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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

Créditos : 47
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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
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Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty18.03.18 18:40

Relembrando a primeira mensagem :

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alice Levith. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Magma
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty10.04.18 22:15

"Um escândalo na Boêmia" - 10


Music:
 


A crise gélida infligia não só o desconforto físico de ser congelado, mas eu sentia como se todo meu intelecto estivesse num infinito deserto gélido, e eu estivesse vagando neste deserto, sofrendo com as ventanias gélidas, enquanto procurava pela saída mais próxima.

Como sempre, me mantive indiferente sobre a situação naquele comodo, apenas, por precaução observaria um pouco mais os meus arredores, a procura do máximo de detalhes possíveis que eu pudesse guardar em minha mente. Mesmo naquele estado lastimável em que eu me encontrava, eu mantinha velhos hábitos, maldito Sebastian.

Quando meus olhos notaram a médica, primeiramente eu não tive nenhuma reação, entretanto ao decorrer do tempo em que fiquei na Sala médica, meu pensamento começou a vagar pelas águas do passado, ao decorrer das ações da médica, seu comportamento, sua beleza latente, a maneira como falava, acabavam me lembrando de parte da minha adolescência, e de um pouco da minha vida corrida em Micqueot.

Apesar de perspicazes as idéias de Alice não me interessavam naquela situação, tudo que eu queria era descansar bastante, para não piorar meu estado físico. Entretanto haviam algumas coisas de sua argumentação que eu concordava, mas não salientei isso exatamente pelo motivo anterior.

Eu não pude me conter, então observaria cada detalhe de Jane, dês de o tom de voz, os cabelos, o rosto, o pescoço, torso e por fim as pernas e os pés. Na verdade eu não tinha pensamentos sujos quanto aquilo, mas parecia estar sendo levado pela brisa gélidas as memórias trancafiadas dentro da minha existência, memórias essas que eu geralmente não lembrava, agora foram afloradas pela Médica de beleza nada questionável.

Não pude deixar de observar-la por um grande período de tempo, e escutar sua voz doce sem nem dizer uma palavra além das já ditas anteriormente. Na verdade quando ela se retirou do recinto eu me senti muito aliviado.

- O passado é como um fardo, não importa para onde vá, mesmo que esqueça a existência do fardo, ele estará em suas costas. Murmuraria em voz baixa, com as sobrancelhas franzidas e um olhar caído, olhar esse que foi ficando cada vez mais fraco, minhas pálpebras começariam a se fechar aos poucos, até encher meu mundo de escuridão, e me fazer cair num profundo sono, enquanto encostado na parede do quarto.


Tentaria dormir o melhor possível, para quando acordasse pudesse tentar fazer o que desejar, afinal, aquele dia havia sido muito cansativo.













Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[][] - Perícia, Só em Anatomia Humana/Psicologia
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..





Histórico:
 
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West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty11.04.18 10:53

Narração -  Todos

O sol já se deitava naquela ilha gélida, o frio aumentava, fazendo-se necessário uma fogueira, enquanto Fabregas e Jane procuravam por gravetos para que fosse possível fazer fogo, Gregory e Alice dormiam dentro da cabine juntamente com Marco e Gustav, aparentemente não tinham força para poder ajudar a dupla que sofria com a ventania la fora.

Após muito esforço, Fabregas conseguiu juntar uma quantidade razoável de gravetos, e com o isqueiro de Marco acendeu uma pequena fogueira, o homem tinha muitos talentos escondidos, Dra.Jane rapidamente subiu para a cabine, chamando a dupla, para que a acompanhassem, pois se continuassem ali, a situação do jovem Gregory poderia piorar. A escuridão da noite era quebrada apenas pelas chamas que ardiam na fogueira, ao fundo era possível escutar os uivos de lobos, podiam jurar que o som estava próximo, ou quem sabe fosse apenas o vento trazendo o barulho.

Fabregas havia feito um milagre, mesmo com alguns galhos molhados, o rapaz havia feito uma bela fogueira, e não media esforços para que ela continuasse acessa. Dra. Jane havia pego quatro pedras, e colocado envolta da fogueira, todos se sentaram, o calor advindo aqueciam todos ali presentes dando uma nova esperança se que podiam sair daquele inferno gelado.

Alice talvez por ser nativa da ilha, tinha várias ideias de como arrumar agua, esta foi aceita e elogiada por Fabregas, que rapidamente pegou uma tigela que estava no barco, a encheu de neve, e colocou próxima a fogueira, para que o gelo derretesse e virasse agua. Alice explicava que poderiam ter utilizado a carne dos lobos que haviam matado, fabregas corava atrás da sua capa, Jane lançava um olhar furioso para o rapaz, que não se sabia se era um gênio ou um completo idiota.

Alice explicava que era possível negociar com o povo da ilha, por não ter cultivo de ervas e verduras, a única fonte de alimento eram carne dos animais da ilha, a pesca também era abundante. Jane ouvia atentamente o que a garota dizia, Gregory puxava o muco que saia do seu nariz, chamando a atenção sempre que o espirava ou tossia, Fabregas soltava sempre uma leve risada do rapaz, a aparência do aspirante a detetive estava horrível.

- Você está certa Alice, amanhã iremos até a ilha, temos uma pequena reserva de alimentos, mas estamos racionando ao máximo para a nossa viagem, aliás, estamos indo para Lvneel, o Marco me disse que vocês iriam nos acompanhar? – Jane dizia olhando para a fogueira, esperando a resposta da garota, ou até mesmo de Gregory.

Gregory buscava calor, seu corpo já começava a voltar a sua temperatura normal, o rapaz tinha sorte por não ter uma febre, ou poderia ser o fim da linha para sua carreia militar que não havia nem começado, Dra. Jane se levantava, e olhava ao redor, depois esticava seus braços, parecia se alongar para algo.
- Fab, vamos montar uma vigília, não sabemos se aqueles Revolucionários estão nesta ilha, você e a garota ficam na primeira, depois você me acorda e trocamos a dupla.

Jane se levantava e seguia para dentro do barco, Fabregas reclamava em voz baixa, mas acatava a ordem da doutora, Alice nada dizia até aquele momento, mas não parecia insatisfeita.

Fabregas olhava sempre ao redor, em busca de algum perigo eminente, esperava que Alice iniciasse uma conversa, entretanto a garota, parecia estar mais preocupado com o seu braço  enfaixado – Maldito Barto, aquele filha da puta, escute Alice, se você for mesmo conosco, tenha em mente que poderemos ser atacados, acho que não tem problema lhe contar o que houve – Fabregas parecia inseguro, mas parecia querer por pra fora tudo que pensava – Era uma missão simples, entregar uma envelope para o líder do QG de Lvneel, achei estranho colocarem o Capitão Gustav e o Sargento Marco, mas pensei que seria apenas para garantir, saímos de Wars Island, tudo tranquilo, mas tudo começou a dar errada, aqueles malditos Revolucionários deveriam saber da missão, nos interceptaram no meio do mar, o líder deles se chama Barto da Cicatriz, ele tinham 5 barcos, mais homens, foi uma batalha sangrenta, tinham muitos recrutar, soldados inexperiente, o tenente Gustav lutou bravamente, conseguimos a vantagem e começamos a fugir, mas não ia dar certo, Barto iria nos alcançar, o Tenente então saltou para o barco do inimigo e lutou sozinho contra varios homens, e nos ordenou que fugíssemos, a missão era mais importante, quando nos afastamos, Marco saltou e nadou até o local onde o Tenente estava, achamos seu corpo boiando sobre os destroços, ela estava muito ferido, mas estava vivo, Marco conseguiu nada de volta de algum jeito, por isso seu corpo está desgastado, nosso barco ficou do jeito que você está vendo, por sorte caímos nessa ilha, agora vamos voltar de novo para o mar, e estamos mais longe de Lvneel, eu não quero ver a cicatriz daquele homem nunca mais, ele e uma demônio Alice, um demônio – Fabregas tremia ao dizer o nome do homem, seus olhos enchiam de lagrimas, demorou para o rapaz retomar sua postura.

Fabregas:
 
Marco:
 
Medica:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

Pericia:
 

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Magma
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Magma

Créditos : Zero
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty11.04.18 12:31

"Anatomia Humana" - 11


Music:
 


Achei a situação em que eu me encontrava maçante, eu não poderia negar que o maior erro da minha vida foi vir para esse lugar gélido, que por incrível que pareça, tem características infernais. Primeiro eu pego um resfriado, segundo eu enfrento uma situação chata de lutar contra uma alcateia de lobos, depois pego uma hipotermia devido ajudar um certo alguém a consertar o navio, coisa que por acaso, eu não faço ideia de como se faça. "Ora céus, eu resolvo crimes, não conserto navios, alguém coloque isso na cabeça desse pobre Fabregas, por que se eu não me engano, a algum tempo atrás ele falou  que queria minha ajuda pela manhã, oh Céus"


Porventura eu tinha alguns pensamentos um pouco mais complexos na minha mente desta vez. Lembrei de um período passado em que eu estava bastante insatisfeito com meus conhecimentos na área médica, e eu sabia que meu Tio possuía algumas perícias na área, e me informou que isso o ajudava bastante nas suas deduções, e eu, Gregory Holmes que outrora estava fascinado pela capacidade de meu parente de encontrar assassinos e ladrões perigosos, agora me sentia levemente entristecido, pelo fato das infames situações que acabaram acontecendo a minha pessoa durante meu período nesta ilha. No entanto eu não poderia negar que, ao testar minhas habilidades dedutivas hoje, tive um incrível índice de acerto. Na verdade foi quase 100%, tirando algumas informações que eu ainda não havia conseguido extrair de minhas cobaias.

Essa situação para mim era algo angustiante, como um aperto no peito, causado principalmente pela sensação de que meu conhecimento era apenas uma gota no oceano, além disso, a área que eu havia escolhido atuar me forçava a ter uma gama incrível de conhecimento sobre diversas áreas diferentes, para futuramente, mesclar todos aqueles ramos da ciência e formar a boa, única e incrivelmente poderosa, Ciência da Dedução.

A lembrança e compreensão súbita deste fato, me fez acabar seguindo a Médica de volta a cabine, antes de me retirar da dupla que iria guardar o navio eu apenas lançaria algumas palavras ao vento, pouco me importando se entenderiam ou não.

- Certo, irei me retirar também, qualquer coisa, me chamem, afinal eu ainda posso ser de alguma ajuda, mesmo que numérica.

Retornaria ao convés do navio, e seguiria o caminho que me foi indicado antes, para voltar a alá médica do navio, esperaria que a médica estivesse lá, mas caso ela não estivesse, eu procuraria um pouco pelo navio, para tentar encontrar-la, se ela estivesse fazendo algo que não fosse da minha conta, como por exemplo, tomar banho, eu apenas ignoraria e esperaria que ela estivesse apresentável, para em seguida me encontrar com ela.

Quando estivéssemos frente a frente, eu daria um leve sorriso, antes de puxar aquele líquido verde viscoso novamente para dentro do nariz, e diria.

- A muito tempo eu sinto um fascínio incrível sobre o conhecimento humano que os médicos possuem, na verdade eu estava procurando um médico experiente que me pudesse passar parte de suas habilidades, principalmente na área de Anatomia Humana, que é onde eu sinto maior urgência e necessidade, a senhoria poderia me auxiliar nesse ramo? Sei que está cansada, no entanto, eu também estou, e além disso, estou doente, acredito que estamos no mesmo barco. Literalmente.  

Esperaria pela resposta da dama e em seguida, caso fosse um sim, eu daria um largo sorriso.

- Pois bem! vamos ao aprendizado então! Diria num volume padrão, para não interferir no descanso dos dois marinheiros feridos.


~ Aprendizado Anatomia Humana ~

- Certo, vamos começar, você poderia pegar aqueles quatro livros sobre a mesinha no canto?

Assenti sua indagação e caminhei até uma mesinha que ficava no canto da ala médica do navio, agarrei os quatro livros e então me aproximei da jovem novamente, ela tomou todos da minha mão e se sentou no chão gélido do navio, apesar de relutante, acompanhei-a e sente-me em posição de lótus na sua frente, na verdade eu parecia um projeto de buda, coberto por um agasalho e um sobretudo, eu estava com um certo enchimento que ajudava a manter a temperatura de meu corpo confortável.

- Como não possuo um esqueleto ou algo que possa te ajudar a praticar, eu vou usar desenhos para que você possa praticar a teoria que irei lhe passar. A jovem falou e colocou um dos livros na minha frente, deitado no chão, em seguida ela agarrou algumas folhas de papel e um lápis, em seguida, começou a desenhar um corpo humano.

- A anatomia meu querido, é a ciência que estuda as estruturas corporais humanas e como elas funcionam em conjunto no corpo.

Assenti suas palavras, não como se tivesse entendido mas estivesse prestando atenção ao que ela dizia, afinal, o conhecimento que saia de sua boca flutuava no ar, e entrava nos meus ouvidos intacto, mas a mensagem era parcialmente destruída naturalmente, e eu apenas era capaz de absorver fragmentos.

- E com estruturas, você quer dizer?

- Os Ossos, Músculos, Veias entre Outros que irei apresentar a você.


Assentiria novamente. Enquanto a doutora pegava o livro que havia me apresentado e o abria no capítulo 1, em seguida, me apresentava o esboço do desenho que estava fazendo.


Desenho:
 

- Para facilitar a correta localização espacial das partes do corpo são definidos os planos anatômicos. Cada plano representa um corte do corpo, dividindo-o em partes.

Além de mostrar o esboço, ela apontou para a primeira página do livro.

- É um livro de conhecimento básico sobre Anatomia, ideal para iniciantes.

O livro possuía um desenho semelhante, no entanto, aparentemente eram quatro desenhos de corpos humanos, cortados de diferentes formas.

Desenho:
 

Li o texto que se encontrava abaixo da imagem do Livro, tentando assimilar o máximo de conhecimento, e franzindo a testa no processo, dês de minha infância eu sabia, aprender era muito prazeroso e ao mesmo tempo, muito chato.


Livro:
 

Eu fiz a leitura do trecho, entretanto eu não havia compreendido muito bem o que aquilo queria passar, irritado pela minha falta de atenção, com a testa vincada olhei para a Doutora, apenas para me acalmar com sua aparência angelical e seu zelo ao terminar o desenho em suas mãos.

- Certo, deixa eu ver se entendi, esses planos foram criados para facilitar a identificação espacial do corpo humano?

- Sim, esse é o intuito dos Planos, guarde bem isso, será necessário quando formos praticar, já que não possuímos uma cobaia, você terá que trabalhar com essas localizações espacias que acabou de ver.

- Entendi, entretanto, isso é realmente necessário? Eu entendi o motivo pelo qual foi criado, mas não compreendo a necessidade.

- Imagine que não existissem esses planos, apesar de termos um certo conhecimentos e sabermos onde estão localizadas cada parte, ainda estaríamos trabalhando no escuro, os planos são um complemento, um mapa, que nos ajuda a ter cem porcento de certeza que vamos furar o lugar certo pra realizar uma cirurgia por exemplo, e que não vamos acabar furando uma artéria ou uma veia, sem necessidade, compreendeu?.

Coloquei a mão direita abaixo do queixo, e funguei o catarro que deslizava para fora do meu nariz.

- Acredito que tenha entendido, não tudo, mas o suficiente. A propósito o desenho que você está fazendo, existe algum nome para isso? ou é só, um desenho do corpo humano?

- Ah, verdade, eu já estava me esquecendo, mas isso se chama Posição Anatômica, é a posição ideal para avaliar uma pessoa.

- Certo. Assenti, e continuei observando as ações da Médica.

- Mas enfim, isso é o básico para você começar a ter uma ideia de como é realmente a anatomia humana. Vamos aprofundar nesse seu estudo os Músculos, Ossos e um dos principais sistema do corpo, o sistema circulatório. Vá até a página cinco.

Assenti, um pouco confuso, e folheei o livro até a página cinco, não deixando de notar algumas bibliografias e sumários até chegar na página, ela possuía um grande desenho de um braço que ocupava a folha quase inteira.

O que eu achei mais estranho era que eu não via pele alguma, apenas um segmento de fiozinhos vermelhos e pontos brancos grandes em todo o braço como se fosse uma espécie de humanoide estranho. Por mais que eu tivesse estudado o básico sobre o corpo humano na minha família eu nunca havia aprofundado meus conhecimentos a tal ponto, surgindo assim minha insatisfação com meus conhecimentos nas áreas médicas.

- Pronto. Falei, virando a folha mais uma vez, ciente de que aquela ilustração de um braço era apenas o título do capítulo, que aparentemente falava sobre os músculos do corpo humano.



- Bem, vamos a teoria.

Jane respirou fundo e olhou para mim, eu a observei por alguns instantes e não deixei de admirar um pouco sua beleza, até que ela começasse a falar e eu começasse a prestar bastante atenção.

- O corpo humano é formado por centenas de músculos que auxiliam nos movimentos, estabilidade do esqueleto e preenchimento do corpo, uma vez que fazem ligação dos ossos com o sistema nervoso. Em outras palavras, os músculos são tecidos do corpo humano, responsáveis pela contração e distensão das células que originam os movimentos.

Ela puxou um pouco de ar depois de falar, aparentemente tendo ficado sem ele depois de falar tanta coisa de uma única vez.

- Calma doutora, sabe que eu não entendo muito bem disso. Não foi algo tão complexo quanto eu esperava, posso compreender vagamente, continue explicando para que eu veja se consigo fechar o meu próprio conceito do assunto.

Indaguei, esperando que ela continuasse a explicação.

- Bom. Dependendo de sua composição, formato, estrutura e função, os músculos do corpo humano são divididos em alguns grupos.

Ela apontou para o livro, onde eu pude enxergar alguns desenhos de partes do corpo, que para mim naquele momento, pareciam aleatórias.

- Existe o Músculo Liso. Que é um músculo com contração lenta e involuntária, controlado pelo sistema nervoso vegetativo.

- Sistema Nervoso, mas o que? poderia me dar um exemplo?

Perguntei, atento, com a testa levemente franzida, sinalizando minha confusão.

- Bom, nós temos por exemplo, os músculos dos órgãos internos.

- Hmm, Órgãos internos... Seria ai então p estômago, fígado e intestino. Correto?

Jane assentiu com um leve sorriso, aparentemente satisfeita pelo meu entendimento rápido.

- Somente os órgãos possuem esses músculos?

- Não, a pele, vasos sanguíneos e o sistema excretor também possuem Músculos Lisos que ajudam nos movimentos de contração e extensão.

Jane respirou um pouco e continuou.

- Existe também o  Músculo Estriado Esquelético. Localizado junto ao esqueleto e conectado através dos tendões, esse tipo de músculo é controlado pelo sistema nervoso central e caracterizado por movimentos fortes e voluntários, por exemplo, os músculos dos membros inferiores e superiores: os braços, as mãos, as pernas e os pés.

Depois da explicação dos Músculos Lisos já havia se tornado bem mais simples de entender os outros músculos que Jane falava, apesar de ter pequenas dúvidas, guardei-as para mim por um tempinho, caso eu fosse capaz de solucionar-las sozinho ao decorrer da explicação eu solucionaria, se não, perguntaria depois que ela terminasse de falar.

- Prosseguindo, nós temos o Músculo Estriado Cardíaco. Localizado no coração , esse tipo de músculo é controlado pelo sistema nervoso vegetativo e caracterizado por contrações vigorosas e involuntárias.


- Além desses que eu expliquei, dependendo de suas localizações no corpo os músculos podem ser também, Músculos Superficiais. localizados logo abaixo do tecido epitelial.

- Como é Jane?

- Esses músculos são por exemplo, os músculos do rosto e do pescoço.


Assenti olhando diretamente nos olhos de Jane enquanto ouvia atenciosamente suas explicações. Depois de ser bombardeado por toda aquela teoria se tornava um pouco mais simples entender os assuntos que me eram passados.

- E enfim existem os Músculos Profundos. localizados no interior do corpo humano, por exemplo, nos órgãos.

Eu balancei a cabeça, concordando novamente. A essa altura dos ensinamentos eu já havia penetrado um pouco no mundo na Anatomia Humana e sentia que se tornava um pouco mais simples o aprendizado, eu não havia aprendido completamente tudo que me tivera sido passado, entretanto, com um pouco de contemplação e prática seria muito simples aplicar tudo aquilo futuramente.

- Com isso podemos começar o aprendizado sobre os ossos!

Jane sorriu para mim quando falou, parecendo feliz em ensinar a um leigo rapaz como eu. eu sorri, indiferente. Apenas queria obter aquele conhecimento que eu achava tão necessário.

- Ossos são órgãos esbranquiçados, muito duros, que unindo-se aos outros, por intermédio das junturas ou articulações constituem o Esqueleto.

Franzi as sobrancelhas, aparentemente confuso com as palavras de Jane, mas ela estendeu a mão para mim, indicando que eu deveria guardar as minhas duvidas, pelo menos, naquele momento.

- O osso é um tecido vivo, complexo e dinâmico. Uma forma sólida de tecido conjuntivo, altamente especializado que forma a maior parte do esqueleto e é o principal tecido de apoio do corpo

Ela respirou fundo depois de falar, e eu fiquei mais calmo, a minha dúvida já havia sido sanada quando ela falou.

- O osso é formado por vários tecidos diferentes: tecido ósseo, cartilaginoso, conjuntivo denso, epitelial, adiposo, nervoso e vários tecidos formadores de sangue.

Assenti, um pouco confuso sobre alguns dos tecidos citados, mas não completamente, havia entendido o conceito vital.

- Abra o livro na página dez por favor.

Concordei com Jane e passei as páginas até a que ela havia citado, notei que haviam vários desenhos de coisas que pareciam ossos, além de uma pequena explicação embaixo, para minha surpresa Jane começou a citar cada uma das explicações como se ela fosse o livro, e apontar para a imagem em seguida.

- Os ossos são classificados de acordo com a sua forma e características.

Jane deslizou o dedo indicador sobre a página do livro com suavidade, até chegar no desenho de um osso, parecido com aqueles dados a cães na rua.



- Os ossos Longos Tem o comprimento maior que a largura e são constituídos por um corpo e duas extremidades. Eles são um pouco encurvados, o que lhes garante maior resistência. O osso um pouco encurvado absorve o estresse mecânico do peso do corpo em vários pontos, de tal forma que há melhor distribuição do mesmo.


Assenti, meio confuso, mas enquanto ela respirava eu refletia comigo mesmo o que ela tinha falado para tentar ter uma melhor compreensão do assunto.

- Poderia me dar um exemplo senhorita? Indaguei, com as sobrancelhas franzidas.

Jane assentiu e apontou para o desenho de um esqueleto completo no livro.

- Um exemplo de ossos longos, é esse aqui, o Fêmur.

Assenti a sua explicação. não compreendendo completamente.

- Os ossos curtos São parecidos com um cubo, tendo seus comprimentos praticamente iguais às suas larguras. Eles são compostos por osso esponjoso, exceto na superfície, onde há fina camada de tecido ósseo compacto.

Jane apontou para outro desenho de ossos que pareciam formar uma mão.

- Um exemplo desses ossos são os que compões o carpo, ou seja, boa parte da mão.

Ela me indicou com o dedo, e eu concordei, tendo um pouco mais de compreensão deste, e não deixando de dar uma olhada na minha própria mão estranhamente.

Ver como nós somos por dentro era realmente curioso e instigante a conhecer mais.

- Os ossos laminares são ossos finos e compostos por duas lâminas paralelas de tecido ósseo compacto, com camada de osso esponjoso entre elas. os ossos planos garantem considerável proteção e geram grandes áreas para inserção de músculos.

Observei Jane enquanto ela respirava para continuar a falar.

- Exemplos disso são os ossos do crânio, que geram proteção para o cérebro da forma que eu indiquei.

Ela apontou para o desenho de um crânio visto de cima, os ossos pareciam se encaixar como engrenagens e foram coloridos de formas diferentes no livro, para facilitar a visualização de cada um.

- Além desses três grupos básicos bem definidos, há outros intermediários, que podem ser distribuído em cinco grupos.

Ela agarrou a folha e a virou para a seguinte, apontando para o primeiro osso, parecia ser meio curvado como uma meia lua.

- Os ossos alongados são ossos longos, porém achatados e não apresentam canal central. Por exemplo as costelas.

Assenti, tive um pingo maior de compreensão nessa área, na época em que treinava o boxe arduamente eu não deixei de quebrar algumas ou sofrer golpes assim, os médicos que me tratavam falavam vagamente sobre o quão importante eram as costelas e parte de suas funções, por isso, eu deveria tomar cuidado ao deixar me golpearem ali.


- Os ossos pneumáticos são ossos ocos, com cavidades cheias de ar e revestidas por mucosa , apresentando pequeno peso em relação ao seu volume.


Ela apontou para outro desenho de esqueleto completo, seu dedo estava sobre a cintura do esqueleto, e enquanto ela falava o deslizou por toda a região da cintura, subentendi que toda aquela região seria esse tal de Osso Pneumático.

- Esse osso se chama Esfenoide e é um dos ossos pneumáticos.

Assenti, com as sobrancelhas franzidas.

- Também temos os ossos sesamoides que estão presentes no
interior de alguns tendões em que há considerável fricção, tensão e estresse físico.


Concordei com a médica, e quando estava prestes a lhe pedir um exemplo, ela falou enquanto arrastava o dedo para cima do joelho do esqueleto.

- Apesar de variarem de pessoa pra pessoa, os maiores ossos sesamoides que todos possuem são as patelas que ficam em ambos os joelhos.

- E por fim chegamos aos ossos suturais que são pequenos ossos localizados dentro de articulações, chamadas de suturas, entre alguns ossos do crânio. Seu número varia muito de pessoa para pessoa.

Ela apontou para outro desenho de crânio, desta vez, aparentemente era uma visão da nuca de alguém.

Eu havia compreendido bem essa parte, então não perguntei muito, apenas aguardei Jane.

- Para encerrarmos agora, vamos falar um pouco sobre o sistema cardiovascular.

Concordei, atento.

- A função básica do sistema cardiovascular é a de levar material nutritivo e oxigênio às células.

Jane falou e virou algumas páginas do livro, até chegar a uma com o desenho de algo que se parecia com um coração.

- Existem dois tipos de circulação no nosso corpo humano, a circulação pulmonar e a sistêmica.

Ela novamente apontou para um desenho.

Desenho:
 

Achei meio confuso no começo, mas depois que Jane começou a explicar eu comecei a me sentir um pouco mais ligado ao desenho.

- Na circulação Pulmonar, sangue é levado do ventrículo direito do coração para os pulmões e de volta ao átrio esquerdo do coração. Ela transporta o sangue pobre em oxigênio para os pulmões, onde ele libera o dióxido de carbono (CO2) e recebe oxigênio (O2). O sangue oxigenado, então, retorna ao lado esquerdo do coração para ser bombeado para circulação sistêmica.

Durante as suas palavras ela deslizava os dedos para cada um dos pontos que indicava, facilitando bastante a compreensão de suas palavras.

- Já a circulação sistêmica é a maior circulação; ela fornece o suprimento sanguíneo para todo o organismo. A circulação sistêmica carrega oxigênio e outros nutrientes vitais para as células, e capta dióxido de carbono e outros resíduos das células.

Ela também apontou para um outro desenho, mostrando os caminhos das veias pelo corpo humano.

- A circulação sistêmica é dividida no trabalho de veias e artérias.

- Artérias são vasos sanguíneos que carregam sangue a partir dos ventrículos do coração para todas as partes do nosso corpo, elas são mais grossas que as veias e podem se dilatar um pouco para auxiliar a passagem de sangue.

Assenti, essa parte não era difícil de entender com Jane apontando para o desenho todas as vezes que falava, eu era capaz de ligar os pontos.

- Já a veia serve para transportar o sangue venoso de volta ao coração, sangue esse que é levado aos pulmões na circulação pulmonar que já falamos. Além disso, as impurezas das células são levadas de volta ao coração através das veias.

Concordei, não era algo complexo de entender.

- Hora de testar os conhecimentos.

Jane falou. Pegou um papel em branco e escreveu algumas coisas nele com o lápis.

Em seguida ela fechou o livro, colocou o papel sobre ele e me entregou o lápis, fiquei atônito. Até que ela falou.

- É uma pequena prova, são pergunta sobre o que acabamos de ver. Caso você erre alguma delas, já estará reprovado, então eu lhe permitirei ler o livro novamente, desta vez sem minhas explicações e então você irá refazer a prova.

Eu concordei e não hesitei em começar a fazer a prova. Acreditando que com minha tamanha sabedoria seria capaz de resolver rapidamente todas as questões.

Na verdade, a ficha só caiu quando Jane começou a corrigir as respostas, todas estavam erradas. Ela fez uma cara feia para mim e pediu que eu novamente fosse ler todas as páginas do livro que observamos.

O processo em si foi chato e demorado, mas eu novamente fiz a prova.

Acertei apenas três questões de dez.

Repeti o processo sete vezes, até que consegui acertar todas as questões que me foram impostas.

Como ainda me sentia em dúvida sobre alguns assuntos em relação ao corpo. Pedi a Jane para que eu pudesse ler o Livro todo antes que ela desse por encerrado nosso aprendizado.

Ela autorizou e disse que iria fazer outra prova, desta vez, com vinte questões e eu deveria acertar no mínimo quinze.

Concordei e comecei a ler o livro novamente, meio hesitante e nervoso com a prova.

Desta vez, eu pude compreender muito melhor o funcionamento do corpo, indo da cabeça aos pés e do sistema digestório ao linfático.

A névoa de conhecimento anatômico em minha mente aos poucos ia se desfazendo e eu, enfim, inicie ia prova.

Demorei quase uma hora para responder todas as questões, e então, tive meu resultado.

Dezesseis acertos.

- Um pouco acima da média, não é doutora? Dei um sorriso alegre, e comecei a pensar comigo mesmo sobre o que havia aprendido, enquanto Jane me olhava com um olhar alegre e encerrava nosso tempo de aprendizado.

- Isso é tudo que eu posso lhe passar, rapaz.

~ Aprendizado Anatomia Humana Fim ~

Quando encerra-se o aprendizado, agradeceria a médica e me recostaria na parede do barco, em seguida entraria num sono profundo, em posição fetal, para tentar esquentar o corpo um pouco mais. Esperaria pela minha vez para ficar de guarda, e quando fosse, iria sem pestanejar.





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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty11.04.18 16:04


     
TRABALHO DE VIGILANTE ATÉ NO FORUM

Eu acabei pegando em um sono enquanto o carpinteiro iria pegar a madeira, Fui acordada pela médica, falando para ir lá fora onde o carpinteiro estava acendendo uma fogueira. Iria me espreguiçar tentando espantar o sono e me levantaria apoiando na mão direita e iria em direção a fogueira.

Embora tenha passado a vida inteira nessa ilha o calor da fogueira era agradável. Mesmo passando a vida inteira nessa ilha o frio não era algo que se podia ignorar, humanos não são feitos para sobreviver nesse ambiente, se não fosse pela incrível capacidade de se adaptar ao ambiente não existiria humanidade aqui.

Felizmente dessa vez eles ouviram e entenderam a lógica por trás das minhas palavras em ir para a vila onde nasci. Parece que a doutora era quem tinha o melhor bom senso entre eles. Se estivesse em condições melhores tentaria decorar o nome dela também mas agora com a dor de minha mão e meu cansaço acreditava não ter tempo para isso .


- Você está certa Alice, amanhã iremos até a ilha, temos uma pequena reserva de alimentos, mas estamos racionando ao máximo para a nossa viagem, aliás, estamos indo para Lvneel, o Marco me disse que vocês iriam nos acompanhar? – Jane dizia olhando para a fogueira, esperando a resposta da garota, ou até mesmo de Gregory.

Não olharia para a médica ou para qualquer um daqueles presentes enquanto respondia meus olhos estavam focados na direção da minha vila, como se eu pudesse ver ela daqui, mas minha voz sairia sem nem um traço de emoção:

-Alice–Tanto faz a ilha vocês irão me levar, só quero sair dessa ilha entediante. -


A Vermelha estava dormindo confortavelmente ao meu lado, Mary estava em pé atrás de mim atenta a sua volta tentando não perder nem um movimento e eu estaria apenas sentada olhando para fogueira ouvindo a madeira estalar. Se continuasse assim não iria demorar muito para que eu pegasse no sono novamente.

Antes que eu pegasse em um sono a médica falaria:

- Fab, vamos montar uma vigília, não sabemos se aqueles Revolucionários estão nesta ilha, você e a garota ficam na primeira, depois você me acorda e trocamos a dupla.

Apenas iria balançar a cabeça positivamente para a doutora, já não vendo necessidade de responder de outra forma. Enquanto ainda estava sentado Mary que estava nas minhas costas se debruçou sobre mim e falaria com uma voz fria perto do meu ouvido:

-Mary–Minha vez agora?-

Não seria necessário resposta, apenas entregaria o controle do meu corpo para Mary. Ela era especialista em furtividade então teria mais facilidade em identificar qualquer pessoa que tentar aproximar furtivamente de nós. Meu rosto que normalmente é sem expressão se tornaria um rosto sério e um brilho malicioso brilharia em meus olhos.

Iríamos nos levantar e nos afastar um pouco da fogueira, mas não iríamos muito longe da fogueira, pois não queríamos morrer congeladas, só tínhamos a intenção de que qualquer pessoa que se aproximasse tivesse como primeiro alvo o carpinteiro. Aproveitando da camuflagem que o meu sobretudo dava devido ser branco usando o capuz do mesmo iriamos sentar em posição fetal. Feito isso iríamos ficar completamente imóveis somente mechendo os olhos.

Nossos olhos iriam de um lado para o outro não parando de se moverem tentando captar qualquer movimento que tivesse ali. Pois os olhos são atraídos pelo o que se movimenta e esse era um dos motivos que nos iríamos permanecer imóveis, mesmo que nosso corpo protestasse querendo se mover nós iremos ignorar. Queria que qualquer um que nos visse pensasse que nós éramos um monte de neve e pensasse que só o carpinteiro estivesse aqui, e se fizesse qualquer movimento poderia entregar minha posição.

Confesso que não iremos prestar muita atenção em direção ao mar que estaria a nossa costas , mas isso era porque acreditávamos que qualquer navio ou barco que chegasse teria que vim com lanternas ligadas, já que a ilha era rodeada por icebergs. Então o carpinteiro facilmente iria identificar eles se aproximando.

Em algum momento devo ter passado a errada impressão de que queria conversar pois o carpinteiro começou a falar comigo:

– Maldito Barto, aquele filha da puta, escute Alice, se você for mesmo conosco, tenha em mente que poderemos ser atacados, acho que não tem problema lhe contar o que houve-

Nossos olhos iriam rolar para cima e iríamos respirar mais fundo do que necessário. Embora ele possa estar preocupado comigo ele estava me atrapalhando a cumprir minha missão me chamando a atenção pra coisas óbvias que até uma criança poderia perceber, mas teríamos apenas ignorar se ele parasse por aí, mas ele parecia querer desabafar tudo que estava segurando nos últimos dias.

Era uma missão simples, entregar uma envelope para o líder do QG de Lvneel, achei estranho colocarem o Capitão Gustav e o Sargento Marco, mas pensei que seria apenas para garantir, saímos de Wars Island, tudo tranquilo, mas tudo começou a dar errada, aqueles malditos Revolucionários deveriam saber da missão, nos interceptaram no meio do mar, o líder deles se chama Barto da Cicatriz, ele tinham 5 barcos, mais homens, foi uma batalha sangrenta, tinham muitos recrutar, soldados inexperiente, o tenente Gustav lutou bravamente, conseguimos a vantagem e começamos a fugir, mas não ia dar certo, Barto iria nos alcançar, o Tenente então saltou para o barco do inimigo e lutou sozinho contra varios homens, e nos ordenou que fugíssemos, a missão era mais importante, quando nos afastamos, Marco saltou e nadou até o local onde o Tenente estava, achamos seu corpo boiando sobre os destroços, ela estava muito ferido, mas estava vivo, Marco conseguiu nada de volta de algum jeito, por isso seu corpo está desgastado, nosso barco ficou do jeito que você está vendo, por sorte caímos nessa ilha, agora vamos voltar de novo para o mar, e estamos mais longe de Lvneel, eu não quero ver a cicatriz daquele homem nunca mais, ele e uma demônio Alice, um demônio

Com a história que ele havia nos contado nos havíamos perdido um pouco do foco na vigilância e prestado atenção do que ele dizia. Percebendo isso iriamos bufar de raiva e responderia com certa raiva na voz:

-Mary–Escute bem, embora eu queria ser marinheira no momento ainda sou civil. E você não deveria contar sua missão para civis. Nós temos um trabalho que é vigiar o que está acontecendo aqui fora para que não sejamos pego de surpresa e resulte em mais morte, entende o peso que está em nossas mãos? Não tire minha concentração isso pode custar vidas-

Embora tenhamos falado tudo isso eu não iríamos ter movido um músculo e também não teríamos perdido o controle sobre a altura da nossa voz, ela sairia em uma altura que somente o carpinteiro iria ouvir. Nem sequer iríamos ter olhado para o mesmo, nossos olhos continuariam se movimentar sem parar tentando pegar tudo que estava acontecendo em sua frente.

Caso visse algo suspeito iria falar para o carpinteiro a direção de que eu havia visto mas novamente com cuidado na altura da minha voz e sem me mover. Poderia ser apenas um animal de passagem, não valeria a pena acordar todos por isso, então apenas prestaria mais atenção nele para ver se ele estava se aproximando. Mas mesmo assim não teria todo o foco nele, prestaria mais atenção em volta vendo se mais alguma coisa se aproximasse.

Se percebesse que realmente tem algo vindo em nossa direção iria me levantar rapidamente e logo em seguida faríamos alguns movimentos tentando exercitar meus músculos que ficaram parados por provavelmente horas enquanto gritava alto para que todos ouvissem:

-Mary–TEM ALGO VINDO EM NOSSA DIREÇÃO SE PREPAREM PARA UMA LUTA!-

Após isso ficaríamos observando tentando ver o que o que estava vindo em nossa direção para pensarmos nos próximo passo.

Se nosso turno acabasse sem incidentes iríamos simplesmente adentrar no navio e procurar algum canto para dormir, assumindo novamente o controle do meu corpo confiantes de que a Médica iria fazer um serviço bem feito de vigilância, já o homem doente não poderia confiar muito, já que o mesmo deveria estar muito fraco não era surpresa acabar dormindo.
 


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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty12.04.18 15:06

Narração – Todos


Começara a nevar novamente, a chama da pequena fogueira brilhava no breu da noite, o som da água batendo contra o casco do barco so era quebrado pelos uivos de lobo, como o vento estava demasiado forte, não dava para saber se estava, longe ou perto. Fabregas havia aberto o coração para Alice, tudo o que o Marinheiro estava sentindo, todavia, a garota apenas lhe dera um sermão, a moça estava focada no cargo que estava ocupando, sua vigília era perfeita, a garota não se movia, ao contrário de Fabregas, que cutucava constantemente a fogueira, fazendo pequenas fagulhas de fogo subirem, o rapaz olhava frequentemente para Alice, mas a garota não retornava, o homem gostava bastante de conversas, mas assim como a menina havia dito, aquela não era a hora.

Após passado algum tempo, Fabregas se levantava e jogaria uma pequena bola de neve em Alice, a garota lançou um olhar mortal para o Marinheiro, que simplesmente fez um sinal para irem para dentro do barco, o rapaz parecia estar demasiado cansado, no percurso até a cabine, deveria ter aberto a boca pelo menos cinco vezes.

Dentro da cabine do barco, Gregory descansava após ter uma longa conversa com a Dra. Watson, o rapaz dormia encostado na parede ao fundo, enquanto a moça descansa debruçada sobre a mesa, o único barulho vindo do quarto, era a respiração pesada de Gustav, que parecia não melhorar.

Fabregas entrava com cautela na cabine, a única luz vinda de dentro da pequena sala, vinha de uma vela que estava próxima a Dra. Watson, o marinheiro encostou no ombro da moça, e sem dizer nenhuma palavra Jane já se levantava e caminhava para fora, Gregory era despertado por Alice, que apenas cutucou o rapaz com a ponta do pé, o mesmo talvez contra sua vontade, se dirigia para sua vigília, Fabregas se deitava no chão, e não tardou para dormir, Alice se encostava na parede, e relaxando seu corpo, pegou no sono.

Gregory e Jane ficaram em vigília, e logo começou o alvorecer de um novo dia, mesmo diante daquele amontoado de coisas que deram errado, um novo dia sempre traz novas esperanças. A fogueira já havia se apagado, e não foi visto nenhum movimento próximo ao barco, Jane se levantava e caminhava até a cabine, enquanto havia pedido para Gregory permanecer no lado de fora.

Jane se dirigiu até a cabine, onde acordou Fabregas e Alice, Marco já estava acordado, porém, permanecia deitado, assim que percebeu a presença da Marinheira, se dispôs a se sentar na cama – Não tente fazer muito esforço, estamos indo buscar provisões, os dois novatos irão comigo e com o Fab – A moça pegava seu cinto, com seu par de pistolas e o colocava em sua fina cintura. Marco da uma pequena risada e já se levantava, vestia sua camisa e colocava seu manto da marinha – Vocês não durariam 1 hora sem min la fora hahaha, eu estou bem, onde raios esta minha katana? – Fabregas e Alice já se encontravam em pé, e rapidamente deixaram o recinto, Marco e Jane saíram logo atrás, deixando Gustav sozinho no quarto.

Marco na ausência de Gustav, era quem tinha a patente mais alta, por isso dava as ordens – Vamos zarpar quando o sol estiver no meio do céu, Alice e eu formaremos uma dupla, enquanto a Dra. Watson e o Resfriado, irão formar a outra, Fab, você precisa descansar, pois ira nos guiar durante a viagem, volte para o quarto e descanse – Fabregas pela primeira vez não havia reclamado de uma ordem, e voltava satisfeito para dentro da cabine. As duas dupla caminhavam, Alice caminhava a frente, pois conhecia melhor o terreno, seguida por perto de Marco, um pouco mais atrás, estava Gregory e Jane, ambos tinha grande dificuldade para caminhar, a moça num pequeno espaço de tempo, já havia caído duas vezes, sua roupa que outrora era limpa, já se encontrava cheia de neve, já Gregory não passava confiança alguma, sua aparência era de um homem a beira de um colapso, seu nariz estava vermelho, e um muco verde escorria, o silencio do local, so era quebrado pelos espirros do rapaz.

A ilha era pequena, rapidamente era possível ver um conglomerado de Igloos, todos ali pareciam suspeitos, menos Alice, que estava com a feição de sempre, ou seja, sem feição alguma. Haviam 4 Igloos a frente, Alice não sabia dizer a quem eles pertenciam, Marco havia pedido para todos pararem, e traçava um plano – Alice e eu vamos até os dois da direita, Jane e o catarro irão-nos da esquerda, não bebam a agua que vocês têm de uma vez (A agua era do gelo derretido na noite anterior), Jane diga que você e da Marinha e precisa de suprimentos, não de informação alguma sobre o resto.

A dupla se separava, Gregory e Jane seguiam seu rumo, enquanto Alice caminhava deixando Marco um pouco para trás, o vento estava contra seus rostos, tornando tudo mais difícil.


Fabregas:
 
Marco:
 
Medica:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty13.04.18 2:47

"Pergunta" - 12


Music:
 


Risível, era como eu e minha família descreveria meu estado atual, eu estava, deselegante, resfriado, e ainda por cima, estava desta forma com uma mulher por perto, assistindo meu momento de humilhação, eu poderia me sentir irritado naquele momento, mas a compreensão da existência de minha própria ira a torna solúvel e é por isso que eu a mantenho funcionando em segundo plano no meu mundo de pensamento.  

Na verdade as ações de Marco só puderam me levar a pensar, em como a mente humana funciona em sua total mediocridade, é claro, os humanos comuns, que poderiam ser comparados a formigas operárias que agem em torno do comando inato de sua própria rainha, carregando o dobro de seu peso apenas pela necessidade, mas é claro que eles não tem consciência disso, funcionando apenas pelo simples sentimento de funcionar e cumprir a falha no motor. Na verdade muitas pessoas não sabem, porém existem apenas para suprir a falha daqueles que morreram enquanto ela nascera, uma mísera e única função, de acompanhar o fluxo de giro e manter o motor funcionando sem falhas aparentes, mas existem engrenagens diferentes, algumas que descolam do fluxo, não porque morrem, e sim por que sua linha de raciocínio vai contra a das outras engrenagens, logo, soltam-se por não obedecer o fluxo.

É exatamente como se houvessem oito engrenagens, a nona inativa é claro, porém ainda ali, mas não vem ao caso, entretanto as oito giram conforme o ciclo da música, mas algo as faz mudar o fluxo de giro subitamente, um erro cometido por uma delas talvez? ou todas? inesperado, mas solucionável, o motor não pode parar de se mover, então enviam alguém para realizar o conserto, e ele traz suas ferramentas, e com elas soluciona o problema, remove as engrenagens quebradas e se for necessário ele preenche a fissura causada na sociedade. Mas todos sabem que não é, peças defeituosas não são lembradas, e muito menos é necessário um retorno, e é exatamente por isso que existem ferramentas, afinal, remover peças defeituosas com as mãos é deveras trabalhoso, e é mais fácil ainda caso sejam divinas.

- Atcho.

Um súbito espirro fez com que meus pensamentos parassem de vagar nos confins do infinito enquanto caminhava ao lado de Jane, e por fim, voltei a me focar no que estávamos fazendo.

"Não sei se isso são os cigarros, mas se forem, eu preciso parar"


Continuaria caminhando ao lado de Jane, enquanto, é claro, fungava parte daquele catarro de volta ao nariz, aquilo já estava começando a ser angustiante, contudo, suportável.

- Não é por eu considerar a senhora fraca, mas acredito que seja melhor eu ir na frente.

Diria a Jane com um rosto inexpressivo. Apesar da cordialidade com que eu costumo tratar as pessoas, eu estava resfriado, isso me deixava farto e com tédio demais para me forçar a fazer expressões empáticas apenas para ter um alicerce de comunicação agradável com alguém.

Tomaria a frente e me aproximaria do Iglu, em seguira caso houvesse uma porta eu daria três batidas com força o suficiente para que fizesse um barulho não muito alto, mas, suficiente.

Esperaria pela resposta da pessoa, e em seguida apenas diria.  - Olá, somos da Marinha! Poderia nos dar uma ajudinha aqui?

Em seguida, daria dois passos para trás, e ficaria ao lado da Jovem.

- Tudo bem, agora é sua parte.

Esperaria pela ação de Jane, caso tivéssemos uma resposta positiva, eu acompanharia Jane ao recolher os suprimentos, e não poderia de observar e tentar avaliar cada detalhe, tanto do Iglu quanto da pessoa que nos tivera ajudado. Caso tivéssemos de entrar no Iglu, eu entraria primeiro, ainda assim atento aos meus arredores, sabe-se lá que tipo de pessoas loucas existam nesse tipo de lugar infernal.

Caso fosse atacado por um golpe físico, utilizaria o minimo espaço de tempo que sofresse o golpe para avaliar que tipo de golpe era, se era feito com as pernas ou os braços, se com os braços eu avaliaria em seguida a posição, se viesse de cima eu tentaria utilizar o braço sem a manopla para empurrar o braço do atacante para o lado oposto ao da direção de seu soco, e em seguida tentaria acertar-lo com um jab utilizando o braço com a manopla no rosto, apenas o movimento braçal, para compensar a falta de movimento dos quadris e o resto do corpo, eu iria cerrar o cotovelo para tentar auxiliar, mesmo que um pouco na aplicação do jab.


Se ele tentasse atacar com uma das pernas, eu enviaria um jab com a manopla diretamente no seu joelho, para tentar levar o efeito contrário ao do chute e imobilizar a perna que ele tivesse utilizado.

Caso utilizasse equipamentos cortantes, primeiro avaliaria a distância da lâmina e se era uma arma pesada ou não. Se fosse lâmina longa e pesada eu tentaria golpear a lâmina com um cruzado, num local onde não houvesse fio de corte, usaria o braço com a manopla para tentar fazer isso, na tentativa de afastar a arma, para em seguida tentar me retirar o mais rápido que pudesse.

Caso fosse uma lâmina pequena e leve eu tentaria impedir seu golpe, e para isso tentaria aplicar um cruzado no braço que ele estivesse portando a lâmina, de preferência tentaria acertar um local entre o pulso e cotovelo, para desestabilizar seu braço, em seguida, caso ele estivesse desestabilizado, eu tentaria desferir um jab com o braço oposto do utilizado anteriormente por mim em seu tórax para tentar lançar-lo para trás, pelo menos alguns milímetros, e em seguida sair do Iglu.

Mas se por acaso conseguíssemos ajuda sem problemas agressivos, eu ajudaria a senhorita Jane a recolher os suprimentos e sairia logo após ela, ainda tomando o máximo de cuidado nesse momento, e caso uma luta acontecesse eu utilizaria os mesmos movimentos dos citados anteriormente.

Se tudo fosse tranquilo e saíssemos sem problemas, eu esperaria pelas instruções de Jane, se fosse necessário que esperássemos pelos parceiros, eu esperaria, e durante o momento, soltaria alguns espirros e tossiria, apenas para mostrar o quão risível eu estava me tornando enquanto naquela terra gélida.

Se ela disse-se que deveríamos voltar ao barco, eu voltaria juntamente a ela, e no meio do caminho aproveitaria para diminuir um pouco da parede invisível que havia entre nós.    

- Você está a muito tempo na Marinha? Entrou com Marco? Ou sem ele? Desculpe, é que eu tenho certa curiosidade incomum sobre as coisas ao meu redor e não consigo ficar sem observar nada. Que tal se me contar mais, sobre você? Ai se quiser uma retribuição, eu conto um pouco sobre mim.

Quando chegássemos no navio, com ou sem os parceiros, eu continuaria inexpressivo, apesar disso, daria um leve sorriso toda vez que Jane falasse alguma coisa, aparentemente eu estava começando a me sentir confortável em ouvir sua voz, esquentava a ponta dos meus ouvidos em meio a escuridão frígida do lugar.













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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty13.04.18 10:47


     
CUIDADO COM OS IGLUS

Felizmente não ocorreu nem um problema durante meu turno de vigia, então fui dormir acordando Gregory antes. Enquanto dormia não teria sonhos, talvez meu corpo estivesse apagado demais para poder sonhar, para o desespero de Mary tinha certeza  que se alguém entrasse para me atacar enquanto estivesse dormindo nem iria perceber. Ainda bem que esse não foi o caso, pois fui acordado pela doutora no outro dia.

Ao acordar veria que Mary já estava em pé preparada como sempre, já Vermelha ainda estava deitada, chupando o dedo de maneira infantil. Marco parecia melhor, isso era bom, já que provavelmente ele era o mais forte entre nós. Notei eles discutindo se Marco deveria ir realmente ou não e por fim Marco que tinha maior autoridade convenceu a da doutora. Queria opinar também, falar que não era necessário para Marco ir, ele deveria ficar descansando para estar no seu máximo quando realmente precisarmos dele, mas parece que não tinha tempo para isso.  

Ao ouvir as ordens de marcos iria apenas positivamente com a cabeça.  Novamente os guiei para chegar à vila onde morava.  No caminho vejo quatro iglus que não sabia de quem pertencia.  Marco decidiu separar o grupo em dois para que cada um chegasse dois iglus.

Iria na frente até chegar no primeiro mas antes de entrar eu falaria:

-Alice–É melhor você bater na porta, não reconheço esses iglus então provavelmente não sei quem mora neles ou são recentes. Sem falar que você ser da marinha passa mais confiança. -

Realmente acho estranho não conhecer esses iglus, embora iglus fossem parecidos eu deveria ter pelo menos ter visto os donos deles alguma vez.  Para mim a situação inteira era estranha e desnecessária. Não era necessário ir de iglu em iglu, Seria muito mais eficiente se fossemos direto na casa da líder da vila e negociar diretamente com ela( pelo menos a casa do líder da vila devo reconhecer) já que assim que o resto do povo visse que o líder aceitou os termos eles aceitariam mais fácilmente.  Mas infelizmente não tivemos essa opção, já que Marco tomou a frente e como um péssimo líder fez escolhas sem pensar, definitivamente não era um líder do tipo inteligente.

Como para mim a situação inteira era desnecessária deixaria os outros assumirem a frente já que não gostava de perder tempo.Iria bocejar vendo marco bater na porta, mas isso não significava que ficaria desatenta ficaria atenta a nossa volta para qualquer sinal de ataque se percebesse que alguém veio nos atacar não tomaria a ação de contra-atacar de imediato. Ficaria atrás de Marco tentando usar ele como escudo humano para ver melhor que tipo de arma os oponentes seguravam.

Se fosse um conhecido, também não tomaria a frente continuaria atrás de Marco. Já que a pessoa teria mais confiança no que um marinheiro fala do que teria em mim.

 


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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty15.04.18 1:14

Narração – Gregory

A dupla Jane e Gregory caminhavam contra p vento, fazendo com que seus corpos ficasse cobertos de flocos de neve, a marinheira caminhava atrás do jovem boxeador, que por sua vez tinha se voluntariado para liderar a breve caminhada. Logo chegaram a cabana de gelo, era como uma concha pela metade, com uma breve abertura onde tinha que entrar agachado ou ate mesmo rastejando sobre o solo, a abertura tinha uma pele de algum animal tampando a entrada, impedindo que o vento adentrasse. Gregory tinha duvidas de como chamar as pessoas que poderiam estar la dentro, mas deu uma leve levantada na pele, e e uma luz vinha la de dentro, não podia se dizer com certeza, mas era possível ouvir gemidos femininos vindo de dentro da cabana de gelo, e um xingamento era ouvido.

Gregory rapidamente soltou a pele e se afastou da cabana, Jane não entendia, e se afastava juntamente com Gregory. Logo um homem saia de dentro do Igloo, seu peitoral estava nu, era possível ver marcas que cruzavam seu peito, era um homem forte, tinha um cavanhaque, que cobria metade do seu rosto, seu cabelo loiro  lhe dava uma aparencia imponente, vestia apenas uma calça felpuda, e usava um tapa-olho– Quem são vocês? – A voz do homem era rouca, seu bafo cheirava a cerveja. Gregory dava alguns passos para trás, Jane não se intimidava pela postura do homem, se aproximando olhava nos olhos do loiro – Somos da Marinha, e infelizmente nossos mantimentos acabaram e se o senhor puder nos dar algum alimento, seria de grande ajuda – O homem dava uma risada que poderia ser ouvida a metros de distância – Você e engraçada menina, porque o seu namoradinho ali não vem cá e me pede? Eu estava no meio de uma tarefa muito boa, e já que vocês me atrapalharam, só outra coisa pra me entreter, então, quem vai ser meu oponente? Se me derrubarem apenas uma vez, eu lhe dou metade da minha caça – Jane se afastava e ficava ao lado de Gregory.

O homem parecia não se importar com o frio, mesmo sem camisa, estava em posição de combate, não portava nenhuma arma, seus punhos estavam levantados na altura do queixo, o homem sorria olhando para Gregory e Jane. A marinheira não parecia estar espantada ou coisa do tipo, apenas parecia entender a situação, a garota portava um par de pistolas, mas não as sacou, parecia querer cumprir aquele desafio do homem.

Narração – Alice

Marco tentava caminhar a frente de Alice, mas o homem tinha certa dificuldade, seu corpo não estava totalmente curado das feridas da última batalha, fazendo que o homem tivesse uma respiração pesada. Rapidamente chegaram ate o primeiro Igloo, este estava iluminado, a pequena porta estava coberta com pedaço de madeira, Marco rapidamente retirou a madeira, e colocou seu rosto na entrada, e chamou por quem estivesse la dentro, o homem num gesto involuntário caia de costas na neve, Alice saltava para tras, a garota não sabia o que estava acontecendo, Marco levantava suas mãos e entre elas era possível ver um filhote lobo, seu pelo era branco como a neve, seus olhos eram vermelhos como sangue.

De dentro da cabana de gelo, saia uma garotinha, aparentava ter seus 10 anos de idade, vestia um casaco vermelho com uma touca branca, a garotinha estava furiosa com Marco, a menina pegava seu filhote no colo – Quem são vocês? – A garotinha mesmo naquela situação não parecia estar com medo, na verdade, parecia estar brava com o acontecido. Marco explicava que eram da Marinha, e que precisavam de alimento, a garotinha não parecia entender o que acontecia – Vocês não parecem ser do mal, entrem, aqui está muito frio – Alice seguia a garotinha cabana adentro, Marco rastejava pela abertura.

Dentro do Igloo estava aconchegante, tinham peles de urso pendurada nas paredes, uma lamparina estava no canto, e via-se tachos de barro com peixes fatiados, pareciam estar temperados com alguma coisa, pois o cheiro vindo tomava conta do lugar – Meu pai deve estar chegando, ele deve estar pescando, eu fiz a janta, podem se servir, so deixe um pouco para o Bolinha – O pequeno filhote de lobo pulava no colo da garota, e rosnava para Marco, que já enchia sua boca com o file de peixe – Ele e lindo ne moça? Meu Pai achou ele abandonado floresta acima, a mãe dele deve ter abandonado- Alice apenas avaliava a situação, tentando obter alguma informação de quem poderia ser o Pai daquela garotinha, pois não se recordava da mesma.

Marco colocava o resto do peixe no chão e finalmente voltava sua atenção para a garotinha – Seu pai vai demorar? estamos com um pouco de pressa, afinal qual seu nome? – A mocinha tentava se proteger das lambidas que o filhote dava em seu rosto – Meu nome e Rina, ele já deve estar chegando, eu não posso dar a comida pra vocês, porque ele pode ficar bravo, olha moça, o Bolinha gostou de você – O filhote de lobo pulava no colo de Alice, e tentava subir em seus braços para lamber seu rosto.


Fabregas:
 
Marco:
 
Jane:
 
Homem:
 
Rina:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

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Bolinha

Marco caminhava com certa dificuldade pela neve.  Seria muito melhor ele ter ficado no navio  se recuperando para quando realmente fosse necessário, mas o orgulho de muitos são suas ruína, isso os impedia de pensar pela lógica e os fazem se por em riscos desnecessários.

Mostrando certa falta de educação, primeiro Marco abriu a porta e colocou o rosto para dentro para depois perguntar se tinha alguém em casa. Quando Marco caiu para trás levaria minha mão direita para uma das adagas pensando que ele havia sido atacado, mas há afastaria da adaga quando visse que quem o havia “atacado” era um filhotinho de lobo.

-Vermelha– Hahahahaahahahahahahaha -

Vermelha estava deitado no chão  rindo de forma descontrolável segurando a barriga com as duas mão após ver isso. Até mesmo Mary soltou um riso de deboche e falou:

-Mary–Patético! -

Já eu não teria reação, olharia para a entrada do iglu tentando ver se alguém iria vir. Uma garota de 10 anos apareceu e perguntou:

– Quem são vocês?-

Esperaria o Marco responder, mas talvez por estar surpreso ou envergonhado Marco não respondeu, então sem outra escolha responderia enquanto procurava em minha memória se já conhecia ela,mas sem sucesso em na busca.

-Alice–Eu me chamo Alice e ele se chama  Marco é um marinheiro precisamos de ajuda.-

Procuraria encontrar no rosto da garota uma reação principalmente quando ela ouvisse falar meu nome. A maioria dos pais conhecem minha fama e falam para as crianças não ficarem perto de mim.

– Vocês não parecem ser do mal, entrem, aqui está muito frio

Pensando que os pais da garotinha estavam lá dentro eu entraria com Marco me seguindo, lá dentro era um lugar bem aconchegante, mas não havia ninguém ali a não ser a garota e o filhote de lobo.

-Meu pai deve estar chegando, ele deve estar pescando, eu fiz a janta, podem se servir, so deixe um pouco para o Bolinha –

A garota parecia ser uma boa menina, mas tanta gentileza poderia sair caro para ela, comida não era tão fácil de conseguir por aqui. Não saberia dizer que aconteceria quando os pais delas voltasse e visse que o precioso alimento que eles haviam coletados havia sido consumidos por um marinheiro guloso e uma pessoa com fama de psicopata que haviam entrado em sua casa sem sua permissão e enganado sua filha.

Olharia para a garota e falaria:

-Alice–Seus pais trabalharam duro para conseguir esse alimento, tem certeza que podemos comer isso? Eles não ficaram nervosos com você?–

Marco já estava comendo, não poderia condena-lo por isso, afinal ele já deveria estar um bom tempo sem se alimentar. Eu mesma já estava faminta, mas preferia me manter com fome por agora para que as negociações por alimento se tornassem mais fácil depois.

-Ele e lindo ne moça? Meu Pai achou ele abandonado floresta acima, a mãe dele deve ter abandonado-

Meus pensamentos  que estavam longe seriam trazido para o presente pela garotinha  que havia me feito uma pergunta. Somente agora prestaria um pouco mais de atenção no filhote  de lobo que estava em seu colo. Ele possuía pelos brancos e olhos vermelhos, em minha mente viria a imagem do lobo que havia me arremessado como se eu não fosse nada. Se esse lobo crescesse como aquele, essa família tinha feito uma ótima escolha em adotar esse lobo, ele poderia ser muito útil para eles. Então responderia:

-Alice–Sim, ele parece que vai se tornar um lobo forte o suficiente para te carregar nas costas. –

Fiquei surpresa por Marco ter se lembrado do filhote de lobo e ter guardado um pedaço de  peixe para o mesmo, talvez isso tenha sido devido ao lobo ter ficado rosnando para ele o tempo todo. Já alimentado Marco se lembrou do seu objetivo e falou:

– Seu pai vai demorar? estamos com um pouco de pressa, afinal qual seu nome?-

E ela respondeu:

– Meu nome e Rina, ele já deve estar chegando, eu não posso dar a comida pra vocês, porque ele pode ficar bravo, olha moça, o Bolinha gostou de você

Isso foi estranho, ela já havia nos dado comida e não havíamos pedido mais comida, então  não tinha motivo para ela nos negar comida depois de já ter nos dado.

O lobo pulou em meu colo e eu fiquei sem reação,  não sabia o que fazer com o animal. Geralmente eu iria matar tal criatura, mas essa não parecia ser a melhor opção agora. Procurando em minhas memórias lembro das crianças fazendo carinho em seus animais. Lentamente começo a coçar a cabeça do filhote de lobo enquanto imaginava como ele iria ser quando crescesse. Poderia ser  bastante útil se eu tivesse algum animal para me ajudar, mas primeiro precisava aprender  como domar um, natasha me veio em mente.

Ficaria fazendo carinho nele até o  filhote enjoar e sair do meu colo. Após isso olharia para Marco e falaria:

-Alice–Precisamos ir, só estamos perdendo tempo aqui, a melhor opção é ir diretamente na casa do líder e negociar com ele, se ele aceita os temos o resto da população irá concordar mais facilmente. –

Com ele concordando iria me despedir da garotinha falando:

-Alice–Obrigada pela sua hospitalidade,  assim que Marco voltar para essa ilha ele provavelmente vai te recompensar generosamente –

Ao sair da casa eu iria em direção ao resto do grupo ver como eles estavam se saindo.

Caso Marco não concordasse em sair eu não teria opção a não ser esperar junto com ele, quando os pais da garota chegassem eu iria apenas deixar que Marco assumisse o controle da situação.





historico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty17.04.18 2:17

"Lutar" - 13


Music:
 


Aquela não foi a melhor situação que eu pudesse encontrar ao chegar até o Iglu, pegar um homem no meio de seus atos especiais poderia ser considerada a maior das ofensas, eu não ligava para isso, mas aparentemente o homem que eu tivera interrompido estava um pouco irritado, e sem ele, não poderíamos obter nossos suprimentos. E para que pudéssemos obter os suprimentos dele, algum de nós dois teríamos de derrubar-lo.

Eu já havia suspeitado dês de o momento que teria de enfrentar-lo, afinal, relembrei que a momentos atrás, pude notar que Jane carregava dois revolveres consigo, imaginei que ela não tivesse habilidades notáveis no combate a curta distância, sem falar que, mesmo que eu não me importasse com o pensamento de uma mera formiga, o fato de alguém de tamanha inferioridade tivesse me insultado, me deixou levemente aborrecido, a ponto, apenas de ensinar uma pequena lição aquele homem.

- Tudo bem. Eu preferiria conseguir os suprimentos de uma maneira mais diplomática, no entanto negociar com o senhor desta forma parece ser inútil nessa situação.

Com apenas uma breve observação, eu já teria sido capaz de deduzir o básico sobre o homem, é claro, poderia não estar cem porcento correto, entretanto, não custaria tentar, enquanto o observava, deixaria de hesitar e daria dois passos a frente de Jane, dois, longos, passos. Para ficar a uma distância considerável do homem, em minha mente, as informações flutuariam ao redor do corpo do rapaz como dados coletados, na minha mente aquele homem grande apenas servia de instrumento para exercitar minha percepção agora.


Observação,:
 


Eu acreditava que minha observação, continha os detalhes necessários para que eu pudesse derrotar aquele homem.

- Só preciso, que aguarde cinco segundos senhor.

Colocaria a Soqueira na mão direita durante aquele pequeno espaço de tempo, enquanto, em minha mente, eu começará a dar a luz ao percurso que a batalha deveria tomar.


~ Preparação Mental ~ (Como já sabe ignorar ações de combate, é meramente uma simulação mental do personagem)

"Ele está Bêbado. Se eu avaliar sua situação juntamente com a qualidade do terreno, a única desvantagem que posso ter, é só. Altura, Força e Resistência, nada demais, só o necessário pra ele me destruir no caso de um erro."

Caminharia vagarosamente na direção do homem, o meu plano perfeito, funcionava em três etapas, a primeira, que eu gostaria de chamar de. "Avaliação" Uma breve troca de golpes.

Primeiramente durante minha caminhada eu iria aumentando aos poucos a velocidade com que avançava o percurso, até começar uma mini corrida na direção do Homem grande, tomaria cuidado com o terreno para que não acabasse tropeçando na neve e ficando num estado lamentável.

O principal foco do avanço seria uma leve migração para a direita durante o percurso. naturalmente a noção de profundidade do homem poderia ter sido afetada pela falta de visão do olho esquerdo, me movimentando para a minha direita eu tentaria bater de frente com esse fato.

Ele muito provavelmente atacaria com o braço direito, caso o fizesse eu apenas efetuaria uma ginga, movimentaria todo o torso e a parte de cima do corpo na Diagonal, para o canto inferior esquerdo, tentaria assim desviar do golpe direto do braço direito do inimigo, se o conseguisse em seguida, me aproveitaria da posição que agora me encontrava, para tentar desferir um uppercut com o braço esquerdo diretamente contra o queixo do inimigo.

Após o uppercut, esperaria que o inimigo retaliasse utilizando o seu braço esquerdo livre, que poderia ter uma certa limitação devida a falta da linha de visão. Caso ele o fizesse, faria uma esquiva semelhante a anterior, todavia esta, o movimento seria o oposto, uma diagonal para o canto inferior direito, a diferença de altura seria minha chave mestra da situação, e a intenção era fazer com que o ataque do adversário passa-se não muito longe ao meu corpo, e ao mesmo tempo eu tivesse um espaço de movimentação para contra-atacar.

Caso conseguisse realizar a esquiva, tentaria girar o corpo na direção anti horária e aproveitar a força de giro para tentar desferir um cruzado de direita, com o braço que portava a Manopla contra o rosto do adversário. Tentaria desferir um soco com total potência, e de preferência acertar a região do maxilar, para tentar derrubar-lo com um soco certeiro.

~ Preparação Mental Fim ~ (Como já sabe ignorar ações de combate, é meramente uma simulação mental do personagem)

Naquele instante minha mente estava funcionando de maneira semelhante a um motor de carro na sexta marcha, eu começaria a arrancar devagar e aos poucos atingiria o pináculo de velocidade, prestaria atenção no terreno, para não acabar caindo e apenas fazendo uma cena bonita.

Durante a corrida, tentaria me posicionar mais a direita, para tentar forçar o homem a atacar com seu braço direito e caso ele o fizesse, eu faria como na preparação, gingaria todo o torso para no canto inferior esquerdo num movimento diagonal, tentaria fazer o soco do adversário passar no vazio.

Tentaria aproveitar o movimento para tentar desferir um uppercut na vertical, de baixo para cima, na tentativa de acertar o queixo do homem. Conseguindo ou não, esperaria que o próximo golpe viesse do braço esquerdo do homem, caso viesse realizaria a mesma esquiva, entretanto para o lado oposto.

Em seguida tentaria acertar um cruzado de direita contra o queixo do adversário, aproveitando-me da força do giro, que eu iria fazer no sentido anti horário.

Caso durante esses movimentos ele tentasse me acertar de surpresa com um chute ou soco, daria um pulo para trás atento, para não acabar me esborrachando no chão.












Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[X][] - Perícia, Só em Anatomia Humana/Psicologia
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..





Histórico:
 

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"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

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- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 4 Empty18.04.18 11:25



Narração;
Alice e Gregory


Narração – Alice



Bolinha continuava a pular sobre Alice, mesmo a garota não dando muita bola, enquanto Marco parecia relaxado, o homem não comia a dias, e finalmente havia saciado a sua fome. Não se passou muito tempo, e logo era possível ouvir alguns latidos do lado de fora, o pequeno filhote de lobo se agitava ainda mais dentro da cabana de gelo, enquanto Alice abria um enorme sorriso – Meu Pai chegou, irei contar as novidades – A garota deixava o Iglu, e caminhava para fora, Bolinha continuava dentro. Após alguns minutos, Rina adentrava o local, e sentava-se se enrolando num cobertor que havia no chão.

A pele que cobria a pequena entrada era levantada, e de la surgiu um homem alto, seu corpo era robusto, seu cabelo preto era prendido atrás de sua cabeça, formando um pequeno rabo, vestia roupas largar, e calçava uma bota, que não combinava nada com suas vestimentas – Ohhh, então a Rina não estava mentindo, temos realmente visitas, me chamo Garay, prazer em conhece-los – o homem então se aconchegava num local da redoma, e colocava sua cabeça no chão, era um cumprimento diferente para os que estavam ali presentes, Marco ficava impressionado, enquanto Alice não tinha reação ao que o rapaz estava fazendo.

La fora era possível ouvir latidos de varios animais, provavelmente cachorros, vendo que o barulho estava alto, Garay tranquilizava os presentes – Não se preocupem, são meus cães, tenho 4, eles me ajudam na caça e na pesca, são bem treinados, levei apenas 1 mês para que eles me obedecem hahahaha, não e Rina? – o homem comia enquanto falava, havia trago consigo carne de veado, e algumas ervas, Rina não dava bola para o que seu pai falava, apenas preparava uma fogueira improvisada, colocava duas pedras altas, e uma pequena panela de aço, de forma que ficasse mais alta, embaixo da panela, havia folha secas, a garota batia uma pedra sobre outra, e faísca caiam sobre as folhas, de forma que começava a se formar um pequeno fogo, logo a carne estaria frita.

O homem comia as ervas, e oferecia para os demais, porém, ninguém ousou pegar, Garay devorava as ervas parecendo que um leão comendo suas presas. Enquanto se alimentava, Garay fixava seu olhar em Alice, quando em um ato súbito, o rapaz cuspiu uma pequena quantidade de ervas sobre Marco – Euuuuu te conheço, você não e aquela menina que mata animais? Por favor, não mate o bolinha nem meus cães, eu te imploro – Garay abaixa sua cabeça novamente para Alice, enquanto Rina caia na risada – Eu faço tudo que me pedir, lhe dou comida, posso te ensinar meus truques com meus cães, so não faça nada contra eles – Marco não estava entendendo o que se passava ali, e limpava as migalhas que haviam caído sobre seu rosto, todos fixavam o olhar em Alice, que estava com o controle da situação.



Narração - Gregory



Gregory avaliava todas as opções para tentar derrubar o brutamonte que estava em sua frente, o rapaz estava paralisado, mesmo com os gritos de Jane vindo atrás dele, ele apenas ignorava, o homem a sua frente ria de toda aquela situação, e começava a se preparar para a luta, estralando seus dedos e suas articulações do joelho e pescoço – Ai vou eu sua bichinha.

Gregory saia do seu transe, e estampava um sorriso, avançava contra o loiro, qua ficava surpreso pela atitude do rapaz de tomar a dianteira, e assim como Gregory havia previsto, o homem desferiu um soco com sua mão direita, o jovem Gregory desviava com um movimento na diagonal e desferia um golpe poderoso no queixo do homem que dava alguns passos para tras, mas se mantinha em pé, Gregory vendo uma brecha avançava e desferia um cruzado de direita, porem o homem bloqueava o movimento com seu antebraço, o jovem não esperava tal movimento, num ato súbito, o loiro segurava Greg pela gola do seu casaco, e o levantava no ar, seus pés não tocavam no chão, o homem ria de toda a situação, o fedor de álcool saia da sua boca e era inalada por Gregory, que mesmo com seu nariz obstruído pelo muco nasal, conseguia sentir – Coloca ele no chão seu animal – Ordenava Jane com suas pistolas apontadas para o homem – Seu pedido e uma ordem madame.

O loiro então usava toda a sua força, e jogava Gregory no chão, suas costas batiam contra a neve, porem de nada adiantava, o golpe foi tão poderoso que o rapaz havia atravessado a grossa camada de neve e batia contra o solo seco e duro de terra, seu corpo havia sumido da vista de Jane, o gelo cobria todo o rapaz, seu corpo doía, principalmente sua lombar, parecia ser o fim para o aspirante a detetive.

- Desgraçado, eu vou te matar aqui e agora – Jane mirava a arma para o homem a sua frente, este por sua vez abria os braços, e esperava pelo ataque da Marinheira, todavia, uma voz vinha atrás de Jane – O que está acontecendo Lucius? Você está metido em confusão com esta mocinha? – a voz vinha de uma garotinha, devia estar com seus 10 anos de idade, vestia um casaco amarelo, e ao seu lado andava 2 homens altos e parrudos de ombros largos – Ohhh Natasha, eles vieram pedir comida, então eu lhes dei um desafio hahaha-  A garota não parecia rir daquela situação, seus olhos eram cravados em Jane, que corria para ajudar Greg – De a eles sua comida e sua bebida, deixem quem saiam dessa ilha o mais rápido possível, gêmeos, ajudem eles a carregar o que precisarem.

Nesse instante, Greg era tirado do chão por Jane, seu cabelo estava coberto por neve, assim como seu corpo, Jane averiguava se havia algo quebrado tateando o corpo do rapaz, que guinava por dor em suas costas. Lucius então voltava de dentro da sua cabana, com dois cestos, e colocava em frente a Jane e Greg, ambos estavam em pé novamente – Deram sorte, eu podia acabar com vocês ahhaha, até mais Natasha – Lucius então se despedia de todos, e retornava para dentro do seu Iglu.

Os gêmeos tinha a pele morena, diferente de todos ali, colocavam os cestos em suas costas, e olhavam novamente para Natasha, aguardando suas ordens – Eu sou a líder dessa ilha, onde está seu barco, irei com vocês até la, o tempo está diferente, pode haver alguns animais no caminha, vamos Gêmeos, sigam a linda moça e a irmã dela – Greg estava com o cabelo desgrenhado pela queda e com seu rosto coberto pela neve, a única coisa que Natasha poderia identificar era a vestimenta do rapaz, que por sua vez, usava um casaco de Alice.


Willian West



Garay:
 
Marco:
 
Jane:
 
Homem:
 
Rina:
 
Gemeos (Imagine dois desses):
 

Considerações:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

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