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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptySex 16 Mar 2018, 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Bijin
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptyQua 30 Maio 2018, 00:16


  Se existe alguma coisa que poderia me deixava frustrada era encontrar pessoas mais fortes do que eu, mas esse momento sempre durou pouco, isso porquê esses encontros me estimulavam a ver o mundo de maneira diferente, ver que o mundo é bem maior do que eu poderia imaginar e que eu tinha um longo caminho para caminhar.

  Outra coisa que me incomodava era o fato de algumas vezes não poder confiar no meu corpo. Sabia que o primeiro ataque tinha deixado consequências, mas mesmo esperando a dor ela ainda foi uma fisgada maior do que eu pensei e novamente fui vítima daquela adaga gelada. Mas desta vez não poderia deixar isso barato e consegui executar meu plano de agarrar o maldito ninja.

  Claro que isso tinha seu preço, sentir novamente sua faca penetrar pela minha carne na região da clavícula não era brincadeira e o frio tomava conta do meu corpo, mas se eu soltasse ele ali seria tudo perdido e mordendo o lábio para me sentir viva me mantinha forte.

  Primeiro foi Samantha que o acertou na mão, infelizmente os resultados não foram tão bons como eu realmente esperava que fosse, mas minha amada capitã foi mais eficiente e acertou uma voadora pelas costas do ninja, que infelizmente saia das minhas mãos, mas encontrou seu lugar na ponta da lança de Lora, a nossa navegadora.

  Foi naquele instante que o ninja começou a levar a sério a luta e executou uma técnica interessante, mas uma vez vi que o mundo era grande, pois seus movimentos giratórios não só cortavam diretamente com o toque, como jogava uma espécie de rajada de vento cortante. Isso fez com que eu, Metza, Sam e Lora fossemos jogadas a uma boa distância. Tombei novamente.

  Não prestei mais atenção no que ocorria na luta, mas os grandões do bando deram suas caras, e eu aproveite um pouco o conforto do chão gelado. Instintivamente peguei um punhado de neve na minha mão e apertei fazendo um pequeno bloco de gelo e coloquei sobre o corte da clavícula. O frio ajudava um pouco a aliviar a dor e logo me levantava.

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  Agora vi que nossa navegadora estava caída, Poo estava bem, Helena e Genn nos davam cobertura. Levi logo gritava, parecia que havia acontecido algo no seu passado, pelo que pude entender ele deve ter perdido alguém precioso e já via a Lora como alguém que ele não queria perder. Senti empatia por ele, também não queria perder ninguém.

 Viria ele caminhar até a Lora para depositar seu casaco, entretanto fui cambaleando para um pouco mais atrás, onde estavam nossa retaguarda, queria me aproximar de Helena e assim que conseguisse procuraria me comunicar.

  - Venha comigo! – Ordenava seriamente. - Vou te dar cobertura até a nossa amada sirena, caso algum covarde tente intervir.

  Aqui a ideia era simples, manter minha arma no braço bom, cuja a clavícula esteja boa, e conduziria nossa médica até nossa navegadora. Caso alguém interferisse atacaria sem piedade usando ataques diagonais com o martelo.

  - Genn! – Chamaria a atenção do nosso marceneiro. -Cuide de Lora e da Helena, vou acabar com essa luta agora.

  Eu, Buki Bijin, conhecida como a Louca, matadora de pais, destruidora de bocas, General do Reino, amada da Monarca Descalça e aquela que deve vencer as guerras não poderia ficar de fora, mas usaria minha ausência por esse tempo como uma espécie de disfarce, ficar um pouco fora do radar do ninja. Às vezes é necessário sumir da cena para conquistar a vitória.

  Me posicionaria atrás do Poo, por um simples motivo, seu enorme tamanho, observaria o ataque dos meus amigos e do meu inimigo, no momento que minha mente julgasse certo, pois tinha que utilizar um pouco da minha genialidade e temperamento em vez das emoções, avançaria o mais rápido possível, evitaria de mexer o braço ferido também, era hora de vencer, era hora de terminar a luta.

  Corri na direção das costas do Poo, minhas pernas ainda estavam boas, o que mais poderia me atrapalha na corrida era minhas feridas, mas desta vez usaria todas as minhas reservas de forças para resistir e executar o famoso ataque Crazy Sky Attack!!!

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  Se visse que dava para me apoiar no Poo faria isso, mas a ideia era me impulsionar o mais alto possível para cair literalmente sobre o ninja. No ar daria um giro (como esta descrito na técnica) para dar mais força ao golpe, cujo alvo não era outro se não a cabeça do adversário, um ataque que chegaria como um meteoro vindo do céu caindo sobre a terra.

  Assim que tocasse o chão voltaria a atacar o ninja mas não seria um ataque simples, seria um ataque múltiplo, um ataque que já tinha usado uma vez, mas que usaria novamente, só que contra apenas uma pessoa, o Crazy Cyclone Attack!!!

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  Assim que acabasse a sequencia de golpes daria um dash para trás e ver o estrago que eu tinha feito ou deixado de fazer, mas iria para o lado do Poo.

  - Acho que dessa vez me machuquei demais. – Diria para ele caso tivesse realmente do lado dele. - Tomara que ele não se levante mais, porque estou exausta e acho que quase morrendo.

  Caso o inimigo estivesse caído eu estaria sorrindo ao dizer essas palavras, mas caso ele estivesse de pé ainda haveria uma tonalidade de seriedade, mas ainda assim o sorriso estaria no rosto.

Crazy Clyclone Attack:
 

Crazy Sky Attack:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

NPC Companheiro:
 


Última edição por Bijin em Qua 30 Maio 2018, 09:11, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptyQua 30 Maio 2018, 01:01





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METZA VAN HAWTHORNE



CACTUS ISLAND / POST 19






*Mas... mas... como? A arma dele não ficou em pedaços com o golpe da Sam?* - A Monarca loira ficava embasbacada e boquiaberta ao ver algo que parecia mágica diante de seus olhos, tentando piscar algumas vezes incrédula para ter certeza que não estava sendo enganada por alguma ilusão - *Que poder é esse? Será que vem da arma ou dele?* - Franzia o cenho Metza em desgosto.


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Mais uma facada em Bijin, já havia golpeado Poo, e agora Samantha... cada golpe de adaga do ninja rubro em seus companheiros fazia com que a espinha de Metza gelasse. Não só pelo fato de ver seus únicos amigos sofrendo com ataques que os aproximavam lentamente da morte, mas por lembrar muito bem o que aconteceu com a embarcação de Bart, ver seus amigos caindo aos poucos e aquela sensação de impotência que mostravam que Metza ainda estava muito longe de se tornar a Monarca que quer ser para seu Reino; além é claro de seu sonho ter um fim trágico logo nos portões para as maiores aventuras chamado "Grand Line".


- Pelo Reino... - Murmurava a capitã em um tom de voz baixinho com um sorriso de satisfação estampado em seu rosto após acertar um chute nas costas de Slayer e ver ele sendo estocado pela lança de Lora. Todavia a alegria da loira não durou segudos, e o ninja com uma técnica bizarra conseguiu acertar as quatro garotas de uma vez, empurrando-as para longe.


Metza rangia os dentes e cerrava o cenho tentando ao máximo suprimir a dor causada pelos grandes cortes da espada gélida de Slayer que parecia mais ter sido forjada diretamente no mundo dos mortos. A adrenalina da loira era uma de suas aliadas no combate e a ajudavam a focar no objetivo de derrotar o ninja colorado o mais depressa possível.


- Lora...? - Perguntava Metza sem reação ao ver a sua amiga sirena polvo caída, inconsciente e ferida gravemente. Lá estava ela, a personificação de seus ideais de liberdade, derrubada por apenas um seguidor desse tal Mille Kellig. Uma lágrima brota repentinamente dos olhos de Metza e escorre pelo seu rosto arrepiado pelo frio proporcionado pela neve - SLAYERRRRRRRRRRRR! - Berrava a Monarca Descalça com um olhar fulminante, como se seus globos oculares fossem a porta para o próprio inferno - Você pode ser forte mas o Reino jamais te perdoará pelo que você fez! - Metza chacoalhava a cabeça negativamente em reprovação enquanto deixava mais algumas gotas de lágrimas sairem de seus olhos - Juntos nós vamos te derrotar custe o que custar! VIVA O REINO! - Levantava o braço com o punho cerrado a loira de uma forma menos impusiva que o habitual, para evitar que os cortes em seu peito se abrissem ainda mais desnecessariamente.


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Metza não fazia ideia se Loraelis estava morta ou apenas inconsciente. Mas de qualquer forma Slayer estava indo longe demais... e ele precisava ser parado! E ele IRIA ser parado! - Helenaaaaaa! - Chamava pela médica alada do grupo com sua bela e firme voz de líder em um volume alto para que ela conseguisse ouvir na distância que estava - Cuide da Lora! Ela não parece estar bem... - Franzia a testa Metza, expressando claramente um ódio compulsivo por Slayer, enquanto a ficha caia ainda mais que aquele desgraçado poderia ter colocado uma companheira do Reino dentre suas vítimas e poderia colocar ainda outra - Eu não permitirei que você zombe de nós! Você mexeu com as pessoas erradas por isso eu decreto que será punido pelo Reino! - Apontava a monarca com seu dedo indicador dirigindo-se claramente a palavra para o ninja.


Depois da bruxaria de Slayer de reconstruir suas armas quebradas novamente em instantes, era possível concluir que dificilmente desarmá-lo teria grandes utilidades na prática. Ele também era rápido e sabia lutar com chutes assim como Metza e Sam; este plano estava abortado por ora na cabeça da Monarca.


Portanto, tendo em vista que o último golpe havia sido bem sucedido e que a grande velocidade de ataque de Slayer era suprimida quando ele tinha que lidar com vários fortes oponentes de uma vez só (no caso os membros do Reino), Metza iria utilizar a mesma táctica de outrora e se posicionar-se há alguns metros do ninja escarlate em seu ponto cego, de frente para suas costas.


Caso ele a acompanhasse em seu movimento para evitar que ela se colocasse em uma posição de vantagem ou se ele partisse para o ataque tendo como alvo direto a Monarca, ela iria parar seu movimento para tentar contorná-lo e focar apenas em se esquivar de suas investidas aguardando que algum companheiro o pegasse desprevenido enquanto ele atacava. Neste caso, Metza usaria seu Artistic Backflip para manter distância do ninja enquanto se esquivava de seus ataques de onde quer que eles viessem e recuando para evitar o contato de suas lâminas. Para o caso de Metza ser forçada a utilizar seu movimento de esquiva por três vezes consecutivas e Slayer estar aplicando um combo nela, Metza iria agaichar-se e aplicar uma rasteira giratória nos pés de Slayer quando ele fornecesse uma abertura e, caso ele caísse no chão, golpear sua cabeça com toda a força como se ela fosse uma bola de futebol americano para deixá-lo inconsciente.


Porém se a estratégia de Metza funcionasse novamente e ela conseguisse se posicionar atrás de Slayer sem que este percebesse sua movimentação, a loira iria novamente correr em sua direção quando ele estivesse distraído por um ataque frontal ou lateral de outro companheiro para então deslizar pelo gelo aplicando-lhe uma rasteira em sua perna de apoio para derrubá-lo no chão. Se isso realmente acontecesse, Metza iria lhe dar rapidamente um chute na cabeça para incapacitá-lo com toda sua força aplicada no peito de seu pé esquerdo.


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Se após uma das tácticas de Metza visando derrubar seu oponente no chão desse certo, mas ele aparentasse estar atento ao ocorrido e pronto para desferir algum golpe, se Metza julgasse que seu chute final não seria detido ela se sacrificaria resistindo ao ataque do ninja para finalizá-lo mas se o golpe aparentasse ser muito forte ou que sofrê-lo impediria Metza de derrotar Slayer naquele momento, ela executaria novamente seu Artistic Backflip para evitar o contra-ataque do ninja e aguardaria nova oportunidade se ele se levantasse.


Por ventura se uma das rasteiras desferidas por Metza não fossem suficientes para levá-lo ao chão, mas suficientes para deslocá-lo ou atordoá-lo, Metza iria finalizá-lo com um Somersault Kick visando seu queixo com toda sua força de uma forma plástica e artística para apagá-lo. Se suas rasteiras nem fizessem com que Slayer abrisse a guarda para receber um ataque incapacitante, Metza iria utilizar seu Artistic Backflip para se distanciar de seu alvo o mais rápido possível e evitar tomar mais um golpe de uma de suas armas bizarras.


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Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptyQua 30 Maio 2018, 22:52

Karthus desafia o Reino



Se essa batalha acabar com minha vitória, vou parar para contar meus dedos, se nenhum saiu voando foi sorte.

Fui cortada, fincada e agredida ferozmente pelo Slayer, não no sentido que eu gosto, e não estava sozinha, visto que Bijin também sofreu graves ferimentos... Esse embate tinha seus altos e baixos, segundos de tensão e animação, a esperança ainda vivia, mas respirava por aparelhos. Ninguém conseguiu parar totalmente o ninja, nossas forças e energia se esvaiam nas mais diversas tentativas frustadas que tivemos, e mesmo quando parecia que teríamos sucesso, falhamos mais uma vez.

Avancei contra o assassino rubro, embora ele não se importasse, por isso recuei e protegi a capitã enquanto Bijin partia para o ataque, antes que a garota peculiar o retaliasse o ninja reagiu a cortando em um vertical, fazendo com que seu sangue jorrasse, novamente o maldito exibiu sua velocidade vantajosa sobre nós, todavia foi nesse momento que achamos que críamos uma oportunidade de abate. Bijin utilizou de sua força para segurar Slayer, aproveitando que ele estava próximo e se focando em me acertar, nesse instante não perdi a chance de atacá-lo, focada em desarmar o bastardo e foi o que fiz.

Quando acerto um chute na espada, consigo quebra-la em vários pedaços, foram segundos de felicidade, algo bem sucedido e bem feito, tínhamos a chance de atacar sem piedade, logo que ele estava sem uma de suas armas... Foi o que pensei, embora não tenha acontecido nada disso depois. Ele foi tão rápido que mal pude acompanhar, apenas senti o golpe ultrapassar todas as barreiras possíveis, incluindo a minha pele, carne e o que mais tiver.

-Não comemorem com tão pouco - gozaru!- Zombava Slayer, por termos sorrido por apenas quebrarmos uma arma, que magicamente começou a se moldar de volta, reconstruindo-se a partir do zero - Vocês ainda sequer me causaram dano - gozaru!

Desnorteada, senti uma energia fria vinda do golpe, como se fosse congelar por dentro, aquele ser não era normal! Eu observava o que ele fazia, como é rápido, seus golpes causam efeitos anormais e consegue criar armas do nada... Que ser ele é? Seria isso que a Grand Line nos guardava? Enquanto tentava me recuperar do golpe do ninja, ele atingiu um pouco abaixo das costelas, e deixava que o frio me deixasse cada vez mais pálida, o golpe me fazia enfraquecer e congelar e tudo que pude fazer era sentir a agonia crescendo e crescendo dentro de mim, até que enfim senti o alívio da lâmina sair do meu corpo, por conta de uma reviravolta.

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Metza avançou contra Slayer, acertou um golpe certeiro com seus pés, jogando-o contra Loraelis que apontava sua lança em direção do inimigo, o perfurou, ele grunhi por receber o golpe, Bijin e eu respirávamos aliviadas por estarmos livres daquele frio torturante que ele emanou pela sua arma, antes mesmo que pudêssemos reagir, o ninja proferi algumas palavras diferentes ao meu ouvido e tudo gira ao meu redor. Fui jogada alguns metros longe do assassino, depois de receber mais alguns cortes no corpo que com tanta violência e velocidade que conseguiram repelir todos ali ao redor. Naquele ambiente branco por conta da neve, pintamos com o vermelho do nosso sangue, isso só me deixava com mais raiva do bastardo.

Dor, dor e mais dor era o que sentia. Meu rosto e troncos estavam cortados, meu organismo tentava reagir, avisando que eu devia parar, a dor dos golpes faziam-me pensar nisso, meu abdome ardia por conta do ocorrido e eu me reerguia lentamente, tentando voltar à mim, poucos segundos se passarem desde o momento que quebrei a espada dele com apenas um chute e do nada já me encontrava no chão, isso chega a ser humilhante. Os meus colegas do bando dão o melhor de si contra Slayer, criando um espaço de tempo o suficiente para levantarmos.

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Ao olhar para o inimigo, ele havia recebido um soco bem dado pelo Poo, mas devolveu em dobro para Lore, que não conseguia levantar. A batalha contra seus submissos ocorria a nossa volta, parecia estar tudo sobre controle, e o que eu podia analisar era que Slayer continuava de pé e pronto para continuar a lutar, assim como minha Monarca Descalça, a Louca, e eu... a sem-nome por enquanto, mas que daria sua vida em prol à causa.

- Está para nascer o macho que vai me bater e bater nas minhas amigas e sair ileso! - Resmungaria, ao mesmo tempo que me restabelecia para lutar.

A situação fica crítica e o Reino tenta se manter firme, mesmo que tenhamos algumas falhas, nossas emoções e instintos assumiam o controle e nessas horas que nossos lados mais sombrios são expostos. Bijin, como sempre responsável por todos nós parte para buscar Helena para ajudar Lora, enquanto Levi bradava, sem muita entoação que Slayer era dele, deve ser coisa de homem falar uma bobagem dessa... Apenas manteria meu foco na batalha, poucas palavras podiam ser ditas neste momento, precisávamos de ação!

O que você faz contra um inimigo veloz que cria armas com mágica? Me pergunto mentalmente, e respondo-me a pergunta com uma simples resposta: Bate com mais força!

Acompanhei o avanço dos meus companheiros em direção ao assassino Rubro, todos gritavam animados que faziam o que faziam pelo Reino e eu faria o mesmo, seja na vida ou morte, minha liberdade acompanha essa bandeira até os infernos. Eu deixaria meus aliados atacarem primeiro, tentaria ficar uma distância de 2 a 3m, dando cobertura, meus colegas com sangue nos olhos desfeririam os primeiros golpes e eu tentaria cobrir os espaços em branco, agindo com agilidade, como nosso inimigo.

Se meus aliados atacassem e ele bloqueasse usando suas lâminas, jogaria meu corpo pela neve com a perna esquerda em riste visando acertar suas pernas com um golpe rasteiro na horizontal, visando desequilibrar e perder as forças, para que os movimentos dos meus aliados tenham sucesso. Miraria na lateral do pé, na altura da dobra do pé, para causar o máximo de dor possível.

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Agora se ele não bloqueasse e sim esquivasse, se estivesse em uma distância favorável, utilizaria da minha técnica "Falling in love", para tentar desferir um movimento onde eu pudesse derrubá-lo, visto que não era tão mais alto que eu e eu sentia que se utilizasse formas de atacar onde mantivesse meu corpo mais reto possível, meu abdome doeria menos, entretanto se ele não estivesse dentro do meu alcance para inibir que esquivasse, ou algo ou alguém estivesse ou entrasse no caminho, não executaria a técnica e tentaria voltar a uma posição confortável para lutar e na mesma distância já citada para poder continuar a dar suporte aos meus colegas. Se fosse possível a execução da técnica, enquanto a desenvolvia, diria como forma de finalização do movimento:

- Caía de amor por sua Deusa! Falling in Love!

Estaria preparada para atacar caso alguém desse a oportunidade, seja ela: o parando; imobilizando; desferindo um golpe que o faça tontear por algum tempo; ou simplesmente abrir um espaço de tempo o suficiente para que eu ataque e consiga sair para dar chance para meus colegas atacarem; Dentro dessas possibilidades, reagiria da maneira mais afetiva e ágil possível, correndo em direção de Slayer erguendo meu joelho direito para atingir a sua região torácica, seja a frente, lateral ou costas, desde que conseguisse fazê-lo perder um pouco de ar e então sairia dando um salto para a lateral esquerda, permitindo que meus aliados continuassem a atacar.


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Em todas as ocasiões estaria preparada para me esquivar da fúria do assassino, usando as minhas habilidades acrobáticas como rota de fuga. Se ele desferisse um golpe que eu pudesse visualizar vindo, tentaria desviar dando um giro no meu próprio eixo, com meus braços fechados e juntos do corpo, para a direção contrária de onde o ataque vinha, teria como prioridade a velocidade da esquiva, não sua execução, o quanto mais rápido o fizesse, melhor. Se Slayer tentasse executar aqueles movimentos tão rápidos que mal conseguimos ver, saltaria para trás e ao mesmo para a direita, na diagonal, com a mão em cima do meu corte, para proteger que seja agravado. Também preveria se ele tentasse atacar algum aliado meu que defendesse Lora, saltando na frente da arma se necessário, principalmente se ele ousasse interferir no resgate de Lora atacando Bijin, correria para proteger a garota peculiar, jogando-me entre eles, para impedir que a loira fosse acertada mais uma vez.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptyQui 31 Maio 2018, 19:35



NARRAÇÃO




Slayer se mostrava um inimigo preciso e poderoso, mesmo lutando com um grupo maior de pessoas o ninja demonstrou grande proficiência em combate pois mesmo encurralado ele soube como contornar uma situação desvantajosa para virar o jogo a seu favor resultando na queda de Loraelis. Aqueles envolvidos no combate entravam em certo choque ao ver a companheira cair enquanto seu algoz tentava definir alguma nova estratégia, muitas coisas aconteciam naquele cenário, Helena armada de sua pistola trocava disparos contra um grupo de atiradores que pareciam ter se posicionado em um terreno mais alto que existia entre o porto e a cidade, devido a neblina e a falta de cobertura para sua defesa a celestial se encontrava com alguma desvantagem contra os inimigos que escondiam sua presença, Genn também armado com uma arma de fogo impedia o avanço de piratas remanescentes próximos que lutavam com algum estilo de corpo-a-corpo sendo espadachim, lutador e etc, que buscavam fazer parte do conflito do Slayer contra os integrantes do Reino, Ezequiel conseguia avançar junto com Lily de maneira furtiva buscando flanquear os inimigos que trocavam fogo com Helena e que ainda estavam escondidos, o problema era que eles em consequência disso acabavam ficando mais afastados de todos os outros membros entrando em um campo que mais ninguém ali tinha visão.

Ao soprar frívolo do vento Aleister seguiu em direção da sirena que estava apenas à alguns metros de distância, chegando lá cobriu o corpo de sua companheira com seu casaco que havia ganhado de Bijin, o gatuno avançou contra o ninja seguindo o ritmo de Raksha, um pouco mais atrás vinha a Samantha e Metza que seguia com a mesma estratégia usada anteriormente. -Reino isso, reino aquilo, é só isso que vocês sabem falar -gozaru?- Debochava o assassino rapidamente movimentando sua cabeça junto com seu olhar buscando memorizar a posição de cada um de seus oponentes. Enquanto os demais iniciavam seu avanço Bijin amassava um punhado de neve suja com sangue, pólvora e uma coloração amarelada misteriosa e amassou tal punhado contra o ferimento a procura de algum alívio para a sua dor, não parecia ser algo muito efetivo naquele momento já que seus ferimentos e sua dor eram muito grandes para que um punhado de neve desse conta, feito isso a mulher correu em direção de Helena buscando a médica que ao enfrentar inimigos em uma situação tão problemática perdia um pouco seu foco na luta de seus colegas, infelizmente Bijin abaixava sua guarda ao seguir em direção a médica talvez considerando que a situação onde Helena lutava estaria mais tranquilo, o que a ferreira não esperava é que tal deslize não colocava somente ela em risco mas também a celestial. -Venha comigo!- Gritou a guerreira para Helena atraindo o foco da médica. -Vou te dar cobertu...- | -AHAHAHA ENGOLE ESSA!- | -BIJIN CUIDADO!- Bijin só viu Helena pulando para cima dela com o braços esticados e abertos enquanto um zumbido ensurdecedor surgia ficando cada vez mais alto e só quando era tarde demais que a louca viu um projétil vindo do alto caindo em um ângulo de aproximadamente sessenta graus, o projétil, muito provavelmente de morteiro, caiu uns três a quatro metros de onde Bijin e Helena estavam mas infelizmente isso não era o bastante para salvá-las da explosão provocada assim que a bala se chocou com o solo fazendo tanto Helena quanto Bijin ficarem em meio às chamas.

A explosão fez o chão tremer com um rompante de chamas que fazia terra e fumaça voar pelo cenário, o estrondo tinha sido ensurdecedor podendo alarmar qualquer um ali, Samantha, Raksha e Levi que seguiam seu avanço contra Slayer não tinham de visão de onde tinha sido a explosão e sendo assim também não sabiam os alvos que tinham sido englobados na mesma, no entanto Metza estava começando a se posicionar atrás do oponente quando ela viu um projétil grande descendo em direção de suas amigas e de onde ela via o ângulo fazia parecer que o projétil tinha sim acertado na sua general e na sua médica vendo também ambas sendo engolidas pelas chamas e pela fumaça. -Então agora já foram três -gozaru.- Afirmou o assassino com um olhar maníaco fitando a Monarca Descalça.

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Diante dos olhos de Bijin tudo acontecia muito rápido, a primeira coisa que ela viu foi aquele anjo saltando em sua direção com genuína preocupação pela sua segurança, depois foi o objeto caindo com imensa velocidade provocando uma grande explosão, tudo que ela viu daí foi sua companheira sendo jogada contra ela e suas asas a envolvendo seus ombros e sua cabeça em um tentativa de proteger a ferreira, a essa altura a mulher poderia imaginar que aquele momento seria o de sua morte mas o destino parecia ter outros planos, Bijin sentiu o calor extremo sobre seu corpo e logo em seguida sentiu a estranha sensação de ser jogada para que logo em seguida sentisse que estava em uma queda, o que as pessoas de fora não viram foi que o momento em que o projétil bateu no solo ele não só afundou na neve mas também um pouco na terra e quando explodiu ele criou um buraco em que a celestial e a humana caíram logo depois de serem jogadas no ar, Helena por pular na frente da ferreira acabou assumindo para si maior parte do dano da explosão cobrindo sua companheira com as suas asas para protegê-la, mesmo assim a queda foi muito truculenta fazendo ambas baterem com alguns objetos de madeira para depois sofrerem com quedas de alguns pedregulhos pesados sobre seus corpos. Helena rolou para o lado liberando Bijin e caindo deitada ao seu lado, ambas estavam caídas no chão com diversos ferimentos de contusões, queimaduras e até mesmo pequenos cortes devido a algumas pedras mais pontiagudas, o lugar estava coberto de uma fumaça negra que se estendia por todo o ambiente que parecia ser algum tipo de bunker, porão ou alguma espécie de estoque secreto dado que ainda estavam bem pertos do porto, seja o que fosse era difícil analisar com precisão graças a fumaça que se estendia ali mas aos poucos começava a se dissipar graças ao imenso rombo do teto.

Olhando o estado de Helena a ferreira poderia notar que a celestial estava em suas últimas com mais de o dobro de ferimentos que Bijin conseguiu ter desde o início do combate graças aquela explosão, as asas de Helena estavam bem chamuscadas para não dizer queimadas, a maioria das penas não existiam mais enquanto as poucas que sobrava eram tomadas por uma coloração negra chamuscada, uma das asas estava visivelmente quebrada com uma fratura exposta. -E-e-ei… Bijin...- Dizia a médica bem fraca movendo a cabeça procurando sua amiga. -Vo- você… você está bem?- Perguntou Helena olhando a amiga nos olhos para logo em seguida desmaiar, mesmo com ferimentos graves Helena ainda dava sinais de vida respirando mas isso não indicava que sua situação era estável, no entanto outra coisa poderia chamar também atenção da ferreira pois com a explosão muitas coisas ali naquele lugar foram destruídas e uma dessas coisas era um baú grande de madeira que tinha sido completamente destruído e desse baú saia uma fruta rolando em sua direção parando alguns centímetros do lado da médica, era uma fruta com um formato estranho com cores exuberantes coisa que a louca nunca tinha visto antes mas que talvez já tivesse ouvido falar como se o destino tivesse ouvido suas preces desejando por mais poder.

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Quando a explosão aconteceu Raksha, Levi e Samantha avançavam sem ver o que explodia ou onde explodia entendendo apenas que tinha sido um ataque inimigo e o que viram foi Ezequiel e Lily avançando para onde possivelmente tinha sido a fonte do ataque, Metza pelo posicionamento via o projétil acertar sua companheira e via a mesma desaparecer em meio às chamas, a fumaça negra cobria uma grande área onde projétil tinha acertado não sendo possível ver nada ali principalmente o buraco gerado. Com o avanço do Reino o primeiro a atacar era Raksha dado ao seu alcance maior, o mink habilmente manuseou sua lança golpeando o ninja que ao notar o mink se preparando para o ataque começou uma estratégia de bloqueio posicionando ambas as armas em paralelo contra a lança a parando por algum momento e iniciando uma breve disputa de força, a força de Slayer aos poucos começava a superar a do tigre que já estava se preparando para continuar com sua sequência até que Levi pulou se apoiando na haste da arma para usá-la de trampolim contra o inimigo, por mais que Raksha fosse forte a movimentação do jovem Flamel obrigou o tigre recuar sua arma dado ao impacto do impulso tirado naquele salto, Levi estava sedento pelo sangue de Slayer no desejo puro de matá-lo e por mais que sua movimentação tenha prejudicado o ataque de Raksha ela acabou colaborando na sua fornecendo um impulso para um salto quase decente levando em conta a instabilidade de seu “trampolim”, mesmo assim o ninja inclinou seu tronco no último momento para a esquerda em um movimento de puro e lapidado instinto conseguindo esquivar parcialmente do dano, Levi passava sua faca na lateral do rosto de Slayer cortando sua máscara e sua carne revelando parcialmente seu rosto agora com um corte profundo na bochecha que imediatamente começou a sangrar.

Assim que o homem inclinava seu tronco Samantha avançou vendo sua janela para executar sua rasteira e levantar uma das pernas de Slayer causando dano com seu chute, a lutadora sentiu que teria derrubado o homem se não fosse por sua grande destreza que ao notar o tombo imediatamente apoiou uma de suas mãos no chão não caindo graças a perna que ainda estava em solo e a um de seus braços assumindo uma posição bem desajeitada, mas antes que tudo parecesse terminar Metza surgiu mais uma vez aproveitando da abertura que seus companheiros criaram e com seu deslizar ela acertava a perna de apoio finalmente derrubando Slayer no chão, o ninja imediatamente posicionou ambas as mãos próximas do corpo e as levou para o solo enquanto Metza se reposicionava para transferir um último golpe, o ninja começou a girar corpo com suas pernas abertas executando um golpe similar ao espacate negativo de Samanta, o chute acertou Samantha, Levi e Metza, porém antes de golpear Metza Slayer tomava um chute em um de seus braço próximo da região do cotovelo, mesmo a capitã mirando acertar na cabeça no momento em que ela executou seu chute Slayer já estava se posicionando graças a sua grande agilidade e destreza para executar tal técnica que mais uma vez afastada aqueles que tinham sido golpeados, no entanto Metza pode sentir que seu chute tinha sido efetivo de alguma forma mas não pode identificar já que mais uma vez tinha sido jogada contra o solo.

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O golpe acertou abaixo das costelas de Levi, acertou o rosto de Samantha a fazendo cuspir sangue e o maxilar de Metza, todos os três chutes tinham sido executados com uma força extrema sendo difícil de acreditar que aquilo era uma perna humana dado ao dano que tinha sido provocado, Levi certamente sentiu uma ou duas de suas costelas se quebrando com aquele golpe, Metza viu tudo ficar embaçado com algumas manchas negras e luzes fortes em seu campo de visão, o que a artista não via era que seu chute tinha sido a chave para desarmar a técnica de Slayer que tentava se reposicionar se levantando. O ninja se levantava percebendo que uma de suas adagas tinha caído no chão mas antes sequer que ele a buscasse sua arma a ruiva avançou acertando uma joelhada no seu tórax obrigando-o a recuar alguns passos, distraído por ter deixado sua arma cair o ninja sequer percebia o ataque de Samantha e antes que ele pudesse sequer encarar a mulher novamente Raksha acertou a lateral do corpo do ninja continuando com a movimentação que Levi tinha interferido anteriormente, a haste da arma acertava em cheio as costelas do homem que ao receber o golpe encarou a lança irritado e imediatamente tentou agarrá-la mas antes que pudesse o mink puxou a arma fazendo que a lâmina fizesse seu caminho no corpo do ninja provocando um corte profundo no inimigo que com aquela movimentação acabava cambaleando um pouco para trás enquanto o sangue jorrava de seus diversos ferimentos.

Slayer estava em uma péssima situação, tudo começava pelo seu ferimento no abdômen com uma perfuração meio rasa mas que ainda assim deixava o sangue escorrer e que afetava de alguma forma sua movimentação, seu rosto parcialmente revelado exibia um corte profundo entre sua bochecha e maxilar provocado por Aleister, tinha também agora um corte profundo na lateral de seu corpo na região das costelas, tal ferimento parecia ser extremamente grave mas de alguma forma o ninja se mantinha em pé com vida e o mais estranho ainda era que ele ainda parecia poder e querer lutar, durante o combate Slayer tinha tomado muitos golpes por impacto provocando danos de esmagamento em seu corpo, o primeiro tinha sido em suas costas mas esse não parecia afetar sua movimentação mas o de seu braço causado pela Metza na região do cotovelo e o de seu torax causado pela ruiva pareciam sim afetar sua movimentação, infelizmente o mesmo valia para os membros do reino, Metza ainda estava com sua visão meio turva e o corpo meio cambaleante devido a sua baixa resistência contra um oponente tão forte, Loraelis estava inconsciente com ferimentos graves em meio ao frio, Levi agora estava com algumas costelas quebradas e tinha sido arremessado para um pouco mais longe de posição original no fim de sua movimentação ofensiva, Samantha também tinha seus ferimentos de corte assim como os de impacto mas ainda parecia conseguir se mover com alguma dificuldade, Raksha até agora não tinha tomado dano graças ao seu alcance superior, sua estratégia e aos seus aliados que até agora só tinham se jogado na frente do inimigo buscando causar algum dano como consequência, Bijin que era a que mais tinha sofrido até agora acabava de ser superada pela a Helena que tinha se sacrificado para proteger sua companheira, na percepção de Metza ambas poderiam estar mortas já que era difícil ver algo na região onde tinha acontecido a explosão.

-Tsc vieram incomodar logo agora…- Falou o homem direcionando seu olhar pelo cenário e pela cidade atrás de si. -Enfim… Eu ainda estou aqui -gozaru e matarei mais de vocês antes que tudo isso acabe.- Vociferou o homem, sua voz estava visivelmente alterada com o cansaço bem perceptível em seu timbre, o homem manuseou sua adaga única agora movimentando apenas um de seus braços parecendo poupar o braço desarmado e se tinha um momento em que a cruzada final entre o Reino x Slayer tinha que acontecer então esse momento seria agora, Metza só lembrava de sua vaga promessa a Lora de que não iria perder ninguém naquela ilha mas diante de si ela viu a pessoa a quem fez essa jura cair, sua amante -ao seu ver- estava muito provavelmente morta assim como Helena e o homem responsável por aquilo estava alguns metros a sua frente sendo que tudo que ela via devido sua visão turva era um borrão vermelha em meio aquele cenário branco.



-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptyQui 31 Maio 2018, 23:12




Raksha, o Libertador



Enquanto avançava, primeiro Raksha pôde ver Lily e Ezequiel se afastando do centro do combate para atacarem alguém mais distante. Depois ele pôde ouvir o barulho de uma grande explosão vinda atrás de si. Por último escutou as palavras de Slayer - Então agora já foram três -gozaru.

Como não pensar que os atingidos poderiam ter sido seus dois companheiros? Certeza não podia ter sem que se virasse para verificar, mas as chances eram altas, afinal de contas apenas Bijin e Poo não haviam avançado dessa vez contra o ninja, e Helena e Genn eram os outros dois aliados lutando contra os seguidores de Slayer.

Apesar da vontade de olhar, o Mink sabia que precisava se focar no inimigo a frente. Era o líder e desde que caísse os outros seguiriam. Seu temperamento calmo e sua frieza em combates o ajudaram a realizar os ataques que precisava, e apesar de uma interferência do humano Levi, no fim foi capaz de atingir o ninja, mesmo que a luta não tivesse acabado.

Isso não significava, no entanto, que por dentro ele estivesse tranquilo quanto a situação dos dois minks que o acompanhavam. Na verdade, ele sentia como se uma mão estivesse envolvendo seu coração, apertando, espremendo, torcendo. Até mesmo precisava fazer um certo esforço para respirar, apesar de não estar cansado ou mais ferido do que antes. Em sua mente ele se lembrava das palavras ditas por Lily enquanto ela e Ezequiel ficavam ao seu lado quando ele fitava o horizonte após terem ficado para trás no farol.

-Eu vou repetir “você não está sozinho” eu falei que iria te ajudar em sua missão, não lamente enquanto fita o horizonte Raksha, deixe isso para nossos inimigos pois amanhã é um novo dia e deixe para ter as respostas deles no futuro pois agora está na hora de seguirmos o nosso caminho.-

Era verdade. A mulher havia aceitado segui-lo, ajuda-lo, e por mais que Ezequiel não tivesse dito em voz alta, o Tigre acreditava conhece-lo o suficiente para saber que o Leão não o abandonaria. Apesar da experiência frustrante com Royce e Ken, ele ainda não havia perdido a fé. Mas se tivessem morrido ali e agora...

Scar tinha lhe alertado a não se apegar aos outros. Se apegar significa se ferir. E só em imaginar seus dois companheiros mortos, aquela mão invisível em torno de seu coração apertava mais lhe causando uma dor emocional que nunca havia sentindo antes. Queria rugir para extravasar isso. Queria gritar por Ezequiel e Lily. Mas aquele não era o momento. Mesmo perante a preocupação, perante a dor, ele se manteve calmo. Mesmo perante as probabilidades, manteve o controle.

Seu olhar, no entanto, que desde o início do combate era frio e determinado, agora tinha em si uma intensidade a mais. Nenhuma palavra era dita, seus olhos já contavam aquilo que passava em sua mente. “Você ainda está aqui. E vou garantir que não saia vivo.” Pelas palavras do homem imaginava que os caçadores tivessem chegado finalmente na cena, mas como lidar com eles, se esse realmente fosse o caso, era algo que teria de ser analisado depois.

Ignorando a vontade de olhar para trás, de procurar pelos companheiros, de ver quem tinha chegado, de rugir, de saltar para cima do ninja, o que Raksha fazia era na posição defensiva costumeira andar para o lado desarmado do homem. Com a lança apontada para frente, o forçaria a acompanhar sua posição, abrindo a guarda para Metza e os outros.

Se Slayer o atacasse, usaria suas táticas defensivas para tentar se proteger, buscando aguentar firme e não cair se fosse golpeado. Isso também abriria espaço para que os outros o atacassem, e apenas se Slayer tentasse se defender deles, quer seja através de esquiva, bloqueio ou contra-ataque, Raksha entraria em ação atacando de uma forma simples, mas firme, com uma estocada mirando seu coração, retraindo a lança no momento seguinte.

Estocar, retrair. Se mover forçando Slayer a prestar atenção em si e abrir a guarda para os outros. Se defender caso seja preciso. Estocar e retrair novamente, caso Slayer se distraia o mínimo que seja. Repetir. Tentando ser preciso no timing, esperava com isso impedir que o adversário ferisse mais alguém enquanto adquiria mais e mais feridas, até não mais conseguir lutar de volta.

Se em algum momento percebesse que o ninja estava prestes a realizar um ataque mais poderoso que o comum, nessa hora então, permitiria soltar tudo. Toda a preocupação, dor, desespero em um único rugido que distraísse o homem nem que fosse por uma fração de segundos.

– ROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! -

Junto ao rugido Raksha daria um leve salto para frente, continuando a aplicar a estocada de sempre, mas somando a ela a força do salto e o poder de suas emoções.

---

Havia a possibilidade de o inimigo tentar quebrar aquela tática ao recuar fugindo por uma abertura, mas considerando o estado de suas feridas, sua movimentação não seria tão veloz quanto a do início. Talvez em combate tivesse um gás final, um brilho intenso antes de se apagar, mas se fosse fugir, isso não ocorreria. Nessa situação, Raksha o seguiria a passos rápidos, mas firmes e intensos, tentando não deixa-lo sair de vista. Sempre que se aproximasse fintaria uma estocada, sem de fato a realizar, apenas para minar a estamina do homem ao força-lo fazer força para se defender toda vez.

Uma vez que percebesse que o ninja havia se cansado ainda mais, a ponto de não conseguir se defender rapidamente, ou que começara a desdenhar de suas fintas sem buscar se defender, aí então o Tigre daria uma estocada real, colocando toda sua força por trás dela, junto de um rugido poderoso enquanto esta estivesse sendo aplicada. – ROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! -


---

Havia a chance que Slayer de início deixasse de ficar passivo e ativamente atacasse os três feridos. Assim que seu corpo se movesse para fazer isso, Raksha aplicaria a estocada, buscando quebrar o timing do ninja e dando aos outros a oportunidade de reagir antes de serem feridos.

Caso percebesse alguém se preparando para atacar o ninja com tudo que tinha, Raksha saberia que aquele era o momento de expressar o que sentia. Saltando estocando e rugindo, ele esperava ou distrair o homem para que recebesse o ataque da outra pessoa, ou simplesmente acerta-lo e finalizar com sua vida.

– ROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! -

---

Se em qualquer momento fosse atacado, desde que estivesse com a lança em posição tentaria usar suas táticas defensivas para se defender e depois contra-atacar. Se fosse atacado enquanto estivesse com a lança estendida (após um ataque próprio), daria passos para trás ou para os lados enquanto retraía a lança para tentar realizar o bloqueio.

Táticas Defensivas:
 

---


Se em algum momento Slayer fosse derrotado, ou até mesmo se ficasse tão mal a ponto de não apresentar mais perigo para os outros e estivesse incapaz de fugir, aí então Raksha recuaria um pouco, seus olhos vagando freneticamente pelo campo de batalha em busca de Lily e Ezequiel, aproveitando para verificar a posição dos "recém chegados" assim como o possível motivo da explosão.

Caso os avistasse iria correndo em sua direção, usando golpes de corte horizontais para tentar “varrer” qualquer um que ficasse em seu caminho, já se não os visse, faria o mesmo mas indo em direção ao local da explosão.




Histórico:
 
Objetivos Atualizados:
 

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Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Última edição por GM.Wild Ragnar em Sex 01 Jun 2018, 02:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptySex 01 Jun 2018, 01:22





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METZA VAN HAWTHORNE



CACTUS ISLAND / POST 20






Metza teve tempo apenas de arregalar os olhos e abrir a boca em reação de surpresa conforme o projétil se chocava contra o chão próximo de onde Bijin e Helena estavam enquanto as chamas envolviam ambas. Estavam provavelmente mortas.


- Então agora já foram três -gozaru. - Zombava mais uma vez o ninja sádico, enquanto se deliciava com a sensação de estar executando seus adversários um a um, sendo que seus adversários no momento eram os amigos de Metza - *Não... - NÃO!!! Rrrrrrrrrghhhhahhhhhhhhhhhhhhhh! - Urrava a Monarca Descalça com a situação da qual presenciava. Primeiro Loraelis e agora Bijin e Helena... pouco a pouco seus aliados sucumbiam ao campo de batalha e pouco a pouco ela se enfurecia com aquele homem que estava despedaçando seus sonhos com as próprias mãos; aquele homem chamado Slayer...


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Por mais que doesse profundamente no âmago de Metza saber que o amor de sua vida e suas amigas poderiam muito bem estar mortas, não havia tempo para luto ou demais sofrimento. Metza deveria ser fria e uma boa líder e se preocupar agora com baixar no campo de batalha era literalmente pedir para o número só aumentar. Infelizmente sua preocupação com Lora, Bijin e Helena deveria ser reduzida ao sentimental enquanto a razão mandava que ela tinha que derrotar Slayer o mais depressa possível.


Felizmente, por outro lado, Slayer ia aos poucos sentindo os desgastes da punição proporcionada pelos ataque dos Reinos. Ele já não era mais tão ágil e nem tão saudável como outrora. Ele sangrava copiosamente pelos golpes com as lanças e pela adaga de Levi, isso sem contar os chutes de Metza e Samantha.


Apesar da situação tensa e crítica em que o Reino se encontrava, Metza sentia também que Slayer não era um bicho de sete cabeças quando todos atacavam em sincronia como um grupo, como um bando... e era dessa forma que novamente Metza conseguia encaixar seus chutes com o ataque de outro companheiro (dessa vez Sam) para machucar o assassino escarlate.


Cada pancada que era recebida pelo ninja, um sorriso jocoso e maroto brotava-se instantaneamente em Metza. Sua felicidade era instantânea pois cada ataque bem sucedido significava mais um degrau avançado para derrotar Slayer. E a escadaria aparentava cada vez mais próxima do fim.


- Isso! - Comemorava a capitã após conseguir derrubar Slayer ao deslizar na neve e bater em seu pé de apoio com uma rasteira. Ele caia no chão de uma forma provavelmente inesperada e, instintivamente, Metza já se preparava para chutar sua cabeça com toda sua força aplicada no peito do pé esquerdo. Entretanto, mesmo gravemente ferido, o ninja colorado conseguia golpear em área com os pés atingindo novamente diversos aliados da capitã do Reino e, nela, o ferimento fora no maxilar com uma força suficiente para deixá-la atordoada.


Metza piscava algumas vezes encurvada para a frente e esfregava seus olhos com seus punhos cerrados fazendo movimentos circulares para tentar colocar sua visão em foco novamente. Enquanto tentava recobrar sua consciência e ajeitar seu maxilar com uma das mãos para ver se ele não estava deslocado, ela cambaleava de um lado para o outro sem seguir um padrão.


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Se a Monarca não conseguisse enxergar minimamente a posição do ninja por conta de sua visão turva ou conseguir caminhar em uma linha minimamente reta por conta de sua desnorteação, ela daria alguns passos para trás e agacharia para evitar ser atingida por disparos como Bijin enquanto aguardaria sua visão ser recobrada para que pudesse atacar novamente. *Meu oponente é qualificado... Se eu o atacar com a visão debilitada como está só irei conseguir ferir a mim mesma.* - Concluia a loira consigo.


Caso ela percebesse que Slayer havia sido desarmado em um dos braços, ela bradaria para seus companheiros: - Vamos acabar com ele agora! Imobilizem ou desarmem o braço com o qual ele ainda pode se defender e ele será derrotado agora mesmo. PELO REINO! - Gritaria a capitã mesmo sem ter uma visão clara do que estava acontecendo no campo de batalha.


Se por ventura Metza ainda conseguisse enxergar em que posição Slayer estava, mesmo que só visse um borrão vermelho ou um vulto, ela aguardaria algum companheiro atacar e tentar estabelecer uma noção de que posição Slayer estaria para ela (se frontalmente, lateralmente, diagonalmente ou de costas). Para o caso de Metza conseguir vislumbrar minimamente um provável contra-ataque em um companheiro e determinar sua posição para ela, a artista iria contorná-lo lateralmente, para que ficasse de frente com seu membro desarmado, dificultando assim a investida do rival.


Após o primeiro ataque de um aliado, Metza partiria para cima do assassino grunhindo com sua voz que apesar de encantadora, sabia como ser imponente e meter medo quando requisitada - Rrrrrghaaaaaaah! Pelo Reino!


Com um ataque pelo lado que estava desarmado (e provavelmente tinha seu braço ferido anteriormente pelo chute de Metza), a garota saltaria com uma voadora em média altura suficiente para atingir o rosto do ninja com um chute e, pelo impulso proporcionado pelo salto e com seu peso, ela acreditava ser suficiente para derrubá-lo e incapacitá-lo.


Mas se o chute o levasse ao chão mas não o apagasse, Metza tentaria chutá-lo novamente no rosto com o peito de seu pé da forma que tentara da outra vez que teve como destino seu cotovelo. Porém se o chute o acertasse mas não o derrubasse, Metza aproveitaria o impacto para dar um high kick giratório tendo como alvo sua bochecha ferida pela facada de Aleister com uma força suficiente para levá-lo ao chão.


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Para o caso de Slayer aparentasse que iria contra-atacar de alguma forma (talvez com um chute alto ou se expondo tendo que girar para se utilizar da arma da mão oposta) Metza ainda no ar durante a execução de sua voadora, ela iria se usar de suas habilidades acrobáticas para rodopiar horizontalmente no ar tentando desviar do golpe e, se visse que seu chute aéreo seria fracassado por conta de sua esquiva, ela usaria de seu high kick giratório citado anteriormente.


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Se Slayer partisse para a ofensiva de forma agressiva antes de Metza iniciar seu ataque, a loira iria dar três passos para trás para se distanciar e, caso notasse qual braço seria utilizado pelo ninja para efetuar seu ataque, ela iria dar um pulo na direção oposta para se distanciar da sua linha de golpe e, usando sua aterrissagem do pulo como impulso para executar um chute 540º fitando sua cabeça, ela tentaria contra-atacar e incapacitar seu oponente.


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Tentando se manter atenta para ouvir o barulho de novos disparos feitos com morteiro, Metza tentaria deduzir onde o projétil pousaria e, se ela julgasse que ele estivesse muito próximo dela, iria correr numa direção contrária para próximo do Castelo. Se julgasse que o projétil estava sendo disparado para perto de algum aliado, ela gritaria tentando avisar: - Cuidado "Fulano"! Saia já dai!




Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Metza em Sab 02 Jun 2018, 16:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptySex 01 Jun 2018, 21:36


KABOOOOOOMMMM

Não estava nas minhas melhores condições, já havia lutado algumas vezes na minha vida e nunca cheguei a tal ponto. Me sentia a cada passo mais fraca, sangue e minha vida escorriam juntos, mas havia quem estava em pior estado, Lora, nossa navegadora.

Não tinha má intenção e nem prejudicar alguém, apenas dar o suporte para que Helena, nossa médica, pudesse chegar até Lora, mas em vez de auxiliar fui um estorvo, Helena se sacrificou para me salvar, usou suas asas para me proteger, Helena era entre tantas pessoas que eu conheci uma pessoa boa, mas agora estava caída ao meu lado.

Estávamos em um buraco, calor e frio tomavam conta do meu corpo, a dor tomava conta de diversas partes do meu ser, mas nada poderia causar mais dor do que ouvir as palavras sofridas da celestial. Com suas asas chamuscadas e sem penas e uma enorme quantidade de ferimentos, ela ainda estava interessada em mim. Ela realmente se preocupava comigo e estava dando suas respirações finais sem que ao menos eu pudesse responder, dizer que estava tudo bem, dizer que o Slayer iria morrer, custasse o preço que fosse.

Em meio ao caos uma fruta estranha surge a minha frente, pego ela e a seguro com uma meia mordida na boca, tiro meu casaco e cubro o corpo da Elena para ficar protegida do frio.

- Eu vou voltar! – Falava e dava a primeira mordida na fruta peculiar. - Vou acabar com essa batalha agora.

De dentro do buraco ouvia minha Monarca gritando de dor, mas não era por causa de algum ferimento ou coisa do tipo, ela acreditava que eu estava morta e provavelmente Slayer também. Tirava o capuz e a máscara da minha vestimenta e coloquei bem ao lado de Helena. Iria me apresentar agora ao ninja e ele deveria ver o meu rosto e saber o que era o medo.

Prendi meu cabelo para trás e terminei de comer a fruta buscando um pouco de energia, o pouco que precisava para acabar de uma vez com a luta. Saboreei bem seu sabor, talvez fosse o ultimo que eu sentiria, nem me importei se seria de bom ou mal paladar, na verdade era ruim, mas se estava comendo é porque estava viva e isso era graças a Helena.

Caso sentisse alguma coisa errada no meu corpo não iria me demorar muito com isso. A não ser coisas bizarras como meu corpo sofrer algum tipo de metamorfose, nesse caso pensaria um pouco mais se era possível avançar ou não contra o inimigo, uma vez que tudo tivesse sobre o controle...

Sairia do buraco lentamente buscando visualizar toda a luta e campo de batalha, buscava uma brecha para atacar o Slayer, era a hora do sacrifício, era a hora do tudo ou nada, era hora do Reino mostrar quem era o mais forte. E sem dúvida a general não ficaria de fora.

Busquei por duas figuras grandes que poderiam me dar cobertura nessa hora, Poo ou o Ragnarson, pois minha figura poderia muito bem se ocultar atrás deles, depois segurando meu martelo com o braço bom, o braço cuja clavícula não estava ferida, avançaria em um momento oportuno, momento de decisão, momento de entrega. Usaria toda a velocidade possível, eu queria ser rápida, ele já havia ferido demais o bando todo.

Mas desta vez não estaria mais desatenta, estaria também olhando a minha volta e toda movimentação, se alguém por acaso chegasse perto da cortina de fumaça que eu estava seria acertado pelo meu martelo.

Entretanto também vi que ele tinha muitas habilidades defensivas além de bloquear bem ele tinha boa movimentação, além disso até o momento não vi ele se defendendo de nenhum ataque de cima e essa era minha aposta.

Usando Raksha ou Jack (Jet Poo) como escudo de visão avançaria e usaria minhas ternas para um bonito salto por cima do meu companheiro, eu estaria executando uma manobra de ataque que um certo sargento já havia provado, era o Crazy Sky Attack. Esse forte ataque visava acertar a cabeça, mas nessa altura do campeonato estaria bem acertar sua clavícula.

- O REINO VIVE!!! – Gritaria após a execução do golpe.

Antes mesmo de tocar o chão novamente já estava pronta para executar um segundo ataque seguido, claro que se ele tentasse me acertar no ar não teria como me esquivar, mas colocaria o martelo entre o ataque dele e meu corpo. Mas logo que iniciaria o segundo ataque, o infame Crazy Sky Attack.

Agora era o momento de não mais parar, cada ataque que desferia nesse movimento era agudo e feito para machucar, mas desta vez ele estaria ferindo não só o vilão, pelo menos do meu ponto de vista, mas a mim mesma, mas esse era um sacrifício que eu estava disposta a fazer.

- POO!!! – Gritaria pelo amigo e me movimentaria para perto dele o mais rápido que pudesse. Estava buscando sua proteção como ele o fez muitas vezes antes. - Acho que agora eu estou meio acabada.

Se caso a luta continuasse eu apenas me protegeria como pudesse, evitando os golpes com esquivas rápidas e sempre colocaria o martelo entre o ataque dele e minha esquiva para bloquear o ataque.

Se caso a luta acabasse naquele momento existia mais uma coisa que eu precisava fazer, achar o navio do maldito ninja, ele parecia estar só e isso indicava que ele não deve ter vindo em um navio grande.

- Pessoal! – Falaria antes de sair. - A Helena esta bem ferida no buraco, ela precisa de ajuda.

Então me apoiaria no Poo, cansada, perdendo sangue, estranha (talvez)... Mas minha vontade me direcionava a uma coisa que precisava ser feita antes de perder minha consciência, antes de perder minha vitalidade, pois daqui a pouco isso poderia ser apenas passado e eu precisava fazer isso agora.

- Poo, me ajude a achar o navio desse cretino! – Falaria com ele em um tom de súplica. - Tem uma coisa que eu preciso fazer agora.

Com ajuda ou sem ajuda buscaria o navio do Slayer, assim que encontrasse, seja grande ou pequeno, iria para o local que se encontrava itens de comando e começaria a buscar uma coisa especial, o Den Den Mushi do Slayer e caso eu encontrasse eu o pegaria e deixaria fazer sua ligação automática, que imaginaria cair no quartel do Supernova, assim que alguém atendesse...

- Aqui é Buki Bijin. – Diria com a voz mais forme que eu poderia. - Sou a general do Reino, eliminei dois de seus capitães aqui na Grand Line e quando chegar no Novo Mundo, eu vou chutar a bunda de Mille Kellig.


Crazy Clyclone Attack:
 

Crazy Sky Attack:
 

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Objetivos:
 

NPC Companheiro:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptySab 02 Jun 2018, 21:00

Karthus desafia o Reino




Entre explosões e golpes, me mantive focada e o resultado foi interessante.

Não sabia o que acontecia ao meu redor, meu foco estava naquele maldito que ousou me enfrentar! Melhor, testou a paciência de todos do bando e agora está lidando com as consequências, pois todos na luta entraram em uma só frequência, em uma só vontade (ver Slayer morto, mortisissimo, mortaço).

Fizemos a situação se apertar, o Tigrão atacou primeiro, por conseguir alcançar mais espaço em um curto espaço de tempo, ele fez com que Slayer bloqueasse usando suas adagas, então Levi prosseguiu e usando de suas habilidades e agilidade fez com que o inimigo se esquivasse, fazendo o impossível por conta de ainda sofrer a pressão exercida pelo Raksha, mas enfim levou um corte bem feito no rosto, quase me senti vingada pelo o que ele fez no meu, porém eu que desejo acertar esse débito com o próprio assassino rubro.

Nesse momento vi a oportunidade perfeita para atacar o bastardo, cheguei desferindo a rasteira como planejei, ele caiu de bom jeito ainda se apoiando com um braço no chão, certamente eu desejaria que visse minha cara de raiva para ele, esse cara não se rende nunca? Nem sequer caí no chão! Poucos segundos depois, Metza desfez minha teoria, acertando um golpe bem desenvolvido que chegou a derrubá-lo, não contenho minha alegria de ver tal cena, solto algo parecido com "HAHA", e um sorriso, largo e sincero, por ver minha capitão mostrando para o que veio.

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Até que novamente vi tudo rodando.

Fui copiada! Não pude nem sequer crer no que vi, na verdade, no que senti. O assassino ergueu suas pernas e as rodopiou, como um peão, fui acertada em cheio no rosto, senti o gosto amargo do sangue em minha boca e antes que pudesse pensar alguma coisa, já expeli como reação natural do corpo, fazendo o solo ficar com gotas avermelhadas perto de onde estava, certamente eu não deixaria barato. Sem pensar direito, apenas impedi o inimigo de se reposicionar, corri em sua direção e acertei seu tórax com meu joelho dando uma abertura para o Tigrão realizar uma investida. No fundo do meu ser, sentia uma boa energia, uma agitação, algo que me fazia querer continuar batendo e batendo! Estou no clímax, pronta para dar tudo de mim, cada músculo do meu corpo recebia essa energia, vibravam, vamos sobreviver, basta darmos o melhor de nós.

-Tsc vieram incomodar logo agora…Enfim… Eu ainda estou aqui -gozaru e matarei mais de vocês antes que tudo isso acabe! -- Vocifera Slayer, realmente enfurecido por estar em um momento tão periculoso.

- Ainda estamos respirando! Para seu azar... - Diria, enquanto passava minha mão na lateral da minha boca, limpando o sangue, caso ali restasse algum - Assim como todos os homens... Não dura mais que cinco minutinhos. - Continuaria, até ouvir às novas ordens da capitã - - Vamos acabar com ele agora! Imobilizem ou desarmem o braço com o qual ele ainda pode se defender e ele será derrotado agora mesmo. PELO REINO! - Definiu Metza como deveríamos agir, e eu gritaria mais uma vez as palavras - PELO REINO!

Começaria avançando, mas não tão agressiva, meu corpo apesar de voraz ainda sentia as dores causadas pelos golpes recebidos, deveria ter mais cuidado para não terminar de me estourar e ainda me prevenir do que Slayer podia fazer. Tendo isso mente, movimentos menos complexos deviam ser executados e as manobras acrobáticas um tanto quanto reduzidas, todavia não vou parar nem por um segundo. Dessa vez, com sede de vingança, miraria no rosto, eu quero ver dentes voando! Visando movimentos simples e diretos, eu assim que chegasse perto do ninja, se tivesse a chance de atacar o faria ( seja antes de todos, entre os golpes dos outros, ou depois ), desenvolvendo um chute frontal mirando na altura do rosto, se conseguisse e tivesse forças focaria na região das bochechas, erguendo a perna esquerda e me apoiando na direita, desferiria um chute na horizontal e tentaria trazer a perna de volta, acertando primeiro com a ponta do pé e depois com o calcanhar, fazendo com que o rosto de Slayer acompanhe o movimento de minha perna e com sorte farei algum sangue escorrer dali.

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Se obtivesse sucesso com esse golpe, assim que o terminasse diria provocando-o, as seguintes palavras que traziam uma sensação gostosa ao serem ditas:

- No seu enterro, sinto em informar, mas será caixão fechado! - E assim daria um salto para trás, dando espaço para outro companheiro meu intervir e ter a oportunidade de se vingar do maldito.

Caso Slayer partisse para algum golpe final, onde mirasse nos meus colegas, se pudesse intervir o faria, correndo na direção do inimigo, saltando quando chegasse perto de um dois metros dele, assim esticaria minhas duas pernas tentando o acertar com meus calcanhares, ao ponto de parar e jogá-lo para longe impedindo-o de machucar meus colegas, meu retorno ao chão deveria ser sutil, usaria minhas mãos para impedir que eu batesse com a lateral machucada do meu tronco, com esperanças assim de não piorar meu quadro.

E nas piores das hipóteses, onde algum aliado meu fosse comprometido, usaria minha técnica "Chave de Perna: Espacate Negativo" para afastar Slayer dos meus colegas, onde eu desferia o máximo de golpes possíveis no alvo único que é o assassino, tentando manter-me fixa e aguentar a dor que pode surgir por esforçar meus corpo mais uma vez e desse modo que esgota muito minhas energia física, que já está debilitada.

Emfim, estaria preparada pra me defender, caso meus contra-ataques não surgissem efeito, eu tentaria me esquivar na primeira possibilidade de ataque, dobraria minha perna de apoio para me aproximar do solo e sair da zona de perigo que uma adaga proporciona, podendo então forçar meu corpo para o lado, criando uma distância do Slayer, tendo em vista a chance de depois disso voltar a ficar de pé.

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Também me precaveria contra golpes diretos e quando ele tentasse intervir na minha movimentação ou quando estivesse esperando a chance de poder agir, tentando desviar se ele viesse com um golpe direto, girando meu corpo para a lateral contrária ao pouco e firmando minhas pernas no chão para não cair, esperando que fosse o suficiente para não levar mais um corte para casa. Agora se ele partisse para algo indireto como jogar algo em mim, ou se mover rapidamente e depois atacar, eu saltaria em uma estrelinha para a esquerda focando em agir de maneira ágil do possível golpe.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptySeg 04 Jun 2018, 18:17



NARRAÇÃO




Slayer armado com apenas uma de suas armas finalmente pareceu determinado em terminar com aquele conflito de uma vez, aproveitando que Metza dentre os inimigos era a que mais aparentava estar ferida além de demonstrar certo atordoamento com seu corpo cambaleante enquanto a artista ainda via tudo turvo o ninja avançou em um dash, tudo que a Monarca via foi uma mancha vermelha ficando mais e mais próxima, no entanto ao decidir atacar a capitã o ninja deu abertura para que o lanceiro avançasse aproveitando de sua chance e cravando a arma na parte lateral do tórax inimigo. -*Purgh* Desgraçado...- Falou o ninja cuspindo sangue, nesse momento Sioux avançou se colocando entre Slayer e a capitã aproveitando da abertura que Raksha tinha criado para executar seu ataque, os chutes acertaram o rosto do assassino que começou a fuzilar aquela dupla com seu olhar vermelho e sanguinário, ele erguer sua mão ainda armada provavelmente pronto para executar mais uma de suas técnicas. -Vocês irão morrer aqui -gozaru!- Vociferou o ninja parecendo pronto para ceifar mais uma vida, Raksha retraia sua lança e a estocava com mais força tentando forçar sua arma ir cada vez mais fundo.-ROOOAAAARRRR!!!!!!!!!!!!- Em um urro o mink encontrava forças para forçar a ponta de sua arma caminho a dentro no corpo de seu inimigo o impedindo de continuar com o ataque e o fazendo largar sua arma.

Enquanto a luta acontecia no nível do solo a ferreira no sub-solo via Helena, a médica celestial que já tinha cuidado do bando tantas vezes desmaiar em meio de um cenário de destruição, fumaça e até mesmo fogo, Bijin inicialmente parecia planejar em deixar a companheira ali naquele cenário insalubre para que ela pudesse voltar ao combate junto com seus colegas que ainda estavam de pé, no entanto tudo isso mudou ao comer aquela fruta, Bijin que acreditava já ter provado de comidas ruins ao longo de sua vida mas nada que ela tivesse provado se comparava ao péssimo sabor e sensação de desconforto que a mesma gerou, tirando até mesmo a atenção da louca sobre o combate ou dos eventos ao seu redor pois uma mordida era o bastante para fazê-la se engasgar brevemente com o  gosto ruim que tinha acabado de provar sendo incapaz de continuar a comer tal fruta. A sensação de desconforto ia crescendo cada vez mais e mais dando a sensação de que logo iria vomitar, a sensação cresceu e cresceu e quando aquilo chegou ao ponto de não conseguir aguentar mais a sensação do nada passou mas fazendo surgir um bico no lugar de sua boca.
Citação :
Nome: Tori Tori no Mi - Model Eagle
Tipo: Zoan
Descrição: Esta Akuma no Mi permite o seu usuário transformar-se em uma Águia no modo completo ou um híbrido entre sua forma humana e animal, garantindo mais força e agilidade. Esta fruta garante ainda a seu usuário a fraqueza padrão de todas as Akumas no Mi - Kairouseki e impossibilidade de nadar por parte de seu usuário.

Bônus:

  • Águia

    Podendo se tornar uma águia ou um híbrido entre sua forma humana e animal, o usuário da Akuma adquire a capacidade de alçar voo e aprimora alguns de seus sentidos. Na forma completa ela possui tamanho e aparência de uma águia comum e na forma híbrida permanece com sua estatura normal, mas adquire penas por seu corpo, um bico e garras em suas mãos e pés, além do par de asas. Sua capacidade de voo se dá a partir da forma híbrida, completa ou qualquer forma criada que lhe dê ou transforme os braços em asas, permitindo a execução de perseguições e mergulhos de alta velocidade no céu.



Vantagens Adicionais:

  • Visão Aguçada  (Bonificação AnM)
    Enquanto transformado na forma Zoan, o usuário é capaz de desfrutar de uma visão aguçada que claramente é superior ao de pessoas comuns, conseguindo ver mais longe e com mais detalhes que alguém normal.

  • Audição Aguçada (Bonificação AnM)
    Enquanto transformado na forma Zoan, o usuário é capaz de desfrutar de uma audição aguçada que claramente é superior ao de pessoas comuns, conseguindo ouvir coisas que muitas vezes iriam passar desapercebidas, um som muito baixo ou distante não é problema para você.

  • Garras (Bonificação AnM)
    As unhas dos pés da ave são afiadas e podem ser utilizadas como facas para rasgar objetos ou pessoas com menor resistência.


Desvantagem Adicional:


  • Faro Ruim (AnM)
    Ao utilizar uma forma da Akuma no Mi o usuário perde boa parte da capacidade de faro, tendo maior dificuldade para identificar cheiros e diminuindo drasticamente a distância que consegue captá-los.


Forma Híbrida:
Dano: 3 x lvl
Acerto/Pontaria: 3 x lvl
Esquiva: 2 x lvl

Forma Completa:
Dano: 2 x lvl
Acerto/Pontaria: 3 x lvl
Esquiva: 3 x lvl
Talvez agora a pirata conseguisse sair dali voando caminho acima passando pelo buraco criado na explosão e talvez com algum esforço ela conseguisse levar Helena consigo.

No combate Slayer por um momento levou sua mão desarmada em direção da lança de Raksha apoiando a mesma na arma mas antes que ele pudesse fazer qualquer coisa além disso o homem cuspiu mais um pouco de seu sangue e caiu em meio a neve sem mais nenhuma vida em seu corpo deixando seu sangue tingir a neve branca, os poucos piratas vivos que tinham decidido seguir o assassino começavam a correr dando algum descanso para Genn. -BIJIIIIIN, HELENAAA!!- Gritou Poo correndo em direção a explosão, agora com o fim da luta todos podiam ver um buraco em sua retaguarda que tinha sido criado pela explosão anterior vista somente pela Metza, de tal buraco saia um grande volume de fumaça preta indicando que talvez algo ali estivesse pegando fogo, o Panda estava de joelhos na neve com o corpo curvado em direção ao buraco como se ele tentasse ver algo ali dentro mas a fumaça parecia atrapalhar sua visão.
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Não era muito difícil agora para os demais entenderem o que tinha acontecido ali, no entanto Raksha que passava seus olhos pelo o lugar buscando ver os inimigos de que Slayer tinha mencionado não via nada além dos piratas sobreviventes correndo pelas suas vidas tentando se afastar dos integrantes do Reino, no entanto por mais que ele procurasse em meio do campo de combate ele não conseguia ver Ezequiel e Lily ali, lembrava muito bem de tê-los visto avançando contra um grupo de inimigos um pouco mais distantes longe de seu campo visão que era reduzido graças a neve que caia. -Onde estão os outros? Precisamos tirar Lora daqui depressa.- O velho pegava a sirena em seus braço e olhava confuso para todo o cenário vendo o grupo reduzido, aos poucos a visão de Metza ficava mais nítida deixando apenas seu corpo ainda sofrendo com o desequilíbrio do atordoamento anterior, sua adrenalina que agora descia com o fim do combate voltava a dar espaço para o frio incapacitante daquela neve, qualquer um ali poderia perceber as condições da capitã caso parasse para olhar. -Temos que dar um jeito de descer lá elas podem ter sobrevivido e estar precisando de ajuda!- Falou Poo olhando para os demais buscando alguma solução.

Ambas gélidas armas que eram empunhadas pelo ninja repousavam agora sobre a neve, Raksha ainda procurava sinais dos minks mas só quando ele estreitou sua visão que ao longe ele pode ver duas silhuetas se aproximando e aos poucos tais silhuetas tomavam forma de Ezequiel e Lily e para sua infelicidade eles não pareciam estar sozinhos, Lily virava para trás disparando contra algo ou alguém que Raksha e os demais ainda não tinham visão, ambos corriam com um semblante completamente serio e até mesmo assustado. -Temos que sair daqui agora!- Gritou Genn para os demais percebendo que o perigo se aproximava. -Os caçadores estão aqui!- Gritou Ezequiel enquanto corria para os demais. -Eles estavam nos observando esse tempo todo! Corram!- Gritou Lily se virando mais uma vez para executar mais disparos, os piratas que tinham começado a correr dos integrantes do reino eram os primeiros a cruzar contra os caçadores de recompensas e mais uma vez iniciavam um conflito contra oponentes que não conseguiriam vencer mas isso dava algum tempo para os membros do Reino se organizar.

Realmente parecia que os caçadores tinham bolado uma espécie de emboscada enquanto os piratas lutavam entre si pois toda sua movimentação era rápida e precisa conseguindo capturar os piratas sobreviventes com grande facilidade, mas mesmo assim os caçadores pareciam ocupados demais para avançar contra os piratas do Reino ainda. Metza voltava a sofrer com o frio agora que o combate tinha se encerrado sem falar de seus demais ferimentos que gerava uma grande dor afetando na sua movimentação, Samantha também tinha tomado muitos golpes em meio daquela luta mas o que mais apresentava risco era o golpe perfurando abaixo das costelas onde Slayer tinha cravado sua adaga, Levi tinha apenas sofrido com um ataque no ninja por isso ainda estava razoavelmente bem assim como os demais ali que tinham lutado de maneira mais recuada ou não tinha enfrentado Slayer.
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Os caçadores avançavam de um lado criando uma espécie de cerco com lutadores corpo a corpo avançando contra os piratas enquanto atiradores se posicionaram em um terreno elevado que tinha do porto até a cidade da ilha, esse posicionamento deixava o caminho que seguia pelo o rio livre para fuga tanto que os alguns piratas fazia uso de tal caminho buscando fugir dos caçadores. O grupo em si não parecia ter condições de entrar em mais um combate dado que Loraelis e Helena pareciam precisar de algum tratamento o quanto antes.



considerações:
 
Ferimentos:
 
-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptySeg 04 Jun 2018, 21:15





Raksha, o Libertador



“1, 2, 3, 4, 5... Finalmente acabou.” Pensava o Mink ao ver o ninja falecer. Por algum motivo o Tigre ao assistir as ultimas tentativas de resistência do homem, contara em sua cabeça o tempo que ele conseguiu fazê-lo. Mesmo tentando lutar até o fim, Slayer havia se superestimado. Uma lição que Raksha pretendia aprender, não se superestimar. Mas conforme inimigos caíam um atrás do outro, e dessa vez ele nem mesmo havia se ferido, a sensação de estar se tornando mais forte era inegável. E boa. “Não permita que isso nuble sua visão da realidade. Nunca subestime seus adversários.” Ordenava ele a si mesmo.

Com mais um subordinado de Mielle Krieg morrendo em suas mãos, a inimizade com um homem que nunca havia conhecido acabava se aprofundando por conta disso. Apesar de que pela forma que essas pessoas agiam, algo dizia que mesmo sem esses conflitos, ele e Mielle estariam fadados a ficarem em lados opostos se um dia se encontrassem de toda forma, até mesmo se Scar fosse envolvido na equação. Raksha não conseguia imaginar seu verdadeiro nêmeses sendo forçado a se submeter a alguém.

Assim que soltou sua lança do corpo do inimigo, a primeira coisa que o Mink fez foi correr os olhos pelo campo de batalha a procura de Lily e Ezequiel, mas não os encontrou. Se antes parecia que uma mão apertava seu coração, agora parecia que tinha arrancado do seu peito. Por um momento sentia o corpo estremecer a beira do desespero. Pretendia correr até o local da explosão, e o buraco que agora era visível no local, mas o grito de Poo era o suficiente para freá-lo.

”Não foram eles!” A realização o atingia como um cometa, e com ela um alívio muito maior do que o que sentira com o fim da luta. Mas logo em seguida, ao ver os integrantes do reino caídos, feridos e correndo para o buraco, um novo tipo de realização tomava conta de si, e dessa vez o que trazia consigo era uma pontada de culpa e de preocupação consigo mesmo. Era a primeira vez que ele valorizava mais a vida de algum aliado frente à de outros. ”O que isso faz de mim?”

Não era como se ele não se importasse com Bijin e o grupo que auxiliara a si e seus companheiros, e após essa batalha intensa provavelmente se sentiria mais próximo a eles, mas dizer que era a mesma coisa que sentia em relação aos seus dois companheiros seria mentira. A breve confusão o fez hesitar entre se dirigir ao buraco ou ir além, procurando pelo Leão e pela Caprina. E nesse momento de indecisão, o demônio interior sussurrou.

”Não seja tolo irmãozinho. Pense racionalmente, e também no futuro. Você quer encontrar com revolucionários e pedir ajuda não é mesmo? Em nome de um nobre ideal... kiiishishishi! Não seja idiota em pensar que não vai lhe custar nada. Principalmente se não for se juntar a causa deles. Mas uma espada capaz de se regenerar... esse é um belo presente capaz de amolecer os corações mais duros...” Traiçoeiras, capciosas. Era assim que Raksha ouvia as palavras em sua mente, e as ignorando deu um passo à frente. Mas Scar ainda não tinha acabado.

”Fora que você está sempre dizendo como pretende libertar os oprimidos, os pobrezinhos escravizados. Buhu. Acha que depois que quebrar suas correntes vão ser felizes para sempre? Sem dinheiro para financiar isso tudo? Já faz tempo que saímos daquela floresta e do controle daquele monge desgraçado. Não é mais tão inocente assim.”

Mais um passo. E um terceiro. E então uma suspirada. Ele estava certo. Para obter a ajuda dos revolucionários, para conseguir dinheiro para financiar seus sonhos, sabia o que precisava fazer ali. ”Serei rápido. Eles estarão bem.” Ele tentava calcular o tempo que levaria para fazer o que era preciso, tentando se convencer que valeria a pena. Assim o Mink se virava rapidamente e ia até as espadas, as pegando. Usando sua lança para atravessar o pescoço do defunto, e depois separar a cabeça de Slayer, a pegando também.

Ações à primeira vista simples e sem maiores consequências. Mas enquanto fazia aquilo, o Tigre sabia o que significava para si. Tinha discutido com Ezequiel no dia anterior a respeito disso. Tinha sido avisado. Cuidado para não transformar seu ideal em uma devoção. Mas ao optar por pegar as armas e cabeça primeiro, ele dava mais um passo em direção a isso. Um passo consciente.

Os monges no geral acreditam que para alcançar o nirvana e escapar do samsara é preciso se livrar do peso do mundo material. Não agir conforme o desejo. Não ser controlado por ele. Elimina-los aos poucos. Mas agora, Raksha andava em uma direção oposta.

No entanto o jovem ainda se lembrava de quando no topo da Reverse Mountain sentiu por um breve instante como era essa sensação, ele realmente acreditava que havia entrado por uma fração de segundo no estado do nirvana. E por isso deixaria seu coração lhe guiar até lá novamente.

”Irei trilhar meu próprio caminho.” Ele sabia que com aquela decisão transformava seu ideal em uma especie devoção. Era uma escolha onde ele estava consciente das possíveis consequências. Da mesma forma que os monges que se “afastam” do mundo, se isolando nas montanhas ou templos por exemplo, o fazem devido uma devoção de no fim escapar do ciclo encarnatório. O ponto chave era a escolha consciente.

”Mas não me permitirei ficar obcecado, um passo ainda além." Na sua concepção havia uma diferença entre ser devoto a algo e obcecado com algo. Da mesma forma que permitira seu sonho evoluir para o primeiro, não permitiria que evoluísse para o segundo. Essa era outra escolha. Ainda se importava com seus companheiros como antes, ainda estava preocupado com eles. Mas não se permitiria ser dominado pela preocupação. Confiaria que seriam capazes de se virar. Essa era outra decisão que fazia ali.

Mesmo sem ver os caçadores, sabia que estavam chegando, pois tinha percebido que Slayer tinha uma visão mais aguçada que a sua antes mesmo da luta começar, quando conversaram. Sabia que o tempo estava terminando. Sabia que os dois minks deveriam estar trocando golpes e balas com eles. E mesmo assim, com uma simples escolha, Raksha firmava ainda mais sua determinação.

Após pegar também as bainhas das espadas do defunto, se existissem, as prenderia na cintura e colocaria as espadas nelas, falando caso alguém estivesse próximo - Vou atrás de Lily e... - Antes que pudesse finalizar sua frase, via seus dois companheiros vindo correndo e atirando em alguém atrás de si. Indo ao seu encontro, ouvia o que tinham a dizer e sua mente começava a funcionar a mil, analisando vários cenários.

Vendo os piratas se atracando com os caçadores recém-chegados, sabia que não resistiriam por muito tempo. Chegando no local do buraco, Raksha falava para Ezequiel em um tom que os integrantes do reino pudessem ouvir também. - Tanto a medica quanto a navegadora estão gravemente feridas, talvez... - Mesmo sem ter certeza sobre a situação de Helena, ao menos isso conseguia deduzir. - Os outros também não tem condições de lutar. A não ser que alguém mais saiba pilotar, se retornarmos para o barco só podemos fazer uso dos canhões para reduzir o número deles e tentar virar o jogo. Podemos também tentar seguir com ele pelo rio, mas sem um piloto... além disso se formos para lá estaremos na mira daqueles atiradores. - Finalizava apontando para os caçadores com armas de fogo que se localizavam estrategicamente em um terreno elevado.

Se um deles tivesse sido os responsáveis pela explosão que atingira Bijin e Helena, o perigo de ir para o navio aumentava exponencialmente. - A única outra saída é fugirmos a pé mesmo pelas margens, pois continua sendo o único caminho ainda livre. O que querem fazer? - A pergunta final era feita para Metza, capitã daquele grupo pirata.

O navio era dela, e deixa-lo para trás seria certeza de perde-lo, assim como de dizer com antecedência aos caçadores sobre sua chegada ali. Com isso usar a cabeça de Slayer para obter dinheiro poderia ser bem mais difícil também, talvez impossível. Tudo isso estava implícito na sua pergunta, mas não olhava para a Monarca enquanto aguardava a resposta, e sim para o buraco, tentando ver a situação dentro dele. Por outro lado também era desnecessário dizer que precisavam achar um médico o mais rápido possível.

Poderia parecer insensível não ter perguntado por Bijin e Helena, mas perguntar isso não faria diferença, o que faria era planejar como sobreviverem àquela situação. Após ouvir a resposta da mulher, ele analisaria a melhor forma de ajudar conforme a situação.

---

Se alguém tivesse entrado no buraco buscando por Bijin e Helena, ou até mesmo se as duas aparecessem pedindo por auxílio, Raksha estenderia a lança para baixo, tentando puxar a pessoa que se segurasse nela. Já se o buraco fosse ainda mais profundo, pediria a Levi ou Sam, quem aparentasse estar menos ferido, para segurar a lança enquanto o próprio Mink os seguraria pelos pés, tentando puxar a todos.

Uma vez que todos estivessem reunidos, a primeira coisa a se fazer era sair daquele local, haveria tempo para todo resto depois. - Gostaria de ajuda? Perguntaria se durante a fuga percebesse que alguém estava ferido demais para se mover velozmente, ou então diria para Metza indicando a sirena caída, pretendendo carrega-la se se Poo já estivesse ocupado.

Aproveitaria o momento para passar a cabeça de Slayer para algum membro do Reino que estivesse com as mãos disponíveis, se explicando durante o ato. - Tenho uma recompensa então não posso entregar a cabeça ao xerife local, mas certamente Slayer tinha um valor alto. E vocês vão precisar adquirir de novo o que se perder no navio se não retornarmos a ele, além de pagar um medico. - Falando rápido, ele não se prolongava muito acreditando que haviam entendido onde queria chegar. Obviamente o jovem mink havia se esquecido que aquele era um grupo que se proclamava pirata, e quando um pirata ficava sem dinheiro, simplesmente roubava.

---

Independentemente de ser a pé na direção do rio se afastando da batalha corrente, ou de volta ao navio primeiro, Raksha procuraria correr carregando alguém se necessário. Atento a oponentes aparecendo e tentando para-los, tudo que poderia fazer era movimentar a lança com um braço só na diagonal de cima para baixo, visando bloquear algum ataque ou afastar quem entrasse no caminho já que estava com um braço ocupado e não tinha o luxo de parar naquela situação.

Correria com o tronco encurvado, buscando não chamar atenção com sua altura, mantendo um olho também nos atiradores. Se percebesse que estavam mirando na sua direção, tentaria dar saltos de um lado para o outro em certos momentos para fazer um tipo de zigue-zague e não deixar sua movimentação tão fácil de ser prevista.

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Caso decidissem ir para o navio e conseguissem chegar lá, o Mink depositaria a pessoa no chão enquanto tentava ajudar a erguer a ancora e falava apressadamente com seus companheiros - Lily, para os canhões, mire primeiro nos atiradores. Ezequiel me ajude com as balas para recarregarmos mais rápido. - E dessa forma, após erguer ancora iria até o canhão, buscando ajudar a carregar quando tivesse disparado. Caso estivessem estocadas em algum compartimento do navio e Raksha visse os membros do reino indo buscar, iria também.

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Durante todos instantes estaria com um olho nos piratas que estavam "segurando" os caçadores, tentando perceber quanto tempo durariam, para que se notasse que o momento em que perderiam estava próximo, avisar aos outros - Eles estão prestes a ceder! Precisamos ir agora!


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 12 EmptyTer 05 Jun 2018, 15:40


  Poucas coisas poderiam me surpreender, poucas coisas poderiam me deixar enojada, mas aquela maldita fruta tinha ganho de tudo. Quando seu gosto terrível tomou conta de mim, logo cai de quatro. Abria a boca e tossia, queria por aquele veneno para fora. Se aquilo era ruim? Óbvio que não, para aquilo ser ruim o gosto teria que melhorar muito.

  Já estava para enfiar o dedo na goela para forçar o vômito quando a sensação terrível que tomava conta de mim passou. Mas outra coisa me assustou ainda mais. Era minha boca, ela havia sumido, junto com o batom. Sabem quanto tempo levei me arrumando para chegar a essa ilha? Mas agora não havia mais boca era um bico. Um calor imenso tomou conta do meu pescoço, e de tudo que estava a minha volta, tinha penas nascendo em mim. Que porra é essa?

  Meus pés também começaram a mudar, garras afiadas surgiram no seu lugar. Meus braços começaram a virar asas e assim todo meu corpo começou a mudar... Tomara que eu não vire uma pomba, odeio pombas, pomba tem pulga, não posso virar pomba de jeito nenhum... E quero minhas pernas porra. Malhei muito para deixar elas torneadas, não podem sumir assim do nada.

  Mas as mudanças continuavam, minhas pernas cresciam, meu tronco voltava a ganhar forma humana e meus braços se separavam das asas. Minha transformação parecia que havia parado. Estava em uma forma meio pássaro e meio humana. Mas eu tinha um bico... Não vou poder beijar mais a Metza???

  Estava quase chorando quando um grito ensurdecedor chegou a mim. Era Poo gritando por mim e pela Helena. Eles podem achar que que eu havia morrido. Tolinhos. Não sabem que eu sou Bijin, a Louca, arrancadora de dentes, esmagadora de sargentos e a general do Reino? Como eu poderia ter morrido aqui assim tão fácil?

  Mas fui correndo na direção da Helena, cai! Que merda e essa de garras? Era mais fácil andar de salto do que com essa merda. Vou tentar voando então. Pois sentia que poderia. Mas durante essa adaptação percebi que minha visão também havia mudado, estava percebendo mais detalhes a minha volta, estava notando que também estava mais forte e mais rápida. Até que a coisa não estava tão ruim... Será que a Metza se adapta a beijar meu bico? Como alguém vai beijar essa porra???

  Sim, estava indignada e nervosa, mas meu temperamento calmo me ajudava a por as ideias no lugar e assim que alcancei Helena peguei ela. Realmente sentia que ela estava mais leve. Sabia com certeza que estava mais forte, mas será que conseguira sair daqui? Só tentando mesmo.

  Agachei minhas pernas e saltei o mais alto que podia e então bati minhas asas para sair pelo buraco que havíamos caído. Se por acaso não conseguisse faria o máximo para proteger a Helena no colo. Usando os braços, pernas e asas para proteger ela. Claro que sentiria meu braço com a clavícula perfurada doer, mas tinha colocado todo o peso dela no meu braço bom e deixado meu martelo preso na cintura do outro lado.

  Caso conseguisse sair do buraco e visse Poo colocaria Helena em seus braços, era mais seguro do que ficar comigo, eu ainda poderia me transformar em alguma coisa.

  - POOOO!!! - Chamaria meu amigo. - Acho que virei uma mink alada!? Você também comeu uma fruta estragada para virar esse panda fofo?

  Claro que meu humor era minha loucura disfarçada, afinal era a Louca, mas a realidade é que eu nunca tinha visto uma Akuma no Mi e não sabia o que eu tinha comido, só sabia que era um meio bicho e meio pomba. Mas o que estava olhando  realmente prestando atenção era em tudo a nossa volta.

  - Poo leve a Helena! - Agora olhava o corpo caído do Slayer, ele realmente havia caído e minha visão mostrava nitidamente que estávamos sendo atacados por várias pessoas. Agora era hora de agir rápido e fugir. - Corre o mais rápido que puder Poo, ainda preciso ajudar a Metza.

  Mas enquanto falava procurava Metza, onde estava a Monarca? Não sairia sem ela e havia o problema da neve, se visse que ela estivesse com problemas na fuga iria ajudar ela. Morrer por ela já era algo que tinha decidido a muito que valeria a pena. Se tivesse condições voaria até ela e então a pegaria sem nada falar e levaria ela rapidamente para o caminha que seguia o rio e por onde todos fugiam.

  Parecia que seria difícil eu tomar um vinho tranquilamente nessa ilha. Ajudaria a por o navio em movimento, caso eu realmente tivesse condições de o fazer.
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