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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptySex 16 Mar - 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptyQui 24 Maio - 13:31

Karthus desafia o Reino


Tivemos um bom início, ou bastante sorte.

No primeiro choque entre o Reino e os capangas de Slayer, mostramos que não estamos de brincadeira, pusemos nossas vidas em prol de pessoas que não conhecemos, porém sabemos como é a dor de perder seu direito de ser quem você é e de fazer o que quer, desejamos que elas não passassem pelo o que nós passamos, a angústia de ter sua liberdade vendida, trocada ou posta de lado... Não há perdão para isso e vamos trazer justiça, que seja pelo nosso punho então.

Se não fosse por Poo, eu mal teria entrado no confronto, no instante em que me preparei para executar minha técnica, um inimigo com uma espada de duas mãos ia desferir um golpe contra mim, nesse momento pensei "merda..." e já me via perdendo um pedaço do corpo... Graças ao panda, ele foi impedido e com rapidez já derrubei três dos inimigos fazendo valer a pena a minha presença, mas não tanto quanto o mink que estava mandando ver contra os oponentes que não tiveram chances de se defender, derrubava os oponentes no caminho, abrindo espaço para Bijine e eu seguirmos adiante, quase saindo do porto, para chegar perto de Slayer.

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- É assim que se faz! Obrigada Poo! - Diria para o panda, agradecendo verdadeiramente por ter me salvado de perder uma perna...

Todos os demais integrantes do bando se envolviam em brigas complicadas, a cavalaria chegou quando Geen e os piratas que estavam no barco desceram para a briga, e conforme fomos dando cada gota do nosso suor, menos frio sentíamos, mais adrenalina corria no sangue e assim não paramos de avançar, e pelo que parece, ninguém ainda derramou uma gota do precioso sangue que carregamos. Ao voltar a posição ereta, Bijin estava perto de mim, pronta para continuar, Poo avançando conosco, e ao olhar para frente, um grupo de oito submissos se formavam para nos deter... Tolice, apenas vão sofrer mais do que deveriam.


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Jogaria meu cabelo para trás, com olhar de desprezo, não mostraria medo nem sequer por um segundo, o máximo que eles me causavam era repulsa e nojo por se sujeitarem a tamanha vergonha, todavia não tenho para ficar lamentando a burrice alheia, Bijin se preparando para acabar com eles, alertava:

- Samantha! Poo! Abram espaço que eu vou pegar pesado agora! - Gritava animada, nos avisando para ter cuidado, afinal, a própria não consegue o tê-lo, seu estilo bagunceiro e estabanado pode quebrar ossos, tanto de inimigos quanto de aliados.

Sem expressar alguma palavra, deixo a garota avançar com seus movimentos acrobáticos, ela agiria como primeiro impacto, minha missão é finalizar, ou seja, assim que ela seguisse atacando, esperaria alguns segundos atrás e então partiria para acabar com o que sobrasse. Diria ao Poo para não houver encontros desnecessários que possam atrapalhar tudo:

- Vá pela direita! Eu pego os da esquerda! - Tendo dito isso, começaria a correr quando visse que os inimigos já começavam a se movimentar contra o ataque da garota-peculiar.

Eu esperava que eles tentassem se bloquear ou defender dos golpes, o que me daria um tempo de vantagem para agir. Primeiro, veria se algum inimigo tinha "sobrevivido" do ataque de Bijin, do meu lado do porto, caso houvesse, tentaria atacá-los enquanto ainda tentassem se manter a salvo de Bijin, grandes movimentações não podiam ser feitas da minha parte, pois poderia entrar em conflito com os golpes da louca, por isso quanto mais ligeira e precisa eu pudesse ser, eu o faria. Com esse alvo em mente, me aproximando dele, desferiria minha técnica mais precisa, e a que menos utiliza espaço, Crime Passional, onde eu correria em torno de 3m para desferir um golpe rápido e veloz nos metros à minha frente, visando acertar o inimigo mais próximo na região toraxica, com esperanças de ter força o suficiente para jogá-lo aos demais embustes, dificultando a locomoção deles.

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Feito isso, observaria ao meu redor, quantos mais restavam, Bijin ou Poo estavam em apuros? Teria que analisar esses pontos para poder decidir o que fazer, logo que Slayer apenas esperava a batalha chegar até ele, eu podia continuar ajudando meus colegas. Estaria prevenida para caso algum capanga ainda estivesse de pé contra a nossa investida e viesse me atacar,  para me esquivar jogaria meu corpo para trás, debruçando meu peso sobre meus braços, e trazendo minhas pernas até o pescoço, para sair do alcance do inimigo e esperar o ataque dele finalizar, depois acabaria meu movimento esticando meu corpo, em direção do alvo, para que ele recebesse um golpe dos meus pés, visando acertar do peito para cima e o empurrando para uma distância segura.

Agora se Bijin fosse comprometida ao realizar esse ataque e não sair nada certo, o mais importante seria protege-la, correria até aonde ela estivesse, tentando agir rápido o suficiente para não deixar ele receber golpes, se algum inimigo estivesse indo a atacar, jogaria a lateral do meu corpo para frente, com a perna esquerda esticada, com a intenção de deslizar pela neve e defender a garota peculiar com uma rasteira no oponente mais próximo dela, parando quando estivesse perto dela, e a protegendo com meu corpo, ficando entre os inimigos e ela, visando não permitir que ela fosse prejudicada. Agora se em minha parte eu falhasse, não conseguindo atingir meu inimigo, recuaria o mais rápido o possível, utilizando minhas pernas para saltar para trás, como estou preparada para fazer, realizando o backflip, tentando impedir que recebesse a retaliação vinda dos submissos.

Entretanto, se derrubássemos os inimigos e a chance de atacar Slayer chegasse, deixaria Bijin começar, enquanto me aproximava atenta do chefe dos inimigos, a louca gosta de começar as brigas, seu apetite insaciável a fazia agir dessa forma, ela causa a dor e eu termino, visto que sou mais precisa e direta, quando eu e Bijin lutamos é dessa forma, ela é o trovão que tudo faz tremer e eu o relâmpago que complementa a tempestade.

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Me aproximaria atenta aos movimentos ao nosso redor, quem se aproximava ou se Slayer se aproximava de nós, não podia vacilar e ser pega de surpresa ou deixar que meus companheiros fossem, por isso a qualquer movimentação estranha, diria para quem estivesse perto: Cuidado! E sinalizaria daonde o perigo poderia vir.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptySex 25 Maio - 13:36



NARRAÇÃO




A batalha se estendia no porto em um embate de pirata contra pirata, a neve continuava a cair em seu ritmo quase violento enquanto ex-prisioneiros caiam aos poucos ao enfrentar o Reino, em meio dessa neve que caia a dupla de guerreiras trajando seus casacos avançavam em direção de Slayer até serem bloqueadas por mais inimigos, Bijin avançou em direção dos mesmos e executou sua técnica alvejando os mais ousados que correram em sua direção tentando impedi-la, percebendo que a companheira não tinha derrubado todos Samantha continuou seu avanço fazendo uso de mais uma de suas técnicas acertando um dos inimigos que caia de encontro a outro, sobrava um pirata restante que era acertado por um chute da louca e ao curvar seu corpo recebendo o golpe de Bijin a loira continuou com sua sequência descendo o martelo no homem o derrubando gerando muito provavelmente um dano fatal, a General continuou seu enquanto a Diplomata tentava acompanhar seu ritmo mas Bijin mostrava todo seu fervor pela batalha naquele momento enquanto Slayer mantinha toda sua calma e frieza perante aquela situação sequer se incomodando com o que a garota falava provavelmente acreditando que tais comentários sequer eram dignos de respostas, pelo menos não verbais.

Bijin se aproximou com seu martelo e o balançou mirando na altura da cabeça do ninja que simplesmente se abaixou e executou uma rasteira a derrubando em meio de sua ação, a mulher considerou tanta preocupação com os braços e com um movimento de estocada que em meio de sua fúria era pega em um golpe surpresa em sua concepção, mas Slayer não parou por aí, assim que ele completava um giro completo em sua rápida rasteira ele sacou uma adaga e em um movimento mais rápido que sua própria rasteira ele cravou a lâmina de sua arma no abdômen de sua inimiga caída no chão, a ferreira imediatamente sentiu o aço gélido perfurar sua barriga e um imenso frio começava a preencher a região onde tinha sido golpeada, Slayer removeu a arma do abdômen da louca e se reposicionou se levantando, assim que a arma fora removida a sensação de frio aos poucos deixavam o corpo Bijin e assim como a sensação de frio seu sangue também escorria em um ritmo lento para fora de seu corpo. -Fala muito… faz pouco, igual aquele cães que só sabem latir. -gozaru- Falou o ninja com certa satisfação.

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Samantha via sua companheira cair com certa facilidade mesmo depois de avançar com grande ferocidade, Poo parecia ter terminado com os inimigos anteriores e se aproximou em uma corrida desesperada ao ver sua amiga no chão sendo golpeada daquela maneira, os seguidores de Slayer começaram a ignorar tanto Samantha quanto Bijin acreditando que agora elas seria alvos de Slayer e por isso focaram sua atenção no panda e nos demais que ainda estavam mais distantes.

Raksha rapidamente começou seu ataque saltando em direção de um dos inimigos em uma das extremidade enquanto Levi aproveitava a distração gerada para pegar os inimigos da outra ponta, o homem ficou pasmo ao ver aquela figura imensa de três metros saltando em sua direção com uma lança em mãos enquanto seus colegas se assustavam ao ver o corpo da vítima do lanceiro ser alvejado de uma maneira tão simples porém brutal, Levi se aproximou deslizando pela neve e parou como planejado quando cravou suas armas nas pernas do oponente mas antes que conseguisse prosseguir com sua movimentação ele viu Raksha empurrando os demais inimigos com o movimento de sua lança e os dois que tiveram suas pernas perfuradas não conseguiram desviar perante o avanço do lanceiro levando os inimigos que lhe cercavam cair em alto mar o que agora permitia que eles voltassem ao seu avanço, Raksha assumiu a liderança manejando sua arma contra todos aqueles que avançam contra a dupla, muitos inimigos tentaram impedir a aproximação tanto do lanceiro quanto do gatuno mas antes que pudessem executar alguma ação contra os mesmos o tigre se mostrava mais rápido basicamente limpando o caminho fazendo corpos de seus oponentes voarem para fora da plataforma.

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Isso acabou colaborando para a aproximação um pouco mais discreta do jovem Flamel que mesmo seguindo em linha reta um pouco mais atrás do tigre, ele acabava sendo ignorado já que seu aliado avançou disseminando o medo naqueles piratas, a plataforma não era larga o bastante para que os demais criminosos conseguissem passar por Levi e Raksha evitando seu avanço da maneira em que os mesmos seguiam e por isso o caminho estava livre para Metza e Lora. -Helena, Genn... nos dêem cobertura! Lora... vamos acabar logo com esse vermelhinho de uma figa!- / -Entendido.- Respondeu tanto Helena quanto Genn em um coro assumindo uma posição um pouco mais atrás de Raksha e Levi enquanto os atiradores começavam a disparar contra os inimigos que ainda avançavam. -As vezes a única solução é lutar... você está de novo junto comigo?- / -Sempre, capitã!- Respondeu a sirena determinada batendo sua lança contra o chão de madeira, ambas seguiram seu avanço vendo Raksha manejando sua arma tentando limpar o caminho e quando algum inimigo por desventura desviava do golpe ou recuava buscando alguma forma de se reposicionar Genn ou Helena forneciam a cobertura necessária disparando contra tais inimigos assim como aqueles que estavam mais distantes.

Nesse avanço coletivo não foi nada difícil chegar onde Slayer estava e lá todos podiam ver a cena de Bijin caída com um ferimento em seu abdômen fazendo o sangue pingar em meio a neve, diante disso Metza não se segurou e começou a chutar a neve em direção de Slayer que ao identificar a movimentação hostil da Monarca ele imediatamente saltou em sua direção com a Adaga em mão, Metza ao ver a mão esquerda de seu oponente armada ela já se preparava para movimentar seu tronco em uma esquiva mas antes que se desse conta o ninja sacou uma segunda arma em sua mão direta transferindo um corte diagonal de baixo para cima na altura de seu tronco, rasgando o casaco que a capitã usava o vestido até encontrar caminho em sua pele, o fio das lâminas de Slayer era extremamente frias de maneira que chegava a parecer algo sobrenatural. Levi planejava se mover de maneira furtiva atacando em uma distração e na verdade sua movimentação acontecia enquanto sua capitã chutava a neve em direção do rosto do ninja mas Slayer demonstrou uma velocidade desumana alcançando a descalça antes mesmo do jovem Flamel ou qualquer outro membro intervir em seu ataque, mesmo assim o gatuno continuou avançando buscando fazer uso de sua técnica mirando acertar na perna do ninja que tinha acabado de pousar em seu recém ataque contra a capitã, que tentou resistir para se manter em pé e contra atacar mas a força do ninja tinha um grande contraste com o corpo franzino que o mesmo possuía, infelizmente para o gatuno sem mais nenhuma distração não tinha nada que pudesse esconder o som da neve sendo pisada pelos seus pés o que fez o ninja notá-lo e mais uma vez em uma velocidade monstruosa o homem saltou para trás deixando que Flamel seguisse seu caminho não conseguindo parar de imediato já que a neve dificulta tal ato o fazendo esbarrar em Loraelis que também tentava avançar contra Slayer.

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Genn e Helena disparavam contra os piratas que ainda estavam de pé em busca de diminuir os números inimigos, Poo não conseguiu ignorar os amigos que caiam contra o ninja e por isso também tentou avançar mirando socos contra Slayer executando uma sequência de jabs, o ninja desviava dos golpes com fluidez e ao perceber uma abertura ele executou uma estocada abaixo das costelas de Poo, com o panda ainda próximo o homem executou um chute frontal básico afastando e derrubando o panda alguns metros de distância. -Ridículos -gozaru. - Falou Slayer ainda confiante de sua vitória, Raksha e Samantha mantinha posições surpresos com a velocidade de resposta que o shinobi tinha diante dos ataque, mesmo com o abdômen perfurado Bijin ainda conseguia lutar mas conforme ela fosse fazendo mais esforço mais o sangue iria jorrar pelo ferimento e o mesmo acontecia com Metza, o corte em seu tronco se iniciava um pouco acima da cintura na lateral direita e se estendia até altura do busto no lado esquerdo de seu tronco, o sangue escorria pelo ferimento mas Metza com algum esforço ainda tinha condições de lutar.



considerações:
 

OPS²:
 

-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptySex 25 Maio - 16:56



Raksha, o Libertador



Enquanto avançava, Raksha podia perceber que os ferimentos do dia anterior deixavam de incomoda-lo, e em seu íntimo ele bendizia as habilidades de Krathus como médico. Vários eram os inimigos que caíam perante sua lança, muitos jogados à sorte, para o mar gélido que ironicamente estava nesse estado devido os poderes do homem que decidiram seguir, Mielle Krieg.

Abrindo caminho, rapidamente ele alcançava a posição em que Slayer estava. Atrás de si Aleister, Metza e os outros aproveitavam a oportunidade para avançarem também e chegarem em conjunto ao Tigre. No entanto o que os esperava era a cena de Bijin caída no chão sangrando. Vê-la naquele estado fazia o Mink franzir o cenho por debaixo dos panos que escondiam suas feições, no entanto não perdia a calma e buscava analisar o que poderia fazer.

No entanto o mesmo não se dava com Metza que continuava a avançar lançando neve em direção ao homem, e por contrapartida recebia um ataque duro também caindo. Levi tentava auxiliar, mas o ninja simplesmente saltou para trás desviando e deixando que Levi trombasse com Loraelis.

Por fim era Poo quem avançava dando jabs, apenas para vê-los serem esquivados com facilidade para receber uma estocada em seguida e um chute que o afastava e tombava.

Durante a sequência de golpes trocados, Raksha assim como Samantha não se movia, apenas observando. Ele já desconfiava que Slayer assim como a companheira dele compartilhassem da velocidade acima do comum para batalharem, e tudo isso apenas confirmava sua suposição. ”Ele é ainda mais perigoso do que ela, com aquelas lâminas sua capacidade de infligir dano aos oponentes é muito maior.” Pensava o felino ao ver todos os três sangrarem caídos no chão.

Ficar parado não era inútil no entanto. Nesses preciosos segundos ele observava a velocidade do homem, seu tempo de reação, tentando se adaptar a ela, perceber em que ritmo o ninja realizava seus golpes, quão rápido conseguia se esquivar, correr de um lugar a outro, saltar. Mais uma vez a necessidade de ter uma noção perfeita do tempo se fazia importante, e apesar de não ter alcançado esse nível ainda, o Tigre se esforçava para contabilizar em sua cabeça quer seja por segundos, por quantidade de inspiradas e expiradas, ou até mesmo pelos seus batimentos cardíacos.

Sua intenção inicial era esperar o momento perfeito para atacar, realizar um movimento certeiro aproveitando alguma chance que surgisse de forma a acabar rapidamente com a luta. No entanto ao ver o mink Panda tombar ao chão após as duas mulheres, soube também o quão arriscada sua tática era. Nem tanto para si, pois tinha confiança que se conseguisse descobrir o “tempo” do oponente e se adaptar a ele, seria capaz de vencê-lo. Mas e se alguém do Reino morresse antes que isso ocorresse?

Quando desembarcou e viu aquelas pessoas mortas, mesmo as crianças, o Tigre não tinha se abalado, perdido a compostura, se enfurecido. Estava acostumado demais com a morte para isso. Mas isso não significava que não pretendia fazer justiça por elas. Que não pretendia tentar evitar que isso voltasse a acontecer se estivesse dentro de seu alcance. Que achasse uma injustiça vidas tão jovens terem sido cortadas de tal forma. Que isso não o aborrecesse.

Da mesma forma, ele via agora esse grupo que fora gentil consigo, aceitando lhe dar passagem para longe do farol, apanhando e se ferindo. Mesmo sem considera-los companheiros, amigos, ele não queria vê-los mortos. Não queria que Slayer ceifasse mais uma vida. Não quando ele podia evitar isso. Então, se valia a pena arriscar que um deles morresse para garantir uma vitória sem riscos maiores para si? A resposta era simples.

Não.

O mesmo instante em que Poo caiu no chão foi o instante em que Raksha se moveu. ”Espero que tenha sido o suficiente.” Pensava ele se referindo aos momentos que observou as ações do inimigo tentando se adaptar à sua velocidade de movimento. Em sua cabeça já tinha uma estratégia formulada para tentar lidar com ele.

Indo a frente, o Mink não buscava atacar o ninja, mas sim se posicionar preferencialmente a frente dos três caídos de forma a bloquear o caminho para eles e dar-lhes a oportunidade de se erguerem. No entanto se estivessem “espalhados”, Raksha iria para frente do que estivesse mais próximo a si, esperando que Samantha, Levi e Loraelis fizessem o mesmo pelos outros.


Se movendo tão rapidamente quanto pudesse, desde o inicio sua mão direita se ergueria acima do ombro, segurando a extremidade da haste ali. Já a mão esquerda segurava a lança na metade do seu comprimento. Com ela inclinada para trás e para baixo, a lamina da mesma tocava a neve.

Conseguindo se posicionar onde desejava, firmaria as pernas na pose do cavalo, ficando com o corpo na lateral (em relação ao ninja), mas diferente do seu usual, a perna direita ficaria para a frente. Tal posição limitava a área que poderia ser ferido além de poupar o lado esquerdo, onde estavam suas feridas que apesar de terem parado de doer, era melhor evitar mais danos na área.

De fato, independentemente de conseguir completar seu deslocamento ou não, o movimento defensivo seria igual caso fosse atacado. Usando toda extensão do seu corpo, a força viria primeiramente dos pés, passando para o quadril que giraria no sentido horário rapidamente, acompanhado pela coluna e finalmente ombros. Ao mesmo tempo a mão direita puxaria a lança para baixo, enquanto a esquerda se moveria para frente e para cima.

E assim o bloqueio tomava forma, um movimento de corte de baixo para cima, de trás para frente. Visando acertar a arma ou membro atacante e empurra-lo para cima, Raksha tirava proveito da extensão de sua arma em comparação com o inimigo para desviar o ataque sem no entanto travar o impulso do adversário. E isso se dava pelo simples motivo que o Mink logo após a defesa seguia para um contra ataque de forma fluída.

Ao invés de frear o giro do quadril e do tronco, ele os combinava com um jogo de pés logo após o bloqueio (mesmo se esse não desse certo), se o pé esquerdo estivesse na frente, faria um giro sobre ele, momento no qual com a rotação do corpo ajeitaria a altura da lança. Em seguida ao finalizar o giro e colocar o pé direito no chão, golpearia na horizontal visando acertar as costas do inimigo com o cabo da lança. Para isso precisaria soltar a mão esquerda dela, usando apenas a direita para o golpe.

Imediatamente retraíria a lança, visando com isso fazer um corte pelas costas do ninja. Esse era o segundo ataque. O primeiro era meramente concussivo , mas o segundo tiraria sangue. E não só isso, mas ao retrair a lança, o Tigre aproveitava para segura-la com ambas mãos e saltava levemente para trás entrando em pose defensiva padrão.

Táticas Defensivas:
 

Durante essas táticas procuraria mover-se constantemente além de usar de movimentos rápidos da mão para tentar bloquear com sua lança ambas as armas do adversário, uma atrás da outra, caso ele viesse a usa-las.

---

Já se inicialmente fosse o pé direito na frente como o desejado, a diferença é que durante o golpe defensivo ele daria um passo na diagonal com o esquerdo, antes de realizar o giro sobre este e o restante dos movimentos.

---

Se o ninja tentasse passar por ele, o ignorando, Raksha agiria da mesma forma, tentando se colocar em seu caminho, mas o primeiro golpe deixaria de ser defensivo virando outro ofensivo.

---

Havia a possibilidade de Slayer não partir para o ataque, esperando que avançassem contra ele. Nesse caso todos teriam possibilidade de se erguer e voltar a atacar, e assim que avistasse um ataque que forçasse Slayer a saltar, se esquivar ou recuar, tentando usar da noção de tempo que tinha percebido até ali, aceleraria contra o inimigo visando acerta-lo no meio de sua esquiva com um golpe que misturava uma pirueta acrobática e seu estilo de combate.

Em um salto o Mink se colocava girando na horizontal, com se fosse uma bala. A lança agora seria segurada contra o peito com ambas as mãos, de forma que uma metade fosse para esquerda do Mink, e a outra fosse para a direita. Apesar de abrir mão do alcance, o dano aumentava assim como as possibilidades de acerto já que eram vários giros enquanto se movia pelo ar.

acrobacia, imagine segurando uma lança:
 

Uma vez que pousasse no chão, tentaria realizar um rolamento se afastando, para se erguer então em pose defensiva padrão, pronto para se defender como planejado (descrito acima).





Histórico:
 
Objetivos Atualizados:
 

____________________________________________________


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"Pensamento"
- Fala -



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Última edição por GM.Wild Ragnar em Dom 27 Maio - 2:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptySab 26 Maio - 1:46

Estava com os olhos fechados, um floco de neve caia em meu rosto. Sentia o gelado, o mesmo frio que havia invadido meu abdômen, mas que agora me abandonava. Meu corpo voltava a aquecer e minha vontade de batae em cretinos também, mesmo ferida estava a todo vapor. Slayer havia ultrapassado todos os limites de sobrevivência no mar.

Claro que talvez ele não soubesse, mas me ferir era o menos dos problemas, isso era algo que nem sequer pensaria em relevar, pois sua fria adaga no meu abdômen me feriu muito menos do que já fui ferida em minha infância e não seria esse tipo de coisa que me faria desejar a morte de alguém, mas foi ferir Metza e Poo diante dos meus olhos, isso seria enfrentar a própria morte, e não estou falando da irmã de Thor, as de algo muito pior, a Louca.

Me levantaria rapidamente, mentalizava os movimentos do adversário em minha mente, estava na hora de pensar mais e atuar menos, estava na hora de esmagar a pessoa certa e não as moscas a sua volta. Era hora de o martelo cantar, era hora Reino deixar sua marca, era o momento do mundo saber que nós existíamos para imperar por onde passávamos e não aceitaria menos do que isso.

- HAHAHAHAHAHA! – Ria alto do comentário do ninja. - Vamos ver então quem é o ridículo aqui!

Avancei novamente na direção dele, mas desta vez estava munida de maiores informações, ele realmente tinha uma arma de lâmina, na verdade duas, as armas tinham alcance menor que do meu martelo, portanto eu possuía a vantagem da distância, segundo ponto, ele era realmente rápido, um adversário digno, além disso ele era forte, ou seja, possuía atributos realmente bons pata um lutador, mas claro que para tudo existe um remédio e esse remédio era uma louca e seu martelo.

- Pessoal agora esperem um pouco! – Dava a ordem de combate. - Eu, a General do Reino avançarei contra o inimigo, vocês apenas aguardem o momento certo e ataquem de todas as formas. – Então mudava o tom de voz e falava com a Monarca Descalça. - Se você se ferir novamente com que cara nós poderemos te encarar. Em um combate somos aqueles que te dão o suporte e você, a Monarca, dá o cheque mate.

Em nenhum instante tirei os olhos do ninja, embora soubesse o que tinha que falar, sabia que não poderia mais dar a face ao azar novamente. Outro aspecto que poderia me preocupar é o sangramento no meu abdômen, mas quem liga para isso quando amigos e sua própria maneira dever a vida está em jogo. Não era só uma questão de quem era mais forte, mas de quem tinha um sonho pelo qual realmente valia a pena lutar. E meu sonho era maior que minha vida.

Avancei sem medo mais uma vez contra o Slayer, desta vez sabia da velocidade dele e de como ele lutava e por isso tinha encontrado a distância ideal para lutar com ele, aquela que meu martelo atinge ele, mas uma simples faca não poderia me atingir, eu tinha por ai um meio metro de distância que poderia e deveria aproveitar.

Mas minha atenção não estava nos meus ataques, mas na minha defesa. Desta vez estava pronta para recuar rapidamente quando a situação exigisse, não deixaria ele longe demais, para não ficar fora do meu alcance e nem perto demais para eu ficar no alcance dele. Para manter a maior distância possível eu usaria meu martelo mais como uma lança, ou seja, com estocadas do que um golpe de alavanca.

O que eu estava procurando na luta era mais do que acertar um golpe aleatório, mas era finalizar a luta o mais rápido possível, e esse momento poderia ter uma variedade de situações que tinham que ser pensadas, mas em uma luta que uma fração de segundo um golpe poderia decidir a luta e eu não poderia me dar o luxo de perder tempo pensando e resolvi deixar a coisa para o instinto.

Se ele me atacasse por baixo, por exemplo, instintivamente daria um pequeno salto recuando as minhas pernas, para não ser derrubada ou atingida novamente e mandaria um rápido golpe vertical visando acertar ele onde fosse, mas com força, de cima para baixo.

Se ele me atacasse por cima sempre me esquivaria para trás e visaria um ataque rápido no seu braço atacante, ou seja, o que estava para frente, e manteria com segurança a distância da sua arma através do alcance do meu martelo.

Entretanto eu havia reparado que ele gostava de saltar, oras bolas, eu também gostava, mas a verdade era que estava machucada e poupando saltos para um momento mais precioso, mas se ele saltasse não perderia a chance, chance essa porque no ar existe uma coisa que ninguém pode fazer, na verdade existe mas eu ainda não conheci, se esquivar e se por acaso, em algum momento da luta ele saltasse avançaria de maneira kamicaze e atacaria as pernas dele com um golpe diagonal se baixo para cima visando o joelho dele. Esse ataque seria rápido e logo saltaria na direção oposta do salto para não permitir que ele me atingisse.

É claro que nosso instinto pode falhar e por vezes pequenos descuidos podem ser cometidos, já havia recebido uma apunhalada e sabia que poderia levar outra, tinha medo? Claro que não! Medo eu tinha de perder a Metza, Poo, Sam ou algum amigo precioso, uma facada era algo que eu poderia aguentar e confiar mais uma vez na Helena, mas perder um amigo, isso era incrivelmente dolorido demais. Por isso já tinha tomado a decisão de que se fosse golpeada de novo iria para briga de rua.

Se visse que eu realmente seria atingida e não tivesse esquiva para fugir eu avançaria e agarraria aquele ninja onde quer que conseguisse agarrar, seja seu braço, seja sua roupa ou seu pescoço e não soltaria seja lá o que me custasse. Mentalmente estava preparada para receber outro golpe dolorido e gelado (embora o frio anestesie a dor e ajude a estancar o sangramento), mentalmente estava pronta para o sacrifício de dar meu sangue pelo Reino. Caso obtivesse sucesso em agarrar o ninja...

- Pelo Reino! – Bradaria alto para todos ouvirem. - A vitória vais ser nossa.

Entretanto sabia que meus amigos também estariam a minha volta esperando um momento de atacar e talvez esse momento viesse antes de eu atingir ou agarrar o Slayer, porém se eu visse um momento desses eu não perderia meio milésimo de segundo, com um movimento rápido das pernas me aproximaria para um golpe rápido e horizontal buscando atingir o ninja onde fosse.

Caso em dado momento visse que o inimigo foi atingido por mim ou um dos meus companheiros e isso de certa forma desestabilizou um pouco dando alguma abertura também aproveitaria o momento para uma sequência de golpes, todos eles fortes e buscando a cabeça do ninja, a ideia era um nocaute rápido, entretanto vendo que o alvo principal se tornava impossível começaria a mirar na pernas mesmo.

Se de alguma maneira ele fosse atacar meus amigos e eu tivesse o mínimo de condições seguiria ele e aproveitaria também o momento para ataca-lo de preferência antes dele conseguir desferir o golpe dele, mas sabia que era importante ele receber um bom golpe e por isso usaria toda minha força para pôr mais e mais dano a cada golpe dado.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptySab 26 Maio - 13:29

Karthus desafia o Reino




P*ta que pariu.

Imóvel, estática e sem ação, foi como fiquei, o bastardo rubro entrou na luta e fez um estrago em tudo. Bijin foi o estrondo do momento, nossa general com sua técnica abriu caminho entre os submissos e como imaginei, alguns deles tentariam a sorte, se deram mal. No instante seguinte em que aqueles tontos iam respirar para aliviar do golpe da garota peculiar já sentiram o impacto do meu chute que derrubou o restante, apenas um se manteve de pé, porém Bijin não precisou de muito para derrubá-lo...

Não estava contando, mas boa parte do grupo de lacaios do Slayer já estavam no chão e nós triunfantes contra essa horda! Foram segundos de alegria, um sorriso maldoso se manifestava em mim, parecia que a vitória estava garantida, ficamos frente à frente com o bastardo e o momento de acertar contas havia chego. De praxe, Bijin partiu para ofensiva e eu seguiria, dando o suporte, entretanto algo que nunca presenciei aconteceu... Bijin foi impedida facilmente, ninguém se preparou para isso.

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Slayer em um movimento rasteiro derrubou a General antes que ela pudesse revidar e agindo mais rápido do que posso processar, com a garota já caída, o ninja desfere uma estocada no abdômen da minha companheira, sinto como se fosse eu a golpeada, grito desesperada com a cena, sem reação, apenas minha voz foi o que meu corpo encontrou para aliviar as sensações ruins que a cena causou.

- BIJIN! - Um grito mais desesperado e nervoso que já dei, minha preocupação com minha amiga entoava.

Os submissos mudaram de foco, invés de me atacarem, foram para Poo, eu era a próxima presa do ninja e eles sabiam disso, um arrepio sobe pela minha coluna, se Bijin não o parou como eu vou? Algo me fez continuar parada, eu tinha me preparado para defender Bijin se ela fosse atacada, todavia eu nem sequer me mexi, apenas continuei olhando para o assassino que pôs a vida de minha amiga em risco! Antes que ele viesse para cima de mim, Metza interferiu.

A capitã veio lá de trás, honrar o nome do Reino, utilizando de toda sua vontade para acabar com Slayer, porém ele não estava se poupando, a velocidade do ninja deixou minha monarca para trás, parecendo um risco ele passa e derruba a loira sem mais ou menos, outra amiga minha foi derrubada, sinto um aperto no coração, ver o sangue de seus amigos doí demais no peito. Poo conseguiu se recompor mais rápido e partiu para atacar, e em simples resposta do inimigo, o panda já estava no chão sangrando. Três integrantes do Reino no chão e o Slayer nem sequer foi acertado uma única vez, mal me recuperei dos horrores que passei em Logue e agora tenho que lidar com isso.

Não sei o que fazer, as pessoas mais fortes que já conheci estavam no chão, eu tenho que agir, só não sei como! Ridículos -gozaru - Zombava o inimigo, mostrando sua não-surpresa com a situação. Próximo dele, além de mim, existia o Raksha com uma lança em mãos, não faço ideia de como ele luta, não consigo apoiar alguém que não sei como age... Das poucas opções que tenho, o mais importante é não permitir que ele mancha mais nosso nome com sangue das minhas amigas.

- Ainda de pé, seu desgraçado? Zombe enquanto suas pernas tem força para te sustentar! Por que não me enfrenta de uma vez para acabarmos logo com isso? - Chamaria a atenção do Slayer, meus companheiros precisavam de tempo para levantar, eles precisam levantar, daria esse tempo à todos, para Raksha se aproximar, Bijin e Metza se recompor ou saírem da zona de combate, não importa, desde que o Slayer não partisse para atacá-las novamente.

Correria até o ninja, como se fosse atacá-lo, pois só precisava que ele partisse para cima de mim, esperando que ele reaja assim como fez com Bijin e com Metza, com sua velocidade descomunal, eu sabia que não conseguiria acompanhar seu movimento, pouco me importo, visto que assim que Slayer se movimentasse, jogaria meu corpo para trás, debruçando-o no chão, deixando minhas pernas livres para movimentação, eu esperaria sair da zona de ataque dele, com a ideia de não estar mais na posição propicia em que ele mirou, assim esquivando do seu golpe.

Se tivesse exito nessa ação, tentaria usar minhas pernas para desarmar uma de suas mãos, prendendo a que tiver a maior arma pelo braço e girando meu corpo no chão, para causar um torção no braço do assassino rubro, visando imobilizar esse braço e na rotação fazer com que ele solte a arma da mão dele, por conta da pressão e do movimentação.

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Se eu recebesse o golpe, não me importava, a dor seria uma das consequências, o foco agora é impedi-lo e manteria somente isso em mente, por isso tentaria tirar vantagem do momento e segurar sua mão que me atacou, para ele não fugir e atacar os meus colegas. Antes que ele pudesse me desferir outro golpe com sua outra mão, desferiria uma joelhada na região da boca do estômago, para tentar criar alguns segundos de dor ao ninja e esperar que Raksha ou outro companheiro viesse me ajudar. Se ele reagisse de qualquer forma para me dar um segundo golpe, o que eu poderia fazer é esquivar, soltando-o e me distanciando com um salto para trás,
esperando ter ainda ar nos pulmões.

Todavia, existe a possibilidade dele não partir para o ataque, tendo que reformular meus planos iniciais. Se no momento em que eu partisse para o ataque e ele não reagisse, pararia com a execução do plano e recuaria com saltos em zigue-zague, na direção de Bijin ou Metza, a que estivesse mais próxima, para protege-la caso ele partisse para atacar uma das duas, e eu ficaria entre ele. Assim ele teria que me atacar antes de ferir alguém e assim eu executaria a ideia principal de desarme ou de segurar o Slayer.

Também me prepararia para caso alguém o ataque e eu veja a oportunidade de agir. Se algum membro do Reino atacar, com intuito de imobiliza-lo ou de distrai-lo e obter sucesso, não perderia a chance de revidar e reagiria o mais rápido possível, correndo para me aproximar e miraria um chute na vertical, com minha perna direita, com expectativa de acertar sua mão e machucá-la a ponto de soltar a arma que está segurando, de preferência a maior.

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Ao meu alcance são essas ações que posso executar, não sabia como os outros iriam intervir na batalha, se Bijin ou Metza vão conseguir voltar a lutar, mas derrotar Slayer por hora parece mais complicado do que parece, por essa razão me foco em desarmar e facilitar que ele se torne um alvo para meus colegas, mesmo que isso signifique derramar meu sangue, liberdade é divina, pena que tem seu preço e se desejo continuar me sentindo parte desse grupo devo paga-lo, ninguém derruba faz o que ele fez com minhas amigas e sai impune, agindo em conjunto iremos derrotar o bastardo.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptySab 26 Maio - 17:31





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METZA VAN HAWTHORNE



CACTUS ISLAND / POST 18






- Bi..... jin...
O coração da Monarca deu uma pontada de incredulidade em meio à confusão e a nevasca que assolava o porto de Cactus Island. Bijin, sua fiel companheira, estava caída e com uma adaga cravada em sua barriga.


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Tal cena entregue de bandeja pelo ninja Slayer fizeram com que a Monarca Descalça alterasse rapidamente de humor em questão de instantes de um modo mais rápido ainda do qual seu treinamento de atuação lhe proporcionava caso essa alteração fosse intencional. De decepção por ter que lutar, para a tristeza e o susto de ter uma amiga que poderia estar morta logo à sua frente, passando para uma fúria descomunal pelo fato do ninja estar brincando com o Reino e ainda removendo as esperanças de um combate de vitória fácil; já que grande parte dos inimigos que não estavam caindo fora da plataforma estavam simplesmente fora do combate.


-Fala muito… faz pouco, igual aquele cães que só sabem latir. -gozaru - Tais palavras faziam com que Metza rangesse os dentes em ira. Seu plano de tentar jogar neve nos olhos do inimigo para colocá-lo em desvantagem e depois desarmá-lo seria mantido, porém sem conseguir aguardar mais um segundo sequer para isso.


Rapidamente, de uma forma bem habilidosa, Slayer consegue empunhar uma segunda arma colocando o plano de Metza no pior cenário possível; um que ele carregava duas armas e, sendo que uma delas, não havia sido prevista. Se a Monarca fosse um pouco menos esguia, o ataque do ninja poderia ter sido fatal...


*Não... pode... ser.....* - Perplexa, a capitã do Reino sentia a espada do ninja rubro cortando suas vestes e sua pele com uma lâmina mais fria do que a neve da qual ela pisava. O sangue quente que vertia de seu abdômen contrastava com o gelado proporcionado pelo ferimento que servia de abertura - Bi... jin.... - Murmurava a capitã com seus lábios colados pelo frio e pela surpresa, enquanto estendia sua mão com a palma aberta em direção da Louca, como se tentasse protegê-la à distância.


Apesar do grande corte feito por Slayer que levava Metza ao chão, a adrenalina da batalha e a guerra pela honra de seus ideais e de seu bando impediam que ela se entregasse facilmente. A grande verdade é que a luta contra Slayer e seus homens estava apenas começando!


Ironicamente e conscientemente, a capitã dá um sorriso exibindo seus dentes e fazendo com que sua franja retirasse a iluminação de seus olhos, deixando a provocação que faria um tanto quanto macabra; o que alterava completamente sua feição de bela moça inofensiva: - Você irá pagar pelo que fez... -gozaru! - Imitando o modo de falar do ninja rubro, na cabeça da monarca, iria desmerecê-lo e colocá-lo em estado de fúria. Movimento um tanto quanto arriscado é verdade... mas que poderia retirar a consciência de Slayer e colocar o Reino na vantagem do embate caso contra-atacassem com um belo plano.


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Felizmente, a doidinha que roubou meu coração estava viva e aparentemente bem apesar de ter um ferimento consideravelmente grave de adaga em sua barriga. Bijin fazia as vezes de General e era justamente para isso que Metza havia a confiado ao cargo; não para comandar o ataque em si e nem planejá-lo, mas para tomar a linha de frente para que o resto do bando tivesse brechas para o ataque - Eu estou tão feliz! - Responderia Metza, apesar do cenário não ser propício para dar um abraço, era justamente isso que ela teria vontade de fazer no momento.


Líder nata como ela só, Metza seria breve em suas palavras de empolgação aos tripulantes do Reino, todavia com sua aura poderosa e sua voz encantadora ela garantiria se fazer ouvida: - Vamos parar Slayer! PELO REINO! - Por parar, poderia ser interpretado como imobilizar o ninja ou matá-lo mesmo... de uma forma ou de outra, caso alguém conseguisse ajudar Metza, seu intuito estaria cumprido.


Metza procuraria agora ser mais racional e menos afobada. O seu último ataque fora desastroso, para dizer o mínimo, e lhe garantiu um corte dolorido e frio para sua coleção de arranhões em combate. Entretanto, ser atingida por Slayer também teve seu lado positivo... ela pôde concluir que além de ser hábil com diversos tipos de armas diferentes e chutes ele também era extremamente rápido e possuía armas incomuns. Pior do que ter um inimigo em vantagem no combate, é não saber do que se trata sua superioridade; Metza agora sabia.


Desta vez ela de fato aguardaria para ser a última a atacar. Querendo ou não, sua General tinha razão e Metza não era forte o suficiente para investir contra Slayer sem um bom plano ou em desvantagem. Seria necessário alguém imobilizá-lo ou desarmá-lo para que a capitã tivesse alguma chance de ferí-lo. Qualquer outra situação naquela altura do campeonato seria dar murro em ponta de faca (e uma faca bem sobrenaturalmente gélida, convenhamos...).


Caso algum membro do Reino conseguisse imobilizar pelo menos um dos braços longos ou das pernas de Slayer, Metza aproveitaria a chance para dar cobertura para seu amigo correndo em direção ao ninja com o intuito de desarmá-lo. Se a imobilização acontecesse em um dos braços, Metza correria pela lateral de Slayer (entre suas costas e o braço solto) e saltaria para executar uma voadora no meio de seu braço entre o cotovelo e o ombro. Com o peso de seu corpo, a Monarca acredita que poderia fazer um dano complexo e agressivo o suficiente para incapacitar Slayer de utilizar novamente aquele membro no combate.


Se por ventura houvesse algum ponto elevado (como um caixote ou um corpo) do qual Metza pudesse se utilizar para executar sua técnica Aerial Blue Max ao invés da voadora ela o faria, para potencializar o impacto de seu golpe. Rodopiando no ar ampliando assim o dano de seu ataque na queda, Metza manteria o braço livre de seu inimigo como alvo.


Tendo em mente que seu oponente é habilidoso e assustadoramente rápido, mesmo procurando o atingir em um ponto cego (no caso pelas suas costas), Metza estaria preparada para caso ele se desvencilhar-se da imobilização e contra-atacasse a Monarca no ar com um giro, ou caso percebesse que ele conseguiria atingí-la no ar com sua mão livre ou pés antes que ela pudesse finaliza seu golpe; dessa forma iria interromper seu golpe na metade, pousando no chão antes de chegar próxima de Slayer. Desse modo, apesar de ela não conseguir terminar sua investida, ela não se arriscaria ser atingida novamente e teria feito Slayer trazer o foco para si, abrindo assim uma brecha para que um aliado da loira pudesse realizar um ataque frontal em seu peito aberto.


Se o ninja não fosse imobilizado por tempo suficiente (ou não fosse imobilizado de forma alguma), Metza contornaria o oponente pelas costas para se livrar de um ataque frontal. A bonitinha sabia que mesmo sendo mais rápido que qualquer um ali, se ele estivesse cercado e sofrendo ataques pelas costas, cedo ou tarde ele iria abrir brechas para que algum golpe o atingisse, deixando-o assim mais vulnerável.


Portanto, Metza o investiria contra suas costas partindo em sua direção caso ele não fosse imobilizado. Nesta situação, Slayer precisaria se virar para bloquear ou se esquivar de tal tipo de golpe que viesse de um ponto cego e precisaria confiar apenas em sua audição para perceber o ataque vindo. Porém Metza não subestimava seu adversário, e sabia que ele provavelmente se defenderia virando-se para ela para bloquear ou esquiva-se com extrema rapidez. A garota partiria para cima dele já tendo em vista que seria contra-atacada com um giro, sendo desferido pela adaga, pela espada ou por um chute. Independentemente de qual tipo do ataque ou de qual direção viesse, a loira estaria pronta para esquivar-se saltando para a direita e, caso desviasse o ataque, usasse o impulso de sua queda para saltar novamente e tendo abertura suficiente para golpear com um giro pelo alto o rosto de seu inimigo com a perna esquerda.


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Se Slayer não percebesse a investida de Metza pelas suas costas ou se ele estivesse ocupado o suficiente contra outro membro do Reino para conseguir contra-atacar a loira, a Monarca Descalça simplesmente atropelaria o ninja trombando com ele e o levando ao chão. Chegando a esse ponto, o ninja rubro provavelmente estaria confuso com o inesperado choque de corpo feito por Metza; sendo assim, ela usaria o peso de seu corpo para imobilizá-lo no usando seus joelhos para prensar seus braços contra o chão nevado. Mas se o choque de corpo não fosse suficiente para derrubar Slayer ao chão ou se sua resistência empurrasse Metza para trás, ela usaria de sua habilidosa e plástica técnica Artistic Backflip para sair da área de ataque de slayer e fugir de um provável ataque contra si.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptyTer 29 Maio - 0:33



O Reino

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Não queria nem ganhar...

Impotência. Sem poder fazer nada contra o inimigo, todo aquele sentimento que Aleister tentou superar voltou como um enorme dragão, da mesma problemática que em seus devaneios lhe obrigou a provar-se para si mesmo. Ali, ao contrário de uma criatura que mesmo parada, era imponente, o ninja era esguio o bastante para conseguir esquivar-se completamente dos golpes e ferozmente atacar grande parte dos presentes.

— O que está acontecendo aqui? — questionou-se o rapaz.

Incrédulo com o que havia acontecido, Levi não acreditava na avassaladora diferença de nível entre Slayer e cada um deles. Era impossível para qualquer um dos guerreiros do Reino vencer aquele oponente em uma batalha singular, porém, não estávamos lutando singularmente, pelo contrário, estávamos juntos e deveríamos lutar de tal maneira, unidos.

— Escutem-me! Até agora cada um teve o seu estilo, o seu pensamento, os seus objetivos — para todos olharia, um a um — Agora é diferente! A nossa frente está um oponente que não só ameaça nossas vidas, como ameaça o prosseguimento de um ideal mútuo!

Olhando para cada um, o jovem gatuno tentaria atingi-los com suas palavras de maneira que os gestos feitos com sua mão direita, que apontaria para a embarcação, e a sua canhota, que seria colocada em seu peito, fossem apenas gestos complementares para formação de uma ideia central.

— Agora não será eu que lutarei contra o Slayer! Não será uma Bijin, não será uma Metza, nada disso! Será o Reino que irá lá, derrotará aquele filho da mãe e mostrará para que viemos para a Grand Line! Se não conseguirmos vencer um cara como esse, não merecemos nos chamar de... Piratas! — bradaria — Esse é o meu conselho!

Dito isso, Aleister recuaria e permitiria que os demais agissem. O jovem rapaz não esperava que o grupo iria recuar, então confiante, ele tentaria observar o desenrolar das ações e, mesmo que se atrasasse alguns segundos, ele optaria por tentar a mesma ação, aproveitando-se das ações aliadas para deferir-lhe um golpe decisivo, que pudesse ajudar seus amigos na luta.




Se o golpe aliado fosse baixo, o gatuno tentaria contornar a situação e, aproveitando-se da distração do aliado, tentaria acertar Slayer com um golpe laminar que visaria as suas pernas, buscando dificultar sua movimentação. Caso o inimigo se esquivasse, com sua outra mão, o rapaz tentaria fixar sua lâmina aditiva em alguma parte do corpo do inimigo como um último ato. Errando totalmente e vendo que esse golpe atingiria seus aliados, Levi tentaria deslizar sua mão até a lâmina, impedindo que a mesma atingisse seu aliado, mesmo causando-lhe certa dor ao fazer isso.




Caso o golpe aliado fosse superior, o gatuno tentaria abaixar e ocultar sua presença ao máximo, para que ao se aproximar de Slayer, não fosse notado a tempo de conseguir desferir um ataque estratégico. Em sua mente, o Flamel esperaria que o inimigo se esquivar de alguma maneira dos ataques aliados, sendo esse momento o ideal para sue ataque, da maneira citada anteriormente.




Na possibilidade de, em alguma das situações, o inimigo percebesse que o ataque iria ocorrer, Aleister tentaria arremessar sua faca em uma direção que, não atingindo um aliado, tentaria chamar a atenção inimiga para que, o golpe conseguisse seguinte, conseguisse acertar o oponente. Esse cenário seria arriscado, pois o gatuno não teria como realizar um segundo ataque, pois abriria — momentaneamente — mão de uma segunda lâmina, mas que seria necessário.




Caso o golpe de algum aliado viesse em sua direção, o gatuno tentaria analisa-lo, e assim tentaria esquivar, seja rolando ao lado, ou apenas deitando no piso, da maneira que mais fosse idealizado, considerando suas habilidades acrobáticas e esguias. Esquivado com sucesso, o rapaz tentaria segurar seu aliado pela roupa, para que o mesmo conseguisse voltar a luta rapidamente após o golpe errado.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptyTer 29 Maio - 2:09



NARRAÇÃO




A cena de suas companheiras ou aliados caindo perante o ataque de Slayer era um choque para todos ainda mais depois de terem conseguido ultrapassar seus seguidores com tanta facilidade, Raksha já saltava se posicionando na frente de Poo que tinha acabado de ser derrubado pelo homem, sua barriga assim como a de Bijin tinha sido perfurada em uma punhalada mas aos poucos o panda se recuperava tentando se levantar, cada um proferia suas ameaças mas nenhuma em particular parecia afetá-lo já que até agora sequer tinham mostrado ser um desafio, Samantha começou avançar na direção de Slayer ameaçando um ataque mas o homem se manteve no mesmo lugar assumindo uma postura de combate e percebendo que o ninja não avançaria contra si a lutadora corrigiu seu curso até sua capitã que tinha sido derrubada bem perto dela. Bijin ainda sofrendo de seu ferimento se levantou tentando se recompor para avançar contra seu inimigo e imediatamente sentiu as fisgadas de dor vindo de seu ferimento, a mulher começou sua corrida com uma imensa dor que claramente a desacelerava, Samantha ao ver a companheira avançando reuniu coragem para acompanhar a General em seu ataque assim como Loraelis que portava sua lança, Metza aproveitava a movimentação de todo o grupo para se posicionar atrás do ninja escarlate enquanto Raksha esperava uma abertura para poder agir, Slayer só movia seus olhos vermelhos acompanhando a movimentação de todos tentando memorizar tudo parecendo calcular os inimigos e os caminhos que poderia seguir diante de tal situação.

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Com Bijin na liderança o ninja a interpretou como principal alvo e assim com o avanço da louca o ninja manuseou sua adaga empunhada no braço esquerdo que correspondia ao lado o qual Bijin avançou, mesmo a mulher tentando manter uma distância segura seu inimigo tinha os braços extremamente longos o que de certa forma igualava as coisas para ambos e ao seu favor o ninja tinha uma velocidade bem superior a da guerreira, Slayer transferiu um corte horizontal desenhando um arco no ar passando a arma da esquerda para a direita, a lâmina acertou um pouco abaixo dos bustos da ferreira em um corte um pouco mais profundo que a punhalada anterior, o frio imediatamente preencheu o corpo de Bijin em uma sensação quase paralisante com seus músculos começando a se retrair em uma breve mas extrema dor enquanto seu sangue jorrava acompanhando o corte que aproveitando seu movimento de giro Slayer começava a direcionar o golpe em direção de Samantha que mesmo estando um pouco mais recuada parecia ter entrado na mira do ninja sendo considerada como o próximo alvo. -Pelo Reino!- Um grito repentino surpreendeu o ninja o fazendo arregalar seus olhos por um breve momento ao sentir os braços de Bijin envolverem sua perna esquerda. -Mas o quê...- Ainda um pouco surpreso por provavelmente acreditar que a mulher cairia novamente o ninja acabou criando uma janela para que a ruiva pudesse avançar e atacar com um chute na mão esquerda do oponente, as intenções de Samantha eram simplesmente de desarme mas seu chute acertou a mão do homem com tudo incluindo sua arma que imediatamente pareceu se despedaçar sobrando sobrando apenas o punho da arma. Fuzilando Samantha com o olhar o homem executou uma estocada rápida na mulher que ultrapassou a armadura forjada por Bijin e perfurou a região abaixo de suas costelas. -Não comemorem com tão pouco - gozaru!- Em sua mão esquerda um ar gélido começou a se concentrar e quando se menos esperava sua arma estava inteira novamente como se fosse mágica e imediatamente Slayer desceu a mesma a cravando na clavícula de Bijin. -Vocês ainda sequer me causaram dano - gozaru!- Brandira o ninja de maneira autoritária.

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Samantha sentiu o frio daquela arma ser transmitida para o interior de seu corpo em uma sensação mórbida como se aos poucos ela fosse ser congelada, o mesmo acontecia com Bijin que tinha a mesma sensação já pela terceira vez mas dessa vez era pior pois a arma estava perigosamente próxima de seu pescoço e ainda cravada em seu corpo ao invés de só passar, tal sensação gélida dessa vez pareceu percorrer por todo o seu corpo como se o ar gélido começasse a correr em sua corrente sanguínea congelando tudo em seu caminho e com a arma fincada nas duas tal sensação pareceu não ter fim ficando imersas no efeito daquela misteriosa arma. O que o ninja esquecia era de Metza que se aproximava por trás almejando uma voadora mirando em nenhum ponto específico além do orgulho do shinobi e Levi que começava a se recompor para avançar contra o inimigo, graças adrenalina que corria em suas veias a artista superou à adversidade de se mover mesmo estando com um ferimento aberto em seu tronco, o perigo diante de si e de seus companheiros era claro pois a capitã via Samantha e Bijin imersas em dor e por algum motivo ficando cada mais mais pálidas -Você ainda não venceu!- Gritou a sirena avançado com sua lança a mirando contra o peito do homem que distraído com a sirena sequer se preocupou em olhar para trás permitindo que a Monarca acertasse sua voadora no meio das costas do ninja o forçando ir para frente e desvinculando Bijin e Samantha de suas presas gélidas, com o avanço de Lora em uma estocada Metza jogou Slayer diretamente contra a ponta da lança perfurado um pouco acima de seu abdômen. -Argh!*- Mesmo ferido o homem se recompôs rápido e imediatamente saltou no mesmo lugar em que estava e começou a girar. -AKAI ARASHI!- Pronunciado tais palavras em um urro, enquanto girava o homem movimentava seus braços acompanhando o giro do corpo portando as gélidas adagas acertando Metza, Bijin, Samantha e Lora com as armas em um corte rápido, a corrente de ar distorcida em volta do ninja não só colaborou para aumentar a profundidade do corte gerado ou criar mais ferimentos em suas vítimas mas como também as arremessava alguns metros de distância uma indo para cada lado.

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Naquele momento Raksha viu a abertura que ele desejava, mesmo que por algum momento ele tenha percebido o homem preso pelo abraço inesperado da louca o mink entendia que aquele não tinha sido seu momento talvez por perceber o avanço dos demais mas agora com cada um sendo arremessado para um lado o tigre percebeu que era a sua chance de agir, avançando em um salto Raksha se posicionava ainda no ar começando seu giro com seu corpo inclinado na horizontal, mesmo buscando acertar o alvo no exato momento de seu pouso o felino ainda não estava muito familiarizado com o tempo cronológico para buscar seu uso em combate e por isso executava o golpe com o ninja já se posicionando, talvez  pelo fato de Slayer ser muito rápido e ágil, talvez por ter se atrasado em seu timing ou talvez por causa de ambos o ninja teve tempo para reação que naquele momento foi buscar um bloqueio, o homem posicionou ambas as lâminas cruzadas em puro instinto deixando o ataque do lanceiro colidir com sua defesa, a primeira lâmina se quebrou assim como antes recebendo o ataque forte de Raksha mas mesmo assim a arma absorvia grande parte do ataque enquanto a segunda que estava atrás da primeira adaga se manteve firme, pelo peso do tigre fazendo uso da gravidade ao seu favor caindo de certa maneira contra seu oponente, Slayer fora obrigar a buscar apoio para seu bloqueio encostando um de seus joelhos no chão enquanto a defendia com uma arma e esperava outra se regenerar, porém mais uma vez o ninja era surpreendido pós ao perceber uma movimentação suspeita em sua lateral o homem virou seu rosto para entender o que vinha mas tudo que viu foi o punho de Poo que acertava o rosto Slayer em um golpe direto -Viva ao Reino, desgraçado.- Dize o panda satisfeito por acertar o golpe deixando um sorriso se formar em seu rosto, claramente o panda tinha aproveitado do avanço de Raksha para se posicionar e buscar uma abertura coisa que Raksha fornecia com perfeição.

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O jovem Flamel avançava assim como Poo mais uma vez tentando esconder sua presença avançando contra o inimigo aproveitando do chamariz que Raksha tinha criado, no entanto após ser golpeado pelo panda o ninja imediatamente saltou para trás ficando mais alerta e deixando que a lança de Raksha batesse contra o solo levantando a neve que tinha ali onde ele pisava anteriormente, seguindo seu breve momento de puro instinto Levi arremessou uma de suas adagas contra o inimigo buscando acertar o último ataque mas Slayer repelia o projétil batendo no mesmo com sua adaga que tinha mantido seu bloqueio contra o mink, a arma de Levi caia na neve entre ele e o assassino que se reposicionava mais uma vez dando rápidos saltos para trás ficando na frente de todos. Metza havia ganhado mais um ferimento assim como as demais que anteriormente cercavam o ninja, a artista agora tinha um corte novo em suas vestes e em sua pele dessa vez sendo uma linha reta que ia de ombro em ombro, Samantha ganhava um ferimento mais superficial em sua bochecha esquerda provocado pela distorção do ar e sua armadura apresentava um corte profundo em seu abdômen onde a lâmina tinha rasgado e mais uma vez entrado em contado com a carne da lutadora, Bijin por antes estar segurando a perna do inimigo mas sendo deixada para trás na hora do pulo de Slayer tinha recebido apenas um corte superficial no rosto um pouco acima de seu olho direito provocado pela distorção da corrente de ar mas também tinha ganhado uma perfuração profunda em sua clavícula coisa que poderia afetar no manuseio de sua arma, a mais ferida ali tinha sido Loraelis que estava de frente e mais próxima do assassino depois dele ter sido empurrado pelo chute da Metza, por isso ela tomava o dano inteiro do golpe que rasgou parcialmente suas roupas assim como a sua pele com inúmeros cortes profundos causados não só pela arma do ninja mas também pela distorção da corrente de ar a sua volta, a lança da sirena também tinha sido despedaçada pela técnica do ninja revelando uma brutalidade similar das vítimas mortas no porto. -Menos uma -gozaru.- Murmurou o assassino com ambas as lâminas mais uma vez inteiras.

Assim que as demais vítimas da técnica se levantassem e o restante do grupo procurasse pela sirena eles iriam notar que Lora ainda não tinha levantado e parecia estar inconsciente com partes de seu corpo expostas ao frio devido as roupas cortadas e o sangue jorrando pelos seus ferimentos visivelmente graves abertos, Slayer ainda tinha bastante seguidores em pé lutando contra Genn, Helena e Ezequiel, até mesmo Lily que não tinha apresentado nenhuma habilidade em combate até agora estava lutando fazendo uso de uma pistola velha que provavelmente tinha pego de algum pirata caído. Mesmo com um buraco em sua barriga e depois de receber uma voadora e um soco o ninja parecia disposto a continuar com a luta como se aqueles ferimento e os demais golpes não tivessem sido nada diante de tudo que ele já tinha experimentado, o ninja apenas se posicionou assumindo sua postura de combate parecendo aguardar o inicio da movimentação de seus inimigos.

Considerações ²:
 



-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptyTer 29 Maio - 4:36



Raksha, o Libertador



Naquele momento a única coisa na mente do Mink era derrotar Slayer e impedir que mais alguém caísse perante suas lâminas. Ele já havia analisado o tanto quanto podia o estilo de combate do adversário, e mesmo sem querer permitir, os integrantes do reino se feriram ainda mais, com Loraelis caindo na neve sem se mover novamente, seu estado desconhecido.

“Ambidestro, veloz, usa uma lamina grande e outra menor capaz de se reconstruir. Seus braços são maiores que os de um humano normal e prefere ficar na defesa para então contra atacar.” Analisava Raksha friamente, começando a avançar em uma corrida até o homem. Ver aquela lâmina se regenerar o lembrava das botas da mulher que enfrentara no dia anterior, e nem precisou se perguntar se tal característica surpreendente era fruto das habilidades de Mielle. No seu intimo sabia que sim.

Apesar de querer ir verificar o estado da sirena caída, sabia que isso só seria possível após a luta. Também sabia que se continuasse com sua tática, assistiria os outros caírem um por um. Seu último ataque havia sido bloqueado, por mais que tivesse aberto uma oportunidade para Poo, a luta ainda continuava.

Isso significava que ainda não tinha se adaptado ao timing do inimigo, o ninja  havia sido demasiadamente rápido. Tentando se forçar a não apenas alcançar tal velocidade, mas também a atacar sem dar espaços para um contra ataque, Raksha avançava se movendo tão rapidamente quanto pudesse, desde o inicio sua mão direita se ergueria acima do ombro, segurando a extremidade da haste ali. Já a mão esquerda segurava a lança na metade do seu comprimento. Com ela inclinada para trás e para baixo, a lamina da mesma tocava a neve.

Uma vez que se aproximasse o suficiente, procuraria usar sua noção do tempo em desenvolvimento para realizar um ataque aproeitando toda extensão do seu corpo, a força viria primeiramente dos pés, passando para o quadril que giraria no sentido horário rapidamente, acompanhado pela coluna e finalmente ombros. Ao mesmo tempo a mão direita puxaria a lança para baixo, enquanto a esquerda se moveria para frente e para cima.

E assim o primeiro ataque tomava forma, um movimento de corte de baixo para cima, de trás para frente. Visando acertar o homem ou armas que bloqueassem as empurrando para cima, Raksha tirava proveito da extensão de sua arma em comparação com o inimigo para atacar sem correr tantos riscos de sofrer um contra ataque. E isso se dava pelo simples motivo que o Mink logo após seguiria para um segundo ataque de forma fluída.

Ao invés de frear o giro do quadril e do tronco, ele os combinava com um jogo de pés assim que a ponta da sua lança alcançasse a altura dos peitos do oponente (mesmo se o ataque não desse certo), se o pé esquerdo estivesse na frente, faria um giro sobre ele, momento no qual com a rotação do corpo ajeitaria a altura da lança. Em seguida ao finalizar o giro e colocar o pé direito no chão, golpearia na horizontal visando acertar as costas ou lateral do inimigo com o cabo da lança. Para isso precisaria soltar a mão esquerda dela, usando apenas a direita para o golpe.

Imediatamente retraíria a lança, visando com isso fazer um corte pela região possivelmente atingida do ninja. Esse era o terceiro ataque. O segundo era meramente concussivo , mas o terceiro tiraria sangue. E não só isso, mas ao retrair a lança, o Tigre aproveitava para segura-la com ambas mãos e saltava levemente para trás entrando em pose defensiva padrão.

Táticas Defensivas:
 

Durante essas táticas procuraria mover-se constantemente além de usar de movimentos rápidos da mão para tentar bloquear com sua lança ambas as armas do adversário, uma atrás da outra, caso ele viesse a usa-las em conjunto.

Se fosse atingido e caísse, tentaria se por sobre um joelho, aplicando um golpe de corte na horizontal na região das pernas do inimigo. A preferencia era acertar, claro, mas caso isso não ocorresse, estaria forçando que o homem pulasse para desviar, ou usasse ao menos uma arma para bloquear, o que daria uma oportunidade para os outros encaixar um ataque, ele esperava.

Após o golpe se ergueria e recuaria um pouco em posição defensiva buscando analisar a situação.

---

Já se inicialmente fosse o pé direito na frente na hora do primeiro ataque, a diferença é que durante o golpe ele daria um passo na diagonal com o pé esquerdo, antes de realizar o giro sobre este e o restante dos movimentos.

---

É possível que Slayer se esquivasse para trás, para esquerda ou direita durante o primeiro ataque de Raksha. Ainda assim o felino não alteraria seus golpes planejados, já que isso estava dentro de seus cálculos, e ele contava com a extensão de sua lança e braços para conseguir atingir o homem, ou se caso o pirata se esquivasse na direção em que Raksha rodopiaria, o atacando, o felino tentaria aguentar ador e realizar a continuação de seu próprio ataque, trocando dano por dano.



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Objetivos Atualizados:
 

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Última edição por GM.Wild Ragnar em Ter 29 Maio - 13:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptyTer 29 Maio - 11:26



O Reino

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Comeback!


Tudo se encaminhava para o final negativo. Ataques em grupo, ataques surpresa, ataques calculados, todos padeciam perante a força daquele esguio inimigo. Corte a corte, Aleister via seus aliados caírem, se ferirem, porém, suas determinações não enfraqueciam igual aos seus corpos, pelo contrário, mesmo sofrendo, as garotas não haviam desistido em nenhum instante. Persistindo, o grupo conseguia alguns danos, com o golpe surpresa de Metza, assim como a estocada de Loraelis e até o soco potente de Poo, que se mostrava um forte aliado, mas algumas coisas chamavam a atenção do gatuno.

— A-Aquela arma se reconstruiu? — questionou-se.

Incrédulo, Levi não teve tempo de analisar mais o que havia acontecido ali, e logo tinha partido para o ataque, que, como antes, havia sido ineficaz, para não dizer deprimente. Observando sua lâmina, ali, a sua frente, o rapaz notava que não estava conseguindo ajudar ninguém. Olhando para o lado, o rapaz avistava suas aliadas se erguendo, cansadas, feridas, destroçadas, mas até aquele momento o que o gatuno havia feito para ajuda-las?

— De novo... Eu esto — pausou assustado.

Em meio a tantos questionamentos internos, o rapaz observou algo que lhe chamou a atenção. Ali, a sua frente, por assim dizer, havia alguém caído. Ferimentos graves, roupas rasgadas, sem força para erguer-se, aquele era o estado da sirena que antes havia demonstrado tanta coragem em enfrentar aquele horripilante oponente.

— Não! De novo não, não, não pode ser, não, não... NÃO! — gritou.

Sucumbindo ao ódio, ao medo, a insegurança, Aleister começara a perder o controle. Vendo a sirena caída daquela maneira, a sua mente viajava na velocidade da luz por todos os cenários aterradores que o rapaz já havia passado, desde os campos de batalha do treinamento de simulação da sua família, até para com seus aliados, principalmente a Agente que trocou sua vida pela do rapaz, e que teve o fim parecido com aquela cena. Era a mais intensa dor que o rapaz podia sentir.

Ajoelhado na neve, nada mais importava para Levi naquele estado, sua confusão mental era tanta que o rapaz mal ligaria para o quão gélido estaria aquele piso, assim como o quão perigoso seria aquele inimigo. Com ambas mãos envoltas de sua cabeça, o rapaz queria apenas fugir daquela intensa dor que sentia sempre que navegava em suas memórias. Temendo não ter forças para seguir, ele iniciava uma batalha interna contra seus demônios que os assombravam.

— Você — bradou ofegante — Eu não vou parar! — gritou.

Pegando sua faca, o rapaz cortou sua própria mão de maneira não tão grave, mas que seria necessário para voltar a si. Sentindo o quente sangue escorrer pela palma de sua mão, o garoto apenas ergueria sua mão, semiaberta, de maneira que visse o sangue pingar. Colocando-a perante Slayer, Aleister “faria um golpe de vista” para que em sua visão, conseguisse formular a imagem do sangue caindo perante a figura de Slayer (Colocando sua mão a frente de sua visão, como se ela estivesse acima da imagem do ninja).

— Ele é meu! — afirmou.

Sua voz não estava tão irritada, estranhamente o olhar de Levi voltava a ficar distante, sem vida, onde seu tom de voz era quase que normal, o que poderia estranhas os demais. Erguendo-se, o rapaz caminharia até a sirena caída. O trajeto feito pelo gatuno seria em direção a sua faca, onde com sua mão esquerda ele se inclinaria e a pegaria, seguindo posteriormente até a direção de Lora. Aproximando-se, o rapaz retiraria seu casaco e, colocando-o sobre a criatura, o rapaz seguiria em direção a Slayer.




Caso o ninja inimigo estivesse próximo o bastante para ir até a sirena e colocar seu casaco, o gatuno apenas o retiraria e deixaria onde estava, preparando para o combate.

— Usem esse casaco para cobrir ela antes que os seus órgãos parem de uma vez! — bradaria — Rápido! Vocês também se cuidem! Não quero ver aliados morrerem mais uma vez! Isso não é um conselho e sim uma súplica!




Dito isso, o rapaz voltaria para sua ideia principal de ataque para com o ninja, só que nesse futuro o rapaz tentaria leva-lo para longe de Loraelis, usando de suas esquivar ou de ataques que iriam propor o ritmo do combate.

— Você! — ponderou — É meu!

Com ambas as facas na mão, o rapaz ergueria seus braços lateralmente, formando quase que 45° graus e, flexionando seus joelhos, ele tentaria fortalecer sua base para que pudesse se locomover mais firmemente. Lentamente, encaminhando seus braços, erguidos, frontalmente, o gatuno os apontaria com suas armas para o ninja, ambos, lado a lado, em paralelo, indicando o alvo de ataque.




Se algum aliado estivesse junto ao herdeiro Flamel naquele momento, ao contrário de antes, o rapaz não esperaria o golpe aliado para agir, muito diferente, ele que tomaria as rédeas da situação. Usando de sua aceleração, o rapaz tentaria desferir um golpe frontal no qual saltaria e, rotacionando seu corpo, similar ao golpe anterior de Slayer, Levi tentaria acertá-lo em um golpe ascendente. Mesmo que falhasse, o rapaz tentaria pelo menos fazer com que o ninja se esquivasse ou tentasse bloquear o golpe.

Na hipótese de um contra-ataque mais rápido que o impedisse de saltar, o gatuno tentaria ao mínimo cravar uma de suas lâminas no corpo do inimigo para que assim não se distanciasse demais. Se o contra-ataque fosse enquanto estivesse no ar, Aleister tentaria usar de seus conhecimentos acrobáticos e, usando o corpo de Slayer com uma base, tentaria empurrar sue corpo para que fosse mais alto que o ninja, considerando a possibilidade de ser atacado.

Sendo efetivo ao empurrar-se para o alto, o rapaz giraria em pleno ar, e girando seu corpo usando do impulso, o rapaz tentaria descer rapidamente e acertar-lhe um corte giratório (como uma beyblade).

Caso percebesse um golpe do tigre e o mesmo fosse efetivo ou bloqueado pelo ninja, Levi tentaria aproveitar-se nesse momento e, julgando a força do tigre, saltaria e, usando o cabo de sua lança como apoio para uma única passada, o gatuno aproveitaria essa brecha, caso criada, para usar sua elevada aceleração e consequentemente atingir o braço que bloqueava o golpe, ou apenas atingir a região superior do ninja, priorizando sua cabeça.




Na possibilidade de um contra-ataque direto de Slayer, Aleister tentaria encaminhar seu inimigo para longe de Loraelis, esquivando-se lateralmente, sempre usando de sua aceleração que não era tão surpresa quanto inicialmente, e caso visse que algum de seus aliados planejava um ataque, tentaria girar o combate de maneira que o ninja ficasse de costas para o ataque. Na hipótese de o ataque aliado vir na direção do gatuno, o mesmo tentaria rolar na direção que Slayer costumeiramente saltava após esquivar-se e, tentando pegá-lo de surpresa, desferiria um golpe cravado, onde com sucesso, tentaria girar a lâmina e rasgar o corpo do adversário. Recuar não era uma possibilidade, já que fazendo isso, Levi Iria se expor para abrir uma brecha para seus aliados.

— Eu posso morrer, mas você vai junto! — afirmaria de maneira um tanto quanto doentia.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 11 EmptyQua 30 Maio - 0:16


  Se existe alguma coisa que poderia me deixava frustrada era encontrar pessoas mais fortes do que eu, mas esse momento sempre durou pouco, isso porquê esses encontros me estimulavam a ver o mundo de maneira diferente, ver que o mundo é bem maior do que eu poderia imaginar e que eu tinha um longo caminho para caminhar.

  Outra coisa que me incomodava era o fato de algumas vezes não poder confiar no meu corpo. Sabia que o primeiro ataque tinha deixado consequências, mas mesmo esperando a dor ela ainda foi uma fisgada maior do que eu pensei e novamente fui vítima daquela adaga gelada. Mas desta vez não poderia deixar isso barato e consegui executar meu plano de agarrar o maldito ninja.

  Claro que isso tinha seu preço, sentir novamente sua faca penetrar pela minha carne na região da clavícula não era brincadeira e o frio tomava conta do meu corpo, mas se eu soltasse ele ali seria tudo perdido e mordendo o lábio para me sentir viva me mantinha forte.

  Primeiro foi Samantha que o acertou na mão, infelizmente os resultados não foram tão bons como eu realmente esperava que fosse, mas minha amada capitã foi mais eficiente e acertou uma voadora pelas costas do ninja, que infelizmente saia das minhas mãos, mas encontrou seu lugar na ponta da lança de Lora, a nossa navegadora.

  Foi naquele instante que o ninja começou a levar a sério a luta e executou uma técnica interessante, mas uma vez vi que o mundo era grande, pois seus movimentos giratórios não só cortavam diretamente com o toque, como jogava uma espécie de rajada de vento cortante. Isso fez com que eu, Metza, Sam e Lora fossemos jogadas a uma boa distância. Tombei novamente.

  Não prestei mais atenção no que ocorria na luta, mas os grandões do bando deram suas caras, e eu aproveite um pouco o conforto do chão gelado. Instintivamente peguei um punhado de neve na minha mão e apertei fazendo um pequeno bloco de gelo e coloquei sobre o corte da clavícula. O frio ajudava um pouco a aliviar a dor e logo me levantava.

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  Agora vi que nossa navegadora estava caída, Poo estava bem, Helena e Genn nos davam cobertura. Levi logo gritava, parecia que havia acontecido algo no seu passado, pelo que pude entender ele deve ter perdido alguém precioso e já via a Lora como alguém que ele não queria perder. Senti empatia por ele, também não queria perder ninguém.

 Viria ele caminhar até a Lora para depositar seu casaco, entretanto fui cambaleando para um pouco mais atrás, onde estavam nossa retaguarda, queria me aproximar de Helena e assim que conseguisse procuraria me comunicar.

  - Venha comigo! – Ordenava seriamente. - Vou te dar cobertura até a nossa amada sirena, caso algum covarde tente intervir.

  Aqui a ideia era simples, manter minha arma no braço bom, cuja a clavícula esteja boa, e conduziria nossa médica até nossa navegadora. Caso alguém interferisse atacaria sem piedade usando ataques diagonais com o martelo.

  - Genn! – Chamaria a atenção do nosso marceneiro. -Cuide de Lora e da Helena, vou acabar com essa luta agora.

  Eu, Buki Bijin, conhecida como a Louca, matadora de pais, destruidora de bocas, General do Reino, amada da Monarca Descalça e aquela que deve vencer as guerras não poderia ficar de fora, mas usaria minha ausência por esse tempo como uma espécie de disfarce, ficar um pouco fora do radar do ninja. Às vezes é necessário sumir da cena para conquistar a vitória.

  Me posicionaria atrás do Poo, por um simples motivo, seu enorme tamanho, observaria o ataque dos meus amigos e do meu inimigo, no momento que minha mente julgasse certo, pois tinha que utilizar um pouco da minha genialidade e temperamento em vez das emoções, avançaria o mais rápido possível, evitaria de mexer o braço ferido também, era hora de vencer, era hora de terminar a luta.

  Corri na direção das costas do Poo, minhas pernas ainda estavam boas, o que mais poderia me atrapalha na corrida era minhas feridas, mas desta vez usaria todas as minhas reservas de forças para resistir e executar o famoso ataque Crazy Sky Attack!!!

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  Se visse que dava para me apoiar no Poo faria isso, mas a ideia era me impulsionar o mais alto possível para cair literalmente sobre o ninja. No ar daria um giro (como esta descrito na técnica) para dar mais força ao golpe, cujo alvo não era outro se não a cabeça do adversário, um ataque que chegaria como um meteoro vindo do céu caindo sobre a terra.

  Assim que tocasse o chão voltaria a atacar o ninja mas não seria um ataque simples, seria um ataque múltiplo, um ataque que já tinha usado uma vez, mas que usaria novamente, só que contra apenas uma pessoa, o Crazy Cyclone Attack!!!

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  Assim que acabasse a sequencia de golpes daria um dash para trás e ver o estrago que eu tinha feito ou deixado de fazer, mas iria para o lado do Poo.

  - Acho que dessa vez me machuquei demais. – Diria para ele caso tivesse realmente do lado dele. - Tomara que ele não se levante mais, porque estou exausta e acho que quase morrendo.

  Caso o inimigo estivesse caído eu estaria sorrindo ao dizer essas palavras, mas caso ele estivesse de pé ainda haveria uma tonalidade de seriedade, mas ainda assim o sorriso estaria no rosto.

Crazy Clyclone Attack:
 

Crazy Sky Attack:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

NPC Companheiro:
 

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Qua 30 Maio - 9:11, editado 3 vez(es)
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