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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aqueles que vendem a paz!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyDom 29 Abr 2018, 13:45

Relembrando a primeira mensagem :

Aqueles que vendem a paz!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Avlis Silva, Ivar e Enzo G. Gazzoni. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyDom 20 Maio 2018, 15:37



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni
E
Bravheseer Finn



Mesmo com a intervenção do Marinheiro no local, as pessoas olhavam com ódio para Enzo, que ainda segurava o cadáver de Makoto, percebendo enfim que sair por aí arrastando um homem morto consigo não era a melhor estratégia para reaver seu dinheiro, conquistado ao capturar o fugitivo, mas agora não faria mais diferença, somente se o mesmo viesse a capturar outro fugitivo. Para evitar que os problemas piorassem para seu lado, o Gazzoni começou a falar, disse seu nome, mas escondeu seu sobrenome, para evitar novas confusões, como a que acontecera no bar, e em seguida disse que era um caçador de recompensas, sabia que aquilo poderia lhe ser uma dor de cabeça, mas não conseguiria escapar dos problemas sem que dissesse que pertencia à tal grupo.

Com a revelação, um olhar cheio de esperanças surgiu na face de cada uma das pessoas ali, acreditando que o homem que queriam linchar poderia vingar a morte de seus parentes perante o serial killer, Tomi. A reação das pessoas já era esperada pelo atirador, tanto que este não se sentiu surpreso ou sequer comovido com a cena, e para evitar que todos partissem para cima de si com pedidos de vingança, Enzo disse em voz alta que precisava passar para entregar o fugitivo morte que carregava, tratar seus ferimentos e pegar a recompensa do cadáver antes de se preparar para caçar Tomi, fazendo uma crítica ao governo pela recompensa oferecida pela cabeça do mesmo. O Gazzoni não era bobo, sabia que aquilo poderia lhe dar uma dor de cabeça bem desconfortável, mas com os familiares e amigos das vítimas do assassino, poderia ter uma recompensa maior, devido ao apelo das pessoas ali.

O marinheiro corou de vergonha e raiva perante a situação, mas nada podia dizer ali, pois não tinha permissão de seus superiores para fazer o que o caçador dizia, e nem negar o pedido, pois aquilo poderia significar uma perda de apoio da Marinha e do Governo, apenas voltando para a entrada do QG, sendo seguido por Enzo, e posteriormente por Bravheseer, que começou a segui-los quando passaram por si. Para se promover, o jovem médico deixou o cadáver que carregava e se aproximou da mulher que começou todo o tumulto, de imediato segurou o rosto dessa com ambas as mãos e depositou um beijo da testa dessa, deixando-a levemente corada, e disse que cuidaria do assassino por ela, depois um pouco mais alto disse que faria por todos que ali estavam, se sua intenção fosse se promover, tinha tido um grande sucesso, pois todos o olhavam admirados, com exceção do marinheiro, e viram o atirador voltar a pegar o fugitivo morto para continuar seu caminho.

Com a ajuda do Finn, o cadáver logo foi levado para o interior do QG, onde foi entregue para um outro marinheiro, que ficou responsável para levá-lo para o necrotério, sem demora, Enzo requisitou sua recompensa por capturar, agora morto, Makoto. - Certo, tome esse papel. – Disse o marinheiro que andava à frente do caçador, entregando um pequeno papel nas mãos do Gazzoni. - Leve-o depois para o Banco Mundial, onde você vai pegar toda a recompensa pela captura do seu fugitivo. – Depois do pedido da recompensa, o atirador pediu por um médico, e o marinheiro assentiu com a cabeça, voltando a caminhar, por onde levaria o jovem caçador a seu destino. Pouco depois de começar a seguir em direção a um médico, Enzo virou-se para Bravheseer e pediu-lhe que procurasse mais informações sobre os assassinatos, se havia algum padrão nas mortes ou coisas do tipo, o que logo foi confirmado pelo menor, que dizia com um ar levemente inseguro, que logo se transformou em palavras, onde perguntava por outra forma de chamar o mais velho, como se quisesse se sentir mais íntimo do mesmo, mas acabou por não ter uma resposta imediata, já que este não parou de caminhar momento algum, e nem teve a intenção de falar algo.





Enzo G. Gazzoni



Enzo continuou acompanhando o marinheiro, que caminhava tranquilamente, não fazia menção de ir mais rápido nem mais devagar do que já o fazia, virando em alguns corredores mais estreitos e voltando a outros com a largura padrão. Depois de cerca de 10 minutos, o Gazzoni acabou por ver mais a frente, em um corredor sem mais nenhuma outra porta ou janela, uma porta dupla, esta era feita de madeira com um círculo de plástico transparente no meio de cada porta. Assim que passaram pela porta dupla, o atirador pôde ver uma extensa sala, onde havia diversas macas, estas felizmente vazias em sua maioria, no meio da sala havia um corredor, e nas paredes estavam as macas, dez em cada lado, as macas de cada lado eram separadas por uma fina divisória, feita com uma cortina. Das vinte macas, cinco estavam ocupadas, e eram identificadas por uma placa presa em uma cortina que ficava à frente da maca, deixando como se cada maca fosse uma pequena sala, e na placa havia a identificação do paciente, com nome e patente. No final do corredor, havia uma mesa, onde estava um médico analisando alguns papéis, de cada lado da mesa havia uma pessoa, um enfermeiro do lado direito e uma enfermeira do lado esquerdo.

Avançando na direção do médico, iam tanto Enzo quanto o marinheiro, que se adiantou quando chegaram na mesa deste. - Boa tarde, doutor. Eu trouxe um rapaz aqui, ele disse que precisava de alguns tratamentos médicos. Vou deixá-lo com você, estou me retirando. – E com isso, o marinheiro deu as costas para o médico, os enfermeiros e Enzo, que logo se pôs a falar quando o médico perguntou-lhe o que sentia. Em poucas palavras, o Gazzoni lhe disse que tinha enfrentado um fugitivo, e que tinha sofrido alguns ferimentos, dentre estes, os piores eram, um  corte horizontal no tórax e uma costela direita com suspeita de fratura. Com o depoimento feito, o médico olhou para o rapaz de forma avaliativa. - Você parece saber um pouco sobre medicina. Você estudou sobre isso? – Perguntou o médico, mas sem esperar uma resposta direta por parte de seu paciente, disse-lhe. - Deite em uma maca.

Depois que Enzo se deitasse em uma maca de sua escolha, o médico se dirigiu ao mesmo e fez alguns testes para ver se a costela realmente estava fraturada, mas veio a dizer-lhe o diagnóstico pouco depois. - Sua costela não quebrou, mas está trincada, vai precisar de um tempo de repouso. – Disse o mesmo, e em seguida começou a tratá-lo, o que envolveu algumas bandagens, curativos e afins. - Agora descanse um pouco, antes de fazer qualquer coisa. Quando se sentir um pouco melhor, pode me chamar. – Disse o doutor, se retirando do “quarto” de Enzo, e voltando para sua mesa, deixando o atirador deitado, podendo descansar um pouco.





Bravheseer Finn



Depois de aceitar o que Enzo lhe pedira, Bravheseer saiu do QG da Marinha e voltou para as ruas de Micqueot, onde algumas pessoas da manifestação ainda se mantinham olhando para o Quartel, mas dessa vez não havia nenhuma reclamação ou grito exigindo que os soldados fossem atrás de Tomi, o assassino de seus familiares ou amigos, o que provava que o discurso do Gazzoni fora bastante impactante para aquelas pessoas. Talvez fosse por conta do Finn ainda ser uma criança, mas o mesmo não tinha pensado na reação dos parentes dos assassinados quando lhes perguntasse sobre mais detalhes da morte desses, já que estes foram as primeiras pessoas a quem o pequeno boxeador recorrera.

Bravheseer pôs uma expressão tristonha, como se não quisesse perguntar aquilo para aquelas pessoas, mas o semblante demonstrado pelos parentes das vítimas era a raiva. - Vá perguntar a outro. – Disse um homem. - Você não tem ideia de como é doloroso para nós? Porque quer que eu relembre o desespero de ver meu filho morto? – Esbravejou uma senhora, extremamente irritada com a falta de bom senso do menino. - Vá se danar, garoto. Pergunte para quem possa te dizer isso, e não para a família das vítimas. Respeite a nossa dor! – Gritou um outro homem. Com esse último grito, todas as pessoas ali deixaram o local, e o Finn ficou sem outras opções de tirar suas dúvidas, já que as pessoas comuns pouco teriam a lhe acrescentar, talvez devesse perguntar a quem estivesse mais informado sobre o assunto, sem ser as pessoas ligadas às vítimas.




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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyQua 23 Maio 2018, 12:38

A participação do player BravheseerOP nessa aventura está cancelada, a pedido do mesmo

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyQua 23 Maio 2018, 17:12

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Ascendi ao posto de Messias: fiz questão de ser a justiça enquanto a Marinha enfiava o rabinho entre as pernas e saía de cena.  Cativei a viúva e a horda de enlutados por seus amigos, amores e parentes. Não podia me esquecer de procurar por ela quando terminasse o trabalho.

Meus esforços tiveram grande retorno, eu tinha em mãos o comprovante de que cacei um procurado e agora posso sacar o valor indicado no Banco Mundial mais próximo. Bleh. Banco... Eu já disse que odeio o governo?

O marinheiro me guiou à ala hospitalar do quartel. Tentei conter a empolgação, como médico eu achei um ambiente incrível. O lugar era bem maior do que as pequenas salas de emergência nas casas dos Gazzoni. Passaria cuidadosamente olhando pelas placas informando sobre os enfermos. Quando chegamos na mesa do possível líder da ala, o marinheiro disse ao doutor o que houve e saiu sem mais nem menos e então eu expliquei dentro da minha ciência o ocorrido para o homem que trataria dos meus ferimentos. É claro que ele notou que eu também tinha alguma noção de medicina.

— Eu sou filho do Don Gazzoni, fui treinado pra saber tratar os ferimentos da família e amigos. — Diria cordialmente, despindo-me do ego ou algo assim. Sentia-me confortável conversando com um médico e não precisava ficar rondando nos assuntos. Ele simplesmente tratou minhas feridas e depois se retirou.

Dormiria por um tempo e se não conseguisse acabaria esperando minhas feridas melhorarem. Aproveitando meu conhecimento médico, chamá-lo-ia apenas quando estivesse melhor. Diria que estava bem.

— Eu preciso de venenos pra banhar minhas munições, vocês tem veneno por aí? — Pediria solenemente. Esperava que tivessem.

Considerando que não houvesse veneno algum, perguntaria à ele por lugares que poderiam ter na ilha e seguiria suas coordenadas. Supondo que não houvesse respostas para isso, então eu perguntaria para o primeiro marinheiro que visse onde poderia encontrar um ferreiro pra me ensinar a forjar munições. Independente da resposta que encontrasse, pediria solenemente por material ao "jardineiro" e por instrução ao ferreiro.

— Posso te pagar pra me ensinar se for preciso. — Se o ferreiro aceitasse, então eu iria até o Banco Mundial sacar tudo o que tivesse e pagaria o pedido.

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyQui 24 Maio 2018, 10:53



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni



O médico veio a sair do leito levemente surpreso e assustado, afinal a fama de Don Gazzoni não era nada boa por toda a ilha, e esperava que o rapaz se recuperasse bem, pois não sabia se o mesmo viria a fazer uma queixa, e isso poderia decretar o fim de sua vida, a reação era esperada, pois não sabia que Enzo já não se envolvia com as pessoas da família. Depois da saída do médico, o Gazzoni  dormiu na posição que já se encontrava, o sono parecia correr de forma tranquila, até um momento que o rapaz virou-se, e com isso sua costela ferida entrou em contato com a maca, o que não seria nada grave, porém o peso de seu corpo pressionou a ferida, causando uma grande dor no mesmo, que acordou assustado e com bastante dor, e não conseguiu esconder um pequeno grito de dor.

Com o grito do Gazzoni, o médico correu até onde o mesmo estava, estava bastante assustado por achar que fora alguma coisa que fizera, e começava a suar frio com esse pensamento. - O que aconteceu? – Perguntou assustado o doutor, mas ao invés da resposta que deveria receber, escutou algo completamente estranho à situação. - Eu preciso de venenos pra banhar minhas munições, vocês tem veneno por aí? – E uma gota surgiu atrás da cabeça do mesmo, que achou aquela pergunta completamente estranha. - Depois eu vejo isso para você, agora me diga como está se sentindo! – Exclamou o médico, se ficando assustado novamente ao passar a surpresa pela pergunta de Enzo.

Ignorando novamente o apelo do médico, o atirador perguntou-lhe um local aonde poderia encontrar o veneno, mas o médico continuou olhando para o rapaz de forma bastante desconcertada, já que apesar do grito proferido pelo contato de sua costela ferida com a maca, o mesmo não respondia se estava bem ou não, e somente queria saber de venenos. O doutor pensou em respondê-lo, mas antes que o fizesse, Enzo se moveu para descer da maca e sair do local, mas antes que desse o primeiro passo, suas pernas fraquejaram e o mesmo viria a cair, se não fosse pelo médico ter segurado seu braço esquerdo. - Esses ferimentos não são nada simples, garoto, descanse um pouco mais antes de sair andando por aí, vou pegar alguma coisa para você comer. Depois durma mais um pouco, e depois vou ver se você já pode sair por aí. – Disse o médico, deixando o Gazzoni sozinho, sentado na ponta da maca.




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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyTer 29 Maio 2018, 09:56

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Hospitais são entediantes e os médicos também. Groselhas e mais groselhas. Tá, eles com certeza eram experientes, no entanto eu sabia dizer se podia andar ou não. Era o que pensava, até desmantelar igual gelatina e ser salvo pelo médico. — Oh, bosta. Tô mal mesmo, valeu por me segurar. — Sopraria entre os lábios retorcidos.

Jurava que não estava tão fraco, caso contrário não arrastaria os pés da floresta ao centro da cidade. Bem, agora já não tinha muitas opções além de esperar o médico voltar com a refeição, alimentar-me e repousar até mais tarde. Depois de comer dormiria até me dar por satisfeito, mas antes agradeceria solenemente pela refeição.

Após acordar, avaliaria meu estado e tentaria entender a situação em que estava. Abriria os olhos lentamente e esticaria os membros com cuidado, absorvendo a realidade conforme despertava. — Alguma linda médica ou enfermeira pra me dar alta? — Perguntaria num flerte tão marcado que nem eu esperava que obtivesse êxito.

— Ei, doutor. Venha até aqui. Acha que já posso andar pela cidade? — Questionaria-o. Se não pudesse, voltaria ao repouso e perguntaria de tempos em tempos até ser liberado. Quando recebesse alta sairia pela cidade em busca do Banco Mundial.

Eu já havia ido ao banco quando mais novo em companhia do Don Gazzoni, só que eu era realmente MUITO jovem e não me lembrava de nada. Depois que cresci o trabalho de receber pagamentos e realizar depósitos foi atribuído aos recrutas menos importantes dentro da hierarquia familiar.

No tão renomado estabelecimento, prestaria meus cumprimentos a um possível guarda na entrada e assim que galgasse a porta explicaria aos funcionários minha situação. — Preciso sacar esse valor aqui. — Entregaria o papel e posteriormente pegaria o valor. Não tinha muito o que fazer por enquanto. Assim que recebesse sairia com a quantia no bolso e caminharia pelas ruas. Precisava de algum lugar pra comprar veneno, que saco. Também tinha que aprender a forjar projéteis... Agora o meu foco era procurar um ferreiro. Andando pelas ruas, cumprimentaria as pessoas e perguntaria por um ferreiro. — E aí, beleza? Desculpa incomodar, é que tô procurando um ferreiro. Sabe onde acho um? — Insistiria até que tivesse a resposta correta que me levasse na direção correta.

Chegando ao estabelecimento, deixaria minhas intenções claras e tornaria explícito o fato de que estava disposto a pagar pelos ensinamentos. Nada é de graça, não é mesmo? — Boa tarde! Meu nome é Enzo e gostaria de aprender a forjar umas balas, sabe? Se for preciso eu te arrumo uma grana. — Diria. Se ele indicasse um valor que eu possuísse, então destacaria as notas necessárias e o entregaria de bom grado, prestando-me a ouvir seus ensinamentos.


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Pepizkim
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptySex 01 Jun 2018, 10:35


Micqueot, uma bela cidade conhecida por suas adegas de vinhos e varias outras coisas das quais eu realmente não ligo muito. Estou aqui a cerca de uma semana e meia, estava alojado na casa de um senhor muito gente fina que, assim que percebeu que eu estava sem rumo nesta cidade, cuidou de mim me dando comida e uma cama para dormir. Este homem foi assassinado, mas não por mim e sim por um homem que após alguns dias de investigação pude descobrir quem era. Trata-se de um assassino em série, um homem muito perigoso, decidi que devo mata-lo para vingar aquele senhor que cuidou tão bem de mim e para ganhar alguns bellys também.

Não sei muito bem onde estou, estava profundamente abalado com a morte daquele velhinho bacana e por isso enchi a cara de doce, fiquei tão pilhado com todo aquele açúcar que nem sem direito aonde vim parar, dane-se também, começaria olhando aos arredores para tentar me localizar, daria leve batidas em minha roupa para tentar tirar um pouco da poeira que poderia estar presente, checaria se ainda estava em posse de minhas armas e se tinha algum dinheiro no bolso e após isso, se achasse alguma construção ou alguém, iria até a pessoa ou lugar para pedir informação – Com licença, poderia me indicar o caminho para Micquoet? – diria de forma bastante educada. Se não estive com minhas armas estivesse com as minhas armas complementaria com – ah, falando nisso, o senhor (a) sabe-me dizer onde posso encontrar uma loja de armas?

Ouviria atentamente as instruções e seguiria até a loja de armas. Caso fosse parado por alguém ou me chamassem apenas ignoraria e continuaria o meu caminho até a loja. Se conseguisse chegar, entraria e pediria – Hmm... Com licença, vocês vendem armas ninja aqui? Caso vendam, eu pediria por Kunais, Shurikens e uma Ninjaken, esperando que o dinheiro no meu bolso fosse o suficiente, pois caso não fosse priorizaria a Ninjaken e após ela a shuriken. Tendo dinheiro para todas ou não, ficaria alguns minutos as observando maravilhado, simplesmente adoro armas e sempre que as vejo não consigo evitar ficar as analisando um pouco, pegaria as armas, sentiria o peso delas, analisaria as lâminas, checaria se todas estão afiadas, tentaria alguns golpes no ar e após isso pagaria se tivesse dinheiro.

Antes de ir embora perguntaria para a mesma pessoa que me atendeu – Sabe me dizer onde eu posso encontrar um bar aqui? – diria de forma amistosa. Afinal, bares são ótimos locais para se conseguir informação, o que era perfeito para mim, pois eu estou caçando um assassino. Se não conseguisse a informação de quem estava me atendendo sairia e perguntaria o mesmo para alguém na rua até conseguir informação. Entraria no bar com a cabeça baixa para chamar a atenção, iria até o balcão, me sentaria e pediria por um suco de uva – Um suco de uva, por favor. Perguntaria para o atendente se ele sabe de algum assassino pela redondeza ou de algum caso de assassinato recente, perguntaria também se existe algum cartaz de procurado pelo mesmo e onde posso pegar o cartaz. Se porventura ele (a) não souber me responder perguntaria o mesmo para os clientes do bar, tentaria falar da maneira mais séria e confiante possível, pois com a minha idade é bem provável que debochem de mim, caso não quisessem me responder, apelaria um pouco – Me diga logo imbecil, não estou com paciência para isso hoje. – diria aumentando o tom de minha voz e de maneira agressiva. Se não funcionasse tentaria coagi-los a me dizer mostrando minha Ninjaken que, a esta altura, já devia estar comigo.

Se conseguisse as informações, sairia do bar (sem esquecer de pagar meu suquinho) pegaria o cartaz e partiria para o hospital mais próximo a procura de possíveis sobreviventes do assassino para interrogar. Chegaria no primeiro que visse e diria – Ei moço (a) pode me dizer onde fica o hospital mais próximo? Perguntaria para todos que encontrasse até achar a resposta. Feito isso Iria para o hospital e no caminho tentaria me manter longe de qualquer encrenca.
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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyQua 06 Jun 2018, 13:02



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni



Vendo que ainda não estava bem o suficiente para fazer qualquer coisa, Enzo agradeceu o médico pela ajuda dada, afinal se não fosse pelo mesmo, estaria estatelado no chão, morrendo de dor, já que a queda provavelmente deixaria seus ferimentos piores do que já estavam. Voltando para a cama comeu sua refeição com certa dificuldade, causada pelos ferimentos que o mesmo possuía na costela direita, e em seguida deitou-se para dormir. Ao acordar, o Gazzoni fez um pedido por uma médica, o mesmo acreditava que não teria sucesso em seu flerte, o que realmente aconteceu, visto que fora o mesmo médico que o atendera anteriormente que aparecera para lhe ver novamente. - Não sou nenhuma médica, mas posso ver como está. – Disse o mesmo em um tom de humor. - Você parece estar um pouco apressado, garoto. Eu vou te liberar, mas tenha bastante cuidado, já que, com qualquer coisa, esses ferimentos vão te prejudicar bastante. – E com isso o homem se retirou da maca onde o atirador se encontrava.

Enzo, estando apto a se mover novamente, desceu da maca, pondo-se de pé, e começou a caminhar, indo em direção à saída do QG. Mas o percurso que deveria ser curto acabou-se por demorar bastante, já que as feridas o deixaram bastante debilitado, de forma que se ignorasse tal coisa, demoraria mais tempo para poder voltar a caçar novos procurados. E continuando sua caminhada mais lenta do que o normal, o atirador se encaminhou ao Banco Mundial, local já conhecido do Gazzoni, já que o mesmo viera a visitá-lo na companhia de seu pai adotivo, Don Gazzoni. Ao chegar ao estabelecimento, o jovem foi parado por um guarda.

- O que deseja aqui, rapaz? – Perguntou o guarda, olhando de forma curiosa para Enzo, já que o mesmo não parecia ser um marinheiro ou agente do Governo, e muito menos um nobre, que eram os clientes que normalmente apareciam no estabelecimento, e em reposta à pergunta que lhe fora feita, o Gazzoni mostrou-lhe o papel que recebera das mãos de um marinheiro anteriormente, e disse que viera a sacar o valor que era indicado. Sabendo o que o rapaz queria dentro do estabelecimento, o guarda permitiu sua passagem, e Enzo logo o fez, indo direto em frente, aonde havia um balcão, que permitia aos clientes fazerem suas transações, e este rapidamente o fez, mostrando o papel que havia recebido do marinheiro. Depois de esperar um pouco, o atirador recebeu em mãos 945.000 Berries, que eram provenientes de 90% do valor de Makoto, já que perdera um pouco do valor por ter o matado.

Já com o dinheiro guardado em suas vestes, Enzo se pôs a caminhar novamente, e no meio desta, pensou em algo que poderia fazer no momento, como comprar veneno e aprender a forjar projéteis por exemplo, e destas o que lhe parecia mais apto no momento era a criação de projéteis, mas para isso precisaria encontrar um ferreiro, e isso significava perguntar para as pessoas que passavam por ali. A primeira pessoa a ser abordada pelo Gazzoni foi um homem que aparentava estar por volta dos quarenta anos e mal-humorado, tanto que saiu resmungando sem responder a pergunta do rapaz. Em seguida veio uma mulher por volta de trinta anos, e a mesma respondeu alegremente o rapaz. - Fácil. Siga em frente por duas quadras, depois vire à direita e a segunda à esquerda. Depois disso é a terceira construção do lado direito.

Com a informação certa, não foi muito difícil para o rapaz encontrar o ferreiro, mas o rapaz parecia estar muito focado no que queria ou muito desatento, já que parecia não perceber ou não se interessava pelos olhares ora assustados ora interessados no mesmo, o que significava que a notícia de que pertencia à família Gazzoni havia corrido pelo local. Adentrando o estabelecimento lhe indicado como um ferreiro, Enzo viu um local apropriado para forjar diversas coisas, desde uma pequena adaga a um grande machado de batalha, com tenazes, martelos, bigornas, entre outros materiais. Vendo o ferreiro do local olhando para si, o atirador logo se pôs a falar - Boa tarde! Meu nome é Enzo e gostaria de aprender a forjar umas balas, sabe? Se for preciso eu te arrumo uma grana. – Explicou ao homem. - Então rapaz, eu gostei de saber que ainda existem jovens interessados na forja, mas, ao mesmo tempo, vou ter que negar seu pedido. Com essas ataduras eu tenho certeza que você ainda não está em condições de aprender sobre forjar. Mas volte amanhã para vermos seu estado. Quem sabe não esteja melhor já? – Disse o ferreiro, com um olhar alternado entre a felicidade, por encontrar alguém que poderia levar seus aprendizados adiante, e a tristeza, por ver que o rapaz estava bastante ferido, embora fosse bastante jovem.

Com a recusa do ferreiro, o que Enzo faria?





Bravheseer Finn



Em um beco escuro e fedido, acordava Hattori Hanzo, que não sabia aonde estava, a última memória que tinha em mente era de se encher de doces, para esquecer um pouco o luto que tinha por conta da morte do velho gentil que o acolhera assim que chegou em Micqueot. Com a vontade de vingar-se a mil, o garoto levantou-se de onde estava e caminhou em frente, já que era o único caminho possível, e ao fazê-lo se viu em uma rua bastante movimentada.

- Com licença, poderia me indicar o caminho para Micqueot? – Perguntou Hanzo, para a primeira pessoa que passava perto de si, e a pessoa abordada pelo garoto viera a ser um homem por volta dos vinte e poucos anos. - Você já está em Micqueot, garoto. – Disse o homem, rindo um pouco da pergunta do garoto, e Hattori vendo que mantinha somente 50.000 berries consigo e nada mais, fez outra pergunta ao mesmo. - Ah, falando nisso, o senhor (a) sabe-me dizer onde posso encontrar uma loja de armas? – O homem estranhou a pergunta do menino, pois para si, o mesmo não deveria pensar em armas, mas acabou por ignorar isso e respondeu o pequeno. - Tem uma loja de armas ao lado da Adega One, a maior loja de vinhos da ilha, daqui você pode ver o letreiro, mas como é meio complicado de chegar lá, vou te explicar como você deve fazer. – Disse o homem primeiramente, com a mão direita sob o queixo, pensando no caminho correto para explicar a Hanzo. -Siga duas quadras em frente, depois vire à direita, mais duas em frente e vire à esquerda que você chega logo de frente para a Adega One, e ao lado esquerdo dela fica a loja de armas.

Seguindo o caminho que lhe fora indicado, Hanzo chegou à loja de armas sem quaisquer problemas, e assim que adentrou o estabelecimento, foi direto para o balcão, aonde tinha um homem barbudo que aparentava ter 60 anos, pediu por armas ninjas. - Aqui tem ninja-kens, ninja-to, kunais, shurikens, etc. O que você vai querer, meu jovem. – Perguntou-lhe o vendedor. Hattori pediu por uma Ninja-ken, Kunais e Shurikens. - Uma Ninja-ken e uma kunai são 30.000 berries e o pack de Shurikens também. Fica 90.000 Berries tudo. – Explicou-lhe o homem, e como não podia pagar por tudo, teve de levar somente a Ninja-ken, que era sua prioridade.

Depois de comprar sua arma, o jovem Hattori saiu da loja de armas, tendo um bar para ir, já que veio a perguntar sobre um para o velhote que lhe atendeu. Durante a caminhada para o bar que lhe fora indicado, o menino espirrou algumas vezes, o que indicava que estava resfriado, já que não fora nada bom para seu corpo dormir ao relento naquele frio. Adentrando o bar, Hanzo pôde ver que o mesmo era bem simples, aparentava ser bastante antigo e tinha algumas mesas e cadeiras de madeira no centro e nos cantos do bar, e mais ao fundo havia um balcão de madeira também. O garoto foi direto para o balcão, e sem delongas pediu um suco de uva para o barmen, que deu-lhe a bebida poucos minutos após o pedido. Enquanto bebia o suco que havia pedido, Hanzo perguntou ao homem que lhe atendera se havia à solta por ali algum assassino com um cartaz por sua cabeça. - Você deve estar procurando por Tomi. Ele é um serial killer que já deixou várias vítimas por aqui, se quiser mais informações, vá ao QG da Marinha. – Disse o barman, dando uma responta ao Hattori.

Hanzo pagou os 10.000 Berries da bebida que pedira e logo saiu do bar, sem perguntar ao barman aonde ficava o QG da Marinha, mas acabou por perguntar para uma mulher que passava por ali, e ela o respondeu rapidamente, pois parecia estar com pressa. - Siga em frente por cinco quadras e vira à esquerda, que você chegará lá. – E a mesma saiu andando rapidamente após dar a resposta para o garoto, que logo seguiu o caminho indicado pela mulher. Ao chegar ao QG, o Hattori logo foi abordado por um Marinheiro que viera em sua direção. - [color:bff5=0066ff]O que quer aqui, pirralho? – Perguntou o Marinheiro olhando com uma expressão fechada para o garoto.




Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptySeg 18 Jun 2018, 17:27

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Derrame-se; transborde a vontade de vencer. Era boa a sensação de acolhimento, saber que encontrei um mestre ferreiro sagaz o bastante para notar as péssimas condições em que me vejo. Realmente, sendo médico eu sabia dos riscos e ainda assim decidi jogar com a sorte. Ele por sua vez arrancou os dados da minha mão. Não pude omitir a clara satisfação, afinal não eram todos os dias onde um desconhecido se preocupava com a saúde alheia. — Tudo bem, muito obrigado. — Imprimiria solenemente, curvando meu tronco ferido em agradecimento sincero. Posteriormente sairia do estabelecimento, trazendo comigo outra tarefa para desempenhar antes do pôr-do-sol.

Oh, droga. Havia me esquecido de perguntar ao médico por um laboratório onde pudesse encontrar bons venenos; deveria tê-lo feito antes de deixar o hospital. Agora já tinha deixado a oportunidade se esvair entre meus dedos. A lista de coisas para fazer era deprimente, citaria desanimado como quem se repreende enquanto andava.

— Veneno, projéteis e pagar o cara do bar... — Repetia. É verdade, ainda tinha o cara do meu. A essência boemia pulsando em minhas veias traçou uma lógica clara; era melhor pagar a dívida do que correr atrás de mais delas e por isso eu seguiria até a taverna. Abriria a porta de madeira com o sorriso mais brilhoso, largo e estonteante que o barman já teria visto entrar naquele estabelecimento medíocre demais pra alguém como eu.

— Por favor, sirva-me uma garrafa do seu melhor uísque. — Deixaria escorrer as palavras dos meus lábios, contudo eu as regurgitaria em bom tom. Que todos ouvissem e entendessem que o moleque dos Gazzoni estava com a carteira abarrotada. Eu não tinha pressa pra devolver o valor do homem afeminado de terno que me fizera um empréstimo para comprar o casaco, ele que viesse até mim. Meteria uma das mãos no bolso e sacaria tanto o cigarro quanto o isqueiro, destacando uma unidade do maço, acendendo e dando um longo trago. Na hora de expelir a fumaça me certificaria de não jogar na direção de ninguém.

— Você tem ouvido algo sobre esse serial killer? Vou trazer a cabeça dele até o final da semana. — Diria como se tratasse de um assunto corriqueiro; fácil de lidar. Daria um gole seco na bebida se já houvesse sido servido. Manteria-me radiando, se possível. Trazer a atenção pra mim era necessário pra atrair mulheres interessadas em me acompanhar na bebedeira. Esperava que uma delas me abordasse.


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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyQua 20 Jun 2018, 14:01

O inverno sem dúvidas havia chego a ilha de Micqueot, não para todos é claro, afinal algumas pessoas - seres especiais como o jovem protagonista dessa história - possuem dentro de si um invencível verão, que, mesmo diante das mazelas da dia-a-dia, resiste e de maneira resiliente devolve o que a vida tem a oferecer de mal, absorvendo e guardando para si apenas o bem ou o bom, se for o caso.

Àquela altura as ruas começavam a ganhar uma tonalidade cinza, o dia já beirava seu fim e longe no horizonte uma pequena luz podia começar a ser notada pelos mais perspicazes olhos, quase um vagalume, voando e pousando de loja em loja. - São os acendedores. - Uma garota de cabelos negros estava a seu lado, céus, estivera tão concentrado que mal pudera perceber a aproximação da jovem, uma mulher comum, trajando roupas de lã comum, mas dona de uma beleza arrebatadora. - Escutei você falar sobre venenos, projéteis e um bar... Acabei de sair do serviço, se quiser me acompanhar, estou indo para lá encontrar algumas amigas. - O fino e tímido sorriso da garota era estonteante apaixonante, aquele que faz qualquer gelo derreter, qualquer pedra esfarelar, qualquer durão amolecer.

O caminho até a taberna local era bem curto, apenas três quadras e, devido a algumas interrupções de pessoas, carroças e marinheiros apressados, pouco assunto se desenvolveu no percurso até a entrada do local, quando como quem não quer nada, a garota seguiu com o assunto. – Não é a primeira vez que te vejo por aqui. Outro dia mesmo uma de minhas amigas me chamou para te ver passar na rua, não lembro agora o que ela disse a seu respeito. O que você faz mesmo? – Ambos entravam no bar e deparavam-se com um ambiente ainda frequentado por vários grupos de jovens estudantes e trabalhadores, era cedo e aquela hora do dia as pessoas da 'pesada' ainda não estavam soltas pelas ruas. – Ali, ali estão elas, venha, quero te apresentar. – Em uma mesa ao lado de um piano de cauda velho e machucado pelo tempo, estavam três jovens garotas, todas sorriam enquanto conversavam de maneira bastante íntima e descontraída.

- Essas são Dinna, Cait e Luci. Meninas esse é o... Verdade, esquecemos de nos apresentar, me chamo Mey. – A pele clara da garota ganhava um tom rubro de vergonha e inconscientemente ela mordia o lábio inferior, as outras meninas apenas riam e cochichavam entre si, olhando o jovem caçador da cabeça aos pés. – Você quer algo ou vai ficar só aí de pé igual um L tonto? – O velho atrás do balcão resmungava enquanto polia o interior de uma enorme caneca de vidro. Tendo sua resposta, logo o barman enchia algumas canecas de chope e trazia junto das mesmas a garrafa de whisky. – Peguem aqui meninas, são quarenta mil. – O homem parava, ao lado de Enzo, aguardando o pagamento, claramente incluindo o preço pelas bebidas das garotas na conta do rapaz.

Caso o jovem pagasse o valor, teria sua garrafa de bebida e a oportunidade de ser melhor recebido pelo grupo de mulheres, podendo causar uma melhor impressão logo de cara, todas nesse caso sorririam em agradecimento. - Sabe, ouvi dizer que você irá atrás do psicopata da ilh... - A ruiva começava, sendo rapidamente interrompida por Luci. - Calada Dinna, o que você quis dizer é que está muito agradecida pela cerveja em sua caneca, onde está sua educação? - As outras três riam e a jovem de olhos grandes enrubescia. - Luci Luci, está na hora de você crescer, são essas coisas que rapazes como ele fazem para se deitar com moças como nós. - A menina mais jovem enrubescia ainda mais, a frase da ruiva sendo completada pela loira, com certa indiferença em sua voz. - Como se fosse preciso. - As mulheres riam ainda mais, atraindo o olhar de alguns rapazes nas mesas ao lado.

O jovem Gazonni tinha um temperamento um tanto quanto forte e logo anunciava novamente que acabaria com o assassino, fazendo todas na mesa cessarem suas risadas, apenas fitando-o com certa curiosidade e dúvida. - Nunca dissemos que você não faria isso, é que você não parece ter muito o perfil de um homem da lei, sabe... - Mey até então mantinha-se em silêncio, mas ao ouvir as palavras de Dinna, intrometia-se na conversa com certo incômodo em sua voz. - Chega desse assunto, estamos todas aqui para relaxar após o trabalho, hoje é sexta-feira garotas, vamos falar de coisas boas. Diga-nos, o que faz aqui em Micqueot? Seu rosto não me é estranho. - As meninas apenas acenavam concordando com a garota, enquanto um breve silêncio fazia-se na mesa, esperando uma resposta do garoto. - Ah, antes que eu me esqueça, deixe que nos apresente melhor dessa vez. Eu sou uma farmacêutica. - A morena olhava para a ruiva. - Eu sou uma artista circense, tenho sangue cigano em minhas veias, calieente. - A ruiva olhava para a mais jovem, um sorriso brincalhão no rosto. - Eu... Bom, eu sou uma botânica. - A mais jovem com um sorriso no rosto olhava para a loira. - Eu, sou uma fodedora, quer dizer, uma ferradora, uma ferreira se preferir. - Todas as outras quatro mulheres gargalhavam e bebiam em sincronia mais um longo gole de cerveja, enquanto na mesa ao lado, figuras recentes no recinto sentavam-se, as botas úmidas, um dia quem sabe suas vestes houvessem sido brancas e alinhadas como a de um marinheiro, agora apenas um misto de sangue, suor e lama. - Uma rodada Tully, hoje quase o pegamos, quase, merecemos comemorar. - As moças quase mudando o foco de Enzo para os novos clientes do estabelecimento, mas sem sorriso algum.

Mey - Morena - Laranja:
 
Dinna - Ruiva - Vermelho:
 
Cait - Loira - Amarelo:
 
Luci - Morena - Azul Claro:
 
Tully - Marrom:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptyQui 21 Jun 2018, 01:15

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A fraca luz que ainda restava tinha seus traços apagados ao passo que o entardecer caminhava para a escuridão total de uma noite fria de inverno. Perguntei-me se a noite seria tão acalorada quanto o dia no que tange agitação e aventura enquanto olhava figuras brilhantes flutuar e cintilar de um lado pro outro. O destino rapidamente respondeu minha questão anterior, trazendo-me o mais belo anjo para sanar a dúvida cruel. Quem era essa mulher que surgira ao meu lado? Não pude deixar de agradecer aos céus. Talvez meus bons atos estivessem sendo recompensados. De quebra ela ainda me ensinava sobre aqueles serezinhos instigantes.

— Acendedores, não é? É bom saber. — Diria dando à ela o melhor dos meus sorrisos, ainda que nem ele fosse páreo ao seu acanhado modo de sorrir. Apesar dos trajes triviais ela era dona de uma beleza única e agora os seus lábios reprimiam um convite, chamando-me pra beber com as amigas. Por um instante cogitei beliscar o meu braço, contudo eu decidi que se isso fosse um sonho eu não tinha a mínima pretensão de acordar. A resposta era tão óbvia que não me dei o trabalho de falar, apenas assenti.

Infelizmente não pudemos jogar conversa fora sobre muitos assuntos porque éramos interrompidos por transeuntes; normalmente eu me incomodaria, mas estava indo até o bar com ela e lá poderíamos falar acerca do tema que quiséssemos. A própria garota foi quem quebrou o silêncio, reivindicando para si toda a atenção que eu podia concentrar. A princípio tentei mastigar o que ela dizia, contudo não me pareceu muito digerível. Ela chamara uma amiga pra me ver passando na rua um dia desses? Dei de ombros mentalmente. Apenas repeti o mesmo sorriso de antes quando disse — sou caçador de recompensas e você? — esforçaria-me pra parecer interessado porque de fato eu não me importava com a profissão da moça.

Encasquetei-me acerca do que ela dissera antes, porém reprimi as dúvidas em meu consciente. Não queria estragar a noite com indagações estúpidas. Também não vi a necessidade de lançar flertes indiscretos, afinal ela já parecia estar fisgada e agora só precisava deixar que tudo fluísse naturalmente. Entramos e facilmente reparei nas suas amigas. Era impossível não reparar. Entrar no bar acompanhado de uma moça daquelas já era admirável, agora me sentar na companhia de quatro dessas? Os outros frequentadores deveriam estar se corroendo de inveja ou me achando o otário que bancaria as espertalhonas.

A minha guia turística da noite se adiantou em fazer as apresentações, mas constatou que na verdade nós não nos conhecíamos e se apresentou também. Eu não poderia evitar rir. — Muito prazer! Me chamo Enzo. — Diria, puxando a cadeira para que Mey se sentasse. Agora eu já sabia o nome das suas amigas, todos eles apresentados curtamente e por isso eu não senti a necessidade de anunciar meu sobrenome. O clima foi descontraído pelo barman apressado querendo ganhar o seu pão de cada dia. Que cara chato. Sem muita enrolação, ele trouxe o pedido e fez questão de debitar os valores das garotas na minha conta. Não tinha problema... sair com mulheres desse naipe tinha o seu preço.

Enfiaria a mão fria, sacaria um bolo de notas e nesse momento olharia discretamente sobre o semblante das meninas. Queria saber se estava prestes a me deitar com interesseiras. Se fosse, ótimo. Eu não tinha anseio por noiva com nenhuma delas mesmo. Sem pestanejar destacaria a quantia indicada, entregaria ao homem ranzinza e guardaria o restante no bolso.  A ruiva se adiantou em tagarelar a respeito do psicopata da ilha e a sua amiga interveio. Eu apenas ri.

— Não tem problema, er... — tentaria me recordar o nome daquela que interveio Luci, certo? — olharia em seus olhos tranquilamente enquanto degustava o velho uísque, dissertando acerca da qualidade da bebida que consumia enquanto organizava os pensamentos e selecionava as palavras que sairiam da minha boca. Não deixaria que o assunto da jovem Dinna morresse tão rápido. Captei as indiretas pairando no ar e achei divertido como elas lidavam com a situação; homens pagando bebidas para mulheres atraentes era algo corriqueiro, mas todas elas tinham além disso um senso de humor instigante que fazia valer cada centavo.

— Sim. Eu vou capturar o psicopata. Qual era mesmo o nome dele? Bem, tanto faz. Hoje eu trouxe o cientista estrangeiro num saco preto até o quartel. Amanhã é a vez desse assassino passear comigo. — Deixaria que as palavras ecoassem pelo bar. Se tem uma coisa que eu jamais farei é me esconder. É claro, o tom abrupto que introduzi não foi muito amigável, embora ser arrogante não tenha sido minha intenção. Droga. Era melhor deixar o papo se renovar. Mey é quem deu conta disso e começou a falar mais sobre cada uma delas.

Ouviria atentamente e tentaria ligar seus nomes e rostos às profissões. Tudo se tornava mais fácil desse modo. Do meu ponto de vista, a loira era a mais suscetível a cantadas, mais entregue ao momento. A questão é que tinham muitas opções e o resto da madrugada pra escolher, então não precisava ter pressa. Não poderia deixar de gargalhar sinceramente com a Cait, ela era hilária ao meu ver. O engraçado é que todas as profissões ali podiam ter ótima serventia pra mim. Tanto a botânica quanto a farmacêutica podiam ter acesso ou não à venenos, entende-se que uma artista de circo seja ótima como acrobata e a ferreira deveria saber lidar com projéteis. Agora se você me perguntar se pensei nisso por um instante sequer? A resposta é: claro que não. Estava perdido em olhares, sorrisos e bustos. Só as acompanhei no gole que deram, ofuscando com o álcool a linha de raciocínio que tentava se formar na minha cabeça.

Já estava prestes a me apresentar por último quando novos figurões surgiram no recinto. Estavam encharcados e sujos, seriam marinheiros? Caçadores? Piratas? Bem, eu não estava tão interessado em homens imundos enquanto me via na companhia de belas mulheres daquelas. Eles falavam algo sobre quase pegar alguém. Estariam falando de algum criminoso? O assunto da ilha era o serial killer, talvez fosse ele. Daria de ombros. Estava muito entretido pra me importar afundo com marmanjos fedendo.

— Uou! Vocês não podem misturar beleza com talento assim como fazem, sabia? É injustiça com as outras mulheres. — Elogiaria sinceramente, rindo e dando um curto gole no uísque. — Bem, eu sou Enzo. Enzo Gazzoni, filho do Don. — Pousaria o olhar sobre elas outra vez, tragando suas reações. — Acho que já devem ter ouvido um murmurinho ou outro sobre a minha família. Estou por aqui de passagem, vou pegar os bandidos das redondezas, acumular capital e partir em mar aberto. — Talvez falar sobre a minha família pudesse deixar o ambiente pesado, então tentei escapar através do humor, olhando pra elas com claro interesse. — Mas pensando sobre partir pro mar... bem, acho que estou melhor aqui! — Se elas rissem eu as acompanharia sem pestanejar, só não pretendia ser o único a rir das minhas piadas.

Falar sobre a minha antiga posição na máfia mais importante da região sempre é uma grande incógnita. Alguns se espantam e outros se interessam. Geralmente o resultado disso é uma mistura de temor e respeito. Como elas reagiriam? A verdade é que suas intenções não tinham ficado claras. O que elas queriam? Um amigo, um companheiro pra uma noite ou alguém cheio de berries pra pagar as rodadas de sexta-feira? Essa era a graça. Eu só podia maquiar o enorme ponto de interrogação na minha cabeça e decifrar esse enigma. Dinna e Mey pareciam mais recatadas enquanto Luci e Cait se sentiam mais livres pra falar e expressar o que pensavam.

— Vocês não tomam uísque? Isso é ótimo pra esquentar, não importa o quê. — Soltaria um sorriso malicioso lhes apontando a garrafa. Seria ótimo se uma delas começasse a beber e desse com a língua nos dentes. A conversa estava agradável, mas por alguma razão meus instintos pediriam pra me atentar também na mesa ao lado. Se eles estivessem falando sobre o assassino de Micqueot eu poderia fisgar uma informação importante aqui ou ali. — Depois de caçar o assassino eu vou me presentear com um belo relógio. Alguma de vocês tem interesse em me apresentar as joalherias da cidade? Não estou muito acostumado a andar por aqui, passei a maior parte da minha vida nos corredores da mans... casa. — Deixaria o convite no ar e daria outro gole na bebida.

Fazia quantas horas desde que eu tive minha última refeição? Não sabia ao certo. Me lambuzar com um prato na frente das meninas não seria uma boa, mas nada me impedia de pedir uma porção. Assoviaria entre os dedos e pediria. — Ei, me traga a sua melhor porção e faça pra cinco pessoas.

Dinheiro literalmente não era problema. Eu podia fazer o quanto quisesse arrastando procurados por aí. — Estou entediado. Por que não jogamos algum jogo? Vocês devem ter alguma sugestão.
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 5 EmptySex 22 Jun 2018, 02:27






A nossa mente é uma peça curiosa, digo, por vezes ela nos atrai para as mais variadas e dispersivas coisas do cotidiano e as vezes ela nos trai quando menos esperamos. Quem nunca se viu atolado de tarefas, pensando que todo e qualquer minuto seria crucial para o sucesso ou não de uma atividade? Agora quero que atire a primeira, a segunda e a terceira pedra aquele que nunca em meio a essa pressão de prazos e responsabilidades ficou por minutos ou horas que seja, divagando, sobre a forma que a abelha suga o mel, ou por exemplo sobre como São Jorge acabou na lua com um dragão, AIDS passa pela escova de dente? Céus, faço isso agora no momento enquanto digito, divago e sou engano por meu cérebro e com o jovem Enzo não havia sido diferente já que, diante de tamanha beleza, acabara confundindo alhos com bugalhos.

"Uma de minhas amigas me chamou para te ver passar na rua." Era diferente de: "Ela chamara uma amiga pra me ver passando na rua." Mas, por algum motivo que somente os psicólogos poderão explicar, aquilo era exatamente o que passava na mente do jovem rapaz, em uma profusão de pensamentos misturados a nostálgica sensação de euforia, tensão e tesão. Para alguns talvez o dinheiro fosse um grande atrativo, o fato era que quando trata-se de interesse, as pessoas eram tão variadas quanto a fauna ou a flora de um ecossistema, por exemplo, ao olharem as notas de Enzo, Dinna e Cait demonstraram certa surpresa em especial, se comparada a reação das outras duas garotas, é claro.

Junto das palavras do jovem caçador de recompensas, algumas risadas surgiam no ambiente, boa parte delas vindas da mesa ao lado. – Hoje em dia qualquer maricas com um cartaz pensa que tem o direito de achar que é gente, a maldição da sociedade são esses vermes que o governo paga para trazer nossos procurados, fodam-se, faria de graça, ou pela boceta de uma boa puta. – Um enorme homem de barba densa resmungava, trajava roupas da marinha, ou que um dia pudessem ter sido da marinha, enquanto ao seu lado um rapaz um pouco mais baixo, com sotaque bastante estrangeiro, gargalhava baixinho, fitando com olhos desdenhosos as companheiras do caçador. – Acho que isso ele já tem, meu amigo, acho que isso ele já tem.

O clima na taverna claramente se tornava pesado, diabos, havia um maldito elefante branco dentro daquele salão e em resposta a isso, a ruiva apenas passava um batom de tonalidade vermelho bordô. – Dinna, não... – A voz de Mey tremulava em meio as gargalhadas da outra mesa, o taberneiro abaixava-se procurando algo atrás do balcão enquanto que nervosamente Luci tentava fazer as coisas voltarem ao eixo. -  Gazonni é um nome bonito, é o quê? Dê seu pai ou de sua mãe? – Dinna já estava se levantando enquanto Cait, terminava de virar seu copo em uma longa tragada, antecipando-se a resposta de Enzo. – Não importa se é do pai ou da mãe, Luci, o que importa é que é da máfia. – Havia indiferença na voz da loira, mas clara apreensão nos olhos da mais jovem. Nesse momento o jovem caçador começava a perguntar sobre o whisky e podia simultaneamente notar Mey erguer-se abruptamente, enquanto na mesa dos rapazes Dinna agora beijava o pequeno e falastrão homem com traje da marinha.

Houve silêncio, todas garotas pareciam segurar o ar enquanto viam aquela cena, era carnal, era lascivo e com toda certeza, muitíssimo fora do cont... – Isso vai dar merda. – A voz de Cait era claramente de desconforto frente aquilo e enquanto Mey dirigia-se até a porta sem dizer uma só palavra, a mulher de fios loiros passava algo por de baixo da mesa para Enzo. – Você vai precisar. – As coisas dali em diante aconteceram bastante rápido. Uma caneca de vidro se estilhaçou na cabeça do enorme brutamontes, um mortal para trás foi dado e de repente havia um mar de fios rubros cortando ar, a mesa dos marinheiros virando, a loira virando a própria mesa em que estava, a garrafa de uísque ficando salva apenas pela sede excessiva do caçador ao servir. E, apesar de parecer absolutamente previsível, uma calorosa briga explodia no recinto, enquanto Luci a passos desequilibrados quase caia para trás de susto com a ação de suas amigas, desequilibrando-se sobre sua própria cadeira enquanto Cait energicamente, com a força de um enorme homem, abaixava-se atrás da mesa tombada e empurrava-a rumo a dupla de imbecis. – GOOOOAAAAHHH!! – O som da madeira do assoalho sendo arranhada pela madeira da mesa ribombava pelo local enquanto que ao fundo de tudo aquilo Mey agora trava a porta do estabelecimento com o auxílio de uma simples cadeira. O piano que antes estava parado começava a tocar, quem estava ali esse tempo todo? Céus, uma caneca de vidro era lançada pelo brutamontes e se espatifava na mesa que era empurrada sobre ambos, desequilibrando-os sobre suas próprias cadeiras, Dinna por sua vez apenas saltava por cima do obstáculo, caindo bem próxima a Enzo, que agora portava uma arma de fogo carregada, emprestada por sua mais nova amiga, Cait.

Amigos, uma briga de bar é sempre algo muito rápido, mas aquilo tudo acontecia com uma simultaneidade que qualquer um por fora de toda a intimidade das garotas, jamais imaginaria, exatamente por isso o jovem Gazonni, assim como a dupla rival, ficava por momentos extasiada, perplexa com todos aqueles fatos ocorrendo uns atrás dos outros e ao mesmo tempo, uma insanidade. Mas qualquer surpresa acaba e nesse caso, a investida das mulheres acabou exatamente no momento em que o enorme brutamontes recuperou seu equilíbrio e travou o avanço da mesa que Cait empurrava apenas com o auxílio de uma perna, estabelecendo ali uma clara batalha para ver quem fraquejaria primeiro. – GRRRRI!! ATIRA NESSE FILHA DA PUTA!! – O menor dos dois começava a contornar o obstáculo que tinha a sua frente rumo a posição de Luci, que mantinha-se paralisada em meio a todo aquele horror. – Se mova Luci, ele está armado!! – A voz de Dinna estrondava em gritos em meio ao alto som acelerado do piano, os lábios todos manchados após ter esfregue a boca na manga da camisa. – SE MOVA!! – O que faria o jovem Enzo em meio ao imenso Caos? O enorme brutamontes estava bloqueado em uma disputa de poder contra Cait, mas quanto tempo ela aguentaria empurrar a mesa tombada contra a perna de seu rival? Dinna estava ao lado do caçador, mas Luci estava em uma péssima posição e logo seria alvo do maldito gatuno. E Mey? Onde estava Mey em meio a tudo isso?



OFF:
 


Brutamontes - Azul escuro mais forte:
 
Beijoqueiro - Azul escuro mais claro:
 
Mey - Morena - Laranja:
 
Dinna - Ruiva - Vermelho:
 
Cait - Loira - Amarelo:
 
Luci - Morena - Azul Claro:
 
Tully - Marrom:
 

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