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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1. Quem sou eu?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptySab 17 Mar 2018, 17:19

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1. Quem sou eu?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Nyx. A qual não possui narrador definido.


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yaTTo
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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyQua 28 Mar 2018, 14:23



嗨让我们战斗吧

Apertaria a mão de meu mais novo companheiro com força, demonstrava todos os meus dentes em um sorriso confiante – Quando se aperta a mão de um homem deve-se fazer com força para demonstrar confiança! - Bradava ao apertar um pouco mais a mão de Kinerius e logo a soltar. Conseguia o mais básico de tudo, adentrar na organização revolucionaria, finalmente estava começando a fazer as coisas funcionarem. Durante toda minha vida naquela ilha nunca tinha estado tão animado, sentia a ponta de meus dedos e meus dentes formigarem, aquilo era uma reação obvia da adrenalina que passava por meu corpo e me deixava ativo, era hora de prosseguir. Antes que conseguisse aproveitar minha visita a universidade de Las Camp já era tempo de sair, o jovem parecia querer formalizar aquele encontro com os superiores, quem diabos seriam essas pessoas? Um agente superior revolucionário com certeza teria que ser alguém com que ao bater meus olhos saberia de sua grandiosidade, não poderia esperar por menos! - Onde estamos indo? Uma base escondida? Um quartel general subterrâneo? - Minha cara com um sorriso inexpressivo revelava que chegávamos ao nosso destino, apenas uma casa normal no qual nem mesmo um comandante estava a nossa espera – Que tedioso... - Reclamava baixinho enquanto tentaria me sentar ao lado de Jiya que se acomodava em um sofá. Com meu focinho tentava procurar por qualquer cheiro estranho ou diferente na residência, com meus ouvidos conseguia ver que Kinerius estava conversando com alguém, acho que não era o momento certo de interromper o mesmo. O jovem ao retornar revelava o conteúdo da conversa, outro membro revolucionário estaria vindo nos encontrar, pouco a pouco estava entrando mais nesse mundo e tudo aquilo parecia fascinante.

- Missões furtivas não funcionarão, certo? - Me questionava um pouco, iria me deitar o máximo que conseguisse e olharia para o teto. Tinha conseguido chegar até ali, mas parecia que minha personalidade, algo que não conseguia evitar, estava fazendo ter que considerarem me darem missões adaptadas para meu ser, aquilo me deixava um pouco irritado comigo mesmo. - Poderia me trazer um segundo chicote? - Iria levantar-me de onde estava e com a mão esquerda puxaria o chicote que carregava comigo – Eu tenho um chicote, porem seu comprimento pode ser um problema em locais fechados, será que consigo um menor? - Ter dois chicotes com certeza ajudariam em um combate, enquanto ainda estava treinando com Daivus ele me disse que muitas pessoas no mundo usavam duas armas para o combate, quem sabe um dia eu não possa ser uma dessas? Suspirava, observava tanto a vestimenta de Jiya quanto de Kinarius, o casal certamente tinha um visual diferente, olhava para baixo e o que via era não mais que dois pedaços de pano surrados que mal poderiam ser chamados de roupa "Desculpe Daivus" aquelas vestimentas eram o que meu mestre conseguiu comprar com o dinheiro que conseguia vendendo peixes, não eram nada praticas, bonitas ou aquecidas contra o frio "Ainda bem que tenho pelos" porém não conseguia me ver em pé de igualdade com aquelas pessoas naquele estado, por mais que tivesse orgulho em usar aqueles panos velhos tinha acabado de entrar no tão famoso Exército Revolucionário, tinha que demonstrar nem que seja um pouco de classe. - Outra coisa... - Aquelas palavras certamente me faziam envergonhado, pedir por roupas? Eu tinha acabado de virar um mendigo? Engolia em seco meu orgulho e desferia as palavras mesmo assim – Poderia eu requisitar por uma mudança de roupa? Minha vestimenta atual talvez não se adeque a minha função no momento. - Cerrava meus olhos, assim evitaria que nem mesmo uma lagrima escapasse desses meus olhos. - Não estou pedindo por esmola, não me entendam errado. - Colocaria a mão direita em meu bolso direito, ela tremia um pouco, aquele era o resultado do dinheiro sofrido que Daivus tinha reunido, iria puxar as poucas moedas e iria estender para eles. Nunca tinha comprado roupas, mas achava que o que tinha ali não era suficiente, tinha certeza disso, porem esperava que meus mais novos companheiros dessem um jeito de me ajudar naquela situação. - Não precisa ser nada chique, algo com cores neutras e que não esteja em frangalhos ou fedendo já é o suficiente. - Novamente demonstrava um sorriso envergonhado.  

Não sei se teria uma roupa dada por Kinerius ou provida do exército, porem imaginava que pelo meu tamanho uma roupa normal não seria tão difícil de encontrar, afinal apesar de não ser humano suas roupas pareciam servir bem. Iria esperar até o agente revolucionário aparecer, caso o mesmo tivesse trazido consigo as roupas e o chicote iria o agradecer com o movimento clássico de abaixar a cabeça, tinha aprendido com meu professor que aquilo era um ato simples, mas que era respeitoso. - Não olhe Jiya! - Gritaria em um tom de brincadeira enquanto procuraria por um local escondido onde conseguisse me trocar. Depois de terminar de trocar de roupas estaria revigorado, aquilo certamente era um novo começo. Colocaria ambos os chicotes que conseguisse em lados diferentes de minha cintura e era hora de começar minha primeira missão para o exército revolucionário. Iria esperar para ouvir a missão, qual seria o objetivo, com quem estaria fazendo a mesma e se teria um tempo estimado para a mesma. Tinha acabado de chegar até ali e era hora de finalmente sair para o mundo. Ouvindo tudo sobre a missão iria sair com quem mais estivesse acompanhado pela porta, era um ótimo ouvinte então estaria sempre prestando atenção para não fazer nada errado.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyQui 29 Mar 2018, 22:31


A casa de um agente disfarçado só poderia ser entediante. Nyx não gostava de como as coisas seguiam até aquele momento, ficando sentado no sofá enquanto procurava qualquer cheiro diferente pela casa. Nada de estranho aparecia e eles apenas aguardavam algum tempo por lá. As missões onde não se podia ser visto ou entrando disfarçado eram as piores para quem não conseguia mentir, sendo óbvio que revelaria suas intenções de imediato. Novamente Kine ligava por um baby den den mushi e avisava sobre o chicote, dizendo as especificações de algo menor que o atual, desligando rapidamente a ligação sem se preocupar com o adeus comum entre as pessoas.

Nyx não gostava das roupas e sentia-se na necessidade de troca por alguma melhor, fazendo tal pedido aos revolucionários que aceitavam sem problemas o pedido do mesmo. – Eu tenho algumas roupas de quando eu era menor, talvez sirvam para você. – O tamanho de Kine era um pouco maior, mas ainda parecia estar na média e ele provavelmente teria roupas um pouco menores. Existiam diversas roupas diferentes, todas pequenas e em bom estado, tendo até mesmo algumas que pareciam novas ou nunca foram usadas. Por ter várias a escolha restava para o mink, podendo decidir qualquer roupa e caminhar para fora do quarto após trocar-se. No caso do mesmo não gostar do que tinha por lá, Kine ligaria imediatamente aos companheiros, pedindo roupas para alguém com 1.60cm. Jiya estava bem quieta observando toda a situação sorrindo.

Pouco tempo depois um homem abria a porta carregando uma sacola com o chicote e as roupas no caso de Nyx querer outras e não as de Kine. Vestia-se, saindo do quarto para ficar novamente com o grupo e finalmente o homem de antes saia, deixando apenas o trio para fazer a missão. – Nós estamos querendo derrotar o governo mais uma vez, pois nossa força nessa ilha não é tão grande e precisamos impor força. Hoje vai chegar uma carga para a marinha, provavelmente será entregue por mar e transportada pela ilha por alguns soldados. Preciso que os dois acompanhem tal entrega, derrotem os marinheiros e peguem a carga, pois precisaremos dela em breve. Nyx, você é um simples revolucionário agora e Jiya está um nível acima, podendo comandar a missão em que vão ir. – Lentamente o homem aproximava-se do felino, levando sua mão direita aberta na frente do jovem, mostrando uma pequena [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. – Isto é uma condecoração dada para aqueles que ingressam na revolução, futuramente você pode ganhar outras mais interessantes, mas por hora esse é o seu prêmio. Faça o possível para concluir a missão e tudo se desenvolverá bem enquanto estiver conosco. – Sério e firme nas palavras, explicava o que teriam de fazer e passava as informações para Jiya em papeis, deixando-a com tudo necessário.

Nós vamos aguardar eles chegarem no porto, devemos ver a rota que será usada e atacar somente quando estiverem um ponto por onde poderemos fugir após o combate. A melhor forma de ganhar será derrotando o máximo de soldados antes de eles terem tempo de reagir. – Explicou de maneira simples o que fariam, esperando que Nyx estivesse pronto para ir ou o mesmo fazer alguma pergunta. Sem nada disso eles seguiriam para fora da casa, deixando apenas Kine por lá, partindo ao porto por onde a mercadoria iria chegar. – Apenas observe a região e me avise caso veja algum marinheiro por perto, precisamos estar preparados caso eles apareçam, pois temos de conhecer o caminho antes deles. – Nyx tinha de seguir as ordens de Jiya ou poderiam fracassar, precisando de algo bem elaborado ou poderiam perder no caso de existir diversos soldados. – Se possuir alguma sugestão de abordagem eu vou escutar, não sou uma grande estrategista. – Por fim ela sorriu e chegou mais próxima do felino, parecendo quase que era um casal na visão de outros civis.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptySex 30 Mar 2018, 12:19



嗨让我们战斗吧


Com minha nova vestimenta era hora de começar, tinha conseguido uma que se adequava um pouco comigo no guarda roupa de kine. Estendia minha mão e conseguia algo simbólico, ao menos para mim aquilo significava bastante, uma medalha que demonstrava minha entrada no exército revolucionário, era apenas o começo e algo padrão que todo novato ganhava, porem aquela era com certeza uma das coisas mais importantes que tinha ganho em minha vida, a segurava com força e guardava em meu bolso direito. Escutava e pensava sobre o brief da missão, roubar uma carga da marinha, parecia algo simples, não era uma pessoa muito experiente quando se tratava de roubar algo de alguém, porem aquele era o objetivo. - Vai dar tudo certo! - Bradava com um sorriso confiante no rosto, não poderia falhar de jeito nenhum, a primeira impressão era a que contava para o resto da vida, talvez algum grande comandante não saiba sobre isso no futuro? Tinha que demonstrar meu valor para que no futuro possa tirar valor da organização, uma troca cinquenta por cinquenta. O plano de Jiya era simples, atacar os soldados, pegar a carga e fugir – Hit and Run... - Falava baixinho enquanto analisava o plano. Tinha vivido boa parte de minha vida, a qual tinha memorias, naquela ilha e sabia bastante sobre a geografia local então essa poderia ser a conjuntura de uma boa estratégia, porém não tinha informações sobre o que de fato era essa carga, um barril? Um caixão? Uma caixa de joias? Dependendo de seu tamanho esse plano não poderia ser o melhor a ser executado, afinal duas pessoas para carregar algo grande e ainda ter velocidade para fugir era complicado, se esse fosse o caso a melhor coisa a se fazer seria – Sugiro que caso a carga seja maior do que possamos carregar com velocidade devemos eliminar todos os marinheiros no local e tentar fugir antes que cheguem os reforços mas... - Coçava a parte de trás de minha cabeça com a mão direita - Não sabemos quantos marinheiros estarão lá, certo? - Aquela missão do nada começava a parecer mais complicada do que originalmente fora planejada ou eu estava apenas pensando demais?

Suspirava, aquilo era atribulado, porem nada que fosse impossível, era hora de utilizar todo meu conhecimento que andei reunindo durante esses últimos anos. Não foram anos de apenas conversas cotidianas com meu mestre, ele tinha me ensinado muito sobre como as coisas acontecem na vida real, estratégias de combate e situações onde a lógica era a melhor arma. - Vamos permanecer no porto como você sugeriu e iremos observar a carga junto dos marinheiros durante o caminho. - Iria sair de nosso esconderijo temporário e iria em direção ao porto junto de minha companheira, ficaria não muito próximo e nem muito longe do que possivelmente seria o navio ou navios da marinha, olharia com meus olhos afiados o movimento das pessoas, o fator civil era algo a considerar, não estaríamos em uma cenário perfeito onde existiriam apenas essa dupla de revolucionários e um monte de marinheiros desengonçados, durante uma crise sempre existe alguém que tenta bancar o herói, tinha que levar isso em consideração também. - Porem... - Com um sorriso gigante no rosto via uma grande oportunidade, utilizar os civis a nosso favor poderia ser a carta na manga que precisávamos. - Jiya, sugiro seguirmos seu plano e predefinir a possível rota em que os mesmos irão seguir... - Tinha medo de como as minhas próximas palavras fossem soar, mesmo que estivesse no exército revolucionário eu não tinha qualquer tipo de afeição para com a população em geral e em nenhum momento qualquer tipo de sentimento nobre em minhas ações - Acho que nossa melhor chance é utilizar da população, no local onde se encontrar a maior concentração de pessoas, esse é o local onde devemos atacar. - Não gostava de mentir, então revelar minhas reais intenções eram sempre uma surpresa sobre como as pessoas iriam reagir – Pode parecer imprudente, mas Las Camp é uma ilha governada por nobres, se qualquer marinheiro ousar apenas pensar em atirar em meio a uma grande multidão de pessoas... - Terminava minha frase subentendendo que Jiya concluísse o restante de minha frase em sua mente. - Sugiro usarmos a multidão como "escudo" para atacar os marinheiros e com velocidade atacar o máximo de soldados possíveis para causar um tumulto geral, quando o caos preponderar roubaremos a carga e fugiremos utilizando da multidão de pessoas em mistifório. - Essa era minha sugestão de plano, não tinha certeza como minha companheira iria reagir, afinal, pelo que sabia sobre os revolucionários eles tinham uma ideia sobre fazer o bem para a população então utilizar dessa mesma população como "escudo" era um plano ousado.

Iria esperar pela decisão de Jiya, qualquer que fosse sua decisão eu iria seguir, afinal eu neste momento sou apenas um subalterno, mesmo que essa relação de "amizade" tenha se instaurado ainda era apenas um novato, não poderia questionar nunca uma autoridade. "Decida rápido..." Meus pensamentos definiam meu estado de espirito no momento em que avistasse qualquer movimento de marinheiros no porto. Caso meu plano fosse de fato o escolhido era o momento de começar sua execução. Iria tentar manter nossa dupla a uma distância segura onde minha visão conseguisse ver o número de marinheiros, a possível carga, claro se a mesma estivesse exposta devido seu tamanho e caso fosse evidente o armamento que cada marinheiro possuía, como um chicoteador meu estilo de lutar era a média e longa distância, pessoas que portavam facas e adagas eram um problema, homens com rifles e pistolas também não eram nada legais de se enfrentar, porem naquela pequena parte, entre facas e pistolas, aquele era o local onde eu reinava. Com o comboio em movimento iria me mover e tentar trazer junto comigo minha companheira a uma distância a aproximadamente seis metros dos marinheiros, iria me fazer junto a ela, mesmo que de raças diferentes as pessoas ainda poderiam achar que éramos um casal, era pelo menos uma tentativa de nos misturar. Seguindo o comboio por alguns minutos iria presumir ou ter uma ideia qual seria o caminho que os mesmos iriam levar para atingir o quartel da marinha, seguraria a mão de Jiya e com velocidade tentaria entrar no beco mais próximo para cortar caminho, iria com meu conhecimento sobre a ilha traçar um plano mental sobre seu caminho e procurar o local onde a maior concentração de pessoas fosse possível - Me ajude nisso Jiya. - Requisitava por ajuda, apesar de conhecer a ilha ainda era um novato nessa vida, a experiencia com certeza era bem-vinda. Com o local adequado para a realização do ataque em mãos era hora de nos preparar, iria puxar Jiya pelo braço e correr em direção ao sítio onde seria realizado nosso plano. Chegando ao ambiente era hora de analisar as pessoas, as estruturas, o chão e todo tipo de coisa que poderia ser um imprevisto. - Jiya, eu posso ter elaborado o plano, mas o combate deixo em suas mãos, não sei como será a melhor forma de atacarmos, apesar de saber lutar com chicotes não tenho ideia como lutar contra muitas pessoas e muito menos em equipe, o que você sugerir irei fazer. - Pedia por ajuda da mesma nesse detalhe, não tinha muita experiencia em combate, aquela seria a primeira vez em um embate de verdade onde poderia de fato sofrer consequências, meu coração parecia que ia sair pela boca, mas com certeza estava animado.

Caso a mesma não concordasse em seguir meu plano iria confiar em suas palavras, meu plano era certamente um pouco presunçoso de utilizar das pessoas como barreira para evitar confronto desnecessário com a marinha, então não acharia nada estranho ela recusar o mesmo. Iria ouvir suas palavras e esperar por um plano bem elaborado e que não deixasse tampouco nós em perigo como a população local, sabia que Jiya tinha conhecimento suficiente para elaborar algo.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptySex 30 Mar 2018, 23:20


Quando se pensava superficialmente na missão poderia parecer algo simples e fácil, mas ao aprofundar as informações e ver a quantidade de coisas que poderiam acontecer e precisavam ser levadas em consideração fazia tudo ficar complicado. A quantidade de marinheiros poderia ser superior ao que eles esperavam talvez a mercadoria não fosse leve o bastante, precisando de algum meio de transporte para levar ela até os revolucionários. Mesmo pensando em diversas opções, parecia não ter um fim e eles tinham de escolher uma forma para realizar tal missão. Jiya queria a ajuda do felino e sabia que qualquer pessoa inexperiente não teria muito com o que contribuir sobrando as decisões para a garota enquanto ele apenas dava sugestões, deixando um plano montado onde os civis seriam o escudo da dupla, impedindo disparos e golpes ousados dos marinheiros que precisavam antes proteger os civis. Jiya não falava nada e nem mesmo mostrava como se sentia sobre tal plano, levando tudo de maneira profissional, pois aquilo era um trabalho e não trazer nenhum ganho dele seria pior do que usar os civis.

Quieta por alguns segundos por estar pensando no plano ou imaginando algo diferente para dizer ao mink. – Bem... – Fez uma breve pausa e sorriu, tocando brevemente no ombro direito de Nyx. – Muito bem pensado... Não levei por esse lado, estava com algo mais simples na cabeça. Podemos fazer isso e se algo der errado vamos improvisar, não quero que as coisas desandem após um plano falhar. Quando eu digo improvisar, faça qualquer coisa necessária para pegar a carga e levar até este endereço. – Jiya levantava a mão esquerdo com um papel em mãos, entregando ele para o felino. Aquilo era um endereço de algum lugar ao norte da cidade, no lado completamente oposto do porto. – Não se importe com a minha segurança, nossa missão é levar esta carga até nossos superiores, eu me livrarei de alguma forma e você deve cumprir a missão. – Por fim eles começavam a realmente posicionar-se no porto e ver como as coisas desenrolavam.

O porto parecia vazio naquele horário, poucos civis andavam por lá e quem estava ali começava a abastecer os barcos com suprimentos, pois logo os civis chegariam e as viagens teriam inicio. Fora essas pessoas também estavam dez marinheiros em um ponto vazio do porto onde algum barco poderia parar provavelmente aquele que trazia a carga. A embarcação da marinha chegou logo e descarregou cinco caixas e dois barris de madeira que foram deixados com possíveis soldados. Existia obviamente um líder entre os soldados e ele não estava em uma patente tão superior, sendo apenas um sargento que cuidava da organização deles e dava as ordens. Levou alguns minutos até eles realmente terem uma movimentação diferente, descendo um tipo de veículo do barco no qual existia um compartimento atrás onde as mercadorias poderiam ir. Com cuidado todos os soldados colocaram as caixas e barris dentro do compartimento, fechando e colocando qualquer homem para dirigir tal veículo.

Seguir os marinheiros não foi um grande problema, pois eles se movimentavam lentamente mesmo com um veículo já que apenas um deles poderia usar ele. A velocidade era baixa e todos estavam atentos aos arredores enquanto seguiam por uma rua bem movimentada da cidade. Nyx sabia os caminhos e com Jiya por perto poderia traçar a rota mais fácil de conseguirem passar os marinheiros. Próximos e com a garota segurando o braço do felino era bem simples se passar por casal, levando tudo sem problemas até alcançarem um beco por onde teriam acesso a um ponto na frente do grupo que deveriam atacar. Foi um caminho mais complicado de passar, porém muito mais rápido e vazio. Ao chegar na maior concentração de civis podiam ver que era basicamente o centro comercial, tinham diversas lojas variadas, além de alguns prédios que variavam entre dois e cinco andares.

Jiya ainda não tinha muito que dizer e ficava apenas olhando os civis, vendo que existiam muitos parados em lojas diferentes, comprando coisas ou mesmo andando com os itens comprados. Alguns apenas passavam por lá sendo um caminho até onde deviam seguir. Ainda que os marinheiros estivessem longe, existiam poucos planos para a investida dos revolucionários e eles precisavam fazer algo com a maior chance de sucesso. – Eu tenho algumas bombas de fumaça, posso dificultar a visão deles enquanto atacamos o piloto e levamos o veículo para longe. Fora isto podemos derrubar o máximo possível de surpresa, pois lutar contra aquela quantidade de pessoas vai ser impossível. A fumaça vai assustar os civis e isso cria a confusão que precisamos, todos vão correr e os marinheiros não vão saber o que fazer. – Após dizer isso ela parou por alguns segundos pensando em outras possibilidades e continuou. – Eu devo conseguir derrubar os mais desatentos com minhas senbons ou shurikens, mas vamos precisar pegar o veículo rápido... Com suas chances de ataque derrube o máximo possível de soldados, não precisa derrotar, apenas derrube eles atacando as pernas para que dê tempo de e roubar aquela coisa. Tenho certeza que ela consegue ir mais rápido que isso, só não foi por conta dos outros soldados. Pule assim que eu passar por você e iremos fugir no meio dos civis correndo. – O plano parecia até complicado e possivelmente seria difícil para alguém inexperiente em coisas assim, porém era a melhor forma pensada por Jiya e como Nyx não tinha ideia do que fazer restou apenas para ela decidir o que fariam. O local era bem simples, poucos obstáculos além das pessoas andando pela rua e o chão de pedra por ser uma cidade mais completa que outras.

vrau:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptySab 31 Mar 2018, 16:50



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Cinco caixas e dois barris, minha preocupação inicial era válida, nem em um dia inteiro conseguiríamos levar aquilo nas costas e ainda fugir dos marinheiros, a missão certamente se tornava mais complicada, porem acho que tudo aquilo era o comum de se encontrar nessa vida de revolucionário. Aguardávamos um pouco, esperando para ver como eles levariam aquela carga e – Bingo! - Exclamava, eles pareciam trazer uma espécie de transporte que poderia facilmente dirigir pela ilha e carregar aqueles itens pesados. Por se tratar do que parecia um veículo diferente dos que via convencionalmente, um único marinheiro cuidava de dirigir enquanto o restante fazia a escolta, aquilo certamente era chamativo. Corríamos para nosso ponto, Jiya explicava sua estratégia e concordava com a mesma, ela parecia ter experiencia em pilotar veículos ou não iria sugerir aquele plano, no meu caso não sabia nem navegar com uma canoa então seria no mínimo complicado. No local onde iriamos realizar um ataque contra a marinha era o centro comercial da ilha, era perfeito, atendia a todas as exigências de meu plano, não era nada difícil causar uma algazarra ali e muito menos sumir da vista dos marinheiros em meio a ela. Nosso plano iria depender unicamente de quão bem iriamos realiza-lo. Utilizar da fumaça e apenas neutralizar, porém não eliminar nossos inimigos para ganharmos tempo, era realmente o mais apropriado para como estávamos, seria difícil lutar contra todos aqueles soldados, entretanto derrubar alguns e fugir em velocidade era possível. Inspirava e espirava, aquilo estava me deixando agitado. Passava minha mão direita no chicote que ficava no mesmo lado de minha cintura, o menor, iria utilizar o mesmo pois nosso ataque seria a curta distância. - Tenho que ser preciso... - Falava comigo mesmo enquanto esperava o comboio da marinha aparecer como planejávamos. - Jiya gostaria que você ficasse ao lado oposto da rua de mim, irei ficar ali. - Apontaria para qualquer loja de rua – Irei fingir estar interessado em qualquer coisa, no momento em que eles estiverem vindo irei falar em voz alta "Que frio!" - Abria um sorriso carismático para minha companheira fazendo-se levantar um dedo de minha mão esquerda – Essa será nossa senha para começarmos o ataque. Jogue as bombas de fumaça, eu irei na mesma hora em que elas explodirem desconcentrar os marinheiros, na hora eu improvisarei, nesse meio tempo quero que você aproveite a possível brecha na atenção dos mesmos e consiga entrar no veículo, posso contar com você para pilota-lo? - Esperaria por sua resposta positiva para ter uma certeza de como faríamos o mesmo. - Eu irei tentar neutralizar o máximo de marinheiros que conseguir, no instante em que você entrar no veículo e o fazer entrar em movimento eu irei utilizar de minha velocidade e de algum jeito entrarei ou me agarrarei nele. - Esse era o objetivo, não tinha ideia se iria ocorrer como o planejado, mas uma ideia geral era elaborada então só faltava a colocar em pratica.  

Como planificado iria ficar em uma venda qualquer de rua, iria observar os itens que ali estavam, no momento em que avistasse os marinheiros iria olhar para Jiya com o canto de olho confirmando sua posição e voltaria a observar os artigos da loja de rua esperando o momento certo. Com o olho esquerdo iria tentar observar a formação dos marinheiros protegendo a carga, a formação que esperava seria um círculo completo deixando a carga no meio, era o padrão de logica que esperava. Iria mais uma vez com minha visão procurar por possíveis armamentos que os mesmos estariam carregando, tinha que ver quais seriam aqueles que conseguiriam trazer maior problemas para a operação. Marinheiros com armas de fogo eram um problema na hora da fuga, eles poderiam atirar assim que avistassem o veículo em movimento então com certeza eles seriam meu primeiro alvo. Tinha grande confiança em minha habilidade de calcular o tempo das coisas, iria programar para soltar o código quando os marinheiros não estivessem tão distantes nem tão pertos para que assim que eles estivessem exatamente no meio entre mim e Jiya as bombas de fumaça detonassem. Fechava meus olhos, quando a cortina de fumaça surgisse e tudo aquilo se tornasse um grande breu os marinheiros com certeza levariam seu tempo para acostumarem seus olhos a escuridão, mantendo meus olhos fechados até o último instante me faria ter uma vantagem, não muito grande, mas era o suficiente para ter uma melhor visibilidade no escuro - Que frio! - Soltava o código, era o momento de começar o embate entre os revolucionários e a marinha, quem iria sair dali vitorioso? No segundo em que as bombas explodissem era hora de agir – TERRORISTAS! - Gritaria para chamar atenção dos marinheiros em meio a possível cortina de fumaça. Aquele momento era crucial não poderia perder nem mesmo um segundo pois poderia colocar a missão toda em risco. Praticamente deitando sobre o chão com a parte de frente de meu corpo, apoiava-me com o braço esquerdo a frente do restante do meu corpo, iria retirar o chicote menor com o braço direito fazendo o clássico estalo da barreira do som quebrando-se e com as pernas direita e esquerdas contraídas iria liberar uma velocidade que com certeza era natural dos felinos, tudo isso em segundos. Iria dar um salto de velocidade para frente jogando meu chicote para trás, antes da cortina de fumaça surgir tinha memorizado a posição dos marinheiros, sabia exatamente onde atacar, iria em um momento de adrenalina puxar o chicote de volta com toda a força liberada em apenas um braço e tentar acertar enrolando o mesmo na perna mais fácil, direita ou esquerda, do marinheiro que estava mais próximo de meu ataque, iria utilizar da velocidade que tinha gerado e com ambos os braços, esquerdo e direito iria o puxar para trás dando um semi giro em meu próprio eixo tentando assim o jogar ao chão em um momento de surpresa. Caso o soldado notasse minha presença no momento em que saltasse para cima do mesmo iria em movimento de zig zag escapar de possíveis ataques lançados a distância. Se no momento em que lançasse meu chicote o mesmo o segurasse com as mãos a coisa mais fácil a se fazer seria tentar o puxar para trás com ambos os braços antes que o mesmo pudesse ter a mesma ideia, seria uma competição de força.  

Estava confiante que meu plano de utilizar a população como escudo iria os fazer ter mais cautela no momento do ataque, porem a certeza não era com o que estávamos lidando, além do que o fator humano estava envolvido, meu professor tinha me ensinado que os humanos eram seres que não se poderia utilizar da logica sempre pois eles não pensavam com a cabeça mas sim com o coração, palavras fortes, não iria as deixar em branco, iria sempre pensar nas possibilidades mais ilógicas que poderiam acontecer em meio aquele combate. Caso meu plano de derrubar o primeiro soldado tivesse êxito não iria parar por nem mesmo um segundo, mantendo uma velocidade constante iria continuar meu ataque, derrubar o primeiro poderia ser mais fácil pelo fator supressa, porém os olhos de meus adversários com certeza estariam começando a se acostumar com a cortina de fumaça, teria que continuar enquanto ainda tinha uma vantagem. Sem perder tempo iria atacar quem estivesse mais próximo a minha esquerda, desvencilhando o chicote do marinheiro anterior no momento em que o tinha puxado iria ter um efeito retardado ao trazer o mesmo de volta, teria que usar meus atributos físicos, mesmo que não tivesse pratica, iria com passos largos e rápidos me aproximar do marinheiro, em um movimento vertical de baixo para cima iria expandir minhas garras e tentar rasgar seu peito, um movimento ousado, mas era o que tinha mais rápido para ser utilizado enquanto ainda trazia o chicote de volta até mim. O marinheiro desviando de meu golpe iria utilizar do chicote para tentar enrolar sua cabeça como prioridade, torso caso visse que no meio da trajetória ele iria desviar e por fim pernas caso o mesmo se distanciasse. Iria puxar com o braço que segurava o chicote o mesmo para trás, o braço esquerdo iria puxar para baixo para tentar fazer mais força no movimento de retração assim tentando o derrubar e conseguir avançar em direção ao veículo. Caso o mesmo me atacasse com qualquer arma a longe e curta distância enquanto ainda fazia o movimento com meus braços iria dar pequenos passos em zig zag para trás sem me distanciar muito do mesmo, não poderia recuar muito, meu objetivo não era atrás, mas exatamente a minha frente.  

Não sabia como Jiya estava se saindo do outro lado, minha visão poderia ser boa, mas meus ouvidos por mais orgulhoso que seja deles não eram assim tão efetivos, então esperava que a mesma estivesse se saindo bem. Suspirava por apenas um instante antes de seguir em direção a carga, minha tentativa era de tirar o homem que pilotava a carga, não poderíamos roubar o transporte com o mesmo ainda dentro do veículo. Conseguindo derrubar dois marinheiros tinha quebrado pelo menos por um instante a formação inimiga deixando uma brecha para chegar a carga, sabia que existia um superior entre aqueles soldados, não sabia exatamente onde ele estaria naquele momento, porem arriscaria dizer que o mais próximo possível de meu objetivo. Ele com certeza seria um problema, porém tentaria o máximo evitar combate com o mesmo, caso o avistasse em meio a fumaça tentaria com minha velocidade sair de seu campo de visão enquanto ainda me guiava em direção ao foco da missão, que era roubar o que diabos estivesse naquelas caixas. Avistando o homem que estava dirigindo o caminhão iria do mesmo jeito que contra os outros marinheiros laçar suas pernas, cintura, cabeça ou braços, o que estivesse mais acessível e o puxar para fora, dando abertura para a possível vinda de Jiya pelo outro lado para pilotar e sairmos em uma fuga desesperada pela ilha, iria me apoiar logo ao lado da mesma me segurando a estrutura de metal.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptySab 31 Mar 2018, 23:43


O plano da dupla era bem simples e poderia ser executado facilmente se cada um deles pudesse cumprir sua parte. – Pilotar é minha especialidade, pode ficar tranquilo. – Jiya ia ao outro lado da rua como pedido pelo felino, posicionando-se na espera da palavra combinada anteriormente. A dupla se distanciava um do outro, ficando em lojas separadas disfarçando da maneira como podiam a presença deles, pois não seria bom terem a atenção voltada a eles logo de cara. A garota tinha tudo pronto e continuava no aguardo do sinal, observando os arredores e sorrindo para os civis que a cumprimentavam. Os marinheiros levavam algum tempo, deixando o veículo em uma velocidade bem baixa para que todos conseguissem levar a mercadoria sem nenhum problema ao QG, protegendo o que tinha ali dentro.

O grito de Nyx assustava algumas pessoas e chamava bastante atenção, porém não parecia suspeito na visão das pessoas que podiam ver a neve cair e entendiam um pouco do que o felino sentia, mesmo não estando tão frio quanto ele estava sentindo. Ainda que o mink não conseguisse ver sua companheira por ela estar escondida, mas o som da bomba de fumaça explodindo foi algo fácil de notar e ele gritou novamente, anunciando que aquilo era um ataque terrorista e obviamente causou uma confusão no meio de tantos civis. A fumaça cobria todos os marinheiros e antes mesmo de se espalhar completamente um deles já caia com um golpe de chicote, sendo puxado pela perna direita no alvo mais próximo, levando este ao chão enquanto se movimentava. Um marinheiro voava por cima do felino e ele conseguia derrotar mais um, levando para o último que estava pilotando o veículo. Jiya parecia já estar por perto dele e derrubava o soldado rapidamente, pulando para pilotar e começar a movimentar-se mais rápido do que os marinheiros iam. Nyx fazia o possível e conseguia alcançar a companheira, saltando para o veículo em uma fuga rápida e de acordo com o plano pensado anteriormente.

Jiya parecia muito feliz e a velocidade ia aumentando, passando pelos civis, desviando de todos como se fosse totalmente acostumada com tais veículos. Nyx poderia agora ver que a fumaça já tinha começado a se dissipar, mostrando alguns marinheiros no chão e o sargento de pé observando a dupla fugir. A missão parecia ter sido finalizada nenhum deles poderia imaginar que alguém atiraria no meio de tantos civis. Porém aquele homem podia e fez sem nenhum medo do que poderia acontecer, disparando em linha reta na direção de uma das rodas do veículo. A bala não acertou, mas passou perto e de maneira agressiva o sargento avançou com alguns impulsos para frente e iniciou uma corrida veloz na direção dos revolucionários. Saltando para cima dos telhados e correndo muito rápido ele estava se aproximando, pois os locais por onde poderia correr eram bem mais variados do que as ruas para o veículo, mostrando aos poucos a razão da velocidade reduzida de antes. O sargento segurava um rifle e disparava com uma mira quase perfeita, não conseguindo acertar por conta da boa habilidade de Jiya no controle. A dupla estava obviamente perdendo na questão velocidade e precisavam que o sargento os perdesse de vista, pois logo teriam que enfrentar ele e não seria exatamente simples lutar contra alguém tão veloz.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyDom 01 Abr 2018, 01:29



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O plano parecia correr bem, estávamos em velocidade pelas ruas de Las Camp, o sorriso em meu rosto demonstrava minha felicidade, minha primeira missão tinha sido executada com precisão cirúrgica – Conseguimos Jiya, nos co... - Bang, o som oco de um disparo que era impossível confundir – Mas o que esse filho da... - Novamente não conseguia terminar minha frase porque ao virar para trás não conseguia crer em meus próprios olhos, sozinho com um rifle em mãos um maldito marinheiro corria em nossa direção e já parecia estar quase nos alcançando. Que tipo de monstro era aquele que com apenas suas pernas conseguia acompanhar um veículo motorizado? Estava abismado, não conseguia conter o sorriso preocupado em meu rosto incrédulo – Jiya, temos companhia! - Gritava dando dois tapas na lataria do veículo. Como diabos iriamos escapar? Apenas com a velocidade constante em que estávamos executando não iria demorar para ele nos alcançar, além do mais seus tiros com certeza uma hora ou outra iriam acabar acertando o maquinário, rodas ou até mesmo um de nós naquela geringonça, não poderia nem por um segundo esperar por isso. O marinheiro pulava de telhado a telhado em uma velocidade que com certeza não poderia simplesmente agarrar e o derrubar como tinha feito antes com os soldados, porem poderia atrasar seus movimentos e atrapalhar sua mira. - Você é forte, mas eu sou ruim! - Gritava para fazer questão que o marinheiro escutasse, não poderia perder a compostura naquela enrascada, não era ali que desejava encerrar minha aventura ao desconhecido, ainda não sabia quem era e tinha acabado de entrar no exército revolucionário, estava gostando daquela vida, não era momento para fraquejar. - Nos leve para um local onde existam prédios altos onde o mesmo não possa subir! - Gritava para Jiya, como estávamos em movimento e em meio a toda adrenalina falar baixinho talvez não fosse o suficiente.  

Meu plano era ir para uma área onde o mesmo tivesse que descer de sua posição avantajada, acima de nós e em um combate frente a frente seria uma dupla de revolucionários contra um único marinheiro "Ele não é nem Lei Gong!" Me perdia em meus próprios pensamentos por um instante, tudo ao meu redor parecia se mover lentamente, da mesma maneira que antes tinha acontecido na taverna, quem diabos era Lei Gong e como eu sabia de sua existência? Tudo que tinha aprendido sobre o mundo era o que Daivus tinha me ensinado, mas Lei Gong era o Deus do trovão, onde tinha aprendido sobre isso? Minha cabeça começava a doer como se uma faca que estivesse fincada na mesma começasse a se mexer - Não agora! - Gritava, com meu braço esquerdo dava um soco no lado esquerdo de meu peito para me manter acordado. Minha tática funcionava e tudo voltava ao normal, mesmo que não tivesse passado pelas alucinações que tivera antes ainda assim era uma experiencia inacreditável, não esperava pela oportunidade de acontecer novamente, mas primeiramente tinha que enfrentar aquele ser que nos perseguia com "Sangue nos olhos" resmungava comigo mesmo. Jiya com certeza era uma ótima pilota, não sabia que suas habilidades eram tantas, porem achava que podia contar com a mesma. Guardava meu chicote no meu lado direito do corpo, seu local de origem. - Ainda tem alguma de suas bombas de fumaça ou já gastou todas? - Iria me aproximar um pouco mais da mesma. Caso ainda existissem, a quantidade que fossem iria utilizar para tentar tirar um pouco da atenção do marinheiro e ocultar sua vista de nosso transporte. Iria recolher as granadas, soltaria os possíveis pinos com a boca e com a minha mão direita as colocaria fixadas do melhor jeito que conseguisse acima do veículo calculado o tempo exato para sua explosão, esperava que com isso nosso transporte se transformasse em uma verdadeira máquina de fumaça ambulante. No momento em que elas explodissem iria retirar o chicote maior, era hora de surpreender o homem, caso ele tivesse visto meu chicote anterior talvez não esperasse uma mudança trágica de tamanho. - Pressione o freio e acelere novamente! - Falaria para Jiya, o plano consistia em uma mudança drástica de ritmo para que enquanto o soldado estivesse avançando nós estaríamos reduzindo a distância para meu chicote ter uma melhor área de cobertura, claro, não esperava acertar o mesmo naquela posição no mínimo desfavorável para mim. Porem esperava que ao utilizar dos Swings de chicote em sua direção, em ângulos de noventa a trinta graus vindos de dentro da fumaça, ofuscassem sua mira e o fizessem errar alguns de seus disparos para ganhar tempo o suficiente para achar o local adequado para nossa batalha de fato. - Jiya encontre um local onde existam prédios e estruturas onde possamos nos abrigar de balas. – Dava um sorriso confiante para a mesma, sabia que podia contar com suas habilidades – De preferência o mais longe possível do Quartel General da marinha e do porto, não queremos que ele receba reforços que a proposito com certeza estão a caminho! - Bradava para ela meu plano improvisado.

No começo de minha investida havia levado em conta o fator humano e ele estava se provando verdadeiro, Daivus mais uma vez tinha me instruído corretamente, seus ensinamos eram certamente a melhor arma que tinha para levar comigo. - Irei mostrar para você mestre, irei mostrar que eu aprendi. - Sorria confiante enquanto continuava minha serie de chicotadas em direção ao marinheiro tentando o fazer errar o maior número de tiros possíveis e ganhar tempo necessário para achar nosso destino. Iria sempre me movimentar de um lado para o outro alternadamente e arrítmico para evitar disparos efetuados diretamente para meu ser, tomaria cuidado para meu chicote não ficar preso em qualquer estrutura no caminho e eu acabasse por me enrolar em um problema maior do que simplesmente um monstro com um rifle me perseguindo. Chegando ao local desejado iria analisar o mesmo, solo, estruturas, movimentação de pessoas e tudo que pudesse ser interessante para nosso combate. Iria pular do veículo assim que o mesmo parasse, esperava que Jiya fizesse o mesmo, iria me escorar em qualquer estrutura que impedisse de levar um tiro do marinheiro para articular um novo plano de como atacar o mesmo. Aquele era o momento final, tinha que mostrar minha garra como um revolucionário.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyDom 01 Abr 2018, 22:23


As opções iam desaparecendo, deixando Nyx com pouco tempo para pensar e poucas coisas com o que poderia usar para lidar contra o marinheiro. A velocidade do veículo não era das melhores, provavelmente por não ser algo usado pela sua velocidade, mas sim sua capacidade de carregar coisas pesadas por um longo caminho. Ainda existiam animais para o serviço, porém aquilo conseguia carregar e se mover em uma velocidade elevada, desaparecendo com os problemas nos produtos por conta da movimentação mais lenta e segura dentro do compartimento. Agora que os revolucionários se moviam rapidamente, provavelmente teria algum problema com a carga e isto também não seria bom para eles. Jiya estava muito focada, deixando de lado todas as preocupações para se focar completamente na pilotagem e evitar acidentes.

Ainda existiam algumas bombas de fumaça, mas por estarem nas vestes da garota foi preciso procurar nos bolsos e naquela situação isto não parecia errado. A dupla tinha pouco tempo para pensar e com este pequeno espaço de oportunidade o mink resolveu o que faria, preparando a fumaça e seu maior chicote para surpreender seu adversário. Nyx dava as ordens e Jiya entendia mesmo sem prestar muita atenção, recuando o veículo ao meio da fumaça e deixando o sargento mais próximo do alcance do felino. O grande chicote avançava na direção do sargento, golpeando o mesmo em pontos que era complicado desviar e fazia-o ter de recuar, precisando tomar algum tempo de seus disparos para concentrar-se nas chicotadas. Nyx fazia um belo trabalho em interromper os golpes de seu oponente e conseguia o espaço necessário para Jiya leva-los até um ponto complicado de o atirador acompanha-los por cima, precisando ira o chão onde teria de correr na mesma altura que eles.

Somente um verdadeiro atirador poderia realizar aqueles disparos no meio da cidade, colocando civis em perigo. Nenhum soldado tinha coragem para tal e aquele homem estava provando sua força sem ao menos ter conseguido acertar os revolucionários, realizando disparos em sequência enquanto corria pelo chão. As estruturas iam moldando-se em prédios e Nyx podia ver que estavam entrando em uma área onde o sargento teria de enfrenta-los no chão, tendo apenas a distância para favorecer o combate. A velocidade não favorecia a dupla e Jiya decidiu parar, realizando uma manobra que levou o veículo até o interior de um prédio, parando no balcão do mesmo onde tinham alguns civis com medo do que acontecia. – É melhor se esconderem. – A mulher avisava e os civis corriam para longe da confusão ao escutar os disparos, procurando lugares para se esconder dentro do prédio. Naquele instante eles tinham que tomar cuidado e procurar uma forma de enfrentar o atirador. – Esse prédio é bem grande, temos espaço para correr e ele vai ter de nos encontrar por aqui, podemos ficar nele e até pular para os que estão do lado, porém o veículo não virá junto... Da forma como as coisas se desenvolveram ele provavelmente não quer a carga, mas sim eu e você. – Preocupada com a situação atual ela levou o veículo até um ponto escondido no térreo do prédio, deixando ela em uma sala vazia.

O prédio era grande possuindo cerca de 10 andares, além de vários quartos em cada um deles, dando diversas opções de abordagem na luta. Tapetes se espalhavam pelo térreo e quatro elevadores se encontravam por lá, dois na direita e dois na esquerda que pareciam subir em qualquer andar. Mesas, cadeiras e sofás podiam ser vistos pelo hall de entrada, mas nada que poderia incomodar a dupla no combate, existindo espaço suficiente para lutar com qualquer arma grande até mesmo um chicote.



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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyTer 03 Abr 2018, 00:54



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Meu plano de confundir sua visão com as mesmas bombas de gás utilizadas no assalto era efetivo, tinha acabado de conseguir uma ligeira vantagem naquela perseguição enquanto entravamos naquele prédio para levar o combate para o solo. O local era um prédio comum com bastante andares, o suficiente para atrasar sua precisão em nos localizar em diversas salas que poderiam servir de abrigo sem dúvida por enquanto, tinha que estipular um plano antes que toda a missão fosse de água abaixo. O veículo roubado era escondido ainda no térreo, subir com o mesmo era impossível e nem queríamos fazer isso. Iria puxar Jiya para o terceiro andar do prédio, iria procurar uma sala que não tivesse janelas e que tivesse pelo menos duas rotas de saída e entrada, provavelmente sua localização mais apropriada seria não nas laterais, mas no meio. - Jiya, acho que nos metemos em um grande problema HAHAHA – Gargalhava da situação, meu mestre sempre dizia que quando a vida estivesse difícil bastava sorrir com todas as suas forças que tudo iria melhorar. - Estamos em um lugar fechado, isso ajuda ele já que nossa movimentação para escapar de seus disparos está dificultada, porem... - Suspirava fundo para controlar minha respiração enquanto procurava ouvir qualquer barulho nos andares inferiores que indicava a entrada do mesmo no prédio. O prédio era constituído pelo que conseguia ver anteriormente no elevador dez andares, era bastante espaço para trabalhar, mesmo estando em maioria numérica não poderia nem por um instante me deixar levar por aquilo, ele tinha se mostrado um adversário poderoso e que não tinha o menor auto controle "ou medo" das ações que fazia, se ele errasse um tiro ali e acertasse um civil? Não seria o fim de sua vida na marinha? Não sabia o quanto a marinha era assustadora até aquele ponto e isso era incrível, desejava enfrentar pessoas fortes e já tremia de excitação ao saber que aquele monstro estava chegando. - Deixe ele comigo, se concentre em levar o objetivo de nossa missão para seu local de destino. - Estava confiante em minhas habilidades contra o mesmo, ele com certeza era forte, porem tinha truques que ainda não tinha mostrado, era hora de revelar tudo que podia fazer. Primeiro de tudo tinha que ser rápido por dois grandes motivos, o marinheiro com certeza já estava em nossa cola e principalmente porque a marinha já teria de certo mandado reforços, depois de todo aquele alvoroço nas ruas ninguém em Las Camp poderia estar indiferente aquilo, as informações voavam como beija flores. Iria acompanhado de Jiya procurar pelo que pudesse ser útil nos quartos por onde passávamos, esperaria encontrar espelhos, de todos os tamanhos, exceto algum que fosse deliberadamente grande para carregar em curtos espaços de tempo. Iria passar pelos quartos procurando pelo que precisasse, caso avistasse algum civil desavisado o faria com pressa sair dali e recolher o que planejava levar comigo. Iria seguir recolhendo até chegar ao quinto andar, optaria por usar as escadas, as chances de me encontrar com o marinheiro eram menores do que utilizar o elevador e caso o avistasse do alto subindo as escadas já sabia o que esperar.  

O plano era simples, iria colocar espelhos durante todo o quinto andar escorados nas paredes, um espelho mirado ao outro em ângulos que o primeiro espelho iria refletir a entrada dos elevadores que iria para outros espelho que iria "transmitir a imagem" por todos os outros e assim eu ter uma visão de onde quer que estivesse no andar saber onde meu inimigo estaria. Outro espelho iria ligar a entrada das escadas para o andar assim fazendo uma volta completa por todo o ambiente deixando poucos, mas precisos pontos cegos. - Irei prender o marinheiro aqui comigo, não se preocupe, quero que você no momento em que o soldado entrar no andar descer para o andar abaixo e seguir em direção a nosso veículo de fuga. Irei tentar o máximo atrasar sua movimentação o atacando pelas costas, essa é nossa melhor chance. - Esperava por uma resposta positiva da mesma, caso ela não aceitasse aquele plano iria escutar suas palavras. Quando o marinheiro adentrasse no andar estava preparado para agir no mesmo instante, esperava que sua primeira ação seria destruir os espelhos, com tiros, chutes ou qualquer coisa que fosse mais agradável para ele, então não teria muita brecha de tempo entre a destruição dos espelhos em uma reação em cadeia tirando a visão de todos os outros e meu ataque. Antecipava que ele iria ter uma noção da fuga de Jiya, ela era uma distração para o real plano de o atacar pelas costas. Não sabia o quão forte ele era, mas com certeza não poderia ser tão ou mais forte do que um felino treinado com um chicote, estava confiante. Iria esperar que ele fosse atrás de Jiya, estaria esperando em um quarto com a porta semi serrada com apenas meu olho esquerdo esperando pela sombra do mesmo passar. Assim que ele atravessasse iria esperar não mais que dois segundos, tempo suficiente para com a maior velocidade que conseguisse chutar a porta e me revelar atrás do mesmo. Ainda dentro do quarto iria lançar um ataque com meu chicote em direção a perna mais próxima do mesmo, esquerda ou direita. Conseguindo enrolar sua perna era hora de utilizar de minha velocidade, em um pico de aceleração iria me jogar para o lado esquerdo/direito dependendo da direção em que ele seguiria, evitando contato visual direto com o mesmo, ele naquela posição conseguiria facilmente acertar um ou dois tiros. Iria utilizar de meu chicote como uma alavanca entre mim, a parede/porta e meu adversário para compensar a provável diferença entre força bruta entre nós, uma técnica básica de física. Conseguindo exercer esse movimento iria o puxar de uma maneira que o derrubasse contra o chão ou jogado contra a parede, naquele momento era imprevisível. Sem perder nenhum segundo iria tentar diminuir a distância, esperaria por um disparo de sustou ou não do mesmo e avançaria com minhas garras de ambos, mãos e pés para uma melhor resistência contra o chão, iria também utilizar do puxão do chicote para ganhar mais velocidade em meu ataque felino pelas costas. Iria pular sobre o mesmo em um movimento zig-zag, era o que o espaço poderia proporcionar, e tentaria uma investida com minha mão esquerda tentando acertar o braço que o mesmo segurava sua arma, se conseguisse neutralizar o braço com que o mesmo atirava já teria uma grande vantagem.  

Conseguindo ou não acertar minha investida era hora de recuar, tinha que me apressar e a alcançar Jiya que tinha mandado seguir em direção ao veículo, não poderíamos perder tempo ali, os reforços com certeza estavam a caminho e não queria estar ali para recebe-los com uma festa de boas-vindas. Iria tentar fugir pelas escadas, com o tempo que possivelmente tinha ganhado em meu ataque, achava que seria suficiente para alcançar a carga e fugir dali o mais rápido possível. Caso percebesse que fugir não era uma opção iria continuar dentro do hotel, iria fugir para os andares mais altos, passando por quarto por quarto iria procurar algo que pudesse utilizar no combate, não estava pensando em armas de fato, porém compostos químicos como pólvora ou qualquer coisa inflamável e algo que pudesse incendiar tudo aquilo seria perfeito, como me considerava um bom cientista seria tudo que precisaria para lançar um novo ataque, desta vez certeiro.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyTer 03 Abr 2018, 23:41


A decisão de enfrentar um sargento sozinho não era a melhor possível. Jiya entendia a determinação do novato, mas sabia que ele não teria chances mesmo sabendo a localização do homem. – Você não vai durar muito tempo, requisitarei um reforço para te ajudar quando eu já estiver fora do prédio. Entendo que queira enfrentar o marinheiro sozinho, porém não é experiente e forte o bastante ainda. – O plano ainda seguiria mesmo com a garota sabendo da falha que poderia acontecer. – Vamos ao menos tentar isso, se algo der errado eu quero que você corra. Não se mate logo na primeira missão, seria horrível perder o meu primeiro novato na primeira missão importante que comando. – O sorriso feito por ela parecia triste, sumindo pouco tempo depois das palavras terminarem, focando o olhar diretamente nos pontos por onde poderia ver a chegada do marinheiro. Esperando por um tempo, perceberam que o atirador não tinha pressa alguma em encontrar ou derrotar os dois, imaginando que ele nem mesmo se preocupava com a carga, pois tinha traçado o objetivo de eliminar a dupla e resolver os problemas após aquele combate. – Ele não vai ir atrás de você, se prepare para uma luta de frente, pois é exatamente o que vai acontecer. – Perder um alvo não o faria recuar, mesmo sendo a pessoa que levava a carga roubada.

Os elevadores se abriam e nada de alguém estar lá dentro, sendo até mesmo estranho o que tinha acontecido. As portas também estavam sendo abertas e civis saiam por elas, algo estranho e que não deveria acontecer com base no tempo passado. O silêncio foi algo crucial para que a garota conseguisse notar algo diferente. – Ele já esta aqui. – Não existiam sons que poderiam confirmar o que ela dizia, sendo a intuição sua mais provável arma para decidir que o plano havia sido um fracasso e o atirador entrou no andar sem eles saberem. – Ele deve ter esperado uma armadilha pelos elevadores ou escadas, imagino que o sistema de ventilação desse prédio deve ser todo conectado ele consiga sair em qualquer quarto sem nem mesmo sabermos... E ele também pode ter entrado por alguma janela, procurando algo diferente pelos andares e saindo assim no quinto, que é onde tem todos os espelhos. – O plano era bom e teria funcionado se estivessem contra algo impulsivo. Aquele homem provavelmente tinha pensado em todas as possibilidades e se preparou para cada uma delas, procurando as entradas mais interessantes em situações deste tipo. Perder não era uma opção e se ferir sem um motivo não traria a vitória mais fácil, diversos fatores levaram o sargento a entrar no local sem ser visto e ter o elemento surpresa neste combate.

Com base em todos os fatos Jiya resolveu fugir agora, deixando o felino para trás enquanto alcançava as escadas, descendo completamente o prédio em alta velocidade e nenhum sinal do atirador surgiu com tal movimentação. – Realmente pensou que poderia fugir? – A voz parecia vir de todos os lados e não existia uma forma correta de encontrar a localização do homem.  – Sua superior se foi, espero que tenha pensado bem nessa decisão. Em nenhum momento eu estive atrás da carga, não me importo com armas e comida, o que eu realmente gosto é de lutar e matar esses revolucionários que se acham gente. – A grade que fechava a tubulação do quarto que estava vindo do lado de fora do prédio era jogava longe, revelando a presença de uma explosão naquele local. Com toda a atenção focada em um ponto o sargento jogou-se pela janela, atravessando o quarto rolando até acertar Nyx no rosto com a parte de trás da arma. – Seu plano não era ruim. – Com o felino no chão ele passava a mão direita no queixo e falava. – Foi uma boa distribuição de espelhos, me esperar em um andar assim não foi nada mal, mas você esperava um oponente burro. Alguém que poderia cair em algo tão visível e se surpreender, levando os ataques e perdendo um combate que deveria ser simples. – Em nenhum momento ele sorriu. O olhar do marinheiro era fixo no garoto e com uma maneira extremamente séria ele olhava quem estava tentando derrota-lo. – Pensar é bom... Se fosse mais esperto teria entendido que a marinha ou o governo seriam lugares melhores para aproveitar sua força, nós poderíamos lapidar sua força e te mostrar como realmente alguém pode ser superior aos outros. – O discurso terminava com um breve balançar de cabeça de um lado ao outro, desaprovando completamente a vida que Nyx decidiu seguir. – É triste ver um garoto ter a vida arruinada por decisões erradas... – O rifle estava na mão esquerda dele e em nenhum momento apontou tal arma para o felino, estava certo de que não tinha como o mesmo ter uma reação mais rápida e pouco se importava em levar uma chicotada, pois era óbvio que um disparo de rifle tão próximo do corpo faria mais estrago do que um simples chicote.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 15:28



嗨让我们战斗吧


O som da explosão chamava minha atenção, tinha me preparado para sua possível entrada no andar anterior pelas janelas, porem nesse tinha me descuidado e acabava por ser surpreendido por algo que parecia sair de histórias fantasiosas de soldados. Quem diabos era aquele homem? Eu iria realmente sair bem dali? A inconsistência de meus planos era notável e aquilo não me agradava. Antes que conseguisse pensar em qualquer coisa sentia uma dor forte na traseira de minha cabeça, o marinheiro me atacava com impeto "Desgraçado" Bravejava em minha mente ao ser jogado ao chão e ser tratado como um brinquedo nas mãos do loiro. Sua velocidade e força eram aterrorizantes, mas conseguia sentir uma fraqueza, seu jeito de expressar-se demonstrava uma confiança exacerbada, isso seria seu fim. Existia algo que pensava naquele momento onde o próprio tempo parecia correr devagar, o coração humano, Daivus tinha me ensinado sobre todos esses sentimentos e como ele importante em situações como essas, será que poderia conseguir ao menos um pouco desse coração? Dessa vontade? - Não me venha com esse papo entediante. – Sorria para o mesmo ainda na mesma posição alocado no chão. Iria tentar saber mais sobre ele e quem sabe em meio a nossa troca de palavras não surgisse uma oportunidade para executar minha fuga – Quem diabos é você? Como se chama? - Queria saber o nome daquele que era o primeiro adversário de verdade que encontrava em minha vida, com certeza iria encontrar muitos mais, porem o primeiro ninguém esquecia - Está tudo bem atirar assim no meio de todo mundo? E se acertasse alguém? Iria apenas colocar a culpa em nós? - Questionava suas ações, ganhar tempo ali igualmente tinha benefícios para mim quanto Jiya que estaria seguindo para tirar nosso objetivo do prédio, conseguir tempo e fugir, era nisso que iria focar meus esforços.

Enquanto ouvia sua resposta analisava o local, meus olhos afiados procuravam por qualquer nuança que pudesse auxiliar em minha fuga para um andar elevado, tinha que conseguir distância entre ele e minha companheira, ainda não sabia como iria escapar, porem iria dar algum jeito, afinal era o rei dos improvisos. Pequenos movimentos era o que precisava para analisar o estado de minhas mãos e pernas, tinha que ter uma ideia geral de como estava para não perder tempo em movimentos brandos pela surpresa de uma dor ou torsão inesperada ao ser atingido. Primeiro de tudo teria que sair daquele andar, sair sem ferimentos era algo que desejava, mas como havia pensado a princípio não seria assim tão fácil. Sua presunção em me deixar livre era o que me deixava mais irritado como também grato, não esperava menos de alguém tão arrogante a ponto de atirar no meio da cidade com tantos civis nas ruas. O plano era simples, iria soltar minhas garras das patas inferiores para uma melhorar resistência ao solo e não correr o risco de escorregar, com um impulso em ambas as pernas iria me jogar para cima do mesmo. A mão direita ainda portava meu chicote, tinha que ter precisão em meus movimentos pois qualquer erro não estava apostando nada mais que minha vida. Iria tentar em um movimento rápido, enrolar a ponta do chicote em sua perna direita, enrolar o mesmo chicote em um giro rápido com meu braço o deixando menor e diminuir a quantidade de força que precisaria empregar para sua utilização e o puxaria para trás elevando o final de meu braço até o deixar reto com toda a força que conseguia, a tentativa era de o puxar com velocidade e força o suficiente em um movimento de surpresa esperando que sua arrogância o tivesse deixado distraído. Não bastaria apenas o movimento do chicote, não poderia presumir coisas aquele ponto, com a mão esquerda iria tentar um soco para em conjunto com o chicote ser o suficiente para o jogar para trás e o derrubar. O foco do soco não tinha um ponto certo se não a parte superior de seu corpo, tronco, braços e cabeça para causar um efeito de mudança de seu centro gravitacional o levando a possível queda.

No momento do enrolar iria tomar cuidado para o movimento de sua mão esquerda, a que estava encarregada de segurar o rifle, não sabia quantas balas ainda sobravam com ele, desejava que naquele momento o mesmo por sorte estivesse se esquecido de carregar, sonho tolo. Iria esperar pelo pior de fato, um tiro a curta distância, iria utilizar de meu braço esquerdo flexionado um pouco distante de meu corpo, levar um tiro no braço já era ruim, se ele atravessasse seria ainda pior, essa era minha ideia mais logica no momento. Aguentaria o tiro com o mesmo olhar sorridente em meu rosto "Se a situação está ruim basta sorrir, ela irá melhorar!" Gritava essa frase em meus pensamentos, a ideia que meu mestre tinha introduzido em mim era o fio vermelho que conectava meu corpo aos pensamentos confusos de minha cabeça. Caso o plano de ser atingido e conseguir o derrubar fosse um sucesso era hora de continuar em direção a minha fuga. Minha mão direita balançaria o chicote soltando a perna do marinheiro, meu desígnio era retirar aquele rifle de circulação, pelo menos por enquanto. Daria um semi salto para trás em movimentos irregulares para evitar disparos enquanto ainda estava naquela posição e com um estalar do chicote lançaria sua ponta em direção ao rifle, tentaria agarrar o cano ou qualquer parte mais sobressalente do mesmo e tentaria o jogar para fora do edifício, pela mesma janela que o marinheiro tinha entrado em sua aparição descomunal.

Conseguindo ou não neutralizar sua arma iria correr em movimentos diagonais esperando escapar de possíveis disparos em direção as escadas, iria abrir a porta caso existisse uma e procuraria algo para trancar a mesma, uma vara, cadeira ou qualquer coisa que servisse de alavanca. Iria correr em direção a dois andares superiores, iria procurar por quaisquer compostos químicos que encontrasse, era hora de utilizar aquela cabeça, era um cientista ou ao menos me denominava como. Obviamente não esperava encontrar os compostos crus como em um cenário perfeito, porem um hotel era famoso por abrigar todo tipo de pessoa e essas pessoas com certeza tinham consigo produtos de beleza, produtos de limpeza, itens gastronômicos, uma fonte perfeita de produtos inflamáveis, iria combater fogo com fogo. Iria procurar os compostos e iria me esconder dentro de uma sala onde não tivesse janelas ou dutos de ar, sabia que aquilo parecia ser algo natural para meu adversário atravessar, um armazém ou dispensa seria o local ideal para começar a articular meu plano de fuga.

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