usando quaisquer obstáculo que lhe ocultasse dos dois, movendo-se o mais rápido e silenciosamente que poderia, buscando um trajeto por trás da médica, frente a Proteus, para que tentasse dissuadi-lo de ingerir o conteúdo do copo, onde faria gestos de silêncio e negação para o ato. Se percebesse que mesmo assim o sireno teimaria em beber a droga, não restaria escolhas a não ser entregar sua posição para a médica, partindo para cima do copo em máxima aceleração para quebrar-lhe com um talho preciso da adaga sacada de seu cinto com a destra, em movimento vertical, num movimento estilo Iai, desembainhando com um corte rápido. Teria que cuidar da doutora depois disso. Caso ela viesse a gritar por socorro tentaria ser mais rápido em cortar-lhe a garganta em movimento horizontal para impedir-lhe de entregar suas posições.

Caso Proteus lhe atendesse os alvitres e não ingerisse o preparado, Viktor sorrateiramente saltaria até o pescoço da mulher, de seu ponto cego, óbvio, segurando-lhe tal qual um coala num eucalipto¹, para ficar bem seguro e apoiado, cruzando as pernas como num laço para firmar bem a posição, com a canhota buscaria tapar-lhe a boca, e com a destra que haveria de desembainhar do cinto a sua adaga, posicionar-lhe-ia em seu pescoço, tocando sua pele com leve pressão, sem cortar, a menos que ela reagisse com agressividade em algum momento. Então sussurraria em seu ouvido:

- Shhhhhh... Calminha... Se cooperar quietinha eu não vou lhe cortar. Mas se reagir serei obrigado a lhe matar.

Em um tom baixo, relataria tudo ao seu amigo:

- Proteus! Eu descobri tudo, tudo! Aqui é uma fábrica de armas, provavelmente as melhores desse mar! Eles escravizam seus operários com uma droga que lhes aplicam em suas promoções após algum tempo de trabalho, depois de ganhar confiança, onde ficam viciados e suscetíveis a toda tipo de abusos e ordens! Há umas salas atrás pelos dutos de ventilação eu pude assistir toda a tortura e sofrimento... Grrr... Eu... Eu... Tô muito puto! Tem duas pessoas que não pude ver, mas que falaram todo esse plano maléfico para lucrar absurdamente. Talvez seja o Kurama, ou alguém do alto escalão, tenho que investigar. Você tem algum plano agora? O que faremos com essa médica?

O pequeno aguardaria as reações e respostas do peixe, se a médica fosse descartável, cortar-lhe-ia a garganta sem hesitar, se Proteus precisasse dela, deixar-lhe-ia a cargo dele, libertando-a. E quando tivesse tudo acertado e planejado, voltaria para os dutos de ventilação, mesclando suas habilidades acrobáticas e de escalada para chagar até a passagem com uma espécie de Parkour.

- A gente se vê lá na frente! Eu vou impedir os abusos e tentar chegar ao Kurama! Organize um motim ou seja lá o que tiver na sua cabeça! Tá na hora de fazer bagunça aqui dentro! - Fazia uma cara de capetinha.

O anão daria as costas e faria o percurso inverso até chegar numa abertura que conectasse o saguão da forja e transporte de metais, com a misteriosa sala onde ouvira o discurso odiento das duas criaturas desconhecidas... Da entrada, ocultamente analisaria o local onde teria de agir e combater, vendo os obstáculos, a quantidade de indivíduos, escravos e algozes, e suas devidas posições, tamanhos, armas... O máximo de informação valiosa que lhe desse a pista para montar uma estratégia de combate e libertação dos cativos.

"Justiça. E que eu consiga alguns doces também, pelo amor de Odin!"



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Coala num eucalipto¹:
 

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Última edição por Lancelot em Sex 14 Jun - 2:57, editado 10 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptySab 1 Set - 19:38


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Adentrar a fábrica fora até ali uma tarefa simples. Entretanto, mesmo planejando cambalear propositalmente, ao que tudo indica, eu o fizera por outro motivo ~ Que espécime lindo ~ Pensava estupefato, ao notar a mulher de cabelos verdes à minha frente. O ambiente era formal. Uma decoração branca nitidamente organizada e um ar de riqueza rodeavam meus sentidos, ao tempo em que esbarrava em pertences supostamente valiosos e de maneira tênue relanceava os empregados ali presentes.

Após ver a menina, não evitava cogitar ~ Não deveria ter feito isso, atuar não é de meu feitio, ela vai me... ~ Mal terminava a concepção e já me via surpreendido. A garota se mostrava tão amável que chegava a lacrimejar para com minha situação ~ Que ingênua... ~ Refletia quase que esboçando um pequeno sorriso. Com sua boa vontade cristalina, ela auxiliava meu equilíbrio me agarrando rapidamente, logo assim me guiando pelo salão.

Tudo ocorria como o planejado, ou até melhor que o mesmo. Passávamos pela oficina, e ali, começava-se a ver a descomunal estrutura do estabelecimento fabril. Caixas, armas, operários, esteiras, caracóis, maquinários, tudo o que uma indústria bélica exigia apresentar. O meio era direcionado ao fogo cruzado, contudo, o clima era estranhamente calmo e abrasador, retratado pelos olhares amigáveis entre minha ajudante e os outros empregados.

Enquanto andávamos, a verdinha demonstrava uma aspiração genuína em seu trabalho, exprimindo a vontade inata de responder às expectativas esperadas, exatamente como seus colegas. Isso me fazia pensar ~ Estranho... se as condições de trabalhos são tão boas, não há razão para eles quererem migrar para outra área de tal maneira... ~ ponderava intrigado, à medida que finalmente chegávamos ao destino final, a enfermaria.

O lugar se expunha como qualquer local hospitalar ordinário, com inúmeros leitos macios, em tendência branca e convidativa. Mais à frente, a estagiária me apresentava à enfermeira Joey, uma mulher sinistra, de cabelo rosa, que carregava consigo uma feição apática e um semblante atônito. Apesar de não conseguir discernir o que, meus instintos buscavam me dizer algo, como se meus sentidos marítimos atinassem para a periculosidade da cena.

A técnica da saúde não tardara a esporrar a garota de forma indiscriminada, em cheque, talvez o fato dela ter saído de seu posto a tenha dado uma desculpa perfeita para tais modos ~ Emmy... ~ Finalmente desvendava o nome de minha meiga socorrista. Nesse meio tempo, a atmosfera se tornara tensa, a moça, mesmo engolindo a seco toda a impugnação, não custava a prezar por meu bem estar, e bravamente, ansiava explicar, mesmo que trêmula, a situação para a médica.

Ataques e mais ataques eram proferidos pela de cabelo rosado. Emmy, por outro lado, se mostrava complacente e cabisbaixa perante a própria impotência de agir. A prosa se desenrolava desgastante, e meu intrínseco, já exausto de tamanha ingratidão da superior, me fazia agir de prontidão - Emmy!! Não saia da sala!! - Exalava em tom firme, mudando a postura antes desequilibrada para uma firme e imponente.

Meu olhar se prendia ao de Joey, enquanto elegantemente me acomodava sentando em um dos leitos ali dispostos - Esse remédio...hum... não existe cura para a cegueira, e se existisse, com certeza não seria por via oral - Alegava, juntando lentamente as mãos abaixo da cintura com os dedos entrelaçados.

Esperando Emmy, eu continuaria - Kurama deve lhe ter como uma pessoa de confiança, suponho eu - Indagava amigavelmente, dessa vez olhando para o chão, como em posição de reza - Mas você não me parece feliz... essa sua feição não me diz a sua verdadeira face... você gosta de trabalhar com escravos Joey? - Interpelava de modo inescrupuloso, voltando a mirar seus olhos.

Caso Emmy voltasse, falaria sentimentalmente - Emmy, você trabalha para um monstro, sabia? - Numa indagação não direcionada - Mas eu posso oferecer a quem quiser, um trabalho não só digno, mas lucrativo, e bom... - Continuava o diálogo com ar de convencimento - Vocês não se imaginam? Trabalhando numa indústria respeitada do mercado negro? Sob ordens de alguém que pensa em vocês tanto quanto a si mesmo? Não precisando de artifícios médicos para controlar a produção de suas vidas? - Pausava brevemente, já a me levantar - Talvez me conheçam, talvez não, venho do submundo... Sou Proteus Matchinglines - Terminava, estendendo assim minha mão para a enfermeira semi-ruiva, ainda sim alerta para com movimentos bruscos.

Se percebesse que não conseguiria cativá-las com o discurso, recuaria minha mão estendida para Joey, e persistiria em Emmy, caso ela se encontrasse - O que me diz, estagiária? Sabe quem é que te ordena? Sabe o que é aquele remédio? - Interpelaria enérgico. Se nenhuma das duas, ou pelo menos uma não demonstrasse interesse, tentaria fazer contato visual ferrenho com as mesmas, almejando ao fita-las meus olhos brancos e brilhantes. Meu intuito era, então, fazê-las permanecer vidradas por pelo menos dez segundos em minha retina, logicamente, não ao mesmo tempo. Caso eu conseguisse, no final, eu piscaria três vezes, no intuito de hipnotizar as garotas. Esse hipnotismo teria a finalidade de abrir suas mentes para a sugestão. Com elas paradas, seria mais fácil. Nesse meio tempo, deixaria o cérebro delas ocupado, falando coisas do tipo - O que acham? Querem governar o submundo comigo?

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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptyTer 4 Set - 22:11

O Interior da Fabrica:Desventuras de um manipulador e o pequeno polegar


Todos


A sala da enfermaria normalmente seria o ambiente mais adequado para afastar os males dos presentes, mas pelo acaso do destino tanto para Proteus e Viktor se tornara um palco de enfermidades, repleto de intrigas e revelações imprudentes, o sireno provava não  ser nenhum tolo percebendo logo as  armações envolvidas pela funcionária com esse suposto remédio milagroso capaz de restaurar a visão dos desafortunados.

Fazendo aquilo que melhor lhe atribuía suas palavras clamavam por atenção passando pelos ouvidos daqueles ao seu redor, infelizmente não alcançando a jovem Emmy que provavelmente já se encontrava novamente em seu posto ou a caminho do mesmo nesse curto período de tempo.

Não tendo outra pessoa a se dirigir senão sua anfitriã em breves gesticulações do seu corpo até o presente momento em que seus olhos focaram em Joey seus pronunciamentos  pareciam ter alguma reação involuntária na garota que emitia leves compulsões e tiques no olho esquerdo enquanto respondia deixando o copo ausente na mesa ao lado:

-Vejam se não se passava de uma armação, será que não sente nenhum lamento amargo por ter enganado aquela pobre garota?Sua risada era sarcástica e não parecia ter nenhum esforço para demonstrar o contrário. Creio que não, você e eu somos parecidos meu querido, manipulando as pessoas para seu bem prazer, será que tem o necessário para me julgar? Suas mão tateavam  novamente pelas prateleiras parecendo procurar algo diferente do anterior:

- E sobre sua especulação, interessante sua linha de raciocínio, mas eu jamais trabalhei com escravos, apenas com pessoas felizes, mentes trabalhadoras dispostas a exercer cada vez mais suas funções em troca de um pequeno incentivo.

Um objeto pequeno e cintilante como vidro reluzia rapidamente de sua destra sendo escondido pelas suas mangas de uma maneira tão atrapalhada que se fazia perceptível o conteúdo, uma seringa com um líquido púrpura:

Agora garotinho que tal ser um ótimo exemplo de pessoa para a irmazona e digerir seus medicamentos conforme prescrito?

O recipiente era novamente realocado em sua posse aproximando se de Proteus com o líquido ecoando já com a pilula totalmente diluída enquanto investia pronta para ejetá-lo com a dose letal, talvez o método praticado para se lidar com aqueles que demonstraram resistência.

Se aproveitando da situação ao mesmo tempo que dedicara-se ao máximo para gerar uma passagem para fora do duto.Viktor fazia sua entrada triunfal com menção de salvar a pele de seu companheiro inseparável  despojando se do pescoço da agressora, um gesto tão inesperado que a fizera derrubar tanto sua arma como a medicina ao chão enquanto tentava desesperadamente encontrar uma maneira para se libertar. Desistindo de qualquer resistência fútil ela logo se ajoelhava com as mão erguidas em submissão em meio aos dizeres de seu captor, um pequeno homem que revelava todas as informações adquiridas pelo mesmo deixando os olhares da madame em pânico que logo enchia seus pulmões de ar esperando gritar por ajuda:

Guard…. A lâmina roçava sobre sua garganta e o alento final de sua vida parecia próximo conforme decidido por Rasputin.

Mas nenhum benefício viria disso e procurando uma melhor abordagem o peixe mandarim encantava com os olhos brilhantes e sua voz estonteante deixando a em um estado hipnótico e instantâneo de maneira a retirar a suas pupilas deixando suas retinas de uma maneira intensa.

Percebendo que seu colega possuía utilidades não reveladas para aquela donzela a pressão da adaga era descontinuada e uma leve despedida realizada,era chegado o momento de agir e ambos sabiam disso,pois cada desperdício de ação era uma vantagem a mais para Kurama e um risco para a iniciada operação.

Enquanto o nanico retornava pelo seu caminho de origem,Proteus ainda se mantinha parado,absorto do que deveria fazer a seguir, tendo apenas breves e vazias, porém profundas em lealdade, inexpressivas palavras que retiniam sobre seus tímpanos:

Seria uma honra governar o submundo ao seu lado meu senhor.


Lance



O percurso para retornar parecia mais longo do que aquele que fizera pra vir, algo que podia ser fisicamente impossível porém explicado se fosse apenas derivado de uma sensação humana devido aos acontecimentos repentinos que agilizam seu raciocínio em busca de respostas rápidas.

A velocidade e deslocamento do jovem Rasputin era tamanha que bastará apenas mais alguns passos adiantes e o chão cederá, criando um imenso buraco causado pelo desgaste do material.

Sua queda foi amortecida por um recipiente cheio de coisas fofas semelhantes a sensação de um doce travesseiro em dias de cansaço dispostos em uma única mesa.

A sala em que se dispunha era enorme porém repleta de um vazio desagradável em meio à escuridão iluminada apenas pelas projeções, visões transmitidas por um mero caracol ao centro.

Inúmeros cômodos eram representados pelas imagens, entre elas vários escravos trabalhistas exerciam suas funções, ao lado esquerdo a Fábrica falsa com todos os seus agrados e mimos e ao direito a verdadeira natureza hostil que refuta  a existência dos direitos estabelecidos a seres vivos.

Era possível ver a localização do armazém onde todos os equipamentos manufaturados eram estocados, guardado por cinco guardas armados com rifles,circulando de maneira despreocupada conversando com total conforto.

O ambiente onde o caracol vermelho gigante que exercia a função de uma fornalha era o mais focado,possuindo duas câmeras apontadas em sua localização, havia ao todo três homens de vestimentas brancas divertindo se chicoteando as costas de homens e mulheres sedentos pela necessidade de medicamentos.

O refeitório era vasto repleto de outros malfeitores,com espadas diversas em suas costas, com fartas refeições em sua frente ao som de belas musas que alegravam seus corações.

E as celas e jaulas onde era permitido o descanso temporário dos pobres prisioneiros era suja e mal cuidada, com fatias de pão amassado e maltrapilho.

Talvez mais detalhes fossem analisados,mas vozes se aproximavam pelos corredores, deixando o infiltrador atento, talvez até demais, afinal aquilo que estava pisando, eram marshmallows?

NPCs:
 

Historico -Gaiden:
 

Historico - Lance:
 

*Créditos do Template para Bjarke.

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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 2 EmptySeg 17 Set - 11:52


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Mas que coisa - Desembuchava, levemente surpreso com o desenrolar da situação. Até ali minha jornada tivera sido tranquila, e entre erros e acertos, só bons resultados obtidos. Minha hipnose tivera funcionado, algo que até ali custava a se demonstrar eficaz - Então... vamos lá não é mesmo? Você verá que no final estará bem mais feliz. - Articulava sorrindo, logo me prostrando a beijar as mãos da enfermeira em sinal de respeito, como meu pai fazia a cada novo empregado.

O tempo corria veloz, exatamente como o pequeno Viktor por entre os dutos. O anão, que até aquele momento passava como uma incógnita, revelava uma grande característica de sua personalidade... o apreço. Conexões tão rápidas não são tão fáceis, e até mesmo as lentas trazem consigo sobressaltos de estranheza. O sentimento autruísta de Viktor, naquele momento, denotava uma profundidade um tanto peculiar em seu relacionamento comigo, o que me fazia manter a esperança no futuro dessa aliança.

Sem mais tardar, eu poria a começar a operação seguinte. Sozinhos estávamos, e ali, com meu voraz apreço pelo desconhecido, partiria em uma busca serena por quaisquer itens úteis da ala médica - Você sabe onde tem algo de valor aqui Joey? Estou à procura de algum objeto interessante... um relógio de bolso talvez...- Questionava intrépido, com um semblante calmo porém determinado. Vasculharia de ponta a ponta, gavetas, armários, cabeceiras, estantes, caixas e mesas, me estendendo às arestas mais inalcançáveis do recinto, no anseio de assim achar algo relevante.

~ Tomara que exista algo aproveitável por aqui ~ Não evitava remoer em pensamento, já voltando a dialogar com a moça, enquanto terminava de esquadrinhar o local - Bem... algo que sempre quis ter era lábia... na realidade, uma eloquência mais geral me falta - Interrompia o desabafo com um suspiro - Não me entenda mal, não sou ruim com palavras, não... longe disso... só acho que não teria de recorrer a essa hipnose barata se tivesse um nível persuasivo melhor em minha fala - Proferia em tom de leveza, só então me tocando da situação - Só que você não vai entender nesse estado... haha!! É isso, um dia eu aprendo esse tipo de coisa. Se você soubesse, poderia até me dar uma ajuda. - Finalizava de maneira abrasiva, com um largo sorriso e uma postura imponente, tirando toda a poeira das mãos após a investigação.

Após analisar e esconder os itens achados até ali, me prepararia para a próxima etapa, o reconhecimento de campo ~ Vamos ver as opções agora ~ Matutava parado brevemente, logo me tocando que tinha um trunfo. A parte interna da fábrica era totalmente desconhecida por mim, entretanto, o ás em minha manga tinha efeito de coringa, os conhecimentos da médica seriam de ótimo auxílio - Você deve saber de tudo por aqui não é mesmo? - Indagava curioso - Poderia me dizer como e por onde podemos passar sem chamar suspeita? Pretendo ir até o chefe da segurança, mas não quero trombar em nenhum deles no caminho... - Concluia rapidamente, estralando os dedos e ajeitando a coluna em postura.

Esperaria a resposta da mulher, e ainda que não tivesse uma réplica satisfatória, iria lhe esclarecer o plano vindouro - O esquema será o seguinte - Traçaria em bom tom - Você tentará me levar até o chefe de segurança desse estabelecimento. Entretanto... - Suspenderia a fala por um instante para bocejar cobrindo minha boca - Entretanto, a alta probabilidade de passarmos pelos possíveis guardas nos exige um plano - Continuaria o apontamento em sobriedade - Eis o que vai acontecer, minha cara ajudante. Suponho que você seja uma pessoa de suma importância nessa empresa... e como de praxe, todo agente de segurança passa por cuidados médicos casuais em sua jornada pela companhia... - Esboçava um sorriso suave, num hiato de meio segundo - E acho que esse dia é hoje - Encarava a atônita - Bem, o que você fará é o seguinte. Caso passemos por algum sentinela, você irá abordá-lo com ar de rotina, o dizendo para abrir a boca, numa análise hospitalar rápida e segura - Prosseguia o falatório enquanto estralava o pescoço - Nisso, após verificar sua garganta, seu nariz e seus ouvidos, irá me apresentar a ele. E com o que tenho, buscarei hipnotiza-lo.. - Esperava um aceno ou qualquer tipo de concordância - Bem, está tudo pronto, vamos, mão na massa, me leve até o chefe da segurança... e se lembre, aja normalmente.

Para hipnotizar os guardas, eu usaria o relógio, caso o tivesse achado, caso não, iria ao velho modo, fixação de olhares e piscadelas. Se algum guarda me fosse introduzido, falaria - Olá, Proteus Matchinglines, neurologista - Estendendo assim a mão para minha vítima. As palavras que usaria para o show seria - Bem vindo(a) à nossa equipe. Sinta-se parte da família... - Finalizando a sessão. Antes de ir perguntaria - Aliás, tem alguma bata aí?

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