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 Aqueles que vendem a paz!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptyDom 29 Abr 2018, 13:45

Relembrando a primeira mensagem :

Aqueles que vendem a paz!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Avlis Silva, Ivar e Enzo G. Gazzoni. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptyQui 10 Maio 2018, 01:43



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni

Enzo estava indignado com o que ouvira saindo da boca de Makoto, mas pôs toda sua fúria apenas em pensamentos, já que seu ódio era somente para o homem, e ele faria o mesmo pagar, só que de outra forma. Decidido a cumprir seu mandato de captura do cientista que estava à sua frente, o jovem médico pôs a mão no coldre de sua arma e levantou apenas o cano, e mirava a arma no tronco do homem que lhe insultava, mas antes de atirar no mesmo por fazer, o Gazzoni avançou alguns passos e cuspiu as informações que tinha de Makoto, de forma bastante ríspida e irritada. - VOCÊ VAI SENTIR AMARGAMENTE CADA UMA DESSAS OFENSAS QUE CUSPIU! MAKOTO, O GOVERNO TE CONSIDERA UMA DOENÇA E EU SOU A CURA! SOU AQUELE QUE VENDE A PAZ E O MUNDO ESTÁ DISPOSTO A PAGAR PELA SUA CABEÇA! – E após dizer as palavras, makoto se mostrava surpreso pelo acontecido. - Como você sabe meu nome? Não era para ninguém saber da minha existência nesse lugar. – Dizia o cientista com as duas mãos segurando a cabeça. - Seu maldito! Você vai morrer aqui, ninguém pode saber do meu nome e quem eu sou nesse lugar. Morra!!! – Makoto gritou a última parte da frase, sacando uma adaga simples, e com uma lâmina de 10 centímetros, pequena mas efetiva.

Após sacar sua arma, o castanho correu na direção de Enzo, que imediatamente realizou um disparo mirando sua perna direita, que ainda se mantinha no chão para dar impulso a uma corrida, mas talvez fosse pelo fato de Makoto ter habilidade ou treinar muito, sua perna tinha deixado o local inicial muito antes do projétil acertar o local onde estivera. Com o fracasso do primeiro disparo, o Gazzoni estaria em perigo caso não fizesse nada, pois o cientista se aproximava do mesmo com bastante velocidade, e então o mais jovem realizou dois disparos na direção do estômago do mesmo, o primeiro se perdeu após uma esquiva elaborada em um salto para a esquerda, mas o segundo projétil acertou-lhe o braço esquerdo de raspão, mas não fora o suficiente para fazer com que o mesmo deixasse sua adaga cair da mão.

E em continuidade à corrida, Makoto deu um salto à frente e girou seu corpo, ficando de cabeça para baixo, e o mesmo apoiou a mão esquerda no chão de sua moradia e realizou um chute com a perna direita, acertando o peitoral de Enzo, que acabou se desequilibrando perante o chute inesperado. Com a queda, o jovem atirador bateu as costas em na árvore que dava suporte para a casa, e também bateu sua cabeça na árvore, deixando-o levemente tonto. - Não se ache tanto seu paspalho. Apesar de eu ser um cientista, eu sempre soube lutar, desde pequeno. – Disse Makoto, com um sorriso debochado. - E agora, o que o fracote vai fazer? – Perguntou o castanho para Enzo, com uma voz imitando a de uma criança, desprezando o jovem, que almejava ser uma grande Caçador de Recompensas.





Bravheseer Finn

Bavheseer Finn andava pelas ruas de Micqueot, agora completamente brancas devido a constante neve que caía dos céus mais cedo, sua mente estava perdida em lembranças e objetivos futuros enquanto caminhava, a rua naquele momento estava quase deserta, apesar de ainda ser pouco mais do que meio dia, mas a situação era compreensível, já que o intenso frio fazia com que as pessoas se mantivessem em suas casas, procurando aproveitar o máximo de calor, ainda mais nesse frio que fazia atualmente na ilha, que se mantinha sob uma neve mais gelada e constante do que era normalmente, e os únicos que se beneficiavam do tempo eram os produtores de vinho, já que o frio ajudava no crescimento das uvas.

Despertando de seu transe, o rapaz olhou ao redor, procurando alguém que pudesse lhe dar algumas informações, e o menino logo achou um homem, que aparentava ter cerca dos 25 anos, com os cabelos loiros e uma expressão facial curvada em um sorriso zombeteiro. Finn se aproximou do homem e fez lhe a primeira pergunta que tinha em mente. - Senhor (a), onde fica a loja de armas mais próxima? – Perguntou Bravheseer, tentando mostrar ser o mais educado possível, e antes que pudesse obter uma resposta o menino voltou a falar, mas não antes de dar uma pequena risada. - Isso deve soar estranho, mas eu realmente preciso chegar nesse lugar.

Após o menino falar, o loiro o olhava com desconfiança. - Se você estiver fazendo graça com a minha cara, eu vou quebrar a sua fuça. – Disse o mesmo, com um olhar bastante intimidante. - Dessa vez eu vou acreditar em você, vire a primeira à direita, depois à segunda à esquerda e para fechar a segunda à direita, que você vai chegar na frente de uma adega, com o nome de Adega One, e a loja de armas está à esquerda da adega. – Explicou o loiro, mas acabou por não receber um agradecimento por parte de Finn, que já havia saído andando depois de escutar todas as informações dadas pelo homem, que agora se mostrava irritado. - Eu vou quebrar a cara desse pirralho quando eu o ver de novo. – Falou em voz alta o homem, voltando a andar para seu destino.

Bravheseer fez o caminho indicado homem, parecia estar com um pouco de pressa, e isso lhe cobrou quando chegou na frente do homem, respirava com dificuldade pois perdera muito fôlego. Depois de se manter um pouco parado para recuperar o fôlego, Finn entrou na loja de armas, onde encontrou um senhor de idade totalmente careca, sentando em um banco. - Eu tô querendo um par de luvas, mas as mais simples. Quanto é? – Perguntou o menino para o velho, que o olhou com uma carranca que botaria medo até em homens barbados. - Tome aqui. - disse o vendedor pondo a luva em cima do balcão que ficava logo à frente de seu acento. - São 30.000 Berries, pirralho. - – Disse o velho de poucas conversas. Logo em seguida, Bravheseer pegou as luvas recebidas e deu o dinheiro do vendedor, para poder sair da loja de armas. E feito isso, o rapaz pôde ver que a neve voltava a ir caindo aos pouco, e agora restava a Finn decidir o caminho que viria a seguir, já que seu objetivo inicial de conseguir uma arma, já estava concluído.




Considerações:
 

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Ibn'La-Ahad
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptyQui 10 Maio 2018, 14:26

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PARADO AÍ, ONDE PENSA QUE VAI? NEM PENSE EM LER ANTES DE COLOCAR ESSA MÚSICA!

A energúmena apuração que eu traçara se dissolvera ante o ricochete do indagado cientista; outrora apanhara de um brigão, dessa vez meu peito encontrava a sola do pé de um estudioso. Ouvir o seu nome foi o mesmo que tomar um coice, enfezara-se com a ciência sobre seus atos e identidade. Decidira que a solução para isso seria a minha morte, tsc, um mísero facínora destes achando que iria findar meu brilhante futuro...

O celerado pesquisador tinha consigo uma adaga, no entanto eu não me curvaria à estes sicários e suas ferramentas assassinas. Embora o sangue Gazzoni não corresse em minhas veias, tinha comigo a resistência siciliana pulsando com tanto fulgor que eu podia jurar ser mais real que qualquer um dos outros carcamanos enrustidos. Jamais fraquejar! O primeiro disparo pôde ter sido falho, contudo nenhum erro é completo e esse me traria um vislumbre sobre o físico do oponente para constatar que o desgraçado era de fato talentoso em combate.

A distância entre nós foi encurtada mais rápido do que pensei e não me omiti, tentei tomar as rédeas e me prostrar na defensiva. Outra falha, afinal ele saltara do projétil que alvejava seu estômago e tomava o segundo apenas por uma leve ferida no braço esquerdo. "Isso nem ao menos serviu pra incapacitar, estou numa enrascada..."  Nas últimas horas eu estava exercendo perfeitamente o papel de saco de pancadas, apanhara tanto que já podia ser dado como um surrado profissional. Quando dei por mim Makoto estava praticamente cravando o pé no meu peito, por um instante senti que seria projetado no ar, todavia apenas desequilibrei e caí para trás. Embora o chute por si só não tenha sido causador de grandes estragos a queda fora rígida, onde bati a cabeça e as costas na árvore que sustentava a estrutura. Tentaria me recuperar dos danos, ao menos a sanidade e o equilíbrio, enquanto ouvia o deboche do branquelo.

— É, Enzo. Dessa vez não existem capangas da família pra proteger você. A marinha está longe demais e não tem um civil para alertar a milícia. É você por você mesmo. — Toda a situação era humilhante, porém se eu quisesse sobreviver deveria me desprender do ego. Isso é andar com as próprias pernas. No final do dia eu estaria comprando um belíssimo relógio cravejado com a recompensa que colheria.

O homem que vende a paz não se abalaria por palavras cruéis ou falhas, nem mesmo depois de tomar uma pisada linda dessas. Se estávamos na floresta, era a hora de eu me tornar o predador, se não fosse possível então seria a caça mais peçonhenta que essa ilha veria. Tinha chegado o momento de eu revidar com um bote certeiro na jugular.

A sua carta na manga, dentro do meu entendimento, nada mais era do que a velocidade surpreendente com que movia o corpo esguio. A minha? Bem, nem eu estava certo disso. Se eu tivesse balas envenenadas com certeza seriam meu trunfo, pois até o tiro de raspão seria suficiente. Ah se eu as tivesse... Bem, afastando o que se tratava unicamente de uma suposição eu ainda era dono de um amplo conhecimento sobre o corpo humano, oras bolas, seria útil se ele não fugisse de todos os meus tiros.

"Bem... que graça teria se não fosse assim? Esse trabalho só é divertido pelos desafios. Heh. Lidar com os piores criminosos de todos..." Estava decidido, eu deveria ser mais violento e perigoso que eles.

Pronto para findar a vida miserável daquele ser, eu apontaria o ferro em direção ao seu peito e efetuaria um disparo no coração, contudo se ele se esquivasse, rapidamente realizaria um segundo disparo caçando sua trajetória para acertar no pescoço. Faria isso dali mesmo, caído no chão. O avanço do antagonista nada mais seria do que uma oportunidade a ser aproveitada, no entanto se ele viesse me esfaquear eu rapidamente apoiaria a mão esquerda no piso de madeira e realizaria um pequeno impulso para o lado oposto ao braço que visava me ferir.

Se apenas atirar não dava certo então eu deveria escolher um outro truque; hora de usar o ambiente! As vigas de madeira, tábua ou sei lá, onde estávamos seriam minhas colaboradoras! Assim que visse que ele estava dando passo para um lado eu atiraria com a intenção da bala prejudicar a estrutura e a perna dele passar em falso, prendendo-o. Se isso ocorresse eu aproveitaria a "captura" para dar um tiro na boca do estômago do sujeito.

Reabasteceria a pistola quando visse uma boa oportunidade, trocando rapidamente por um pente cheio. Desde que ele avançasse contra mim, puxaria o gatilho à esmo para mudar sua trajetória ou fazer ele perder alguns segundos, permitindo-me a esquiva. Se ele se aproximasse, tentaria esvair-me do raio de alcance dos seus golpes saltando, girando, recuando o meu tronco e se visse uma oportunidade dispararia contra ele, seja segurando a pistola na altura da minha cintura ou numa postura habitual. Se ele alvejasse meu rosto, então eu fintaria me esquivando para trás e sorrateiramente dispararia contra sua perna no momento mais oportuno, onde tivesse o peso do corpo concentrado nela, visando feri-lo. Se acertasse, então imediatamente aproveitaria o déficit em sua movimentação e faria outro disparo, dessa vez almejando a bacia do sujeito.

obs: eu e o brav vamos postar sem ordem porque nossos horários não batem muito! szsz

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptyQui 10 Maio 2018, 19:36

O homem que me indicara parecia estar de acordo com sua própria decisão, embora, ainda sim, falasse de uma forma arrogante e grosseira. Mas eu não dava pra ele, pois o que realmente me interessava era a localização da loja de armas que eu estava procurando, e foi justamente o que ele me revelou.

Chegando lá, eu até fui bem recepcionado, apesar de que as figuras ali não transmitiam uma boa sensação. Logo após comprar meu par de luvas, precisava determinar algum outro objetivo, pois já havia completado o meu primeiro.

Não tinha tempo para descansar. Me esforçaria bastante para conseguir uma bom objetivo, chegando até a fechar os olhos, desenterrando algumas memórias, até que uma ideia vem à tona na minha mente: procuraria por pessoas pra navegar comigo, ou simplesmente passar o tempo. A ilha não ajudava, já que a monotonia dela era de tirar o entusiasmo de qualquer aventureiro empolgado com sua recém-conquistada liberdade.

Inicialmente, repetiria o mesmo processo pelo qual encontrei a loja de armas: pararia todos que passasse por mim um simplesmente iria até os que estivessem mais próximos, independente de sua aparência. Chegaria com uma abordagem tão suave quanto a anterior:

Senhor (a), sabe pra que lado fica a taberna mais próxima? — Pausaria repentinamente. Engoliria à seco minhas palavras, talvez estivesse repensando-as. Prosseguiria — Eu tô meio... entediado.

Minha reação dependeria da resposta da pessoa em questão. Caso ela não tivesse nenhuma informação para me oferecer, abaixaria a cabeça em reverência e sairia, reiniciando minha busca. E repetiria isso até que conseguisse completar meu objetivo, e sempre faria a mesma pergunta.

O sujeito também poderia me disponibilizar alguma coisa interessante, e eu absorveria o máximo que pudesse de cada palavra dele. Seguiria para a direção que ele indicasse, me despedindo da mesma forma, mas desta vez, com um sorriso no rosto.

Eu cairia facilmente numa mentira, nem sequer pensando duas vezes antes de correr até lá. Se este fosse o caso e eu acabasse num beco sem saída, voltaria até as ruas e continuaria a minha busca, sem cessar.

Caso conseguisse alcançar o que desejava, eu entraria no estabelecimento e analisaria os arredores. Imediatamente, me dirigiria até o balcão e pediria um suco para o atendente. Reviraria o lugar inteiro com meus olhos, procuraria por uma mesa vaga e ocuparia ela, enquanto aguardaria pacientemente que alguém trouxesse meu suco pra mim, mas buscaria ele sem problemas se necessário fosse.

Alguma coisa nas paredes ou em qualquer outro canto poderia chamar minha atenção, e eu investigaria a fundo: desde um cartaz de procurado, até um mapa do tesouro. Pediria por informações aos presentes no local, e daria uma boa olhada no tal "objeto".

Agora sim eu tô gostando... — Terminaria com um sorrisinho de canto na boca, expressando minha felicidade.



Histórico - Bravheseer Finn:
 

Nota:
 
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Raiden Fuji
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Raiden Fuji

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptyQui 10 Maio 2018, 23:25



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni

Ainda deitado com as costas encostadas na árvore, Enzo pensava que pela primeira vez estava só em uma confusão, sem ninguém da família Gazzoni, marinheiros ou civis para alertar alguém que pudesse afugentar seu adversário, e concluiu que deveria evoluir para seguir no ramo que escolhera para seu futuro, o de um Caçador de Recompensas. Ainda sem se mover de onde estava, o jovem atirador analisou quais eram os pontos fortes de Makoto, e quais eram os seus, mas não tinha ideia dos quais o mesmo tinha no momento, por isso teria de seguir na arte do improviso, já que não tinha nada de especial. Sem muito mais o que fazer, o Gazzoni decidiu revidar o chute que havia levado, e cobraria com juros, já que os socos que recebera de Shiro o deixaram irritado também.

Levantando-se meio cambaleante, Enzo procurou dar fim à vida de seu adversário com dois disparos, um na direção do coração e o outro mirando no pescoço, mas o rapaz não levou em consideração a leve tontura que era acometido pela pancada na árvore, por isso os projéteis passaram muito à direita do cientista, que mostrou um sorriso ainda mais debochado. E Makoto deu continuidade à sua investida, já que o atirador voltara a disparar contra o mesmo, só que não contava que o Gazzoni estivesse ligado na ambientação, e por mais que estivesse com tonturas, ainda não era suficiente para impedi-lo de atacar, e assim quando o cientista ia dar seu terceiro passo na direção de Enzo, este disparou na piso de madeira, onde jurava estar o pé de seu adversário, acabou por não acertar, mas o susto que deu no mesmo, equivalia a um projétil acertado, pois pela surpresa, o castanho tropeçou em sua corrida e caiu no chão.

Aproveitando o tempo que Makoto levaria para levantar-se, o atirador saltou para a direita e virava-se para a esquerda, tendo atrás de si mais espaço para futuras evasivas, já que onde estava anteriormente havia somente a árvore atrás de si. Irritado por cair em um truque tão simplório, o cientista partiu para cima de Enzo, que pode ver finalmente o quão perigoso o homem era, sua expressão estava estampada como a de um animal raivoso, a boca escancarada, os olhos brilhando de ódio e diversas veias se tornavam visíveis em sua testa. O avanço de Makoto se mostrou ser mais rápido do que havia sido feito anteriormente, o que era um sinal de que subestimara seu inimigo, um erro muito comum, e muitas vezes fatal.

Como o atirador tinha aproveitado a brecha para recarregar sua arma, não precisava se preocupar com a quantidade de projéteis que tinha à disposição, e assim Enzo vendo que a velocidade com que Makoto se aproximava poderia lhe ser prejudicial, disparara um total de 4 projéteis, nenhum deles se alojara no alvo desejado, mas cumpriram seu propósito, que era atrasar o homem que visava lhe acertar. Mas as balas eram limitadas, e por isso não podia desperdiçá-las tentando atrasar uma investida feita por seu adversário, por isso o Gazzoni esperou o avanço do cientista, que voltou à sua velocidade anormal, e logo quando teve a oportunidade, desferiu um corte horizontal da direita para a esquerda com sua adaga, na direção do peito de Enzo, que recuou um passo para trás, e para não perder o momento, disparou rapidamente na direção de Makoto, acertando-o pela primeira vez, e fora um pouco abaixo da costela direita do mesmo.

Mas o mesmo não teve tempo suficiente para comemorar sua pequena conquista, já que logo em seguida, o cientista fez o mesmo golpe horizontal, mas a direção foi contrária, e o golpe foi desferido com bastante velocidade, acertando um pouco abaixo do peitoral de Enzo. E logo ao fim do corte realizado, Makoto girou seu corpo para a direita, apoiando na perna esquerda, e com a perna direita deu um chute na altura das costelas do lado direito do atirador, que aproveitou o giro do oponente e realizou um disparo, acertando a parte de trás do ombro direito do cientista. Com o disparo e chute sendo realizados ao mesmo tempo, tanto Enzo quanto Makoto foram jogados para longe um do outro. O cientista foi o primeiro a se levantar, e seu ódio pelo atirador parecia ter se intensificado. - Seu maldito, prepare-se para morrer, eu vou com tudo agora. – Disse Makoto, enquanto o Gazzoni ainda estava deitado no piso de madeira.





Bravheseer Finn

Depois de conseguir sua luva, Bravheseer saía da loja de armas, apesar de seu corpo estar em movimento, toda sua atenção estava voltada para a mente, pois depois disso não sabia bem o que deveria fazer, e assim voltou a pensar um pouco no seu passado e de repente pensou em conseguir outras pessoas para navegar consigo, e decidiu ir ao melhor lugar para se conseguir informações, um bar! Quando o menino voltou a si, se viu na rua, e parou a primeira pessoa que passava por si para perguntar aonde deveria ir. - [color:3132=660099]Senhor, sabe pra que lado fica a taberna mais próxima? – Disse para o homem, que parou sua caminhada, mas ainda não havia se virado para olhar para o Finn. - Eu tô meio... entediado. – Terminou de falar, e agora o homem se virava de frente para Bravheseer, que via a expressão irritada do homem. - Se estiver entediado pare de encher as pessoas que têm o que fazer, seu pirralho irritante. Já experimentou procurar antes de sair perguntando pra primeira pessoa que passa!? Hein? – Esbravejou o mesmo homem que dera a direção da loja de armas para o Finn. - Vire à direita e siga por duas quadras, que você vai encontrar o que procura. E não apareça mais na minha frente, seu paspalho, ou então eu vou enfiar um soco na sua fuça. – E com um último insulto, o homem se virou e continuou andando.

Na rua, o frio estava bastante intenso, e obrigava Bravheseer a andar encolhido, com os dois braços juntos do corpo, para evitar que seu corpo perdesse muito calor. E seguindo a direção dada pelo homem que abordara, o menino conseguiu chegar na taverna. O Finn se deparou com um estranho corredor assim que adentrou o local, o mesmo era bastante estreito, dando para um homem gordo passar com bastante dificuldades, o piso do lugar era de madeira com uma aparência bastante gasta, o que era esperado, já que muitas pessoas passavam por aquele bar diariamente, o teto seguia da mesma forma que o piso, mas a aparência da madeira do teto era mais conservada, deixando-a mais bonita e brilhante, as paredes também eram de madeira, em um estilo conhecido como Piso de Madeira Maciça Tradicional, visto que também se podia utilizar esse tipo de madeira para fazer o piso das casas. O corredor não tinha nada, então Bravheseer seguiu em frente e pôde ver mais coisas no salão que havia à sua frente, a estrutura se mantinha igual, o piso, as paredes e o teto, mas ao seu lado havia uma escada, com a parte voltada para o andar de baixo coberta por plástico transparente, e neste estavam pendurados diversos tipos de escudos, todos de madeira e pintura diferentes. Olhando à frente, para o salão, o menino pôde ver um balcão à sua direita, e em sua frente e à esquerda haviam mesas, quase todas cheias, boa parte ocupada por bêbados sem rumo, e uma pequena parte tinha alguma importância ali, que eram facilmente identificados por seus ternos e roupas sociais.

Estando na parte principal do bar, o boxeador pôde ver que todos ali estavam embasbacados por algum motivo, e como não sabia muito bem qual era, decidiu prosseguir com sua ideia inicial, e foi até o balcão, onde pediu por um suco. Ainda esperando seu pedido, o Finn podia escutar parte de algumas conversas. “Você escutou aquilo, ele era da família Gazzoni”, “Não se meta com eles, esse garoto pode ter mentido.”, Eu já ouvi falar desse garoto, Enzo se não me engano, ele é um bom atirador, diferente de toda a família, já que todos ali lutam com o corpo.”. No final, o menino não chegou a escutar muito das conversas, pois seu pedido chegou em seguida, um suco de laranja (Dat Beard). Enquanto bebia seu suco, o mesmo olhou pelas paredes procurando algo que se destacava, mas não conseguiu nada de interessante ali fora as conversas sobre uma mesma pessoa, e agora Bravheseer tinha de decidir se procurava saber mais sobre quem seria essa pessoa, ou então ir em outro lugar à procura de pessoas com quem pudesse viajar junto.




Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptySex 11 Maio 2018, 14:49

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PARADO AÍ, ONDE PENSA QUE VAI? NEM PENSE EM LER ANTES DE COLOCAR ESSA MÚSICA!

Que verme ágil do caramba. Ele era realmente capaz de ler meus disparos, um verdadeiro guerreiro! A tontura também foi um ponto chave que me induziu ao erro, talvez eu devesse ter considerado a forte pancada que dei com na árvore com a cabeça. Só pude ver a minha falha miserável e um sorriso de deboche florescendo no rosto maléfico de um milhão de berries.

Ele investiu a mim, contudo não considerara minha astúcia infinita! Apontei o cano numa tábua de madeira e sentei o dedo no gatilho, apesar de ter errado assustei o mala sem alças que tropeçou e caiu no chão. Essa fração de tempo me coube como uma luva, afinal eu consegui me posicionar estrategicamente para adquirir mais espaço no combate. Daria uma rápida olhada tentando absorver informações sobre o ambiente – uma peça fundamental para qualquer lutador. Pude inclusive substituir o antigo pente por um cheio até a boca.

Quando Makoto avançou pude vislumbrar um semblante bestial, assustador e violento esculpido no seu rosto outrora sereno e debochado. A expressão poderia até me assustar, mas o medo não passa de um mecanismo de defesa. O ódio estampado em seus olhos não me traria outra sensação senão a de que ele tinha me reconhecido como um rival e entendido o perigo que eu representava.

“Isso mesmo!” Teria os dedos tão firmes na empunhadura da arma de fogo que ela pareceria uma extensão do meu braço, um órgão essencial do corpo e talvez a parte mais importante que poderia ter. Daria um fino sorriso de canto, sem escancarar os dentes e sim erguendo os lábios suavemente. Makoto se tornara ainda mais veloz e isso era facilmente notado... que desfecho o destino tinha preparado para nós?

Movendo-se tão rápido assim, Makoto tornara a situação ainda mais feroz, simplesmente vi que retardar sua aproximação era a única alternativa possível e por isso disparei quatro vezes seguidas, sentindo o coice sacudir o meu braço numa onda de energia. Lembrei-me de que deveria poupar munições, então economizei as balas quando vi que não adiantava de nada. Ledo engano; ele engoliu o intervalo entre nós e rasgou meu peito com o beijo frio da adaga. Dei um passo para trás e disparei, amaldiçoando-o:

— DESGRAÇADO DE MERDA! — Poderia sentir o sangue rubro escorrendo, talvez estivesse quente, isso é, se eu tivesse efetivamente sangrando. Droga, minha blusa novinha... Ao menos não tinha saído de graça e furei o tronco do filho da puta um pouco abaixo das costelas.

Nem tive tempo para estar contente com essa conquista, mal pensei em me alegrar e outro corte dilacerou minha carne. Não pude averiguar os danos, contudo esperava que os ferimentos não fossem muito profundos. Makoto aproveitou o balanço, girou novamente e pude ver apenas o vulto da sua perna fina se chocando no meu flanco; maldito, não hesitei em revidar e meter chumbo.

A troca de golpes praticamente simultâneos nos fez sermos projetados para longe. Ciente das consequência de uma queda mal realizada, tentaria amortecer o impacto ou ao menos não chocar a cabeça contra a estrutura de madeira. Gozaria dos instantes para sacar o pente reserva e disparar as duas balas restantes nas pernas do maléfico pesquisador. — Morra! — Depois rapidamente descartaria o recipiente vazio e alocaria o novo.

"Já dizia meu bom e velho instrutor de tiro ao alvo: sorriso dente à dente é porque está cheio o pente. É a primeira vez que entendo isso e não parece tão idiota. Heh." É verdade que não tinha passado por situações tão apertadas. Muito embora os chutes do Makoto pareceriam leves perto dos murros do Shiro que me arremessavam por metros.

Ah, porcaria. Eu precisava muito de umas cápsulas maneiras que explodissem ou sei lá o quê. Ele se levantara como se não sentisse os danos das balas convencionais. Felizmente eu não tinha visto nenhum homem sobreviver a um rombo na cabeça, não até agora.

— Que diabos??? Por que você simplesmente não caí e morre? — Diria enquanto me levantava, tentando fazer da maneira mais rápida possível e notavelmente aflito pela aparente imortalidade do desgraçado. Se ele tentasse atacar nesse momento, eu retesaria o braço direito tentando obter firmeza - considerando minha tontura - e dispararia mirando o cano levemente para baixo, posicionando para de um jeito ou de outro atingir uma prancha dessas, de preferência a que ele fosse pisar.

Valendo-me do cenário, dirigiria para cima os belos olhos castanhos que a vida me deu, tentando não me desvanecer da peleja. Seria algo rápido, fração de tempo e de preferência o mais sorrateiro possível. Teria um fruto grande o bastante? Uma jaca, sei lá. Um galho cheio de folhas e outros galhos ramificando seria ótimo também, tentaria atirar na base para fazer cair e prejudicar ou obstruir o caminho do Makoto.

Se funcionasse eu abraçaria a oportunidade para descarregar o pente nele, visando o tronco, os braços e as pernas. Levaria a tontura em consideração e devido a isso me concentraria ainda mais, trocando o pente logo em seguida. É claro, se não desse certo eu ainda teria a mesma atitude, todavia visaria atirar para que ele se movesse para a direção oposta da sua porta, até que ele ficasse de frente. Obviamente seria de bom grado se acertasse, pois eu visava o seu tórax e poderia ter resultados que para mim seriam encantadores. Moveria-me junto se desse certo, tentando ficar de costas para a entrada, assim saltando para trás e fechando a porta. Rapidamente procuraria por uma tranca e tentaria lacrar a passagem o mais rápido possível, usando do máximo da minha velocidade.

Daria longos passos para trás, independente de ter trancado ou não. — POSSO ATÉ MORRER, MAS ANTES EU DESTRUO TUDO QUE VOCÊ CONSTRUIU! MUAHAHAHA! — Eu intencionava fazer ele ficar furioso igual antes, assim esperava que ele agisse tão rápido quanto fez, derrubasse a porta e entrasse com tudo. Enquanto falava, eu propositalmente atiraria nas vigas de madeira de dentro da casa, tentando atiçar ainda mais sua cólera. Doce engano dele se caísse na minha armadilha; deixaria o caminho a partir da entrada esburacado, cheio de furos pra que ele tropeçasse em seu frenesi descontrolado. Carregaria o pente e esperaria, assim que abrisse a portaeu iria varar  ele de balas e recarregar novamente.

"Nossa, Enzo. Você é mesmo um garanhão genial." Pensaria recarregando a pistola. Quando ele entrasse, dispararia em sua direção e mesmo se não tropeçasse de primeira, eu induziria-o através de tiros para fazer com que ele se movesse para um dos buracos. Tudo seria perfeito se ele estivesse cego de ódio pensando que eu destruíra algo do seu trabalho.

Imagine que ótimo se ele tropeçasse e torcesse o pé, por exemplo! Eu por acidente poderia ter prejudicado a estrutura mais do que pensava e talvez afundasse uma perna ou a região onde ele estava desabaria e levaria o infeliz numa queda até o chão abaixo da casa! Ou talvez eu esteja sonhando demais. Bem, não custa. É bem provável que eu já estivesse cansado a essa altura do campeonato, não é mesmo?

Sabia dos danos que eu tinha sofrido. Como um médico o que me preocupava mais era a pancada na cabeça e o poderoso chute que levei nas costelas. Isso tudo deveria ser averiguado calmamente depois, contudo eu precisava matar aquele desgraçado logo.

Se ele tropeçasse ou caísse eu rapidamente saltaria para perto e dispararia contra as suas costas ou peito, dependendo do que estivesse exposto naquele instante. Seriam três tiros finalizadores. — Por favor, morra. — Pediria tendo minha voz abafada pelo som da pólvora regurgitando o chumbo.

Haveria a possibilidade dele galgar todos os obstáculos, ignorar tudo e vir pra cima de mim como um maluco sem cair nos meus planos. Nesse caso eu me jogaria para trás, tentando surpreender e ao mesmo tempo esquivar dos seus golpes, assim eu usaria da proximidade para "abafar" o prejuízo causado pela tontura e descarregar todo o pente nele, visando acertar de baixo para cima na cabeça, tronco, pernas, braços ou onde fosse. Adaptaria-me para mudar o curso do cano caso ele esquivasse, continuando a alvejar o filho da mãe.

Se eu errasse? Eu rezaria pra caramba e me despediria da vida na terra. Foi muito bom ter sido adotado pela família Gazzoni e eles foram muito legais comigo apesar de eu ter sido um ingrato.

"Oh, Don Gazzoni, perdoe minha imaturidade." Tentaria recarregar o pente e se ele viesse pra cima, atirar na cabeça dele para matar antes que pudesse me causar um dano mortal.



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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptySex 11 Maio 2018, 19:51

Todos pareciam tensos, mas eu não sabia exatamente o motivo. Enquanto eles sussurravam sobre alguém, mais especificamente uma família. Não consegui captar muita coisa da conversa, mas o suficiente pra despertar minha curiosidade sobre quem seriam esses.

Logo após terminar de tomar meu suco (de laranja Kappa ) imediatamente me prontificaria a perguntar sobre quem ou o que eles estavam falando. Prudente ou não, seria a melhor decisão que eu poderia tomar no momento.

Ei! Sobre o que vocês estão falando? — Pausaria repentinamente. Prosseguiria, porém claramente expressando dúvida — Desculpa incomodar, mas eu tô curioso...

Caso os homens dispusessem de alguma informação valiosa, eu tentaria não perder nenhum detalhe. Prestaria atenção em cada palavra, e agradeceria a ele assim que acabasse de falar, abaixando a cabeça em reverência.

Sairia do estabelecimento depois de conseguir as informações. Eu iniciaria minha busca, independente se tivesse uma base ou não. Se necessário fosse, entraria na floresta para encontrar um dos membros dessa tal "família", e se tivesse sucesso em meu objetivo, primeiramente analisaria todo o ambiente ao redor e logo após voltaria minha atenção para a pessoa em questão.

Julgaria se minha interferência era mesmo necessária, já que ele também poderia estar lutando contra alguém. Continuaria a acompanhar o decorrer da batalha para ficar à par da situação, mas caso encontrasse ele sozinho e isolado num canto, não perderia tempo em correr até o sujeito e perguntar-lhe, enquanto tocaria em seu ombro para alertá-lo da minha presença.

Ah... — Engoliria à seco minha pergunta, com receio de fazer alguma besteira. Reuniria toda minha coragem novamente e continuaria — Quem é você?

Também havia a possibilidade dos homens se recusarem a me oferecer alguma coisa, por menor que fosse. Eles também poderiam não saber o suficiente, mas eu persistiria até o final: procuraria por mais pessoas no bar e abordaria elas da mesma forma, até que conseguisse alguma coisa, se não, seria obrigado a me virar e dar um jeito, nem que tivesse que revirar a cidade toda. E assim faria, se precisasse, mas não pararia para perguntar sobre quem eu estava procurando, pois seria uma decisão precipitada e eu tinha muito tempo para completar meu objetivo.



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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptySex 11 Maio 2018, 23:08



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni

Sem mais problemas durante sua queda, Enzo voltou seu rosto na direção de Makoto, que ia em sua direção a uma velocidade alucinante, e o atirador teve um bom jogo de mãos, pegando o pente reserva de sua arma em poucos segundos, lhe dando espaço para efetuar os dois últimos disparos que ainda se mantinham alojados em sua arma, mas que voltaram a servir de distração para o cientista, que tivera de interromper sua investida para saltar para a direita e depois para a esquerda, evitando completamente ser atingido novamente pelos projéteis do médico, que gritou para que o fugitivo morresse enquanto efetuava os disparos. Aproveitando a interrupção na investida de Makoto, o Gazzoni aproveitou para trocar o pente da arma e rir de uma piada que lhe era de difícil compreensão, mas que agora lhe fazia total sentido.

Depois desse curto jogo de gato e rato, uma frase proferida por Enzo recomeçou o embate, o rapaz não conseguia entender por quê o cientista não morria, e o ofendido ficava ainda mais irritado, por ter sido subestimado. - Se me subestimar, vai ser sua ruína, seu maldito. – Disse Makoto, começando sua nova investida. Ainda um pouco tonto, o Gazzoni tentou realizar um disparo, mas durante a realização deste, o mesmo levou o cano de sua arma um pouco para baixo, tentando repetir o ato sucedido anteriormente, de atrapalhar o cientista em sua corrida. Mas dessa vez não teve sucesso, pois o projétil passou bastante a direita do procurado, que já ultrapassara o local onde o piso fora danificado.

Após a falha, Enzo não tinha tempo para pensar em novas alternativas de atrapalhar a investida de seu adversário, por isso teve de improvisar, e assim disparou três vezes, o primeiro disparo visava o tronco do cientista, mas fora evitado facilmente pelo mesmo, por isso decidiu complicar para o mesmo, e disparou de forma um pouco mais precisa, já que a tontura parecia dar uma trégua temporária, por isso o mesmo deveria aproveitar a chance, e os disparos foram seguidos, um mirando o braço esquerdo de Makoto e o outro o joelho direito. Para escapar do primeiro disparo, que fora o único que os olhos acinzentados do mesmo captaram, teve de saltar para sua direita, fazendo com que o segundo projétil furasse seu joelho esquerda, e o deixasse arfando levemente no chão.

Aproveitando a brecha, o jovem médico tentou correr e entrar na casa do cientista, mas esse estava ferido, e não inválido, por isso utilizou a mão direita para dar apoio no chão e deu um chute na lateral do corpo de Enzo, justamente na costela que havia sido ferida novamente, e que acabou por trincar nesse momento. O movimento acabou por ser complicado demais para que Makoto pudesse realizá-lo perfeitamente, por isso caiu de forma bastante estabanada, e gritou quando seu joelho ferido acertou uma viga de sustentação, causando-lhe uma dor insuportável. Por outro lado, o Gazzoni também não estava nada bem, e com dificuldade se levantava, sentindo fortes dores na sua costela do lado direito, e bem lentamente o mesmo andou até o cientista, e dizendo-lhe para morrer, disparou duas vezes, já que o terceiro disparo já não existia em seu pente. Sua intenção era acertar o ombro do castanho, mas por medo da morte, o mesmo fez um movimento instintivo para a sua direita, que fez com que o atirador acertasse seu ombro esquerdo e o bíceps do mesmo braço.

Com o braço e o joelho feridos, e ambos do lado esquerdo, a vitória de Enzo estava decretada, apesar de que não fora tão fácil para o mesmo, que não estava bem fisicamente. O fugitivo estava deitado no chão, segurando seu braço esquerdo, que deixava uma boa quantidade de sangue sair, formando uma pequena poça sob o membro ferido, por sorte o sangue do ferimento no joelho já coagulara, estancando o sangramento, o que era bom para o Gazzoni, já que se houvesse uma hemorragia, o cientista tinha grandes chances de morrer, e sua morte significaria uma perda de dinheiro para o ex-mafioso.





Bravheseer Finn

Ao terminar de beber seu suco, Bravhesser, que estava bastante curioso sobre o assunto abordado nas conversas presentes por todo o bar, e assim seguiu para a mesa mais próxima de si, onde havia dois casais, um deles aparentava estar por volta dos 50 anos, e o outro casal na casa dos 30. - Ei! Sobre o que vocês estão falando? – A curta pergunta fez a espinha de todos ali se arrepiarem, pensando que poderia ser alguém da família do rapaz que deixara todos ali bastante impressionados. - Desculpa incomodar, mas eu tô curioso... – Terminou de dizer, isso fora bastante vago, e acabou por deixar o casal mais novo com gotas atrás da cabeça, mas o homem mais velho estava com o rosto bastante vermelho, e sua face indicava uma grande raiva.

- Seu pirralho, quer me matar de susto? Não se deve chegar assim sorrateiramente nas pessoas. – Esbravejou o mesmo, mas sua mulher logo interveio. - Deixe ele, querido. É apenas uma criança. – E bastante emburrado, o homem virou o rosto para a parede, deixando sua mulher bastante envergonhada. O casal mais jovem se propôs a responder o Finn. - É sobre um garoto que passou por aqui mais cedo. Ele pertence a uma família bastante conhecida daqui, os Gazzoni. São uma espécie de mafiosos, e todos que se metem com eles recebem um castigo, ou somem, ou então são mortos. Mas ele agiu diferente do que se espera de alguém pertencente a essa família. – Respondeu o homem mais jovem, com uma mão sob o queixo, bastante pensativo.

Vendo que não tinha muito mais o que fazer ali, já que, por conta de todas as outras pessoas pareciam estar levemente pensativas, dificilmente conseguiria alguma outra informação sobre o rapaz, o menino decidiu sair do lugar. Vendo o menino saindo, a mulher do casal mais jovem gritou para Bravheseer. - Ah, e o nome dele é Enzo G. Gazzoni. – A mesma não sabia o porquê de ter gritado tal coisa, mas acabou por ignorar e voltou a dar atenção a seu marido.

Assim que saiu do bar, um grande frio atingiu o Finn, que não utilizava roupas apropriadas para o frio que fazia no local, fora a neve que caía com bastante intensidade, e não lhe permitia ver quase nada. Agora somente restava à Bravheseer continuar com sua busca mesmo no frio intenso ou se deveria aguardar a neve passar, e tentar falar com outras pessoas sobre o tal Enzo.




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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptySab 12 Maio 2018, 01:07

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Ele fugiu e fugiu. Eu me assustei mais de uma vez, admito. Vi a mesa virar tantas vezes que estava tonto e imerso numa partida de azar. Pra minha sorte furei o joelho do desgraçado. Só um médico sabia as consequências catastróficas de tomar um tiro ali, é, os que já tomaram também tem noção dos estragos.

Já estava correndo para dentro do laboratório quando fui alvejado por mais um chute na mesma costela de antes. Não pude amenizar o impacto, infelizmente. Droga. A dor lacerante fez parecer que meus olhos saltariam de tanta agonia. É OFICIAL, ESSE DESGRAÇADO É IMORTAL. CARALHO, QUANDO EU ACHO QUE MATEI ESSE FILHO DA PUTA O CARA SAÍ DO INFERNO PRA ME DAR MAIS UM PONTAPÉ. Levantei-me sofrendo pela bordoada, no entanto precisava conferir se ele era realmente impossível de matar. Mais dois disparos e só não realizei o terceiro porque não tinha mais nada no pente. O som entristecedor me avisaria pra recarregar a arma, afinal não podia ficar desprevenido. O Makoto se contorceu igual uma maldita barata pra não ser morto, contudo teve uma bala alojada no ombro e outro no braço.

— Não é mais tão poderoso agora, né seu merda? — Diria, ofegante. Me doía na consciência baixar o linguajar, mas estava tão absorto e envolvido pelo calor do momento que nem pensava nas palavras ditas.

— Um milhão de berries pra te encher de furos... esse trabalho é fácil demais. — Contaria vantagem abertamente, porém estava ciente dos danos que recebi. Isso precisava ser tratado se não quisesse ficar com sequelas. Lembrar-me-ia que estava num provável laboratório, algo parecido com “oh, aqui posso encontrar venenos”. Daria uma fuçada procurando por álcool, agulhas, tecidos limpos, cogumelos, ervas ou alguma coisa que pudesse ser venenoso ou usado pra fazer veneno. Identificaria os ingredientes de acordo com meus conhecimentos.

Olhando minhas feridas, resmungaria ao cientista — você me deu um belo trabalho, hein? — nessas alturas já estaria aliviado. Se ele se levantasse, eu ouvisse qualquer som indicando isso ou notasse, então finalizaria-o descarregando o pente nele. Tomaria cuidado para não desfigurar o rosto, atirando do peito para baixo.

Achava que podia descansar um pouco - ao menos ter paz de espírito. Tinha concluído minha primeira caçada, estava prestes a receber uma grana preta por isso e sem a ajuda de uma pessoa sequer. Era eu, apenas o Enzo que saiu das ruas e sempre atirou muito bem. Não tinha família Gazzoni nem ninguém. Tinha capturado esse bandido sozinho e dado um passo a mais na minha caminhada rumo ao topo dos caçadores.

De repente lembrava da melhor comemoração possível: um cigarrinho. — Acho que mereço um desses, heh. Don Gazzoni, queria que estivesse aqui e presenciasse tudo. — Sorria de canto, enfiaria as mãos nos bolsos e pegaria tanto o cigarro quanto o fósforo. Acender e tragar o tabaco poderia até amenizar a sensação de dor; não tinha certeza se iria. Se ocorresse de fato então a satisfação estaria plenamente estampada no meu rosto caramelado. Falhando eu faria careta e fumaria até afogar a ansiedade.

Já podia me ver voltando no bar, pagando setenta mil berries pro boa pinta que me fez o empréstimo e pedindo a bebida mais cara da casa. Isso atrairia atenção das interesseiras - não que eu me importasse de fato - e no final da noite estaria tudo certo. Gargalharia pensando nisso; valia a pena torrar as notas nessa empreitada. Haviam tópicos que se adiantavam nessa lista, óbvio. Entre as prioridades estavam comprar utensílios médicos e o relógio mais bonito que eu encontrasse.

— Preciso me lembrar de trocar essa blusa, além de feio está rasgado. Bleeeh. — Frisaria; ferimentos do caralho. Decidi que puxaria papo com o meu vale-milhão. — E aí cara, diz pra mim o que tu fez pra Marinha pendurar um alvo nas suas costas. — Aguardaria ansiosamente sua resposta, no entanto não largaria a pistola. Se ele tivesse uma reação violenta seria cravejado de balas. Eu podia ser um vacilão prepotente e ficar humilhando o Makoto - e na verdade eu sou - só que eu estava curioso demais sobre os crimes dele.


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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptySab 12 Maio 2018, 13:34

Eu esperava não ter atrapalhado a conversa do casal nem nada do tipo, mas imagino que o que aconteceu foi justamente isso. Eu não tinha causado uma boa primeira impressão, mas independente disso, consegui a informação que procurava, mas não da melhor forma.

Ah, desculpa incomodar... — Por um momento, esquecia o que ia dizer, então terminava a frase por ali mesmo. Mas minha intenção de pedir desculpas pela intromissão havia sido cumprida, pelo menos era o que eu esperava ter acontecido.

As formalidades acabavam por ali, a partir daquele instante que eu decidia enfrentar a tempestade, mesmo que ela me fizesse tremer. Eu estava ciente de que uma hora meu corpo poderia ceder àquele frio assustador e me levar junto sabe-se lá pra onde, mas eu tinha outros planos. Reprimiria a dor e me encolheria dentro do meu paletó, e imediatamente sairia do estabelecimento.

Sabia que aquela não era uma blusa muito apropriada pro clima que assolava aquela ilha, mas arriscar perder nada e ganhar tudo seria melhor do que esperar pela oportunidade, parado, sem fazer absolutamente nada. E aquela era minha motivação: a liberdade; meu livre arbítrio faria com que meu corpo se movesse, investindo contra aquela neve que até então era motivo de admiração, mas em segundos alterava-se e tornava-se motivo de temor.

Inicialmente, procuraria por alguma floresta, pois já tinha tomado um pouco de noção e sabia que ninguém - exceto eu - seria louco o bastante para sair pra fora de suas casas naquele tempo, então minha melhor chance seria arriscar procurar por alguém ou alguma pista numa floresta, além de que ela poderia me oferecer um bom refúgio, pois as árvores absorveriam parte da neve que caía sobre elas, mas o vento gelado ainda não seria um problema a menos. Pelo menos, eu teria como me proteger.

Reviraria o local com meus olhos. Analisaria cada pedacinho de terra, buscando não perder nenhum detalhe importante, como pegadas, por exemplo. Continuaria a seguir em linha reta até que achasse alguma coisa que poderia vir à calhar, e usaria ela para me levar até quem eu procurava, "Enzo G. Gazzoni".

Além disso, tentaria chamar atenção para perto de mim pra ver se realmente havia alguém lá. Soltaria um grito com todo o fôlego que me restava:

ALGUÉM AÍ?! — Esperaria pela resposta de terceiros, mas caso não tivesse sucesso nisso, reuniria as poucas forças que me sobravam e continuaria a caminhar.

Passaria apenas alguns minutos esperando pela resposta ou pelo menos que alguém me achasse no meio daquela bagunça. Se não, o jeito seria prosseguir com minha busca por eu mesmo, sem auxílio de ninguém fora minha própria vontade.

Também poderia não encontrar floresta de alguma na primeira tentativa, mas não assumiria a derrota assim tão facilmente: persistiria com aquela ideia até que completasse meu objetivo, mas não antes disso. Eu estava determinado a ir até o final.



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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptySab 12 Maio 2018, 23:46



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni

Com o fim do combate entre caçador e fugitivo, Enzo provocou Makoto com algumas poucas palavras, que acenderam o ódio que parecia crescer ainda mais pelo atirador. - Vai se danar! – Gritou o cientista para o Gazzoni, mas esse estava ofegando bastante ainda, seus olhos pareciam estar levemente desfocados devido ao esforço, mas nada permanente, já que pouco depois o mesmo “acordou” e voltou a provocar sua presa. - Um milhão de berries pra te encher de furos... esse trabalho é fácil demais. – Mas dessa vez, sua provocação não pareceu ser efetiva, visto que um sorrisinho debochado era sustentado no rosto do cientista. - Sim, tão fácil que está ofegante até agora. – Riu o mesmo, bastante irônico, mas logo compreendeu sua situação e se manteve quieto.

O que pareceu ser correto no momento, já que Enzo, se ligando em algo que não tinha pensado no momento, Makoto era um fugitivo procurado por fazer alguns experimentos que não eram bem aceitos pelo governo, de forma que deveria ter algum laboratório ou um equivalente em sua casa, pensando em usar isso para benefício próprio, o jovem médico se dirigiu para dentro da casa, deixando o cientista do lado de fora, já que aparentemente não podia se mover com facilidade, devido a seus ferimentos. A casa era bem simples, o piso também de madeira, um sofá, algumas estantes, mesinhas e escrivaninhas formavam o ambiente da sala de estar. Para a direita, havia um quarto com uma cama, uma escrivaninha e um armário, e para a esquerda um banheiro, bem simples, uma pia, um vaso sanitário e um chuveiro. E no final da sala havia uma escada que levava a um andar inferior, mas o Gazzoni não pôde explorar o local, já que quando ia descer as escadas, escutou um grito e uma voz falando, e esta pertencia a Makoto, temendo que o mesmo escapasse, voltou rapidamente para a porta.





Bravheseer Finn

O jovem Bravheseer teve de contar com sua coragem para vencer o frio que aquela nevasca causava a seu corpo, a caminhada era bastante sofrida, o vento fazia uma grande resistência contra seu pequeno corpo, e a neve, que começava a alcançar a metade das canelas do menino, deixavam que o esforço necessário para se caminhar ali fossem triplicados, mas sua determinação era maior do que isso, e o mesmo continuava insistindo na caminhada. Sem enxergar nada, o Finn andava apenas em frente, esperando conseguir vislumbrar algo quando chegasse à floresta, já que o tronco e os galhos das árvores, cortariam um pouco a neve e o vento, mas encontrar o local não era nada fácil para o mesmo, que nada via, por isso perdeu a noção de quanto tempo se passara até que finalmente a neve e o vento deram uma trégua, e assim o mesmo pôde ver que chegara na floresta que almejava alcançar.

Depois de chegar a floresta, o frio que sentia diminuía, mas ainda não era confortável o suficiente para que pudesse andar de outra forma, a não ser encolhido em meio a suas roupas, que não lhe davam proteção suficiente contra o frio. Mais um bom tempo se passou com o menino andando a esmo pela floresta, procurando pelo homem que lhe disseram se chamar Enzo, mas o tempo passava e não encontrava nada além de árvores, neve e alguns arbustos, nem mesmo animais ficavam à vista do menino, que apesar das dificuldades não desistia, e foi recompensado por isso. Naquele momento, o Finn estava começando a ficar frustrado, mas, de repente, avistou uma casa de madeira, que utilizava uma árvore como sustentação, e logo gritou. - ALGUÉM AÍ?! – Mas a única resposta para seu grito, fora um gemido de dor, que fora baixo demais para seus ouvidos captarem.

Por conta de não ter uma resposta aparente, Bravheseer subiu as escadas, e se deparou com um homem sangrando um bocado, seu ombro, braço e perna esquerdos estavam com ferimentos à balas. A imagem era bastante impressionante de cara, e o homem ferido olhou para o menino com o cenho franzido, e gemendo de dor, começou a se levantar, com uma pequena adaga na mão esquerda. - isso, fique aí mesmo seu pirralho. Você vai ser minha chave para a fuga. – Disse o mesmo com um sorriso maníaco.





Enzo G. Gazzoni
E
Bravheseer Finn

Mesmo com bastante dificuldade, o cientista não desistiu de fugir dali e se movia lentamente na direção do menino, que nada fazia, pois não esperava uma situação daquelas, mas Makoto teve de parar quando escutou o barulho de uma arma sendo engatilhada às suas costas. - Mas que merda, você não vai me deixar em paz, maldito? – Esbravejou o mesmo, olhando para trás e vendo o cano da arma de Enzo apontada diretamente para seu peito, a pistola estava pronta para ser disparada a qualquer momento, por isso o castanho pôs ambos os braços para cima e largou a adaga que segurava, já que sentia que ali não era o lugar exato para morrer.



Barulho do Engatilhamento:
 

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 3 EmptyDom 13 Maio 2018, 21:58

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☾ Endzo ☽
Light-years away from you A distant orbit cast away, Your gravity, it pulls me near And it keeps me closer to your side. Hide from the light I'll navigate through the dark I feel in you



Eu entrei no estranho laboratório sob a copa da árvore bem convicto de que o Makoto tinha encontrado seu fim, não tinha alternativas para fugir. O meu trabalho tinha sido bem feito afinal. Caminhei pelos interiores admirado, apesar da simplicidade – não era a mansão dos Gazzoni no fim das contas – ainda era aconchegante e um belo esconderijo. Quem sabe eu não me apropriasse do lugar depois de enfiar o cientista atrás das grades? Era melhor do que comprar uma casa ou pagar aluguel.

No fim do cômodo existia uma escadaria que me encheu os olhos, atiçando a curiosidade juvenil sempre muito afiada dentro de mim. Estava pronto para descer, contudo ouvi a voz da minha caça. — Caramba, será que ele não desiste nunca? — Suspirei enjoado da situação e cansado dos esforços intermináveis. Makoto estava praticamente pedindo uma bala na cabeça e eu não queria por dois motivos: não sentia nenhum prazer em tirar vidas sem necessidades e também não estava louco para ganhar cem mil a menos ao custo de uma bala.

Independentemente do que ocorresse eu deveria estar preparado. Se o dia tinha trazido uma lição claramente era não subestimar ninguém. Saindo novamente para a varanda, vi que a minha presa aprontava mais uma das suas. A arma alertara minha presença; eu tinha o braço retesado e um nítido pesar no rosto. — Desculpe, Makoto. Não posso permitir que outra travessura aconteça. — Lamentaria. O peso dos ombros se transferia ao indicador direito; BOOOM. Emitiria o cano de aço.

Primeiro visando seu coração - eu não precisava do meu amplo conhecimento médico pra saber que a região era mortal. Já estava livre da tontura que estava para minha pontaria como correntes estão para as pernas de um corredor. Um tiro. Se ele ousasse se esquivar - ainda fosse capaz de tal feito - então eu esperaria ele apoiar a perna esquerda que tinha uma bala alojada no joelho. Fazendo-o, então teria de lidar com um segundo disparo visando o mesmo lugar de antes. Ter os dedos apontando para cima como ele estava também não ajudavam num movimento rápido. Caso ele desviasse de novo, então eu descarregaria o pente tentando me antecipar em relação as suas ações.

O garotinho não escaparia da minha visão. Ele poderia ter sido uma vítima se eu não estivesse aqui. Daí tive uma luz, um choque de realidade que me mostrara a outra face do negócio: dinheiro não era a maior motivação pra matar alguém e sim a justiça. Bem, se for pra fazer justiça então que seja ganhando muitas berries para isso.

Considerando que Makoto caísse morto eu solicitaria a ajuda do garoto para arrastar o defunto. — Sei que é não é um pedido muito comum, porém pode me ajudar a arrastar esse presunto? — Soltaria um riso fraco tentando parecer bem. A realidade é que não estaria. Matar nunca é divertido para mim. Teria os olhos virados para o horizonte. Tinha acabado de arrancar a vida de um homem.

Seria ótimo ter um ajudante, assim poderia puxar um braço enquanto eu puxava o outro, não obstante não ter um companheiro jamais me impediria de arrastar o morto por aí sozinho, indo até o Quartel General puxando um braço ou uma perna. Voltaria para a cidade cabisbaixo e evitando contato visual. Se fosse parado por marinheiros contaria sobre o ocorrido, deixando bem claro que carregava um procurado, arrancaria o cartaz do bolso e mostraria para a milícia.

Eu tinha um milhão de prioridades que deveriam vir antes, só que não conseguiria focar nelas até sanar essa dúvida martelando na cabeça.

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