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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 11 Abr 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Makei
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 16 Maio 2018, 20:53

The Emperor of Sea



Diante da neve, o mundo dos Heróis parecia lhe dar as boas vindas, local esse que era tratado  como o início eo fim de muitas histórias, sendo elas contadas por Marinheiros ou até mesmo Piratas, conto esses de superação, felicidade, tristeza e até mesmo desastre… No entanto, tudo havia um ponto de largada e LogueTown era o nome dela. No meio desse novo mundo, agora se encontrava um garoto de cabelos ruivos que apenas poderia sentir a brisa do frio lhe acomodar de forma incessante, a neve que caía sobre os céus pareciam se tornar inconsistente a sua presença enquanto o chão lhe era cobrido com a maravilhosa cor branca.

” Mas que porra de neve que não para de cair ! Já estava em Shells Town assim, agora eu chego aqui e ainda ta nessa merda ? Ai tu quer me fuder… “

“” Ué, achou que ia chegar aqui com mó solzão da manhã do Nordeste Brasileiro cacete ? Se contente com o que tem e pare de reclamar !  E se ainda não for o suficiente eu espero que pegue gripe de novo. “”

Perdido no meio de seus pensamentos e daquela linda voz de sua cabeça que parecia querer lhe fazer se matar toda manhã com os seus comentários inúteis, poderíamos até mesmo nos perguntar que tipo de história estaríamos vivendo nesta nova aventura, provavelmente uma havendo muita merda, morte, putaria e o famoso “Pelo bem do Plot !”, retirando tudo isso… Talvez ainda possamos considerá-la como um dos contos de Heróis…

Acompanhando Alipheese, Drake e o Velho Saradão, pode ter uma visão melhor do local em que se encontravam, o trabalho dos Marinheiros parecia em dia ao patrulhar as áreas enquanto as crianças continuavam a brincar com a bela neve do chão, infelizmente o gosto de nostalgia não podia ser sentido por seu olhar, apenas o infeliz gosto de inveja poderia ser refletido, sentimentos esses que provavelmente nunca seriam passados para aqueles ao seu lado, apenas o prendendo e mantendo no fundo de seu peito… O pobre gosto amargo da infelicidade. Sentimentos confusos para se ter, emoções complicadas para se lidar, fechando brevemente seus olhos, apenas um pequeno suspiro suave pode ser ouvido sair de sua boca enquanto tentava trancafiar tudo isso novamente, infelizmente deixando cada vez mais cheia aquela pequena caixinha indesejada que havia em seu corpo, solidão.

Após um tempo, finalmente estavam no local que tanto buscavam chegar, a Ferraria ! Obtendo uma boa entrada, era o suficiente para que seus olhos se encherem de curiosidade, mesmo que não conhecesse os conceitos de um ferreiro, sabia da importância de uma boa arma de qualidade em suas mãos, geralmente considerada o diferencial para toda pessoa que busca um caminho de Glória e Bravura, quesitos esses que se eram totalmente visíveis como um condutor de um bom Imperador, as vidraças de vidro lhe mostravam a qualidade dos produtos, infelizmente cobertas pelo teor de gelo do clima frio, enquanto aquele pobre letreiro parecia demonstrar um pouco de confiança ao se afirmar como algo de verdadeiro valor legal e variedade, “Mr.Tray” era o seu nome.

Surpresa era a palavra dita ao adentrar no recinto, tendo um espaço enorme para apenas a seção de armas, era possível notar o empenho daquele local, afirmando as palavras do Projeto de Mestre Kame, vulgo Velho. O cheiro do aço que pode sentir entrar por suas narinas lhe traziam um leve desconforto ao forçar a coça-lá com uma de suas mãos, contudo, seus olhos pareciam brilhar com o cenário lá dentro, nunca esperou se encontrar em um lugar com tamanha variedade de armas e aparências, talvez tivessem várias que fossem de seu interesse para comprar, porém tudo se veio a ser refutado após ouvir as palavras de sua Companheira, principalmente ao se oferecer a criar uma para ele mesmo, não perdendo a oportunidade de aceitar em receber algo do gênero.

” Você acha que eu vou negar algo assim ? Claro que não ! “


Não demorava muito para que o jovem rapaz voltasse com as coisas que Alipheese havia pedido, ainda o deixando totalmente confuso com o que estava acontecendo, a falta de conhecimento se mostrava um fator decisivo nesse momento, principalmente ao ouvir o preço, não se negando duas vezes em oferecer ajuda para a garota em pagar pelo menos a metade daquilo, afinal… Precisava mostrar exemplo como seu “Superior” mesmo que isso não fosse demonstrado de maneira evidente do lado de fora, era o que ele acreditava seguir com essa atitude, uma verdadeira atitude de um Nobre, um Imperador !

“” Tipo assim… Isso tá um pouquinho, tipo… Só um pouquinho exagerado, não acha ? Força a barra não veio… Nós sabemos que ele fez isso por que é retardado e tals, não existe motivo lá no fundo, é apenas pra não ficar feio mesmo em abusar da amiguinha… Então vamos deixar esse texto de lado e seguir em frente ? “”

Ignorando totalmente a voz que só fala merda, nós podemos voltar ao assunto que interessa, que era o motivo NOBRE e de um IMPERADOR que havia por trás de tudo isso, pois é claro que Lynn é uma pessoa assim !

“” Assim é o caralho, tá maluco ? Que porra tu andou usando antes de fazer o post ? Cuidado man, drogas mata. You! “”

Er… Ignorando novamente a porra dessa voz do caralho, o garoto se surpreendeu novamente ao ver que o Projeto de Mestre Kame na verdade fazia parte da Fábrica de Monstros, principalmente ao ter seu tamanho triplicado no meio das compras, talvez fosse Lolicon, já que o motivo era claro, havia chegado a esse ponto pelo simples fato da maneira que a pequena garotinha havia agido na hora da compra, tomando a liberdade de carregar toda a bagagem por si só.

” Ahhh ! Como é bom ter um Minion só para isso, já que ele quer fazer esse tipo de serviço, acha que Eu, o Imperador dos Mares vou negar ? Claro que não ! Estou e feliz que possa ter uma pessoa de carga, lhe darei nota A, só pelo motivo de ter me surpreendido e pelo bom gosto. “

“” Yay ! E é hoje que nós criaremos a trupe dos Lolicon ! Viva caralho !  ~(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ ✧゚・: *ヽ(◕ヮ◕ヽ)~ “”


Deixando com que o velho levasse todas as compras, já que o mesmo havia se proposto a isso, pode ser visto o garoto andar de maneira quieta enquanto mantinham suas mãos atrás de sua cabeça pelo caminho em direção do QG, pensamentos e ideias pareciam se perder no meio de sua cabeça, enquanto olhar o céu junto das nuvens pareciam lhe acalmar e ajudar a entrar nesse estado de transe mental, o suficiente para que até mesmo esquecesse do que estava acontecendo ao seu lado.

” Os dias passam, as coisas mudam… Um dia acreditei ser aquele abençoado pelo caminho dos Céus e o Mar, hoje em dia tenho certeza disso… Nasci para ser aquele que mostra o caminho e oferece um objetivo… Mas nunca imaginei que estar sozinho fosse uma coisa tão difícil de se lidar, principalmente após esses últimos dias… Se possível eu gostaria que pudéssemos manter isso por mais tempo… Acredito que talvez não seja uma má ideia. “

Soltando um leve suspiro, não aquele de comer e sim o que faz ao soltar ar com a boca, o garoto finalmente pode voltar a realidade da situação, levantando sua sobrancelha direita com a estranheza do local, sem que percebesse estava sobre um lugar de quatro paredes, sim… Havia adentrado em um local sem sequer perceber, felizmente não era a casa de ninguém e sim o QG da Marinha, já que estava a andar literalmente no piloto-automático enquanto se perdia na porra de pensamentos inúteis, ou talvez nem tanto.

Logo a sua frente pode observar uma fornalha ainda não acessa, o que o deixava um pouco feliz por não ser atacado novamente pelo cheiro do aço derretido que tanto havia lhe causado problemas um tempo atrás, provavelmente pelo desconforto de não estar acostumado com isso, coisa que parecia estar a mudar com o tempo. Todavia, o ponto chave de sua verdadeira surpresa não se veio pelo local ou por sequer lembrar que caralhos estava fazendo ali e sim que o velho, sim, aquele mesmo que havíamos citando um tempo atrás como “Projeto de Mestre Kame”, agora estava a usar um fudendo avental de ursinho, comprovando a tese antiga de que no final... A Marinha era corrupta e a falta de Policiais estava em falta no mundo de One Piece, fudendo Lolicons…

Com o Mestre Kame agora focado na cozinha, apenas restava para os jovens decidiram o que fazer, provavelmente que Alipheese começaria seu trabalho logo em seguida, Drake talvez fosse limpar o chão, já que era claramente o seu maior talento que Lynn havia visto nesse mundo, claro, não esquecendo de cantar no meio do processo. Procuraria um local para se sentar nesse meio tempo enquanto não sabia direito o que fazer, talvez se Alipheese lhe pedisse ajuda ou algo do Ruivo, o mesmo não negaria a ela qualquer coisa, havia confiança nela, principalmente quando estava disposta a fazer uma arma para o garoto, por isso a perguntando de prontidão se precisava de algo.

- Ali, você precisa de algo ? Se sim, já me avise, desde que não seja algo surreal eu posso ajudar… -

“” Que tipo de “Surreal” você está se referindo ? Hein ? ʕ•ᴥ•ʔ “”

” Sei lá, vai que ela pede pra mim ficar pelado aqui do nada, nunca se sabe o que passa na cabeça das garotas de hoje em dia… Apesar que isso demonstraria um bom gosto em apreciar o meu belo corpo escultural de um Imperador dos Mares. “

“” Concordo ! Se ela ouvir Funk ou algo do gênero, tome cuidado ! Principalmente as baixinhas, isso aí é um monstro embaixo do edredom, se ainda for do tipo que grita... Seloco cachoeira, isso aí não é de Deus não. ( ͡° ͜ʖ ͡°) “”

Com a comida na mesa, a estranheza de seu olhar era evidente, mesmo que o cheiro era incontestavelmente maravilhoso, uma coisa era de fato estranha… Simples ! Essa porra de comida era simples demais ! E isso fazia o pobre garoto ingênuo do mundo por sua burrice, ou talvez pureza, se perguntar se aquilo realmente era tão bom quanto o velho se proclamava “Antigo Cozinheiro Chefe”, talvez agora saberiamos o motivo dele ter saído de lá.

- Hey velho… É só isso mesmo ? Esperava um pouco mais… -

Comentaria ao pegar uma garfada com um pouco do bacon, arroz e ovo, colocaria sobre a sua boca com uma bela mordida, sem quebrar os dentes é claro. O gosto que predominaria sobre o seu paladar lhe fazia engolir de maneira ingrata por sua atitude idiota em subestimá-lo, se havia uma comida dos deuses, talvez essa estivesse próxima daquilo… No entanto as coisas não haviam parado por aí, rapidamente o jovem pegaria um dos bolinhos e passaria no molho antes de colocar sobre a sua boca. *BANG*  Era como se suas roupas evaporassem enquanto o molho parecia limpar a sua alma e o seu corpo exposto ao clima frio, acolhido por aquele pequeno avental de ursinho que parecia lhe abraçar na tentativa de te aquecer, MARAVILHOSO.

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- Desculpa… Me desculpa, até mesmo as pessoas mais sábias e abençoadas no mundo tende a errar algumas vezes… Isso aqui ta bom pra caralho... -

“” Com certeza você não faz parte de nenhum desses grupo sociais, a não ser… No sentido “Especial”, mas seria maldade para aquelas pessoas terem você como exemplo do lado, então vamos deixar isso de lado e te colocar na parte mais baixa da pirâmide de merda, no caso, sua vida. Xzibit “”

Pequenas lágrimas poderiam ser vistas escorrer sobre o seu rosto, enquanto apenas conseguia esquecer das coisas ao seu lado, apenas focando em comer o máximo que podia.

Com o passar do tempo e provavelmente agora de bucho cheio, um assunto interessante que estava a passar sobre a sua cabeça parecia ser o momento ideal de ser tratado nesse momento com Alipheese, não sabia se Drake ainda estaria ali, no entanto isso pouco importava para ele. A surpresa talvez fosse algo a conquistar os olhos de sua amiga, já que era uma atitude um pouco boa demais para se esperar de alguém como Lynn, mas havia momentos que o garoto realmente mostrava para que veio ao mundo ! Mesmo que não parecesse, ele era alguém bem inteligente, apenas na maneira dele.

- Hey Ali… Agora estamos em Logue... Talvez a gente não teve a melhor das experiências em grupo mas, acredito que tenha sido boa de certa forma. Infelizmente a Gata Cabeçuda não parece ter vindo com nós e tem o limpador de chão, quero dizer, o Drake por aí... Além de que a gente parecia ter tido uma boa sinergia e eu gostei de você… Não nesse sentido ! Quero dizer em trabalhar junto ! Apesar dos problemas iniciais e o tiro na perna… O que você acha da ideia de formarmos um grupo ? Na verdade… Hey velho ! Tem alguma forma de formamos um grupo na Marinha ? -

“” BOA CARALHO ! ESSE É O MEU GAROTO ! NUNCA DUVIDEI ! Ow Narrador, vamos dar um up ai né, olha o nosso pequeno gafanhoto tomando iniciativa… Não dá pra ficar só na vontade todo dia né ? “”

Abordaria o início da conversa com uma atitude séria e um tom de voz calmo, talvez escondesse um pouco da insegurança que se mantinha no fundo de suas palavras, não que fosse impossível da pequena garota ou até mesmo das pessoas ao seu lado perceberem, entretanto, o desejo de realmente formar algo do gênero era real, seus olhos dourados que um dia já foram manchados pela dor e loucura de seu passado, demonstravam buscar um futuro e talvez esse era o primeiro passo… Com o passar das palavras um tom rubro vermelho pode ser tido em seu rosto, principalmente ao agir e gesticular com as mãos de maneira estranha quando o assunto se viu a citar como se sentia, buscando por se esconder de seu constrangimento logo em seguida ao dirigir a sua dúvida ao velho.

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Última edição por Makei em Dom 27 Maio 2018, 02:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 20:43

Livro 2
Capítulo 1 - Pelas ruas de Loguetown


Quando entrou no East Blue viajando no navio de sua mãe, Zed jamais imaginou que a sua vida seria atingida por uma tempestade que mudaria ela por completo. Ele era um jovem e inocente garoto que não tivera contato com o complexo e importante sentimento chamado felicidade. Ter momentos de alegria não significa que você é uma pessoa feliz, conseguir satisfazer seus prazeres não significa que você é uma pessoa feliz, sorrir não significa que você é uma pessoa feliz, então o que o é que realmente é ser feliz? Essa é a pergunta que ele ainda não havia conseguido responder.

Para muitos a família pode ser a principal base para lhe ajudar a alcançar esse sentimento, mas a definição de família nunca se encaixou bem na vida do nosso espadachim, por isso não seria através dela que ele conseguiria descobrir o que é ser feliz. Ele achou que tendo fé nos deuses conseguiria saber como é, e realmente acreditou nisso enquanto rezava para eles todos os dias, mas há pouco percebeu que essa não era essa a função deles… Afinal, eles o deixaram entrar nesse mar.

Zed havia navegado a vida inteira sobre essas águas em uma canoa furada, sempre fazendo o possível para não se deixar afundar, até que em um momento de esperança, lhe convidaram para embarcar em um navio, seria ali o fim do seu sofrimento, e então a tempestade chegou. Quando Zed achou que a sua felicidade seria encontrada junto de uma outra pessoa, ela foi tirada dele, e logo por quem? Pela sua família... Pelos seus deuses... E aqueles que ele acreditava que deveriam lhe ajudar a encontrar o tal sentimento, foram os primeiros que lhe impediram de o alcançar quando chegou tão perto…

Quando caiu no mar, o mar negro da infelicidade, que tal como um usuário de Akuma no Mi ele não conseguia nadar, ele começou a se afogar, e só enquanto afundava percebeu o quão perigosa é a falta dela, a felicidade, ela é o que mantém firme o seu psicológico, sem ela você se perde, se destrói, você cai, você morre... E uma vez que ela não existe mais, não há armadura ou proteção divina neste mundo que consiga te defender desse sofrimento, então o que poderá?

Zed achou que a tempestade lhe traria o fim, que os deuses lhe mandariam um raio para dar fim ao seu sofrimento, mas isso não aconteceu, ele se viu afundando, se viu perdendo, e não queria que seu fim chegasse porque foi incapaz de conseguir lutar, ele não queria que fosse chamado de fraco por desistir, por isso usando tudo que ainda lhe restava, ele conseguiu submergir e se segurou firme naquilo que restou de sua canoa, mesmo que a água continuasse querendo puxá-lo… Hoje por mais que ele tenha conseguido subir em um poderoso navio da marinha e o mar pareça não ser mais uma ameaça, Zed sabe que ainda não conseguiu sair dele, enquanto estiver navegando sobre tais águas não importa a embarcação em que navegue, uma nova tempestade sempre poderá fazê-lo voltar a afundar, e a pergunta que ele se fazia não era quando essa tempestade irá chegar, mas sim, quando que ele conseguirá sair desse mar.

Foi quando os calos em suas mãos começaram a doer que a última caixa havia sido transportada para fora do navio. Graças aos deuses essa merda não iria lhe consumir mais tempo ali no porto, o que também lhe fazia parar de ter pensamentos arrependidos sobre sua entrada na marinha: “Puta que pariu, se eu tivesse roubado o barco de um pescador pra chegar até aqui não precisaria fazer esse serviço de merda”. Só que mesmo reclamando ele sabia que não teria escolha melhor do que a que fez, alistando-se havia não só encontrado uma grande amiga e aliada, como também adquirido uma pista que poderia lhe levar para mais perto de onde sua mãe está, e essa pista se chamava Crasus.

Zed bateu as mãos para tirar o excesso da poeira que as cobria e depois passou-as nas calças para terminar de limpá-las, fitou um a um os marinheiros que os cercava, talvez ali não tivesse apenas o navio em que viera, se fosse esse o caso poderia chegar até algum capitão das demais tripulações, ou até mesmo o seu, para tentar saber mais sobre onde o prisioneiro Crasus poderia estar.

- Desculpe lhe interromper, capitão. - Diria Zed de forma educada, mas havia se forçado tanto para dizer isso que uma das veias de seu pescoço quase explodiu. Caso o capitão em questão lhe desse a permissão para continuar a falar, ele assim faria. - O Sargento Hamuku Thor do QG de Shells Town me informou que o criminoso Crasus foi capturado nesta cidade recentemente, e eu, ainda como um mero novato na marinha, gostaria de adquirir o máximo de experiência possível que possa me ajudar a evoluir nesse trabalho, por isso me interessa bastante poder ter contato com aqueles que foram responsáveis por sua captura e quem sabe pegar algumas dicas com eles. - Então lembrando-se da notícia que leu no jornal dado pelo Sargento, sabia que um nome havia sido mencionado. - Saberia me dizer onde encontrar o Agente Achiles Wolf?

As palavras de Zed não eram tão verdadeiras, mas também não chegavam a ser uma mentira, o que poderia facilitar a não levantar suspeitas enquanto falava. Se o primeira capitão ou outro superior presente não conseguisse lhe dar nenhuma informação a respeito, então o jovem marinheiro seguiria perguntando de um a um até que alguém conseguisse lhe dar o que queria. Ainda assim haveriam agora dois cenários diferentes para Zed, aquele em que alguém lhe diz onde encontrar o tal agente, e aquele onde ninguém lhe diz porra nenhuma.

- Ok, agora a gente tenta achar esse cara… - Diria Zed para Hana após receberem alguma informação sobre onde encontrar o agente Achiles. - Espero que ele não seja um algum filho da puta difícil de lidar. Em casos extremos podemos apelar para uma tentativa de sedução da sua parte… Ou minha, se eu fizer mais o tipo dele… - Ao sugerir a segunda parte, Zed fazia uma careta e balançava a cabeça não querendo se imaginar tentando fazer isso.

Na situação contrária onde não conseguissem encontrar ninguém que pudesse lhe dizer algo sobre o agente Wolf, seria possível que algum marinheiro ou até mesmo Hana sugerisse que fossem até o QG da Marinha de Loguetown para fazer tais perguntas por lá, afinal poderiam saber dizer melhor onde esse cara pode estar do que os marinheiros que estavam pelo porto. Se fosse o caso, bastaria que Zed repetisse a fala para os seus superiores de lá e rezar para que algum deles lhe desse alguma boa resposta, mas um pouco depois de começar a abandonar o porto junto a sua parceira, o espadachim sairia chutando algumas lixeiras para descontar a sua raiva de ter que ir até sabe-se lá onde só pra tentar perguntar pra alguém sobre esse Achiles… E o pior é que foi ideia dele.

- Caralho, será que dá pra vocês facilitarem as coisas pra mim uma vez na vida, hein? - Gritaria Zed olhando para cima como se estivesse pedindo aos deuses que lhe ajudassem a fazer as coisas mais depressa. - Ah, foda-se, também não é como se vocês pudessem fazer esse maluco cair do céu na minha frente. Mas olha só, Hana, se esse cara for um filho da puta difícil de lidar, em casos extremos podemos apelar para uma tentativa de sedução… - E assim se repetiria a ideia da situação paralela.

Independente do que o destino reservasse para eles, em ambos os caminhos eles teriam que seguir caminhando juntos pelas ruas de Loguetown, o que por si só poderia ser uma boa oportunidade para os dois conhecerem juntos a cidade, que pelo menos pela parte de Zed era a primeira vez que visitava. A menos que algo acontecesse pelo caminho que impedisse os dois marinheiros de continuar andando pela cidade, seguindo sua vontade de guardar uma lembrança de cada ilha por onde passe, o loiro acabaria sugerindo parar em alguma loja para comprar algum souvenir, nem que essa loja seja um bar e o souvenir uma caneca fedida a sakê com “I <3 Loguetown” escrito nela. O problema é que todo o dinheiro de Zed estava guardado no banco, então o máximo que ele poderia fazer é dar a famosa “olhadinha”, talvez se visse algo de interessante pudesse voltar para comprar… Ou talvez se os deuses estivessem bonzinhos quem sabe não caísse alguma coisa do céu.


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Última edição por Shinsuke em Qui 21 Jun 2018, 00:56, editado 2 vez(es) (Razão : Mudança de Template)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 20:51




~Achiles~




Achiles vendo seu maior inimigo jurado desde que entrou para trabalhar naquele lugar, não segurava seu coração na hora de xingar, ou mesmo se irritar com qualquer tipo de coisa que estivesse por ali, o que fazia Yami, retrucar também na mesma moeda. - E você filho de chocadeira, ainda fazendo menininhas chorarem, olha que eu te denuncio pra chefia viu?- Mas ainda assim era o que ele tinha pra ensinar o que quer que fosse pra si, pois aquele dia era conturbado, e no momento que ele entregava os 500.000, o garoto o pegava fazendo cara de nojo, enquanto segurava apenas com as pontas do dedo e balançava. - que foi? quando a gente acha dinheiro no Lixo temos que desinfetar.- Ele olhava depois com um sorriso malicioso enquanto pegando o dinheiro o colocava no bolso, e começava a caminhar para o local que ele pensava mas antes o parando o garoto Wolf, questionava sobre uma sala de treinamentos que estava antes novamente a cara de aprovação do albino era notável. - Tsc..-  era o som que saia da boca dele antes de reclamar da conduta.

Levantando o corpo e olhando seriamente pela primeira vez ele falava. - Eu pedi pra nascer burro, mas parece que você ajoelhou e implorou.- Falava soltando ar pelo nariz de uma vez só, seguidamente respirando fundo como se tentasse se acalmar, e logo passava a mão no cabelo removendo um pouco que estava na frente do rosto. -Sala de treinamento?- olhava sério para ele. - SALA DE TREINAMENTO?!- exclamava num tom mais alto. - Cara, eu estou indo te ensinar o estilo das ruas, não a lutinha de mariquinha castrado que você tá pensando que é não. Aqui você aprende a bater sem precisar perder as bolas pra isso.-  olhava virando novamente apontando pra cima, era onde ficava um terraço no QG, não era tão alto então era menos arriscado na verdade.- Vamos lá pra cima, se eu vou te ensinar a lutar e sobreviver nas ruas, vamos precisar de um ambiente.- E começava a seguir pelo corredor para as escadarias.

O lugar lá em cima estava um caos, eram pneus velhos jogados, o cheiro era similar a quando se está em áreas suburbanas, haviam barras de ferro pelo chão meio enferrujadas, pedaços de madeira, entre diversas coisas que passavam todo um sentimento que de fato lembrava estar numa rua cheia de medo caos, aquela região era onde pareciam colocar coisas sobressalentes, isso ficava ainda mais aparente quando olhava várias caixas vazias jogadas por ali, por que num terraço? essa era a questão filosófica do dia, a resposta é que o destino preparava terreno para o que aconteceria em seguida . -Muito bem como me pagou 500.000 vai poder ver tudo sobre luta de rua. No ambiente perfeito, vou começar a te explicar que, basicamente você já sabe socar, mas e morder? e chutar? dar cabeçadas? isso tudo é sobrevivência meu caro. - falava abrindo os braços com um claro sorriso malicioso no rosto.

O garoto estava certo em uma coisa, aquilo podia ou não ser divertido, e de fato ele estava correto, em imaginar como tudo aquilo seria, durante quase uma hora, eles dois se bateram lá em cima, apesar de que apenas com o braço esquerdo Achiles não conseguiu acertar ele praticamente nenhuma vez, entretanto um chute ou outro pegavam, enquanto o contrário bem, era real, Yami quase sempre o acertava, com algumas pancadas, ele não colocava tanta força, mas a cada uma era uma risada e um xingamento, até que em um momento no meio daquilo, um soco bem forte acabava acidentalmente o acertando, os ensinamentos continuavam só que agora mais fortes, o que ia tornando aquilo o aprendizado mais duro que ele poderia ter naquele dia. Mas passando para outras histórias...

~Shinsuke~



Em um local não tão distante estava Zed, o garoto que chegara a Loguetown recentemente, ele ainda estava se familiarizando com tudo que tivera ocorrido nesse meio tempo, mas não que ele matutasse diretamente sobre isso, seu subconsciente devia fazer esse trabalho nestes vagos tempos, mas ele ia tirar algo a limpo, indo para onde estava o capitão juntamente de Hana ele se apresentava ao capitão, que o recebia de forma calma. - Sem problemas filho o que o perturba?- falava ele em um tom calmo, ele tinha vários papéis ali com ele, devia estar provavelmente relatando algo, mas parava de escrever e nem mesmo, levava a xícara de café a boca. A cadeira que ele estava sentado parecia confortável, e na verdade ele esperava o garoto concluir. -Ele provavelmente estará no QG da cidade. Ele havia saído de Shells a alguns dias atrás e meu navio deveria ter resgatado eles em Conomi mas de algum modo ele saiu vivo de uma ilha cheia de inimigos, junto com os parceiros, todos vivos, e sem ajuda externa da marinha.- Falava ele agora coçando a parte de baixo da barba antes de concluir. - De fato vá ao QG e deverá ver ele facilmente se procurar, apesar de novo ele está ficando levemente famoso.- completava a informação enquanto levava café a boca, ele parecia ter algo em mente quando pensava nas frases que dizia, talvez relembrando seus velhos tempos, ou apenas achando curioso que Zed tivesse o vindo procurar pra isso.

Tendo essa informação por mais que não fosse a melhor ou mais precisa o garoto se deslocava até o QG, já que essa era a melhor informação que ele poderia ter, nesse caminho conversava com Hana, algumas das coisas que pensava, a ideia era encontrar Achiles. -Espero que ele não seja um algum filho da puta difícil de lidar.- e ela balançava a cabeça em confirmação sem interromper o que ele dizia. -Em casos extremos podemos apelar para uma tentativa de sedução da sua parte…- nesse momento ouvindo isso a moça fazia uma leve pose, na sua cabeça se passavam milhares de possibilidades, entre elas… o que seria esse garoto que procurava, um monstro gigante? um rapaz bonito? alguém que realmente se fizesse jus de seduzir, ou ninguém menos, mas seus pensamentos sobre tudo isso eram cortados automaticamente. -Ou minha, se eu fizer mais o tipo dele…- o rosto da garota automaticamente, mudava, para um sorriso claramente maldoso, somado a sua vontade de rir daquela situação, então segurando o riso apenas dizia. - Claro, se ele for alguém complicado lidaremos com ele… Mas, realmente me pergunto que tipo de pessoa ele seria.- falava com o ar de preocupação de certo modo, ela não sabia o quanto de confiança Zed estivesse depositando nessa ideia mas de fato poderia mudar bastante o rumo das coisas, principalmente se o cara fosse uma decepção.

O caminho até o local era rápido, mesmo com a quantidade exagerada de neve pelas ruas, que parecia capaz de afundar um elefante em algumas partes, chegando no quartel a primeira vista dele já era de uma notável diferença nesse momento vários homens passavam correndo, todo o lugar se mantinha em completo ar de seriedade, apesar de todo esse espaço se mostrar assim, Zed não mudava seu curso e continuava pedindo informação mas nada de útil aparecia, apenas informações como “Vi ele a dias” “ele estava por aí”, e coisas desse tipo, o que aos poucos já começava a atrair um pouco de “raiva’.

~Achiles & Shinsuke~



Enquanto isso no Terraço, a luta de gladiadores se mantinha, enquanto o treinamento da perícia se aproximava do final, enquanto eles se batiam. Zed já completamente estressado pela procura desenfreada sem dar resultados, olhava para cima, perto da entrada do QG onde ele acabava de voltar por uma informação errada. - Caralho, será que dá pra vocês facilitarem as coisas pra mim uma vez na vida, hein? --  O barulho do metal rangia lá em cima, enquanto no impacto, Achiles a pouco tinha escutado seu nome sendo chamado, o que eventualmente o distrai por poucos milésimos de segundo, a barra enferrujada onde ele se apoiou para voltar com tudo para cima de Yami ruiu, e ele caíra do alto. - Ah, foda-se, também não é como se vocês pudessem fazer esse maluco cair do céu na minha frente.- Talvez não na frente dele realmente, mas assim que essa exata frase terminava o enorme corpo caindo do céu fazia a sombra sobre sua cabeça.

O garoto de cabelos platinados atingia em cheio Zed, caindo sobre seu corpo, ele ficava por cima dele nesse momento, onde os dois caídos faziam um X com o tórax encostado com tórax, enquanto Achiles ainda tonto lembrava de ter sido mencionado, talvez pouco tempo atrás, e tonto pela queda. - Eu sou Achiles Wolf, o que deseja?! - falava com voz de um bêbado entrando em coma alcoólico. Hana ouvindo tal pronunciamento então atesta o óbvio rindo da situação. -Olha só achamos ele Zed hihihi-  bem agora cabia a eles se socializarem com o que existe de melhor ou de pior dentro de si, e esse encontro proporcionado pelo destino poderia talvez, fazer o início de uma conduta de abordagem diferenciada.

~Alipheese, Makei, Drake~




Na forja as pessoas que ali estavam tinham outro tipo de experiência e essa bem diferenciada se comparada a dos outros protagonistas dessa história, aqui a única queda que teríamos era de paixão. Tá… Talvez um pouco de subserviência, e coisas similares, mas nada tão além, depois de um pequeno papo até aquela sala Alipheese, Makei e Drake, bem eles estavam agora em frente a o que seria um dos primeiros grandes homens que conheciam, um ex cozinheiro chefe, homem de muitos dotes, sabia de tudo um pouco, e claro teve seus anos de glória na Grand Line, agora estava ali para se aposentar logo logo, apenas gostava do que fazia, ficando sempre perto daquela sala e da marinha em si, e claro da sua pupila, mas essa é uma história mais longa.

Chegando dentro daquele espaço a garota começava a preparar as partes necessárias para forjar. Ela pegava também papel e tudo mais, desenhando o projeto que tinha em mente para o garoto, mas roubando a cena, estava o melhor de tudo, o avental de ursinho, há sim, aquilo fazia com que ela automaticamente se visse o olhando, achando não só aquilo fofo mas verbalizando isso de fato, um pouco envergonhada, já Drake ele bem… via aquele avental como algo de fato esquisito para um marinheiro estar usando, principalmente um homem, apesar de talvez nunca ter notado que seu estilo pessoal, fosse talvez tão chamativo quanto. O velho o ouvia, e aquilo não incomodava ele apesar de claramente rir quando ouviu isso vindo daquele garoto, pra ele pelo estilo dele, maneira de se vestir, e se portar, bem… ele também não queria julgar os jovens, e seus costumes esquisitos de se portar e vestir. Enquanto isso Lynn oferecia ajuda a Ali, que apenas pedia por sua lança naquele momento ( ͡° ͜ʖ ͡°) coisa normal, afinal usar o metal da lança diminuiria os gastos, podendo então fazer a manopla também, mas no fim das contas o que mais ia chamar atenção depois de ela pegar a lança do garoto era o que estava o homem fazendo a comida.

Entretanto diferente do que ocorria quando ele estava com o avental a reação de todos era bem diferente ao ver a comida, Ali se impressionava desde o cheiro, já o Tsundere Lynn, jogava um “só isso” para o velho. - Não diga nada antes de provar garoto.- Falava ele cruzando os braços olhando seriamente para cada um deles, parando o que estava fazendo a pequenininha subia na cadeira se perdendo um pouco, já que era bem alta, precisava de um impulso pra isso, e quando sentada seus pés nem mesmo tocavam o chão, ela poderia balançar eles livremente quando quisesse. Os 3 sentados em volta dos pratos de comida tinham seus narizes pouco a pouco mais e mais invadidos pelo cheiro, era uma mistura de sensações que mesmo por ele era possível sentir passo a passo. E logo assim que o primeiro pedaço tivesse contato com a língua, uma colherada era o que precisavam, a mistura perfeita entre o doce e o salgado, o sabor parecia acariciar a língua, e a dicotomia entre os opostos sabores era o principal componente disso era algo difícil de descrever, como coisas tão opostas poderiam gerar um sabor tão sensacional, comer aquilo não só abria ainda mais o apetite, que talvez até fosse até inexistente naquele momento. Aquilo poderia deixar a língua em um estado de extremo prazer ao ter o tato direto com a comida.

A partir de que ela descia pela garganta o estômago receberia aquilo com um extremo louvor, Lynn no momento que sentia o que realmente a comida deveria passar ate mesmo se desculpava focando em comer mais e mais. A pequenina de cabelos brancos se deliciava com aquilo, e seu rosto fofo automaticamente mostrava-se muito fofo de verdade, ainda mais com a forma que ela mastigava e movia, o velho mal olhava aquilo, ele tinha um colapso só de imaginar o rosto que ela deveria estar fazendo. - Haaa…. foi pra isso que eu virei cozinheiro, a fofura é arte.- enquanto escorava a cabeça na mão enquanto apoiava o cotovelo na prateleira lateral que guardava as ferragens. nesse tempo o homem apenas observava cada um dos jovens e sua reação. Ate que Drake anunciava sua saída depois de comer e olhar alguns desenhos, apontando o que mais gostou, e saindo pela porta atrás do capitão. Ali ainda se deliciava, enquanto Makei abordava um assunto de fato importante e condizente com tudo que trataram até o momento, formar um grupo? e sim a pequenina concordava não só com a ideia como complementava ela.

O velho vendo aqueles dois só conseguia lembrar mesmo dos seus tempos de ouro, isso mesmo cada momento que ele teve, seu velho grupo, que caminhou pelos mares a muitos anos atrás, e ainda mais de seus vários pupilos, do qual uma delas, ainda residia no ambiente. - Você fala de formar um frota em? ambicioso.- dizia coçando o queixo enquanto relembrava. -Sim tudo isso é possível, você pode comandar seus próprios navios, ter subordinados, e claro pessoas de confiança para trabalhar ao seu lado e ajudar a guiar tudo pelo caminho certo, mas sim garoto, eventualmente crescendo de patentes você poderá ter cada vez mais autonomia, até sentar no trono dos chefões um dia.- Falara com os olhos claramente mostrando sua garra e empolgação, ele a muito tempo não contava algo assim pra alguém. - A muito tempo eu tive um frota, The Lords, pilotavam o melhor navio que já vi até hoje o Flecha da Justiça, o dono dele hoje ainda vive por ai, ganhamos de presente quando estávamos nos aposentando. Digo, eles eu voltei pros blues, mas tem um amigo meu a quem deixamos de proprietário, a moça mais jovem do grupo, Damy, ela está hoje em dia por a quinta rota, um lugar por aí, ela era muito boa construindo embarcações, e fazendo máquinas malucas, lembrava muito você fofinha. -  falava passando a mão na cabeça dela carinhosamente.

Levantando então da mesa ele falava. - Sigam seus sonhos por mais loucos que eles possam ser, tudo nesse mundo é possível, desde que se esforcem, terão tudo que desejarem, esse é o mundo que vivemos, um mundo em que sonhos e lendas são reais, só precisa acreditar nelas. - Completava crescendo muito de tamanho enquanto flexiona a musculatura e beijava o músculo do braço direito. - ESSE É O PODER DA DETERMINAÇÃO.- falava enquanto sorria feliz com toda aquela história, enquanto nesse momento a pequena agradecia pela comida que ele havia feito, pois querendo ou não, ela de um modo tinha feito bem pra todos. Entretanto ainda com o pratinho e todo seu jeito com as coisas reunidas entregando, fazia ficar ainda mais fofa, o que dava um efeito claro no velho que demorava muito para aproximar a mão do prato. Nesse exato momento, o estrondo vinha da porta uma abertura feroz de uma única vez aquilo desestabilizava a pequena.

Era uma mulher bonita, com curvas generosas, bem acima da média, e mais assustador ainda, ela tinha asas, seria um anjo? mas sem muita sorte jogando o prato pra cima e todos os talheres, o prato não só caia na cabeça dela ficando como um capacete, como os talheres voadores, aos poucos batiam um por um sobre o prato em uma queda rápida constante, que tornava o barulho ensurdecedor, a moça que entrará tinha um leve choque ao ver aquilo, principalmente que seu tutor não estava sozinho ali. Mas na verdade isso era a melhor notícia que podia ter, cobaias para sua culinária se faziam presentes, com um sorriso no rosto, e falava pra pequena. - É um belo capacete mocinha, ficou muito bom.- falava com um sorrisinho, de certo modo tentando descontrair pra que a garota não se colocasse tão constrangida, por mais que tal frase não ajudasse muito. Mas logo se aproximando do velho rapidamente. - Kamui san eu vim te ver. Fazia tanto tempo- O  abraçava dando dois beijinhos, fazendo o homem aumentar umas 4 vezes mais de tamanho.- É O PODER DA DISCIPLINA- Falava ele assim que inchava novamente. - Eu vejo que temos visitas. Prazer eu me chamo Jibril.- Falava chegando bem perto da pequenina, quase colando o rosto no dela enquanto pegava nas bochechas, passando a mão sobre elas. E depois sobre o braço. - Sua pele é bem lisinha, você parece uma pessoa bem divertida.- o olhar dela era penetrante parecia ir bem fundo na alma dela. E assim que falava isso avançava também em uma investida só se aproximando de Lynn. - E você bonitinho, como se chama?- o rosto dela estava na mesma proporção de distância, e agora ela tocava bem na nuca dele enquanto esperava que o respondesse.

-Kamui-san? você serviu comida pra eles sem me propor um desafio? faz tempo que não testamos nossas habilidades juntos em?- olhava para o ruivo mais uma vez com um rostinho seduzente- Vocês já provaram a comida dele não é?- falava virando o rosto e olhando para a grisalha também. - Que acham de provar a minha e comparar? Vai ser divertido eu juro, ninguém nunca provar minha comida e se esquece depois, aliás eu estou com meu ingrediente mais delicioso hoje, o que acham em? - Falava avançando e quase agarrando a menina de uma maneira invasiva colocando os dois braços passando por cima dos ombros dela e olhando tal bem nos olhos.


~Drake~



Achar o capitão foi a coisa mais fácil que ele fez naquele dia, o homem estava do lado de fora sentado em uma pose de Yoga em cima de o que seria um tronco grosso de árvore, que usava como apoio ao corpo, as duas pernas cruzadas. E nesse momento de maneira maliciosa e furtiva ele se aproximava do capitão, pelas costas chegando quase que com o máximo de cautela, mas assim que estava quase no lado dele. - Bom dia Drake.- falava ele virando o rosto para ele lentamente, esperando que o garoto se apresentasse a causa.

Fingindo que nada jamais aconteceu, ele explicava que havia vindo para fazer seu alistamento, naquela hora, o homem com olhar ainda seria mas um pouco menos duro nesse momento, falava em um tom de voz rouco que possuía e puxava o que ele deveria fazer. -Muito bem garoto, para você pegar de volta as coisas que o Thor havia lhe dado, precisará passar por esse protocolo, eu fiquei com elas antes que saísse do barco para esse propósito apenas, de lhe devolver quando a hora chegasse. - falava agora com um olhar muito mais duro, e cheio de determinação se comparado ao anterior, levantando do tronco ele dava dois passos em direção a Drake. Olhava para ele de cima a baixo como se fizesse uma análise, cada detalhe dele, por mais que não dissesse nada aquela expressão no rosto? bem ela mostrava que ele havia o achado fraco até o momento.

Mas logo voltando a falar ele dizia. - Me siga.- começando a andar, enquanto Drake o perseguiu por todo o ambiente, até que finalmente cada um estava em uma área ao nordeste do QG, havia uma grama extremamente alta, batendo nos peitos do ruivo, tinha muita neve entre elas também, e puxando uma enorme tesoura ele começava a explicar. -vê toda essa grama? seu primeiro desafio e cortar ela inteira, lembre que além de ser um matador, ou qualquer coisa, na marinha você é um servo da população. - Olhava pra ele mantendo o tom sério erguendo a tesoura na altura da mão dele para que pegasse e começasse a cortar. Era uma área grande uma média de quase 500m² de grama alta, muito tempo de demanda teria aquele trabalho, mas será que seria só isso? claro que não. - E quando terminar de cortar, encha todos esses sacos com a grama que removeu. - Falava apontando para um amontoado de vários sacos que ali estavam. - Levando seguidamente todos eles para o depósito, eu vou sentar aqui e esperar que aconteça, assim que terminar teremos um combate.- e nessa hora rapidamente sorria apenas de cantinho de boca com um olhar mais tranquilo. -Vamos pode começar.- Sim aquela era a tarefa passada a o garoto, o depósito ficava bem distante da área na realidade, e isso ia ser uma tarefa no mínimo demorada, o que demandaria não só tempo como várias outras coisas, seu esforço, energia e claro um pouco do orgulho teria de ser deixado de lado caso ele realmente quisesse fazer isso.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 22:06

Livro 2
Capítulo 2 - Tá chovendo homem!


Andar por toda aquela neve era um grande pé no saco. Zed não sabia se era impressão dele ou se era verdade que Loguetown nevava mais que a ilha anterior em que esteve, mas durante a sua caminhada pelas ruas da cidade percebeu que alguns pontos dela tinham tanta neve acumulada que até o Tio Phill poderia mergulhar ali dentro e ser totalmente coberto… Bem, Tio Phill era um cara que Zed havia conhecido uma vez em uma ilha da Grand Line quando era mais novo e agora não recorda mais o nome, mas ele era gordo, muito gordo, tão gordo que quando ele entra em um navio a viagem para a próxima ilha passa a precisar do dobro de posts. Enquanto a neve acumulada lhe fazia lembrar do Tio Phill, o jovem espadachim também ficava curioso se ele ainda estaria vivo, já que a quantidade de comida que aquele desgraçado comia era suficiente para entupir as artérias de um gigante, mas acima de tudo ele era um bom sujeito e em seu coração cabia muito mais do que só fast-foods.

O Quartel General da Marinha de Loguetown tinha uma pegada diferente daquela que lhe foi apresentada em Shells, o clima ali dentro parecia mais sério e as pessoas aparentavam ser mais agitadas já que era fácil avistá-las correndo pelo estabelecimento. O rapaz assim que adentrou o QG, que graças aos deuses não foi um caminho longo para encontrar, já seguiu focado em seu objetivo de perguntar sobre o homem que havia capturado um Revolucionário, Achiles Wolf. Acontece que era como se todo mundo dentro dessa caralha estivesse com vontade de cagar, porque nenhum filho da puta parecia querer parar para lhe dar uma informação decente.

Sem nenhuma resposta que prestasse, Zed começou a sentir a raiva subir pela sua garganta e o calor da fúria aquecer seus dedos em um impulso desgraçado de querer tacar fogo na porra toda, foi nesse momento que ele levantou as mãos pro alto e reclamou aos deuses que lhe facilitassem as coisas uma vez na vida… E bendito sejam eles, ou malditos, já que eles acabaram levando o pedido do crente ao pé da letra demais, pois logo depois um homem caia do céu justamente em cima de Zed, fazendo-o ser esmagado contra o chão ao amortecer a queda do outro… Sorte a dele que não ter sido agora o seu reencontro com o Tio Phill.

- TÁ ACHANDO QUE EU SOU CAMA ELÁSTICA PRA VOCÊ PULAR EM CIMA DE MIM, SEU MERDA! - Gritou Zed empurrando Achiles de cima do seu corpo. Esperava não ter quebrado nenhum osso ou algo do tipo, mas a raiva que estava sentindo lhe fazia ignorar possíveis dores que pudesse vir a sentir no futuro.

Reação Full Pistola:
 

Assim que tirou o rapaz de cabelos platinados de cima, o loiro se levantou e agarrou a gola, ou o tecido mais próximo do pescoço nas vestes do agente e o puxou para perto enquanto cerrava a outra mão em um punho fechado, encarando-o nos olhos. Zed provavelmente não era mais alto que o boxeador e muito menos fisicamente mais forte, mas ele não era o tipo de pessoa que se importava com essas merdas, principalmente quando ele estava com raiva… Mas era irônico a mudança de reação do espadachim ao ouvir a fala de Hana e se tocar que aquele ali na sua frente era o tal Achiles Wolf, o rosto fechado de alguém enfurecido logo se alternava para um sorriso forçado em uma cara sem graça.

- Haha, desculpa senhor Wolf, eu estava andando distraído por aqui e não percebi que poderia estar atrapalhando a sua tentativa de suicídio, hahahahahahahahahaha. - Cada ha era substituído na cabeça de Zed por ele dando um soco na cara do Agente. Em seguida ele parou de segurar as vestes dele e começou a dar uns tapinhas para tentar desamarrotar o que havia amassado. - Mas então, prazer, meu nome é Zed, meus inimigos me conhecem como o Explode-E-Queima-Tudo Zed… Ou talvez um dia ainda vão me conhecer assim… E eu sou um marinheiro. - Ah, vá, achei que estivesse usando o uniforme da marinha como pijama. - Tenho o interesse de falar com você a respeito da sua captura recente que até mesmo saiu no jornal, e olha, eu também fiz uma incrível captura de um agente Revolucionário ontem, só que eu não saí no jornal… - Sadness and Sorrow no fundo com uma aura negativa caindo sobre o corpo de Zed. - Mas enfim, o que eu quero te dizer é que gostaria de saber mais sobre o seu trabalho, como você fez para descobrir sobre seu alvo, como você o enfrentou, como foi capturá-lo, se ele chegou a dizer alguma coisa sobre a missão dele por aqui. Sabe como é, acabei de entrar na marinha e estou tentando evoluir o mais rápido possível para subir minha patente, então nada melhor que capturar uns bandidos por aí, não concorda? Haha.

A forma como Zed falava com Achiles não era verdadeira, não eram coisas que ele gostaria de dizer e nem mesmo a maneira como ele realmente falava, o tom de voz, as expressões, a gentileza, era tudo muito falso, e talvez o homem à sua frente percebesse isso, mas talvez não, pois por mais que seu comportamento fosse falso, sua intenção e sua curiosidade eram verdadeiras, e era isso que deveria ser mais importante nessa conversa.

Caso Achiles depois de ouvir os gritos e merdas de Zed soltasse algo como “quer brigar então?” ou então fosse tão esquentadinho quanto Zed e com isso acabasse ignorando tudo que o espadachim poderia vir a lhe dizer só para começarem a brigar ali mesmo, impedir que isso aconteça estaria nas mãos de Hana, pois o loiro não tentaria insistir ou falar tudo aquilo se ouvisse algo que parecesse um chamado pra cair na mão, ele compraria a briga sem pensar duas vezes e já iria se preparando pra socar o desgraçado. De certa forma seria até nostálgico para ele essa sensação de arrumar confusão em lugares públicos, algo que costumava fazendo muito durante a infância e que se perdeu um pouco depois que cresceu e se envolveu tanto com o treinamento de espada.

- Vem pro soco então, fruta podre! - Provocaria ele se referindo ao fato de que Achiles havia caído de algum lugar como uma fruta podre caindo de sua árvore.

Conhecendo Hana, era certo que a garota tentaria intervir com uma possível briga, surpresa seria se ela por algum motivo não o fizesse. Considerando ainda essa possibilidade de ação, assim que a marinheira se colocasse na frente dos dois, Zed “relaxaria” abaixando os punhos e respirando de forma mais tranquila, não querendo ir contra a vontade da companheira de começar uma luta ali.

- Tsc, que seja… Mas esse merda que começou quando resolveu cair em cima de mim! - Elevou a voz apontando o dedo na cara do outro.

Já tendo em vista que o personagem Achiles Wolf possui a desvantagem “Sedutor Incorrigível”, nesse caso acredito que ele não só iria parar de tentar brigar com Zed quando ela aparecesse, como também poderia começar a tentar seduzir a jovem e bela marinheira Hana no momento em que ele a visse, tivesse a cena acima acontecido ou não. Nessa situação, na mesma hora que Achiles começasse a botar em prática seus dotes de sedução, algo dentro do espadachim surgia rapidamente começando a irritá-lo mais do que se tivesse apanhado para o Agente em um confronto mano a mano.

Reação Pistolinha:
 

Depois que desse mais de cinco segundos com Achiles tentando seduzir Hana, Zed não seria mais capaz de se conter e puxaria a sua espada rapidamente das costas para cortar o ar na direção do homem de cabelos prateados. O corte nunca teria a intenção de acertar Achiles, isso só aconteceria se porventura outra ação fosse realizada para movê-lo de onde estava, o objetivo de Zed era apenas liberar sua vontade assassina naquele corte para chamar a atenção do jovem Wolf e quem sabe até mesmo assustá-lo com sua intimidação.

- Opa, acho que tinha uma mosca no seu cabelo… - Diria com um sorriso de psicopata enquanto sua intenção assassina continuava a crescer atrás dele e realçando as veias ao redor dos seus olhos vermelhos.

Se isso não fosse o suficiente para Achiles parar, ou até mesmo Hana conseguir afastá-lo por vontade própria, aí meu amigo, foda-se as consequências, quem ia sair ferido ou não, Zed tava cagando, ele correria para cima do outro homem para tentar acertá-lo com uma voadora que o empurraria para longe de sua amiga. Se acertasse, ótimo, se errasse, aí só os deuses sabem o que iria lhe acontecer…

No fim dessa confusão, se é que ela conseguiria ter um fim tão cedo assim, quem sabe os três conseguissem de forma civilizada conversar a respeito do que realmente importa ali: Crasus. Nesse cenário aquelas falas a respeito de sua vontade de saber sobre a forma como Achiles trabalhava e o que ele poderia saber sobre Crasus seriam repetidas, assim podendo fazer com que tais perguntas fossem respondidas, a menos é claro que o Agente por algum motivo se recusasse a falar, o que levaria o trio a entrar em um looping onde Zed chama ele pra porrada, ele aceita, Hana intervem, ele tenta seduzir ela, Zed vai pra cima dele de novo, Hana enfim dá um jeito acalmá-los, eles tentam conversar, Achiles se recusa a contar, Zed fica puto e assim se repete infinitamente até que algum deles morra de fome ou o narrador pare essa merda com alguma outra coisa.


Histórico:
 

Objetivos:
 


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Última edição por Shinsuke em Qui 21 Jun 2018, 00:57, editado 2 vez(es) (Razão : Mudança de Template)
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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 22:41



Tróia - Parte 3
Pandemonium


- Fazendo garotas chorarem?! Você deve estar muito desatualizado, então. Estrume. – Não havia sentindo no que ele havia dito, garotas chorar?! Era para fazer rir depois de eu ter derrotado Crasus e ajudado todo o grupo da Akame. Ele agia como se meu dinheiro fosse sujo, mais do que um babaca. - Diferente do seu, meu dinheiro é limpo e merecido. – Yami era a pessoa mais retardada, irritante e odiosa que eu poderia ter conhecido em toda minha vida, suas qualidades?! Não haviam nenhumas, nem mesmo para ser um simples saco de lixo. Independente de sua grosseria, caminhávamos até o terraço onde começava o meu treinamento, os marinheiros pareciam jogar tudo no terraço quando queriam se livrar de algo, o local estava imundo e contra qualquer princípio de higiene que deveriam ter. Tudo estava se encaminhando cada vez mais raivoso entre nós dois, golpes eram dados, apesar da maioria dos meus não acertar o alvo devido a não ter me acostumado por completo usar apenas minha mão esquerda.

O treinamento havia seu fim quando após me distrair com alguém falando meu nome há pouco tempo, uma barra de metal cedeu e eu cai sobre algum homem abaixo de mim, pareciam que era ele e uma mulher do qual me procurava, ainda estava tonto e deixaria que o homem me empurrasse, em um movimento ágil, aproveitaria do impulso para girar meu corpo e apoiando com uma mão no chão em meio a um movimento parecido com o de uma flexão usando apenas uma mão, me levantaria. Sentiria a minha gola sendo agarrada pelo loiro que ardia em chamas de fúria pelo acontecimento passado, meu coração fervia, meu ódio estava grande para cima de Yami, maldito seja o local escolhido. Podia sentir a adrenalina fervendo diante da emoção de uma batalha próxima, mas o homem recuava soltando a gola de meu terno após pedir desculpas dando leves tapas em minha vestimenta para tentar desamassar. - Tentativa de suicídio?! – Riria alto diante daquilo ouvindo o que o garoto tinha a dizer, seu nome Zed e um título um tanto estranho para um marinheiro que mais parecia um piromaníaco.

Um sentimento de felicidade tomava conta do meu corpo quando o mesmo falava sobre eu ter capturado um revolucionário famoso e ter saído no jornal após esse ato, eu nunca esperava um reconhecimento daquela maneira para sair no jornal, era algo que me alegrava, todos saberem que as ruas estão começando a ficar mais seguras com o meu nome sendo espalhado por elas. Achiles Wolf, o destruidor de revolucionários! Eu sorria não prestando tanta atenção no que aquele loiro estava dizendo imaginando uma multidão gritando o meu nome tendo Crasus em meus pés e eu sorrindo para todos. O loiro parecia querer dicas de com o evoluir rapidamente dentro da organização, eu estava começando a inspirar cada vez mais as pessoas e eu ficava feliz com aquilo. Me recompondo dos acontecimentos anteriores e verificando se tudo estava inteiro do meu lado, olharia para ele com um sorriso em seu rosto. - Bom, caro Explode-E-Queima-Tudo Zed, Crasus foi um inimigo mais do que difícil, ele estava atrás de uma coisa da qual tínhamos informações e esperávamos pelo seu ataque. Tive que usar bastante das coisas a minha volta e bastante força para conseguir capturá-lo e a batalha foi ficando cada vez mais difícil. – Estenderia um pouco do meu braço quebrado para mostrar. - Chegou ao clímax quando ele conseguiu quebrar meu braço em duas partes diferentes, mas caiu em seguida. Foi uma vitória bem suada.

Respiraria um instante antes de prosseguir. - Para tudo isso, eu precisei de um bom instrutor do qual me deixou cada vez mais forte. Treinei diversas vezes e fico feliz por ter encontrado um ótimo professor de combate. Baseie-se em uma estratégia e esteja sempre procurando por pontos fracos. – Eu sorria mais uma vez, lembrando tanto de meu pai que me ensinou a lutar bem e Ramiel. - O mais importante é ajudar o povo. Eles são o objetivo principal, capturar bandidos vem depois.

Finamente meus olhos pareciam ter a visão de uma bela moça, esta que parecia estar feliz de ter me encontrado tanto quanto o outro. Me moveria lentamente em sua direção ignorando qualquer coisa que me impedisse até de chegar nela. - Olá, bela garota. Você me parece nova por aqui, de onde vem? – Daria um olhar mais sedutor para ela acompanhado de um sorriso mais de canto passando os meus dedos no cabelo tirando eles da minha testa e deixando eles mais para trás. Meu instinto de sempre estar em perigo contava em qualquer situação desde Conomi, não deixaria de tirar meus olhos de canto do loiro, mas não recuaria da tentativa de seduzir a garota. - Será que poderíamos sair para tomar alguma coisa mais tarde? – Sorriria para ela mais uma vez.

Se por ventura, o loiro incomodado tentava me acertar de alguma maneira, minha tentativa seria de me afastar dele me movendo para a direção contrária em que ele estava. Seu comentário a seguir provocaria um ânimo, o sentimento de estar em uma batalha, observaria com atenção seus olhos e olharia para a minha mão, não estava pronto para uma nova batalha, mal havia conseguido acertar Yami e não sabia a força de meu oponente, além que haviam coisas maiores para fazer naquele momento e batalhar contra um marinheiro naquela situação não seriam das melhores. - Por mais que eu adoraria testar as coisas novas que aprendi, ainda tenho que ter um melhor repouso dessa mão e me preparar para algo maior. Deixa para próxima. – Estaria sério e calculista como se estivesse em uma batalha. Por acaso, se o homem não recuasse, daria um salto para me esquivar de um futuro golpe e giraria ao aterrissar para sua direção, com força em minhas pernas estendendo o meu braço esquerdo em sua direção e tentando acertá-lo com a parte de dentro do meu cotovelo.

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Tendo acertado-o ou não, me atentaria a garota também e faria diversos saltos tentando me afastar de ambos, procurando uma boa distância, olharia atentamente a ambos, tendo eles parado de me atacar, acertado e nocauteado ele ou alguém intervisse. Caso eles continuassem a me atacar, gritaria bem alto. - Marinheiros! – Eu não estava em uma boa situação de dois contra um, por mais que amasse um combate, tinha que me preparar para partir para a Grand Line e me machucar acabaria me deixando em maús bocados com Ramiel. Caso não acontecesse nada demais e estivéssemos pacíficos, olharia para ambos, eu não sabia o quanto eu podia dizer sobre Crasus, não os conhecia e muito menos confiava em ambos. - Akame e suas garotas sabem mais sobre ele, sigam por ali para encontrá-la. – Mostraria a direção em que deveriam seguir apontando com o dedo indicador.

Olharia para o terraço mais uma vez e gritaria tentado chamar a atenção de Yami se ele ainda estivesse lá. - Yami! Você me paga! – Eu não tinha mais paciência para continuar o treinamento com aquele homem, ele havia me ensinado boas combinações de como se portar em um ambiente parecido com aquele, era um estilo bem parecido do qual Crasus havia usado em seu combate contra mim. - Agora me despeço de vocês. – Daria um sorriso para a garota e uma piscadela e um joinha para o loiro. Tendo um bom tempo passado desde que comecei a treinar com Yami, minha fome deveria estar maior desde o tempo que acordei e não comi nada e assim prosseguiria para o refeitório atrás de alimento. Efetuaria as mesmas ações pensadas anteriormente daqui em diante até conseguir me encontrar com Ramiel, tanto como interagir e efetuar. Tendo me encontrado com Rams, sorriria para o mesmo. - Rams! Desculpe-me perturbá-lo mais uma vez, aprendi com Yami mais sobre essas técnicas, mas agora a questão é medicina. Gostaria de saber mais sobre as matérias-primas de medicamentos, de onde eles surgem antes de começarem a ser produzidos. Você pode me ensinar mais sobre ou algum professor? – E esperaria a sua resposta, assim que a obtivesse, independente de ser ele ou não proposto a me ensinar, diria. - Aliás, haviam dois marinheiros perguntando sobre Crasus, um loiro e uma mulher bonita. Eles me disseram que eu saí no jornal após a captura dele. – Eu sorriria bastante sobre isso. - Eu disse para eles irem procurar Akame e um pouco do que aconteceu no meu combate contra ele. – Tendo dito isso, prosseguiria com as suas instruções, seguindo-o até um local propício ao treinamento ou seguindo para me encontrar com o meu futuro professor, encontrando-o, perguntaria ao mesmo. - Com licença, Ramiel me disse que você pode me ensinar mais sobre as matérias-primas, me chamo Achiles Wolf. – Sorriria para o mesmo e esperaria a sua resposta empolgado em a prender algo novo.

Em caso de me encontrar com Rannah pelo caminho, procuraria sorrir bastante para a mesma falando as mesmas coisas das quais eu falaria anteriormente, estaria bem feliz em vê-la, mesmo que não fosse o melhor momento para que estivesse sorrindo já que ela estaria bem triste.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 23:00

Sentimentos confusos..


Talvez ainda estivesse um pouco entorpecida pelo maravilhoso efeito ao qual a comida pareceu gerar nas mais variadas partes de seu pequeno corpo, quando o senhor havia começado a contar sua própria história, ele parecia muito feliz ao contá-la pelos olhos  atenciosos da garota ao qual acabaria demorando um pouco mais para que pudesse terminar o seu prato, era um conceito muito grande ainda para que ela pudesse se ver, mas não era grande demais para que ela pudesse almejar, mesmo que talvez pudesse ser tomada como tola, não era uma conquista impossível, desde que se dedicasse no dia a dia, havia se deixado levar um pouco pela história e isso poderia se refletir no brilho de seu olhar, quando a mão do homem se colocou sobre a sua cabeça havia se encolhido levemente, quase como um reflexo enquanto seus olhos se fecharam e suas bochechas novamente teriam uma delicada coloração sobre o pálido tom, não conhecia quem era Damy, mas ela não só trazia boas memórias ao senhor que ali estava, como era um sinônimo a ele de ba imagem e mesmo que fosse algo que muitos considerariam pouco, ela poderia se sentir orgulhosa ao ser comparada a uma marinheira mais experiente.

As palavras do homem eram fortes e inspiradoras e ainda tinha um longo caminho para que suas palavras pudessem ter o mesmo poder, assim como a sua imagem ainda poderia não inspirar alguém, muito menos passar a idéia de força e isso naquele momento, dada a sua inocente percepção de mundo só a impulsionaria mais longe, através de seus próprios limites em cada pequeno ou grande desafio vencido.A imagem de se ver um dia comandando ou fazendo parte de uma tropa a divertia profundamente e ela acabaria pensando um pouco alto nessa hora.

- Talvez seja cedo para pensar em formarmos uma frota ou um grupo… Eu ainda tenho muito a melhorar, na verdade todos temos… Por mais que eu admita que agimos como um verdadeiro pandemônio para os vilões em Shells Town, foi incrível ver nossas ações terem um significado.

Seu tom de voz era a mais pura seda, em um tom que não era muito elevado e que dificilmente passaria a imagem de algo que não fosse infantil, em especial quando ela acabou soltando uma pequena risada, era capaz de sorrir e ver o lado bom do que a pouco tempo havia lhe gerado calafrios, fruto provavelmente da necessidade que ela havia encontrado de tentar crescer e ser mais forte, tanto por ela como pelos primeiros amigos de idade parecida ao qual havia feito.
Havia reunido os pratinhos de todos aqueles que a permitiram a gentileza, prestando atenção no que pudesse ser dito a ela nesse momento e com isso protagonizaria uma cena ao qual ao outros olhos poderia soar mais adorável, quando estava para entregar os pratos e nesse momento, um gigante estrondo da porta, havia a feito literalmente pular de susto de forma que sua respiração havia se tornado ofegante e o seu coração poderia ali ter começado a pulsar mais forte, seus olhos por reflexo iriam se arregalar um pouco e infelizmente suas mãos ali não tiveram a firmeza, fazendo com que um grande barulho fosse gerado, quando não só os pratos, como os talheres haviam caído sobre sua cabeça, se não fosse suficientemente constrangedor, o momento em que ela olhou para quem havia aberto a porta com tanta violência seria.

Seu olhar havia se dirigido primeiramente aos lábios da angelical presença que ali havia se feito, podendo notar um sorriso, enquanto a mesma tentou fazer com que o constrangimento fosse um pouco menor, talvez não fosse a real intenção daquela que havia ali aberto a porta, mas ajudou um pouco a garota, pensar que seria para um bom propósito. Talvez alguém pudesse ali rir dela, talvez até esperasse isso mas, para ela o que seria mais vergonhoso ainda viria no momento em que ela pudesse se atentar ao resto das feições e ao próprio corpo do que parecia um anjo. Seus pensamentos estavam profundamente confusos naquele momento em que tentava organizá-los. A aproximação súbita do ser angelical, havia causado-lhe um imenso caleidoscópio de emoções no momento em que ela havia se aproximado para se apresentar

O coração de Alipheese, havia começado a bater mais forte, assim como o ar lhe havia parecido mais rarefeito, a súbita invasão em sua bolha pessoal, assim como o súbito toque das mãos de alguém que aos seus olhos tinha uma aparência que lhe chamava profundamente a atenção a fizeram quase explodir com um sentimento ao qual ainda não era muito familiar, mas que lhe trazia várias reações corporais estranhas, como a sensação de estar em um lugar abafado, e isso poderia se refletir no modo como sua inocente feição havia ali tomado leves pinceladas de um delicado tom rosado e a sensação de queimação sobre suas bochechas, dando a ela uma aparência ainda mais adorável e vivida.
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A proximidade a fez involuntariamente a fazer desviar o olhar dos olhos que pareciam penetrar no mais profundo de sua alma para que ela pudesse olhar para os lábios da garota que estava a sua frente, tentando fazer-se entender o som ao qual saia de sua boca, que sua mente tão confusa com suas sensações havia a dificultado de todas as possíveis maneiras.Caso pudesse estar próxima o suficiente da garota para que pudesse acabar por sentir seu hálito em meio as suas palavras, seria traída pelas suas narinas a ter uma reação um pouco mais lenta se o cheiro pudesse lhe agradar. Havia forçado-se a devolver o olhar a garota, de modo que pareceu tão frágil que ali poderia quebrar.

-E..E...Eu so-sou Ali..Alipheese.

Seus pequenos lábios tremiam quando ela ali havia falado e era notável que ela havia precisado de muito esforço para que seu suave e doce som pudesse ser soprado para fora, talvez não tivesse ali entendido completamente e poderia apenas esperar que as palavras dirigidas a ela fossem uma  apresentação, para que ela não parecesse ainda mais sem jeito do que já estava. Quando a garota havia deixado de tocá-la uma sensação estranha havia se dado, no momento em que ela havia voltado sua atenção agora para Lynn, seus olhos acabariam acompanhando mas a sua mente ali, estava a mais profunda confusão, onde ela poderia ali ver a si mesma a tentar entender como deveria prosseguir.
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N… Não, isso não é normal, Ali, se recomponha, vo-você enfrentou a morte de frente… Você conseguiu adentrar para a marinha e até… Até mesmo conseguiu a-amigos!P-Porque esta tão nervosa? T… Tudo bem que ela  é bonita mas…Mas eu deveria me sentir tão nervosa por ela ter chegado tão perto? Digo… Ela é menina também… Certo? Eu deveria me sentir assim? Eu… Eu aaa, quanto mais eu penso pior parece ficar,V-Vamos Ali, se recomponha, tenha alguma postura...Mas essas asas...  Ela é um anjo? Eu… Eu pensava que isso só acontecia nas histórias que eu amo ler, será que eu estou vendo coisas? Não… Definitivamente ela tem asas! Eu… Eu não sou a única a ver, então eu não sou a escolhida ou algo do tipo… Apenas… Apenas, eu preciso me concentrar em outra coisa! O trabalho vai me ajudar, sem dúvidas vai.


Seu olhar timidamente se colocou na direção da garota, enquanto tentaria colocar o prato e os talheres que talvez miraculosamente ainda estivessem em sua cabeça, mesmo em seu conflito interno em um lugar que lhe parecesse apropriado e frente a pergunta de Jibril, ali balançaria a cabeça para cima e para baixo para respondê-la, formar palavras pareceu a ela bem difícil e se a aparência da garota assim como suas atitudes já não fossem estonteantes o suficiente para a alva garota, ali ela pegaria em um dos maiores pontos fracos de Ali, seu estômago. Frente a súbita aproximação onde a garota havia colocado ambos os braços por cima de seus ombros, quase  a agarrando, só teve a reação de devolver o olhar para a garota, levantando sua própria cabeça, era difícil fazer e talvez uma memória afetiva ali tenha agido de forma mais forte do que seus hormônios naquele momento, onde acabaria por fechar levemente os olhos onde naturalmente um doce sorriso havia ali se formado em sua feição que não poderia soar mais pura, o sentimento de estar envolta do calor dos braços de alguém, ali a fez lembrar-se um pouco de sua mãe de modo que cada pequeno segundo seria aproveitado por ela, que dessa vez havia ficado um pouco sem resposta por uma razão mais pura e inocente.Sentiu suas próprias mãos geladas, apesar delas terem mexido a pouco tempo com a forja da lança, que agora bastava a Lynn que a pegasse, para que ele pudesse usá-la. Abriria seus olhos lentamente e caso ainda pudesse o anjo estar próximo dela, como se pudesse reunir melhor as palavras que havia a dizer, respirou fundo e tentou ali acalmar-se em relação ao que estava sentindo, focando-se muito mais nas coisas boas do que nos sinais fisiológicos que para ela não faziam sentido

-E...Eu adoraria experimentar um prato seu… Se… Se não for lhe incomodar…

Em um dócil som, a garota aos poucos conseguiu ter a confiança e a calma para que pudesse ali formular as palavras, ainda era muito nova em lidar com pessoas e a personalidade do anjo que estava a sua frente, certamente era peculiar, não a incomodava ou a fazia pensar algo de ruim, temia que pensasse talvez bem até demais ou que não soubesse definir o motivo para que pudesse estar sendo tão difícil de naquele momento se focar. Caso a garota a soltasse para que pudesse fazer sua comida, a alva marinheira, tentaria se direcionar a forja, caso nada a impedisse, no entanto seria incapaz de se desvencilhar por conta própria naquele momento, caso a mulher de cabelos rosados pudesse a manter “ presa” entre seus braços, fosse por estar se sentindo bem, acolhida ou fosse simplesmente pelo desejo de não magoar alguém que estava sendo tão demasiadamente carinhosa com ela.

------Inicio da forja-----

Caso pudesse encontrar o espaço para que pudesse forjar agora a sua arma, buscaria reunir os materiais e organizá-los sobre um dos espaços, em especial o material bruto ao qual havia ali comprado, como a lente para a luneta e o próprio damasco ao qual usaria para que pudesse começar o processo de fabricação, como sua mente ainda estava muito agitada, a garota preferiu ali desenhar o seu projeto com os materiais que estivessem disponíveis para que ela pudesse ali montar antes que ela pudesse reacender as forjas, enquanto buscou vestir os equipamentos de segurança, antes que pudesse pegar parte do material bruto, para que pudesse aquecer.

Pouco a pouco, enquanto se focou em seu trabalho, sua respiração  havia a feito acalmar-se e focar-se melhor nos próximos processos que ali viriam, com o metal já aquecido, com algumas marteladas começava a dar o formato da arma ao metal, pouco a pouco fazendo com que seu ofício pudesse ser visto, assim como sua experiência através da sutileza de seus movimentos que eram quase hipnóticos. Com a ajuda de materiais apropriados, então resfriaria o material ao colocá-lo em um recipiente propício onde tivesse água , o que poderi fazer com que o vapor subisse, nesse momento não pôde evitar e acabou ali se permitindo olhar na direção do anjo ao qual provavelmente estaria cozinhando nesse momento, algo que ali poderia se repetir mais algumas vezes sem que ela notasse, fazendo com que sempre que ela fizesse isso com que ela se perguntasse o porque estava fazendo isso, se convencendo de que a comida seria o motivo, por mais que seu olhar não fosse na direção das panelas.
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Voltando a atenção ao que estava fazendo, aos poucos usando de  possíveis materiais para que pudesse fazer a limpeza do cano de sua nova arma, aos poucos realizou os pequenos processos para que pudesse fazer a arma funcionar usando de ambas as mãos, mesmo que sua mão não dominante ainda fosse menos hábil do que sua mão direita aos poucos forçar-se a usar melhor ambos os lados poderia lhe prover melhor destreza em seus movimentos que talvez ainda precisassem de melhoria. Com o restante do material bruto que tinha, aqueceria e daria forma ao que seria uma luneta ao qual adicionaria a sua nova arma ao qual era bem similar a que ela teve oportunidade de usar em seu teste em Shells Town contra Thor, um rifle que mesmo danificado, havia a feito ter uma experiência maravilhosa ao utilizar. Com algumas marteladas e outros processos menores, aos poucos ali ela havia juntado a luneta, usando do material que havia escolhido para ser sua lente da forma como melhor poderiam prover seus conhecimentos de engenharia atuais.

----- Fim da forja----

Uma vez que tivesse terminado os processos para que pudesse construir sua nova arma a deixaria sobre o balcão, enquanto se recuperava do cansaço dos processos necessários para que pudesse fazer tanto a  criação que havia feito para si, quanto a que havia feito para Lynn, tentaria deixar a forja limpa e própria para o uso antes que Jibril terminasse o seu prato, terminando assim em uma situação onde ela poderia agora estar com ambas mãozinhas uma de cada lado da cintura, enquanto tomava grandes doses de ar ao respirar de forma bucal, até que pudesse sentir o fôlego voltar aos seus pulmões. Adoraria poder ver os processos aos quais poderiam ainda faltar a cozinheira, caso ainda houvesse algum para que ela pudesse ver, por mais que entendesse de processos complicados, era uma tristeza na cozinha e seus olhos não eram de inveja em relação ao que ela não sabia fazer mas, de admiração e esse olhar poderia ser tão transparente como ela era com suas próprias emoções, que apesar de não ser completamente capaz de entender direito alguma das coisas que havia sentindo era tão clara e transparente quanto o mais puro dos cristais.

Caso houvesse a necessidade ou pudesse ver que seria útil ajudar a carregar os pratos, ou lhe fosse pedido, dificilmente ela ali recusaria o auxílio, mostrando-se prestativa mesmo que talvez isso pudesse gerar mais uma piada em relação ao “ chapéu”, no fundo ela não tomaria como uma ofensa, apesar de que provavelmente lhe fosse constrangedor, estava ansiosa para provar da comida da moça e estaria ainda mais se o cheiro fosse bom, mas havia algo que em meio a todos os pensamentos e emoções confusas aos quais poderiam correr a sua cabeça, acabaria lhe escapando. Respiraria fundo, enquanto pudesse se dirigir a Jibril a palavra.

-V… Você é um anjo?Eu… Me-me desculpa se foi uma pergunta ofensiva… Mas… Mas… Suas asas...Su… Sua aparência…


Em um tom ao qual soaria extremamente inocente e infantil a garota praticamente balbuciava sua pergunta, ela ainda não teve um contato com a raça dos celestiais e talvez fosse mais fácil a ela assimilar a uma história conhecida naquele momento, tão inocente era em sua questão, que talvez nem tivesse notado que aquilo talvez pudesse soar como um flerte, quando havia sido honesta com suas emoções ou a parte que entendeu delas com suas palavras, era notável pela forma como seus lábios tremiam ou pela forma como ela olhava de forma receptiva de que sua intenção em momento algum era a de ofender, e seria visível o seu arrependimento, caso ela pudesse ali soar de uma forma agressiva. Por menor e mais frágil que fosse sua aparência e até mesmo a forma infantil ao qual ela poderia parecer, talvez aos olhos de pessoas mais experientes pudesse ser mais claro o quanto de esforço a garota havia colocado ali, seu próprio modo de agir “ abraçava” as pessoas e muitas vezes as faziam sentir-se importantes, uma característica que Ali muitas vezes poderia mostrar, pelo seu modo doce de agir.Ouviria com atenção o que quer que a garota pudesse lhe explicar com um olhar tão interessado pela história quanto poderia ser, sendo possível inclusive que ela fosse pura para acreditar em quase qualquer história que Jibril lhe contasse para explicar suas asas.



Histórico.:
 

Objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 23:01

The Emperor of Sea



No meio da degustação de mais um novo cardápio, seu paladar poderia ser visto como algo ligeiramente novo para essas coisas, qual seria o segredo de tudo isso ? Difícil explicar… No entanto havia uma coisa que era considerada um fato, quando será que Lynn encontraria uma comida ruim nos cantos da Marinha ? Tudo que havia experimentando até o momento era de maneira surpresa e elegante, comidas simples que simplesmente se transformaram em obras de artes sobre a sua boca, por sinal, tem alguma maneira de roubarem tudo isso e vender em algum local ? Porra, ia dar uma grana do cacete… Então… Como eu estava narrando, seu mundo estava abrindo em questões de culinária e se sentia cada vez mais aditivado a esse novo mundo igual as drogas que geralmente são vistas serem usadas em filmes onde as pessoas inj- *BANG*...

Por questões de censura, gostaria de pedir humildemente desculpas ao nossos leitores antes de voltarmos a narrativa… Voltamos em 3, 2, 1 ! A comida estava se tornando um fator decisivo em querer continuar a seguir seu caminho pela Marinha, toda santa vez que chegava em algum QG era surpreendido pelos sabores do mundo, principalmente do velho marombeiro !

” É sério, eu preciso de alguém que faça comida sempre que eu quiser se toda fudendo vez for boa assim… AHHH, vai ser a melhor coisa ! “

“” Tu vai ficar gordo mano… Olhe que estou te avisando, imagina uma bolinha  correndo com uma lança no meio do comb-… CARALHO VIADO ! Pior que ia ser foda pra caralho, pensa comigo… Uma foto de uma fudendo Almôndega de carne bem redondinha pulando na direção da boca de um dos Rei dos Mares em combate marítimo enquanto grita com um tridente em mãos e para melhorar a cena, tem molho pra caralho em todo lado ! Perfeito ! Se alguém sentir uma leve semelhança com Piratas do Caribe saiba que não tem nada a ver, nem venha pedir Copyright ! ( ͡° ͜ʖ ͡°) “”

Sem sequer tirar os olhos daquele monte de comida no mesmo tempo que continuava a se deliciar no banquete, mal pode perceber que Drake já havia se retirado da mesa, já que a mentalidade de gordo sempre é algo complicado de se lidar, no momento que se é colocado comida em sua frente, dificilmente pode se voltar antes de finalizá-la. Comendo rapidamente a sua parte, finalmente se viu de volta ao mundo, percebendo as leves diferenças que haviam acontecido, como por exemplo ; Ter uma pessoa a menos na sala.

” Ué… Cadê o limpador de chão ? Sério que o cara saiu e nem disse um tchau ?... “

Percebendo isso, talvez tivesse a chance de ver a cara daquele velho safado em direção de sua parceira, malditos lolicons ! Não sabia como lidar, mas gostaria de acreditar que não era nada demais, afinal… O próprio garoto parecia guardar um pouco desse tipo de sentimento, mas no momento havia algo de maior importância além de comida e outras coisas que nem ele sabia dizer o que era, empregados ! Quer dizer… Minions. Não, porra ! Companheiros ! Sim, o jovem rebelde realmente estava a mudar a sua visão, estava a gostar da ambientação das pessoas a sua volta e principalmente da jovem garota que logo o complementou em seguida ao concordar, se antes achávamos que era uma aventura onde teríamos um conto de uma história envolvendo morte, putaria e muita merda, agora tínhamos certeza que talvez estivessemos no caminho de mais um item, o Harém ! (Caralho, sempre quis ter isso, lembrando que escravas não contam !)

“” Mas como o nosso personagem é um frouxo, então pode esquecer ! Por sinal, como que faz um harém com uma pessoa só ? Divide ela ? “”

Já que o mesmo havia chamado o Mestre Kame com suas perguntas, não demorou muito para que ele finalmente começasse a falar, começando a contar suas histórias do seu passado, provavelmente de uns dois mil anos atrás, só havia um problema… Um fator que realmente fez com que Lynn se perguntasse do que era o assunto, tudo isso por causa dessa maldita voz que só serve pra fuder a porra toda.

“” Oh !… Como ele falou UM Frota, eu tenho certeza que ele está se referindo ao Alexandre Frota ! O maluco é foda mesmo, só não imaginei que tinha essas coisa na Marinha. “”

” Que porra é essa ? “

“” Ahh ! É um ator famoso de p-... Esquece, ele ta falando de UMA frota… Que porra, já tava ficando alegre aqui que ia rolar alguma coisa. Bit Triste “”

As informações obtidas pela pequena história de provável milênios atrás que seria a vida daquele velho, se tornava um fator bem importante para entender um pouco como as coisas funcionavam, parece que se Lynn realmente tivesse como objetivo se manter ao lado de Alipheese e talvez de futuros companheiros, o caminho a seguir era simples, criar uma frota ! Todavia, seus olhos se mantinham pressionados naquela mão que parecia continuar a acariciar os cabelos de sua companheira, de um lado para o outro, seus olhos pareciam acompanhar a movimentação de sua presa, igual a de um gato ! Novamente estava a emanar aquela aura monstruosa que apenas ele poderia sentir, aura essa conhecida talvez como CIÚMES !

O pequeno tempo passava e agora havia confirmado as suas necessidades dentro da Marinha, precisava formar o grupo, uma frota ! Principalmente com as palavras de Alipheese no meio daquilo, a única coisa que precisava agora era a parte mais difícil de todas, mais difícil que até mesmo vencer do fudendo Shao Kahn no Mortal Kombat, Bowser de Mario ou até mesmo o Nemesis de Resident Evil ! A porra do nome !

” Hmmm… Que nome que eu posso dar ? Talvez Four Calamites ? Nah… Desde quando eu trago calamidades ? Eu trago é minha presença milagrosa para a alma de todas essas pessoas que simplesmente nasceram para me servir ! O Reino então ? Pfft ! Reino? Isso é fraco demais para fazer grandeza ao meu império, falta ambição nisso aí. Já sei ! Kerb- Nem a pau que eu vou colocar um nome desses no meu grupo, vei… Quem diabos que teria a ideia de um nome como esse ? Devem ter muitos problemas mentais em colocar algo como “Kerberus” não é possível… Que nome usar… Que nome usar… “

Enquanto a garota se preparava para pegar os pratos e entregá-los, o ruivo continuava perdido em seus pensamentos na busca de um nome que pelo menos fosse decente, diferente desses citados logo acima, já que nada parecia ser coerente e agradável, até que finalmente achou uma resposta nos meios das próprias palavras da garota, PANDEMÔNIO !

- Já sei ! Que tal PandemônioOo. -

No meio de suas palavras, apenas uma forte batida sobre a porta pode ser ouvida após abri-la de maneira violenta, sua visão se virava rapidamente em sua direção, engolindo as palavras que talvez estivessem a continuar a sua opinião. A seguindo e ouvindo as palavras da garota no meio de sua confusão, não conseguia sequer entender nada do que estava rolando, mas podia perceber que Alipheese havia feito um show em tanto com aqueles pratos que estava carregando, por assim respondendo brevemente a pergunta da jovem quando se referiu a ele mesmo, todavia… Perdido no meio de seus pensamentos puros  pelas ações inusitadas da jovem.

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- Er… Lynn ?! -

” Porra… Isso é permitido ? Tipo… É normal imaginar alguma coisa ao olhar essas duas dessa maneira ?... Por sinal, que porra é essa nas costas dela ? Asa de pombo ? AHHHHH, já sei ! Será que ela é um anjo ?“

“” Meu jovem… Você não sabe de nada da vida !  Quando se tem duas mulheres na mesma cama… Ahhh ! Elas dormem. ( ͡° ͜ʖ ͡°) “”

Sem entender muito bem o que estava acontecendo ou da própria aparência da jovem, o mesmo podia se perguntar se estava realmente no mundo de One Piece ou em um conto de Fantasia qualquer por aí, a maneira que a mesma agia e falava parecia ser um tanto quanto tentador o suficiente para que o fizesse se sentir levemente corado com tudo aquilo, entretanto, precisava manter a compostura além que já esperava provavelmente não ter muito do apoio de sua companheira no meio disso, na verdade… Era possível que a mesma entrasse em curto circuito por toda essa abordagem inesperada, porém, uma coisa era colocada em jogo pela garota angelical, algo que havia se provado ser como um fator realmente decisivo na porra de sua vida inútil até agora, a comida !

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- Bom, Jibril ? Existem duas coisas muito importantes na vida desse Imperador aqui, uma delas é as pessoas que me servem, mesmo que eu não tenha nenhuma até o momento de maneira definitiva e algumas não sabem disso ainda… E a outra é que atualmente eu amo mais a comida do que eu amo as pessoas, então… Eu adoraria experimentar um prato seu. -

“” Olha que garoto mais formal ! Onde aprendeu isso ? Nunca imaginei que você poderia falar de tal maneira… Por sinal… Se aquele papo de Harém lá em cima for rolar mesmo, ela é uma boa aquisição, não ? Olhe a variedade subindo, uma Loli e agora uma garota galinha, quer dizer, anjo. “”

Aceitaria a proposta feita pela mesma em experimentar a sua comida, não havia sentido em simplesmente negar aquilo e por isso mesmo poderia se ver surpreso por algo novo em seu mundo, não perderia a oportunidade de quem sabe se levantar e assistir a mesma enquanto prepara sua refeição, por mais incrível que pareça, Lynn parecia ter realmente criado algo especial em relação aos Cozinheiros, simplesmente por sempre os oferecerem a melhor coisa possível em seu paladar, sempre agindo de uma forma calorosa e acolhedora, por isso viria a talvez conversar com a mesma se fosse permitido, se caso ela não permitisse que ninguém entrasse na cozinha ao seu lado por meio de algo “Secreto” ou até mesmo segurança, o pobre animalzinho chamado Lynn não via problemas, direcionando suas perguntas ao velho.

- Aprendiz do velho ? Se sim, deve ser bem habilidosa com a comida, por falar nisso, você é da Marinha ou tem interesse em se tornar uma Cozinheira Chefe ? -

Se no meio disso fosse pedido um pouco de ajuda como lavar algumas coisas ou entregar algo para ela, literalmente se tornar um cachorrinho mandado, faria de extremo grado, motivos ?  Tinha interesse nesse assunto mesmo que não entendesse porra nenhuma do que estaria acontecendo no meio daquela provável panela que a garota poderia vir a usar, o verdadeiro motivo de tudo isso era em talvez tentar ter um Minion de boa qualidade para sempre ajudá-lo no quesito “Comida”, se tiver alguém que sempre poderá preparar suas refeições com a qualidade que estava a comer ultimamente, isso significa que nunca passará fome ! Simples e fácil, lógica abstrata e sem erro, vício eterno e comida injetada na veia !

No entanto havia um pequeno problema no meio de tudo isso, talvez suas palavras não pudessem ser de muito agrado para ela, ou até mesmo acabarem não sendo algo que ela gostasse de falar, já que o mesmo não a conhecia, nunca se sabe o que poderia passar por sua cabeça, por isso viria a incentivá-la, mesmo que fosse do seu jeito.

- Relaxa, não importa o que os outros digam se no final eu falar algo, sou eu quem decide. -

“” Eita… Essa realmente foi boa, só cuidado com o ciúmes de uma para a outra, apesar que ela demonstrou curtir os dois lados… Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 1439049992 “”

Falaria de maneira firme e confiante junto de um leve sorriso no rosto, tentando realmente passar um pingo de motivação para a jovem, por mais incrível que pareça, comida é algo que não devia ser tratada de má forma e isso sempre conta para seus criadores, já que são eles que estão a fazer essa obra de arte para nós, mesmo que haja problemas em outro ramo, um pingo de respeito era o necessário para essas pessoas, pelo menos era isso que o pequeno Imperador fajuto pensava, diferente da voz que só via aquilo como uma boa escolha em se aproximar de alguém, por sinal, até eu estou realmente impressionado com isto…

Agora se a resposta ruim viesse do velho marombeiro, guardaria o momento em que ela mesma estivesse na mesa para comentar as palavras ditas acima, era importante passar a sua visão para Jibril, só esperava não ter que engolir elas da pior maneira por comer algo surreal, coisa que ele não esperava, já que tinha o próprio Mestre Kame como um testador de habilidades, se até Kuririn se tornou alguém (Mesmo que morto), por que ela não ?

Caso a comida finalmente chegasse a mesa sem maiores problemas, não teria problemas em se sentar e sentir o cheiro para tentar descobrir o que poderia ser, tendo sua reação totalmente dependente de sua resposta, sendo ela algo por meio bom, surpresa ou ruim. Todavia, se lembraria das palavras que a mesma havia dito no início, não esquecendo de trazê-las à tona.

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- Hey ! Isso é um desafio né ? É hora do duelo ! -

“” É hora do duelo ! < Link guys, não se esqueçam ! “”

Abriria um sorriso sádico e com a música de abertura do Yu-Gi-Oh no fundo para melhorar a cena bem após suas palavras, era impossível que qualquer garota ou pessoa na face deste mundo não cairia de louvor sobre a sua presença. Morderia um dos hashis com a boca antes de puxar o outro com a outra mão dando um tanto de efeito no mesmo momento que olharia de maneira seria e confiante para Jibril, já que em sua cabeça era possível até mesmo ver fogos saindo dessa leve ação de separar os hashis como se estivesse demonstrando a sua determinação, sim, a porra do meu personagem é retardado a esse ponto de imaginar que estaria fazendo uma ação foda enquanto na verdade apenas estaria passando vergonha, pobre Lynn...

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptyQua 23 Maio 2018, 23:13

COM TÍTULO
Após sua procura pelo capitão Bruce, o jovem mágico acaba por encontrá-lo de forma bem simples, Bruce estava sentado em um tronco de árvore em uma posição que parecia ser de meditação e aquilo poderia ser um prato cheio para que Drake conseguisse chegar sem o capitão perceber, mas sua tentativa de surpreendê-lo acaba sendo frustrada quando Bruce se vira o dizendo bom dia, Drake finge que nada está acontecendo e então se pronuncia dizendo estar ali para os exames.



“Como ele percebeu que eu estava aqui? Morcego desgraçado, da próxima eu te pego.”


Bruce se levanta e pede á Drake que o siga para que pudesse iniciar os exames, os dois seguem andando até que chegarem a nordeste do QG onde havia um pátio com grama na altura do peito do ruivo, neve cobria toda a grama e estava entre ela também, Drake olha para Bruce e para a grama sem entender muito bem o que estava fazendo ali olhando para aquele pátio com mais grama do que uma floresta e então pergunta ao capitão.


- É… Sem querer ser chato capitão, mas porque estamos aqui olhando para esse monte de mato e neve? Achei que estivéssemos indo para um local onde eu pudesse fazer meus exames de admissão para a marinha… Isso tem alguma espécie de simbolismo para você? Na verdade eu não vejo motivo para estar aqui de frente para isso…



Bruce olhando para Drake apenas puxa uma enorme o explica que toda a grama seria o primeiro desafio do jovem, o mágico ainda sem entender continua olhando para Bruce, Drake já tinha uma pequena idéia do que o capitão queria dizer mas seu orgulho não o deixava acreditar naquilo.
Bruce poderia ter percebido o olhar de quem não estava acreditando naquilo no rosto de Drake e então começa a explicar que aquilo era a primeira parte de seu treinamento e o pugilista teria de cortar toda aquela grama para completar o que poderia ser apenas a primeira parte de seu treinamento erguendo a tesoura na altura das mãos de Drake, o mágico ainda sem acreditar usa de seu sarcasmo e pergunta ao capitão.



- Ah, claro… Agora eu entendi tudo, isso aqui é igual aquelas histórias do Karatê Kid né? O treinamento com o mestre miyagi e tals… Hmm sei, tira casaco, põe casaco, fazer todas as tarefas porque no final tudo vai ter um sentido e vai me tornar mais forte né?… Tá, você vai dizer que isso aqui vai me deixar mais forte e flexível também não é?



O jovem então pega a tesoura e Bruce se senta próximo ao local onde estava a grama alta e diz para que após cortar toda a grama Drake ainda precisaria colocar tudo dentro de sacolas, o mágico enfurecido parecia não acreditar no que estava ouvindo, olha para a tesoura, olha para o capitão e diz.



- HAHA, okey capitão, já chega de brincadeiras. Você me deu essa tesoura enorme para eu tentar atacá-lo não é? Acho que isso foi um pouco imprudente da sua parte, mas eu não vejo problemas em errar um pouco a grama e acertar você aí sentado e acabar te cortando.



Ainda enquanto Drake resmungava, Bruce completa suas palavras dizendo que estaria ali sentado a espera de que tudo estivesse terminado e que após isso os dois teriam um combate, Drake imediatamente olhava para o capitão e um sorriso surgia em seu rosto, um sorriso perverso junto a um olhar ensandecido enquanto falava.



- Agora você está falando a minha língua capitã… Porque não disse isso antes? Teria sido muito mais prático e teria me motivado bem mais fácil.



Após ter terminado de falar com o capitão Drake se foca completamente no que estava a sua frente, o jovem queria a todo custo lutar com o capitão no final da tarefa mas sabia que aquilo demandaria um pouco de tempo para ser executado, o mágico então respira fundo dá um passo à frente em direção ao matagal, empunha a tesoura apontando para todo o mato e segue em frente, coloca a tesoura no primeiro ramo de mato e o corta, nesse momento Drake percebe o quanto ele iria demorar para terminar tudo aquilo mas sua cabeça não parava de pensar no combate contra o capitão e cada vez que isso vinha a sua mente o jovem dava o seu máximo para terminar o mais rápido possível.



Após cortar alguns ramos de toda aquela grama, Darake percebe que não estava tão eficaz quanto queria e pensa então em tentar de uma outra maneira, o jovem colocava a tesoura bem rente ao solo mirando para as suas pontas para frente enquanto a mantinha semi aberta, a ideia do garoto era de que o usando sua aceleração o impulso gerado por ele ao ir para frente junto a lâmina da tesoura pudesse fazer com que o mato fosse cortado mais facilmente, Drake se preparava e começava a correr para a frente deixando apenas a lâmina da tesoura fazer todo o trabalho de decepar toda a grama que entrasse no caminho sem que ele precisasse abrir e fechar a mesma toda hora.



O mágico então estipula uma forma de seguir com esse plano e então observa completamente a distância na qual iria percorrer para que pudesse terminar o trabalho, Drake se afasta um pouco de toda aquela grama e observa o perímetro no qual ela estava, o jovem não sabia ao certo o tamanho daquilo mas pensava em algo que se tivesse entre 400 a 500m². O ex circense então se aproxima novamente do mato se prepara em sua posição e começa a correr, após dar alguns passos a frente sem obter muito sucesso, o jovem percebe que havia esquecido algo importante em meio a todo aquele cálculo, Drake havia esquecido da neve que estava tanto em cima do mato quanto entre o mesmo e isso dificultou a sua movimentação em velocidade, por mais que o jovem tivesse uma aceleração melhor do que a maioria das pessoas, a neve o impedia de se movimentar mais livremente e praticamente segurava seus pés ao solo quando o mesmo tentava se mover.


“Droga, minha ideia tinha tudo para que desse certo se eu não tivesse esquecido desse ponto importante do cenário… Que desgraça, agora vai demorar muito para eu poder lutar com o capitão… Pensa, pensa Drake, pensa… Vamos lá, pense em algo que possa o ajudar nessa situação…”



O jovem se via em meio a seus pensamentos buscando uma forma de fazer o trabalho com mais eficácia, pensou, pensou e pensou mais um pouco até que chegou a uma leve conclusão do porque estaria fazendo aquilo justamente naquelas condições.



“Ei, espera, e se o intuito do capitão for justamente esse?  Querer que eu use das minhas habilidades físicas buscando me movimentar mais rápido mesmo em ambientes difíceis de se mover? Hmm, pensando melhor isso até que faz sentido, se eu usar da minha aceleração para tentar me mover por essa neve enquanto corto a grama, isso me daria mais impulsão e força, dessa forma eu estaria treinando não só minhas pernas para me mover cada vez melhor entre locais de difícil movimentação, como também teria mais força para ter mais impulsão nos meus movimentos, e é pra isso que essa grama deve servir, justamente para causar o bloqueio corporal melhorando minhas capacidades físicas… Ora ora, não sei se isso é realmente a idéia do capitão, mas eu vou tentar fazer dessa mesma maneira, com certeza isso irá me ajudar futuramente em combates como o último contra aqueles tritões…”



O semblante de Drake havia mudado e não era mais o rosto de quem não estava satisfeito com o que estava fazendo, e sim o rosto de quem estava sentindo o que talvez fosse uma excelente oportunidade de melhorar suas próprias habilidades para assim atingir seus objetivos futuros.
O jovem continuava e continuava a usar de sua aceleração junto a tesoura para assim continuar a cortar a grama que ainda estava a frente, Drake ainda não havia conseguido sequer chegar a 100m² de todo aquele mato, mas o ânimo do garoto parecia ter mudado e a vontade de melhorar era visível em seu rosto e atitudes.



Após mais algum tempo se esforçando e tentando se adaptar aquele tipo de situação, Drake começa a se acostumar com o cenário e seu corpo começa a responder mais suavemente a tudo o que ele deseja, seus pés se acostumam com a neve sobre eles e Drake começa a ter o sua pisada de forma mais suave o fazendo quase que flutuar sobre o solo gélido e frágil, sua caminhada enquanto impulsionava seu corpo contra a grama alta era agressiva mas ao mesmo tempo gentil fazendo com que seus pés não penetrassem a fina camada de neve, Drake estava usando mais as pontas dos pés para apoiar e se movimentar mas ainda não havia percebido, conforme o tempo passou e seu corpo se acostumou mais o jovem se via cada vez mais veloz em cortar a grama e o que ainda não havia chegado aos 100m² já haviam se tornado quase os 500m² completos e faltava muito pouco para terminar, o ruivo então se forçou ainda mais usando mais de sua velocidade e ímpeto para terminar o último bloco de grama que ainda restava, Drake se movia feroz e graciosamente sobre a neve de forma que continuava com a força necessária para cortar mas mantinha a suavidade ao pisar, isso futuramente poderia ajudá-lo em seu próprio desenvolvimento físico, o tornando mais veloz mesmo em ambientes mais complexos, já que o jovem agora conseguia caminhar sobre uma frágil camada de neve sem que seus pés se afundassem e o prendessem na mesma.



Logo após terminar de cortar toda a grama do pátio onde estava o ex circense olhava para toda a grama que estava caída no chão e se lembra que ainda precisava guardá-la nas sacolas que Bruce havia dito, o jovem não parecia cansado mas sim animado, com o fato de estar quase que com todo o trabalho terminado para assim poder enfrentar o capitão no tão esperado combate.
Drake vai em direção a todos os sacos que Bruce havia jogado no chão e os junta em um só lugar deixando o gramado livre apenas com a grama cortada e depois disso pensou na melhor forma de fazer a limpeza do campo.


“Será que consigo fazer o mesmo que fiz agora só que para limpar o gramado? Acho que posso usar da minha velocidade pra juntar toda a grama em um só lugar, assim ficando mais fácil pra eu colocar nos sacos sem ter que ficar catando tudo pouco a pouco… Hmm, bom acho que eu vou tentar, se eu consegui me mover com toda aquela grama na minha frente acho que consigo fazer isso apenas para limpar agora. A final, meu corpo parece ter se acostumado a se mover rápido sem ser interrompido pelo terreno frágil…”



Não demorou muito tempo e o garoto já havia começado a sua limpeza com sua nova performance, o ruivo corria tão suavemente sobre a neve que seu corpo parecia ser feito de papel de forma a não afundar na mesma, enquanto corria Drake percebia que sua velocidade havia melhorado e que seu fôlego não estava acabando tão rápido quanto antes, pois não havia mais a grama fazendo força contra seu corpo enquanto se movia e isso o deixava livre para fazer sua limpeza, o jovem passava pela grama cortada e ia pegando com suas mãos e juntando as mesmas em um só lugar fora de onde estava o tapete de neve, e alguns minutos depois o garoto já havia terminado a sua limpeza e agora só precisava colocar tudo nas sacolas, algo que era bem simples e rápido de se fazer e não demorou quase nada para terminar.



Agora Drake apenas esperava as palavras de Bruce sobre o tal combate apenas o chamando assim que havia acabado, pedindo para o capitão se levantar e se preparar para a luta que ele tanto esperava.



- Ei morcegão, eu já terminei… Que tal se levantar agora e começarmos o combate de uma vez? Eu to esperando isso desde a hora que comecei a limpar esse gramado.


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Última edição por CrowKuro em Sex 06 Jul 2018, 17:47, editado 2 vez(es) (Razão : Adicionar Template)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptySex 25 Maio 2018, 13:11



~Achiles & Shinsuke~


O garoto facilmente irritado, com a queda do homem grisalho do céu, apenas se via com uma única coisa na mente que era, bem… destroçar ele… Six que passeava ali por perto, notava melhor o que acontecia ali, ela não se aproximava tanto ficando num banco ali perto, apenas olhando, devia estar esperando por algo ou alguém, Inicialmente irritado ao ver Achiles levantando junto de si a primeira reação era pensar em socar ele, só que desistia ao compreender de quem se tratava. Sua expressão mudava, e logo estava com uma falsa simpatia no rosto, não era lá um grande ator, mas tentava ao menos fazer o básico do que fosse necessário, suficiente para não parecer alguém que deveria ser morto.

Após mudar de atitude ele puxava do garoto grisalho, as informações sobre Crasus e tudo mais que poderia ter acontecido nesse meio tempo, ainda um tanto fora da confiança dele, o jovem Wolf falava o mínimo possível, ou talvez sua recorrente luta ainda afetasse um tanto sua memória, ou fosse apenas uma questão de confiar ou não nas pessoas em questão, entretanto depois disso, o jovem Partia para uma tentativa de conquista para cima de Hana, sim isso era algo que ele nunca deixaria de lado, começava com uma pergunta inocente de começo. Que ela com um sorriso bobo no rosto apenas respondia, não tinha pensado no teor. - Eu venho de Shells Town, junto com ele.- aquilo começava a irritar Zed por dentro, lentamente, e aquilo poderia dar certo? provavelmente não, mas se as coisas tivessem parado ali talvez.

Sem perder tempo o pedreiro… digo o agente, já a chamava para sair, de forma quase automática, a garota, agora entendia do que se tratava, seu instinto ativada automaticamente, ela estava pronta pra começar a sua tortura psicológica provocativa, principalmente por que era parte do plano seduzir ele ou deveria, mas nesse cenário onde, as coisas estavam acontecendo de maneira tão abrupta apenas as palavras. - Talvez isso... - que eram cortadas por um corte da espada de zed acima da cabeça de Achiles que vendo o golpe antes havia dado um salto pra trás, ele se preparava para atacar mas Hana entrava do meio. - Opa, devagar, menos testosterona aqui no quartel, se não podemos ter problemas de ambos os lado.- ela fazia uma cara um tanto quanto safada posando com a mão nos quadris no meio deles. - Vocês devem ter lugar melhor pra aliviar seus hormônios não acham? Então procurem isso em outra hora, outro lugar.- apesar de que por dentro, não havia nada que não fosse uma tentativa de sedução no meio daquilo para que os dois fossem acalmados.

Achiles então voltava a um estado mais tranquilo, e Começava a falar algo importante Akame, a agente que tinha lhe delegado a missão, era dela que ele precisava naquele momento, mas o espadachim não contente com o que ouvia por não ser diretamente a informação, atacando de uma única vez Achiles, que agora já um tanto mais atento, e preocupado de certo modo, afasta dois passos, mas não só isso, ele revidava, voltando com um golpe devastador bem no rosto do espadachim, sim ele avançava com a parte do meio do braço com um golpe rápido, que enfiava o rosto do esquentadinho na terra e na grama, o fazendo comer elas, enquanto se preparava para um próximo golpe, aquele provavelmente era o ataque mais forte que o esquentadinho teria recebido até hoje (Pois é fera, dano em Especialista) com uma possibilidade bem grande de que se fosse a técnica completa, ia machucar realmente… muito…

Mas depois do golpe, Six que estava extremamente atenta ao que eles fazia já caminhava na direção dos dois, assim que Zed estava de pé irritadiço pronto pra dar um segundo golpe, Hana pretendia interferir, talvez parar aquilo, mas assim que a espada começava a avançar ele sentia apenas 3 dedos, no pescoço e lentamente apagava. Sim era a mulher vestida de terno e chapéu fedora, que com o punho fechado batia na cabeça de Achiles com uma força enorme o derrubando no chão. - Hey!! falava em alto tom. Segure seu macaco, que eu seguro o meu, e veja se evita esse tipo de coisas, por que pra sua sorte eu estava aqui, o Agente Achiles está próximo de uma missão.- Pegando uma chave do bolso jogava nas mãos de da garota que ainda não tinha assimilado o que aconteceu exatamente- leve ele pra essa sala fica ao lado do refeitório, se quiser saber sobre Crasus me espere por lá, e depois eu virei a contar o que sei, ou procure akame, e ela te dará resultados satisfatórios.- Hana olhando para ela com todo o tom de superior, era cordial. - Me desculpe, tentaremos evitar esse tipo de confusão, estamos estressados ainda, foi uma viagem longa.- apesar de que ela não estava lá muito feliz com o que tinha acontecido, da parte do Agente também.

O Olhar da moça de cabelos rosa era o mesmo de decepção (Para fins explicativos de quem não estivesse acompanhando o Achiles essa é a Agente 6 ou Six: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] abaixando o chapéu olhando apenas com a lateral do rosto ela se virava completamente, pegando o garoto pela gola e arrastando pelo lugar, Hana também retirava Zed completamente apagado do chão. As duas se afastaram dali indo para os respectivos lugares.

~Achiles~


Six carregava Achiles para a estufa do lugar onde ao chegar, levantava ele, e começava a perguntar, sobre o que havia acontecido. - O que diabos foi aquilo?- Olhava com um rosto sério, o lugar que eles estavam era bem bonito, haviam muitas plantas, provavelmente uma variedade infinita delas, o que poderia de certo modo fazer ele pensar muito mais no que ele queria aprender do que o que quer que estivesse sendo discutido ali, havia um grande balcão mais a frente que deveria ser usado para análise de plantas, outras coisas estavam ali, para provavelmente fazer extração de nutrientes, era o lugar perfeito para aprendizado. - Você sabe o tamanho do problema que aquilo podia ter gerado? e pior, quem eram aqueles dois? tinham uniforme da marinha, mas para um marinheiro agir daquela forma o que você disse? xingou a mãe dele por acaso?- mas o garoto desatento a isso apenas perguntava para ela sobre os medicamentos e a matéria prima de sua fabricação, bem Six não era médica, entretanto entendia de botânica.

Olhando pra ele com aquela cara de estar lidando com alguém impossível, ela então explicava, tentando entrar no jogo dele. - Ta bom, eu entendo disso, mas eu só vou te explicar quando você realmente entrar no clima aqui, e me explicar detalhadamente o que foi aquilo, depois podemos começar.- falava olhando seriamente colocando a mão no rosto logo depois disso, sim aquelas coisas tinham a estressado, e a feito muito provavelmente perder algum tipo de encontro, pra alguém com gostos peculiares como ela, era difícil achar alguém disposto a estar com ela em certas situações, ainda mais por um nicho pequeno como Agentes e Marinheiros, pra ela a maioria era muito parecida, e isso tornava tudo mais complicado, pois todos acabavam com o mesmo tipo de esquiva, e tentativas furadas de seguir por um caminho que de fato não era o dela.

Six era uma das garotas mais peculiares do QG, não chegava a ser tão diferente quando se trabalhava com ela em combate, mas fora dele, bastava algumas tempo pra perceber várias de suas peculiaridades, o motivo disso, bem, talvez seu passado conturbado, mas ela era alguém, que não conheceu o mundo de maneira feliz e bonita, ela mal sabe quem foi sua família, e a única coisa que teve contato como mais próximo de afetivo era a própria dor, talvez, isso tivesse mudado um pouco a mente dela, em aspectos diferentes, passo a passo, no fim das contas era uma moça que confundia um pouco as coisas

~Shinsuke~


Depois de alguns minutos do grande impacto, o jovem acordava ainda sem saber bem o que aconteceu, estava com a cabeça no colo de Hana que alisava seus cabelos, de uma maneira carinhosa a qual ele não estava provavelmente acostumado. Ela olhava fixamente para a janela da sala. O lugar era interessante, um quarto pequeno, com uma cama no centro, que era onde eles estavam, uma janela a direita, a porta a esquerda, e um armário que tomava toda a parede de frente pra cama entre a janela e a porta, a cama ficava na transversal, com a base apontada pra janela, e a fronte para porta, hana estava sentada de frente pro armário na ponta da cama próxima a porta, com a cabeça virada pra janela.

O resto do quarto era simples sem nenhuma outra mobília além dessas, as paredes pareciam bem grossas e cuidadas, já nesse momento vendo que Zed havia acordado, a jovem Hana se aproximava de seu ouvido. - Zed-Chan… Lembre que se você for expulso da marinha, eu não vou te perdoar.- uma lágrima de leve quase descia pelo rosto dela naquele momento, mas ela o limpava sem deixar que ele visse aquilo, por mais inconsequente que ele fosse, ela sabia que aquilo tinha colocado eles dois em risco, mesmo que o Agente em questão fosse despreocupado, era um Superior, tanto em patente quanto aparentemente em força física.

Por mais engraçado que o momento pudesse ter sido, colocava a carreira dele inteira em risco, talvez dela também, essas coisas não eram felizes nem tão pouco boas de se imaginar, mas o tempo com ele apagado tinha a feito pensar. - Idiota, você sabe que eu me preocupo com você, sabe que essas coisas poderiam não só te machucar muito mais do que foi, mas poderiam ter causado problemas pra você, sabia que ele tem uma patente maior que a nossa? e ainda mais dentro do QG? se aquilo tivesse ficado maior, todos os marinheiros cairiam em cima de nós, talvez você fosse preso.- As palavras dela demonstravam mais preocupação do que raiva ou qualquer outra coisa parecia muito mais com um grito de socorro do que com uma bronca, tudo aquilo afetava a ameaça de uma forma grande, era como sentir perder um amigo ou alguém que ela considerava próximo, aquele momento não era coisa de seu feitio, todo o sentimento a levava a fazer algo assim.

~Alipheese & Makei~


A comida do velho homem tinha surpreendido o garoto, que pensava em… coisas que… ele pensaria, talvez um subalterno que fizesse a comida pra ele ou qualquer coisa desse tipo, mas claro, seria da melhor comida, e a história do homem, bem ela de certo modo o fazia pensar bem mais coisas, assim como a pequenina que entendia ser tudo cedo demais ainda, eles iriam fazer as coisas mas não agora, não nesse tempo, e a batida da porta igualmente surpreendia com a entrada da mulher, que simplesmente chegava chegando, ambos ficavam assustados, Alipheese automaticamente entrava em um estado e confusão, era uma moça bonita, mas ainda era uma moça certo? e mesmo assim, seu coração estava acelerado, e mal conseguia pronunciar seu nome, Lynn que quase tinha uma ideia genial, se perdia de forma estranha, pelo proprio impacto da cena, pelas curvas da mulher mas em principal, pela forma como ela se aproximava.

Além disso ver as duas se olhando o fazia não entender nada, mais do que já não entendia, há como as coisas estavam rumando para um caminho tão lindo e pecaminoso, e o que eram aquelas asas? eram perguntas que logo eram tomadas pela proposta de Jibril de fazer comida, ambos aceitavam, Lynn de maneira mais facil e rapida, Ali ainda perdida nos seus pensamentos ficavam um tanto quanto envergonhada, e as palavras lhe fugiam, aquilo era muito fofo a qualquer um que olhasse, inclusive para a celestial, que ouvia ela calmamente dizendo que aceitaria. Mas o que fazia ela soltar Alipheese eram algumas palavras “Imperador” e “servos”, aquilo automaticamente chamava sua atenção que aos poucos a fazia soltar a pequenina, partindo para Lynn olhando com um olhar um tanto quanto safado.

Assim que a moça a soltava, a pequena ia para o processo de forja, mas ao mesmo tempo mantinha sempre um olho no que a garota anjo estava fazendo, olhar pra ela a dava vergonha por o que tinha lhe feito sentir, afeto e um pouco de carinho, em um momento como uma mãe em outros, talvez como sua parceira romântica? bem apesar de não saber que era exatamente isso, seus hormônios podiam dizer o contrário, sendo bem sinceros com ela sobre tal. Mas naquele ponto Jibrill tinha sido desafiada, apesar de o jovem imperador inexperiente não saber o que isso queria dizer. - Então você gosta de subserviência certo? I-m-p-e-r-a-d-o-r… vou lhe mostrar um grande prato, você não vai esquecer- falava com os lábios quase tocando os dele, o que em uma visão do garoto parceria com lábios enormes se movendo na sua frente, e ela saia com um sorriso aparentemente feliz no rosto, enquanto o garoto de fato estava empolgado para receber a comida, o velho no entanto já olhava aquilo um pouco preocupado, ele sabia o que ia acontecer

Ali trabalhava calmamente na forja seus planos estavam em continuar fazendo seu trabalho sem sair dali, mas seus olhos estavam sempre na mulher trabalhando, ela estava sempre com isso em mente, mas o que mais a fazia desfocar, era que ver a celestial cozinhando era de fato um show, ela mexia as panelas, os ingredientes saltavam aos olhos, as a chama na temperatura perfeita, vários temperos colocados, mas assim Lynn fazia suas perguntas a mulher que trabalhava tão focadamente no seu prato, ela respondia apesar de não tirar os olhos do que fazia, e se olhassem pra eles notariam claramente o por que, aquilo eram olhos de felicidade, e prazer, de alguém que ama o que está fazendo na verdade, só aquele olhar, respondia a pergunta de Lynn por si só, sem que ela precisasse dizer nada, mas ainda assim ela acrescentava. - Sim, eu treinei com ele, mas tenha em mente que, trabalhadores do QG em sua maioria são marinheiros, poucos de fora adentram, até mesmo enfermeiras, e similares normalmente são médicos de ofício, marinheiros na guerra, já imaginou lutar de barriga vazia? ou sem os devidos cuidados? nossa diferença é que somos protetores silenciosos, muitas vezes com seu valor abandonado ao limbo.- Completava ela em seguida o chamando pra ajudar. -Vem lavar os legumes, e cortar aquela batata com a faca.- Falava ela virando o rosto com o sorriso nele só por alguns segundos.

A habilidade dela com as mãos era simplesmente surpreendente, Lynn partia lavando os legumes calmamente ate que sua maior inimiga surgia a batata, assim que ele a pegava pra fatiar, a doce voz surgia novamente. - Cubos perfeitos viu?- falava ela continuando preparar seu tempero especial, bem, o imperador sabia manusear bem a lança mas a faca nem tanto, aquilo nem eram cubos, mas ao menos ele terminava de cortar tudo. Na forja a baixinha estava pronta e no mesmo momento que saia era também a hora da verdade, a comida estava pronta, com pedaços de batata não tão bonitos assim, mas pronta, e era o que importava.

O cheiro era forte, ele tomava conta de toda a sala, e desde o início parecia ativar o melhor de cada um que o sentia diferente da aparência do velho que era mais simples a comida dela brilhava, ambos podiam chegar para a mesa, e se sentar um dos pratos era colocado na frente do garoto que se intitulava imperador, e o outro da pequenina, era um prato com um pouco de tudo, havia 3 tipos de carne, bacon que enrolava o arroz fazendo uma certa diferenciação no prato, além dele, bife grande no outro canto, e o terceiro era sushi, algumas poucas rodelas, ao centro. Mas antes de tudo a garota vergonhosa ainda com um pouco de dificuldade questionava o que seria aquilo nas costas, e o que traria de diferente ter elas.

Aquilo ativava o modo de fala da Jibril, que se aproximando por trás da cadeira dela passava os dois braços por os ombros dela se encostando nela por trás, os seios apertavam bem ali nas costas enquanto o rosto ela aproximava do da garota, quase encostando ele pela lateral direita, e primeiro de tudo sentindo um cheiro bom se aproximava do pescoço dela puxando o ar. - Você está com um cheiro muito bom.- e prosseguiu contando a história. - Bem pequena, eu venho de um lugar distante bem lá no céu.- Ela olhava pra Lynn também quando falava e depois voltava deitando o queixo no ombro dela. - Existem ilhas no topo de tudo, chamadas de ilhas do céu, eu era de uma dessas, existem muitos outros como eu por lá, chamam a gente de Celestiais, mas chamar de anjos não seria completamente errado, talvez sejamos criaturas parecidas com eles.- Falava com um sorriso bem simpático ela agora soltava um pouco a pequena afastando os seios das costas dela, mas dando um leve suspiro daqueles que se dá quando as memórias boas vem a mente. - haaaaaa- e o ar coincidentemente acabava por vir bem na nuca de Alipheese, uma brisa leve.

E soltando ela um pouco levantava indo pra frente dela ela se encostou na lateral da mesa que podia ficar de frente para um dos dois, seu olhar sempre que virava o rosto pra um deles era penetrante, e claro talvez o que pudesse chamar mais atenção além de seus olhos e sorriso, eram os seios que recostaram sobre a mesa, mostrando o potencial máximo de volume, e ela prosseguia sua explicação. - Lá todos são assim.- e mexia as asas mostrando que era capaz, de fazer elas se moverem -mas nenhum de nós realmente voa, alguns chegam a planar, mas nunca voar realmente. Podem ter asas maiores e menores. - Agora começava a girar ao redor da mesa se aproximando de Lynn quase colocando os seios na sua cara, mas na verdade tirava um pedaço de batata das que ele cortou do seu cabelo. E voltava a girar se aproximando novamente da baixinha afagando seu cabelo enquanto falava ainda.

-Bem é um pouco estranho pensar em como uma nuvem segura uma ilha mas de fato isso acontece, se chamam cumulonimbus, tão espessa e dura, que poderia de fato fazer esse efeito ser real.- e por fim o velho vendo que ela não pararia nem de afagar a cabeça da menor e nem mesmo, de falar jamais, cortando aquilo Kamui se pronunciava. - Então acho que isso é uma competição de culinária, vamos deixar eles comerem. - percebendo que estava novamente fazendo isso se afastava, e ficava no ponto da mesa que os dois a pudessem ver então dizendo as últimas coisas antes que começassem a consumir. - Podem se servir e espero que gostem.- o sorriso gentil e simpático no rosto dela parecia bem real, ela devia estar feliz de ver o velho, ter achado provador pra sua comida e tudo mais desse tipo.

Ambos depois de todo esse tempo finalmente era a hora da verdade, ambos levavam a comida a boca e… a sensação era diferente de qualquer coisa que já tivessem sentido, usando de venenos controlados, e pimenta, aquilo ativava automaticamente a sensação de dor e prazer em um misto gigantesco, eram ambas de uma maneira extrema, a pimenta não só queimava a língua ela causava sensação de dor, por toda a boca, e por cima dessa tão forte quanto um prazer exagerado, aquilo poderia ser tão viciante quanto uma droga talvez, se fosse dada em muita quantidade, ou era isso que pensaria alguém com aquilo pela primeira vez na boca, mas diferente do que se pensa, não, aquilo não tirava o sabor da comida, o gosto bom da carne estava mais forte do que nunca, e nenhum tempero era ofuscado, era a mistura perfeita, com uma sensação tão contrastante que era duvidoso se era realmente possível ter ela, era um extremo atrás de outro.

O rosto da garota se modifica nesse momento ela parecia mais e mais sádica olhando os servos.

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-Subserviência imperador?- Falava num tom de deboche- já que ama tanto isso por que não me implora por mais um prato - nesse momento aproximava o rosto do dele, - que tal mais um pouquinho? se ficar de joelhos eu juro que eu dou.- falava ainda com o olhar sádico e o sorriso perturbado. - pra você fofinha falava encostando a parte de trás da cabeça dela nos seios, e olhando ainda com esse olhar pra frente. - Se me disser por favor eu já lhe trago, mas tem de ser o por favor mais fofo que você tiver HaHaHaHa.- falava com a voz imponente se afastando novamente de ambos e assumindo a ponta da mesa. - Chorem por minha comida, e desejem mais, e mais, e sejam meus fiéis. - o velho sabia que aquilo ia acontecer e apenas esperava pra ver o resultado, mas a mulher tinha o dom para o sadismo, apesar de despertar ele apenas naqueles momentos.

Se o garoto realmente se ajoelhar, ela pegaria o prato e diria. - Abra a boquinha.- e daria as colheres cheias da comida na boca dele ajoelhado, o torturando por um tempo, brincando com a colher se aproximando da boca mas sem literalmente dar e quando por fim, se visse satisfeita disso, colocaria o prato no chão com a colher. - Agora pode pegar.- e se aproxima da pequena com outro prato. - Como se diz?- olharia com aquele mesmo olhar perturbado. - “Por favor mestre Jibril, realize meus desejos.” É assim que se fala- e se ela dissesse daria as colheres da comida. Como sempre tudo estava fora de controle com ela, nada tinha mudado muito desde então. Kame apenas bebia um pouco de água e assistia ao show.


~Drake~


Drake apesar de um tanto quanto contrariado inicialmente era mudado pelas palavras “lutar comigo”, e agora sim ele começava o garoto pensava inicialmente cortando ela próxima da base em como poderia acelerar isso, ele tinha algo em mente, que vinha a partir do tamanho da área, ele tomando distância, decidiu correr rapidamente cortando ela, mas a neve de fato atrapalhava sua movimentação colocando seu plano um pouco fora de questão, ele então prosseguiu cortando ela até ter novas ideias, e ele finalmente notava que aquela coisa tão simples, podia ser mais que um treino bobo de capinar um lote, ali estava uma chance pra ele se aprimorar também e treinar de maneira variada, afinal, um soldado deve estar pronto pra tudo.

O tempo de trabalho aos poucos ia moldando Drake, ele se acostumava a situação e na verdade mais que isso ele entendia o propósito por trás dela, pouco a pouco cortando e cortando, e assim que terminava juntando tudo, Bruce olhava com um certo orgulho, para ele esse simples momento era mais importante do que ele parecia, ele trajava algo maior que ele realmente era, algo além da compreensão, o homem que vestia o manto do capitão, estava sempre em seus momentos pensativo, olhando o garoto trabalhar, ele lembrava de como fora seu início, até onde seu trauma se tornou sua força, sim ele olhava para ele vendo um pouco de si, toda a raiva, o ímpeto destrutivo, a vontade de matar, se bem canalizada poderia tomar forma de uma força absurdamente melhor, maior, mais forte do que a maioria consegue ser.

O garoto terminava todo o corte e partia para limpar tudo, ele demorava o necessário e não muito mais que isso, e logo juntando toda a grama e carregando ela, estava terminado. Se apresentando ao capitão ele estava pronto para a luta novamente. Bruce levantava e ia para o meio do gramado que o garoto termina de limpar.- Muito bem garoto, venha, pode usar tudo que você tiver, com toda sua força e estilo, será um combate como você espera que seja, espero que não me decepcione nesse.- A voz rouca e imponente e rouca do homem meio a grama que agora estava baixa, se expandia para os ouvidos do garoto que agora nada mais tinha do que a chance que esperou pra fazer acontecer.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptySex 25 Maio 2018, 16:20



Tróia - Parte 3
Pandemonium


O dia estava sendo bem agitado quando se tratava de brigas e porradaria, primeiro havia enfrentado Yami que me ensinou bem sobre o estilo de combate das ruas, isso me proporcionou um melhor conhecimento do meu corpo e do estilo que Crasus adotava, o que poderia me ajudar muito em meu futuro. E a segunda foi quando o senhor Explode-E-Queima-Tudo Zed me atacou após ter cantado a sua companheira, estava atento a aquilo e consegui me esquivar habilmente e acertá-lo com mais força do que deveria. A acompanhante do loiro havia tentado impedir o combate com curvas mais do que belas, mas quem realmente parou tudo aquilo foi Six, com um belo de um soco de suas mãos mais do que belas, me pegando em cheio e me fazendo ir ao chão. Ela parecia ter dado alguma coisa para a garota e me arrastava para uma sala na direção oposta.

A agente estava mais do que brava comigo pelo acontecido recente, o lugar em que havíamos entrado era uma estufa, cheio de equipamentos para uma possível análise de todas as plantas que haviam ali, tudo isso era sensacional e me trazia uma boa curiosidade além da empolgação de aprender. Por sorte, havia encontrado uma professora que poderia me ensinar aquilo que estava procurando através de Ramiel, mas havia um porém, precisava explicar o que havia acontecido com detalhes.

“- E-eu… bati nele quando ele me provocou! - Era um garoto de dez anos nessa época, estava aprendendo como lutar através de meu pai que sempre foi um ótimo mestre, mas nesse dia havia acontecido algo que me deixaria marcado pelo resto da minha vida. Quando era tarde, alguns garotos me irritaram, me provocando e tudo mais o que tinha direito, sabendo brigar de uma forma totalmente diferente da deles, quebrei o nariz do mais chato, machucando minha mão com isso e quando voltei para casa e meu pai viu tudo, ele me deu mais do que uma bronca. - Você acha isso correto?! Machucar alguém apenas por que se irritou de brincadeiras bobas?! – Ele me repreendia. - Achiles, eu lhe ensino para você se defender de perigos e ajudar as pessoas necessitadas, não para usar disto descontando a sua raiva! – Seus olhos enfurecidos eram algo que me deixavam cada vez mais triste e deixava lágrimas caírem no chão. - Mantenha sempre a sua calma. – Seu abraço foi mais do que reconfortante naquele dia, mesmo depois da besteira que eu havia feito. Quando fui me tratar do machucado em minha mão, não usei o band-aid para curar um ferimento aberto e para curar um psicológico, colocando ele no mesmo lugar em que acertei o soco, no meio do nariz.”

Toda aquela lembrança passava em minha mente em uma questão de segundos, estava errado, sabia disso, não deveria ter atacado ele daquela forma e provavelmente machucado o marinheiro que apenas havia vindo me pedir informações sobre Crasus, mesmo que ele tivesse me atacado. - Peço desculpas. – Olharia para baixo como se toda a culpa caísse em minha cabeça. - Eu não conheço ambos, o loiro se apresentou como Explode-E-Queima-Tudo Zed. Ele venho me procurar sobre Crasus, ele havia me dito que sai no jornal após a captura do revolucionário, sobre quem era o alvo dele e como ele havia sido capturado, se havia alguma informação sobre a missão dele. Não disse quase nada sobre ele, omiti as informações verdadeiras, apenas lhe contei algns detalhes da batalha. – Olharia diretamente em seus olhos. - Eu não sei quem é a garota que estava em seu lado, não fiz nada para que ele me atacasse, apenas perguntei algumas coisas para a garota como de onde ela era e se ela queria sair comigo em um jantar mais tarde. Eles não me pareciam estar juntos mais que como amigos. – Meu olhar arrependido de ter feito o que fiz me empolgando com a batalha era evidente. - Peço desculpas pelo ocorrido, não acontecerá novamente. Me descontrolei e não deveria ter revidado, usei força demais e posso tê-lo machucado após me empolgar pela batalha. Todo esse ocorrido não levará nenhuma melhora ao povo ou para a futura missão, peço novamente desculpas. – Estaria sério, pegaria o relógio de bolso e o abriria para ver a foto de meus pais mais uma vez. Sentia saudade de ambos, foram as melhores pessoas desse mundo e eu sentia a dor de tê-los perdido até hoje, descobrir que não consegui capturar o verdadeiro culpado disso tudo me deixava com raiva, mas eu conseguirei…

Com o olhar sério e explicação/desculpas dadas, voltaria ao assunto sobre as matérias-primas para ela. - Você pode me ensinar melhor sobre isso? Futuramente gostaria de desenvolver medicamentos para salvar os pacientes invés de depender apenas dos que há em hospitais, entre outros. – E esperaria pela sua resposta que não deveria demorar para vir.

~~ Começo do Aprendizado: Botânica ~~

Será realizado futuramente com o decorrer da aventura. ~~

~~ Fim do aprendizado. ~~

Um bom tempo deveria ter se passado desde que comecei o aprendizado com Six, estaria cansado após ter exercitado bastante de minha mente e olharia com um sorriso para ela. - Agradeço por tudo, Six. Lhe devo um jantar. Pode ser esta noite? – Perguntaria sorrindo para ela, mas independente de sua resposta, estaria pronto para sair dali, arrumaria meu terno e retiraria qualquer sujeira que poderia ter se acumulado. - Até mais. – Um último sorriso e um aceno de mão com três dedos levantados(indicador, médio e polegar) pronto para sair pela porta da estufa.

Meu caminho agora seguiria em direção para uma das lojas que havia procurado anteriormente sobre o kit de primeiros socorros, mas precisamente, uma loja que contivesse equipamentos médicos. Em caso de não conseguir encontrar andando apenas após ter saído do quartel, procuraria por cidadãos que pudessem me dizer, abordando-o com um sorriso. - Com licença, o(a) senhor(a) poderia me dizer onde encontro equipamentos médicos? – Em caso dela saber, agradeceria com um sorriso e assentindo com a cabeça, repetiria o mesmo processo para caso ela não soubesse, mas perguntando para outra pessoa em seguida. Tendo a localização de tal loja, prosseguiria em sua direção, olhando para todos os lados e conferindo se não estava sendo seguido ou algum olhar torto em minha direção, estando com os punhos fechados dentro do meu terno para caso alguém estranho viesse atrás, onde procuraria seguir para a loja o mais rápido que eu pudesse.

Encontrando a mesma, iria até o balcão onde me encontraria com o atendente e falaria a minha lista de desejo de artefatos médicos. - Bom dia/tarde. Eu vou gostar de dois kits com vinte bandagens, dois bisturis, uma tesoura, duas linhas de sutura com vinte usos, uma agulha de sutura, duas pinças e dois litros de álcool. – Em caso de precisar repetir, repetiria. Esperaria que ele organizasse tudo para mim. - Quanto ficou? – Diria após ele ter terminado, desembolsaria o dinheiro priorizando pagar com o dinheiro que encontrasse em minha algibeira e completar com o de meus bolsos. Colocaria tudo em um dos compartimentos da minha mochila e com um Obrigado. sairia da loja.

Respiraria fundo, pois finalmente havia encontrado o que estava querendo há um tempo, mas eu não havia um estoque de qualquer medicamento e começaria minha procura por uma farmácia, procurando por perto, caso contrário, perguntando para algum cidadão com as mesmas ações que faria anteriormente em busca da loja. Ao entrar da farmácia, repetiria o processo indo até o balcão e pedindo os meus desejos para o balconista. - Quererei três morfinas, três sedativos, três antibióticos e dez remédios de uso diverso e uma pequena caixa de band-aids. Agradeço. – Da mesma forma que fiz anteriormente, esperaria ansiosamente por tudo e pagaria assim que me chegasse tudo o que havia pedido, mas desta vez colocaria os medicamentos em minha algibeira. Ao final disso tudo, deveria ter gasto uma grana preta, eu imagino como seria bem melhor tudo isso se fosse na época dos apertos de antes, por fim, retiraria a caixa de band-aids da algibeira, abrindo a mesma e retirando o band-aid que estava em meu nariz, repondo por um novo. - Bem melhor. – Guardando-o novamente na algibeira, se tivesse conseguido encontrá-lo. No caso de faltar alguma coisa, procuraria por uma outra farmácia e repetiria o mesmo processo, mas pedindo apenas o que estaria em falta e se não conseguisse achar, desistiria.

Com tudo pronto para voltar para o quartel, andaria até o mesmo com um sorriso em meu rosto, tomando precaução com alguém suspeito e sempre acelerando o meu passo caso visse alguém, tentando não esbarrar em qualquer pessoa pelo caminho. Meu objetivo dentro do quartel seria seguir para a sala de treinamento de One. Adentraria o local observando tudo e a todos, se estivesse cheio, esperaria do lado de fora, sentado no chão olhando dentro da minha mochila se tudo estava da maneira que havia deitado e lendo alguma das embalagens para passar o tempo. Em caso de estar vazio, retiraria a minha bolsa das costas deixando-a em algum canto junto com meu terno, gravata, sapatos e meias e começaria a fazer um aquecimento.

Era hora de treinar...

Lista completa de compras:
 


Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 2 EmptySab 26 Maio 2018, 01:14

COM TÍTULO
Drake se via completamente ansioso para o combate que viria contra o capitão Bruce e aquele era o momento para o duelo tão esperado pelo jovem. Após ter terminado a capina e a limpeza do que futuramente seria a arena de combate usada pelos mágico e pelo capitão, Bruce se levanta com um olhar diferente do mostrado antes do jovem começar o seu exame, o olhar do capitão era como um olhar de orgulho e via Drake de forma diferente a forma que o viu quando os exames começaram.
Bruce segue até o local que o ruivo havia acabado de limpar e o chama para que pudessem iniciar o combate tão esperado, Drake demonstrava tamanha ansiedade por aquilo que poderia ser visto em seu rosto o olhar que misturava puro êxtase, perversidade e empolgação.



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O jovem seguiria para a suposta arena onde o combate aconteceria enquanto Bruce já estava o esperando enquanto dizia para o jovem usar tudo o que tinha e que não o decepcionasse, aquelas palavras entravam fundo no ego do mágico que continuava seguindo para a arena enquanto alongava seus braços e se aquecia seguindo dando pequenos saltos para esquentar o seu sangue que pelo tempo ali parado após ter terminado a limpeza já poderia estar esfriando.




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Após ter adentrado o campo que antes estava completamente cheio de grama e agora estava completamente limpa, Drake seguia para o canto oposto ao qual Bruce se encontrava e parecia estar de certa forma triste ou excitado com o que o marinheiro havia dito “ não me decepcione” isso ecoava em sua cabeça profundamente e a loucura misturada com ansiedade e insanidade vinham a tona e poderia talvez estar emanando uma vontade tão intensa de matar que talvez poderia ser sentida pelo capitão. Drake se mantinha de costas por um leve período enquanto dizia.




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- Não se preocupe capitão, vou tentar não decepcioná-lo, só espero que não guarde mágoas de mim caso perca algum braço ou seja gravemente ferido…



Isso era dito com um leve sorriso em seu rosto e logo em seguida o jovem ia se virando lentamente até ficar de frente com o capitão, o seu semblante não era mais o de extrema loucura e insanidade no qual estava momentos atrás enquanto ainda estava de costas, seu semblante parecia calmo e não demonstrava nada um monstro como a poucos segundos demonstrava.





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Nesse momento Drake se prepararia para tentar uma investida contra o capitão e não o perguntava novamente se o mesmo estaria pronto, o jovem tentaria usar o que havia aprendido enquanto limpava o local da grama e se projetaria como uma bala em direção ao capitão, o mágico poderia ter uma leve idéia do que poderia fazer ali naquele local e como sabia o quão problemático poderia ser ficar com os pés presos na neve, o jovem observaria os pés do capitão, que ao estar ali parado por um certo tempo poderiam estar afundados na neve e talvez seria bem difícil para que ele o solta-se e tenta-se fazer qualquer movimento muito elaborado. Claro que isso na cabeça do garoto era algo bem simples mas em prática Drake poderia saber o quão arriscado poderia ser uma investida direta ao capitão.
Enquanto Drake estaria indo em direção a Bruce o mesmo tentaria mudar sua rota simultaneamente por duas vezes, um salto para a sua esquerda e outro para se impulsionar em direção ao capitão, o intuito de Drake seria tentar pegar Bruce por um lado no qual o mesmo não teria condições de encaixar um bom golpe contra o jovem enquanto Drake teria uma posição favorável para um soco de direita na parte lateral da face do capitão.


O ruivo não sabia qual o lado dominante do capitão e por isso poderia ser muito difícil penetrar sua defesa, o jovem boxeador tentaria prestar o máximo de atenção nos movimentos do capitão enquanto avançava, e se visse qualquer movimentação que o fizesse entender que aquele era o lado dominante ou não de Bruce, o garoto tentaria dar o soco para que não acertasse a face do capitão mas sim que passasse direto pela parte frontal de seu rosto enquanto girava o seu próprio corpo como se estivesse ficando frente a frente com o capitão e usaria de seu braço no qual havia projetado o soco o puxando contra o pescoço do capitão no intuito de derrubá-lo talvez visando seus pés que poderiam presos ao chão de neve.
Caso houvesse a queda do capitão Drake tentaria prender seus braços com seus joelhos os colocando acima dos mesmos com o seu peso os colocando-o contra o chão e começaria uma sequência de socos cruzados para tentar causar o maior dano possível.



Drake ficaria atento para caso sua investida pudesse não ter os frutos esperados para tentar contornar com algum movimento para que pelo menos conseguisse se esquivar girando seu corpo sentido as costas de Bruce para impedir algum possível golpe. Caso Bruce pudesse usar de seu braço direito para aplicar uma espécie de gancho em seu estômago pelo fato de Drake estar em uma posição acima de seu braço, isso poderia facilitar de mais um golpe contra o garoto, por isso Drake tentaria se focar e manter sua calma para analisar a situação na qual estava se colocando e tentaria usar de seu joelho como proteção para seu estômago visando bloquear um possível golpe em seu abdômen. Se conseguisse bloquear, Drake usaria a pressão do bloqueado com seu joelho para girar seu corpo para seu lado esquerdo caindo em pé nas costas de Bruce e então se afastaria de imediato para evitar um contra ataque, o jovem ruivo aproveitaria o recuo para pensar em seu próximo movimento de forma mais cuidadosa e calculada visando tudo o que havia acontecido na investida anterior e poderia ter dado errado para que na próxima pudesse ter mais visão do combate e calma para executar os movimentos.



Caso Bruce usasse de sua mão esquerda para acertar um golpe, o braço direito de Drake poderia ser o ponto essencial da sua defesa naquele momento, o ruivo usaria de sua mão que de certa forma poderia estar bem posicionada para segurar o braço de Bruce para impedir qualquer que fosse o movimento executado por Bruce que naquela posição, que poderia ser bem complexo usar seu braço esquerdo para dar algum golpe.
Porém Drake tentaria não deixar de usar seu joelho para bloquear qualquer tentativa de distração com uma mão para acertá-lo com o braço direito.




Histórico:
 





PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 



NPC's Importantes:
 



NPC's Criados:
 



Ferimentos:
 


Objetivo:
 

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