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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Kiodo
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 01 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

A noite de sono e descanso naquele belo quarto com um bom banheiro que deu um excelente banho. Aquela estadia da nova equipe foi revigorante, sendo que infelizmente o despertar era o desfecho daquele repouso, Asken foi o primeiro acordar calmamente se levantou e foi até o banheiro lavar o seu rosto. Caso a sirena venha a acordar. -Bom dia, desculpe incomodar. Em um tom de sonolência, o negro responderia de forma calma para a moça. - Ahhhh Bocejava levando sua mão direita para cobrir a visão de sua boca, em seguida buscaria sua calça que deveria estar secando no banheiro e a vestiria para assim sair do banheiro calmamente. Caso se em algum momento dessa movimentação executada pelo espadachim, Helves viesse a acordar. - Bom dia, meu anjo. Em um tom carinhoso e com uma expressão doce e calma, disse Asken para sua irmã. - Já volto. Com uma breve explicação, apenas vestido com sua calça e sem camisa o negro saiu do quarto e foi até a recepção da estalagem. - Gostaria de pedir três cafés da manhã para o quarto treze, dois deles sendo torradas com geléia de morango, ovos e bacon e um com torradas com patê de atum, ovos e sashimi. Com um simpático sorriso e de maneira despreocupada o negro faria o pedido, no momento que o pedido for confirmado. Asken efetuaria juntamente o pagamento do quarto e do pedido simultaneamente e em seguida voltaria para o seu quarto.

Ao chegar em seu quarto abriria a porta devagar, caso Helves não estivesse acordada ainda o espadachim calmamente sentada na borda da cama ao lado dela. Com sua mão esquerda levaria até a cabeça e faria um sutil cafuné. - Hey, hora de levantar. Buscaria despertá-la de forma cautelosa e amigável. - Vou ver como, Aya está. No momento em que a celestial despertar disse o negro com um tom calmo e doce, observando a resposta da moça seja em ação ou fala. No banheiro Asken direcionava seu olhar para a banheira, caso a sirena estivesse dormindo se aproximava de forma lenta e calma e se ajoelhava ao lado da banheira e com o dedo indicador de sua mão direita cutucava o nariz dela de um lado para o outro. - Bom dia, Aya. O negro estava com um sorriso em seu rosto de forma amigável igualmente ao tom de sua voz. Entretanto possuía uma atenção especial para caso a sirena viesse a levar um susto e o atacar repentinamente e assim tentaria desviar. Caso a sirena viesse atacá-lo e o mesmo conseguir efetuar uma esquiva bem sucedida. - Humhuhu Asken dava um breve sorriso emitindo o som de forma nasal. Em seguida o espadachim tentou segurar os braços da moça e a encarando de forma calma e paciente, disse. - Antes de me matar, você prefere geleia de morango ou patê de atum? Aguardava a resposta da moça para se voltar ao quarto e se juntar novamente com Helves.- Estarei esperando no quarto, junto com a Helves. Com uma neutralidade e naturalidade, disse o negro após a resposta da sirena e simultaneamente a sua fala fazia um gesto com seu dedo polegar da mão direita como estivesse apontando para a porta. Caso Aya não venha se assustar e atacar o negro, o mesmo levaria suas duas mãos sobre o rosto da moça e com seus polegares movimentava na horizontal como se estivesse limpando próximo aos olhos da sirena. - Vamos levantar, precisamos tomar café. Com um tom doce e um sorriso simpático, o negro demonstrava ser um pouco cuidadoso com seus aliados. - Geleia de morango ou patê de atum, qual sua preferência para o café? Após o despertar completo da donzela marinha, com uma neutralidade em sua voz faria a pergunta da preferencia que a moça teria em seu paladar.

Voltando ao quarto iria aguardar a chegada dos cafés da manhã e quando todo mundo estivessem reunidos se alimentando. - Dormiram bem? Era uma pergunta informal feita pelo “deus”, sendo que poderia descobrir algo que pudesse está deixando-os inconfortável de alguma maneira. A celestial lembrava dos tempos de Yakira, fazendo o negro sorrir. - Hahaha. Yakira foi só um peso morto, sendo que fica tranquila nosso destino já estava traçado. O tom do homem era um tanto cínico, entretanto estava dizendo uma verdade. ’Preciso des… des… de conquistar todas as coisas valiosas que possa ter nessa ilha, assim talvez os humanos voltem a agir como humanos.’ Após um pensamento meio “falho” e distorcido pela motivação incompreendida do negro, anunciaria seu desejo para suas novas companheiras. - Iremos conquistar tudo aquilo que tem de valor nessa ilha, pois esses humanos… Seu tom era firme e série, sendo que repentinamente fazia uma pausa e olhava para o lado com uma expressão de desprezo. - Não merecem ficar com esses tesouros para si. Completava a sua frase, não iria se incomodar caso alguma das duas tenha uma opinião diferente da dele. - Não me importo, sobre o que você quer fazer. Estou dizendo aquilo que vou fazer. Novamente em um tom firme Asken diria para a pessoa que discorda dele, Aya poderia considerar arrogante, sendo que Helves conhecia o negro e sabia de sua teimosia e egocêntrica.

Com tudo terminado iria coletar todos seus pertences no quarto e sair da estalagem, caminharia buscando por qualquer coisa que possa conter uma grande quantidade de itens preciosos para roubar, onde inconscientemente juntaria tudo para que no final venha a destruir junto com o One Piece. O negro ficava atento em todas as conversas das pessoas pelas ruas e em qualquer estabelecimento diferente do que tenha visto que pode ser uma fonte de seu desejo.      




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Última edição por ADM.Kiodo em Sex 06 Abr 2018, 20:20, editado 2 vez(es)
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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptyQui 29 Mar 2018, 13:54



용들이 도착한다

O tempo passado na pousada dos 10 soldadinhos era muito bem aproveitado pelo trio. Todos tinham seu lugar para descansar, sendo Helves e Asken nas camas separadas e Aya na banheira por ser mais confortável para ela. Tinha tanto tempo que a celestial não dormia profundamente, descansando bem o bastante com o objetivo de ter um dia tranquilo em relação ao cansaço. Por não ser muito boa com horários a garota sempre dormia até Asken a acordar, pois ele sempre acordava antes e acabava por tomar conta de sua irmã. Dormir continuava sendo uma das melhores coisas que ela tinha para fazer, descansando de tudo feito durante os dias e acordando disposta e animada como sempre. Quando finalmente fosse acordada, Helves observaria o negro enquanto sorria  e sentia a mão dele acariciando sua cabeça. – Haaaahn... Bom dia. – Os movimentos na cama começavam e em alguns segundos ela já estava sentada na borda com os pés no chão. "Dormir é tão bom... Ainda bem que o dia de ontem foi real, não gostaria de acordar no orfanato outra vez após sonhar algo tão bom quanto sair de Yakira." Pensar na antiga ilha não incomodava, porém imaginar que poderia estar lá ainda era algo ruim e ela sentia-se animada por ter dado o primeiro passo em sua busca da verdade sobre o ataque à sua família na ilha do céu.

Esperando a saída dos dois companheiros do banheiro ficaria apenas brincando com suas machadinhas, usando da mão esquerda para manusear uma delas e rodar nos dedos, forçando e errando por algum tempo por não ter tanta pratica com aquela mão. Se tornar ambidestra estava nos planos da garota, somente com esta habilidade ela poderia lutar e fazer diversas coisas diferentes de maneira perfeita. – Estou com fome. – A fala soava triste e seguia com a garota mordendo seu próprio braço direito enquanto o esquerdo manuseava a machadinha. Morder-se não causava nenhuma dor tremenda e nem mesmo fazia a garota sentir algo espetacular, pois era apenas uma mania que a mesma fazia querendo ou sem perceber. "Lavar o rosto, devo começar por isso antes de comer." Esperando todos saírem do banheiro, seguiria até lá e lavaria o rosto calmamente, jogando um pouco de água na boca e por fim saindo após ajeitar o cabelo com as mãos. "Tenho que conseguir outra túnica, essa esta completamente destruída." As roupas anteriores estavam cheias de sangue e com rasgos por conta das bandagens feitas, tendo apenas o lixo como destino. Helves iria até as roupas e jogaria em qualquer lixo do quarto, deixando debaixo da cama caso não tivesse nenhum lixo.

Dormir bem... Helves sabia muito bem o que era isto e só conseguia responder de uma forma. – Muito bem. – Sorria enquanto sentava-se na cama. – Fazia algum tempo que eu não conseguia dormir tão bem, estou feliz que saímos daquela ilha, acho que ela incomodava o meu sono. – Não importava o que tinha para comer, Helves comeria qualquer coisa sobrando para ela e gostaria da mesma forma. Ela não tinha problemas em relação à comida e sabia que Asken conhecia seus gostos. A conversa sobre o futuro objetivo deles era bem simples e o negro não dava espaço para outras ideias, pois ele faria o que tinha dito e se fosse para deixa-lo sozinho, provavelmente acabaria com o mesmo preso ou morto. – Tudo de valor... Joias, ahnn... Eu quero joias e roupas, muitas delas! Se conquistarmos tudo de valor, vou poder comprar minhas coisas, então eu seguirei seu plano. – Empolgada o bastante para estar quase pulando sobre a cama, sorrindo e terminando de comer enquanto observava os companheiros.

Por fim o trio reuniria todos os pertences, Helves iria vestir Aya ou dar à ela roupas para vestir na cidade para não terem problemas com a marinha somente por algo assim. Quando a sirena estivesse pronta, Helves colocaria a blusa branca por cima da camisa e logo por cima a blusa marrom. Algo de estranho surgia ao vestir a blusa marrom, sentindo um objeto pesado no bolso esquerdo dela. – Hmm.. Eu não comprei isso. – Retirando o objeto do bolso para ver que era um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que relembrava um olho, algo belo e que destacaria a aparência da celestial. – Minha primeira joia de verdade. – Lágrimas escorriam dos olhos dela, descendo pelo rosto até pingar no chão. A felicidade era tanta que Helves sorria e chorava ao mesmo tempo. – Eu.. Nunca tive algo parecido... Hahah... – Limpando as lágrimas com as mangas da blusa, colocava o mesmo no pescoço e começava a reunir as armas querendo se acalmar antes de sair do quarto. "Perder a cabeça não é um problema, mas preciso focar no objetivo." Lentamente ela recuperava-se, guardando as duas pistolas na parte da frente da cintura e as machadinhas na lateral da cintura, deixando-as facilmente acessível. Assim que Asken estivesse pronto para sair a celestial o seguiria, andando perto do mesmo sempre observando os arredores buscando encontrar algum lugar com diversas coisas de valor que poderiam ser possíveis alvos do grupo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptyQui 29 Mar 2018, 23:19



Love is more Punk than Punk


A imagem de seus crimes repetia em sua mente como um filme sem fim. Em nenhum momento de sua vida imaginou que um dia realmente chegaria a sentir tanto prazer na dor dos outros. É claro que como todo sonhador, se via naquele lindo jardim florido, que em minha mente estava banhado em sangue e caminhava de mãos dadas com Elisabeth. Que teríamos uma vida amorosa a qual derramaríamos muito sangue por aí e o mais importante que seriamos livres e que iriamos conhecer vários lugares. Um desejo talvez imaturo de um mundo perfeito – perfeito para mim... Abriria meus olhos lentamente e ainda estaria beijando a ex-baronesa, levemente iria afastando meu rosto, ainda um pouco próximo diria com uma voz calma e tranquila “ – Não é que conseguimos, depois de tudo o que passamos.” Olharia um pouco mais aquele local florido, admirando cada segundo. “ Aqui sem duvidas é mais bonito que Micqueot.”

Deixaria algum tempo transcorrerem antes de tomar qualquer decisão, para variar. As minhas decisões sempre viriam de uma análise profunda, tentaria escolher o mais inteligente possível. Sabia muito bem dos perigos que permeavam qualquer aventureiro, especialmente um casal jovem que veio de outro blue. Na minha mente eu pensava um pouco bolando algum plano, que tentaria seguir da melhor maneira que conseguisse. "Será que meus crimes em Micqueot, são reportados para todos os blue? O quanto estou tranquilo para andar por aí, melhor eu ficar esperto." Suas habilidades com forja sempre foi algo que pensou em evoluir, não era uma má ideia se tornar um ferreiro, ou algo parecido. Com certeza seu pai iria ficar bem contente. Apesar de não fazer ideia se meus pais ainda estão vivos, desde que foram capturados pelo Governo Mundial nunca mais ouvi sequer pronunciarem o nome deles.

- Bem, vamos deixar as coisas acontecerem naturalmente. – Diria isso enquanto olharia para Elisabeth. Não tinha porque ficar ali parado também, apesar de ser uma bela vista, conhecer um pouco mais Toroa Island. Estava em uma ilha a qual chamam de paraíso era tudo o que sabia, pois talvez esteja na hora de fazer desse lugar o inferno do West Blue. “ – Vamos dar uma volta por ai, conhecer um pouco mais do lugar.”  Não era um bom local para iniciar uma confusão. Tinha que analisar calmamente, conhecer alguma rota de fuga, ou algum alvo para levantar alguma grana. Se fosse possível, andaria de mãos dada com a gatuna, mantendo sempre minha expressão calma iriamos olhando os lugares a minha volta. Caso algum lugar chamasse minha atenção então diria. “ – Olhe que interessante, vamos dar uma analisada.” Assim pararia um pouco e tentaria prestar a atenção nos detalhes, olharia o máximo possível, porem se a arqueóloga me parasse por algo que chamasse a atenção dela então falaria. “ – Legal, vamos ver um pouco mais perto.”

Começaria a tentar marcar os locais, além também de me divertir um pouco, pois sempre quis viajar o mundo e aqui era só o início. “ – O que está achando de Toroa?” Perguntava naturalmente, olhando fixamente nos olhos dela. Por hora não queria chamar tanta atenção, porém caso ela diga que está chato eu responderia. “ – Relaxa coração, logo faremos esse lugar bem divertido, antes de irmos para a próxima ilha, a não ser que o destino não queira, confie em mim novamente.” Daria uma piscada de olho, tentando falar em um tom confiante. No caso de ela me dar uma resposta contrária então responderia: “ – Também estou adorando, mais bonito que essa ilha só você.” Gostava de conversar, precisava saber também mais sobre o West e os mares por aí, talvez já planejando para onde fugir. Então pararia para pedir por informações para alguma pessoa que parecesse amigável, tentando usar da minha boa aparência.

“- Oi, tudo bem?” – Não daria nenhum sorriso, minha expressão não mudava e sua voz seria suave. “- Pode-me dizer sabe quais são as ilhas próxima aqui de Toroa?” - Conseguindo a informação, ou não, agradeceria com um movimento com a cabeça. Repetiria a pergunta mais algumas vezes caso não obtivesse a resposta. De outra forma, voltaria a caminhar com Elisabeth então diria a mesma em um tom baixo no seu ouvido. “ – Já sabemos para onde fugir se der algum problema. Só saber como!!!” Por um instante eu pararia e olharia para a garota de cabelos rosas e então diria. “ – Quando estávamos em Micqueot e aquele ex-sargento atirou nos seus dois joelhos, lutei um pouco com ele, sai desesperadamente da festa dos nobres com você no colo.... Ele disse que não iria desistir, daria sua vida nisso” Colocaria um raro sorriso diabólico em meu rosto e continuaria falando. “ – E não é que literalmente ele deu sua vida, pena que não conseguiu o que queria.” Com isso voltaria a caminhar pelas ruas de Toroa, sempre olhando atentamente, meus passos sempre cuidadosos uma das minhas mãos próximas a minha espada, estaria sempre pronto para o pior. Tentaria identificar onde se encontrava o QG da marinha, faria isso mantendo uma distancia enorme, pois era um lugar a qual não queria me aproximar tanto, era mais para uma informação, pois com toda certeza se eu precisar correr, meu objetivo seria sempre oposto do lado do QG.  " Estou bem animado, onde será que consigo levantar uma grana?"



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Última edição por Punk em Dom 24 Jun 2018, 18:16, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptySex 30 Mar 2018, 06:18

Havia demorado alguns dias até chegar na cidade. As largas e vastas planícies não eram algo que eu estava acostumado e para os despreparados era muito fácil de acontecer. E aconteceu. Vaguei sem rumo por muitos dias, vivendo de pequenos animais que encontrava no caminho e bebendo de poças e córregos que se espalhavam nos campos verdes de Toroa Island. Apesar de ser sofrido, não foi ruim. Fazia tempo que não tinha um contato íntimo só meu e da natureza, sentia falta disso, e mesmo sem as árvores e os cipós, o odor revigorante das plantas permanecia o mesmo. Além disso, tantos dias sem ninguém, apenas eu e minha consciência, foi reconfortante. Muito acontecera nos últimos anos. Perdi muito nos últimos anos, mas a dor já havia abrandado. Não sumido, apenas diminuído. A perda do meu pai, meu clã e minha liberdade jamais passaria, e o ódio contra aqueles que tornaram isso realidade também não.

- Gokudera maldito. Marinheiros malditos. Argh !!! Cá---- - Guinchava como o macaco que era. Nos momentos de fúria meu instinto animal se pronunciava ainda mais. Mas a raiva passou instantaneamente ao avistar a cidade. Era meu destino. Aquela visão me deu um arrepio de mau pressentimento, mas também de estranheza. Não era uma cidade como as outras que havia visto, era florida e ampla, com muitos espaços livres e uma cordilheira ao fundo. Meus ouvidos captavam o som tranquilizante de uma cachoeira ao longe e a imagem de me banhar em uma dessas abriu um sorriso involuntário eu meu rosto.

- Talvez aqui seja um novo começo.. - Lokus havia me falado um pouco sobre a cidade da ilha. Havia anos que ele não pisava lá, mas me avisara para não procurar confusão com os marinheiros. Eles viam tudo do alto da montanha, e o capitão do quarte-general era um homem estranho. Eu não tinha pretensão de provocá-lo, não gostava dos marinheiros mas não iria me jogar na prisão de novo, não ia mesmo, não enquanto eu tivesse pernas para correr. Apenas a lembrança da jaula era o bastante para fazer o pelo da minha cauda eriçar, e como um reflexo a enrolei ao longo da cintura.

Minhas roupas já estavam mais gastas do que eram, a longa viagem sob sol e chuva havia as tornado dignas de um mendigo. O que ainda exibia alguma dignidade era a ombreira e o cinturão de metal da minha tribo natal, com adornos já gastos mas ainda bonitos. O longo lenço vermelho de meu pai se encontrava ao redor do meu pescoço, chacoalhando com qualquer brisa de tão leve que era. Sentia falta do meu bastão de combate, sem uma arma tudo que podia fazer era correr. Então a primeira coisa que precisaria na cidade era de algo pra me defender.

~ grrr grrr ~ - E como meu estômago fazia questão de lembrar, de algo para me alimentar. Dessa maneira, iria adentrar a cidade, cobriria meu rosto com o lenço vermelho, mantendo apenas os olhos de fora e enrolaria a cauda na cintura, como um cinto. Não queria que alguém me estranhasse ali, não fazia ideia de como reagiriam a mim, então devo ser cauteloso. Usaria meu olfato e audição para me guiar, buscando o cheiro de comida e o tilintar de metal sendo forjado ou conversas e boatos sobre um local onde conseguiria alimento quente e um bastão. Encontrando tais lugares, falaria ríspido.

- Um bastão. Uma refeição pra viagem - E pagaria em seguida. Não tinha intenção de prolongar minha conversa com mercadores, muitos deles eram perigosos, interesseiros e traidores. Ou assim Lokus me dissera. Com tais coisas em mãos, já que não desistiria antes de consegui-las, iria em direção à construção mais alta da cidade, tentaria ser sutil e furtivo, buscando um local pouco movimentado, e então escalaria até o topo. Queria uma visão privilegiada da cidade para poder ter noção de sua vastidão e também para ter um pouco de paz e organizar meus pensamentos para saber o que fazer em seguida.

- É aqui que tudo começa, seus desgraçados
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptySeg 02 Abr 2018, 15:37



Narração

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O Início


Era mais uma manhã na afrodisíaca ilha de Toroa. O ar único e maravilhoso daquele paraíso era mais ameno naquela ilha de casas espaçosas. Entre as residências, caminhos simples de pedrinhas indicavam o caminho aos desavisados. E as flores... Ah, as flores... Bela paisagem para os amantes e até para aqueles que não gostavam de flores. O bem precioso da ilha era protegido de maneira que um simples ato contra aquela perfeição da natureza, o responsável iria arcar com severas multas. Logo cedo, as notas musicais ecoavam pelo ar, era o “Marinheiro do Bastão de Ouro” Vick, que tocava sua flauta observando a bela cachoeira que havia ali próximo. Era uma ótima cena, o misterioso homem tocava sua flauta e, os raios solares que refletiam em seu bastão de ouro causava uma bela cena para algumas camponesas que cuidavam da vegetação próxima.

Em uma pousada naquela mesma ilha Asken despertava em uma das camas do local. Ao seu lado estava Helves e no banheiro sua amiga Aya. Ao caminhar até o banheiro, o moreno ainda sonolento encontrou a sirena, que ainda dormia calmamente.

— Bom dia... — falou ela ao notar que o rapaz estava ali vestindo sua calça.

Despertando ela esticava todas as extremidades de seu corpo enquanto o rapaz voltava para o quarto. Sem pensar duas vezes, o negro desceu as escadas (sim, se não tinha agora terá escada) e foi em direção a recepção, onde buscava solicitar o seu café da manhã. O local era simples, porém bem acolhedor. Na recepção havia o balcão inicial, onde a atendente resolvia a maioria dos problemas. Além disso, na própria recepção haviam algumas cadeiras onde os hóspedes poderiam sentar-se e relaxar um pouco. No momento haviam três homens. O primeiro estava calado, lendo o jornal. Nesse momento, se Asken podia ler algo sobre “Red Legion” bem destacado. Com o folhear do senhor, o rapaz também poderia ver algo sobre “Calamidades” e uma pequena matéria sobre um tal de “Reino”.

— Bom dia senhor, posso ajudar em alguma coisa? — questionava a atendente, calmamente olhando para o rapaz.

— Gostaria de pedir três cafés da manhã para o quarto treze, dois deles sendo torradas com geleia de morango, ovos e bacon e um com torradas com patê de atum, ovos e sashimi! — afirmou o garoto.

— Muito bem... — falou ela anotando os pedidos — Tudo será mandado para o quarto de vocês. Pelo que vi aqui no estoque hoje pela manhã, nenhum dos produtos está em falta, então em alguns minutos a camareira vai deixar para vocês! — afirmou sorrindo gentilmente.

Nesse momento, com o fim do pedido o rapaz pode ouvir a conversa de dois homens mais exagerados que dialogavam ali. Em uma “teima”, ambos discutiam sobre algo relacionado a ilha, um defendendo essa ação e o outro criticando.

— Sou totalmente contra o que aquele Charles está envolvido! Ouvi dizer que ele está fazendo testes com tritões! Isso é um absurdo! Mesmo que eu abomine aquela raça, fazer testes é demais! — esbravejava um dos homens, com um largo bigode branco que cobria parte de sua boca.

— Isso é uma completa blasfêmia meu amigo. Meu filho trabalha no laboratório e posso afirmar que o Charles pode ser louco, mas não está a esse ponto. O que se trata é de uma — falou olhando para os lados, caso alguém tivesse ouvindo — De uma pesquisa feita pelo Governo, que reuniu todos os cientistas da região!

— Mesmo assim, ainda não confio nesse homem... — falou o bigodudo.

Nesse instante o homem calado, que lia o jornal avistava o moreno partir e estranhava sua presença, porém apenas guardava seu jornal e saia em direção ao seu quarto. Os demais homens continuavam a debater exacerbadamente. Voltando sem muitas intromissões, o rapaz adentrou com cuidado no quarto e, carinhosamente acordou sua irmã.

— Hey, hora de levantar...

— Haaaahn... Bom dia! — falou Helves, despertando.

— Vou ver como, Aya está... — completou ele.

A garota, ainda despertando ficou deitada enquanto seu irmão foi até o banheiro. A garota, que já havia demonstrado um lampejo de desperta, agora tentava criar forças para erguer-se daquela tranquilidade. O moreno, vendo que já estava acordada, acariciou-a no rosto e indicou que já era hora de levantar-se.

— Vamos levantar, precisamos tomar café... Geleia de morango ou patê de atum, qual sua preferência para o café?

— Acho que patê de atum não cairia bem para uma sirena... comer... eu acho! — sorriu erguendo-se.

Enquanto isso, na cama, Helves brincava com a machadinha que estava ao seu alcance. Mesmo sendo uma brincadeira despretensiosa, a garota sabia que tinha de aprender a manusear armas com sua mão não hábil. Além desses questionamentos, outros surgiam em sua mente, porém o ronco do estômago era o sinal de que a prioridade ela seria alimentar-se.  Ao notar que Asken e Aya havia saído do banheiro, a garota tomou destino até o local, onde lavou seu rosto e jogou as roupas sem uso em uma lixeira que havia ali próximo. Pronta, a garota retornou ao cômodo onde estavam seus dois aliados.

— Dormiram bem? — questionou Asken.

— Sim... — timidamente respondeu a sirena.

— Muito bem! Fazia algum tempo que eu não conseguia dormir tão bem, estou feliz que saímos daquela ilha, acho que ela incomodava o meu sono... — respondeu a garota, sentando-se na cama.

—Yakira foi só um peso morto, sendo que fica tranquila nosso destino já estava traçado. Iremos conquistar tudo aquilo que tem de valor nessa ilha, pois esses humanos… — pausou — Não merecem ficar com esses tesouros para si! — afirmou com certo ódio no olhar.

— Tudo de valor... Joias, ahnn... Eu quero joias e roupas, muitas delas! Se conquistarmos tudo de valor, vou poder comprar minhas coisas, então eu seguirei seu plano! — afirmou a garota.

— Isso parece que será arriscado, mas... Eu estarei com você, digo, com vocês!  — afirmou a sirena, temerosa.

O trio então continuou o café da manhã que já havia chegado, porém em certo momento algumas batidas podiam ser ouvidas, era alguém fora do quarto. As batidas foram repetidas duas vezes, possuindo uma sequência de três batidas quase métricas.

— Serviço de quarto! — falou uma voz masculina — É que notamos um problema na sua geleia de amora e queríamos trocar o recipiente! — informou o homem.

Na ilha, o jovem Kryn pensava em suas atitudes passadas em Micqueot e qual seria os seus resultados futuros. Pensando nisso, ele também podia ver sua parceira Elizabeth admirando as belas flores da ilha. A garota sempre sonhou em ser livre e aquele momento ela podia sentir o breve gosto disso. Já o rapaz, ainda temeroso, chegou a conclusão que ficar parado ali não seria a melhor saída.

— Bem, vamos deixar as coisas acontecerem naturalmente... — falou o rapaz para a garota — Vamos dar uma volta por aí, conhecer um pouco mais do lugar.

— Certo! — afirmou Liza.

Decididos, ambos partiram de mãos dadas pela ilha. Liza ainda se sentia envergonhada pela proximidade com o rapaz, porém não resistia em segurar sua mão. Caminhando pela ilha, a dupla podia sentir a brisa matinal da ilha, além de uma bela música de fundo. Cercados por flores, os “pombinhos” (por assim dizer) caminhavam pelos caminhos de pedras. Ao longo do caminho haviam placas informando “Proibido caminhar pelos canteiros de flores”. Também haviam algumas mulheres cuidando das flores, ajoelhadas próximas as plantinhas. Em um caminho adjacente passadas de marcha podiam ser escutadas por Nerelin. Ao fundo, alguns marinheiros caminhavam por ali, vindos da direita. Seguindo, a dupla achou uma lojinha de plantas que chamou a atenção de Liza, que puxou o rapaz para avistar.

— O que acha de darmos uma olhada nessa loja? — questionou a garota.

— Legal, vamos ver um pouco mais perto! — afirmou ele.

Ao entrarem poderiam notar que a loja era bem ornamentada. Diversos tipos de flores e plantas haviam ali. A responsável pela loja era uma pequena senhora que atendia outro casal que olhava alguns buquês de flores. Ali também havia uma garota que estava no balcão com um semblante mal-humorado e outros quatro compradores: um homem vestindo um chapéu de palha, um casal formado por um homem loiro trajando um paletó e uma garota ruiva e, por fim, um homem já velho, meio careca e com uns óculos de grau arredondado.

— Gostaram das flores? — questionou a senhorinha se aproximando.

Ao fundo, a dupla podia ouvir as conversas alheias também. O local era pequeno e podia ser facilmente escutada qualquer conversa.

— O que acha Mani, meu amor? — questionou o loiro de paletó para sua amada.

— São lindas Jinsan! Quero esse! — falou ela.

— Obrigado! — falou o homem de chapéu de palha, andando em direção a porta de saída — Acho que Micqueot está clamando por sua volta... — sussurrou o homem ao passar por Kryn e sua parceira.

Caso o rapaz tentasse virar-se ou ver quem havia falado isso, ele falharia. Ao tentar ir até o lado externo, rapidamente o sujeito se misturaria pelas pessoas ali presentes e sumiria, impossibilitando o rastreio do rapaz. Caso voltasse para a loja, estariam dentro apenas o velho senhor, pois o casal já saía pela porta quando o protagonista voltava.

— Amor, você vai para o laboratório hoje? — questionava a mulher saindo.

— Sim, o Governo virá pegar nossa pesquisa hoje. Espero que consigamos ter êxito! — falou ele animado — Mesmo o Charles não sabendo disso...

Ao voltar ou permanecesse, veria que Elizabeth cheirava belas flores vermelhas, dadas pela velha senhora. Era uma bela cena que facilmente faria o rapaz se apaixonar mais ainda pela garota, caso isso já não fosse realidade. O velho, ainda procurava algo para comprar, se aproximando da senhora regente do comércio. Enquanto a mulher do balcão, apenas analisava tudo, ainda desanimada. Focando agora para a senhora, Kryn caminhou até ela e a questionou.

— Oi, tudo bem? Pode-me dizer sabe quais são as ilhas próxima aqui de Toroa? — questionou seriamente.

— Sim meu jovem, temos a ilha de Las Camp e o Reino de Ilusia. Mas por que essa seriedade? A vida é como essa flor — falou ela pegando uma das flores, atraindo os olhares tanto de Elizabeth, quando do velho que procurava plantas ainda — Se você a tratar com felicidade, ela crescerá bem... — falou ela.

— Mas se você fizer algo de errado e não seguir as regras necessárias, morrerá... Como essa... — falou o senhor, interrompendo a senhora e mostrando uma flor morta que havia encontrado — Muito obrigado pelo dia, as flores são muito bonitas, mas agora tenho que resolver assuntos importantes. Se me dão licença... — falou o homem se retirando do local.

Conversando com Liza sobre as flores, o rapaz então sabia o gosto dela. A senhora ao ver que ela desejava a flor mais simples que havia ali, logo a deu para a garota e desejou toda a felicidade para ambos. Liza colocou a flor em sua orelha e saiu dali com Kryn. Caminhando, ambos lembravam os ocorridos passados e, transmitindo confiança a jovem garota, ambos partiam felizes, por assim dizer. Os marinheiros de antes marchavam em direção contrária a que eles tomavam e isso aliviava o rapaz, que se deparou com uma curiosa competição que havia a frente. A “Caça a Rosa Dourada”.

— Vamos, se aproximem! Vamos começar mais uma edição da “Caça a Rosa Dourada” e é simples o desafio. Na ilha, o que mais se destaca são as rosas e flores, é fato, mas como saber quais são as mais bonitas? Sim, temos um livro para isso, porém vocês não sabem quais são. Então, pagando apenas uma pequena taxa de 100.000 berries vocês se inscrevem e irão ter quatro horas para procurar as rosas que julgam ser mais bonitas, segundo nosso livro. O detentor da caça da rosa mais bonita, irá ganhar o prêmio de 2.000.000 de berries, além do almanaque de rosas e flores da ilha de Toroa e uma passagem para ver um dia de pesquisa sobre as plantas no laboratório da ilha de Las Camp. Vamos, se aproximem, começaremos em 10 min!

O local era aberto. Um “palanque” com um homem falando e explicando as regras. No solo, outro era responsável pela colheita das inscrições. Sentado em uma mesa simples, ele pegava a taxa e dava um botão com um número de inscrição, além de solicitar nome e ilha de nascimento. Haviam diversas pessoas já esperando, dos mais variados tipos. O senhor de antes também estava ali, dessa vez ele colocava um chapéu e aparentava esperar pelo início da competição. Também havia um marinheiro que devia ser amantes das plantas para participar daquela maneira.

Em outro ponto da ilha o mink Bruce lembrava dos seus dias negros e isso despertava seu lado animalesco. A presença daquela bela cachoeira o deixava animado para banhar-se nela. Ao fundo, a bela música tocada por uma flauta era bem agradável e tranquilizava qualquer um, tão quão o som da cachoeira. Mesmo com tal vontade, ele lembrara do aviso que recebera de não se aproximar dali. Lá de cima, Vick avistava o mink, porém estranhamente o ignorava e continuava a tocar sua flauta. Realizando os devidos preparativos, Bruce disfarçou-se e seguiu.

Estranhamente vestido, o animal chama atenção, porém não ligava. Sendo fisgado pelo cheiro da comida, o animalesco não pensou duas vezes e entrou no local chamado “Sabor das Rosas” e, curiosamente era um contraste grande com o nome. Uma taverna com uma boa música de fundo, que servia comida e bebida, além de ser regido por uma mulher, que ficava no balcão e alguns homens, mais novos que ela, que eram os garçons.

— Fiquem a vontade pessoal! Bebam, joguem e aproveitem a estadia! — bradou ela.

Ao se aproximar do balcão, Bruce “disfarçado” logo chamou a atenção de um dos bêbados que também estavam lá.

— Que catinga de... Macaco! Ei... Você é um macaco! Eu... Estou bêbado demais... Acho que vou jogar ou ver um show de mágica, ou ouvir a banda? — partiu falando sozinho, ignorando o macaco.

—Uma refeição para a viagem! — falou.

— O que quer comer? — falou a mulher entregando um “cardápio” com as mais variadas comidas com temperos de rosas, simples, mas bem temperadas — E pode ficar à vontade, não quero servir alguém que tem vergonha de ser quem realmente é! — falou ela indo atender outras pessoas no balcão.

O local era bem ambientado, mas simples. A esquerda do macaco havia algumas pessoas jogando carteado. A direita, extrema, havia uma bandinha tocando uma música bem interessante. No balcão havia um panfleto informando que naquele dia haveria um show de mágica do Mágico Luu Al (que faz dinheiro sumir). As mesas estavam bêbados normais, os garçons vinham frequentemente pegar as bebidas solicitadas. Perto dali havia uma mesa com um grupo formado de três homens já velhos, que estavam de chapéu e lendo jornal. Próximo a essa mesa, estavam uma “gangue” de homens tatuados que bebiam pra caramba.

— E aí macaco, o que decidiu? — questionou a mulher, olhando diretamente para ele.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptySeg 02 Abr 2018, 19:53

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Under an Ancient Dragon!

O café da manhã era um momento de descontração e interação do trio, a conversa era agradável e o negro ficava com o café de patê de atum. Aquele tempo foi o suficiente para que todos pudessem criar um começo de um vínculo amistoso, após todos basicamente terminarem poderia ouvir passos ao lado de fora do quarto e em seguida batidas na porta. ’Amoras? Estranhamente a pessoa que batia na porta disse que cometeu um erro na geleia de amora, sendo que o negro não havia pedido amora. - Eu cuido disso. Pronunciando para as suas companheiras, colocando as mãos sobre a mesa em que estavam se alimentando e pegava um sutil impulso para se levantar da cadeira. Em seguida caminharia até seus pertences e pegaria sua espada com sua mão esquerda, em seguida caminharia até a porta enquanto tentava prendê-la em sua cintura simultaneamente.

Ao terminar de ajustar sua espada na cintura, o espadachim com sua mão direita iria abrir a porta e manteria a mão sobre a maçaneta. - Não pedi nenhuma geleia de amora, acho que você confundiu o quarto. Asken se antecipou em qualquer outra fala que a pessoa que bateu na porta pudesse dar e em seguida aguardo a explicação do mesmo. Em todo momento se manteria atento, caso acontecer algum tipo de ataque inesperado a sua primeira reação era tentar desviar para trás em diagonal colocando a porta e a parede na direção daquele ataque. Caso haja uma explicação plausível, como somente uma troca de sabor em uma das geleias ou qualquer outra coisa relativamente pequena. - Isso não tem muito problema, pode deixar assim. Disse o espadachim com uma expressão de desaprovação e com sua mão esquerda completamente estendida iria flexionar seu pulso, movimentando sua mão de cima para baixo, como estivesse simbolizando que aquele erro era indiferente. Em seguida iria fechar a porta de forma calma. - Vocês sempre erram mesmo. As palavras do negro era expressada de forma neutra e natural, sendo que os erros que o mesmo comentava era sobre erros humanos no geral. Foi palavras de Lusacan que simplesmente saiu de sua boca de forma inconsciente.

Em seguida caminhou de volta para dentro do quarto, com uma expressão neutro e apática. O negro iria conferir o estado da sua velha camisa e jaqueta e caso estivessem em uma péssima condição, que era provável pois passou por lutas constantes e suas roupas deveriam está com bastantes furos e corte, o homem simplesmente as jogaria no lixo e em seguida vestiria seu novo agasalho que deveria está dobrado e enquanto vestia seu agasalho iria dizer. - Parece que tem coisas que estão chocando esse mundo Helves. Umas coisas que tem como nome Red Legion, Calamidades e O Reino. O tom de sua voz era bastante trivial, caso a celestial ou a sirena venha perguntar, o que são as coisas que o negro citou. - Não sei e não me preocupa, o que são ou que fazem ou deixam de fazer. Demonstrava confiança em si, dessa vez o tom era um pouco mais egocêntrico.

Quando todo mundo estiver pronto, com seus pertences e devidamente arrumados. Asken iria começar a se direcionar para a porta, visando sair do quarto. - Aya não esqueça de vestir sua camisa. O negro não prestaria atenção previamente se a sirena já havia se vestido, entretanto caso a sirena não tivesse se vestido ainda, matéria sua mão direita na maçaneta e aguardava a moça se vestir. Caso a resposta da Aya for que já se vestiu, o negro simplesmente abriria a porta e desceria as escadas em direção a recepção. - Quanto ficou? Asken era esperto e não queria chamar atenção naquele momento, apesar de não ser o maior seguidor de regras em certos momentos ele julgava que era necessário e efetuava o pagamento que fosse dito. - Obrigado. Após o singelo agradecimento sairia da estalagem e começaria a caminhar pela cidade em buscas de informações que pudessem ser úteis ao seu planejamento inicial. A celestial faria uma sugestão de conseguir um mapa ou um livro que possa nos ajudar no planejamento do locais de roubo. - Vamos em buscas dessas informações em livros e mapas é uma ótima ideia. Disse o espadachim para sua duas companheiras. Caso o nego não conseguir encontrar nenhuma forma de mapa ou biblioteca e possa conseguir informação, tentaria encontrar alguma instalação que venha possuir algum tipo de segurança particular ou da marinha, o negro iria caminhar até o segurança ou marinheiro que estava de guarda naquela instalação. - Olá, poderia me informar onde tem um biblioteca? Com uma pergunta sutil, tentava criar uma espécie de conversa natural para um turista e um guarda. - Obrigado. Desculpe pergunta, sendo que para que toda essa segurança nessa instalação, está acontecendo algo na ilha? Iria tentar manter seu tom neutro, enquanto tentava saber um pouco sobre que tipo de instalação era aquela, pois como era de Yakira não havia coisas com aquela. ’Então fora de Yakira não é cada um por si… Idiotas são aqueles que protegem babacas.’ Pensaria enquanto aguardava a resposta daquele guarda, quando fosse respondido, Asken agradeceria de forma singela e se direcionaria para a biblioteca que havia sido indicado pelo segurança ou marinheiro.    




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Última edição por ADM.Kiodo em Sex 06 Abr 2018, 20:21, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptySeg 02 Abr 2018, 20:41

- Hmm.. - Olhava perplexo para a placa. Letras, era assim que chamavam e aparentemente quase todos conseguiam tirar algum significado daquilo. Para mim eram apenas desenhos feios, não pareciam nada e não lembravam nada, como os rabiscos dos filhotes. De qualquer maneira, não fora aquilo que me atraiu, mas sim aquela fragrância ímpar, uma mistura de odores que rodopiavam e se uniam em um único cheiro tão estonteante e ao mesmo tempo tão natural que nunca passaria despercebido pelo meu olfato, nem pela minha fome. Apesar de lembrar o perfume das flores eram sem dúvida alguma comida, e minha fome apertava.

Antes de entrar no local, olhei para os lados, desconfiado. Não sabia bem porque mas suspeitava que alguns notavam minha aparência diferente, deviam ser muito observadores pois aquilo que me entregava como macaco, minha calda e o rosto, estavam devidamente cobertos. - Tsc, o mundo é cheio de pessoas incríveis, preciso tomar mais cuidado.. - Ao ter certeza que ninguém me observava, adentrei o recinto. Não posso dizer que foi uma decepção, mas sem dúvida não era o que esperava. Achava que encontraria flores e muitas comidas sendo preparadas, como um festival, com muitas fêmeas servindo e agradando aos hóspedes. Talvez esperasse demais.

Apesar do desagrado inicial, não era tão ruim. Uma música agradável criava o plano de fundo e havia comida e bebida sendo servida com frequência. Talvez não fosse um harém, mas era um lugar convidativo. Avistando o balcão e matrona do local me dirigi sem hesitação.

- Uma ref... - Comecei a falar baixo quando um homem me interrompeu. - Que catinga de... Macaco! Ei... Você é um macaco!

- Ma-cáááá - Assustado soltei um guincho primata e saltei para trás, desenrolei a cauda instintivamente me preparando usar tudo que para fugir sem ser capturado, porém a situação se desenrolou muito melhor do que o previsto.

- Eu... Estou bêbado demais... Acho que vou jogar ou ver um show de mágica, ou ouvir a banda? - E o homem partiu, me deixando perplexo para trás.

Meu coração saltava e os olhos pareciam saltar de meu rosto. Olhei rápido para todos os lados e recolhi a cauda. Rezava para Hanuman que não tivessem notado. Me virei novamente para a balconista, e soltei.

- Uma refeição para a viagem!

- O que quer comer? - A pergunta da mulher me pegara de surpresa. Era óbvio que eu queria comer a coisa mais gostosa que eles tivessem e que exalava aquela fragância maravilhosa, o que mais poderiam servir? Segurei uma placa com vários escritos e olhei perplexo. Pra que servia aquele monte de rabiscos...deveriam entregar pequenas porções pra provarmos e não apenas desenharem as comidas. De todo modo, olhei por sobre os ombros, temeroso de alguém estar me observando.

- E aí macaco, o que decidiu? - Olhei por um momento nos olhos da mulher e pisquei. Ela sabia. Mas como? Talvez devesse perguntar o que me entregou, mas não tive coragem. Precisava pegar minha comida e sair dali.

- Eu quero esse aqui. - Apontaria para algo mais simples que estivesse desenhado, e olharia ao redor. Não era um local tão convidativo, sujeitos estranhos povoavam mesas próximas. Enquanto aguardava a comida ficar pronta, iria me aproximar da banda, a música era boa e pareciam menos ameaçadores que o resto dos presentes. Baixaria o lenço do meu rosto e deixaria cobrindo apenas a parte de cima, se iria me introduzir deveria pelo menos mostrar o rosto, eu supus.

- Que belo som hacácácá. Como posso aprender a tocar bem como vocês? Preciso de um jeito de me sustentar e gosto muito de música, sonho em vier disso! - Era mentira, claro, mas apenas em parte. Não tinha nenhum interesse em viver de música, mas me tornando músico poderia justificar minha aparência como parte do show e não seria tão estranho. Durante o tempo de escravo ouvi muitas vezes os piratas falando sobre shows de criaturas e como as pessoas pagavam muito por isso. Era uma opção, pelo menos por enquanto, a única disponível. Caso minha comida ficasse pronta, a pagaria e guardaria a comida, retornando a conversa.

Se os músicos não mostrassem interesse em minha proposta iria me retirar, prestando atenção nas conversas enquanto passasse tentando ter mais informações sobre a ilha. Em seguida iria atrás de uma loja de armas e pediria um bastão, após testá-lo com algumas manobras e sentí-lo como uma boa arma para lutar, o pagaria. Se o grupo musical se mostrasse interessado em me ensinar, iria com eles, deixando para comprar a arma depois.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptySeg 02 Abr 2018, 22:46



Love is more Punk than Punk


Flores? Não era bem o que Kryn esperaria, ironicamente o destino me colocou ali. E, sendo algo tão importante para Elisabeth, por que não? ''É tipo assim, pega mal eu bandido do North Blue entrando na loja para ver flores, fala sério né.'' Pensaria, enquanto observaria as coisas em minha volta dentro do estabelecimento. Calmamente analisaria um pouco antes de fazer qualquer coisa, queria me sentir seguro, a pessoa que mais me chamava a atenção era a do balcão mal-humorada, sim, em minha mente ela deve estar fora do seu habitual ou do que gosta de fazer. “O que será que ela está fazendo aqui? Será que é obrigada a trabalhar aqui? Ou é alguma espécie de vigilante.” “– Aparentemente Elisabeth gostou.” Responderia e em sequência perguntaria a ex-baronesa. “– Entende de Flores? Por que sendo sincero, não é muito minha praia.” Falaria sempre com um tom de voz calmo, sutil, deixando a delicadeza dela sair pelos meus lábios. Ouvia um pouco de conversa aleatória dentro do estabelecimento, porém algo me surpreendeu.

“Para o bonde que Isabel caiu.” Daria uma respirada um pouco mais longa, manteria minha calma acima de tudo. Apenas moveria meu olho numa tentativa de analisar melhor aquele misterioso homem com chapéu de palha, porém não obtinha muito sucesso. Minha decepção era ainda maior ao ouvir do casal. “Pesquisa? Governo? Caramba isso é ruim. Esses desgraçados, por conta deles cresci na miséria.” Enquanto tentaria pensar no que fazer, meus pensamentos por um breve momento se perdiam. Olhava aquela linda garota apreciando aquelas rosas, colocaria um pequeno sorriso, bem pequeno. “São momentos como esse que me faz pensar como e bom a liberdade.” Me aproximaria da mulher de cabelo rosa e então falaria bem baixo ao seu ouvido. “– Aquele estranho de chapéu de palha, sabe que vim do North e o casal a qual acabou de sair aparentemente trabalha para o Governo. As coisas não podia estar melhor não é.” Após falar isso me afastaria um pouco e colocaria um expressão confiante no rosto, a mesma de quando convenci a abandonar sua nobreza e seguir por ai livremente.

Las Camp e Ilusia uma informação muito boa, já tinha mais ou menos ideia para onde seguir só não sabia nada sobre a ilha, porém isso era algo que poderia se descobrir mais fácil, já sabendo os locais. Elisabeth ganhava uma rosa da dona do estabelecimento, enquanto um homem interrompia para falar bobeira. “ – Fique tranquila, farei meu melhor para que isso nunca aconteça.” Enquanto passaria minha mão levemente sobre seu rosto a acariciando, sem rumo apenas andando e curtindo ao lado da garota, quando uma espécie de evento começava na cidade. Parecia ser muito interessante aos olhos de Kryn, fazia bem o tipo da ilha. “ – Nossa você ouviu isso Elisabeth? 100.000B$ para se inscrever, que roubo é esse.” Parava um pouco e depois sussurrava bem baixo só no ouvido dela. “ – Será que os bandido aqui somos nós.”  O que chamava ainda mais a atenção era o premio do ganhador, 2.000.000B$, voltaria a falar com a mulher, observava se não tinha ninguém muito próximo, no caso de estar tranquilo diria. “– É uma boa quantia para roubar do ganhador.”

Tinha duas coisas em mente, colocar um pouco de Caos nessa ilha e nesse evento, para isso tinha que analisar a situação calmamente, sabendo que alguém já aparentemente me conhece e que havia pessoas do Governo na ilha. “– Vamos assistir um pouco não temos nada melhor para fazer...” uma pausa. “– Por enquanto.” Colocaria um sorriso diabólico em meu rosto. Meu primeiro objetivo era ver quantas pessoas armadas estava naquele lugar e quantos marinheiros encontrava-se ali próximo. Tentaria saber se era apenas aquele que estava participando ou se tinha mais próximos fazendo a guarda. “Podemos roubar o ganhador, dependendo de quem for ou com pouca guarda enquanto os tontos coletam flores as flores, é só ir lá e passar a espada em geral.”

No caso de ter muitas pessoas e eu não conseguir identificar nada iria me aproximando bem devagar da galera, meu foco seria nas pessoas que ainda não se inscreveram, pois elas ainda precisariam pagar sua inscrição. Tentaria não ser visto pelo homem de chapéu, era um dos meus principais objetivos. “– Bom está na hora.” Diria olhando para a garota, imaginando que ela já saiba o que tenho em mente, lembrando da última vez na joalheria em Micqueot “– Bem, é o seguinte: Eu já tenho uma ideia ou duas. Tudo o que vamos fazer é matar pegar a grana, fugir e depois torrar o dinheiro de novo.” - Diria com sua voz penetrante “- Bem, tudo dependeria da situação do local, quantidade de marinheiros no local e na segurança. Tudo tinha que ser analisado calmamente, mais a verdade mesmo é que eu sentia meu dedo coçando para ferir as pessoas e deixarem elas ali morrerem lentamente, eu já queria meter uma espadada na vendedora da loja de flores aquela pintora de rodapé.

Não tendo marinheiros na segurança, olharia para ver a quantidade de homens ou mulheres com algum tipo de armamento, sendo ambos os casos (marinheiros ou seguranças) a primeira ideia já era deixada de lado, até porque seria burrice, mas uma coisa estava certa Kryn tinha colocado em sua cabeça que iria fazer algo e isso ele não mudaria de ideia. Caso apenas aquele marinheiro participando, homem misterioso e no máximo dois na segurança, então colocaríamos o plano em prática, combinaria com Elisabeth. “ – Vamos esperar a caçada começar OK?” Aguardaria a resposta da mesma, assim que todos saíssem atrás das flores, a ideia era ainda esperar até ter quase ninguém além da pessoa no palanque e os marinheiros, feito isso então combinaria com Elisabeth. Como não gosto de mentir, seria direto, com ela. “ – Você deve ir até lá, já preparada para o combate, os abordem perguntando se poderia dar uma informação.” Ela entendendo o plano colocaríamos em prática. No caso de ela não concordar então faria um sinal de tudo bem e diria. “- OK, deixa comigo então vamos lá.”

Sendo o primeiro caso, já sacaria minha espada e iria seguindo a garota um pouco mais distante e assim que ela perguntasse sobre a dúvida. No momento que alguém responder qual dúvida, minha ação seria rápida, dando uma estocada no peito do adversário já falando. “ – Onde você sente mais dor? É essa a dúvida.” Caso por algum motivo ele bloqueie, continuaria forçando minha espada contra a dele para na sequência tentar um chute rápido em sua região baixa, aproveitando um pouco da luta de rua, contando com a garota para me dar cobertura perante ao outro soldado da marinha. Ainda ele conseguindo não tomar meu chute, enquanto forçava ele contra a parede (ou para trás) desferia uma cabeçada em seu nariz. Tentando derruba-lo e na sequência pegaria o máximo de dinheiro que conseguisse e ajudaria a garota para meter o pé. No entanto se a primeira abordagem desse certo com a estocada, viraria para cima do homem que estava recebendo dinheiro e iria aplicar um corte diagonal da direita para esquerda em seu peito. Pegaria o dinheiro aplicaria um golpe no outro soldado no sentido oposto ao que ele bloquear da garota, aproveitando a oportunidade. No caso de meu golpe na diagonal no homem com dinheiro não desse certo numa esquiva dele aplicaria um chute rápido com minha perna. Se desse certo nem pararia para contar, deixaria a garota ir na minha frente enquanto corríamos e faríamos isso sempre no sentido contrario ao que vimos os marinheiros quando estavam passando. “Vamos eu quero que vocês sintam dor.”

Caso a primeira ideia do pirata ele percebesse que não ia dar certo devido a quantidade de marinheiros ou seguranças no local então o objetivo era esperar o ganhador para poder roubar ele. Então apenas ficaria observando para saber quem iria ser o ganhador da competição e me preparar para o assalto, o intuito era pegar solo. “ – Bom Espero que não demore muito não é?” Diria para a garota e enquanto aguardava ali o tempo passando então diria para a mulher. “ – Ficou linda com essa rosa, combina muito com você.” E por mais incrível que pareça era a mais pura sinceridade, pois quando vi ela ali olhando para aquelas flores, foi encantador. Aquela imagem não sairia da minha cabeça por um bom tempo. Sendo o marinheiro o ganhador as coisas se complicariam um pouco mais, pois não queria arrumar confusão próximo do QG, então diria para a linda mulher. “- E ae ? Vamos arriscar?” Se ela dissesse que sim então colocaria em prática. “ – Vamos seguindo como um casa para ele não desconfiar, ate ele está em um local um pouco mais deserto.” Pegaria em sua mão e seguiria. Caso ela ache melhor não. Ficaria à espreita de qualquer civil ou inocente desarmado. Talvez a verdade eu até queria o dinheiro, porém queria mais é machucar as pessoas, por que isso eu sentia algum prazer.

Sendo o homem de chapéu o ganhador, me sentiria um pouco preocupado, porém também tinha contas para acerta com ele. “ – Esse homem parece perigoso. É assim que eu gosto!!!” Pediria para a garota me acompanhar um pouco mais afastada par que ambos tenham espaço para uma reação. Como ele já talvez tenha ideia de quem eu sou iria um pouco mais distante, apesar de não ter maestria nenhuma em disfarce, porém a intenção não era essa, sim, era só chegar em um local menos movimentado, conseguindo eu diria. “ – Ae o Comédia, quem é você, como sabe que vim do North Blue?” Caso o oponente o atacasse com um ataque vertical, saltaria ou correria para um dos lados, de forma a se esquivar do golpe. Caso os lados estivessem bloqueados por algo, jogaria a menina na direção do golpe do meu oponente, depois usaria minha acrobacia para passar por cima, tentando deixar a lâmina da minha espada para acertado e o atacar com uma estocada em sequência nas suas costas.

Caso o oponente o atacasse com um golpe horizontal, faria um rolamento, de forma a passar por baixo do ataque, ali em baixo daria uma espadada de cima para baixo, tentando fazer com que a mesma entre em seus anus, como se estivesse empalando o rapaz e pegaria o dinheiro sinalizaria para a garota, assim saímos correndo e deixando o mesmo empalado. Mas, caso o ataque fosse um horizontal com pouquíssima altura, usaria suas habilidades acrobáticas para dar uma cambalhota por sobre o ataque, e desferia um chute em sua cabeça. Se o ataque fosse horizontal, mas, ao mesmo tempo frontal, apenas esquivaria para um dos lados e desferia uma espadada em seu braço. Caso o oponente tentasse me agarrar, apenas desferia uma cabeçada com minha testa em seu nariz, se não me soltasse continuaria contando com a oportunidade para Elisabeth golpeá-lo, se possível pegar o dinheiro e sair fora

O ultimo plano de Kryn era caso tenha apenas muitos marinheiros lá em cima do palanque ou próximo ali de vigia. Que seria apenas conseguir um pouco de grana com alguém ali na multidão e claro que na verdade machucar alguém. Olharia para a garota, então faria um sinal de vamos, tiraria minha espada e iria se misturando com as pessoas. Assim que eu vesse uma oportunidade de um civil desarmado ali indo se escrever, meteria a espadada de baixo para cima em suas costa, na sequencia pegaria seu dinheiro, caso a multidão entrasse em delírio, tentaria fugir sumindo no meio dela deixando até minha espada para trás para despistar as pessoas, caso no primeiro desse certo e ninguém percebesse, iria machucando mais pessoas, sempre com uma expressão calma e golpes rápidos, sendo necessário deixando minha arma para trás. O que seria bem difícil. Conseguindo pelo menos um enquanto ando pela multidão. “ – Elisabeth fique de mãos dadas comigo, vamos nessa gata.”




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! EmptySeg 02 Abr 2018, 23:04



놀라움

A interação do trio ocorria durante a refeição, dando um belo espaço para que cada um deles pudesse dizer o que fosse necessário, pois logo teriam de partir e conversar sobre certas coisas na rua não parecia muito interessante. Helves nunca esteve tão feliz, parecia estar em outro mundo agora que tinha saído de Yakira, sentindo uma nova atmosfera que a agradava muito. "Acho que vou gostar dessa ilha. Não tivemos a oportunidade de observar ela muito bem quando chegamos... Espero ter a oportunidade desta vez, pois conhecer a ilha em que vamos ficar algum tempo é importante para qualquer plano." Todas as informações de onde estavam precisariam ser descobertas, pois ao chegarem na ilha eles apenas partiram imediatamente para cumprir os objetivos básicos, comprar as roupas e arrumar uma pousada, deixando de lado qualquer exploração por conta do cansaço. "Explorar é sempre bom." E realmente era, mas onde a celestial morava anteriormente não tinha tanto espaço para exploração, principalmente por ser um imenso deserto sem nada de interessante para se ver. "Não estamos nem mesmo em um grande restaurante e a comida já é tão boa, estou surpresa com a diferença entre ilhas tão próximas. " Comer e pensar em coisas diferentes era algo bom de se fazer logo após acordar e por algum tempo ela ficou assim depois da conversa com os companheiros terminar.

Sem ter nenhuma noção de quanto tempo estava comendo, escutou a voz que surgia do lado de fora. "Tinha de amora e ninguém me falou nada?!" Incrédula por não ter sido avisada da tal geleia de amora, começando a procurar de imediato para apenas ver que estava sendo uma idiota. Asken nunca teria deixado de lado algo que poderia agradar sua irmã e quando ela percebeu isso focou o olhar na porta, procurando sentir qualquer movimentação estranha por lá. O negro tomava a frente e ia checar a questão estranha da geleia de amora, algo que o trio não tinha pedido ou comido até então. Helves levou rapidamente sua mão direita até a cintura, deixando-a sobre uma das pistolas com a intenção de sacar e atirar caso necessário, pousando a mão esquerda sobre o cabo de uma das machadinhas enquanto se colocava na frente de Aya. "A movimentação dela é dificultada em terra, preciso estar pronta para impedir ataques nela."  Salvar uma companheira era muito mais importante do que se salvar e Helves estava ali para cuidar dos fundos da luta, pois Asken não teria tempo de se importar com elas enquanto enfrentava alguém. "A marinha poderia saber que estamos aqui... As noticias de Yakira já devem ter chego nesta ilha, se este for o caso a situação vai complicar nesse quarto." Lutar logo cedo definitivamente não estava nos planos da celestial.

A marinha realmente poderia estar lá para capturar o trio e todos tinham que estar preparados para o pior. Helves estava pronta para puxar a pistola e disparar no tronco de quem estivesse invadindo o quarto deles, esperando primeiramente alguma movimentação estranha dos indivíduos na porta ou mesmo de Asken se afastando subitamente dos desconhecidos. "Preciso ficar nessa posição até Aya se mover." A esperança da sirena perceber a situação e se esconder era o que fazia a celestial permanecer onde estava, segurando a pistola enquanto olhava exatamente o mesmo ponto sem parar. Os funcionários poderiam apenas estar errados ou terem se enganado, deixando com que os piratas pudessem se acalmar e voltar à refeição e conversa antes de realmente saírem da pousada.

Não sei o que são, mas os nomes me parecem legais. – Sorria de forma descontraída enquanto deslizava até Asken, mordendo o braço direito do negro como se fosse uma criança com seu doce. – Se esses nomes significavam outros grupos como nós eu ficaria feliz de encontrar algum deles, seria ao menos emocionante conhecer pessoas famosas e poderosas. – A celestial não tinha conhecimento algum da força de quem seguia sobre aqueles nomes, mas se tinham chocado o mundo, deveriam ser reconhecidos pela força que possuíam. Deixando de lado o assunto sobre outras pessoas, andava até onde Aya estava sentada, pegando a camisa comparada para ela anteriormente e ajudaria a sirena na parte de vestir-se. – Se ninguém ainda nos conhece, é melhor não sermos parados por causa da sua nudez. – Helves realmente não se importava com a forma da companheira de se vestir, porém os civis da região pareciam se incomodar e ela não queria atenção por algo que poderia ser resolvido facilmente. – Tenho certeza que o problema é essa ilha. – Falava quase cantando enquanto a vestia. – Na GL você vai poder andar sem roupas o quanto quiser, pois lá teremos reconhecimento e ninguém vai se importar com como esta se vestindo. – Ao menos era isto que a garota pensava da Grand Line, um lugar mais livre e fácil de ser você mesmo.

Helves estava pronta para sair e assim que Asken estivesse abrindo a porta, pegaria Aya em seus braços ou mesmo nas costas, a deixando escolher a forma como preferia andar pela ilha. Se a sirena estivesse tranquila em andar com apenas um apoio da celestial faria como ela queria, seguindo a preferência de quem poderia ter dificuldades. Com Aya sendo carregada, ajudada ou qualquer coisa do tipo o trio partiria após pagar a pousada, seguindo pela cidade com atenção máxima. Nomes de loja, rua ou qualquer coisa parecida chamariam a atenção da celestial, porém somente um mapa da ilha ou uma biblioteca chamaria realmente a atenção dela. – Asken, poderia conseguir um livro com a história da ilha, informações ou algo assim. É a maneira mais fácil de conhecer o local onde estamos. – No caso de nada do tipo estar disponível, continuaria andando com o capitão até terem algum objetivo em mente, aproveitando a caminhada para ver as ruas e pontos interessantes da ilha que poderiam ser usados no futuro. "Parece até um mundo diferente... Yakira era mesmo o inferno." O sentimento de finalmente estar vivendo era o que mais a marcava, vendo tudo por outros olhos agora que conhecia uma ilha diferente da onde tinha vivido por um bom tempo. "O céu ainda é melhor." A tristeza até mesmo tomava conta de Helves, fazendo-a pensar sobre a tragédia em sua ilha natal. Caçar os responsáveis era a coisa mais importante para a garota e somente com as respostas necessárias poderia descansar em paz.

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