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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptyTer 17 Abr - 4:07

Interação
Ninguém quer ser velho, nem ninguém quer morrer novo


A experiência que Avlis carregava, junto aos seus longos anos de vida, era mais do que o suficiente para saber que, como o ditado dizia, quem procura acha. Talvez, seus desejos de fugir da sua rotina, monótona e solitária,  se concretizassem e a briga que o velho tanto esperava poderia estar prestes a ocorrer.

Movido pelas provocações de Purple, o velho de óculos escuros e bengala amarela respondia. - Me respeite seu velhote, eu não sou seu parceiro não, cega é a senhora sua mãe. - Dizia, enquanto apontava com a mão direita para o céu, aparentemente revoltado.

O velho estava prestes a seguir o seu caminho e deixar aquela contenda para trás, mas o retorno da voz de Avlis fazia aquele homem perder toda a sua compostura. - Não me interessa se você escuta ou não, só vá embora e me deixe em paz, palhaço. - As pernas e aquela bengala amarela caminhavam em direção ao velho que estava louco por uma luta. - Você pode estar acabado, mas eu to inteiro, se você não seguir seu rumo logo eu vou provar. - Dizia, enquanto levantava a bengala em tom de ameaça.

O momento era perfeito para Avlis conquistar o que tanto desejava, os velhos estavam a poucos metros de distância um do outro, ao lado de Purple, existia uma galho de madeira ''podado'' que poderia ser utilizado como um bastão sem maiores dificuldades.

Trilha sonora ♫



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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptyTer 17 Abr - 20:23

Ding Dong





Coçaria o pouco de barba que possuía logo abaixo do queixo, dando de ombros logo em seguida, enquanto lentamente olharia em volta em busca de algo que pudesse usar como armamento e para sua surpresa, a dama da sorte lhe sorria naquele fatídico dia. Um galho que serviria perfeitamente como bastão pairava a teu lado e Avlis logo tomaria-o em mãos, balançaria ele por um breve momento próximo a teu corpo, apenas para medir seu peso e se acostumar com o mesmo, uma prática comum a aqueles familiarizados com artes marciais que envolvem algum tipo de armamento. Enquanto sacudiria o tal bastão improvisado, falaria com um sorriso meio malicioso no rosto. -Vamos ver qual bengala ainda sobe, vovô.- Imaginou que provavelmente teria o primeiro movimento no combate, visto que seu alvo apesar de ameaçar, ainda não havia feito nenhum movimento ofensivo, logo, pôs-se a iniciar sua postura ofensiva conhecida como louva-deus, vide o movimento que imitava o inseto. Dobraria levemente a sua perna direita, apenas de forma que a sua outra perna pudesse ficar completamente esticada na direção oposta, formando assim uma sólida base de apoio, passaria o bastão por trás do pescoço, segurando uma de suas extremidades com a mão esquerda com o torso da mão voltado para suas costas, enquanto o bastão seguiria em diagonal até que sua outra extremidade encontra-se sua outra mão, esta que ficaria segura com o bastão entre o dedo indicador e o do meio, como alguém que segura um charuto. O lutador não esperava que seu oponente ficasse apenas olhando enquanto ele montava sua postura, mas esta também era uma forma de atraí-lo, como uma isca ao deixar supostamente sua defesa da região do baço aberta para um ataque lateral ou diagonal.

“Hiehiehie… Não é que ele caiu?”

Pensaria caso sua “presa” caísse na isca e tentasse atacar naquele local. Considerando a arma do oponente que, era basicamente a mesma coisa que a sua, sabia que os possíveis ataque que poderia ser feitos ali era uma estocada direta, com menos força, um golpe lateral rápido, levemente mais potente que o último e um diagonal ascendente, este sim, caso acertasse certamente lhe traria uma dor tremenda além de provavelmente inutilizar seu braço, visto que pegaria exatamente em sua axila. Todo aquele posicionamento não era a toa, a forma como deixava o bastão em ambas as mãos como se fosse um taco de sinuca era exatamente pra isto. Caso caísse na isca, seu oponente estaria focado em atingir a área “indefesa” de Avlis, logo, estaria abrindo mão de sua própria defesa e, sabendo disso, como se fosse realmente uma sinuca, utilizaria do peso de seu próprio corpo ao inclinar-se para frente empurraria o bastão em uma estocada com a mão esquerda contra a abertura que tinha feito com os dois dedos na mão direita, que funcionavam como um estilingue para ajustar a mira e atingir exatamente o olho que estivesse mais próximo de seu adversário que, como estava de óculos, provavelmente sofreria ainda mais dano de tal ataque visto que o estilhaço do vidro ao se partir seria bem mais efetivo, além claro, do próprio golpe do seu bastão contra os olhos, uma região bem frágil. Independente de ter acertado ou ainda, caso o outro velho não tivesse caído em sua isca, prosseguiria com uma rápida sucessão a defesa, recuaria com um breve pulo para trás enquanto seguraria seu bastão logo a frente de seu corpo, como uma haste de uma bandeira, alinhado perfeitamente a sua frente, mão esquerda na parte de cima e mão direito na de baixo, formando assim uma breve “coluna” a sua frente, prevenindo de ataques frontais e laterais, visto que iria simplesmente mover suas mãos para o lado caso o inimigo resolvesse atacar pelo lado.

“Bojutsu é a arte do contra-ataque. Seu oponente sempre estará preparado para o poder que vier de você, mas nunca para seu próprio poder, por isso, use-o contra ele mesmo!”

As palavras de sua falecida cônjuge ressoavam em sua cabeça, enquanto ele repetia elas como um mantra. “Usar sua força contra ele mesmo” rebobinava como um eco. Embora tentaria bloquear qualquer ataque frontal com aquela postura de “coluna” de seu bastão, ela não era favorável a um contra-ataque, simplesmente servia como um casco de tartaruga, tanto era que este era o nome daquela postura, tartaruga. Logo, para finalmente começar uma ofensiva, tornaria seu bastão para a horizontal de forma que ficasse no dorso de suas mãos e apenas seus polegares como base do outro lado, deixando a palma de sua mão amostra para o adversário. -Hora do bingo, coroa!- Na mesma postura de louva-deus que havia feito antes, dobraria seu joelho esquerdo, aproveitando-se de sua ambidestria para surpreender seu oponente e atacar pelo lado inverso, executando assim uma rasteira em semicírculo que pararia exatamente onde seu oponente estaria e, utilizando da força motriz do giro, soltaria a mão esquerda do bastão e juntaria ela com a direita, fazendo assim com que o bastão se estendesse, logo, percorrerá um trajeto maior durante o giro, ganhando mais força e aumentando o impacto causado no oponente. Visaria acertar a junta lateral do joelho, de forma que limitasse a movimentação de seu oponente, facilitando seus ataques futuros.

-Olha a osteoporose em! Hiehiehie

Gritaria caso este golpe em específico acertasse o oponente, uma leve brincadeira pois idosos geralmente têm problemas com ossos e aquilo certamente teria no mínimo danificado sua perna. Teria um intervalo muito curto entre este ataque e uma defesa, afinal, ao estar abaixado e principalmente por atingir a parte inferior do corpo, estava bem suscetível a receber golpes superiores, logo, da mesma forma que “deslizou” o bastão na mão para aumentar a rotação do giro que havia feito com a rasteira, puxaria ele de volta até que suas mãos ficassem não muito próximas uma da outra perto do centro da arma, fazendo assim com que ficasse mais rígido e aguentasse melhor o impacto que provavelmente viria, afinal, um golpe vindo de cima para baixo é certamente mais poderoso que qualquer outro. “Aquela velhaca… Não importa o quanto eu batesse, ela sempre achava uma abertura para me nocautear com um só golpe num contra-ataque estrondoso… Bom, acho que tenho que agradecer ela, agora tô sempre pensando nessas aberturas. Tsc.” Todavia, apenas defender o possivel contra-golpe não era tudo e, utilizando dos ensinamentos de sua esposa e mestra, deixaria com que a arma do inimigo vazasse por dentre sua defesa, de forma que não lhe atingisse mas ficasse próximo ao seu corpo, assim, teria o movimento perfeita para, aproveitando-se da posição que estaria, como uma hélice torceria seu bastão até que a ponta ficasse virada para o corpo do oponente e, assim que estivesse, como ele provavelmente estaria “preso” já que sua arma estaria rente ao corpo de Avlis, colocaria o mesmo logo abaixo de suas axilas, de forma que conseguisse segurar com firmeza a bengela e, pressionando sua própria costas contra o chão, empurraria a ponta de seu bastão contra o peito do homem, tentando assim afastá-lo de sua arma e desarma-lo. Utilizando de sua própria força contra ele mesmo, como havia aprendido a vida toda.

-Ah tatatatatá… Minhas costas estão me matando! Tô velho demais pra isso…

Brincaria consigo mesmo logo após ter feito este último movimento, enquanto rapidamente levantaria mantendo a mão esquerda a frente com a palma virada para seu rosto enquanto o outro braço seguraria o bastão rente a seu corpo, por trás, de forma que só deixasse a ponta que sobressaísse sobre seus ombros a vista de seu oponente, enquanto o resto ficaria oculto atrás do braço e com uma piscadela com a cabeça levemente torta e a mão fazendo um sinal de “vem”, sorriria para o velho. -Já chega ou vai querer ir pro cemitério, a-m-i-z-a-d-e?- Falando a última palavra pausadamente apenas para irritar o outro homem, concluiria sua breve ofensiva. “Finalmente um pouquinho de ação! E esse saco de areia aqui até geme quando eu bato! Bem diferente daqueles lá do centro de treinamento… hiehiehie” Uma risada interna concluiria tal pensamento e alegrava o velhinho que, mesmo que tivesse apanhado em algum momento até ali, estava feliz por finalmente lutar com alguém que não fosse tua esposa após tantos anos. Entretanto, caso seu oponente ainda partisse para a ofensiva, Avlis sabia que era bem mais hábil em bloquear do que esquivar, logo, seguraria o bastão o bastão com uma das mãos com a palma para cima e a outra com a palma para baixo, assim, conseguiria cobrir toda a região frontal de seu corpo ao atacar o ataque do oponente. Exatamente isto, atingiria o bastão inimigo com o seu bastão de forma que desviasse sua trajetória, um bloqueio comum para usuários de bastões e, pela maneira como segurava o bastão, certamente teria agilidade suficiente para defender tanto ataques aéreos, ou seja, acima da cintura, como os rasteiros, logo abaixo da cintura, visto que bastava girar o bastão como um pêndulo para rebater os ataques.


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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptyQua 18 Abr - 3:53

Combate
Lavar a honra com sangue suja a roupa toda.


Após se acostumar com sua arma, Avlis não perdia tempo e entrava em uma postura útil para batalhar contra o seu oponente, depois de fazer uma provocação obviamente. O velho flexionava suavemente uma de suas pernas enquanto a outra ficava estendida em sentido contrário, o bastão acompanhava os movimentos do seu corpo, exibindo um posicionamento que, aparentemente, deixava Purple vulnerável contra certos tipos de ataque.

O oponente parecia ter caído na sua armadilha, o velho dava alguns passos para frente, fazendo a bengala amarela avançar em um golpe horizontal contra o braço desprotegido, criando exatamente a brecha que Avlis esperava para atingir os olhos do adversário com uma estocada que carregaria boa parte do peso de seu corpo, se o golpe acertasse, com certeza decidiria a batalha.

Por passar grande parte da sua vida treinando a arte do bojutsu com disciplina, Purple se tornou um grande guerreiro, mas todo homem, por mais forte que seja, sempre tem uma fraqueza. Talvez o artista marcial tivesse subestimado o nível do seu oponente, nada impedia que o velho de bengala amarela fosse igualmente forte, ou até mesmo superasse seu nível.

Os olhos por trás dos óculos escuros eram capazes de ler o movimento de estocada realizado por Avlis e, por muito pouco, o portador da bengala amarela era capaz de desviar, dando um pulo para trás, fazendo sua bengala se chocar com o bastão ao invés do braço, a força do movimento era suficiente para empurrar a arma para lateral, abrindo a guarda de Purple.

O homem aproveitava a brecha que havia acabado de criar e avançava em direção ao velho indefeso, com o corpo posicionado lateralmente em relação a Avlis, a bengala estava em sua mão direita e, em um rápido movimento, o objeto ia violentamente de encontro ao queixo do homem que tanto desejou esta luta, em um arco vertical, de baixo para cima. Os olhos de Avlis mudaram de foco instantaneamente, antes, observava seu oponente, agora, via somente o céu, com a visão um pouco mais embaçada do que o normal enquanto podia sentir o gosto férreo de sangue invadindo a sua boca.

Apesar da brutalidade do golpe, o treino intenso de Avlis fazia com que ele fosse capaz de segurar firmemente seu bastão e, assim que se recuperou do golpe sofrido, girou violentamente, acertando em cheio a junta lateral do joelho esquerdo de seu inimigo, com tanta força que um estalo pode ser escutado com clareza. A expressão de dor, além de nítida, era acompanhada de um grito, que escapava naturalmente.

O golpe era acompanhado por provocações de Avlis, que deixava um pouco de sangue escapar durante suas palavras. Como previsto, o velho de bengala amarela tentou atacar novamente, em um movimento rasteiro e horizontal, pelo lado esquerdo, provavelmente buscando vingança pelo seu joelho, Purple conseguiu bloquear o golpe, mas suas habilidades não eram tão superiores a ponto de prender a arma de seu oponente e desarmá-lo.

As armas se cruzaram mais algumas vezes, sem nenhum resultado efetivo para qualquer uma das partes, no meio do calor da batalha, Avlis se dava conta de que fazia muito tempo desde a última vez que se sentiu tão vivo e seu sangue era um preço muito pequeno a se pagar quando comparado com a diversão que existia naquele combate.

Trilha sonora ♫



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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptyQui 19 Abr - 0:39

do re mi aa So fuckin done with you






A viscosidade vermelha que preenchia sua boca apenas lhe dava o sabor e nostalgia de seus treinos e para aquele senhor que só havia feito isto da vida, era como combustível. “Sim! Adoro esse calor que convém da dor de sangrar… Pera, isso foi bem masoquista.... Tsc, acho que é mais uma das atribuições daquela velha. Mesmo depois de morta ainda me importuna. ‘Até que a morte nos separe’ huh? Acho que até além disso, querida.” Um sorriso satisfatório formar-se-ia em seus lábios, parte pelo embate que estava, parte pela lembrança de sua falecida. Tudo que Avlis realmente tirava do combate até ali é que apesar de fazer parte de sua arte marcial, bastão não era realmente sua praia. “Quem não tem cão, caça com gato!” Se afastaria do oponente com um salto para trás para retomar seus pensamentos e pensar melhor em sua estratégia, afinal, agora já tinha ciência do poderio inimigo. Sendo assim, percebeu que tentar usar a própria força do velho contra ele mesmo não iria dar muitos frutos, logo, era melhor explorar sua fraqueza que, neste caso em específico seria o local que já havia sido atingido, a lateral do joelho esquerdo. É normal de qualquer pessoa que busque defender a região mais fragilizada, sendo assim, Purple imaginou que o homem tentaria defender mais ferrenhamente aquela localidade, o que acabaria dando abertura em outros pontos e era exatamente isto que buscava. Tomando o bastão pelo meio, executaria um rápido movimento de giro que aparentemente estaria direcionado para o joelho esquerdo, mas na verdade era apenas uma finta e o golpe verdadeiro seria mirado na lateral da cintura direita do oponente, logo no encontro entre o torso e a perna. Para fazer isto, puxaria o bastão contra si quando estivesse próximo do ponto desejado e, utilizando da força do movimento, rapidamente daria uma estocada no local designado (Cintura) e voltaria a segurar o galho pelo meio, tendo assim maior resistência para resistir aos impactos que poderiam vir.

“Ele parece suscetível a armadilhas como a primeira que fiz… Isto deve funcionar.”

Todavia, caso o adversário não tentasse defender primeiramente a região mais dolorida e bloqueasse ou desviasse o golpe já esperando pela finta, prosseguiria a ofensiva com uma rasteira mirando a perna esquerda, visto que para defender a região da cintura ele provavelmente teria parar sua arma lateralmente, ou movê-la na mesma direção para desviar com um contragolpe. Também havia a possibilidade de que simplesmente saltasse para trás na aproximação do lutador idoso, logo, neste cenário, aproveitando-se do fato de que já estaria em uma posição mais baixa devido a rasteira, executaria um golpe na transversal da direita para a esquerda, visando acertar seu braço e limitar ainda mais as opções do homem de óculos escuro. “Com essa perna fodida desse jeito se ele ainda tentar pular, a vantagem vai acabar sendo minha de qualquer jeito, hiehiehie” Sua mente estava completamente focada no embate e seus pensamentos dali em diante eram apenas sobre o duelo, esquecendo completamente de todo o resto. Se este último golpe fosse efetivo, tentaria terminar o combate e sua ofensiva com outra estocada, mas desta vez como provavelmente teria mais tempo devido ao impacto do golpe anterior, giraria em torno de si mesmo para tomar impulso e em outro estocada como a primeira que tentava executar, imitando um movimento de sinuca que passaria por trás de seu pescoço enquanto fazia a base com uma perna e a outra se erguia para gerar impulso ao deixar o corpo cair levemente para frente, tentaria assim acertar o pescoço, o que esperava que finalizasse aquilo.

-Queria isso já fazia um tempo, mas também não quero demorar demais né… Posso acabar mais lesionado do que com a velhota aqui, dessa vez sem pomadinha no final…

Todavia, como já dizia Sun Tzu “O combatente inteligente impõe sua vontade sobre o inimigo, mas não permite que a vontade do inimigo lhe seja aplicada” e com isto em mente, era exatamente isto que buscaria, impedir o inimigo de se sentir confortável em sua ofensiva, frustrando suas tentativas. Seguraria o bastão de forma que ambos seus cotovelos ficariam ao centro do objeto, enquanto o resto de seu braço distribuído uniformemente para os lados opostos, tentando assim formar a base mais sólida que conseguia pensar no calor da batalha e que também já havia treinado antes. Apesar do absorção de impacto que esta postura dos braços dava ao usuário, sua real força era a possibilidade de contra-ataque que ela possibilita. E era isto que o lutador queria. “Ele tem tanta força quanto eu, se não mais já que não consegui conter seu primeiro golpe. Talvez agora ferido eu consiga… Mas melhor não arriscar, vai que este frenesi de fúria pelo ferimento acaba lhe deixando mais forte invés do contrário, né? Hehe-he…” Esta última risada, mesmo apenas em seu pensamento, saia com certo desconforto por pensar em tal possibilidade. A tal postura serviria apenas para bloquear golpes superiores, o que provavelmente já ajudaria a não receber outro golpe no local já ferido anteriormente e provavelmente ele tentaria atingir ali ou pelo menos fingir, exatamente como o próprio velho havia pensado em atacar seu oponente, sendo assim, bloquearia caso o golpe fosse realmente ali na região superior e direto, enquanto tentaria mudar a direção do golpe ao girar seu bastão, assim, não precisaria de mais força do que o oponente para redirecionar, apenas o “guiaria” para não lhe atingir, o que poderia abrir sua guarda e assim seu contra-ataque consistiria em um golpe transversal da esquerda para direita de cima para baixo, tentando acertar a lateral do pescoço e, se fosse um golpe na lateral e não direto (frontal) apenas tentaria bloquear utilizando de sua postura, movendo seu corpo na direção oposta do golpe enquanto mantinha os braços com o bastão para absorver o impacto. Contudo, se fosse realmente uma finta e o velho tentasse atingir sua região inferior, aproveitando-se da postura com os cotovelos na qual estava e de sua fácil locomoção para outras posturas, passaria a ponta do bastão por baixo de sua axila, o que faria com que ele ficasse na vertical a sua frente e assim apenas o empurraria para baixo com toda sua força, tentando acertar a ponta oposta do bastão contra a parte do corpo do inimigo que estivesse executando o golpe, fosse seu braço ou perna, visto que também poderia ser simplesmente uma rasteira e assim completaria este contra-ataque ao empurrar seu cotovelo contra seu próprio bastão, o que geraria assim o maior impulso possível para atingir o corpo do adversário a sua frente e tentar nocauteá-lo com tal golpe.

“Tanta gente por aí e eu tinha que achar justo outro velho maníaco feito eu?! Dama da sorte não riu tanto assim pra mim, afinal...”

Apesar de parecer um lamento, a felicidade do homem estaria estampada em seu rosto que permaneceria sorrindo durante toda a ação, mesmo que fosse atingido. Sua alegria era tanta que não conseguia conter mesmo com toda aquela adrenalina no corpo. Depois de tantos anos, Avlis finalmente se sentia vivo.



Extra:
 

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptyQui 19 Abr - 20:15

Finalização
Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho.


Devido ao estado de seu joelho, o homem de bengala amarela tinha certa dificuldade para se locomover com eficácia e rapidez, de forma que Avlis conseguia assumir o comando do combate sem muito esforço, fazendo o velho de óculos escuros reagir aos seus movimentos.

Purple manipulava seu bastão, fazendo o pedaço de madeira avançar com força e velocidade, aparentemente, para acertar o lado já debilitado de seu oponente. O alvo era um homem igualmente experiente quando se tratava de combate e foi capaz de prever o suposto movimento, que era endossado por sua lógica, pois sabia que se sofresse novamente com um golpe em um ponto tão vulnerável como aquele, essa batalha provavelmente chegaria ao fim.

Com uma agilidade impressionante para a sua idade, o velho fincava a bengala amarela no chão, como um obstáculo entre o bastão de Avlis e seu joelho. Para seu próprio azar, o homem não colocou a astúcia de Purple em seus cálculos e fez exatamente o que o seu oponente desejava. Demonstrando um alto grau de habilidade, Avlis retraía um pouco seu bastão, evitando o contato com a bengala e criando um ótimo espaço para atacar seu inimigo.

Purple encaixava uma estocada brutal na cintura de seu oponente, que estava totalmente desprotegido. Com o impacto do golpe, o homem dava alguns passos para trás e cuspia um pouco de sangue, que acabava manchando as vestes de Avlis. O velho brandia a bengala e parecia estar prestes a desferir um golpe, mas caía subitamente no chão, inconsciente.

Poucos instantes depois de seu oponente ser derrotado, uma garotinha surgia, correndo em direção ao velho caído, abraçando-o ao encontra-lo. - Vovô, acorde. - Dizia, enquanto balançava o corpo. - Por que você fez isso com meu vovô? - A menina parecia estar prestes a chorar.  

Trilha sonora ♫



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~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião:

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptySex 20 Abr - 18:57

Drink till Im dead


O mesmo líquido escarlate que lhe servia de combustível anteriormente, desta vez acabava por frear o lutador no momento em que tingia as vestimentas de uma pequena moça que se aproximava de seu adversário agora já caído ao chão. Aquela fatídica imagem não seria nada demais visto que já estava acostumado a ver lágrimas daqueles que perdem uma luta, no entanto, a aparência da menina lhe trazia memórias que doeram mais que qualquer golpe que pudesse ter recebido no embate: A lembrança de que não teve um sucessor ao seu lado, ou seja, um filho. Agora já velho este tipo de pensamento acabava se tornando mais comum do que o próprio Avlis queria e, meio aturdido pela cena, despertaria com a fala da pequena, dando alguns passos para trás. Levaria a ponta dos dedos até a testa por alguns momentos, inalando fortemente e soltando bem devagar e então, prosseguiria.

-Bom, tecnicamente foi ele mesmo quem fez isto ao se recusar a simplesmente me responder. Mas veja bem criança… A vida tem dessas coisas, as vezes precisamos cair para ver debaixo aquilo que está acima de nós, como a imagem que seu vovô terá quando acordar e ver você sorrindo para ele, sim?

Falaria isso enquanto agachar-se-ia próximo a menina, sem se preocupar com uma possível reação da mesma. Apesar de ser um lutador, também era um idoso, um idoso que já havia passado por diversas experiências na vida e justamente por elas, conseguia passar alguns conselhos como este que daria a menina, “sabedoria provinda da idade”. -Se não conseguir aceitar isto e apenas sorrir para quando ele finalmente levantar, ao menos deixa sua raiva para depois. Ele vai precisar de socorro no momento.- Levantaria então, afastando-se dela e caminharia na direção oposta, com uma expressão de preocupação no rosto. Não pelo estado de seu adversário, isto era algo que qualquer pessoa que entra em um confronto tem que estar disposto a enfrentar, mas sim pelo possível círculo de vingança que poderia ter criado. Mas esta possibilidade logo fora descartada no momento que percebeu que na verdade aquilo não seria um círculo… Mas sim uma reta. Avlis não tinha mais ninguém nesse mundo, logo, se fosse alvo de vingança de alguém seria apenas ele, não teria um alguém para querer lhe vingar. Ao mesmo tempo em que isto lhe corroia por dentro, também confortava, afinal era uma preocupação ao menos. Assim, com mais lucidez do que se encontrava anteriormente, viraria para a garota novamente, soltando uma frase que certamente nem ele imaginou que diria um dia.

-Hey, pirralha! Se realmente não conseguir se livrar da raiva, venha treinar comigo. Aceitarei seu desafio a qualquer hora, mas não sem antes te preparar para isto.

Com um sorriso sem culpa nenhuma no rosto, tomaria novamente seu rumo erguendo seu braço direito com um sinal de paz e amor com os dedos como despedida. Apesar de toda a confusão, o dia apenas havia começado e apesar de já querer que ele terminasse, Purple caminharia por aí, sem rumo, sem objetivos desta vez, apenas para esclarecer o que havia proposto a garota. Sempre foi um aluno e percebeu que finalmente era hora de se tornar um mestre, um guia, de ter alguém que lhe veja como um exemplo, mesmo que esta pessoa no final provavelmente apenas queria lhe ver no chão. “Vê Silene? Depois de 10 anos sem você finalmente tomo o primeiro passo por conta própria. Um passo que talvez venha a me matar um dia, mas ainda assim… Um passo.” Como se conversasse com sua falecida esposa, encerrava ali seus pensamentos o idoso que apenas havia acordado querendo algo que conseguisse lhe tirar da monotonia e certamente havia encontrado.



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MensagemAssunto: Re: [Mini - Avlis] Does it really ?   [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 EmptySex 20 Abr - 20:12

~Mini-Aventura ENCERRADA~

Observações: Bem, você já tinha uma narração acima da média, que só precisava ser adaptada aos padrões desse fórum, devido a isso a gente conseguiu passar por esse ''tutorial'' de forma rápida e tranquila, espero que tenha se divertido no processo. Ao final do post, deixarei algumas dicas, não mais de orientador para orientado, mas sim de jogador para jogador [Mini - Avlis] Does it really ? - Página 2 3997999705
-

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.
Dicas do Bjarkinho, seu amiguinho:
 

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