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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptyQua Abr 11, 2018 9:22 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptyQua Jul 11, 2018 3:10 pm

Livro 2
Capítulo 8 - As incríveis aventuras culinárias de Garfo e Faca


Zed ficava feliz ao ver que Hana aceitou acompanhá-lo como uma guardiã da princesa Kaguya, mesmo que tenha deixado bastante claro que essa seria uma tarefa perigosa, a jovem espadachim não tremeu na base e fugiu desse desafio. Mais incrível ainda era ver que ninguém parecia se preocupar com isso, todos os membros desse grupo pareciam loucos, tão loucos quanto Zed, talvez por exceção da jovem Alipheese que mais parecia uma criança perdida em um covil de monstros… Quem sabe em uma batalha séria isso se mostre o contrário. De toda maneira, o loiro ficava empolgado com a ideia de trabalhar com essas pessoas, pois até então estava se sentindo um pouco avulso dentro da Marinha cheia de pessoas certinhas, e ao que parece, o rapaz havia encontrando o seu lugar, o seu bando.

Graças aos deuses a reunião do grupo não resultou em um momento onde todos começariam a falar sobre as merdas do seu passado, não que Zed tenha algum bloqueio ou trauma que o impeça de contar sobre a sua história e o sentimento negativo que tem acumulado a respeito de sua mãe… Mas como todos nós sabemos, falar sobre a sua ligação familiar com o Exército Revolucionário poderia trazer para o loiro complicações que implicaria na perda da sua liberdade ou até mesmo na tortura, mesmo que nunca tenha realmente feito parte dos planos desse grupo e deseja tanto quanto a Marinha e o Governo Mundial descobrir o paradeiro deles.

Satisfeito com a promoção para sargento, Zed colocaria sua medalha na parte do uniforme designada para isso (acredito que nesse uniforme básico seja na parte da frente) e permaneceria ali junto de Hana para ouvir mais umas palavras de Cruzis, que continuava se mostrando cada vez mais confuso, o que fazia o loiro começar a suspeitar que o tenente não batia muito bem da cabeça. Como de costume, o espadachim não conseguia a resposta que queria, mas a essa altura nem tinha mais raiva pra descontar nesse infeliz que só não era mais feio que o nome dele, pelo menos na opinião de Zed, vai que para outra pessoa ele é lindo, tem gosto pra tudo, né.

Provavelmente os últimos a deixar a sala de Cruzis, Hana e Zed caminhavam em direção ao refeitório onde deveriam encontrar o tal do tenente Mustache, mas durante o caminho a dupla acabou tendo um encontro desagradável, para o loiro, que começou a ser provocado e zuado por outros marinheiros devido as suas calças estarem nesse momento muito sujas. Ainda se recusando a trocar para vestes mais limpas, Zed seguiu 100% pistola para o refeitório, pois não precisava ter vergonha da sua calça lamacenta, já que ela podia simbolizar que havia recentemente entrado em uma batalha… Mesmo que a verdade seja algo mais simples como uma briguinha contra poças d’água.

- Me lembra de explodir essa merda de QG quando a gente tiver indo embora, grrr. - Resmungou o loiro momentos depois de se afastarem das provocações. - O azar deles é que eu não luto com chutes, se não iam conhecer a força do perna marrom! GRAAAAAAAAAR! - Então começou a simular uns chutes com as pernas como se fosse um lutador de taekwondo.

O refeitório não encontrava-se no seu horário de pico, portanto estava em um momento mais tranquilo de se visitar do que na confusão do caralho que mais parece um apocalipse zumbi com marinheiros mortos de fome lutando para pegar as melhores carnes na hora de montar um prato de comida… Ou talvez esteja confundindo com a cozinha do navio de sua mãe, já que marinheiros costumam ser bem mais comportados na hora de se servir no refeitório, bem, pelo menos os de Shells Town, vai saber como funciona aqui em Loguetown, pelo menos Zed espera não ficar aqui tempo suficiente para descobrir. Enfim, como Cruzis disse para eles encontrarem o outro tenente no refeitório, o fato dele não estar muito cheio facilitava que os dois espadachins mirassem na pessoa que mais julgavam ser o tal do tenente Mustache… E certamente teria que ser o cara com barba, certo? CERTO?

- Aquele maluco ali deve ser o tal do tenente… É o que tem a barba mais bonita aqui, não faria sentido esse merda ter esse nome e ter a cala mais lisa que a minha. - Diria apontando com a cabeça rapidamente na direção que queria fazer Hana olhar.

Concordando com o rapaz que provavelmente era aquele homem mesmo que eles estavam indo encontrar, os dois caminhavam tranquilamente até a mesa onde ele estava sentado comendo sua… Caralho é uma pizza inteira?! Porra, pra comer tanto assim e não ser um obeso a barba desse filho da puta deve ter um sistema digestivo próprio. Zed não ficaria surpreso se do nada a barba dele criasse uma boca e começasse a falar, talvez o verdadeiro tenente Mustache seja a barba, o humano preso nela é só um fantoche. É, faz mais sentido.

“Olhá lá que otário! Mandando a gente calar a boca, tá achando que aqui é biblioteca, cuzão?!” - Pensou a voz explosiva dentro da cabeça de Zed quando viu o homem barbudo fazer o sinal com a mão e não falar nada depois em resposta a pergunta de Hana.

- Hey, você é o tal tenente ou não? Temos uma missão importante pra fazer, não temos todo tempo do mundo pra esperar você comer a sua pizza INTEIRA. - Mas podia ser pior, ao menos ele não tá cometendo um assassinato colocando ketchup em cima dela.

Lynn surgiria não muito tempo depois, também fazendo perguntas para o homem na mesa, mas ele também não responderia, por conta disso o ruivo seguiria para a parte das comidas e voltaria com um delicioso pernil que fez Zed arregalar os olhos e sentir os pecados da gula e da inveja espetarem seu corpo com seus tridentes demoníacos. Resistindo ao desejo de comer, por enquanto, o loiro permaneceria na mesa, entediado por ter que ficar olhando os outros comerem, mas ao menos Lynn surgia com uma frase que lhe fazia refletir um pouco mais sobre o nome Terralegre.

- Por pouco não é Terralebre, poderia ser uma ilha de lebres gigantes assassinas. - Comentou sem muita empolgação, pois enquanto falava seu cotovelo direito estava apoiado na mesa e a sua cabeça se apoiava na mesma mão desse braço. - E graças aos deuses não é Terralepra, imagina a merda que ia ser…

Apesar dos trocadilhos com o nome Terralegre, que poderiam se estender por mais um tempo para matar o tédio dos três jovens ali presente, era inevitável que isso não seria suficiente. Haviam alguns sinais que indicavam a impaciência deles, como por exemplo a vontade de Zed de acender o isqueiro na barba do sujeito pra ver o que acontece, e no caso de Hana, algo mais simples, seus movimentos contínuos com a perna que acabavam chamando a atenção do loiro antes que ele cometesse um crime.

- Caralho, hein, se continuar batendo a perna assim vai criar um terremoto no South Blue, pode até procurar no jornal amanhã. (Fica a dica pros narradores no South Blue)

Logo depois disso finalmente chegavam as pessoas que faltavam, e porra, na cabeça de Zed havia demorado tanto tempo que parecia até que eles vieram nadando do final da Grand Line até aqui. Hana fazia as honras de explicar para Alipheese que deveriam fazer silêncio e esperar, já que aparentemente o maluco ali era maluco mesmo. Depois de tanto tempo sentado ali, o que para muitos poderia ser apenas um cara comendo uma pizza, para Zed já era algo como a conclusão de uma aventura, o último chefão, o ato final de um filme, e aquele pedaço de pizza que faltava ser devorado parecia ser muito mais difícil do que os anteriores… Completamente perdido na sua imaginação, o espadachim começou a enxergar aquilo com outros olhos:

(PS: MOMENTO VIAJADO PRA CACETE)

“Não aguento mais, Garfo-kun, minhas serrinhas não conseguirão cortar mais nenhum pedaço… Olhe para mim, estou toda suja!” - Disse a Faca caindo sobre o prato enquanto o Garfo carregava um pedaço da fatia final do Boss Pizza em direção ao buraco negro chamado Boca Barbada.

“Nós chegamos até aqui fazendo isso juntos, não podemos desistir agora, só falta mais um corte!” - Respondeu o Garfo ao retornar para a plataforma de batalha chamada Prato. - “Lembre-se o que a Colher-sensei nos ensinou… Não há nada que juntos não podemos destruir! Eu preciso de você, Faca-chan!”

“C-chan?” - Gaguejou a Faca ficando corada ao ser chamada dessa forma pelo senpai. - “O-ok, eu posso tentar mais uma vez! Pe-pela Colher-sensei! >///<”

“Pizza, você está acabada, esse é o seu fim!” - Gritou o Garfo de forma intimidante para o pequeno pedaço de pizza que ainda restava na plataforma prato.

“Hahaha, podem tentar, mas vocês não vão conseguir me derrotar. Vocês deixaram elas pro final, agora eu tenho um exército delas, AZEITONAS, ATAQUEM!” - Ordenou a Pizza para um ataque de seus soldados até então deixados de lado. - “Nem mesmo vocês e seu buraco negro são capazes de parar um caroço, a vitória é minha!”

E com isso as azeitonas avançavam para o ataque, mas para a surpresa da Pizza, o Garfo conseguiu perfurar a primeira delas com facilidade, penetrando com seus dentes até o limite.

“MAS O QUE? NÃO PODE SER!” - Exclamou a Pizza surpresa com o resultado. - “Não me diga que…”

“Sim, Pizza, o cozinheiro tem qualidade... Essas Azeitonas não tem caroço!“ - Completou ele sendo que logo depois, com velocidade, foi levando uma após a outra as Azeitonas restantes para o buraco negro da boca onde elas seriam completamente devoradas. - “Você lutou bem, Pizza, mas nossa boca está com fome… Nem mesmo a sua borda será deixada para trás.”

“Desgraçados, vão acabar até com a borda que me esforcei para deixar sem catupiry! Eu realmente subestimei vocês…” - Disse a Pizza aceitando a força dos adversários.

“Não nos compare com as luvinhas de plástico! Faca, agora!” - Gritou o Garfo avançando na direção do pedaço de Pizza, penetrando com violência o seu corpo.

“Pelos poderes dos deuses Dedos… CORTE!” - Proclamou a Faca executando seu golpe final que cortaria a Pizza ao meio, fazendo o Garfo enviar em seguida uma das metades até o buraco negro, porém ele parava no meio do caminho, aparentemente a boca estava seca.

“HAHAHA, EU VENCI! ACABOU PARA VOCÊS!” - Berrou a Pizza já convencida da sua vitória.

“Não tão rápido! SUCO DE LARANJA, FAÇA SEU TRABALHO!” - Gritou o talher protagonista momentos antes do parceiro Copo despejar para dentro da boca o seu líquido refrescante.

“MALDIÇÃO! NÃO PODE SER POSSÍVEL, DEPOIS DE TANTO TEMPO AINDA TINHAM UMA ARMA SECRETA!?” - Praguejou incrédulo.

“Nós sempre deixamos para beber no final, agora morra, Pizza!” - Finalizou o Garfo levando a comida para a boca, dando fim a aquela metade.”

“Não acredito que perdi… Éramos oito pedaços, jamais imaginei que vocês seriam capazes disso por causa da aparência magra do corpo do seu buraco negro… Pelo visto não são apenas os gordos que devoram desse jeito.” - Comentou o que restou do pequeno pedaço de Pizza com o queijo derretendo pela sua ferida e caindo sobre o prato.

“Seu preconceito foi o motivo da sua derrota, Pizza! Inclusive para nós que já enfrentamos os Cavaleiros do Rodízio uma mera Pizza Grande não nos traria problemas para nossa boca barbada!” - Explicou o Garfo caminhando para penetrar no último pedaço. - “Da próxima vez, tente aparecer com o sabor de Brócolis, quem sabe assim terá uma chance de nos vencer...”

Tendo o seu pedaço final sendo garfado, a Pizza finalmente era derrotada pela poderosa combinação de nossos heróis, e mais uma vez a comida era devorada graças aos incríveis Garfo e Faca!

- Uau, incrível! Incrível! - Aplaudiu Zed quando viu o homem de barba devorar o último pedaço de pizza… É, talvez não seja uma boa ideia passar muito tempo dentro da sala do Cruzis. Logo depois do fim desse episódio imaginário, o dono da boca barbada mostrou uma empolgação que até agora havia escondido, mas que de alguma forma foi suficiente para dar ao garoto o desejo de participar também de uma batalha ao lado dos companheiros Garfo e Faca! - ME TRAZ ALGUMA COISA APIMENTADA QUE EU VOU MOSTRAR A ESPECIALIDADE DA MINHA BOCA BURACO NEGRO!

Com isso Zed iria buscar uma refeição, afinal é melhor de bucho cheio para uma missão em alto-mar, nunca se sabe que merdas podem acontecer pelo caminho. Se a essa altura Jibril, com seus dotes culinários, não chegasse a oferecer nada para o loiro saborear, então ele mesmo iria até a bancada com comida e montaria um prato básico cheio de carnes onde ele faria o máximo possível para botar tipos diferenciados de pimentas em uma grande quantidade. Por outro lado, se a celestial decidisse lhe oferecer alguma coisa preparada por ela mesma, ou seja, algo especializado na pimenta, então o espadachim aceitaria de bom grado indo para a mesa onde comeria a refeição independente de qual fosse.

- WOOOOOOOOOOOW! ISSO É MUITO BOM! - Gritaria ele se chegasse a conseguir comer a comida de Jibril. - Muito obrigado, princesa. Jamais imaginei que conseguiria ficar mais grato a ti do que antes. - E após dizer isso, o garoto se ajoelhava perante a celestial para fazer uma reverência breve, pois logo depois voltaria a comer de maneira intensa como se estivesse décadas sem comer algo que preste.

Para aqueles que conhecem o jovem Zed já não é mais segredo que o seu tipo preferido de comida é a apimentada, sendo quase absurda a quantidade de pimenta que ele consegue colocar no seu prato e comer sem passar mal. Uma comida quente e apimentada traz a sensação de calor, portanto ela é mais próxima de se assemelhar ao fogo que o loiro tanto venera, mas durante toda a sua vida jamais tinha comido algo que combinasse tão bem com seus sabores preferidos, conseguia sentir a pimenta não só esquentar sua boca como praticamente destruir a sua língua, mas porque diabos ele acha isso tão bom? Nesse momento só faltava o espadachim soltar um grito para começar a sair fogo pelas suas ventas, pois a sensação de calor que irradiava para dentro e para fora de seu corpo ao mesmo tempo davam a ele a sensação de que estava pegando fogo. Se houvesse dentro desse refeitório 100 inimigos, Zed tinha no momento a confiança e a energia necessária para encarar todos eles, tudo graças ao efeito majestoso que aquele prato de comida feito pela divina princesa Kaguya era capaz de lhe proporcionar.

No fim, o loiro ergueu o prato para uma altura acima da cabeça e começou a comer/lamber/beber o que ainda restava da comida que Jibril havia lhe dado, beberia cada gota, comeria cada grão, e se dependesse dele não sobraria nenhum resquício de comida apimentada naquele prato. Ele queria mais, queria continuar sentindo o prazer dessa comida que chegava a ser injusta por ser tão pouca, Zed poderia comer o mundo inteiro se ele fosse tão gostoso quanto a comida de Jibril, oh, Jibril, se antes houvesse algo dentro do espadachim que lhe dissesse que poderia estar enganado a respeito da identidade da jovem celestial, não havia mais nenhuma dúvida para ele de que estava certo, pois é impossível para qualquer mortal produzir uma comida divina como essa, algo que certamente havia descido dos céus e tocado pelas mãos quentes de Amaterasu.

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Se ninguém segurasse o loiro de onde ele estava, o garoto certamente iria cair de costas no chão, atordoado com a delícia que havia acabado de provar. Seus olhos giravam como se estivessem vendo o caminho para o céu, seu corpo provavelmente não estava mais no plano real, tinha certeza que sua alma já estava se projetando de forma astral para rumar em direção ao paraíso, pois não havia mais necessidade dele continuar ali, pois jamais encontraria algo tão bom quanto isso. Zed permaneceria no chão de forma abobalhada como se estivesse apaixonado e ao mesmo tempo chapado, mas não precisam se preocupar, sua saúde não estaria correndo perigo, ainda que talvez algumas pessoas ali pudessem achar que ele estava morrendo.

- Já estou vendo a entrada para o céu… Amaterasu, abra os portões para mim! - Então o garoto erguia os braços para frente como se estivesse correndo para abraçar alguém. - Eu estou indo…

Mas parece que a felicidade é curta, e para Zed ela não duraria muito mais que isso, pois algo o faria voltar a realidade, talvez o efeito de êxtase que estava tendo não fosse tão duradouro assim. Independente do motivo para “acordar” o rapaz iria se levantar e voltar a prestar atenção no que o grupo poderia estar conversando, principalmente se já fosse algo relacionado a missão. Prestaria a atenção nos diálogos a respeito dela, mas não daria muita opinião a respeito dela, esperaria adentrar o navio para planejar melhor como poderia se organizar. E falando em navio, vamos direto ao ponto, o ponto onde partiremos em direção a ele, finalmente sairemos de Loguetown, e no caso de Zed, retornar para o mar de origem, a temida Grand Line!

Se não houverem interrupções pelo caminho e o grupo alcançasse a embarcação, o loiro não perderia tempo em partir na direção dos quartos, procurando por aqueles que ainda não estivessem ocupados por outros marinheiros que poderiam já estar ali dentro. Zed daria preferência para os quartos que dêem uma vista para o mar, porém também iria evitar o quarto que fosse muito próximo dos banheiros ou da cozinha, pois não queria que seu ambiente de repouso tivesse cheiro de merda ou de gordura, por isso se conseguisse encontrar o ambiente perfeito citado acima, ele já entraria jogando suas coisas (não que ele tenha muitas) sobre a cama, com exceção da espada, e depois retornaria para o convés do navio onde procuraria algo melhor para fazer com o restante dos tripulantes. Se tivesse que escolher entre um quarto perto do banheiro e um quarto perto da cozinha, então ainda escolheria ficar longe do banheiro, pois há chances maiores da comida estar mais cheirosa que bosta. Uma vez que existem chances maiores de ter sido um dos primeiros a ir até os quartos, dificilmente teria que disputar com alguém pelo quarto ideal, mas se chegasse a acontecer, então não teria outro jeito…

- PORQUE CARALHOS VOCÊ ACHA QUE VAI FICAR COM O MEU QUARTO? Só há um jeito de resolver isso, um duelo… de Jokenpo! - Gritaria para a pessoa que escolheu o mesmo quarto que ele, exceto se essa pessoa fosse Jibril, nesse caso aceitaria de bom grado deixar o ambiente para ela. Porém, o que a pessoa não estava esperando é que depois de Zed sugerir o desafio que eles iriam fazer, o loiro abaixaria a cabeça e entraria em um estado quase depressivo, isso porque acabaria lembrando que durante a sua vida inteira sua mãe havia lhe enganado na maneira como se joga o Jokenpo... Mas essa é uma história que já foi contada.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptyQui Jul 12, 2018 7:39 pm

Cara, crachá; cara, crachá ♪


...... Os ventos sopravam, trazendo consigo o frio, alguns resquícios de neve derretiam pelas ruas cidade, definitivamente não era o clima ideal, mas, para quem passou por Fernand Ice Island, a paisagem era quase tropical. O frio não era tanto, mas, aparentemente, era o suficiente para congelar o coração de Olivia, que recusava uma oferta claramente irrecusável, eu podia ficar me lamentando, ou podia simplesmente aceitar que o caminho mais árduo faria uma futura conquista ser mais saborosa, a escolha era óbvia, lamentação. - ''Eu achei que a gente era parça Jesus, até tinha uma foto sua na minha cabine, por que você faz isso comigo? Se você não vai me deixar ser feliz, podia pelo menos não me dar esperanças.'' - A situação ia do céu ao inferno em instantes, as coisas evoluíram tão mal e tão rápido que dava pra chamar isso de momento Lúcifer. Meus sonhos eram pulverizados, minhas expectativas eram destruídas e meu mundo, que segundos atrás era tão colorido, agora parecia ser feito de preto e branco, minha vida não fazia mais sentido, eu podia sentir claramente os ventos carregarem os pedaços da minha alma destroçada, tudo estava acabado, mas, quando as chamas da minha esperança estavam prestes a se apagar, Olivia fazia eu ver sentido na vida novamente, com uma malícia que me agradava bastante, que fique registrado. Bem, se eu havia reclamado na dificuldade, nada mais justo que agradecer na fartura, ao ser informado da companhia de Amy, simplesmente olharia para o céu por um instante e reconheceria a ajuda que foi prestada. - ''É nós J.C. nunca critiquei.'' - A reação de Amy deixava tudo ainda mais interessante, eu seria capaz de dar o mundo todo para ela, desde que ela estivesse disposta a me dar, obviamente vocês sabem do que eu falo, as coisas pelas quais todo homem se interessa, atenção e um amor recíproco.    

...... Algumas perguntas, geralmente as mais simples, são extremamente complexas de se responder ''Quem é você?'' é um ótimo exemplo, é óbvio que você sabe quem você é, mas se definir em palavras é um trabalho árduo, a pergunta de Amy era igualmente difícil de se responder, então simplesmente seria o mais sincero possível. - Eu não faço questão de ir em nenhum lugar, qualquer lugar com você é incrível, o que importa é a companhia e não o destino final. - Diria as palavras com toda a doçura que conseguisse colocar em minha voz, encarando os olhos da mulher no processo. - Mas se desse pra passar no banco era bom. - Obviamente, a realidade e praticidade da sugestão faria com que as coisas não soassem como anteriormente. Era extremamente prazeroso desbravar as ruas de Loguetown ao lado de Amy, ainda mais sabendo que o local despertava boas memórias, que contrastavam bastante com os fatos conhecidos por mim sobre o passado da agente, da forma que fosse, eu conseguia imaginar claramente as memórias compartilhadas, era quase como se eu estivesse ali ao lado dela, em um tempo muito distante. Antes mesmo de perceber, estaria com um sorriso estampado em meu rosto.  

...... A descontração do passeio contrastava com o ambiente bancário em que nos encontrávamos, me recordo claramente do meu pai contando uma história sobre quarenta ladrões em uma das noites no navio, quando ainda era uma criança, mas nunca havia escutado nada sobre a lenda dos trezentos seguranças, bem, no fim das contas não fazia diferença, já que podia presenciar a história ao vivo. Para a minha sorte, tudo ocorria bem, graças a Deus eu não sou mais um pirata. - ''Mais uma pra sua conta J.C.'' - Com o dinheiro depositado, Amy mencionava a existência da nova missão, como os ventos pareciam soprar ao meu favor nos últimos tempos, tinha esperanças de que fosse algo parecido com a escolta que fizemos no Zeppelin, afinal, foi um tanto quanto divertido e nada trabalhoso.  

...... Quando você vê o Governo Mundial do lado de fora, a imagem é de uma instituição extremamente organizada, séria, competente e eficiente, mas, ao observar a entidade por dentro, ficava claro que não passava de um bando de pessoas perturbadas, agindo juntas em prol de algo maior, a sala que me encontrava era a prova disso. Veja bem, eu tenho a plena consciência de que não sou completamente normal, na verdade defendo a tese de que nenhum de nós é, mas ir para uma reunião séria fantasiado de morte já era um pouco demais. Apesar de bizarro, o momento também era de grande alegria, já que tinha o prazer de rever Olivia e Gwen, além de conhecer novas figuras bastante interessantes, aparentemente a proporção de mulheres para homens dentro do Governo Mundial era totalmente desbalanceada, não que eu esteja reclamando, na verdade, gosto bastante desse fato.    

...... O clima de tensão que existia no local era um tanto quanto cômico, mas, nessa altura, já estava acostumado com isso. - ''Será que devo falar dos ossos de bebê novamente?'' - Felizmente, quem tomava a atitude dessa vez era Olivia, que começava a passar as informações da missão com a sua voz angelical, tudo parecia um tanto quanto desinteressante de início, mas as coisas melhoravam bastante quando a presença de Gwen era confirmada na missão. Quando indagado sobre a compreensão das informações, simplesmente acenaria com a cabeça em forma de confirmação. A missão parecia um tanto quanto simples, querendo ou não era algo que eu já estava acostumado a fazer, além disso, o fato de Esmeralda ser nobre não era nenhuma surpresa, o nível de inocência da menina revelava um excesso de proteção e as censuras feitas por Olivia durante a viagem mais revelavam que escondiam. A situação requeria certa seriedade, afinal, a preparação de uma missão era fundamental para o seu sucesso, assim sendo, prestaria atenção em todas as palavras proferidas por Olivia, decorando os nomes falsos e o rosto dos agentes que participariam da missão. Tudo ocorreria incrivelmente bem, até eu saber do papel que eu e Amy desempenharíamos nessa missão, o falso casamento me transportava para outra dimensão, já conseguia até mesmo vislumbrar nós dois casados, vivendo em uma casa perto do mar, com seis filhos e um cachorro chamado baleia, quando retornava para a realidade, o ceifador estava com a palavra, perguntando se alguém tinha dúvidas, nesse momento, me manifestaria, levantando a mão direita. - Desculpa interromper. Cavaleiro do Apocalipse, eu me empolguei um pouco com o falso casamento, você poderia repetir as informações a partir desse ponto, por favor? - Esperava que o homem não se ofendesse com o apelido carinhoso, era algo desprovido de maldade, só era um pouco difícil pra mim levar as pessoas a sério, da forma que fosse, simplesmente prestaria atenção em todas as informações que ele passasse.

...... Quando as instruções acabassem, me dirigiria até Amy, que felizmente seria minha parceira nessa empreitada. - Posso falar com você por um instante? Queria combinar alguns detalhes da missão, se não fosse pedir demais. - Diria, despretensiosamente. Se ela se mostrasse disposta a conversação, o que era bem provável, prosseguiria. - Bem, nós somos dois agentes e temos que proteger dois alvos, me parece mais lógico que eu preste mais atenção em Esmeralda, já que teoricamente somos irmãos, e você preste mais atenção em Natasha, já que ela é sua mãe. Se a situação se inverter claramente todos vão desconfiar, sogras e genros são inimigos naturais, assim como cães e gatos, gatos e ratos, eu e zíperes, por ai vai, acho que você entende. - Esperaria por alguma resposta da mulher, após isso, prosseguiria com as sugestões, na verdade, as sugestões sérias já haviam acabado, mas não poderia perder uma chance como essa. - Deixando isso de lado, gostaria de falar sobre nós especificamente, acho que deveríamos passar mais tempo juntos, com o único propósito de atuar melhor é claro, tudo em prol da missão, além disso, queria saber se posso te chamar de meu bebê, só no profissional, pense bem, é algo que um casal faria e um nome falso a menos para decorar. - Tentaria soar confiante, imprimindo certa seriedade nas palavras, já que acreditava que aumentaria as minhas chances de sucesso dessa forma. Independentemente do resultado das minhas empreitadas, me despediria e rumaria até o vestiário, buscando o armário indicado. - Até mais tarde meu bebê. - Chegando ao local, pegaria a mala apropriada, abriria a mesma, analisaria as vestimentas do seu interior e escolheria a mais pertinente para o embarque, após isso, guardaria o terno na mala, com muita dor no coração, e vestiria o disfarce.

...... Estando pronto para o embarque, partiria em busca do navio. Se, em qualquer momento antes do embarque, o agente Achiles interagisse comigo, seria o mais cordial possível, estendendo a mão para o mesmo e dizendo. - Vai ser uma honra trabalhar com você, li sobre seus feitos no jornal, pode ficar tranquilo, estarei sempre pronto para ajudar você em qualquer problema. - As palavras seriam acompanhadas de um sorriso gentil. Alcançando a nau, embarcaria como qualquer outro civil, se, em algum momento, perguntassem a minha identidade, responderia sem hesitar. - Meu nome é Bj... - Me assustaria com o deslize, aparentemente mentir não era tão fácil quando se tinha o costume de dizer a verdade, da forma que fosse, tentaria consertar meu erro rapidamente, ficar nervoso só pioraria a situação. - Biu, na verdade é Severino, mas todos me chamam de Biu. - Tentaria fazer com que as palavras soassem naturais, colocando um sorriso no rosto durante o processo. - E você, como se chama? - A pergunta não passaria de uma tentativa que visava retirar a atenção que pairava sobre a minha identidade. - ''Essa foi por pouco, preciso aprender a atuar melhor depois, na verdade, o Governo precisa dar um curso sobre isso antes de simplesmente enviar um agente assim.'' - Se, em qualquer momento, perguntassem sobre o objetivo da minha viagem, responderia de acordo com a história elaborada pelos meus superiores. - Meu amigo, pode ser um pouco difícil de acreditar pela minha animação. - Diria, euforicamente. - Pode até parecer piada, mas vou me casar. Aí você se pergunta, como um homem pode estar feliz com uma situação tão triste. Meu camarada, você tem noção da sorte que eu tenho, o coração da mulher que eu amo é enorme, só de pensar nela meu dia já fica melhor. - Boa parte dessas informações eram realmente verdadeiras, principalmente as últimas, então não me esforçaria demais para tentar forçar o enredo, simplesmente agiria com uma animação natural. Assim que tivesse a oportunidade, caminharia por toda a embarcação, visando me familiarizar com o ambiente, era bom estar prevenido se as coisas começassem a dar errado. Se, em qualquer momento do meu percurso, fosse interrompido por alguma autoridade que me proibisse de acessar alguma área, simplesmente obedeceria as ordens dadas. - Mil perdões, eu só tava procurando pelo banheiro, mas acho que acabei me perdendo. - Conseguindo concluir o reconhecimento do navio, totalmente ou parcialmente, procuraria por Esmeralda, achando a moça, me aproximaria da mesma e apoiaria meu antebraço direito em seu ombro direito, enquanto ficava a sua esquerda, envolvendo-a. - E aí maninha, o que vamos fazer hoje? - A empolgação em minha voz seria palpável, enxergar Esmeralda como uma irmã não era algo difícil para mim. O contexto geral da situação em si era extremamente agradável, eu torcia para que a missão prosseguisse com perfeição e me empenharia para isso, mas, tenho que confessar, se as coisas dessem errado seria um tanto quanto interessante.      

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySex Jul 13, 2018 7:25 pm

WTF Man!!
Após toda a correria do jovem ruivo espalhafatoso, Drake seguia agora para o refeitório a procura do restante do grupo, o garoto estava esgotado de tanto correr, seu suor escorria pelo seu rosto e a sede o castigava firmemente, afinal, correr debaixo daquele sol como o jovem havia feito era coisa para loucos, o garoto ruivo então começa a se questionar sobre os acontecimentos do banco e da loja de materiais, era como se sua mente tivesse apagado e o mesmo apenas olhava de uma forma fria e apagada para a pessoa, coisa que nem mesmo o garoto entendia direito.


“ Mas que merda acabou de acontecer? Eu simplesmente apaguei e não saía nada da minha boca, não disse uma palavra e nem gesticulei… Será o efeito desse sol junto ao cansaço?”


Drake se dirige refeitório e ao chegar lá e encontrar o resto do pessoal o ruivo se aproxima de forma súbita e começa a falar sobre o fato ocorrido, a respiração de Drake ainda era ofegante e seu suor ainda caía sobre seus olhos pingando no chão, o mágico se sentaria e tiraria a própria camisa para que pudesse secar o rosto e respirar mais calmamente para que pudesse continuar a falar com os demais ali presentes.


- Vocês não vão acreditar no que acabou de acontecer, estava eu lá de frente para o gerente do banco e puff… Ca.. Calma ai, deixa eu respirar… Ok… Vamos lá, caralho que sede, deixem eu pegar uma garrafa de água… Já volto…


O mágico parecia confuso, ainda mais confuso do que os acontecimentos anteriores, Drake se levantaria e seguiria até as máquinas de sucos e água caso houvesse alguma dentro do refeitório e a primeira coisa que faria era encher um copo inteiro e ir tomando com calma como se estivesse saboreando o gosto da vida, após acabar o primeiro copo o ruivo encheria o segundo e beberia e após acabar os segundo encheria o terceiro, porém não iria bebelo e sim jogá-lo em sua cabeça para esfriar um pouco do calor, depois de jogar e balançar os cabelos com sua mão direita passaria a camisa em seu rosto e um pouco no cabelo para diminuir a quantidade de líquido e manteria seu cabelo caído, Drake jogaria sua camisa eu seu ombro e iria em direção a bancada de comida, pegaria uma bandeja e se serviria colocando de tudo um pouco na bandeja, após se servir iria novamente até a mesa onde todos estavam, colocaria a bandeja em cima da mesma e sentaria e começaria a falar os fatos acontecidos de onde havia parado.


- Então, como eu estava dizendo, PUTA QUE PARIU, minha cabeça bugo, eu não conseguia falar desgraça nenhuma, tava parecendo um mongol olhando pro gerente do banco e logo depois na loja de materiais… Mais que caralhas aconteceu? Eu só fiquei lá, parado olhando pra cara deles e deixando que eles decidissem o que eu queria… Eu sinceramente, acho que tive um derrame por alguns minutos…


Depois de desabafar com os demais na mesa possivelmente veria a cara de assustados dos a sua volta pois o jovem nem ao menos os comprimentou apenas chegou falando e fazendo suas coisas sem que desse tempo de ninguém ao menos reagir ou responder, caso isso tivesse acontecido Drake manteria o silêncio por uns segundos e falaria novamente.


- Ah, claro… Agora podem falar e continuar o que estavam fazendo, já desabafei… Uffa… Ah é mesmo já ia me esquecendo Ali, comprei os materiais que você a havia recomendado para a manopla, estão aqui nesta sacola, quando chegarmos ao navio eu os deixo com você  para que comece a fazê-las, ok ? E foi bem estranho, o cara da loja parecia que iria me vender os itens mais baratos e depois mudou de ideia repentinamente… Que seja eu não conseguia falar mesmo…


Drake seguiria dando uma colherada em sua comida e após a primeira continuaria seguindo comendo até que se lembraria de pegar suco para acompanhar a refeição, se levantaria e iria até a máquina de sucos para pegar um pouco e voltaria a se sentar para continuar e terminar a sua refeição enquanto prestaria atenção no que os demais estivessem dizendo sobre a missão citada por Cruzis, caso alguém dissesse o horário de embarcar no navio que os levaria até o próximo destino o jovem concordaria e seguiria junto aos demais para embarcarem caso fossem naquele exato momento, caso não fossem de imediato ao navio para embarcarem, Drake perguntaria ao tenente o horário em que poderia embarcar e o local onde estaria o navio, caso o tenente dissesse que já poderiam embarcar, Drake o pediria permissão e licença e seguiria para o navio para que pudesse tomar um banho e mudar de roupas.


- Tenente, onde está o navio para o qual seguiremos para a missão? se não for incomodo eu gostaria seguir para o navio agora… Preciso de um banho e de roupas limpas, vou apenas acabar minha refeição e seguirei para o navio caso não haja problemas ok? Ah, claro já ia esquecendo tenente, temos algum quarto específico? e Onde os mesmo ficam caso tenhamos, não quero acabar entrando no quarto de alguma mulher por acidente… Apesar de que… Bom enfim, e então tenente?


“Oh, como seria maravilhoso… Ainda mais se ela estivesse sem nada … HAHAHA”


Drake esperaria as respostas do tenente enquanto terminaria sua refeição colherada a colherada, e esperaria que todos terminassem também para depois seguir ao navio, o jovem percebe a aproximação de Ali para lhe entregar o que parecia um baralho novo de cartas de tarot, o mágico iria sorrir para a pequena garota e a agradeceria com completa felicidade enquanto passava sua mão direita em seu cabelo, afinal o garoto adora cartas de baralho, após terminar seguiria para o navio caso o tenente o tivesse liberado para tal ação, seguiria para um dos quartos, o que fosse quase ao meio dos demais, entraria e tomaria um banho relaxante, mudaria de roupas e iria para o convés esperar por Alipheese para que pudesse lhe entregar os materiais da forja, enquanto a esperaria Drake pegaria seu novo baralho de cartas de tarot e o abriria no chão a sua frente, no qual o mesmo estaria sentado e começaria a fazer uma espécie de jogo com sigo mesmo, selecionando carta por carta no chão como se cada uma tivesse um significado, ou na cabeça do mágico como se cada carta fosse um dos seus companheiros de tripulação, cada carta importante e de maior valor seria denominado mentalmente com o nome de cada um dos companheiros e claro que a carta que o representaria seria o coringa.


Quando Ali chegasse ao navio o garoto a olharia com um leve sorriso enquanto puxava umas das cartas que estavam viradas para baixo e ao olhar para a mesma veria que era a carta chamada A estrela, uma carta que queria dizer proteção e luz, que na mente de Drake era algo que se referia diretamente a Alipheese, aquela que ele protegeria e a luz que o guiaria até o topo tanto almejado pelo mágico ruivo, ao levantar a carta e ver Ali um sorriso um tanto sórdido ou perverso poderia ser visto no rosto do rapaz que guardaria a carta junto às demais e fecharia o seu baralho novo.
Ao aproveitar que Ali havia enfim subido ao navio, o jovem se levantaria calmamente e iria em direção a menina para lhe entregar os materiais da forja de sua manopla.


- Oh, Ali, ainda bem que chegou… Bom, aqui está os materiais para você trabalhar na manopla, espero que consiga… Bom, eu vou seguir para o meu quarto, preciso descansar um pouco e beber um pouco de água, se precisar dos materiais e eu ainda estiver dormindo me acorde ou pessa que alguém me acorde… Enfim, estou indo.


Após dizer sobre os materiais da manopla e a numeração de seu quarto para a pequena albina como era chamada por Drake, o jovem se retiraria indo em direção ao seu quarto para se hidratar, no meio do caminho se lembraria de não ter água potável em seu quarto e seguiria até a cantina do navio para buscar um copo e uma garrafa de água potável para beber caso sentisse mais sede durante a noite, beberia um pouco de água usando o copo que pegou em uma das máquinas de água da cantina e depois seguiria novamente para o seu quarto para então descansar após um dia bem cansativo, afinal não é todo dia que alguém corre por todos os quarteirões do QG debaixo de um sol escaldante, Drake se deitaria em sua cama após ter bebido água e leria o seu livro novo de acrobacias antes que pegasse no sono enfim, Drake dormiria até que anoitecesse ou até que alguém o chamasse por algum motivo, fosse Alipheese para pegar os materiais ou algo que tivesse que ser feito pelo jovem ruivo pela tripulação em si.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySex Jul 13, 2018 11:59 pm



Tróia - Parte 3
Pandemonium


Acertar Ramiel era a mesma coisa que acertar uma parede inquebrável ou socar o metal, seu corpo mais duro que eu poderia perceber e ele conseguia bloquear habilmente os meus golpes sem sequer utilizar de suas foices. “Meu doriki quase dobrou?! Lutar contra Crasus me fez muito bem pelo que parece.. Eu me surpreendia com aquela afirmação do agente que conseguia avaliá-lo apenas olhando para mim e aos meus golpes, ele parecia estar se divertindo com aquilo e mesmo utilizando das minhas técnicas principais, ele continuava firme e independente de meus golpes, ele sabia revidá-lo, a experiência de Rams era maior do que eu a imaginava e eu sequer conseguia acertá-lo com um golpe em cheio e causar uma leve dor, pelo menos era o que parecia naquele momento. Ele conseguiria me acertar mesmo em meio as minhas técnicas e isso era mostrado quando ele me esquivava da minha última baseada na movimentação de Crasus onde ele conseguiu quebrar meu braço, naquele movimento, nós parávamos a luta. Eu não poderia estar mais feliz ao ouvir as palavras que saiam de sua boca, ele estava confiando em mim com toda a certeza de eu que estava evoluindo bem rápido e cem por cento bem para seguir até a Grand Line, ele até me dizia que não poderia brincar comigo sem usar as foices em ocasiões futuras, um sorriso de canto e um olhar determinado, só de citar aquela futura batalha, já sentia meu coração disparar. - Daqui a alguns dias eu conseguirei te acertar bem mais forte do que imagina. – Estava confiante disto, minha evolução havia tido um pico bem grande desde que eu sai de Shells Town, toda a minha experiência em combate estava me amadurecendo cada vez mais, mesmo que eu não notasse tanta diferença, ela acontecia.

A empolgação tinha uma pausa quando ele começava a me contar um pouco de sua história passada do North Blue, era uma mistura de motivação com tristeza, mas ouvir aquilo de Ramiel era cada vez mais emocionante para mim, ele usava a sua máscara e aquela aparência intimidadora era de se notar, mas para mim, eu não o via como alguém que faria mal, era como um treinador e um protetor ao mesmo tempo, uma figura paterna em outras palavras. - Independente de quem eu tenha que lutar, lutarei com cabeça erguida. Me levantarei até que meu corpo não se mova nenhum dedo sequer, mas não desistirei de tentar ajudar os inocentes. – Eu entendia para o que ele estava se referindo, ele me dava boas vindas ao governo novamente, como se todo o meu caminho até aqui fosse apenas um guia e todo o caminho a partir dali, seriam as aventuras reais. Pegaria a minha mochila e outras coisas antes de seguir ao lado do meu instrutor e quando tudo estivesse pronto, correria para acompanhar Ramiel. Após uma curta caminhada, chegava a uma sala habitada por lindas mulheres, Akame sempre se destacava em meus olhos, mas não podia ficar encarando-a por muito tempo, pois One também estava ali junto com Six. Ambas em diferentes posições da sala, mas era como se eu sentisse uma sensação estranha em meu peito, como se soubesse que estaria a machucá-la logo ou que já havia feito isso, era estranho. Das mulheres diferentes posicionadas naquela sala, a de cabelo rosa e de verdes me chamavam a maior atenção por serem mais curiosas, mas isso era antes da chegada de mais um agente e uma comissão, quer dizer, uma mulher bem avantajada. Eu sentia a tensão que estava naquele ar, não era comum eu sentir tanta tensão, só que não me preocupava com aquilo, sabia que estava no lugar certo e aceitaria o que estaria para vir.

A primeira fala da mulher era de que não estaríamos com nossos reais nomes e que ajudaríamos a Six a proteger dois passageiros importantes, ela parecia querer uma confirmação de que estávamos acompanhando e com um sorriso no rosto, devido aos resultados anteriores, assentia com a cabeça. Em seguida, estava a revelação de quem iríamos proteger, eu ficaria novamente com Norwich, da última vez, o homem voou em cima de mim e ele tinha uma boa fama de conseguir se ferrar das maneiras mais absurdas… É… não seria nada fácil conseguir mantê-lo inteiro dentro do barco. Quando digo dentro do barco, digo literalmente dentro do barco, pois não tinha dúvidas que um tropeço o levaria para o fundo do mar. Quanto ao que Sven cuidaria, pareciam duas nobres, mãe e filha, maldito seja esse cara de sorte, queria eu cuidar de duas belas moças, enquanto que eu teria que alimentar cabras e me chamaria de Afonso Lobo, para minha alegria, estaria acompanhado de One como Maria Clementina será a minha noiva. Por outro lado, One queria coisas a mais comigo e não sei como ela reagirá a isso ou como eu reagirei. A mulher tinha sua palavra passada para Akame, a linda ruiva de belas curvas e uma voz mais do que encantadora.

Uma das coisas que me surpreendia com ela era que o nobre trabalharia comigo, o que era incomum para as pessoas de nível social mais alto, seria divertido e eu teria a chance de conseguir vigiá-lo a cada momento para me certificar que ele não morresse na viagem pelas coisas que acontecem com ele. Ela nos alertava para não manter muito contato com os civis, mas como estaria a cuidar do gado, não estaria em bastante contato. Com aquilo esclarecido, Ramiel terminava as ordens dizendo que estaríamos com roupas o suficiente para três dias de viagem e que tinha algo especial preparado para mim em caso de ter que lutar, o que me levava a pensar em novas manoplas! O que será que havia me reservado? Era bom que os nossos superiores estariam em outro barco próximo para caso alguma coisa desse errado, a missão parecia ser bem importante devido a toda a preparação, Ramiel se despedia de mim e eu assentia a cabeça no mesmo sentido de despedida.

Os preparativos estavam mais próximos do que eu poderia imaginar, Akame perguntava se tínhamos algumas dúvidas, mas a única coisa da qual eu pensava naquele momento, era: - Como é Terralegre? – Estava bem curioso sobre a ilha, nunca havia ido para GL e de todas as histórias das quais ouvi sobre a mesma, os monstros eram sempre citados, mas como seriam tais monstros? Tendo a minha dúvida respondida ou a de algum companheiro, me aproximaria do homem de antes, Sven, ele também tinha um papel importante, comprimentaria-o com um aperto de mão. - Com licença, desculpe-me interrompê-lo, apenas quero lhe desejar boa sorte e me apresentar, se precisar de alguma coisa ou das minhas cabras, fale comigo. – Era bom conhecer outros agentes de boa qualidade, esperava que ele não fosse babaca como Yami, me aproximaria de One, por algum momento. - One? Qualquer coisa que precisar, conte comigo. – Aceitaria um abraço se viesse, mas, de qualquer forma, estaria com minha mão estendida para a mesma, trabalhar em conjunto com One seria interessante, estar sempre ao lado de uma bela moça como ela e se tivéssemos que nos disfarçar melhor, teria como tirar um proveito da situação, beijando-a.

Com tudo pronto, me despediria de Akame com uma reverência e com um sorriso no rosto, se não tivesse esquecido de minha mochila e outros itens, voltaria para pegá-los na sala de Ramiel e depois começaria a andar rápido em direção ao vestiário 302, como havia conseguido roupas do QG, deveria saber o caminho, mas se por algum motivo minha memória estivesse fraca, pediria ajuda para One ou algum marinheiro próximo, repetindo a pergunta até que alguém me dissesse onde fica o vestiário. - Você sabe as direções para o Vestiário? – E iria em direção ao mesmo. Ao chegar o vestiário, iria em direção ao armário 302 onde pegaria a minha maleta e começaria a me vestir apropriadamente sem me preocupar com quem estivesse olhando ou o que estivesse em seu conteúdo, claramente tomando cuidado para não me confundir com a de outro envolvido na missão, principalmente o de uma mulher. Sem chances para o narrador me vestir de mulher.

Olharia para o presente de Ramiel e independente do que fosse, o guardaria independente de sua função, um cajado também era fundamental, caso não tivesse um por ali, teria que procurar em outro lugar. Com tudo pronto, deixaria o meu terno e outras coisas dentro da minha mochila, seguindo diretamente para a Ala norte onde me encontraria com as cabras, tendo um cajado, pediria a ajuda para os marinheiros tentando imitar um sotaque dos homens de interior como na minha penúltima missão. - Cabrões, poderiam me ajudar a levar as minhas cabritinhas até o barrrco? Agradeço. – Eu não tinha nem de longe a imitação do meu lado, mas era sempre tentar. Se não tivesse o cajado, procuraria por um pedaço de madeira do qual poderia me ser útil, tendo-o em mãos, repetiria o processo. - Er, senhores. Será que poderiam me ajudar a me direcionar até o barco? Tantas cabras não são fáceis de guiar como parece. Dois nas pontas e um na frente, acho que deve ser o bastante. – Eu sabia bem como era correr atrás de animais daqueles, os caipiras de Loguetown haviam me ensinado muito bem. Tendo a ajuda deles ou não, seguiria em direção ao barco, batendo o cajado no chão e tentando sempre mantê-las na linha, correndo para a que estivesse se afastando do percurso ideal ou se elas tivessem coleiras, segurando-as com bastante força para que não escapassem e andassem em linha. Em caso de alguma escapar, gritaria para alguém próximo tentando parar o rebanho. - Pare essa carrrba! – Independente do resultado disso, infelizmente teria que continuar o meu caminho, com uma cabra a menos ou não, pois seria pior se todas fugissem pela cidade. Pelo bem da minha sanidade, não me trolla nisso! E continuando o trajeto até o barco, as direcionaria no ambiente em qual ficariam, me certificando desde já, analisar todo o local por qual eu andava, cada porta, cada detalhe, tentando memorizar a trajetória da qual estava fazendo pelo barco para se eu precisasse mais tarde, não me perder. Cumprimentaria qualquer pessoa pelo caminho, com um sorriso no rosto e dizendo uma frase comum. Tarrrrde – Seguindo o meu trajeto até dentro da cerca ou sala que ficariam, tendo concluído meu trabalho até ali, analisaria a sala por completo, me certificando de elas conterem onde beber e comer.

Tendo tal espaço para elas, me certificaria de deixar a comida e água bem preenchidas e chamar algumas delas para comerem ou beberem, se nenhuma estivesse vindo fazer tal ato, procuraria pegar o alimento delas sem me preocupar de sujar as minhas mãos e colocando as perto de suas bocas, tomando cuidado com seus dentes e se ela ainda não estivesse querendo, procuraria deixar no chão na frente da cabeça da mesma. De qualquer forma, assim que percebesse que elas estavam comendo ou bebendo de alguma forma, continuaria a alimentar todas, sem exceção, para só depois me sentar e descansar um pouco em algum banquinho ou no chão. - Minhas cabriiiitinhas lindas!

Em todo o meu trajeto, me certificaria de não divulgar o meu nome para tentarem não me reconhecerem, mas se alguém me parecesse perguntando qual era o meu nome, com um sorriso no rosto e de preferência mascando um pouco de feno, diria. - Me chamo Afonso Lobo, sô! – E continuando a fazer o que estava a fazer, sem perder tempo. Ver One como minha esposa poderia ser ao mesmo tempo um paraíso e um pesadelo, não queria magoá-la ou dar falsas esperanças, mas não poderia conter a minha masculinidade, elogiando-a pela sua beleza, independente de como estivesse se vestindo ou qualquer outro atributo que ela não estivesse tão bela. - Mas sô! Escolhi bem minha esposa! – Com uma piscadela e um sorriso no rosto como sempre. Estava despreocupado como usual, mas tentava não perder a minha atenção em qualquer ser perigoso que pudesse se mostrar, estando pronto para me esquivar de qualquer ataque ou objeto lançado contra mim, me movimentando rapidamente com um salto para a  direção mais propícia.

Uma das coisas que me lembrava de última hora, era que Rannah poderia estar de volta naquele dia e se por acaso eu me encontrasse com ela, tentaria desviar meus olhos dela olhando para outra direção ou tentando me esconder atrás de alguma coisa se já estivesse vestido com o disfarce, mas caso contrário, cumprimentaria-a com um beijo em seu rosto e um abraço apertado. - Você está linda como sempre, eu não tenho muito tempo para contar as boas novas, mas fique sabendo, que eu quero encontrar com você no futuro, acho que agora temos que nos despedir. Boa sorte, Rannah, seja forte! – Sorriria para a mesma com um abraço mais do que apertado e um último beijo no rosto antes de partir para continuar o que estava fazendo.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySab Jul 14, 2018 2:35 am

Um novo caminho a trilhar.

Em meio a toda aquela situação a empatia a levou às lágrimas, enquanto ouviu sobre o passado de Jibril, era difícil se colocar no lugar, viver aquela situação não parecia ter sido algo diferente do inferno e mesmo que em suas pequenas costas pudesse sentir uma mão amiga, aquilo não tornou mais fácil de lidar, era algo bem intenso e talvez muito daquilo viesse por imaginar-se não só viver aquilo que quase a matou em Shells Town por mais quatro vezes mas, por ter de encarar a dor da perda novamente, encarar o fracasso ou a falta de sucesso em seu sonho, até então sua trajetória não havia sido fácil e isso não se trata apenas de combates, sair de sua própria casa, de sua segurança para uma ilha desconhecida era algo que ainda lhe era assustador, com uma bravura que naquele momento poderia tê-la feito crescer muito de sua respeitosa forma disse o que havia preso em seu coração para o Tenente e felizmente, ele havia a dado a permissão para que pudesse agir.

Suas pequenas pernas logo a levaram para onde a celestial estava, queria ter lhe dito palavras mas a aceitação que um abraço poderia dar por si só era algo que talvez palavra algum no mundo pudesse expressar e nesse momento a celestial que já estava cabisbaixa começou a chorar baixinho, deixando que algumas lágrimas suas acabassem por molhar a parte de cima de sua cabeça, Alipheese não sabia bem o que fazer, então apenas a abraçou um pouco mais forte, aos poucos sentiu-se envolvida pelos braços de Jibril e talvez pela proximidade fosse possível que naquele momento seu acelerado coração pudesse  ser ouvido, as lágrimas ainda caiam de seus pequenos olhos, era um momento de profunda entrega, se havia um coração que naquele momento estava prestes a se entregar ao desespero, talvez fosse esse o coração de Jibril e talvez com o mais simples dos gestos, pudesse levar a luz ao local onde antes talvez só houvesse dor e escuridão. Quando Drake havia dito mais algumas palavras, assim como Zed, ainda que não pudesse entender muito bem, sentiu como se os braços da garota a apertassem mais, o que a fez devido a sua própria estatura acabar pressionando um pouco mais o próprio rosto contra os seios da marinheira, tornava-se difícil de respirar, mas naquele momento fechou seus olhos e simplesmente retribuiu o carinho em uma mesma intensidade. Em um momento as mãos de Jibril relaxavam e seus braços davam um espaço para que a garota pudesse respirar e assim ela o faria, olhando para cima e notando o sorriso que a garota havia dado, algo que poderia iluminar o seu interior agora, por completo.

Em meio a tudo que aconteceu na sala, havia recebido mais um abraço de Hana por trás, dessa vez sendo pressionada em meio as duas, tornava-se realmente difícil de respirar novamente, algo que a fazia feliz por ter tomado um pouco de fôlego anteriormente, quando teve a oportunidade, era uma situação muito estranha na cabeça de Alipheese que acabaria inevitavelmente ruborizando por completo, sem saber como agir em meio a sensação que cercava a sua cabeça por completo, mesmo que a sua pureza não pudesse lhe dizer muito do porque sentia-se daquela forma, era inevitável um pequeno constrangimento, mesmo que a situação fosse muito mais difícil de saber como lidar do que ruim. Com tantas pessoas se aproximando, era inevitável que um sentimento um pouco ruim de sentir talvez tivesse lhe invadido um pouquinho mas não poderia espalhar-se e prosperar. Era notável que a aceitação de todos, poderia naquele momento ter mexido profundamente com a celestial e a sua voz junto ao que ela havia falado, naquele momento só reforçou o sentimento de que havia feito o certo.

Quando cruzis tivesse os liberado, continuaria a conversar com Jibril a frente da porta, estivesse ela fechada ou não, suas palavras não eram motivo de vergonha, tão pouco havia alguma intenção de algo que não fosse conectar-se mais ao mostrar que poderia entender pelo que a garota passou de sua própria forma, Alipheese não sabia muito como era fazer um amigo e pensou que talvez ao sair um pouco de sua própria casca, poderia usar de um ponto comum para que a confiança e a identificação pudessem ali crescer, não achou justo também saber do passado da garota, sem que ela soubesse o seu e perante a resposta de Jibril, demorou um tempo até que pudesse entender que tratava-se de uma piada, mesmo que não entendesse muito sobre o real sentido que era muito mais malicioso do que ela teria a percepção para entender, ainda assim por educação, acabou rindo um pouco de forma tímida.

Antes que pudessem partir, o anjo lhe ofereceu a mão e a garota aceitou, estendendo sua pequena mãozinha, permitindo que seus dedos pudessem ali se entrelaçar, ao olhar para cima havia novamente visto aquele sorriso, talvez fosse essa a parte mais mágica desde que havia entrado na marinha, poder novamente ver pessoas que uma vez estiveram com medo ou se deixando levar pelo profundo desespero, se deixar sorrir novamente, definitivamente gostaria de proteger esses sorrisos e para isso, sabia que sua trajetória, talvez ainda fosse um pouco longa para realizar o seu sonho e isso nem de longe a desanimaria. Esperava ir novamente para a forja onde ambas haviam se conhecido, no entanto o lugar que a celestial a levou era para uma espécie de escritório, sem que perguntasse algo, o anjo logo abriu a porta, antes que Alipheese pudesse pensar em bater, indo falar algo no ouvido de Kamui quando deixou de segurar a sua mão, algo que por um momento a fez ficar curiosa sobre o que havia ela dito ali, mas não estava preocupada, pela confiança que havia depositado. Quando era oferecida a oportunidade para que ela entrasse, a passos tímidos o faria e frente a oferta de sentar-se, não se recusaria, se fosse uma cadeira alta usaria das mãos para impulsionar seu pequeno corpo de modo a ficar sentada direitinho.

Aceitou tanto o café quanto os biscoitos, enquanto falou o que ela tinha a dizer para o senhor que havia a ajudado tanto, tomando sempre cuidado para que seus modos pudessem ser exemplares ali, sendo assim, não falaria de boca cheia o que era até bom pra que ela pudesse aproveitar o tempo mastigando para que pudesse disfarçar as pequenas pausas que existiam na execução de sua fala, por um momento as mãos de Jibril repousaram-se sobre seu cabelo, algo que em um primeiro momento a fizeram se encolher um pouquinho na cadeira, mas pender um pouco para o lado onde a mão de Jibril estava, a sensação de suas mãos percorrendo os  fios de seus longos cabelos brancos e acariciando o seu couro cabeludo era algo que a colocaria nas núvens de modo que seus pequenos olhos até mesmo fecharam um pouquinho e sua respiração aos poucos tomaria um tom mais calmo e relaxado.

Kamui era grato por termos aceitado em nosso grupo a celestial, ao ponto de oferecer até mesmo presentes, a alva garota por um momento pensou até mesmo em por educação recusar, afinal havia feito apenas o que ela achava certo, mas no momento em que havia visto o homem da caixa tirar um livro, seus olhos começavam a brilhar e até dilataram um pouquinho, caso o homem lhe entregasse ou ela pudesse pegar, com suas mãozinhas envolveria o livro, admirada olhando os detalhes da arte da linda capa, nunca havia lido algo onde a protagonista feminina fosse tão diferente e isso em um primeiro momento de imediato já a  faria gostar ainda mais do livro, o abraçando como se lhe fosse o tesouro mais precioso., enquanto poderia ouvir sobre o presente destinado a Lynn e a Drake, era impossível em seu rosto neste momento não haver um sorriso, guardaria consigo o presente dos meninos de modo a garantir sua integridade antes que pudesse respirar fundo e continuar a falar, talvez ainda houvesse um pouco de incerteza ou segurança em sua cabeça, já que não sabia ainda a resposta que Jibril teria ao juntar-se ao seu grupo, mas a sua resposta talvez fosse a melhor possível, para que a garota pudesse respirar fundo e em paz de que a garota não mais teria de passar por perdas, pois ela mesma não pretendia perder ninguém. Os braços da celestial envolveram um pouco de sua cabeça em um abraço e a sensação era realmente confortável de se sentir. Kamui passou-lhe mais detalhes em relação a Terralegre, não era muita coisa mas haviam substâncias perigosas, o nome talvez não fosse tão puro quanto pensava. Completaria a conversa, falando sobre bandoleiras e sobre sua nova arma precisar de uma e Kamui não conseguiu apenas uma mas, três! Colocaria a mais nova, já em seu Rifle de precisão e guardaria as outras duas para que talvez Lynn pudesse usar, levantou-se ali e talvez tomada pela emoção, abraçou Kamui com força para se despedir e naquele momento, Jibril se juntaria ao abraço, fazendo com que ela ficasse novamente no meio, ambas então após se despedirem sairiam ali da sala, olharia para cima e ainda notaria o mesmo sorriso, sabia que não era fácil se despedir mas, talvez naquele momento a felicidade fosse um sentimento que dominasse mais intensamente o seu coração. A resposta em relação a sua pergunta, havia vindo com a garota esticando a mão para que a pequena pegasse e assim esta a pegou, com a mão que não estivesse nesse momento abraçando o livro, havia sido algo tão natural que sequer havia percebido que já havia feito isso novamente, pensou sobre as características do homem e as manteve em sua cabeça, enquanto ambas adentraram o refeitório.

“A forma como tudo tem acontecido… Será que Jibril me enxerga como sua amiga? Digo… Mesmo os meninos, que tenhamos trabalhado juntos, eu ainda não sei dizer, em muitos livros que li a amizade é retratada de forma parecida ao que eu sinto mas, seria presunçoso demais eu pensar que somos sem que alguém diga? Bom… Talvez eu devesse me focar um pouco mais na missão”

Seus olhos percorreram o refeitório e poderia ali encontrar Hana e Zed em uma mesma mesa que um homem, era difícil para que ela perguntasse, mas no momento em que havia começado a falar Hana lhe interromperia ao colocar o dedo indicador em sua boca, algo que lhe deu algum sentimento engraçado no momento ao qual não soube descrever, talvez a expressão “ susto” fosse a mais coerente que ela pudesse ligar, apesar de que não saber como poderia agir descreveria melhor. Seus olhos vermelhos então se dirigiram ao rosto de Hana, olhar para seus olhos era difícil, então tentaria entender o que ela tinha a dizer, aparentemente este era o Tenente Mustache e talvez não fosse inteligente interrompê-lo enquanto come. O homem então falaria alto do nada, algo que pelo susto a fez a apertar levemente a mão do anjo ao invés de dar um pulinho, havia sido inesperado, levaria a mão ao próprio peito, a mesma mão que ainda era segurada para Jibril enquanto respirou fundo, enquanto buscou trazer paz a si mesma e conseguir a concentração para que pudesse falar.

-S-Senhor Tenente, poderia nos passar mais informações sobre a missão?É a minha primeira vez na Grand Line e eu gostaria de saber mais sobre esse lugar Terralegre… O senhor Kamui disse algo sobre haver substâncias perigosas ao qual deveriamos tomar cuidado, o senhor saberia nos informar melhor sobre o que se trata?S-Sou a oficial Alipheese Fateburn e seria grata por qualquer informação que pudesse ajudar a mim ou ao meu grupo a se preparar melhor.

Diria a garota com sua voz que soariam quase como um delicado sussuro no ouvido, era uma voz baixa e tranquila mas perfeitamente audível, um sentimento da própria calma da garota poderia talvez ali ser passado e talvez por se colocar tanta pressão sobre a responsabilidade sobre os demais, naquele primeiro momento, até teria certa fluidez em sua fala. Esperaria pelo que o homem poderia dizer, enquanto algo chamou a sua atenção, Hana havia já se servido e mais surpreendente que isso, havia retirado dos seios um frasco em um ato que a fez pensar que talvez fosse muito útil poder fazer esse tipo de coisa, algo que talvez nunca pudesse descobrir por conta.Naquele momento perceberia que estava com fome, mesmo que já tivesse beliscado alguns biscoitos e tomado um pouco de café na sala de Kamui e com isso seu olhar iria na direção das coisas que ali estavam servidas e voltaram a olhar para Jibril e nesse momento, com o rosto um pouco ruborizado lhe pediria companhia e ajuda.

-J..Jibril, você poderia ir comigo pegar algo para almoçarmos? O balcão pode ser um pouco alto e eu não quero fazer bagunça,v-você se importaria em me ajudar?

Diria em um tom dócil e um pouco sem jeito o seu pedido, haviam momentos que a sua falta de altura eram problemáticos e esse era um deles, caso a celestial aceitasse ajudá-la o que era o mais provável, tentaria apontar para o que ela queria comer e dadas as prováveis muitas opções, apontaria para tudo que lhe parecesse gostoso e pudesse combinar com os outros ingredientes no prato, caso não houvesse muita variedade, acabaria em pecar pelo excesso da quantidade, talvez fosse a ansiedade ou mesmo uma fome normal mas, seu prato certamente seria desproporcional a sua magreza ou ao seu tamanho, se sentaria junto a Jibril quando ambas tivessem seus pratos ao lado de Hana, tentando subir no banco sozinha caso não fosse alto demais e se fosse alto demais, talvez com um pulinho pudesse se ajustar na posição correta, deixaria o livro sobre o seu colo, tomando muito cuidado ao comer, era algo que ela faria ainda com a mão esquerda a fim de ter uma precisão normal mesmo em pequenas atividades, como manusear a faca por exemplo, obviamente usando o garfo na outra mão para segurar o que precisasse cortar, levaria o tempo que fosse necessário para que aos poucos sua destreza na hora mais importante pudesse aumentar um pouco, difícilmente ali recusaria um mimo, fosse pela parte da celestial ou até mesmo de Hana, caso estas quisessem fazer algo como lhe servir, mesmo que ficasse envergonhada, talvez pudesse fazer com que aquela cena fosse divertida e ela mesma não via tanto problema com um gesto carinhoso como este.


De qualquer forma, estar ali com o grupo dividindo uma mesa era algo prazeroso para a pequena, parecia que o seu grupo só aumentava mais, por mais que pudesse contar muito mais com Hana do que com o parceiro explosivo, em algum momento tinha vontade de poder falar com ele e descobrir o porque ele estava tão bravo, mesmo que não tivesse feito algo, não queria que houvesse alguém de seu grupo a quem não pudesse respeitar e trabalhariam juntos de qualquer forma. Quando terminasse de comer, levantaria e colocaria o colar na frente de Lynn, assim como as duas bandoleiras extras e as cartas de Tarot na frente de Drake, respiraria fundo e tentaria falar ali.

-D-Drake, esse é um presente de Kamui, por termos aceitado Jibril em nosso grupo, foi algo que ele pensou que poderia significar muito para você então… Então guarde com carinho…L-Lynn, esse colar… Ele é feito com escama de rei dos mares… O senhor Kamui explicou que eles mudam de acordo com o clima e… Que pensou que pro imperador dos mares não havia presente melhor… Eu ganhei esse livro!

Diria a garota em um tom bem dócil e animado com algumas pausas para organizar os pensamentos, com um sorriso no rosto, enquanto novamente sentou-se em seu lugar, ali esperaria pelo comando do Tenente para que pudessem partir em direção ao barco, olharia pela cidade, enquanto caminhava, com a arma presa atrás de si com a nova bandoleira, se Jibril aceitasse seguraria em sua mão enquanto andava e se houvesse alguma lojinha que pudesse vender uma mochila era possível que frente ao tanto de coisas que ela precisa carregar, que talvez fosse de sua vontade comprar.

-S-Senhor Tenente, Eu posso parar por um segundo apenas para comprar uma mochila para levar na viagem?

Diria de forma respeitosa o mais calmamente que podia, caso o homem lhe desse a permissão para que ela fosse, se dirigiria até a lojinha rapidamente junto a Jibril e quem mais quisesse e pudesse lhe acompanhar, do contrário seguiria junto ao grupo até que pudessem entrar no navio.

Caso pudesse ir até a lojinha ou barraquinha que tivesse visto as bolsas, estaria de olho em uma mochila  que fosse grande e que pudesse ser resistente, se houvesse alguma que fosse impermeável, seria melhor ainda, caso algum atendente viesse com Alipheese enquanto ela olha os produtos, a perguntando sobre o que ela procura, seria bem específica.

-E-eu gostaria de uma mochila que fosse grande, que se possível fosse impermeável, também mas, não tenho pretensão de gastar muito, na verdade não posso gastar muito com a mochila… O que você teria para me mostrar?

Alipheese olharia todos os modelos, mas não pretendia gastar muito, como alguém que teve que sobreviver através do comércio, a pequena garota caso pudesse ver algo de seu interesse que estivesse acima do máximo que ela pagaria( 100.000), tentaria negociar com o vendedor ou vendedora, assim como no preço que considerava o máximo a pagar, também tentaria reduzir um pouco o preço.

-O(a) Senhor(a) poderia me fazer um desconto?Como sinal de boa fé a marinha talvez?Me faria muito feliz poder sair carregando uma boa Mochila de sua loja e talvez, outros marinheiros que trabalham comigo podem vir a se interessar em comprar de sua loja, pois sem dúvidas eu poderia falar muito bem sobre o preço, sem dar mais detalhes, para que seus negócios possam correr de forma mais intensa, especialmente se for um bom produto.

Alipheese falava de forma séria, enquanto negociava, sua voz não demonstrava a dúvida ou a fraqueza que normalmente apresentava, apesar do tom de voz ainda ser bem baixinho e a sua aparência levar muito mais para o lado da fofura do que o de uma negociadora feroz, não tinha como ferramenta a melhor das lábias mas, tinha ao seu favor sua própria aparência adorável e bons argumentos, diferente de alguém que poderia viver disso, a garota não era capaz de falar algo além da verdade ao seu favor, de fato se alguém a perguntasse provavelmente indicaria a loja, caso o produto e o preço fossem bons. O motivo de tanta tensão para que a garota pudesse assumir essa postura mais séria? Era bem simples na verdade, mesmo que agora pudesse possuir dinheiro para fazer muito mais do que poderia anteriormente, ainda tinha em suas memórias os momentos de dificuldade financeira ao qual já passou anteriormente e como era vital para a sobrevivência para que ela pudesse conseguir sobreviver a concorrência ao oferecer um preço bom pela sua mão de obra.

Se o vendedor pudesse lhe vender a bolsa por um bom preço, tentaria já separar a quantidade correta dentro dos bolsos para que não mostrasse ter mais do que aquilo e pedir um desconto ainda assim, se a mochila fosse  dita como impermeável pelo vendedor e tivesse sido algo que caberia dentro das minhas expectativas de preço, respiraria fundo  e diria.

-O(A) Senhor(a) poderia me fazer uma demonstração? Estou para embarcar em um navio e tenho coisas importantes que são importantes conservar.

Caso o ou a vendedora pudesse aceitar realizar a demonstração que era de fato um produto impermeável, Alipheese agradeceria com uma pequena reverência e teria pago o valor combinado, desde que não excedesse os 100.000 que ela tinha na cabeça como seu limite.No caso da mochila falhar no teste ou o/a vendedor/a se recusar a fazer, optaria por uma mochila grande que pudesse parecer boa ou resistente que pudesse caber dentro do seu bolso.

Caso pudesse fechar negócio de alguma forma ou fosse incapaz de fazer com que a pessoa responsável pudesse fazer com que ambos os lados pudessem sorrir, de toda forma por educação agradeceria da mesma maneira.

-Obrigada.


Diria em um tom doce e livre de ironias, tentando alcançar o grupo para o embarque, estivesse ali junto a Jibril ou não. Entrar novamente em um navio não era a melhor das coisas a se fazer mas, sua cabeça estava cheia de sonhos e fantasias em relação a Grand Line e estava claramente ansiosa para o embarque, caso houvesse alguma tarefa ou atribuição dada a ela referente especialmente ao seu ofício não veria problema em aceitar, mas o que realmente queria fazer é, caso houvessem quartos individuais, pegar a sua chave, guardar as suas coisas e tomar um belo banho antes que pudesse pelo menos tirar um rápido cochilo antes de retomar com todas as forças o dia, mas estes planos em sua cabeça eram muito mais simples do que poderiam ser feitos, uma vez que estivesse no navio, caso o homem lhe desse a chave do quarto e a liberasse das tarefas por hora, se apoiando em Jibril caso ela tivesse equilíbrio no barco ou até mesmo em alguma parede perguntaria ao próprio Tenente ou a algum marinheiro próximo, as direções para o seu quarto, se houvesse um.

-P-perdão você poderia me indicar como eu chego na região dos dormitórios? O número que estou procurando é (inserir número correto aqui), se não for muito abuso da minha parte, poderia me indicar onde é o vestiario feminino?

Diria a garota em um tom bem dócil após respirar um pouquinho, pensava bem em suas palavras e era bem educada em sua pergunta, se soubessem lhe informar ou não, agradeceria com uma reverência de qualquer forma e repetiria o processo, que não era muito veloz mas era como ela era capaz de lidar. Caso Hana ou Jibril ou ambas perguntassem se Alipheese pretendia tomar um banho e se podiam ir juntas ou ajudar, timidamente sem ter nenhuma maldade na mente ou no coração a garota aceitaria a oferta e depois que pudesse deixar o seu livro em seu quarto de forma segura, estivesse ele em sua nova mochila ou não, partiria junto a elas ou até mesmo sozinha para tomar banho.

Para a possibilidade de Drake lhe perguntar se poderia forjar algo para ele e mostrar-lhe os materiais, a garota diria.

-D-Drake há algum problema que eu possa fazer isso após a janta? O dia foi um pouco cansativo e eu gostaria de descansar um pouco antes que pudesse trabalhar em uma forja novamente a Lazer.

Diria a pequena olhando o parvo sem a intenção de que ele ficasse chateado, ela havia dito que faria para ele uma manopla e sem dúvidas entregaria algo muito bem feito, quando pudesse fazer o melhor trabalho possível.
No entanto, caso houvesse alguma tarefa que a impedisse de fazer as coisas como planejou, respeitaria a pessoa com a hierarquia maior que a sua de forma respeitosa.


Histórico.:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySab Jul 14, 2018 5:38 pm

The Emperor of Sea



As coisas finalmente pareciam estar rumando para um caminho certo e resolvido, apesar da pobre celestial continuar a chorar com a Loli entre seus peitos, coisa que me fazia sentir uma leve pitada de inveja, não parecia ser um choro ruim e sim de alegria ? Aceitação ? Não temos como saber… Até o momento em que a mesma viera por nos agradecer, tudo havia voltado ao normal e o harém estava a se formar, devagar talvez… Ser sincero ? Ta mais parecendo um Harém por parte da Loli com tantas garotas em volta do que pra mim… Isso ai ta zoado Narrador-sama… Ta muito errado !

Com um leve suspiro, precisava botar a cabeça no lugar, todo esse estresse e coisas desnecessárias já estavam pesando sobre o meu corpo, ignorando Zed com sua boca que mais fala merda do que a minha própria fantasia.

“” Hey ! Só porque estou comportado ultimamente você está agindo assim ? Pau no seu cu ! #VolteiPrasOrigins ! “”

Sem um pingo de noção para onde ir, a minha única opção foi andar nessa caralha de lugar, pelo menos isso era uma boa iniciativa para colocar a cabeça no lugar… Precisava me aliviar, não havia ido no banheiro até o momento e tomar um banho de imediato ! Não aguentava mais andar com essa camiseta suja, pelo menos o local era bem sinalizado com suas paredes que apontavam as direções, tornando um caminho rápido e fácil pelo QG.

” Bom… Agora a gente vai ter que ir viajar novamente… Terralegre… Que porra de nome é esse ? Por sinal, agora tenho mais uma pessoa para me preocupar, zzzzzzz. Isso me lembra do papo inicial que estava tendo com a Ali sobre o grupo… O que fazer ? Se fosse colocar no papel nesse momento seriam nós 3, Drake se mostrou mais inútil ainda por nem sequer tentar defender… O outro é um retardado… A garota parece de confiança, hmm… Oh, cheguei. “

Sem pensar duas vezes, a primeira coisa que eu fiz foi de ir tomar um banho após retirar as roupas, garantindo que a camiseta suja não caísse em cima das outras roupas, eu já comentei que posso parecer idiota, mas não sou ! Cheirosinho, seco e gostosinho, vesti apenas as partes de baixo do meu uniforme, deixando a camiseta de lado enquanto segui meu caminho pelo QG, minha missão agora era ir atrás de uma lavanderia para trocar essa merda.

Caminho vai, caminho vem, qual o motivo do pessoal estar me olhando dessa forma ? Até mesmo ao perguntar o local de onde ficava a lavanderia o arrombado olhou torto pra mim, qual o motivo ? Até mesmo o recepcionista me chamou de veterano, esse pessoal anda fumando algo interessante por aqui e nem me chamaram pra dividir um trago, seloco.

- … Ta ?... -

Foi a minha resposta de forma confusa ao olhar para o Recepcionista, eu não havia entendido caralhos nenhum do que esse arrombado tava falando e muito menos do que ta acontecendo até o momento, achei que os drogados ficavam em Terralegre e não Loguetown.

Agora sim as coisas estavam resolvidas ! Roupa nova, cheirosa, banho feito, tou charmoso ! Se as novinha não pira, eu não sei o que fazer #PartiuRefeitório.

Como eu tinha andando pela porra toda, é claro que agora eu sabia todo o caminho como se fosse a palma da minha mão, motivos ? Deus quis, quer dizer, eu quis. Sem muita pressa, consegui observar Hana e o Loiro doente mental sentados na mesa, assim tornava fácil de entender que o doidão comendo pizza ali do lado era o famoso FUDENDO TENENTE MUSTAFA ! O único problema era que esse arrombado parecia comer devagar demais ! Por isso nem dei o valor de esperar o mesmo me responder e fui pegar comida para mim também, afinal… Não tem como viajar com um estômago vazio !

Peguei um pedaço de pernil e me direcionei novamente para a mesa enquanto comia de maneira tediosa, mesmo que o pedaço de carne fosse realmente muito bom, comer dessa maneira e sem as outras pessoas para conversar no mesmo local parecia tão… Sem graça ? Sim ! Esse cara era um saco !

” Ele vai continuar assim até quando ? Não to aguentando mais isso aqui não… “

“” Sei lá, dá um tabefe na nuca dele, vai que ele come mais rápido ? Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 1439049992 “”

- A quanto tempo essa porra ta comendo ? -

Colocando meu braço direito sobre a mesa e apoiando meu rosto sobre o meu punho, perguntei para Hana com um tom de tédio que também parecia estar inquieta com tudo aquilo, Zed por outro lado parecia ter entrado em transe assistindo o doidão, no final… Retardados pensam iguais, certeza que na cabeça dele ele deve de entender o motivo dessa demora toda.

O Filho da puta continuava a comer e o sono a bater, sem que eu percebesse já estava literalmente quase dormindo ao comer meu pedaço de carne, podia sentir o pesar dos olhos enquanto dava algumas mordidas no próprio ar e errava a boca pelo nariz, enfiando o pedaço de carne no local algumas vezes… O tédio tava em dia hoje, eu sequer sabia o que fazer, sentia os olhos pesarem cada vez mais, meu corpo curvar lentamente em direção a mesa e fugir do meu punho de apoio… Só que esse filho de uma rapariga me aproveita pra dar um grito do nada, me fazendo acordar gritando todo assustado em meio o caminho da queda, puxando todo o meu corpo para cima e fazendo jogar o pedaço de pernil para trás no susto ao jogar os braços às costas.

- NÃO MECHA COM O MEU PERNIL ! Huh ? Já chegamos ? Hey ! Quem pegou o meu pernil ? Foi você né seu arrombado ! Tu tá fudido agora ! -

“” Foi ele memo ! Eu vi tudo ! Quebra a cara dele ! “”

No meio do meu delírio, eu acreditei que até mesmo já havíamos chegado em Terralegre antes de perceber que ainda continuavam naquela desgraça de refeitório… Porém sem meu pernil em mãos ! Quem foi o filho da puta que roubou ele ? É claro que foi a merda do Zed que pegou, quem ele pensa que é ? Sem pensar duas vezes eu subiria em cima da mesa e abriria a boca dele a força se fosse necessário enquanto gritaria em direção de sua boca ao pedir que devolvesse o meu pernil, esse merdinha já ta passando dos limites !

- DEVOLVE MEU PERNIL AGORA ! -

“” CARALHO VEI, QUE PORRA TA ACONTECENU ! Huehue “”

Como se nada pudesse parecer mais estranho, Hana agora estava com um cachorro quente, porém essa não era verdadeiramente a parte estranha e sim que essa desgraça tirou um FUDENDO VIDRO GRANDE da porra do busto, que merda ta acontecendo aqui Jesus ? Não basta isso, ela passou por todo o cachorro quente enquanto se lambia e falava que adorava aquela porra de maneira sensual… Que merda tu anda fumando narrador ?

- Que merda ta acontecendo aqui vei ? -

Me perguntaria, principalmente se a ação acima tivesse sido efetiva, dando um toque especial a cena toda e com as merdas do local… Agora você pensou que tudo acabou né ? Finalmente podemos descansar… Mentira ! Por que chegou a porra do Latino Marinheiro todo fudido enquanto parecia ter uma notícia bombástica para dar e no final… Ele me vai pegar água… O que esse pessoal anda usando hoje em dia que não estão dividindo comigo ? Olhando novamente para o Zed que talvez ainda estivesse com a boca aberta pelas minhas mãos se não inventasse alguma merda, já que se ele fizesse algo nojento eu apenas o empurraria, falaria novamente indignado e de maneira autoritária antes de soltá-lo e voltar para me sentar.

- Tu me deve um pernil, cuzão ! -

Sentado e levemente estressado por ter perdido meu pernil e pelo fato do Drake mostrar ter algo importante para falar e no final ser porra nenhuma, pelo menos o Tenente estava vivo agora e quem sabe me respondesse, por isso o perguntaria novamente que merda é Terralegre.

- Tenente Mustafa, pode me dizer agora como é Terralegre pelo amor de santo cristo ? -

Na duvida que Zed fizesse algum B.O, apenas mostraria a minha mão e faria algumas movimentos como se fosse uma boca falando para ele enquanto me focaria no Tenente Mustafa, ignorando o loiro por completo o deixando falar com a minha mão após as minhas breves palavras.

- Fala com a minha mão, quem sabe ela te responde. -

Com a refeição completa, agora apenas restava seguir em direção ao Barco, não sabia muito o que esperar dos seus companheiros, provavelmente Alipheese tivesse alguma mensagem de Kamui ou algo do gênero, então talvez esse fosse o momento, se isso acontecesse, a agradeceria.

- Obrigado Ali. -

Responderia ao agradecer e pegaria caso tivesse algo extra, já os colocando em uso.

No Barco as coisas eram um pouco diferentes, parece que todo mundo tinham seus objetivos e o dormitório era a maioria deles… Por isso apenas me resta seguir o meu próprio pelo barco, vindo por andar novamente por ele igual fez no QG para conhecê-lo e deixar nas mãos do Narrador caso o Tenente Mustafa não tivesse nada a mais para passar, por sinal de uma coisa eu estaria atento, me manteria longe de qualquer local que estivesse a cheirar mal, afinal, estava limpo e cheiroso, não queria voltar a feder de maneira alguma !

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptyTer Jul 17, 2018 11:40 pm




~Achiles~


Achiles demonstrava surpresa em sua face, ao ver que seu poder havia dobrado, talvez, não exatamente por isso apenas, mas a facilidade com a qual o ceifeiro recebeu seus golpes sem demonstrar mais problemas, a sensação de estar socando uma chapa de aço não era lá das melhores também, toda a cena de uma maneira geral era algo emocionante para ele, afinal Ramiel depositava muita confiança no mesmo e a simples ideia de poder ir para a Grand Line já lhe era interessante. O momento que a luta terminou, as palavras que ambos trocaram era um tanto diferentes, Ramiel de fato contava mais de sua história, o que era especial para o boxeador, cada momento que os dois dividiam, tinha um peso para ele que compreendia o homem com uma visão paterna, talvez pela própria saudade ou falta do seu pai biológico, que tinha deixado aquele mundo muito cedo, claro que as poucas lembranças que ele guardava de tal eram boas. Visto fim disso, pegando sua mochila o garoto partiu para a sala, onde a visão inicial lhe trazia uma sensação de prazer e desconforto somadas, eram muitas garotas bonitas, uma paisagem maravilhosa, mas ao mesmo tempo a presença de One era um misto entre céu e inferno, já que sua aparência lhe agradava, a própria personalidade que ela lhe demonstrou até ali também, mas o simples medo, de ter a machucado corroia ele, passava uma tensão além do que ele estava acostumado. Além disso a própria responsabilidade que aquilo acarretava lhe era um peso enorme nas costas.

~Bjarke~


A transição mais rápida entre céu e inferno que você poderia imaginar, pense nela de uma maneira realmente bem compassada, pensou? Era essa a sensação pela qual nosso agente passava nesse momento, o coração congelado de Olivia, segundo suas próprias palavras trouxeram o mal estar para ele, até mesmo chorava clamava para deus pra que não tirasse aquilo dele, mas rapidamente voltava novamente a sua felicidade, quando percebia que Amy ia com ele. Toda a caminhada pelo lugar era agradável, pois a moça conseguiu fazer com que os momentos fossem especiais, ela passava um pouco de como era sua vida antes dali, e isso fazia contraste com a história que ele ouviu dentro do zepelim anteriormente, era um momento de descontração, até que chegando ao banco o garoto fazia o que ele tinha de fazer, depositar seu dinheiro sob o sanguinário olhar de 300 seguranças, algo que ele nunca tinha ouvido falar, uma coisa realmente nova para ele, afinal pra que tudo aquilo num banco? Bem a cidade devia ser muito louca, nunca se sabe o que pode acontecer em uma ilha assim. Depois do banco a mulher que estava com ele revelava um pouco mais do que tinham por diante, uma missão, que rapidamente o deixava apenas com o forte desejo que aquilo não se estendesse para algo complexo, preferia uma coisa simples como sua última escolta, algo que não fosse lhe roubar a luz dos dias com preocupações desnecessárias.

Depois disso a sua caminhada até o ambiente novo, era simples.Onde, bem, ele encontrava muitas mulheres que lhe chamavam a atenção o que até mesmo o fazia brincar com a desproporcionalidade entre o número de homens e mulheres no governo, claro que nem tudo eram flores, algumas coisas são máscaras de caveiras obviamente. O homem puxou ainda mais sua ideia de que as pessoas do governo são insanas, mas aquele cara era seu top 1, a insanidade parecia rodear aquelas pessoas de várias maneiras distintas mas não perdia o brilho apenas por isso.

~Afonso Lobo (O Pastor) & Severino Jorge Cockar (Vulgo Biu)~


Na sala as explicações pareciam correr bem Olivia iniciando chamava a atenção de cada um, inclusive do espadachim, Achiles tinha a ideia de que tudo parecia realmente interessante cada palavra do assunto lhe era divertida, apesar do leve peso de não saber como aquilo afetaria One, pois tinha essa noção de como aquilo poderia talvez ser pesado pra ela, não era algo que ele gostaria de fazer de todo modo, entretanto,às vezes existem momentos na nossa vida que são inevitáveis, e trazem um pouco do que alguns possam chamar de destino, ou qualquer coisa assim. Ambos prestavam atenção na ideia dos disfarces, e em seus respectivos nomes falsos, assim como quem teriam de proteger, Achiles no entanto, sentia uma certa desvantagem, afinal ele ia cuidar do maluco atrapalhado, enquanto o outro rapaz tinha duas mulheres ali com ele, e poderia manter sempre em sua visão o colírio para os olhos, já Bjarke, bem, a partir dali toda a explicação não servia mais de nada, ele se perdia, todo um futuro longínquo surgia diante de seus olhos.

Apesar da expressão mal encarada do homem da máscara de caveira, Bjarke se atrevia a questionar ele, e tentar reestabelecer uma conexão entre os fatos novamente. Ramiel naquele momento assim que terminava de ouvir o que o agente dizia apenas levava a mão até a face, o homem se perguntava, como aquele cara tinha chegado até ali naquela sala, foi para o governo por? Indicação? Suborno? Alguma coisa de errado tinha com ele, cotas? talvez fosse isso, de todo modo devia respeitar as possíveis deficiências, e começava a explicar novamente. - Cara, eu falei um bocado depois disso aí, olha vamos por partes.- Ramiel novamente explicava tudo de maneira calma, e pegava um caderninho começando a desenhar para ele as partes, usando de bonecos de palito simples ilustrando os movimentos.- Vê? Isso aqui é uma mulher de vestido, ela mostra o plano, vocês vão fingir sabe?- Falava isso lentamente apontando para o desenho de uma mulher de vestido. - Essa outra aqui é Akame, vai estar em outro barco, barquinho aqui ô- falava apontando para um desenho mal feito de um navio, que por algum motivo tinha uma ponta que mais lembrava um pato. - Então vocês tem roupa pra 3 dias de viagem nesse barquinho aqui.- E nisso a explicação dele prosseguia até ele repassar tudo novamente para o agente Sven, mas desenhando, Ramiel tinha levado bem ao pé da letra a frase “Quer que eu desenhe?” Bem, de todo modo deveria funcionar… É… Talvez…

Após a explicação continuava passo a passo, a cada segundo que ela avançava Achiles parecia mais animado, e sentia que as coisas continuavam a melhorar, e assim que por fim tudo estava terminado a questão do garoto era clara e eficaz, como era Terralegre? O que esperava ele naquele futuro? Por que eles estariam indo pra lá? Cada coisa poderia lhe excitar naquele momento, entretanto ele era puro e simples questionando da forma mais resumida possível, até para que não atrasasse a conversa. Akame ouvindo questionamento, sem muita enrolação explicava um pouco sobre o lugar. - Se eu fosse definir a ilha em uma palavra é que, aquele é um lugar excêntrico, você vai entender melhor quando chegar, é uma ilha com pouca vegetação, na realidade essa é praticamente nula, maior parte do ambiente, é deserto e rocha, um solo bem infértil, uma das particularidades do local, é uma droga que praticamente virou lei no ambiente, conhecida como pequenalegria, essa droga deixa seus usuários felizes, e bem cheios de vida, no entanto alguém que a usa por muito tempo vicia fortemente nela, e se torna agressivo com pessoas que não tem um pouco no seu organismo, então todos que estão chegando na ilha devem ingerir pequenas quantidades da mesma, para que não sofram algo desse gênero.- Ela olhava nesse momento para os dois agentes que estavam ali, cada um tinha suas particularidades, e sua forma de observar a conversa, apesar de conhecer Achiles já a algum tempo, ela quase se esquecia por um momento de algo importante que ela retomava depois desse breve momento em que se perdera em pensamentos. - Há e cuidado com a comida e a água do lugar, elas também possuem doses de pequenalegria, comer ou beber na ilha por algum tempo não será problema, mas não exagerar é uma decisão sábia.- Falava tudo aquilo completando o raciocínio do que pretendia trazer pra eles, era importante que todos estivessem a par das particularidades do lugar.

Depois de todo o assunto os dois agentes se retiravam da sala caminhando para seus destinos, mas antes que Bjarke se aproximasse de Amy para tirar suas “dúvidas” o homem com quem ele ia trabalhar se aproximou dele, Achiles estendeu sua mão cumprimentando ele, enquanto era correspondido com um aperto firme por parte do seu parceiro, os dois trocavam ali pequenas palavras de apoio, algo básico de um shounen de um pouco de interação entre duas pessoas do mesmo lado da moeda, por mais distintos que fossem estavam ali para lutar pelo mesmo objetivo, e poder prosseguir em busca de um bem maior. Depois disso cada um se movia para seu destino.

~Afonso Lobo (O Pastor) ~


Depois da despedida com o homem, Achiles se dirigia a One, ele falava apenas uma pequena frase que arrancava um leve sorriso no rosto dela, que logo respondia ao que ele falava. - Não se preocupe vai dar tudo certo, é só tomar cuidado enquanto estivermos caminhando no barco pra tentar não chamar atenção.- dizia aquilo calmamente não parecia estar carregando algum fardo, seu olhar mostrava na realidade bastante segurança, talvez pelo fato de o âmbito de missões ser sua “casa” era onde ela trabalhou a vida inteira, logo pra ela era apenas como mais um dia. Após as leves conversas, o boxeador partia para o vestiário, ele lembrava de onde aquilo ficava, já havia ido lá em outro momento, apesar de nunca no armário 302, não era assim tão difícil de achar, apesar de levar algum tempo, o que demandava um pequeno esforço e atenção por parte de seus olhos, que percorriam a sala até achar o lugar. Após isso abria a porta do armário removendo dali o que seria a maleta de roupas que ele precisaria usar, tinham nela vestes simples de camponês, algumas um pouco rasgadas, um chapéu de palha, calças que mais pareciam uma versão do Frankenstein, poderiam chamar elas de o Frankenstein das roupas, visto que lembravam vários pedaços de roupas costurados, que nenhum delas parecia fazer parte de quer da mesma peça, além disso tinham algumas outras roupas nesse estilo mais caipira, o macacão, e mais algumas coisas no estilo redneck. Além disso tinha o bom e velho cajado que era indispensável para o pastoril.

Mas a coisa que mais era importante ali não era apenas essas coisas, mas sim o que Ramiel tinha deixado pra ele. uma máscara, parecida com as que ele usava, era algo que ele tinha anteriormente citado, e que já era esperado pelo garoto, mas ainda assim poderia talvez surpreender quando tivesse em mãos. Depois de vestir uma das roupas o jovem guardava tudo na mochila, seu terno, e demais coisas importantes. Achiles era um novo homem agora, literalmente Afonso Lobo. Saindo dali seu encontro com o destino era inevitável, ele se aproximava da lateral do QG onde haviam bem… Muitas… Muitas cabras, e esperando por ele com uma cara enjoada, estava o nobre que ele teria de cuidar, o Norwich olhava para ele com uma certa cara de indignação. - Você é o agente que vai cuidar das coisas por aqui?- ele não lembrava do rosto de Achiles, não era bem como se ele fosse precisar disso, e nem como se o contato entre eles tivesse sido enorme, afinal a última vez que se viram o homem estava voando pelos céus e caindo no boxeador.

De todo modo aquele era o momento de caminhar até o porto, partindo daquele ponto do QG adiante, a caminhada do caipira, One estava usando um vestido daqueles bem clássicos, ao maior estilo de camponesa, ele tinha uma parte de cima branca, com partes beges, e uma saia que beirava o cinza, era cheio de remendos também, e usava uma touca de cigana na cabeça. Ela não falava muito, apenas manteve uma feição serena no rosto e um leve sorriso, enquanto já o agente, imitava um capial, sim, ele caminhava tangendo as cabras, ele puxava o som do “r” nas palavras. Assim como parecia fazer todo o estereótipo do caipira maluco. Assim que se aproximava do barco dois marinheiros se aproximavam do grupo apenas questionando o garoto. - Como se chama senhor?- perguntava o homem que carregava uma lista com os nomes de todos que podiam entrar no barco, Achiles se apresentava falando seu nome falso assim como apresentando One, a fala dele aproveitava desse momento para elogiar ela, e trazer um pouco da admiração que ele carregava até ali, ouvindo isso a ruiva sorria levemente pra ele, ela sabia que era mais parte do disfarce que qualquer coisa mas ainda assim sorria pelo comentário, abraçando ele pela lateral, agarando bem forte ali nas costelas.

Os marinheiros olhavam aquilo mas não desconfiavam de nada. - Tudo bem podem entrar, ajudamos sim com as cabras. - cada um ia pra um lado, enquanto o boxeador tangia elas por trás, mas logo no meio disso uma das bichinhas começava ali a correr pra longe do rebanho, Achiles corria pra a cabra gritando loucamente “Pare essa carrrba!” é eles precisavam correr atrás da primeira enquanto os homens tentavam impedir as outras de fugir, até que por fim ela era traga de volta, cabra a cabra subia pela região sendo levadas para uma parte especial na popa do navio, onde tinha um  declive e um curral, a parte ali era mais baixa pra que as cabras não pulassem no mar.

Um caipira real vendo o Norwich e Achiles levando as cabras para o curral logo fazia sua aproximação. - Ô loco sô, tudo sua sas cabrita?- falava ele olhando com os olhos arregalados, pra tanta cabra. - Me chamo Juão Paulu, prazeerrr.- falava mascando o capim, enquanto Achiles apresentava-se novamente com sua nova identidade. - Oloco vou te ajuda a butaarr cumida- e os dois trabalhavam naquilo, o nobre sempre calado ia também, mas ele pegava quase nada, apenas fingia trabalhar praticamente, o navio começava a se mover bem mais rápido do que eles esperavam inclusive, quando cada civil entrava, ele partia, eles tinham sido os primeiros a chegar por isso inicialmente não tinha movimento.

Para azar de Achiles o nobre estava na beirada do barco naquele momento, e no solavanco, ele caia ali, ficando pendurado na beirada. AAAFOOOOONSSSSO SOCORRO- gritava ele pendurado na beirada do navio que começava a pegar velocidade. -AJUDA AQUI- Normalmente achar um nobre disfarçado no meu de um barco era algo difícil, entretanto, naquele exato momento, era visto um ser estranho com uma média de 3 metros, com sobretudo, chapéu óculos escuros, e uma gola extremamente alta, que fazia sombra, não deixando que o rosto fosse visualizado. Algo estava errado naquele lugar. - ADEUS MUNDO CRUEL- gritava ele pendurado já só por uma mão.

~Severino Jorge Cockar (Vulgo Biu)~


O homem ali após falar com Achiles em primeiro momento parava para falar com a moça, a tal conhecida como Amy, ele explicou seus motivos, havia ali muitas coisas que ele precisava dizer, e começava pela clara explicação de por que ele precisava prestar atenção em esmeralda. A garota ouvia toda aquela explicação apenas prestando atenção sem dizer nada até que ele concluísse tudo, ela levava a ideia realmente a sério, já que pra ela quando se tratava de missões era verdadeiramente seu foco, qualquer coisa que pudesse lhe ser útil tanto pelo disfarce quanto pelo sucesso na missão, logo não questionaria sobre a ideia apenas apoiando aquilo, afinal não era especialista em disfarces nem tão pouco em investigações profundas, ou proteção. - Não acho que tenha muita diferença no fim, acredito que devemos caminhar por todo canto, e fazer algum reconhecimento do navio, a única coisa que pra mim realmente se faz importante é não chamarmos atenção, de resto o que for pra melhorar o disfarce eu topo, então pode me chamar como preferir.- Completava a frase dando um leve sorriso ao terminar de falar e lembrando de um pequeno detalhe que havia deixado passar. - Há eu queria te pedir uma coisa, não sei se você podia fazer pra mim mas… É que eu… bem deixei minha mala no vestiário masculino, eu tinha adentrado lá mais cedo pra pegar shampoo e esqueci a mala lá. Se pudesse me trazer ela quando fomos indo pro navio agradeço.- ela ficava com as bochechas um pouco coradas ao falar isso, apenas pela ideia de ter adentrado no vestiário masculino sem muita explicação para tal, mesmo que seu objetivo fosse o shampoo.


Depois disso ela apenas se despedia do garoto falando que se veriam logo na missão. - Até logo nos vemos na missão, eu espero você na saída do QG.- Dizia com um breve sorriso dando um tchauzinho enquanto se afastava dele deixando apenas o ar no lugar onde ela estava anteriormente. O garoto partiu para o vestiário onde normalmente encontrava a maleta dele com o disfarce, diferente da do boxeador, aqui as roupas eram bem menos caipiras, pareciam ainda um pouco surradas, e simples, mas não tão exageradamente diferenciadas como as de Achiles, era uma camisa xadrez de coloração vermelha e preta, com vários botões sendo o da gola quebrado, as calças eram todas iguais de coloração preta e simples, do tipo tão igual que era possível até dizer que a pessoa está usando a mesma calça a semanas caso não soubesse que aquilo são apenas calças iguais. Havia também outras camisetas igualmente simples, de coloração branca, e botões, e a última era azul, uma para cada dia aparentemente.

Vendo as vestimentas ele colocava a primeira que achava mais interessante finalmente partindo para o ponto de encontro antes da saída, lá ele encontrava as 3 garotas, Esmeralda estava vestida com roupas simples, apenas um short curto e camiseta básica preta. Já a mulher que seria A sogra dos sonhos de Sven, se vestia de forma um pouco mais moderna e despojada, ainda com roupas simples, mas um pouco mais arrumada, suas curvas eram todas bem delineadas, seios fartos, quadris largos, um rosto muito mais jovem do que o agente poderia estar esperando, bem… Talvez nesse momento ele parasse pra pensar que devia ter trabalhado melhor antes de propor se afastar dela, era o que poderia talvez chamar de milf. O que fazer no fim? As vezes temos de fazer escolhas difíceis, de toda forma é bem melhor jogar no 3x1 do que procurar um 0x0, nunca se sabe o que esses barcos podem despertar nas pessoas. A mulher mais velha se aproximava do agente e olhava ele de cima abaixo. - Você é o rapaz que acompanhou minha filha mais cedo certo?- Dizia ela com um rosto provocativo enquanto falava, tinha uma voz bem bonita, e sua forma de falar era rebuscada, um sotaque um pouco diferenciado (Imagine um sotaque meio italiano), provavelmente devido a origem que ela poderia ter. - Sabe eu gostaria de umas aulas particulares também depois se não se importar. Acho que eu poderia aprender MUITO com seu treinamento.- falava ela com um olhar safado, rodeando ele, praticamente arrastando a asa e abrindo as fronteiras da imaginação do pobre rapaz.

A maneira como ela se movia ao redor dele era igualmente provocativa, o que podia libertar várias coisas na mente dele. Nesse momento, era onde se pensar, você quer ser um bom pai ou um bom genro? são sempre questões complicadas do dia dia. Ela de toda forma após todo o rodeio apenas deixava que todos seguissem em frente, a chegada perto do navio, alguns outros civis caminhavam ali por perto entrando pela prancha, sendo recebidos por 2 marines fardados sempre questionando quem eram e o que faziam ali, eles passavam alguns segundos até finalmente chegarem no ponto assim que se aproximava, o Marinheiro questionava qual o nome dele. - Qual seu nome senhor? Precisamos saber antes que embarque.- Dizia ele olhando para o agente, que começava falando seu nome um tanto errado, começando quase com o nome real, e automaticamente se corrigindo, logo apresentando também sua esposa com uma ideia especial, de que eles estavam indo casar, e ainda toda essa coisa. Nesse momento, depois de explicar tudo, a mulher que deveria ser sua sogra se aproximava dele. - Sim, esse aqui é meu querido genro.- dizia mostrando toda a comissão de frente ali para os marinheiros, enquanto agarrava o braço direito de Bjarke colocando os airbags bem imprensados contra eles, vendo isso, a esposa, não se continha também, afinal disfarces são disfarces. Ela precisava reunir forças para falar aquilo e só de pensar seu rosto corava, mas ela agarrava a lateral dele bem nas costelas imprensando toda a abundância contra ele ali. -E… E.. Ele.. É meu.. Futu… Futuro marido.- falava gaguejando naquele momento, não era por dificuldade de falar, mas pela vergonha do que sua imaginação produziu, Amy por algum motivo, só pensava em lua de mel, assim que ouvia marido, ou casamento.

Os homens estranharam toda aquela algazarra mas não tinham porque empatar nada, o marinheiro apenas comentava sobre o que Sven tinha citado. - Bem, casamento pode ser um mar de rosas, isso ou, ele pode se tornar um monte de caixões e caveiras, mas tudo depende de como você administra sua família, espero que tenha um bom casamento, e muitos filhos, de preferência um chamado Vicente.- Comentava ele dando um leve sorriso pra o homem e deixando que ele passasse, já lá dentro junto com as mulheres o agente decidia fazer o reconhecimento do local, caminhando por todo o barco e assimilando a anatomia, Amy saia com Natasha, caminhando por outra direção já que elas estavam com fome, e Esmeralda por alguns instantes ficava sozinha, depois disso ele parava novamente agora chamando Esmeralda para que ela o acompanhasse, na verdade não exatamente um convite,ele dizia “E ai maninha o que vamos fazer hoje?” bem, ou ele se entregava muito mesmo a atuação, ou Ramiel estava de fato certo. De todo modo, Esmeralda pensava alguns segundos antes de responder. - Bem, que tal se a gente tentar pescar? Eu trouxe algumas iscas e uma vara, e pensei que podia ser legal a gente fazer algo assim que acha?- Falava ela com um sorriso, o barco nesse momento já havia partido.

~Alipheese, Drake, Makei e Doodles~



Enquanto esperavam o demorado término da refeição feita pelo tenente Mustache, alguns dos marinheiros começavam a viajar em seus próprios pensamentos, talvez por efeitos de gases nocivos em algum lugar do QG, talvez por paranóia e loucura da própria cabeça como Zed, outros o aguardavam sem fazer cerimônias como Ali, alguns o ignoravam totalmente indo diretamente pegar comida para se preparar para viagem, como Lynn e é claro, tinha Drake que ficou correndo de um lado para o outro da cidade para resolver suas coisas, assim que se juntou aos outros, começou a contar sua história, mas a interrompeu para pegar água em um bebedouro que havia no local, bebendo alguns copos de água, jogando um em sua cabeça e se secando com sua camisa, de modo que começasse a desfilar com ela nos ombros pelo refeitório, aparentemente alguns desse grupo de marinheiros eram mais desleixados que o habitual em relação a usar o uniforme no local de trabalho, ao menos, ele se serviu, mesmo sem camisa e terminou de relatar o ocorrido para seus companheiros.

Pouco tempo antes de Drake se juntar aos que chegaram um pouco mais cedo, quando o tenente terminou de se alimentar e falar com os que estavam lá, não demorou nem um segundo até que Zed o aplaudisse e falasse uma frase em voz alta, frase esta que fez com que Hana olhasse para ele quase que instantaneamente e falasse rindo, mesmo estando toda melecada com aquilo que comia e escorria pelos braço, o que ela disse, era algo que talvez incomodasse o rapaz.

- Hahaha. Uma coisa apimentada para coloca na sua boca o quê? No navio vou providenciar, não se preocupe... -

Então, independentemente do que Zed falasse para responder a garota, ela voltou a comer aquele cachorro quente com algo gosmento, que escorria por toda sua roupa. Logo depois, Zed se levantou indo para o refeitório buscar algo para comer, sendo que essa foi a deixa para que a pequena garota de olhos vermelhos que chegou de mãos dadas com a celestial se apresentasse e pedisse mais informações sobre Terralegre. Com a pergunta de Ali, o tenente se levantou com a face totalmente séria, se aproximou da garota, se agachou, colocando seu braço sobre o ombro dela, de modo que envolvesse seu pescoço e com a palma da outra mão apontando para frente, enquanto olhava para a janela, soltou um sorriso e começou a falar bem alto e animado no ouvido da garota, podendo até mesmo causar algum incômodo, quase como se estivesse cantando.

- UM LUGAR FELIZ, LINDO E RICO, ESTAVA EM SEU PICO… ATÉ QUE A GAN NCIA DEVOROU SUA ELEG NCIA, UM FERTILIZANTE ANTECIPOU OS LUCROS E A ILHA DEFLOROU… FALIDOS, DESABRIGADOS E DESTRUíDOS, APENAS UMA  COISA PÔDE ACALMAR SEUS ESPÍRITOS, A DROGA DE NOME PEQUENALEGRIA CRIOU UMA HARMONIA, QUEM NÃO USÁ-LA IRÁ TER SEU FIM… ALEGRE-SE OU MORRA! ESSA SE TORNOU A SINFONIAAA! O RESTO, SÒ LÁ PARA ENTENDEREM... -

Escutando a resposta, talvez informativa para alguns, talvez inútil para outros na mesa, conversando mais ou não com Mustache, Ali pede para que Jibril a ajudasse a pegar comida, já que poderia ser difícil para ela por ser muito pequena e realmente, aquela mesa onde os alimentos estavam não era feita para crianças, então pegar coisas mais ao fundo poderia se tornar relativamente difícil, com isso a celestial respondeu ao mais uma vez passar suas mãos no cabelo da garota os ajeitando, mantendo o sorriso no rosto e com uma voz doce.

- É claro que eu ajudo! Vamos trabalhar juntas, é só me dizer o que você quer, tudo bem? -

Então ambas se dirigiram para onde estavam os alimentos, de modo que Ali apontasse e Jibril sempre com um sorriso no rosto colocasse em seu prato, o que ocorria era que Ali apontava para várias coisas e Jibril sempre era bastante generosa nas porções, de modo que uma pilha enorme de alimentos se formasse no prato da pequena e elas se sentassem na mesa para comer antes da viagem. Lynn estava tão sonolento que sequer escutou os gritos do tenente ou percebeu os movimentos de suas colegas, ele simplesmente continuou comendo seu pernil, até que pegou no sono comendo, foi quando o tenente chegou em seu ouvido e gritou.

- ACORDA, TEMOS QUE IR LOGO, LOGO… -

- Aqui Zed, você parece gostar de pimenta, prove esse molho quente que eu fiz… -

Quase que ao mesmo tempo que Lynn acordou no susto pelas palavras do tenente, Jibril colocou um molho no pernil de Zed, sendo que Lynn jogou seu pernil para trás e sem perceber, já estava nervoso com o inocente Zed que comia tranquilamente seu pedaço de carne extremamente apimentado, sem se importar com nada. Zed sequer percebeu essa afronta, pois quando Lynn subiu em cima da mesa exaltado e começou a gritar, ele tentou abrir a boca do rapaz com as mãos, mas não conseguiu, pois Zed caiu para trás, delirando naquele sabor, realizando uma esquiva quase que sincronizada por algum poder divino, é claro que tirando alguns soldados que haviam sentado a pouco em outras mesas, só haviam pessoas malucas naquela mesa, então ninguém se importou muito com aquela cena, além de Hana que ficou rindo ao perceber a situação que se desenrolava, sem falar nada. Ainda em cima da mesa, ele notou Hana mais uma vez tirando o vidro de dentro de suas roupas, usando e o colocando de volta, ficando sem entender nada do que estava acontecendo naquele lugar.

Finalmente chegou o momento em que Drake adentrou o refeitório com sua notícia, mas ele foi beber água, dando tempo para que Lynn se sentasse novamente, então o mágico voltou sensualizando com a camisa no ombro e falando sua história. Então Zed que não escutou a história do tenente no início, perguntou novamente como era Terralegre, o tenente se aproximou dele, passando a mão em seu pescoço, do mesmo modo que havia feito com Ali no início, estando sério, mas logo depois apontando para frente com a palma de sua outra mão, soltando um sorriso e falando empolgado, ainda em um ritmo quase musical.

- AAAAH, TERRALEGRE... TERRA DE ALEGRIA… AAAH TERRALEGRE... <3 -

Quando Zed recobrou os sentidos depois de seu pequeno delírio com a princesa e Amaterasu e se sentou novamente, viu Ali, que tinha acabado de comer e estava pegando algumas coisas e distribuindo na mesa para os outros. Drake então pegou seu baralho sorrindo e passando a mão na cabecinha da menina, bagunçando seus cabelos, que logo eram consertados por Jibril, que parava de comer apenas para arrumá-los, então ele disse à garota que comprou as coisas necessárias para fazer suas manoplas. Além disso, Ali entregou o colar para Lynn, que simplesmente a agradeceu.

- EU VOU AO BANHEIRO FUM… VOU AO BANHEIRO, ISSO, NO BANHEIRO, QUANDO VOLTA, PODEMOS IR! -

Gritou o tenente, já se retirando, enquanto Drake que já havia se servido ainda comia, junto de Hana que por alguma razão levava mais tempo para se lamber e retirar todo o fluído que escorria, do que comer o seu cachorro quente. Alguns minutos se passaram, enquanto esperavam, foi quando o tenente voltou e respondeu Ali e Drake com seu tom de voz absurdamente alto, embora estivesse sorrindo e não parecesse nem um pouco bravo com os demais.

- SIM, A GENTE PASSA EM ALGUMA LOJA NO CAMINHO, SOLDADA ALIPHEESE, CERTO?  O NAVIO ESTÁ NO PORTO E NÃO SE PREOCUPEM, OS QUARTOS SERÃO DADOS LÁ NA HORA… -

Com isso, Hana finalizou sua comida e passou um guardanapo para tirar o melado das luvas e mangas da camisa, de modo que, por algum motivo, elas ficassem como novas novamente, até mais brilhantes que antes, depois ela vestiu suas luvas por cima das outras luvas e se levantou ao pular já abraçando Ali e falando de maneira animada e carismática para que todos escutassem.

- Vamos, então? -

Com isso, todos saíram naquela tarde, já não havia mais resquícios nenhum de neve no caminho, apenas uma poça ou outra bem aleatória, o calor poderia ser sufocante para alguns. Nenhum marinheiro interviu no grupo, o máximo que ocorreu foi um ou outro comprimento para o tenente que passava ao lado deles. Não demorou para que se aproximasse de uma loja, de modo que os outros ficassem do lado de fora na sombra descansando, enquanto Ali entrava de mãos dadas com Jibril, como sempre, falando com o vendedor sobre a mochila, escutando o que a garota tinha a falar, ele pegou uma bolsa e jogou água de um balde em cima dela, de modo que a água escorreu sem molha-lá, era claramente impermeável, então com o pedido de Ali, ele respondeu, seguida por Jibril que soltou um sorriso sádico o respondendo.

- É claro que sim menininha, quanto a sua mãe está disposta a pagar? -

- Ela vai pagar… -

- Bem, essa bolsa custa trezentos mil berries, vou fazer para você pela regalia de noventa e nove mil berries, mais um fio de cabelo seu… -

Então ele puxou um fio de cabelo da cabeça de Ali, já pegando o dinheiro, guardando tudo em seu bolso e jogando a mochila nos bracinhos da garota. Com a Ali reagindo ou não a ousadia do homem em tirar o fio de cabelo de sua cabeça, ela saiu com Jibril, se juntando novamente ao grupo e foram andando na direção do porto, que não se encontrava a mais de uma quadra dali, de cara, viram um navio da marinha sendo preenchido com caixas e mantimentos, se aprontando para a viagem que logo seria realizada. No momento que subiam, Drake ia entregar as coisas necessárias para que Ali forjasse sua arma, mas estando cansada, ela rejeitou dizendo que deixaria para depois.

Subindo no deck do navio, era possível de se notar alguns marinheiros ajudando a abastecer tudo, enquanto alguns civis olhavam a vista e conversavam. Então Mustache pegou a dianteira, ficando a frente de todos e foi falando alto e claro, como sempre, enquanto distribuía chaves para todos que estavam lá, um a um e apontando para uma pequena porta no deck do navio.

- BEM, CADA UM TERÁ UM QUARTO, SENDO QUE BASTA QUE ENTREM NAQUELA PORTA E SEGUIREM PARA ALGUMA DAS PORTAS A DIREITA, A NUMERAÇÃO JÁ ESTÁ NELAS, TIREM ALGUMAS HORAS PARA DESCANSAREM, ATÉ PARTIRMOS. -

Com isso, Drake pegou uma garrafa de água estrategicamente posicionada ao lado da porta da entrada dos dormitórios acima de uma mesa, talvez para ajudar a todos e foi direto para seu quarto, sendo que se deitou, lendo seu novo livro de título “Aprendizado de Acrobacias”. Enquanto o mágico lia, Zed simplesmente foi para seu quarto, sem ter ninguém para discutir, já que estava definido onde seria, Lynn ficou vagando pelo navio, sem ver nada de tão interessante, além de descobrir onde ficava a cozinha, os quartos, os armamentos e coisas normais, percebendo que era um navio de transportes comum da marinha. Já Ali foi chamada por Jibril que disse sorrindo com um shampoo estranho em mãos, seguida por Hana, que estava próxima e respondeu ao escutar a conversa, isso pouco antes de todos se separarem.

- Ei Ali, vamos tomar um banho juntas? -

- Oba, mas eu esfrego as costas da Ali! -

Não demoraria mais do que algumas horas para o navio partir, dando tempo para que todos no grupo façam o que bem entenderem, desde ir espiar esse banho, que todos escutaram Jibril falando sobre, explorar o navio, conhecer alguns civis ou ir perguntar ao Mustache mais detalhes sobre a missão ou Terralegre, que ele não explicou quase nada.[/font]

Ferimentos:
 


Tenente Mustache:
 

Action Figure de Loguetown:
 

Presentes do Kamui:
 
[font=Georgia]

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySex Jul 20, 2018 2:45 am

Um novo mundo, novas experiências.

A sua própria trajetória até o barco era bem singular, partindo do refeitório, ainda que fosse agradável dividir a mesa com a maior parte das pessoas ali, mesmo que sua personalidade acabasse sendo muito diferente do seu grupo e sua atitude fosse um pouco mais reservada, era algo divertido estar ao lado de todos e dividir um momento tão bom quanto era o de uma refeição, graças ao fato de ela ser prevenida, conseguiu com a ajuda do anjo pegar tudo o que queria e seria inevitável que alguma das vezes Alipheese tenha precisando parar de comer e colocar a mão à frente da boca para uma tímida risada. No entanto uma das atitudes não a fazia se sentir bem confortável e esta era a do próprio Tenente Mustache, por mais que ele fosse o seu superior, a invasão de seu próprio espaço era algo que havia a feito sentir uma certa violação a sua bolha social e havia sido diferente de situações em que ela poderia dizer que era agradável, afinal não é agradável que alguém aparentemente entorpecido possa não só fazer muito mais contato físico do que deveria, como literalmente gritar em seu ouvido, de toda forma a pequena marinheira, tentou não dar muita atenção para esses detalhes, havia muito o que esperar para o lugar ao qual ouviu tantas vezes falar ou leu sobre, a Grand Line, algo que dividia a sua mente entre a expectativa e o terror, seu conhecimento era baixíssimo sobre o local e pelo contato ao qual teve  a antigos jornais que havia crescido lendo sobre os atos de seus pais quando ainda estavam atuando na marinha, o local parecia recheado de piratas e de problemas, como o próprio clima e ao mesmo tempo que gostaria de fazer a diferença em causar uma real mudança para o bem da população, estava ciente de sua própria falta de experiência, algo que ainda que tivesse agora uma maior confiança, havia muito ainda a melhorar.

Seguiria do refeitório pelo caminho até o navio, e no caminho não pareceu que muita coisa poderia chamar a sua atenção, talvez até mesmo por estar muito mais concentrada em seus pensamentos do que nas coisas que a cercavam, com a oportunidade concedida por Mustache, iria junto a Jibril em uma das lojas, onde tinha como objetivo comprar uma bolsa impermeável e para a própria felicidade, não houve uma real resistência por parte do vendedor para que o preço pudesse caber no que estava disposta a pagar mas, para conseguir o descanso, teria de deixar um fio de seu cabelo, por um desconto de 210.000 Berrys, algo que provavelmente a garota se soubesse que seu cabelo poderia valer tanto, em muitas fases de sua vida, provavelmente não teria passado por tanta necessidade. Havia saído da loja ao lado de Jibril, já usando sua mochila nova, onde havia colocado o livro que ganhou, não tinha muita certeza sobre a resistência do livro a umidade e definitivamente gostaria de conservá-lo, era um livro bem grande e o seu interesse pela própria capa era grande de que pudesse em algum momento parar para ler de uma forma mais tranquila, frente a chave que o Tenente havia lhe dado, atentou-se bem a própria numeração e guardou em um dos bolsos de seu uniforme, se houvesse um tempo livre, era de seu desejo que pudesse tomar um banho antes que pudesse relaxar um pouco seu corpo e a sua cabeça, ainda que não houvesse muito esforço físico pela sua parte, havia sido bem exaustivo mentalmente e emocionalmente ter de se colocar a frente para falar com a população, mesmo que fosse o desejo do seu coração, levar a paz para aqueles que precisavam, havia ainda a barreira que talvez ela ainda levantasse que tornava até mesmo interações mais simples muito mais complicadas do que deveriam ser.

Enquanto ainda estava no Midship, houve uma proposta pela parte de Jibril e de Hana, ainda que não fosse capaz de pensar em nada que talvez não fosse inocente até demais para a situação, a idéia em si a assustava um pouco, a idéia de se despir na frente de outras pessoas a colocaria em uma situação extremamente vulnerável, de um modo que rapidamente naquela situação, seu coração havia acelerado um pouquinho e o seu rosto logo começou a ser pintado por um belo tom rubro que destacava-se em sua pele pálida, levaria ambas as mãos ao rosto, em sua parte inferior e poderia sentir que suas bochechas ardiam levemente, fazendo com que ela pudesse concluir que seu rosto provavelmente nesse momento parecia um pimentão, o que não a ajudou muito naquele momento a se acalmar, seus pensamentos haviam entrado em um pequeno turbilhão, que misturavam a vontade de aceitar o convite e o que implicaria aceitar, só de pensar na idéia, seu pequeno corpo tremeu um pouco.


“O-O que eu devo fazer? Eu… Eu… Deveria recusar certo? A idéia de ter de me despir na frente de alguém para tomar banho é assustadora, meu coração não aguentaria…Eu… Eu não acho que elas poderiam me fazer algum mal se eu aceitasse mas… Mas… Será que talvez elas poderiam rir de mim, pelo meu corpo ser menos desenvolvido? Ou… Talvez me olhassem de forma estranha? Eu… Existe algo dentro do meu peito que me compele a aceitar digo...Não seria ruim p… Poder dividir esse momento… Talvez fosse algo divertido e… Eu… Eu.. Não seria a única pessoa a estar despida isso… Isso … Torna tudo ainda mais difícil de pensar, as imagens começaram a vir em minha cabeça, elas provavelmente estão esperando uma resposta e eu não posso demorar muito para responder, se acalme Ali!”

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Seu olhar não conseguiria olhar diretamente por muito tempo para o rosto de nenhuma das suas, ao aceitar aquela oferta, a própria idéia de aceitar e pensar no que poderia acontecer ali era muito difícil de lidar mas, havia algo maior que acabou a impulsionando a tomar uma escolha que definitivamente não seria fácil de tomar e seria ainda mais difícil para que ela pudesse lidar, uma vez que tivesse dito de sua própria forma que aceitaria, tentaria desviar o olhar por alguns segundos, enquanto reuniu a coragem para que pudesse aceitar, com seus pequenos olhos vermelhos, os movimentou de forma rápida na direção das duas, poderia ser notável que pela própria timidez era difícil para que ela pudesse falar.

-E...Eu..Gostaria se.. Se… Não fosse um problema de me juntar… De me juntar a vocês…

Sua voz  iria nesse momento tremular em seu já baixo tom fazendo com que não fosse tão fácil para que sua resposta pudesse ser ouvida, seus lábios tremeriam e seria notável pela forma como não era capaz de encarar diretamente nenhuma duas ao olhar em seus rostos que aquilo havia sido muito difícil para que ela pudesse tomar uma decisão e isso tornou-se ainda mais visível, no momento em que ela havia dito essas palavras, pois o seu corpo havia se enrijecido de uma forma muito grande, seus pequenos bracinhos colocavam-se ao lado de sua cintura e mesmo os seus dedos, por um momento pareceriam quebrar antes de dobrar, não havia como voltar atrás no que havia dito e talvez a sua própria mente fosse a sua inimiga naquele momento caso se focasse muito no que poderia acontecer, cada  pequeno passo seu era tão rígido que não seria estranho imaginar em comparação a idéia de um boneco ou boneca muito mal articulada e o seu próprio tamanho corrobora com a formação dessa idéia, deixaria que ambas fossem a sua frente, enquanto seu próprio coração naquele momento pareceu bater com uma intensidade cada vez maior, assim como sua própria respiração aos poucos tornou-se ofegante, quase como se houvesse corrido uma maratona e cada passo era mais assustador do que o anterior.

Quando chegassem ao vestiário feminino onde poderiam tomar banho, era aquele o momento de sua maior tensão, quase como um prisioneiro que caminhava para a sua própria pena de morte, em sua assimilação havia chegado em um ponto que mesmo que quisesse correr, já não poderia mais, havia dito que aceitaria, havia sido sincera com seus sentimentos mas, estaria mentindo se pudesse dizer que não era algo assustador, colocaria sua mão direita acima do próprio seio, próxima de seu coração, enquanto fechou os olhos e respirou profundamente, caso não pudesse se acalmar um pouquinho, acabaria perdendo a consciência ou até mesmo tendo um “troço” antes de que qualquer coisa pudesse acontecer, seus olhos naquele momento se direcionaram as duas que haviam lhe  acompanhado até então e fixou-se por um momento em Jibril, que talvez naquele momento, já tivesse começado a se despir, o que rapidamente a faria olhar para o chão e sentir-se meio estranha por querer ver, tentou naquele instante focar-se em tarefas que não fossem tão assustadoras, como procurar alguma espécie de armário ou banco  ao qual pudesse deixar sua mochila, e caso pudesse encontrar algo do tipo, começaria a primeiramente dar mais uma checada se suas armas estavam todas devidamente travadas, antes que pudesse guardá-las, um ambiente úmido não era o melhor dos lugares para que pudesse deixá-las expostas, tanto as armas pela oxidação, como as munições, também poderiam deixar de funcionar apropriadamente, tomava de base o combate que teve com Thor, junto a Kariel e Lynn em seu teste em que devido a chuva a arma que havia usado havia engasgado, não queria viver uma situação dessas onde fosse realmente relevante e perigoso que sua arma pudesse não funcionar de forma apropriada. O próprio pensamento técnico, provavelmente a ajudaria um pouco a distrair um pouco a sua cabeça naquele momento e havia lhe sido positivo, se houvesse algum lugar em que pudesse sentar-se, Alipheese iria sentar para que pudesse retirar os próprios sapatos e meias, deixando longe de um lugar onde pudesse molhar, para o caso de sua mochila estar em um mesmo banco pela falta de um armariozinho, os colocaria por baixo de sua mochila e para o caso de haver algum armário, caminharia até ele para guardar seus sapatos e sua meia para que pudesse vestir novamente, seu processo não seria muito rápido de se despir e os passos que havia tomado até então eram aqueles que poderiam ser os mais fáceis sem que pudesse se deixar assustar pelo fato do que realmente viria a seguir, seus pés poderiam tocar o chão e a sensação que poderia ter naquele momento poderia ser de alívio,  por estar os calçando por um longo período, não conseguiria evitar, levantar um pouco o seu rosto para que talvez pudesse ver algo, talvez ambas por verem o quanto estava sendo difícil para que ela realizasse cada passo para se despir, pudessem respeitar o seu próprio tempo, mas caso não o fizessem aquela seria uma situação muito mais assustadora do que poderia ser boa em algum momento e do fundo do seu coração, esperou que as coisas pudessem seguir em seu próprio ritmo. Caso pudesse ter o leve vislumbre, em especial de Jibril, seu rosto provavelmente seria intensamente coberto pela tonalidade vermelha, onde ela rapidamente olharia para o chão, envergonhada por ter espionado, um sentimento que talvez não fizesse sentido na cabeça de outra pessoa que não fosse a garota. Aos poucos, conseguiria reunir a coragem para que pudesse retirar a parte superior de seu uniforme, algo que a faria parar por um tempo e olhar para si mesma, em especial caso tivesse o leve vislumbre em uma das vezes que olhou o corpo de Jibril ou mesmo de Hana, caso ela tivesse em algum momento entrado a frente de seu raio de visão em uma dessas vezes, ao comparar consigo mesma naquele momento poderia fazer com que fosse difícil de prosseguir, ainda que seu pequeno corpo tivesse uma pele bonita a idéia de ser sempre confundida com uma criança era algo que em alguns momentos tornava-se incômodo e este era um desses momentos. A vergonha por um momento não estava só lhe pesando em relação a situação mas, em relação a si mesma em algo que ela nunca havia passado por uma experiência relacionada, seu olhar e suas ações teriam um tom vagaroso, enquanto dobraria a parte superior de seu uniforme para que não pudesse amarrotar, se houvesse um lugar para que pudesse se sentar para tirar suas calças, preferiria usá-lo mas, caso não houvesse acabaria tentando ficar próxima de uma parede e deixar suas costas próximas dela para que pudesse completar o processo, de modo que não pudesse expor naquele momento, ainda que estivesse trajando suas roupas íntimas muito mais de seu corpo pela posição em que se encontraria, tendo o mesmo processo de dobrar as roupas. Não havia sido fácil para ela chegar até ali, a vontade de simplesmente desistir naquele momento talvez fosse maior do que tudo, até mesmo de sua vontade de continuar com o que havia começado e precisou naquele momento parar um pouquinho e respirar, antes de qualquer coisa.

Uma vez que estivesse mais tranquila, tentaria retirar o próprio sutiã ao forçar levemente um de seus braços em direção às próprias costas e pouco a pouco retirar os pequenos ganchinhos que o fechavam, talvez se estivesse tendo dificuldades e a oferta de ajuda surgisse, ou mesmo aparecesse sem que houvesse uma pergunta antes, não seria capaz de recusar, fosse qualquer um dos rumos o que tivesse lhe acontecido, abraçaria o próprio corpo, de modo a cobrir suas partes íntimas em um primeiro momento, quase como um reflexo, em algo que mesmo que fosse adorável de se ver pela perspectiva que se tinha sobre ela, que mostrava claramente a sua insegurança ao se expor dessa forma, levaria um tempo até que pudesse abaixar os seus braços para seguir em frente e talvez palavras poderiam tanto levá-la a ter um processo mais rápido, como também poderiam fazer com que ela precisasse de exigir mais de si mesma para que pudesse continuar com a última peça de roupa que lhe faltava, acabava por roçar levemente o dedão do pé direito em seu pé esquerdo, como um reflexo de seu corpo por estar ali inquieta e assim que pudesse sentir-se segura, levaria ambas as mãos próximas de sua cintura para que pudesse delicadamente abaixar sua própria calcinha naquele momento, seguindo o mesmo rigor que teria feito com a sua calça, para evitar ficar em uma posição que pudesse revelar demais, quando se abaixasse, para o caso de não haver um ponto para que ela pudesse sentar para tirar, acabaria deixando uma mão a frente, de modo que pudesse tapar um pouco da possível visão que pudesse se dar sobre a parte inferior, enquanto guardou ambas partes que poderiam compor suas roupas íntimas, que eram bem branquinhas, com pequenas listras azuladas. Uma vez que estivesse pronta para que pudesse tomar o banho em conjunto com as outras duas meninas, assim que pudesse sentir-se segura, iria a passos tímidos aproximar-se,  ergueria levemente suas mãozinhas de modo que seus indicadores se tocaram, fazendo uma pequena força um contra o outro, enquanto o restante de seus dedinhos acabam entrelaçando-se levemente por consequência, seu olhar timidamente deixava de olhar ao chão para que pudesse olhar naquela direção de um modo que mostrava como estava sem jeito de olhar de forma extremamente fofa e adorável.
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-D-Desculpa a demora!


Acabaria pelo nervosismo se deixando falar um pouco mais alto do que o seu tom comum, enquanto poderia prosseguir, seus cabelos grandes naquele momento eram uma “ vantagem” muito grande, uma vez que poderia cobrir a parte das suas costas quase que por completo, já que eles se estendiam até quase seus calcanhares, naquele momento caso houvesse uma instrução fosse de Hana ou de Jibril para que pudesse se sentar em um banquinho ou algo do tipo para que seus cabelos pudessem ser lavados, timidamente aproximaria-se e com as mãos, faria com que fosse possível sentar sem que fosse sobre os próprios cabelos, não saberia como agir e o medo era bem grande, ainda que fosse uma simples lavagem de cabelos, talvez seu próprio emocional pudesse fazer com que aquilo fosse algo ainda maior, se fosse usada uma mangueirinha ou algo do tipo para que pudesse primeiramente  molhar seus cabelos, seria notável mesmo que fosse com água quente que pela própria tensão a garota teria um leve arrepio, antes que pudesse se acalmar e notar que aquilo era apenas água, o que talvez fosse a melhor parte viria quando de fato começassem a lavar seus cabelos, a sensação de ter os dedos entre seus finos fios e a massagem no próprio couro cabeludo poderia lhe gerar uma sensação extremamente agradável que a faria fechar um pouco os olhos e de certa forma deixar com que os ombros pudessem cair levemente como sinal de que não estavam mais tão tensos a sensação de cuidado e do próprio toque, naquele momento poderiam ser algo único para a garota que deixou-se levar um pouco pelo momento.
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Uma vez que a lavagem de seus cabelos terminasse, seria possível notar que a própria respiração de Alipheese poderia estar levemente mais tranquila, talvez como reflexo de que a experiência não era tão assustadora como sua mente tentou fazer e naquele momento sentia-se compelida a retribuir aquele carinho, enquanto as coisas não passassem dos cabelos, era algo que ela poderia lidar, ou pelo menos iludia-se pensando que poderia, levantaria-se de sua própria maneira de modo a ficar em pé, não recusando ajuda de uma mão caso lhe fosse oferecida, ainda que seu olhar, iria diretamente para o chão no instante que fazer isso pudesse lhe fazer ver muito, algo que talvez pudesse fazer com que a sua mente ficasse tão cheia, que talvez esquecesse que ela mesma poderia ser vista. Ainda que fosse de sua vontade, não era fácil verbalizar ou mesmo demonstrar que ela queria devolver o gesto, isso seria perceptível no momento em que novamente juntou seus pequenos pés, fazendo pequenas movimentações em relação ao outro, enquanto olhava para eles, sem conseguir ser totalmente direta em um primeiro momento, respirou fundo novamente e tentou visualizar aquilo como se não fosse algo tão grande quanto imaginava e o medo de uma possível reação negativa aos poucos não se tornaria algo tão assustador assim, seus lábios que pareciam tremer como se fosse falar algo, finalmente deixaria com que o ar carregasse suas palavras.

-E-eu...Já que voc… você(s) lavou(aram), meu cabelo eu...Eu...P-poderia fazer o mesmo?

Diria a garota, tentando levantar a própria cabeça e dirigir o seu olhar para um ponto no horizonte em meio as duas, de modo que sua visão pudesse parecer estar direcionada a elas, de um modo que poderia então trapacear a própria dificuldade que a sua visão poderia lhe trazer, em relação a sentimentos ou idéias engraçadas das quais ela não soubesse ainda lidar, caso fosse aceita, seria extremamente cuidadosa, com seus pequenos dedos para que pudesse lavar direitinho o cabelo de ambas, a sensação de se ter os fios de cabelo de outra pessoa sobre as suas mãos, por um momento fizeram com que ela pudesse se sentir um pouco estranha, mas não era de uma maneira ruim, em especial, no caso de Jibril, fosse pelos seus próprios sentimentos ou mesmo como um modo de dar uma atenção a mais, faria com que o processo pudesse durar um pouco mais, de modo que talvez indiretamente seus olhos em alguns momentos acabariam deixando-se de focar nos cabelos, para algo que poderia fazer seu coração acelerar e seu rosto ruborizar rapidamente, pela rara oportunidade da perspectiva de poder olhá-la de um ponto  de vista superior, era totalmente incapaz de entender o impulso ou o porque aquilo a animou tanto e isso se devia por completo a sua pureza que talvez fosse excessiva mesmo em frente ao que os hormônios poderiam levá-la a fazer. Seus olhos, voltariam-se então para as asas do anjo, que estava a sua frente que poderiam ter parte escondida pelos seus cabelos antes que tivesse começado a lavá-los, havia um misto entre curiosidade e temor, pois pensou que talvez pudesse machucá-la, um pensamento que viria de sua clara falta de conhecimento sobre a anatomia de um celestial, achou que seria melhor perguntar antes que pudesse prosseguir e com isso naquele momento, focou-se em tentar perguntar da melhor forma possível.


-J-Jibril… Suas asas… Eu provavelmente acabei as molhando enquanto lavei o seu cabelo isso… Isso lhe incomoda ou machuca de alguma forma? E...Elas são bem grandes...Vo...Você gostaria de ajuda  com isso?


Não sabia se sequer o que havia perguntado fazia algum sentido, talvez estivesse mesmo admirada com a anatomia diferente que aos seus olhos lhe era um charme grande e com isso, sua pergunta teria um tom extremamente dócil, que demonstrava uma real preocupação da garota em relação a não fazer algo errado e acabar por machucar sem que essa fosse a sua intenção. Ouviria o que a celestial teria a dizer sobre suas asas, talvez houvessem pontos que ela pudesse citar que estariam acima da compreensão no momento, mas focaria-se em entender se ela havia lhe dado a permissão e se isso não lhe faria mal e caso não fizesse e ela lhe permitisse, com a maior delicadeza possível ajudaria a celestial a limpar suas asas, pelo menos na parte de suas costas, seu toque seria tão suave e carinhoso ao ponto de ser quase impossível de notar o toque de suas pequenas mãos, devido a cautela extrema que a garota tomava, em caso de movimentos bruscos de Jibril, fosse com o seu corpo ou mesmo com suas asas, em um primeiro momento seus olhos arregalariam um pouco e ela recuaria as suas mãos com medo de ter machucado, em especial se algum tipo de som pudesse ser emitido pela mesma, ao qual seria interpretado como dor pela marinheira, até que ela pudesse lhe explicar que ela poderia continuar. Caso lhe fosse pedida também ajuda para ajudar com a parte da frente das asas, no caso da celestial se virar rapidamente, como reflexo colocaria ambas mãos a frente dos olhos, pois isso poderia fazer com que ela pudesse ver muito, de uma vez só e isso era algo um pouco assustador para seu coraçãozinho naquele momento. Seu rosto provavelmente iria tornar-se ruborizado e a sua respiração aceleraria um pouco de modo que talvez pudesse sentir um sentimento inquietante similar ao de mais cedo, por um motivo que fugia sua compreensão. Demoraria um tempo para que pudesse abaixar as próprias mãos e tentar focar o seu olhar para uma das asas da celestial, através de seu rosto e de sua expressão, seria muito notável o cuidado que ela tinha ao realizar tal ação, não tinha pressa alguma e faria da melhor forma como fosse possível, tentava resistir e olhar apenas para as asas, mas talvez em algums momentos, ela novamente seria levada a olhar para a garota, fosse diretamente aos seus olhos, em seu rosto, seus lábios ou mesmo o seu corpo, qualquer uma dessas possibilidades poderiam ter acontecido, em especial quando tivesse de ajudar com o outro lado e tivesse de inevitavelmente passando  os olhos. Caso alguma reação positiva pudesse existir como um abraço ou qualquer tipo de aproximação súbita desse tipo, seria incapaz de reagir e provavelmente ficaria paralisada por alguns segundos na mesma posição, claramente bugada e sem saber como deveria agir ou se sentir em relação aquilo.

Caso não houvesse a oportunidade de acabar ajudando a celestial com as asas, assim que terminasse de lavar seus cabelos, se tivesse uma banheira grande o suficiente para que as três pudessem entrar, provavelmente seria a primeira ou uma das primeiras a entrar e deixar o próprio corpo mergulhar ali naquele momento, enquanto apoiava ambos os braços sobre as bordas, por não saber exatamente a profundidade e por questão de conforto, a sensação da água quente sobre o seu corpo poderia ser extremamente revigorante e por um momento tentou se deixar curtir um pouco o momento antes que pudesse novamente abrir os olhos, caso seus olhos pudessem ver alguma cena muito reveladora, em especial da celestial, naquele momento, acabaria por afundar um pouco o rosto na água, para evitar que sua expressão pudesse entregar muito, havia a possibilidade da banheira ser meio apertadinha para que as três pudessem dividir ao mesmo tempo e nesse caso, se recolheria um pouco abraçando os joelhos, tentando fazer com que não fosse desconfortável a nenhum dos lados. Talvez por toda a dificuldade que apresentou para que pudesse chegar até aquele momento, talvez fosse natural que houvesse preocupação de alguma das duas e olharia para a própria água, enquanto responderia uma pergunta que pudesse ter o sentido de “ Você esta bem”  ou “ O que você esta achando/ se você se divertiu”

-B-bem… É a primeira vez que eu faço algo assim então...Foi assustador, mas eu fiquei feliz por ter decidido vir e não me render ao medo do que poderia acontecer… Digo… Não é como se eu pensasse que vocês me fariam algo de ruim ou algo do tipo mas… Mas… Eu nunca dividi um momento assim com alguém e talvez eu tenha me deixado me assustar demais pelos meus pensamentos...Mas… Aproveitando a pergunta… Tem algo que tem me incomodado um pouco, talvez por esse tipo de coisa ser muito importante pra mim...Hana.. V-Você sabe se o Zed tem algo contra mim? Mesmo quando passaram por mim e por Jibril na sala do Cruzis eu… Talvez seja coisa da minha cabeça? Digo.. Sei que é uma pergunta repentina mas… Eu não quero que alguém no grupo não se sinta parte dele e… Você acha que talvez eu devesse conversar com ele em algum momento? E-Ele é um pouco assustador mas… Mas... Não parece ser uma pessoa ruim e talvez se ele não se conectar com mais alguém do grupo, ele se sinta triste ou algo assim então… Como aquela que se responsabilizou eu, tenho isso em minha cabeça sabe?


Diria a garota em um dócil,  pausando diversas vezes fosse para respirar ou mesmo para organizar bem suas palavras, enquanto tentou olhar na direção dos olhos de Hana enquanto perguntou, talvez fosse séria demais em relação ao que era seu serviço, não sabia ainda conversar bem com as pessoas, por mais que tentasse melhorar isso e com essa pergunta, acabaria levando o serviço para um momento de lazer e talvez até se sentisse um pouco culpada pela pergunta, prestaria bem atenção em sua resposta, mostrando-se uma boa ouvinte, se houvesse uma resposta para aquilo. Se não houvesse, ou Hana não soubesse explicar bem, de toda forma agradeceria e pediria desculpas por ter perguntado.

-Obrigada… Desculpa perguntar algo assim do nada… É que vocês parecem próximos…


Diria a garota demonstrando uma real gratidão fosse pela resposta ou simplesmente por ter sido ouvida.Preferia caso fosse possível terminar de lavar-se sozinha e no caso de alguém acabar se oferecendo para ajudá-la ou mesmo para que ela ajudasse, seria bem provável que após bugar por um tempo, não soubesse como evitar a situação e acabasse vivendo ela.

Uma vez que o banho tivesse acabado, procuraria uma toalha para se secar, não recusando alguma ajuda em relação a secar o próprio cabelo, que era realmente muito grande ou em relação a ajudar também, nesse sentido, uma vez que estivesse com o corpo e o cabelo seco, pegaria as suas roupas e se vestiria, sem que pudesse tirar ainda seus equipamentos da bolsa, acabaria tomando a dianteira caso fosse possível como a primeira que pudesse sair do vestiário mas antes de que pudesse sair, se viraria, com um sorriso no rosto e falaria

-B-Bem… Foi divertido passar esse tempo com vocês, eu… Quero ver se eu deito um pouquinho, talvez aproveite para ler um pouquinho o livro que eu ganhei ou mesmo para só descansar mesmo.. Estarei no quarto (inserir o número aqui) e enquanto eu estiver acordada, deixarei a porta só encostada, caso precisem ou queiram falar comigo… Caso não tenha alguma tarefa que precisemos fazer antes da hora do jantar ou… Vocês acabem não passando em meu quarto antes desse horário, vamos jantar juntas, acho que… Se for apenas nosso grupo poderia ser algo divertido…


Concluiria a garota de forma gentil e amável em um tom de voz bem baixinho e notavelmente um pouco cansado, talvez o banho quente pudesse ter deixado seu corpo um pouco mais relaxado e com vontade de naquele momento se deitar, caso alguma das duas tivesse algo para falar, esperaria e ouviria até o final, para o caso daquele ser um até logo, levantaria a sua mão e acenaria com um sinal de tchau, antes que pudesse seguir o seu caminho, caso não houvesse alguma interferência, iria direto para o seu quarto, observaria bem o que havia lá e o cenário perfeito poderia ser um quarto que tivesse uma boa cama com algum cobertor e travesseiros, com alguma escrivaninha ou algo que pudesse sentar-se para ler ou escrever e alguma pequena luminária que pudesse lhe permitir durante a noite, fosse esse um quarto perfeito ou não, retiraria os sapatos e as meias assim que entrasse no quarto e encostaria a porta, deixando os calçados próximos da cama, e a bolsa apoiada sobre algum banquinho ou escrivaninha caso houvesse algum, do contrário, deixaria ao lado da cama, abrindo o ziper e organizando direitinho o seu coldre de modo que pudesse ficar em um local que julgasse como correto, assim como também faria o mesmo com o seu rifle de precisão, deixando espaço para que pudesse pegar seu livro e permitir-se deitar na cama, com o livro acima de si o abraçando, era um presente ao qual valorizava muito, pois amava ler e também era uma lembrança que para ela era muito preciosa. Fechou um pouco os olhos, enquanto respirou fundo, talvez ficasse um tempo assim antes que pudesse começar a ler, naquele momento Alipheese estava em paz.





Histórico.:
 

Objetivos”:
 

Off:
 

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Pensamento
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Livro 2
Capítulo 9 - Contato surreal


Zed caminhou para o navio que levaria ele, os civis e o restante dos marinheiros até Terralegre, porém alegre mesmo estava ele, agora com a face enrugada de tanto que havia sorrido ainda incrédulo com a magnificência que era a comida de Jibril, um sabor divino que até agora parava de queimar suas papilas gustativas, algo que para muitos poderia ser um grande incômodo ou até mesmo um sofrimento, mas para o espadachim adorador de Amaterasu e apreciador do fogo, a ardência provocada pela pimenta nada mais era do que uma benção.

O recém nomeado sargento da Marinha, assim que botou os pés no navio da missão, se certificou em não falar com ninguém e partir direto para o seu quarto já designado, que se os deuses continuarem ao seu lado acabariam por lhe entregar o cômodo de número 7, o número divino, o seu número da sorte, e consequentemente seu número preferido. Ainda mantendo o pensamento anterior, seria um saco se o seu quarto fosse aquele mais perto do banheiro, isso se é que existe no navio um quarto perto do banheiro, dependendo cada cômodo tenha seu próprio sanitário, e o banheiro coletivo seria designado apenas ao banho. De qualquer forma, Zed estava tão satisfeito com a sua última refeição que sequer ligava para essas coisas no momento, dando preferência para aproveitar o prazer e a tranquilidade que ainda lhe restava.

Assim que tivesse a certeza de que estava no quarto que foi separado para ele, o loiro botaria todos os pertences do seu inventário em cima de algum lugar que não fosse em cima da cama, podendo ser até mesmo o chão, inclusive faria o mesmo com a sua arma ao retirar retirar a sua espada das costas e tentar colocá-la apoiada em um armário ou outro móvel que tenha ali além da cama que é a única certeza que eu tenho que existe aqui, se não houvesse nenhum móvel, então ele apenas a deixaria ela apoiada na parede, não ligando muito se ela caísse no chão afinal é uma espada. Dentro da sua privacidade, Zed começaria a passar a mão pelas paredes do pequeno cômodo, sentindo a textura da madeira (ou whatever), relembrando dessa forma o seu passado e dos quartos que frequentava quando estava sempre viajando com sua mãe. Quando olhou para cama que ali havia, o loiro se lembrou de Callie, vendo-a ali com ele, sentada em sua cama com seus olhos cor-de-rosa encarando-o por detrás de seu par de óculos enquanto esbanjava o sorriso meigo capaz de o encantar como sempre fizera.

O rapaz caminhou para se aproximar do colchão e levou gentilmente a sua mão direita ao encontro do rosto da garota, sentindo o calor daquela pele macia cujo os olhos de um mortal não eram capazes de encontrar sequer uma imperfeição. O loiro moveu a ponta de seus dedos e os entrelaçou pelo cabelo perolado cujo suave perfume ele ainda era capaz de sentir penetrando suas narinas. Fosse essa sensação real ou não, Zed não se importava, pois ele não queria que parasse, poderia estar naquele instante recebendo a chance de vê-la novamente, um presente dos deuses. Callie então segurou com seus delicados dedos a mão grossa e calejada do espadachim e levou seus pés ao chão para se erguer diante do rapaz alguns centímetros mais alto do que ela. O marinheiro sentiu a respiração da garota abafar a gola de seu uniforme branco, este que a mão dela rapidamente se prestou a começar a tirar, fazendo o loiro ter que erguer os braços para que a camisa fosse retirada de seu corpo e em seguida jogada para o chão. Os dedos dela deslizaram pelo físico dele, os dedos dele tocaram novamente a face dela.

- Beije-me mais uma vez. - Pediu ela em voz baixa enquanto seus finos lábios quase não se moviam para produzir tal som.

O loiro obedeceu o pedido e aproximou seu rosto ao da garota, unindo ambos os lábios em um sútil e delicado beijo, assim como era desde a primeira vez que o fizeram. As mãos de Callie aos poucos foram deslizando em direção às costas de Zed, passando a pressioná-la com a ponte de seus dedos na medida que o beijo ia se intensificando. Já as mãos do espadachim desceram até as coxas da garota, agarrando-a com as palmas para então erguê-la do chão, um movimento que naturalmente fazia a jovem pressionar ainda mais as costas do rapaz para conseguir se segurar. Ainda sem interromper o beijo, o loiro deu um passo para frente e colocou um dos joelhos em cima do colchão da cama à sua frente, levando devagar o corpo de Callie para deitar-se na cama onde os dois iriam continuar.

- Por favor, faça que isso dure para sempre. - Falou Zed próximo ao ouvido da garota, porém havia uma incerteza se ele realmente estaria falando isso para ela.

Zed podia sentir cada toque, cada cheiro e cada som do que estava acontecendo, não havia nada que o fizesse acreditar naquele instante que isso não era real. Seu coração outra vez palpitava acelerado graças a um sentimento que ele achou que não voltaria a sentir, pois ele acredita que apenas Callie é capaz de fazer o seu coração sapatear dessa maneira, algo que até então tem se mostrado verdade. Aos poucos o clima entre os dois ia ficando mais quente, do jeito que o loiro gosta que as coisas sejam, por isso seus lábios deixaram de tocar a boca de sua amada e passaram a deslizar pelo pescoço dela, fazendo-a contorcer a ponta dos pés e pressionar ainda mais as suas costas, passando a arranhá-lo com a ponta de suas unhas. Não tardou até que as mãos do rapaz começassem a se mergulhar por dentro das vestes da garota, que logo mais, assim como ele, já não estaria mais a usar.

Esse era o momento que espadachim havia tanto pedido aos deuses para lhe entregarem, desde que acordara, percebendo que ainda estava vivo, o loiro sabia que isso significava nunca mais voltar a vê-la, mas os deuses são bons para aqueles que são fiéis e por isso Zed veio a receber aquilo que desejava, aquilo que tanto precisava. Infelizmente a felicidade terminava juntamente com o prazer, e quando olhasse para o lado, a cama que até então estava dividindo com Callie, agora apenas ele estava deitado sobre ela, não deixando nem mesmo amarrotado o lençol onde ela estava encostada.

Por mais feliz que tenha ficado durante esses poucos minutos, a sensação que o atingia em seguida era tão ruim que o fazia se perguntar se tudo isso tivera valido a pena, era como se ele tivesse a perdido pela segunda vez, e aquilo que pareceu ser uma esperança, se mostrou ser apenas uma provocação, uma mentira, mesmo que tudo tenha sido tão incrível quanto ainda era capaz de lembrar… Poderia tudo isso então ter sido apenas uma lembrança? Uma fantasia que ultrapassa os limites da normalidade? Não, pelo menos não para Zed, que sempre irá acreditar na explicação divina, e nesse caso, ele realmente havia se encontrado com Callie uma última vez, ou quem sabe, seja essa apenas a primeira.

Depois de levar os pés novamente ao chão, o loiro viria a se certificar de que sua espada ainda estava de pé, mas se ela tivesse caído pouco importava, ele pegaria sua cueca onde quer que ela estivesse e voltaria a vestí-la, pegando também o seu uniforme usado e colocando-o sobre os ombros, o marinheiro caminharia do seu quarto para o banheiro (sim, de cueca), não se importando se seria preciso atravessar o navio inteiro para chegar sabe-se lá onde que ficam os chuveiros desse navio de merda, porém, se cada quarto tivesse o seu próprio chuveiro, então o loiro não precisaria passar por essa cena onde desfilaria em direção ao banho.

- Qual foi, nunca viu um homem de cueca, não? Desgraçado. - Seria a resposta que Zed daria para qualquer pessoa que por algum motivo achasse engraçado ver uma pessoa de cueca indo para o banheiro. Porém, se viesse a ter muitas dificuldades para achar o tal lugar, o loiro tentaria perguntar para a pessoa mais próxima se ela poderia lhe mostrar a localização, podendo ainda repetir a fala anterior se necessário. - Hey, sabe onde fica o banheiro dessa joça?

Se chegasse no local sem maiores interrupções, Zed procuraria por uma toalha antes de entrar debaixo d’água, mas se não houvesse nenhuma, fazer o que né… Porém que merda de navio é esse que não tem uma caralha de toalha para as pessoas se enxugarem quando tomam banho? Enfim, depois que entrasse para debaixo do chuveiro o espadachim apenas se certificaria de limpar bem as suas partes íntimas e axilas, não desmerecendo a limpeza que teria que fazer nas outras regiões, como por exemplo suas pernas já que ele saiu chutando as poças de água pela cidade. Indo ainda um pouco além, se por algum acaso viesse a tomar banho com outras pessoas (acredito que também do sexo masculino, se não seria um banheiro unisex) e os chuveiros fossem “abertos”, é aquela história né, o sabonete que cair no chão permanece no chão e a gente se vira para limpar com o que tiver, como shampoo por exemplo. Ele também lavaria o rosto e cuidaria bem dos seus fios de cabelo loiro com a utilização de shampoo e condicionador, isso é, se tiver essa merda lá, o que eu espero realmente que tenha se não teremos um Zed realmente puto com a qualidade desse banheiro que se bobear acabaria sendo pior que o banheiro de um navio pirata. No fim do seu banho, existiria a chance do garoto sair puto ao invés de relaxado, que normalmente é a proposta secundária dessa ação, porém com sorte ela seria reduzida por consequência as últimas boas experiências que ele teve nas últimas horas.

Visto que o responsável por narrar o personagem é um filho da puta que até agora não fez o Zed comprar novas peças de roupa, o espadachim era obrigado a lavar a sua única cueca enquanto tomava banho para depois deixá-la secando em algum lugar e rezar para Amaterasu secar essa merda antes de chegarem em Terralegre, caso contrário vai ter que ficar andando por aí guardando sua espada em uma bainha molhada ou até mesmo pendurada sem uma bainha. Portanto, depois de se enxugar com a toalha que tomara aos deuses que exista, Zed amarraria ela na cintura e levaria o seu uniforme para a lavanderia do navio. No caso de não existir toalhas ali ele teria que se virar para conseguir cobrir suas vergonhas com as peças do seu uniforme, fazer o que né.

- Onde fica a lavanderia daqui? - Perguntaria para alguém sem nem ao menos ser um pouco educado antes dizendo um “oi”. Se a resposta indicasse que não existe esse lugar no navio, ele já iria responder o seguinte: - COMO ASSIM NÃO TEM LAVANDERIA AQUI? VOCÊS POR ACASO VÃO LAVAR NO MAR A PORCARIA DAS SUAS ROUPAS? LUGARZINHO DE BOSTA! AAAAAAAA! - Sem lavanderia para lavar seu uniforme, o marinheiro seria obrigado a perguntar se havia um estoque de uniforme para os marinheiros. - Ao menos sabe me dizer se tem algum lugar para eu pegar um uniforme novo aqui? Se algum marinheiro infeliz tem a farda rasgada em combate ele vai ter que ficar sem a porra do uniforme a viagem inteira? ISSO NÃO EXISTE! TEM QUE TER UM LUGAR PRA EU TROCAR ESSA MERDA.

Depois de toda essa confusão, o mais fácil seria que dentro do banheiro masculino, ou até mesmo dentro do quarto dos marinheiros, houvessem uniformes limpos de diversos tamanhos para os marinheiros escolherem, sendo que a segunda opção seria uma benção divina porque Zed realmente precisa de roupas e se ele não conseguir nenhuma vai ser obrigado a forçar pedir para alguém lhe dar vestes novas. Contudo, se a vida realmente fosse difícil, deixa o loirinho pelado mesmo e depois ele resolve como vai fazer para vestir uma roupa limpa. Seguindo ainda na possibilidade de existir uma lavanderia e os tripulantes são obrigados a lavar suas próprias roupas, então Zed iria para lá lavar o seu uniforme assim que alguém lhe indicasse o caminho… Porém mesmo existindo uma lavanderia isso não muda o fato de que ele não terá roupas para usar a menos que ele reze muito para Amaterasu secar suas roupas de um minuto pro outro, portanto ainda fica a busca dele para encontrar uniformes limpos a disposição dos marinheiros.

- Agora eu não posso não, depois que eu me vestir eu falo com você. - Diria para qualquer pessoa que tentasse pará-lo no caminho de volta para o seu quarto, independente dessa pessoa ser uma pessoa morrendo ou um dos Almirante que tá escondido no navio.

CONFUSO? SIM, MAS O QUE IMPORTA É QUE ESSE DESGRAÇADO QUE NÃO TEM NEM UMA CUECA PRA VESTIR VAI ACABAR INDO PRO SEU QUARTO INDEPENDENTE DA MANEIRA COMO ISSO TUDO SE DESENVOLVER… Agora se até lá ele vai conseguir arrumar roupas limpas para usar e com isso não ficar pelado no navio, aí vai depender da boa vontade dos deuses mesmo, mas até lá vamos preferir não arriscar sair andando demais.


Callie (Porém sem óculos):
 

Off:
 

RIA PLS:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySex Jul 20, 2018 3:32 pm

The Emperor of Sea



De fato eu estava puto, meu pernil havia sumido e esse arrombado do Tenente havia me assustado, o pior é que o Narrador não quis fazer as minhas ações ! Até mesmo as perguntas haviam se perdido no meio do caminho, mas relaxa, isso não é problema, é solução ! Já que havia recebido no final pelo menos o meu colar (Nega não plox) e as 2 bandoleiras de Alipheese, as colocando em forma de X sobre a minhas costas, podendo finalmente não ter que segurar a minha lança sobre as mãos toda santificada vez ! A agradecendo levemente por isso, afinal, não tem motivo para ficar agradecendo demais essa porra toda fudendo vez ! Ela já sabe que eu sou grato e gosto dela, se ainda não percebeu, aí o B.O não é meu #NãoSomosEscravos.

Agora é sério, esse arrombado do Tenente só sabe ficar gritando ? Porra ! Só tem drogado e problemático nessa cidade e ainda nem chegamos em Terralegre, imagina lá ? Bagulho vai ser louco ! Por sinal, no meio do caminho, parece que a minha pequena criaturinha tinha interesses a resolver na Loja, pelo o que havia voltado e comentado, seria a compra de uma bolsa, o que a deixava fofa, só faltou uma roupa de estudante e estaria perfeita, uma garota do colegial saindo do forno, fresquinho ! De fato, Lolicon é um perigo… Pelo menos a sombra do local me ajudava a me manter mais de boas, por sinal… O remédio que havia recebido não tem sintomas retardios né ? Ia ser estranho meu amiguinho voltar a ativa do nada… Pelo fato dos Narradores serem trolls, nunca se sabe o que se passa na cabeça deles, já que não foi confirmado até o momento qual era a função do comprimido...

Após uma leve pausa na sombra à espera de Alipheese, voltamos a nosso caminho, por mais incrível que pareça, havia Marinheiros Escravos, quero dizer, trabalhadores já trabalhando no local enquanto Civis sem porra nenhuma, vulgo preguiçosos e sem vida parados olhando a vista do local pelo Deck, provavelmente se despedindo de Loguetown, contudo, o desgraçado do Tenente tem que gritar novamente, sabe o mais incrível ? É que as informações do arrombado sempre eram todas inúteis, já que ele nem sequer conseguiu explicar direito sobre os quartos… Como diabos a Marinha consegue colocar pessoas inúteis assim como Tenentes ? Certeza que existe algum esquema por baixo dos panos, se aparecer algum Marinheiro com o nome de Lula já sei quem prender nessa porra ! LAVA JATO, CADÊ VOCÊ ?

Sem nada para fazer, já que ainda era de Dia e não fazia sentido ir dormir ou ir para os Quartos como o pessoal fez, o que me deixou extremamente bugado, já que seria o “Cumulo do Cumulo” da inutilidade e mata tempo existente dentro de um post, preferi por vagar por aí… Vagar o suficiente para descobrir que não havia porra nenhuma interessante no barco… Havia descoberto onde ficava a cozinha, os quartos, os armamentos e coisas normais, ou seja, era um navio de transporte normal, o que não faz muito sentido ! Por que a Marinha teria um barco tão bosta desses para atravessar o Calm Belt ? Se der algum B.O vai todo mundo morre nessa merda ! E sabe o pior ? EU TAVA PERDIDO ! O narrador havia esquecido de falar onde eu estava ! E agora ? O que eu faço ? Por alguma obra divina ou milagrosa que não faz o mínimo sentido e não ajudaria em nada, eu havia ouvido falar sobre o banho das garotas, mas foda-se isso, vai me ajudar no que ? O Negócio é descobrir onde eu estava !

” Hey voz do caralho ! Temos um problema ! “

“” E qual seria ele ? “”

” Estou perdido ! “

“” Oh, No ! Nós iremos morrer ! “”

E agora… Será que estou na alagoinha ? Dei meia volta no caminho todo ? Estava em alguma sala ? Infelizmente eu não tinha como saber… Quem diria que uma leve caminhada me traria tantos problemas ! E sabe o pior ? EU SEI ONDE FICA AS OUTRAS COISAS ! Porém eu tinha um objetivo maior nesse momento, descobrir onde eu estava ! Sim, esse é o meu objetivo do momento e irei descobri-lo ! Confuso e desorientado, começaria a revirar o local inteiro se estivesse vazio ou escuro, tou nem ai ! Eu subiria em cima dos armários caso tivesse, procuraria embaixo das coisas enquanto tiraria a tampa ou qualquer merda que tivesse na minha frente que Obstruísse de me observar seu interior, aquilo realmente haveria se tornado um fudendo show de comédia igual dos desenhos animados enquanto perguntaria para as coisas e até mesmo o vazio.

- Onde é que eu estou ? Há ! Já sei, é aqui ! Não… Aqui ! Talvez aqui ! PORRA ! -

Sem respostas e provavelmente todo sujo, pelo menos a parte do tronco para cima pela exploração, procuraria uma porta para olhar a sua volta, estaria full putasso se não tivesse descoberto ainda o local que estava e até mesmo retiraria a camiseta na tentativa de jogá-la ao mar se caso tivesse vista do mesmo, pararia no meio do caminho, pensando um pouco melhor… Vai que não tem outra camiseta ? Por isso batería as mãos sobre a calça na tentativa de pelo menos retirar sua poeira e usar a camiseta para limpar o rosto, olharia dessa vez acima da porta e provavelmente do outro lado… Quem sabe descobrindo finalmente onde estava.

- Ahhh ! Então era aqui que eu estava… Por que diabos eu fiz tudo isso ? Ah, foda-se ! -

Com a camiseta provavelmente suja novamente, andaria por ai sem ela, por que eu tou afim e por que eu quero ! Ninguém manda em mim, meu corpo minhas regras. No entanto, haveria um novo objetivo ! Descobrir onde fica os Banheiros e a Lavanderia dessa joça, já que não havia descoberto isso ainda, preciso de roupas novas e tomar um banho novamente !

Andaria com a parte de cima do corpo a mostra novamente, posso não ser das pessoas mais musculosas, porém havia um pouquinho ali, com um rosto bonito, corpo magro e levemente definido, de fato eu poderia me chamar de Lady Killer ! Eu era bonito para um caralho mesmo e tinha orgulho, já que eu sou o fudendo Imperador dos Mares, se pelo menos não for bem dotado de beleza, as coisas complicariam, já que ser feio e orgulhoso não é muito legal… Isso seria muito zoado, sabe ? Já sou normalmente, imagina se fosse feio… Ai o bagulho ia ser tenso. Todavia, vamos ao o que interessa que é andar pelado, quer dizer, sem camiseta por ai, eu exigiria dos outros do local, principalmente dos Marinheiros que passassem por mim ao comentar se soubessem onde estaria o Banheiro e Lavanderia, fazendo um leve gesto com a cabeça caso fosse uma resposta positiva.

- Hey, por acaso sabe onde fica a porra do Banheiro ? Se souber onde fica a Lavanderia ajudaria muito. -

Se ainda não tivesse a sua resposta, ou tivesse que passar por algum lugar com mais pessoas, eu tava nem ai, me misturaria mesmo no meio da galera, demonstrando meu corpo exuberante para as garotas do local, deveriam se sentir felizes com isso… Só espero que os Okamas não fiquem muito assanhados também. Se as coisas estivessem muito apertadas, daria até mesmo leves pulinhos enquanto giraria a minha camiseta sobre a minha cabeça como se estivesse em uma festa ao pedir licensa, de fato eu havia me tornado um fudendo Gogo Boy e eu estava gostando disso, talvez até mesmo chamaria a atenção das pessoas a minha volta, o que não era uma má ideia, pense nas possibilidades. Você Não Precisa

- Deem licença que o Imperador dos Mares está precisando trocar de roupas e de uma bela ducha ! -

No meio desse caminho deixaria até mesmo as mulheres passarem a mão sobre o meu corpo esbelto e lindo sem problema algum, agora com homens ? Aí a história é outra, sairia na porrada no mesmo instante, mesmo que não soubesse sequer socar direito, pelo menos estava com a lança sobre as minhas costas pra enfiar nesse arrombado, pelo menos se apresente como uma bela TRAP seu fudido !

-  OW ! SE TA LOCÃO ? Encosta de novo pra ver se eu não te fodo com a minha lança ! -

Se fosse uma mulher bonita e até mesmo Marinheira a me abordar em qualquer um dos locais por causa das vestimentas inapropriadas ou da minha pergunta de onde ficaria o Banheiro/Lavanderia, a olharia atentamente sobre os seus olhos se ela fosse do mesmo tamanho ou até mesmo menor, enquanto passaria minhas mãos delicadamente sobre o seu rosto, ao ponto de deixá-la apoiar a sua cabeça sobre ela, passando levemente o meu dedão sobre os seus lábios enquanto falaria de maneira profunda e intoxicante ao aproximar meu rosto da mesma.

- Se quiser mostrar o caminho a esse Jovem Imperador, eu não vejo problemas. -

“” EITA PORRA ! Ai eu curti, se não rolar nada com isso, eu vou tiltar muito ! Pelo menos um tapa na cara, vai, por favor ! Wesker “”

Por mais que fosse de uma pureza só em sua mente, a malícia das palavras junto de suas ações era um ato claro e convidativo para a cama ! O Único problema era que eu nunca havia pensado nisso e sim apenas em saber o caminho… Se ela apenas falasse ou demonstrasse o caminho a seguir, não pensaria duas vezes antes de fazer o que a moça havia me passado, no caso da mesma se colocar na comodidade de me levar ao local, melhor ainda ! Só não sei o que viria a acontecer após isso…

Se eu encontrasse a lavanderia, exigiria roupas novas, aproveitando para me trocar ali mesmo se fosse possível, já que estava de cueca, qual o problema ?

- Você por acaso tem roupas limpas ai ? Qualquer coisa ta aqui as velhas se precisar lavar essa merda. -

Na dúvida de ter que esperar as suas roupas velhas serem lavadas e secas, ficaria pelado por ali mesmo enquanto esperaria suas roupas limpas, saindo de lá com as novas e sem a camiseta, por que eu tou afim de continuar sem elas mesmo.

No caso de eu seguir para o meu banho sem maiores problemas e talvez com roupas novas ou mantendo as sujas mesmo, se é que me aconselhassem ou eu descobrisse por mérito do destino, faria todo o processo normal de Banho e vestiria as roupas, daria umas leves batidas sobre o uniforme para tirar a poeira se ainda estivessem sujas e sem um pingo de ideia do que fazer em seguida… Talvez voltar para a galera ? Precisava pensar… Agora se eu estivesse acompanhado… Aí é outra história, tudo dependeria da situação e eu acho melhor narrarmos isso no próximo post de forma correta. Xzibit

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 6 EmptySab Jul 21, 2018 9:12 pm

As Crônicas de um Main Yasuo

SONHO


Drake era um grande jogador e estava para começar mais uma de suas partidas em Summoners Rifit, e como de costume, mágico iria jogar em sua belíssima line, que era o topo, o ruivo então escolhe o seu mais favorito Main, sim, ele selecionou o deus dos campeões de Summoners Rifit, Yasuo, Drake então arrumou toda a sua build para assim poder brilhar mais em sua line e conseguir vencer como de costume, pois a morte é como o vento, está sempre ao lado dele, assim que a partida começa, o mágico olha para o seu time e suas respectivas rotas até que percebe que havia um Amumu em sua jungle sendo assim o seu caçador, Drake tentou não dar muita atenção para a jovem múmia mas mantinha o pé atrás com o seu companheiro de time, o tempo passava e a partida se tornava cada vez mais complexa, Drake sofrendo muito em sua disputa acirrada contra um Garen e recebendo ganks constantes dos companheiros do mesmo, como o caçador deles e o mid liner e mesmo assim o ruivo conseguia se esquivar e jogar com maestria contra os três adversários, em uma investida feroz, Galio e Garen se jogam embaixo da torre de Drake com com seu Yasuo destemido grita bravamente “HASAGI”, nesse momento o mágico percebe que Garen estava sendo focados pela sua torre e o jovem Main Yasuo havia acertado e levantado os dois adversários com sua técnica e foi nesse momento que Drake apertou a sua skill que se encontrava na letra R de seu teclado e então ele ouve seu Yasuo gritar SORIE DOM e junto com seu Yasuo, o boxeador também grita e percebe que levantou os dois adversário causando dano em ambos, ao descerem de sua Ultimate Drake consegue derrubar Garen e virar para cima de Galio com muito talento assim conseguindo um Double Kill, mas onde estava o seu caçador? Essa era a pergunta que o mágico se fazia enquanto retornava para sua base com seu gold incrivelmente alto.
Após alguns segundos Drake retorna para sua line e percebe que seu time está em apuros e resolve ir ajudá-los mas percebe que seu Jungler estava passando fome e não  tinha nenhum potencial de ajuda para seu time, mesmo assim o ruivo se direciona para o combate com uma imensa vontade de ajudar, o mágico se projeta contra os minions inimigos e pega seu furacão e em um piscar de olhos se projeta contra três adversários e usa de seu HASAGI e levanta os três inimigos e logo em seguida mais uma vez Drake grita com seu Yasuo SORIE DOM, causa um enorme dano nos três inimigos e com a ajuda de outros dois personagens do seu time consegue o abate dos três, e mais uma vez, onde estava o Amumu? Nesse momento o ruivo se enfurece e grita com seu companheiro de time.


- Como é que é Amumu, primeiro você pega esse personagem horroroso, depois você não consegue fazer um pequeno objetivo que seja para ajudar o time e ainda se mantém distante em todas as lutas? Está difícil carregar você meu amigo…


Amumu se descontrola e nesse momento começa uma enorme discussão com o grande Main Yasuo e os dois se chingão, Yasuo resolve que nunca mais iria participar de uma briga onde tivesse que partilhar da ajuda do Amumu, pois o mesmo só levava o time para a morte e não conseguia ajudar em nada, Yasuo então parte para o objetivo principal que era levar as torres dos inimigos e consegue levar duas delas com êxito e quando tentaram o impedir Drake com sua imensa maestria consegue abater mais um adversário e retorna a sua base, mas quando percebe, seu time havia se matado para três inimigos e agora era um momento delicado, o ruivo Yasuo tinha que defender sua base contra os inimigos que estavam completamente feedados graças ao jungler e o adc do time, Drake e seu Yasuo não tinha mais o que fazer a não ser dar sua vida para tentar derrubar pelo menos um dos três inimigos, Yasuo se mantém em posição segura enquanto carrega seu Hasagi, e quando consegue, salta contra os três inimigos e percebe que um deles seria difícil de derrubar por conta de sua armadura e vida mas mesmo assim Yasuo não se intimida se se joga contra os três, o usuário de vento levanta seus três inimigos e usa sua habilidade ultimate causando um dano absurdo contra dois dos adversários e quando os três caem e Drake com seu Yasuo consegue derrubar dois dos três que havia levantado, no mesmo instante usa de seu flash para se distanciar de seu terceiro inimigo e volta para uma posição segura agora que já havia salvado a sua base, o ruivo de Yasuo se enfurece e discute mais uma vez com Amumu, nesse momento não havia mais nada que pudesse impedir o samurai do vento que se projeta contra seu próprio aliado o matando, para assim se vingar de todo o sofrimento que o havia feito passar junto ao seu time, Yasuo se tornou agora alguém renegado e se distanciou de todos apenas esperando que o fim de tudo aquilo chegasse, e chegou, todos foram derrotados e o mágico Yasou se manteve lá de pé ao longe apenas observando tudo e todos caírem perante seus adversários.


Após a queda de toda sua base Drake desperta em sua cama meio atordoado e sem entender muito o que havia acabado de sonhar, o mágico se levanta com um semblante de dúvida e vai até o espelho e enquanto se olha se pergunta em voz audível a si mesmo.


FIM DO SONHO


- Mas que diabos eu acabei de sonhar? Será que eu to ficando louco? Certamente foi um pesadelo… Olha só para essa minha cara, tá horrível, talvez esteja assim a bastante tempo e eu só percebi agora, quem sabe seja isso que faz a maioria das pessoas se afastarem… Bom, vou começar por aqui então, primeiro tomar um banho e arrumar esse cabelo, acho que se eu deixar ele caído como estava quando eu o molhei ficaria melhor… Hmmm, e vou tirar essas marcas do rosto também… Talvez futuramente eu volte a usá-las, um membro da marinha precisa parecer mais sério.



Drake seguia para o chuveiro para tomar seu banho e no caminho se lembra da garrafa de água que havia colocado em cima da cabeceira de sua cama para beber caso estivesse com sede, o ruivo vai em direção a garrafa e enche um copo e bebe como se aquilo fosse a última água do planeta, em seguida enche um segundo pela metade e o toma também, coloca seu copo ao lado da garrafa e segue para o chuveiro.


“ Bom, agora vou tomar meu banho e me preparar para ir comer alguma coisa, já estou ficando com fome, será que o pessoal vai achar estranho me ver sem meu cabelo arrepiado e as marcas no rosto? Hmm, vamos ver… Vou também passar minhas roupas limpas, estão um lixo e muito amassadas... Ah, outra há outra coisa que eu queria também mas havia esquecido, irei pedir ao tenente um cronômetro, caso ele tenha um seria bom para mim, talvez isso me ajude com o próximo treinamento que tenho em mente…”


Após o seu banho e o seu tempo de beleza no banheiro, Drake iria seguir para a cantina na esperança de já ser a hora de comer, pois o jovem estava com muita fome após acordar, caso tivesse algo para comer na cantina, como uma maçã ou alguma outra fruta mesmo que não fosse o horário ainda, o ruivo a pegaria e a comeria enquanto sairia em procura do tenente Mustache para ver com o mesmo se teria um cronômetro para lhe dar no intuito de começar o seu próximo treinamento, que treinamento seria esse? Só o próprio Drake sabia por hora.
Ao encontrar o tenente o ruivo seria direto e perguntaria logo de cara após cumprimentar o seu superior.


- Oh, olá tenente, era o senhor mesmo que eu estava procurando… Por algum acaso você não teria um cronômetro para me dar? Estou precisando de um para iniciar um treinamento em particular mas não sei onde posso encontrar um… Se o senhor não tiver e souber onde posso arrumar um desses poderia me dizer?


Drake esperaria a resposta do tenente e caso o mesmo tivesse um cronômetro e o tivesse dado o agradeceria e pediria licença para seguir seu caminho e começar seu treinamento até que fosse chamado para alguma coisa pelos demais companheiros ou até que chegasse a hora de ir comer. Caso o tenente não tivesse um cronômetro que o pudesse dar ou só por não ter mesmo, Drake esperaria uma resposta do tenente de onde encontrar um e seguiria suas orientações para chegar até o local para tentar consegui-lo, após ter encontrado o que procurava e conseguir o pegar, seguiria para seu quarto para dar início ao seu treinamento, ao chegar no quarto o ruivo iria para a frente do espelho primeiramente e olha para seu cabelo, o arrumaria e o deixa bem ajeitado por mais que apenas estivesse caído, usaria um pouco de perfume caso tivesse algum em alguma gaveta do quarto ou do banheiro e ajeitaria seu uniforme, estando tudo pronto se sentaria na cama, preparando-se para  praticar o seu novo treinamento.




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