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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptySex 16 Mar 2018, 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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Sioux
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyTer 20 Mar 2018, 23:37

Karthus desafia o Reino

Como ele adivinhou que sou péssima em jogos de azar?

Escorada no barco, tomando aquele precioso chá que Karthus nos proporcionou, meio que perdida em meus devaneios, tento focar-me no que estava acontecendo a minha volta. Mesmo não estando envolvida completamente, eu devia entender o que está rolando, e as coisas pareciam ir mais ou menos bem...

Houve uma contraproposta do velho do Farol, ele entendeu que não queríamos lutar e concordou que estávamos em desvantagem, por isso ele ofereceu participarmos de um jogo, que para os demais pareceu simples, enquanto para mim, bem, fiquei com um ponto de interrogação na cabeça sinalizando meu desentendimento do que está sendo decidido. Traduzindo em minha língua, deveras mais simples, seria um jogo de apostas, onde deveríamos colocar fichas em jogos tentando adivinhar em qual número a bola vai estar... bem, eu não capitei bem o intuito disso, todavia causou um rebuliço nos demais tripulantes.

O garoto das calças apertadas, vulgo Levi, não consegue ficar um minuto sem dramatizar. Este se propôs a começar, logo que Metza deu o alvará que iríamos participar do jogo. Realmente, foi proativo em querer tomar a iniciativa e jogar o que foi proposto, talvez até um pouco rápido demais, seria ansiedade isso? Saltar de paraquedas sem sequer pestanejar, e entre muitos socos e arrumação de cabelo, a capitã deixou-o iniciar.

Falando nela, pobre monarca, despejava todas as suas esperanças naquele chá quentinho para ajudar-lhe a recuperar o calor que a friagem levou embora. Creio que foi a mais sofrida dentre nós, andar de pés descalços tem suas desvantagens de vez em quando, apesar de eu preferir um salto alto, melhor calçado não há! Todo lugar em que alguém anda com um salto fica mais glamoroso e elegante. Voltando minha atenção a Metza, a mesma pega seu violino e começa a tocá-lo para dar uma animada em todo o ambiente. Espero que a música dessa garota tenha capacidade de esquentar até a alma, pois é o que precisamos nesse exato momento.

Outro ponto importante que notei nesses instantes no barco foi como o homem-à-rigor anda rasgando o verbo! Esse garoto agora tem voz ativa e eu não deixei passar isso, prestaria atenção em cada palavra que ele diria, esse é o único modo de eu perceber o quão “macho escroto” ele está na escala, nem sequer disfarçaria meus olhares atentos a ele, seria até melhor que ele perceba que tem alguém com os dois olhos grudados nele. Por hora, seria ele o homem no meu radar, os demais já tenho praticamente uma opinião formada, o salvo de minha ira é Poo, que respeitou minha ordem de não querer ajuda de machos no timão, mesmo que ele não tenha gostado muito, o que importa é que ele respeitou.

Agora tínhamos música ambiente, um jogo de blefe e chá quente, está formada a festa. Tomaria até a última gota do meu chá, sem sequer dizer uma palavra, ficaria onde estava e deixaria os meus colegas agirem, enquanto meu corpo esquenta eu observaria tudo e todos antes de agir. Quem jogaria contra Levi? Como ele era? Onde sentaria? Consigo observa-lo na posição em que estou? São essas as perguntas que eu responderia conforme a situação se desenvolvia. Se descêssemos para dentro do barco, seguiria sem reclamar, lá seria mais quente e ameno.

Tenho em mente criar um perfil de quem jogará contra meu bando, existe muita coisa ocorrendo nesse momento, e a vitória é decisiva para que prosseguirmos em nossa jornada. Não quero ser de toda inutilidade nesse momento, não sou boa com jogos e essas coisas, porém sei das minhas capacidades e vou dar um jeito de pô-las em pratica!
Para quebrar o gelo entre os colegas e eu, faria algo discreto e diretamente para minha capitã. Quando visse que a visão dela percorresse a mim, eu ergueria minha caneca em sua direção e piscaria meu olho, alguns poderiam até pensar que seria uma forma de apreciar sua música, mas tentaria passar para ela que ainda estou aqui e vou colaborar.

Samantha Evergreen
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Última edição por Sioux em Sab 24 Mar 2018, 10:52, editado 1 vez(es)
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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptySex 23 Mar 2018, 21:53




O desafiante!


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O novo jogo proposto por Karthus parecia agradar os piratas bem mais do que a ideia da batalha, e logo eles podiam ver uma luz no fim do tunel para aquela disputa. Aleister pareceu, em certo momento se sentir mal, mas aquilo de nada atrapalhou a explicação do velho do farol. - Concordo com o azulão. - Disse ele, diante da proposta de Lucius. - Aqui fora está muito frio. Se quiserem, podemos jogar o jogo lá no farol. - Karthus ofereceu, enquanto entravam no interior do navio. - Lá é mais aquecido, e podem ter certeza que ninguém seria idiota o suficiente para tentar roubar um navio de alguém que está apostando comigo. Existem muitos tipos de idiotas por aqui, mas não esse tipo de idiota.

Em pouco tempo todos estavam no interior, próximos ao fogo que os aquecia. Apesar de tudo, faltava uma informação de extrema importância para aquele jogo; a última peça para o início do embate: o oponente que iriam enfrentar. O Reino parecia estar incomodado com os pescadores, e qual foi a surpresa deles quando Karthus tornou a sair do navio. - Se estão incomodados com aqueles pescadores, vou arranjar outro desafiante. Se eles arranjaram confusão com vocês, o problema é deles e eles perdem a vez na fila. Já volto. - Já era a segunda vez que a sorte parecia estar do lado deles, e se tudo continuassem daquele jeito, talvez o jogo não fosse tão complicado.

Pouco tempo depois, Karthus voltou acompanhados de três homens peculiares. O primeiro trajava varias camadas de roupa e tinha um óculos de proteção na cabeça, o segundo trajava roupas mais formais e parecia ter uma tatuagem ou marca nas bochechas enquanto o terceiro tinha um visual de cowboy e usava batom verde. - Esses são Kravian, Jacques e Jhonny, respectivamente. - Karthus apresentou, apontando para eles. - É capitão Kravian! - Reclamou o homem cheio de roupa, mas o velho o ignorou. - Kravian vai ser o adversário de vocês, e os outros dois insistiram em vir para assistir a performance do capitão.

Por algum motivo, os três passavam uma sensação de confiança que não tinham visto dos pescadores. Mesmo vivendo nas cavernas daquele lugar, aqueles homens pareciam não ter receio nem medo nenhum quanto àquela disputa. - Obviamente ele já está ciente de que jogo vai jogar, já expliquei todas as regras para ele. Eu vou emprestar para Kravian um valor igual ao que vocês forem apostar, de forma a ser justo, mas quanto mais vocês colocarem em jogo, mais vocês podem ganhar no final. Vamos fazer a troca dos berries pelas fichas e iniciar o jogo de teste. - A maleta foi aberta, e ali, além da roleta, do outro lado, haviam uma grande quantidade de fichas enfileiradas; as moedas que usariam para apostar o futuro deles.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptySab 24 Mar 2018, 03:40





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 03






Metza deixou escapar acidentalmente um levantar de lábios no canto da boca. Por mais que tivesse certa curiosidade em descobrir o que raios havia dentro daquele farol, ela não tinha condições de pisar na neve e seria até certa burrice fazê-lo sendo que o interior do navio era mais próximo e deveria estar quentinho o suficiente pelo fogo preparado por Poo. Entretanto, de forma cordial como uma bela monarca deve ser, Metza responde educadamente a proposta do velho com um sorriso e duas piscadelas:
- Vamos jogar dentro do navio por enquanto... caso não seja quente o suficiente nós podemos continuá-lo dentro do farol. Combinado?
A capitã ainda tinha um pé atrás com Karthus, mas nem tanto por isso recusou a oferta naquele momento. Se os pescadores de antes estivessem corretos, Karthus guardava certas riquezas dentro do farol e poderiam *Por que não?* sair de lá ganhando mais do que um Log Pose...


Metza respira profundamente e, apesar de seu peito ainda doer pela falta de tratamento médico, ela releva tal sensação para contemplar o calor que fazia naquela área interna do navio. Apesar de ainda estar fraca, tremendo e respirando vagarosamente, no fundo a garota com pés descalços e frio começava a sentir uma melhora de suas condições. Um enorme sorriso brota de seu rosto com aquela sensação gostosa (talvez um dos mais bonitos e largos de sua vida) e, relaxando com os olhos cerrados por alguns instantes, ela os abre enquanto reflete:
*Parece que a sorte está voltando para o nosso lado!*


Será? Bom... Metza fica levemente cabisbaixa deixando uma de suas mexas cair sobre os olhos quando descobre que não iriam enfrentar os pescadores e, mais ainda, quando descobre que Karthus irá ofertar para eles uma quantidade equivalente de fichas para a aposta. Isso tirava a vantagem financeira que o Reino provavelmente teria e deixa apenas a vantagem do blefe que poderiam ter. Metza era craque nesse assunto mas... seria Levi tão bom quanto?


A garota loira que tocava seu violino enquanto aguardava as palavras de Karthus em um volume que não atrapalhasse de forma alguma suas palavras, mas que por outro lado deixava uma suave e aconchegante música ambiente pairando no ar, coloca seu violino e arco em um suporte (cadeira ou mesa próxima, caso não houvesse no próprio chão). Cruza os braços e encara Kravian durante três segundos com um ar misterioso, e depois de instantes faria o mesmo com seus outros dois membros de bando tentando extrair alguma informação de seus olhares do qual poderiam estar escondendo algo deles.


Sem desviar o olhar de Kravian ou mesmo descruzar os braços, a monarca se aproxima de Karthus e retira B$1.000.000 colocando na palma de sua mão:
- Eu entro com B$1.000.000! Vamos ver quanto meus amigos irão querer de fichas e aumentar o pot...
A Monarca Descalça voltaria para sua posição de origem ainda encarando o capitão do bando rival. Ela daria uma piscadinha e um sorriso belo para atrair a atenção e desejos de seu rival para si tentando desconcentrá-lo do jogo e vendo o quanto isso surtia efeito. Por fim, ela cruzaria suas pernas exibindo suas coxas grossas para o inimigo e pegaria novamente seu violino e o arco, voltando a canção de onde parou anteriormente sem parar de encará-lo e com seu belo rostinho inclinado levemente para deixar seus traços em destaque, tentando deixar Kravian louco de amores!




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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyDom 25 Mar 2018, 12:10

Karthus desafia o Reino

Parece que hoje é meu dia de sorte.

Karthus estava colaborando muito com nossas exigências, talvez ele tivesse seus motivos, queria que fizéssemos de uma vez o desafio ou algo desse gênero, por mim, pouco importa, só queria seguir de uma vez por todas em frente. Seguindo a ideia de Lucius seguimos para dentro do barco, onde o fogão poderia nos aquecer e assim iniciarmos o jogo. Sair daquele frio maldito é um alívio para todos, assim ninguém fica resfriado, estavámos todos correndo esse risco, principalmente Metza e Helena.

E como estávamos incomodados com a presença dos pescadores, Karthus foi atrás de novos oponentes, esse senhor tinha bastante disposição, e quando voltou, que foi algo bem rápido, trouxe três meninos com ele, tão peculiares quanto os participantes do Reino... Desde de cowboys, atendentes de bar ao “estilo-próprio”, três homens entraram no barco com o velho, analisaria eles dos pés as cabeças, se falassem qualquer besteira já seria o suficiente para eu tirar alguém na base do chute daqui.

Já não gosto muito de meninos e ainda devemos dar calor a eles? Que generosidade a nossa, praticamente abrigando desconhecidos conosco, que dia mais interessante! Passamos por tanta coisa e no resultado disso: três novos embustes para eu conhecer... Pelo menos o primeiro era bonito.

- Esses são Kravian, Jacques e Jhonny, respectivamente. – Disse Karthus, o apresentando, embora tenha sido interrompido pelo primeiro – - É capitão Kravian! – Corrigiu ele, o que se veste à própria moda. O velho confirma que esse capitão será nosso oponente, enquanto os outros dois vieram assistir (a derrota de seu capitão).

– Ora ora, parece que terei com quem me divertir mais tarde... – Diria sorrindo para os oponentes, depois fixaria meu olhar no tal capitão e continuaria – Sou Samantha, pode me chamar de Sam, e se quiser pode me chamar também essa noite.

Com as devidas apresentações feitas, esperaria que consiga cativar a atenção dos oponentes com esse meu jeitinho especial, quanto mais eles olhassem para mim, seria melhor.

Prosseguindo, teríamos agora que comprar as fichas para o jogo enfim ter seu início, eu começaria ajudando com o mesmo valor que a capitã der, simplesmente por não entender nada disso, estou mais perdida que cego em tiroteio, e tudo que posso fazer é colaborar exatamente como os outros estão fazendo.

- Eu entro com a mesma quantidade que minha capitã. – Diria mais séria dessa vez, entregando o quanto pudesse e devesse para comprarmos as fichas, tentaria passar essa segurança, mesmo que não tenha-a, depois diria me aproximando do Levi, sussurrando em seu ouvido algumas palavras – Meu amor, vou te ajudar... da minha maneira. Então é melhor não ficar olhando, a não ser que queira que sua calça estouro bem no zíper...

Seguindo a ordem natural, me afastaria um pouco da mesa, ficaria atrás de Aleister, em uma posição segura para não interferir no jogo, e encararia o capitão inimigo que jogaria com meu amigo, com um sorriso malicioso e segurando meu chá com minhas duas mãos, e diria para dar o início da minha brincadeira...

– Está ficando quente aqui dentro, não acham? – Vamos usar o calor desse fogão ao meu favor, e ao de todos aqui dentro.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptySeg 26 Mar 2018, 11:35

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Havíamos conseguido sair daquele frio, a capitã ia começar a melhorar e finalmente daríamos inicio ao jogo. Karthus saiu do navio por um tempo, segundo ele foi atrás de alguém para apostar conosco, ao retornar veio seguido de mais 03 indivíduos, um mais estranho que o outro, “É serio isso? Esse velho trouxe mais estranhos pra dentro do navio, quem ele acha que é” pensaria enquanto cerrava os olhos em direção a aqueles que acabavam de adentrar o lugar.

Karthus apresentava-os aos membros do Reino sendo interrompido pelo rapaz que trajava varias roupas em seu corpo, talvez ele pudesse dar uma calça melhor ao Levi, - Capitão Kraven? Falaria com uma voz calma, porém, desdenhando do nome do rapaz – Não creio ter visto seu navio por aqui CAPITÃO. O observaria ainda mantendo minha posição ao lado de Metza.

Ter aquela gente entranha no navio não me agradava nenhum pouco, não era muito de confiar nas pessoas assim de cara, com o bando foi um pouco diferente, estávamos em uma batalha e tivermos que fugir juntos ou as coisas complicariam pro meu lado caso eu decidisse ficar na ilhar e também o velho Genn está aqui comigo, ele era um homem de confiança de meu pai e nele sei que posso confiar.

O jogo necessitava de dinheiro para ser jogado, talvez esse estivesse sendo um péssimo investimento do meu dinheiro, deixar ele nas mãos do Levi, esse é outra coisa que não está me agradando, mas a capitã apostou nele tomara que ela esteva certa; Levantaria do meu lugar lentamente e ao ficar de pé esfregaria o peito soltando um leve suspiro um, duas, três vezes sendo este ultimo um pouco mais profundo do que os anteriores a pancada no peito ainda doía e me perguntava se a capitã também estaria sentindo esse incomodo.

- Aí está velho, a mesma quantia que a capitã. Estenderia a mão entregando o dinheiro a Karthus então mais uma vez olharia para o adversário de Levi; minha mão começava a coçar, eu as esfregava uma contra a outra então as colocaria no bolso da calça a fim de tentar disfarçar enquanto mantinha meus olhos verdes sobre o rapaz, eu não havia percebido da primeira vez que o olhei, mas agora está lá e vai ser meu, eu tenho que pegar aqueles óculos. “Mantenha a calma Lucius, temos 14 rodadas para conseguir nosso brinde (um sorriso se formava em meu rosto) lembre-se do que o pai falava: - Roubar é uma arte meu filho, não tenha pressa, mantenha sempre sua vítima na mira e no momento certo agarre seu prémio;

Perdido em meus pensamentos e no desejo de roubar aqueles óculos, consegui voltar à realidade ao ouvir o som da voz de Samantha e as suas provocações para com aquele “Capitão Kraven”; não pude deixar de demonstrar minha sensação de náuseas logo após ouvir aquilo, mas por enquanto não posso fazer nada além de esperar pela oportunidade certa enquanto Levi joga contra ele.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyTer 27 Mar 2018, 14:37



O Reino

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A Aposta!


Aleister sabendo do que havia se sucedido anteriormente, mas vendo os homens que chegavam ali, ficava cauteloso e curioso com o que iria acontecer dali em diante. —  Esses são Kravian, Jacques e Jhonny, respectivamente — falou ele apresentando os três homens que surgiam na embarcação real. O primeiro era um ruivo peculiar, com roupas peculiares e trejeitos peculiares. Aleister não entendia o motivo dele estar ali ou de vestir aquelas roupas. Confuso, ele até inclinava um pouco sua cabeça tentando compreender o motivo daquele homem estar ali, porém, antes de chegar a uma resposta satisfatória, outros dois mais extravagantes que o primeiro também adentraram na cena. Com um olhar bem suspeito, o segundo incomodava o jovem gatuno. A maneira de se portar, o jeito de olhar para todos, o rapaz não sabia o motivo, apenas não tinha curtido a presença dele ali. O terceiro era o mais sério de todos e o mais estranho, talvez. O contraste de seu semblante com a maquiagem em seu rosto era algo que deixava Levi mais confuso que antes. — O que é isso aqui... — auto questionou-se, inclinando sua cabeça de um lado a outro, lentamente, buscando identificar o objetivo da presença do trio ali.

O tal do Kravian não havia gostado da maneira que o velho havia se referido a ele e isso chamava a atenção do gatuno da família Flamel. — Capitão Kravian... Gostei do nome — falaria o rapaz, sorrindo — Mas aqui nessa embarcação só tem uma capitã, então será Kravian mesmo! — seriamente, o contraste de semblante ficaria nítido durante as falas finais o jovem homem, que viriam após os dizeres proferidos pela estranha criatura que chamavam de Lucius. Samantha como sempre provocante, se apresentava para os três homens ali presentes. Desconcertado, ele pensaria em disfarçar, mas ao notar que boa parte dos homens não aparentava “gostar daquela fruta”, deliciosa e suculenta que se apresentava, o rapaz não conseguiria conter os risos, que mesmo incontroláveis, seriam sucintos e baixos. — Como vocês já viram, essa é a Samantha! Meu nome é Aleister e meu sobrenome é acabar isso logo. Então vamos ao que interessa, senhores! — estalando os dedos, o rapaz iria direto ao ponto. Enrolação naquele momento só retardaria o inevitável, coisa que odiava.

Metza apostava ali uma quantia inicial de um milhão de berries, sendo seguida por Sam e Lucius, que apostaram a mesma quantia. Eram três milhões na “mesa”. Aleister, tendo ainda vagas lembranças de seu tio, sentia leves pontadas de dor em sua têmpora, porém nada que impedisse de colocar sua aposta. — Eu aposto apenas o que meus colegas sugeriram, inicialmente! — observando a entrega do dinheiro à mesa, o rapaz iniciaria a rodada de apostas — Acredito que temos alguns milhões em jogo, certo? — sério, o rapaz questionaria o velho apenas para confirmar o que já imaginava. Enquanto se preparava, os dizeres de Samantha o arrepiavam por completo, porém determinado em salvar todos naquele momento, seu sorriso cínico surgiria e, dando uma leve piscadela, o garoto responderia a sua aliada. — Se eu vencer esse jogo, farei questão de lhe agradecer da devida maneira... — falaria com um leve sorriso e maldade no olhar. Mesmo provocado pela ruiva, ele não queria sair-se por baixo na situação, mesmo sendo quase inevitável.

— Vamos ao jogo! — afirmaria se posicionando de maneira adequada — Se me permite, posso iniciar como a “negociante”? — questionaria. Se lhe fosse permitido começar como negociante, Levi tomaria as devidas precauções para que o oponente não visse o que ele pretendia e, a frente do jogo, ele ali tentaria entender o que se sucederia. Pelo pouco entendimento do rapaz na área de estratégia, o seu pensamento era simples: vencer. — Eu realmente não sei como joga isso — rindo, o garoto tentaria manipular o seu rival — Não sei se coloco no número dois ou no número três... Acho que vou colocar no quatro! — falaria em um tom que, pelo objetivo, simulasse uma fuga de pensamentos que seria proposital para que o adversário ouvisse. Ao fim, o rapaz colocaria a bolinha no número quatro. — Eu aposto quatro fichas no número 4 — falaria, forçadamente coçando minha nuca — Acho que é isso! — riria descontraidamente. Na mente de Levi, não tinha muito truque. Ali, para o rapaz, venceria quem soubesse mentir ou manipular melhor seu oponente. Sabendo que ele poderia apostar apenas em dois números, o gatuno tentaria manipular o inimigo de maneira que ele sempre apostasse no número que falasse. Se acaso não me fosse permitido começar, apenas ouviria a aposta do desafiante.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyQui 29 Mar 2018, 21:41

 



Truques e blefes!


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Os novos desafiantes entravam no palco, e seus olhares predadores pairavam sobre todos, como se estivessem esperando o melhor momento para mostrar as presas e atacar. Os membros do reino também olhavam para eles com ferocidade, e uma tensão sutil pairou pelo ar; uma ironia dramática de dois predadores que estavam prestes a se tornar presas. Lucius resolveu disparar comentários ácidos contra o homem que jogaria contra eles, que respondeu com um sorriso cínico. - Eu não seria tão presunçoso. No momento, nos dois estamos na mesma situação, pois sem o Log Pose, vocês estão presos aqui. Um navio não significa nada para quem não sabe onde ir. - O homem era realista, e rebatia com firmeza os comentários do homem azul. - Além do mais, o jogo nem começou ainda. Essa situação pode mudar bem rápido.

Com um último sorriso hipócrita, Kravian sentou-se na cadeira em frente à mesa que havia sido arrumada para o jogo. Karthus haviam posto a roleta e o tabuleiro em cima da mesa de madeira, de modo que o jogo aconteceria ali. Samantha tentava prender a atenção dos rapazes, principalmente o capitão deles, mas o trio parecia ter uma resiliência mental bem grande, e fora uma olha dela rápida após a provocação (e Kravian mandando um beijinho zombeteiro) nenhum deles se deixou abalar pela beldade a sua frente. As apostas foram feitas, com cada um dos 4 apostando 1.000.000, e Aleister recebeu um total de 40 fichas. Metza tentou a mesma estratégia de Samantha, com o objetivo de tentar chamar a atenção dos homens, mas o resultado foi o mesmo.

- Todas as apostas foram feitas, então já podemos começar as rodadas de testes. Só quero lembrar que, assim que o jogo começar, novas apostas não poderão ser feitas. Então, se planejam apostas mais, só poderão fazer no fim das rodadas de testes. - O recado foi dado, e o velho entregou 40 fichas para Kravian, fazendo com que os dois jogadores tivessem o mesmo número de fichas. Aleister pedia para ser o negociante, e Karthus, surpreso, olhou inquisitivo para Kravian. - Por mim, não vejo problema. Se Karthus permitir, vá em frente, garoto. - Karthus assentiu, e entregou s bolinha de metal para Flamel.

A partir do momento que ele recebeu a bolinha, o jogo havia começado, e mesmo sabendo que aquilo era só um teste, havia uma tensão no ambiente. Aquele era o momento de encontrar brechas, e não podia, desperdiçar a chance que lhes era dada. "Pensando alto", Aleister colocou a bolinha e fez a aposta, o que fez Kravian cair na gargalhada instantaneamente. - HAHAHAHAHA! Eu não tô acreditando nisso! - Os dois companheiros dele também riam, porem mais discretamente. - Isso é o melhor que você consegue fazer, garoto? - E, sem hesitar colocou quatro fichas no número 4, assim como seu adversário. A bolinha foi revelada e a mesma rolou para o número 4, onde os dois haviam apostado.

Kravian não parecia surpreso com o resultado, e tinha um sorriso no rosto. - Sei que eu não precisava fazer isso, mas deixa eu te dar uma dica que você não tenha percebido ainda, garoto. Além da sua "mentira" ter sido óbvia, você simplesmente fez uma jogada impossível para eu perder. Mesmo se a bolinha não estivesse no número 4, nos dois teríamos perdido, e as fichas teriam ido para a mesa, que, surpresa ou não, é Karthus. Mesmo se eu tivesse apostado errado, você também teria errado, e as fichas seriam nossas. Uma situação onde não há perda. - Kravian dizia sorrindo, mas era óbvio que seu objetivo não era alertar seu adversário, era algo muito mais poderoso. Com aquilo, ele dizia com todas as palavras "eu conheço jogo melhor que você, e sei todas as brechas do jogo". Aquilo não era uma ajuda, era uma declaração de guerra.

- Minha vez. - O homem colocou a bolinha sem dizer uma palavras sequer, e pegou as fichas para aposta. - Eu aposto duas fichas nos quatro números. - 8 fichas eram postas no tabuleiro, e a ofensiva de Kravian começava. E só havia uma coisa que ele pretendi fazer naquelas rodadas de teste: colocar pressão no jogo.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptySab 31 Mar 2018, 13:01

Karthus desafia o Reino

Meu rosto ficou vermelho, mas não foi por conta do calor do fogão, foi por conta da raiva.

COMO OUSAM ME IGNORAR! Quando tentei distraí-los com a sensualidade de meu corpo, não esperava que apenas fosse posta de lado, como um copo de àgua vazio, largada e sem utilidade, me senti uma ogra e desprezada... Isso não acontece, só em apenas casos específicos onde realmente não agrado a clientela.

Tão concentrados no jogo, tão resilientes perante a situação, que dava para perceber como queriam ganhar o nosso barco e a maldita log pose, por um breve momento pensei que podiam ser meninos obstinados, e que desejam mais que tudo sair desse farol e seguir seu caminho, sem se importar com as demais adversidades que existam (no caso eu). Por alguns instantes, depois de ser ignorada, saio um pouco da personagem, perco a malícia no olhar, a safadeza explícita pela boca, a posição erotica, e apenas observo o jogo, para ver aonde isso vai dar.

E para variar, começamos perdendo. Compramos 40 fichas, e pensei comigo mesma que seria bem mais que o suficiente, mas será que me enganei? Meu colega Aleister deu uma bola fora que até fez o Kravian rir, e ainda explicar o motivo, eu fiquei um pouco envergonhada por todos nós ali, todavia a raiva ainda é maior. Olho para Metza de um modo que meu rosto descreveria meus pensamentos: " Que merda está acontencendo aqui?"

Até mesmo a capitã descalça com sua música não conseguiu uma atenção sequer que fosse, estavamos caminhando para a sarjeta mais rápido do que eu imaginava! Eu tinha que ajudar, jamais e repito JAMAIS perderei para um homem por culpa de outro homem. Apesar de não entender muito sobre esses jogos, ainda tenho meu ás na manga. Deixaria essa rodada terminar, quieta e sem expressão esbanjada no rosto, eu tenho fé no meus companheiros, não por que devo, mas pelo motivo de Metza ter os acolhido assim como fez comigo, vou apoia-los até mesmo nos piores dias e essa é minha motivação, somos um bando pirata! Blefe, falsidade e mentiras são o que melhor fazemos.

Após a rodada do capitão-gargalhada acabar e voltar nosso chance de esconder a bolinha, eu tentaria mais uma vez dificultar os pensamentos do nosso oponente com meu corpo, entretanto com todo o meu poder, usar tudo o que tenho a favor para fazê-lo gaguejar e nem sequer saber o que está fazendo sentado naquela mesa. Para isso, deixaria Levi esconder a bolinha e fazer sua aposta, então ficaria em uma distância de no máximo 2m, e fora do campo de visão do meu companheiro, para então sussurrar... Femme Fatale: Attract Attention... Utilizaria minha técnica de persuasão, para chamar a atenção do capitão inimigo, principalmente dele, com a expectativa de fazê-lo se perder de sua concentração.

- Está tão quente aqui... Não sei se vou aguentar por mais tanto tempo.

Feito isso , esperaria um resultado positivo dessa vez, por conta da utilização de tudo o que tenho, voz, corpo, face, tudo! O pacote completo para distrair qualquer um, pus toda minha força nisso, todo meu carisma, eu preciso ajudar meu bando e eu vou! Mesmo que seja à minha maneira.
Se funcionar então, sorriria alegre e mandaria um beijo para o Kravian, como um xeque-mate, esse certamente estaria dentro de meu feitiço, e seria difícil sair. Me afastaria, um pouco, mas ainda manteria o contato visual com ele, queria ver como  ele se sairia agora, confuso e perturbado. Todavia se não funcionasse... Agora sim o bicho ia pegar, bateria o pé e sairia de perto, irritada e para não causar mais problemas, e me aproximaria de Metza, de braços cruzados e cara fechada não falaria mais nada. Por dentro me comeria de vergonha, por não conseguir ajudar a conseguirmos uma vitória.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyDom 01 Abr 2018, 02:26





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 04






Metza colocava a palma de sua mão direita em formato de "conchinha" preessionando sua boca, para conter o riso com a resposta de Kravian para Lúcius.
*Hahahaha é sério que ele acha que pode derrotar o Reino em seu próprio navio? Isso é muito bom... significa que eles estão convencidos e é ai que vamos fazer nosso próximo movimento...*
Neste instante, a capitã desviaria o olhar um tanto quanto pensativa para o teto do quarto onde a partida estava sendo realizada, decidindo o que ela poderia fazer agora para dar mais vantagem para seu bando e deixar um caminho mais fácil rumo à vitória.


A loira assentiu e franziu levemente as maçãs de seu rosto e, fazendo com que seu nariz enrugasse levemente, era uma expressão suave e pessoal de reprovação contra o trio rival.
*Como assim desprezaram a Samantha e... e... EU!? Desculpa meus queridos, mas eu não aprendi a seduzir marmanjos para ser ignorada. EU VOU! Entenderam bem? EU VOU DISTRAÍ-LOS e vocês sairão daqui apenas com a experiência e arrependimento de terem desafiado o Reino...*
A jovem determinada se recusava aceitar que nenhum dos três havia sequer desviado o olhar para ela ou sua bela canção...


Sam olha para a Monarca descalça com raiva e indignação. Sentimentos claros como água expostos pelo seu olhar aterrorizado e confuso por não saber como estavam perdendo e como os dotes das duas beldades do bando foram ignorados como se elas fossem duas feiosas desajeitadas e sem charme.
A grande verdade era que Metza estava tão enfurecida e amedrontada quanto a ruiva, mas felizmente o seu poderoso conhecimento em atuação permitia a ela disfarçar facilmente suas emoções. Como uma líder deveria fazer naquele momento, ela passava confiança para Sam com um belo sorriso e uma piscadela enquanto movia seus lábios sutilmente em um sussurro para que apenas ela pudesse perceber:
- Vai lá e arrasa amiga... esses machos não vão resistir seu charme por muito mais tempo!
Não só Metza sabia o que Sam precisava ver naquele instante em seu semblante, como ela sabia precisamente o que a ruiva gata gostaria de ouvir da boca de sua capitã. Metza para ser uma líder perfeita precisava motivar as pessoas à sua volta para um bem comum e, para isso, precisava conhecer seu bando e gerar intimidade... algo que aos poucos também estava tendo com Evergreen.


A violinista continuaria tocando seu instrumento com outra bela canção. Desta vez com um foco mais em transformar o clima tenso e pesado que rondava aquela aposta em algo descontraído e festeiro. Um sorriso feliz brotava em seu rosto sem dificuldade enquanto apreciava as belas notas que tocava em harmonia criando uma bela música improvisada e completamente agradável para todos ao seu redor.
O volume do instrumento seria também maior, tendo em vista que Karthus não estava mais explicando regras e as palavras de Kravian para Levi não precisavam ser ouvidas. Quem tinha que se destrair e se amedrontar era o babacão com o óculos na testa e não nosso representante.
Metza porém prestaria atenção em Sam, já que ela se dirigia aos piratas para tentar seduzí-los novamente e sutilmente diminuiria o volume de seu instrumento para que sua parceira virasse o centro das atenções e tivesse o doce som do violino da capitã como apoio doce para sua própria doçura, e não que este encobrisse suas palavras.


Enquanto tocava porém, o olhar da capitã seria fulminante para Kravian, o cara bem vestido e o cowboy com péssimo gosto para batons. Seu objetivo era fazer com que um deles se aquiescesse e ficasse tenso, retirando o foco do jogo para que fizesse bobagem na aposta.
Mesmo que não fosse Kravian que se distraísse com o olhar penetrante da capitã do Reino, pelo menos um de seus aliados não o apoiaria pela distração imposta por Samantha ou Metza.
*Eles não vão nos aguentar por muito tempo... cedo ou tarde vão ceder de amores*


Caso Sam tivesse falhado em sua tentativa de sedução e voltasse emburrada e bufando de raiva em direção a capitã de braços cruzados, essa colocaria seu violino de lado e, com um belo sorriso no rosto faria um carinho no rosto da ruiva:
- Relaxa linda... eles gostam de outra coisa, mas eu gosto de você!
A loira daria um beijo na boca de Sam assim como recebeu de Bijin em Loguetown. Metza sabia que provavelmente a gatuna não gostava de mulheres, mas o objetivo daquele beijo não era para seduzir a sua amiga e sim levantar a moral dela naquele momento que ela mais precisava... era o que as amigas e as capitãs líderes faziam afinal...


Flamel, por outro lado, aparentava estar se fazendo de tonto. Pelo menos é o que Metza esperava, já que havia confiado no seu conselheiro para representar o Reino enquanto esta se recuperava da hipotermia...
*Aliás... eu acho que estou ficando melhor! Ahhhh esse quentinho...*
A cabeça da Monarca Descalça ainda doía, seus braços e pernas tremiam de fraqueza e ela sentia que poderia cair caso ficasse muito tempo em pé. Porém seus sintomas estavam reduzidos devido à elevação de temperatura e a garota acreditava que estaria recuperada da hipotermia inclusive antes mesmo do fim da aposta pelo Log Pose.
Todavia seu peito ainda doía bastante pelo choque com Lúcius, e o Reino não tinha mais suprimentos médicos para que Helena fizesse o tratamento... Metza vez ou outra respirava pela boca para evitar que seu peito enchesse de ar e deixasse suas costelas cada vez mais doloridas.


A jogada de Kravian também não era das mais espertas. Sim, ele de fato anulou uma jogada e fez com que nenhum dos dois tivesse perdido fichas, mas por que não correu o risco de tentar ganhar mais se tinha tanta certeza assim que Levi colocou a bolinha no número 4?
Já sua próxima jogada foi bem aberta. A chance de sucesso e erro era aproximadamente 50% já que Levi poderia apostar até em dois números.
Assim como Karthus havia dito, esse era um jogo de blefe e não randômico como o jokenpo. Cabia a Aleister olhar no fundo dos olhos de seu adversário e tentar extrair dele qual número havia escolhido para a bolinha de metal.
*Vai Levi... confio em você... vamos sair daqui com essa bússola! Diversas riquezas, diversões e aventuras nos esperam pelos mares da Grand Line! Vamos... pense! Qual número Kravian escolheu?*




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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 11:51

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Aquilo não estava bom pro nosso lado, Kraven parecia saber jogar o jogo e quanto ao meu “plano”, digamos que não deu muito certo; a bolinha parecia não fazer nenhum som ao ser colocada dentro no local escolhido pelo negociante ou pelo menos nenhum som que eu conseguisse ouvir. Coçaria meu queixo lentamente como estivesse pensando em algo mantendo uma expressão calma em meu rosto, meus olhos mais uma vez percorreriam toda a sala; não que eu estivesse à procura de algo estava apenas perdido em pensamento ou tentando achar um que me ajudasse naquela situação.

Olhando para Samantha percebi que o calor do lugar não estava lhe fazendo bem, pois seu rosto começava a ficar com um tom avermelhado ou talvez fosse outra coisa da qual eu não teria coragem de perguntar, não agora; A garota trocava olhares com nossa capitã algo completamente normal até o momento em que Metza a beijou, o que antes era uma expressão calma passou agora a ser uma expressão confusa “Que raios está rolando aqui?” pensaria ainda observando aquela cena “Há! O Levi perdeu isso” um sorriso se formava em minha boca, mas aquele não era momento para isso, depois eu poderia rir da cara dele.

Virando-me novamente para frente, olhando para o jogo, me aproximaria de Levi ficando atrás dele um pouco mais a sua direita, ficando ali em pé e de braços cruzados como se quisesse apenas observar o jogo manteria minha atenção totalmente em nossos adversários analisando cada movimento que os três fizessem tendo um foco maior em cada palavra, movimento de corpo e expressão facial de kraven se ele possuísse alguma mania ao blefar eu teria que está atento para perceber qual era.

A capitã voltará a tocar mais uma de suas lindas músicas o que tornava aquele ambiente mais agradável de estar mesmo com a presença daquela escoria que queria se apossar de nosso navio, - Está tão quente aqui... Não sei se vou aguentar por mais tanto tempo. Falava Samantha. “Eu sabia que era a temperatura do lugar que havia lhe deixado vermelha” Pensaria comigo mesmo demonstrando um leve riso no canto da boca.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 11:56



O REINO

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Apostando o Futuro!


A rodada de apostas não podia ter começado pior, para os demais. O rival de desafio havia conseguido acertar o número que Aleister havia apostado e aparentava estar cheio de si com aquele fato.

— HAHAHAHAHA! Eu não estou acreditando nisso! Isso é o melhor que você consegue fazer, garoto? — questionou o homem em meio a risadas, própria e de seus amigos.

— Droga! — bradou o gatuno, vendo que tinha perdido.

— Sei que eu não precisava fazer isso, mas deixa eu te dar uma dica que você não tenha percebido ainda, garoto. Além da sua "mentira" ter sido óbvia, você simplesmente fez uma jogada impossível para eu perder. Mesmo se a bolinha não estivesse no número 4, nos dois teríamos perdido, e as fichas teriam ido para a mesa, que, surpresa ou não, é Karthus. Mesmo se eu tivesse apostado errado, você também teria errado, e as fichas seriam nossas. Uma situação onde não há perda!

As palavras de Kravian realmente eram verdadeiras, aquela aposta era realmente óbvia, porém Aleister desejava isso. No fundo, ele pretendia singelamente enganar o adversário para que no fim, a cartada final fosse dada. Em meio a minuciosas pontadas na nuca, Levi lembrava-se de seu passado, principalmente do seu querido tio, que novamente voltava a “vida” em sua memória.

“Levi o mundo é cruel. Muitas vezes você se deparará com situações que não saberá como agir, mas a vida... — falou pegando uma bolinha que havia na mesa de jogos — A vida é como um jogo. Você tem que aprender as regras enquanto joga e, se se ainda tiver dúvidas de sua capacidade... — falou jogando a mesma na roleta tradicional que havia ali — Apenas faça com que seu adversário tenha certeza disso. No fim você conseguirá vencê-lo aproveitando-se de seu ego, ora, o ser humano é muito fácil manipulado...”

— Minha vez. Eu aposto duas fichas nos quatro números! — afirmou ele enquanto colocou a bolinha.

Naquele momento, o jovem apostador se via no lado de que tinha que acertar. Estando naquela posição, uma ideia crescia em sua mente. Mordendo seu lábio discretamente, a informação surgia em seu consciente. Estando no outro lado, o rapaz começava a acreditar que o jogo seria decidido no lado de quem apostava primeiramente. Duas fichas eram colocadas nos quatro números, então era óbvio que, mesmo sem entender bem de jogos ou lógica, perder seria mais fácil do que vencer. As oito fichas tinham de ser apostadas em apenas dois números... Metade das chances para ganhar. Essa era a pressão que Kravian almejava causar no jovem Flamel.

— Você me pegou! Realmente não sei o que fazer! — afirmou o jovem rapaz.

Mesmo que pensassem que era mentira, o que Aleister havia digo era uma verdade interior sua. Em sua mente, a dúvida reinava de maneira magistral e a decisão naquele instante ganhava um peso inimaginável. A sobrevivência ali dependia da sorte, ou da capacidade de manipular o adversário. Mantendo sua ideia inicial, ele não podia deixar escapar as pontas do tapete que pretendia puxar futuramente.

— Eu aposto as oito fichas no número quatro! — afirmaria, colocando as fichas no número indicado no tabuleiro.

Na possibilidade de vencer, o garoto não se seguraria e comemoraria, em um conflito de descrição e exagero. Realmente seria algo interessante. Porém, se perdesse, apenas ficaria triste, mas não desanimado. A sua determinação em vencer seria maior que a de um leão em busca de sua presa.

— Você é bom! Não sou muito bom com jogos... — falaria ele.

Mesmo não sendo uma mentira, agora era o momento de focar, provavelmente seria a vez dele de jogar. Novamente ele teria que tentar transparecer o mais confuso que pudesse, coisa que não seria tão difícil, pois estaria.

— Muito bem! Minha vez, certo? — questionaria.

Nesse momento, o rapaz voltaria a pensar consigo. Em seu pensamento ele não tinha dúvidas que apostaria no número um, porém não poderia transparecer isso. Tentando focar o máximo que pudesse na maneira de pensar, exageradamente tentaria deixar escapar seu pensamento de maneira que Kravian pudesse entender o que ele faria, mesmo sendo óbvia sua jogada.

— Eu aposto duas fichas no número 3 e duas fichas no número 1! — informou após colocar a bolinha no número 1, colocando as fichas nos determinados números.

Caso o adversário acertasse novamente, Levi não ficaria surpreso, muito pelo contrário. Cerrando seu punho, ele não estaria enraivado, mesmo que parecesse, e sim estava interessado por seu adversário estar fazendo o que ele pensava ser o melhor para conseguir a vitória. Certamente na mente dele, o jovem gatuno era apenas um garoto burro que não sabia as regras — e isso não era mentira — porém, a hora para o puxão de tapete se aproximava, então Aleister não poderia deixar-se levar pelo momento. Em qualquer provocação, o rapaz, com um largo sorriso sem jeito, tentaria manter o papel, disfarçando-se visualmente de um jovem apostador perdido.

— Acho que selecionaram a pessoa errada... — virando-se para sua tripulação, o rapaz olharia para cada um rapidamente.

Seu olhar não era de medo, não estava amedrontado, ele buscava que ambos notassem que, mesmo ali, aparentando estar perdendo — o que também não seria mentira — ele estava com tudo sob controle, aparentemente, ou pelo menos tentava demonstrar isso para seus aliados, apenas eles. Voltando-se para o inimigo de vestes engraçadas, o rapaz ouviria atentamente suas apostas.

Se, adiante, viesse uma aposta similar onde o homem apostasse em todos os números, Ale, apostando em dois números, optaria por números alternados, se possível (1 e 3, 2 e 4). No entanto, e a aposta fosse em apenas três números, ele buscaria apostar em dois números alternados, se possível, priorizando o número 1. Nessa possibilidade, não sendo possível optar pela alternância, ele escolheria o número mais distante do menor que seria possível apostar (se fosse possível apostar no 1, o próximo seria o último número, 4, 3 e 2, nessa sequência de escolha; se o adversário não apostasse no 1, ele mudaria para o seguinte e escolheria da mesma maneira, sempre apostando nos números que o adversário apostasse).

Não acertando o número, o rapazote coçaria sua cabeça e, com um sorriso envergonhado demonstraria que estava perdido, o que tinha um pouco de verdade, já que desde que saiu de sua ilha natal, a vida era um completo mar de confusão.

— Acho que você me enganou direitinho! — cerrando o punho, o rapaz socaria sua perna, que estava servindo de apoio enquanto permanecia sentado ali.

Todavia, se o homem tivesse apostado em um número, ou mais, e o escolhido não tivesse sido o número das apostas, o rapaz ficaria perplexo, porém a reação seria de riso, ao contrário de bravo.

— Parece que você não sabe jogar assim como eu! — bradaria, mesmo sabendo que havia sido uma jogada astuta.

Se o adversário apostasse em dois ou em apenas um número, eu o seguiria e, caso acertasse ou errasse, as reações seriam similares as anteriores, porém em seu interior, Aleister não aguentava mais aquele jogo dos infernos, mas tentaria transparecer isso ao mínimo, se possível até nada.

Acabada a fase de testes, ou treino, o herdeiro dos Flamel voltar-se-ia para o velho e solicitaria mais fichar para completar as que havia perdido. Se tivesse menos fichas que seu adversário, o rapaz optaria por igualas o número de fichas para que a aposta voltasse ao equilíbrio inicial.

— Acho mais justo que eu fique com o mesmo número de fichas, certo? Então quero X fichas! Se ficares com mais, é sujeira! — afirmaria em meio a um abismo de dúvidas.

Uma vez recebida as fichas, as contaria e, o mais calmo que pudesse estar naquele momento, tentaria olhar para seus adversários. Seu familiar Cornelius havia falado naquele mesmo dia que, o olhar de alegria de um inimigo é perfeito, perfeito para ser trocado para um olhar de nervosismo. Vendo aquela possível cena, Aleister agora entendia o que ele havia dito naquela época.

— Como é minha vez, vamos lá... — falou ele colocando a sua mão direita sobre as fichas e a esquerda coçando sua nuca.

Novamente pensando, o rapaz discutia consigo mesmo sobre entre os números um e dois. Propositalmente, ele tentaria falar de maneira que seu adversário pudesse ouvir. Em suas palavras, ele lembraria do fato passado e da jogada de seu adversário, principalmente quando o mesmo jogou nos quatro números.

— Eu aposto... — falaria colocando a bola no número 4 — Sete fichas em todos os números!

Alencar:
 

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