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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Innuendo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQui 08 Mar 2018, 17:50

Relembrando a primeira mensagem :

Innuendo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Skÿller Van Der Veen e Hizumy Mizushiro Mayan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyTer 17 Abr 2018, 00:06

Narração

Clima: Muito Frio (-8ºC), muito vento, nevando cada vez mais forte.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)


Skÿller

A mink percebeu que não seria tão fácil tirar informações se continuasse agindo da forma que estava, por isso preferiu mudar a abordagem.

- Para quem você trabalha? E o que são aquelas moedas especiais? Deixarei você fugir caso me conte a verdade. Se você falar a verdade a lua não o matará. Está vendo aquilo? – Começou a mink a falar, cobrindo todos os pontos que ela conseguia pensar antes mesmo dele abrir a boca, ela estava confiante. O forçou a olhar pela janela e assim o mesmo viu as sombras aos poucos se aproximando da casa. O cheiro de fumaça ia ficando cada vez mais forte no ar. – Se não for você, será um deles.

Skÿller conseguiu ouvir o homem engolindo em seco enquanto pensava. Ele então começou a falar. - Você não conhece a pirata com alcunha Lua? Ela é uma das seguidoras de Kellig. - O mesmo começou a rir um pouco. - Essa moeda que você citou provavelmente é a moeda para entrar no leilão é óbvio, sem uma delas você não conseguirá entrar, o número que está aqui é minúsculo perto do número que está no leilão.

A mink retirou sua máscara e olhando bem para o homem, colocou seus polegares em seus olhos e afundou as garras, fazendo-o gritar bem alto em agonia, não satisfeita, a jovem ainda retirou sua ninjaken e o acertou na altura de seu rim esquerdo, o que fez o grito aumentar mais ainda. A mesma ainda deu uma simples lição de moral nele, no mesmo então uma das janelas do segundo andar quebrou, era a janela logo ao lado da que a mink estava a pouco tempo atrás batendo a cabeça do homem. Sentindo por um instante o leve cheiro de álcool no ar, viu o chão do segundo andar pegando fogo também. Ouviu logo em seguida outro barulho de janelas quebrando só que desta vez o barulho veio do primeiro andar, provavelmente da cozinha. A jovem sargento ouviu do lado de fora alguém gritando que o grito do homem veio do andar de cima.

Algo no seu interior falava que a mesma não conseguiria derrotar a todos. Saiu do quarto por um instante e avisou seus soldados sobre saírem pela janela. Ambos sem falar nada, acataram a decisão e começaram a subir. A mink tinha que agir rápido. Com sua kunai já preparada com a corda, a prendeu na janela e jogou a corda pela única janela acessível, as outras já estavam com muito fogo por perto para conseguirem fugir. Então, desceu primeiro que todos, para assegurar alguma segurança no local abaixo.

E isso foi algo muito bem vindo. Quando chegou ao chão não estava exatamente cercada, mas já havia uma boa quantidade deles por perto. Conseguiu dar o espaço que queria para eles descerem, mas percebeu que pelo visto eles iam demorar por algum motivo. Por causa do fogo que agora estava pegando na cozinha pelo visto também, conseguia ver muito bem. Gritos nas ruas começavam a ecoar, gritos que claramente não eram dos homens que estavam cercando a casa. Um homem tentou atirar nela que rapidamente conseguiu refletir a bala com sua ninjaken. Então viu o urso caindo no chão com a corda ao redor de seu corpo. Acertou um homem próximo que tentava a acertar com um soco frontal, eles eram lentos, não era algo muito difícil. A maioria dos golpes que tentava ocorriam sem problemas.

Viu pelo movimento que o panda estava bem, apesar da queda, os outros dois ainda não haviam saído. Deduziu que ambos haviam sido pegos, ia começar a dar a volta pela casa, quando ouviu alguém gritando. - Eles estão descendo pela janela! Esqueçam a casa! - Aceitou então que ambos não haviam sido pegos. Mas algo os atrasava com certeza. Eis que a cozinha explodiu, a explosão foi pequena, mas mesmo assim, seu impacto na situação foi grande, muitos homens começaram a correr com medo de outras explosões. Viu parte da casa sucumbindo por causa da explosão, pelo menos a explosão era do lado contrário de onde seus soldados deveriam estar.


Hizumy

Apesar de perder um tempo parado, ao sentir o perigo a pequena criança começou a agir, subiu alguns lances da escada e logo parou para chamar por Shima e por Luka. - Anda! Não temos muito tempo! Shima-chan, não se preocupe! Eu irei proteger-te! – Lembrou-se de tranquilizar o panda, viu assim seu colega passando por ele, no mesmo instante ouvia outro grito do homem que lá em cima estava. Em seguida outro grito foi ouvido, o intervalo foi muito curto entre os gritos. Alguns barulhos diferentes de vidro quebrando foram ouvidos tanto no primeiro quanto no segundo andar. A mink abriu a porta e chamou eles para fugirem pela janela. No primeiro instante se perguntaria o que haveria ocorrido com o homem lá em cima, mas tal pensamento não durou em sua mente.

Luka subiu a escada junto de Hizumy, a criança ao entrar viu que o quarto também estava pegando fogo. Fechou a porta rapidamente e pediu ajuda do urso para arrastar a cama mais próxima para impedir a porta, a mesa já estava tomada pelo fogo. - Hizumy não temos tempo para isso. Desça de uma vez. - Ouviu Luka falando apontando para a janela.

A sargento já havia descido. A criança queria deixar que Luka fosse primeiro, mas o mesmo não deixaria a criança ir por último. A criança no entanto queria deixar o panda sair primeiro do que ele. Luka retirou seu arco e flecha e acertou alguém lá de cima.

- Eu vou por último porque sou mais útil aqui em cima. - Falou o marinheiro decidido, portanto ajudou a criança quando a mesma puxou a corda e amarrou em volta do panda. Provavelmente algo que o marinheiro nunca teria se imaginado fazendo. – Isto é apenas por precaução. Eu sei que é difícil de entender, mas tens que usar as patas para desceres em segurança! - Explicou a criança para o panda. E Luka novamente atirou.

- Por favor... não... não me deixem aqui. - Ouviram os dois enquanto o urso passava pela janela. Hizumy ao se virar veria o homem que Skÿller tinha que interrogar, o mesmo estava com os dois glóbulos encharcados de sangue e muito sangue saia também de algum local de seu abdome. Ele estava próximo do local onde Hizumy retirara a cama para por na porta, como não o vira antes? - Por favor... - O homem tossiu bastante sangue ao falar isso e continuou ainda bem fraco. - Eu cont... contei... o que aque... aquela gata queria. Ela... ela... ainda fez is... isso com... comigo. - Falou parando e tossindo várias vezes nos intervalos.

Ouviu um grito vindo do lado de fora. - Eles estão descendo pela janela! Esqueçam a casa!

Luka retirou uma flecha de sua aljava e falou calmo para a criança. - Hizumy, desça, você não precisa ver certas coisas.

Então um alto barulho foi ouvido e o chão onde estava a mesa começou a desmoronar. Uma grande bola de fogo passou por todo aquele cômodo, foi como o inferno tivesse acabado de passar por eles. Viu Luka então jogando o arco que estava pegando fogo e batendo em seu braço esquerdo que também havia pegado fogo. O homem começara a gritar por causa que havia fogo nele também, mas quase no corpo inteiro. Hizumy percebia que o chão em que estava era fraco e sentia que iria desmoronar a qualquer segundo.



Mapa da casa:
 

Histórico:
 

Luka:
 
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Skÿller
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Skÿller

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptySab 21 Abr 2018, 09:44





The Mission



......Samael demonstrava grande preocupação relativamente à minha decisão, mas o pirata eventualmente acabaria por morrer, a menos que alguém decidisse salvar ele da morte certa.
......- O garoto vai querer ajudar ele. – disse Samael – Você deveria ter simplesmente matado ele. Luka e Hizumy não parecem ser muito a favor de suas escolhas.

“O que está feito, feito está.”

......Como todas as janelas estavam a arder só restou aquela janela, desci primeiro e comecei a limpar a área para que eles pudessem descer em segurança, a adrenalina aos poucos começava a tomar conta de mim e meus movimentos ficavam cada vez mais automáticos.


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......- Mate todos, eles estão vendo a sua cara. – disse Samael levando a mão ao rosto num tom de deceção. Foi nesse momento que o panda do garoto desceu e me chamou a atenção. Rapidamente tentei dar a volta à casa mas parei ao perceber que eles ainda não tinham sido pegos.

“Merda. Eles vão ajudar o maldito.”

......Então uma explosão de fez escutar, a maior parte dos piratas começaram a fugir, talvez muitos deles já tivessem visto meu rosto, já não havia o que fazer, a tal de Lua certamente viria até nós. Um sorriso se abriu em meu rosto, pelo terror do pirata que havia interrogado ela só poderia ser extremamente forte, uma verdadeira oferenda e desafio a ser superado.
......- Bem... Se querem tanto ajudar ele, acho que ele pode até ter alguma utilidade... - pensei em voz alta ao imaginar que mais informações conseguiríamos com ele.


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......Voltaria até a janela de onde tinha descido, se ainda conseguisse ver algum pirata correndo lançaria a minha ninjaken na direção de sua espinal medula próximo à cintura para que ele não conseguisse andar e imediatamente correria até ele, quando estivesse perto o suficiente saltaria para cima dele com a ninjaken preparada para penetrar a omoplata esquerda dele. – Onde fica o vosso esconderijo? – perguntaria para ele, rodaria a ninjaken dentro dele e continuaria – Onde está o colar?
......Se ainda houvesse piratas dispostos a lutar, empunharia a minha ninjaken coma mão esquerda e esperaria que fizessem o primeiro movimento, manter-me-ia com os joelhos fletidos e com minha mão direita próxima ao chão coberto de neve. Quando se aproximassem jogaria neve junto de arei no rosto do mais próximo e então me lançaria na direcção dele visando passar pelo mesmo me esquivando para a direita, porém durante esse processo eu realizaria um corte horizontal na sua barriga, para depois realizar uma estocada no seu rim direito; se houvesse mais do que um inimigo eu imediatamente após passar pelo primeiro eu correria na direcção do segundo e saltaria para cima dele, realizaria então um golpe vertical de cima para baixo que muito provavelmente seria bloqueado, caso isso fosse a realidade abaixar-me-ia e realizaria um corte em suas pernas para que ele cedesse.
......- KYAHAHAHAHAHA! – começaria a rir no meio da luta, a adrenalina já teria tomado o meu corpo, naquele momento apenas quando todos os inimigos estivessem mortos ou derrotados eu iria conseguir voltar ao meu estado “são”.
......Se os soldados precisassem de ajuda para descer e eu não estivesse ocupada lutando, eu tentaria fazer o meu melhor para o fazer, talvez juntando neve debaixo da corda, para acelerar o processo falaria para o panda fazer o mesmo. - Junte neve ali para que eles possam descer. - apontaria para o local.
......Quando os soldados finalmente chegassem ao chão eu olharia para eles, ainda com o sorriso no rosto - Finalmente... Tempos uma relíquia a recuperar... - pararia para respirar fundo, porém soltaria um pequeno riso - E uma oponente extremamente forte a derrotar.
......- Oh... - diria caso o pirata que havia torturado também descesse - Parece que você não confessou tudo... O que falta dizer ainda? - eu sabia que o homem não conseguiria ver-me, por motivos óbvios, porém o meu tom de voz seria bem sádico e provocador mas manteria a distância e cerraria os meus punhos para me conter, se fosse necessário levaria o indicador direito à boca para o morder ligeiramente.
......Caso um dos soldados se demonstrasse contra as minhas escolhas, eu olharia para ele com um ar sério e diria - Se ele tivesse falado quando eu perguntei ainda conseguiria ver a neve cair. Em nenhum momento eu prometi deixar ele sair impune, apenas disse que a Lua não iria acabar com a sua vida. - aproximar-me-ia do soldado e diria inclinando a cabeça para a esquerda - Talvez devessem ter escolhido uma pessoa "de bom coração" para recuperar a porcaria de um colar. Os Van Der Veen não são pessoas propriamente agradáveis de se conviver. Estamos entendidos?


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Citação :

Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
Nº de Posts: 14
Sangue: (02/15)
Ganhos: Patente Sargento; Perícia Toxicologia;  Perícia Química; Ninjaken lvl 2; 2 Kunais lvl 2 ;Corda - 10 metros; Par de algemas ;Bolsa; Garrafa de água (10/10)
Perdas:  -504.000 berries
Personagens:
The Wolf:4/4
Dance of Knives 1/4
Coments Extras:
Objetivos:
 
Spoiler:
 

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Mizushiro Hizumy
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Mizushiro Hizumy

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyTer 24 Abr 2018, 17:16



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!   ~

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As imensas labaredas consumiam o lugar por inteiro e a pesada nuvem de fumo fazia-se com que fosse tanto difícil ver quanto respirar, obrigando-o a tossir várias e várias vezes. - *Coff! *Coff! - Toda a sua tez, transpirada pelo forte calor que aquelas chamas emanavam, estava suja de negro devido ao fumo e as cinzas. E mesmo não havendo escapatória aparente da morte certa, não pensava sequer na possibilidade de desistir. Não quando memórias do passado devoravam a sua alma assim como as impetuosas chamas devoravam a moradia.  Uma seriedade sem igual fluíra através do seu rosto já moreno. Apressadamente, despiu sem delongas o colete do seu tronco enquanto que gritava em voz rouca, camuflada por entre tosses, ao homem em chamas.

   - Mantenha a calma e me escute se não quiser morrer queimado! – Todo aquele rosto infantil que tantas vezes apenas exprimira alegria e inocência, agora não exprimia senão seriedade, tragédia, reluzindo do olhar azul transparente a lembrança fatal que era aquela memória de há dois anos atrás. Hasteados vigorosos no seu esplendor, dois madeiros mantinham cativos por correntes seu pai e sua mãe que, verdadeiros guerreiros e nobres sem igual, jazeram queimados sem um grito de dor brandir perante crua e injusta penitência. A semelhança de seus tão queridos e amados pais, também aquele homem queimava e, quiçá, já começasse a feder, porém, não desistiria. Não se permitiria a deixar uma vida escapar-lhe por entre os dedos. Não deixaria que o Fogo roubasse mais uma alma. – Deite-se no chão e role!! É a única forma de apagar as chamas e de poder sobreviver!!! * Coff! -  

    Obedecendo ou não às suas ordens, o menino tentaria aproximar-se do homem com o seu colete para o socorrer, mas não antes de verificar a própria segurança do local. Com sua audição, dádiva de um deus sem rosto, nome ou poder, prestaria atenção ao ranger e ao estalar da madeira queimada, intentando adivinhar de onde é que vinham e em simultâneo, como seu cajado, iria apalpando o solo, sabendo desse modo onde seria seguro pisar e criando um caminho seguro até ao pobre coitado. No caso de a densidade do fumo ser em demasia, pondo em risco a visibilidade e o oxigénio do local, a criança rasgaria a manga da sua camisola e com ela cobriria o nariz e a boca, filtrando assim um pouco da podridão daquela névoa sombria, além disso, agachar-se-ia um pouquinho, ficando abaixo da cortina negra de fumaça.

  - Luka-san! Preciso que vá rapidamente até a janela e peça ajuda à Skÿller-nee-san! Diga-lhe que ajunte um monte de neve! – Falaria o garotinho de um modo e jeito próprio tão dele repleto de seriedade, que mesmo Luka poderia estranhar e compreender o quão determinado estava ele à salvar aquele pobre enfermo.

    - Tenha calma e continue a rolar para lá e para cá! – Berraria quando já próximo do homem, batendo com o seu colete nas chamas com a intenção e apaga-las. Todavia, se tal acção demonstrasse-se inútil ou mais agravante à situação, olharia em desassossego para os cantos da casa. – Onde está o extintor! Deveria haver um por aqui! – Não o encontrando, enrolaria o colete à volta do bastão, meio que o almofadando, e assim, daria pancadinhas fortes o suficiente para apagar as chamas, mas leves, para que não magoassem o corpo já debilitado. Contudo, se em seus olhos recaísse a imagem vermelha do extintor, tentaria aproximar-se dele, imitando o mesmo procedimento que fizera para chegar de forma segura até à vítima, e com o extintor, acionando-o, despejaria o líquido espumoso sobre as chamas do corpo do homem, salvando-o das chamas.

    - Agora vem o mais complicado… Não sermos todos devorados pelas chamas! – Murmuraria o pequeno soldadinho. – Eu sei que está cheio de dores, mas preciso que seja forte e que aguente! Por favor! – Motivaria o homem, não o deixando desistir ainda, colocando o braço menos ferido ao longo de seus ombros tão esbeltos e frágeis, onde uma mão estaria agarrando o antebraço dele numa zona não queimada, e a outra envolvendo a cintura do mesmo, e ofereceria ao mesmo o seu bastão, para que se apoiasse à ele com a outra mão. – Se quer viver, tem que manter determinado, senhor! – Apesar da sua voz angelical ser um pouco reconfortante e meio que um vírus de determinação, seus joelhos e pernas estremeciam à cada passada que dava, os olhos azuis como o oceano não largavam à janela na sua frente. – Mais um pouco e sairemos todos vivos daqui! Não desista! Pense no amanhã! Pense na sua família! Pense no que poderá fazer se continuar vivo! – Seus dentinhos rangeriam por meio da fala. As gotas de suor escorrer-lhe-ia pela face singularmente oval. Os cabelos grudados na testa, na nuca e pescoço seriam-lhe um incómodo fútil.

   Por fim, quando e se chegassem à janela, Hizy sentaria o homem no chão por um breve instante. – Rápido, Luka-san! Temos que amarrar a corda em volta das axilas dele de forma bem apertada e desce-lo numa corrida contra o tempo, para então, também nos os dois sairmos daqui! – Falaria, já puxando a corda e a envolvendo em redor do corpo do homem, em baixo dos braços, na zona das axilas. Se Skÿller e Shima tivessem amontoado um montinho de neve debaixo da janela, seria mais fácil e rápido todo o processo, não correndo um risco muito grande de machucar mais ainda o pobre coitado.

    Retiraria violentamente as luvas das mãos e as jogaria por ali. Firme, com bastante força, pegaria na corda com ambas as mãozinhas. – Vamos, Luka-san! Temos que o descer! – Num timbre infantil meio que dando ordens ao adulto, Hizy demonstraria a sua segurança, perspicácia e determinação no que tocava a salvar vidas humanas, um lado que talvez nenhum Marinheiro que o tivesse visto mais cedo acreditaria que aquela criança possuísse. – Um… dois... um… dois… um… dois… - Meio que contando os segundos, o garoto ia falando em voz alta para que Luka pudesse sincronizar os seus movimentos de mãos com os dele e assim descerem a corda de forma rápida e sem haver enganos. Verdade era que o menino não possuía muita força física, no entanto, não deixaria a corda por nada, nem mesmo se suas mãos rasgassem e sangue começasse a pintar a corda de vermelho. Mesmo que a dor agonizante e ardente impregnasse sua pele e carne. Não a largaria, não enquanto os pés do senhor não encontrassem o chão.

     No momento que o homem já estivesse do lado de fora, o menino virar-se-ia para Luka com um olhar tenebroso. – Luka-san! Temos muito pouco tempo! Temos que descer os dois ao mesmo tempo! Pega! Amarre a corda em volta da sua cintura!  – Sua voz poderia soar de forma fria se percebesse que o soldado pensasse em se sacrificar, deixando claro que não o permitiria.  

    Envolvendo a corda em volta da própria cintura, o pequeno marinheiro iria amarrá-la, tentando garantir que estava bem preso.  Segurando de forma fixa e firme a corda com as duas mãos, começaria a descer pela janela. O seu corpo estaria virado para a parede e os pés tocariam na mesma. – Venha, Luka-san! Rápido! – Berraria, flexionando ligeiramente os joelhos e então impulsionando as pernas, saltando e afastando-se então da parede e, ao mesmo tempo, aos poucos, movendo as mãos, fazendo-se descer, para então, regressar novamente até a parede com os pés. Repetiria o mesmo movimento até que chegasse ao chão. Era a forma mais rápida e segura para descer por uma corda naquela situação.

   Se algum imprevisto acontecesse, se o monte de neve ainda ali estivesse, e se a altura já não fosse tão grande assim, deixar-se-ia cair no mesmo, esperando aterrar na neve fofinha sem se machucar.

No caso de ainda na casa em chamas o pequeno Hizy se apercebesse de que as labaredas não esperariam por que ele e Luka descessem ambos, escapando-lhe das garras flamejantes, o menino olharia para Luka sério. - Luka-san, desça pela corda já! - Despindo a camisa e toda a roupa do tronco, abriria um sorriso para o homem no caso dele se negar à descer primeiro e, então, provavelmente o surpreendendo, mostraria suas costas delicadas para o mesmo. - Não se preocupe! Eu consigo descer por mim mesmo! SHiHiHi! - Nesse momento suas asas pequeninas e albas como a neve se agitariam, despertando de um sono profundo. - Vê-mo-nos lá em baixo, Luka-san! - Diria, esperando que o homem já estivesse a descer pela corda. Recuaria quatro passos para trás com a roupa nas mãos, e então, o mais rápido que conseguisse, correria na direcção da janela e passaria pela mesma, impulsionando o corpo no ar. Fazendo uma força descomunal nas asas que batiam como nunca o haviam feito outrora, o celestial desceria planando, em direcção ao aglomerado de neve, ou, se Shimauma se levantasse e abrisse os braços para o agarrar, intentaria ir na sua direcção, deixando-se aterrar no abraço fofinho do panda. No chão, voltaria a vestir as roupas, escondendo as asas do frio e dos olhares alheios.

    Livres das labaredas, se assim o Fado o quisesse, na segurança do firme e fértil solo, o garoto iria até ao velho senhor com a intenção de acalmá-lo.  Todavia, se Skÿller ou outrem se visse possuído por uma aura hostil, com a mínima intenção de fazer mal ou importunar mais ainda o coitado, o menino colocar-se-ia no meio de ambos, seria como uma pedra que impediria a pessoa de se aproximar, abrindo os braços ao longo da altura dos ombros com um olhar frio e sério, sem qualquer tipo de medo perante a ameaça que tal pessoa pudesse transmitir. Não falaria nada. Limitar-se-ia a manter-se ali, no meio, impedindo que a pessoa passasse por ele e fosse até ao velho.

    E se Skÿ ou Luka se aproximassem para repreende-lo ou argumentar qualquer ladainha sobre os costumes da prole ao qual pertenciam, ou sobre os deveres de um Marinheiro, ou mesmo se o elucidassem sobre a verdadeira identidade daquele sujeito, a de um pirata, o miúdo não demonstraria querer saber. Seu rosto e sua expressão séria não hesitaria sequer um músculo. – Não me importo! – Sua boca far-se-ia pronunciar assim que a pessoa terminasse de argumentar, como que seu semblante estivesse paralisado naquela expressão séria, quase zangada e dececionada com a pessoa. – Não sei que motivos vos trouxe até a Marinha, porém, eu acredito que somos mais do que uma simples organização que age guiada pela violência pura! Alguém que não consegue controlar o seu ódio ou desejo de vingança nunca poderá salvar os outros verdadeiramente! Não na sua plenitude! – De certa forma, suas palavras estariam sendo conduzidas à si mesmo, lembrando-se de que jamais poderia deixar-se afogar no triste sentimento de vingança e ódio por aqueles vis criminosos que assassinaram seus pais, ou por qualquer outros. Ninguém merecia a morte, por mais cruel que fosse o seu crime. Não quando havia formas mais severas de punição do que a própria morte!

 – Tenha, calma! O pior já passou, senhor! Está vivo e isso é o que importa! – Diria o rapazinho virando-se para o homem, em um tom sereno e calmo. – Shima-chan, preciso da sua ajuda! – Chamaria o urso-panda e tirar-lhe-ia o casaco de pele. Vestiria o mesmo no homem, para que o mesmo não morresse congelado e então, com o que restasse da corda, amarrá-lo-ia às costas do panda. – Segure bem firme nos pêlos do Shima-chan, senhor! – Diria o celestial, depois, virando-se par ao urso: - Shima-chan, escute com atenção ao que te vou dizer! Preciso que vás até ao Alvorada, o navio do Yang-sama! Mas tens que ser rápido, a vida desse senhor está nas tuas mãos, Shima-chan! – Com um olhar bem firme e convicto, olharia nos olhos do panda, acreditando que o mesmo cumpriria com a tarefa. – Eu fico com as malas, desse modo conseguirás correr livremente! Mas vá com cuidado, para não o deixar cair! Agora vai! E espere por mim no barco, eu prometo que voltarei em segurança! HiHiHiHI! – Sorriria, encostando seu rosto ao focinho do panda e de seguida, o vendo partir.

   Não havia muito o que pudesse fazer por aquele homem. Não era médico e não entendia nada de medicina. O mais certo era levá-lo até Yang. Ele saberia como trata-lo e como salvar-lhe a vida. Depois disso, se fosse um pirata, poderia pagar pelos seus crimes na prisão.

   Como dito, o garotinho levaria as bolsas que estavam com Shima, e se seu cajado estivesse cá em baixo, o pegaria e levá-lo-ia consigo. Um pouco distante da sargento, seguiria seus passos, que provavelmente estariam mais lentos, não só por causa da carga que levava aos ombros, mas por causa de todo o cansaço que aquela agitação o poderia ter trago.
     

 
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Histórico:
 

Objectivos:
 

….
Objectivos Novos:
 


Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

OFF:
 



Legenda:
– Pensamento – - #00ccff
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQua 25 Abr 2018, 15:57

Narração

Clima: Muito Frio (-8ºC), muito vento, nevando cada vez mais forte.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)


Skÿller

Por um breve momento pensou consigo mesmo se não seria melhor ter matado o homem que havia interrogado, pois percebeu que seus dois soldados demoraram muito para descer, provavelmente queriam ajudar o homem a descer também. Após pensar por um tempo acabou sorrindo ao imaginar a situação onde Lua iria atrás deles por tudo que haviam feito. Com a explosão da casa, voltou para o lado da janela que havia descido e percebeu que não havia piratas por perto, pelo menos não piratas em pé, a maioria estava caído e então lembrou de algo importante ao ver tantas pessoas por perto, era uma ilha cheia de clãs de caçadores de recompensas.

Percebendo que não precisaria lutar, começou a juntar neve onde provavelmente eles cairiam se pulassem daquele andar. Várias pessoas começavam a perguntar em voz alta o que havia acontecido com a base dos The Pelicans.

Vários deles trouxeram baldes de água para tentar apagar o fogo. Respeito pela casa de outros caçadores ou medo de ver o fogo se alastrar para casa deles. Eis que viu o homem que havia interrogado sendo devagar baixado pela janela, parecia mais um cadáver do que algo vivo, mas ainda assim, estava ali, logo a sua frente. Aproveitou a situação e foi até o mesmo, onde perguntou com uma voz extremamente sádica sobre o que o mesmo não havia contado ainda. O homem gemeu de dor e medo e falou baixinho, provavelmente mais porque estava sem forças do que sendo esta a real intenção dele. - Do... do... la-la-lado do tea...tea...teatro. - Ele não conseguiu falar mais nada, enquanto caia ou em sono ou morria, foi difícil saber porque logo em seguida, ao olhar para cima, via Luka descendo usando a corda com algum nó mal feito. Logo em seguida viu a pequena criança pairando sobre Luka com pequenas asinhas. Mas a mesma pelo visto caiu no chão mais rápido do que pretendia e o panda logo foi até ela.

Viu que um homem se aproximava de Hizumy, mas não era alguém que parecia ser perigoso de forma alguma. Luka quando por fim chegou ao chão, finalmente parou para olhar para o braço com maior afinco, já estava bem queimado e o marinheiro não estava mais de posse de seu arco.

- Olha só, parece que temos mais marinheiros por aqui. - Ouviu ele falando e quando se virou para olhar, reparou que ali perto, olhando toda a situação estava Ramon com outros dois marinheiros, todos vestindo suas roupas de marinheiro, um de cabelo branco que parecia uma criança como Hizumy e outro com cabelo mais escuro, bem mais velho, talvez até velho demais para continuar sendo marinheiro. Ramon fez um sinal para que Skÿller fosse até ele de forma discreta.


Hizumy

A pequena criança, apesar de em pânico por causa de suas memórias, acabou assumindo uma face mais séria, não iria deixar que aquilo se repetisse na sua frente.

Dando ordens para o homem que estava completamente em chamas, ouviria ao fundo Luka falando algo, porém o mesmo começou a tossir muito por causa da fumaça que já estava por todo o local. Deu uma ordem ao homem que começou a rolar da melhor forma que pode, mas não era muito efetivo por causa da situação da casa e da própria condição. O menino então retirou seu colete, foi aos poucos checando a situação do piso, que rangia e estalava por causa do fogo por todo lado. Quando finalmente chegou no homem. Deu uma ordem ao Luka, mas não chegou a ver se ele tinha cumprido a mesma. Finalmente conseguiu apagar o fogo com seu colete. O homem apesar de visualmente agradecido, não tinha forças para falar nada. A fumaça já estava tomando completamente o ambiente, assim a pequena criança rasgou um pedaço de pano e colocou a frente de seu rosto para conseguir se proteger minimamente.

- Temos que ir logo Hizu. - Ouviu Luka falando enquanto ia até a criança e o outro homem.

A criança estava encorajando o homem enquanto Luka havia se aproximado por completo, Hizumy estava tentando ajudar o homem a se erguer e andar até a janela. O marinheiro adulto, vendo a situação por completo, fez uma leve gesto de descontamento com a situação e logo segurou o outro homem com muito mais força do que Hizumy. A pequena continuava incentivando o homem, falando sobre o que ele poderia fazer se continuasse vivo, aparentemente a atual situação do homem, cego, sangrando e todo queimado era um mero detalhe, o homem dependendo da situação poderia querer morrer.

Quando chegaram na janela, Hizumy falou novamente o que deveriam fazer, apesar de Luka claramente não concordar com aquilo tudo, ajudou a criança rapidamente. Puxaram a corda e repararam que a ponta agora era uma nova ponta, provavelmente arrebentou por causa de Shima quando desceram ele. Então, enquanto amarravam o homem, viram a fumaça aumentando mais e mais. Por fim, ao descerem o homem, Hizumy fazia uma contagem para descerem o homem de forma sincronizada. Era possível só ouvi-lo falando: – Um… **coff****coff** dois... um…**coff****coff****coff** doi**coff****coff** dois… um… **coff****coff****coff****coff**dois…

Quando sentiram que o homem finalmente chegara ao solo, Hizumy foi rápido. – Luka **coff** Luka-san! Temos muito pouco tempo! **coff** Temos que descer **coff** os dois ao mesmo tempo!**coff** Pega! **coff** Amarre a corda em volta **coff** da sua cintura! - Sendo então interrompido pelo próprio Luka. - Não vou **coff** descer primeiro **coff** e não temos **coff** como usar essa corda **coff** sem ele soltar antes ela lá de baixo.

O pequeno olhando para baixo, viu que o homem havia chegado lá embaixo porém não havia se movido desde então. Skÿller ia na direção dele.

A madeira começava a estalar mais e mais perto, não havendo muito tempo para pensar, pela primeira vez em um tempo, Hizumy falara sem tossir. - Luka-san, desça pela corda já! - Não dando tempo do homem protestar despiu sua camisa e mostrou suas pequenas asas para ele, deixando claro que conseguiria descer por conta própria. Luka então sorrindo com a ideia, deu uma volta com a corda em sua cintura e agarrou firme na mesma, porém não sentia tanta confiança por não saber dar um nó para escalada sem ter as pontas livres. O mesmo começou a descer e Hizumy então voltou um pouco e sentiu o chão quase quebrando abaixo dos seus pés enquanto corria para pular pela janela. Apesar de no começo ter parecido uma boa ideia, ao sair por completo da casa sentiu um frio intenso e começou a ficar tonto, caindo no monte de neve mais próximo que havia sem se machucar de verdade. O choque térmico atingiu a criança com tudo.

Ainda meio tonto, viu que Shima já estava ao seu lado preocupado, vestiu-se rapidamente da melhor forma que pode e ouviu um homem falando próximo dele.

- Criança, você é parente de alguém dos The Pelicans?



Mapa da casa:
 

Histórico:
 

Luka:
 

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Última edição por PepePepi em Qua 25 Abr 2018, 17:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQua 25 Abr 2018, 17:09





The Mission



...... Várias pessoas começaram a se juntar em volta da casa, era apenas uma questão de tempo até que isso acontecesse e era tarde de mais para colocar a minha máscara e esconder minha real identidade. Samael suspirou entediado ao ver que o pirata morria aos poucos, usando as suas últimas forças para revelar o esconderijo da sua chefe, era como se ele percebesse que não existia mais nada a perder. Lentamente o meu sorriso e a adrenalina foram diminuindo, foi percebi que Ramon e mais alguns marinheiros vinham em nossa direção.
“Podemos esquecer o plano de nos passarmos por civis… Parece que estou rodeada por imbecis não importa onde vá…”
...... Pegaria na garrafa com água que eu tinha guardado e atiraria na direção de Luka de forma a cair na neve, bem próximo a si – Divida a água com a criança. Quando a água acabar me devolva, irei precisar dela. – diria num tom seco, então caminharia até Ramon.
...... - Eu juro que já estava ardendo quando chegamos! – disse Samael num tom de troça, claramente entediado.
“Você sabe que ele não consegue escutar-te, né?”

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...... - Mas você consegue… - respondeu provocando a minha pessoa, infelizmente com sucesso.
...... - Algum problema, senhor marinheiro? – perguntaria ao chegar perto de Ramon. Se ele percebesse que estava fingindo não o conhecer e alinhasse no plano continuaria – Vimos dois intrusos a entrar na casa dos The Pelicans e decidimos entrar para os capturar, talvez na tentativa de virarmos caçadores. – caso ele não alinhasse no plano suspiraria profundamente e, num tom completamente stressado e impaciente, diria – Achei que “discrição” era importante para a missão. Em nome do Criador, todos os marinheiros são assim tão incompetentes? – involuntariamente ofenderia o grupo ao qual eu mesma pertencia, mas não conseguiria parar de me sentir dececionada mais uma vez com a marinha.
“Apenas a organização militar mais forte do mundo.”
...... Escutaria o que Ramon teria a me dizer, se em algum momento ele tentasse repreender-me por estar envolvida com a explosão da casa, simplesmente diria com um tom audaz enquanto levaria o meu dedo indicado até ao meu queixo – Pelo menos não estamos atrapalhando a missão de ninguém… - daria um pequeno sorriso condizente com a minha atitude.

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...... Caso Ramon pretendesse colocar mais pessoas na missão ou até mesmo se juntar ao grupo, olharia em volta e diria – Acho que mais gente não fará nenhum mal… - a minha voz sairia num tom indiferente. - E quem são vocês? - perguntaria, eu não estava realmente interessada apenas precisava de ganhar tempo para pensar nas minhas próximas decisões.
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQua 25 Abr 2018, 19:23



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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O pequeno celestial estremeceu, sentindo na sua pele sensível fortes calafrios sempre que o vento se fazia ressoar pelo seu corpo desnudado. – BRRREEUHUHUHU! – Seu maxilar, movido pelo frio, fazia com que seus dentes rangessem assombrados pela frieza invernal do local e do choque térmico. O mais rapidamente o possível vestiu as roupas que ainda lhe restavam, apesar de um pouco robótico, pois suas juntas sentiam-se quase que congeladas. Assim que se vestiu, não pôde resistir a abraçar-se e a esfregar as mãos nos braços, procurando esquentar-se logo.

O petit garçon olhou com atenção para o homem que lhe fazia aquela pergunta que tinha tanto de complicada como de simples. Suas sobrancelhas estremeceriam um pouco, procurando por uma resposta na neve amontoada no chão. – Acho que podemos dizer que sim… Mas que não! - Com confusão na voz, coçando a cabeça como quem pensa no que dizer, ou como se explicar, o garotinho de azul e branco continuou com sua voz aguda infantil um tanto quanto quase rouca. – Na verdade, eu não tenho certeza, senhor! Mas tenho fortes razões que me levam a acreditar que eles sejam do mesmo país que eu. – Desceria a mão ao longo do corpo e abriria um sorriso sincero e dócil. – E se esse for o caso, eles seriam como parentes! Já que todos de Thule são uma grande família! – O garotinho pareceria que queria perguntar algo ao senhor que o abordara, porém, a imagem do homem que salvara vir-lhe-ia à mente. – Peço desculpa, senhor, mas tenho que ir agora! – Responderia com uma voz mais aflita e apressando-se em pegar qualquer coisa sua que estivesse por ali, jogados no chão, e correria então até ao homem com Shimauma. - Shima-chan, vamos! E preciso do seu casaco emprestado! –

Já próximo do pobre senhor, o menino tentaria falar com ele, na intenção de mantê-lo desperto. – Senhor, por favor! Acorde! Tenha calma, o por mais que pareça impossível, o pior já passou! Está vivo! Mas ainda não é a hora de parar de lutar pela sua vida, preciso que aguente um pouco mais! O meu amigo irá levá-lo até à um médico! – Retirando o casaco do panda e tentando vestir o homem com ele, o menino ia motivando-o à não desistir da esperança e à se agarrar à réstia de vida que ainda tinha. Se a corda estivesse por ali, ou se ele ainda tivesse a mesma envolvida no corpo, usá-la-ia para o prender às costas do panda, assim, o mesmo poderia correr e ele não cairia pelo caminho. Faria o que conseguisse sozinho, mas se não fosse o suficiente, gritaria por alguém próximo para que o ajudasse. – Por favor, podem me ajudar?! – Se alguém aceitasse, abriria um sorriso agradecido. – Obrigado! Precisamos prendê-lo às costas do Shima-chan! – Diria apontando para o urso-panda.

- Muito bem, Shima-chan, escute com atenção! Preciso que vás até ao navio o mais rápido e cuidadosamente possível! O Yang-sama saberá o que fazer para ajudá-lo! – Murmuraria aos ouvidos do panda assim que a pessoa estivesse bem pressa às suas costas. – E quanto à si, senhor! Preciso que se agarre bem firmemente aos pêlos do Shima-chan! Não irá demorar muito para estar numa cama quentinha! – Terminaria o menino, apontando para Shima, o mandando ir.

A medida que o animal se distanciasse no horizonte o garotinho iria se sentindo um pouco mais aliviado, no entanto, não por completo. Ainda lhe restaria um pouco de preocupação o incomodando. – Espero que consigas chegar à tempo, Shima-chan!

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….
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Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQua 25 Abr 2018, 21:30

Narração

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Skÿller

Apesar de meio nervosa por perceber que não havia mais como esconder mais sua identidade. E isso se intensificou ao perceber que Ramon estava ali por perto a chamando, sendo que o mesmo usava suas roupas de marinheiro. Pelo menos ele parou e chamou de forma discreta.

A sargento então pegou sua garrafa de água e a jogou para Luka, falou para que ele a dividisse com a criança e saiu em direção a Ramon. No caminho foi discutindo mentalmente sobre a situação e foi se irritando sozinha.

- Algum problema, senhor marinheiro? - Ramon olhando bem para ela, respondeu em um tom de autoridade incomum, mas ao mesmo tempo que deixou claro que era respeitoso. - Você era uma das pessoas mais próximas do problema, gostaria de saber mais sobre o que estava acontecendo. - A recém sargento então, percebendo que o homem sabia sim continuar no disfarce, continuou sua fala. – Vimos dois intrusos a entrar na casa dos The Pelicans e decidimos entrar para os capturar, talvez na tentativa de virarmos caçadores. - Ramon então parou a mão no queixo por um tempo pensando no que fazer. - Espero que não tenha se machucado e que nenhum dos seus tenha se machucado também... Ryuusuke, você pode ajudá-los, apesar de torcer para que não se machuquem depois.

O menino então de cabelo branco olhou para Ramon com um leve tom de desrespeito, talvez não acreditando no que ouvira.

- O senhor deseja que eu vá com eles? - Perguntou em tom meio incrédulo. Era perceptível pelo tom da criança que o mesmo não queria estragar o disfarce de Skÿller, ou simplesmente não queria ir com a mesma.

Ramon respondeu rápido e baixo. - Sim, é importante para a marinha que nós consigamos algumas informações, troque sua roupa e vá com eles, mas não faça isso agora, espere eles saírem e então os siga e acabe se juntando a eles quando perceber que é o melhor momento... - Falou Ramon e então olhando novamente para a mink acabou continuando, só que desta vez em um tom bem mais baixo que o anterior, de forma que só ele, a mink e os dois marinheiros mal conseguissem ouvir. - Se algum dos seus estiver muito machucado para continuar a missão, aconselho que ele volte para a base. - Então, aumentando o seu tom rapidamente. - Obrigado pelas informações, futura caçadora... qual o seu nome mesmo? - Perguntou o marinheiro por fim, porém deixando claro que era só pela encenação.


Hizumy

Hizumy estremeceu de frio, vestiu-se, estava congelando. Abraçou-se forte e esfregou-se para esquentar o mínimo que fosse. Por fim ouviu um homem o perguntando sobre ser parente de algum dos caçadores do grupo The Pelicans. – Acho que podemos dizer que sim… Mas que não! - Falou rápido e confuso com a situação enquanto coçava a cabeça. Pensando em como explicar para o homem que ali estava, notou que o mesmo tinha uma aparência bem comum, sendo parecido com vários que já vira, provavelmente bem parecido com alguém do bar que esteve antes. – Na verdade, eu não tenho certeza, senhor! Mas tenho fortes razões que me levam a acreditar que eles sejam do mesmo país que eu. E se esse for o caso, eles seriam como parentes! Já que todos de Thule são uma grande família! - Falou desta vez abrindo um sorriso que fez até mesmo o homem sorrir junto enquanto ele mesmo logo em seguida falava. - Thule! Sim, eu lembro deles citarem esse nome. Nunca pensei que conheceria outra pessoa deste lugar. - A criança apesar de ouvir a informação e querer perguntar algo novo para ele, lembrou-se do homem que salvou e pedindo desculpas, e o casaco para seu panda, dirigiu-se para onde o homem estava.

Chegando no homem, viu que o mesmo estava quase dormindo, de uma forma que não parecia boa. Então falou rápido para o homem não desistir de sua vida, pegou o casaco de seu panda e o colocou no homem. Então percebendo que o homem ainda estava envolto pela corda, tentou usá-la para amarrá-lo no panda. Como ela ainda estava presa a janela, viu que Luka que tudo via, acabou por cortá-la em uma boa altura para que fosse o suficiente de amarrá-la. O mesmo ainda tacou uma garrafa de água para a criança.

- Beba um pouco e depois devolva a garrafa para ela. - Disse ele meio sério, aparentemente não acreditava que a criança ainda estava tentando salvar aquele homem quase morto. Enquanto amarravam ele nas costas de Shima, Hizumy conseguiria ver que o braço de Luka estava bem queimado, mas logicamente, ele estava muito melhor que o homem que estavam amarrando a Shima.

Dando suas ordens ao panda, viu o mesmo se distanciando aos poucos e torceu para que tudo desse certo.


Histórico:
 

Luka:
 

Ryuusuke:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQui 26 Abr 2018, 12:46



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A verdade era que, por mais que pensasse, não conseguia entender o que ia na mente de Luka quando o olhara com aquele ar sério e que parecia reprovar todas as suas acções. – Não é o dever de um marinheiro salvar vidas? – Indagou-se mergulhando os lábios no cantil e saboreando a água, deixando um singelo rasto escorrer-lhe pela boca até ao pescoço. – Mesmo que ele fosse alguém mal… um criminoso…. Seria inumano abandoná-lo à própria sorte…. Seríamos simples assassinos disfarçados de justos se o deixássemos para morrer! - Limpando a boca ao antebraço, terminara de beber, vendo ao longe, pouco à pouco, Shima desaparecer até perder-se da sua vista.

 Conservando-se mudo, deixando uma longa pausa silenciosa ocupar o ambiente, o garoto notaria só então a presença de Ramon e de outros dois soldados e surpreender-se-ia ao ver que havia um garoto com eles. – Acho que já o vi antes! – Pensou buscando pela memória quando e onde, mas não conseguindo lembrar-se. Queria devolver o cantil à Skÿller, mas a mesma parecia ocupada conversando com Ramon, então aproximar-se-ia de Luka por enquanto, com um olhar preocupado com o homem. – Luka-san, o seu braço… Não parece estar muito bem… Não seria melhor cuidar disso antes de continuarmos? – No olhar do pequeno celestial, Luka poderia ver o quão preocupado o jovem realmente estava com ele, também poderia ver que o menino se sentia culpado pelo o que lhe havia acontecido e já não possuía todo àquele à vontade e entusiasmo de até então. – Sinto muito… Por minha culpa te feriste, mas … eu não podia simplesmente deixá-lo lá! Isso seria… - Olhando irrequieto para o chão e logo para o rosto do marinheiro com seus vívidos olhos azuis, Hizy procurava pela palavra certa a dizer. - … seria cruel! Iria contra tudo o que os meus pais me ensinaram a valorizar! Iria contra a própria vida! -  Tendo o soldado compreendido um pouco mais sobre as motivações do garoto, que ele na verdade se preocupa em salvar à todos, e não apenas uma pequena minoria ou em apenas concluir missões sem se preocupar com casualidades, e se deixasse convencer e levar pela aura pura do pequenote, suspirando talvez, e quiçá, até mesmo mostrando um pequeno sorriso no canto dos lábios, isso faria com que Hizy também abrisse um sorriso de orelha à orelha, ficando um pouco mais aliviado e deixando a sua aura inocente e pura e infantil brilhar, no entanto, permaneceria preocupado com o braço do homem. Por outro lado, se o soldado fosse como todos os outros que apenas se preocupam com o resultado da missão, e que para eles, todos os criminosos devessem morrer, independentemente das motivações que os faziam agir, ou dos laços que se iriam perder, o menino demonstrar-se-ia um pouco desolado e dececionado com Luka e afastar-se-ia dele sem se fazer pronunciar.

  No instante em que Skÿller regressasse para junto deles, ou que os marinheiros fossem embora, o pequeno celestial caminharia até Skÿller. Suas sobrancelhas arqueadas e seu pequeno rostinho corado expressando um ar sério, um olhar penetrante quase como que se lhe visse a alma e o fantasma que a assombra... Como que se tivesse algo à dizer à sargento, mas que não o faria. Estaria todo ele chateado com ela. Não havia o porque de ter machucado tanto um mero ladrão. Contudo, não falaria nada, não reclamaria, porque não sabia o que realmente havia acontecido. Não queria acreditar que Skÿller o magoasse simplesmente pelo prazer de o fazer… Queria acreditar que houvera um motivo para tamanha crueldade. – Aqui… Skÿller-san… - Estenderia o cantil para a mesma e afastar-se-ia um pouco, aguardando pela próxima ordem.
 
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQui 26 Abr 2018, 14:44





The Mission



......Felizmente o Ramon percebeu e decidiu alinhar na história, minha mente ficou menos pesada e quase dei risada ao ver como o garoto havia falado para Ramon, mas consegui conter facilmente graças a Samael que decidiu aparecer bem na hora.
......- Nossa… Esse garoto está agindo assim perante o seu superior e você acha graça? Você sabe que ele terá que seguir as suas ordens, não é? – disse Samael num tom sério.
“Merda.”
......- O meu nome é Myra. – responderia a Ramon, então falaria num tom baixo para que apenas os três marinheiros conseguissem escutar – Encontramo-nos no teatro, avise Yang para deixar marinheiros preparados para proteger os civis caso seja necessário, parece que existe uma grande ameaça nesta ilha…
......Então iria até Hizumy e Luka para reaver a minha garrafa, ela poderia ser bastante útil num futuro próximo. Infelizmente para Hizumy, o seu rosto era mais transparente que a água, sem pensar duas vezes diria para ele e para Luka, porém ficaria inicialmente olhando para as chamas da casa – Escutem bem… Nós não lutamos porque o mundo nos obriga a fazê-lo, mas sim por um propósito maior que qualquer um de nós. – Sacaria a minha antiga ninjaken e olharia fixamente – Nós rumamos na direção do desconhecido, do inimaginável e do extraordinário para cumprir a promessa que cada um de nós fez. – cravaria a minha ninjaken no chão com toda a força para que ela ficasse de pé sozinha – Não importa a escuridão, o medo, a angústia ou a dor. Nada irá ficar no nosso caminho. – então murmuraria um pouco para que apenas alguém com uma boa audição conseguisse escutar – Não permitirei que me parem novamente. – então voltaria ao meu tom de voz normal e ordenaria – Vamos até ao teatro.
......- Poético! – diria Samael batendo palmas.
......Dito isso deixaria a ninjaken antiga para trás como uma homenagem aquele local, se os The Pelicans tivessem ligações com piratas ou revolucionários eles poderiam ter a certeza que estariam na mira da Marinha… Ou pelo menos na minha mira. Aproveitaria a enorme quantidade de pessoas no local e pediria indicações para o teatro, quando obtivesse essas informações aproximar-me-ia de Luka – Mais uma pessoa vai se juntar à equipa. Ele vai se encontrar connosco no teatro.
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQui 26 Abr 2018, 16:36

Narração

Clima: Muito Frio (-8ºC), muito vento, nevasca forte de forma constante.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)


Hizumy

A pequena criança enquanto via o panda indo embora carregando o homem semi-morto acabou virando-se para Luka por causa do olhar que o outro marinheiro o passou e por isso indagou-se.

– Não é o dever de um marinheiro salvar vidas? Mesmo que ele fosse alguém mal… um criminoso…. Seria inumano abandoná-lo à própria sorte…. Seríamos simples assassinos disfarçados de justos se o deixássemos para morrer! - Falou bebendo um pouco de água, depois de toda aquela adrenalina e fogo, aquilo era ótimo.

- O nosso dever de proteger é para com os inocentes, coisa que ele não era. E terei que conversar com Myra. Não serei muito útil agora sem meu arco, terei que ficar na retaguarda até acharmos alguma arma por aí. - Falou olhando para a casa onde o arco fora perdido, talvez tivesse que ter trazido um a mais? Porém a missão não parecia ter necessidade disso antes.

– Luka-san, o seu braço… Não parece estar muito bem… Não seria melhor cuidar disso antes de continuarmos? Sinto muito… Por minha culpa te feriste, mas … eu não podia simplesmente deixá-lo lá! Isso seria … seria cruel! Iria contra tudo o que os meus pais me ensinaram a valorizar! Iria contra a própria vida! - Luka não reagiu a todo o discurso do pequeno como Hizumy esperava, simplesmente olhou para o próprio braço queimado, o machucado não parecia muito grave, pelo menos quando era possível de se lembrar do homem cego que havia acabado de sair da casa. Luka nem ao menos reclamava da dor, provavelmente suas roupas impediram o fogo de chegar a pele tão rápido e com a neve e um pouco de água que jogou por ali sentia o local meio anestesiado apesar de obviamente ainda dolorido. Movimentou o braço e percebeu que o mesmo não estava realmente perfeito. Depois disso Luka começou a olhar a sua volta. - Não precisa se preocupar com o machucado, não é nada grave, só preciso de uma arma de fogo mesmo. Infelizmente odeio armas de fogo então não sou bom com pistolas, mas é melhor do que andar por aí desarmado. - Infelizmente os homens ali presos pareciam trajar armas corpo a corpo. - Óbvio... quem tinha pistolas não precisou chegar perto da casa e por isso não foi pego. Ótimo! - O tom de sarcasmo poderia não ser notado pela criança, o que faria ela ficar um pouco confusa com a frase. Percebeu que Luka não dissera ou nem ao menos reagira a toda sua explicação, o marinheiro parecia querer se concentrar na situação atual e não pensar mais em tudo que a criança fez, provavelmente julgava como errado ainda.

Assim, logo em seguida a sargento aparecia e Hizumy logo se aproximou para entregar a água para a mesma. – Aqui… Skÿller-san… - A mesma então, após pegar a água começou a fazer um discurso. – Escutem bem… Nós não lutamos porque o mundo nos obriga a fazê-lo, mas sim por um propósito maior que qualquer um de nós. Nós rumamos na direção do desconhecido, do inimaginável e do extraordinário para cumprir a promessa que cada um de nós fez. Não importa a escuridão, o medo, a angústia ou a dor. Nada irá ficar no nosso caminho. - Após falar isso, Hizumy ainda conseguiu ouvir algo que Skÿller falou baixinho.  - Não permitirei que me parem novamente. – E novamente voltando ao tom de voz normal completou. – Vamos até ao teatro.

Após isso, Hizumy viu que a mink se dirigiu até o homem que tinha perguntado sobre a pequena criança conhecer os The Pelicans. A mesma voltou com a informação que queria e assim começaram a andar para seu objetivo.


Skÿller

Skÿller feliz por perceber que ainda haviam marinheiros por ali que sabiam seguir o disfarce, respondeu a pergunta com seu nome falso e assim em seguida passou um aviso para todos os três sobre o que poderia acontecer, com sorte, provavelmente Ramon conseguiria alertar Yang e assim ajudariam o máximo possível de civis por ali.

A criança foi rápida em entregar a água para a sargento enquanto dizia o nome da mesma, incrível como Ramon que não estava na missão conseguira seguir o disfarce e a pequena criança não. A mesma, olhando para os dois começou a fazer um discurso. – Escutem bem… Nós não lutamos porque o mundo nos obriga a fazê-lo, mas sim por um propósito maior que qualquer um de nós. Nós rumamos na direção do desconhecido, do inimaginável e do extraordinário para cumprir a promessa que cada um de nós fez. Não importa a escuridão, o medo, a angústia ou a dor. Nada irá ficar no nosso caminho. - Falou enquanto retirava sua ninjaken antiga e a fincava no chão de forma que a mesma pudesse ficar em pé por conta própria. Depois falou bem baixo sobre não permitir que a parem novamente e seguiu dando a ordem para que fossem até o teatro.

Dito aquilo, olhou para os lados e foi até o caçador mais próximo, perguntar para que lado ficava o teatro. O homem então parou e pensou por um instante antes de começar a falar.

- Você esta perto da casa dos The Pelicans e agora quer saber onde fica o teatro... - O homem esboçou um sorriso. - Você não quer o teatro em específico, do lado do teatro existe uma espécie de marcenaria. É no subsolo dela que você achará o que quer. É só seguir por ali, vários quarteirões adiante, não sei quantos, mas quando finalmente chegar até a taberna Papaco's, vire a direita e siga por outros quarteirões até chegar no teatro, é uma construção grande, vai ser difícil de errar... mas eu não acho que vá conseguir entrar, então se fosse você não perderia tempo indo até lá, nós caçadores não conseguiremos entrar por nada neste mundo. - Falou o mesmo apontando para uma direção específica.

Ao voltar para seus marinheiros, indicou a direção que iam andando e então ao se aproximar de Luka falou. – Mais uma pessoa vai se juntar à equipa. Ele vai se encontrar connosco no teatro.

Luka então lembrando-se de algo importante, retirou o colar falso e entregou para Skÿller. - Infelizmente eu não consegui terminar os detalhes dele a tempo, e agora com meu braço assim se eu tentar terminar os detalhes posso estragar tudo. - A sargento olhando para o colar percebeu que o mesmo poderia enganar alguém dependendo da distância que se olhasse, mas a partir do momento que começassem a prestar atenção no mesmo, que logo em seguida achariam as diferenças.


Histórico:
 

Luka:
 

Ryuusuke:
 

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 5 EmptyQui 26 Abr 2018, 18:17



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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Depois de todo aquele discurso, de toda aquela ladainha, o pequeno soldado limitou-se a seguir os passos de Skÿller e Luka, silenciosamente, não conseguindo evitar manter uma certa distância dos dois. Era algo involuntário, que aconteceria sem que se apercebesse, pois ia pensando em tudo o que acontecera e em tudo que todos eles lhe falaram até agora. O vento era mais forte. Podia senti-lo a rasgar-se-lhe a carne e a penetrar os ossos. O reflexo da lua e das estrelas, se as houvessem no céu, seriam ignorados por ele que era fã de coisas belas e magníficas, sendo a vasta imensidão do universo uma delas. – Estarei eu errado, pai? Seria a morte algo justificável? Algo tão simples que qualquer um possa usá-la como ferramenta de castigo sem ao menos considerar outras alternativas?! Sem hesitar um pouco que seja na hora de sentenciar alguém com algo tão drástico... tão irreversível?! –

- * SLAP!

O som seco do estalo dado à própria face soaria longe e deixaria, em cada lado das bochechas coradas, uma marca vermelha com a mão e os dedinhos impressos nelas. – Não! Não importa o que eles digam! Não importa qual a promessa que eles fizeram! Tudo o que importa é o que os meus pais me ensinaram e aquilo em que eu acredito! Não importa o quão grave seja o crime de alguém, eu não posso simplesmente matá-la! Ou deixá-la para trás! Isso faria de mim alguém igual à esses criminosos contra quem lutamos! – Seus olhos fervorosos, quentes, emanavam o forte azul repleto de determinação que encararia as costas dos dois soldados à sua frente que caminhavam liderando o caminho. Podia sentir, naquele instante, todo o sentimento de afinidade e entusiasmo em relação àquelas pessoas a esvair-se-lhe do corpo. E nisso, uma leve sensação de preocupação e tristeza o possuiria. Estaria ele sozinho, sem ninguém que entendesse o quão importante era a Vida e o quão preciosa a mesma era. Que era o dever dele protege-la como o mais precioso e raro diamante do mundo!

- Como sou tolo! Estúpido! – Diria, lembrando do que já lhe haviam dito anteriormente. – Cada ser é diferente. E apesar disso, todos estamos sob a mesma bandeira. Todos lutamos para salvar alguém, ou para proteger uma ideia. – Pensou abanando a cabeça e animando-se um pouco. – Mesmo que eles pensem de forma diferente da minha, eles ainda almejam salvar e proteger todos os que conseguirem. Isso deveria ser o suficiente, não?! – A criança abriria um sorriso forçado tentando erguer o olhar e encarar novamente os dois adultos a sua frente, tentando convencer-se de que não havia problema se fossem outros a matar. Se fossem outros à pisar em cima dos valores intrínsecos à sua alma.

Num tom sereno, murmurado, um sorriso de auto consolo surgiria por entre uma voz aguda e desiludida. – Não é assim tão fácil, pois não…?! – Sabia que nunca aceitaria estar do lado de alguém capaz de assassinar ou ferir os outros sem hesitar, sem que a vida de alguém verdadeiramente inocente estivesse sendo posta em risco. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, teria que se separar daquelas pessoas e seguir o seu próprio caminho. – Nhum! Nhum! – Chacoalharia a cabeça. – Não é o momento de pensar nestas coisas! Tenho que focar-me na missão! Assim que terminarmos, posso pensar no que fazer e em qual caminho trilhar! –

Com os pensamentos arrumados, pelo menos por agora, o garotinho limitar-se-ia a seguir os dois marines. Manter-se-ia atento ao ambiente em seu redor, principalmente nas pessoas. Apresentaria um minúsculo sorriso inocente no canto dos lábios se visse casais ou famílias em alegre comunhão vagando pelas ruas da ilha. Ou deixar-se-ia deslumbrar se visse algo exótico ou incrível, que merecesse a sua atenção, no entanto, sem perder o foco e sem se deixar perder dos demais. Ao chegar no local, ouviria com atenção ao que os membros do grupo teriam à dizer.

- Oh! O garoto de antes! Parece que ele irá se juntar à missão. – Pensaria surpreso ao ver que o garoto de cabelos alvos, como a espuma borbulhante das ondas, se juntava ao grupo. Abrindo um sorriso simpático, verdadeiramente puro, a criança estenderia a sua mão para o garoto, após todos se apresentarem. – Muito prazer! Eu sou Hizumy! – Diria baixinho para apenas os envolvidos o escutassem. – Mas podes chamar-me de Shiro! – Diria, tendo uma epifania e recordando que, durante a missão, todos tinham um nome falso, e que ele ainda não havia criado um. No entanto, se todos os outros somente se apresentassem usando o nome falso e sequer mencionando o verdadeiro, ou se houvesse outras pessoas na área, ou mesmo se a zona fosse aberta, então o celestial faria o mesmo e se apresentaria somente com o nome falso também. – Olá! Eu sou o Shiro! - Se a criança respondesse de forma rude, ou agisse de forma rude ou arrogante, o celestial ficaria confuso, com um sorriso constrangido e com algumas gotas de suor a caírem-lhe pela face, não entendo o porque daquela reacção do menino.

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Histórico:
 

Objectivos:
 

….
Objectivos Novos:
 


Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

OFF:
 



Legenda:
– Pensamento – - #00ccff
– Fala – - #0099ff
~ Canções ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda


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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
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[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
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[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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