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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptyQui 29 Mar 2018 - 13:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Kiodo
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptySex 22 Jun 2018 - 11:08

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 24 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

O grupo chegava na embarcação, Helves dizia que a ilha aparentava acabada e Elisabeth confirmava entregando um pedaço de Jornal para o negro com informações dos acontecimentos da ilha. - Lamentável. Deixamos essa ilha para lá. Após Helves recitar que não restava nada para nós naquela ilha, o deus confiava nas palavras de sua irmã e em tom simplório fazia uma confirmação para concordar com a moça. A celestial falava de suas preocupações sobre a reverse, o deus já conhecia um pouco dessas histórias poderia ser uma impressão de conhecimento da vida passada e o risco da morte acabava revelando o temor da celestial. - Não iremos morrer. Eu vou passar pela reverse. O deus deixava escapar o nome daquela montanha, poderia ser considerado um conhecimento incomum ao saber do nome da montanha ou poderia ser uma grande coincidência. ’Helves se preocupa com Aya.’ Asken gostava de ver aquela relação carinhosa de sua irmã e da sirena, notando a preocupação da Helves deixava Aya em seus cuidados e em sua volta os homens estavam um pouco animado principalmente com um novo instrumento de Bruce. - HEY! Bradou o negro da parte um pouco mais alta do navio em que poderia ver todo o convés, com a intenção de chamar a atenção de todos no convés.

Quando todos estiverem olhando para o negro, continuando as suas palavras. - Fico feliz que vocês estão animados. Em um tom simplório demonstrando gratidão para todos que estão naquele ambiente. - Normalmente seria o suficiente para começar uma festa no mar. Seu tom estava mais sério e agora olhava com uma expressão de seriedade para que pudesse ter a atenção de todos. - Essa viagem será perigosa e vou precisar que todos vocês façam o que eu mandar, se isso não acontecer. A expressão do negro estava séria e olhava, observaria as expressão daqueles que estavam em seu barco. - É… Errar nessa viagem significa a morte. Em seguida Asken daria dois passos em direção ao timão, dando as costas para todos que estão no convés. - Vocês tem dez segundos para decidirem, vão continuar a viagem continuem embarcados. Vão desistir agora podem viver nessa ilha basta descer do barco. O negro continuava caminhando em direção ao timão e ao chegar no timão segurava firme, fechava os olhos e se concentrava a seriedade e a confiança era passava na última frase era completamente firme, demonstrando que a viagem iria ser feita com mais ou menos tripulantes não se importando.

Em seguida abriria os olhos, sua irmã diria que Asken precisaria se posicionar com maior ordem. - Confie em mim, iremos passar. As palavras eram recitadas em um tom mais baixo, com espécies de baforadas de ar entre as palavras. O foco do deus estava inabalável. - Abaixar as velas, vamos começar ir para a Grand Line. O tom firme e alto era da ordem do deus para seus homens, era o início da viagem mais perigosa feita pelo bando até agora. Durante o começo do velejo inicial do barco, o negro ficava focado nas correntezas do mar visando buscar a mais forte pois sabia que seria puxado para reverse, no momento em que o negro sentir que achou uma correnteza desigual, muito mais firme que as normais se guiava em cima dela e rapidamente ordenava os homens. - SUBAM AS VELAS! A seriedade da ordem do negro demonstrava urgência pois tinha a consciência de que se estivesse com as velas abaixadas o barco iria rápido demais e não teria controle sobre o mesmo. No momento em que a montanha estiver a vista o negro saberia que seria difícil se guiar pelas correntezas então ficava observando a reverse, buscando algo que aparentava ser uma pequena rachadura naquela enorme red line pois sabia que a entrada era estreita e pequena ao comparar com a gigantesca montanha. Seguiria firme no timão se guiando até essa entrada e quando se aproximar o suficiente para ver as esculturas que marcam a entrada iria se concentrar em guiar o barco de maneira precisa para que com auxílio das correntezas possa entrar com exatidão naquela subida. - SEGUREM-SE, VAMOS SUBIR! No momento em que adentrar na subida, o negro sabia que não poderia se desconcentrar sendo que aquela parte era possivelmente a mais fácil pois naquele momento só precisaria manter o curso do navio.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptySex 22 Jun 2018 - 16:20

Todos se encontravam reunidos na embarcação após a saída. Helves havia passado o que havia encontrado na cidade para seu irmão e capitão do navio Asken, enquanto Elisabeth também fazia o mesmo, usando de seus conhecimentos históricos, o que achava que tinha acontecido ali para Kryn, que posteriormente havia falado com Sun sobre a animação que seria a viagem a partir dali. Os demais, estavam descansando após momentos extremos, aqueles que já haviam sido presos, tentavam não atrapalhar os detentores de sua liberdade. A celestial, entregando parte do jornal encontrado — pedaço esse que explicava bom tudo que havia acontecido ali, principalmente para os interesses do negro — e esperava sua reação, já que para si mesma era algo deprimente tudo aquilo.

— Lamentável. Deixamos essa ilha para lá! — afirmou o negro.

— Agora sobre ir para a GL... Bem, você sabe como chegar lá, certo? — questionou ela — Tudo o que sei eu li em livros, coisas sobre uma entrada na Red Line, diversos arcos compõem a passagem onde parece que a água sobe a montanha. Eu achei essa história meio estranha, muito mágica para ser verdade, mas não tenho nenhuma outra informação além dessa... Precisamos focar em achar a entrada, pois bater na Red Line significa morrer — pausou — Todas as histórias terminavam com a morte para aqueles que não conseguiram achar a entrada, seria triste falhar logo aqui...

Vendo toda aquela atitude temerária, o negro se mostrou — de certa forma — indiferente e, tentando acalmá-la, ele proferiu o que tinha certeza que aconteceria:

— Não iremos morrer. Eu vou passar pela reverse! — afirmou.

Tendo informado tudo que tinha para falar, de fato, a celestial então se preocupou com a sirena, que ouvia tudo ali, animada, porém um pouco receosa. Aproximando-se de Aya, Helves tinha algo a informa-la.

— Aya! – Bradou, aproximando-se rapidamente da sirena.

— Hoy! — respondeu animada a sirena.

— Essa viagem vai ser muito mais movimentada do que qualquer uma que já fizemos, então preciso te deixar em um lugar seguro. Aqui fora existe muita possibilidade de você cair! — alertou a celestial.

Rapidamente o sorriso de Aya sumia de seu rosto. A felicidade dava lugar a tristeza que a garota sentia ao ver que não era forte o bastante para não causar a confiança de seus aliados. Era verdade que ela sabia que havia vacilado na ilha passada, mas ela queria ser mais forte, desejava isso, ela sabia que para seguir com o grupo ela tinha de se tornar mais forte, isso era algo necessário, desde o momento em que ela lembra que estar fora do seu habitat até à ajudar que podia dar. Era esse o objetivo dela, então, enrolando as pontas de seus tentáculos, ela tomou uma decisão.

— Desculpe Helves... — cabisbaixa — Mas desse vez eu não vou me esconder. Não quero isso, eu quero ser forte, quero ajudar vocês, não quero ser um incomodo... Eu não vou cair! Olhe!

Nesse instante a sirena tentou enrolar sua “cauda” onde pode, mas não era a melhor ideia, porém a determinação dela era evidente. Asken gostava desse carinho mútuo entre ambas e o mesmo observava isso em meio a festa feita por Bruce e Kryn.

— Se quiser ficar aqui, vai ter de se amarrar no meu corpo! — sugeriu a celestial.

— Eu acho melhor não, isso prejudicaria você. Me amarre no mastro, que assim posso ajudar no que for preciso sem me preocupar em sair voando por aí! — respondeu com um sorriso.

Antes que pudessem continuar, o símio ouvindo toda aquela conversa já estava ali, próximo as duas, com enorme brilho no olhar. Completamente mergulhado no desconhecido sentimento de subir uma montanha velejando, Sun compartilhou sua felicidade com Helves e os demais.

— A água sobe a montanha? WHHHOOOAAAAACÁAAAA Vamos para lá! — bradou saltitando pelo convés — KING! A água sobe a montanha! É mágica! O mundo é incrível!

— Você sabe que isso também é perigoso, certo? — questionou o gorila, tentando manter o macaco com os pés no chão.

Kryn, também havia ouvido sobre os perigos e as surpresas. Preocupado com sua amada, o mesmo conversava com ela sobre os perigos e o que achava melhor fazer a partir dali. Olhando para a mesma, que não entendia o que o mesmo queria falar, o espadachim compartilhou o que achava ideal à ela.

— Elizabeth, acho melhor se amarrar lá dentro do quarto e fechar bem a porta, mesmo que se machuque um pouco acho que não sairá para fora do navio! — cauteloso falou.

— Você acha que sou tão inútil assim? Eu vou ficar aqui com você! — respondeu ela irada.

— Então você terá que se amarrar em algo e segurar firme em mim! — falou o espadachim.

Se aproximando do timão da embarcação, o negro alertou a todos, como o líder daquela embarcação, como seriam as coisas a partir daquele momento.

— Fico feliz que vocês estão animados. Normalmente seria o suficiente para começar uma festa no mar. Essa viagem será perigosa e vou precisar que todos vocês façam o que eu mandar, se isso não acontecer. É… errar nessa viagem significa a morte — pausou chegando ao timão — Vocês têm dez segundos para decidirem, vão continuar a viagem continuem embarcados. Vão desistir agora podem viver nessa ilha basta descer do barco! — alertou.

Nesse instante Helves estava procurando cordas para amarrar todo mundo. Os demais homens que haviam chegado com Asken, vindo da prisão, haviam tomado suas decisões. Saltando da embarcação, os mesmos haviam decidido ficar ali, pelo menos dois deles. O brutamonte que havia ajudado Lusacan e o homem mais calado que havia ali. O magrelo, ainda de mantinha estável ali, em sua decisão.

— O que você está fazendo seu mar de músculos? Vamos para a liberdade? — bradou o magrelo para seu irmão.

— Isso não me interessa. Algo me diz para não ir, então não vou. Boa sorte à todos e muito obrigado por me fornecer a liberdade! — afirmou o robusto celestial.

Os demais haviam ficado ali, todos os protagonistas, King, o tritão, Elisabeth, Aya e o magrelo, enfim todos estavam prontos para partir. Todos ajeitavam o que tinham de ajeitar. Helves amarrava Aya no “poste” central da embarcação. Bruce ajeitava seus instrumentos de maneira que os mesmos não voassem. Kryn também amarrava Elisabeth, que não gostava, mas concordava se aquilo fosse necessário para ficar ali e ajudar todos, principalmente o espadachim. A garota era amarrada abraçada no espadachim de maneira que o mesmo conseguiria se manter em pé. O tritão os ajudava quando não podiam amarrar.

— Se for como nas histórias, você vai ter que gritar as ordens. Não sabemos muito do que é necessário fazer no barco em momentos complicados... Seu conhecimento precisa ser passado da maneira mais simples possível, sei que consegue fazer isso — aconselhou a celestial, de maneira discreta.

— Ei, Asken, vou ficar no convés para ajudar! — afirmou Bruce.

— Conte comigo para ajudar. Só que não entendo nada de navios ou navegação, pilotagem sei lá como fala então terá que me explicar em detalhes! — afirmou o espadachim.

— Confie em mim, iremos passar! — afirmou — Abaixar as velas, vamos começar a ir para a Grand Line!

As ordens do negro eram ouvidas pelo macaco que, com a ajuda do gorila, identificava o que seriam as velas e saltitava até lá, realizando o que o negro havia pedido.

— Ei King, você é grande e gordo, melhor esperar lá dentro não? Ninguém vai conseguir te segurar se você cair na água que sobe a montanha e for arremessado CÁCÁCÁ fique lá com as donzelas!! — ironizou.

— Não faça macacadas que nos atrapalhe! — respondeu seriamente o gorila, ironizando o macaco.

A embarcação então zarpava, deixando para trás aqueles que não tinham objetivos de se arriscar. Passou-se algum tempo, a manhã passava e curiosamente os ventos ficavam mais fortes. O clima lentamente mudava, escurecia. Aqueles que não tinham a devida noção de tempo podiam pensar que já estava anoitecendo, mas não era isso, o tempo mudava. A chuva loco chegava com seus respingos que exponencialmente se transformavam em uma tempestade. Os ventos cada vez mais ficavam exaltados e chacoalhavam por demasiado a embarcação, era algo que até o grande gorila temia, aquele cenário.

— SUBAM AS VELAS! — ordenou o negro.

Sentindo que a embarcação ganhava uma velocidade inimaginável. Os danos na embarcação começavam a surgir, porém nada que alertasse demais. A dificuldade causada pela tempestade, impedia de todos verem o que os aguardava, porém, quase que atravessando um limiar, a visão pode ser vista por todos. Imponente, as suas frentes estavam uma gigantesca porção de terra que impedia de os barcos prosseguirem. Aqueles que tinham visão mais aprimorada, podiam ver de longe um pequeno caminho pelo qual a embarcação deveria seguir, porém Asken só viu próximo demais para evitar o impacto que seria na mudança de base.

— Cuidado a frente! — bradou o tritão.

Diferente de antes, os trovões e relâmpagos ecoavam pelos céus. Os peixes davam meia volta e isso assustava o tritão, que havia sido motivado a gritar pedindo cuidado. O gorila, que até aquele momento estava sério, demonstrava um semblante preocupado. O impacto anterior havia causado um prejuízo na embarcação, porém nada que impedisse sua subida, que já se iniciava.

— SEGUREM-SE, VAMOS SUBIR! — bradou o negro.

A embarcação, em uma velocidade inimaginável, se inclinava seguindo por dentro daqueles estranhos arcos de pedra que cobriam o estreito caminho. Tais construções danificaram a bandeira vermelha que havia em cima do mastro, que caiu na cabeça do magrelo que havia ficado na embarcação. Sem segurar-se da maneira ideal o mesmo tinha um fim trágico. Seu corpo caia da embarcação, que já estava em movimento ascendente nas correntes marítimas, que padecia sobre a água, logo afundando. Aquele era o fim trágico que Helves havia temido para todos, os cuidados tinham de ser tomados. Kryn, não conseguia se segurar por completo, e usando o resto de forças que havia em seus dedos tentou segurar-se com Elisabeth, mas sua mão escorregou. O corpo do espadachim, por dois segundos, estava caindo e isso podia vir em sua mente como o fim para ambos.

— Não é hora ainda, minha amada criança! — bradou uma voz rouca e estrondosa.

Ninguém ouviu nada, apenas o espadachim. Em meio a um estrondoso trovão e o clarear de um relâmpago rasante, o mesmo avistou uma silhueta diabólica que lhe estendia a mão e permitia que o mesmo voltasse a segurar firme, salvando ele e Elisabeth, mesmo que fosse por enquanto. O casal tinha de encontrar algo para segurar-se o mais rápido possível. O convés estava escorregadio devido a todo líquido que adentrava ali.

— Kryn! Não quero morrer! — afirmou Elisabeth — Eu te amo!

Bruce, que não havia tomado os cuidados, via que sua mão se enrolava nas cordas das velas, prendendo seus dedos indicador e “meio”, fraturando-os, além de ter seu braço preso. O balançar fez o macaco bater com enorme força seu ombro no mastro em um movimento de pêndulo. Quanto mais o macaco demorasse em desvencilhar-se dali, mais seus dedos seriam apertados e, em um caso extremo, as velas voltariam a ser içadas de maneira parcial, alterando o equilíbrio da embarcação.

— Segure firme! — bradou o gorila, que segurava a outra corda, amarrando-a e tentando se aproximar do símio.

No timão, os movimentos nada previsíveis dificultaria para o negro conduzir ali a embarcação, que sem controle iria de um lado a outro. Ao sentir que as velas queriam se abrir novamente, a brutalidade das ondas marítimas causara um maior empuxo nos pulsos do negro, que precisava ter o controle novamente da embarcação. A sua frente, o mesmo via Bruce preso. A sua esquerda, estava Kryn e Elisabeth que tentavam não correr mais perigos, os esmos seguravam-se nas cordas da lateral esquerda. Aya estava na direita, amarrada na mesma presilha que prendia as cordas no convés.

— Helves, cuidado! Não vá! — bradou Aya segurando-se na celestial, impedindo-a de ir, ao mesmo tempo que a segurava.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptySex 22 Jun 2018 - 20:46



한도 내에서

Algo que a celestial nunca imaginou existir, realmente estava ali na frente dela. – OOOOH! – A surpresa da garota surgia, seu coração batia tão forte ao ver algo que ela considerava impossível. – Isso realmente existe! A água ta subindo! – A animação dela até mesmo ignorou o fato de que um dos tripulantes tinha caído algo que a garota nem mesmo viu ou lembrou-se dele conforme a embarcação subia a montanha. "Isso é tão divertido, mesmo podendo morrer a qualquer segundo, não consigo parar de sorrir." Segurando-se o mais firme que seu corpo aguentava, tentava mantar-se na embarcação enquanto aproveitava a vista daquela aventura, observando a água tão estranha que subia a montanha e os levava pelo caminho ao topo. Ao tentar ajudar em algo, Helves foi impedida por Aya, que estranhamente segurava a celestial. – Qual o problema? – O motivo da sirena não deixar Helves seguir ainda era desconhecido, mas a celestial apenas aceitava a decisão de sua companheira, desistindo de sair de perto dela, segurando-se ainda mais firme na sirena. – Tudo bem... Sem problemas, não irei sair de perto de você. – Independente de qual fosse o motivo, agora a garota estava com sua companheira e só poderia ajudar em coisas que estivessem em seu alcance.

Deixando a excitação de lado para observar melhor a situação por inteiro. Neste instante a garota provavelmente perceberia a falta de alguém, mesmo não conhecendo a pessoa que tinha desaparecido, ela sabia que algum dos tripulantes tinha falhado na missão de continuar na embarcação. "Perdemos uma pessoa, estou um pouco presa no momento e o restante do grupo parece bem." Asken tinha uma das maiores responsabilidades naquele instante, mas Helves queria ajudar no que fosse possível se Aya conseguisse deixar ela ir. Talvez a ajuda da garota nem fosse necessária, pois o grupo era tão grande que eles conseguiriam suprir a falta dela naquele momento. "Talvez Aya esteja apenas preocupada, bem, não posso ignorar minha amiga nessa situação. Prender ela no meu corpo ainda me parecia uma ideia melhor." Ter o peso da sirena e a possibilidade de movimentar-se por toda a embarcação, ajudando em tudo que fosse necessário seria muito melhor do que ficar presa no mastro principal. – Vocês precisam segurar as velas, abaixar elas agora só dificultará o trabalho de Asken. – Bradou para qualquer um que estivesse no convés, esperando que aqueles não fazendo nada conseguissem alcançar as cordas, podendo assim manter as velas levantadas para a embarcação seguir apenas com a correnteza e o controle do negro.

Se a qualquer momento a ajuda da celestial fosse necessária e Aya estivesse bem, Helves partiria para ajudar seus companheiros, independente da função, tomando sempre o devido cuidado no caminho para não ser jogada longe. As machadinhas sempre prontas para serem pegas, cravando-as no chão no meio do desespero de ter seu corpo jogado para fora da embarcação. Agora se Aya não permitir a saída da celestial, só restaria para ela permanecer próxima da sirena, segurando firme nela e nas cordas para que seu corpo permanecesse em contato com a escuna. – Tudo bem, estou aqui com você. – Diria para acalmar a sirena caso fosse preciso, pois se ela não estivesse disposta a largar Helves, significava que algum problema existia. Poderia ser medo, preocupação e outros diversos sentimentos que ela tinha e não estava compartilhando. O importante era que os outros conseguissem concluir as tarefas dadas por Asken, possibilitando uma passagem mais limpa e direta ao topo da montanha. Bater a escuna muitas vezes significaria em mais problemas e naquele momento não dava para lidar com isto. Ouvindo os sons e percebendo os impactos, Helves esperava entender quando a embarcação estivesse com algum buraco e sem pensar muito ela partiria ao interior do barco, procurando este buraco que poderia permitir a entrada de água e futuramente inundar todo o interior até a escuna afundar. Pegando pedaços de madeira, pregos e um martelo, ou qualquer outra coisa que conseguisse tampar um buraco de maneira simples. Martelando, batendo, pregando ou o que fosse necessário até tampar este buraco, mesmo que seu corpo fosse destruído ela ainda continuaria tentando acabar com aquele problema. Quando finalmente estivesse completamente bloqueada a garota iria começar a retirar a água com baldes, jogando para o mar a água acumulada no interior. Se isto não fosse possível, apenas permaneceria bloqueando o buraco até que a viagem estivesse em seu fim.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptySex 22 Jun 2018 - 23:05

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 25 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

O grupo estava em apuros a água que subia pela reverse não era uma brincadeira. O prisioneiro que estava conosco teve seu fim trágico ao cair do barco durante a subida, sendo que o negro não perdia sua concentração a força das ondas fizeram seus braços e pulsos sentir uma enorme pressão que causava no descontrole parcial do barco. ’É o começo do levantar do vôo da minha revoada.’ O deus começava a criar novamente um olhar diferente, em seu rosto esbanjava um sorriso, o caos e a morte era como se fosse seu lar e aquilo ativa uma adrenalina extrema em seu corpo que o fazia se sentir revigorante. ’Não posso permitir, aquelas velas se abrirem.’ Caso a vela venha a se abrir, rapidamente o negro pegaria a sua carabina e tentaria encravar-lá no timão para que ele possa se manter o mais firme possível por um breve período de tempo e logo em seguida pegava a sua espada e embanhava com sua mão direita, mantendo a lâmina na horizontal. - Arghhhhh! Avançaria com alguns passos para frente pegando impulso e lançaria a espada a fazendo girar como se fosse um sifão na horizontal, mirando o meio do tecido da vela principal para que o mesmo viesse a ser cortado, e com a força do vento naturalmente em seguida seria destruído. - Urgh O deus saberia que naquele momento seria difícil se manter em pé e equilibrado e tentaria se manter em pé, caso notando que estava perdendo totalmente seu equilíbrio tentaria cambalear até algo sólido como uma parede e tentaria se chocar contra esse objeto com seus ombros ou costas para tentar recuperar o seu equilíbrio tentando evitar o risco de ferir suas mãos, em seguida tentava voltar o mais rápido possível para assumir o controle do timão e ao chegar rapidamente iria segurar o timão com sua mão direita e pegaria a carabina com a esquerda já a enfincando no chão para que use como uma espécie de alavanca, visando criar uma força maior em seu braço esquerdo para manter o timão e o controle do barco e consequentemente ajustando a direção que o barco pudesse tomar, caso estivesse indo mais para a direita o inclinava para a esquerda e vice-versa.

No momento em que Asken visualizar o topo da montanha seu sorriso ficava cada vez mais contagiante, com uma expressão que dava para ser lida como uma espécie de prazer carnal. - Segurem as suas asas, HORA DO VÔO! Seu tom alto e firme, com sua voz mais rouca era o alerta para que todos pudessem saber que estavam chegando no topo era uma forma icônica, sendo que o negro se manteve focado e tentava ajustar o máximo o barco para que o mesmo venha a fazer o salto reto, segurando e ajustando a direção do barco com toda as força para o manter estável e reto naquele final. ’É agora…’ Durante o salta seria a parte mais fácil pois não teria, nada o que fazer enquanto o barco estava fora da água apenas manter o leme reto e aguardar o choque novamente durante a queda. O deus se segurava firme no timão, colocando força e pressão para baixo para que não venha a correr o risco de seu corpo dar uma espécie de salto com a reação do barco ao se chocar com a água novamente e no ponto em que se chocar iria apenas tentar manter o leme reto para começar a sua descida até a Grand Line.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptySab 23 Jun 2018 - 2:38



Cair já era cuzão

O frio era muito maior a qualquer um que seu corpo já tivesse experimentado. Cada gota que caía do céu vinha com violência, acompanhada de outras mil que lhe parecia estar sendo golpeado com intensidade. Mas a pior sensação era o fato de não poder ver nada, além dos barulhos dos trovões e relâmpagos sentia me como se os céus estivesse nos castigando ali dentro daquele navio. “Não consigo enxergar nada, é confiar.” Nada importava, a dor, o frio, o medo, a tempestade e o navio tremulando agitação do mar, os relâmpagos que rasgariam o céu ou os trovões que rugissem. Deixaria nas mãos do destino, como um forte crente nele, imaginaria o que ele tinha para mim. “– Caramba não estou enxergando praticamente nada.” Diria em um tom de voz alta, quando Helves falou sobre o que sabia sobre a Reverse não esperava que fosse assim nem nos meus piores pesadelos. O magrelo morria com o mastro caindo na sua cabeça, não havia nada que podia ser feito por ele, sem sombra de dúvidas.

“Minhas mãos estão escorregando ... Acho que esse é o fim ...” Não conseguia me segurar muito bem, parece que o sonho de mudar a realidade da ex-baronesa não passaria de um conto de fadas. Mas algo não quis que eu morresse, quando podia observar a figura de um ser sobre os relâmpagos. “– O que você quer de mim?” Diria a um tom calmo, me o questionava e ao mesmo tempo pensaria qual era o meu propósito. “Ele está com minha alma? Sou agora um servo do Diabo?” Talvez ele realmente ouviu minhas orações e aceito minha alma como pagamento, isso é algo muito estranho estando em um navio como um homem que se diz um Deus. “– Vou banhar muitas terras em sangue, por você, mas um dia você também me encontrará.” Se realmente fosse o satanás, deixaria bem claro a ele, Micqueot e Toroa foram apenas o começo, só que um dia eu o encontraria e ele também será uma das minhas vítimas. “Droga tenho que tomar mais cuidado.” Caso Elisabeth pergunte com quem estou falando então diria com toda a sinceridade. “– Com o Diabo.” Olharia bem nos olhos dela.

“– Também te amo!! Vou fazer meu melhor para não morrermos.” Apesar de toda aquela situação, seria analítico pensando no que poderia fazer, procuraria coisas em minha volta, olharia para as pessoas. Tentaria fazer isso numa fração de segundos bem rápida. “Baixar as velas, lugar para se segurar, são muitas coisas ao mesmo tempo.” Bom Elisabeth agora teria que confiar mais do que nunca em mim, me objetivo era abaixar as velas junto com ela, se segurar o mais forte possível e na sequência procurar outro local para ficar. – Vamos abaixar as velas, para sairmos nessa situação, seguraremos bem firme e na sequência podemos segura em outro local. Falaria já tomando uma ação rápida, usando minha acrobacia se for preciso, meus passos seriam cuidadosos e firme, junto da garota, assim que baixarmos as velas, seguraria bem firme.

Abusando de seus conhecimentos acrobatas, iria estar atento para acontecimentos no convés aonde precisaria intervir para precaver de danos. Caso a mulher se mostrasse em queda, fosse dos mastros ou mesmo sendo arremessado de forma que não conseguisse salvar-se por si mesmo, o pirata correria usando seus conhecimentos para manter o equilíbrio, e se necessário saltando e segurando-se na própria corda para usá-la como algo para mudar sua própria direção no ar, puxando o corpo pela corda na direção pretendida e empurrando-se com os pés na superfície que fosse possível. Então tentaria abraçar com a mão direita, e ajudar a estabilizar-se. “– Segure-se firme mulher.” Diria a ela, sem mudar muito minha expressão, mas gostaria de ver algum sorriso no rosto dela nesse momento de tensão. “Será que falta muito?” Achando um local mais seguro para se segurar então tentaria levar a garota lá para que a gente possa ficar bem.

Não achando nenhum lugar para ficar seguro e amarrado avaliaria a posição atual da embarcação, sendo de maneira segura para o que eu pretendia fazer, deslizaria até o local onde poderia me segurar com a garota, ou aproveitar a corda e panos para amarrar na embarcação, jamais faria isso em um local onde pode-se quebrar com facilidade ou algo possa cair na nossa cabeça. Conseguindo ficar em um lugar aparentemente seguro com a garota, aguardaria instruções do navegador, no qual eu seguiria à risca, para ajudar no que fosse preciso. Não achando nenhum local para se segurar ou amarrar, iria tomando cuidado, com meus passos firmes junto de Beth, desviando das coisas e se segurando rapidamente no que tiver próximo e ir mudando para o mais próximo sempre fazendo o máximo para evitar qualquer tipo de queda.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptySab 23 Jun 2018 - 20:21



O céu escurecia à medida que se aproximavam do local destinado. Sun, com a mão na testa, olhava para o alto, notando a neblina misteriosa, temeroso. Na sua terra natal, quando o tempo fechava de repente e uma tempestade se anunciava todos se recolhiam e se escondiam, sabiam que nesse dia Hanuman estava zangado e coisas ruins estavam por vir. Naquele instante Bruce relembrou-se desse sentimento. A névoa espessa já dificultava a visão de todos e o macaco se aproximava do mastro, precavido para segurar-se. O navio ganhava cada vez mais velocidade, um chiado constante se tornava cada vez mais alto e finalmente o paredão vermelho se pronunciou. Os olhos do macaco não conseguiam alcançar o fim da estrutura, e seus pés oscilavam com as tremulações da embarcação, que dirigia-se perigosamente à pedra. O primata se agarrou ao mastro e sentiu o forte impacto do navio contra a rocha. - "Vamos morrer!" - Chaos temia pelo pior.

Asken gritou suas ordens e o símio prontamente obedeceu. Se soltou do mastro central e correu às cordas, puxando com rapidez recolhendo, junto com King no lado oposto, a vela principal da embarcação. O navio se inclinava, e acelerava, subindo a montanha. Bruce ouvia o som de algo caindo na água e percebeu, logo antes de afundar, um dos homens que vieram com Asken. Estava morto, sua aventura chagava a um fim. Sun engoliu em seco, temendo pela própria vida exatamente quando fora castigado pelo destino. A corda se enrolou ao redor de um dos braços do macaco que guinchou ao sentir seus dedos sendo quebrados. - CAAAAAAAAH - Em seguida o corpo de Bruce se chocou violentamente contra o mastro, espalhando uma dor surda por todo o tronco. Sentiu o gosto amargo de sangue na boca e ferimentos antigos voltarem a doer. - "Argh, preciso me livrar dessa corda, ela vai arrancar meu braço! - Angustiado o primata se pôs em movimento. Se aproveitando da proximidade com o mastro se seguraria com as patas inferiores, rodeando a estrutura em um abraço. Se não o alcançasse, então se seguraria no local fixo mais próximo: barras, sacada, o que conseguisse. Firme com os membros inferiores, seguraria a corda com a mão livre e os dentes, a tracionando o mais forte que conseguisse, tentando impedir que ela frouxasse e soltasse a vela. Já com o solavanco da corda contrabalanceada pelos dentes e mão livre, iria tentar desenrolar o braço preso o mais rápido possível. - ahushdushudawew - Tentou falar sem sucesso, com a boca ocupada. O símio sabia que não poderia deixar as velas baixarem, Asken havia ordenado que estivesse recolhidas então era o melhor naquele momento.

- Ya-hooooooo - A dor se misturava com empolgação e o símio misturava um ganido com um urro motivado. Tentaria de todo jeito preservar seus dedos e braço, tirando a corda de si. Também se concentraria em manter-se seguro, dentro do navio, usando os quatro membros e cauda para agarrar-se com qualquer estrutura fixa, mastro, presilha de cordas, e semelhantes. Na impossibilidade disso, saltaria para a rede de cordas na lateral do navio, que se assemelhavam a uma rede, lá se seguraria com as quatro mãos, utilizando sua experiência pregressa da selva e aptidão em escaladas. Ainda sim, se focaria em obedecer adequadamente as ordens de Asken enquanto se mantinha em segurança, garantindo que as velas se mantivesse fechadas até ordem contrária.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptyDom 24 Jun 2018 - 20:57

A celestial se deparava com a súplica de sua amiga. Sem entender o real motivo do pedido de Aya, Helves apenas ficava junto a sirena.

— Tudo bem... Sem problemas, não irei sair de perto de você! — afirmou ela.

Sendo segurada por Aya, que estava amarrada, a garota enfim percebeu que a viagem era dura ao ponto de terem baixas. Alguns dos tripulantes menos importantes para o grupo não estava mais com eles ali. Essa era a dura realidade da subida da Montanha Reversa (Reverse Mountain). Não se satisfazendo em apenas ficar ali, segura por Aya, Helves distribuiu funções para os que estavam ali no convés, parte por tentar diminuir a carga de funções sobre os ombros de Asken, outra parte por tomar cuidado com todos.

— Vocês precisam segurar as velas, abaixar elas agora só dificultarão o trabalho de Asken! — gritou.

No controle do timão, o negro via tudo de dentro de sua “cabine” (tomando base o Going Merry, o timão ficava dentro de uma pequena cabine, salvo engano). Quase como uma leitura de mentes, ao ouvir o bradar de Helves em meio a trovões e relâmpagos, Asken pensou rápido. Sacando sua carabina modificada (possui uma ponta afiada, típica de guerrilhas), o negro buscou travar o timão — mesmo que por alguns segundos — e, pegando sua espada, o mesmo se preparou.

— Arghhhhh! — urrou.

Arremessando a arma, o negro atingiu a vela que estava prestes a se abrir por completo. O tecido do lado de Bruce já estava solto, por assim dizer, o que iria acontecer com o lado de King, caso o piloto não tivesse agido. A pontaria de Asken não era das melhores. A lâmina havia tido sua trajetória influenciada pela gravidade, que impedia que a mesma pudesse ir mais rapidamente, além do que a direção da chuva, além dos ventos, intervia no trajeto, que resultou acertando a borda da vela. O prejuízo causado não havia sido o bastante para perfurar o centro do tecido, impedindo de o vendo soprar. A arma caía presa no piso frontal da embarcação.

Asken, perdendo o equilíbrio, cambaleava para trás, chocando-se contra a parede da pequena “cabine”, porém, já esperando isso, o negro usava a parede de impulso para retornar até o timão, que voltava a rodar milésimos de segundos antes do negro pousar sua mão direita. Não deixando a arma cair sem sentido, com sua mão esquerda, o negro rapidamente prendeu a carabina no piso, dessa vez, e usando-a como base, o mesmo conseguiu “normalizar” o trajeto, mesmo que não totalmente.

No convés, Kryn havia dialogado com a figura que mais almejou, ou ela teria o escolhido? Elisabeth estranhava, mas a adrenalina era tanta que a garota apenas tentava sobreviver junto do seu amado (crush). Já tendo em mente a situação, o espadachim tentou tranquilizar a sua amada, antes de tomar as devidas medidas para o prosseguimento de geral.

— Também te amo!! Vou fazer meu melhor para não morrermos! — afirmou — Vamos abaixar as velas, para sairmos nessa situação, seguraremos bem firme e na sequência podemos segura em outro local!

A ideia de Kryn vinha rapidamente, logo em seguida da movimentação de Asken. A perda parcial do controle da embarcação — por segundos, ou menos — causava uma alteração do equilíbrio que fez Kryn cambalear junto a Elisabeth, quando os mesmos já estavam próximos as cordas da vela, soltas por Bruce. Tentando controlar o equilíbrio com passadas e habilidades acrobáticas, Kryn tentou segurar as cordas em um último ato. Lentamente, nesse momento, o espadachim sentia a textura da corda em seu indicador, porém estava fora do seu alcance... Até King empurrá-los. Tal impulso foi o necessário para o espadachim segurar-se nas cordas e, usando-as, o sentido da “queda” fez o casal realizar um movimento de pêndulo, voltando às cordas.

— Segure-se firme mulher! — bradou Kryn.

— Estou fazendo issoooo! — respondeu ela.

Kryn não sabia, mas King havia perdido o equilíbrio ao tentar ajudar Bruce. O símio havia tido uma ideia deveras boa para escapar da perda de seu braço, além da queda da embarcação daquela corrente marítima. Forçando seus membros inferiores, o macaco conseguiu folgar a corda de maneira que não machucasse, porém sem tempo, o gorila saltou e com toda sua força puxou as cordas, liberando Sun, porém perdeu o equilíbrio e chocou-se com o casal. Tal choque fez com que King perdesse a velocidade e conseguisse rolar pelo convés e segurar-se em dois encaixes de cordas que havia na borda da embarcação. Liberto, Sun saltou para as redes laterais agarrando as cordas soltas pelo gorila e segurando-se na rede de cordas laterais, usando seus braços, e cauda.

A subida aparentava estar normalizada. O tritão conseguia esgueirar-se e ajudar Bruce segurando as cordas da direita, enquanto Kryn e Elisabeth seguravam as da esquerda. Helves estava segura com Aya, que tinha medo da mesma voar. A celestial se mantinha atenta para possíveis barulhos de madeira quebrada, porém só ouvia sons de arranhões na “carcaça” da embarcação. A tempestade continuava a cair, fortemente, porém, em certo momento, tudo parava. Asken, vendo tudo, agora tinha sua visão limpa. O topo da montanha gigantesca estava próximo. A adrenalina então surgiu como uma enorme chama no corpo do negro, que aumentou gradativamente ao ver aquela cena se aproximando.

— Segurem as suas asas, HORA DO VÔO! — bradou a todos.

A visão era bela. A tempestade cessava por completo e, ao longe, todos veriam o enorme mar que compunha a Grand Line. Ao fundo, o sol em meio as nuvens. Era um início? Estavam eles no paraíso? Ou era o disfarce do inferno? Os sentimentos seriam os mais variados, mas o que todos podiam ter certeza era que aquela imagem os marcaria.

Paisagem "Parecida":
 

— Helves... é lindo! — afirmou Aya com os seus olhos brilhando.

Asken já tinha percebido. A embarcação havia saído da corrente oceânica ascendente. Aquela linda imagem lentamente sumia de seus olhos de acordo com que a embarcação descia. A proa da embarcação se inclinava para baixo e, ao invés de caírem para “baixo”, o perigo era a queda da embarcação que logo embrulhava o estômago de todos, sinalizando o que os esperava.

— Vamos cair! — bradou o tritão!

Tão rapidamente como a subida, a tempestade retornava, aquele era o sinal de que os perigos ainda não haviam cessado e nem iriam. O grupo adentrava de fato na Grand Line e como diziam “ A Grand Line é perigosa desde o momento que você sente o respingo de seu mar”.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptyTer 26 Jun 2018 - 16:09




Voar. Helves nunca pensou que chegaria perto de fazer algo assim. Planar é uma habilidade que suas pequenas asas conseguem sustentar, mas voar está bem longe do que suas habilidades permitem. Mesmo vivendo no céu por tanto tempo ela nunca conseguiu voar, e se Asken estava certo, voar era realmente incrível. Ver coisas tão lindas do céu, Helves tinha esquecido o quão bom aquilo poderia ser. "Espero um dia conseguir ver algo assim outra vez." A bela paisagem encantava os olhos da garota, fazendo eles brilharem enquanto observava a visão da Grand Line. Aya estava tão animada quanto a celestial e isto a fez ver algo tão belo quanto aquela paisagem. Os olhos da sirena brilhando e sua feição agradava tanto a celestial, ver sua companheira feliz era uma das coisas mais importantes em sua vida. – Sim... Realmente lindo. – Com o olhar completamente focado no rosto da companheira, apreciava a vista de alguém importante em sua vida. Sorrir, sim, Helves também gostava de sorrir e fazia isto sem nem ao menos perceber que estava tão encantada com Aya. "Haaah... Eu devo gostar muito dela." Conforme a embarcação ia descendo, sumindo com a linda visão da Grand Line, voltando à tempestade que incomodaria por algum tempo o grupo.

Está se divertindo? – Perguntar isso naquele momento pareceu interessante. A morte estava tão próxima, mas Helves sentia-se feliz com a situação em que se encontravam. Alcançar o céu, ver algo tão lindo e perceber que o fim estava tão próximo eram as coisas mais interessantes naquele instante. Sorrindo ainda presa à Aya, não conseguia parar de pensar no que faria se ela e Asken não estivessem por ali. "Acho que sem Asken eu já estaria morta, ou teria me tornado uma pessoa ruim... E sem Aya eu nunca teria uma amiga, ter alguém com quem eu posso compartilhar as coisas." A única mulher em sua vida além da sirena tinha sido sua mãe, alguém com quem a celestial conseguia contar tudo e se abrir completamente. Perder ela foi um dos pontos mais tristes do mundo, acabando completamente com Helves por algum tempo. "Ninguém nunca vai chegar perto de ser o que meus pais eram para mim... Eu tenho uma família, mas é diferente. Não sei explicar, o sentimento parece diferente." Isso era algo mais pessoal. Considerar alguém importante, chegando ao ponto de ultrapassar seus pais, Helves não faria isso. Ela não conseguiria aguentar perder pessoas tão importantes outra vez. Não dessa vez.

O perigo naquele instante era bater em alguma das laterais da montanha, antes mesmo de parar no farol. Helves estava pensativa e não tinha como se mover, pois Aya tinha medo da celestial ser jogada para fora do barco. Até mesmo ela sabia que isso poderia acontecer, mas estava disposta a aceitar a morte se este fosse seu destino. Com força a celestial continuaria presa à sirena, segurando firme para não ser jogada longe, usando até mesmo das machadinhas para cravar no chão se fosse necessário. "Se ela não quer que eu morra, não posso aceitar a morte tão facilmente." A qualquer sinal de perigo, Helves procuraria se manter firme com Aya, ou apenas segurar ela, caso fosse a sirena que estivesse correndo perigo. Já se fosse algum outro membro da tripulação, a garota tentaria se livrar de Aya, correndo ao encontro de quem estivesse precisando ser salvo. Sem pensar muito ela se arriscaria para segurar algum membro da pessoa, cravando uma das machadinhas na madeira com uma das mãos livre. Usando de toda sua forma, puxaria a pessoa ao convés mais uma vez e partiria ao encontro de sua companheira, prendendo-se à ela.

Talvez Asken estivesse precisando de ajuda, neste caos a celestial tentaria também livrar-se de Aya, correndo ao encontro do deus, ajudando no que fosse necessário até conseguir retornar para Aya. Agora se a situação fosse no interior da escuna, Helves teria de verificar se existia algum problema, talvez um buraco que estivesse deixando água entrar no barco. Neste caso ela usaria dos materiais disponíveis para bloquear tal buraco, ou apenas daria a ordem para alguém que estivesse livre se apenas ouvindo ela conseguisse perceber que o estrago tinha sido feito. – Alguém precisa descer, o barco foi danificado. – Não importava quem fosse, qualquer um por ali poderia cumprir tal tarefa enquanto a celestial continuar presa com a sirena. Se com sucesso o grupo alcançar o farol, todo o trabalho da tripulação teria sido bom o bastante para tal feito. Helves suspiraria, aliviada de terem conseguido com apenas uma baixa. – Vamos, preciso te soltar. – Sorrindo ela iria começar a desamarrar a sirena, tomando cuidado para não machucar e por fim pegaria mais uma vez Aya em seus braços. – Estou realmente feliz de estarmos bem, mesmo perdendo uma pessoa, você e Asken estão vivos... Isso é o que importa para mim no momento. – Com calma ela iria até um canto da embarcação, sentando-se com a sirena para descansar por alguns momentos após passar por tantos problemas na tempestade.

O descanso merecido após mais um sucesso em viagens estava ali e por agora ela só queria ficar quieta, tomar seu tempo e finalmente iniciar qualquer ação que fosse necessária para sair do farol. "Estou cada vez mais perto." Pensar nisso a animava e também a deixava triste. No fim seu objetivo não traria nada de interessante, apenas mais dor quando a descoberta fosse feita. Mas Helves precisava saber ficar no escuro era muito pior. A tristeza não podia dominar a garota, naquele instante ela só precisava de um abraço, talvez pedir fosse a melhor escolha, mas sem ligar para isto ela abraçaria Aya da maneira mais carinhosa que conseguia. Com a cabeça descansando no ombro direito da sirena e algumas lágrimas se formando em seus olhos, não foi desta forma que ela imaginou terminar a viagem, só que os sentimentos eram mais fortes do que ela. Após algum tempo ficando ali com sua companheira, Helves lentamente se afastaria, enxugando as lágrimas e abrindo um sorriso tímido, tentando evitar olhar para o rosto da sirena. – Sinto muito, não queria mostrar isso para você, mas não consegui evitar. – Ainda sentada a celestial abraçava suas pernas, enfiando a cabeça nos joelhos para esconder-se de tudo e todos.

Após algum tempo de descanso, além de repensar suas ações anteriores, Helves percebia que Bruce precisava de ajuda. Ela não tinha notado até então, mas por agora olharia a todos os companheiros, procurando saber se eles estavam feridos ou não. – Claro. – Cuidar dos ferimentos de quem tinha se machucado na viagem era o trabalho dela. Nada de tão grave deveria ter acontecido, mas Helves estava ali para ajudar nos primeiros socorros. Com paciência ela faria tudo de maneira suave, limpando o ferimento se fosse necessário, fechando este com agulha e linha, finalizando assim com as bandagens que envolveriam as feridas dos companheiros. – Está bom? – Questionava, observando como os curativos estavam e se precisava ser reajustado ou não, arrumando tudo que fosse necessário para deixar os feridos confortáveis. – Se precisar de mais algo é só me falar. – Sorrindo, dispensaria aqueles já tratados, cuidando dos outros de maneira semelhante por conta da falta de conhecimento. Por fim ela poderia voltar até Aya, encostando-se à sirena com os olhos fechados enquanto descansava a cabeça no ombro dela. "Mostrar uma forma tão fraca... Eu não deveria fazer isso outra vez, preciso ser alguém confiável. Chorar na frente dela não me ajuda nisto." A pessoa que estava apenas atrás de Asken no comando da embarcação deveria ser firme, proteger a todos e mostrar força. Algo que ela não tinha conseguido nos últimos momentos da chegada ao farol.


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Última edição por Ryoma em Ter 26 Jun 2018 - 20:46, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptyTer 26 Jun 2018 - 17:35

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 26 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

A beleza do céu sobre a montanha clareava as suas pupilas, seus olhos ficaram encantado com tamanha grandeza. ’Céu e estrelas foi a minha melhor criação.’ O deus tinha consciência que não podia perder tempo, pois a queda do barco era inevitável e se manteve focado para que o leme permanecesse estável e reto para que a embarcação ao voltar a atingir a água se mantenha na direção correta. Segurava firme o timão para manter a descida estável, tentando manter o controle da direção o melhor que conseguir para que não venha a sofrer qualquer tipo de acidente. - Bem-vindos a Grand Line meus dragões! O tom de empolgação era notável em sua voz, todavia se mantém focado com a direção e rumo que a embarcação está tomando para que em nenhum momento perdesse o controle da direção do mesmo a descida. No momento em que conseguir maior controle do barco que provavelmente seria ao chegar próxima ao final da correnteza daquela perigosa montanha, em seguida focava em tentar conseguir reduzir a velocidade do barco para aportar o mais próximo da borda daquela montanha.

Chegando na Grand Line, o deus iria se preparar para ir até o convés para checar como estão seus companheiros. ’Danificado?’ Asken possuía suas dúvidas pois não havia sentido pelo timão algum dano considerável que pudesse afundar o barco, sendo que independente de tudo iria checar o interior no momento em que o mesmo estivesse parado. Caso possuir algum tipo de fragilidade ou danificação, o negro buscaria qualquer coisa que fosse extremamente pesada como um armário, cama ou objetos que pudesse com cautela apoiar sobre aquela danificação para gerar tempo. ’Preciso de tempo e consertar isso mais rápido possível.’ Sabia que não possuía conhecimento e ferramentas adequadas para fazer o conserto ideal para embarcação. Caso a embarcação estiver íntegra, fazendo o negro perceber que foi apenas o estalar natural por conta da diferença de umidade e condução térmica, simplesmente o negro iria voltar até o convés e acalmar a todos. - Não tem nada de errado com o barco. Em tom confiante e com uma expressão relaxada, acalmada e assim recitou o deus para todos da embarcação pudessem o ouvir e em seguida iria até sua espada que estava fincada para removê-la e guardaria em seus pertences.

A checagem do barco seria minuciosa para que Asken pudesse ter certeza que não deixou de conferir nada. No convés o negro ainda estava bem descansado, entretanto estava com fome, só que suportava a sua gula e iria até a borda da frente do barco e apoiou seus cotovelos e colocava a mão direita em seu queixo e o braço esquerdo repousava sobre a borda do navio dobrava, enquanto seu olhar vago lentamente caminhava pela imensidão azul que banhava a grand line. ’Quais será os rastros das sombras de minhas asas?’ Em seu rosto um sorriso confiante e em suas expressão facial demonstrava está pensativo, imaginando novos desafios que terá que enfrentar.                        




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptyTer 26 Jun 2018 - 18:38



Farol


Nem nos meus melhores sonhos imaginaria algo como esse a imagem era linda, estávamos voando, me sentia a pessoa mais distante do céu dentro daquele navio então era uma oportunidade única em vida. Conheci o frio de Micqueot, o clima tropical de Toroa, mesmo aquele cenário belo no paraíso não chegaria nem perto do que estava vendo, é uma pena que para uma pessoa como eu isso não passa de um simples momento. " Meu destino aparentemente já está cravado." Olharia para Elisabeth e gostaria de ver a magia nos seus olhos, o encanto, a sua realidade começando a ser mudada, sua história sendo reescrita de pouco em pouco. " - É lindo não é ... Nunca imaginei!!!! Que momentos como esse durem para sempre em nossa mente." Daria uma piscada para a mesma, não mudaria minha expressão, mas por dentro o coração de um homem que provavelmente foi forjado nas profundezas do inferno se sentia feliz, algo que eu não conseguia explicar.  

" - Bom esse é só o começo da Grand Line ..." Jogaria minhas palavras no ar, sabendo que os desafios que viriam seriam ainda piores, que os adversários seriam mais fortes que Mison, alguém cuja eu tive muitas dificuldades. " Num confronto sozinho contra ele, eu nem estaria aqui para apreciar esse momento." Algo dentro de mim me incomodava era um vazio muito grande, que as vezes era preenchido por Lisa, era como tivesse faltando uma parte de mim, talvez aquilo que o diabo possa ter arrancado de mim. Eu era apenas um sobrevivente. Eu nasci e cresci no inferno, respiraria fundo, lançando um olhar profundo, logo fecharia meus olhos. " Ainda não acabou." Abria meus olhos novamente e voltaria minha atenção para a situação no navio, vendo eu ou a garota numa situação perigosa, voltaria a segurar a corda com firmeza, voltando a buscar algum certo equilíbrio. " - Parece que a diversão não tem fim." Diria a mulher, faria o meu melhor, usaria toda a minha força possível, tentando nos manter dentro da embarcação. " Como será que tudo isso irá terminar." Pensaria mediante a situação.

Me colocaria a disposição para ajudar no que fosse preciso, aguaria as ordens e instrução do que fazer. Mas devido a situação em que nós se encontrávamos tomaria o máximo de cuidado. Sempre com calma e analisando as possibilidades, fazendo de um jeito em que Elizabeth se sentisse bem segura diria com um tom de voz suave para a mesma. Uma voz que transmitia o que passava em minha cabeça toda a calma do mundo. " - Somos capazes ... Fique Tranquila." Caso nos seja pedido alguma coisa, ou a mesma se mostre com medo (Pânico). Morrer ali era a última coisa que passaria pela minha cabeça após ver uma cena maravilhosa ao lado da minha amada, ainda tinha contas a acertar também, seria confiante. Se fosse preciso abraçaria a garota bem forte, com toda a força que o pirata conseguisse e diria no ouvido da mesma, sussurrando. " - Calma, conseguiremos ... consegue sentir o calor do meu corpo?" Daria um beijo de leve no rosto da mesma e completaria. " - Lembre-se que eu ainda estou aqui." Me afastaria e voltaria a ajudar o resto das pessoas no que precisarem.

Caso desse certo deitaria um pouco sobre o chão do barco enquanto olharia para o céu pensando comigo mesmo. " Agora sim, bem-vindo a Grand Line." Sem perceber colocaria um sorriso no meu rosto, enquanto já pensaria nos inimigos que encontraríamos pelo caminho. " Que situação em, parece que essa Reverse é mais complicada do que foi dito." Ainda ali deitado perguntaria a sua amada. " - Tudo certo? " Ela confirmando que sim voltaria a responder. " - É isso aí gatona, chegamos bem ... foi corajosa." Ela poderia simplesmente ter ficado em um dos quartos, mas preferiu encarar a subida da Reverse é uma mulher e tanto. " Só que as vezes coragem não é o suficiente ... só que é algo bem importante." Levantaria e olharia as coisas em minha volta, para ver se todos estavam bem.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 13 EmptyTer 26 Jun 2018 - 20:24



Sun se segurava forte nas cordas, temeroso para não ser lançado ao mar. Aquela subida estava mais aterrorizante que supusera e agora, com seus dedos dormentes e retorcidos, o braço latejando, e um medo instintivo de morrer, paralisava buscando se manter seguro. Entretanto, tudo mudou, como um pequeno agrado vindo de Hanuman, o deus macaco. Ele olhou ao redor e viu uma paisagem tao bonita que mais parecia uma pintura. Sentiu um calor no peito, a dor esvair-se e folgou as patas das cordas, relaxando. - Será que eu morri?! CÁCÁCÁ - Ele sabia que não estava morto, era muito cedo pra isso, mas soltou a piada baixinho, divertindo apenas a si mesmo. - "Apesar de todo o esforço, no final um lugar melhor nos espera..menos o desgraçado do Gokudera, esse maldito vai morrer! - E então sentiu o corpo flutuar, o ar ascender e o navio descer. Estava caindo. O momento de calmaria se findara e a tempestade urrava ao redor, como dragões rugindo nas nuvens negras.

Agora literalmente desciam ladeira. Sun tentava se segurar com tudo que tinha direito, dentes, patas, cauda. Guinchava assustado enquanto via a pequena embarcação atingir velocidades cada vez maiores, enquanto seus companheiros que já haviam sido lançados para todos os lados resistirem às tentativas incessantes de serem tragados ao mar. - ZEBUREM-ZE ZEUS DEGRAZADOZ!!! - A boca ocupada dificultava a articulação das palavras mas o símio fazia seu melhor no aviso. O desespero se misturava com empolgação, e voltar àquele mar central que abrigava sua ilha natal lhe dava uma pequena sensação de dever cumprido, como um objetivo concluído dentro de sua mente. Promessas brotavam à sua mente: iria se esforçar, praticar, melhorar e quando chegasse a hora, não hesitaria, terminaria sua vingança e ajudaria seus aliados à completarem seus objetivos, mesmo que lhe custasse a vida. Afinal, um macaco sem palavra é apenas um humano. Ou não tem nada a ver?

Alcançando a calmaria, Sun desceria das cordas, de volta ao convés. Olhando ao redor, iniciar uma chamada, para garantir que todos os membros estavam presentes. - CHAMADA! Bruce? PRESENTE! - Saltaria com uma cambalhota para trás, erguendo a mão com dedos quebrados. Se aproximaria de Helves, com os dedos balançando, inúteis. - Mulher-pássaro, me cura, pro favor - E então sacudiria a mão em direção à moça de cabelos verdes, querendo auxílio. O alívio de estar vivo após aquela provação preenchia o corpo do primata, que brincava mais do que o bom senso permitia, evidenciando seu êxtase.

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