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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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Kerigus

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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptySeg 26 Mar 2018, 16:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptyQua 27 Jun 2018, 00:08



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

O treinamento que Dormaru propôs dessa vez me pegou de surpresa. Pra falar a verdade, acho que pegou a todos nós. O que eu imaginava que ia ser um exercício divertido e um pouco desafiador começou como um verdadeiro teste de resistência, e dos difíceis, já que eu sequer conseguia reagir aos ataques do velho e acabava sendo acertado por várias e várias vezes. "Argh, ele podia pegar leve na força!" Eu não tinha nem muito o que falar a respeito da diferença de força entre nós três e o ex-marinheiro. A gente não tinha a menor chance de lidar com aqueles ataques, mas mesmo assim, continuamos com o treinamento infernal.

E pouco a pouco, os resultados foram aparecendo. "Foi depois de muita surra, mas parece que você finalmente tá se acostumando com o ritmo dele." Chara tinha ficado calado por um bom tempo, mas finalmente resolveu comentar alguma coisa. Como ele disse, o treinamento realmente estava progredindo, e aos poucos eu fui conseguindo reagir as ataques, fosse esquivando, fosse bloqueando ao usar o Haki do Armamento. Porém, ouvir a voz dele na minha cabeça de novo me fez perguntar por que ele não "saía" há tanto tempo. Nós dois amadurecemos muito desde que saímos de Conomi, então talvez ele simplesmente tivesse tomado gosto por observar tudo de lá de dentro. Mesmo que fosse como um irmão pra mim, ele ainda era um mistério algumas vezes; acho que ainda vou demorar um pouco pra entender ele de verdade.

O treino pesado com o velho continuou por várias horas, e mesmo que parássemos pra descansar em alguns momentos, ele sempre começava outra vez, e foi assim que seguimos a viagem até Pindorama. Quando finalmente terminamos, eu já nem fazia ideia de quanto tempo tinha passado, mas agradecia por aquilo tudo ter chegado ao fim - por mais que a ideia fosse nos treinar, Dormaru tinha atacado com força, e o resultado eram aquelas dores por todo o meu corpo. Pouco depois, ele ainda se aproximou e me explicou um pouco sobre como meu lado esquerdo era um ponto fraco óbvio, e sugeriu algo interessante pra que eu fosse forçado a usá-lo. - Hmm...é meio desconfortável, mas vai servir. - eu sorri, olhando pro velho.

- Eu já tinha tentado praticar com o braço esquerdo antes, mas nunca me forcei a usar apenas ele por um bom tempo. - olhando pra mão esquerda, eu me lembrei da luta-treino que tive com Axell-san antes de chegarmos em Alabasta, na qual tínhamos usado apenas os nossos membros esquerdos. - Obrigado pela dica, Dormaru-san. - eu era realmente grato ao velhinho por tudo que ele tinha feito por nós, mesmo que na teoria, nossas organizações fossem inimigas. A pergunta de Elsa-san reforçou ainda mais o fato de que esse sentimento era verdade pra todos nós, e eu não pude deixar de dar umas boas risadas de puro contentamento com aquele desfecho. - Pfft...hahaha! - eu não teria pensado em um final melhor.

Uma vez que o treinamento tinha acabado, eu abriria uma porta para o outro lado, para que todos aproveitassem um pouco do tempo que ainda restava descansando, sem ter que olhar para os tons de verde da dimensão de bolso. Pegaria mais uma das frutas para não dormir de barriga vazia e então, se possível, tiraria um cochilo ao lado de Missu - ela e Mindy ficaram nos observando por grande parte do treinamento, então talvez estivessem cansadas também. - Vamos descansar um pouco, e quando estivermos perto de chegar, ajudamos todo aquele pessoal a sair daquelas jaulas, certo? - pegaria em uma das mãos da garota, tentando passar confiança, com um sorriso cansado. Tinha prometido a ela que ajudaríamos eles, afinal. Depois de dizer isso, então, eu cairia lentamente no sono, com o cansaço finalmente me alcançando.

Quando chegasse a hora de acordar, me espreguiçaria, ainda um pouco cansado. Dormiria mais um pouco se tivesse a chance, mas com o trem se aproximando do destino, eu chutaria que tínhamos menos de uma hora pra tirar todos os prisioneiros de lá. - Pronta? perguntaria a Missu, sorrindo, antes de ir até o restante do pessoal para discutirmos o plano. Plano este que Elsa-san logo começou a descrever, e que parecia sim uma boa ideia, especialmente a parte de imobilizar os guardas. Como sempre, o ideal pra mim era resolver esse tipo de coisa sem tirar a vida de ninguém, e até então, a estratégia soava bem sólida.

Haviam sim alguns problemas no entanto, mas eu imaginava que tinha a solução pra alguns deles. - Quanto às jaulas ou as coleiras, eu posso simplesmente abrir com meus poderes. E se forem de Kairouseki, eu tenho isso. - mostraria o Kit de Lockpick que vinha carregando comigo fazia algum tempo. Aparentemente, aquele era bem famoso por conseguir abrir qualquer tipo de fechadura. - Nunca imaginei que ia acabar usando isso assim, por causa dos poderes da Doa Doa, mas se ela não funcionar, então isso com certeza vai nos dar uma mãozinha. - eu sorri, animado. Tinha feito bem em manter aquilo guardado, no final das contas.

- A parte da saída ainda é um problema, porém, mas se chegar a isso, eu posso sempre abrir uma porta na lateral do Expresso pra sairmos por lá. Primeiro vamos focar em salvar todo mundo. - diria, com confiança. Só podia usar o braço esquerdo por enquanto, mas felizmente, meus poderes só exigiam uma das mãos de qualquer forma. No momento em que finalmente fôssemos dar início à operação, me despediria de Dormaru-san, com um sorriso de clara gratidão no rosto. - Obrigado por tudo, Dormaru-san. Prometemos ir fazer uma visita em Climax quando estivermos por perto! - eu daria uma risada, e então, acenando uma última vez, abriria uma porta para a dimensão de bolso. Era hora de começar a festa.

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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptyQua 27 Jun 2018, 22:50



Com o fim do treino, os revolucionários se encontravam exaustos. Elsa nem mesmo conseguia comer, precisando até mesmo da ajuda de Mindy para erguer sua cabeça, mas ainda conseguia falar, e o momento não podia ser desperdiçado. Com a resposta afirmativa de Dormaru, Frisk ria feliz com o desfecho e Tidus parecia estar tentando pescar algo com a sua pergunta. Já a Rainha dos Espinhos era mais direta.

- Acho que agora lhe visitaremos como amigos e não apenas como discípulos, não é? -

– Seja lá o que estiver acontecendo em Climax... conte conosco.

- Hek hek, certo, certo. De fato, o motivo que pedi que fossem me visitar tinha mais a ver com conhecerem a ilha. As coisas... sigh... não estão boas e minhas mãos estão atadas. Mas isso é assunto para outro dia, e talvez até mesmo se resolvam sozinhas, então não precisam se preocupar com algo tão distante.

Dizia ele suspirando no meio. Sua feição havia ficado pesada por um instante, mas imediatamente voltava ao normal, suave com um leve sorrisinho. Vendo que o ex-marinheiro não falaria mais nada, Frisk abria uma porta para que todos saíssem. Elsa era carregada no colo por Mindy em uma cena estranhamente fofa, já que uma vez no lado de fora, ela se sentava e repousava a cabeça da mulher de cabelos brancos em seu colo, para depois de um tempo dormir naquela posição mesmo.

E elas não eram as únicas a se aconchegarem enchendo o local de “fofura”. Tidus e Frisk conseguiam ao menos comer algo, e o último após estar com a barriga cheia se deitava ao lado de Missu. Após caírem no sono, os dois ficavam de frente um para o outro, com os corpos curvados, joelhos dobrados, e vendo a cena, o formato que surgiria na cabeça de qualquer um que olhasse, seria de um coração.

Tidus era o único all alone, e pensando no resgate que estavam planejando, pedia que Dormaru os avisassem quando estivessem prestes a chegar. – Sem problemas, pode descansar tranquilo. – Respondia o velho já com uma tesoura na mão, prestes a voltar a podar algumas plantas.

Ao ouvir isso o Duque também se permitia finalmente descansar, pegando no sono, e quando faltava cerca de quinze minutos para a chegada em Pindorama, todos eram acordados pelo novo amigo. – Faltam apenas quinze minutos para o desembarque, é melhor levantarem se não quiserem perder o ponto. – Sua voz suave e envelhecida entrava no ouvido de todos sem espanta-los e fazendo com que o despertar parecesse até natural.

Sentindo-se rejuvenescidos, os membros da Legião começavam a combinar sua estratégia, e uma vez que o momento chegava, se despediam do viajante que tanto lhes ajudara naqueles últimos dias. – Venham assim que tiverem um tempinho, certamente será produtivo hek hek. – Respondia ele a Frisk e Tidus. Por fim, ao ouvir as palavras de Elsa ele franzia o cenho um pouco. – Eu não conheço tão bem a ilha, mas ouvi falar nos acontecimentos recentes. E enquanto não tenho nada de concreto, espero que confiem na minha experiência, então aqui vai um último conselho. Essa situação com esses caçadores... tem algo de que não cheira bem. Eu realmente queria ter mais para dizer, mas... sigh, apenas tomem cuidado e lembrem-se do que treinaram. Boa sorte crianças.

Enquanto os revolucionários seguiam em frente, prestes a pôr seu plano em pratica e começarem uma nova fase, ele olhava para o alto e sussurrava "É hora de ir para casa."


---


Poucos dias atrás havia sido descoberto que alguém havia arrombado algumas caixas, e apesar de não terem levado nada de muito valioso, apenas um tabuleiro de go e algumas frutas exóticas, ainda assim haviam feito uma varredura pelo trem atrás dos responsáveis, infelizmente sem resultados. Por algum motivo haviam sido instruídos a não incomodarem o passageiro do ultimo vagão, então o assunto morreu.

Não sabiam eles que os ladrões em questão estavam no vigésimo quinto vagão com Dormaru, visando libertar os escravos que se encontravam no decimo oitavo. Ao contrário de quando chegaram, os vagões entre esses dois estavam repletos de atividade, trabalhadores arrumando as mercadorias para o desembarque próximo. Elas circulavam apressadas entre eles, gritando ordens, pedidos, agarrando caixas, sacas.

Já no vagão com escravos, a situação deplorável havia mudado pouco. Seis jaulas com cerca de quinze seres exprimidos dentro de cada uma, eram separadas por um corredor ao meio, deixando três jaulas de cada lado. Mas agora ao invés de dois, haviam quatro capatazes que carregavam chicotes e começavam a abrir as jaulas e alinhar os escravos no corredor. Seu objetivo era chegar ao vagão de numero vinte um, o mesmo em que os revolucionários haviam entrado, onde havia mais uma porta de desembarque. Apenas esperariam os trabalhadores descerem com as outras mercadorias primeiro.

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptySab 30 Jun 2018, 03:54


Freedom

Ao fim do meu questionamento Elsa apresentou o seu plano e como sempre demonstrava-se atenta aos detalhes.  - “De fato, os escravos devem ser descarregados de forma discreta após todos saírem para não chamar a atenção.” - Levei a mão até o queixo e permaneci em silêncio apenas ouvindo e assimilando os detalhes. Frisk era o próximo a acrescentar algo ao plano, trazendo a informação que seria capaz de arrombar as portas com um equipamento especial. - Certo, no pior dos casos algum dos guardas deve carregar uma chave, se deixarmos todos fora de combate devemos conseguir encontrá-la. - Com os detalhes acertados ajeitei a caixa de espadas em minhas costas e fui em direção a porta criada por Frisk retornando a dimensão esverdeada e dando o primeiro passo em direção a Pindorama.

Durante a caminhada pude perceber que o fluxo de pessoas transitando de um lado para o outro era muito maior do que anteriormente, algo natural e esperado eu diria, afinal de contas muitos iriam desembarcar naquela estação também. - “Se algo der errado acho que as coisas vão ficar agitadas.” - Olhei cuidadosamente de um lado para o outro analisando a situação e possíveis rotas de fuga caso algo fugisse do controle. De todo modo ao chegar no vagão onde os prisioneiros estavam a vista não era nem um pouco agradável, pelo contrário, aquela era uma das maiores provas de como a humanidade conseguia ser podre. - Esses nojentos… - Murmurei enquanto mordiscava o lábio inferior tentando conter o ódio e repulsa que queimava em meu interior como uma brasa. - “Mantenha o foco...” - Fechei os olhos e inspirei fundo deixando o ar sair lentamente poucos segundos depois a medida que meus olhos se abriam. - Eu vou tentar ser indolor, por mais que o contrário seja tentador. - Estiquei a mão para Elsa esperando pelas agulhas.

Com as agulhas em mãos aplicaria a energia do meu fruto sobre as mesmas e as faria flutuar deixando duas ao meu lado direito e duas ao esquerdo. - Frisk, abra portas pequenas em locais que não estejam no campo de visão dos guardas, assim posso manipulá-las até um ângulo bom o suficiente para conseguir atingir a vértebra correta. Mas se algo der errado abra uma porta grande o suficiente para que eu possa passar, se eles perceberem teremos pouco mais de alguns segundos. - Dito isso aguardaria o sinal do jovem celestial e assim que a portinha fosse aberta controlaria cirurgicamente as agulhas através dela, manteria meus olhos atentos aos guardas e faria com que as agulhas flutuassem discretamente por locais de pouca iluminação para dificultar sua localização, talvez por trás de objetos ou até mesmo próximo ao teto. Assim que conseguisse alocar todas as agulhas o mais próximo possível dos meus alvos e tivesse uma boa visão faria com que descessem em um rápido rasante visando sua vértebra C1 como instruído por Volkerball.

Se porventura algo desse errado por algum motivo e os guardas percebessem nossa presença no local olharia na direção de Frisk e acenaria positivamente com a cabeça, já sacando minha espada e deixando a caixa de espadas cair no chão. - Busou. - Revestiria minha espada lendária com o armamento e avançaria na direção do guarda mais próximo com o Soru, ao me aproximar executaria um corte horizontal visando sua garganta para evitar que gritasse, tendo êxito avançaria na direção do próximo sem realizar pausa, uma vez mais com o Soru avançaria como um vulto na direção de outro guarda visando sua garganta e repetiria o processo para todos os quatro. Contudo se algum deles tentasse me atacar focaria primeiro em evitar o golpe inclinando-me na direção contrária ao mesmo tempo que fazia a espada me minha intura flutuar e subir subitamente visando sua garganta de baixo para cima.
“Ryujin no ken wo kurae!”

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Independente do método utilizado sairia da dimensão da Doa Doa se os guardas estivessem fora de combate e me aproximava das celas com o dedo indicador na frente dos lábios, pedindo que os prisioneiros ficassem em silêncio. - Shiii. Está tudo bem agora, estamos aqui para resgatá-los. - Diria com um sorriso no rosto. Tendo limpado a área o primeiro passo seria verificar se as jaulas eram feitas de Kairouseki, para tal encostaria a ponta dos meus dedos em uma das fechaduras, se não sentisse nenhum efeito colateral simplesmente faria um movimento circular com o pulso simulando como se estivesse girando uma chave quando na verdade estaria fazendo o trinco flutuar e girar para destrancar a porta. - Não temos muito tempo, mas para resumir somos do exército revolucionário e estamos aqui para resgata-los. - Apontaria a direção da porta que Frisk abrisse para nós. - Por favor entrem, precisamos sair daqui antes que alguém perceba, responderemos suas dúvidas quando estiverem seguros. - Repetiria o procedimento de abertura com todas as celas que fossem necessárias e seria o último a adentrar a dimensão de Frisk novamente, apenas depois de me certificar que todos estavam ali. Porém se as celas fossem de Kairouseki deixaria que o garoto alado tentasse usar o seu kit enquanto eu buscaria as chaves nas vestes dos outros guardas para ajudar a abrir as celas.

- Certo, vamos dar o fora do trem antes que ele parta de novo! E quanto a vocês. - Olharia para os ex-prisioneiros. - Não precisam ter medo, para resumir as pessoas do outro lado não são capazes de nos ver agora, o garoto deve conseguir explicar melhor sobre isso para vocês. - Apontaria com a cabeça para Frisk. - Mas no momento precisamos correr e pular desse trem antes que percebam que vocês não estão em suas celas. - Dito isso caminharia em direção a saída esgueirando-me pelas portas que estivessem abertas, contudo se estivéssemos em um vagão totalmente trancado e sem saída precisaríamos de um voluntário para ir pelo lado de fora abrindo as portas para nossa passagem. - Tsc. Precisamos de alguém para abrir passagem. - Olharia para Elsa e Frisk. - Mas caminhar pelo trem sendo procurados pode ser um problema, precisamos de alguém com a ficha limpa. - Desta vez voltaria o olhar para Mindy e Missu, as garotas que acompanhavam Frisk e Elsa, de quem particularmente não sabia muito sobre - especialmente sobre Mindy que passava grande parte do tempo grudada com Elsa e possivelmente sequer tínhamos trocado uma palavra até então.

Em todo caso se em algum momento entrasse em confronto seria hora de colocar o treinamento em prática, com meu Haki da Observação tentaria prever as intenções de meu adversário e reagir de forma adequada, para golpes verticais simplesmente voaria em direção ao teto e logo em seguida desceria em um rasante tentando cortá-lo com minha lâmina, para ataques verticais me moveria para o lado mais aberto com um rápido movimento de pernas e em seguida avançaria em diagonal novamente em sua direção com a intenção de cortá-lo com um golpe horizontal. Para golpes a longa distância simplesmente continuaria avançando em sua direção utilizando Soru e revestiria a área que julgasse que seria afetada pelo seu golpe com o armamento, contudo se notasse que não seria capaz tentaria me esquivar saltando para os lados e utilizando as paredes do trem para me impulsionar em sua direção para atacá-lo o quanto antes com minha lâmina negra.


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptySeg 02 Jul 2018, 00:26



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Eu nunca imaginei, na hora em que entrei naquele vagão, que ia acabar conhecendo alguém de quem sentiria saudade lá dentro. Por mais que tivesse ficado conosco por pouco tempo, relativamente falando, Dormaru se mostrou um homem e mestre respeitável, além de ser uma pessoa muito bem-humorada. Meu corpo ainda doía por causa do treinamento rígido, mas dava pra sentir que por causa dele, eu tinha dado mais um passo na direção da força que tanto buscava. "Obrigado de verdade, Dormaru-san." Eu sorri, já dentro da dimensão de bolso, indo para o vagão no qual tinha encontrado os prisioneiros antes, com Missu. Acho que sentiria falta do velho afinal, mas pra compensar, ao menos, ainda podia ir visitá-lo algum dia.

O expresso estava movimentado como nunca, já que o desembarque estava bem próximo - o que também significava que nós não tínhamos muito tempo. No vagão de antes, havia agora também mais um guarda, o que só dificultava as coisas. Felizmente, o plano de Elsa-san era perfeito pra situação. - Vou abrir duas das pequenas, e se algum ficar de pé depois das agulhas, eu abro a maior. - expliquei a Tidus-san como faria, sério. Após respirar fundo, abriria a primeira porta mais ou menos na altura do meu joelho, já que dificilmente os guardas ficariam olhando pra o chão, e a segunda eu colocaria em qualquer outro ponto escondido, tentando pôr ambas fora do campo de visão dos inimigos para não alertá-los.

Se o pior acontecesse, porém, e eles conseguissem evitar a primeira parte do plano, abriria uma porta maior por onde Tidus-san pudesse passar com facilidade, deixando-o lutar contra eles como preferisse. A porta ficaria aberta por alguns segundos de qualquer jeito, então caso mais alguém quisesse se juntar a ele na pancadaria, estava livre pra fazê-lo. "Não que eu pretenda ficar parado, claro." Ainda escondido na dimensão de bolso, eu me aproximaria de um dos guardas que ainda estivesse de pé - se houvesse algum - e abriria uma porta pequena e circular um pouco à sua frente, na altura do seu peito. Por ela, mandaria um único soco, direto em seu queixo, controlando a força para que fosse o suficiente pra desmaiá-lo, mas não pra acabar quebrando ossos demais. Quando ele acordasse, seria uma bagunça, mas pelo menos estaria vivo.

Uma vez que tivéssemos terminado com aquilo, seria hora de libertar os prisioneiros. Se as jaulas não fossem de Kairouseki, simplesmente abriria uma passagem com os poderes da Doa Doa no Mi, mas do contrário, provavelmente precisaríamos das chaves de algum dos guardas ou do meu Kit de Lockpick. Seria uma boa oportunidade pra praticar mais com a mão esquerda, já que era a única que eu podia usar agora, mas se alguma das ferramentas acabasse precisando de outra, pediria um pouco de ajuda: - Missu, uma mãozinha aqui? - sorriria pra garota, brincando com o fato de não poder usar a outra mão.

Com todo mundo livre, novamente abriria uma passagem pra dimensão de bolso, onde finalmente estariam todos seguros, portanto que ficassem lá dentro. - Entrem rápido, mas sem empurrar. Tem espaço pra todo mundo lá dentro. - ficaria próximo à porta para que não se fechasse de repente, até que todos estivessem lá dentro, e só então fechariam a passagem. Caso alguém ainda tivesse dúvidas sobre onde estavam, mesmo depois do que Tidus-san diria, eu tentaria explicar com rapidez: - Pensem assim: essa é uma dimensão alternativa que eu criei com meus poderes. Ninguém do outro lado pode nos ver, sentir, ou ferir de qualquer forma, e só eu abro as passagens. Estão seguros aqui. - falaria sem parar de me mover, já que o tempo era curto. Precisávamos chegar à saída do expresso o quanto antes, ou perderíamos a nossa parada.

Porém, é claro que as coisas ainda podiam dar errado. Se não houvessem passagens do lado de fora, não teríamos como passar pelos vagões ou sair do trem, então algum de nós precisaria fazer isso. - Mas caminhar pelo trem sendo procurados pode ser um problema, precisamos de alguém com a ficha limpa. - o Duque Azul explicou, e eu já sabia bem onde isso ia dar. Aconteceu antes, afinal, quando tivemos de ir atrás de comida. Se Missu acabasse se voluntariando, o que eu não duvidava, eu abriria a passagem para que ela fosse pelo outro lado, mas quando fechasse, deixaria claro: - Se alguém sequer parecer que vai machucar ela, eu salto pra lá. - não gostava da ideia dela se arriscando por nós assim. "Ah..." E percebia, então, o quão hipócrita da minha parte isso era. Era assim que ela se sentia toda vez que eu me metia em perigo?

Claro, independentemente de quem fosse abrir as passagens, eu estaria pronto pra abrir uma porta das grandes para que pudéssemos ir ao resgate caso algo desse errado. Mas se essa pessoa fosse Missu, especificamente, eu seria o primeiro a pular pra fora e atacar quem quer que fosse o inimigo, cobrindo o braço esquerdo no Haki negro antes de dar o golpe. Só torcia, no entanto, para que a fuga fosse tranquila e que não precisássemos chamar atenção demais por ali - a parte mais difícil ainda nos aguardava mais à frente, com os Caçadores, e eu não queria começar aquela missão com o pé esquerdo...

Histórico:
 

Kit de Lockpick:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptyTer 03 Jul 2018, 16:37

Não havia muito que ser dito além do que fora anteriormente no assunto iniciado por Tidus. A menção de Frisk, sobre um kit de arrombamento parecia ser suficientemente satisfatória além da concordância geral a respeito do que iríamos ou não executar para libertar os escravos. Porém, compreendia muito bem a diferença entre planejamento e ação, o que não removia da minha cabeça a possibilidade de tudo aquilo dar errado por um fator emocional. – Não posso exigir muita frieza de vocês se algo fugir do controle, mas estarei pronta para intervir caso seja necessário. – pontuava minhas convicções sem muitos rodeios, enquanto caminhávamos pela dimensão da Doa Doa até o local onde os prisioneiros eram mantidos. – Parece que as coisas se agitaram desde que fomos até Dormaru. – comentava com relativa surpresa ao notar a presença dos trabalhadores no vagão de mercadorias, embora fossem extremamente palpáveis tais circunstâncias.

De todo modo, vamos nos manter cautelosos em relação a reforços, a presença destes trabalhadores só implica em quão problemática a situação pode ficar caso algo fuja do controle. – ponderava, conforme avançávamos pelos vagões, observando nossas possibilidades de fuga, tal como os acessos até o vagão onde os escravos estavam. Ao chegarmos no entanto no local preterido, podia sentir a inquietação de Tidus, tal como Frisk e Missu haviam estado quando foram ao meu encontro. – Fique tranquilo. – comentava de maneira sutil, enquanto observaria a situação com um olhar concentrado, esboçando uma real normalidade para aquilo, embora também não me agradasse a visão. Já havia presenciado aquilo em Terralegre, já conhecia o sentimento e apesar da aparente frieza, apenas me ‘endurecia’ o suficiente para ser realmente útil naquele momento e capaz de salvar a todos ali.

Quarenta e cinco graus a direita, vinte e cinco graus para cima a partir do momento que você penetrar a agulha neles. – esticaria a mão, dando as senbons ao homem. – Você perfura a C1 e atinge a artéria do pescoço. Incapacitação e morte agonizante e lenta. – olharia para o homem de maneira firme. – Mas tente ser discreto. – enfatizava a necessidade de uma abordagem mais sutil, ainda que aqueles homens talvez não merecessem. Aos poucos, caminhava alguns passos para trás, para que observassem bem a situação, como uma estrategista, analisando cada ação com olhar cirúrgico e pronta para intervir ao menor sinal de desvio, do pretendido. – Vocês duas irão auxiliar essas pessoas, assim que elas entrarem na dimensão. Não permitam que saiam até termos todos salvos. – diria a Mindy e Missu, enquanto me mantinha atenta as ações de Frisk e Tidus e da reação dos guardas, fora da dimensão.

Se eventualmente fôssemos notados antes de neutralizarmos todos os guardas, aguardaria a saída de Tidus da Doa Doa para agir, não baseado em suas ações, mas na reação dos inimigos. Assim, sairia logo atrás do Duque, como uma força de reação a um ataque inimigo ou uma fuga daquele que estivesse mais distante. Partindo com o impulso do Soru, espalharia meu Haki de Observação rapidamente pelo local, de modo a encontrar o alvo mais suscetível a estragar a missão e buscaria um contato físico na altura de sua garganta e de forma veloz. – Fique de boa, amigo. – diria de forma sutil, enquanto usaria de minha fruta para congelar o indivíduo de forma rápida, alternando minha Observação para outro guarda de forma a investir contra ele da mesma maneira, caso ainda não tivesse sido parado por Tidus. – O tempo está correndo, se apressem! – diria, assim que toda a situação fosse temporariamente controlada, ao mesmo tempo em que observaria a dupla libertando os escravos, me aproximaria de nossas rotas de fuga, onde manteria meu Haki ativo, para identificar qualquer aproximação indesejada.

Se sentisse uma aproximação vinda do vagão de mercadorias no momento em que estivéssemos libertando os presos, imediatamente congelaria o marco da porta, apenas do nosso lado, congelando e travando sua abertura, para que ganhássemos tempo, somente cobriria toda a porta caso sentisse mais pessoas se aproximando, assim como a necessidade de manter aquela porta em questão travada. – Se apressem, estamos ficando sem tempo! – diria em tom de preocupação, apressando o grupo para que assim que os presos estivessem a salvo na dimensão de Frisk, pudesse entrar na mesma, logo em seguida. – Muitas pessoas explicando só irão confundir todos eles. Vocês estão sendo libertados e no momento, é isso que importa. – seria curta a simples nas explicações, enquanto seguiria junto dos demais, pelas portas, em direção a saída, mantendo o plano caso houvessem portas fechadas e agindo ao auxílio de Missu da mesma maneira como havia feito com Tidus, uma abordagem rápida e simples, porém efetiva.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptyQui 05 Jul 2018, 19:12



Três akumados, todos sabendo ao menos uma técnica secreta do governo, o rokushiki, e sabendo algum dos três hakis. Contra quatro capatazes comuns. Havia alguma chance da operação dar errado?

Xzibit

Graças a movimentação dos trabalhadores do expresso, não foi difícil para o grupo se mover do último vagão até o decimo oitavo, onde os escravos estavam. Durante o trajeto, Tidus pôde notar que no vigésimo primeiro havia uma saída para o desembarque de mercadorias, significando que poderiam sair por ali se necessário.

O trem que se movia a toda velocidade anteriormente já havia reduzido a velocidade consideravelmente agora que chegava na ilha, passando por um grandioso forte que se situava na região onde ocorria a pororoca, na margem direita do rio que servia de estrada para o expresso. Plantações de café podiam ser vistas das cabines com janelas, e enquanto a Legion avançava para libertar os escravos, a locomotiva avançava em direção a uma ilhota bem no meio do rio. Era ali que ficava a estação.

Logo as plantações de café nas margens davam espaço para construções de estilo colonial, lojas, monumentos, praças. E enquanto isso os carcereiros caíam um a um. Dois devido as sebons que Tidus controlava. Outros dois que por sorte haviam se movido na última hora, caíam primeiro devido um vulto que acertava um deles e uma mão que vinha de lugar algum e acertava um soco no segundo. Simples, rápido, pratico. As mulheres do grupo nem mesmo tiveram tempo de participar da ação.

E o trem avançava. Já próxima à estação na ilhota, alguns botes, canhoneiras e até mesmo escuna estavam navegando ao lado dos trilhos por onde ele passava. Mas ao contrário do normal, essas não eram embarcações comerciais, mas sim cheias de soldados da Guarda Nacional munidos de armas de fogo com baionetas prontas para serem postas no lugar se necessário.

Os escravos entravam em um estado de agito, espantados com os acontecimentos recentes, mas logo se acalmavam ao ouvirem o que estava sendo dito. O temor ainda estava presente em seus olhares, mas agora também havia uma pontada de esperança. Das jaulas apenas uma era feita de Kairouseki, e dessa forma cinco foram abertas rapidamente por Tidus, apenas a ultima levava mais tempo.

- Claro, claro, deixa eu te ajudar! –
Respondia Missu à Frisk, pulando a frente para auxilia-lo a abrir uma delas com os instrumentos que tinha. O rosto dela estava radiante, empolgada pelo que estava fazendo, e um sorriso mal podia ser contido. Por outro lado, o mesmo motivo que permitira que chegassem ali tão facilmente era o que alertava aos trabalhadores do expresso de suas ações. Com as portas abertas era possível ve-los agindo, e logo alguns começavam a se mover para aquela direção correndo, apenas para se verem impedidos por uma barreira de gelo que Elsa erguia.

Com os escravos libertos bastava alguém ir a frente liberando caminho, mas para onde avançariam? Um sinal começava a tocar barulhentamente pelo expresso, anunciando que havia algo de errado. Coincidentemente ele freava e chegava na ilhota onde estava a estação, mas no local não haviam transeuntes e pessoas esperando para pegar o trem. O que havia era uma armada, soldados e mais soldados da Guarda Nacional, portando armas de fogo e espadas, bem organizados, e esperando o trem reduzir abrir suas portas.

Na frente dos soldados dois homens, também uniformizados, sentavam em cavalos e olhavam sem a mínima pressa.

- Consegue ouvir Tadeu? – Perguntava o mais velho deles.

- Sim, parece que as informações estavam certas, eles realmente vieram. Tsc.


- Elimina-los agora vai nos poupar muito trabalho futuro, consegue ver isso?


- Sigh, sim Coronel. Como sempre está um passo a minha frente. Mas ainda não me sinto bem deixando o campo de batalha e a busca para aqueles dois. Tem algo errado com eles, consigo sentir isso com cada fibra minha.

- Gararararara! Eles estão ajudando, reverteram uma situação que havia saído do controle graças as ações daquele maldito. Por mais que as buscas por Lampião estejam demorando mais que o desejado, eu não esperava menos dele. O importante é impedirmos que seus reforços escapem de nossas mãos.

- Impossível.

O dialogo entre os dois oficiais ocorria como de forma amigável, mas em sua maioria seria, tirando pelo momento em que o Coronel deu uma gargalhada. Durante todo momento eles não moviam seus corpos, nem mesmo olhavam um para o outro. Em suas selas, a atenção estava voltada para o trem que estacionava e começava a abrir as portas.

- VÃO! – Dizia o coronel levantando dois dedos e o braço, para em seguida baixa-los a frente. Com isso todos os soldados saíam em disparada, com suas armas em mãos em direção ao expresso, em direção aos seus alvos. Organizados, sem fazer gritos desnecessários, eles pertenciam a um batalhão de elite, recuados do campo de batalha para cumprir apenas um dever. Eliminar as pessoas de quem viram os rostos nos cartazes apresentados mais cedo.

- Vamos procura-los. – Continuava o coronel, dessa vez falando para o capitão ao seu lado. Estranhamente no entanto, nenhum dos dois se movia, apena fechavam os olhos.

---

De volta ao interior do trem, com os escravos libertos, gelo bloqueando a passagem de volta, o a única opção era seguir para frente. – Eu vou! – Dizia Mindy frente ao comentário de Tidus. Mas assim que dava o primeiro passo, aquela porta se abria, e dois espadachins entravam. Sem falar nada, ambos sacavam suas espadas ao mesmo tempo, e uma duas rajadas cortantes de energia na diagonal começava a atravessar o vagão formando um “x” de cima a baixo.

Muitos escravos libertos já haviam passado pela doa doa, mas alguns ainda estavam do lado de fora, assim como os próprios revolucionários.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptySab 07 Jul 2018, 18:04


Ambush


A operação de resgate finalmente tinha início e nossa passagem pelos vagões aconteceu de forma tranquila, os funcionários que transitavam entre os vagões carregando e descarregando cargas facilitou nossa transição até o vagão onde os prisioneiros estavam. - “Certo, hora de começar.” - Com as agulhas em mão fiz com que cuidadosamente atravessassem a porta que ligava as duas dimensões, abatendo dois dos guardas instantaneamente, porém os outros escaparam por um triz, eles tinham percebido algo ou foi pura sorte? Independente do motivo não existia tempo para pensar a respeito. - “Merda!” - Retorci o rosto frustrado com o resultado, mas antes que tivesse tempo para reclamar precisava resolver aquilo, com a lâmina em mãos e o uso do Soru o primeiro guarda remanescente caiu antes que pudesse dizer algo, quando estava me preparando para ir em direção ao ultimo Frisk cuidava do assunto. - “Hunf, isso foi por pouco.” - Recolhi minha espada e meneei positivamente a cabeça com um sorriso no rosto para o garoto.

Com a primeira parte do plano concluída comecei a abria as jaulas, porém algo chamou minha atenção no processo, apenas duas delas eram feitas de Kairouseki enquanto as outras quatro não passavam de prisões comuns, qual era o significado disso? Digo, por que só algumas eram diferentes? Transportavam pessoas mais valiosas do que as outras para eles ou será que poderia haver usuários entre eles? Talvez fosse um detalhe importante a me atentar, contudo não havia tempo para pensar demais ou questionar ninguém, tínhamos de sair dali o quanto antes. Tudo estava caminhando bem e Mindy se voluntariou a abrir caminho. - Estaremos por per- Antes que pudesse completar minha frase percebi a porta do vagão se abrindo e dois espadachins atacando sem dizer nada, como se já soubessem que estávamos ali e o que fazíamos. - Para trás! - Exclamei movendo minha mão para frente e fazendo com que todas as quinze espadas em minha bainha composta voassem e formassem uma barragem na frente do ataque com intuito de tentar bloqueá-los, talvez eu pudesse me esquivar sem problemas daquele golpe simples, mas se o fizesse pessoas inocentes poderiam se ferir. - “Desgraçados, eles não estão nem aí!” - Uma expressão séria surgiu em meu rosto e a tensão de momentos atrás desapareceu.

Após o primeiro movimento com as espadas voadoras independente do resultado faria com que cinco delas fossem em direção aos invasadores, tentando perfura-los, caso se esquivassem faria com que as armas dessem a volta e tentasse de novo, em outras palavras as armas ficariam lhes perseguindo até conseguir atingi-los ou pelo menos afasta-los. Enquanto isso as outras dez espadas continuariam bloqueando a passagem e se preciso as moveria para tentar bloquear outro ataque que visasse algum dos escravos, mas se o ataque fossem em minha direção apenas focaria em me esquivar, inclinando-me da forma mais adequada ou voando em direção ao tento. Ao mesmo tempo em que tentava manter os invasores ocupados utilizaria o Soru novamente, desta vez avançando na direção dos escravos que ainda estavam fora da Doa Doa e tocaria nas vestes de cada um deles rapidamente, feito isso utilizaria meus poderes para puxá-los na direção da porta, fazendo com que correm-sem mais rápido do que antes. - Desculpem por isso, mas o tempo acabou.

Após tocar os prisioneiros focaria nos invasores novamente, com a mão esquerda puxaria minha espada lendária e começaria o processo de revesti-la com a cor do armamento. - Onde estão os seus modos, rapazes? - Com um rápido movimento saltaria em direção ao teto utilizando o Soru para me impulsionar, ao me aproximar do meu destino executaria um golpe horizontal tentando corta-lo e abrir passagem. Se por ventura não conseguisse efetuar o corte e abrir passagem seria hora de tomar atitudes mais drásticas, já tendo entrado em contato com o trem toda a sua estrutura estava sob meu domínio, era meu território e levando isso em consideração utilizaria os poderes do meu fruto para fazer o teto do vagão levitar, desligando-o do restante da sua estrutura e abrindo como se fosse comida enlatada. Em último caso se nada disso desse certo por algum motivo, faria com que apenas o vagão onde estávamos flutuasse, desligando-se dos outros vagões e até mesmo derrubando os demais se não se soltassem, por mais que o peso pudesse excedendo o limite máximo que eu era capaz de controlar atualmente, ao menos seria capaz de fazer com que subisse e consequentemente abrisse caminho.

Se em algum momento os dois espadachins intervissem nos acontecimentos mesmo com as espadas os perseguindo, utilizaria do uso de ambas as cores do Haki para tentar me defender, dando prioridade a esquivas, sempre que algo fosse lançado em minha direção tentaria subir um pouco mais se houvesse espaço, me abaixo se já estivesse no ar ou me inclinando para os lados, em ultimo caso ainda tinha as minhas dez espadas para tentar bloqueá-los para dar tempo das que os perseguissem chegassem até eles. Em todo caso, independente do que tivesse acontecido (cortar o teto, fazê-lo levitar ou erguer o vagão todo) verificaria se todos já tinham passado para a outra dimensão e voaria em direção a entrada também, trazendo minhas espadas lodo atrás. - Agora! - Daria o sinal para Frisk fechar a porta. Do lado de dentro da Doa Doa falaria com Volkerball, seu poder seria de suma importância. - Faça uma superfície de gelo, vou ergue-la e nos tirar daqui. - Aguardaria que a jovem fizesse a plataforma e subiria. - Subam todos e segurem-se. - Aguardaria que todos subissem e faria com que a plataforma voasse, saindo por qualquer abertura que tivesse feito anteriormente e levaria a todos em direção a ilha.
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptySeg 09 Jul 2018, 14:23

Gostava enormemente da possibilidade de resolver tudo da maneira mais simples e discreta possível, infelizmente as estatísticas tendiam a contrariar tais expectativas, a coleção de planos cujo sucesso absoluto tendia a um número muito abaixo do que poderia julgar ideal, mas mesmo assim tinha convicções de que podia ser diferente naquele momento por uma única certeza, a de que realmente não me frustraria pela imprevisibilidade do acaso. De tal maneira, havíamos avançado bem além das intenções, avançado pelo vagão de trabalhadores e chegando aos prisioneiros sem muitos problemas. A abordagem furtiva havia tido um efeito parcialmente satisfatório e só não mudou totalmente aquele cenário se não fosse pela rapidez de Tidus e Frisk em intervir perante os dois guardas que haviam ‘percebido’ a ação. – Continuem focados nos prisioneiros. – comentava, enquanto observava o processo de resgate, notando alguns segundos depois que a porta entre os vagões estava aberta, obrigando-me a fechar a passagem com o gelo, para evitar a ação dos trabalhadores contra nós.

Durante a ação, notava junto aos demais a existência de uma jaula de kairouseki entre as outras, o que gerava a especulação de que pelo menos alguns dos prisioneiros poderia ser um usuário ou prisioneiro de ‘alto valor’ dentro daquele comércio negro. Não importava no fim das contas quem estava no interior daquela cela, mas sim de que não seria tão simples quanto as outras sua abertura, o que nos tomaria segundos preciosos. Por instinto ou apenas precaução, começava a emanar uma onda de frio pelo local, tentando encobrir parte do chão por uma camada fina de gelo, especialmente nas rotas de acesso. Momentos antes de Mindy se prontificar a seguir caminho até o lado externo do trem e sermos surpreendidos por soldados de Pindorama. Tidus notava a aproximação, sendo interrompido antes mesmo de completar sua fala, eu apenas permanecia em silêncio cobrindo novamente o local com meu Haki até alcançar aqueles dois intrusos enquanto paralelamente estalava os dedos de minha mão, transmitindo minha energia pelo chão até a frente de Mindy, onde irromperia uma barreira de gelo a fim de evitar o avanço da ofensiva inimiga. Tidus seguia com suas espadas, e tinha confiança de que uma dupla barreira poderia neutralizar o ataque, mas não poderia me dar ao simples luxo de acreditar inteiramente naquilo.

Precisamos sair daqui rápido! – tomaria impulso no gelo que havia criado anteriormente para conter os trabalhadores e saltaria com um Soru até Mindy, entrando em sua frente até ter a certeza de que os ataques haviam sido anulados para só então deslizar com ela por uma camada de gelo a qual criaria para voltar a proximidade da porta criado por Frisk. – Apresse as coisas! – dizia a Tidus, mantendo uma real tranquilidade apesar da pressa exigida na situação. Se o gelo não tivesse quebrado com o ataque dos soldados, aos poucos o faria se despedaçar para que assim o revolucionário pudesse investir contra aqueles homens sem obstáculos em seu caminho, enquanto permaneceria junto da porta para agilizar as coisas, pensando numa possibilidade de fuga. – Se já estão aqui, significa que já sabem da nossa presença, uma saída normal já não é mais viável. – comentava, observando os arredores até culminar no teto. – ‘Os limites da Doa Doa estão atrelados ao do ambiente’, é isso! – olharia para Frisk e depois para Mindy - O vagão! – gritava ao Duque. – Você tocou o vagão! – apontaria para cima e notava que o homem pelo menos havia tido uma sacada similar a minha. Adentraria logo em seguida na dimensão da Doa Doa, puxando Mindy comigo e aguardando que Missu e os demais presos viessem em seguida.

Quando eu der o sinal, vou precisar que vocês pulem. – explicava rapidamente, enquanto respirava ar gelado pelos lábios. Concentraria meu poder na sola de um dos pés e antes de pisar no chão, daria o sinal para que todos pulassem, assim ao pisar no chão, cobriria uma área grande o suficiente para comportar a todos, mas na medida certa para passar por pelo menos boa parte do teto do vagão. O pedido para saltar? Era evitar que a onda de gelo congelasse os pés daquelas pessoas durante o processo e assim, após cobrir o chão com o meu elemento, passaria a aumentar sua espessura, tornando o chão em uma plataforma forte o suficiente para manter todos sobre ela. Assim, permaneceria junto de todos até que Tidus fosse capaz de abrir o teto do vagão com seus poderes e assim, entrassem na dimensão novamente onde, após ter todos bem e seguros, manipularia a plataforma, deslocando-a do chão para facilitar a remoção dela com a habilidade de Tidus. – Vamos ter de seguir para a área mais remota possível da ilha, se quisermos entrar em contato com Mark. – comentaria ao fim de tudo.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptySeg 09 Jul 2018, 21:36



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

O plano de salvar os escravos finalmente tinha início, e já de cara nós nos deparamos com um pequeno problema. A ideia era derrubar todos os guardas antes que pudessem reagir, mas dois deles foram rápidos o suficiente para evitar as agulhas - talvez por pura sorte - de modo que eu e Tidus-san tivemos de lidar com eles logo em seguida. - Espero que continuem dormindo até darmos o fora daqui... - as jaulas eram várias, incluindo uma que era feita de Kairouseki, e nós não tínhamos lá muito tempo a perder. Com tanta gente pra tirar dali, era fácil imaginar a confusão que seria se algum outro problema resolvesse aparecer.

E, bem, é claro que apareceu. Chegava a ser incrível como tudo sempre conseguia dar errado na pior hora possível. Enquanto ainda estávamos no meio do processo de mover todos os prisioneiros para dentro da dimensão de bolso, e Mindy estava saindo para que pudesse abrir as portas dos vagões para nós, dois homens armados com espadas apareceram e atacaram imediatamente, sem aviso. - Merda! - eu não podia simplesmente sair de perto da porta por muito tempo ou ela se fecharia e os escravos não conseguiriam entrar. Precisava contar com Elsa-san e Tidus-san pra cuidar dos inimigos ali, pelo menos por enquanto.

Porém, eu também não ia conseguir ficar parado assistindo a tudo. Se tivesse algum espaço pra isso, focaria o meu recém-adquirido Haki da Observação em um dos dois guardas, numa tentativa de prever seus movimentos, e cobriria uma das pernas no Haki do Armamento. À distância, então lançaria dois Rankyakus - um que serviria apenas de isca para forçá-lo a esquivar ou bloquear, e o segundo que tentaria acertá-lo com base no que eu conseguisse ver com o Kenbunshoku. - Entrem rápido, não temos tempo! - diria para os prisioneiros, tentando apressá-los. A porta da Doa Doa era grande o suficiente para que mais de um passasse de uma vez, então bastava que eles fossem rápidos e podíamos sair dali.

Quando todo mundo já estivesse do lado de dentro e Tidus-san desse o sinal, eu forçaria o fechamento da porta imediatamente, para que finalmente estivessem todos protegidos na dimensão da Doa Doa. Seguiria as instruções de Elsa-san caso acabasse havendo alguma, e só relaxaria de fato quando os inimigos não fossem mais uma ameaça. - Sigh...todo mundo bem? - aquele resgate não era pra ter sido tão complicado. Os guardas cuidados das jaulas não eram lutadores habilidosos nem nada do tipo, e mesmo que houvesse uma cela de Kairouseki, o kit que eu carregava nos deixou abri-la sem maiores problemas.

Tinha alguma coisa estranha ali. Os guardas que atacaram Mindy nem sequer pensaram duas vezes antes de partir pra cima dela, mesmo que ela não tivesse um cartaz com recompensa por sua cabeça. Eles sabiam que nós - o nosso grupo - estávamos ali, e por isso atacaram a primeira pessoa que apareceu. "Mas como eles sabiam? O velhote não teria nos dedurado..." Chara comentou. De fato, Dormaru não nos entregaria depois de tudo aquilo, mas eu também não conseguia pensar em alguém que pudesse ter nos vendido. No final das contas, acho que não valia a pena ficar quebrando a cabeça quanto a isso. Se eu tivesse de descobrir, descobriria na hora certa, então por enquanto era melhor deixar o assunto de lado.

Quer tudo desse certo no final ou não, eu também dedicaria um pouquinho da minha atenção aos prisioneiros. Talvez nem todos ali fossem apenas pessoas inocentes que tinham sido escravizadas, e eu não podia excluir a possibilidade de haver algum prisioneiro perigoso de verdade ali no meio, como um pirata. Se alguém começasse a agir estranho, eu usaria minha cor da observação pra monitorá-lo sem causar alarde, e se começasse alguma confusão, eu mesmo iria até lá pra pará-lo - mesmo que precisasse de um bom golpe na nuca pra desacordá-lo. Não gostava de desconfiar tanto assim...mas o seguro morreu de velho.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptyTer 10 Jul 2018, 20:25



Era para ter sido um resgate simples, sem maiores complicações. Não haviam inimigos poderosos. Ao menos era isso que os revolucionários pensavam antes das coisas começarem a desandar, e agora viam a mesma situação de quando estavam em Alabasta quando Raizen caiu, começar a se repetir.

O grupo havia tido uma viagem bem tranquila, mas começavam a perceber que era tudo uma armadilha. De alguma forma os inimigos sabiam de sua chegada, e planos haviam sido feitos para lidar com eles. Sair de Alabasta havia sido problemático. Entrar em Pindorama não aparentava ser mais fácil.

Segundo 1

O ataque dos dois espadachins vinha em forma de “x” percorrendo a extensão do vagão de cima a baixo. Mas a resposta dos revolucionários era rápida. Imediatamente 15 espadas se encaminhavam para frente de Mindy, assim como uma barreira de gelo vinda do chão aparecia ali. A própria mulher sacava sua espada, e antes mesmo que o ataque batesse naquelas barreiras todas, Elsa aparecia a sua frente.

Segundo 2

No entanto, a força daqueles golpes não podia ser subestimado. As quinze espadas eram arremessadas para os lados, baixo, cima, trás onde batiam na barreira de gelo, e o “x” apesar de perder um pouco de força seguia em frente atingindo o gelo com tudo e o despedaçando. Mais uma vez o ataque perdia força, mas finalmente atingia alguém. Elsa.

A mulher com sua resistência baixa era separada em quatro pedaços que caíam ao chão. Mindy ao ver aquilo logo gritava horrorizadas e com olhos arregalados – ELSAA!! – mas logo percebia que as quatro partes estavam começando a se juntar e recuperar. Apesar das aparências, Volkerball estava bem.

Mas a luta não tinha chegado ao seu fim. Atrás de seus ataques os espadachins avançavam com velocidade, mas eram forçados a reduzir o passo quando as espadas de Tidus anteriormente atingidas voltavam a se reorganizar, com dez espadas na retaguarda e cinco atacando.

Segundo 3 ao 5

Forçados a bloquear, e ao terem que lidar com as espadas que estavam armadas para defender também, eles se colocavam costas contra costas e seus braços se moviam tão rápidos que não era possível ver a olho nu. Em três segundos eles sentiam estar se esforçando mais do que haviam feito em todas suas vidas juntas, e somadas ainda por cima. O nível de concentração, habilidade, determinação aumentados no limite que podiam aguentar.

E incrivelmente, aos poucos conseguiam avançar. Se Tidus estivesse focando cem por cento de sua atenção neles, talvez isso fosse impossível, mas infelizmente o Duque estava ocupado cuidando dos escravos, tocando nas roupas de um em um e os enviando rapidamente através da Doa Doa.

Elsa por outro lado, após esse breve espaço de tempo já estava praticamente recuperada, mostrando quão miraculoso era o poder de uma logia. Ao verem isso, os dois espadachins firmavam sua determinação e avançavam rapidamente mais uma vez buscando impedi-la, ignorando ferimentos que não atrapalhariam sua movimentação e preparando mais um de seus ataques em conjunto.

Segundo 6 e 7

Mas tal ataque não via a luz do dia. Uma lamina de vento vinda de Frisk forçava que um deles a bloqueasse, e então a segunda o atingia empurrando-o para trás. E nesse segundo, as espadas de Tidus finalizavam o serviço. O ataque do segundo espadachim era lançado, mas encontrava a lamina de outra espada que o parava. A de Mindy.

Forçado a recuar pela quantidade de espadas que Tidus controlava, leves feridas começavam aos poucos a se acumular em seu corpo. Enquanto isso Elsa se erguia e segurava em Mindy, pronta para recuar.

Segundo 8

Todos escravos finalmente haviam sido tocados e enviados por Tidus para dentro da Doa Doa. Não apenas eles, mas Elsa e Mindy recuavam em conjunto, com a Rainha dos Espinhos indicando ao Duque o próximo passo para que eles pudessem sair daquela situação, para então passar pela porta. Vendo isso, Frisk e Missu recuavam também, deixando apenas Tidus na dimensão real.

Segundo 9

Pegando impulso no chão, Tidus saltava e abria o teto do vagão com um corte, mas vendo que a abertura poderia ser pequena, usa sua habilidade de akuma no mi para finalizar o ato, abrindo o local como se fosse uma lata de sardinha. Pronto para recuar, ele consegue perceber com seu Haki da Observação dois ataques poderosos, mirando não em si, mas no seu caminho até a Doa Doa. Se ele avançasse certamente seria atingido.

Os ataques em questão pertenciam ao Coronel e seu discípulo e Capitão. A técnica usada era idêntica, e os ataques iam de forma paralela, com o mais fraco dos dois, a que pertencia ao capitão, um pouquinho mais devagar, ou talvez tivesse sido realizada apenas um segundo depois. De qualquer forma, a sincronia dos dois era incrível, e a estratégia era simples, forçar um dos inimigos que conseguiam sentir a ser atingido, ou esperar os golpes para então se mover, e assim lhes dar tempo de alcançar o vagão, já que eles próprios estavam se movendo como um raio. Parece que todos os choques na cabine haviam facilitado a busca dos dois.

E para piorar tudo, Tidus conseguia agora todas as embarcações que começavam a mirar naquele vagão em questão. Se tantos disparos fossem feitos, não havia garantias nem que as pessoas dentro da Doa Doa estariam seguras do impacto e explosões que passariam pela porta.

E falando daqueles que estavam dentro da Doa Doa... aparentemente as coisas não estavam muito melhores. Assim que todos escravos haviam entrado, Frisk percebia que havia algo de errado. Rapidamente ele começava a passar seu haki da observação pelos escravos, e surpreendentemente, assim que chegava ao segundo, este saltava para cima de si armando um soco. E era nocauteado pelo monstrinho caído do céu ao receber um golpe na nuca.

Mas um segundo escravo, que havia vindo logo atrás dele escondendo seu corpo e mostrando uma habilidade invejável nessa área, acertava o jovem em cheio no meio dos peitos com a palma da mão aberta, o fazendo andar vários passos para trás e sentir sangue subindo ao seu pescoço. Não apenas isso, mas agora não estava mais encostando na Doa Doa. Estava fora dela. Na direção do ataque mais fraco, que pertencia ao capitão.

O próprio atacante saía da Doa Doa, se colocando em seu caminho de retorno.

Elsa, Mindy e Missu todas podiam ver isso. Mas pouco podiam fazer, pois também estavam sendo atacadas. Mindy estava ocupada com uma mulher utilizando duas Kunais. Missu desviava de um Rankyaku vindo de um dos escravos. E Elsa acabara de ser atingida no ombro por uma bala. E dessa vez havia sido ferida, pois a bala era feita de Kairouseki e o atirador que mirara em si já havia efetuado o segundo disparo.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 9 EmptyQua 11 Jul 2018, 22:50



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

As coisas começaram a dar errado ainda mais rápido do que eu esperava, e de uma hora pra outra, nós estávamos numa situação que a palavra "complicada" não descrevia bem. Como eu tinha suspeitado, alguns inimigos estavam entre os escravos que libertamos - o que fazia sentido quando se parava pra pensar no fato de que eles sabiam que estávamos por ali. Era a armadilha perfeita, já que o nosso grupo certamente morderia a isca e iria salvar aquelas pessoas  se tivesse a chance...e nós caímos direitinho.

"Droga...e agora?" Um dos falsos escravos conseguiu me pegar de surpresa, e seu golpe não só tinha sido forte, como também me colocara pra fora da dimensão de bolso. E agora ele estava na frente da porta, impedindo minha passagem. Pra completar, também tinha um ataque vindo de fora do vagão que não ia demorar pra me atingir se eu ficasse parado ali. É, tudo dentro dos conformes. Se eu estivesse frente a frente com a vida agora, isso provavelmente seria ela me dando um belo golpe no meio das pernas.

Eu não tinha muitas opções ali, pra ser sincero. Na frente, um inimigo bloqueava o meu caminho. Pelos lados, um ataque devastador que se aproximava rápido. Não era difícil ver o que restava. - Eu ficaria esperto se fosse você. Se não tomar cuidado, nem vai ver de onde eu te acertei. - eu diria ao homem à minha frente, apontando pra ele com um sorriso confiante no rosto. Com um salto curto pra trás, eu abriria uma Air Door giratória às minhas costas, de modo que quando eu passasse pro outro lado, ela se fechasse imediatamente. As palavras direcionadas ao homem também não tinham sido por nada: depois de receber uma ameaça daquelas e ver seu inimigo sumir, ele provavelmente esperaria por um ataque meu.

Uma pena, porque esse ataque nunca viria. Eu não tinha a menor intenção de estender aquela luta, nenhum de nós tinha tempo pra isso - a ideia era apenas colocar pressão nele, pra que eu pudesse partir pra parte importante. Lá dentro da dimensão de bolso, eu estaria a salvo das lâminas de vento que vinham pela lateral, mas Tidus-san ainda estava do lado de fora. Mesmo que ele não estivesse na trajetória dos ataques, eu ainda precisava trazê-lo pra dentro pra que déssemos o fora dali. Tentaria localizá-lo imediatamente após adentrar pela porta giratória, e então, num ponto fora do alcance das lâminas, abriria uma segunda porta para que ele entrasse. - TIDUS-SAN, RÁPIDO! - gritaria, pra chamar a sua atenção.

Eu ficaria pronto pra fechar a porta assim que o Duque Azul estivesse do lado de dentro, e com isso, restaria apenas mais uma entrada para a dimensão de bolso: a primeira, pela qual os prisioneiros tinham entrado. Todo mundo ainda estava lutando por lá, e como eu tinha em afastado dela já fazia algum tempo, ela se fecharia em breve - mas eu não tinha como ter certeza de que isso era tempo o suficiente. Por isso, correria até o local aonde estava a outra entrada, e se visse algum dos oponentes distraído lutando, avançaria até o que estivesse mais perto e o atacaria de surpresa, com um forte soco em algum ponto cego.

- Não dá pra lutar, eles são muitos. Temos que sair daqui agora! - eu diria, em tom de urgência. Minha prioridade era fechar a porta e impedir que mais inimigos entrassem - se sobrassem alguns dentro, podíamos lidar com eles depois. Mas pra isso, eu não podia ter ninguém fechando a passagem, então o primeiro passo seria mandar um Rankyaku na direção da entrada, de dentro pra fora, pra tentar tirar qualquer inimigo dali. Infelizmente, como só tinha um braço livre, não dava pra lutar com tanta liberdade assim, então se mais alguém viesse atrapalhar, teria de contar com os outros pra me ajudarem - não perderia tempo lutando, e apenas tentaria evitar golpes com esquivas rápidas e saltos, sempre avançando na direção da porta para fechá-la. Se preciso, usaria o Kenbunshoku pra me ajudar nisso.

Caso depois de tudo ainda houvesse alguém na frente da porta, me impedindo de fechá-la, um último recurso seria revestir o braço esquerdo no Haki do Armamento e tentar uma ombrada com força pra empurrar o inimigo. De qualquer forma, faria de tudo pra fechar a porta antes que fosse tarde demais. A nossa fuga e a segurança de todos dependiam disso, e eu não tinha a menor intenção de falhar ali.

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