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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cace o limite

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MensagemAssunto: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySex 09 Mar 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Cace o limite

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptyQui 19 Abr 2018, 23:46


— Droga esses bandidos de merda não desistem, eu também não vou desistir do meu sonho de ir para a Grand Line, não vou morrer aqui —

Essas palavras eram capazes de fazer algo que eu diria ser impossível até alguns instantes atrás, colocaram um sorriso no meu rosto. Não me entenda mal, não havia esquecido do ocorrido, tão pouco estava menos disposto a mutilar aquele pirata. Na verdade, aquelas palavras me davam um novo motivo para vencer, eu não poderia deixar aquela determinação ser em vão.

— Não cometerei esse erro com você. Pois hoje você não voltará para a casa. Sua amiga vou matá-la e você ouvirá os gritos de dor dela, aí sim depois matarei você —

Mas ele também não estava facilitando, queria mesmo me deixar furioso. Não que isso fosse ser muito difícil, mas agora, eu estava um pouco mais concentrado e calmo. Desta vez, seria uma fúria direcionada que eu usaria, e não apenas um estilo de combate selvagem e inútil que estava se provando cada vez menos eficiente.

E é claro que eu não podia deixar aquela provocação passar em branco. Estava revigorado e pronto para uma boa e velha troca de insultos, por isso eu diria — Você não deveria subestimá-la, essa garota tem mais vigor do que nós dois juntos, e eu definitivamente vou levá-la comigo para a Grand Line — enquanto me preparava para o ataque do meu adversário.

Eu tive tempo o suficiente para analisar o ambiente ao meu redor e o meu adversário, durante o nosso último choque de golpes. Basicamente, ele era um espadachim extremamente rápido e hábil. Nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginaria ser capaz de desviar de tiros, quanto mais de tiros disparados a queima roupa durante um combate. Mas ele era capaz de fazer isso, mesmo que não fosse capaz de fazê-lo e se defender dos meus golpes ao mesmo tempo. Não que isso não fizesse dele um monstro.

Ciente das habilidades de combate do meu oponente e das cartas que tinha em mãos, estava na hora de começar a virar o jogo. No meu nível atual, seria impossível vencê-lo em um duelo, felizmente, aquela não era uma briga de cavalheiros, era um confronto de verdade, e o prêmio era a vida. Eu poderia, e usaria, todas as coisas ao meu dispor. E isto, é claro, incluía o meu ás na manga: Marianna.

Meu adversário tinha um ponto-cego que, imagino não ser difícil de descobrir, mas era o olho que o Castle gentilmente arrancou de sua face. Tudo que eu precisava fazer era colocar a Marianna nesse ponto-cego e ela poderia finalizar a batalha com um tiro certeiro. Eu não havia falado do meu plano para ela, nem pretendia, mas confiava que ela seria capaz de aproveitar uma brecha, desde que eu a criasse. Mas não me entenda errado, não estava disposto a jogar a toalha e deixá-la fazer todo o trabalho, eu não ficaria feliz a menos que conseguisse fazer aquele pirata engolir seus dentes e se desesperar enquanto me olhava de baixo.

Então, eu começaria meu movimento. Tentaria me manter sempre no ponto cego do meu adversário. Claro que alguém como ele já deveria esperar que eu atacasse usando essa fraqueza, mas, meu objetivo era um pouco mais complexo do que isso. Exige um certo nível de concentração para acompanhar os movimentos do seu adversário, e isso se torna ainda mais exaustiva se você não tem um olho e é obrigado a ficar sempre face-a-face com o inimigo. Eu pretendia usar isso ao meu favor e fazer aquela batalha mentalmente mais exaustiva para ele, assim, logo ele me daria algumas brechas e, talvez, eu conseguisse até mesmo vencer sem a ajuda da Marianna.

Para começar, eu precisaria lidar com a investida do meu adversário. E eu precisava fazer isso corretamente, assim, ficaria mais fácil controlar o fluxo da batalha usando meus ataques seguintes. Eu tentaria pegar uma cadeira, garrafa, copo ou qualquer outro objeto não muito grande, que houvesse perto de mim, afim de arremessá-lo contra o meu adversário e atrapalhar a sua concentração, enquanto me esquivava, jogando meu corpo na direção do seu ponto-cego.

Um fato importante, eu continuaria me movimentando durante meus ataques, afim de fazer com que o meu oponente ficasse de costas, ou com o seu olho faltando, virado para a Marianna, de forma que este não pudesse mais vê-la e tivesse de focar a sua atenção em mim.

Meus ataques seriam bem simples. Após me esquivar, sendo bem sucedido ou não. Eu atacaria girando meu corpo 360º enquanto, ao mesmo tempo, girava meu jutte com a mão e terminava disferindo um golpe visando acertar a garganta do meu adversário, com o máximo de impacto que eu conseguisse gerar. Eu então seguiria usando mais um ataque, desta vez, uma estocada com meu jutte, visando acertar o peito do meu oponente, enquanto fazia um movimento em arco com minha mão direita com o intuito de dividir a atenção do meu oponente e aumentar minhas chances de acertá-lo. Por fim, eu terminaria usando um último ataque, desta vez mais simples, apenas um golpe horizontal visando acertar o pescoço do meu oponente.

Um fator importante; após cada um dos meus golpes, eu daria um tempo para me movimentar pelo ponto-cego do meu adversário, antes de seguir para o meu próximo ataque. Parando de fazer isso, apenas quando a Marianna finalmente estivesse no ponto-cego do pirata. Além disso, após terminada minha sequência de golpes, me afastaria um pouco, afim de analisar mais uma vez o ambiente e tentar bolar uma estratégia melhor.

Se antes, durante ou depois, eu acabasse sendo atacado, fosse pelo pirata ou qualquer outro adversário que pudesse surgir no meio da batalha. Este se tornaria alvo dos meus ataques (no caso de ser outra pessoa senão o pirata ruivo) a partir do meu próximo movimento, e continuaria assim até que eu o derrotasse ou fosse atacado por outro adversário que, nesse caso, se tornaria o meu próximo alvo.

Minha defesa não seria nada de muito espetacular. Bloquear os golpes do pirata não estava funcionando muito bem, por isso eu optaria por me esquivar de seus ataques daqui pra frente. O movimento seria simples, usando meu pé para empurrar o solo enquanto jogava meu copro para trás, mas sempre me mantendo inclinado para o ponto-cego do pirata. E assim seguiria. Se fosse obrigado a me esquivar do ataque de outro, que não fosse o ruivo, ainda assim minha esquiva continuaria sendo a mesma, mas desta vez, não focaria em me manter em seu ponto-cego, a menos que este também tivesse a visão debilitada.

Como sempre, a Marianna seria minha prioridade máxima. Não permitiria que ninguém atacasse ela durante o meu combate, e se alguém tentasse, independente de quem fosse ou quantos fossem, eu investiria imediatamente em sua direção, visando o oponente mais próximo, no caso de haver mais de um agressor, e meus movimentos seriam os mesmos descritos anteriormente.

Não importava o que eu estivesse fazendo, se atacassem ela, faria o máximo possível para interromper o que estivesse fazendo e me deslocar em sua direção, afim de ajudá-la. Claro que se esta acabasse demonstrando ter controle da situação, eu interromperia minha intervenção e voltaria a me concentrar no meu adversário.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptyDom 22 Abr 2018, 12:28



Narração


Coldraz sabia que seu adversário não era nada fraco, durante esse curto período de tempo pode analisá-lo muito bem. Um espadachim extremamente hábil, o caçador teria que mostrar algo novo, diferente e inovador se quisesse derrubar esse cara sozinho. Com seus Jutte em mãos, raiva e paciência teria que achar a brecha que seu inimigo poderia dar. Talvez a falta de um olho a qual o punisher havia arrancado, isso mostra talvez o quanto esse adversário seja forte, pois poucos sobrevivem quando estão em um duelo frente a frente com Frank e ele estava ali na frente de Coldraz de pé, para contar essa história. O aventureiro contava ainda com a garota como um trunfo, contava com a garota para ajudar em seu combate, mesmo ela estando na situação a onde se encontra, ferida e cansada. O rapaz então focava em sua estratégia, usando sempre o ponto cego do seu adversário.

Mediante ao avanço feroz do ruivo o caçador de recompensas pegava uma cadeira e jogava contra o mesmo. Cortava a cadeira rapidamente, destroçando ela enquanto falava. " - Eu perdi um olho e ganhei outras coisas como uma boa audição é apenas um dos meus ganhos." Enquanto o adversário do caçador quebrava a cadeira o mesmo fez um movimento rápido para a direção onde o seu inimigo não tinha um dos olhos. A ideia do homem era boa até que colocava o pirata em sua dança, porém Marianna não havia mais balas ela descarregou seu pente e estava sem condições de fazer uma recarga em sua pistola no momento. Mesmo assim ele continuava no seu combate feroz, atacava com sua arma em direção ao pescoço do seu oponente, que era bloqueado pelo mesmo. Na sequência dava uma estocada em seu oponente a distância de um para o outro era bem curta, até conseguia acerta com um grande impacto, não como queria, ainda estava na linha de oportunidade de seu inimigo, que conseguia levar seu braço até o rosto de Coldraz.

Um leve sangramento no nariz e seu golpe colocava o ruivo mais atrás e um forte machucado, então tinha uma distância e uma oportunidade boa para desferir mais um golpe com sua arma. Era exatamente o que o rapaz fazia acertando o mesmo em cheio, então podia ouvir barulho de passos. Muitos passos, logo entrava dentro do estabelecimento vários marinheiros apontavam suas armas. Olhando o cenário cheio de sangue, piratas mortos, a garota ferida e os dois guerreiros se enfrentando eles não pensavam duas vezes. Atiravam contra o rapaz do cartaz, várias balas bem disparadas. " - É ... assim que termina ... Perdeu tempo ... Muito tempo, essas horas, Frank já deve ter mandado o traidor da marinha para a cidade dos pés juntos." Uma risada, cuspindo muito sangue, então ele voltava a falar pausadamente. " - Diga ... Diga a ele ... Que a gente se encontra no inferno." Assim o pirata largava sua espada.

Um dos marinheiros se aproximava do Caçador fazia um breve comprimento ao mesmo e então falava: " - Sou Sargento Tomas, bom isso foi um verdadeiro massacre. Todo o bando do Ruivo Sanguinário morto, bom trabalho." Fazia gestos enquanto outros soldados se aproximavam perguntando se estava bem e outra parte fazendo atendimento a médica que havia sido ferida em combate. Tomas ironizava um pouco a situação. " - O Sanguinário, morto de maneira sanguinária, um fim justo." Mais soldados chegavam ao bar para ajudar no que precisar enquanto podia ouvir algumas pessoas comentando o acontecimento ali dentro do estabelecimento. " - Esse cara é terrível, sanguinário ... A garota perguntou se Coldraz está bem .... deve ser aquele cara ali (apontava discretamente para o caçador)Coldraz, O Terrível" O que o caçador faria agora? Qual seria seus próximos passos.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptyDom 22 Abr 2018, 13:50


— Eu falhei. —

Miseravelmente, devo acrescentar. Não foi alívio que me preencheu quando os marinheiros executaram o ruivo, não, foi outra coisa: impotência. Eu teria morrido naquela taberna, mais de uma vez, para falar a verdade. E eu teria levado uma garota inocente comigo por causa do meu temperamento. Tudo porque eu QUERIA aquela luta.

Acho que capturar meu primeiro criminoso havia me deixado confiante demais para o que viria pela frente. E o pior, toda aquela bagunça poderia ter custado nossa passagem para a Grand Line.

— Eu não posso permitir isso. Não depois do que passamos. —

Eu não poderia desistir agora, e não iria. Talvez o Castle ainda não houvesse encontrado o meu alvo. Mas eu não fazia ideia de por onde começar, precisava de informações. Talvez ele ainda estivesse no porto, quem sabe ele voltou para lá depois de me salvar. Era um bom começo.

Eu me voltaria então para o sargento Thomas e perguntaria a ele enquanto mostrava o cartaz de procurado que me foi dado pelo tenente Cruzis — Eu preciso achar Frank Castle, estamos atrás do mesmo criminoso, você viu algum deles ? — e esperaria sua resposta.

Se este tivesse informações, pistas ou uma sugestão de onde eu poderia encontrar qualquer um deles, eu ouviria atentamente para que pudesse me dirigir até o local. Se ele possuísse informações de ambos Frank e o meu alvo, eu iria atrás do meu alvo, obviamente. Mas se ele não soubesse de nada, eu iria para o porto, seria um bom lugar para começar a procurar.

Mas eu não podia levar a Marianna comigo, ela não estava em condições de lutar. Não que eu estivesse muito melhor do que ela. Mas sua perna foi atingida, ela acabaria me atrasando e seria um alvo fácil em um combate. Talvez eu conseguisse convencer o Castle a me ajudar quando chegasse a hora. Senão, bom, era melhor bolar um plano quando chegasse o momento, afinal, não adiantaria de nada pensar em uma estratégia se o Frank matasse o pirata.

Me dirigiria até a Marianna e então diria — Você vai ficar bem, cuide dos seus ferimentos e me espere no QG da marinha, eu vou terminar o serviço e quando eu voltar, nós vamos para a Grand Line, eu prometo — e me retiraria do local. Não aceitaria qualquer tipo de recusa ao meu pedido, por isso, se ela dissesse alguma coisa, eu apenas continuaria andando sem olhar para trás, mas se esta tentasse me seguir, eu me viraria para ela e diria seriamente — Você não pode andar direito, vai acabar me atrasando. Eu preciso fazer isso sozinho. QG da marinha ao anoitecer, eu estarei lá — e iria embora. Se ela continuasse tentando me seguir, eu começaria a correr o mais rápido possível, não achava que ela seria capaz de me acompanhar.

Se o sargento ou algum dos seus marinheiros tivesse alguma pista sobre o paradeiro de Frank ou do meu procurado, eu então seguiria até o local indicado. Caso contrário, eu apenas seguiria para o porto, rezando para que o Frank não houvesse matado meu alvo. Cara, eu nem sabia como conseguia pensar em deixar alguém vivo naquele instante, depois de passar pelo PIOR DIA DA MINHA VIDA, eu estava mais era com vontade de descontar toda essa raiva.

Não importava para onde eu olhava, todos pareciam tão superiores a mim, como se controlassem minha vida, preso em uma gaiola. O Castle sozinho, já tinha jogado com a minha vida duas vezes no mesmo dia: quase me matou no bar e me salvou na taberna. Marianna me salvou do Castle e era apenas graças a ela que eu teria minha chance de ir para a Grand Line. Aquele ruivo maldito e seu bando, que quase me executaram alguns instantes atrás. Sem contar os marinheiros que haviam acabado de salvar minha vida naquele instante.

Esse sentimento era horrível, e me deixava muito irritado. Minha vida inteira, todos sempre jogaram comigo, alguns ao meu favor, a maioria contra. Mas no fim das contas, era como se meu sucesso e o meu fracasso não dependessem de mim, mas da vontade dos outros em permitirem ou não que eu alcançasse meus objetivos. Executivos gananciosos, piratas homicidas, caçadores com problemas mentais, e gente boa demais para mim, cuja as vidas foram destruídas por minha causa: Marianna e Alistair.

Eu PRECISAVA encontrar aquele criminoso antes do Castle, eu PRECISAVA capturar ele com as minhas próprias mãos, eu PRECISAVA ficar mais forte, e rápido. Eu correria o mais rápido que pudesse, mesmo que meus pés sangrassem, eu correria até encontrar o Frank, o meu alvo, ou qualquer sinal de qualquer um deles.

Se ao chegar no meu destino, fosse ele o porto ou qualquer outro local que pudesse ter sido indicado pelos marinheiros de antes. Eu não encontrasse quem eu procurava, eu abordaria qualquer pessoa na rua e perguntaria, mostrando o cartaz do meu alvo — Com licença, você viu esse homem ? — e continuaria perguntando as pessoas nas ruas até conseguir uma pista que eu pudesse seguir.

Se ninguém tivesse pistas, eu continuaria procurando pelas redondezas, quanto mais escuro e sujo, melhor. Ma se eu acabasse presenciando algum evento chamativo. Um tiroteio, explosão, fogo, pessoas gritando apavoradas, a voz do Castle, etc. Eu então seguiria, rumo a fonte da comoção. Mas, a princípio não faria nenhum movimento apressado, apenas observaria o que estava acontecendo.

Se alguém, qualquer um a qualquer momento, tentasse me atacar, eu não revidaria. Não por enquanto, apenas me afastaria, desviando para o lado esquerdo do meu agressor, ou o lado direito, caso fosse mais conveniente. Não seria um movimento complicado, apenas uns dois passos para o lado e continuaria assim enquanto este tentasse me acertar, sempre prestando atenção ao meu redor, para o caso de um novo agressor surgir. Se eu estivesse seguindo para algum lugar, após me esquivar, com sucesso ou não, continuaria seguindo meu caminho.

Porém, se eu acabasse encontrando meu alvo e este estivesse prestes a ser executado, fosse por quem fosse. Obviamente isso não se aplicaria caso fosse o tenente Cruzis, afinal, foi ele quem me deu o serviço. Eu atacaria o agressor usando minha técnica Golpe na cabeça, apenas isso, eu não queria atingir ou entrar em uma briga, apenas precisava do meu criminoso vivo, e após feito meu movimento, bem sucedido ou não, eu então diria — Eu preciso dele VIVO. Ordens do tenente Cruzis, esse homem é minha passagem para a Grand Line. —

Mas, se o pirata estivesse para ser executado pelo tenente Cruzis, eu apenas diria — PARE! Ele é o meu alvo. Você não pode me dar sua palavra e jogá-la no lixo dessa forma! — No caso de eu encontrar o tenente Cruzis prestes a entrar em um combate, ou no meio de um combate contra o pirata que eu procurava, eu iria em sua direção e diria — Cruzis! Ele é o meu alvo, eu ainda não desisti. Se a sua palavra significa algo, então eu mereço a chance de provar que a minha também vale. Eu vou capturar esse pirata vivo, mesmo que isso me mate, e então eu vou levar a Marianna para a Grand Line, e nós vamos acabar com cada criminoso que encontrarmos! — e esperaria sua resposta e, sinceramente, que eu não fosse preso por dizer nada disso.

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptyQua 25 Abr 2018, 18:53



Narração


Coldraz talvez pela primeira vez sentia a dor da culpa, mas também quem sabe um sentimento de que o mesmo precisava ficar mais forte. Sim o mundo que o espera na Grand Line não permitirá esses tipos de erro, que custam caro a imprudência, o egoísmo a arrogância. As escolhas que tomamos, porque o remorso é a única dor da alma, que nem a reflexão nem o tempo atenuam. Só que trazia uma lição importante para aqueles que conseguiam sobreviver e quem sabe o jovem aventureiro tenha aprendido. Com isso ele rapidamente, com um certo desespero, perguntava sobre Castle e o homem do cartaz. " - Ouvi dizer que o Punisher está no porto da cidade." Só que não queria levar a garota, ela precisava de cuidados, mesmo com ela teimando ao máximo. Uma pequena lagrima escorria dos olhos da menina que antes do rapaz partir. " - Estarei esperando... Confio em você."

Tinha uma dura tarefa, depois de todo trauma passado precisava levar o traidor vivo. Ainda mais carregando consigo um sentimento de fraqueza, sim, hoje o caçador de recompensas viu sua vida ir embora várias vezes, mas ele ainda estava ali de pé. O que o mesmo poderia aprender com isso, dá valor a sua vida, as pessoas com quem se importa, o mundo não é um brinquedo. Não é um lugar cruel onde as pessoas vão sempre te bater e ele tem que está pronto para isso, para enfrentá-lo de cabeça erguida. Machucado, fisicamente e psicologicamente o jovem enfim chegava ao porto. Um silencio tomava conta do lugar, não tinha movimento de pessoas o que já era estranho o suficiente, algumas manchas de sangue. Uma roupa de marinheiro toda ensanguentada, seria o fim para o caçador e seu sonho?

" - Hey garoto!!!" Uma voz já conhecida, rouca, fria, sem sentimentos um homem que deixou tudo para trás. Quando Coldraz se virou lá estava ele Frank Castle "The Punisher" Aquela enorme caveira amedrontadora estampada em seu peito, por mais corajoso que alguém possa ser, aquele símbolo e aquele homem conseguia transmitir o medo e o seu significado a punição. " - Está preparado para isso. Ele está lá dentro de um galpão é todo seu." Um raro sorriso no rosto de Frank algo que poucos são capazes de ver então ele continuava falando. " - Como está a garota, sabe, acredito em você, ainda há muito que aprender, mas eu sei que aprenderá." Uma pausa dramática, ele rapidamente olhou para o alto e então disse, melancolicamente. " - Ela estava certa, o que eu ganhei com todos esses anos de guerra. Estou velho, os bandidos foram substituídos por outros hoje e os de hoje serão substituídos por outros amanhã." Ele carregava sua arma então começa a andar em direção a um navio.

" - Ele é seu, não deixarei os outros chegarem para interromper, se me permite uma última punição." Dava as costas dando o seu mais sincero voto de confiança para Coldraz acabar com seu inimigo. Pinisher estava pronto para acabar com os piratinhas de segunda classe, encarava aquilo como sua última batalha, aposentadoria? talvez? Frank atualmente desabrigado, sem muitas armas, velho e cansado. Talvez o crime tenha lhe tirado tudo o que tinha, ele havia chegado ao nível mais baixo da sua vida, em uma guerra de anos de duração ao qual ele sabia que nada iria mudar. " - Talvez eu não deixarei nenhum legado, novato. Boa sorte." Então podia ouvir o barulho do primeiro disparo e um homem caído do navio no mar vários piratas então apareciam. " - É o desgraçado do Frank Castle." Mas antes que Coldraz pudesse fazer qualquer coisa lá estava ele saindo de dentro de um galpão. O traidor, olhar calmo e sereno um sorriso leve no rosto pronto para o combate o que o caçador faria agora.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptyQui 26 Abr 2018, 15:08


— Talvez eu não deixarei nenhum legado, novato. Boa sorte. —

Aquilo me pegou de surpresa, jamais esperaria que o Castle dissesse aquelas coisas. Enquanto ele caminhava até aquele navio, não tinha como não associar o ato com o de alguém prestes a pular em um abismo. Talvez eu estivesse testemunhando os últimos momentos de um dos caçadores mais temidos de Loguetown. Não que ele fosse o único com a sombra da morte pairando sobre seus ombros.

Quando vi meu alvo, em carne-e-osso pela primeira vez, não me sentia mais tão disposto a fazer qualquer comentário "espertinho" ou provocação. Eu estava em um estado deplorável, admito, e não seria mada fácil vencê-lo. Estratégia, eu precisava de uma, e rápido. Vou ser sincero, eu até chegava a me arrepender, só um pouquinho, de não ter aderido a um estilo de luta mais letal na minha infância; uma pistola, espada, ou quem sabe até um machado. Mas a vida é assim, usamos o que ela nos dá, então era melhor eu me contentar. Além do mais, quando eu tinha 7 anos, era mais fácil encontrar pedaços de madeira que serviam como bastões do que rifles e katanas, caras demais.

Desta vez eu não poderia contar com o suporte da Marianna, nem com a esperança de ser salvo pelo Frank no último instante. O que não seria um problema, se eu não tivesse acabado de sair de um combate até a morte, pouco tempo atrás. Não tinha dúvidas de que meu oponente logo notaria e usaria isso ao seu favor, o que já era uma vantagem bem grande para ele.

Bom, não tinha mais o que fazer ou pensar, montaria minha estratégia durante a batalha mesmo. Por isso, acenderia um cigarro e começaria a caminhar na direção do meu adversário dizendo — O tenente Cruzis mandou lembranças. Que tal irmos dar um "oi" para ele ? — Não que eu esperasse qualquer tipo de resposta por parte do meu adversário, era apenas uma forma de ganhar tempo para pensar no que eu poderia usar.

Jutte, cigarros, fósforo, medalhas, um pouco de dinheiro, um cartaz de procurado. Tudo que eu tinha em minha posse naquele momento, a maioria inútil. A menos que eu tentasse subornar ele para vir comigo. Talvez o cigarro me desse alguma vantagem durante a batalha. Uma boa baforada de fumaça do cigarro no rosto do meu adversário, e eu poderia conseguir uma brecha. Alguns segundos, definitivamente fariam a diferença.

A princípio, eu não começaria atacando meu adversário, primeiro eu precisava montar uma zona confortável para lutar. Usaria o fato de caminhar em sua direção, para colocar o sol atrás de mim, sem que ele notasse. Sempre me mantendo a uma distância segura de, pelo menos, 2m do meu adversário. Andaria em círculos ao seu redor, se fosse precioso. E no caso de já ter anoitecido, faria o mesmo, mas agora, priorizando colocar qualquer fonte de luz que houvesse por perto, atrás de mim. Um poste de luz, por exemplo. Obviamente, uma vez que a fonte de luz já estivesse atrás de mim, eu pararia de me mover e me prepararia para a minha primeira investida.

Meu próximo movimento seria simples, eu iria avançar o mais rápido que conseguisse, na direção do meu oponente, a princípio, curvando um pouco meu corpo para baixo, no intuito de atrair sua visão para o chão, e então, quando me aproximasse, daria um salto e com meu jutte, tentaria um ataque vertical, de cima para baixo, visando acertar o topo da cabeça do meu oponente. Se tudo desse certo, a luz atrapalharia sua visão e meu ataque seria um sucesso, talvez até desnorteado meu adversário por um tempo, o suficiente para que eu continuasse minha investida.

Independente do sucesso ou fracasso do meu primeiro ataque, eu seguiria para o meu próximo; girando meu jutte, eu tentaria atacar o queixo do meu alvo em um golpe horizontal, feito da esquerda para a direita, novamente, com o intuito de desnortea-lo. Por fim, eu tentaria um chute baixo em seu tornozelo, afim de fazê-lo perder o equilíbrio e cair.

Uma vez que eu terminasse minha sequência de movimentos, eu tentaria me afastar e ver qual seria a reação do meu oponente.

Se em algum momento ele me atacasse, fosse antes ou durante os meus ataques, minha esquiva seria simples. Eu daria dois passos para o lado. Teria preferência por ficar do lado esquerdo dele, mas se isso não fosse possível, me esquivaria para o lado direito mesmo, ou para trás, caso seu ataque visasse um golpe nas laterais. Mas não apenas me esquivaria; se ainda estivesse com o cigarro, eu também tentaria soprar a fumaça do mesmo em seu rosto, afim de prejudicar sua visão e em seguida, prosseguir com minha sequência de movimentos.

Independente de conseguir ou não me esquivar, tentaria seguir para o meu próximo ataque. No caso de já ter terminado minha sequência de golpes, eu apenas me afastaria.

Também prestaria atenção ao meu redor, para o caso de algum novo oponente surgir. Talvez algum pirata escapasse do Castle, meu adversário tivesse um aliado escondido ou quem sabe um animal raivoso decidisse me atacar por qualquer motivo que fosse. Independente da razão, se um novo oponente surgisse na batalha e tentasse me atacar, meu método de esquiva seria o mesmo, porém, não asopraria a fumaça em seu rosto, isso poderia deixar o meu alvo ciente do meu movimento e tentasse descobrir um método para evitar isso.

Meus ataques sempre teriam como alvo, o adversário mais próximo, por isso, se algum novo combatente entrasse na luta, este seria meu alvo, apenas e enquanto estivesse mais perto de mim do que o traidor. A ordem dos meus ataques não se alteraria, apenas o alvo destes.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySeg 30 Abr 2018, 16:02



Narração


A feroz batalha havia se iniciado, Caçador e o Punisher contra o traidor e seu pequeno grupo, barulhos de tiros podiam ser ouvidos. Coldraz encontrava-se machucado devido ao seu último combate, já Frank estava acostumado a sempre está em guerra. Era dormir e matar vagabundos, fazia isso já alguns anos. O adversário do jovem, se mostrava uma pessoa extremamente séria, completamente diferente do seu antigo adversário. Então ele puxava assunto. " - Mandou você até aqui? Ele é assim mesmo usa as pessoas." Dizia se referindo ao Tenente da marinha. " - Eu ele e Frank , trabalhamos juntos, achei que Castle estaria aqui para morrer." O caçador respondia com um oi e o homem dispensava apenas segurando bem firme sua espada e guardando o seu livro. Então partia para cima do seu oponente.

Como um espadachim honrado fazia golpes rápidos e Coldraz tinha um pouco de dificuldade para se esquivar devido a seus ferimentos. Tentava manter uma distância de 2m do oponente, que se mostrava ser uma pessoa bem ágil. Ambos avançavam na direção um do outro, o caçador abaixava-se tentando colocar sua estratégia no campo de batalha e tentava acertar sua arma na cabeça do Traidor. Acertava em torno do peito enquanto tomava uma espadada no pé, por sorte a espada ficou cravada ou azar devido a dor, porém isso ajudou bastante o guerreiro na sequência do seu golpe acertando o queixo do mesmo. Que recebendo o golpe caia no chão, mas antes conseguia retirar sua espada uma boa quantia de sangue de ambos os lados. " - Nada mal."

O home se colocava de pé com o machucado no rosto, encarava Coldraz, ele cuspia bastante sangue, um de seus dentes havia quebrado. Uma coisa irônica que o caçador poderia notar e que o Traidor ainda usava uma das vestes da marinha. Há três letras na sua roupa HCF, que é referente a primeira letra de cada um deles, Cruzis, Frank e H ?. Barulhos de tiros ainda podia ser ouvido só que com menos frequência. Qual será o próximo passo de Coldraz.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySeg 30 Abr 2018, 23:21


Se aquela fosse minha última batalha, eu gostaria de renascer como uma nuvem. Desde aquela manhã eu já havia sido baleado, espancado, cortado, perfurado e estava machucado em partes que eu nem sabia que tinha. Quem me dera esse talento para atrair problemas se aplicasse também para dinheiro e mulheres. Mas não era o momento para pensar nisso, nem na montanha de carne e cerveja que seria minha próxima caça depois daquela batalha, isso é, se eu saísse vivo dela.

Minha investida foi totalmente efetiva. Só não vou dizer perfeita por ter sido atingido no pé, sinceramente, aprender a usar armas de fogo estava a um instante de entrar para a minha lista de afazeres, já estava ficando chato esses açougueiros usando meu corpo como se fosse carniça para eles brincarem.

Mas, ignorando esses pensamentos ligeiramente irritados, eu já estava começando a ter uma noção de com que tipo de oponente eu estava lidando. Ele falava e agia como um bibliotecário; sem dúvidas tinha habilidade com a espada, não saberia dizer, mas seus movimentos pareciam mais fluídos e ágeis que os do ruivo. Mas lhe faltava algo que o pirata tinha de sobra: força bruta. Mesmo acertando o ruivo, ele não caia, aquele bastardo tinha um vigor imenso, mas ele não.

Jamais esperaria que fosse capaz de realmente derrubar meu oponente logo na minha primeira investida. Se por um lado isso me dava algumas informações e me deixava mais confiante, por outro, provavelmente deixaria meu adversário em estado de alerta e mais cauteloso daqui para frente. Vai ver estivesse me subestimando por estar ferido, mas no fim, isso não importava.

Eu precisava continuar atacando, mas agora, eu precisava ser um pouco mais específico nas minhas intenções. Já havia conseguido trocar alguns golpes com meu oponente e quem sabe houvesse deixado ele atordoado por alguns instantes, afinal, um golpe na cabeça e outro no maxilar não podiam ter sido tão inúteis, eu só precisava agir rápido, antes que este se recuperasse por completo, por isso eu avançaria imediatamente contra ele.

Teria cuidado para manter o sol sempre atrás de mim, por isso, se durante a última investida acabasse que este não fosse o caso, eu correria ao redor do meu adversário, afim de colocar o sol atrás de mim antes de começar minha investida. Mas se esse não fosse o caso e o sol já estivesse atrás de mim, bom, nesse caso eu apenas o atacaria em linha reta.

Depois da minha última batalha contra o ruivo, já havia ficado bem claro que os espadachins tinham uma vantagem contra mim, suas espadas eram maiores que o meu jutte, e como consequência, seus ataques me atingiam antes que eu os acertasse, com o bônus de prejudicar meu movimento, o que era um problema, mas poderia ser uma vantagem, talvez eu fosse capaz de variar o meu movimento mais rápido do que as estocadas e cortes do meu inimigo.

Pensando nisso, eu continuaria avançando na direção do meu adversário, mas quando chegasse a menos de 1,5 metros deste, eu sopraria a fumaça do cigarro em seu rosto, no intuito de atrapalhar sua visão enquanto jogaria meu corpo para o lado da mão que ele usasse para segurar a espada (destro = lado direito | canhoto = lado esquerdo |). No caso de ser ambidestro, eu me movimentaria para o lado direito. Meu objetivo era retardar o movimento dele, espadas costumam ser pesadas e jogar elas para frente do corpo é mais fácil, mas jogar para trás deveria exigir um esforço maior. A prova disso, era que a maioria dos golpes que eu vi o ruivo usar contra mim, eram estocadas e afins, o que também poderia ter haver com o tipo de gume de suas espadas, não era um especialista nem nada, mas até uma criança conseguia notar que haviam espadas cuja as lâminas só cortavam de um lado, enquanto outras não tinham esta limitação. Por que ? Isso eu jamais saberia, e nem fazia questão de me informar.

Enfim, assim que eu jogasse meu corpo para o lado, eu imediatamente executaria meu primeiro ataque: um golpe horizontal que mirava acertar a parte de trás da cabeça do meu oponente. Atordoá-lo e desequilibrá-lo era o que eu mais queria naquele momento, só assim para termos um combate equilibrado. Em seguida, eu tentaria jogar meu corpo em cima do dele enquanto o agarrava na área do quadril, no intuito de derrubá-lo, mas tomaria bastante cuidado nessa parte, era bem perigosa, assim que o derrubasse, eu tentaria segurar a mão que este usasse para empunhar a espada. Obviamente, a mão que eu usaria dependeria da mão que estivesse mais próxima da espada, por exemplo, se ele fosse canhoto e eu estivesse em cima dele e este com o rosto virado para cima, a mão que eu usaria seria a direita. Para garantir que este não se soltasse, tentaria colocar também o meu joelho em cima do braço que ele usasse para segurar a espada.

Se eu houvesse conseguido imobilizar ele ou, pelo menos, derrubá-lo e impedir que este me apunhalasse por um breve momento, eu usaria meu jutte  em um golpe vertical, de cima para baixo, mirando na cabeça deste, no intuito de desmaiá-lo e acabar com o combate. Porém, se eu tivesse sido obrigado a usar a minha mão esquerda para segurar a mão que ele usava para empunhar a espada, eu então pegaria meu jutte com a mão direita e executaria o mesmo movimento, mesmo não sendo ambidestro, esperava que um movimento tão simples não tivesse problemas em ser executado.

E esta seria minha estratégia de ataque, eu precisava acabar com aquele combate de forma rápida. Não era médico, então não tinha como saber a gravidade dos meus ferimentos. Até onde eu sabia, poderia cair morto a qualquer instante e eu precisava levar ele para a marinha antes disso.

Mas, se tem uma coisa que a vida estava gostando de me dizer desde aquela manhã era "Hahahah! Se fu#eu!" Então era óbvio que aquela investida teria consequências para mim, bem sérias, dependendo da minha sorte, que em meio a surras e conversas com uma garota no chuveiro, não fazia ideia de como estava hoje.

Minha esquiva ainda era bem simples e ainda priorizava usar o cigarro como vantagem. Dois passos para trás enquanto soprava a fumaça do cigarro no rosto do meu adversário, e então, independente do meu sucesso ou fracasso durante a evasão do golpe, jogaria meu corpo para frente enquanto seguia com meus movimentos. Não iria permitir que um corte ou dois me parassem naquele momento tão crucial.

Um último fato importante a ser destacado, se eu houvesse sido capaz de derrubar o meu oponente, eu não sairia de cima dele, tentaria manter minha posição, mesmo que perdesse meu jutte, isso apenas não se aplicaria se eu não fosse mais capaz de segurar a mão que ele usava para empunhar a espada ou este sacasse alguma outra arma escondida. Nesse caso, eu tentaria me afastar o mais rápido possível para evitar o golpe.

No caso de eu sequer ter sido capaz de derrubá-lo, eu apenas me afastaria.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySex 04 Maio 2018, 19:51



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O corpo de Coldraz doía muito, hoje havia sido um dia e tanto para o caçador, ouvia que os barulhos de tiro acabavam um pequeno silencio tomava conta do ambiente, enquanto os adversários se encaravam. Armas de cortes incomodavam o caçador de recompensas, que já não aguentava mais ser fatiado pelo seus adversários, aprendendo na dor a ler o seu inimigo o jovem conseguia enxergar algumas falhas no ex-marinheiro. Queria aproveitar o clima ambiente para sua nova investida, se movimentava para o lado direito do seu oponente e executava um golpe horizontal contra seu oponente, acertava em cheio seu oponente, uma breve satisfação poderia passar pelo rosto do caçador, sim um belo golpe. Mas também observava um sorriso no rosto do seu adversário.

continuar a escrever
Foi um ataque e contra-ataque muito rápido então poderia ouvir seu oponente falar: " - Iremos fazer isso de novo, irei atrás de você, até no inferno." Coldraz se sentia muito fraco após o golpe na nuca do H???? Seus olhos iam se fechando bem devagar. Podia observar o seu oponente cair no chão e foi nesse momento que olho a espada dele cravada em si. Perfurou uma parte da barriga, porém o mesmo deu uma pequena sorte, algo que ele não havia notado em um dos bolsos, havia um pequeno livro do pai da Mari. Esse livro não deixou a espada o atravessá-lo. Vitorioso, mas com todo o sangue que já havia perdido antes e mais o de agora caia no chão. Deitado ali podia olhar as nuvens, o céu, um momento único de ilusão uma das nuvens fazia o simbolo da caveira do Punisher era comico. Então começava a ouvir vozes, algumas conhecias, não enxergava muito bem.

" - Senhor, ele está aqui, ele conseguiu ... Precisamos leva-lo rápido." Vários homens chegando ao local, seus olhos lentamente se fechavam de vez e a ultima imagem era do tenente Cruzis, com um sorriso no rosto. " - Parabens novato, ganhou sua passagem para Grand Line." A escuridão tomava conta de vez, não sentia nada, não enxergava mais nada, agora só dependia de você mesmo para acordar e seguir em frente. Podia olhar seu pai, sim ele o chamava no meio de toda essa escuridão. " - Coldraz , Coldraz, Coldraz!!! Acorde!!! Você me decepciona moleque. Você não está esquecendo de alguma coisa? Não vai deixar uma garota esperando por você vai?" Será que nosso caçador conseguiria abrir seus olhos e seguir em frente.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySex 04 Maio 2018, 23:31


Depois de muito esforço e com uma estratégia pensada as pressas, finalmente meu adversário caia, mas não antes de tentar me matar com sua espada. Agora havia mais uma pessoa a quem eu podia dever minha vida: o falecido pai de Marianna, cujo o livro velho em suas vestes me poupavam de mais uma cicatriz para lembrar daquele dia muito louco onde fui mas surrado do que trapo velho.

Enquanto eu caia no chão, totalmente exausto, mas satisfeito por este ter sido o primeiro adversário que eu havia derrotado sozinho. Desculpa pai da Mari, mas eu fiz a maior parte do serviço. Podia notar então uma nuvem em forma de caveira, pairando sobre minha cabeça e finalmente me dava conta de que os tiros haviam cessado. Era um péssimo pressentimento, de que o Castle poderia ter sido, finalmente, derrotado.

— Até parece, se eu sobrevivi, aquele bastardo não tem o direito de morrer. Aposto que está retalhando o último daqueles bastardos nesse instante.  —

Mas meus pensamentos de preocupação eram logo interrompidos por aquelas silhuetas de homens conversando, não dava para ver muito bem, mas era fácil notar que eram marinheiros, e quando ouvi aquelas palavras — Parabéns novato, ganhou sua passagem para Grand Line. — Cruzis! Não tinha como não ficar feliz, na verdade, acho até que estava chegando ao ponto de delirar, podia jurar ter ouvido meu pai me dando esporro. Delírio ou não, ele tinha razão, eu não podia deixar uma garota esperando, mas sabe aquele cansaço de quem não dormia a séculos ?

Depois de acordar na sarjeta nesta manhã e ser alvo de incontáveis sujeitos instáveis e destrutivos, um descanso me parecia mais do que merecido. Infelizmente, essa é a vida de um homem; não basta fazermos o que queremos, devemos fazer o que é preciso, e eu precisava de uma cerveja, quero dizer, encontrar a Marianna.

Por isso, ignoraria o cansaço e faria o meu melhor para me levantar e ir em direção ao QG, esperar pelo meu navio para Grand Line. No caso de eu conseguir, apenas diria para o tenente Cruzis — O Castle ainda está no navio, melhor dar uma olhada naquele bastardo, ele não pode salvar minha vida e jogar a dele fora desse jeito. Vou estar esperando no QG. — E então iria embora. Caso o Cruzis ou qualquer outro me dissesse alguma coisa, eu escutaria o mais atentamente possível, e então continuaria seguindo para o QG, a menos que me mandassem ficar, é claro. No caso de me oferecerem uma carona, eu definitivamente aceitaria, nem que fosse nas costas de um gorila.

Mas, eu tinha que considerar meus ferimentos. Talvez meu estado fosse pior do que parecia, afinal, eu havia sido baleado, espancado, retalhado, etc. Nesse caso, se eu fosse incapaz de me levantar, eu apenas tentaria dizer — Eu preciso ir para o QG. O Castle ainda está no navio. — e continuaria repetindo até que alguém conseguisse entender meu pedido e me levasse até o QG. Porém, se eu estivesse tão mal que não conseguisse falar tanto, a solução que eu tinha era simples, diria apenas duas palavras — Marianna. QG. — e as ficaria repetindo até que alguém decifrasse a mensagem.

Incapaz de me levantar ? Não conseguia dizer nenhuma palavra ? Então eu apenas tentaria me manter acordado, porque havia um risco real de eu estar a beira da morte. Apenas ficaria ali, tentando me levantar e dizer alguma coisa, enquanto torcia para que alguém me levasse a um hospital.

Enfim, levantar era um desafio, mas saber o que eu faria se conseguisse chegar ao QG, não. Não importava se fosse uma carona ou se eu tivesse de andar até o QG, se eu conseguisse chegar lá, a primeira coisa que eu faria seria procurar a Marianna e dizer com um sorriso enquanto fazia um sinal de positivo com a mão — Espero que esteja pronta, nós vamos para a Grand Line. — e esperaria para ver sua reação.

Por fim, após me reunir com a jovem, eu apenas esperaria pela chegada do tenente Cruzis ou alguém que me indicasse a direção que eu deveria tomar para o navio que nos levaria para a Grand Line. Mas, eu precisava destacar uma coisa importante, eu sei que talvez não merecesse tanto assim uma recompensa pelo bando do ruivo, mas isso não mudava o fato de precisarmos de dinheiro para seguirmos para a Grand Line, por isso, se tentassem me levar até o navio sem me dar nenhum centavo, eu diria — Sabe, o traidor foi de graça, mas eu tenho certeza que o ruivo tinha uma recompensa pela sua cabeça e uma graninha não faria mal antes de ir para a Grand Line, que tal uma ajuda ? — e esperaria pela resposta.

Obviamente eu não jogaria essa ótima oportunidade fora por alguns trocados, e o tenente Cruzis já havia se mostrado bem sensível as minhas brincadeiras, por isso, se este acabasse se irritando ou me ameaçasse de qualquer forma, eu apenas me desculparia dizendo, o mais seriamente possível — Era só brincadeira, eu nem ligo pra grana, você sabe, servir e proteger, o sonho de todo jovem, considere um presente pela sua generosidade — e começaria a rezar para ter escapado dessa sem mais problemas.

De resto, eu seguiria as instruções do tenente ou qualquer outro marinheiro que me explicasse quanto ao procedimento para navegar até a Grand Line. Talvez assinar algum registro, fazer algum tipo de inspeção ou algo assim. Não ligaria, mesmo que tentassem pegar minhas medalhas falsificadas, embora eu não fosse comentar nada sobre elas se não fosse necessário.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySab 05 Maio 2018, 01:29



Narração


Coldraz tentava dizer algumas palavras, porém não conseguia estava completamente exausto. Parecia que havia passado alguns minutos, só que mal sabia o caçador que dormiu por um dia inteiro, abria seus olhos deitado em uma cama.  Notava que seu corpo estava todo enfaixado, alguns pontos foram feitos em seu corpo observava símbolo da marinha na porta então ouvia uma voz suave vindo a sua esquerda. " - Coldraz, você é incrível!!!" Ao olhar notava que era Mariana e uma pequena lágrima escorria de seus olhos. " - Estou muito feliz, achei que não iria acordar mais." Dava um abraço no caçador, fazia o rapaz sentir um pouco de dor, então ouvia o barulho da porta abrindo.

O Tenente abria um sorriso e o cumprimentava. " - Parece que você realmente conseguiu, fico feliz que esteja bem." O mesmo colocava um saco com grana em cima de uma mesa próximo a sua cama. " - 3.000.000 B$ Pelo pirata Ruivo, dos 7.000.000B$, já que Frank deu uma mão e ele foi morto, então a outra parte vai para uma pessoa que sentirá muita falta dele." Um pequeno silencio tomava um pouco o quarto do garoto, logo na sequência era quebrado pela garota atiradora. " - Falta? Como assim?" Cruzis olhava para o alto então com muita frieza respondeu: " - Ele foi morto, gostaria que participassem do velório, antes de qualquer coisa."  Os caçadores de recompensa seguiam o Tenente até um local onde Castle seria enterrado, alguns marinheiros também participavam.  

A história do Frank sempre esteve destinada a terminar assim, estavam todos de pé olhando para o caixão. O punisher estava usando uma roupa da marinha, quando um dos marinheiros se aproximou e disse para o tenente. " - Você o conhecia bem, não é?" O oficial então respondeu. " - A bastante tempo trabalhamos juntos." Um dos soldados presente sem querer soltou um comentário. " - É ele mesmo nunca tinha visto o cara de perto. Jesus. Ele estava velho pra cacete. Sem querer ofender." Cruzis colocou um pequeno sorriso no rosto e então olhou para o marinheiro e respondeu: " - Ele era velho mesmo. Mais velho até do que parecia ser e depois das merdas pelas quais passou ao longo dos anos, inferno pelo que fez seu corpo passar ... devia ser uma tortura simplesmente levantar da cama." O corpo de Castles havia várias cicatrizes no rosto, de tiro de raspão era dolorido só de imaginar como deveria estar por baixo da farda da marinha.

O corpo estava pronto para ser velado, porém Cruzis interrompia e sacava uma garrava de bebida então dizia: " - Saúde, meu camarada ..... Só uns Quarenta anos atrasado. Mas sua guerra finalmente terminou. A verdade Frank é que você matou, sofreu e morreu ... por nada." Enfim o corpo de Frank Castle era enterrado, Mariana fazia seus comprimentos conhecia bem o defunto e próximo dos dois havia uma criança cerca de 13 anos de idade era os únicos não marinheiro presente e no total havia uns 10 soldados para prestigiar aquele homem. Um dos marinheiros que estava próximo de vocês dizia baixo a outro soldado. " - Amanhã vai ser esquecido o mundo vai seguir em frente tão fodido quanto sempre foi." Assim ambos começavam a se retirar do local e partir rumo ao navio, outros iam voltar aos seus afazeres.

Cruzis apresentava vocês dois a um sargento, dizendo que vocês iram junto com ele para Grand Line e a criança estava seguindo o tenente, aparentemente também irá junto de vocês. Quando um marinheiro veio correndo em direção ao Tenente. " - Senhor, Senhor ..." com um den den mushi em mãos, saia uma voz de dentro daquele pequeno objeto. " Alguns bandidos estão sendo espancados com tacos e martelos, após uma tentativa de roubo. Mais ao norte parece que a marinha está sendo chamada para responder um assassinato de um pirata. Parece que piratas, criminosos estão sendo atacados ao redor da ilha tenente." O homem deu um sorriso e então respondeu. " - Parece que eu estava errado Frank !!!" Ele tirava uma camisa preta e dava ao pequeno garoto, a camisa parecia ser velha tinha marcas de costura. " - Ele não vai mais precisar disso." Quando o menino abria a camisa, podia ser olhado aquela caveira enorme branca e as unicas palavras que saiam da boca de Mariana era.  " - Punisher."

O Navio era grande além do mais estava indo alguns marinheiros, que iriam para alguma missão. Alguns não se sentiam confortados com a presença de vocês e os olhavam com desconfiança. Enfim vocês saiam ruma ao destino como Cruzis havia prometido o navio era bem grande e conseguia acomodar todos. " - O que será que nos espera na Grand Line?" Dizia a garota.


1/3

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 4 EmptySab 05 Maio 2018, 11:02


Foi uma sensação muito estranha, acordar em um hospital. Especialmente por está ter sido a minha primeira boa noite de sono em dias, principalmente quando você acorda e tem uma linda garota ao seu lado, feliz por você ainda estar vivo. O abraço era dolorido, mas não tinha como não ficar feliz depois de tudo pelo que passei.

Apenas quando o Cruzis passava pela porta nos convidando para o velório do Castle, que eu me dava conta do tempo que havia ficado desacordado. Para mim, tinha sido quase como um piscar de olhos, do asfalto para o hospital, mas talvez tivesse se passado muito mais tempo. De qualquer forma, eu não recusaria comparecer ao enterro daquele que salvou minha vida e a de Marianna.

Talvez eu devesse estar triste pela morte do Frank, e estava, mas no fim das contas, ele ainda tinha pessoas para chorarem por sua morte, e acho que isso era o mais importante. Uma última homenagem de seu melhor amigo e a gratidão de 2 jovens que ele salvou. Parecia um bom final na minha opinião, não tão grandioso quanto o que eu almejava, mas ainda assim, um bom final. Por isso, quando escutei aqueles marinheiros conversando — Amanhã vai ser esquecido, o mundo vai seguir em frente tão fodido quanto sempre foi. — Não tinha como não ficar irritado, mesmo que estivessem certos, até certo ponto. O mundo sempre segue, não importa quem morre, isso não valia apenas para o Frank.

Por causa de toda essa reflexão, foi apenas quando o Cruzis nos apresentou ao sargento que nos levaria para a Grand Line, que eu notava a criança que o seguia. Aquilo me confundiu a princípio, filho do tenente ? Mas quando ele lhe deu a velha camisa de Castle, me lembrei do que havia dito mais cedo no hospital, sobre alguém que sentiria muita falta do Frank. Talvez fosse o filho dele ? Mas sua família havia sido morta. Quem sabe um irmão mais novo ? Mas naquela idade, estaria mais para um neto. Provavelmente alguma criança que o Castle resgatou em seus tempos de justiça com as próprias mãos, enfim, não acho que era algo tão importante naquele momento, o que importava de verdade era o legado que Frank deixava: um bando de criminosos sendo espancados por civis em toda a cidade. Bem estilo Frank Castle.

Enquanto o tenente ia resolver a confusão ao redor da ilha, nós finalmente chegávamos ao navio. O clima tinha tudo para ser dos melhores, se não fossem por aqueles marinheiros olhando torto para a gente. Provavelmente estavam irritados de terem que navegar ao lado de civis, afinal, todos pareciam ter um certo reconhecimento dentro da marinha, não me pareciam soldados. Não que isso fosse fazer diferença ou estragar meu humor, queria apenas relaxar e descansar até chegarmos ao nosso destino.

— O que será que nos espera na Grand Line ? — Perguntava Marianna.

Eu apenas diria com um sorriso — Muita confusão e toneladas de dinheiro, espero. — E era exatamente o que eu buscava. Eu finalmente poderia dar minha jornada por começada, o caminho até aqui foi curto, mas aprendi e conquistei várias coisas, conheci pessoas incríveis e estava na hora da verdadeira provação. O que me esperava do outro lado do que eles chamavam de Calm Belt ? Não importava, eu enfrentaria tudo e dobraria aqueles mares a minha vontade, até que conquistasse tudo o que almejava.

Mas naquele instante, tudo que eu queria era comer e beber alguma coisa, por isso diria para a Marianna — Vamos procurar alguma coisa para comer, estou morrendo de fome — e então começaria a explorar um pouco o navio, principalmente em busca de um refeitório, mas era mais para passar o tempo mesmo.

Tentaria encontrar a cantina do navio sozinho, mas caso isso não fosse possível, perguntaria a quem quer que estivesse próximo de mim, de preferência, o sargento que o tenente Cruzis enviou para nos acompanhar, e então perguntaria — Onde eu posso conseguir alguma coisa para comer ? — E esperaria sua resposta, em seguida, indo para o local que me fosse indicado.

Se eu chegasse à uma cantina, apenas pediria por qualquer coisa que contivesse carne ou doce. Mas se eu não pudesse ir até uma cantina, fosse porque não havia uma ou porque ninguém me indicou um caminho a seguir, eu apenas continuaria explorando o navio, a menos que isso também fosse contra as regras. No caso de não me permitirem fazer nada, nem andar pelo navio, eu tentaria me segurar para não começar nenhuma confusão e apenas me sentaria onde desse.

Claro que, paciência tem limites, brincadeiras, insultos e falta de cordialidade comigo eram uma coisa, mas nem pensar que eu iria aturar se alguém mexesse com a Mari. Por isso, se tentassem falar alguma coisa ofensiva ou olhar feio para ela, eu imediatamente me colocaria entre ela e o agressor, e diria — Melhor pegar leve, somos todos amigos aqui. — e esperaria que isso resolvesse as coisas.

No caso de agredirem ela fisicamente, não tem essa de "ficar calmo". Fosse pirata, marinheiro ou sabe-se lá o que, não teria diálogo com alguém que ameaçasse uma garota indefesa bem na minha frente, por isso, se a atacassem, eu começaria tentando bloquear o golpe usando meu jutte para disferir um golpe na horizontal da direita para a esquerda, visando acertar a arma do agressor. No caso de ser uma pistola, eu tentaria agarrar Marianna e me jogar no chão com ela, para evitar o golpe.

Ainda preferia não começar uma confusão, mas se acertassem ela, eu atacaria sem exitar. Mas apenas um ataque simples, um golpe vertical, de cima para baixo, mirando na cabeça do agressor.

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