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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cace o limite

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MensagemAssunto: Cace o limite   Cace o limite Empty09/03/18, 09:22 pm

Cace o limite

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty09/03/18, 11:28 pm


Não existe forma melhor de acordar, do que em um buteco sujo logo após ser enganado por um barman manipulador. Mas havia coisas mais importante do que problemas passados, como tirar esse gosto horrível, de quem não escovava os dentes a mais de 24 horas, da boca.

— Vou comprar um cigarro —

Com este pensamento em mente, estava na hora de começar a explorar Loguetown. Fazia muito tempo desde que havia explorado alguma cidade que não fosse aquela em que eu nasci, tudo era bem extravagante e, ouso dizer, comercial. Como alguém poderia se localizar em tal cidade ?! Era o pensamento perfeito para passar o tempo enquanto buscava por uma loja, então era isso que eu faria.

Caminharia pelas ruas da cidade, prestando atenção aos meus arredores e perguntando as pessoas na rua — Com licença, pode me informar algum local em que eu possa comprar um maço de cigarro ? — e então esperaria pelas respostas dos transeuntes abordados, seguindo suas indicações ou questionando outros caso não soubessem me responder.

E assim seguiria até encontrar algum local onde pudesse comprar alguns cigarros, ou até avistar algo que me chamasse a atenção. Um cartaz de procurado ou algum idiota que fizesse questão de se apresentar como um criminoso procurado, afinal, nem todo baderneiro era um procurado.

No caso de conseguir chegar à uma loja, ou qualquer outro local, que tivesse cigarros, eu então iria até um atendente, ou a coisa mais próxima de um que eu conseguisse encontrar; como alguém que parecesse trabalhar no local ou estivesse atrás de algum balcão por exemplo. E então diria — Quanto custa um maço de cigarro e fósforos ? — e então esperaria por sua resposta.


  • Era difícil de acreditar que custasse mais do que eu tinha no bolso, portanto, se o(a) vendedor(a) me entregasse os produtos e estipulasse um valor menor do que eu possuía. Eu apenas pagaria a quantia, ascenderia um cigarro ali mesmo e guardaria o resto no meu bolso.

  • Mas era possível que o cigarro fosse revestido em ouro e os fósforos fossem de uma madeira lendária. Ou qualquer desculpa que o vendedor me desse para tentar vender os produtos a preços absurdamente altos (superior a B$ 50.000). Nesse caso eu perguntaria — Não tem um mais barato não ? — e esperaria sua resposta. No caso de ser positiva, eu teria a mesma atitude citada acima; pagando o valor estipulado e ascendendo o cigarro.

    Mas no caso disso ser impossível, eu apenas me retiraria do local, pasmo pelos preços absurdos nas grandes cidades.


Independente de se eu conseguisse ou não comprar um cigarro, no caso de ainda estar tão frio quanto como quando eu cheguei à Loguetown, antes de me retirar do estabelecimento eu também questionaria o atendente — Você vende casacos ? — e então esperaria por sua resposta. Não me importaria com o preço, apenas pagaria e vestiria imediatamente. Porém, se não vendessem, eu apenas me retiraria do local.

Se eu fosse incapaz de encontrar algum lugar que vendesse cigarro, ou então alguma coisa acabasse chamando minha atenção, ou até mesmo fosse impossibilitado de chegar ao meu destino por qualquer razão que fosse. Bom, este seria um caso que precisaria de um pouco mais de reflexão, por isso esperaria para tomar uma atitude adequada.

Porém, se eu conseguisse comprar meu cigarro (e casaco, se necessário), meu próximo passo seria começar a procurar por alguma rota até a Grand Line. Começaria voltando ao porto que usei para chegar em Loguetown, mas procuraria também em marcenarias pelo caminho. Meu objetivo era achar alguém que pudesse me ajudar na travessia.

Não sabia muito sobre a Grand Line ou sobre como atravessa-la, ao que me dizia respeito, era apenas mais um mar, como o East blue, North blue e os outros. Embora houvesse escutado algumas histórias sobre pessoas que morreram tentando atravessar e essas coisas. Não que as histórias de velhos marinheiros bêbados e meus colegas mimados da época do internato tivessem alguma importância para mim.


  • Se eu encontrasse algum navegador ou algo do gênero, fosse no porto da cidade ou em alguma marcenaria, eu o abordaria e questionaria — Quanto custa para me levar até a Grand Line ? — e então esperaria por sua resposta.

    Se este acabasse por tentar me extorquir, dando um valor acima de B$ 100.000 eu então ficaria bem irritado e tentaria argumentar com este dizendo — Está muito caro, eu pago metade + B$ 20.000 — independente do valor que este me desse, se fosse de B$ 100.000 para cima, esta seria minha contraproposta.

    Porém, era possível que este risse de mim ou simplesmente se recusasse a me levar por qualquer motivo. Mesmo atravessar do East blue para o West blue era algo bem caro e impossível de se fazer a barco. Nesse caso, não teria como discutir, não podia forçar este a me levar, então apenas deixaria para lá e tentaria pensar em alguma solução.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty15/03/18, 11:20 pm




Loguetown atualmente é um lugar que lhe passa a impressão de ser o mais triste da terra, seus moradores parecem estarem aterrorizados. Um vento frio e amargo gira folhas mortas sobre Coldraz, enquanto flocos de neve cai sobre sua cabeça. A ilha encontra-se à sombra do QG da marinha, que se encontra bem no centro, quase impossível não o identificar. Sob a visão do caçador de recompensas um homem vem andando em passos lentos na sua direção. É um homem pesado que usa um boné de bobo da corte, em seu ombro um pequeno macaco, se apresenta como Blinsky. “ – Buenos Días amigo!!! Cigarrillo? Esto hace muy mal la salud, pero conseguirá aquella Taberna.” Seu sotaque é diferente, até um pouco engraçado, ele aponta para um prédio.

O que você vê é mais uma taberna maçante em outra ilha aborrecida. Do lado de fora da taberna, uma neve fica na cidade esta manhã. O pavimento úmido e empedrado brilha quando as luzes vindas das ruas dançam através das pedras escorregadias. O vento arrepia os ossos e afunila a alma de alguém lá fora. No entanto, dentro dessas paredes de tabernas, a comida é saudável e a cerveja é quente e espumosa. Um fogo arde na lareira, e a taverna está viva com as vozes revoltantes dos camponeses.  O atendente sorri para você e diz. “ – Bom dia !!!, Acho que já te vi em algum lugar! Você não é a Ira Celeste? Para Você vou fazer Cigarro e fósforos por 30.000B$” Assim que pago, o caçador de recompensa, logo acende um cigarro.

De repente, a porta da taverna se abre, e um silêncio cai no local. Emoldurado pela neve iluminado pela lâmpada, uma forma passa pela entrada. Seus passos pesados, destroem o silêncio. Suas roupas de cores negras, coturno, uma jaqueta, seus olhos são sombrios, porém por algum motivo algo lhe chama ainda mais a atenção, fazendo com que o seu foco fique no desenho a qual está em seu peito, sim, uma enorme caveira branca. Sem hesitação, ele caminha até você. Com uma voz rouca, ele diz: “ – Ira Celeste, achei você!! Me contrataram pelos seus crimes aos inocentes. Você hoje aprenderá a diferença entre a Justiça e a Punição?” Logo sacando uma arma, sobre a vista de todos, enquanto alguém lá no fundo diz. “- Que desgraça!! Por que o Justiceiro está atrás da Ira Celeste? Ele não caça vagabundos?”

Histórico:
 

Blinsky:
 

Homem com arma na Taberna:
 



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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty16/03/18, 11:02 pm


Como o mundo das caçadas era fácil. Ou talvez eu fosse um verdadeiro gênio, por que não havia demorado mais de 1 dia para que todos já começassem a me tratar por Ira Celeste, o motivo do nome eu não fazia ideia, mas não importava. Provavelmente devem ter tido uma visão um pouco mais brutal de mim, afinal, havia chegado na cidade coberto de sangue e carregando uma cabeça decepada, acho que "ira" era bem apropriado.

Sem contar minha beleza "celeste".

Enfim, parecia que nem todos eram meus admiradores. Quando aquele homem mal-encarado, carregando uma arma-de-fogo entrou na taverna, fazendo o local cair em um silêncio mórbido, a primeira coisa em que pensei foi — Lá vem minha próxima recompensa — e esta ainda era adestrada, me poupava o trabalho de procurá-la. Mas talvez fosse interessante parar de inflar meu ego e escutar o que "minha recompensa" dizia.

— Ira Celeste, achei você!! Me contrataram pelos seus crimes aos inocentes. Você hoje aprenderá a diferença entre a Justiça e a Punição ? —

...

Tá legal, admito que ele havia dado um nó na minha cabeça. Que inocentes ?! Será que estava falando do Rufus ? Aquele cara definitivamente NÃO era inocente. Talvez algum colega criminoso dele. Por um segundo considerava a hipótese dele ser o namorado corno da Leona ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]), mas logo descartava a ideia, caso contrário ele já teria estourado meus miolos. Enfim, independente do que aquele maluco estivesse falando, uma coisa era clara: ele estava atrás de encrenca.

Vou ser sincero, na verdade eu sou um cara da paz. Só arrebento a cara de pessoas que tentam me matar. Não fazia sentido entrar em um confronto sem uma recompensa em dinheiro pelo meu adversário, seria gastar energia por nada.

Mas agora eu era uma figura conhecida, tinha uma fama pela qual zelar e uma imagem para manter, não podia deixar aquele cara simplesmente chegar e falar o que quisesse e sair dessa numa boa. Respeito é uma coisa importante no mundo de hoje, sem ele, o homem não é nada, apenas um capacho para ser pisado, e nem pensar que eu ia deixar alguém limpar o chão comigo.

Então não haviam mais dúvidas, estava na hora de botar aquele cara para correr com o rabo entre as pernas. Por isso eu iria até sua direção, calmamente, compostura era importante. Expiraria a fumaça do cigarro e então diria com um sorriso leve para passar confiança — Escuta aqui "punk-boy", não sei que merda você tá falando, mas se você não tem uma recompensa por esse saco de bosta acima do pescoço, que você chama de cabeça, por que não some da minha frente antes que eu me irrite ?! — terminaria jogando o cigarro no rabugento maluco.

Acho que é óbvio que um cara desses não iria abaixar a cabeça e sair andando, logo, acho melhor começar a descrever o que faria naquele instante. Vamos ao combate. Se ele decidisse me atacar, fosse com um tiro ou mesmo com outro golpe, como um soco, ou um chute, eu então:


  1. Se estivesse próximo demais dele, tentaria bloquear seu golpe. Pode parecer estúpido, levando em consideração que este tinha uma arma-de-fogo, mas na verdade, meu objetivo não era bloquear o projétil, e sim sua mira.

    Usando meu jutte, eu tentaria disferir um golpe horizontal, com o intuito de acertar o anti-braço que estivesse segurando a arma. Se este segurasse com a mão direita, eu faria o movimento da direita para a esquerda enquanto inclinaria meu corpo para a direita. Se este segurasse com a mão esquerda, eu faria o movimento inverso; um movimento da esquerda para a direita, inclinando meu corpo para a esquerda.

  2. Mas se acabasse que nós estivéssemos distantes demais para eu executar meu movimento, minha reação seria diferente. Seria suicídio avançar desesperadamente contra um homem armado, por isso eu iria recuar e buscar cobertura.

    Minha primeira opção seria o balcão, se fosse possível, eu tentaria pular para trás do balcão, esta seria uma boa forma de evitar os tiros e pensar. Porém, se por algum motivo eu fosse incapaz de buscar abrigo atrás do balcão, eu então tentaria correr em direção à uma mesa, a mais próxima que houvesse, de preferência grande o suficiente para cobrir meu corpo, e então me jogaria atrás dela, em seguida deitando ela no chão, de modo que formasse um "escudo improvisado" entre mim e o atirador.


No caso de eu conseguir bloquear o golpe do meu oponente em um combate corpo-a-corpo, como descrito na primeira opção. Eu não deixaria essa chance passar, tentaria atacar usando um golpe vertical, feito de cima para baixo, visando acertar o topo da cabeça do meu adversário e, em seguida, independente de ser eu acertasse ou não o meu golpe, me afastaria para uma distância segura e observaria sua reação e o ambiente ao meu redor para pensar em uma estratégia mais elaborada.

Porém, se ocorresse o segundo caso, onde eu estivesse longe demais do meu adversário. Bom, não teria o que fazer, se conseguisse me abrigar, tentaria apenas olhar ao meu redor em busca de alguma estratégia, talvez uma garrafa de rum ou uma bebida alcoólica bem concentrada para mim atear fogo naquele maluco.

Por último, independente do que acontecesse e quais fossem as minhas reações, se eu fosse atingido por qualquer golpe do meu adversário, eu tentaria usar a mesma estratégia de defesa descrito anteriormente no caso 2, onde eu buscaria por cobertura. Se isso fosse impossível, então eu só poderia rezar e esperar para ver o que iria acontecer.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty17/03/18, 12:36 pm




O caçador parecia não entender nada do que ali acontecia, porém estava preparado para o pior. O misterioso homem parece não dar a mínima até o momento para o que Coldraz diz e com sua voz rouca ele fala: “ – Você estava naquele dia!!! Você estava em uma operação da marinha, quem são eles? EU QUERO OS RESPONSÁVEIS PELA MORTE DA MNHA FAMILIA!!!!!” Como uma máquina incontrolável ele continua vindo para cima do caçador, as pessoas da taberna estão com muito medo, a presença desse homem é intimidadora. Com um instinto de defesa o caçador usa seu jutte para sair da mira do Justiceiro, acertando seu antebraço direito, o rapaz de roupas negras deixa sua arma cair e na sequencia Stine acerta um golpe em sua cabeça o derrubando brevemente.

A primeira reação era procurar algum lugar seguro, no chão o punidor saca uma arma que estava escondia em um coldre da sua perna e atira acertando o ombro do caçador, os outros disparos não acerta, pois, o mesmo consegue se esconder atrás do galpão junto com o dono do estabelecimento. Que amedrontado olha para você e diz. “ – Sabe Sargento da marinha, se acredita em Deus, é bom rezar. Essa guerra nem faz sentido.” O Homem levanta e continua disparando mesmo sabendo que não irá acertá-lo ali onde você se encontra. “ – Nem todo mundo aceita a perda da mesma forma.” Passos pesados começa a ir em sua direção, enquanto seu ombro está sangrando e doendo bastante.

Antes que ele consiga chegar próximo ao balcão, vários disparos contra a Taberna, muitos tentam se esconder, porém a maioria fica ferida, justiceiro se abaixa e se esconde atrás da mesa. Enquanto uma chuva de bala perfura todo o local, que fica parecendo uma peneira de tanto furo de bala. Após alguns segundos o tiroteio acaba. Muitos feridos, o estranho parece não se importar começa a se levantar lentamente para conseguir caminhar para sua direção. “ – Frank, pare!!!” Uma voz feminina é possível ouvir vindo da direção da porta. “ – Saia daqui, pegue sua farda e faça seu trabalho.” Um barulho e arma sendo carregada. “ – Você está cometendo um erro Sr. Castle. Esse homem não é quem procura, Kyo está na Grande Rota. Posso provar a minha informação e descobri coisas novas sobre o assassinato da sua família, confie em mim Frank.”

Ele arruma uma cadeira e senta. “ – Me vê um copo de Whisky, abre o bico logo.” O balconista levanta e começa a preparar a bebida. A garota fala. "- Naquela noite, um soldado ferido cambaleou em nossa direção. Nós cuidamos de sua terrível lesão e acabamos com sua sede com vinho. Ele sobreviveu. Quando lhe perguntamos quem havia feito isso, ele não dizia. Nós o levamos por ser um dos nossos. Apesar de eu nunca ter o visto no pelotão, porém ele usava a farda da marinha, hoje esse homem é um sargento, quase virando tenente e seu nome é Stradh". Ela suspirou. “ – Ele também é um pirata, seu capitão parece ser Billy “ O Retalho” ele tem uma recompensa de 7.000,000B$ só que não consigo provar ainda a ligação do sargento com o pirata, até porque se eu fizer isso serei acusada de traição, porém quando descobrirem será tarde demais Sr. Frank.”

“ – Ambos estão ligados com a morte da minha família? Vou matar todos eles.” A garota volta a suspirar e agora com um tom de voz maior ela fala: “ – Se matar um sargento deixara de ser um caçador. Me ajude Castle, sei que não sou boa, porém ajude as pessoas da cidade, eles estão armando para ir em direção ao farol.... e nem tudo é morte sabia!!!!!” Um barulho de revolver. “ - Eu mato vagabundos ...... é o que eu faço nem que eu tenha que ir até o fim do mundo irei atrás desse Retalho e antes dele morrer vou retalhar a cara dele.” “ – Como sou apenas uma soldada essa bagunça vai ficar para mim né.” Ela começa a andar até os destroços vendo se tem algum ferido até olhar para você.

“ – Meu Deus ... Você precisa cuidar desse ombro.” ela tenta limpar um pouco o sangue com um pano. “ – Preciso te levar para algum lugar. Está doendo? Quem é você? Nossa se parece muito com o ex-sargento da marinha Kyo a Ira Celeste.” Ela segura um cartaz em mãos, a qual você pode ver o nome Retalho e sua recompensa. 7.000.000B$. “ – Olha se eu te levar ao QG, você terá problemas, já que a intenção do Sargento era ir atrás do Kyo, pois acabou com alguns membros do bando dele. Te levarei até minha casa tudo bem?”


off:
 

Imagen do Cartaz:
 

Garota que fala pra caramba:
 

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Última edição por Punk em 04/05/18, 07:52 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty17/03/18, 01:51 pm


Loguetown era uma cidade que sabia como curar a ressaca de alguém. Que tipo de maluco começa um tiroteio dentro de um estabelecimento em horário comercial ?!

Na verdade, não fazia diferença, estava sangrando e pouco me importava as razões que aquele cara mentalmente instável tinha. Alguma coisa sobre eu ter matado sua família, vai entender, sendo sincero, não estava muito interessado na discussão deles, o que mais me chamava a atenção eram as curvas daquela marinheira.

— Acho que tenho um fraco por mulheres de uniforme —

Sem dúvida as marinheiras haviam se provado as mais duronas que já havia conhecido, talvez isso fosse um pré-requisito para se destacar dentro de uma organização hierarquicamente dominada por homens.

Quanto a conversa deles, bom, estava ocupado demais pensando em coisas mais importantes como o buraco de bala no meu ombro. Mas havia pegado o básico; o pavio-curto ali havia me confundido com o cara que matou sua família e a marinheira comentava abertamente sobre sua intenção de derrubar um marinheiro corrupto qualquer.

— Olha se eu te levar ao QG, você terá problemas, já que a intenção do Sargento era ir atrás do Kyo, pois acabou com alguns membros do bando dele. Te levarei até minha casa tudo bem? —

Caramba, será que apenas as mulheres de Dawn Island eram recatadas ?!

Não havia como eu recusar essa oferta, embora tivesse a péssima impressão de que ela apenas costuraria meu ferimento. Mas não importava, apenas tentaria ignorar a dor para parecer durão e diria com um sorriso enquanto fazia contato visual com ela — Respondendo suas perguntas: sim! Cold! Não sei quem é esse, e mas é claro que vou, jamais recusaria o pedido de uma jovem tão bonita. Ainda mais quando ela parou aquele pavio-curto ali. — Diria a última parte olhando para o tal Frank, com um olhar de desgosto. Por que toda marinheira gata tem que andar acompanhada de um idiota explosivo ?!

Não tinha muito o que pensar agora, apenas deixaria a jovem me levar até sua casa, ou onde quer que decidisse me levar. Ela não parecia ter más intenções em minha relação, não havia motivo para desconfiar dela, pelo menos, não por ora.

Já aquele maníaco por destruição com problemas familiares, bom, apesar de achar que este não me atacaria até uma provável desavença futura, não era uma boa ideia abaixar minha guarda por enquanto. Esperava, no entanto, que este não nos acompanhasse até a casa da jovem, embora imaginasse que isso fosse inevitável, mesmo assim, se este o fizesse, perguntaria a ela — Por que esse sujeito mentalmente instável está indo com a gente ? — e esperaria pela resposta da jovem, não que fizesse diferença se ela respondesse, só queria deixar claro que não estava afim de andar com ele.

No caso de irmos apenas eu e ela, com Frank indo fazer qualquer outra coisa, por qualquer outro motivo, eu apenas seguiria a jovem.

Mas se acabasse por irmos nós 3 até a casa da beldade, eu não reclamaria mais, apenas seguiria a jovem, mas sempre me mantendo alerta à um possível ataque de Frank. Se este decidisse me dar um tiro pelas costas, de forma covarde, ou seja, a distância, eu então agarraria a marinheira, caso esta estivesse próxima de mim e me jogaria no chão com ela, fazendo questão de me colocar entre ela e Frank, como um escudo para que ela não se machucasse.

Porém, se este atirasse e ela estivesse a uma distância segura de mim, eu apenas tentaria procurar algum local que servisse como cobertura para os tiros de Frank. Priorizando uma direção oposta a da jovem, para que esta não fosse envolvida no confronto.

Mas caso este se mostrasse alguém realmente honrado. Ou estúpido. Se aproximando de mim com sua arma e me confrontando, eu usaria uma tática diferente da que executei da última vez, afinal, ele poderia já estar esperando por isso. Nesse caso, eu usaria minha mão direita para segurar sua mão que segurava a arma, viraria meu corpo de forma que ficasse de costas para ele e tentaria então puxar seu braço para baixo, usando toda a minha força.

Neste caso, se tratava de um movimento que eu nunca havia tentado antes, talvez sequer funcionasse. Por isso eu teria meu plano B para caso não funcionasse, este plano consistia em morder o braço de Frank com toda a minha força, tentando arrancar o maior pedaço de carne que eu conseguisse, afim de causar um sangramento e inutilizar seu braço.

Não era algo muito heroico, mas vamos ser sinceros, o que diabos eu poderia fazer ?! Apenas iria torcer para não precisar chegar a esse ponto.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty18/03/18, 12:49 pm




Ao se levantar o caçador de recompensas logo consegue notar que Frank Castle seguia seu rumo sozinho. Talvez isso fosse um alivio, até porque poucos querem ficar próximo de um matador maníaco. O mais importante na mente de Cold naquele momento era como aquela marinheira era bela, o rapaz tinha alguma coisa com mulheres de farda. Enquanto ela limpava um pouco do sangue no ombro, fazia o aventureiro sentir uma dor imensa, cuidado não era bem o forte da marinheira, porém o mesmo resistia sem mostrar nenhuma expressão de dor. “ – Vamos Logo.” Dizia a soldada, ela virava seu rosto e colocava um sorriso lindo no rosto, encantador, sua voz nesse momento era suave, digna de uma dama e voltaria a falar: “ – Antes que a gente leve a culpa por essa bagunça.” Ela demonstrou ter ficado um pouco sem graça, quando Coldraz a chamou de bonita.

Quando vocês saem da taberna, a neve ainda está caindo um vento gelado passa pelo seu corpo, que é possível congelar até sua alma. As ruas estão agora esvaziaram um pouco ali por perto, um grande tiroteio. É capaz de ouvir vários passos vindo na direção de vocês, ela segura sua mão bem firme, você consegue sentir que sua pele é macia, ao mesmo tempo alguns calos em sua mão. “ – Vamos rápido!!!!” Ela te puxa pelo braço, no qual o ombro em que você levou o tiro e começa a correr, o chão cheio de neve dificulta cada vez mais. Quando chegam a uma distância segura é possível notar vários marinheiros chegando a Taberna, eles começam a interrogar o dono. Com isso vocês seguem caminho até a casa da marinheira.

Após alguns minutos de caminha, chegam em um beco, sem saída, as pessoas logo começam a te encarar, elas sabem que você é um estranho. A garota apenas ignora e continua seu caminho até chegar em uma porta de madeira o número da casa é 303. Você ouve barulho de ratos passando, pessoas mendigando, velhos e crianças e então ela começa a abrir a porta. Um local apertado com apenas dois cômodos sendo cozinha, quarto e o banheiro. (Não Considero o Banheiro como um cômodo.) Ao ascender a luz, o quarto está um pouco bagunçado uma foto de sua família próximo a cama da mesma, algumas roupas jogadas no chão, marca de sangue próximo ao pé da cama. Na cozinha tem algumas louças suja. “ –  Vamos tratar desse ferimento.” Você nota um rifle na parede logo acima da cama.

“ – Meu nome é Marianna.” Ela se vira e aproxima o rosto quase colando no seu, você consegue sentir a respiração dela, o encara com muita seriedade e suavemente ela diz. “ – O que é você?” Um barulho de arma, você sente uma arma encostando em sua barriga, enquanto ela continua a falar com sua voz encantadora. “ – Um Pirata? Um Revolucionário? Não me entenda mal, é apenas parte do meu trabalho sabe? Pois dependendo considere preso a partir desse momento.” Apesar de toda suavidade de sua voz, ela demonstra seriedade no que está falando. Nesse momento é que você percebe vários cartazes de procurados com um X em vermelho sobre eles. O que Coldraz fará agora?

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty21/03/18, 05:32 pm


— Meu nome é Marianna —

Bastava essa simples frase para me dar uma calafrio na espinha. O motivo era simples e de partir o coração, este era o nome da primeira garota por quem me apaixonei. Já dava para entender logo de cara que esta garota havia entrado no meu caminho para abalar minha vida, e a confirmação disso vinha na forma de uma arma apontada para a minha barriga, seguido por um — O que é você? — dito de forma tão doce e sensual que poderia ser capaz de me fazer esquecer que esta garota poderia acabar me matando.

Vai entender, talvez essa fosse minha maldição, atrair mulheres sensuais e destrutivas. Talvez eu fosse uma espécie de Romeu fadado a acreditar que toda garota que encontra é sua Julieta. Mas não dava para resistir, ela parecia uma beldade, de uma imagem perfeita e delicada.

Mas, mesmo com a ameaça de prisão e tudo mais, não havia qualquer razão para que eu me amedrontasse diante daquela situação. Tirando, talvez, o fato de ainda estar sob a mira de uma arma. Não era um criminoso, de fato, estávamos do mesmo lado, com a única diferença de que eu não tinha uma farda, logo, não precisava me omitir.

Eu então aproximaria um pouco mais meu rosto do dela, e com uma voz calma e um leve sorriso diria — Posso ser o que você quiser, mas nesse momento, sou apenas um humilde caçador na casa de uma garota que parece muito má —

...

Tá legal, eu sei, BREGA. Mas não era meu objetivo seduzi-la, era quase como um reflexo, talvez ainda não houvesse superado a puberdade. O fato é, aquele nome continuava ressoando na minha cabeça, e era impossível não associá-lo com a garota responsável por me moldar no que eu era hoje em dia. Cold Stine, de órfão tímido para caçador fanfarrão, e tudo isso devido a alguém que eu nem mais sabia onde estava. Mesmo assim, era impossível não imaginar o que poderia ter sido e idealizar isso nessa jovem ameaçadoramente linda bem diante de mim.

Mas não poderia simplesmente deixar essa garota continuar a me pressionar desse jeito. Já havia baixado minha guarda uma vez, e isso me levou direto para uma armadilha. Ela poderia me matar a qualquer momento, por isso não iria mais vacilar perto dela.

Caso minha declaração não fosse o suficiente para que esta confiasse em mim, bom, o que eu faria dependeria exclusivamente dela.


  1. Se ela apenas continuasse apontando sua arma para mim, eu então precisaria fazer alguma coisa a respeito, esperaria alguns instantes para ver se a situação mudava, mas caso isso não ocorresse, eu então tentaria desarmá-la. O que eu faria, não se daria exclusivamente por ela ser uma mulher (embora que não o faria se esta fosse um homem), mas pelo fato desta não aparentar ter intenções hostis de verdade.

    Usaria uma mão para segurar seu pulso enquanto o apontava para outra direção, e minha outra mão usaria para aproximar o quadril dela do meu com o intuito de diminuir suas opções de reação. A mão que eu usaria para desempenhar cada ação, dependeria da mão que esta usasse para segurar a arma, se ela segurasse com a mão direita, usaria minha mão esquerda para segurar seu pulso e minha mão direita para aproximar seu quadril do meu; caso ela usasse a mão esquerda para segurar a arma, faria o oposto: mão direita no pulso e esquerda no quadril. Quem disse que as aulas de dança do instituto não serviriam para nada ?!

  2. Porém, se esta acabasse se mostrando hostil, meu cavalheirismo acabaria no mesmo instante. Começaria a girar meu jutte para que este ganhasse velocidade e aumentasse a força dele no momento do impacto, e então, atacaria em um movimento feito de cima para baixo, visando acertar a arma desta, de forma que eu não ficasse na trajetória do possível disparo, e então, terminaria dando um chute em seu tornozelo para que esta caísse no chão.

    No caso dela ter se afastado de mim em algum momento, antes ou durante meu movimento, eu então avançaria em sua direção, o mais rápido que pudesse, com o intuito de aplicar meu próximo golpe.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty21/03/18, 07:06 pm




O rosto de Marianna corava um pouco perante a resposta do caçador de recompensas, sua mão afastava um pouco a arma da barriga de Coldraz, então ela logo respondia com uma maneira tentando ser agressiva, porém sua delicada voz não deixava passar essa impressão. “ – Sim eu muito malvada, eu mato bandidos, revolucionários, vagabundos e vermes desgraçados. Faço isso porque eu gosto!!!!” Stine então aproveitava o momento e segurava a mão da garota e na sequência ambos começavam a dançar. Na sequencia a mesma deixava sua arma cair no chão e ambos continuavam dançando romanticamente. O rosto de ambos se aproximava, passos lentos e cuidados para aquele pequeno espaço.

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Após um tempo dançando ele se soltava dos braços do Coldraz e se afastava um pouco e então logo falava: “ – Bom, parece que não é um bandido, pirata, criminoso ou qualquer coisa do tipo.” Ela começa a olhar uma foto antiga e na sequencia começa a falar. “ – Meu pai sempre quis que eu fosse uma marinheira, apesar do uniforme eu não sou.” Uma risada e voltou a falar. “ – Ele lutou tanto e olha tudo o que ele conseguiu, deixar para mim, essa espelunca. Sabe eu não quero seguir os caminhos do meu pai. Me olho disfarçada com essa farda e não consigo me ver como uma marinheira. Quero ser alguém, famosa, rica, poderosa, limpar os mares desses criminosos.” Ela se vira para você novamente, agora com um sorriso no rosto. “ – Parece que posso confiar em você, eu vi em Frank Castle uma oportunidade de limpar as ruas, só que ele não dá a mínima para o dinheiro, como um vigilante ele sai educando esses animais selvagens, não é um homem mau, sei que tiveram problemas, porém sei também que ele não fará mau a você.”

Marinanna pegava um kit médico e se aproximava de Coldraz, linha e agulha, além de pano e alguns equipamentos para retirar a bala de seu ombro. “ – Vamos cuidar desse ferimento.” Ela começa limpando o sangue e cuidadosamente começa a remover a bala, isso parece ser um pouco dolorido. Mesmo com todo o cuidado que a garota tinha e enquanto fazia isso ela continuava falando. “ – O que pretende fazer? Eu tenho um cartaz, poderia me ajudar antes dele ir para o farol. Ah propósito pretende ficar por aqui ou pretende seguir viagem talvez para a Grande Rota, queria ir para lá, porem sozinha é meio complicado e não consegui convencer o Justiceiro” Dizia animadamente, após um certo tempo a mesma terminava de cuidar do ombro de Coldraz. “ – Prontinho, porém tem que tomar ainda um pouco de cuidado com esse ombro.”

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite Empty22/03/18, 08:12 pm


Cara, ela tá tão na minha.

Embora tenha me surpreendido bastante o fato dela não ser uma marinheira, não era grande coisa. Além disso, sua proposta de aliança era muito tentadora. Não me importaria nem um pouco de passar longos dias no mar, sozinho com uma garota como ela, embora seguir solitário até a ilha do céu fosse meu plano a princípio.

Por ora, não havia muito no que pensar. Não iria recusar aquela recompensa gorda pela cabeça daquele criminoso, tão pouco me negaria a passar mais tempo com uma bela jovem. Então, o melhor a se fazer seria seguir junto dela. Embora soubesse que isso fosse tornar praticamente impossível para mim, apenas me separar dela em alguma ilha aleatória pelo caminho.

— Você por algum acaso, não teria estudado no internato de arqueologia para a elite de Dawn Island, ou teria ? Você me lembra uma garota que bagunçou bastante a minha vida, certa vez — perguntaria, de forma desinteressada, de fato não me importava com a resposta dela, era apenas que sua personalidade forte me lembrava de uma garota de mesmo nome que havia conhecido, mas era impossível serem a mesma pessoa. A aparência de ambas não batia; minha musa do passado era ruiva.

Continuaria, dizendo — Enfim, a grande line é meu objetivo no momento. Não faço ideia de como chegar lá, mas nada me deixaria mais feliz do que cruzar esse enorme mar azul ao lado de uma jovem tão bonita e agressiva — e esperaria sua resposta.

Navegação entre mares não era exatamente algo de que as pessoas falavam casualmente nas escolas e ruas. Mas talvez ela soubesse algo sobre o assunto, afinal, seu pai era um marinheiro, e acho que não existe ninguém melhor para falar sobre navegação, do que alguém que trabalha e vive disso.

Então eu perguntaria para Marianna — Seu pai era um marinheiro, não é ?! Isso quer dizer que você deve conhecer algum tipo de rota ou alguém que possa nos levar ? Assim como os marinheiros fazem para ir para a grand line. — E então esperaria pela sua resposta, de forma ansiosa.

Porém, se mesmo depois dessa conversa, esta não fizesse a menor ideia de como chegar na grand line, bom, eu tinha meu plano B. Na verdade, era bem simples; eu voltaria para o QG da marinha. Talvez não fossemos grandes amigos, mas eu conhecia pelo menos 3 marinheiros, 2 deles não eram completos idiotas e 1 deles podia até ter uma quedinha por mim. Talvez conseguisse alguma informação sobre o método que estes usavam para cruzar os mares e, quem sabe, conseguir até mesmo uma carona.

Se acabasse sendo necessário que eu fosse até o QG da marinha, eu iria até a recepção e procuraria por meus colegas marinheiros — Poderia me dizer onde eu encontro os marinheiros Leona e Clark ? Se eles não estiverem, o Ralph serve também, você sabe, recruta, pavio-curto, cabelo loiro — e então esperaria por sua resposta.

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